BRPI0513154B1 - uso de co-polímeros de acrílico solúveis em água , agente espessante, formulação aquosa e seu processo de produção, e formulação de revestimento aquosa - Google Patents

uso de co-polímeros de acrílico solúveis em água , agente espessante, formulação aquosa e seu processo de produção, e formulação de revestimento aquosa

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BRPI0513154B1
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Yves Kensicher
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Abstract

uso de co-polímeros de acrílico solúveis em água em formulações aquosas possivelmente pigmentadas e formulações obtidas. a presente invenção refere-se ao uso na forma de um agente espessante, em formulações aquosas possivelmente pigmentadas, tais como formulações de revestimento tais como tintas na fase aquosa tais como tintas em dispersão, vernizes, revestimento para papel, formulações para cosméticos, formulações detergentes, formulações têxteis e lamas de perfuração, de um co-polímero de acrílico solúvel em água consistindo de pelo menos um monômero com insaturação etilênica e uma função carboxílica, pelo menos um monômero não iônico com insaturação etilênica, pelo menos um monâmero oxialquilado com insaturação etilênica terminado por uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono e possivelmente pelo menos um monômero com pelo menos duas insaturações etilênicas. a invenção refere-se ainda às formulações aquosas possivelmente pigmentadas obtidas.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para: "USO DE CO-POLÍMEROS DE ACRÍLICO SOLÚVEIS EM ÁGUA, AGENTE ESPESSAN-TE, FORMULAÇÃO AQUOSA E SEU PROCESSO DE PRODUÇÃO, E FORMULAÇÃO DE REVESTIMENTO AQUOSA". A presente invenção refere-se ao setor de formulações aquosas possivelmente pigmentadas. A invenção refere-se ainda em primeiro lugar ao uso como um agente espessante, em formulações aquosas possivelmente pigmentadas, tais como formulações de revestimento tais como tintas em fase aquosa e de forma notável tintas em dispersão, vernizes, revestimento para papel, cosméticos, detergentes, formulações têxteis e lamas de perfuração, de co-polímero acrílico solúvel em água consistindo em pelo menos um monômero com insaturação etilênica e uma função carboxílica, pelo menos um monômero não iônico com insaturação etilênica, pelo menos um monômero oxial-quilado com insaturação etilênica terminado por uma cadeia ramificada hi-drofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono e, possivelmente, pelo menos um monômero chamado de monômero de reticulação, possuindo pelo menos duas insaturações etilênicas. A invenção refere-se ainda ao agente espessante que possibilita um desenvolvimento ótimo e/ou uma manutenção ótima da viscosidade das formulações aquosas que serão obtidas na presença de compostos, sendo ou não solúveis em água, ou quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações aquosas. A invenção refere-se ainda ao processo de produção das ditas formulações aquosas possivelmente pigmentadas.
Finalmente, a invenção refere-se às formulações aquosas possivelmente pigmentadas obtidas de acordo com a invenção.
No campo das formulações aquosas contendo possivelmente uma ou mais cargas minerais e mais particularmente no setor de tintas nas tintas em fase aquosa e notavelmente em dispersão, o controle da reologia das ditas formulações, tanto no estágio de produção quanto durante seu transporte e armazenamento e durante seu uso, é uma das metas funda- mentais para o versado na técnica. A ampla variedade de restrições práticas em cada um destes estágios reíere-se a um grande número de propriedades reológicas diferentes. Além disso, é possível resumir o requerimento do versado na técnica na obtenção de um efeito do espessamento da formulação aquosa, tanto por razões de estabilidade ao longo do tempo quanto para uma aplicação possível da tinta a uma superfície vertical, a ausência de sal-picos durante o uso ou de gotejamento após a aplicação etc. Como uma conseqüêncía, os produtos que contribuem para esta regulação das propriedades reológicas foram denominados sob o termo "agentes espessantes".
Historicamente, desde os anos 50, têm sido utilizadas gomas com base em celulose e agentes espessantes, dos quais uma das características essenciais é seu peso molecular. Entretanto, estes compostos possuem várias desvantagens, tais como sua instabilidade ao longo do tempo, como é relembrado pelo documento US 4 673 518, a necessidade de utilizar uma grande quantidade dos mesmos, evidenciada no documento EP 0 250 943 e os custos de produção que são gerados (notavelmente em termos do tratamento de rejeitos), como indicado no documento US 4 384 096. O versado na técnica se voltou para uma nova categoria de a-gentes espessantes, conhecidos como os agentes espessantes "associativos", cujo mecanismo operacional e as características são agora bem-conhecidos e relembrados no documento "Rheology modifiers for water-borne paints" (Surface Coatings Australia, outubro de 1985, pp 6). Estes são polímeros solúveis em água, com grupamentos hidrofóbicos insolúveis, criando o efeito associativo através da interação destes grupamentos hidrofóbicos com a superfície das partículas aglutinantes em dispersão, produzindo assim uma rede tridimensional que faz com que a viscosidade do meio aumente. É possível distinguir de forma muito esquemática entre os polímeros sintéticos os agentes espessantes associativos de poliuretano dos agentes espessantes associativos de acrílico.
Tais agentes espessantes são agora comumente utilizados, en- tre outros setores, no setor de tintas em fase aquosa e, de forma notável, de tintas de dispersão. Entretanto, seu uso não é desprovido de desvantagens, incluindo as duas principais, que as Requerentes desejam desenvolver aqui. A primeira refere-se à "sensibilidade aos compostos, solúveis ou não em água" (e de forma notável sais e tensoativos) e a segunda à "compatibilidade pigmentar" ou "aceitação da cor". Estes problemas são encontrados em um grande número de formulações aquosas, tais como tintas em fase aquosa e de forma notável tintas em dispersão, mas também formulações tais como formulações cosméticas ou detergentes. Cada destes problemas será sub-seqüentemente analisado partindo do ponto de observação das soluções propostas pela estado da técnica, partindo dos pontos de vista tanto dos a-gentes espessantes associativos acrílicos quanto dos agentes espessantes associativos de poliuretano. A "sensibilidade aos compostos, solúveis ou não em água" indica as propriedades de um agente espessante que, quando é colocado na presença de tais compostos e de forma notável sais e tensoativos, tende a não manter mais a viscosidade em um grau satisfatório para o versado na técnica ou para o usuário destas formulações aquosas. A perda resultante da viscosidade é prejudicial para o armazenamento e para as qualidades de aplicação das ditas formulações. Este tipo de fenômeno é amplamente relatado na literatura, particularmente em relação aos agentes espessantes acrílicos associativos, como é enfatizado pelo documento EP 0 013 836, que se refere à sensibilidade aos sais e de forma notável ao cloreto de sódio, de tais aditivos. Este documento ensina o versado na técnica a fabricação de agentes espessantes acrílicos associativos partindo de um monômero escolhido entre o ácido acrílico e o ácido metacrílico, de um monômero que é um éster alquílico e de um monômero hidrofóbico com um radical possuindo 8 até 30 átomos de carbono. Sua função principal é melhorar o perfil reológico das tintas aquosas em que este é utilizado. Similarmente, o documento EP 0 011 806 ensina a produção de outros agentes espessantes acrílicos associativos, partindo de um monômero carboxílico, do acrilato de etila e de um monômero hidrofóbico com um radical alquila ou fenil alquila possuindo 8 até 20 átomos de carbono. Finalmente, o documento EP 0 577 526 descreve agentes espessantes acrílicos associativos possuindo uma base de um monôme-ro carboxílico, um monômero com insaturação etilênica, mas não carboxila-da e um monômero oxialquilado terminado por uma cadeia graxa hidrofóbi-ca. Além disso, em termos de insensibilidade aos sais, estes co-polímeros satisfazem o versado na técnica.
Um outro problema com o qual o versado na técnica se depara é o da compatibilidade pigmentar. Em termos de formulação para tinta, o termo "base" ou "base branca" determina a composição aquosa pigmentada carregada com coloração branca, que atua como a base da composição pigmentar colorida ou pigmentada final.
Esta composição aquosa carregada e/ou pigmentada com coloração branca é formada partindo de uma fase líquida que pode ser água ou um solvente orgânico que é miscível em água ou, novamente, uma mistura de ambos, de um ou mais polímeros em solução ou em suspensão na fase líquida chamados de "aglutinantes", de cargas e/ou pigmentos, de pelo menos um agente de dispersão de carga e/ou pigmento, que pode ser um polímero ou um co-polímero solúvel em água, de aditivos tão diversos quanto agentes de coalescência, biocidas, agentes antiespumantes ou outros e finalmente de pelo menos um agente espessante que é um polímero ou um co-polímero natural ou sintético. Quando os pigmentos corados são adico-nados às ditas "bases" de cor branca, na forma de concentrados pigmenta-res ou pastas pigmentares, é obtida a formulação pigmentar resultante. A composição dos concentrados de pigmentos coloridos ou concentrados pigmentares ou pastas pigmentares também contém geralmente aditivos ou compostos do tipo tensoativo ou do tipo de sal eletrólito ou um co-solvente miscível em água em grandes quantidades.
Os concentrados pigmentares mais comumente utilizados são ditos como sendo universais, uma vez que podem ser adicionados não somente a tintas na fase aquosa, mas também a tintas em fase de solvente.
Na prática, se a formulação final tiver compatibilidade pigmentar insuficiente, em primeiro lugar pode ser um efeito sobre a reologia da formu- lação pigmentar resultante e em segundo lugar pode ser um efeito sobre a força de coloração desenvolvida pelo pigmento ou pigmentos do concentrado ou concentrados pigmentares na formulação pigmentar resultante.
Esta perda da força de coloração pode levar a um filme de tinta cuja tonalidade é uniformemente mais "desbotada", manchada ou degradada em relação ao branco comparado com a referência. Evidentemente, esta perda da força de coloração é muito prejudicial à matiz da tinta através de um sistema automatizado de acordo com a medida de um espectrofotocolo-rímetro, que é praticada em grandes armazenamentos DIY ou em varejistas de tintas.
Na verdade, o computador irá computar que uma certa quantidade de concentrados pigmentares universais deveria possibilitar que se aproximasse à tonalidade desejada, mas a perda de força de coloração em relação a esta fraca compatibilidade distorcería o resultado.
Este fenômeno pode ser medido através do uso de um espectro-fotocolorímetro possibilitando que as coordenadas tricromáticas sejam medidas (Huntsmann: L*,a*,b*) e assim a coloração de um filme de tinta seco. L* fornecerá um valor na escala dos verdes (quanto maior e mais positivo o L* mais claro é o filme; quanto menor e mais negativo o L* mais escuro é o filme). A segunda coordenada, a*, caracteriza a cor em uma escala variando do verde até o vermelho (quanto maior e mais positivo o a* mais vermelho é o filme; quanto menor e mais negativo o a* mais verde é o filme). A terceira coordenada, b*, caracteriza a cor em uma escala variando do azul até o amarelo (quanto maior e mais positivo o b* mais amarelo é o filme; quanto menor e mais negativo o b* mais azul é o filme).
Em certos casos mais raros ainda são observadas variações de tonalidades em diferentes zonas em um certo filme de tinta. Estas variações são relacionadas às diferenças de cizalhamento às quais estas zonas diferentes são submetidas quando o filme de tinta é aplicado com uma ferramenta tal como, por exemplo, um pincel. Os pigmentos de coloração universais que são fracamente dispersos na tinta expressarão uma força de coloração que dependerá do estresse de cisalhamento ao qual a tinta contendo os mesmos é submetida. No caso do uso de um pincel, este fenômeno enfatizará as pinceladas (em que os pelos do pincel são mais fortemente aplicados), fornecendo aos mesmos uma coloração diferente do resto do filme de tinta. Para visualizar este fenômeno, o versado na técnica pode aplicar o pincel ou utilizar um teste conhecido como um teste de eliminação, que consiste na aplicação de um filme de tinta uniformemente, sem qualquer diferença de cisalhamento, utilizando um bloco e então cisalhando uma parte do filme de tinta que ainda está fresca, não seca, com um dedo. A zona cisa-Ihada pode se tornar mais clara ou mais escura que a zona não cisalhada.
Junto com as mesmas linhas, o versado na técnica está familiarizado com o documento US 5 973 063, que descreve um agente espessan-te associativo de poliuretano e ainda com o documento FR 2 826 014, que ensina que é possível, através da seleção de um composto com base em poliisocianato possuindo na extremidade da cadeia grupamentos hidrocar-bonados com pelo menos três ciclos aromáticos, para produzir um agente espessante de poliuretano possuindo uma compatibilidade pigmentar satisfatória e desenvolvendo uma alta viscosidade sob um baixo valor de cisalhamento.
Conseqüentemente, o versado na técnica, que está tentando tornar disponível para o usuário final uma composição aquosa cujo perfil reo-lógico permanece aceitável na presença de compostos, solúveis ou não em água ou quando os ditos compostos são adicionados, tais como os sais ou os tensoativos no campo de detergentes ou de cosméticos ou novamente tais como os concentrados pigmentares universais no campo da tinta, de forma notável, sob um baixo valor de cisalhamento, para a obtenção do es-palhamento satisfatório da tinta, fica frente a problemas de viscosidade da formulação enormemente reduzida na presença dos ditos compostos e naturalmente se volta para os agentes espessantes associativos do tipo poliuretano. Os últimos, como foi observado agora, são bem-conhecidos por oferecerem uma alta resistência aos sais e por desenvolverem uma viscosidade apropriada sob um baixo cisalhamento. O documento final FR 2 826 014 finalmente demonstrou que a "abordagem de poliuretano" também autoriza a produção de tais agentes espessantes possuindo uma compatibilidade pigmentar satisfatória. E, continuando a sua pesquisa com uma visão de melhorar a estabilidade da viscosidade das formulações aquosas na presença de compostos, solúveis em água ou insolúveis em água ou quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações aquosas e de melhorar a compatibilidade pigmentar, enquanto se mantém uma viscosidade da formulação aceitável para o usuário final, a Requerente descobriu de uma maneira completamente surpreendente que todos estes problemas podem ser resolvidos através da seleção do monômero oxialquilado com insaturação etilênica do co-polímero que é um agente espessante acrílico associativo e através de seu uso como um aditivo na formulação.
Este co-polímero de acrílico solúvel em água consiste em pelo menos um monômero com insaturação etilênica e com uma função carboxí-lica, pelo menos um monômero não iônico com insaturação etilênica, pelo menos um monômero oxialquilado com insaturação etilênica terminado por uma cadeia não aromática ramificada hidrofóbica com 10 até 24 átomos de carbono e possivelmente pelo menos um monômero chamado de um monômero de reticulação, com pelo menos duas insaturações etilênicas. O objetivo da invenção é assim utilizar nas formulações aquosas possivelmente pigmentadas, tais como formulações de revestimento tais como tintas na fase aquosa e, de forma notável, tintas em dispersão, vernizes, revestimento para papel, cosméticos, detergentes, formulações têxteis e lamas de perfuração, deste co-polímero na forma de um agente espessante que possibilita que um desenvolvimento e/ou que a manutenção da viscosidade das formulações aquosas seja obtida na presença de compostos, solúveis ou não em água ou quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações aquosas.
Um outro objetivo da invenção é o agente espessante constituído por este co-polímero de acrílico solúvel em água que consiste em pelo menos um monômero com insaturação etilênica e com uma função carboxílica, pelo menos um monômero não iônico com insaturação etilênica, pelo menos um monômero oxialquilado com insaturação etilênica terminado por uma cadeia não aromática ramificada hidrofóbica com 10 até 24 átomos de carbono e possivelmente pelo menos um monômero chamado de um monômero de reticulação, com pelo menos duas insaturações etilênicas.
Um outro objetivo da invenção é o processo de produção das formulações aquosas possivelmente pigmentadas.
Um objetivo final da invenção se baseia nas formulações aquosas possivelmente pigmentadas obtidas de acordo com a invenção.
Estas formulações aquosas possivelmente pigmentadas contendo o agente espessante de acordo com a invenção são formulações de revestimento aquosas escolhidas entre tintas em dispersão, vernizes, revestimento para papel, formulações para cosméticos, formulações detergentes, formulações têxteis (preparação, impressão ou coloração) e lamas de perfuração.
Estas formulações são também formulações para placa de reboco tal como carga de junta para reboco, formulações para cerâmica, formulações para couro, formulações de gesso ou novamente formulações para aglutinantes hidráulicos tais como formulações para argamassa.
De acordo com a invenção, os co-polímeros adicionados às formulações aquosas na forma de agentes espessantes possibilitam que as formulações aquosas possivelmente pigmentadas recebam propriedades reológicas satisfatórias com uma visão para sua aplicação e, de forma notável, um aumento de sua viscosidade sob um valor de cisalhamento médio. A Requerente indica que a expressão "valor de cisalhamento médio" pretende significar no presente pedido de patente qualquer valor de cisalhamento, também chamado de um gradiente de velocidade, entre 20 s'1 e 1000 s*1.
Em adição, estes co-polímeros desenvolvem uma tolerância excelente em relação a sais e tensoativos que estas formulações podem conter. Finalmente, tais co-polímeros fornecem às formulações aquosas em que estes são utilizados uma compatibilidade pigmentar muito satisfatória.
Estas metas são atingidas graças ao uso, na forma de um agen- te espessante que possibilita que um desenvolvimento e/ou a manutenção da viscosidade das formulações aquosas seja conseguida na presença de compostos, solúveis ou não em água ou quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações aquosas, de co-polímeros de acrílico solúveis em água caracterizados pelo fato de que o dito co-polímero consiste: a) em pelo menos um monômero com insaturação etilênica e uma função carboxílica, b) em pelo menos um monômero não iônico com insaturação etilênica, c) em pelo menos um monômero oxialquilado com insaturação etilênica terminado por uma cadeia ramificada não aromática hidrofó-bica com 10 até 24 átomos de carbono, d) e possivelmente em pelo menos um monômero chamado de um monômero de reticulação, possuindo pelo menos duas insatura-ções etilênicas.
Este co-polímero é também caracterizado pelo fato de que: a) o monômero ou os monômeros com insaturação etilênica e uma função carboxílica são escolhidos entre os monômeros com insaturação etilênica e com uma função monocarboxílica tal como acrílica ou do ácido metacrílico ou novamente os hemiésteres diácidos tais como os mo-noésteres em Ci até C4 de ácidos maléicos ou itacônicos ou suas misturas ou escolhidos dentre os monômeros com insaturação etilênica e uma função dicarboxílica, tal como ácido crotônico, isocrotônico, cinâmico, itacônico, ma-léico ou novamente os anidridos de ácidos carboxílicos, tais como anidrido maléico, b) 0 monômero ou os monômeros não iônicos com insaturação etilênica são escolhidos dentre os ésteres, as amidas ou as nitrilas dos ácidos acrílicos e metacrílicos, tais como os acrilatos ou os metacrilatos ou metila, etila, butila, 2-etil-hexila ou dentre acrilonitrila, acetato de vinila, esti-reno, metilestireno, diisobutileno, vinilpirrolidona, vinilcaprolactama, c) 0 monômero ou os monômeros oxialquilados com insaturação etilênica e terminados por uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono, possuem a fórmula a seguir: (O em que: - m e p representam um número de unidades de óxido de alqui-leno entre 0 e 150, - n representa um número de unidades de óxido de etileno entre 5 e 150, - q representa um número inteiro pelo menos igual a 1 e tal como 5 < (m+n+p)q < 150 e preferencialmente tal como 15 < (m+n+p)q < 120, - Ri representa o radical metila ou etila, - R2 representa o radical metila ou etila, - R representa um radical contendo uma função insaturada que pode ser polimerizada que pertence ao grupo de ésteres acrílicos, metacríli-cos, maléicos, itacônicos ou crotônicos, - R’ representa uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono, d) o monômero ou os monômeros possíveis, chamados de monômeros de reticulação, com pelo menos duas insaturações etilênicas, são notavelmente escolhidos do grupo constituído por diacrilato de etileno glicol, dimetacrilato de etileno glicol, trimetilolpropanotriacrilato, trimetilolpro-panotrimetacrilato, acrilato de alila, metilenobisacrilamida, metilenobisme-tacrilamida, tetraliloxietano, os trialilcianuratos, os éteres alílicos obtidos de polióis escolhidos dentre pentaeritritol, sorbitol ou novamente sacarose.
De uma maneira preferida, 0 dito co-polímero é caracterizado pelo fato de que a cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática possui 12 até 24 átomos de carbono e possui 2 ramificações possuindo pelo menos 6 á-tomos de carbono.
De uma maneira mais preferencial, 0 dito co-polímero é caracterizado pelo fato de que a cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática pos- sui 16 até 20 átomos de carbono e possui 2 ramificações possuindo pelo menos 6 átomos de carbono.
Ainda de uma maneira mais preferencial, a cadeia ramificada hi-drofóbica não aromática é escolhida dentre 2-hexil 1-decanila e 2-octil 1-dodecanila.
Este co-polímero utilizado na forma de um agente espessante de acordo com a invenção é também caracterizado pelo fato de que contém, expresso em peso de monômeros: a) 2 até 95% e preferencialmente 5 até 90% de pelo menos um monômero com insaturação etilênica e uma função carboxílica escolhido dentre os monômeros com insaturação etilênica e com uma função mono-carboxílica tal como ácido acrílico ou metacrílico ou novamente os hemiéste-res diácidos tais como os monoésteres em Ci até C4 de ácidos maléicos ou itacônicos ou suas misturas ou escolhido dentre os monômeros com insaturação etilênica e uma função dicarboxílica, tal como ácido crotônico, isocro-tônico, cinâmico, itacônico, maléico ou novamente os anidridos de ácidos carboxílicos, tal como anidrido maléico, b) 2 até 95% e preferencialmente 5 até 90%, de pelo menos um monômero com insaturação etilênica sem uma função carboxílica escolhido dentre os ésteres, amidas ou nitrilas de ácidos acrílicos e metacrí-licos, tais como os acrilatos ou os metacrilatos ou metila, etila, butila, 2-etil-hexila ou dentre acrilonitrila, acetato de vinila, estireno, metilestireno, diiso-butileno, vinilpirrolidona, vinilcaprolactama, c) 2 até 25% e preferencialmente 5 até 20%, de pelo menos um monômero com insaturação etilênica e terminado por uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono, possuindo a fórmula a seguir: (I) em que: m e p representam um número de unidades de óxido de alquile-no dentre 0 e 150, - n representa um número de unidades de óxido de etileno dentre 5 e 1 50, - q representa um número inteiro pelo menos igual a 1 e tal como 5 < (m+n+p)q < 150 e preferencialmente tal como 15 < (m+n+p)q <120, - Ri representa o radical metila ou etila, - R2 representa 0 radical metila ou etila, - R representa um radical contendo uma função insaturada que pode ser polimerizada que pertence ao grupo de ésteres acrílicos, metacríli-cos, maléicos, itacônicos ou crotônicos, - R’ representa uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono. d) 0% até 3% de pelo menos um monômero com pelo menos duas insaturações etilênicas escolhido do grupo que consiste em diacri-lato de etileno glicol, dimetacrilato de etileno glicol, trimetilolpropanotriacrila-to, trimetilolpropanotrimetacrilato, acrilato de alila, metilenobisacrilamida, me-tilenobismetacrilamida, tetraliloxietano, os trialilcianuratos, os éteres alílicos obtidos de polióis escolhidos dentre pentaeritritol, sorbitol ou novamente sa-carose, em que o total em peso dos monômeros a), b), c) e d) é igual a 100%.
De uma maneira preferida, este co-polímero utilizado de acordo com a invenção na forma de um agente espessante é caracterizado pelo fato de que contém, expresso em peso, 2 até 25% e preferencialmente 5 até 20%, de pelo menos um monômero oxialquilado com insaturação etilênica e terminado por uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 12 até 24 átomos de carbono e possuindo 2 ramificações com pelo menos 6 átomos de carbono.
De uma maneira preferida, este agente espessante co-polimérico é caracterizado pelo fato de que contém, expresso em peso, 2 até 25% e preferencialmente 5 até 20%, de pelo menos um monômero oxialquilado com insaturação etilênica e terminado por uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 16 to 20 átomos de carbono e possuindo 2 ramificações com pelo menos 6 átomos de carbono.
Ainda de uma maneira mais preferencial, a cadeia ramificada hidrofóbica não aromática do monômero c) é escolhida dentre 2-hexil 1-decanila e 2-octil 1-dodecanila.
Em uma variação igualmente preferida, este co-polímero não contém o monômero de reticulação d).
Este co-polímero é também caracterizado pelo fato de que está em sua forma ácida ou parcial ou totalmente neutralizada por um ou mais agentes de neutralização possuindo uma função de neutralização monova-lente, tal como as escolhidas do grupo constituído pelos cátions alcalinos, em particular sódio, potássio, lítio, amônio ou pelas aminas primárias, secundárias, terciárias alifáticas e/ou cíclicas tal como estearilamina, as etano-laminas (mono-, di- ou trietanolamina), mono- ou di-etilamina, ciclohexilami-na, metilciclohexilamina, 2-amino 2-metil 1-propanol e morfolina.
Este co-polímero de acrílico solúvel em água é obtido através de técnicas de co-polimerização bem-conhecidas pelo versado na técnica, tais como as técnicas de co-polimerização de radicais em solução, em uma e-mulsão direta ou inversa, em suspensão ou de precipitação em solventes apropriados, na presença de sistemas catalíticos e agentes de transferência conhecidos.
Um outro objetivo da invenção refere-se ainda ao processo de produção de formulações aquosas possivelmente pigmentadas caracterizado pelo fato de que o dito co-polímero é adicionado às ditas formulações na presença de compostos, solúveis ou não em água, tais como sais ou tensoa-tivos ou quando os ditos compostos são adicionados nas ditas formulações aquosas.
Um objetivo final da invenção refere-se, por último, às formulações aquosas possivelmente pigmentadas contendo estes ditos co-polímeros, tais como formulações de revestimento tais como tintas em sua fase aquosa e, de forma notável, tintas em dispersão, vernizes, revestimento para papel, cosméticos, detergentes, formulações têxteis e lamas de perfuração ou novamente formulações de gesso, formulações para placa de gesso, para aglutinantes hidráulicos tais como formulações para argamassa ou novamente formulações para cerâmica e para couro.
Os exemplos a seguir ilustram a invenção sem, entretanto, limitar seu âmbito. EXEMPLO 1: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção em formulações aquosas de tinta e busca ressaltar as propriedades reológicas de compatibilidade pigmentar contribuídas pelos co-polímeros de acordo com a invenção para formulações para tinta sem brilho na fase aquo-sa e com uma dosagem constante.
Assim, começando com uma formulação de tinta para decoração sem brilho em fase aquosa com uma base aglutinante em dispersão vinil-acrílica, "UCAR® latex 300" da Dow, cuja fórmula é mostrada na tabela 1, a meta consistia em verificar nesta fórmula a compatibilidade pigmentar (ou a compatibilidade fornecida com a adição de concentrados pigmentares universais), que é influenciada por agentes espessantes acrílicos associativos diferentes, incluindo agentes espessantes da técnica anterior, cujos grupamentos hidrofóbicos são lineares e por agentes espessantes de acordo com a invenção, cujos grupamentos hidrofóbicos são ramificados. TABELA 1 FÓRMULA DA TINTA
Para fazê-lo, em cada teste, a formulação de tinta sem brilho mencionada anteriormente foi preparada e 0,3% em peso seco em relação ao peso total da fórmula da tinta branca (mas antes da adição do concentrado pigmentar universal) do agente espessante para teste foi adicionado à mesma e então 36 mililitros do concentrado pigmentar universal (do tipo Co-lortrend® M 888 da companhia Hüls/Creanova) foram adicionados a um qui-lograma de uma base de tinta branca que foi previamente espessada com um dos agentes espessantes acrílicos associativos.
Dois concentrados pigmentares universais utilizados foram escolhidos da faixa do Colortrend® M 888 para representar as famílias principais de pigmentos orgânicos: azul de ftalocianina e magenta de quinacridona.
Neste estágio, uma redução ou um aumento, que é limitado quando possível (em relação à base branca) da viscosidade de Stormer® expressa em Unidades de Krebs (KU) reflete uma compatibilidade satisfatória com o concentrado pigmentar universal.
Este teste de viscosidade de Stormer® é utilizado pelo versado na técnica como um teste de seleção que o possibilita eliminar formulações que acrescentam problemas de compatibilidade com concentrados pigmentares universais.
Na verdade, o versado na técnica considera em particular que a viscosidade de Stormer®, que é uma viscosidade com um gradiente de velo- cidade média perceptível pelo cliente (agitando com uma espátula ou pincel, pintando com um pincel ou rolo), deve ser alterada o mínimo possível através desta adição do concentrado pigmentar universal.
Teste n° 1: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 0,3% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 37,2% de ácido metacrílico, b) 52,8% de acrilato de etila, c) 10,0% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa uma cadeia hidrofóbica linear com 16 átomos de carbono, m = p = 0, Q = 1, n = 25.
Teste n° 2: Este teste ilustra a invenção e utiliza 0,3% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 37,2% de ácido metacrílico, b) 52,8% de acrilato de etila, c) 10,0% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa a cadeia hidrofóbica não aromática com 16 átomos de carbono 2-hexil 1-decanila, m = p = 0, P = 1, n = 25.
Teste n° 3: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 0,3% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 37,3% de ácido metacrílico, b) 52,6% de acrilato de etila, c) 10,1 % do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa uma cadeia hidrofóbica linear com 16 átomos de carbono, m = p = 0, q = 1, n = 25 e obtido através do uso de 0,05% em peso de dodecilmercapta-no em relação ao peso dos monômeros.
Teste n° 4: Este teste ilustra a invenção e utiliza 0,3% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 37,3% de ácido metacrílico, b) 52,6% de acrilato de etila, c) 10,1% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa a cadeia hidrofóbica não aromática com 16 átomos de carbono 2-hexil 1-decanila, m = p = 0, q = 1. n = 25 e obtido através do uso de 0,05% em peso de dodecilmercapta-no em relação ao peso dos monômeros.
Teste n° 5: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 0,3% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 43,5% de ácido metacrílico, b) 47,6% de acrilato de etila, c) 8,9% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa uma cadeia hidrofóbica linear com 16 átomos de carbono, m = ρ = Ο, q = 1. η = 25 e obtido através do uso de 0,30% em peso de dodecilmercapta-no em relação ao peso dos monômeros.
Teste n° 6: Este teste ilustra a invenção e utiliza 0,3% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 43,5% de ácido metacrílico, b) 47,6% de acrilato de etila, c) 8,9% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa a cadeia hidrofóbica não aromática com 16 átomos de carbono 2-hexil 1 -decanila, m = p = 0, q = 1. n = 25 e obtido através do uso de 0,30% em peso de dodecilmercapta-no em relação ao peso dos monômeros.
Teste n° 7: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 0,3% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 36,7% de ácido metacrílico, b) 53,1% de acrilato de etila, c) 10,2% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa uma cadeia hidrofóbica linear com 20 átomos de carbono, m = p = 0, q = 1. n = 25.
Teste n° 8: Este teste ilustra a invenção e utiliza 0,3% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 36,7% de ácido metacrílico, b) 53,1 % de acrilato de etila, c) . 10,2% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa a cadeia hidrofóbica não aromática com 20 átomos de carbono 2-octil 1 -dodecanila, m = p = 0, P = 1 > n = 25.
Teste n° 9: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 0,3% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 36,7% de ácido metacrílico, b) 53,1 % de acrilato de etila, c) 10,2% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa uma cadeia hidrofóbica linear com 20 átomos de carbono, m = p = 0, q = 1. n = 25 e obtido através do uso de 0,05% em peso de dodecilmercapta-no em relação ao peso dos monômeros.
Teste n° 10: Este teste ilustra a invenção e utiliza 0,3% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 36,7% de ácido metacrílico, b) 53,1 % de acrilato de etila, c) 10,2% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa a cadeia hidrofóbica não aromática com 20 átomos de carbono 2-octil 1-dodecanila, m = p = 0, q = 1, n = 25 e obtido através do uso de 0,05% em peso de dodecilmercapta-no em relação ao peso dos monômeros.
Todos os resultados são mostrados na tabela 2 a seguir. TABELA 2 PA = Técnica anterior, INV = Invenção.
Em todos os casos, a variação do valor absoluto da viscosidade de Stormer® das tintas depois da adição dos corantes é menor com as tintas contendo os agentes espessantes de acordo com a invenção, comparada com a das tintas contendo os agentes espessantes correspondentes da técnica anterior. EXEMPLO 2: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo de fluidos de perfuração e particularmente naquele de lamas sintéticas e busca ressaltar a manutenção do espessamento conferido pelos co-polímeros de acordo com a invenção para formulações com uma dosagem constante em peso seco de agente espessante.
No campo de fluidos de perfuração e particularmente de lamas sintéticas, o versado na técnica pode ser induzido a utilizar uma lama que consiste apenas em um agente espessante e de água, a fim de reduzir a quantidade da matéria não reciclável. Estas lamas têm que ter um poder de suspensão que, embora se torne reduzido durante o bombeamento, tem que permanecer relativamente alto sob condições de estresse, tal como a passagem do fluindo no espaço anelar quando é provocada a formação de resíduos. As lamas tradicionais com base nos agentes espessantes da técnica anterior possuem o defeito de que são muito pseudoplásticas, isto é, perdem a maior parte de sua viscosidade quando submetidas ao cisalhamento. Este fenômeno é facilmente medido através do cálculo da razão das viscosidades de Brookfield® medidas a 100 RPM em relação às viscosidades de Brookfi-eld® medidas a 10 RPM. Um número baixo é uma indicação de uma redução substancial da viscosidade sob cisalhamento.
Uma comparação dos vários polímeros foi feita através da produção de géis aquosos destes produtos a concentrações tais que as viscosidades de Brookfield® obtidas estão situadas entre 1000 mPa.s e 5000 mPa.s a 10 RPM. Os pHs destes géis foram todos ajustados em 8.
Teste n° 11: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 1% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 37,2% de ácido metacrílico, b) 52,8% de acrilato de etila, c) 10,0% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa uma cadeia hidrofóbica linear com 16 átomos de carbono, m = p = 0, Q = 1» n = 25.
Teste n° 12: Este teste ilustra a invenção e utiliza 1% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 37,2% de ácido metacrílico, b) 52,8% de acrilato de etila, c) 10,0% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa a cadeia hidrofóbica não aromática com 16 átomos de carbono 2-hexil 1 -decanila, m = p = 0, q = 1. n = 25.
Teste n° 13: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 1% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 42,83% de ácido metacrílico, b) 52,97% de acrilato de etila, c) 2,66% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa uma cadeia hidrofóbica linear com 16 átomos de carbono, m = p = 0, q = 1. η = 25, d) 1,54% de dimetacrilato de etileno glicol.
Teste n° 14: Este teste ilustra a invenção e utiliza 1% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 42,83% de ácido metacrílico, b) 52,97% de acrilato de etila, c) 2,66% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa a cadeia hidrofóbica não aromática com 16 átomos de carbono 2-hexil 1-decanila, m = p = 0, Q = T, n = 25, d) 1,54% de dimetacrilato de etileno glicol.
Teste n° 15: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 1 % em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 43,5% de ácido metacrílico, b) 47,6% de acrilato de etila, c) 8,9% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa uma cadeia hidrofóbica linear com 16 átomos de carbono, m = p = 0, Q= 1, n = 25 e obtido através do uso de 0,30% em peso de dodecilmercapta-no em relação ao peso dos monômeros.
Teste n° 16: Este teste ilustra a invenção e utiliza 1% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 43,5% de ácido metacrílico, b) 47,6% de acrilato de etila, c) 8,9% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa a cadeia hidrofóbica não aromática com 16 átomos de carbono 2-hexil 1 -decanila, m = p = 0, q = 1, n = 25 e obtido através do uso de 0,30% em peso de dodecilmercapta-no em relação ao peso dos monômeros.
Teste n° 17: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 1% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 36,7% de ácido metacrílico, b) 53,1 % de acrilato de etila, c) 10,2% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa uma cadeia hidrofóbica linear com 20 átomos de carbono, m = p = 0, q = 1, n = 25 e obtido através do uso de 0,30% em peso de dodecilmercapta-no em relação ao peso dos monômeros.
Teste n° 18: Este teste ilustra a invenção e utiliza 1% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 36,7% de ácido metacrílico, b) 53,1 % de acrilato de etila, c) 10,2% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa a cadeia hidrofóbica não aromática com 20 átomos de carbono 2-hexil 1-decanila, m = p = 0, q = 1, n = 25 e obtido através do uso de 0,30% em peso de dodecilmercapta-no em relação ao peso dos monômeros.
Teste n° 19: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 1 % em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 42,68% de ácido metacrílico, b) 53,12% de acrilato de etila, c) 2,66% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa uma cadeia hidrofóbica linear com 16 átomos de carbono, m = p = 0, q = 1, n = 25, d) 1,54% de dimetacrilato de etileno glicol.
Teste n° 20: Este teste ilustra a invenção e utiliza 1% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 42,68% de ácido metacrílico, b) 53,12% de acrilato de etila, c) 2,66% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa a cadeia hidrofóbica não aromática com 16 átomos de carbono 2-hexil 1-decanila, m = p = 0, q = 1, n = 25, d) 1,54% de dimetacrilato de etileno glicol.
Teste n° 21: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 1% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 34,2% de ácido metacrílico, b) 60,4% de acrilato de etila, c) 5,4% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R’ representa uma cadeia hidrofóbica linear com 20 átomos de carbono, m = p = 0, q = 1> n = 25 e obtido através do uso de 0,30% em peso de dodecilmercapta-no em relação ao peso dos monômeros.
Teste n° 22: Este teste ilustra a invenção e utiliza 1% em peso seco de um co-polímero que consiste em: a) 34,2% de ácido metacrílico, b) 60,4% de acrilato de etila, c) 5,4% do monômero da fórmula (I), em que R representa um radical metacrilato, R' representa a cadeia hidrofóbica não aromática com 20 átomos de carbono 2-octil 1-dodecanila, m = p = 0, q = 1. n =25 e obtido através do uso de 0,30% em peso de dodecilmercapta-no em relação ao peso dos monômeros.
Todos os resultados são mostrados na tabela 3 a seguir. TABELA 3 A tabela 3 acima ilustra perfeitamente a superioridade evidente dos polímeros de acordo com a invenção comparados com os polímeros da técnica anterior, uma vez que a razão das viscosidades de Brookfield® medidas a 100 RPM em relação às viscosidades de Brookfield® medidas a 10 RPM é, respectivamente, muito maior para os testes que ilustram a invenção. EXEMPLO 3: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo da detergência e dos cosméticos e busca ressaltar a manutenção do espessamento conferido pelos co-polímeros de acordo com a invenção para formulações com uma dosagem constante em peso seco de agente espessante, apesar da adição de sais.
Tanto na aplicação anterior (lamas de perfuração) quanto em uma aplicação de cosméticos ou detergência, a presença de sal é algumas vezes inevitável. Na verdade, as lamas de perfuração sintéticas podem ser produzidas partindo da água do mar ou, sendo produzidas partindo da água doce, podem ser colocadas em contato com estratos geológicos salinos. É importante que a viscosidade da lama resista a esta contaminação a fim de garantir sua eficiência em formar resíduos durante a perfuração. Similarmente, muitas formulações cosméticas ou detergentes contêm sais, utilizados entre outras coisas como exaustores da viscosidade em relação a tensoati-vos, em adição aos agentes espessantes; é, portanto, importante que os ditos agentes espessantes resistam à adição de sais. A comparação dos vários polímeros foi feita através da produção de géis aquosos destes produtos a concentrações tais que as viscosidades de Brookfield® obtidas ficam situadas entre 1000 e 5000 mPa.s a 10 RPM. Os pHs destes géis são todos ajustados em 8. Após a medida das viscosidades de Brookfield®, quantidades de cloreto de sódio correspondendo a 1 e 2% da formulação foram adicionadas e dissolvidas. As viscosidades de Brookfield® foram então medidas novamente.
Teste n° 23: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 1% em peso seco do co-polímero utilizado no teste n° 11.
Teste n° 24;
Este teste ilustra a invenção e utiliza 1% em peso seco do co-polímero utilizado no teste n° 12.
Teste n° 25: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 1 % em peso seco do co-polímero utilizado no teste n° 17.
Teste n° 26: Este teste ilustra a invenção e utiliza 1% em peso seco do co-polímero utilizado no teste n° 18.
Teste n° 27: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 1% em peso seco do co-polímero utilizado no teste n° 21.
Teste n° 28: Este teste ilustra a invenção e utiliza 1% em peso seco do co-polímero utilizado no teste n° 22.
Todos os resultados são mostrados na tabela 4 a seguir. TABELA 4 A tabela 4 acima ilustra perfeitamente a superioridade dos polímeros de acordo com a invenção comparados com os polímeros da técnica anterior. EXEMPLO 4: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo da detergência e de cosméticos e busca ressaltar o desenvolvimento do espessamento conferido pelos co-polímeros de acordo com a invenção para formulações com uma dosagem constante em peso seco de agente espessante, apesar da adição de tensoativos.
As formulações detergentes e para cosméticos contêm um ou mais tensoativos iônicos ou não tônicos. O versado na técnica tem utilizado constantemente combinações das propriedades de solubilização/insolubili-zação destes pares de tensoativos para espessar as formulações contendo os mesmos. Os polímeros de espessamento que serão encontrados no mercado possibilitam agora que as quantidades de tensoativos sejam consideravelmente reduzidas e os últimos são utilizados agora somente por suas propriedades detergentes. O uso dos polímeros de acordo com a invenção possibilita que a viscosidade das formulações contendo os mesmos seja significativamente aumentada comparada à dos polímeros de espessamento da técnica anterior. A comparação dos polímeros foi feita através da produção de formulações aquosas contendo 11% de lauril alqulsulfato de sódio e 9% de cocoamidopropil betaína. O pH das formulações foi ajustado em 8 utilizando trietanolamina. A viscosidade da mistura de tensoativos sem agente espessante é de 20 mPa.s a 10 RPM.
Teste n° 29: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 1% em peso seco do co-polímero utilizado no teste n° 11.
Teste n° 30: Este teste ilustra a invenção e utiliza 1% em peso seco do co-polímero utilizado no teste n° 12.
Teste n° 31: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 1% em peso seco do co-polímero utilizado no teste n° 19.
Teste n° 32: Este teste ilustra a invenção e utiliza 1% em peso seco do co-polímero utilizado no teste n° 20.
Teste n° 33: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza 1% em peso seco do co-polímero utilizado no teste n° 21.
Teste n° 34: Este teste ilustra a invenção e utiliza 1% em peso seco do co-polímero utilizado no teste n° 22.
Todos os resultados são mostrados na tabela 5 a seguir. TABELA 5 A tabela 5 acima ilustra perfeitamente a superioridade dos polímeros de acordo com a invenção com os polímeros da técnica anterior. EXEMPLO 5: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo de revestimento para papel e busca ressaltar a manutenção do espessamento conferido pelos co-polímeros utilizados de acordo com a invenção para formulações com uma dosagem constante em peso seco de agente espessante apesar da adição de sais.
Para realizar isso, para cada um dos testes o agente espessante que será testado é adicionado a um revestimento de papel consistindo em 100 partes de uma suspensão aquosa de carbonato de cálcio a uma taxa de 78% de matéria seca, vendida pela companhia Omya® sob o nome Hydro-carb® 60 e de 10 partes de látex a uma taxa de 50% de matéria seca, vendida pela companhia Dow sob o nome DL 940 e então, após uma agitação durante 15 minutos, é medida a viscosidade de Brookfield® a 100 revoluções por minuto, utilizando um viscosímetro de Brookfield® ajustado com o módulo apropriado.
Uma vez que a viscosidade de Brookfield® a 100 revoluções por minuto foi determinada, para cada um dos testes 1,6 parte de cloreto de sódio em pó é adicionada e então, após uma agitação durante 15 minutos, a viscosidade de Brookfield® é medida a 100 revoluções por minuto utilizando um viscosímetro de Brookfield® ajustado com o módulo apropriado.
Teste n° 35: Este teste ilustra a técnica anterior e utiliza o co-polímero utilizado no teste n° 11.
As viscosidades de Brookfield® a 100 revoluções por minuto obtidas são: Antes da adição do cloreto de sódio: 3100 mPa.s Depois da adição do cloreto de sódio: 2400 mPa.s Teste n° 36: Este teste ilustra a invenção e utiliza o co-polímero utilizado no teste n° 12.
As viscosidades de Brookfield® a 100 revoluções por minuto obtidas são: Antes da adição do cloreto de sódio: 2700 mPa.s Depois da adição do cloreto de sódio: 3020 mPa.s Uma leitura dos resultados dos dois testes anteriores mostra a superioridade dos polímeros de acordo com a invenção. EXEMPLO 6: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo de reboco.
Para os testes n° 37 e n° 38, foi produzida uma formulação de carga de junta para placa de gesso, respectivamente com um produto da técnica anterior que é um co-polímero de ácido metacrílico/acrilato de etila e um co-polímero que consiste em: a) 34,6% de ácido metacrílico, b) 56,1% de acrilato de etila, c) 9,3% do monômero da fórmula (I) denominado mono I” e em que mono I” denomina um monômero da fórmula (I) em que: R representa um radical metacrilato, R’ representa a cadeia hidrofóbica não aromática com 20 átomos de carbono: 2-octil 1 -dodecanila, m = p = 0, q = 1, n = 25 A composição das formulações é fornecida na tabela 6 e as ditas formulações são produzidas através da adição dos constituintes, na ordem da tabela, enquanto são agitadas em um misturador planetário.
Após a mistura ser produzida, a viscosidade de Brookfield® da formulação a 10 revoluções/minuto é medida nos instantes t = 0 e t = 24 horas, de acordo com os métodos bem-conhecidos pelo versado na técnica.
Tabela 6: composição (em peso) das formulações de gesso de acordo com a técnica anterior (teste n° 37) e de acordo com a invenção (teste n° 38) e viscosidades de Brookfield® correspondentes a 10 revolu-ções/minuto medidas em t = 0 e t = 24 horas O uso do co-polímero de acordo com a invenção possibilita que uma viscosidade inical maior que a obtida com o polímero da técnica anterior seja obtida e que esta viscosidade seja mantida ao longo do tempo. EXEMPLO 7: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo de cosméticos.
Para os testes n° 39 e n° 40, é produzida uma formulação hidra-tante da pele, cuja composição e ordem de introdução dos constituintes são fornecidas na tabela 7.
Os testes n° 39 e n° 40 usam respectivamente um agente es-pessante de acordo com a técnica anterior, que é um co-polímero de ácido metacrílico/acrilato de etila e um co-polímero que consiste em: a) 36,5% de ácido metacrílico, b) 44,1% de acrilato de etila, c) 10,0% de acrilato de butila, d) 9,4% do monômero da fórmula (I) denominado mono P e em que mono I’ denomina um monômero da fórmula (I) em que: R representa um radical metacrilato, R’ representa a cadeia hidrofóbica não aromática com 16 átomos de carbono: 2-hexil 1-decanila, m = p = 0, q = 1, n = 25 Tabela 7: composição (peso em gramas) das formulações para cosméticos de acordo com testes n° 39 e n° 40 A fase B é adicionada à fase A que foi previamente homogeneizada.
Simultaneamente, a fase C é homogeneizada, aumentando a temperatura até 70°C durante agitação.
As fases A + B homogeneizadas têm suas temperaturas aumentadas até 70°C e são misturadas na fase C. A mistura das fases A + B + C é resfriada durante agitação de 70°C para 60°C e então sem agitação de 60°C até 30°C. A fase D é então adicionada durante agitação à mistura das fases A + B + C resfriadas a 30°C. O pH das fases A + B + C + Dé então ajustado em 6,8 com a fase E. A fase F é então adicionada durante agitação à mistura das fases A + B + O + D + E.
As viscosidades de Brookfield® são medidas 24 horas após a preparação a 25°C e são indicadas na tabela 8.
Tabela 8: Viscosidade de Brookfield® das formulações para cosméticos de acordo com a técnica anterior (teste n° 39) e de acordo com a invenção (teste n° 40) O uso do co-polímero de acordo com a invenção possibilita que seja obtida uma viscosidade apreciavelmente maior que o polímero da técnica anterior.
Para os testes n° 41 e n° 42, é produzida uma formulação para shampoo, cuja composição e ordem de introdução dos constituintes são fornecidas na tabela 9 (a ordem de introdução não é fundamental, mas seguindo a cronologia, a fabricação da fórmula é facilitada).
Os testes n° 41 (técnica anterior) e n° 42 (invenção) utilizam respectivamente um agente espessante de acordo com a técnica anterior, que é um co-polímero de ácido metacrílico/acrilato de etila e um co-polímero que consiste em: a) 31,5% de ácido metacrílico, b) 5,0% de ácido acrílico, c) 54,1% de acrilato de etila, d) 9,4% do monômero da fórmula (I) denominado mono Γ.
Uma vez que a mistura é produzida a viscosidade de Brookfield® é medida nos instantes t = 0 e t = 24 horas. Estes resultados são mostrados na tabela 9.
Tabela 9: composição (em peso dos constituintes) das formulações para shampoo de acordo com a técnica anterior (teste n° 41) e de a-cordo com a invenção (teste n° 42) e viscosidades de Brookfield® correspondentes medidas em t = 0 e t = 24 horas. O uso do co-polímero de acordo com a invenção possibilita que seja obtida uma viscosidade maior que a do polímero da técnica anterior. EXEMPLO 8: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo de detergência.
Para os testes n° 43 e n° 44, é produzida uma formulação para creme de arear, cujas composição e ordem de introdução dos constituintes são fornecidas na tabela 10 (a ordem de introdução não é fundamental, mas seguindo a cronologia a fabricação da fórmula é facilitada).
Os testes n° 43 (técnica anterior) e n° 44 (invenção) utilizam respectivamente um agente espessante de acordo com a técnica anterior, que é um co-polímero de ácido metacrílico/acrilato de etila e um co-polímero que consiste em: a) 31,5% de ácido metacrílico, b) 5,0% de ácido itacônico, c) 54,1% de acrilato de etila, d) 9,4% do monômero da fórmula (I) denominado mono Γ.
Uma vez que a mistura é produzida, a viscosidade de Brookfi-eld® é medida no instante t = 0; os resultados são mostrados na tabela 10.
Tabela 10: composição (em peso dos constituintes) das formulações para creme de arear de acordo com a técnica anterior (teste n° 43) e de acordo com a invenção (teste n° 44) e viscosidades de Brookfield® correspondentes medidas em t = 0 O uso do co-polímero de acordo com a invenção possibilita que seja obtida uma viscosidade muito maior que o polímero da técnica anterior. EXEMPLO 9: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo de sabonetes líquidos.
As formulações para lavagem das mãos utilizam de forma crescente sabonetes líquidos de origem natural ou sintética. Ao contrário de certos agentes tensoativos, estes sabonetes freqüentemente não podem ser espessados utilizando cloreto de sódio. Por razões econômicas são freqüen- temente diluídos e conseqüentemente perdem toda a sua viscosidade. Para fazer com estes mantenham uma aparência compatível com o uso, um a-gente espessante tem que ser utilizado como descrito nos testes a seguir.
Para os testes n° 45 e n° 46, é produzida uma formulação para sabonete líquido, cujas composição e ordem de introdução dos constituintes são fornecidas na tabela 11 (a ordem de introdução não é fundamental, mas seguindo a cronologia a fabricação da fórmula é facilitada).
Os testes n° 45 (técnica anterior) e n° 46 (invenção) utilizam respectivamente um agente espessante de acordo com a técnica anterior, que é um co-polímero de ácido metacrílico/acrilato de etila e um co-polímero que consiste em: a) 30,1% de ácido metacrílico, b) 51,4% de acrilato de etila, c) 18,5% do monômero da fórmula (I) denominado mono Γ.
Uma vez que a mistura foi produzida, o sabonete é deixado em repouso durante 24 horas e a viscosidade de Brookfield® é então medida no instante t = 24 horas.
Tabela 11: composição (em peso dos constituintes) das formulações para sabonetes líquidos de acordo com a técnica anterior (teste n° 45) e de acordo com a invenção (teste n° 46) e viscosidades de Brookfield® correspondentes medidas em t = 24 horas O uso do co-polímero de acordo com a invenção possibilita que seja obtida uma viscosidade maior que o polímero da técnica anterior.
Para os testes n° 47 e n° 48, é produzida uma formulação de Ia- vagem alcoólica, cujas composição e ordem de introdução dos constituintes são fornecidas na tabela 12 (a ordem de introdução não é fundamental, mas seguindo a cronologia a fabricação da fórmula é facilitada).
Certas formulações de lavagem para chão devem ser eficientes, enquanto não deixam traços mesmo se não ocorrer enxágüe. Para isto, o versado na técnica utiliza uma mistura de água, álcool e tensoativo. Esta formulação tem que ser ligeiramente espessada para ser capaz de ser utilizada com facilidade.
Os testes n° 47 (invenção) e n° 48 (referência) utilizam respectivamente üm co-polímero que consiste em: a) 32,1% de ácido metacrílico, b) 55,3% de acrilato de etila, c) 12,6% do monômero da fórmula (I) denominado mono Γ, e nenhum agente espessante.
Uma vez que a mistura é produzida, a viscosidade de Brookfield® é medida no instante t = 0; os resultados são mostrados na tabela 12.
Tabela 12: composição (em peso dos constituintes) das formulações de lavagem alcoólicas de acordo com a referência (teste n° 48) e de acordo com a invenção (teste n° 47) e viscosidades de Brookfield® correspondentes medidas em t = 0 O uso do co-polímero de acordo com a invenção possibilita que a formulação de acordo com a invenção seja consideravelmente espessada. EXEMPLO 10: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo têxtil.
Para os testes n° 49 e n° 50, é produzida uma pasta para impressão têxtil, cujas composição e ordem de introdução dos constituintes são fornecidas na tabela 13 (a ordem de introdução não é fundamental, mas seguindo a cronologia a fabricação da fórmula é facilitada).
Os testes n° 49 (invenção) e n° 50 (referência) utilizam respectivamente um agente espessante que é um co-polímero que consiste em: a) 34,5% de ácido metacrílico, b) 56,1% de acrilato de etila, c) 9,4% do monômero da fórmula (I) denominado mono Γ, e nenhum agente espessante.
Uma vez que a mistura é produzida, a viscosidade de Brookfi-eld® é medida no instante t = 0; os resultados são mostrados na tabela 13.
Tabela 13: composição (em peso dos constituintes) das pastas para impressão têxtil de acordo com a referência (teste n° 50) e de acordo com a invenção (teste n° 49) e viscosidades de Brookfield® correspondentes medidas em t = 0 O uso do co-polímero de acordo com a invenção possibilita que a formulação fique notavelmente espessada. EXEMPLO 11: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo da cerâmica.
Neste exemplo, é produzida uma formulação chamada de veículo de esmaltação porque é utilizada como um veículo para esmaltar cerâmicas tais como, de uma maneira não restritiva, ladrilhos e itens sanitários. Esta formulação será utilizada pelo versado na técnica na forma de um líquido em que esmaltes em pó serão dispersos e então possivelmente moídos. A adição de um agente espessante permite que uma viscosidade final satisfatória seja obtida possibilitando tanto uma aplicação fácil quanto uma estabilização da dispersão de esmalte durante o armazenamento.
Para os testes n° 51 e n° 52, é produzida uma formulação de veículo de esmaltação, cujas composição e ordem de introdução dos constituintes são fornecidas na tabela 14 (a ordem de introdução não é fundamental, mas seguindo a cronologia a fabricação da fórmula é facilitada).
Os testes n° 51 (técnica anterior) e n° 52 (invenção) utilizam respectivamente um agente espessante de acordo com a técnica anterior, que é um co-polímero de ácido metacrílico/acrilato de etila e um co-polímero que consiste em: a) 36,5% de ácido metacrílico, b) 44,1% de acrilato de etila, c) 10,0% de acetato de vinila, d) 9,4% do monômero da fórmula (I) denominado mono Γ.
Uma vez que a mistura tenha sido produzida, a viscosidade da formulação é medida utilizando uma cuba de Ford ajustada com um orifício de 4 mm, de acordo com os métodos bem-conhecidos pelo versado na técnica. A composição das formulações e os valores de viscosidade obtidos são indicados na tabela 14.
Tabela 14: composição (em peso de constituintes) para os testes n° 51 (técnica anterior) e n° 52 (invenção) e viscosidades da Cuba de Ford obtidas O uso do co-polímero de acordo com a invenção possibilita que uma viscosidade maior que a resultante do uso do polímero de acordo com a técnica anterior seja obtida.
Para os testes n° 53 e n° 54, são produzidas formulações de deslizamento que são utilizadas no campo da cerâmica. A produção de partes e materiais de cerâmica faz uso de dispersões de várias argilas e minerais moídos na fase aquosa. No caso de certas partes, a dispersão moída destes materiais, chamada de deslizamento, pode ser mantida em uma forma líquida para ser utilizada através de moldagem ou fundição. Embora certas apiicações requeiram um deslizamento de baixa viscosidade, outros requerem uma viscosidade maior para manter as partículas minerais em suspensão ou para fornecer as características de viscosidade de deslizamento que permitem sua aplicação por fundição em um molde ou em uma tira. Para esta finalidade, é possível utilizar um agente espes-sante em fase aquosa, como descrito nos testes a seguir.
Para os testes n° 53 e n° 54, é produzida uma formulação de deslizamento, cujas composição e ordem de introdução dos constituintes são fornecidas na tabela 15 (a ordem de introdução não é fundamental, mas seguindo a cronologia a fabricação da fórmula é facilitada).
Os testes n° 53 (invenção) e n° 54 (referência) utilizam respecti- vamente um co-polímero que consiste em: a) 36,5% de ácido metacrílico, b) 44,1% de acrilato de etila, c) 10,0% de acrilamida, d) 9,4% do monômero da fórmula (I) denominado mono Γ, e nenhum agente espessante.
Uma vez que a mistura tenha sido produzida, a viscosidade da formulação é medida utilizando um viscosímetro de Brookfield®, a uma velocidade de 10 revoluções/minuto.
As composições de deslizamento e as ditas viscosidades de Brookfield® são indicadas na tabela 15.
Tabela 15: composição (em peso dos constituintes) dos deslizamentos para os testes n° 53 (invenção) e n° 54 (referência) e viscosidades de Brookfield® obtidas O uso do co-polímero de acordo com a invenção possibilita que o deslizamento seja notavelmente espessado. EXEMPLO 12: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo do couro.
Os artigos de pele (couro) têm ser freqüentemente cobertos com um filme protetor para garantir uma aparência uniforme e/ou resistência à água. Esta proteção pode ser realizada através da aplicação de um verniz em fase aquosa. A formulação abaixo exemplifica o uso do polímero de acordo com a invenção para espessar uma formulação com base em uma emulsão acrílica em uma fase aquosa, cujo espessamento é necessário para a fácil aplicação através de quaisquer meios conhecidos pelo versado na técnica. Esta formulação não espessada possui uma viscosidade muito baixa, levando a um escor-rimento quando o verniz é aplicado, se não estiver espessada.
Para os testes n° 55 e n° 56, é produzida uma formulação de verniz, pretendida para couros, cujas composição e ordem de introdução dos constituintes são fornecidas na tabela 16 (a ordem de introdução não é fundamental, mas seguindo a cronologia a fabricação da fórmula é facilitada).
Os testes n° 55 (técnica anterior) e n° 56 (invenção) utilizam respectivamente um agente espessante de acordo com a técnica anterior, que é um co-polímero de ácido metacrílico/acrilato de etila e o co-polímero utilizado no teste n° 42.
Uma vez que a formulação tenha sido produzida, a viscosidade de Brookfield® é medida, a 10 e 100 revoluções/minuto, a fim de verificar o efeito do espessamento dos produtos.
As composições das formulações e as viscosidades de Brookfield® correspondentes são indicadas na tabela 16.
Tabela 16: composição (em peso de constituintes) das formulações de verniz para couro para os testes n° 55 (técnica anterior) e n° 56 (in- venção) e viscosidades de Brookfield® obtidas. O uso do co-polímero de acordo com a invenção possibilita que seja obtida uma viscosidade maior que o polímero da técnica anterior.
Para os testes n° 57 e n° 58, é produzida uma formulação do tipo emulsão graxa para couro.
Muitas emulsões graxas são utilizadas no tratamento de couro e peles para fornecer as características do produto acabado, entre outras coisas, mas não de forma restritiva, de flexibilidade e resistência à água. Estas emulsões consistindo em óleos de origem animal, vegetal ou sintética podem ser transportadas ao longo de grandes distâncias ou armazenadas durante períodos prolongados. Surge então o problema de sua estabilidade, um problema que pode ser parcialmente resolvido aumentando seu conteúdo de matéria ativa. Entretanto, este aumento tem que ser freqüentemente grande para a obtenção de uma emulsão estável e leva geralmente a uma viscosidade muito alta, tornando difícil a manipulação do produto. O uso de um polímero espessante possibilita que esta desvantagem seja remediada, fornecendo uma alta viscosidade quando em repouso, mas que é rapidamente reduzida quando a emulsão é manipulada, possibilitando que seja obtido um produto que é estável, mas fácil de manipular. Os testes abaixo ressaltam a propriedade do polímero de acordo com a invenção de satisfazer esta função.
Para os testes n° 57 e n° 58, é produzida uma formulação do tipo graxa pretendida para couros, cujas composição e ordem de introdução dos constituintes são fornecidas na tabela 17 (a ordem de introdução não é fundamental, mas seguindo a cronologia a fabricação da fórmula é facilitada).
Os testes n° 57 (técnica anterior) e n° 58 (invenção) utilizam respectivamente um agente espessante de acordo com a técnica anterior, que é um co-polímero de ácido metacrílico/acrilato de etila e o co-polímero utilizado no teste n° 47.
Uma vez que a formulação foi produzida, a viscosidade de Brookfield® a 10 e 100 revoluções/minuto é medida para verificar o efeito de es-pessamento dos produtos. A composição das formulações e a razão das viscosidades de Brookfield® a 10 e 100 revoluções/minuto são indicadas na tabela 17.
Tabela 17: composição (em peso de constituintes) das formulações do tipo emulsão graxa para couro para os testes n° 57 (técnica anterior) e n° 58 (invenção) e viscosidades de Brookfield® obtidas. O co-polímero de acordo com a invenção possibilita que seja obtida uma viscosidade de Brookfield® muito maior que a do polímero da técnica anterior com, em adição, uma razão maior entre as viscosidades de Brookfield® a 10 e 100 revoluções/minuto, levando - para uma viscosidade de Brookfield® idêntica medida a 10 rpm - à maior estabilidade quando em repouso, companhada pela manipulação mais fácil através de uma viscosidade de Brookfield® menor medida a 100 revoluções/minuto. EXEMPLO 13: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo da perfuração.
Quando poços de perfuração pretendidos para a prospecção de óleo ou para a prospecção de outra matéria tal como água ou gás, o versado na técnica terá que consolidar as paredes do poço quando estas últimas precisarem ser exploradas ou no curso da perfuração, se a necessidade para isso se tornar evidente. Para esta finalidade, são comumente utilizadas dispersões de cimento com base em água, cuja composição mais simples se baseia em água, agentes espessantes, agente dispersantes e cimento. Podem ser utilizados outros produtos, tais como agentes de adição de massa (barita, hematita) ou outros aditivos tais como agentes redutores da formação de espuma ou de filtrado. A formulação abaixo não é, portanto, em qualquer caso, restritiva.
Para os testes n° 59 e n° 60, é produzida uma formulação de dispersão de cimento para uso em poços de perfuração, cujas composição e ordem de introdução dos constituintes são fornecidas na tabela 18 (a ordem de introdução não é fundamental, mas seguindo a cronologia a fabricação da fórmula é facilitada).
Os testes n° 59 (invenção) e n° 60 (referência) utilizam respectivamente um co-polímero que consiste em: a) 8,4% de ácido metacrílico, b) 82,2% de acrilato de etila, c) 9,4% do monômero da fórmula (I) denominado mono Γ, e nenhum agente espessante.
Uma vez que a dispersão foi produzida, a viscosidade é medida utilizando uma Cuba de Ford® de 4 mm de diâmetro para verificar o efeito do espessamento do polímero de acordo com a invenção.
As composições das formulações e as viscosidades são indicadas na tabela 18.
Tabela 18: composição (em peso de constituintes) das formulações do tipo dispersão de cimento para a perfuração de poços para os testes n° 59 (invenção) e n° 60 (referência) e da Cuba de Ford® obtidas.
Uma dose baixa do co-polímero de acordo com a invenção possibilita que a dispersão seja espessada.
Para os testes n° 61 até n° 65, são produzidas lamas bentoníti-cas com uma base de água doce ou de água salgada.
Quando se perfura um poço com a finalidade de procurar óleo, gás ou água, o versado na técnica utiliza um fluido de perfuração, entre outras possibilidades, cuja meta é resfriar a ponta da broca e levantar os resíduos. Este fluido de perfuração é muito freqüentemente baseado em água, utilizando água doce ou água salgada e contém várias cargas minerais cuja finalidade é fornecer ao mesmo uma certa consistência e uma certa densidade. Esta lama de perfuração tem que ter características de viscosidade altamente controladas para permitir levantar os resíduos facilmente, enquanto ainda é capaz de ser bombeada. O uso de um polímero de espessamento possibilita que esta viscosidade seja ajustada de forma fina para ser capaz de satisfazer o planejamento das especificações definidas no local de perfuração e dependendo do tipo de formação rochosa atravessada. As lamas de perfuração abaixo são produzidas através de uma mistura com agitação em alta velocidade em uma misturadora Hamilton Beach® dos compostos a seguir. A ordem de introdução não é fundamental, mas seguindo a cronologia e os tempos de agitação, a produção da fórmula é facilitada. A água salgada sintética é produzida por dissolução em um volume final de 1 litro dos sais a seguir: Cloreto de sódio............................................44,05 g.
Cloreto de potássio..........................................0,67 g.
Cloreto de cálcio dihidratado.............................1,36 g.
Cloreto de magnésio hexahidratado............................4,66 g.
Sulfato de magnésio heptahidratado...........................6,29 g.
Bicarbonato de sódio.....................................0,18 g.
Após a preparação dos fluidos de perfuração, suas características reológicas são medidas utilizando um reômetro Fann®. O uso do polímero es-pessante é pretendido para aumentar o valor das viscosidades medidas.
Os testes n° 61 (referência), 62 (técnica anterior) e 63 (invenção) são relativos às formulações com água doce e utilizam respectivamente: nenhum agente espessante, um polímero da técnica anterior que é um co-polímero do ácido metacrílico/acrilato de etila e um co-polímero que consiste em: a) 35,3% de ácido metacrílico, b) 52,7% de acrilato de etila, c) 12,0% do monômero da fórmula (I) denominado mono I” que consiste em: Os testes n° 64 (referência), 65 (invenção) são relativos às formulações com água salgada e utilizam respectivamente: nenhum agente espessante e um co-polímero que consiste em: a) 20,8% de ácido metacrílico, b) 70,0% de acrilato de etila, c) 9,2% do monômero da fórmula (I) denominado mono I”.
As composições e as viscosidades correspondentes são indicadas na tabela 19.
Tabela 19: composição de formulações de lamas bentoníticas de água doce e de água salgada e viscosidades de Fann® correspondentes O co-polímero de acordo com a invenção possibilita que seja obtida uma viscosidade maior que o polímero da técnica anterior. Isto é particularmente visível em relação à medida a 0,3 RPM feita após o repouso de 10 minutos, que representa a capacidade da lama de manter os resíduos em suspensão quando as bombas de circulação da lama de perfuração são interrompidas. Um alto valor desta medida é necessário para prevenir toda a sedimentação dos resíduos no fundo do poço, cuja sedimentação faria com que a perfuração fosse interrompida. EXEMPLO 14: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo de aglutinantes hidráulicos.
Quando são utilizados aglutinantes hidráulicos tais como cimento, o versado na técnica pode ser induzido a produzir uma composição de cimento cuja viscosidade tem que ser aumentada para favorecer as proprie- dades da mistura na aplicação ou quando removida logo no início de uma moldagem. Esta aplicação evidentemente não é restritiva e o polímero de acordo com a invenção pode ser utilizado sempre que um espessante for necessário em uma composição de cimento ou aglutinante hidráulica, para qualquer aplicação sempre que possível.
Para os testes n° 66 e n° 67, é produzida uma formulação para argamassa, em uma misturadora de argamassa, cujas composição e ordem de introdução dos constituintes são fornecidas na tabela 20 (a ordem de introdução não é fundamental, mas seguindo a cronologia a fabricação da fórmula é facilitada).
Os testes n° 66 (invenção) e n° 67 (referência) utilizam respectivamente um co-polímero que consiste em: a) 20,0% de ácido metacrílico, b) 70,6% de acrilato de etila, c) 9,4% do monômero da fórmula (I) denominado mono F, e nenhum agente espessante.
Uma vez que a fórmula foi produzida, a viscosidade é medida a-través de uma tabela de impacto para verificar o efeito espessante do polímero de acordo com a invenção. Este espessamento leva a um espalha-mento reduzido da torta de argamassa na tabela de impacto. A composição das formulações e os valores de viscosidade obtidos são indicados na tabela 20.
Tabela 20: composição das argamassas e espalhamentos correspondentes O co-polímero de acordo com a invenção possibilita que o espa-Ihamento da argamassa seja significativamente reduzido, revelando um aumento da viscosidade. EXEMPLO 15: Este exemplo ilustra o uso de co-polímeros de acordo com a invenção no campo de gessos.
Gesso de Paris (sulfato de cálcio, hemihidratado) é muito fre-qüentemente utilizado em composições de ligação, colagem ou adesão para construção. Pode ser associado com outras cargas, minerais ou outros. Alguns usos requerem que a dispersão possua uma certa viscosidade para facilitar seu uso pelo versado na técnica. A formulação a seguir é compreendida de gesso de Paris e carbonato de cálcio. Sua viscosidade é controlada através de um anel de Sch-midt® de 6 cm de diâmetro interno. Este anel é colocado sobre uma placa de vidro, preenchido com a formulação e levantado com um movimento rápido e regular. A dispersão de gesso então se espalha na forma de uma torta com um diâmetro proportional a sua viscosidade. Neste caso, é buscado o espa-Ihamento zero e a dispersão, embora fácil de manipular, tem que permanecer imóvel. Esta formulação, utilizada, por exemplo, em juntas, permanecerá no lugar sem ficar deformada após a sua aplicação.
Para os testes n° 68 e n° 69, é produzida uma formulação de gesso, cujas composição e ordem de introdução dos constituintes são fornecidas na tabela 21 (a ordem de introdução não é fundamental, mas seguindo a cronologia a fabricação da fórmula é facilitada).
Os testes n° 68 (técnica anterior) e n° 69 (invenção) utilizam res-pectivamente um agente espessante de acordo com a técnica anterior, que é um co-polímero de ácido acrílico e acrilato de etila e um co-polímero que consiste em: a) 36,5% de ácido metacrílico, b) 44,1 % de acrilato de etila, c) 10,0% de metacrilamida, d) 9,4% do monômero da fórmula (I) denominado mono Γ.
Tabela 21: composição dos gessos e espalhamentos correspondentes O co-polímero de acordo com a invenção possibilita que a formulação seja mantida no lugar enquanto o polímero da técnica anterior permite que ocorra uma deformação. EXEMPLO 16: Este exemplo refere-se ao uso de polímeros de acordo com a invenção no campo de tintas.
Para os testes n° 70 até n° 84, são produzidas formulações de tinta, partindo de uma base acetinada e através da adição de um polímero de acordo com a técnica anterior ou através da adição de um polímero de acordo com a invenção. A composição da base acetinada é como a seguir (peso em gramas): Propileno glicol: 40 Água: 134 Coatex® BR3 (COATEX®): 5 Mergal® K6N (RIEDEL DE HAEN®): 2 Nopco® NDW (HENKEL®): 1 Ti02 RHD2: 200 Hydrocarb® (OMYA®): 150 Acronal® 290 D (BASF®): 420 Butildiglicol: 30 Amônia(31%): 3 O teste n° 70 ilustra a técnica anterior e utiliza 985 gramas da dita base acetinada, junto com 14,1 gramas de um polímero da técnica anterior que é um co-polímero de ácido metacrílico e acrilato de etila e 0,9 grama de água.
Os testes n° 71 até n° 84 ilustram a invenção e utilizam 985 gramas da dita base acetinada e 15 gramas de co-polímeros diferentes, de acordo com a invenção, identificados pelo número dos testes nos quais já foram utilizados. 2 tipos de testes são então feitos com estas formulações de tinta diferentes: - Um teste de compatibilidade pigmentar, que consiste na medida da viscosidade de Brookfield® a 10 e 100 revoluções/minuto em cada formulação e então após a adição de 5% em peso em relação ao peso total da formulação de um pigmento preto que é Colanil N130 (CLARIANT®); a alteração na viscosidade é então calculada, expressa na forma de uma porcentagem de alteração em relação à viscosidade inicial e observada A10comp e Δ ioocomp dependendo do fato de esta se referir a uma medida feita a 10 ou a 100 revoluções/minuto; quanto menor esta variação, a compatibilidade pigmentar prova ser mais satisfatória; - um teste de estabilidade no forno giratório, que consiste na medida da viscosidade de Brookfield® a 10 e 100 revoluções/minuto em cada formulação e então após um repouso de 10 dias em um forno giratório a 50°C; a variação da viscosidade é então calculada, expressa na forma de uma porcentagem de alteração em relação à viscosidade inicial e observada A10stab e A10ostab dependendo do fato desta se referir a uma medida feita a 10 ou 100 revoluções/minuto; quanto mais próxima esta variação a zero, melhor prova ser a estabilidade;
Para os testes n° 70 até n° 84, os polímeros utilizados, junto com os valores de A10comp e Ai0ocomp obtidos para os testes de compatibilidade pigmentar e os valores A10stab e A10ostab obtidos para os testes de estabilidade à temperatura, são indicados na tabela 22. * co-polímero de ácido metacrílico e de acrilato de etila Tabela 22: polímeros utilizados nos testes n° 70 (técnica anterior) e n° 71 até 84 (invenção - os polímeros são identificados aqui pelos números dos testes em que foram utilizados anteriormente), junto com os valores de A-i0comp e Ai0ocomp (na forma de uma % de aumento relativo) obtidos para os testes de compatibilidade pigmentar e os valores de A-i0stab e A10ostab (na forma de uma % de aumento relativo) obtidos para os testes de estabilidade à temperatura.
Os resultados obtidos demonstram que o uso dos co-polímeros de acordo com a invenção leva a uma compatibilidade pigmentar e ainda uma estabilidade à temperatura, que são sistematicamentes melhoradas comparadas com as do polímero da técnica anterior.

Claims (19)

1. Uso de co-polímeros de acrílico solúveis em água, caracterizado pelo fato de ser em formulações aquosas possivelmente pigmentadas, na forma de um agente espessante que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja mantida na presença de compostos, solúveis ou não em água e quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, em que os ditos co-polímeros consistem: a) em pelo menos um monômero com insaturação etilênica e uma função carboxílica, b) em pelo menos um monômero não iônico com insaturação etilênica, c) em pelo menos um monômero oxialquilado com insaturação etilênica terminado por uma cadeia ramificada não aromática hidrofó-bica com 10 até 24 átomos de carbono, d) e possivelmente em pelo menos um monômero com pelo menos duas insaturações etilênicas, em que a cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática do monômero c) possui 10 até 24 átomos de carbono e possui 2 ramificações com pelo menos 6 átomos de carbono.
2. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que co-polímeros de acrílico solúveis em água em formulações aquosas possivelmente pigmentadas, na forma de um agente espessante que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja mantida na presença de compostos, solúveis ou não em água e quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, em que: a) o monômero ou os monômeros com insaturação etilênica e uma função carboxílica são escolhidos dentre os monômeros com insaturação etilênica e com uma função monocarboxílica tal como ácido acrílico ou metacrílico ou os hemiésteres diácidos tais como os monoésteres em Ci até C4 de ácidos maléicos ou itacônicos ou suas misturas ou escolhidos dentre os monômeros com insaturação etilênica e uma função dicarboxílica, tal como ácido crotônico, isocrotônico, cinâmico, itacônico, maléico ou os ani- d ridos de ácidos carboxílícos, tais como a π i d rido maiéieo, b) o monômero ou os monômeros não iônicos com insaturação etilênica são escolhidos dentre os ésteres, as amídas ou as nitrílas de ácidos acrílicos e metacrílicos, tais como os acrilatos ou os metacrilatos de metila, etila, butila, 2-etil-hexila ou dentre acrilonitrila, acetato de vinila, esti-reno, metilestireno, diisobutiieno, vinilpirrolidona, vinilcaprolactama, c) o monômero ou os monômeros oxialquilados com insatu-ração etilênica e terminados por uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono e possuindo 2 ramificações com pelo menos 6 átomos de carbono, possuem a fórmula a seguir: d) em que: - m e p representam um número de unidades de óxido de alqui-leno entre 0 e 150, - n representa um número de unidades de óxido de etileno entre 5e 150, - q representa um número inteiro pelo menos igual a 1 e tal como 5 < (m+n+p)q < 150 e preferencial mente tal como 15 < {m+n+pjq < 120, - Ri representa o radical metila ou etila, - R2 representa o radical metila ou etila, - R representa um radical contendo uma função insaturada que pode ser polimerizada que pertence ao grupo de ésteres acrílicos, melacrílí-cos, maléicos, itacônicos ou crotônicos, - R’ representa uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono, d) o monômero ou os monômeros possíveis, chamados de monômeros de reticulação, com pelo menos duas insaturações etilènicas, são escolhidos do grupo constituído por diacrilalo de etileno glicol, dimetacri- lato de etileno glicol, trimetilolpropanotriacrilato, trimetilolpropanotrimetacrila-to, acrilato de alila, metilenobisacrilamida, metilenobismetacrilamida, tetra-liloxietano, os trialilcianuratos, os éteres alílicos obtidos de polióis escolhidos dentre pentaeritritol, sorbitol ou sacarose.
3. Uso de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que co-polímeros de acrílico solúveis em água em formulações aquosas possivelmente pigmentadas, na forma de um agente espessante que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja mantida na presença de compostos, solúveis ou não em água e quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, em que os ditos co-polímeros contêm, expresso em peso: a) 2 até 95% e preferencial mente 5 até 90% de pelo menos um monômero com insaturação etilênica e uma função carboxílica escolhida dentre os monômeros com insaturação etilênica e com uma função mono-carboxílica tal como ácido acrílico ou metacrílico ou os hemiésteres diácidos tais como os monoésteres em Ci até C4 de ácidos maléicos ou itacônicos ou suas misturas ou escolhidos dentre os monômeros com insaturação etilênica e uma função dicarboxílica, tal como ácido crotônico, isocrotônico, cinâmico, itacônico, maléico ou os anidridos de ácidos carboxílicos, tais como anidrido maléico, b) 2 até 95% e preferencial mente 5 até 90%, de pelo menos um monômero não iônico com insaturação etilênica escolhido dentre os ésteres, as amidas ou as nitrilas de ácidos acrílicos e metacrílicos, tais como os acrilatos ou os metacrilatos de metila, etila, butila, 2-etil-hexila ou dentre acrilonitrila, acetato de vinila, estireno, metilestireno, diisobutileno, vinilpirro-lidona, vinilcaprolactama, c) 2 até 25% e preferencial mente 5 até 20%, de pelo menos um monômero com insaturação etilênica e terminado por uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono e possuindo 2 ramificações com pelo menos 6 átomos de carbono, possuindo a fórmula a seguir: (D em que; -mep representam um número de unidades de óxido de alqui-leno entre 0 e 150, - n representa um número de unidades de óxido de etileno entre 5e 150, - q representa um número inteiro pelo menos igual a 1 e tal como 5 5 (m+n+p)q < 150 e preferencial mente tal como 15 5 {m+n+p)q < 120, - Ri representa o radical metila ou etila, - R2 representa o radical metila ou etila, - R representa um radical contendo uma função insaturada que pode ser polimerizada que pertence ao grupo de ésteres acrílicos, metacríli-cos, maléicos, itacônicos ou croíônicos, - R’ representa uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono, d) 0% até 3% de pelo menos um monômero com pelo menos duas insaturações etilênicas escolhido do grupo que consiste em diacri-lato de etileno glicol, dimetacriiato de etileno glicol, tri metil ol p ropa n otr i acri I a -to, trimetilolpropanotrimetacrilato, acrilato de alila, metilenobisacrilamida, me-tilenobísmetacrílamida, tetraliioxietano, os tria li lei anu ratos, os éteres alílicos obtidos de polióis escolhidos dentre pentaeritritol, sorbitol ou sacarose, em que 0 total em peso dos monômeros a), b), c) e d) é igual a 100%.
4. Uso de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que co-polí meros de acrílico solúveis em água em formulações aquosas possivelmente pigmentadas, na forma de um agente espessante que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja mantida na presença de compostos, solúveis ou não em ãgua e quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, em que a cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática do monômero c) possui 16 até 20 átomos de carbono e possui 2 ramificações com pelo menos 6 átomos de carbono.
5. Uso de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que co-polímeros de acrílico solúveis em água em formulações aquosas possivelmente pigmentadas, na forma de um agente espessante que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja mantida na presença de compostos, solúveis ou não em água e quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, em que a cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática do monômero c) é escolhida dentre 2-hexil 1-decanila e 2-octil 1-dodecanila.
6. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de que co-polímeros de acrílico solúveis em água em formulações aquosas possivelmente pigmentadas, na forma de um agente espessante que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja mantida na presença de compostos, solúveis ou não em água e quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, em que o dito co-polímero não contém o monômero de reticulação d).
7. Uso de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que co-polímeros de acrílico solúveis em água em formulações aquosas possivelmente pigmentadas, na forma de um agente espessante que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja desenvolvida e/ou mantida na presença de compostos, solúveis ou não em água ou quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, em que os ditos co-polímeros estão em sua forma ácida ou parcial ou totalmente neutralizada por um ou mais agentes de neutralização possuindo uma função de neutralização monovalente, tais como os escolhidos do grupo, constituído pelos cátions alcalinos, em particular sódio, potássio, lítio, amô-nio ou as aminas primárias, secundárias, terciárias alifáticas e/ou cíclicas tais como a estearilamina, as etanolaminas (mono-, di- ou trietanolamina), a mono- ou dietilamina, a ciclohexilamina, a metilciclohexilamina, o 2-amino 2-metil 1-propanol e a morfolina.
8. Uso de acordo com uma das reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo fato de que co-polímeros de acrílico solúveis em água em formulações aquosas possivelmente pigmentadas, na forma de um agente espes-sante que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja mantida na presença de compostos, solúveis ou não em água e quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, em que as formulações de revestimento são escolhidas dentre tintas em dispersão, vernizes, revestimento para papel, cosméticos, detergentes, formulações têxteis e lamas de perfuração.
9. Agente espessante que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja desenvolvida e/ou mantida na presença de compostos, solúveis ou não em água ou quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, caracterizado pelo fato de que o dito agente espessante é um co-polímero de acrílico solúvel em água que consiste: a) em pelo menos um monômero com insaturação etilênica e uma função carboxílica, b) em pelo menos um monômero não iônico com insaturação etilênica, c) em pelo menos um monômero oxialquilado com insaturação etilênica terminado por uma cadeia ramificada não aromática hidrofó-bica com 10 até 24 átomos de carbono, d) e possivelmente em pelo menos um monômero com pelo menos duas insaturações etilênicas, em que a cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática do monômero c) possui 10 até 24 átomos de carbono e possui 2 ramificações com pelo menos 6 átomos de carbono.
10. Agente espessante de acordo com a reivindicação 9 que possibilita que o desenvolvimento e/ou a manutenção da viscosidade das formulações aquosas seja obtida na presença de compostos, solúveis ou não em água ou quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações aquosas, caracterizado pelo fato de que: a) o monômero ou monômeros com insaturação etilênica e uma função earboxílica são escolhidos dentre os monômeros com insaturação etílênica e com uma função monocarboxílica tal como ácido acrílico ou metacrílico ou os hemiésteres diácidos tais como os monoésteres em Ci até C4 de ácidos maléicos ou itacônicos ou suas misturas ou escolhidos dentre os monômeros com insatu ração etílênica e uma função dicarboxílica, tal como ácido crotônico, isocrotônico, cinâmico, itacônico, maléico ou os anidri-dos de ácidos carboxílicos, tais como anidrido maléico, b) o monômero ou os monômeros não íônicos com insatu-ração etílênica são escolhidos dentre os ésteres, as amidas ou as nitrílas de ácidos acrílicos e metacrílicos, tais como os acriatos ou os meta cri latos ou metila, etíla, butila, 2-etil-hexila ou dentre acrilonitrila, acetato de vinila, esti-reno, metilestireno, diisobutileno, vinilpirrolidona, vinilcaprolactama, c) o monômero ou os monômeros oxialquilados com insaturação etílênica e terminados por uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono e possuindo 2 ramificações com pelo menos 6 átomos de carbono, possuem a fórmula a seguir: (I) em que: - m e p representam um número de unidades de óxido de alqui-leno entre 0 e 150, - n representa um número de unidades de óxido de etileno entre 5e 150, - q representa um número inteiro pelo menos igual a 1 e tal como 5 < (m+n+p)q < 150 e preferencial mente tal como 15 < {m+n+p)q < 120, - Ri representa o radical metila ou etiia, - R2 representa o radical metila ou etila, - R representa um radical contendo uma função insatu rada que pode ser polimerizada que pertence ao grupo de ésteres acrílicos, metacrílicos, maléicos, itacônicos ou crotônicos, - R’ representa uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono, d) o monômero ou os monômeros possíveis, chamados de monômeros de reticulação, com pelo menos duas insaturações etilênicas, são escolhidos do grupo constituído por diacrilato de etileno glicol, dimetacri-lato de etileno glicol, trimetilolpropanotriacrilato, trimetilolpropanotrimetacrila-to, acrilato de alila, metilenobisacrilamida, metilenobismetacrilamida, tetra-liloxietano, os trialilcianuratos, os éteres alílicos obtidos de polióis escolhidos dentre pentaeritritol, sorbitol ou sacarose.
11. Agente espessante de acordo com a reivindicação 10 que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja desenvolvida e/ou mantida na presença de compostos, solúveis ou não em água ou quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, caracterizado pelo fato de que o dito agente espessante é um co-polímero de acrílico solúvel em água consistindo, expresso em peso: a) 2 até 95% e preferencial mente 5 até 90% de pelo menos um monômero com insaturação etilênica e uma função carboxílica escolhida dentre os monômeros com insaturação etilênica e com uma função mono-carboxílica tal como ácido acrílico ou metacrílico ou os hemiésteres diácidos tais como os monoésteres em Ci até C4 de ácidos maléicos ou itacônicos ou suas misturas ou escolhidos dentre os monômeros com insaturação etilênica e uma função dicarboxílica, tal como ácido crotônico, isocrotônico, cinâmico, itacônico, maléico ou os anidridos de ácidos carboxílicos, tal como anidrido maléico, b) 2 até 95% e preferencial mente 5 até 90%, de pelo menos um monômero não iônico com insaturação etilênica escolhido dentre os ésteres, as amidas ou as nitrilas de ácidos acrílicos e metacrílicos, tais como os acrilatos ou os metacrilatos ou metila, etila, butila, 2-etil-hexila ou dentre acrilonitrila, acetato de vinila, estireno, metilestireno, diisobutileno, vinilpirro-lidona, vinilcaprolactama, c) 2 até 25% e preferencial mente 5 até 20%, de pelo menos um monômero com insaturação etilênica e terminado por uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono e possuindo 2 ramificações com pelo menos 6 átomos de carbono, possuindo a fórmula a seguir: (D em que: -mep representam um número de unidades de óxido de alqui-leno entre 0 e 150, - n representa um número de unidades de óxido de etileno entre 5e 150, - q representa um número inteiro pelo menos igual a 1 e tal como 5 < (m+n+p)q < 150 e preferencial mente tal como 15 < {m+n+p)q < 120, - Ri representa o radical metila ou etila, - R2 representa o radical metila ou etila, - R representa um radical contendo uma função insaturada que pode ser polimerizada que pertence ao grupo de ésteres acrílicos, metacríli-cos, maléicos, itacônicos ou crotônicos, - R’ representa uma cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática com 10 até 24 átomos de carbono, d) 0% até 3% de pelo menos um monõmero com pelo menos duas insaturações etilênícas escolhido do grupo que consiste em diacrilato de etileno glicol, dimetacriato de etileno glicol, tri meti I ol p ro pan otri a cri I ato, trimetiIolpropanotrimetacrilato, acrilato de alia, metilenobisacrilamida, meti-lenobismetacrilamida, tetraliloxietano, os trialileianuratos, os éteres alílicos obtidos de polióis escolhidos dentre pentaeritritol, sorbitol ou sacarose, em que o total em peso dos monômeros a), b), c) e d) é igual a 100%.
12. Agente espessante de acordo com a reivindicação 10 que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja desenvolvida e/ou mantida na presença de compostos, solúveis ou não em água ou quan- do os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, caracterizado pelo fato de que a cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática do monô-mero c) possui 16 até 20 átomos de carbono e possui 2 ramificações com pelo menos 6 átomos de carbono.
13. Agente espessante de acordo com a reivindicação 12 que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja desenvolvida e/ou mantida na presença de compostos, solúveis ou não em água ou quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, caracterizado pelo fato de que a cadeia ramificada hidrofóbica e não aromática do monô-mero c) é escolhida dentre 2-hexil 1-decanila e 2-octil 1-dodecanila.
14. Agente espessante de acordo com qualquer uma das reivindicações 9 a 13 que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja desenvolvida e/ou mantida na presença de compostos, solúveis ou não em água ou quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, caracterizado pelo fato de que o dito agente espessante não contém o monômero de reticulação d).
15. Agente espessante de acordo com qualquer uma das reivindicações 9 a 14 que possibilita que a viscosidade das formulações aquosas seja desenvolvida e/ou mantida na presença de compostos, solúveis ou não em água ou quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações, caracterizado pelo fato de que o dito agente espessante é um co-polímero de acrílico solúvel em água em sua forma ácida ou parcialmente ou totalmente neutralizada por um ou mais agentes de neutralização possuindo uma função de neutralização monovalente, tais como os escolhidos do grupo constituído pelos cátions alcalinos, em particular sódio, potássio, lítio, amô-nio ou as aminas primárias, secundárias, terciárias alifáticas e/ou cíclicas tais como estearilamina, as etanolaminas (mono-, di- ou trietanolamina), a mono- ou dietilamina, a ciclohexilamina, a metilciclohexilamina, o 2-amino 2-metil 1-propanol e morfolina.
16. Processo para a produção de formulações aquosas possivelmente pigmentadas, caracterizado pelo fato de que o agente espessante, como definido em qualquer uma das reivindicações 9 a 15 é adicionado às ditas formulações na presença de compostos, solúveis ou não em água, tais como sais ou tensoativos ou quando os ditos compostos são adicionados às ditas formulações aquosas.
17. Formulação aquosa possivelmente pigmentada, caracterizada pelo fato de que contém o agente espessante como definido em qualquer uma das reivindicações 9 a 15.
18. Formulação de revestimento aquosa de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que é escolhida dentre as tintas em fase aquosa, tais como as tintas em dispersão, os vernizes, o revestimento para papel, as formulações para cosméticos, as formulações detergentes, as formulações têxteis e as lamas de perfuração.
19. Formulação aquosa de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que é escolhida dentre as formulações para placa de gesso tais como as formulações de carga de junta para placa de gesso, as formulações para cerâmica, as formulações para couro, as formulações de gesso ou as formulações para aglutinantes hidráulicos tais como formulações para argamassa.
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