PT95143B - Processo de ligacao cruzada ("cross-connect") para sinais stm-1 da hierarquia multiplex sincora digital - Google Patents

Processo de ligacao cruzada ("cross-connect") para sinais stm-1 da hierarquia multiplex sincora digital Download PDF

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Description

DESCRIÇÃO
A presente invenção refere Sâ Si. Ulil processo de acordo com o preâmbulo da reivindicação 1,
Os processos de multiplexação-desmultiplexação aí referidos são conhecidos, por exemplo da recomendação CCITT G. 709, fig. l,l/G,709 e de uma construção mui· tiples: que foi tratada na Europian Transmission Standards Ins· titut ETSI, quando da Reunião TK3 (Transmission and Multiplexing) em Bruxelas, entre 24 e 28 de Abril de 1989.
Da publicação alemã de 35 11 352 Al é conhecido um processo e um dispositivo de acoplamento para a distribuição de sinais digitais de banda larga plesiócronos, _ <57^
no qual estes sinais são comandados por impulsos de cadência centralizados, com enchimento, convertidos em sinais digitais intermédios contendo sinais adicionais e, depois da passagem por um campo de acoplamento, de novo convertidos em sinais digitais de banda larga plesiócronos»
Segundo uma proposta antiga (P 29 23 Í72»O), convertem-se blocos de dados a níveis multíplex diferentes em blocos de dados de ligação cruzada (cros-so-connect) que são ordenados numa supertrama para um débito de transmissão de bits de 38 912 Kbit/s (sinal D39)» objecto da presente invenção consiste em proporcionar um processo com o qual podem converter-se blocos de dados com estrutura multiplex diferente em blocos de dados de ligação cruzada (cross-connect)»
Este problema é resolvido com as características indicadas na reivindicação 1= Mas reivindicações secundárias encontram-se variantes do processo»
Um grupo contentar virtual é constituído por um vários contentores virtuais, unidades de subsistema ou grupos de unidades de subsistemas»
Com este processo pode ser realizada um conversor para a transição da estrutura de um grupo de unidades de subsistema TUG-31 ou TUG-32 para a estrutura de uma unidade de subsistema TU-31 ou TU-32» Este processo é também apropriada para a construção de um chamado multiplexador de retirar (Drop-Insert-Multiplexer) para a hierarquia multiplex digital sincroma»
Nos desenhos anexos, as figuras representams multiplex ;
subsistema;
A Fig.
A Fig.
umi primeira estrutura uma supertrama de unidade de
A fig, 3, uifiã segunda estrutura multiplex;
A fig. 4, um contentor virtual VC-4 coa uma unidade de susbsistema TU-31 e três grupas de unidades de subsistema TUG-31;
dor;
A fig. 5a, um primeira desmultiplexaA fig. 5b, um primeiro multiplexador; A fig. 6a, um segundo desmultiplexaA fig.6b, um segundo multiplexador; e
A fig. 7, um segundo desmultiplexador e multiplexador comandados em conjunto.
A fig. 1 mostra uma estrutura multiplex segundo a Recomendação G,709 da CCITT Fig. 1.1/G.7O9 <AU) significa unidade de gestão <!’Administration Unit”) , (C) contentor, <H) sinal digital, (STM) módulo de transporte síncrono, <TU) unidade de subsistema <”Tributary Unit”), (TUG) grupo de unidades de subsistema (Tributary Unit Group) e (VC) contentor visual.
Os sinais digitais a transmitir são introduzidos em nós de entrada para a rede síncrona por meio de enchimento positivo em contentores (C-n), Cada contentar ê completado com a junção de um cabeçalho da trama da via <”Bath Overhead”) (PQH) para dar um contentor virtual (Vc-n), que são transmitidos periodicamente. O primeiro octeto de um contentor virtual é indicado por um indicador (Pointer”) PTR, cuja situação tamporal na trama de transmissão é fixada. Utiliza-se como tal, em regra, o contentor virtual de um andar superior da hierarquia. Um contentor virtual <VC-n) forma com o indicador com ele associado uma unidade de subsistema (Tu-n). Várias
destas construções iguais podem ser de novo reunidas para obter um grupo de unidades de subsistemas (TUG-n) . Nas recomendações CCITT indicadas são designados grupos de unidades de subsistemas TUG-21 para a hierarquia norte-ameriacana de 1,5 Mbit/s e TUG-22 para a hierarquia de 2 Mbit/s que, entre outros casos, é usual na Europa.
A fig. 1 mostra as diferentes vias através das quais é possivel uma multiplexação ou uma desmultiplexação ou uma desmultiplexação. Assim, por xemplo, podem introduzir-se sessenta e quatro sinais H12 através do grupo de unidades de subsistemas, quer directamente, quer pela via desviada ou indirecta através do contentor virtual (VC-31) e a formação da unidade de subsistema (TU-31) no contentor virtual (VC-4).
Como mostra a fig.2, ou a Recomendação CCITT G.709, Figura 3,13/G.7O9, as unidades de subsistema <TU-12> ou, respectivamente (TU-22) são repartidas na supei— trama, cada uma em 500 microssegundos. Um tal supertrama contém quatro tramas, com uma duração do período de 125 microssegundos. O primeiro octeto (VI), (V2), (V3) e <V4) de cada uma das tramas é determinado na Recomendação G. 709 da CCITT, Os octetos (VI) encontram-se sempre na primeira linha de uma supertrama. 0 cabeçalho de trama de via (POH) do contentor virtual (VC-31) ou do contentor virtual (VC-4) determina a supertrama por um octeto (H4). Â primeira linha é caracterizada por um octeto (Jl), No caso da introdução directa do grupo de unidade de subsistema (TUG-22) no contentor virtual (VC-4), o cabeçalho da trama da via do contentar virtual (VC-4) determina portanto a posição dos octetos (Vn) , enquanto que, no caso de uma introdução através do contentor virtual (VC-31), o cabeçada da trama (VC-31) do contentar virtual (VC-31) determina a disposição do octeto (Vn),
Ambas as vias têm as suas vantagens e inconvenientes. Mas necessitamos ter duas extremidades de uma
comunicação os mesmos dispositivos multiplex, se não quisermos introduzir na ligação um conversar que, por exemplo, forme a partir dos dezasseis grupas de unidade de subsistema (TU-22) de uma via, quatro unidades de subsistema (TU-31) da outra via. Isso é valido também para a transmissão de, no máximo, dezasseis sinais de 8446 Kbit/s ou de uma mistura de sinais de 8 448 e de 2 048 Kbit/s (sinais (H12) >. Considerações correspondentes são válidas para a construção do contentor virtual (VC-4) através de vinte e um grupos de unidades de subsistema (TUG-21) ou três unidades de subsistema (TU-31) para a hierarquia de 1,5 Mbit/s, na parte superior da fig. 1.
Os sinais de 34 368 Kbit/s (sinais H21) apenas podem ser introduzidos na via através do contentor virtual (VC-31) e da unidade de subsistema (TU-31). Não se prevê, de acorda com a Recomendação G. 709 da CCITT, uma mistura de n x 4 grupos de unidade de subsistema (TUG-22) com 4-n unidades de subsistema (TU-31), com n= 1, 2, 3 ou 4.
A disposição segundo a fig. 3 do ETSI difere da disposição segundo a fig. l.para eliminação da via do grupo de unidades de subsistema (TUG-22) através do contentor virtual (VC-31) e da unidade de subsistema (TU-31> para o contentor virtual (VC-4), Par outro lado, é possível constituir o contentor (VC-4) com uma mistura de n x 4 grupos de unidades de subsistema (TUG-22) e 4-n unidades de subsistema (TU-31). Quatro grupos de unidades de subsistema (TUG-22) formam um grupo de unidades de susbsistência (TUG-31), Este grupo em contraste com uma unidade de subistema (TU-31), não possui qualquer indicador própria nem também qualquer cabeçalho de trama de via comum. Mas os indicadores pertencentes a um grupo de unidades de subsistema (TUG—31) das unidades de susbsistema (TU-12) ou (TU-22) estão dispostos regularmente, A sua posição é determinada pelo cabeçalho de trama de via (VC-4) (POH) do contentor virtual (VC-4). Numa tal mistura, as quatro primeiras colunas de um contentor (C-4) contêm o indicador (TU-31)
ou um padrão -fixo (enchimento).
A fig» 4 mostra um exemplo, que num contentor virtual (VC-4) se introduzem alternadamente dois grupos de unidades de subsistema (TUG-31), uma unidade de subsistema (TU-31) e um terceiro grupo de unidades de subsistema (TUG-31), por colunas» Mediante uma tradução das quatro primeiras colunas com octetos de enchimento fixos (FS-Fixed Stuff) e um indicador (PTR) (TU-31) adquire-se o conhecimento sobre se se trata de um grupo de unidades de subsistema (TUG-31) ou de uma unidade de subsistema (TU-31)„ 0 contentor virtual (VC-31), que está representada em baixo, à direita, è inserido depois do cabeçalho (POH) (VC-4) alternadamente, por linhas, na terceira de quatro colunas, sendo a posição do octeto (31) descrito pelo indicador (PTR) (TU-31)» Os grupos de unidades de subsistema (TUB-31) começam em cada uma das primeira, segunda e quarta colunas com um octeto (VI), dos quais há neste exemplo quarenta e oito»
No caso dos, conectores cruzados, tal como nos muitiplexadorss de retirar-inserir (Drop-Insert) todos os sinais que devem ser agrupados num novo sinal de saída, têm de ser sincronizados com os impulsos ds cadência e com a trama do sinal de saída» Na hierarquia multiplex digital síncrona, todos os sinais de saída (STM-1) de um nó da rede têm os mesmos impulsos de cadência e a mesma trama» Todos os sinais que passaram completos, que foram decompostos em unidades de subsistema e de novo reunidos depois de uma matriz de acoplamento têm portanto de ser, antes da reunião, sincronizados uns com os outros»
A fig» 5a mostra um desmultiplexador que é ligado antes do campo de acoplamento do lado da entrada» 0 dispositivo contém um desacoplador e tradutor AU-4-PTR (2), um desacoplador e tradutor VC-4-P0H, um desmultiplexador do contentor e dispositivo de sincronização 6, um bifurcador paralelo (7)
- 6 uma primeira via com um desacoplador e tradutor TU-3m-PTR (8), com um acoplador do indicador de adaptação da cadência ao campo de acoplamento TU-3x (10) e com um dispositivo de insez— çao de informação adicional no campo de acoplamento (12), uma segunda via com um desacoplador dos actetos de enchimento fixos (14), com um acoplador e tradutor múltiplo TU-ly-PTR (16), com um indicador de adaptação de cadência, acoplador e dispositivo de sincronização do campo de acoplamento múltiplo TU-ly e com um dispositivo de inserção de informação adicional no campo de acoplamento (20), bem como ainda um comutador dos sinais (22). As unidades (7) a (22) existem em quadriplicado para a hierarquia 2 Mbit/s e em triplicado para a hierarquia de 1,5 Mbit/s, o que está indicado, para a primeira, por quatro saídas dodesmultiplexador do contentor com dispositivo de sincronização (6). Para a hierarquia europeia aplica-se x = 1 e y -2 e para a hierarquia dos Estados Unidos, x = 2 e y = 1, As memórias tampão necessárias para a adaptação das cadências, não são representadas aqui, nem nas figuras seguintes por causa da clareza dos desenhas.
À entrada (1) é levada a unidade de gestão AU-4 de um modulo de transporte STM-l. Do desacoplador e tradutor AU-4-PTR <2> é desacoplado o indicador AU-4-PTR, através da saida (3), 0 contentor virtual VC-4 restante vai para o desacoplador e tradutor VC-4-P0H <4) que traduz o cabeçalho da trama de via VC-4-P0H e fornece-o na sua saída (5). A Informação através do inicio do contentor e do estado da supertrana é comunicada aos circuitos seguintes (6) (8>, (14), (16), (18) e (20). O contentor C-4 chega ao desmultiplexador do contentor com dispositivo de sincronização (6). Reste ele é decomposta, para a hierarquia de 2 Mbit/s, em quatro e, para a hierarquia de 1,5 Mbit/s, em três unidades de subsistemas
V
TU-3x, quatro grupos de unidades de subsistemas TUG-3x, ou numa mistura dos dais. Aos quatro bifurcadores paralelos <7) é levado, ou cada um uma unidade de subsistema TU-3x ou um grupo de unidades de subsistema TTJG-3X.
Ho desacoplador e tradutor TU-3x-PTS (8), na primeira via, e ao desacoalador dos octetos de enchimento fixos (14), na segunda via, verifica-se se estão presentes um indicador TU-3x-PTR ou octetos de enchimento fixos PS. Se existir um indicador TU-3x-PT5, este é traduzido e fornecido através da saída (9), A informação sobre α início do contentor e o estado da supertrama é comunicada aos circuitos (10) e (12). Se estiverem presentes octetos de enchimento fixos PS, estes são fornecidos através da saída (15).
Ha saída do desacoplador e tradutor TU-3x (8) está também disponível um contentor virtual VC-3x com a sua cadencia de fonte. Este contentor virtual VC-3x é sincronizado na acoplador do indicador de adaptação de cadência ao campo de acoplamento (10) com a cadência do campa de acoplamento derivada localmente da cadência do nó da rede, com inserção de um indicador TU-3x-PTR-(KP), para a adaptação da cadência, e inserido no dispositivo de inserção de informação adiciona), no campo de acoplamento (12) com a informação da supertrama do campo de acoplamento KFPH na entrada (13), numa supertrama do campo» de acoplamento. Se a saída (23) estiver ligada, através do comutador de sinais (22), com a saida do dispositivo de inserção de informação adicional no campo de acoplamento (12), está disponível na saída, para x = 1, um sinal digital D39 e, para x = 2, um sinal digital D52. Este sinal pode ser levado ou a um desmultiplexador, não representado, para decomposição do contentor virtual VC-3x, ou a um multiplexador, de acorda com a fig. 5b, para a constituição de uma nova unidade de gestão AU-4.
Mas se detectassem no desacoplador de octetos de enchimento fixos (14) octetos de enchimento fixos,
apareceria na sua saída principal um grupo de unidades de subsistemas TBU-2x, constituído por dezasseis unidades de subsistema TU-12 ou por vinte e quatro unidades de subsistema TU-lí (unidades de subsistema mTU—ly). No acoplador e tradutor múltiplo TU-ly PTR (16) seriam traduzidas m indicadores TU-ly-PTR os quais seriam afastados através de uma saída (17)» Do acoplador e tradutor múltiplo TU-ly (16) o contentor virtual m VC-ly iria para o indicador de adaptação de cadência-Acopladar e dispositivo de sincronização de acoplamento múltiplo TU-ly (18)» Aí ele seria, com inserção de indicadores de m TU-ly-PTR-(KF), sincronizado com a cadência local do campo de acoplamento e encaixado no dispositivo de inserção de informação adicional no campo de acoplamento (20) com o fornecimento da informação adicional do campo da acoplamento KFOH, através de uma entrada (21), na supertrama do campo de acoplamento» Se agora o comutador de sinais (22) ligasse a saída (23) com a saída principal do dispositivo de inserção ds informação adicional no campo de acoplamento (20), iria igualmente para a saída (23) um sinal digital D39 ou um sinal digital D52» dispositivo de inserção de informação adicional no campo de acoplamento (20) contém convenientemente também uma função de encaminhamento (“Router) (campo de acoplamento temporal), com a qual pode variar-se a sequência temporal dos contentores virtuais m VC-ly» sinal D39 ou D52 digital agora disponível na saída (23) pode ser levado, através de um campo de acoplamento comandado por faixas de tempo, ou a desmultiplexador, não representado, para decomposição dos vários contentores virtuais VC-ly através ds contentores C-Iy em sinais plesiócronos Hly, ou a um multiplexador de acordo com a fig» 5b para a formação de novas unidades de gestão AU-4»
A fig» 5b representa um multiplexador para o sentido de emissão do campo de acoplamento» 0 dispositivo contém um bifurcador paralelo (25), uma primeira via com
um dispositivo de desacoplamenta de informação adicional do campo de acoplamento (26), com um desacoplamento e tradutor do indicador de adaptação de cadência do campo de acoplamento TU~3x <28> e com um acoplador TU-Sx-PTR (30), além de um comutador de sinais (32), um multiplexador de contentores (33), um acoplador VC-4-P0H (34)., um acoplador AU-4-PTR (36), uaa segunda via com um segundo dispositivo de desacoplamento de informação adicional do campo de acoplamento <39 >, com um de— sacoplador de tradutor do indicador de adaptação de cadência do campo de acoplamento múltiplo TU-ly (41), com um acoplador múltiplo TU-ly-PTR (43) e com um acoplador de octetos de enchimento fixos (45).
processo de multiplexagem decorre pela ordem inversa á da desmultiplexagem segundo a fig. ^a. Em primeiro lugar, no dispositivo de desacaplamento de informação adicional do campo de acoplamento (26), a informação adicional do campo de acoplamento KFOH é desacaplada, traduzida e fornecida pela saida <27). Ro desacoplador e tradutor do indicador de adaptação de cadência do campo de acoplamento TU-3x (28) é traduzida a indicador TU-3x-PTR-(KF) e é fornecido através da saída (29). Ao contentor virtual VC-3x é adicionado no acoplador TU-3x-PTR (30), através da entrada (31), um indicador TU-3x-PTR, Mas neste caso não é necessária qualquer adaptação de cadência por enchimento, visto que todas os sinais digitais D39 ou D52, respectivamente, já foram sincronizados antes do campo de acoplamento com a cadência do nó da rede.
Ho dispositivo de desacoplamento de informação adicional do campo de acoplamento (39), a informação KFOH adicional do campo de acoplamento no sinal digital D39 ou D52 é traduzida e fornecida através da saída (40). As unidades de subsistema m TU~ly chegam ao desacoplador e tradutor do indicador de adaptação de cadência do campo de acoplamento múltiplo TU-ly—PTR (41), onde o indicador m TU-ly-PTR-<KP) á traduzido e fornecido através da saida (42). Também
aqui não ê necessária qualquer adaptação de cadência por enchimento, visto que todos os sinais digitais D39 ou D52 já foram sincronizados antes do campo de acoplamento com a cadência do nó da rede» fios contentores virtuais m VC-ly restantes são adicionados no acoplador múltiplo TU-ly-PTR (43) através da entrada (44) indicadores m TU-ly-PTR» Nos grupos de unidades de subsistema TUG-3x fornecidos são adicionados no acoplador de octetos de enchimento fixos (45) octetos de enchimento fixos FS» fi posição do comutador de sinais (32) depende do conteúdo dos sinais D39 ou D52 ou ê determinada por um gestor da rede. No multiplexador de contentores (33) efectua-se um entrelaçamento por octetos, para a hierarquia de 2 MBit/s, de quatro e, para a hierarquia de í,5 MBit/s, de três unidades de subsistema TU-3x e/ou grupos de unidades de subsistema TUG-3x» Mo acoplador VC-4-P0H (34) é acrescentado ao contentor C-4, através de uma entrada (35), um cabeçalho de trama de via VC-4-P0H» fio contentor virtual VC-4 assim formado é adicionado, no acoplador ftU-A-PTR (36), através da entrada (37), um indicador AU-4-PTR, de modo que a saída (38) pode ser fornecida uma unidade de gestão AU-4 de um módulo de transporte síncrone ETM-1» □ desmultiplexador representado na fig» 5a ε o desmultiplexador representado na fig» 5b são apropriados para funçães de retirar e inserir (Drop and Insert), funçêes de encaminhamento (Routing) e de ligaçftes cruzadas (Cross Connects) para sinais nos nós de grupos de unidades de subsistema TUG-3x da proposta ETSI de acordo com a fig» 3»
Com as funçães adicionais indicadas na fig» 6a e 6b podem também conduzis·—ss, através de contentores virtuais VC-3x e de unidades de subsistemas TU-3x, no contentor virtual VC-4, grupos de unidades de subsistemas TUG-2y segundo a fig» 1, e tratá-los de maneira correspondente»
D desmultipiexador segundo a fig» óa
contém, em contraste com o desmultiplexador segundo a fíg. 5a, ainda adicionalmente uma terceira via, com um bifurcador paralelo <47), com um desacoplador VC-3x POH <48 > e com um comutador* de sinais (50). 0 multiplexador segundo a fig. 6b contém, em contraste com o da fig. 5b, adicionalmente uma terceira via com um comutador de sinais <51), cam um acoplador VC-3x-P0H <52) e com um bifurcador paralelo (54). Se se pretender estabelecer a ligação de um contentor virtucal VC-3x em forma fechada, então a via é conduzida através das unidades (47), <10), <12), e <22) ou <25), (26), <28) e <51). Has se se pretender decompor um contentor virtual VC-3x nas suas unidades de subsistemas TU-ly, então as vias são activadas através das unidades <47), <48), <5O), <16), <18), <20) e <22> ou <25>, (39), <41) <43), <54), <52> e <51). Ho desacoplador VC~3x-PGH <48) retira-se e traduz-se um contentor virtual VC-3m, através de uma saôida <49) do cabeçalho da trama da via VC-3x-P0H<
Este dá indicações sobre os octetos iniciais do cabeçalho do contentor C-3x e da supertrama a que pertence. O conteúdo do recipiente C-3x tem a mesma constituição que um grupo de unidades de subsistemas TUV-3x e pode portanto ser ulteriormente tratado como na fig. 5a, através das unidades <16), <18) e <2O),
De maneira correspondente, na fig. 6b, acrescenta-se ao acoplador VC-3x-P0H <52), atravSes de uma entrada <53), um cabeçalho da trama da via VG-3x—POH,
As funções indicadas nas fig. 5a, 4b, 6a e 6b, em cada uma das primeira e segunda vias, coincidem em grande parte. Assim, nas fig. 5a, 5b, busca-se, nas unidades <8) e <14), a coluna do vector de uma unidade de subistemas TU-3x recebida elimina-se. A unidades <10) e <18) servem para a inserção dos vectores TU-3x~PTR-<KF) sincronizadas com a cadência do campo de acoplamento e a supertrama e as unidades <12) e (20) servem para a insserção da informação adicional do campo de acoplamento KFOH, Aplicam-se considerações correspon12
dentes para o lado do multiplexador nas fig. 5b e 6b.
A fig. 7 mostra um dispositivo no qual estas funções paralelas são efectuadas por uma unidade funcional única respectiva. Estas recebem referências nas quais as referências originais são unidas por um hifen. 0 desacoplador e dispositivo de estabelecimento da ligação VC-3x-POH e o acoplador e dispositivo de estabelecimento da ligação VC-3x-POH têm ainda de realizar funções de estabelecimento de ligação, respectivamente para a primeira e a segundas vias.
Uma unidade de gestão AU-4 que chega à entrada (1) é preparada nos dispositivos <2) , (4) e (6), é sincronizada com a cadência do nó da rede sincronizada nas suas unidades de subsistema TU-3x e dividida nas suas unidades de subsistema TU—3m ou grupos de unidades de subsistemas TUG— -3x. Na unidade <8/14) determina-se se a primeira coluna do vector contém um vector TU-3x-PTR ou octetos de enchimento fixos FS. No primeiro caso, apenas os três primeiros octetos da coluna são traduzidos e retirados do sinal. Na segundo caso peio contrário, retiram-se todos os nove octetos da coluna, Se a unidade de subsistema TU-3x ou o gi~upo de unidades de subsistema TUG~3x deverem ser ainda mais decompostos, em primeiro lugar faz-se a decomposição para uma unidade de subsistema TU-3x do cabeçalho da trama da via VC-3m-P0H na unidade <48’). Este passo não existe num grupo de unidades de subsistema TUG-3x. Em seguida, têm de ser traduzidos, na unidade <16>, os vectores m TU-ly-PTR com o auxilio do octeto H4 do cabeçalho da trama de via VC~3x-P0H. Segue-se, na unidade <10/18), a sincronização com a cadência do campo de acoplamento e com a supertrama do campo de acoplamento e um aj ustamento dos vectores TU-3X-PTR-<KF) ou TU-ly-PTE-<KF) do campo de acoplamento. Mediante a adição da informação adicional do campo de acoplamento KFOH na unidade <12/20) forma-se o sinal D39 ou o sinal D52.
à constituição do sinal multiplex no sentida oposto faz-se entre a entrada <24) e a saida <38> de maneira correspondente. Todas as unidades funcionais são comandadas atravbes de um sistema de linhas omnibus <57) por um microprocessador <55), que está ligado atravôes de um terminal de ligação <56) com um sistema de gestão da rede.

Claims (1)

  1. Processo de ligação cruzada (cross-coaneci”) para sinais STM-1 da hierarquia multiplex sincrona digital, utilizando múltiplas vezes processos de desmultiplexação, nos quais cada sinal STM-1 é em primeiro lugar decomposto em três (AU-32, TU-32) ou, respectivamente em quatro <AU-31, TU-31, TUG-31) unidades superiores e em seguida estas respectivamente em unidades inferiores (TUG-21, TU-11, TU-12, TUG-22, TU-12, TU-22) incluindo saidas individuais <VC-32, VC-31) para a separação de sinais 1 544, 6 312, 44 736, 2048,
    8 448 e/ou 34 362 Kbit/s, selectivamente, através de vias diferentes, utilizando múltiplas vezes estes processos de multiplexação inversos dos processos de desmultiplexação e utilizando processos para a operação de um campo de acoplamemento, caracterizado por nos processos de desmultiplexação os sinais STM-1 serem decompostos em grupos de contentores virtuais com uma extensão aproximademente igual, por se adicionarem a estes grupas de contentores virtuais, para a formação de sinais uniformes de entrada no campo de acoplamento, com renúcia dos sinais adicionais já são necessários, respectivamente a um indicador individual de adaptação da cadência do campo de acoplamento e a uma informação adicional individual do campo de acoplamento, por, sob o comando de teor dos sinais de entrada do campo de acoplamento e/ou de una unidade de gestão da rede, serem conduzidos ao campo de acoplamento, sinais de entrada respectivos no campo de acoplamento provenientes de uma unidade superior, por os contentores virtuais dos sinais de entrada do campo de acoplamento serem recompostos antes da recepção nas sinais de saída do campo de acoplamento, por a informação adicional do campo de acoplamento ser retirada dos sinais de saida do campo de acoplamento e traduzida, por se sujeitarem os sinais de saída do campo de acoplamento a um processo de multiplexação para a formação de sinais de saída STM-1 e por, sob o comando do teor dos sinais de saída do campo de acoplamento e/ou da unidade de gestão da rede, se seleccionar então uma via respectiva no processo de multiplexação.
    - 2ã Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por se preverem como informação adicional do campo de acoplamento urna palavra de identificação da trama do campo de acoplamento, endereços de vias no campo de acoplamento e in formações de controla da qualidade no campo de acoplamento,
    - 3ã Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por uma informação adicional do campo de acoplamento ser adicionada apenas aos sinais de entrada do campo de acoplamento conduzidos para α campo de acoplamento.
    - 4* Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por se preverem grupos de contentores virtuais 16 x VC-12, 4 x VC-22, 1 x VC-31, 20 x VC-11 e/ou 5 x VC—21, por se preverem indicadores de adaptação da cadência para o campo de acoplamento TU-12 PTRCKF), TU-22 PTR <KF) , TU-31 PTR ÍKF), TU-11 PTR <KF) e/ou TU-21 PTR <KF) e por se preverem sinais de entrada do campo de acoplamento e sinais de saída do campo de acoplamento (B39) com um caudal de bits de 38 912 Xbit/s,
    - 5ã Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por se preverem grupos de contentores virtuais 28 x VC-11, 7 x VC-21, 1 x VC-32 e/ou 21 x VC-12, por se preverem indicadores de adaptação da cadência do campo de acoplamento TU-11 PTR <EF> , TU-21 PTR <KF) , TU-32 PTR <KF> e/ou TU-12 PTR <KF> e por se preverem sinais de entrada e sinais de saída <D52> do campo de acoplamento com um caudal de bits de 51 ©68 Kbit/s.
    - ô& Processo de acordo com a reivindicação Ι, para o lado de entrada do campo de acoplamento, no qual se retira de um sinal STSí-1 proveniente da sua unidade de gestão ÂU-4, mediante desacoplamento e tradução de um indicador da unidade de gestão AU-4-PTR, um contentor virtual VC-4, no qual se retira do contentor virtual VC—4, por desacoplamento e tradução do seu cabeçalho da trama da via o seu contentor C-4 e no qual se divide o contentor C-4 em quatro pares de alternativas respectivamente de uma unidade de sub-sistema TU-3 x ou de um grupo de subsistemas TUG-3x, caracterizado por cada par ser conduzido a duas vias, ligadas do lado da entrada e susceptíveis, do lado de saída, se serem ligadas com continuidade para o campo de acoplamento, por na primeira via de uma unidade do subsistema TU-3x se retirar o seu contentor virtual por desacoplamento e tradução no indicador da unidade do subsistema TUG-3x-PTR e se juntar ao contentor virtual VC-3x um indicador de adaptação da cadência do campo de acoplamento TU-3x-PTR-<KF> e uma informação adicional do campo de acoplamento ÍKFOH), e por na segunda via de um grupo de unidades do subsistema TUG-3x se retirar um enchimento fixo (FS> e um numero m de indicadores de unidades de subsistema TUG-ly-OTR, por tradução e se juntar ao numero m restante de contentores virtuais VC-ly um número m de indicadores de adaptação da cadência da campo de acoplamento TU-ly-PTR-<KF> e uma informação adicional do campo de acoplamento íKFOH) para a formação de um sinal de entrada do campo de acoplamento (D39, D52) <x = 1 e y = 2 ou x = 2 e y =1).
    - 72 Processo de acordo com a reivindicação õ, caracterizada por a contentar virtual VC-3x ser conduzido a uma terceira via que deriva da primeira via, por na terceira via do contentor virtual VC-3x se retirar por desacoplamento do seu. cabeçalho da trama da via VC-3x-POH, o seu contentor C-3x e por este contentar C-3x ser injectado, em vez de um grupo de unidade do susbistema TUG-3m sem enchimento fixo PS, com desligação da primeira parte correspondente da segunda via, na parte restante da segunda via.
    - Sã Processa de acordo com. a reivindicação 1 para respectivamente quatro sinais de saída do campo de acoplamento no qual se juntar aos contentores 04, para a foi— mação de um contentor virtual VC-4, respectivamente um cabeçalho de trama da via VC-4-P0H e no qual aos contentores virtuais VC-4 se junta respectivamente, para a formação de unidades de gestão AU-4 dos sinais STM-1, respectivamente AU-4-PTR, caracterisado por se formarem grupos de quatro sinais de saída do campo de acoplamento, por cada sinal de saída do campo de acoplamento <D39, D52> ser conduzida a duas vias ligadas do lado da entrada e, do lado da saída, susceptíveis de selectivamente serem ligadas com continuidade, por na primeira via, para a obtenção de uma unidade do subsistema TU-3x se retirar a informação adicional do campo de acoplamento <KFOH> e o indicador de adaptação da cadência do campa de acoplamento 7F-3x-PTR-<KF> e se juntar um indicador TU-3x-PTR, por na segunda via, para a obtenção de um grupo de unidades do subsistema TUG-Sx, se retirarem a informação adicional do campo de acoplamento <KFOH> e um número m de indicadores de adaptação da cadência do campo de acoplamento TU-ly-PTR-<KF> e se juntar um número m de indicadores TU-ly—PTR e um enchimento fixo (FS) e por se juntarem ou a. unidade do subsistema TU-3x ou o grupo de unidades do subsistema TUG-3x de cada um das quatro pares alternativas respectivamente num contentar C-4 <x = 1 s y = 2 ou x=2ey=l>.
    - 9ã Processa de acordo com a reivindicação 8, caracterizado por o grupo de unidade do subsistema TUG~3x sem enchimento fixo <FS).ser conduzido a uma terceira via que deriva da segunda via depois do acoplamento de um número m de indicadores TU-ly-PTR, por na terceira via se juntar ao contentar C-3x, para a formação de um contentor virtual VC—3x, um cabeçalho de trama da via VC-Sx-POH e por este contentor virtual VC~3x ser injectada, para a recepção de um -indicador TU-3x-PTR, mediante a desligação da correspondente primeira parte da primeira via, na parte restante da primeira via.
    - 10ã Processo de acordo com as reivindicações 7, 8 ou 9, caracterizado por se realizarem fases idênticas do processo na primeira e na segunda via, respectivamente, com uma disposição em multiplex por divião do tempo.
    - 11S Processo de acordo com as reivindicações 6, 7, 8, 9 ou 10, caracterizado por se desencadearem fases de comutação do teor do sinal e/ou de um dispositivo de gestão da rede.
    - 12§ Processo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado por as fases do processo serem comandadas por um microprocessamento.
    - 13S 18
    13*
    Processo de acordo com qualquer das reivindicações anteriores, caracterizado pela realização num circuito integrado.
    A requerente reivindica as prioridades dos pedidos alemães apresentados em 31 de Agosto de 1989 e em 8 de Setembro de 1989, sob os Kos. P 39 28 905.2 e
    P 39 30 007,2 respectivamente.
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