BRPI0615704A2 - sistema e método de montagem de sistemas de borrifamento contra incêndio de cpvc - Google Patents

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BRPI0615704A2
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Michael P Perkovich
Andrew M Olah
Gary L Johnson
Stanley J Nerderman
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Lubrizol Advanced Mat Inc
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Abstract

SISTEMA E METODO DE MONTAGEM DE SISTEMAS DE BORRIFAMENTO CONTRA INCêNDIO DE CPVC Sistema de borrifamento contra incêndio que compreende uma rede de comprimentos de tubo de CPVC no qual, no mínimo alguns dos comprimentos de tubo são interconectados com dispositivos mecânicos que têm elementos de vedação resilientes, que são quimicamente compatíveis com composição de CPVC. Reparos e modificações no sistema podem ser feitos sem a utilização de cimento solvente. Juntas em linha são formadas como umdispositivo de acoplamento que inclui um par de segmentos de acoplamento arqueados, que têm uma primeira extremidade, uma segunda extremidade e uma superficie interior cóncava que se estende entre a primeira extremidade e a segunda extremidade. Um canal longitudinal se estende ao longo da superficie cóncava. No mínimo um fixador mecânico é operacional para conectar de maneira destacável o par de elementos de acoplamento. Uma vedação anelar resiliente é localizada dentro do canal longitudinal de cada segmento. Um dispositivo de ramificação conecta um tubo ramal a um tubo principal através de um orificio no tubo principal utilizando um elemento de vedação do tipo sela.

Description

"SISTEMA E MÉTODO DE MONTAGEM DE SISTEMAS DEBORRIFAMENTO CONTRA INCÊNDIO DE CPVC"
CAMPO DA INVENÇÃO
A invenção é relativa, genericamente, a sistemas deborrifamento contra incêndio que compreendem tubos de CPVC. Umaconfiguração tomada como exemplo fornece interconexão mecânica decomprimentos de tubo sem a utilização de cimento solvente, e a utilização deelementos de vedação resilientes, quimicamente compatíveis com acomposição de CPVC.
FUNDAMENTO DA INVENÇÃO
Muitos edifícios são solicitados pelo código a terem sistemasde borrifamento para supressão de incêndio. Além disto, estruturasresidenciais estão sendo dotadas de forma crescente de sistemas de supressãode incêndio. Sistemas de tubulação de CPVC idealmente adequados paraaplicações em sistema de borrifamento contra incêndio devido à suaresistência à corrosão, à leveza do material, facilidade de instalação e outraspropriedades desejáveis.
Sob padrões correntes acoplamento em linha de seções de tubode CPVC que se encontram, é realizado por meio da utilização de técnicas decimento solvente para formar uma ligação permanente entre elas. Taistécnicas requerem tempo suficiente para o cimento solvente curar. Além disto,algumas vezes torna-se necessário fazer modificações ou reparos em sistemasexistentes de borrifamento contra incendiou de CPVC. A utilização decimento solvente requer que a modificação na rede de tubos seja realizada emum ambiente genericamente seco.
Em utilização, sistemas de borrifamento contra incêndio estãomuitas vezes sob pressão contínua de água. Em sistemas precedentes, parauma modificação ou reparo do sistema, a seção de borrifamento objetivadadeve ser retirada de serviço e drenada. As novas seções de tubo de CPVCdevem ser conectadas ao sistema coladas por cimento solvente que requer umtempo de cura aplicável. Daí em diante o sistema é trazido de volta em linha etestado. Durante este processo que pode se estender por 24 horas ou mais, nomínimo uma porção do sistema de borrifo contra incêndio está fora deserviço, necessitando uma observação alternativa quanto a incêndio. Assim,existe uma necessidade de fornecer um método para unir tubulação de CPVCque elimine o tempo parado associado com processos de junção precedentes.
A utilização do cimento solvente cria uma conexão de tuboirreversível.
Assim, desalinhamentos ou outras condições adversas não podemser corrigidas rapidamente. Além disto, alguns sistemas de tubulação, taiscomo tubulação utilizada em alguns sistemas de preparação de alimentos,requerem desmontagem freqüente para limpeza. Assim, existe umanecessidade na técnica por um sistema de tubulação de CPVC que unasegmentos de tubo em uma maneira liberável.
Outros sistemas de tubulação, tais como aqueles que utilizamtubos metálicos ou material plástico tal como PVC, podem utilizaracoplamentos mecânicos com tubos ranhurados ou laminados. Algunsacoplamentos mecânicos empregam um elemento de vedação resiliente anelarpara engatar as extremidades de tubo que se encontram de maneira apertada.
Comumente, os elementos de vedação são formados de composiçõeselastoméricas que empregam plastificantes ou outros agentes. Lubrificantestambém são comumente aplicados para facilidade de instalação. Contudo, taistécnicas precedentes não podem ser facilmente transferidas para utilizaçãocom tubulação de CPVC. A tubulação de CPVC pode ter aspectos decompatibilidade com os plastificantes ou lubrificantes o que poderia causarrachaduras de tensão no material do tubo.
Em tubulação de PVC, um método de ranhurar o tubo junto àextremidade de corte é chamado ranhuramento laminado. Em ranhuramentolaminado o material é comprimido para dentro para formar uma depressãocircunferencial na superfície externa. O material deslocado neste processoreduz de forma efetiva o diâmetro interno do tubo. O diâmetro internoreduzido afeta o escoamento de fluido. Também o caráter e propriedades deCPVC se prestam facilmente a um processo de ranhuramento laminado.
Em alguns outros processos de ranhuramento o material daparede do tubo é removido por uma lâmina ou outro implemento de corte. Porexemplo, ranhuramento de condutos metálicos pode ser realizado com umaferramenta de corte. Contudo, o ensinamento que prevalece com relação àtubulação de CPVC é que CPVC não deveria ser ranhurado. Sistemas deborrifamento contra incêndio de CPVC devem alcançar padrões UL rigorosose outros padrões.
Uma vez que a espessura de parede é diminuída durante umprocesso de corte ou de ranhuramento, ranhuramento de tubo de CPVC foidesencorajado para impedir enfraquecimento da parede do tubo. Assim,métodos de processamento e de vedação de sistema de tubo precedentes nãosão facilmente adaptados a sistemas de tubulação de CPVC. Existe umanecessidade por métodos e procedimentos de teste para um sistema queemprega tubulação de CPVC ranhurada que inclui um protocolo decompatibilidade de vedação.
Além disto, acoplamentos mecânicos muitas vezes se apoiamem forças de compressão para fornecer um engate de vedação entre os tubos eo elemento de vedação. A força de compressão aplicada ao tubo de CPVC nãodeve exceder limites predeterminados. Assim, para empregar acessóriosmecânicos do tipo de compressão com sistemas de CPVC existe umanecessidade por um mecanismo de limitação de compressão.
Outras configurações desejadas ou modificações de uma redede tubo de CPVC pode incluir conexões ramificadas a partir de uma primeiralinha de tubo para uma linha de tubo perpendicular. Na técnica, um corte deentrada em um sistema de borrifamento contra incêndio de CPVC existente éfeito fechando o sistema e drenando. Um acessório T apropriado do estilosoquete é utilizado em combinação com uniões soquete, adaptadores deacoplamento ranhurados e flanges. O acessório é colado às extremidades decorte do tubo utilizando cimente solvente. Deve ser tomado cuidado paraseguir programas de cura no corte de entrada para o cimento solvente. Similara acoplamento em linha, o processo requer considerável tempo parado dosistema de borrifamento, bem como um método alternativo de observaçãoquanto a incêndio. Assim, existe uma necessidade na técnica para a acessóriosde entrada em corte e procedimentos que reduzam de maneira significativa otempo de parada do sistema de borrifamento, ao mesmo tempo que aindafornece um sistema que corresponde aos rigorosos padrões de proteção contraincêndio.
Se acoplamentos e acessórios mecânicos devem ser utilizadoscom sistemas de tubos de CPVC, tais itens devem ser utilizados em maneirasque acomodam as propriedades de tubulação de CPVC. Requisitos decompressão e suporte do material CPVC devem ser respeitados. Assim existeuma necessidade por acessórios mecânicos que sejam compatíveis com aspropriedades da tubulação de CPVC.
Também, como discutido acima, acessórios mecânicos têmuma desvantagem importante em que elementos de vedação elastoméricos sãofeitos, muitas vezes de composições que compreendem plastificantes e outrosagentes que podem degradar ou prejudicar o desempenho da tubulação deCPVC.
Assim, existe uma necessidade para fornecer um protocolo decompatibilidade com a utilização de acessórios mecânicos com tubulação deCPVC.
Além disto, certos padrões de teste contra incêndio devem serdesenvolvidos, os quais são específicos para sistemas de tubulação plástica.Incorporação de acessórios mecânicos e adaptadores em tais sistemasrequerem que o sistema híbrido responda a certos padrões de desempenho.
Assim, existe uma necessidade por um sistema plástico/mecânico paradesempenhar de acordo com os padrões de incêndio aceitos. Tambémintrodução de elementos resilientes em um sistema plástico requer que o tubode CPVC seja submetido a novos critérios de desempenho relacionados àresistência a rachadura por tensão ambiental.
Existe uma necessidade por método e dispositivos parafornecer tubulação de CPVC ranhurada. Além disto, existe uma necessidadena técnica por um aparelho operacional para fornecer perfuração precisa detubo de CPVC para entrada de corte direta.
Sistemas de borrifamento contra incêndio muitas vezesutilizam tubos de subida verticais para alimentar ramais do sistema dedistribuição. Muitas vezes tubulação metálica é utilizada para os tubos desubida que alimentam para o interior do sistema de borrifamento contraincêndio. O problema é que CPVC não pode ser utilizado em aplicações detubo ascendente devido à necessidade por suporte adequado de tubulação deCPVC sem compressão excessiva do material. Até agora o diâmetro máximode tubo de CPVC utilizado em sistemas de borrifamento contra incêndio écerca de 2 polegadas (50,8 mm). Assim existe uma necessidade por diâmetrosde tubo maiores até 4 polegadas (101,6 mm) com um mecanismo de fixaçãopara permitir a utilização de tubos de diâmetro maior como tubos de subida verticais.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Em uma configuração tomada como exemplo, um sistemacompreende uma pluralidade de comprimentos de tubo para fluido emcomunicação direta. Os comprimentos de tubo são formados de umacomposição de cloreto de poli vinil clorado ("CP VC"). Os termos"composição de CPVC" e tubo de CPVC como aqui utilizados, significamque a composição de CPVC e o tubo de CPVC têm uma fase contínua depolímero CPVC que é mais do que 50% em volume dos componentespoliméricos é CPVC, preferivelmente mais do que 70% e maispreferivelmente mais do que 80%. Outros polímeros podem ser combinadoscom o polímero CPVC para melhorar a resistência a impacto, aprimoradoresde escoamento ou outras propriedades, porém estes e outros polímeros sãoutilizados em quantidades menores, normalmente desde cerca de 5 até 15%em peso.
No sistema tomado como exemplo, um primeiro tipo deacessório mecânico compreende um dispositivo de acoplamento para engatarem vedação um par de comprimentos de tubo em extremidade fechada emrelação próxima de extremidade com extremidade sem a utilização de cimentosolvente. Cada comprimento de tubo tem uma ranhura anelar formada naparede do tubo a uma distância predeterminada de sua extremidade. Em cadasegmento de tubo a parede de tubo entre a extremidade e a ranhura atua comouma superfície de vedação. O dispositivo de acoplamento inclui uma vedaçãoanelar resiliente constituída de um material quimicamente compatível com acomposição de CPVC, que engata com as superfícies de vedação.
Um segundo tipo tomado como exemplo de acessóriomecânico compreende um dispositivo de ramificação para engatar emvedação um comprimento de tubo principal e um comprimento de tubo ramalem relação próxima perpendicular em uma localização de ramal sem autilização de cimento solvente. O tubo ramas se comunica com um tuboprincipal através de um orifício no tubo principal. O dispositivo deramificação inclui um elemento de vedação resiliente constituído de ummaterial quimicamente compatível com a composição de CPVC. Umasuperfície de vedação do elemento de vedação resiliente é engatada com ocomprimento de tubo principal em uma área de vedação e imediatamente aoredor do orifício.
Em uma configuração tomada como exemplo, quandomontado, o dispositivo de acoplamento e o no mínimo um par decomprimentos de tubo compreendem um primeiro conjunto de encaixe detubo no qual o primeiro conjunto de encaixe de tubo é operacional para passarpor um primeiro protocolo de teste predeterminado. Quando montado, odispositivo de ramificação, o comprimento de tubo principal e o comprimentode tubo ramal compreende um segundo conjunto de encaixe de tubo, no qualo segundo conjunto de encaixe de tubo é operacional para passar um segundoprotocolo de teste predeterminado.
Em uma configuração tomada como exemplo, o sistema incluino mínimo um tubo ascendente vertical formado de uma composição deCPVC. O sistema ainda inclui um terceiro tipo de acessório mecânico quecompreende um dispositivo de suporte operacional para engatar emsuportação o no mínimo um tubo ascendente vertical. O dispositivo suportacompreende um par de elementos faixa, substancialmente idênticos, cada umoperacional para abraçar a parede do tubo ascendente através deaproximadamente 180 Cada elemento de faixa inclui uma seção arqueada,um flange e uma extensão braço.
Quando montado, uma superfície de flange euma superfície de extensão braço de elementos faixa opostos, opera como ummecanismo de limitação de compressão para impedir sobre-compressão dotubo ascendente de CPVC.
Em uma configuração tomada como exemplo, é fornecido ummétodo para formar um sistema de comprimentos de tubo de CPVC emcomunicação de escoamento direta. O método inclui engatar de maneirareversível em vedação no mínimo um par de comprimentos de tubo emrelação próxima extremidade com extremidade, sem a utilização de cimentosolvente utilizando um primeiro tipo de acessório mecânico; e engatar demaneira reversível em vedação no mínimo um comprimento de tubo principalem relação próxima perpendicular com no mínimo um comprimento de tuboramal em uma localização de ramal sem a utilização de cimento solvente,utilizando um segundo tipo de acessório mecânico.
Em uma configuração tomada como exemplo, é fornecido umsistema que compreende uma pluralidade de comprimentos de tubo de CPVCem comunicação direta, na qual o no mínimo um par de comprimentos detubo de CPVC são conectados de maneira reversível em relação próximaextremidade com extremidade por meio de um primeiro tipo de acessóriomecânico, e no mínimo o um comprimento de tubo principal de CPVC éconectado de maneira reversível em relação perpendicular com ocomprimento de tubo ramal de CPVC por meio de um segundo tipo deacessório mecânico. O sistema tomado como exemplo inclui uma pluralidadede cabeças de borrifamento contra incêndio em comunicação direta com apluralidade de comprimentos de tubo.
Em uma configuração tomada como exemplo, é fornecido ummétodo que compreende formar condutos de tubo de uma composição deCPVC inicial para utilização em sistemas de borrifamento contra incêndio;formar primeiros elementos de vedação resilientes que compreendem umprimeiro material quimicamente compatível com a composição de CPVCinicial para utilização com acessórios mecânicos para conectar os condutos detubo; e identificar os primeiros elementos de vedação resiliente comoaceitáveis para utilização com os condutos de tubo.
O método tomado como exemplo ainda compreende formarcondutos de tubo modificados que compreendem uma composição de CPVCmodificada para utilização em sistemas de borrifamento contra incêndio;formar segundos elementos de vedação resilientes que compreendem umsegundo material quimicamente compatível com a composição de CPVCmodificada para utilização com acessórios mecânicos para conectar oscondutos de tubo modificados; e identificar os segundos elementos devedação resilientes como aceitáveis para utilização com os condutos de tubomodificados.
Em uma configuração tomada como exemplo, é fornecido ummétodo que compreende tornar uma região de sistema de borrifamento contraincêndio fora de linha, no qual o sistema de borrifamento contra incêndiocompreende uma rede de comprimentos de tubo existentes de CPVC,modificar o sistema de borrifamento contra incêndio conectando no mínimoum comprimento de tubo adicional de CPVC em comunicação de escoamentodireto com no mínimo uma porção de um comprimento de tubo existente,utilizando no mínimo um acessório mecânico; e retornar a região do sistema deborrifamento contra incêndio para uma condição em linha.
Em um método tomado como exemplo, o sistema deborrifamento contra incêndio é modificado por corte em esquadro ocomprimento de tubo existente para remover a seção a ser substituída e parafornecer no mínimo uma primeira extremidade de tubo; cortar uma ranhuraanelar na parede de tubo do comprimento de tubo existente a uma distânciapredeterminada da extremidade de tubo; fornecer um segundo comprimentode tubo que tem uma ranhura anelar na parede do tubo a uma distânciapredeterminada de uma sua extremidade; e engatar em vedação ocomprimento de tubo existente e o segundo comprimento de tubo em relaçãopróxima de extremidade com extremidade com a no mínimo um acessóriomecânico, no qual o no mínimo um acessório mecânico é um dispositivo deacoplamento.
Em um outro método tomado como exemplo, o sistema deborrifamento contra incêndio é modificado cortando um orifício em umcomprimento de tubo principal em uma localização de ramal, envolvendo ocomprimento de tubo principal com o no mínimo um acessório mecânico nalocalização de ramal, no qual o acessório mecânico é um dispositivo deramificação operacional para engatar em vedação o comprimento de tuboprincipal ao redor do orifício; e acomodar um comprimento de tubo ramal emuma abertura de saída no acessório mecânico de ramificação, no qual ocomprimento do tubo ramal é colocado substancialmente de maneiraperpendicular ao comprimento do tubo principal.É portanto um objetivo de uma configuração tomada comoexemplo, fornecer um sistema de borrifamento contra incêndio que utilizam atubulação de CPVC no qual modificações e/ou reparos podem ser feitos aosistema sem a utilização de cimento solvente e seu tempo de cura associado.
E também um objetivo de uma configuração tomada comoexemplo, fornecer um método para assegurar compatibilidade entrecomprimentos de tubo de CPVC e os elementos de vedação resilientesempregados em acessórios mecânicos.
E também um objetivo de uma configuração tomada comoexemplo, fornecer conjunto de tubo de CPVC e acessórios capazes de passarprotocolos de teste rigorosos de autoridades de testes certificados tais como oUnderwriters Laboratories Inc. (UL).
E também um objetivo de uma configuração tomada comoexemplo, fornecer um método para unir em linha comprimentos de tubo deCPVC utilizando tubos ranhurados e um dispositivo de acoplamentomecânico.
É também um objetivo de uma configuração tomada comoexemplo, fornecer um método para formar uma linha ramal em um sistema deborrifamento contra incêndio existente utilizando um dispositivo deramificação mecânico.
Estes, bem como outros objetivos e configurações tomadascomo exemplo, se tornarão evidentes quando de uma consideração dadescrição detalhada e desenhos a seguir.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
O sumário a seguir, bem como a descrição detalhada a quesegue de configurações tomadas como exemplo serão mais bem entendidosquando lidos em conjunto com os desenhos anexos. Para a finalidade deilustrar a invenção estão mostradas nos desenhos certas configuraçõestomadas como exemplo. Deveria ser entendido, contudo, que a invenção nãoestá limitada aos arranjos precisos e instrumentalidades mostradas. Nosdesenhos:
A Figura 1 é uma representação esquemática de um sistema deborrifamento contra incêndio tomado como exemplo, que a compreendecomprimentos de tubo de CPVC e acessórios mecânicos;
A Figura 2 é uma vista frontal parcialmente em corte de umpar de comprimentos de tubo unidos extremidade com extremidade por meiode um primeiro tipo de acessório mecânico;
A Figura 3 é uma vista em perspectiva de um elemento devedação para utilização no primeiro tipo de acessório mecânico;
A Figura 4 é uma vista lateral de um comprimento de tubo econjunto de acessório mecânico;
A Figura 5 é uma vista inferior de um segmento deacoplamento de um dispositivo de acoplamento;
A Figura 6 é uma vista lateral parcialmente em corte, de umcomprimento de tubo principal e um comprimento de tubo ramal, unidos pormeio de um segundo tipo de acessório mecânico;
A Figura 7 é uma vista inferior de uma primeira seçãoarqueada de um dispositivo de ramificação;
A Figura 8 é um elemento de vedação para utilização nosegundo tipo de acessório mecânico;
A Figura 9 é uma vista superior parcialmente em corte, de umtubo ascendente suportado por um terceiro tipo de acessório mecânico;
A Figura 10 é uma vista em perspectiva de uma ferramenta deranhuramento;
A Figura 11 é uma vista parcial da ferramenta deranhuramento da Figura 10, que mostra uma guia de tensão/profundidade;
A Figura 12 é uma vista frontal de uma família de guias detensão/profundidade; eA Figura 13 é uma vista em perspectiva parcial da ferramentade ranhuramento da Figura IOe um comprimento de tubo ranhurado.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Com relação à Figura 1, em uma configuração tomada comoexemplo, uma porção de sistema de borrifamento contra incêndio,genericamente indicada 10, inclui uma rede de comprimentos de tubosplásticos 12a, 12b, 12c, 12d, 12e, que são formados de cloreto de polivinilclorado (CPVC). A rede de tubos está em comunicação direta com umapluralidade de cabeças de borrifamento contra incêndio 14. O tipo preferidode resina CPVC é vendido sob a marca comercial BLAZEMASTER7. Umacomposição de CPVC tomada como exemplo tem as características físicas etérmicas como a seguir:
<table>table see original document page 13</column></row><table>
Em uma configuração tomada como exemplo, comprimentosde tubo 12a, 12b podem ser unidos em relação de encontro próximaextremidade com extremidade para formar juntas em linha. Em sistemasprecedentes, juntas em linha entre comprimentos de tubo de CPVC sãoformados utilizando um acoplador ou soquete que se estende entre os doiscomprimentos de tubo e colados a cada seção de tubo por meio de cimentosolvente. Como ilustrado nesta configuração tomada como exemplo, umprimeiro tipo de acessório mecânico ou dispositivo de acoplamento 16 engataem vedação comprimentos de tubo 12a, 12b em relação próxima de encontrode extremidade de com extremidade. A utilização de um dispositivo deacoplamento 16 elimina a necessidade por cimento solvente nesta junta.Fixações de acoplamento mecânicas são conhecidas para utilização na junçãode tubos metálicos a tubos metálicos de extremidade ranhurada. Contudo,preocupações a respeito de espessura de parede diminuída, compatibilidade degaxeta e sobre-compressão de tubos detiveram a utilização de acoplamentosmecânicos convencionais com sistemas de tubulação de CPVC.
Acessórios mecânicos são também conhecidos para seremutilizadas para a transição entre tubos metálicos e tubos de CPVC utilizandoadaptadores de ranhurados de CPCV. O adaptador é colado à tubulação deCPCV por meio de cimento solvente. Até aqui tais acessórios mecânicos nãoforam utilizados para unir um par de segmentos de tubo de CPVC. Osadaptadores ranhurados conhecidos são moldados para sua forma final, umprocesso bastante diferente de ranhurar um tubo já formado, como serádiscutido em maior detalhe abaixo.
Em uma configuração tomada como exemplo, umcomprimento de tubo principal 12c pode ser unido com um comprimento detubo ramal 12d em uma localização de ramal 18 para formar um ramal T(ramal T). Um tubo ramal adicional mostrado em invisível na Figura 1 podeser utilizado para formar um ramal transversal (ramal XO. Um segundo tipode acessório mecânico, ou dispositivo de ramificação 24, é utilizado em umramal t no qual um orifício de entrada em corte é feito diretamente na parededo tubo do comprimento de tubo principal 12c. Um segundo acessóriomecânico modificado (não mostrado nesta vista) pode ser utilizado paraformar um ramal X, no qual um segundo orifício é cortado na parede de tubodo comprimento de tubo principal 12c diametralmente oposto ao primeiroorifício, como será explicado em maior detalhe abaixo.
Também na configuração tomada como exemplo, tubulação deCPVC é utilizada para o tubo ascendente vertical 12e. A utilização detubulação de CPVC para tubos de subida verticais apresenta desafios nãoencontrados por tubos de subida metálicos. Na configuração tomada comoexemplo, um terceiro tipo de acessório mecânico, ou dispositivo de suporte30, é utilizado para suportar o tubo ascendente.
Como mostrado na Figura 2, os comprimentos de tubo 12a,12b incluem, cada um, uma ranhura externa anelar 32, 34 espaçadaaxialmente de respectivas extremidades 36, 38 de comprimentos de tubo 12a,12b. O comprimento de tubo 12a inclui uma porção superficial de vedaçãoanelar 40 colocada entre a ranhura 32 e a extremidade 36. Da mesma maneira,o comprimento de tubo 12b inclui uma porção superficial de vedação anelar42 entre a ranhura 34 e a extremidade de tubo 38.
Como melhor mostrado nas Figuras 3 e 4, o dispositivo deacoplamento 16 inclui um elemento de vedação resiliente anelar 46 que, naposição operacional engata em vedação as porções superficiais de vedaçãoanelar 40, 42. O material do qual a vedação 46 é formada deve ser compatívelcom a composição de CPVC para evitar a degradação ou a formação derachaduras de tensão no tubo. Em uma configuração tomada como exemplo, oelemento de vedação 46 pode incluir uma superfície de vedação internabifiircada 47.
Com referência às Figuras 4 e 5, nesta configuração tomadacomo exemplo o dispositivo de acoplamento 16 inclui um par de segmentosde acoplamento 48, 50 que podem ser de construção substancialmenteidêntica. Portanto, para simplicidade, somente a construção do segmento 48será descrita em detalhe. O segmento de acoplamento 48 compreende umcorpo arqueado 54 que tem uma primeira extremidade 56, uma segundaextremidade 58 e uma superfície côncava interior 60 que se estende entre aprimeira extremidade e a segunda extremidade. Um canal longitudinal 62 seestende ao longo da superfície côncava 60 desde a primeira extremidade 56até a segunda extremidade 58. O canal longitudinal 62 é projetado paraacomodar o elemento de vedação 46. Nesta configuração tomada comoexemplo, um flange 64 se estende a partir de cada extremidade 56, 58 e cadaflange tem um furo fixador 68 através de todo ele.
Quando o dispositivo de acoplamento 16 está em umacondição montada, as primeira e segunda extremidades de um dos segmentosde acoplamento é apresentada às respectivas primeira e segunda extremidadesdo outro segmento de acoplamento. A vedação 46 é engatada em uma regiãocircunferencial interior 70 que inclui os canais longitudinais 62, e que élimitada pelas superfícies côncavas interiores 60 (mostrado na Figura 20.
Nesta configuração tomada como exemplo, um par de acessórios mecânicos72 são utilizados para conectar o par de segmentos de acoplamento. Cadaflange 64 inclui uma superfície genericamente plana 65, adaptada paraencontrar uma superfície correspondente sobre o outro segmento deacoplamento. O engate destas superfícies fornece um meio para limitar forçasde compressão exercidas sobre os comprimentos de tubo 12a, 12b. Naconfiguração tomada como exemplo, o corpo arqueado 54 é genericamentefabricado a partir de ferro dúctil, embora em outras configurações outrosmateriais possam ser utilizados.
Quando montado, o dispositivo de acoplamento e o par decomprimentos de tubo compreendem um primeiro conjunto de encaixe detubo que é operacional para passar um protocolo de teste, como será descritaem maior detalhe abaixo.
Com referência novamente à Figura 1, na configuração tomadacomo exemplo, o segundo tipo de acessório mecânico, ou dispositivo deramificação 24, é empregado para conexões T de entrada em corte. Em umaconfiguração alternativa, um dispositivo de ramificação modificado éutilizado para conexões transversais (X) de entrada em corte.
Como ilustrado na Figura 6, o dispositivo de ramificação 24 éadaptado para utilização com um comprimento de tubo principal 12c, que temum orifício recortado 76 para possibilitar comunicação de escoamento diretoentre o tubo, ou comprimento de tubo principal 12c e o tubo ramal 12d. Oorifício 76 é redondo, isto é, a projeção de um círculo sobre a parede do tubo.O comprimento do tubo principal 12c e o comprimento do tubo ramal 12d sãocolocados de modo que seus eixos longitudinais estão em relaçãoperpendicular.
O dispositivo de ramificação 24 inclui um elemento devedação resiliente 78, constituído de um material quimicamente compatívelcom a composição de CPVC da qual os comprimentos de tubos 12 sãoformados. O elemento de vedação resiliente 78 pode ser formado do mesmomaterial que a vedação anelar 46, ou eles podem ser formados de diferentesmateriais desde que cada um seja compatível com o CPVC.
Com referência às Figuras 6 e 7, o dispositivo de ramificação24 inclui primeira e segunda seções arqueadas 80, 82, respectivamente. Aprimeira seção arqueada 80 inclui uma superfície de sela côncava 84, quecorresponde genericamente à conferência externa do comprimento de tuboprincipal 12c. Uma abertura de tubo ramal 86 é circundada por uma parede demacho de torneira 88. A parede de macho de torneira tomada como exemplo88 inclui uma borda perfilada 90, adaptada para corresponder genericamente àcurvatura do orifício 76. Um rebaixo de vedação 94 que se estende nasuperfície de sela 84, circunda a parede de macho de torneira 88. O rebaixo devedação 94 é adaptado para se conformar genericamente à curvatura dodiâmetro externo do comprimento de tubo principal 12c. A primeira seçãoarqueada 80 envolve a parede externa do comprimento de tubo principal 12csubstancialmente, através de 180E, e reforça o comprimento de tubo nalocalização do orifício 76.Com referência a Figura 6, a segunda seção arqueada 82inclui uma superfície côncava interior 98 que é genericamente adaptada parase conformar à circunferência do comprimento de tubo principal 12c. Quandoo dispositivo de ramificação 24 está montado, o elemento de vedação 78 éassentado no rebaixo de vedação 94. Nesta configuração, um par deacessórios mecânicos 100 são utilizados para unir as primeira e segundaseções arqueadas 80, 82. Cada seção arqueada 80,82 inclui uma regiãosubstancialmente plana 104, adaptada para encontrar uma região planacorrespondente na outra seção arqueada oposta. Estas regiões servem comoum dispositivo de limitação de compressão quando o comprimento de tuboprincipal 12c está envolvido no dispositivo de ramificação 24.
Com referência à Figura 8, o elemento de vedação resiliente 78na condição não deformada compreende um corpo conformado em sela 106que tem, através de todo ele, uma abertura central. Uma primeira superfície108 é perfilada para se conformar genericamente com a forma da extremidadefechada do rebaixo de vedação 94. Uma superfície de vedação oposta 110 éperfilada para se conformar ao perfil da parede de tubo externa docomprimento de tubo principal 12c. Nesta configuração tomada comoexemplo, o elemento de vedação resiliente 78 inclui duas projeções dechavetas opostas 112. As projeções de chavetas 112 são adaptadas para operarem conjunto com um rebaixo de chaveta 114 do rebaixo de vedação 94, parafacilitar orientar de maneira adequada o elemento de vedação resiliente dentrodo rebaixo de vedação 94. Na condição montada, o elemento de vedaçãoresiliente engata a parede exterior do tubo e é comprimido para formar umavedação anelar estanque a fluido, em relação circundante ao orifício 76.
Quando montado, o dispositivo de ramificação, o comprimento de tuboprincipal e o comprimento de tubo ramal, compreendem um segundo conjuntode encaixe de tubo que é operacional para passar por um protocolo de testecomo descrito abaixo.Em uma configuração alternativa tomada como exemploilustrada em invisível na Figura 1, um dispositivo de ramificação modificadopode ser utilizado para formar um ramal transversal. Duas seções arqueadas80 e dois elementos de vedação resilientes 78 são utilizados para encaixar umcomprimento de tubo principal que tem orifícios diametralmente opostosformados nele.
Com referência novamente à Figura 1, o sistema tomado comoexemplo 10 inclui, no mínimo, um tubo ascendente vertical 12e formado dematerial CPVC. Particularmente, o sistema tomado como exemplo forneceum tubo ascendente vertical de CPVC 12e no qual o diâmetro de tubo é maiordo que 2 (5,08 cm), preferivelmente 4 polegadas (10,16 cm), ou mais. Comreferência à Figura 9, o dispositivo de suporte 30 inclui um par de elementosfaixa, substancialmente idênticos 20. Cada elemento de faixa 120 inclui umaseção arqueada 122 adaptada para abraçar a parede do tubo ascendente 12eatravés de toda ela aproximadamente 180E. Cada elemento de faixa 120 aindainclui uma porção de flange 124 que tem uma superfície de flangegenericamente plana 126, que se estende em relação perpendicular desde umaprimeira extremidade de seção arqueada 122. A superfície de flange 126 temuma abertura através de toda ela para acomodação de um fixador mecânico128. Uma extensão braço 132 compreende uma superfície genericamenteplana 134 que se estende em relação perpendicular a partir da segundaextremidade da seção arqueada 122. A extensão braço também inclui umaabertura através de toda ela para acomodação de um fixador mecânico 128. Aextensão braço 132 é adaptada para conexão com elementos estruturais, paraestabilizar o tubo ascendente vertical 12e. O dispositivo de suporte tomadocomo exemplo 30 é formado de metal em uma configuração tomada comoexemplo, porém, em outras configurações, outros materiais podem serutilizados.
A utilização de comprimentos de tubo de CPVC de diâmetromaior, tais como o tubo ascendente 12e apresenta desafios exclusivos para otubo ou conjunto tubo e suporte. Por exemplo, o comprimento de tubo deveser suportado sem sobre-compressão da parede do tubo. Assim, tolerâncias decompressão devem ser consideradas na construção do acessório mecânico.Também, expansão e contração do material devem ser levadas emconsideração. Além disto, o sistema tomado como exemplo 10 é consideradopara utilização em um sistema de borrifamento contra incêndio molhadopressurizado de maneira contínua.
Quando o dispositivo de suporte 30 está montado e emcondição operacional suportando o tubo ascendente, a superfície de flange126 de um elemento é adaptada para encontrar a superfície de flange 126 dooutro elemento oposto. Da mesma maneira, a superfície plana da extensãobraço 134 de um elemento é adaptada para encontrar a superfície plana deextensão braço 134 do outro elemento oposto. Este arranjo atua como ummecanismo de limitação de compressão para impedir compressão do tuboascendente de CPVC além de limites de compressão predeterminados.
Um método tomado como exemplo inclui formar um sistemade comprimentos de tubo 12 em comunicação direta de escoamento, no qualos comprimentos de tubo são formados de uma composição de CPVC. Aoformar o sistema, no mínimo um par de comprimentos de tubo 12a, 12b éengatado em vedação em relação próxima extremidade com extremidade, sema utilização de cimento solvente. Ao invés disso, o no mínimo um par decomprimentos de tubo é engatado de maneira reversível é liberável emvedação com um primeiro tipo de acessório mecânico, ou dispositivo deacoplamento 16.
Em um método tomado como exemplo, no mínimo umcomprimento de tubo principal 12c e no mínimo um tubo ramal 12d sãoengatados em vedação em relação próxima perpendicular em uma localizaçãode ramal, sem a utilização de cimento solvente. O comprimento de tuboprincipal e o tubo ramal são engatados de maneira reversível e liberável comum segundo tipo de acessório mecânico, ou dispositivo de ramificação 24.
Um método tomado como exemplo, inclui submeter umprimeiro conjunto de encaixe de tubo que compreende o par de comprimentosde tubo e o dispositivo de acoplamento a um protocolo de teste. Um segundoconjunto de encaixe de tubo que compreende o comprimento de tuboprincipal, o tubo ramal e o dispositivo de ramificação, é também submetido aum protocolo de teste.
Em um método tomado como exemplo, a etapa de engatar emvedação o par de comprimentos de tubo, inclui formar uma ranhura anelarcontínua 32, 34 em uma parede de tubo de cada um dos comprimentos detubo 12a, 12b a uma distância predeterminada de uma sua extremidade. Umavedação anelar resiliente 46, formada de um material quimicamentecompatível com o tubo de CPVC, é posicionada sobre as superfícies devedação 40, 42 localizadas entre cada respectiva extremidade de sulco e aextremidade de tubo. Daí em diante, um par de segmentos de acoplamento éposicionado ao redor da vedação anelar, de tal modo que a vedação éassentada em um canal longitudinal interior 62 de cada segmento deacoplamento que forma a região circunferencial interior 70.
Com referência às Figuras 10-13, em uma configuraçãotomada como exemplo, uma ranhura de tubo 32 é formada utilizando umaferramenta de ranhuramento 120. A extremidade do tubo da configuração épreferivelmente cortada em esquadro de modo que uma superfície de vedaçãona extremidade do tubo pode ser formada de acordo com especificações decontrole.
Uma lâmina de corte 124 é selecionada com base no diâmetrodo tubo. Por exemplo, no método tomado como exemplo para tubos emdimensões de 2 a 3 polegadas (5,08 a 7,62 cm) em diâmetro, uma lâmina éutilizada com uma largura de aproximadamente 0,312 polegadas (0,79 cm).Para um tubo com um diâmetro de 4 polegadas (10,16 cm), uma lâmina comuma largura de cerca de 0,375 polegadas (0,95 cm) pode ser utilizada. Aslâminas cortam uma ranhura de largura substancialmente correspondente naespessura da parede do tubo. Naturalmente esta abordagem é tomada comoexemplo.
A lâmina 124 é suportada por um suporte superior 126 paraimpedir que a lâmina se mova da frente para trás. Buchas 128 são instaladaspara impedir que a lâmina se mova de lado para lado. No método tomadocomo exemplo, buchas são utilizadas em ambos os lados da lâmina para alamina de 0,312 polegadas (0,79 cm). Para a lamina de 0,375 polegadas (0,95cm) uma bucha é utilizada em somente um lado (o lado "A") da lâmina. Destamaneira, a lâmina pode ser facilmente trocada sem fazer um ajustamento naguia de corte para a dimensão "A", como detalhado abaixo.
No método tomado como exemplo, uma guia detensão/profundidade 132 é utilizada para limitar a tensão e a profundidade daranhura 32 formada na parede de tubo. A guia de tensão/profundidade tomadacomo exemplo pode ser ajustada como necessário. Uma porca de travamento134 é instalada para manter o ajustamento constante. No método tomadocomo exemplo, guias de tensão/profundidade intercambiáveis 132a, 132b,132c e 132d são fornecidas, e uma seleção é feita de acordo com o tamanhodo tubo.
No método tomado como exemplo, uma guia de corte 138,alinhada com a aresta 140 do tubo é utilizada para manter o tamanhoadequado da superfície de vedação longitudinal 40 adjacente à extremidadedo tubo. A distância da ranhura 32 até a aresta do tubo 140 é denominada adimensão "A" que é a largura da superfície de vedação 40. Na configuraçãotomada como exemplo, a guia de corte 138 pode ser ajustada comonecessário. Uma porca de travamento 142 é instalada para manter oajustamento da guia de corte. As paredes da ranhura que se estendemgenericamente perpendiculares à superfície externa anelar do tubo podem sercortadas retas ou em um raio em algumas configurações.
Com o comprimento de tubo 12a a posicionado de maneiraadequada, a parede de tubo externa é engatada com a lâmina 124 por meio derotação do cabo de tracionamento 146. A ferramenta de ranhuramento 120 éentão girada em relação ao tubo, com a lamina de corte 124 removendo omaterial do tubo. O cabo de tracionamento é girado de modo que material éremovido em cada passe subseqüente. O processo continua até que nenhummaterial adicional de tubo seja removido devido à ação da guia de tensão eprofundidade. Quando a ferramenta de ranhuramento é girada, a guia de corte138 deveria ser monitorada para assegurar que a aresta de tubo 140 estámontando ao longo da guia de corte para manter a largura adequada para asuperfície de vedação 40.
Depois que a ranhura inicial é formada, o diâmetro da ranhuraé medido para verificar que o diâmetro da ranhura está dentro deespecificações. Se necessário, a guia de tensão/profundidade 132 é ajustada eo processo de ranhuramento repetido. A dimensão "A" é medida paraverificar que a superfície de vedação 40 está dentro de especificações. A guiade corte 138 é ajustada se requerido, e o processo de ranhuramento repetido.
Em um método tomado como exemplo, a etapa de engatar emvedação o comprimento de tubo principal 12c com o tubo ramal 12d incluiformar um orifício 76 no comprimento do tubo principal em uma localizaçãode ramal. A parede de tubo do comprimento de tubo principal é abraçada comum dispositivo de ramificação 24 que compreende primeira e segunda seçõesarqueadas 80, 82 de tal modo que um elemento de vedação 78 carregado emum rebaixo de vedação 94 em uma primeira seção arqueada, engata emcompressão o comprimento de tubo principal ao redor do orifício.
No método tomado como exemplo, uma ferramenta de cortede ramal (não mostrado) é utilizada para cortar o orifício no comprimento detubo principal na localização de ramal. A ferramenta de corte de ramaltomada como exemplo é capaz de reter o material (cupom) recortado de modoque ele não penetra no comprimento do tubo principal.Teste UL para conectores mecânicos
Um objetivo das configurações tomadas como exemplo aquidivulgadas é que os conjuntos de tubo e acessório mecânico sejam capazes decorresponder ou exceder aos requisitos de teste UL para utilização emsistemas de borrifamento contra incêndio. Alguns dos testes aos quais osconjuntos acessórios de tubo seriam submetidos são brevemente descritosabaixo.
Teste de exposição a fogo (UL 1821, Sec 13)
Conjuntos representativos de tubo e acessório para pender doteto, voltados para cima e pendentes de paredes laterais devem ser testados.
Conjuntos de tubo e acessório expostos:
a) não devem queimar, separar ou vazar; e
b) devem manter o borrifo na posição operacional projetada.
Em seguida à exposição a fogo os conjuntos de tubo eacessório devem suportar uma pressão hidrostática interna igual à pressãoclassificada máxima por 5 minutos sem ruptura ou vazamentos.
Teste de momento de dobramento (UL 213, Seção 12).
Teste será conduzido com todos os tamanhos de tês e cruzetasque incluem uma conexão de saída rosqueada, exceto saídas de V2 e % depolegada (1,27 e 1,905 cm).
O conjunto de junta e acessório de tubo não deve vazar ouromper quando submetido ao momento de dobramento especificado. Duranteos testes o conjunto deve ser pressurizado até a pressão classificada.
O momento de dobramento requerido é calculado com base emduas vezes o peso do tubo cheio de água por duas vezes a distância máximaentre os suportes de tubo especificados no Standard for Installation ofSprynkler Systems (padrão para instalação de sistemas de borrifamento)ANSI/NFPA 13.
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Com o conjunto suporte em ponto localizado no mínimo 12polegadas (305 mm) de cada lado do centro do acoplamento, uma forçagradualmente crescente deve ser aplicada ao centro do acoplamento até que omomento de dobramento requerido seja atingido.
Teste de vibração (UL 1821 Sec. 19)
Teste será conduzido com saída rosqueada 2x1 e tês de saídaranhurados de 2x11/4 e cruzetas de saída ranhurada de 21/2 χ 11/4 , 3x 11/2rosqueada e ranhurada. A cruzeta de 21/2 polegadas terá uma saída rosqueadade 1 polegada (2,54 cm) em um lado e uma saída ranhurada de 11/4 depolegada do outro lado. A cruzeta de 3 polegadas (7,62 cm) terá uma saídarosqueada de 11/3 polegadas de um lado e uma saída ranhurada de 11/2polegadas do outro lado.
Conjuntos de tubo e acessório devem suportar os efeitos devibração por 30 horas sem deterioração de características de desempenho. Emseguida ao teste de vibração, cada conjunto de teste devem corresponder aosrequisitos especificados no teste de pressão hidrostática.
Teste de montagem (UL 1821, Sec 22)
Este será conduzido com todas as combinações de dimensãode tubo e dimensão de furo para ambos, tês e cruzetas.
As amostras devem suportar por 2 horas sem ruptura,separação ou vazamento, uma pressão hidrostática interna equivalenteà pressão classificada a mais elevada como especificado no manualde instalação e projeto, e outras pressões hidrostáticas internas quandoelas se relacionam a tempos de cura especificados no manual de instalação eprojeto.
Teste de pressão hidrostática CUL 1821 Sec. 23)
Teste será conduzido com todas as combinações de dimensãode tubo e dimensão de furo para ambos, tês e cruzetas.
Conjuntos representativos de tubo e acessório devem suportarpor 1 minuto sem ruptura, separação ou vazamento uma pressão hidrostáticainterna de 5 vezes a pressão classificada.Teste de ciclagem de pressão (UL 1821 Sec. 24)
Teste será conduzido com todas as combinações de dimensãode tubo e dimensão de furo para ambos, tês e cruzetas.
Conjuntos representativos de tubo e acessório devem suportarsem vazamento separação ou ruptura, 3000 ciclos de pressão desde zero atéduas vezes a pressão classificada do tubo e acessórios. Depois da ciclagem osconjuntos de tubo e acessório devem corresponder ao teste de pressãohidrostática.
Teste de ciclagem de temperatura (UL 1821 Sec. 25)
Teste será conduzido com todas as combinações de dimensãode tubo e dimensão de furo para ambos, tês e cruzetas.
Conjuntos representativos de tubo e acessório devemcorresponder ao teste de pressão hidrostática depois de serem submetidos àciclagem de temperatura desde 35 ° F(l,7 °C) até a temperatura classificadamáxima. Os conjuntos de tubo e acessório devem ser enchidos com água,esgotados de ar, pressurizados de maneira hidrostática até 50 psig (345 kPa) esubmetidos a ciclos de temperatura de 35EF (1,7EC) até a temperaturamáxima classificada para 35EF. Cada conjunto deve ser mantido em cadatemperatura especificada por um período de 24 horas. Um total de 5 cicloscompleto deve ser completado.Teste de pressão hidrostática de longo prazo (UL 1821 Sec. 27)
Teste será conduzido com todas as combinações de dimensãode tubo e dimensão de furo para ambos tês e cruzetas.
Conjuntos representativos de tubo e acessório devem suportar
sem ruptura, vazamento ou separação de junta, as tensão de arco especificadaabaixo, aplicada ao conjunto por 1.000 horas na temperatura classificadamáxima
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Durante e depois da exposição, os conjuntos de tubo eacessório devem ser examinados para evidência de ruptura, vazamento ouseparação de junta.
Assim, o aparelho e processos tomados como exemplo paraformar uma rede de comprimentos de tubo de CPVC alcança um ou mais dosobjetivos descritos acima.
Na descrição precedente, certos termos foram utilizados parabrevidade, clareza, e entendimento, contudo, nenhuma limitaçãodesnecessária deve ser implicada a partir deles, uma vez que tais termos sãoutilizados para finalidades de descrição, e são projetados para serementendidos de forma ampla. Além disto, as descrições e ilustrações aqui são aguisa de exemplos e a invenção não está limitada àqueles detalhes exatosmostrados e descritos.
Nas reivindicações a seguir, qualquer aspecto descrito comoum meio para realizar uma função, deve ser entendido como abrangendoqualquer meio conhecido daqueles versados na técnica, que seja capaz derealizar a função descrita, e não deve ser limitado aos aspectos e estruturasaqui mostrados ou meros equivalentes deles. A descrição da configuraçãotomada como exemplo incluída no resumo aqui incluído não deve ser julgadalimitar a invenção a aspectos nela descritos.
Tendo descrito os aspectos, descobertas e princípios dainvenção, a maneira na qual ela é construída e operada, e as vantagens eresultados úteis alcançados; as novas e úteis estruturas, dispositivos,elementos, arranjos, partes, combinações, sistemas, equipamento, operações,métodos e relações são descritos nas reivindicações anexas.

Claims (11)

1. Sistema de montagem de sistemas de borrifamento contraincêndio de CPVC, caracterizado pelo fato de compreender:uma pluralidade de comprimentos de tubo para fluido emcomunicação direta, formados de uma composição de CPVC;um primeiro tipo de acessório mecânico, no qual o primeirotipo de acessório mecânico compreende um dispositivo de acoplamentooperacional para engatar em vedação no mínimo um par da pluralidade decomprimentos de tubo em relação próxima extremidade com extremidade,sem a utilização de cimento solvente, em que o dispositivo de acoplamentoinclui uma vedação anelar resiíiente constituída de um material quimicamentecompatível com uma composição de CPVC, e no qual cada um doscomprimentos de tubo do no mínimo um par incluir uma ranhura anelarcontínua formada na parede de tubo a uma distância predeterminada de umasua extremidade, no qual a porção da parede de tubo em cada comprimento detubo entre a extremidade de tubo e a ranhura compreende uma superfície devedação e no qual a vedação anelar resiíiente é engatada com as superfícies devedação do um par de comprimentos de tubo ranhurados; eum segundo tipo de acessório mecânico no qual o segundo tipode acessório mecânico compreende um dispositivo de ramificação operacionalpara engatar em vedação um comprimento de tubo principal e umcomprimento de tubo ramal em relação próxima perpendicular em umalocalização de ramal, sem a utilização de cimento solvente, no qual a paredede tubo do comprimento de tubo principal inclui um orifício através de todaela na localização de ramal,em que o dispositivo de ramificação inclui um elemento devedação resiíiente constituído de um material quimicamente compatível coma composição de CPVC, e no qual uma superfície de vedação do elemento devedação resiíiente é engatada com o comprimento de tubo principal em umaárea de vedação imediatamente ao redor do orifício.
2. Sistema de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de o dispositivo de acoplamento compreender:um par de segmentos de acoplamento, no qual cada segmentode acoplamento compreende um corpo arqueado que tem uma primeiraextremidade, uma segunda extremidade, uma superfície côncava interior quese estende entre a primeira extremidade e a segunda extremidade, e um canallongitudinal que se estende ao longo da superfície côncava; eno mínimo um fixador mecânico operacional para conectar demaneira destacável o par de segmentos de acoplamento;no qual, quando o dispositivo de acoplamento está montado, avedação anelar resiliente se estende dentro do canal longitudinal de cadasegmento.
3. Sistema de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelofato de o dispositivo de ramificação incluir:primeira e segundas seções arqueadas opostas que definem umespaço cilíndrico entre elas que abraça a parede de tubo do comprimento detubo principal, a primeira seção arqueada incluindo uma superfície de selacôncava que genericamente corresponde à circunferência externa docomprimento de tubo principal, uma abertura de tubo ramal dimensionadapara se superpor ao orifício, uma parede de macho de torneira que circunda aabertura de tubo ramal na qual a parede de macho de torneira inclui umaborda perfilada e um rebaixo de vedação que circunda a parede de macho detorneira, onde o rebaixo de vedação é aberto na superfície de sela; eno mínimo um fixador mecânico operacional para conectar demaneira destacável as seções arqueadas opostas;no qual o elemento de vedação resiliente é assentado dentro dorebaixo de vedação.
4. Sistema de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelofato de o elemento de vedação resiliente incluir no mínimo uma projeção dechaveta e o rebaixo de vedação incluir no mínimo um rebaixo de chaveta queoperam em conjunto, operacional para orientar o elemento de vedaçãoresiliente dentro do rebaixo de vedação.
5. Sistema de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelofato de cada elemento arqueado do dispositivo de acoplamento incluirsuperfície limitantes operacionais como um mecanismo de limitação decompressão para impedir sobre-compressão de cada um do par decomprimentos de tubo de CPVC.
6. Sistema de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelofato de as primeira e segunda seções arqueadas do dispositivo de ramificaçãoincluírem superfícies limitantes, operacionais como um mecanismo delimitação de compressão para impedir sobre-compressão do comprimento detubo principal de CPVC.
7. Sistema de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelofato de a pluralidade de comprimentos de tubo para fluido incluir o nomínimo um tubo ascendente vertical formado de composição de CPVC é noqual o sistema ainda compreende:um terceiro tipo de acessório mecânico no qual o terceiro tipode acessório mecânico compreende um dispositivo de suporte operacionalpara engatar em suporte o no mínimo um tubo ascendente vertical, no qual odispositivo de suporte compreende um par de elementos faixasubstancialmente idênticos, no qual cada elemento de faixa inclui uma seçãoarqueada operacional para abraçar a parede do tubo ascendente através deaproximadamente 180°, um flange que tem uma superfície de flangegenericamente plana que tem uma abertura através de toda ela paraacomodação de um fixador mecânico que se estende desde uma primeiraextremidade da seção arqueada e uma extensão braço colocada na outraextremidade da seção arqueada, a extensão braço incluindo uma aberturaatravés de toda ela para acomodação de um outro fixador mecânico, no qualquando montada, a superfície de flange e a extensão braço de elementos faixaopostos são operacionais como um mecanismo de limitação de compressão,para impedir compressão do tubo ascendente de CPVC além de limites decompressão predeterminados.
8. Sistema de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelofato de o comprimento de tubo ascendente vertical ter um diâmetro entre 5,08cm (2 polegadas) e 10,16 cm (4 polegadas).
9. Sistema de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelofato de a segunda seção arqueada do dispositivo de ramificação sersubstancialmente similar em construção à primeira seção arqueada, no qual odispositivo ramal é operacional para engatar em vedação o comprimento detubo principal e um segundo comprimento de tubo ramal em relação próximaperpendicular a uma segunda localização de ramal, no qual a parede de tubodo comprimento de tubo principal inclui um segundo orifício através de todaela na segunda localização de ramal, diametralmente oposta à primeiralocalização de ramal.
10. Sistema de acordo com a reivindicação 9, caracterizadopelo fato de ainda compreender:uma pluralidade de cabeças de borrifamento contra incêndioem comunicação direta com a pluralidade de comprimentos de tubo parafluido.
11. Método de montagem de sistemas de borrifamento contraincêndio de CPVC, caracterizado pelo fato de compreender:a) tornar uma região de um sistema de borrifamento contraincêndio fora de linha, no qual o sistema de borrifamento contra incêndiocompreende uma rede de comprimentos de tubo existentes que compreendemCPVC;b) modificar o sistema de borrifamento contra incêndioconectando no mínimo um comprimento de tubo adicional que compreendeCPVC em comunicação direta com no mínimo uma porção de umcomprimento de tubo existente, utilizando no mínimo um acessório mecânico;e em que em b) o método de modificar o sistema de borrifamento contraincêndio é selecionado do grupo consistindo de um primeiro método e umsegundo método,em que o dito primeiro método inclui substituir uma seção docomprimento de tubo existente por:(b)(i) cortar em esquadro o comprimento de tubo existentepara remover a seção a ser substituída e para fornecer no mínimo umaprimeira extremidade de tubo;(b)(ii) cortar uma ranhura anelar na parede de tubo docomprimento de tubo existente a uma distância predeterminada daextremidade de tubo;(b)(iii) fornecer um segundo comprimento de tubo que temuma ranhura anelar na parede de tubo a uma distância predeterminada de umasua extremidade; e(b)(iv) engatar em vedação o comprimento de tubo existente eo segundo comprimento de tubo em relação próxima extremidade comextremidade com a no mínimo um acessório mecânico, no qual o no mínimoum acessório mecânico é um dispositivo de acoplamento; eem que dito segundo método inclui fornecer uma linha de tuboramal por meio de:(b)(i) cortar um orifício em um comprimento de tubo principalem uma localização de ramal;(b)(ii) encaixar o comprimento de tubo principal com o nomínimo um acessório mecânico na localização de ramal, no qual o acessóriomecânico é um dispositivo de ramificação operacional para engatar emvedação o comprimento de tubo principal ao redor do orifício; e(b)(iii) acomodar um comprimento de tubo ramal em umaabertura de saída na fixação de ramificação mecânica, no qual o comprimentode tubo ramal é colocado substancialmente de maneira perpendicular aocomprimento de tubo principal; ec) devolver a região do sistema de borrifamento contraincêndio para uma condição em linha.
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