BRPI0314197B1 - transmissão continuamente variável do tipo correia em v - Google Patents

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Yousuke Ishida
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Abstract

"transmissão continuamente variável do tipo correia em v". em uma transmissão continuamente variável do tipo correia em v constituída por acoplamento de uma polia de acionamento 55, que é montada em um eixo de manivela (eixo mecânico de entrada) 28, e uma polia de acionamento 56, que é montada em um eixo de transmissão (eixo mecânico de saída) 47, com uma correia em v 57, quando um meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b da polia acionada 56 se movimenta para a posição do tempo na parte de topo, na qual um diâmetro de enrolamento é minimizado, uma porção saliente 63 do meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b é colocada em contato com um elemento suporte de mola 65, com o que o meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b é regulado para a posição do tempo na parte de topo.

Description

"TRANSMISSÃO CONTINUAMENTE VARIÁVEL DO TIPO CORREIA EM V" CAMPO TÉCNICO A presente invenção se refere a uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V, que é constituída por acoplamento de uma polia de acionamento montada em um eixo mecânico de entrada, ao qual um torque é transmitido, e uma polia acionada, que é montada em um eixo mecânico de saída, com uma correia em V.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Por exemplo, em uma motocicleta tipo scooter, uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V pode ser adotada como um mecanismo de transmissão de energia a uma roda traseira. Neste tipo de transmissão continuamente variável do tipo correia em V, como mostrado nas Figuras 13 (a) e 13 (b) , usa-se em geral uma estrutura na qual uma polia de acionamento 103, que é montada em um eixo de manivela (eixo mecânico de entrada) 100 e tem um meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento 101 e um meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 102, e uma polia acionada 107, que é montada em um eixo mecânico de saída 104 e tem um meio-corpo de polia fixo no lado acionado 105 e um meio-corpo de polia móvel acionado 106, que são acoplados por uma correia em V 108.
Na transmissão continuamente variável do tipo correia em V, um peso 109 move o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 102 para o lado do meio-corpo de polia fixo 101 com uma força centrífuga, na medida em que aumenta a velocidade do motor, e com este movimento, o meio-corpo de polia móvel acionado 106 da polia acionada 107 se movimenta em uma direção à parte do meio-corpo de polia fixo 105, enquanto comprimindo uma mola 110. Conseqüentemente, um diâmetro de enrolamento da polia de acionamento 103 aumenta e um diâmetro de enrolamento da polia acionada 107 diminui, e uma relação de redução diminui a uma relação de redução em um período de tempo na parte de topo, que é uma relação de redução mínima. Neste caso, é uma prática geral regular uma posição em uma direção axial do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 102 a uma posição do tempo na parte de topo, por regulagem de uma posição na direção radial do peso 109 (consultar, por exemplo, os pedidos de patente JP-A-8-178003 e JP-A-8-178004).
No entanto, no caso em que uma estrutura para regulagem de uma relação de redução no período de tempo na parte de topo em um lado da polia acionada, como na transmissão convencional mencionada acima, é adotada, um diâmetro de enrolamento da polia de acionamento é reduzido por um grau de abrasão de uma correia em V e, de acordo com isto, um diâmetro de enrolamento em um lado da polia acionada aumenta. Portanto, há um problema no qual uma relação de redução se desvia para o lado de uma relação de redução no período de tempo na parte inferior da relação de redução no período de tempo na parte de topo, e uma velocidade máxima diminui.
Por exemplo, como mostrado nas Figuras 13(a) e 13 (b) , no caso no qual uma dimensão da largura superior é reduzida de Ll, no período de tempo no qual a correia em V 108 é nova, para Ll', devido à abrasão da correia em V 108, quando o meio-corpo de polia fixo tiver percorrido uma determinada distância D2 km, o diâmetro do enrolamento da polia de acionamento 103 diminui de RI na posição no período de tempo na parte de topo para RI1 por um grau dessa abrasão, e o diâmetro do enrolamento da polia acionada 107 aumenta de R2 para R2 ' , e a relação de redução aumenta de R2/R1 para R2'/RI'. Por conseguinte, uma vez que uma velocidade do veículo no período de tempo na parte de topo com o mesmo motor diminui, a correia em V tem que ser substituída, ainda se uma perda por abrasão estiver dentro da tolerância. Desse modo, um aperfeiçoamento é necessário para realização da extensão de um período de substituição. A presente invenção foi arquitetada em vista das circunstâncias mencionadas acima, e é um objeto da presente invenção proporcionar uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V, que pode impedir o desvio de uma relação de redução, devido à abrasão de uma correia em V, para assegurar uma velocidade do veículo na mesma velocidade do motor e poder estender um período de substituição da correia em V.
DESCRICÃO DA INVENÇÃO
Uma invenção de acordo com a reivindicação 1 é uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V, constituída por acoplamento de uma polia de acionamento de tipo de diâmetro de enrolamento variável, que é montada em um eixo mecânico de entrada, e uma polia acionada de um tipo de diâmetro de enrolamento variável, que é montada em um eixo mecânico de saída paralelo ao eixo mecânico de entrada, com uma correia em V, caracterizada pelo fato de que uma relação de redução no período de tempo na parte de topo, quando a polia de acionamento tiver um diâmetro de enrolamento máximo e a polia acionada tiver um diâmetro de enrolamento mínimo, diminui uma vez e, depois, aumenta de acordo com um aumento no tempo de operação, em um estado no qual a transmissão continuamente variável do tipo correia em V é operada por uso de uma correia em V idêntica.
Uma invenção de acordo com a reivindicação 2 é uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V, constituída por acoplamento de uma polia de acionamento de tipo de diâmetro de enrolamento variável, que é montada em um eixo mecânico de entrada, e uma polia acionada de um tipo de diâmetro de enrolamento variável, que é montada em um eixo mecânico de saída paralelo ao eixo mecânico de entrada, com uma correia em V, caracterizada pelo fato de que o número de rotações do eixo mecânico de entrada, que é necessário para obter o mesmo número de rotações de saída, no período de tempo na parte de topo, quando a polia de acionamento tiver um diâmetro de enrolamento máximo e a polia acionada tiver um diâmetro de enrolamento mínimo, diminui uma vez e, depois, aumenta de acordo com um aumento no tempo de operação, em um estado no qual a transmissão continuamente variável do tipo correia em V é operada por uso de uma correia em V idêntica.
Uma invenção na reivindicação 3 é uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizada pelo fato de que a polia de acionamento compreende um meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento, que é fixado no eixo mecânico de entrada, de modo a não ser móvel em uma direção axial, e um meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento, que é montado no meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento, de modo a ser móvel na direção axial e é movimentado para o lado do meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento, de acordo com a rotação do eixo mecânico de entrada, a polia acionada compreende um meio-corpo de polia fixo no lado acionado, que é fixado no eixo mecânico de saída, de modo a não ser móvel na direção axial, e um meio-corpo de polia móvel no lado acionado, que ê montado no meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento, de modo a ser móvel na direção axial, e é propendido para o lado do meio-corpo de polia fixo no lado acionado, e que se proporciona um ajustador no lado acionado, que regula o movimento do meio-corpo de polia móvel no lado acionado em uma direção na qual um espaço entre o meio-corpo de polia móvel no lado acionado e o meio-corpo de polia fixo no lado aumenta, e um ajustador no lado de acionamento, que regula o movimento do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento em uma direção na qual um espaço entre o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento e o meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento diminui, e a transmissão continuamente variável do tipo correia em V é constituída de modo que, de acordo com um aumento no tempo de operação, em um estado no qual o ajustador no lado acionado e um ajustador no lado de acionamento são operados por uso de uma correia em V idêntica, a transmissão continuamente variável do tipo correia em V sendo capaz de mudar de um estado no qual o meio-corpo de polia móvel no lado acionado fica em contato com o ajustador no lado acionado, e um espaço é formado entre o meio-corpo de polia móvel no lado acionado e o ajustador no lado de acionamento, a um estado no qual o meio-corpo de polia no lado de acionamento fica em contato com o ajustador no lado de acionamento, e um espaço é formado entre o meio-corpo de polia móvel no lado acionado e o ajustador no lado acionado.
Uma invenção de acordo com a reivindicação 4 é uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V, constituída por acoplamento de uma polia de acionamento de tipo de diâmetro de enrolamento variável, que é montada em um eixo mecânico de entrada, e uma polia acionada de um tipo de diâmetro de enrolamento variável, que é montada em um eixo mecânico de saída paralelo ao eixo mecânico de entrada, com uma correia em V, caracterizada pelo fato de que a polia de acionamento compreende um meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento, que é fixo no eixo mecânico de entrada, de modo a não ser móvel em uma direção axial, e um meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento, que é montado no meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento, de modo a ser móvel na direção axial, e é movimentado para o lado do meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento, de acordo com a rotação do eixo mecânico de entrada, a polia acionada compreende um meio-corpo de polia fixo no lado acionado, que é fixado no eixo mecânico de saída, de modo a não ser móvel na direção axial, e um meio-corpo de polia móvel no lado acionado, que é montado no meio-corpo de polia fixo no lado acionado, de modo a ser móvel na direção axial, e é propendido para o lado do meio-corpo de polia fixo no lado acionado, e proporciona-se um ajustador no lado acionado, que regula o movimento do meio-corpo de polia móvel no lado acionado em uma direção na qual um espaço entre o meio-corpo de polia móvel no lado acionado e o meio-corpo de polia fixo no lado acionado aumenta, e um ajustador no lado acionado, que regula o movimento do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento em uma direção na qual um espaço entre o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento e o meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento diminui, e a transmissão continuamente variável do tipo correia em V é constituída de modo que, de acordo com um aumento no tempo de operação, em um estado no qual o ajustador no lado acionado e um ajustador no lado de acionamento são operados por uso de uma correia em V idêntica, a transmissão continuamente variável do tipo correia em V sendo capaz de mudar de um estado, no qual o meio-corpo de polia móvel no lado acionado fica em contato com o ajustador no lado acionado, e um espaço é formado entre o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento e o ajustador no lado de acionamento, a um estado no qual o meio-corpo de polia no lado de acionamento fica em contato com um ajustador no lado de acionamento, e um espaço é formado entre a meio-corpo de polia móvel no lado acionado e o ajustador no lado acionado.
Uma invenção de acordo com a reivindicação 5 é uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V, de acordo com a reivindicação 3 ou 4, caracterizada pelo fato de que o ajustador no lado de acionamento é constituído por colocação de uma porção saliente do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento em contato com um elemento de apoio de mola, fixado no eixo mecânico de saída.
Uma invenção de acordo com a reivindicação 6 é uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V, de acordo com a reivindicação 3 ou 4, caracterizada pelo fato de que o ajustador no lado de acionamento é constituído por colocação do peso em contato com uma porção ajustador formada na porção borda externa do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento, para regular uma posição na direção radial do peso.
Uma invenção de acordo com a reivindicação 7 é uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V, de acordo com a reivindicação 3 ou 4, caracterizada pelo fato de que o ajustador no lado de acionamento é constituído por colocação de uma porção saliente do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento em contato com uma porção saliente do meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento.
Uma invenção de acordo com a reivindicação 8 é uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V, de acordo com a reivindicação 3 ou 4, caracterizada pelo fato de que o meio-corpo de polia móvel no lado acionado é adaptado para ser móvel na direção axial e girar conjuntamente com o eixo mecânico de saída, por acoplamento de um pino-guia implantado no eixo mecânico de saída com um sulco deslizante do meio-corpo de polia móvel no lado acionado, e o ajustador no lado acionado coloca a extremidade do entalhe deslizante do meio-corpo de polia móvel no lado acionado em contato com o pino-guia.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS A Figura 1 é uma vista lateral à esquerda de uma motocicleta montada com uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V de acordo com uma modalidade da presente invenção. A Figura 2 é uma vista em planta seccional de uma unidade motor, dotada com a transmissão continuamente variável do tipo correia em V. A Figura 3 é uma vista em planta seccional da transmissão continuamente variável do tipo correia em V. A Figura 4 é uma vista seccional mostrando uma variação em um diâmetro de enrolamento, devido â abrasão de uma correia em V da transmissão continuamente variável do tipo correia em V. A Figura 5 é uma vista seccional mostrando uma variação no diâmetro de enrolamento, devido à abrasão de uma correia em V. A Figura 6 é uma vista seccional mostrando uma variação no diâmetro de enrolamento, devido à abrasão de uma correia em V. A Figura 7 é um gráfico característico mostrando uma relação entre uma distância de deslocamento e um grau de abrasão de uma correia em V. A Figura 8 é um gráfico característico mostrando uma relação entre uma distância de deslocamento e uma relação de redução no período de tempo na parte de topo. A Figura 9 é um gráfico característico mostrando uma relação entre uma distância de deslocamento e uma velocidade do motor no período de tempo na parte de topo. A Figura 10 é uma vista seccional para ilustrar um ajustador no lado de acionamento, de acordo com uma modalidade de uma invenção de acordo com a reivindicação 5. A Figura 11 é uma vista seccional mostrando uma variação em um diâmetro de enrolamento, de acordo com o ajustador no lado de acionamento. A Figura 12 é uma vista seccional mostrando uma variação em um diâmetro de enrolamento, de acordo com o ajustador no lado de acionamento. A Figura 13 é uma vista mostrando um transmissão continuamente variável do tipo correia em V genérica convencional. A Figura 14 é uma vista seccional mostrando uma modificação de um ajustador de uma polia no lado acionado na modalidade.
MELHOR MODO PARA CONDUZIR A INVENÇÃO
As modalidades da presente invenção vão ser descritas abaixo, com base nos desenhos em anexo.
As Figuras 1 a 6 são vistas para ilustrar uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V, de acordo com uma modalidade da presente invenção. A Figura 1 é uma vista lateral à esquerda de uma motocicleta montada com a transmissão continuamente variável do tipo correia em V desta modalidade, a Figura 2 é uma vista em planta seccional de uma unidade de motor dotada com a transmissão continuamente variável do tipo correia em V, a Figura 3 é uma vista em planta seccional da transmissão continuamente variável do tipo correia em V, e as Figuras 4, 5 e 6 são vistas seccionais mostrando uma variação em um diâmetro de enrolamento, devido à abrasão de uma correia em V, respectivamente. Notar que as partes frontal e traseira e as partes esquerda e direita nesta modalidade significam as partes frontal e traseira e as partes esquerda e direita observadas por uma pessoa sentada em um assento.
Na Figura 1, o número de referência 1 denota uma motocicleta, que tem uma estrutura esquemática, na qual garfos frontais 5, tendo uma roda frontal 4 suportada axialmente neles por tubos principais 3, que é travada em uma extremidade frontal de uma estrutura de corpo la, são suportados de modo a serem pivotantes para a esquerda e direita, braços traseiros 8 tendo uma roda traseira 7 suportada axialmente neles, que é suportada de um suporte de braço traseiro 6, que é travado em uma parte central da motocicleta, de modo a ser oscilante verticalmente, e um assento 9, incluindo uma porção assento de condutor 9a e uma porção assento traseiro de passageiro 9b, é disposto em uma parte superior da estrutura do corpo la. A estrutura do corpo la inclui tubos descendentes esquerdo e direito lb estendendo-se obliquamente para baixo dos tubos principais 3, tubos superiores esquerdo e direito lc seguindo as extremidades traseiras dos respectivos tubos descendentes lb e estendendo-se obliquamente para cima, e trilhos de assento esquerdo e direito ld atravessados em uma direção longitudinal entre os tubos descendentes lb e os tubos superiores lc e unidos a eles. Além disso, a estrutura do corpo la é coberta por uma cobertura de corpo 10, feita de resina, incluindo uma cobertura frontal 10a, uma proteção para pernas 10b, uma cobertura lateral 10c e assemelhados.
Um guidom de condução 11 é fixado em uma extremidade superior do garfo frontal 5 e é coberto por uma cobertura de guidom 11a. Além disso, um amortecedor traseiro 12 é suspenso entre os braços traseiros 8 e o suporte de braço traseiro 6.
Uma unidade de motor 2 é suspensa e suportada pelos tubos descendentes lb da estrutura do corpo la. A unidade de motor 2 é dotada com um motor de cilindro único de quatro tempos com resfriamento por ar 15, que é montado com um cilindro em linha axial A inclinado aproximadamente 45 graus para a frente, uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V 16, um mecanismo de embreagem centrífugo a úmido múltiplo 17 e um mecanismo de redução 18. 0 motor 15 tem uma estrutura esquemática na qual uma cabeça de cilindro 20 é conectada a uma interface superior de um bloco de cilindro 19, e um cárter 22 alojando um eixo de manivela 28 é conectado a uma interface inferior do bloco de cilindro 19.
Um orifício de sucção (não mostrado) , em comunicação com uma porção retraída de combustão 20a, é aberto em uma superfície traseira da cabeça do cilindro 20, e um carburador 23 é conectado ao orifício de sucção, por meio de um tubo de sucção 23a. Além disso, um orifício de descarga (não mostrado), em comunicação com a porção retraída de combustão 20a, é aberto em uma superfície frontal da cabeça do cilindro 20, e um cano de descarga 24 é conectado ao orifício de descarga. 0 cano de descarga 24 se estende descendentemente para a parte traseira do motor 15 e, depois, estende-se obliquamente para trás por um lado direito dele, e é conectado a um silencioso 25, disposto em um lado direito da roda traseira 7. Uma vela de ignição 30 é inserida na porção retraída de combustão 20a.
Um compartimento de corrente 19a, em comunicação com a parte interna do cárter 22 e o lado interno da cabeça do cilindro 20, é formado em uma porção esquerda do bloco do cilindro 19, uma corrente de regulagem 34, que aciona a rotação de um eixo de ressaltos 31 com o eixo de manivela 28, é disposta no compartimento da corrente 19a, e uma válvula de sucção não mostrada e uma válvula de descarga não mostrada são acionadas para abrir e fechar por meio deste eixo de ressaltos 31.
Um pistão 26 é inserido e disposto deslizantemente em um diâmetro interno de cilindro do bloco do cilindro 19.
Uma pequena extremidade 27b de uma haste de conexão 27 é acoplada ao pistão 26, e uma grande extremidade 27a da haste de conexão 2 7 é acoplada a um pino de manivela 29, que é encaixado entre os braços de manivela esquerdo e direito 28a e 28b do eixo de manivela 28.
Um eixo de transmissão 47 é disposto atrás do eixo de manivela 28, em paralelo com o eixo de manivela 28, e eixo de acionamento 48 é disposto â esquerda, em uma direção axial do eixo de transmissão 47, de modo a ser coaxial. Um pinhão para corrente de acionamento 49 é montado em uma extremidade esquerda desse eixo de acionamento 48, e o pinhão para corrente de acionamento 49 é acoplado a um pinhão para corrente acionado 51 da roda traseira 7, por meio de uma corrente 50.
Um gerador 42 é montado em uma extremidade esquerda do eixo de manivela 28. Esse gerador tem uma estrutura na qual um rotor 42a é travado em uma luva 43, que é encaixada no eixo de manivela 2 8 em uma maneira cuneiforme, e um estator 42b, oposto ao rotor 42a, é fixado em um invólucro do gerador 44. 0 cárter 22 é dividido em um primeiro invólucro 40 à esquerda e um segundo invólucro 41 à direita em uma direção do eixo de manivela. O invólucro do gerador 44, alojando o gerador 42, é montado desprendidamente no lado externo na direção do eixo de manivela desse primeiro caso 40, e um invólucro da transmissão 45, alojando a transmissão continuamente variável do tipo correia em V 16, é montado no lado externo na direção do eixo de manivela do segundo invólucro 41. O mecanismo de embreagem centrífugo 17 é do tipo úmido múltiplo e tem uma estrutura esquemática na qual uma embreagem externa na forma de tigela 83 é encaixada por ranhura, de modo a girar com o eixo de transmissão 47, uma embreagem interna 84 é disposta coaxialmente no lado interno em uma direção axial da embreagem externa 83, e a embreagem interna 84 é encaixada por ranhura em uma pequena engrenagem de redução primária 74, que é montada rotativamente no eixo de transmissão 47, de modo a girar com o mesmo. Várias placas de embreagem externas 85 são dispostas na embreagem externa 83, duas placas de prensagem 86, 86 são dispostas de modo a ficarem localizadas em ambas das suas extremidades, e tanto as placas de embreagem 85 quanto as chapas de prensagem 86 são acopladas na embreagem externa 83, de modo a girarem com a embreagem externa 83. Além disso, placas da embreagem interna 87 são dispostas entre as placas da embreagem externa 85 e as placas de prensagem 86, e as respectivas placas da embreagem interna 87 são acopladas com uma periferia externa da embreagem interna 84, de modo a girarem com a embreagem interna 84.
Uma superfície de ressaltos 83a é formada no lado interno da embreagem externa 83, e um peso 88 é disposto entre a superfície de ressaltos 83a e a placa de prensagem 86 no lado externo. Esse peso 88 é movimentado em uma direção da conexão da embreagem pela superfície de ressaltos 83a, na medida em que se movimenta para o lado externo, em uma direção radial, por uma força centrífuga da embreagem externa 83, e comprime para movimentar as placas de prensagem 86, para colocar as placas da embreagem externa 85 e as placas da embreagem interna 87 em um estado conectado entre elas. Notar que, nas Figuras 2 e 3, uma parte acima de uma linha axial do mecanismo de embreagem centrífugo 17 mostra um estado interrompido e uma parte abaixo da linha axial mostra um estado conectado. 0 mecanismo de redução 18 tem uma estrutura na qual um eixo de redução 52 é disposto em paralelo com o eixo de transmissão 47, a pequena engrenagem de redução primária 74 é montada no eixo de transmissão 47, de modo a ser relativamente rotativa, uma grande engrenagem de redução primária 75, que se acopla com a pequena engrenagem de redução primária 74, é acoplada com o eixo de redução 52, uma pequena engrenagem de redução secundária 52a é formada integralmente com o eixo de redução 52, e uma grande engrenagem de redução secundária 48a, que se acopla com a pequena engrenagem de redução secundária 52a, é formada integralmente com o eixo de acionamento 48. O eixo de acionamento 4 8 é disposto em uma linha axial idêntica com o eixo de transmissão 47. Um furo de suporte 4 8b, no qual uma extremidade esquerda do eixo de transmissão 47 é inserida, é retraído em uma extremidade direita desse eixo de acionamento 48, e a extremidade direita do eixo de acionamento 48 é suportada axialmente pelo eixo de transmissão 47, por meio de um mancai 76 montado no furo de suporte 48b. 0 invólucro da transmissão 45 é um invólucro de uma estrutura substancialmente fechada, que é formado independentemente do cárter 22, e tem uma forma elíptica cobrindo a maior parte do lado superior do cárter 22, de uma visão de um lado direito dele. 0 invólucro da transmissão 45 inclui um corpo principal do invólucro 45a de uma forma de caixa bem funda abrindo-se para o lado externo na direção do eixo de manivela, e uma cobertura 45b fechando a abertura do corpo principal do invólucro 45a à prova de ar, e é apertado com e fixado no segundo invólucro 41 por um parafuso de porca 70. Um vão "a" é proporcionado entre uma parede de fundo 4 5c do corpo principal do invólucro 4 5a e o segundo invenção 41, e o calor do motor 15 é impedido de ser transmitido para o invólucro da transmissão 45 por esse vão "a" .
Uma abertura 41e, tendo um tamanho permitindo que o mecanismo de embreagem 17 seja introduzido e retirado, é formada na direção axial do segundo invólucro 41. Essa abertura 41e é fechada por uma cobertura da embreagem 71 à prova de ar, e a cobertura da embreagem 71 é apertada e fixada desprendidamente em uma borda da abertura do segundo invólucro 41 por um parafuso de porca 72. Conseqüentemente, o mecanismo de embreagem centrífugo 17 pode ser removido juntamente com o eixo de transmissão 47, por remoção do invólucro da transmissão 45 juntamente com uma polia acionada 56 da transmissão continuamente variável do tipo correia em V 16 e remoção da cobertura da embreagem 71. A transmissão continuamente variável do tipo correia em V 16 tem uma estrutura na qual uma polia de acionamento 55 é montada em uma extremidade externa direita do eixo de manivela (eixo mecânico de entrada) 28, uma polia acionada 56 é montada em uma extremidade externa direita do eixo de transmissão (eixo mecânico de saída) 47, e uma correia em V 57 é enrolada em torno e acoplada a ambas as polias 55, 56. A correia em V 57 é uma correia feita de resina tendo resistência térmica e durabilidade e é formada por disposição de um grande número de blocos de resina 57a de uma forma em H lateral e acoplamento desses blocos de resina com um par de elementos de acoplamento anulares 57b, feitos de borracha termicamente resistente. Notar que é também possível adotar uma correia feita de borracha como a correia em V. A polia de acionamento 55 tem um meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento 55a fixado na extremidade direita do eixo de manivela 28, e um meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b, que é disposto de modo a ser deslizante em uma direção axial para o lado interno na direção do eixo de manivela do meio-corpo de polia fixo 55a e girar juntamente com o eixo de manivela 28, por meio de um colar deslizante 59.
Uma placa de ressaltos 58 é disposta no lado interno na direção do eixo de manivela do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b. Essa placa de ressaltos 58 e o colar deslizante 59 são montados na extremidade direita do eixo de manivela 2 9 por encaixe de ranhura, e o meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento 55b é montado no lado externo, na sua direção axial, e apertado e fixado por uma porca de trava 60. Uma porção saliente cilíndrica 55d, que é formada integralmente com uma parte axial do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b, é montada no colar deslizante 59, de modo a ser móvel na direção axial. Um peso cilíndrico 61 é disposto entre o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b e a chapa de ressaltos 58. A polia acionada 56 tem um meio-corpo de polia fixo no lado acionado 56a fixada na extremidade externa direita do eixo de transmissão 47 e um meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b, que é disposto no lado externo na direção do meio-corpo de polia fixo 56a, de modo a ser deslizante na direção axial.
Um colar deslizante cilíndrico 62 é travado em uma parte axial do meio-corpo de polia fixo no lado acionado 56a, e o colar deslizante 62 é montado no eixo de transmissão 47 por encaixe de entalhe. Uma porção saliente cilíndrica 63, travada em uma parte axial do meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b, é montada nesse colar deslizante 62, de modo a ser móvel na direção axial. Vários sulcos deslizantes 63a, estendendo-se na direção axial, são formados na porção saliente 63, e um pino-guia 64, que é implantado e fixado no colar deslizante 62, é acoplado com os sulcos deslizantes 63a, com o que o meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b gira juntamente com o meio-corpo de polia fixo.
Um elemento suporte de mola 65, consistindo de uma placa anular, é fixo em uma extremidade externa do colar deslizante 62 por um anel de retenção 65a, e uma mola helicoidal 67, que sempre propende o meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b para o lado do meio-corpo de polia fixo 56a, é proporcionada entre esse elemento suporte de mola 65 e o meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b.
Na medida em que a rotação do eixo de manivela 2 8 aumenta, o peso 61 é movimentado para o lado externo na direção radial por uma força centrífuga, para movimentar o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b para o lado externo na direção axial, com o que um diâmetro de enrolamento da polia aumenta. Ao mesmo tempo, o meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56a comprime a mola helicoidal 67, para movimentar-se para o lado externo na direção axial, com o que o diâmetro de enrolamento da polia diminui e uma relação de redução diminui. Além disso, quando a rotação do eixo de manivela 28 diminui, o peso 61 se movimenta para o lado interno na direção radial, para propiciar o movimento do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b para o lado interno na direção axial, o meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56d é propendido pela mola helicoidal 67, para movimentar-se para o lado interno na direção axial, um diâmetro de enrolamento da polia acionada 56 aumenta, com o que o diâmetro de enrolamento da polia de acionamento 55 diminui e, por conseguinte, uma relação de redução aumenta. A polia acionada 56 é apertada e fixada no eixo de transmissão 47 por uma porca de trava 66, atarraxada em uma ponta 47a do eixo de transmissão 47. Essa porca de trava 66 é inserida e disposta de modo a entrar em uma extremidade externa 62a do colar deslizante 62.
Aqui, um diâmetro interno do colar deslizante 62 é ajustado para ser escalonadamente maior do que um diâmetro externo do eixo de transmissão 47, e a ponta 47a do eixo de transmissão 47 é ajustada para ser escalonadamente menor. Conseqüentemente, a porca de trava 66 e uma arruela podem ser inseridas e dispostas nas extremidades externas 62a do colar deslizante 62, sem qualquer problema e, desse modo, possibilita localizar a porca de trava 66 no lado interno na direção do eixo de manivela, em vez de no elemento suporte de mola 65 da mola helicoidal 67. Uma vez que a transmissão é constituída como descrito acima, a projeção para o lado externo na direção do eixo de transmissão pode ser reduzida com uma estrutura simples, enquanto que um comprimento necessário da mola helicoidal 67 é assegurado.
Em seguida, na polia acionada 56, proporciona-se um ajustador no lado acionado, que regula uma posição na direção axial do meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b para uma posição no período de tempo na parte de topo, quando um espaço entre o meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b e o meio-corpo de polia fixo no lado acionado 56a é maximizado. Esse ajustador no lado acionado é constituído, de modo a regular o espaço da polia acionada 56 para o espaço no período de tempo na parte de topo, por colocação de uma extremidade da extremidade externa 63b da porção saliente 63 do meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56d em contato com o elemento suporte de mola 65.
Notar que, como mostrado na Figura 14, o ajustador no lado acionado pode ser constituído de modo a regular o espaço da polia no lado acionado 56 para o espaço no período de tempo na parte de topo, por colocação de uma extremidade na direção axial 63a' de um sulco deslizante 63a, que é formado na porção saliente 63 do meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b, em contato com o pino-guia 64.
Além disso, na polia de acionamento 55, proporciona-se um ajustador no lado de acionamento, que regula uma posição na direção axial do meio-corpo de polia variável no lado de acionamento 55b a uma posição no período de tempo na parte de topo corrigida (posição mostrada na Figura 5) , na qual um espaço entre o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b e o meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento 55a é menor do que o espaço em uma posição no período de tempo na parte de topo (posição mostrada na Figura 4), na qual o espaço é minimizado. Esse ajustador no lado de acionamento é constituído por formar integralmente uma porção ajustador 55c, contra a qual o peso 61 entra em contato, em uma periferia externa do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 5 5b, no lado interno da direção do eixo de manivela, e regula uma posição na direção radial do peso 61 com a porção ajustador 55c e a placa de ressaltos 58, para, desse modo, regular um espaço da polia acionada 55 a um espaço no período de tempo na parte de topo corrigido. A porção ajustador 55c é ajustada de modo que um vão b seja formado entre a porção ajustador 55c e o peso 61, em um estado no qual a correia em V 57 é substancialmente nova e a polia móvel no lado acionado 56b é regulada para a posição no período de tempo na parte de topo. A seguir, ações e vantagens desta modalidade vão ser descritas.
As Figuras 7 a 9 são gráficos característicos para explicar as operações, bem como ações e vantagens desta modalidade, respectivamente. A Figura 7 mostra uma relação entre uma distância de deslocamento e uma variação em uma dimensão da largura superior, devido â abrasão de uma correia em V. A dimensão da largura superior da correia em V diminui na medida em que a distância de deslocamento aumenta. Notar que um grau de abrasão dessa correia em V é substancialmente o mesmo que aquele daquela convencional. A Figura 8 mostra uma relação entre uma distância de deslocamento e uma relação de redução no período de tempo na parte de topo. Nesta modalidade, na medida em que a distância de deslocamento aumenta, primeiro, a relação de redução muda para ser menor e, quando a distância de deslocamento tiver atingido geralmente uma determinada distância de deslocamento Dl km, a relação de redução é revertida para mudar para que seja maior. Além do mais, quando a distância de deslocamento tiver atingido uma distância de deslocamento D2 km, a relação de redução retorna para a relação de redução e, então, a relação de redução muda para ser maior. Por outro lado, na transmissão convencional para regular uma posição no período de tempo na parte de topo no lado da polia de acionamento, a relação de redução muda para ser maior, na medida em que a distância de deslocamento aumenta de um estágio inicial. A Figura 9 mostra uma relação entre uma distância de deslocamento e uma velocidade do motor no período de tempo na parte de topo. Como descrito acima, na transmissão convencional, uma vez que a relação de redução se desvia para ser maior a partir de um estágio inicial, é necessário aumentar a velocidade do motor para obter uma velocidade do veículo predeterminada. Por outro lado, nesta modalidade, uma vez que a relação de redução muda para ficar menor, até às vizinhanças da distância de deslocamento Dl km definida, a velocidade do veículo predeterminada é obtida, mesmo a uma baixa velocidade do motor. Além disso, a velocidade do veículo predeterminada é obtida sem aumentar a velocidade do motor, até que a distância de deslocamento exceda a distância de deslocamento D2 km.
Em um tempo ocioso, a polia de acionamento 55 fica em uma posição no período de tempo na parte inferior, no qual o espaço entre os meios-corpos da polia é maximizado e o diâmetro de enrolamento é minimizado, e a polia acionada 56 fica em uma posição no período de tempo na parte inferior, no qual o espaço entre os meios-corpos da polia é minimizado e o diâmetro de enrolamento é maximizado por uma força de propensão da mola helicoidal 67, com o que a relação de redução é maximizada.
Quando a rotação do eixo de manivela 28 aumenta, o peso 61 movimenta o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b para o lado do meio-corpo de polia fixo 55a com uma força centrífuga, com o que o diâmetro de enrolamento da polia de acionamento 55 aumenta gradualmente e o meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b comprime a mola helicoidal 67, para que se movimente para o lado do meio-corpo de polia fixo 56a, o diâmetro de enrolamento da polia acionada 56 aumenta gradualmente e a relação de redução diminui gradualmente.
Quando a rotação do eixo de manivela 28 aumenta ainda mais, o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b é movimentado pela força centrífuga do peso 61 e o diâmetro de enrolamento da polia de acionamento 55 aumenta ainda mais e, de acordo com isto, o meio-corpo de polia móvel no lado acionado 5 6b se movimenta para o lado externo na diâmetro de enrolamento, e a superfície da extremidade externa 63b da porção saliente 63 do meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b entra em contato com o elemento de suporte da mola 65. Conseqüentemente, a polia acionada 56 é regulada para a posição no período de tempo na parte de topo, no qual o diâmetro de enrolamento é minimizado. Neste caso, como mostrado na Figura 4, quando a distância de deslocamento é zero ou no estágio inicial, o vão b existe entre o peso 61 e a porção ajustador 55c do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b.
Na medida em que a distância de deslocamento aumenta, a correia em V 57 é gasta, como mostrado na Figura 7, e a dimensão da largura superior da correia diminui. Por exemplo, quando a distância de deslocamento atinge Dl km, a dimensão da largura superior da correia em V 57 diminui de Ll, no período de tempo no qual a correia em V é nova, para LI'. Depois, o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b se movimenta para o lado do meio-corpo de polia fixo 55a por um grau de abrasão e o diâmetro de enrolamento da polia de acionamento 55 aumenta ligeiramente de RI, no estágio inicial, para RI 1 , o peso 61 contata a porção do ajustador 55c, e o diâmetro de enrolamento aumenta para o diâmetro de enrolamento no período de tempo na parte de topo corrigido maior do que aquele no período de tempo na parte de topo a ser regulado para esse diâmetro de enrolamento.
Por outro lado, uma vez que meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b da polia acionada 56 é regulado para a posição do período de tempo na parte de topo, a correia em V 57 se movimenta para o lado do eixo geométrico e o diâmetro de enrolamento diminui ligeiramente de R2 no estágio inicial para R2 ' . Desse modo, como mostrado na Figura 8, a relação de redução muda para ficar menor por um grau de abrasão da correia em V 57.
Quando a distância de deslocamento tiver atingido D2 km e a dimensão da largura superior da correia em V 5 7 diminuir ainda mais de Ll, no período de tempo no qual a correia em V é nova, para Ll' ' , desde que o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b seja regulado para o período de tempo na parte de topo, a correia em V 57 se movimenta para o lado do eixo geométrico e o diâmetro de enrolamento retorna para RI'', que é substancialmente igual a RI no estágio inicial. Por outro lado, o meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b no lado da polia de acionamento 56 se movimenta para o lado do meio-corpo de polia fixo 56a, por uma força de propensão da mola helicoidal 67, por um grau de abrasão da correia em V 57, com o que o diâmetro de enrolamento da polia acionada 56 retorna para R2 ' 1 , que é substancialmente igual a R2 no estágio inicial.
Isto é, a relação de redução muda para ficar menor, a partir do estado no qual a correia em V 57 é nova até às vizinhanças da distância de deslocamento Dl km e, quando a distância de deslocamento tiver excedido Dl km, a relação de redução começa a mudar para ficar maior nas vizinhanças de D2 km. Quando a distância de deslocamento aumentar ainda mais a partir desse estado, a relação de redução muda gradualmente para ficar maior.
Desse modo, nesta modalidade, desde que o meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b da polia acionada 56 seja regulado para a posição no período de tempo na parte de topo, no qual o diâmetro de enrolamento é minimizado, no período até que a distância de deslocamento atinja, por exemplo, Dl km, como descrito acima, o diâmetro de enrolamento da polia de acionamento 55 muda para ficar maior, de acordo com o aumento na distância de deslocamento, e o diâmetro de enrolamento da polia acionada 56 muda para ficar menor, com o que a relação de redução muda para ficar menor. Além disso, desde que o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b no lado da polia de acionamento 55 seja regulado para a posição no período de tempo na parte de topo- corrigido, quando a distância de deslocamento aumenta ainda mais, excedendo Dl km, embora a relação de redução tenha sido alterada para ficar menor naquele ponto, a relação de redução é revertida e muda para retornar â relação de redução original. Por conseguinte, a velocidade do veículo no período de tempo na parte de topo não diminui para o valor do limite inferior, mesmo se o grau de abrasão da correia em V 57 aumentar consideravelmente, a correia em V 57 não precisa ser alterada a um grau de abrasão equivalente àquele no passado, e o período de substituição da correia em V pode ser estendido. Incidentalmente, um padrão para substituição de uma correia em V é ajustado para um período de tempo, no qual a distância de deslocamento tiver atingido D2 km na transmissão convencional, enquanto que, nesta modalidade, o período de substituição é um período de tempo no qual a distância de deslocamento tiver atingido D3 km.
Nesta modalidade, a posição no período de tempo na parte de topo do meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b é regulada por colocação da porção saliente 63 do meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b em contato com o elemento suporte de mola 65, e a posição no período de tempo na parte de topo do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b é regulada por colocação do peso 61 em contato com a porção ajustador 55c do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b. Portanto, o meio-corpo de polia móvel no lado acionado 56b e o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b podem ser regulados para a posição no período de tempo na parte de topo e a posição no período de tempo na parte de topo corrigida com uma estrutura simples, sem proporcionar um componente separado ou um mecanismo ajustador especial, e pode-se impedir um aumento no custo.
As Figuras 10 a 12 são vistas para explicar o ajustador no lado de acionamento de acordo com a presente invenção. Na figura, os números de referência e os sinais idênticos àqueles nas Figuras 4 a 6 denotam componentes idênticos ou equivalentes. O ajustador no lado de acionamento desta modalidade é um exemplo no qual uma porção em projeção 55e é formada em uma superfície da extremidade externa da porção saliente 55d do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b, e porção em projeção 55e é posta em contato com uma porção saliente 55f do meio-corpo de polia fixo 55a, com o que o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b é regulado para a posição no período de tempo na parte de topo corrigido.
Nesse caso, o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b pode ser também regulado para a posição no período de tempo na parte de topo corrigido com uma estrutura simples, sem proporcionar um componente separado ou um mecanismo ajustador especial, e as mesmas vantagens que na modalidade mencionada acima podem ser obtidas. Além disso, desde que uma estrutura para colocar o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento 55b em contato com o meio-corpo de polia fixo 55a, para regulá-lo na posição no período de tempo na parte de topo, seja adotada, uma força de compressão pode ser impedida de agir na correia em V 57 por uma força centrífuga do peso 61, e a abrasão da correia em V 57 pode ser impedida.
Notar que, embora o caso no qual a presente invenção é descrita com o caso no qual é aplicada a uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V de uma motocicleta, como um exemplo na modalidade mencionada acima, um âmbito de aplicação da presente invenção não é limitado a esse, e a presente invenção pode ser aplicada a uma transmissão continuamente variável do tipo correia em V para um veículo, tal como um triciclo motorizado ou um carro de quatro rodas.
Além disso, embora a presente invenção seja descrita com uma correia em V de resina, como um exemplo na modalidade mencionada acima, a presente invenção pode ser naturalmente aplicada a uma correia em V de borracha, e substancialmente as mesmas vantagens como na modalidade descrita acima podem ser obtidas neste caso.
APLICABILIDADE INDUSTRIAL
Na transmissão continuamente variável do tipo correia em V, de acordo com a invenção de acordo com a reivindicação 1 e de acordo com a reivindicação 2, desde que uma relação de redução no período de tempo quando a polia de acionamento tiver um diâmetro de enrolamento máximo e a polia acionada tiver um diâmetro de enrolamento mínimo e o número de rotações de um eixo mecânico de entrada, necessário para obter o mesmo número de rotações de um eixo mecânico de saída no período de tempo na parte de topo, diminua uma vez e, depois, aumente de acordo com um aumento no tempo de operação, respectivamente, um tempo de operação, até que uma velocidade de rotação do eixo mecânico de saída no período de tempo na parte de topo diminua a um valor limite inferior, fica longo, comparada com a transmissão convencional e, portanto, um período de substituição de uma correia em V pode ser estendido.
Na invenção de acordo com as reivindicações 3 e 4, o meio-corpo de polia móvel no lado acionado do lado da polia acionada é regulado para a posição na qual o diâmetro de enrolamento é minimizado, e o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento no lado da polia de acionamento é regulado para a posição na qual o diâmetro de enrolamento é maximizado. Desse modo, quando a correia em V é gasta de acordo com um aumento no tempo de operação a partir do início da operação, o espaço da polia acionada não varia e a polia móvel no lado de acionamento se movimenta da posição regulada, para estreitar o espaço da polia de acionamento, e o diâmetro de enrolamento é aumentado. Portanto, a relação de redução muda para ficar menor. Além disso, após a polia móvel no lado de acionamento tiver atingido a posição regulada, de acordo com um aumento em um grau de abrasão da correia em V, a relação de redução varia para aumentar, de acordo com um aumento adicional no grau de abrasão. Desse modo, de acordo com um aumento no tempo de operação, a relação de redução varia para ficar menor uma vez e, depois, muda para aumentar, com o que o número de rotações do eixo mecânico de saída no período de tempo na parte de topo não diminui a um valor limite mais baixo, até que o grau de abrasão da correia em V fique consideravelmente grande. Por conseguinte, um período de substituição da correia em V pode ser estendido.
Na invenção de acordo com a reivindicação 5, o ajustador no lado acionado é constituído por colocação da porção saliente do meio-corpo de polia móvel no lado acionado em contato com o elemento suporte de mola. Na invenção de acordo com a reivindicação 8, o ajustador no lado acionado é constituído por colocação da extremidade em uma direção axial do sulco deslizante do meio-corpo de polia móvel no lado acionado. Portanto, o meio-corpo de polia móvel no lado acionado pode ser regulado para a posição no período de tempo na parte de topo com uma estrutura simples, sem proporcionar um componente separado ou um mecanismo ajustador especial, e um aumento no custo pode ser impedido.
Na invenção de acordo com a reivindicação 6, o ajustador no lado de acionamento é constituído por colocação do peso em contato com a porção ajustador formada na borda externa da meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento, para regular a posição na direção radial do peso. Na invenção de acordo com a reivindicação 7, o ajustador no lado de acionamento é constituído por colocação da porção saliente do meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento em contato com a porção saliente do meio-corpo de polia fixo no lado de acionamento. Portanto, como na reivindicação 3, o meio-corpo de polia móvel no lado de acionamento pode ser regulado para a posição do período de tempo na parte de topo com uma estrutura simples, sem proporcionar um componente separado ou um mecanismo ajustador especial.

Claims (14)

1. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), na qual uma polia de acionamento (55) de tipo de diâmetro de enrolamento variável, montada em um eixo mecânico de entrada (28), e uma polia acionada (56) de um tipo de diâmetro de enrolamento variável, montada em um eixo mecânico de saida (47), paralelo ao eixo mecânico de entrada (28), são conectadas uma a outra por meio de uma correia em V (57), a transmissão (16) sendo CARACTERIZADA pelo fato de que, quando a polia de acionamento (55) tiver um diâmetro de enrolamento máximo e a polia acionada (56) tiver um diâmetro de enrolamento mínimo, uma relação de redução é aumentada após ser diminuída uma vez, como um tempo de operação é aumentado em uma condição de uma operação com o uso da mesma correia em V (57).
2. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), na qual uma polia de acionamento (55) de tipo de diâmetro de enrolamento variável, montada em um eixo mecânico de entrada (28), e uma polia acionada (56) de um tipo de diâmetro de enrolamento variável, montada em um eixo mecânico de saída (47), paralelo ao eixo mecânico de entrada (28), são conectadas uma a outra por meio de uma correia em V (57), a transmissão (16) sendo CARACTERIZADA pelo fato de que, quando a polia de acionamento (55) tiver um diâmetro de enrolamento máximo e a polia acionada (56) tiver um diâmetro de enrolamento mínimo, o número de rotações do eixo mecânico de entrada (28), requerido para obter o mesmo número de rotações de saída, é aumentado após ser diminuído uma vez, co- mo um tempo de operação é aumentado em uma condição de uma operação com o uso da mesma correia em V (57).
3. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, CARACTERIZADA pelo fato de que a polia de acionamento (55) compreende uma meia polia estacionária no lado de acionamento (55a), que é fixada axialmente, de maneira imóvel, no eixo mecânico de entrada (28), e uma meia polia móvel no lado de acionamento (55b), que é montada, axialmente, de maneira móvel, com relação à meia polia estacionária no lado de acionamento (55a), e movida na direção da meia polia estacionária no lado de acionamento (55a) com rotação do eixo mecânico de entrada (28), a polia acionada (56) compreende uma meia polia estacionária no lado acionado (56a), fixada axialmente, de maneira imóvel, ao eixo mecânico de saida (47), e uma meia polia móvel no lado acionado (56b), montada axialmente, de maneira imóvel, com relação à meia polia estacionária no lado acionado (56a) e impelida na direção da meia polia estacionária no lado acionado (56a) por uma mola (67), e a transmissão (16) compreendendo um ajustador no lado acionado que restringe o movimento da meia polia móvel no lado acionado (56b) em uma direção, na qual um espaçamento é aumentado entre a meia polia móvel no lado acionado (56b) e a meia polia estacionária no lado acionado (56a), e um ajustador no lado de acionamento que restringe o movimento da meia polia móvel no lado de acionamento (55b) em uma direção, na qual um espaçamento é diminuído entre a meia polia móvel no lado de acionamento (55b) e a meia polia estacionária no la- do de acionamento (55a), e sendo que o ajustador no lado acionado e o ajustador no lado de acionamento são construídos de tal modo que, como um tempo de operação é aumentado em uma condição de uma operação com o uso da mesma correia em V (57), uma condição, na qual o movimento da meia polia móvel no lado acionado (56b) é restringida pelo ajustador no lado acionado, pode mudar para uma condição, na qual o movimento da meia polia móvel no lado de acionamento (55b) é restringido pelo ajustador no lado de acionamento.
4. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), na qual uma polia de acionamento (55) de tipo de diâmetro de enrolamento variável, montada em um eixo mecânico de entrada (28), e uma polia acionada (56) de um tipo de diâmetro de enrolamento variável, montada em um eixo mecânico de saída (47), paralelo ao eixo mecânico de entrada (28), são conectadas uma a outra por meio de uma correia em V (57), a transmissão (16) sendo CARACTERIZADA pelo fato de que, a polia de acionamento (55) compreende uma meia polia estacionária no lado de acionamento (55a), que é fixada de maneira imóvel no eixo mecânico de entrada (28), e uma meia polia móvel no lado de acionamento (55b), que é montada, axialmente, de maneira móvel, com relação à meia polia estacionária no lado de acionamento (55a), e movida na direção da meia polia estacionária no lado de acionamento (55a) com rotação do eixo mecânico de entrada (28), a polia acionada (56) compreende uma meia polia estacionária no lado acionado (56a), fixada axialmente, de maneira imóvel, ao eixo mecânico de saída (47), e uma meia polia móvel no lado acionado (56b), montada axialmente, de maneira imóvel, com relação à meia polia estacionária no lado acionado (56a) e impelida na direção da meia polia estacionária no lado acionado (56a) por uma mola (67), e a transmissão (16) compreendendo um ajustador no lado acionado que restringe o movimento da meia polia móvel no lado acionado (56b) em uma direção, na qual um espaçamento é aumentado entre a meia polia móvel no lado acionado (56b) e a meia polia estacionária no lado acionado (56a), e um ajustador no lado de acionamento que restringe o movimento da meia polia móvel no lado de acionamento (55b) em uma direção, na qual um espaçamento é diminuído entre a meia polia móvel no lado de acionamento (55b) e a meia polia estacionária no lado de acionamento (55a), e sendo que o ajustador no lado acionado e o ajustador no lado de acionamento são construídos de tal modo que, como um tempo de operação é aumentado em uma condição de uma operação com o uso da mesma correia em V (57), uma condição, na qual o movimento da meia polia móvel no lado acionado (56b) é restringida pelo ajustador no lado acionado, pode mudar para uma condição, na qual o movimento da meia polia móvel no lado de acionamento (55b) é restringido pelo ajustador no lado de acionamento .
5. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), de acordo com a reivindicação 3 ou 4, CARACTERIZADA pelo fato de que o ajustador no lado acionado está previsto entre a meia polia móvel no lado acionado (56a) e o eixo mecânico de saída (47).
6. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADA pelo fato de que o ajustador no lado acionado está previsto entre uma saliência (63) da meia polia móvel no lado acionado (56b) e o eixo mecânico de saida (47).
7. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), de acordo com a reivindicação 6, CARACTERIZADA pelo fato de que o ajustador no lado acionado está previsto entre a saliência (63) da meia polia móvel no lado acionado (56b) e um colar deslizante (62) da meia polia estacionária no lado acionado (56a), montado no eixo mecânico de saida (47).
8. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), de acordo com a reivindicação 7, CARACTERIZADA pelo fato de que o ajustador no lado acionado está previsto entre a saliência (63) da meia polia móvel no lado acionado (56b) e uma extremidade externa (62a) do colar deslizante (62).
9. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADA pelo fato de que o ajustador no lado acionado compreende uma superfície de extremidade externa (63b) da saliência (63) da meia polia móvel no lado acionado (56b) e um elemento de apoio de mola (65) para a mola (67), fixado na extremidade externa (62a) do colar deslizante (62).
10. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADA pelo fato de que o ajustador no lado acionado compreende uma superfície de extremidade externa (63b) de uma saliência (63) da meia polia móvel no lado acionado (56b) e um elemento de apoio de mola (65) para a mola (67), fixado ao eixo mecânico de saída (47).
11. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), de acordo com a reivindicação 5, CARACTERIZADA pelo fato de que a meia polia móvel no lado acionado (56b) é feita axialmente móvel e girável com o eixo mecânico de saída (47) pelo engate de um pino-guia (64), que é implantado no eixo mecânico de saída (47) com um sulco deslizante (63a) na meia polia móvel no lado acionado (56b), e o ajustador no lado acionado compreende o sulco deslizante (63a) na meia polia móvel no lado acionado (56b) e o pino-guia (64) .
12. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), de acordo com a reivindicação 3 ou 4, CARACTERIZADA pelo fato de que o ajustador no lado de acionamento está previsto entre a meia polia móvel no lado de acionamento (55b) e o eixo mecânico de entrada (28).
13. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), de acordo com a reivindicação 12, CARACTERIZADA pelo fato de que compreende adicionalmente um peso (61) previsto entre a meia polia móvel no lado de acionamento (55b) e uma placa de carne (58) montada no eixo mecânico de entrada (28) para mover radialmente para fora a meia polia móvel no lado de acionamento (55b) , e sendo que o ajustador no lado de acionamento é formado pela restrição de uma posição radial do peso (61).
14. Transmissão continuamente variável do tipo correia em V (16), de acordo com a reivindicação 13, CARACTERIZADA pelo fato de que o ajustador no lado de acionamento compreende uma porção de ajustador (55c), formada em uma borda externa da meia polia móvel no lado de acionamento (55b) e o peso (61).
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