BRPI0614349A2 - sistema e método para fornecer um transportador de distribuição melhorado - Google Patents

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BRPI0614349A2
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Matthew L Fourney
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Laitram Llc
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Abstract

SISTEMAS E METODOS PARA O FORNECIMENTO DE UM TRANSPORTADOR COM TEMPORIZAçAO MELHORADO São tornecidos métodos e aparelhos para um sistema de transporte com o espaçamento unitorme de objetos transportados. Em uma modalidade, o sistema transportador inclui uma esteira transportadora que inclui um transportador com espaçamentos, roletes em alguns dos espaçamentos e um componente de posicionamento. O sistema transportador inclui adicionalmente um acionador do transportador acoplado ao sistema transportador, e uma superfície de atuação de roletes posicionada adjacentemente à esteira transportadora e configurada para interagir com uma pluralidade de roletes.

Description

SISTEMAS E MÉTODOS PARA O FORNECIMENTO DE UM TRANSPORTADORCOM TEMPORIZAÇÃO MELHORADO
CAMPO
A invenção se refere, de forma geral, atransportadores acionados automaticamente.
FUNDAMENTOS
Quando se conduz objetos em um sistema transportador,é freqüentemente necessário que se arrume os objetos em umaposição relativa conhecida, ou que se mantenha umespaçamento mínimo sobre a esteira transportadora.Dispositivos da técnica anterior, para resolução destanecessidade, têm utilizado uma multiplicidade de sensoresem combinação com componentes acionáveis para a parada dospacotes. Tal dispositivo é descrito na patente norte-americana US 6.648.125, de Bershadsky, que é aquiincorporada como referência. Outros métodos para atingir oespaçamento nos transportadores incluem esteirastransportadoras convencionais tendo barras de espaçamentomontadas de forma sobre ou subjacentes, que se movem avelocidades diferentes, usualmente menores, do que aesteira. Estes dispositivos são complexos e diminuem aeficiência do sistema transportador, como resultado daredução da velocidade ou parada dos pacotes ao longo dopercurso do transportador. Desta forma, existe na indústriauma necessidade não atendida até o momento, no sentido deresolver as deficiências e imperfeições mencionadasanteriormente.
SUMÁRIO
Modalidades da presente descrição fornecem um sistemade transporte para o controle do espaçamento dos objetostransportados, compreendendo: um transportador configuradopara transferir uma pluralidade de objetos em uma primeiradireção. O transportador inclui: uma esteira transportadoratendo uma pluralidade de espaçamentos; uma pluralidade deroletes, cada rolete estando disposto em um espaçamento etendo um eixo perpendicular à primeira direção; e umcomponente de posicionamento instalado adjacentemente aosroletes. O sistema de transporte também inclui umcomponente acionador do transportador acoplado ao sistemade transporte, o componente acionador configurado paraacionar a esteira transportadora; e uma superfície deatuação de roletes adjacente à esteira transportadora econfigurada para interagir com uma pluralidade de roletes.
Modalidades da presente descrição também podem servistas como fornecendo um método para a fabricação de umtransportador, compreendendo: a disposição de roletes emespaçamentos de uma esteira transportadora, os roletestendo um diâmetro maior do que a espessura da esteiratransportadora; a instalação de um componente posicionadorde objetos na esteira transportadora, o componenteposicionador sendo configurado de forma a parar amovimentação dos objetos por sobre a esteiratransportadora; a colocação de uma superfície de atuação deroletes adjacente à esteira transportadora e em contato comos roletes, de tal forma que a movimentação linear daesteira transportadora faça com que os roletes girem; e oacoplamento de um componente acionador à esteiratransportadora.
Modalidades da presente descrição podem seradicionalmente encaradas como fornecendo um método para acondução de objetos compreendendo: o acionamento de umaesteira transportadora em uma direção de movimento daesteira, a esteira transportadora tendo um primeiro roletenela instalado; o contato do primeiro rolete com umasuperfície de atuação de roletes estando localizada sob aesteira transportadora, de forma a fazer com que o primeirorolete gire na medida em que a esteira transportadorapercorra a superfície de atuação de roletes; a aceleraçãode um primeiro objeto sobre a esteira transportadora, emrelação à esteira transportadora, como resultado da rotaçãodo primeiro rolete; e a parada do primeiro objeto sobre aesteira transportadora, de forma a se conseguir umintervalo específico entre o primeiro objeto e um segundoobjeto.
Modalidades da presente descrição podem seradicionalmente vistas como fornecendo uma esteiratransportadora, para o espaçamento de objetostransportados, compreendendo: a aceleração de componentesconfigurados para mover um objeto ao longo da esteiratransportadora; e um componente de posicionamentolocalizado ao longo da esteira transportadora, o componentede posicionamento configurado de forma a interromper omovimento do objeto sobre a esteira transportadora.
Modalidades da presente descrição também podem servistas como fornecendo um método para o posicionamento deobjetos compreendendo: a aceleração de um objeto ao longode uma esteira transportadora, de tal forma que o objeto semova mais rapidamente do que a velocidade de movimento daesteira transportadora; e a parada do objeto com umcomponente de posicionamento da esteira transportadora, detal forma que o objeto se mova na mesma velocidade que aesteira transportadora, e seja mantido em uma localizaçãodesejada ao longo da esteira transportadora.
Outros sistemas, métodos, características e vantagensda presente descrição estarão ou tornar-se-ão evidentespara um especialista na técnica, durante o exame dosdesenhos e descrição detalhada a seguir. Pretende-se quetais sistemas adicionais, métodos, características evantagens sejam incluídos nesta descrição, estejam dentrodo escopo da presente descrição e sejam protegidos pelasreivindicações anexadas.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Muitos aspectos da descrição podem ser melhorentendidos com referência aos desenhos a seguir. Oscomponentes nos desenhos não estão, necessariamente, emescala, ao contrário, ênfase sendo dada em uma clarailustração dos princípios da presente descrição. Alémdisso, as mesmas referências numéricas nos desenhosdesignam objetos correspondentes nas várias vistas.
A FIG. 1 é um diagrama esquemático ilustrando umavista de topo de uma modalidade de um sistematransportador, utilizando um transportador comtemporização, como descrito aqui.
As FIGs. 2A e 2B são diagramas esquemáticos ilustrandovistas laterais de uma modalidade de um transportador comtemporização, como descrito aqui, em dois estágiosdiferentes de procedimento.
A FIG. 3 é um diagrama esquemático ilustrando umavista de topo, parcial, de uma modalidade de umtransportador, como descrito aqui.A FIG. 4 é um diagrama esquemático ilustrando umavista de topo, parcial, de um transportador em uma outramodalidade, como descrito aqui.
As FIGs. 5A e 5B são diagramas esquemáticos ilustrandovistas laterais de uma outra modalidade de um transportadorcom temporização, como descrito aqui, em dois estágiosdiferentes de procedimento.
A FIG. 6 é um diagrama esquemático ilustrando umavista de topo, parcial, de uma outra modalidade de umtransportador, como descrito aqui.
A FIG. 7 é um diagrama esquemático ilustrando umavista lateral de uma modalidade da FIG. 6.
A FIG. 8 é um diagrama esquemático ilustrando umavista lateral de uma outra modalidade de um transportador,15 como descrito aqui.
A FIG. 9 é uma vista lateral, parcial, de umamodalidade de um degrau linearmente acionável na posiçãorecolhida, como descrito aqui.
A FIG. 10 é uma vista lateral, parcial, de umamodalidade de um degrau linearmente acionável na posiçãoestendida, como descrito aqui.
A FIG. 11 é uma vista lateral, parcial, de umamodalidade de um degrau rotacionalmente acionável naposição recolhida, como descrito aqui.
A FIG. 12 é uma vista lateral, parcial, de umamodalidade de um degrau rotacionalmente acionável naposição estendida, como descrito aqui.
A FIG. 13 é uma vista lateral, parcial, de umamodalidade alternativa de um degrau rotacionalmenteacionável, na posição recolhida, como descrito aqui.A FIG. 14 é uma vista lateral, parcial, de umamodalidade alternativa de um degrau rotacionalmenteacionável, na posição estendida, como descrito aqui.
A FIG. 15 é um diagrama esquemático ilustrando umavista de topo, parcial, de uma modalidade de um sistematransportador que utiliza uma esteira transportadora detemporização, como descrito aqui.
A FIG. 16 é um diagrama esquemático ilustrando umavista de topo, parcial, de uma modalidade alternativa deuma seção de temporização ilustrada na FIG. 13.
A FIG. 17 é um diagrama esquemático ilustrando umavista de topo, parcial, de uma modalidade de umtransportador como utilizado nas modalidades da FIG. 14.
A FIG. 18 é um diagrama esquemático ilustrando umamodalidade de um método de fabricação de um transportador.
A FIG. 19 é um diagrama esquemático ilustrando umamodalidade de um método para o transporte de objetos.
A FIG. 20 é um diagrama esquemático ilustrando umamodalidade de um método para o posicionamento de objetos.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Tendo sumarizado vários aspectos da presentedescrição, agora serão feitas referências a detalhes naapresentação da descrição, conforme ilustrada nos desenhos.Embora a descrição seja feita em relação a estes desenhos,não há qualquer intenção de limitação da modalidade oumodalidades aqui descritas. Ao contrário, a intenção écobrir todas as alternativas, modificações e equivalênciasincluídas no espírito e escopo da descrição, como definidonas reivindicações em anexo.
Faz-se referência agora à FIG. 1, que é um diagramaesquemático ilustrando uma vista de topo de uma modalidadede um sistema transportador utilizando um transportador comtemporização. 0 sistema transportador 100 inclui umtransportador de alimentação 102, um transportador comtemporização 104 e um transportador de recepção 106. Cadaum destes transportadores é utilizado para transferirobjetos 108 em uma direção de movimento da esteira 110. Osobjetos 108 no transportador de alimentação 102 podem sertransportados em intervalos ou espaçamentos aleatórios. Osobjetos 108 que mudam do transportador de alimentação 102para o transportador com temporização 104 sãoreposicionados pelo transportador com temporização 104, detal forma que o transportador de recepção 106 receba osobjetos 108 a intervalos pré-determinados. Os intervalospré-determinados facilitam procedimentos de transportesubseqüentes, tais como, sincronismo em fila indiana,sincronismo lado-a-lado em fase, sincronismo lado-a-ladointercalado e consolidação não paralela.
Faz-se referência agora às FIGs. 2A e 2B, que sãodiagramas esquemáticos ilustrando vistas laterais de umamodalidade de um transportador com temporização em doisdiferentes estágios de procedimento. 0 transportador comtemporização 104 geralmente inclui componentes deaceleração e componentes de posicionamento. Esta modalidadedo transportador com temporização 104 inclui uma esteiratransportadora 12 0 tendo espaçamentos (não mostrados aqui),que contêm roletes 122, que são componentes de aceleração.
Um exemplo não limitante de uma esteira transportadora 12 0é uma de corrente mat-top, conforme revelada na patenteamericana US 6.4 94.312, outorgada a Constanzo, que é aquiincorporada como referência. Os roletes 122 sãodimensionados e posicionados de tal forma que cada roletese estenda acima de uma superfície superior 121 da esteiratransportadora 120, e abaixo de uma superfície inferior 123da esteira transportadora 120. Os roletes 122 podem serarrumados, numa configuração ilustrativa não limitante, emcolunas e linhas. Os roletes 122 são alinhados dentro daesteira transportadora de forma a acelerar objetos nadireção de movimento da esteira 110. O transportador comtemporização 104 também inclui, como exemplo de componentesde posicionamento, blocos de fricção 128, que são colocadosa intervalos específicos ao longo da superfície superior121 da esteira transportadora 120. Uma superfície deatuação de roletes 124 é posicionada sob a esteiratransportadora 120, de tal forma que os roletes 122 façamcontato com a superfície de atuação de roletes 124. Asuperfície de atuação de roletes 124 pode ser um componentede forma geral plana, e pode incluir uma superfíciesuperior tendo um alto coeficiente de atrito. Borracha, oucomponentes do tipo borrachoso, são exemplos não limitantesde materiais tendo um alto coeficiente de atrito. Otransportador com temporização 104 também inclui umcomponente de acionamento do transportador 126. Embora ocomponente de acionamento do transportador 126, conformeilustrado nas FIGs. 2A e 2B, seja mostrado como umcomponente de acionamento rotativo montado externamente,que está acoplado mecanicamente à esteira transportadora120 usando uma correia ou corrente 127, o componente deacionamento 126 do transportador com temporizador pode tervárias formas diferentes, dentro do escopo e do conceitoinventivo desta descrição. Por exemplo, o componente deacionamento do transportador 126 pode ser diretamenteacoplado ao transportador com temporização 104, ou pode sermecanicamente acoplado usando outras técnicas, incluindo,mas não limitando a, caixas de marchas, eixos deacionamento e juntas universais.
Como mostrado na FIG. 2A, conforme a esteiratransportadora 120 se move na direção de movimento daesteira 110, os roletes 122 entram em contato com asuperfície de atuação de roletes 124. A interação porfricção entre os roletes 122 e a superfície de atuação dosroletes 124 causa a rotação do rolete 132. Quando um objeto108 é suportado por um rolete 122, a rotação do rolete 132faz com que o objeto 108 atinja uma velocidade 130, emrelação à esteira transportadora 120 que é igual àvelocidade da esteira transportadora 120 em relação àsuperfície de atuação de roletes 124, de tal forma que oobjeto 108 se move com o dobro da velocidade da esteiratransportadora 120. O objeto 108 se move ao longo dacorreia transportadora 120 até que ele chega a um bloco defricção 128. Desta forma, cada objeto 108 avança até umaposição designada 134, como ilustrado na FIG. 2B. A posiçãodesignada 134 geralmente corresponde ã, e é determinadapela localização do bloco de fricção 128. O bloco defricção 128 é um exemplo não limitante de vários tipos decomponentes de posicionamento que são contemplados dentrodo escopo e conceito inventivo desta descrição.Adicionalmente, um transportador com temporização 104 podeser configurado em diferentes comprimentos, que podemincluir diferentes quantidades de posições designadas 134.Faz-se referência agora à FIG. 3, que é um diagramaesquemático ilustrando uma vista de topo, parcial, de umaesteira transportadora, em uma modalidade. Na modalidade daFIG. 3, a esteira transportadora 120 compreende umacorrente do tipo mat-top que inclui múltiplos segmentos decorrente 119 dobráveis e presos uns aos outros, de forma acriar uma alça de transporte. Os segmentos de corrente 119,que podem ser segmentos de corrente do tipo mat-top,incluem múltiplos espaçamentos 140 que podem receberroletes 122, montados em eixos 142, por exemplo. Ossegmentos de corrente 119 também podem receber blocos defricção 128. Como discutido nas FIGs. 2A e 2B, os roletes122, em virtude de seu contato com a superfície de atuaçãode roletes 124, fazem com que um objeto se mova, em relaçãoà esteira transportadora 120, na direção de movimento daesteira 110. Quando o objeto alcança os segmentos dacorrente 119 que têm blocos de fricção 128, o movimento doobjeto em relação à esteira transportadora 120 cessa. Destaforma, as localizações dos blocos de fricção 128, ou decomponentes de posicionamento alternativos, determinam oespaçamento final entre os objetos transportados.
Faz-se referência agora à FIG. 4, que é um diagramaesquemático ilustrando uma vista de topo, parcial, de umtransportador em uma outra modalidade. Nesta modalidade, ocomponente de posicionamento, na esteira transportadora120, é um degrau 144. Um degrau 144 pode ser genericamentedescrito como uma trava montada ao longo de, ou sobre um,transportador, que interfere com o movimento de um objetoem relação ao transportador, em um ponto específico aolongo do transportador. Em contraste com o bloco de fricçãodiscutido acima, com referência à FIG. 3, o degrau 144 nãoé geralmente co-planar à superfície criada pelos roletes122 e, contrariamente, estende-se acima do plano criadopelos roletes 122. Estendendo-se acima do plano definidopelos topos dos roletes, o degrau 144 fornece uma posiçãode parada final relativamente inflexível, para o objetosobre o transportador. Em contraste com os blocos defricção 128, um degrau 144 pode fornecer uma posiçãodesignada com controle mais preciso. Além disso,diferentemente de um bloco de fricção 128, a posiçãodesignada usando um degrau 144 é menos propensa a variaçõesem função da velocidade do transportador. Dependendo danatureza dos objetos no transportador, o bloco de fricção128 pode ser mais desejável, devido à sua taxa dedesaceleração ser menor do que aquela associada ao uso deum degrau 144. O componente de posicionamento pode serimplementado na forma de um bloco de fricção, um degrau,uma combinação destes ou outro componente apropriado.
Faz-se referência agora às FIGs. 5A e 5B, que sãodiagramas esquemáticos ilustrando vistas laterais de umaoutra modalidade de um transportador com temporização, emdois diferentes estágios de procedimento. Conforme mostradona FIG. 5A, o objeto 108 está se movendo a uma velocidaderelativa 130, através da interação com os roletes 122. Comomostrado na FIG. 5B, quando o objeto 108 alcança a posiçãodesignada 134, como definida pelo degrau 144, o objeto 108é parado em relação à esteira transportadora 120. Destaforma, cada um dos objetos transportados deixará otransportador com temporização a um intervalo determinadopela distância entre os degraus 144.Faz-se referência agora à FIG. 6, que é um diagramaesquemático ilustrando uma vista de topo, parcial, de umaoutra modalidade de um transportador. A esteiratransportadora 120 pode incluir múltiplos segmentos decorrente 119, que podem ter ou roletes ou componentes deposicionamento tais como, por exemplo, blocos de fricção128. A esteira transportadora 120 inclui uma zona deinteração alta 151 e uma zona de interação baixa 153. Umazona de interação alta 151 é geralmente caracterizada poruma substancial interação por atrito, entre os roletes 150e o objeto transportado 108, de tal forma que odeslizamento entre os roletes 150 e o objeto transportado108 seja reduzido ou eliminado. Similarmente, uma zona deinteração baixa 153 é geralmente caracterizada por um nívelreduzido de interação por atrito, entre os roletes 152 e oobjeto transportado 108, em relação à zona de interaçãoalta 151. Desta forma, o deslizamento entre os roletes 152e o objeto transportado 108 é aumentado, em relação aodeslizamento experimentado na zona de interação alta 151.
A zona de interação alta 151 é configurada com roletes150 projetados de forma a aumentar a interação por atritocom o objeto transportado 108, através da redução oueliminação do deslizamento entre os roletes 150 e o objetotransportado 108. Uma técnica para a redução ou eliminaçãodo deslizamento é o uso de roletes de grande diâmetro 150.Adicionalmente, ou alternativamente, a zona de interaçãoalta 151 pode utilizar roletes 150 com superfícies tendo umcoeficiente de atrito superficial relativamente grande, deforma a fornecer uma maior interação por atrito, entre orolete 150 e o objeto transportado 108. Similarmente, azona de interação baixa 153 pode utilizar roletes pequenos152 e/ou roletes tendo uma superfície com um coeficiente deatrito relativamente baixo. Roletes pequenos 152 e/ouroletes com coeficiente de atrito mais baixo permitem que oobjeto transportado 108 deslize sobre os roletes, tantodurante a desaceleração quanto depois do objetotransportado 108 ter parado em relação ao transportador.Opcionalmente, a esteira transportadora 120 pode incluirmais do que dois níveis de interação, onde diferentesníveis de interação podem ser obtidos através do uso deroletes de tamanhos diferentes, roletes com diferentescoeficientes de atrito e qualquer dessas combinações.
Faz-se referência agora à FIG. 7, que é um diagramaesquemático ilustrando uma vista de lateral de umamodalidade, conforme ilustrada na FIG. 6. A esteiratransportadora 120 inclui uma zona de alta interação 151,tendo roletes grandes 150, e uma zona de baixa interação153, tendo roletes pequenos 152. Conforme discutido acimacom referência à FIG. 6, a zona de baixa interação 153também pode apresentar roletes tendo um coeficiente deatrito mais baixo, desta forma permitindo o deslizamentoentre o rolete e o objeto, quando o objeto desacelera emcontato com o bloco de fricção 128. Conforme ilustrado, anatureza flexível da esteira transportadora 12 0 permite queambos os roletes grandes 150 e os roletes pequenos 152interajam com a superfície de atuação de roletes 124. Destaforma, os roletes 150 e 152, em ambas as zonas de altainteração 151 e de baixa interação 153, adquirem rotaçãoatravés do contato com a superfície de atuação de roletes124. Como mostrado na FIG. 8, que é um diagrama esquemáticoilustrando uma vista lateral de uma outra modalidade de umaesteira transportadora 120, o conceito de múltiplas zonasde interação também pode ser implementado quando se usa umdegrau 144 como componente de posicionamento. O degrau 144pode ser implementado de várias formas diferentes. Porexemplo, o degrau 144 pode ser configurado como umaestrutura em posição fixa, que mantém uma posição estendidasobre o transportador. Alternativamente, o degrau 144 podeser um degrau móvel acionável em, por exemplo, uma ou maislocalizações especificas ao longo do percurso dotransportador.
Faz-se referência à FIG. 9, a qual é uma vistalateral, parcial, de uma modalidade de um degraulinearmente acionável, na posição recolhida. O degraulinearmente acionável 160 é fixado na esteiratransportadora 120, e não se estende acima da superfície daesteira transportadora 120, quando na posição recolhida. Odegrau linearmente acionável 160 inclui um rolamento carne162 e, opcionalmente, inclui um elemento de discriminação166 para a manutenção da posição recolhida, quando o degraulinearmente acionável 160 não estiver acionado. Conforme aesteira transportadora 120 se move na sua direção demovimento 110, o rolamento carne 162 interage com asuperfície de came 164, e desloca o degrau 160verticalmente, para uma posição estendida acima do planodefinido pela superfície superior dos roletes adjacentes152. Em um exemplo não limitante, a superfície de came 164pode ser a superfície de atuação de roletes, ou umasuperfície designada da superfície de atuação de roletes.Alternativamente, a superfície de came 164 pode ser umaestrutura separada para o acionamento do degrau 160 e, alémdisso, pode ser ajustável para fornecer um controleindependente do posicionamento do degrau. Como mostrado naFIG. 10, que é uma vista lateral, parcial, de umamodalidade de um degrau linearmente acionável na posiçãoestendida, o rolamento carne 162 interage com a superfíciede carne 164 e desloca o degrau linearmente acionável 160para uma posição estendida acima da esteira transportadora120. Embora o acionamento do rolamento carne 162 sejasuficiente para estender o degrau linearmente acionável 160quando desimpedido, o acionamento do degrau 160 pode nãoser feito com a força necessária para estendê-lo, no casode um objeto sendo transportado estar colocado sobre odegrau linearmente acionável 160. Alternativamente (nãomostrado), o degrau linearmente acionável 160 pode serconfigurado de forma a incluir uma montagem de múltiplaspeças dispostas telescopicamente, que incluam um elementointerno de discriminação, através do qual as múltiplaspeças se desmontem, no caso de o degrau linearmenteacionável 160 ser acionado quando sob um objeto sendotransportado.
Faz-se referência agora à FIG. 11, que é uma vistalateral, parcial, de uma modalidade de um degraurotacionalmente acionável, na posição recolhida. O degraurotacionalmente acionável 170, é montado de forma pivotanteem um espaçamento da esteira transportadora 120, através deum pino ou eixo de pivotamento 176. O degraurotacionalmente acionável 170 se estende desde o pino depivotamento 176 em duas direções genéricas. O degraurotacionalmente acionável 170 se estende em uma primeiradireção que é, de forma geral, paralela a, e guandorecolhido, fica retraído sob a superfície superior 121 dotransportador, ou do plano definido pelas superfíciessuperiores dos roletes do transportador. O degraurotacionalmente acionável 170 se estende em uma segundadireção abaixo da superfície inferior 123 da esteiratransportadora 120. Nesta segunda direção, o degraurotacionalmente acionável 170 inclui um rolamento carne 172.Na medida em que a esteira transportadora 120 procede nadireção de movimento da esteira 110, o rolamento came 172interage com a superfície de came 174. Como ilustrado naFIG. 12, que é uma vista lateral, parcial, de umamodalidade de um degrau rotacionalmente acionável, naposição estendida, a interação entre o rolamento came 172 ea superfície de came 174 faz com que o degraurotacionalmente acionável 170 gire em torno do pino depivotamento 176. Esta ação de pivotamento faz com que odegrau rotacionalmente acionável 170 se estenda acima dasuperfície superior 121 da esteira transportadora 120.
Faz-se referência agora à FIG. 13, que é uma vistalateral, parcial, de uma modalidade alternativa de umdegrau rotacionalmente acionável, na posição recolhida. Odegrau rotacionalmente acionável 240 é montado de formapivotante montado em um espaçamento da esteiratransportadora 120, através de um pino ou eixo depivotamento 244. O degrau rotacionalmente acionável 240inclui um rolamento 241 tendo um lado chato 246, e umelemento degrau extensível 242. Na posição recolhida, oelemento degrau extensível 242 geralmente descansa sobre asuperfície superior 121 da esteira transportadora 120,abaixo ou em ura plano definido pelas superfícies superioresdos roletes no transportador 120. Na medida em que aesteira transportadora 12 0 procede na direção de movimentoda esteira 110, o rolamento 241 interage com uma superfíciede came 174. Como ilustrado na FIG. 14, que é uma vistalateral, parcial, de uma modalidade alternativa de umdegrau rotacionalmente acionável, na posição estendida, ainteração entre o rolamento 241 e a superfície de came 174faz com que o degrau rotacionalmente acionável 24 0 gire emtorno do pino de pivotamento 176. Esta ação de pivotamentofaz com que o elemento degrau extensível acionávelrotacionalmente 242 se estenda acima da superfície superior121 da esteira transportadora 12 0. Quando um objetomovendo-se ao longo do topo dos roletes interage com oelemento degrau extensível 242, o rolete 241 é girado umpouco mais, para uma posição onde o lado chato 24 6 dorolamento 241 fica próximo à superfície de came 174. Quandoo lado chato 246 está próximo à superfície de came 174, odegrau rotacionalmente acionável não mais se atrita com asuperfície de came 174 e o deslizamento não acontece.
Os degraus linearmente e rotacionalmente acionáveissão meros exemplos de degraus contemplados nesta descrição,e não têm a intenção de limitar o escopo ou conceitoinventivo da descrição. Por exemplo, um degrau acionávelpode ser configurado para ser operacionalmente acionado porum ou mais cames, onde um came inclui, mas não estálimitado a, um rolamento came, uma ponta excêntrica em umasuperfície de came rotatória e uma superfície de came,entre outros. Faz-se referência agora à FIG. 15, que é umdiagrama esquemático ilustrando uma vista de topo, parcial,de uma modalidade de um sistema transportador que utilizauma esteira transportadora de temporização. 0 sistematransportador 200 inclui uma seção de alimentação 180, umaseção de temporização 184, uma seção de classificação 188,e uma subseqüente seção de processamento 190. A seção dealimentação 18 0 inclui um primeiro transportador dealimentação 181 e um segundo transportador de alimentação182. Cada um dos transportadores de alimentação 181, 182pode transferir objetos 108 para a seção de temporização184, em intervalos irregulares e em posições laterais (naesteira) irregulares. A seção de temporização 184 inclui umprimeiro transportador com temporização 185 e um segundotransportador com temporização 186, correspondendo aosprimeiro e segundo transportadores de alimentação 181, 182,respectivamente. Objetos 108 que são recebidos pela seçãode temporização 184 são acelerados a uma velocidaderelativa 130, até que eles atinjam posições designadas nosprimeiro e segundo transportadores com temporização 18 5,186. Neste exemplo não limitante, as posições designadasnos primeiro e segundo transportadores com temporização sãoestabelecidas de tal forma que os objetos 108 deixem aseção de temporização 184 intercalados. Em outras palavras,um objeto que deixa o primeiro transportador comtemporização 185 chegará à seção de classificação 188 entresucessivos objetos que deixam o segundo transportador comtemporização 186.
Em outras modalidades, a seção de temporização 184 éutilizada para entregar objetos 108 a um subseqüentetransportador de processo em posições substancialmenteidênticas, ou em fase. Quando os objetos 108 são entreguesà seção de classificação 188, eles são desviados numadireção lateral 192, em direção ao centro do transportadorde classificação 188. Através do posicionamento nosprimeiro e segundo transportadores 185, 186,respectivamente, em um arranjo intercalado, os objetosfinalmente classificados são configurados para estar emfila única e espaçados de forma regular, para processamentosubseqüente. Quando os objetos 108 são recebidos pelotransportador 190 para processamento subseqüente, elesestão arrumados em uma fila única, tendo distâncias fixas euniformes entre si. O sistema transportador mostrado naFIG. 15 é meramente ilustrativo, e não se pretende que oescopo ou conceito inventivo da descrição seja de qualquerforma limitado. Por exemplo, um primeiro e segundotransportadores com temporização podem ser utilizados ladoa lado, em paralelo e em fase, de tal forma que doisobjetos possam ser entregues lado a lado, para um processoà jusante. Adicionalmente, múltiplos transportadores comtemporização podem ser usados em um arranjo não paraleloem, por exemplo, uma operação de consolidação, de forma agarantir que os objetos transportados jamais se toquemquando sendo consolidados.
Faz-se referência à FIG. 16, que é um diagramaesquemático ilustrando um vista de topo, parcial, de umamodalidade alternativa de uma seção de temporização 184,como ilustrada na FIG. 15. Ao invés de uma seção detemporização 184 incluindo múltiplos transportadores detemporização 185, 186 de forma a se conseguir a desejadaintercalação entre múltiplos transportadores dealimentação, a seção de temporização 184 inclui umtransportador com temporização 187. 0 transportador comtemporização 187 inclui múltiplos degraus 144, dispostos deforma a atuar em uma parte da largura da esteira eposicionados com um espaçamento relativo, criando adesejada intercalação entre os múltiplos transportadores dealimentação. Por exemplo, na forma ilustrada, os degraus144 estão configurados de forma a espaçar os objetostransportados do lado esquerdo do transportador fora defase com os objetos do lado direito do transportador.
Alternativamente, se a chegada simultânea de vários objetosé desejada, os degraus dos lados direito e esquerdo seriamdispostos de forma adjacente uns aos outros. Além disso,blocos de fricção, ou outros componentes de posicionamento,podem ser utilizados ao invés de degraus.
Faz-se referência agora à FIG. 17, que é um diagramaesquemático ilustrando uma vista de topo, parcial, de umamodalidade de um transportador conforme utilizado nasmodalidades da FIG. 16. A esteira transportadora 120 incluimúltiplos degraus 144, cada um deles configurado de maneiraa abarcar apenas uma porção da largura da esteiratransportadora 120. Desta forma, objetos entregues emdiferentes partes da esteira transportadora 120 podem serarrumados para serem entregues em uma configuraçãointercalada a um subseqüente sistema transportador (nãomostrado aqui). A esteira transportadora 120 pode serconfigurada para receber degraus 144, ou outros componentesde posicionamento, sobre ou em múltiplos espaçamentos 140.
Alternativamente, os degraus 144, ou outros componentes deposicionamento, podem ser acoplados à esteiratransportadora 120, sem que os roletes 122 sejam removidosdos espaçamentos 14 0. A capacidade de facilmente configuraro arranjo dos componentes de posicionamento aumentagrandemente a flexibilidade e a utilidade do transportadorcom temporização.
Faz-se referência agora à FIG. 18, que é um fluxogramailustrando uma modalidade de um método de fabricação de umtransportador, na forma descrita aqui. No bloco 212, umrolete é colocado em um espaçamento de um segmento decorrente. Um componente de posicionamento é fixado naesteira transportadora, no bloco 214. No bloco 216, umasuperfície de atuação de roletes é colocada adjacentementeà esteira transportadora e, no bloco 218, um componente deacionamento do transportador é acoplado à esteiratransportadora.
O transportador pode, opcionalmente, incluir roletesde uma variedade de tamanhos, e tendo uma variedade depropriedades de atrito. As diferentes configurações deroletes podem ser dispostas de forma a criar zonasfuncionando em diferentes níveis de interação com um objetotransportado. Por exemplo, roletes de maior diâmetro tendocoeficiente de atrito mais alto podem ser utilizados em umazona de alta interação, de forma a melhorar a aceleração.Similarmente, roletes de diâmetros menores tendo umcoeficiente de atrito mais baixo podem ser utilizados emzonas de baixa interação, onde o deslizamento entre oobjeto transportado e os roletes seja uma propriedadedesejável.
O sistema transportador também pode empregar umavariedade de componentes de posicionamento diferentes. Porexemplo, um ou mais blocos de fricção podem ser usados deforma a fornecer uma desaceleração relativamente suave.
Alternativamente, degraus fixos ou acionáveis podem serusados de forma a fornecer uma posição de parada maisprecisa. Além disso, o número de componentes deposicionamento e o seu espaçamento podem ser configuradosem conjunção com a velocidade da esteira, de forma adeterminar o intervalo final, ou a distância, entre osobjetos transportados. Além disso, o transportador pode seracionado por uma variedade de diferentes tipos deacionadores, utilizando uma variedade de diferentes métodosde acoplamento de acionamento, conforme discutido acima.
Faz-se referência agora à FIG. 19, que é um fluxogramailustrando uma modalidade de um método para o espaçamentoeqüidistante de objetos. No bloco 22 0, uma esteiratransportadora tendo um rolete é acionada, e uma superfíciede atuação de roletes é contatada por um rolete, no bloco222. Na medida em que a esteira transportadora se move aolongo da superfície de atuação de roletes, o rolete égirado. No bloco 226, um objeto é acelerado relativamente àesteira transportadora, através do contato com o rolete quegira. 0 objeto é parado sobre a esteira transportadora deforma a se conseguir um intervalo específico em relação aum segundo objeto, no bloco 228. Similarmente, fazendoreferência à FIG. 20, algumas modalidades desta descriçãopodem ser vistas como um método para o posicionamento deobjetos. 0 método é iniciado quando um objeto é aceleradoao longo de um esteira transportadora, no bloco 230. 0objeto é parado por um componente de posicionamento, deacordo com uma posição desejada, no bloco 232. Mover oobjeto em relação ao transportador permite a definição doespaçamento desejado sem redução da velocidade dotransportador, desta forma aumentando a produção e, comisso, a eficiência da operação do transportador.
Deve ser enfatizado que as modalidades da presentedescrição mencionadas acima, particularmente quaisquermodalidades ilustradas, são meramente exemplificativas deimplementações, apenas feitas de forma a oferecer um claroentendimento dos princípios da descrição. Muitas variaçõese modificações podem ser feitas às modalidades da descriçãoapresentadas acima, sem que haja substancial distanciamentodo conceito inventivo e princípios da descrição. Pretende-se que todas estas modificações e variações sejam incluídasaqui, no escopo desta descrição e da presente apresentação,e protegidas pelas reivindicações que seguem.

Claims (38)

1. Sistema do transporte para o controle deespaçamento de objetos transportados, caracterizado porcompreender:um transportador configurado para transferir umapluralidade dos objetos em um primeiro sentido,compreendendo:uma correia transportadora que tem um pluralidadedas cavidades;uma pluralidade de rolos, cada rolo sendodisposto em uma cavidade e tendo um eixo perpendicular aoprimeiro sentido;um componente de posicionamento dornecidaadjacente aos rolos;um componente da movimentação de transporteacoplado ao sistema do transporte, o componente damovimentação do transporte configurado para dirigir acorreia transportadora; euma superfície de acoplamento de rolo adjacenteposicionado a correia transportadora e configurado paraacoplar a pluralidade dos rolos.
2. Sistema do transporte, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato do correiatransportadora têm uma espessura e a pluralidade dos rolostêm um diâmetro mínimo, e em que o diâmetro mínimo é maisgrande do que a espessura.
3. Sistema do transporte, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato da pluralidade dosrolos compreende os primeiros rolos que têm um primeirodiâmetro e os segundos rolos que têm um segundo diâmetro eem que o primeiro diâmetro é mais grande do que o segundodiâmetro.
4. Sistema do transporte, de acordo com areivindicação 3, caracterizado pelo fato da pluralidade desegundos rolos é posicionado mais perto do componenteposicionando ao longo do primeiro sentido do que apluralidade de primeiros rolos.
5. Sistema do transporte, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato da pluralidade dosrolos compreende os primeiros rolos que têm um primeirocoeficiente da fricção e os segundos rolos que têm umsegundo coeficiente da fricção e em que o primeirocoeficiente da fricção é mais grande do que o segundocoeficiente da fricção.
6. Sistema do transporte, de acordo com areivindicação 5, caracterizado pelo fato dos segundos rolossão posicionados mais perto do componente posicionando aolongo do primeiro sentido do que os primeiros rolos.
7. Sistema do transporte, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato do componenteposicionando compreende uma almofada da fricção configuradapara parar o movimento dos objetos relativo à correiatransportadora.
8. Sistema do transporte, de acordo com areivindicação 7, caracterizado pelo fato da almofada dafricção é substancialmente co-planar com a correiatransportadora.
9. Sistema do transporte, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato do componenteposicionando compreende um vôo configurado para parar omovimento dos objetos relativo à correia transportadora.
10. Sistema do transporte, de acordo com areivindicação 9, caracterizado pelo fato do vôo compreendeum elemento fixo que estenda acima da correiatransportadora.
11. Sistema do transporte, de acordo com areivindicação 9, caracterizado pelo fato do vôo compreendeum móvel do elemento entre uma posição prolongada em que ovôo estende acima da pluralidade dos rolos e de uma posiçãoretraída em que o vôo é posicionado abaixo da pluralidadedos rolos.
12. Sistema do transporte, de acordo com areivindicação 11, caracterizado por compreender ainda umatuador que atue o elemento móvel da posição retraída àposição prolongada.
13. Sistema do transporte, de acordo com areivindicação 12, caracterizado pelo fato do atuadorcompreende um carne.
14. Sistema do transporte, de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato da superfície doacoplamento do rolo é posicionada debaixo da correiatransportadora e em que a pluralidade dos objetos éposicionado no alto fora da pluralidade dos rolos dacorreia transportadora.
15. Método para manufaturar um transporte,caracterizado por compreender:dispondo rolos em cavidades de uma correiatransportadora, os rolos tendo os diâmetros que são maioresdo que a espessura da correia transportadora;fixando um componente objeto - posicionando à correiatransportadora, o componente objeto - posicionando que estásendo configurado para parar o curso dos objetos ao longoda correia transportadora;colocando uma superfície do acoplamento do roloadjacente a correia transportadora e no contato com osrolos tais que o curso linear da correia transportadorafará com que os rolos girem; eacoplamento um componente da movimentação dotransporte à correia transportadora.
16. Método para fazer saber a objetos, caracterizadopor compreender:dirigindo uma correia transportadora em um sentido docurso da correia, a correia transportadora que tem umprimeiro rolo dispôs nisso;contatar o primeiro rolo com uma superfície doacoplamento do rolo que está sendo ficada situada debaixoda correia transportadora para fazer com que o primeirorolo gire como a correia transportadora viaja ao longo dasuperfície do acoplamento do rolo;acelerando um primeiro objeto na correiatransportadora relativo à correia transportadora emconseqüência da rotação do primeiro rolo; eparando o primeiro objeto na correia transportadorapara conseguir um intervalo específico entre o primeiroobjeto e um segundo objeto.
17. Método, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado por girar o primeiro rolo compreende girar oprimeiro rolo em um sentido substancialmente paralelo aosentido do curso da correia.
18. Método, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado por compreender ainda contatando um segundorolo à superfície do acoplamento do rolo.
19. Método, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado por parar os objetos compreende parar oprimeiro objeto com uma almofada da fricção da correiatransportadora.
20. Método, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado por parar os objetos compreende parar oprimeiro objeto com um vôo da correia transportadora.
21. Método, de acordo com a reivindicação 20,caracterizado pelo fato do vôo é ativável entre uma posiçãoprolongada em que o vôo estende acima da pluralidade dosrolos e de uma posição retraída em que o vôo é posicionadoabaixo da pluralidade dos rolos.
22. Correia transportadora para o afastamento fezsaber aos objetos, caracterizada por compreender:componentes de aceleração configurados para mover umobjeto ao longo da correia transportadora; eum componente posicionando posicionado ao longo dacorreia transportadora, o componente posicionandoconfigurado para parar o movimento do objeto na correiatransportadora.
23. Correia transportadora, de acordo com areivindicação 22, caracterizada pelo fato dos componentesde aceleração compreenderem os rolos dispostos nascavidades da correia transportadora e em que os rolos têmos diâmetros maiores do que uma espessura da correiatransportadora.
24. Correia transportadora, de acordo com areivindicação 23, caracterizada pelo fato dos rolos sãoalinhados dentro da correia transportadora acelera objetosem um sentido do curso da correia.
25. Correia transportadora, de acordo com areivindicação 22, caracterizada pelo fato do componenteposicionando compreender uma almofada da fricção.
26. Correia transportadora, de acordo com areivindicação 22, caracterizada pelo fato do componenteposicionando compreender um vôo.
27. Correia transportadora, de acordo com areivindicação 26, caracterizada pelo fato do vôocompreender um vôo fixo.
28. Correia transportadora, de acordo com areivindicação 26, caracterizada pelo fato do vôocompreender um vôo ativável que seja ativável entre umaposição prolongada em que o vôo estende acima dapluralidade dos rolos e de uma posição retraída em que ovôo é posicionado abaixo da pluralidade dos rolos.
29. Correia transportadora, de acordo com areivindicação 28, caracterizada pelo fato do vôo ativávelcompreende um vôo linearmente ativável.
30. Correia transportadora, de acordo com areivindicação 28, caracterizada pelo fato do vôo ativávelcompreender um vôo rotacionalmente ativável.
31. Método para posicionar objetos, caracterizado porcompreender:aceleração de um objeto ao longo de uma correiatransportadora tais que o objeto viaja mais rapidamente doque uma velocidade de curso da correia transportadora; ea parada do objeto com um componente posicionando dacorreia transportadora tais que o objeto viaja na correiatransportadora na mesma velocidade que a correiatransportadora e está prendido em uma posição desejada aolongo da correia transportadora.
32. Método, de acordo com a reivindicação 31,caracterizado pelo fato da aceleração compreender contataro objeto com uma pluralidade dos rolos.
33. Método, de acordo com a reivindicação 32,caracterizado pelo fato da aceleração compreender aindaacoplar os rolos com uma superfície do acoplamento do rolo.
34. Método, de acordo com a reivindicação 31,caracterizado pelo fato da parada compreender contatar oobjeto com um componente posicionando.
35. Método, de acordo com a reivindicação 31,caracterizado pelo fato da parada compreender contatar oobjeto com uma almofada da fricção ao longo da correiatransportadora.
36. Método, de acordo com a reivindicação 31,caracterizado pelo fato da parada compreender contatar oobjeto com um vôo ao longo da correia transportadora.
37. Método, de acordo com a reivindicação 36,caracterizado pelo fato do contato compreender usando umvôo fixo ao longo da correia transportadora.
38. Método, de acordo com a reivindicação 37,caracterizado pelo fato do contato compreender usando umvôo actuatable ao longo da correia transportadora.
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