BRPI0614278A2 - téter de agulha - Google Patents

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BRPI0614278A2
BRPI0614278A2 BRPI0614278-8A BRPI0614278A BRPI0614278A2 BR PI0614278 A2 BRPI0614278 A2 BR PI0614278A2 BR PI0614278 A BRPI0614278 A BR PI0614278A BR PI0614278 A2 BRPI0614278 A2 BR PI0614278A2
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Glade H Howell
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Becton Dickinson Co
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Abstract

TéTER DE AGULHA. Um novo tipo de téter que pode ser usado em conjunto com uma agulha e um protetor de agulha é descrito. O téter é desenhado tal que se uma agulha é retraida de um paciente, o téter ajudará a prender a ponta da agulha dentro do protetor de agulha. O téter em geral compreenderá um corpo e uma ou mais abas que são adicionadas ao corpo. Cada uma das abas também incluirá pelo menos uma abertura. As aberturas e as abas são desenhadas tal que a agulha pode ser roscada através das aberturas nas abas.

Description

"TÉTER DE AGULHA"
CAMPO TÉCNICO
A presente invenção refere-se em geral a um téterque pode ser usado em conjunto com a agulha e um dispositivoprotetor de agulha. Mais especificamente, a presente inven-ção refere-se a um téter aperfeiçoado tendo abas que reterãouma ponta de agulha dentro do protetor de agulha.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Uma consideração significante em medicina modernaé a ocorrência de perfurações ou picadas não intencionaiscom agulhas médicas (algumas vezes, referidas como "espeta-delas de agulha"). Agulhas são, é claro, amplamente usadasna maioria de tipos de procedimentos médicos. Agulhas sãousadas para distribuir e extrair fluidos tais como fluidosfarmacêuticos e corpóreos, notadamente sangue. Agulhas sãotambém usadas para estabelecer aceso vascular e arterial.Por exemplo, as agulhas são usadas para inserir cateteres emuma veia ou artéria de modo que o acesso àquela veia ou ar-téria pode ser feito pelo periodo de tempo necessário. Osfluidos intravenosos podem então ser introduzidos no corpoatravés de uma linha fixada ao cateter.
Cateteres são usados para infundir fluido, tal co-mo solução salina normal, vários medicamentos, e nutriçãoparenteral total, em um paciente, retirando sangue de um pa-ciente, ou monitorar vários parâmetros do sistema vasculardo paciente. Um tipo comum de cateter intravenoso (IV) 'umcateter IV periférico sobre a agulha. Como seu nome implica,um cateter sobre a agulha é montado em uma agulha introduto-ra tendo uma ponta distai aguda. Pelo menos a parte distaido cateter engata de modo justo na superfície externa da a-gulha para impedir a retirada do cateter e assim facilitar ainserção do cateter no vaso sangüíneo. 0 cateter e a agulhaintrodutora são montados de modo que a ponta distai da agu-lha introdutora se estende além da ponta distai do catetercom a chanfradura da agulha voltada para cima, para longe dapele do paciente. 0 cateter e a agulha introdutora são emgeral inseridos a um ângulo raso através da pele do pacientedentro de um vaso sangüíneo.
A fim de verificar a colocação apropriada do cate-ter no vaso sangüíneo, o médico em geral confirma que existeum "retorno" de sangue em uma câmara de retorno da montagemde cateter. Uma vez que a colocação do cateter no vaso san-guíneo é confirmada, o médico aplica pressão no vaso sangüí-neo pressionando para baixo na pele do paciente sobre o vasosangüíneo, distai à agulha introdutora e o cateter. Estapressão de dedo obstrui o vaso, minimizando o fluxo adicio-nal de sangue através da agulha introdutora e o cateter. Omédico então retira a agulha introdutora, deixando o cateterno lugar, e fixa um dispositivo apropriado ao cateter. Naprática tradicional, a conclusão deste processo deixou umaagulha exposta, que foi, ao mesmo tempo, contaminada comsangue.
Com tal uso amplo de agulhas deixando agulhas ex-postas depois do procedimento presente, não é surpreendenteque um ferimento comum em pessoal médico envolve a perfura-ção inadvertida com uma agulha. "Espetadelas de agulha" são,tipicamente, o tipo mais comum de ferimento acidental empessoal médico. Espetadelas de agulha variam de aborrecimen-to doloroso a ferimentos sérios. Na prática médica contempo-rânea, estes ferimentos se tornaram ameaças mais sérias com,a presença crescente de doenças transmitidas por sangue.
Muitas agências governamentais (Nos Estados Unidose em outros paises) adotaram, ou estão considerando adotar,regras e regulamentos governando o uso de agulhas. Tais re-gras e regulamentos comumente incluem uma provisão que exigeque o dispositivo que emprega agulha inclua algum mecanismopara embotar agulha, retraindo a agulha dentro de um recipi-ente seguro, ou outra maneira de impedir a agulha de causaruma espetadela inadvertida uma vez que esta já serviu a seupropósito. Com estes fatores em mente, vários inventores efabricantes de dispositivo médico têm estado ativos em de-senvolver dispositivos de acesso sem agulha, dispositivos deagulha de auto-embotamento, os dispositivos de cateter queincluem algum tipo de mecanismo de contenção para agulha u-sada.
"Protetores de agulha" ou dispositivos de proteçãode agulha são dispositivos que foram desenhados a fim de a-tender a estes novos padrões/regulamentos governamentais. Emgeral, um protetor de agulha é um alojamento, luva, ou outrodispositivo similar que é desenhado tal que quando a agulhaé retirada do paciente, a ponta da agulha será capturadadentro do protetor de agulha. O propósito destes dispositi-vos protetores de agulha é alojar a ponta da agulha em umalocalização segura, desse modo evitando a possibilidade deespetadelas de agulha.
Tipicamente, o protetor de agulha operará atravésdo uso de téteres e sistemas de téter. Em geral, estes sis-temas de téter saio de um comprimento conhecido e são fixa-dos na agulha (por meio do manipulo ou cubo de agulha) e oprotetor de agulha. Estes sistemas de téter são desenhadospara restringir o movimento da agulha e para reter posteri-ormente a ponta da agulha dentro do protetor de agulha. Maisespecificamente, o sistema de téter é desenhado tal que se ousuário tenta puxar/retrair a ponta da agulha do protetor deagulha, o téter impedirá tal movimento e reterá a ponta daagulha no interior do protetor de agulha.
É claro, a fim do téter reter adequadamente a pon-ta da agulha dentro do protetor de agulha, o comprimento e-xato do téter deve ser estabelecido com precisão e acuidade.
Mais especificamente, o comprimento do téter deve ser deter-minado tal que mesmo se o téter é completamente estendido, otéter ainda será capaz de reter a ponta de agulha no interi-or do protetor de agulha.
Infelizmente, muitos sistemas de téter conhecidossão desenhados tal que a agulha é tecida/rosqueada atravésde uma parte do téter. Enquanto tal enfiamento é um meio e-ficaz de fixar o téter na agulha, este tipo de tecedura fre-qüentemente significa que o téter pode ser capaz de estirardurante o uso. Tal estiramento do téter é desvantajoso pelofato de que introduz tolerância/afrouxamento no comprimentodo téter.
Conseqüentemente, existe uma necessidade na técni-ca de um novo tipo de téter que eliminará a possibilidade deque o téter estirará durante o uso, Tal téter é descrito aqui.
BREVE SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A fim de superar as limitações discutidas acima, apresente invenção refere-se a um novo tipo de téter que podeser usado em conjunto com uma agulha e um protetor de agu-lha. Como é conhecido na técnica, um protetor de agulha é umdispositivo que é desenhado para capturar/reter uma agulhadepois que a agulha foi inserida em um paciente. O téter dapresente invenção é desenhado para ser usado em conjunto coma agulha/protetor de agulha e é desenhado para impedir aponta da agulha de ser retirada do protetor de agulha.
Como outros téteres conhecidos, o téter da presen-te invenção é desenhado tal que a ponta da agulha será enfi-ada através das aberturas no téter. O téter é desenhado talque quando o téter está na posição completamente estendida,a ponta da agulha será posicionada dentro do protetor de a-gulha. Conseqüentemente, se o usuário tenta retrair/puxar aponta de agulha para fora do protetor de agulha, o téter re-sistirá a tal movimento e reterá a ponta de agulha dentro doprotetor de agulha.
O téter em geral compreende um corpo. Este corpo éem geral uma peça de material retangular. Usualmente, o ma-terial usado para fazer o téter será um material não estirá-vel. O corpo terá uma extremidade proximal e uma extremidadedistai. A extremidade proximal é desenhada tal que pode serfixada no cubo da agulha enquanto a extremidade distai é de-senhada tal que pode ser fixada no protetor de agulha.
0 corpo pode adicionalmente compreender uma oumais pregas. 0 téter é desenhado tal que pode ser dobrado aolongo das pregas. Mais especificamente, o téter é desenhadotal que antes da inserção da agulha no paciente, o téter se-rá dobrado ao longo das pregas em um formato em geral de a-cordeão. É claro, quando o téter é puxado para a posição es-tendida, o téter será em geral desdobrado em um elementolongo em formato retangular.
Diferente de alguns téteres previamente conheci-dos, o téter também incluirá uma ou mais abas. Estas abassão usualmente cortadas ou perfuradas do téter suando umamáquina de cortar em matriz ou outro dispositivo similar. Éclaro, outras modalidades podem ser feitas em que as abassão adicionadas e/ou fixadas no corpo do téter.
As abas serão usualmente perpendiculares ou em ge-ral perpendiculares à direção longitudinal do téter. Cadauma das abas também incluirá uma ou mais aberturas. Em ge-ral, estas aberturas são desenhadas tal que a agulha podeser enfiada através das aberturas ns abas.
Enfiar a agulha através das aberturas nas abas po-de fornecer vantagens significantes sobre sistemas da técni-ca anterior que têm agulha enfiada através das aberturas nocentro do téter. Mais particularmente, um dos inconvenientesde sistemas previamente conhecidos é que enfiando a agulhaatravés das aberturas no centro do téter (como é feito nes-tes sistemas previamente conhecidos), o téter pode ser capazde expandir/estirar. Novamente, este tipo de estiramento dotéter é desvantajoso em que introduz tolerância/incerteza nocomprimento do téter expandido. No entanto, enfiando a agu-lha através das aberturas nas abas, a possibilidade do esti —ramento do téter é eliminada e este problema da técnica an-terior é efetivamente superado.
BREVE DESCRIÇÃO DAS VÁRIAS VISTAS DOS DESENHOS
A fim de que a maneira em que os aspectos acimacitados e outros e vantagens da invenção é obtida será fa-cilmente entendida, uma descrição mais particular da inven-ção resumidamente descrita acima será proporcionada por re-ferência a modalidades especificas da mesma, que são ilus-tradas nos desenhos anexos. Entendendo que estes desenhosrepresentam somente modalidades tipicas da invenção e nãosão portanto para serem consideradas limitantes de seu esco-po, a invenção será descrita e explicada com especificidadee detalhe adicionais através do uso dos desenhos anexos em que:
a Figura 1 é uma vista em perspectiva de um cate-ter, uma agulha e protetor de agulha que são usados em con-junto com uma modalidade de um téter de acordo com a presen-te invenção; e
a Figura 2 é uma vista em perspectiva da modalida-de da Figura 1 que mostra a maneira em que o téter pode en-gatar a agulha.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
As modalidades presentemente preferidas da presen-te invenção serão entendidas melhor por referência aos dese-nhos, em que partes iguais são designadas por numerais i-guais. Será facilmente entendido que os componentes da pre-sente invenção, como em geral descritos e ilustrados nas fi-guras aqui, poderiam ser dispostos e desenhados em uma amplavariedade de configurações diferentes. Assim, a descriçãomais detalhada seguinte das modalidades do téter da presenteinvenção, como representada nas Figuras 1 a 2 não pretendelimitar o escopo da invenção, como reivindicado, mas é mera-mente representativa das modalidades presentemente preferi-das da invenção.
A Figura 1 é uma vista em perspectiva de uma mon-tagem de cateter 10 e uma agulha 14., Ambas a montagem decateter 10 e a agulha 14 são conhecidas na técnica e são u-sadas para introduzir fluido em um paciente. A agulha 14 temuma ponta de agulha 20 e um cubo de agulha 22 (que é algumasvezes chamado de manipulo de.agulha). A agulha 14 e a monta-gem de cateter 10 são similares e/ou idênticas aos disposi-tivos que são mostrados e descritos na Patente U.S. N°.6.606.181 e Patente U.S. N°. 6.171.287 (cujas patentes sãoexpressamente incorporadas aqui por referência). Conseqüen-20 temente, para mais informação quanto à montagem de catetere a agulha 14, o leitor deve consultar estas patentes eoutras patentes citadas aqui. É claro, aqueles versados natécnica reconhecerão que outros tipos de dispositivos podemtambém ser usados como a montagem de cateter 10 ou a agulha 14.
Como pode ser visto na Figura 1, a montagem de ca-teter 10 é essencialmente um cateter sobre a agulha padrão.Na configuração completamente montada, a ponta distai 20 daagulha 14 se estende da extremidade distai da montagem decateter 10. Como mencionado acima, esta é a colocação padrãode um cateter sobre a agulha, amplamente usada na técnica.
A montagem de cateter 10 também inclui um adapta-dor de cateter 12 fixado a um protetor de agulha 18. O adap-tador de cateter 10 é do tipo conhecido na técnica. 0 adap-tador de cateter 12 inclui asas 16. As asas 16 facilitam amanipulação e colocação da montagem de cateter 10. As asas16 podem também ser usadas para prender a montagem de cate-ter 10 no paciente, uma vez que a montagem de cateter 10 foiinserida, fornecendo uma superfície para prender com fita ousimilar.
Na modalidade mostrada na Figura 1, um protetor deagulha 18 é também ilustrado. Como é conhecido na técnica,um "protetor de agulha" é um dispositivo que é desenhado talque quando a agulha 14 é retirada do paciente, o protetor deagulha 18 capturará e reterá a ponta 20 da agulha 14 dentrodo protetor de agulha 18. Tal retenção da ponta da agulha 20é importante em que impede (como descrito acima) a ponta daagulha 20 d acidentalmente empalar ou injetar o médico.
Novamente, aqueles versados na técnica reconhece-rão que uma variedade de tipos diferentes de dispositivospode ser usada como protetor de agulha 18. De fato, qualquerdispositivo 'que seja capaz de reter a ponta da agulha 20depois que foi retirada do paciente pode ser usado como oprotetor de agulha 18. O exemplo particular do protetor deagulha 18 na Figura 1 é um alojamento através do qual a agu-lha 14 pode passar.Como mostrado na Figura 1, um téter 30 é tambémilustrado. 0 téter 30 é desenhado para ser usado em conjuntocom a agulha 14 e o protetor de agulha 18. Como outros téte-res que são conhecidos na técnica, o téter 30 é desenhadotal que pode ser usado para ajudar a reter a ponta da agulha20 dentro do protetor de agulha 18. Conseqüentemente, infor-mação adicional quanto a téteres e a maneira em que podemser usados com agulhas/protetores de agulha pode ser encon-trada na Patente U.S.. N°. 6.527.747 (cuja patente é expres-samente incorporada aqui por referência e será referida aquicomo "patente 747").
Uma variedade de materiais diferentes pode ser u-sada para construir o téter 30 de acordo com a presente in-venção. Em algumas das modalidades presentemente preferidas,o material usado para fazer o téter 30 é um material não es-tirável tal como tereftalato de polietileno. Um material"não estirável" é qualquer material que é material rigido ourelativamente rigido que não se expandirá ou estirará quandoo téter 30 é expandido para a posição estendida. Em geral,estes materiais "não estiráveis" são plásticos ou outros ma-teriais similares. É claro, aqueles versados na técnica re-conhecerão que uma variedade de outros tipos de materiaispode também ser usada para construir o téter 30, incluindomateriais que podem estirar ou expandir quando o téter 30 éexpandido para a posição estendida. No entanto, o uso detais materiais "que estiram" não é presentemente preferido.
Como pode ser visto na Figura 1, o téter 30 com-preende em geral um corpo 36. 0 corpo 36 pode ser uma peçaretangular de material que é configurada tal que a direçãolongitudinal 38 do corpo 36 é paralela à agulha 14. É claro,outros formatos e/ou configurações podem também ser usados.
Em geral, o corpo 36 terá uma extremidade proximal40 e uma extremidade distai 42. A extremidade proximal 40 édesenhada tal que pode ser fixada no cubo de agulha 22 en-quanto a extremidade distai 42 é desenhada tal que pode serfixada no protetor de agulha 18. Na modalidade mostrada naFigura 1, tal fixação é realizada usando um furo proximal 46e um furo distai 48. O furo proximal 46 é adicionado à ex-tremidade proximal 40 enquanto o furo distai 48 é adicionadoà extremidade distai 42. os furos 46, 48 são dimensionados econfigurados tal que podem engatar em pontas de fixação 56,58 que são adicionadas ao cubo de agulha 22 e ao protetor deagulha 18. Mais especificamente, o pino 56 é desenhado talque pode passar através do furo 46 (como ilustrado pelas li-nhas tracejadas) e conectar a extremidade proximal 40 na a-gulha 14 e/ou o cubo de agulha 22. Igualmente, a ponta 58 édesenhada tal que pode passar através do furo 48 (como é i-lustrado pelas linhas tracejadas) e conectar a extremidadedistai 42 no protetor de agulha 18.
Os furos 46, 48 são um mecanismo pouco dispendiosoe eficaz para fixar o téter 30 na agulha 14 e no protetor deagulha 18. Conseqüentemente, o uso de tais furos 46, 48 é umdos métodos presentemente preferidos para fixar as extremi-dades 40, 42 na agulha 14 e no protetor de agulha 18. Aque-les versados na técnica reconhecerão, no entanto, que outrosmétodos e/ou mecanismos para fixar as extremidades 40, 42e/ou o téter 30 na agulha 14/protetor de agulha 18 podemtambém ser usados.
O corpo 36 pode adicionalmente compreender uma oumais pregas 60. (as pregas são também ilustradas com clarezana Figura 2). 0 téter 30 é desenhado tal que pode ser dobra-do ao longo das pregas 60. Mais especificamente, o téter 30é desenhado tal que antes do tempo que a agulha 14 é inseri-da no paciente, o téter 30 será dobrado ao longo de pregas60 em um formato em geral de acordeão (como mostrado na Figura 1).
Como mostrado na Figura 1, o téter 30 é posiciona-do ao longo da direção longitudinal 38 da agulha 14 tal queé posicionado entre o cubo 22 e o protetor de agulha 18. Noentanto, o comprimento do téter 30 é menor que a distânciaentre o cubo de agulha 22 e o protetor de agulha 18. Quandoa agulha 14 é passada através do protetor de agulha 18 e damontagem de cateter 10, o corpo 36 do téter 30 estará em umaposição dobrada em acordeão compactada, entre o protetor deagulha 18 e o cubo 22. É claro, como notado acima, quando otéter 30 está nesta configuração, a ponta de agulha 20 seestenderá para fora da extremidade distai da montagem de ca-teter 10.
Depois que a montagem de cateter 10 foi inseridano paciente, o médico retirará a agulha 14 do paciente., Co-mo notado acima, tal retirada da agulha 14 posicionará aponta da agulha 20 no interior do protetor de agulha 18. Co-mo descrito acima, o protetor de agulha 18 terá um mecanismode travamento (não mostrado) que impede a agulha 14 de serre-estendida para fora do protetor de agulha 18 na direçãoda montagem de cateter 10.
A retirada da ponta de agulha 20 para o interiordo protetor de agulha 18 afetará o téter 30. Como notado a-cima, o téter 30 é fixado no cubo de agulha 20. Conseqüente-mente, quando a agulha 14 é movida, tal movimento também a-fetará o téter 30. Mais especificamente, quando a agulha 14é movida, e a ponta de agulha 20 é retirada, o téter 30 seexpandirá-estenderá na direção longitudinal 38. (Este movi-mento do téter 30 não causará estiramento significante dotéter 30 porque o téter 30 é feito de um material não esti-rável). Por sua vez, esta expansão/extensão do téter 30 sig-nifica que, uma vez que a ponta da agulha 20 foi retiradapara dentro do protetor de agulha 18, o téter 30 não estámais na configuração compactada/dobrada em acordeão.
O téter 30 é configurado tal que impedirá a pontada agulha 20 de ser retirada do protetor de agulha 18 (nadireção do cubo 22). Como notado acima, o comprimento do té-ter estendido 30 é menor que a distância entre o cubo de a-gulha 22 e o protetor de agulha 18. Assim, quando o téter 30está na posição completamente estendida. A ponta 20 da agu-lha 14 será posicionada dentro do protetor de agulha 18.
Conseqüentemente, se o usuário tenta retrair adicionalmentea agulha 14 (isto é, para puxar adicionalmente a agulha 14tal que a ponta 20 deixaria o protetor de agulha 18), o té-ter completamente estendido 30 resistirá a este movimen-to/retração da agulha 14 e opera para reter a ponta 20 den-tro do protetor de agulha 18. De fato, a única maneira que ousuário pode retrair a ponta 20 do protetor de agulha 18 se-rá romper o téter 30. Assim, desta maneira, o téter 30 pren-de a ponta da agulha 20 dentro do protetor de agulha 18 eprotege o usuário de ser acidentalmente impalado/injetadocom a ponta da agulha 20.
Uma aba 66 é também adicionada no téter 30. Umaaba 66 é uma aba ou extensão de material que é em geral re-cortado do corpo 36 (como será descrito em mais detalhe emconjunto com a figura 2). Outras modalidades podem tambémser feitas, em que a aba 66 é fixada no corpo 36.
A aba 66 será em geral feita do mesmo material queé usado para fazer o corpo 36. Como mostrado na Figura 1,mais que uma aba 66 pode também ser usada. O número exato deabas 66 dependerá do comprimento do téter 30, o comprimentoda agulha 14, e/ou outros fatores conhecidos daqueles versa-dos na técnica.
Como será descrito em mais detalhe abaixo, as abas66 são recortadas do corpo 36. Conseqüentemente, quando otéter 30 esta na posição compactada/dobrada em acordeão, asabas 66 serão perpendiculares ou em geral perpendiculares àdireção longitudinal 38. No entanto, outras orienta-ções/configurações das abas 66 podem também ser usadas.
Na modalidade mostrada, cada uma das abas 66 tam-bém incluirá pelo menos uma abertura 70. Uma abertura 70 éuma abertura ou furo que está localizado na aba 66. As aber-turas 70 são usualmente posicionadas próximas ao meio dasabas 66. No entanto, outras posições podem ser usadas. Asaberturas 70 são também desenhadas tal que a agulha 14 podeser enfiada através das aberturas 70. Assim, as aberturas 70podem ter um formato arredondado e um diâmetro que é subs-tancialmente igual a e/ou ligeiramente maior que o diâmetroda agulha 14. Outras dimensões e/ou configurações para asaberturas 70 podem também ser usadas.
Deve ser notado também que, em outras modalidades,cada uma das abas 66 não compreenderá uma abertura 70. Porexemplo, as modalidades podem ser feitas em que existem múl-tiplas abas 66 e somente uma (ou poucas selecionadas) dasabas 66 compreendem uma abertura 70. Ainda outras modalida-des podem ser construídas em que cada outra aba 66 (ou cadaterceira aba, cada quarta aba, etc.) compreende uma abertura70. Aqueles versados na técnica reconhecerão que uma varie-dade de configurações diferentes quanto ao número de abertu-ras 70 e/ou o número de abas 66 pode ser usada. Ainda moda-lidades adicionais podem ser construídas em que o téter 30somente tem uma aba 66 e que a aba única compreende uma a-bertura 70. Ainda modalidades adicionais podem ser construí-das em que uma ou mais abas 66 compreendem uma pluralidadede aberturas 70.
Na modalidade mostrada na Figura 1, o tamanho dasaberturas 70 é menor que aquele que é normalmente encontradoem téteres conhecidos na técnica. O téter 30 pode ser maisestrito que outros téteres devido a esta redução em tamanhoda abertura 70. Em algumas modalidades, tal redução em tama-nho das aberturas 70 pode operar para reduzir o estiramentototal do téter 30. no entanto, outras modalidades podem tam-bém ser feitas em que as aberturas 70 são do mesmo tamanhoe/ou maiores que os furos/abertura conhecidos na técnica.
Como notado acima, as abas 66 e as aberturas 70são desenhadas tal que a agulha 14 pode ser enfiada atravésdas aberturas 70 que são posicionadas nas abas 66. Tal enfi-amento da agulha 14 através das aberturas 70 nas abas 66pode, em algumas modalidades, fornecer vantagens significan-tes. Como ilustrado na patente '747, muitos dos téteres cor-rentemente conhecidos têm a agulha enfiada através de aber-turas grandes (m um padrão sobre e sob) que estão localiza-das no centro do téter. 0 inconveniente com enfiar a agulhaatravés das aberturas centrais é que esta configuração per-mitirá o téter de estirar quando téter é expandido. Tal es-tiramento pode ser desvantajoso em que torna dificil deter-minar o comprimento exato do téter estendido. Conseqiiente-mente, se o téter estira "muito", o téter pode não ser capazde reter adequadamente a ponta da agulha dentro do protetorde agulha.
No entanto, o téter 30 das modalidades presentessupera estas limitações. Por exemplo, o téter 30 é feito deum material não estirável que elimina/reduz o estiramentopotencial do téter 30. Mais importante,m o uso das abas 66também ajuda a eliminar qualquer potencial para estiramentodo téter 30. Usando as abas 66 e as abertura 709 como o me-canismo para fixar a agulha 14 no téter 30, o estiramentoindesejado do téter 30 efetivamente será eliminado. Maisparticularmente, o uso de abas 66 significa que o comprimen-to estendido do téter 30 será conhecido com precisão e acui-dade. Como um resultado, a possibilidade de que o téter 30estirará "muito" e permitirá a ponta de agulha 20 ser reti-rada para fora do protetor de agulha 18 é drasticamente re-duzida e/ou eliminada. Igualmente, porque o comprimento dotéter 30 será conhecido com precisão e acuidade, protetoresde agulha mais curtos, menores e/ou mais compactos 18 podemser usados.
Referindo-se agora à Figura 2, uma vista em pers-pectiva da modalidade do téter 30 da Figura 1 ilustra a ma-neira em que o téter 30. pode engatar a agulha 14. Especifi-camente, a Figura 2 mostra o téter 30 na posição estendida,tal como ocorreria quando a agulha 14 é retraida da montagemde cateter 10. Para propósitos de clareza ilustração, noentanto, o protetor de agulha 18 (que normalmente estariapresente no sistema reteria a ponta de agulha 20) não é i-lustrado.
Na modalidade exemplar mostrada na Figura 2, ocomprimento do téter 30 (na posição estendida) pode ser en-tre cerca de 6 a 7 centímetros. Outras modalidades podem u-sar comprimentos e tamanhos diferentes do téter 30, que de-penderão de fatores tais como o comprimento da agulha, ocomprimento do téter, a resistência do téter, etc. As pregas60 podem ser posicionadas ao longo da direção longitudinal38 do téter 30. Em algumas modalidades exemplares, as pregas60 serão uniformemente espaçadas através do téter 30 tal quea distância entre quaisquer duas pregas adjacentes 60 podeser aproximadamente 5 milímetros. É claro, outras dimensõese/ou distâncias entre as pregas podem também ser usadas. E-lementos adicionais podem ter as pregas 60 dispostas dife-rentemente e/ou ter comprimentos/distâncias diferentes entreas pregas 60 baseadas em fatores tais como o formato do té-ter 30, o comprimento do téter 30, o comprimento da agulha,a resistência do téter 30, o número total de pregas 60, etc.
Como mostrado na Figura 2, as abas 66 podem serformadas diretamente a partir do material que é usado paraformar o téter 30. Nas modalidades mostradas na Figura 1,isto é realizado cortando as abas 66 (usando uma máquina decortar em matriz ou outro dispositivo similar) diretamenteno téter 30. uma vez que as abas 66 foram cortadas no téter30, as abas 66 podem ser, como mostrado na Figura 2, levan-tadas de modo que são em geral perpendiculares à direçãolongitudinal 38. É claro, aqueles versados na técnica reco-nhecerão que outros métodos para formar e/ou fixar as abas66 no corpo 36 podem também ser usados, incluindo soldar,tecer, coser, etc.
A presente invenção pode ser incorporada em outrasformas especificas sem se afastar de suas estruturas, méto-dos e outras características essenciais como amplamente des-crito aqui e reivindicado posteriormente. As modalidadesdescritas devem ser consideradas em todos os aspectos somen-te como ilustrativas, e não restritivas. 0 escopo da inven-ção é, portanto, indicado pelas reivindicações anexas, emvez de péla descrição precedente. Todas as mudanças que seencontram dentro do significado e alcance de equivalênciadas reivindicações devem ser incluídas dentro de seu escopo.

Claims (21)

1. Téter para uso com uma agulha e um protetor deagulha, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:um corpo tendo uma extremidade proximal e uma ex-tremidade distai, em que a extremidade proximal é fixável emum cubo de agulha e a extremidade distai é fixável em umprotetor de agulha;uma aba fixada em e se estendendo a partir do cor-po, a aba compreendendo uma abèrtura desenhada tal que a a-gulha pode ser roscada através da abertura.
2. Téter, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que é configurado tal que quandoo téter é estendido, o téter prenderia a ponta da agulhadentro do protetor de agulha.
3. Téter, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende uma pluralidade deabas, em que as abas são cortadas do corpo do téter.
4. Téter, de acordo com a reivindicação 3,CARACTERIZADO pelo fato de que as abas são configuradas talque quando a agulha é roscada através dá abertura, a aba es-tá em geral perpendicular à direção longitudinal do téter.
5. Téter, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que é dobrado ao longo de pregasno corpo tal que antes da inserção da agulha em um paciente,o téter terá um formato em geral de acordeão.
6. Téter, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que é feito de um material nãotensor.
7. Téter, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a abertura é ligeiramentemaior em diâmetro que o diâmetro da agulha.
8. Téter, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que a abertura é ligeiramentemaior em diâmetro que o diâmetro da agulha.
9. Téter, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que compreende uma pluralidade deabas e em que cada aba tem uma abertura.
10. Método para reter uma ponta de agulha dentrode um protetor de agulha usando um téter, o método sendoCARACTERIZADO pelo fato de que compreende:obter um téter compreendendo um corpo e uma aba,em que o corpo tem uma extremidade proximal e uma extremida-de distai e uma aba compreendendo uma abertura;rosquear a agulha através da abertura; efixar a extremidade proximal a um cubo de agulha ea extremidade distai no protetor de agulha,em que o comprimento do téter é menor que a dis-tância.entre o cubo de agulha e a ponta de agulha tal que otéter impede o usuário de retirar a ponta da agulha do pro-tetor de agulha.
11. Método, de acordo com a reivindicação 10,CARACTERIZADO pelo fato de que ainda compreendendo a etapade dobrar o téter em um formato de acordeão.
12. Método, de acordo com a reivindicação 10,CARACTERIZADO pelo fato de que a etapa de fixar é realizadadepois da etapa de rosqueamento.
13. Método, de acordo com a reivindicação 10,CARACTERIZADO pelo fato de que o téter é feito de um materi-al não tensor.
14. Téter para uso com uma agulha e um protetor deagulha, o téter sendo CARACTERIZADO pelo fato de que compreende:um meio de corpo tendo uma extremidade proximal euma extremidade distai, em que a extremidade proximal é fi-xável em uma agulha e a extremidade distai é fixável em umprotetor de agulha;um meio de fixação para fixar o téter na agulha, omeio de fixação sendo fixado no corpo, em que o meio de fi-xação é desenhado para engatar a agulha.
15. Téter, de acordo com a reivindicação 14,CARACTERIZADO pelo fato de que é configurado de modo que otéter é estendido, o téter prenderá a ponta da agulha dentrodo protetor de agulha.
16. Téter, de acordo com a reivindicação 14,CARACTERIZADO pelo fato de que o meio de fixação compreendepelo menos uma aba, em que a aba é cortada do corpo do té-ter, e em que pelo menos uma aba compreende uma abertura.
17. Téter, de acordo com a reivindicação 16,CARACTERIZADO pelo fato de que a aba é configurada tal quequando a agulha é roscada através das aberturas, a aba estáem geral perpendicular à direção longitudinal do téter.
18. Téter, de acordo com a reivindicação 14,CARACTERIZADO pelo fato de ser dobrado ao longo de pregas nocorpo tal que antes da inserção da agulha em um paciente, otéter terá um formato em geral de acordeão.
19. Téter, de acordo com a reivindicação 14,CARACTERIZADO pelo fato de ser feito de um material não tensor.
20. Téter, de acordo com a reivindicação 14,CARACTERIZADO pelo fato de que o meio de fixação é uma plu-ralidade de abas e em que cada aba tem uma abertura.
21. Téter, de acordo com a reivindicação 14,CARACTERIZADO pelo fato de que o meio de fixação adicional-mente compreende uma abertura que é substancialmente igualou ligeiramente maior em diâmetro com relação ao diâmetro daagulha.
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