PT97567A - Processo para a fabricacao de involucros tubulares o enchimento de produtos alimentares,fechados numa extremidade e involucros assim obtidos - Google Patents
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Description
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CAMPO PA «FBMClO A presente invenção refere-se a na invólucro pregueado para produtos alimentares, que e fechado numa extremidade e ea particular» a um encerramento terminal que consiste no material do invólucro» fixado a partir do invólucro pregueado para produtos alimentares e a um processo de fabricação da vedação terminal. Mais particularmente, a invenção refere--se a uma vedação comprimida axialmente, que forma um tampão do material do invólucro implantado numa extremidade» do invólucro da chapa ondulada, oco» para produtos alimentares.
BKQPADRAHBITO GERAL
Os invólucros ondulados para produtos alimentares formados por tubos de celulose flexíveis, são geralmente usados na indústria alimentar para fabricar e processar vários produtos alimentares, tais como as salsichas de Frankfurt ou produtos similares, Consequentemente, os processos de fabricação do invólucro ondulado para produtos alimentares ou "baetÕea", e o dispositivo e os processos referentes ao uso do invólucro ondulado a fim de fabricar um produto alimentar do tipo da salsicha de Frankfurt, são todos bem conhecidos na técnica* £ comum ter uma parte do invólucro voltada para dentro do orifício do bastão, a fim de tapar a extremidade anterior do orifício. A vedação terminal ou "tampão4*, que se forma por meio deste invólucro virado» fecha o invólucro de tal modo» que pode ser cheio com o recheio, por meio da pressão da emulsão alimentar que entra no invólucro. - 3 -
Uma vedação terminal para bastões ondnl ados deve satisfazer certos critérios de concepção,especialmente se o bastão ondulado for para ser utilizado na fabricação de salsichas Frankfurt, por meio de maquinas com enchimento automático, como é referido, por exemplo, na Patente Norte-Americana Na 3.115.558.
Por exemplo, o tampão deve ser suficientemente coerente para contar a pressão da operação de enchimento, até que um primeiro conjunto de salsichas Frankfurt esteja formado.
Be outro modo, a emulsão alimentar da salsicha de Frankfurt sairá para fora da extremidade do invólucro. 0 tampão também não deve estar firmemente fixo ao orifício do bastão. Se o tampão está demasiado fixo, a força que é necessária para o tirar do orifício (posteriormente referida como a "força que retira o tampão para fora”, pode originar que o tampão salte para fora do orifício do bastão e rompa a extremidade do invólucro a qual permite também que a emulsão das salsichas de Frankfurt saia para fora do invólucro. Assim, as duas importantes considerações de concepção são que, o tampão deve ser facilmente extraído do orifício do bastão (imprimindo uma força menor para retirar o tampão para fora) e deve conter a pressão do enchimento com recheio. Não é invulgar para uma máquina de enchimento com recheio, encher de forma Incompleta o troço da extremidade posterior de um invólucro. Isto leva a que se conclua, que os primeiros conjuntos, em pequeno número, são deformados ou insuficiente-mente cheios com recheio. Antes de desfazer a emulsão alimentar da salsicha de Frankfurt contida nestes conjuntos, o invólucro é aberto e a emulsão recuperada para ser novamente utilizada. Em alguns processos contínuos de fabricação de salsichas de Frankfurt, a extremidade de um comprimento do invólucro cheia com o recheio, é atada ã extremidade de um outro, de modo a proporcionar uma progressão contínua - 4 -
&· de comprimentos cheios com o recheio» através de um fumadouro ou outra instalação de processamento. Isto também exige que» a extremidade posterior do involucro seja aberta, de modo a que a emulsão possa ser removida do troço do involucro» que necessita ser atado.
Esta necessidade de abrir o involucro a fim de remover a emulsão ou recuperar a emulsão alimentar da salsicha de Frank-furt a partir dos primeiros conjuntos deformados, em pequeno numero, ou limpar o invólucro para ser a*ado, dá origem ã terceira consideração de concepção. A este respeito, um operador será capaz de abrir facilmente o fecho sem recorrer ao corte ou rompimento do invólucro. Um processo comum para remover a emulsão é para um operador comprimir manualmente o invólucro, de modo a empurrar a emulsão em direcção ao fecho numa "acção semelhante á da ordenha". Isto origina que a zona de vedação se desfie, se desenrole ou caso contrário, se abra, de modo a permitir que o operador empurre a emulsão alimentar par^a fora da extremidade do invólucro. Uma outra consideração de concepção é que o comprimento do invólucro virado para dentro do orifício do bastão, para formar a zona de vedação terminal» seja tão pequena quanto possível» Quando se usa um comprimento excessivo de invólucro para formar os meios de encerramento, significa que hé uma tnenor extensão de invólucro que ficou no bastão ondulado para o enchimento com recheio. Para uma operação de enchimento com o recheio, em que se usem várias centenas de bastões por dia, ao reduzir o comprimento do invólucro necessário para formar uma zona de vedação terminal, mesmo que por poucas polegadas» resulta numa economia substancial.
Dever-se-ia salientar que qualquer vedação que seja efectuaáa simplesmente enroscada ou comprimida axialmente, começará a perder a sua integridade devido ã pressão do processo de enchimento. Consequentemente» é importante, que a zona de vedação não esteja completamente desfiada e não seja aberta - 5 -
antes que o primeiro conjunto se forme. Caso contrário» resulta numa "extremidade soprada*1 que espalha por meio de pulverização a emulsão alimentar a partir do invólucro e sobre a máquina de enchimento. Isto provoca um atraso na fabricação» devido â máquina ter de parar e a emulsão ter de ser limpa da máquina» a fim de evitar o crescimento de bactérias.
Assim» uma zona de vedação formada adequadamente nao se deverá desfiar completamente ou» de outro modo» não se abrirá durante as fases iniciais da operação de enchimento, mas desfiar— -se-á e abrir-se-á devido ã pressão nde uma acção semelhante ® ordenha", para que a emulsão alimentar que se encontra nos primeiros conjuntos, em pequeno número» possa, ser expelida do invólucro e recuperada.
Ainda uma outra consideração da concepção ã que a zona de vedação terminal que è empurrada para a frente, por meio da pressão do enchimento com o recheio não deverá ser demasiado "rija". Isto ê devido ã fase inicial do ciclo de enchimento, em que a zona de vedação á forçada a sair do oríficio do bastão do invólucro e a entrar num mecanismo de ligação, o qual tem componentes com a forma de rede, que formam o invólucro cheio dentro das ligações. Muitas vezes, a zona de vedação não entra adequadamente no mecanismo de ligação e se isto acontece, um encerramento "rijo" vai provavelmente danificar os componentes com a forma de rede. Contudo, se o encerramento for "macio", os componentes com a forma de rede, são capazes de alojar e triturar melhor o material da zona de vedação entre eles, de maneira que há menos possibilidade de se danificar o equipamento e o invólucro. Consequentemente, uma adequada vedação terminal terá earacte-risticas que: 1 não necessita de uma quantidade excessiva de invólucro - 6 -
,/t; f e foraa-se facilmente; (2) proporciona um tampão "macio", o qual se for inserido dentro do mecanismo de ligação não provoca, provavelmente, danos; (3) nao é fixo firmemente ao orifício do bastão e é expelido no Inicio do enchimento sem danificar o bastão ondulado (imprimir uma força menor para retirar o tampão); (4) é capas de conter a pressão da emulsão alimentar no inicio do enchimento; e (5) desfia-se facilmente durante a "operação semelhante a da ordenha" ocorrida na extremidade do enchimento·
Geralmente, quando se forma uma zona de vedação terminal ê preciso considerar estas caracteristicas desejadas, a fim de se obter uma vedação terminal opera vel, para um invólucro de um dado tamanho do orificio do bastão. Por exemplo, se o tamanho do orificio do bastão for aumentado, ó necessário um invólucro com um comprimento maior, de maneira a formar um encerramento terminal capaz de suportar a pressão do enchimento.
Contudo, quando o comprimento do invólucro na vedação terminal aumenta, a força para retirar o tampao pode aumentar e geralmente é mais desejável que a força para retirar o tampão seja tão menor quanto possível.
Geralmente, a formação de uma zona de redação terminal realiza-se mais uniforme e economicamente, 3e ocorrer durante a fabricação do bastão do invólucro ondulado. Para este fim, são conhecidos na técnica vários tipos de vedação de invólucros e processos para a formação destas.
Por exemplo, Alsys, na Patente Norte-Americana Na3.3S3.222
refere-se a um invólucro ondulado que tem uma vedação terminal no tampão comprimido, implantado na extremidade anterior do bastão. Aqui, o tampão forma-se por meio de uma operação que puxa a extremidade do invólucro lateralmente através do orifício do bastão, virando a extremidade para dentro da extremidade do bastão do invólucro, e então comprime--se axialmente a extremidade voltada de encontro a uma superfície fixa, que tem uma vareta de calçamento inserida dentro da outra extremidade do bastão do invólucro. lía Patente "222" concedida a Alsys, o troço virado do invólucro forma geralmente uma estrutura composta de pregas do invólucro virado. Quando, como consta nesta Patente, o invólucro virado é longitudinalmente compactado dentro dos limites do orifício do bastão, as pregas desfazem-se uma de encontro ã outra, num pregueado tipo acordeão, as quais se aguentam apertadamente de encontro ã superfície periférica interna do bastão ondulado. Estes ondulados prolongam--se através do eixo longitudinal do orifício e formam um tampão compactado apertadameate, o qual tem uma densidade em volta do seu eixo relativamente simétrica ou uniforme, e que é colocada firmemente no oríficio do bastão.
As patentes Norte-Americanas Nss 4.693.280 e 4.759.100 também se referem a uma zona de vedação que se forma pela corapacta-çao de um troço virado do invólucro dentro do oríficio de um bastão ondulado.
Contudo, o fechamento forma-se em parte, com o auxílio do vácuo. 0 resultado é que a força que retira o tampão para fora, feita com o auxílio do vécuo é menor do que um fecho, que contenha o mesmo comprimento do invólucro feita sem o auxílio do vácuo. - 8 - - 8 -
l·
Os fechos descritos em cada uma destas patentes são aceitáveis, mas necessitam de ura comprimento de invólucro relativa-mente longo para ser eficaz. A Patente Norte-Americana Ns ' .882.252 re£ere-ss a tma zona de vedação da extremidade que ; e forma fechando a extremidade do invólucro por colagem. Â ( ste respeito a Patente "252" refera-se a uma zona de vedação <a extremidade que se forma, depositando ura adesivo dentro fla extremidade aberta do invólucro e comprime-se então a extremidade aberta a fim de £ec3iá-la. A extremidade aberta f.o invólucro ê assim,pelo menos parcialmente vedada por meio do ade-ivo.Usa-se uma mínima extensão de invólucro, desde anona extremidade do invólucro esteja envolvida na zona á fechar., l
Contudo, a vedação por meio de adesivo , como está mencionado na Patente "252" nao permite nehuma margem de erro durante a fabricação. Por exemplo, se a preesão do enchimento excede a capacidade do adesivo para segurar a extremidade fechada do invólucro, este rebentará ao início do enchimento com o recheio* Se o adesivo não for amaciado por meio de emulsão do produto alimentar, ele nao pode abrir e assim evxta-se que se empure 3. emulsão a partir da primeira extremidade do invólucro cheia com o recheio.
Também a zona de vedação feita como está referida na Patente ”252" necessita que se aplique um adesivo na superfície interior do invólucro. Isto leva a que o adesivo entre em contacto com a emulsão da salsicha de Frankfurt, de modo a que o adesivo seja aprovado pela Organização Norte-Americana de Fármacos e Alimentos (FDA) como um aditivo alimentar in-directo. 0 Modelo de Utilidade Alemão N9.67 52 659 refere-se ao fechamento· da extremidade de um invólucro por meio de uma fita adesiva aplicada em volta da superfície exterior do invólucro.
neste caso, o adesivo nao entra em contacto com a emulsão da salsicha de Frankfurt. Contudo, a resistência da protecção da fita adesiva é um factor que pode evitar, que se empurre o invólucro, sem primeiro cortar ou caso contrário remover a fita.
SUMÃRIO DA IHVENCAO
Na presente invenção, a zona de vedação da extremidade forma-se a partir do comprimento do invólucro virado dentro do oríficio do bastão e compactado, de modo a formar um tampão do invólucro, posicionado numa extremidade do oríficio do bastão. Enquanto o tampão está em condições de apresentar alguma resistência a pressão do enchimento, o comprimento io invólucro contido no tampão pode ser tao curto que se èsfie no início do enchimento ate ao ponto em que, na melhor das hipóteses é a única linha limite capas de conter a pressão do enchimento e evitar a extremidade soprada. A capacidade do tampão para conter a pressão do enchimento aumenta, quando se aplica ua adesivo nos troços da superfície externa do invólucro, contidas no tampão. Este adesivo não veda a extremidade do invólucro e ela própria não ê suficiente para efectuar uma vedação capaz da conter a pressão do enchimento* Esta resistência acrescida, foi considerada suficiente, de modo a permitir que o tampão contenha a pressão do enchimen to. Além disso, o adesivo, ao ser aplicado a una superfície externa do invólucro, não entra em contacto directo cort a emulsão de salsicha de Frankfurt.
Em vez disso, há sempre pelo menos, uma prega do invólucro entre o adesivo e a enulsão da salsicha de Frankfurt. - XO -
Particularmente, a presente invenção caracteriza-se por uns invólucro para enchidos alimentares que compreende: a) um bastao ondualdo, oco, do referido invólucro tubular, que tem ua tampão compactado do citado invólucro tubular colocado no orifício do referido bastao ondulado numa extremidade, sendo o tampao formado por uma extremidade do mencionado invólucro tubular puxado da citada extremidade e comprimido longitudinalmente para dentro do referido orifício, de tal maneira, que os troços do citado tampao se formam de encontro à superfície do referido orifício. b) a citada extremidade do invólucro tubular no referido tampão inclui um toço virado e dobrado, em que as secções longitudinalmente adjacentes da superfície exterior do referido invólucro tubular são colocadas numa relação de face a face; e
c) um adesivo entre as referidas secções do mencionado invólucro tubular da superfície exterior e colocadas face a face, em que o referido adesivo une umas às outras, pelo menos um troço das mencionadas secções da superfície e assim, resiste ao desdobramento das citadas secções, em consequência •ia pressão' exercida contra o referido tampão por meio de ur:a emulsão alimentar cheio com recheio no isencionado invólucro tubular para enchidos alimentares. neste aspecto do processo, a presente invenção caracteriza--se por um processo para providenciar um invólucro pregueado para enchidos alimentares com um fechamento da extremidade que compreende as seguintes operações que consistem em: a) se puxar uma extremidade do invólucro tubular para - 11
alimentos, lateralmente através do orifício na citada extremi-dade anterior; b) se virar e dobrar a extremidade para dentro do orifício, levando assia, as secções longitudinalmente adjacentes da superfície exterior da extremidade do invólucro a ficares numa relação face a face;
c) se colocar um adesivo entre as secções viradas para dentro e colocadas nnaa posição face a face, da superfície exterior da extreaidade; e d) se coapriair longitudinalmente a extreaidade virada . dentro do orifício do bastão a fia de se obter ua tampão, formado de uma nassa compactada da extreaidade do invólucro, cujos troços aderea uns aos outros por meio do adesivo» A zona de vedação da extreaidade da presente invenção I um tampão formado de um comprimento do material do invólucro tubular, o qual é virado ; dentro do orifício do bastão do invólucro e é compactado longitudinalmente no local. 0 invólucro virado dentro do orífieio do bastão é dobrado na parte posterior, de modo a que, as secções longitudinalmen-te adjacente da superfície exterior do invõlucro fiquem numa posição face a face. 0 espaço situado entre estas superfícies colocadas face a face, contem ua adesivo que serve para resistir à separação destas. Consequentemente, a resistência acrescida proporcionada pelo adesivo, permite uma redução do comprimento total do invõlucro necessário, para o tampão compactado longitudinalmente conter a pressão do enchimento. Isto é devido Is secções dobradas da zona de vedação terem de ser dobradas e separadas a fim de que a vedação abra. - 12
mas o adesivo tem tendência para segurar as secções umas às outras e resistir â separação.
Baseado no mesmo comprimento do tampão compactado o da invenção ê menos denso ou "mais macio" do que um tampão do mesmo comprimento (somente sem o adesivo), que contenha um comprimento maior de invólucro.
Uma vez que, o comprimento de invólucro contido na zona de fechamento da presente invenção se reduz, a sua força para retirar o tampão para fora diminua e esta diminuição ó acompanhada, sem comprometer a capacidade do fechamento da extremidade, a fim de conter a pressão do enchimento» A configuração do tampão da presente invenção obtóm-se, ao puxar a extremidade do invólucro através de uma abertura do orifício do bastão e virar então a extremidade do invólucro dentro do orifício do bastão do invólucro usando de uma maneira convencional uma haste de êmbolo para empurrar a extremidade para dentro do orifício.
Ao virar o invólucro dentro do orifício do bastão do invólucro desta maneira, origina que os troços da superfície exterior do invólucro se dobrem dentro do oríficio do bastão, de tal maneira, que os trocos longitudinalmente adjacentes da superfície exterior ficam na posição face a face.
Estes troços colocados face a face e as dobras que os ligas formam uma bolsa longitudinal que tem uma extremidade fechada (a dobra) colocada dentro do orifício do bastão e uma extremidade, que abre no sentido da abertura do orifício. De acorde com a presente invenção, coloca—se um adesivo nesta bolsa, utilizando qualquer meio adequado. Um meio preferido e espalhar por pulverização o adesivo dentro da bolsa, através de uma passagem axial situada na haste do êmbolo. Esta maneira de espalhar o adesivo por pulverização, pode-se realizar, quando a haste do êmbolo tiver alcançado a profundidade máxima no orifício ou quando a haste do êmbolo for retirada do orifício do bastão. A aplicação do adesivo desta maneira, expõe somente um troço 13
da superfície exterior do invólucro, ao adesivo.
Gomo alternativa, o adesivo pode-se aplicar em toda a superfície externa da extremidade do invólucro, antes que seja inserido no orifício do bastão, de maneira a aumentar a área da superfície da extremidade que contém o adesivo.
I
Porque há, pelo menos, uma prega do material do invólucro entre o adesivo e a emulsão da salsicha de Frantcfurt cheia com o recheio dentro do invólucro, qualquer material adequado, que tenha propriedades adesivas, pode ser utilizado» Por exemplo, qualquer material classificado como um adesivo pela Organização Norte-americana de Fármacos e Alimentos (FDA) pode ser utlizado, desde que o material do invólucro constitua uma barreira  entrada do adesivo através do invólucro. Se o invólucro não proporcionar esta barreira, então pode-se utilizar qualquer material, que tenha propriedades adesivas, desde que tenha a aprovação da Organização Norte-Ameri-cana de Fármacos e Alimentos (FDA), como um aditivo alimentar indirecto. Os materiais adequados que têm as desejadas propriedades adesivas, incluem-se, entre outros, a gelatina, a carboxi-metilcelulose, (CMC), a hidroxi-propilcelulose (HPC) e uma resina de poliamida-epiclorohidrina, tal como o kiaene.
Destes materiais adesivos, o material preferido é o HPC (hidroxipropilcelulose). Isto é, porque se considerou que, se se utilizar uma solução aquosa de HPC, faz-se uma zona de vedação eficaz, com menos extensão de invólucro do que é necessário, quando se usa um outro adesivo do grupo.
Para distribuir o adesivo em volta do tampão compactado lon-gitudinalmente, a haste do êmbolo pode ser rodada em volta do seu eixo longitudinal, quando é inserida ou retirada do orifício do bastão. Isto confere um movimento longitudinal ã extremidade do invólucro, de maneira que o adesivo entre as dobras longitudinais do invólucro, move-se em espiral - 14 -
em volta do tampão.
PESCRIClO DOS PESEKHOS
As Figuras 1 à 5 representas, duma maneira esquemática, uma sequência de operação para formar uma zona de vedação da extremidade da presente invenção· A Figura 6 representa uma vista, numa escala ampliada, que se observa ao longo das linhas 6-6 da Figura h% A Figura 7 representa uma vista, em que se observa uma zona de vedação da extremidade após o enchimento com o recheio; e a Figura 8 representa um gráfico ea que se observa, a força que retira o tampão para fora dos encerramentos da extremidade, da presente invenção·
DESCRIÇÃO DAS FORMAS PE REALIZAÇÃO PREFERIDAS
Fazendo referência aos desenhos, a Figura 1 representa um bastão ondulado, geralmente indicado em (10). 0 bastão é formado de um comprimento de um invólucro tubular ondulado para alimentos, em que as pregas interiores (11) do invólucro ondulado definem a superfície periférica interior de um orifício axial, que tem uma abertura (12) numa extremidade (16) do bastão· Para o objectivo da presente invenção, a extremidade (16) é a extremidade anterior do bastão e inclue o invólucro, que é primeiramente cheio com o recheio, A extremidade anterior do bastao (16) é a extremidade que vai ser fechada - 15 -
por uma zona de vedação da extremidade, como será descrito pasterioraente, A outra extremidade do bastao (não representada) é ama extremidade posterior aberta.
Para forsar uma zona de fechamento da extremidade, para a extremidade anterior do bastão (16), puxa-se primeiramente uma extremidade do invólucro (14) lateralsente a fim de obstruir ou ocluir a abertura do orifício (12). Seguidamente avança a haste do êmbolo (IS) de encontro ã superfície exterior (20) da extremidade do invólucro no sentido indicado pela seta (21). A haste do êmbolo é axialmente alinhada com o orifício do bastão, para que seja pressionda contra a extremidade do invólucro e comece a deslocá-lo dentro do orifício do bastao, através da abertura (12). (Figura 2)
Quando a haste do êmbolo (18) começa a pressionar a extremidade do invólucro dentro do orifício do baetao, a extremidade dobra-se longitudinalmente sobre ela própria e vira-se. Isto está ma is bem ilustrado na Figura 2, a qual representa haste do êmbolo (18) exercendo pressão contra a extremidade (14), para que as duas secções longitudinalmente adjacentes (20a) e (20b) da superfície exterior do invólucro se dobrem uma em direcção ã outra e de encontro ã vareta de calcal-mento. Também as secções da superfície exterior (20c) (20d) da extremidade diametralmente opostas âs secções (20a) e (20b) dobram-se, do mesmo modo, uma na direcção da outra. A vareta de calçamento (18) continua a pressionar a extremidade dentro do orifício do bastão, até que seja atingida uma desejada profundidade de inserção. (Figura 3)
Neste ponto, a extremidade virada, forma geralmente uma bolsa (22) do material do invólucro dentro do orifício do bastão do invólucro e em volta da vareta (18). Em particular, esta bolsa tera uma extremidade fechada (24) dentro do orifício 16 - e
do bastão e «na extremidade aberta (26) em direcção i abertura do orifício. A extremidade fechada (24) e uma dobra, que se forma na extremidade do invólucro, ao virar o invólucro e dobrã-lo, de maneira a levar as secções da superfície exterior longitudinalmente adjacentes da extremidade do invólucro, a uma posição, em que as secções (20a) e (20b) da superfície exterior do invólucro (e 20c, 20d) fiquem face a face.
Depois que a extremidade do invólucro (14) õ invertida dentro do bastão, a haste do êmbolo (18) começa a afastar--se do orifício do bastão (Figura 4) e da bolsa (22). A haste (18) tem uma passagem axial (28). Durante a operação de afastamento, espalha-se por pulverização um material adesivo através da passagem e dentro da bolsa do invólucro (22). 0 material adesivo espalhadoj por pulverização desta maneira, é aplicado ã superfície interior da bolsa (que ê a superfície exterior do invólucro tubular). A Figura 6 representa a bolsa (22) do . invólucro em corte transversal. A bolsa tem um troço da parede (32) formado de uma única prega do invólucro. Esta única prega do invólucro contem apenas a secção (20a) da superfície externa do invólucro, agora invertida e que forma uma superfície interior da bolsa» No lado diametralmente oposto (34), a bolsa tem um troço de parede que contem três pregas do invólucro, uma das quais contem a secção da superfície externa do invólucro (20b), agora invertida e que forma uma superfície interior da bolsa. As outras duas pregas incluem as secções (20c) e (20b) da superfície externa do invólucro. 0 adesivo aplicado por meio de pulverização através da haste do êmbolo (18), esta representado como gotas na superfície interior da bolsa. Contudo, como foi frisado anteriormente, a bolsa da superfície interior é formada pelas secções da superfície ο /' Ν /> ' ^ ^ Ί
- 17 exterior do invólucro, as quais são dobradas e ficam numa orientação de face a face por seio de us processo, que consiste em larar a extremidade do invólucro. Assim, as gotas adesiras (34), encontram-se, de facto, na superfície externa do invólucro· Após a remoção da haste do êabolo do orifício di bastão, coloca-se uo detentor (36) de encontro ã extremidade anterior do bastão pregueado (16) (Figura 5)* Insere-se uma vareta de calçamento (38) dentro do orifício do bastão a partir da extremidade posterior do bastao, a fim de comprimir a bolsa do invólucro contra o detentor· Quando a vareta de calcalmento se desloca de encontro â bolsa do invólucro, a bolsa deforma-se longitudinalmente em obras (40) e as pregas do invólucro ( que formam a bolsa do invólucro (22) das Figuras 3, 4 e 6) são comprimidas fortemente uma contra a outra. As dobras (40) são viradas geralmente de uma maneira tipo acordeão e pressionadas contra a superfície do orifício do bastão (11). 0 resultado é que o tampão compactado, geralmente indicado por 42, forma--se dentro do orifício do bastão pregueado na extremidade anterior do bastão (16). Coapreender-se-ã facilmente que, desde que haja uma cobertura de adesivo nas duas pregas do invólucro posicionadas face a face, o resultado da compac-tação longitudinal entre o detentor (36) e a vareta de calçamento (38) para formar o tampão (42), ó que as pregas cobertas de adesivo aderem umas ãs outras.
Durante a operação posterior do enchimento, o tampão (42) expele-se do orifício do bastão e começa a desfiar-se devido ãs pressões do enchimento. A fio de se desfiar completamente, o invólucro virado no tampao deve desdobrar-se. Contudo, as secções do invólucro virado (20a) e (20b), que aderiram uma ã outra por meio do adesivo (30), resistem ao desdobramento nma após a outra. 0 resultado ê que* o comprimento do invólucro contido no tampao compactado e a ligaçao do adesivo entre as secções do invólucro em conjunto» sao suficientes para conter as pressões do enchimento e evitar a chamada nextremidade soprada”, Geralmente» considera-se que uma zona de vedação da extremidade, de acordo com a invenção reterá integridade suficiente durante o enchimento, de modo a evitar as extremidades sopradas* Ássim» como está representado na Figura 7, o "apoio" do tampão; até uma primeira volta (44), faz--se no invólucro cheio por meio de um dispositivo de ligação. À Figura 7 representa um caso extremo» em que o tampão se desfiou completamente, mas os troços longitudinalmente adjacentes (20a) e (20b) da superfície exterior do invólucro continuam a aderir uma ã outra por meio do adesivo (30) existente entre elas* 0 resultado é que o troço do invólucro (primeiramente a extremidade do invólucro 14), continua dobrada (46) sobre a extremidade do invólucro cheio, para conter a emulsão da salsicha de Frankfurt dentro de uma primeira extremidade cheia do invólucro (48). A Figura 7 ilustra uma outra vantagem da invenção. Após a operação de enchimento* vê—se que o adesivo (30) está isolado da emulsão da salsicha de Frankfurt (50) for, pelo menos, uma prega (54) do invólucro para alimentos* Preferivelmente, a ponta do adesivo preferida não é tão forte, a ponto de impedir a separação da superfície do invólucro (20a) e (20b), por meio de "uma operação semelhante ã orden-nha", descrita anteriormente. Contudo, se o adesivo fica preso, a emulsão pode ainda ser empurrada a partir do invólucro, porque nao há nenhum bloqueio na extremidade aberta do involucro (52). A emulsão simplesmente e empurrada em volta da secção dobrada (42) e sai através da extremidade aberta do invólucro (50). Assim, o adesivo (30) nao interfere y
- 19 - quando se empurra a primeira extremidade cheia (48)* Dever--se-é frisar, que ao formar o tampão (42), como está representado na Figura 5, a distância entre o detentor (36) e a haste do êmbolo (38) determina a densidade do tampão e é um factor para controlar a intensidade da força que retira o tampão para fora. Por exemplo, a densidade do tampão aumenta ou diminue ao aumentar ou diminuir respectivaraente o comprimento total da extremidade do invólucro (14) virada dentro do orifício do bastão. Uma vez que o tampão se forma de encontro â superfície do orifício (11), o aumento da densidade do tampão tende a pressiona-lo apertadamente em relação ao orifício do bastão e aumenta a força que retira o tampão para fora. A presente invenção que conta, em parte, com um adesivo para resistir ao desfiar do tampão, considerou ter uma força interior para retirar o tampão, uma densidade inferior e necessitar de um comprimento menor de invólucro, do que um tampão feito de uma maneira semelhante, somente sem adesivo.
Os testes conduzidos como esta patente no seguinte exemplo, demonstram que as zonas de vedação da extremidade da presente invenção precisam de uma força inferior para se retirar o tampão e necessitam de uma extensão menor de invólucro para o obter, do que as comparadas zonas de vedação da extremidade viradas e compactadas longitudinalmente da técnica anterior.
Com o objectivo de se proceder a um controlo, foram pregueados e compactados um grupo composto de quarenta bastões do invólucro, de uma maneira convencional, em que se utilizou um invólucro de celulose convencional que tem um diâmetro aumentado de cerca de 16 mm, conhecido de outra maneira como o invólucro "Hojax" da Corporation Viskase. Cada um dos bastões resultantes pregueados tinha um orifício com um diâmetro de cerca de 10,41 mm. Os fechos da extremidade como são utilizados presentemente no uso comercial e contém um comprimento total - 20 -
do invólucro de cerca de 27*94 cm formaram-se utilizando o auxiio do vácuo de acordo com os processos mencionados na Patente Norte-Americana Νδ 4.759«100, cuja divulgação ê aqui incorporada por referência. A este respeito, o processo envolveu uma operação de puxar, tendo a extremidade do invólucro um comprimento de cerca de 12,7 cm através do orifício do bastão. Quando se inseriu uma haste do êmbolo oca dentro do orifício do bastão, esta fica a uma profundidade de cerca de 15,24 ca. 0 Invólucro deformou-se de encontro â haste sob um vácuo parcial de entre cerca de 357 e 508 mm de mercúrio, quando a haste se retirou do orifício do bastão· Seguidamente, colocou-se fortemente um detentor de encontro à extremidade do bastão. Inseriu-se uma vareta de calçamento dentro do orifício, a partir da extremidade oposta deformada, permitindo ao invólucro virado e compactado a formaçao de um comprimento do tampao de cerca de 19,05 mm· A vedação da extremidade ou tampao quando se forma dentro do orifício do bastão com 10,41 mm, tem cerca de 19,05 mm de comprimento e contém um comprimento total de invólucro de cerca de 27,94 a 30,48 ca de invólucro· 0 mesmo invólucro foi pregueado da mesma maneira, de modo a fabricar um segundo grupo de quarenta (40) bastões· Os fechos da extremidade de acordo com a presente invenção formaram-se em cada um destes quarenta bastões adicionais· Isto envolveu uma operação de puxar a extremidade do invólucro com um comprimento de cerca de 7,62 cm através do orifício do bastão e então inseriu-se a haste do êmbolo dentro do orifício do bastão a uma profundidade de cerca de 11,43 cm· Assim, o comprimento total do invólucro virado dentro do orifício do bastão foi de cerca de 19,05 cm de comprimento ou cerca de 68% o comprimento do invólucro usado nestes controlos.
Quando a haste do êmbolo foi retirada do orifício do bastão - 21
espalhou-se por pulverização um adesivo KLUCEZ (Marca registada da MPC) com 15% de uma solução aquosa, cerca de Q,4C ml, no invólucro virado através da haste oca do êmbolo.
J 0 invólucro virado foi compactado da mesma maneira aquando do controlo a uma profundidade de cerca de 19,05 mm, Assia os fechos da extremidade formados de acordo com a presente invenção tinham somente cerca de 19,05 cm de profundidade num tampão com 19,05 mm de comprimento* Os bastões de cada grupo dividiram-se em quatro conjuntos (4) de dez (10) bastões cada, A força para retirar o tampão de cada conjunto de bastões foi testada na altura (ao dia da fabricação) e poste-riormente ea intervalos de 5, 14 e 25 dias. 0 ensaio para testar a força para retirar o tampão envolve uma vareta carregada por mola através do orifício do bastão e de encontro ã extremidade do tampão colocada no orifício do bastão. Quando se aplica uma força suficiente para fazer soltar livremente o tampão do orifício, a força da mola, é registada em libras e constitui a ”força para retirar o tampão” do bastão.
Os resultados do. ensaio estão representados no gráfico da Figura 8. A Figura 8 mostra que a força média inicial para retirar o tampão do grupo de controlo (Gráfico A) foi de cerca de seis libras* Isto subiu a cerca de 14 libras apôs 5 dias e então aumentou ligeiramente ate cerca de 16 libras após os 25 dias de envelhecimento,
Contrariaaente, a .força média inicial dos fechamentos da extremidade feitos de acordo com a presente invenção (Gráfico B) foi somente de cerca de três libras. Isto aumentou para. cerca de quatro libras apôs os 5 dias e permaneceu num intervalo compreendido entre 4 e 5 libras sobre o período restante de envelhecimento do 25® dia* "//1 - 22
Foi realizado um segundo grupo de controlo* como foi mencionado anteriormente, mas somente relacionado com os fechos da extremidade, que continham menos do que 21,2 cm de comprimento de invólucro. Como se esperava, a força para retirar o tampão destas vedações da extremidade foi inferior, àquela verificada no primeiro grupo de controlo» Contudo, eonsiderou--se que, se o comprimento do invólucro diminuiu para cerca de 20,4 cm, o número de extremidades sopradas devido ao desfiamento prematuro do fechamento da extremidade, foi de quatro bastões para vinte analisados. Isto e um nível inaceitável para fins comerciais» 0 comprimento mínimo para fins comerciais, determinou-se ser, por meio de ensaios de enchimento, de cerca de 20,95 cm e mais preferivelmente cerca de 24,13 cm. Contrariamente, bastões semelhantes pregueados, que têm a vedação da extremidade de acordo com a presente invenção e que são cheios utilizando a mesma máquina e processos de enchimento, enchem-se satisfatoriamente e o exemplo das extremidades sopradas foi reduzido a níveis aceitáveis. Em particular, os bastões ondulados comparáveis àqueles dos controlos mas tendo cada um, uma vedação da extremidade, que contenha somente cerca de 19,05 cm de invólucro, com as pregas que aderiram ao invólucro de acordo com a presente invenção, são capazes de conter a pressão do enchimento e permitir a formação de um primeiro conjunto. Isto representa uma economia de invólucro, superior a 5 cm por bastão.
Tendo descrito, então, a invenção pormenorizadamente, o que é reivindicado como novo é:
Claims (11)
- REIVINDICAÇÕES: 1 - Processo para a fabricação de invólucros tubulares para o enchimento de produtos alimentares, fechados numa extremidade, com a forma de um bastão oco de invólucro tubular pregueado com um fecho colocado no orificio da extremidade anterior do referido bastão, caracterizado pele facto de compreender as operações que consistem em a) se puxar uma ponta do invólucro tubular para produtos alimentares lateralmente através do orifício na citada extremidade dianteira; b) se inverter e dobrar essa ponta para dentro do orifício, colocando assim secções, longitudinalmente adjacentes, da superfície exterior da ponta numa relação face a face; c) se colocar um material adesivo entre as secções, viradas para dentro e numa posição face a face da superfície exterior da ponta do invólucro; e d) se comprimir longitudinalmente a parte da ponta voltada dentro do orificio do bastão para se obter um tampão formado por uma massa compactada da ponta cujas partes são unidas pelo material adesivo.
- 2 - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizadc pelo facto de se realizar a referida operação (c) de aplicação do material adesivo na superfíe exterior da ponta longitudinalmente adjacente, antes da referida operação de inversão e dobragem (b).
- 3 - Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de a operação (c) de aplicação do material adesivo ser efectuada mediante a introdução do material adesivo directamente entre as partes viradas para dentro e colocada face a face imediatamente depois da mencionada operação (b) de inversão e dobragem. ci
- 4 - Processo de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo facto de a citada operação de inversão e dobragem (b) proporcionar uma bolsa de invólucro dentro do orificio, tendo a bolsa superfícies de paredes diametralmente opostas formadas pelas porções em posição face a face, da superfície exterior da ponta do invólucro, uma extremidade fechada dentro do orificio formado por uma dobra entre as porções situadas face a face, da superfície exterior dessa ponta, e uma extremidade aberta voltada para a extremidade anterior do troço tubular; e a citada operação de colocação do material adesivo (c) ser realizada por pulverização do material adesivo para dentro da bolsa do invólucro, através da sua extremidade aberta. 5 ~ Processo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de compreender as seguintes operações que consistem em a) se alinhar axialmente um elemento de inserção com o orifício do troço tubular; b) se mover o elemento de inserção de encontro à superfície exterior da ponta do invólucro e para dentro do orifício dc bastão tubular, para dessa forma inverter e dobrar a ponta para dentro do orifício do troço tubular, a fim de colocar as porções longitudinalmente adjacentes, da superfície exterior do apendice numa posição face a face; e c) se introduzir o material adesivo através do elemento de inserção e entre as porções face a face.f-SÇaC
- 6 - Processo de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo facto de compreender as operações que consistem em se retirar o elemento de inserção do orificío do troço tubular e se introduzir o material adesivo entre as porções face a face durante a operação em que se retira o referido elemento.
- 7 - Invólucro tubular para o enchimento de produtos alimentares, caracterizado pelo facto de compreender a) um bastão oco pregueado do referido invólucro tubular tendo um tampão compactado do citado invólucro tubular colocado no orificio do referido bastão pregueado numa extremidade, sendo o tampão formado por uma ponta do citado invólucro tubular puxado da mencionada extremidade, e comprimido longitudinalmente para dentro do referido orificio de tal maneira que se formam porções do citado tampão de encontro à superfície do referido orifício? b) a citada ponta do invólucro tubular no referido tampão incluir uma porção invertida e dobrada, em que secções longitudinalmente adjacentes da superfície exterior do citado invólucro tubular são colocadas numa relação de face a face; e c) um composto adesivo colocado entre as referidas secções da superfície exterior colocadas face a face do mencionado invólucro tubular, unindo o referido composto adesivo umas às outras pelo menos uma parte das mencionadas secções da superfície e, dessa forma, resistindo ao desdobramento das citadas secções das superfícies em consequência da pressão exercida contra o referido tampão pela emulsão alimentar embalada no mencionado invólucro tubular para produtos alimentares. 8a - Invólucro para produtos alimentares de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo facto de o citado composto adesivo ser escolhido do grupo formado por gelatina,carboximetilcelulose, hidroxipropilcelulose e resina de poliamida/epicloro-hidrina. a
- 9 - Invólucro para produtos alimentares de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo facto de o referido composto adesivo ser hidroxipropilcelulose. a
- 10 - Invólucro para produtos alimentares de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de o citado invólucro ser uma barreira para a passagem do citado material adesivo e existir pelo menos uma camada do referido invólucro' entre o citado material adesivo e o produto alimentar embalado no referido invólucro. 11a - Invólucro para produtos alimentares de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo facto de o citado material adesivo ser colocado substancialmente em volta de toda a superfície exterior da referida ponta do invólucro pelo menos numa parte do seu comprimento. a
- 12 - Invólucro para produtos alimentares de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo facto de o mencionado tampão ser formado, pelo menos, em parte do seu comprimento, por quatro camadas do citado invólucro tubular e o referido material adesivo ser colocado somente entre duas duas citadas camadas.
- 13 - Invólucro para produtos alimentares de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo facto de o comprimento do invólucro contido no citado tampão compactado ser insuficiente para resistir completamente à pressão exercida por uma emulsão de produto alimentar embalada no citado invólucro tubular na ausência do material adesivo.a
- 14 - Invólucro para produtos alimentares de acordo com a reivindicações 7 a 13, caracterizado pelo facto de compreender a) um bastão oco pregueado do referido invólucro tubular tendo um tampão compactado do citado invólucro tubular colocado no orificio do referido bastão numa extremidade, sendo o tampão formado por um comprimento do citado invólucro tubular puxado da mencionada extremidade, e comprimido longitudinalmente para dentro do referido orificio de tal maneira que se formam porções do citado tampão de encontro à superfície do referido orifício; b) a citada comprimento do invólucro tubular no referido tampão incluir uma parte invertida e dobrada, formando uma bolsa cujas superfícies interiores compreendem porções longitudinalmente adjacentes, da superfície exterior do citado invólucro tubular; c) sendo o citado comprimento do invólucro tubular contido no referido tampão compactado insuficiente para resistir à pressão do recheio exercida contra o citado tampão por uma emulsão alimentar que seja embalada no citado invólucro tubular e de encontro ao referido tampão; e d) um material adesivo colocado na mencionada bolsa e que faz aderir umas às outras as porções longitudinalmente adjacentes das referidas partes do invólucro tubular e que proporciona a resistência ao desdobramento das referidas secções devido à citada pressão do recheio, de forma tal que o mencionadc comprimento do invólucro tubular contido no referido tampãc compactado e o citado material adesivo constituem, en conjunto, meios para a contenção da referida pressão dc recheio. Lisboa, 3 de Maio de 1991 ^0 Agente Oficial da Propriedade Industrial Américo da Silva Carvalho Agente Oficial da Propriedade Industrial R. Castilho, 201-3. E.-1000 LISBOA Telefe. 65 13 39-654613
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