BRPI0615840A2 - mistura fungicida, processo para combater fungos nocivos, semente, uso do composto, e, agente fungicida - Google Patents

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BRPI0615840A2
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fungicidal
fungicidal mixture
harmful fungi
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BRPI0615840-4A
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Jens Bruns
Reinhard Stierl
Frank Werner
Martin Semar
Dieter Strobel
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Basf Se
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    • A01AGRICULTURE; FORESTRY; ANIMAL HUSBANDRY; HUNTING; TRAPPING; FISHING
    • A01NPRESERVATION OF BODIES OF HUMANS OR ANIMALS OR PLANTS OR PARTS THEREOF; BIOCIDES, e.g. AS DISINFECTANTS, AS PESTICIDES OR AS HERBICIDES; PEST REPELLANTS OR ATTRACTANTS; PLANT GROWTH REGULATORS
    • A01N43/00Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing heterocyclic compounds
    • A01N43/64Biocides, pest repellants or attractants, or plant growth regulators containing heterocyclic compounds having rings with three nitrogen atoms as the only ring hetero atoms
    • A01N43/647Triazoles; Hydrogenated triazoles
    • A01N43/6531,2,4-Triazoles; Hydrogenated 1,2,4-triazoles

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Abstract

MISTURA FUNGICIDA, PROCESSO PARA COMBATER FUNGOS NOCIVOS, SEMENTE, USO DO COMPOSTO, E, AGENTE FUNGICIDA. A invenção refere-se as misturas fungicidas que compreendem: (1) o epoxiconazol de Fórmula I ou os seus sais ou adutos, e (2) o triticonazol de fórmula (II) ou (3) o difenzonazol de fórmula (III) ou (4) o hexaconazol de fórmula (IV) OU (5) o bromuconazol de fórmula (V) em uma quantidade sinergicamente eficaz. A invenção também se refere a um processo para combater fungos nocivos usando misturas de um composto (I) e pelo menos uma subatância ativa (II), ao uso de um composto (I) com substâncias ativas (II) para produzit misturas do tipo acima mencionado, e aos agentes contendo as citadas misturas.

Description

"MISTURA FUNGICIDA, PROCESSO PARA COMBATER FUNGOS NOCIVOS, SEMENTE, USO DO COMPOSTO, E, AGENTE FUNGICIDA" A presente invenção refere-se às misturas fungicidas
compreendendo:
(1) epoxiconazol de fórmula I
u-Ν
ou seus sais ou adutos e
(2) triticonazol de fórmula II
ou
(3) difenconazol de fórmula III
H3Cv
ou
(4) hexaconazol de fórmula IV W
CH,
CH2/^n CH3 CH2 N
(IV)
ou
(5) bromuconazol de fórmula V Cl· ^
Br
(V)
em uma quantidade sinergicamente eficaz. Além disso, a invenção refere-se a um processo para combater fungos nocivos usando misturas de composto I com pelo menos um dos compostos II a V e ao uso do composto I com pelo menos um dos compostos II a V para preparar tais misturas, e também aos agentes compreendendo estas
misturas.
Numerosas combinações de compostos ativos de protioconazol com um número grande de outros triazóis tal como epoxiconazol são
conhecidas de WO 03/073851.
Epoxiconazol de fórmula I e seu uso como agente de proteção
de colheita são descritos em EP-B 0 196 038.
Triticonazol de fórmula II é descrito em EP-A 0 378 953. Difenconazol de fórmula III é conhecido de EP-A 0 112 284. Hexaconazol de fórmula IV é descrito em DE-A 30 42 303. Bromuconazol de fórmula V é descrito em Pesticide Manual,
12th Ed. (2000), página 114.
Um objetivo da presente invenção, tendo em vista a redução
das taxas de aplicação e do alargamento do espectro de atividade dos IX V-
compostos conhecidos, é proporcionar misturas que, em uma quantidade total
reduzida de compostos ativos aplicada, exibem atividade melhorada contra
fungos nocivos, em particular para indicações específicas.
Temos verificado que este objetivo é alcançado pelas misturas
definidas no início. Além disso, temos verificado que aplicação simultânea,
isto é junta ou separada, dos compostos I e de um composto ativo II permite
controle de fiingos nocivos melhor do que é possível com os compostos
individuais (misturas sinérgicas). Os compostos I podem ser usados como
sinergistas para um número grande de compostos ativos diferentes. Por
aplicação simultânea junta ou separada do composto I e de um composto ativo
II, a eficácia fungicida é aumentada em uma maneira superaditiva.
Epoxiconazol de fórmula I
(!)
é conhecido de EP-B O 196 038. Triticonazol de fórmula II
(II)
é descrito em EP-A O 378 953. Difenconazol de fórmula III 15
(III)
é descrito em EP-A 0 112 284. Hexaconazol de fórmula IV
(IV)
é descrito em DE-A 30 42 303. Bromuconazol de fórmula V Cl
Br
(V)
* J
é descrito em Pesticide Manual, 12th Ed. (2000), página 114. Devido ao caráter básico de seus átomos de nitrogênio, os compostos I a V são capazes de formarem sais ou adutos com ácidos
orgânicos ou inorgânicos e com íons de metal, respectivamente.
Exemplos de ácidos inorgânicos são ácidos halogenídricos,
tais como fluoreto de hidrogênio, cloreto de hidrogênio, brometo de
hidrogênio, e iodeto de hidrogênio, ácido sulfurico, ácido fosfórico e ácido
nítrico.
Ácidos orgânicos adequados são, por exemplo, ácido fórmico, ácido carbônico, ácidos alcanóicos, tais como ácido acético, ácido trifluoro- acético, ácido tricloro-acético e ácido propiônico, e também ácido glicólico, ácido tiociânico, ácido lático, ácido succínico, ácido cítrico, ácido benzóico, Im ácido cinâmico, ácido oxálico, ácidos alquil-sulfônicos (ácidos sulfônicos possuindo radicais alquila de cadeia linear ou de cadeia ramificada de 1 a 20 átomos de carbono), ácidos aril-sulfônicos ou ácidos aril-dissulfônicos (radicais aromáticos, tais como fenila e naftila, que trazem um ou dois grupos ácido sulfônico), ácidos alquil-fosfônicos possuindo radicais alquila de cadeia linear ou de cadeia ramificada de 1 a 20 átomos de carbono), ácidos aril- fosfônicos ou ácidos aril-difosfônicos (radicais aromáticos, tais como fenila e naftila, que trazem um ou dois grupos ácido fosfórico), onde os radicais alquila ou arila podem trazer outros substituintes, por exemplo, ácido p- tolueno-sulfônico, ácido salicílico, ácido p-amino-salicílico, ácido 2-fenóxi-
benzóico, ácido 2-acetóxi-benzóico, etc.
íons de metal adequados são em particular os íons dos
elementos do segundo grupo principal, em particular cálcio e magnésio, dos
terceiro e quarto grupos principais, em particular alumínio, estanho e chumbo
e também dos elementos dos grupos de transição um a oito, em particular
cromo, manganês, ferro, cobalto, níquel, cobre, zinco, e outros. Preferência
particular é dada aos íons de metal dos elementos dos grupos de transição do
quarto período. Os metais podem estar presentes nas várias valências que
podem assumir.
Preferência é dada às misturas de epoxiconazol com
triticonazoL
Preferência é adicionalmente dada às misturas de epoxiconazol
com difenconazol.
Preferência é também dada às misturas de epoxiconazol com
hexaconazol.
Preferência é adicionalmente às misturas de epoxiconazol com
bromuconazol.
As misturas de composto I e um composto ativo II, ou o composto I e um composto ativo II aplicados simultaneamente, isto é junta ou separadamente, possuem atividade excelente contra um amplo espectro de fungos patogênicos, em particular das classes de Ascomicetos, Deuteromicetos, Peronosporomyicetos (sin. Oomicetos) e Basidiomicetos. Alguns deles são sistemicamente efetivos e podem ser empregados em proteção de colheita como fungicidas para revestimento de semente, como
fungicidas foliares e como fungicidas de solo.
São de importância particular para o controle de um grande
número de fungos sobre várias plantas de colheita tais como bananas, algodoeiro, espécies de hortaliças (por exemplo pepineiros, feijões e cucúrbitas), cevada, gramíneas, aveia, café, batateiras, milho, plantas frutíferas, arroz, centeio, feijões-soja, tomateiros, videiras, trigo, plantas ornamentais, cana-de-açúcar e um número grande de sementes.
São especialmente adequados para controlar as seguintes
doenças de planta:
Espécie Alternaria sobre espécies de hortaliças, colza,
beterraba e fruta e arroz, tais como, por exemplo, A. solani ou A. alternata
sobre batateiras e tomateiros,
Espécie Aphanomyces sobre beterraba e espécies de hortaliças,
Espécie Ascochyta sobre cereais e espécies de hortaliças, Espécies Bipolaris e Drechslera sobre milho, cereais, arroz e gramado, tal como, por exemplo, D. maydis sobre milho, Blumeria graminis (míldio pulverulento) sobre cereais, Botrytis cinerea (bolor cinza) sobre morangueiros, espécies de hortaliças, flores e videiras, Bremia lactucae sobre alface,
Espécie Cercospora sobre milho, feijões-soja, arroz e beterraba, Espécie Cochliobolussobre milho, cereais, arroz, tais como, por exemplo, Cochliobolus sativus sobre cereais, Cochliobolus miyabeanus sobre arroz, 7 % Espécie Colletotricum sobre feijões-soja e algodoeiro, Espécie Drechslera, espécie Pyrenophora sobre milho, cereais, arroz e gramado, tais como, por exemplo, D. teres sobre cevada ou D. tritici-repentis sobre trigo,
Esca sobre videiras, causado por Phaeoacremonium chlamydosporium, Ph. Aleophilum, e Formitipora punctata (sin.
Phellinus punctatus),
Elsinoe ampelina sobre videiras,
Espécie Exserohilum sobre milho,
Erysiphe cichoracearum e Sphaerotheca fuliginea sobre espécie de pepineiro,
Espécies Fusarium e Verticillium sobre várias plantas, tais como, por exemplo, F. graminearum ou F. culmorum sobre cereais ou F. oxysporum sobre um número grande de plantas, tais como, por
exemplo, tomateiros, Gaeumanomyces graminis sobre cereais,
Espécie Gibberella sobre cereais e arroz (por exemplo Gibberella fujikuroi sobre arroz),
Glomerella cingulata sobre videiras e outras plantas, Grainstaining complex sobre arroz, Guignardia budwelli sobre videiras, Espécie Helminthosporium sobre milho e arroz, Isariopsis clavispora sobre videiras, Michrodochium nivale sobre cereais,
Mycosphaerella species sobre cereais, bananas e amendoins, tais como, por exemplo, M. graminicola on trigo ou M. fxjiensis sobre
bananas,
Espécie Peronospora sobre repolho e plantas bulbosas, tais como, por exemplo, P. brassicae sobre repolho ou P. destructor sobre Ir 8
Vy-'
cebola,
Phakopsara pachyrhizi e Phakopsara meibomiae sobre feijões-soja, Espécie Phomopsis sobre feijões-soja e girassóis, P. viticola sobre
videiras,
Phytophthora infestans sobre batateiras e tomateiros, Espécie Phytophthora sobre várias plantas, tal como, por exemplo, P. capsici sobre pimentões, Plasmopara viticola sobre videiras, Podosphaera leucotricha sobre macieira, Pseudocercosporellaherpotrichoides sobre cereais, Pseudoperonospora sobre várias plantas, tais como, por exemplo, P. cubensis sobre pepineiro ou P. humili sobre lúpulo, Pseudopeziculatracheiphilai sobre videiras,
Espéice Puccinia sobre várias plantas, tais como, por exemplo, P. triticina, P. striformins, P. hordei ou P. graminis sobre cereais, ou P. asparagi sobre aspargo,
Pyricularia oryzae, Corticium sasakii, Sarocladium oryzae, S. attenuatum, Entyloma oryzae sobre arroz, Pyricularia grisea sobre gramado e cereais,
Pythium spp. sobre gramado, arroz, milho, algodoeiro, colza, girassóis, beterraba, espécies de hortaliças e outras plantas, tais como, por exemplo, P. ultiumum sobre várias plantas, P. aphanidermatum sobre gramado,
Espécie Rhizoctonia sobre algodoeiro, arroz, batateiras, gramado, milho, colza, batateiras, beterraba, espécies de hortaliças e sobre várias plantas, tais como, por exemplo, R. solani sobre beterrabas e
várias plantas,
Rhynchosporium secalis sobre cevada, centeio e triticale, Espécie Sclerotinia sobre colza e girassóis, ±2 9 W
Septoria tritici e Stagonospora nodorum sobre trigo, Erysiphe (sin. Uncinula) necator sobre videiras, Espécie Setospaeria sobre milho e gramado, Sphacelotheca reilinia sobre milho, Espécie Thievaliopsis sobre feijões-soja e algodoeiro, Espécie Tilletia sobre cereais,
Espéice Ustilago sobre cereais, milho e cana-de-açúcar, tal como,
por exemplo, U. maydis sobre milho, • Espécie Venturia (sarna) sobre macieiras e pereiras, tal como, por exemplo, V. inaequalis sobre macieira.
As misturas dos compostos I e um composto ativo II são particularmente adequadas para controlar fungos nocivos da classe de Peronosporomicetos (sin. Oomicetos), tais como espécie Peronospora, espécie Phytophthora, Plasmopara viticola e Pseudo-peronospora species, em particular as espécies correspondentes acima mencionadas.
As misturas dos compostos I e II são adicionalmente
adequadas para controlar fungos nocivos na proteção de materiais (por exemplo madeira, papel, dispersões de tinta, fibras ou tecidos) e na proteção de produtos armazenados. Na proteção de madeira, atenção particular é dada aos seguintes fungos nocivos: Ascomicetos, tais como Ophiostoma spp., Ceratocystis spp., Aureobasidium pullulans, Sclerophoma spp., Chaetomium spp., Humicola spp., Petriella spp., Trichurus spp.; Basidiomycetes, tais como Coniophora spp., Coriolus spp., Gloeophyllum spp., Lentinus spp., Pleurotus spp., Poria spp., Serpula spp. e Tyromyces spp., Deuteromycetes, tais como Aspergillus spp., Cladosporium spp., Penicillium spp., Trichoderma spp., Alternaria spp., Paecilomyces spp. e Zigomicetos, tal como Mucor spp., adicionalmente na proteção de materiais contra as seguintes leveduras:
Candida spp. e Saccharomyees cerevisae.
O compostos I são aplicados pelo tratamento dos fungos ou Id 1° W
das plantas, da semente, dos materiais ou do solo a serem protegidos contra o
ataque fungico com uma quantidade fungicidamente eficaz dos compostos
ativos. Aplicação pode ser tanto antes quanto depois da infecção dos
materiais, das plantas, ou das sementes pelos fungos. Os compostos I e compostos ativos II podem ser aplicados
simultaneamente, isto é junta ou separadamente, ou em sucessão, a seqüência, no caso de aplicação separada, geralmente não possuindo qualquer efeito
sobre o resultado das medidas de controle.
Quando se preparam as misturas, é preferido empregar os
compostos ativos I puros e pelo menos um dos compostos ativos II a V, nos quais outros compostos ativos contra fungos nocivos ou outras pestes, tais como insetos, aracnídeos ou nematódeos, se não compostos ativos herbicidas
ou reguladores de crescimento ou fertilizantes.
Normalmente, misturas de composto I e pelo menos um dos compostos ativos II a V são empregadas. Contudo, em certos casos misturas do composto I com dois ou, apropriados, mais componentes ativos também
podem ser vantajosas.
O composto I e o composto ativo II são normalmente
empregados em uma razão em peso de 100:1 a 1:100, preferivelmente de 20:1
a 1:20, em particular de 10:1 a 1:10.
O composto I e o composto ativo III são normalmente empregados em uma razão em peso de 100:1 a 1:100, preferivelmente de 20:1
a 1:20, em particular de 10:1 a 1:10.
O composto I e o composto ativo IV são normalmente
empregados em uma razão em peso de 100:1 a 1:100, preferivelmente de 20:1
a 1:20, em particular de 10:1 a 1:10.
O composto I e o composto ativo V são normalmente
empregados em uma razão em peso de 100:1 a 1:100, preferivelmente de 20:1 a 1:20, em particular de 10:1 a 1:10. 11 V Os outros componentes ativos são, se desejado, adicionados
em uma razão de 20:1 a 1:20 para o composto I.
Dependendo do tipo de composto e do efeito desejado, as taxas
de aplicação das misturas de acordo com a invenção, especialmente sobre
áreas de colheita agrícola, são de 5 g/ha a 2.000 g/ha, preferivelmente de 20 a
900 g/ha, em particular de 50 a 750 g/ha.
Correspondentemente, as taxas de aplicação para o composto I
são geralmente de 1 a 1.000 g/ha, preferivelmente de 10 a 900 g/ha, em
particular de 20 a 750 g/ha. Correspondentemente, as taxas de aplicação para o composto
ativo II são geralmente de 1 a 2.000 g/ha, preferivelmente de 10 a 1.500 g/ha,
em particular de 40 a 1.000 g/ha.
Correspondentemente, as taxas de aplicação para o composto
ativo III são geralmente de 1 a 2.000 g/ha, preferivelmente de 10 a 1500 g/ha,
em particular de 40 a 1.000 g/ha.
Correspondentemente, as taxas de aplicação para o composto
ativo IV são geralmente de 1 a 2.000 g/ha, preferivelmente de 10 a 1.500 g/ha,
em particular de 40 a 1.000 g/ha.
Correspondentemente, as taxas de aplicação para o composto
ativo V são geralmente de 1 a 2.000 g/ha, preferivelmente de 10 a 1.500 g/ha,
em particular de 40 a 1.000 g/ha.
No tratamento de semente, taxas de aplicação de mistura
usadas são geralmente de 1 a 1.000 g/100 kg de semente, preferivelmente de 1
a 750 g/100 kg, em particular de 5 a 500 g/100 kg.
O processo para combater fungos nocivos é realizado por
aplicação separada ou junta de composto I e pelo menos um dos compostos ativos II a V ou uma mistura de composto I e pelo menos um dos compostos ativos II a V por pulverização ou polvilhamento de sementes, de plantas, ou de solos antes da ou após a semeadura das plantas ou antes da ou após a
25 XjL 12 eT
emergência das plantas.
As misturas de acordo com a invenção, ou o composto I e pelo
menos um dos compostos ativos II a V podem ser convertidos nas formulações costumeiras, por exemplo, soluções, emulsões, suspensões, poeiras, pós, pastas e grânulos. A forma de uso depende do propósito intencionado particular; em cada caso, deve garantir uma distribuição fina e
uniforme do composto de acordo com a invenção.
As formulações são preparadas em uma maneira conhecida,
por exemplo por diluição do composto ativo com solventes e/ou veículos, se desejado usando emulsificadores e dispersantes. Solventes / auxiliares
adequados para este propósito são essencialmente:
- água, solventes aromáticos (por exemplo, produtos Solvesso, xileno), parafinas, (por exemplo frações de óleo mineral), alcoóis (por exemplo metanol, butanol, pentanol, benzil-álcool), cetonas (por exemplo ciclo-hexanona, gama-butiro-lactona), pirrolidonas (NMP5 NOP), acetatos (diacetato de glicol), glicóis, dimetil-amidas de ácido graxo, ácidos graxos e ésteres de ácido graxo. Em princípio, misturas de solventes também podem ser utilizadas.
- veículos tais como minerais naturais moídos (por exemplo caulins, argilas, talco, giz) e minerais sintéticos moídos (por exemplo silicatos, sílica elevadamente dispersada); emulsificadores tais como emulsificadores não-iônicos e aniônicos (por exemplo polioxietileno-álcool-graxo-éteres, alquil-sulfonatos, e aril- sulfonatos) e dispersantes tais como licores residuais de lignina-
sulfeto e metil-celulose.
Tensoativos adequados são sais de metal alcalino, de metal
alcalino-terroso e de amonio de ácido ligno-sulfônico, ácido naftaleno- sulfônico, ácido fenol-sulfônico, ácido dibutil-naftaleno-sulfônico, alquil-aril- sulfonatos, alquil-sulfatos, alquil-sulfonatos, sulfatos de álcool graxo, ácidos 13 ^ graxos e glicol-éteres de álcool graxo sulfatado, em adição condensados de naftaleno sulfonado e derivados de naftaleno sulfonados com formaldeído, condensados de naftaleno ou de ácido naftaleno-sulfônico com fenol e formaldeído, polioxietileno-octil-fenol-éter, isooctil-fenol etoxilado, octil- fenoll etoxilado, nonil-fenol etoxilado, alquil-fenil-poliglicol-éteres, tributil- fenil-poliglicol-éter, triestearil-fenil-poliglicol-éter, alquil-aril-poliéter- alcoóis, condensados de óxido de etileno / álcool e álcool graxo, óleo de rícino etoxilado, polioxietileno-alquil-éteres, polioxipropileno etoxilado, lauril-álcool-poliglicol-éter-acetal, ésteres de sorbitol, licores residuais de
lignina-sulfito, e metil-celulose.
Substâncias que são adequadas para a preparação de soluções,
emulsões, pastas ou dispersões oleosas diretamente pulverizáveis são frações
de óleo mineral de ponto de ebulição médio a alto, tais como querosene ou
óleo diesel, em adição óleos de alcatrão de carvão e óleos de origem vegetal
ou animal, hidrocarbonetos alifáticos, cíclicos e aromáticos, por exemplo
tolueno, xileno, parafina, tetra-hidro-naftaleno, naftalenos alquilados ou seus
derivados, metanol, etanol, propanol, butanol, ciclo-hexanol, ciclo-hexanona,
isoforona, solventes fortemente polares, por exemplo dimetil-sulfóxido, N-
metil-pirrolidona, e água. Pós, materiais para espalhamento e produtos capazes de serem
transformados em poeira podem ser preparados por misturação ou moagem concomitante com as substâncias ativas como um veículo sólido.
Grânulos, por exemplo grânulos revestidos, grânulos impregnados e grânulos homogêneos, podem ser preparados pela aplicação de compostos ativos em veículos sólidos. Exemplos de veículos sólidos são terras minerais tais como geles de sílica, silicatos, talco, caulim, attaclay, calcário, cal, giz, loesse, argila, dolomita, terra diatomácea, sulfato de cálcio, sulfato de magnésio, óxido de magnésio, materiais sintéticos moídos, fertilizantes, tais como, por exemplo, sulfato de amônio, fosfato de amônio, £ nitrato de amônio, uréias, e produtos de origem vegetal, tais como farinha de cereal, farinha de casca de árvore, farinha de madeira, e farinha de casca de
noz, pós de celulose e outros veículos sólidos.
Em geral, as formulações compreendem de 0,01 a 95% em
peso preferivelmente de 0,1 a 90% em peso, de compostos ativos. Os compostos ativos são empregados em uma pureza de 90% a 100%, preferivelmente de 95% a 100% (de acordo com o espectro de NMR). Os seguintes são exemplos de formulações: 1. Produtos para diluição com água:
A) Concentrados solúveis em água (SL):
partes em peso de um componente de acordo com a invenção são dissolvidas em 90 partes em peso de água ou em um solvente solúvel em água. Como uma alternativa, agentes umectantes ou outros auxiliares são adicionados. O composto ativo se dissolve sob diluição com água. Neste modo, é obtida uma formulação possuindo um conteúdo de 10%
em peso de composto ativo
B) Concentrados dispersáveis (DC):
partes em peso de um composto de acordo com a invenção são dissolvidas em 70 partes em peso de ciclo-hexanona com a adição de 10 partes em peso de um dispersante, por exemplo polivinilpirrolidona. Diluição com água dá uma dispersão. O conteúdo de composto ativo é de 20% em
peso.
C) Concentrados emulsifxcáveis (EC):
partes em peso de um composto de acordo com a invenção são dissolvidas em 75 partes em peso de xileno com a adição de dodecil- benzeno-sulfonato de cálcio e etoxilato de óleo de rícino (em cada caso 5 partes em peso). Diluição com água dá uma emulsão. A formulação possui um conteúdo de composto ativo de 15% em peso.
D) Emulsões (EW, EO): 15 W partes em peso de um composto de acordo com a invenção são dissolvidas em 35 partes em peso de xileno com a adição de dodecil- benzeno-sulfonato de cálcio e etoxilato de óleo de rícino (em cada caso 5 partes em peso). Esta mistura é introduzida em 30 partes em peso de água por meio de uma máquina de emulsificação (e.g. Ultraturrax) e tornada uma emulsão homogênea. Diluição com água dá uma emulsão. A formulação possui um conteúdo de composto ativo de 25% em peso.
E) Suspensões (SC, OD):
Em um moinho de bolas agitado, 20 partes em peso de um composto de acordo com a invenção são cominuídas com a adição de 10 partes em peso de agentes dispersantes e umectantes e 70 partes em peso de água ou de um solvente orgânico para dar uma suspensão fina de composto ativo. Diluição com água dá uma suspensão estável do composto ativo. A formulação possui um conteúdo de composto ativo de 20% em peso. F) Grânulos dispersáveis em água e grânulos solúveis em
água (WG, SG):
50 partes em peso de um composto de acordo com a invenção
são finamente moídas com a adição de 50 partes em peso de agentes dispersantes e umectantes e são tornadas grânulos dispersáveis em água ou grânulos solúveis em água por meio de equipamentos técnicos (por exemplo extrusão, torre de pulverização, leito fluidizado). Diluição com água dá uma dispersão ou solução estável do composto ativo. A formulação possui um
conteúdo de composto ativo de 50% em peso.
G) Pós dispersáveis em água e pós solúveis em água (WP,
SP):
75 partes em peso de um composto de acordo com a invenção são moídas em um moinho de rotor-estator com a adição de 25 partes em peso de agentes dispersantes, umectantes e gel de sílica. Diluição com água dá uma dispersão ou solução estável de composto ativo. O conteúdo de composto cid 16 w
ativo da formulação é de 75% em peso
2. Produtos para a aplicação direta:
H) Pós (DP):
partes em peso de um composto de acordo com a invenção são moídas finamente e misturadas intimamente com 95 partes em peso de caulim finamente dividido. Isto dá um produto capaz de ser transformado em poeira possuindo um conteúdo de composto ativo de 5% em peso. J) Grânulos (GR, FG, GG, MG)
0,5 parte em peso de um composto de acordo com a invenção é moída finamente e associada com 95,5 partes em peso de veículos. Métodos correntes são extrusão, secagem por pulverização ou leito fluidizado. Isto dá grânulos a serem aplicados não diluídos possuindo um conteúdo de composto
ativo de 0,5% em peso.
K) Soluções ULV (UL)
partes em peso de um composto de acordo com a invenção são dissolvidas em u90 partes em peso de m solvente orgânicos, por exemplo xileno. Isto dá um produto a ser aplicado não diluído possuindo um conteúdo
de composto ativo de 10% em peso.
Os compostos ativos podem ser usados como tais, na forma de
suas formulações ou nas formas de uso dos mesmos preparadas, por exemplo,
na forma de soluções, pós, suspensões ou dispersões, emulsões, dispersões
oleosas diretamente pulverizáveis, pastas, produtos capazes de serem
transformados em poeira, materiais para espalhamento, ou grânulos, por meio
de pulverização, atomização, polvilhamento, espalhamento, ou
derramamento. As formas de uso dependem inteiramente dos propósitos
intencionados; são intencionadas para garantir em cada caso a distribuição
mais fina possível dos de um composto de acordo com a invenção de acordo
com a invenção.
Formas de uso aquosas podem ser preparadas a partir de 17 ν concentrados de emulsão, pastas ou pós umectáveis (pós, dispersões oleosas pulverizáveis) pela adição de água. Para preparar emulsões, pastas ou dispersões oleosas, as substâncias, como tais ou dissolvidas em um óleo ou solvente, podem ser homogeneizadas em água por meio de um agente umectante, agente de pegajosidade, dispersante ou emulsificador. Contudo, também é possível preparar concentrados compostos de substância ativa, agente umectante, agente de pegajosidade, agente dispersante ou emulsificador e, se apropriado, solvente ou óleo, e tais concentrados são
adequados para diluição com água. As concentrações de composto ativo nas preparações prontas-
para-uso podem ser variadas dentro de faixas relativamente amplas. Em geral,
são de 0,0001 a 10%, preferivelmente de 0,01 a 1%.
Os compostos ativos também podem ser usados com sucesso
em processo de volume ultra-baixo (ULV), sendo possível aplicar
formulações compreendendo mais de 95% em peso de composto ativo, ou até
mesmo aplicar o composto ativo sem aditivos.
Vários tipos de óleos, agentes umectantes ou adjuvantes
podem ser adicionados nos compostos ativos, se apropriados, não até imediatamente antes do uso (mistura em tanque). Estes agentes tão tipicamente misturados com os agentes de acordo com a invenção, normalmente em uma razão em peso de 1:100 a 100:1, preferivelmente de
1:10a 10:1.
O composto I e pelo menos um dos compostos ativos II e V, OU as misturas ou as formulações correspondentes são aplicados pelo tratamento de fungos nocivos, das plantas, das sementes, dos solos, das áreas, dos materiais e dos espaços a serem mantidos livres deles com uma quantidade fungicidamente eficaz da mistura ou, no caso de aplicação separada, o de composto I e pelo menos um dos compostos ativos II e V. Aplicação pode ser realizada antes ou após a infecção pelos fungos nocivos. 18 ν- A ação fungicida do composto e das misturas pode se
demonstrada pelos testes abaixo:
A eficácia (W) é calculada como segue pela fórmula de Abbot:
W = (l - α/β)· 100
α corresponde à infestação fungica das plantas tratadas em % e
β corresponde à infestação fungica das plantas não tratadas
(controle) em %.
Uma eficácia de 0 significa que o nível de infestação das
plantas tratadas corresponde àquele das plantas de controle não tratadas; uma eficácia de 100 significa que as plantas tratadas não foram infectadas.
As eficácias esperadas de combinações de compostos ativos foram determinadas usando a fórmula de Colby [R. S. Colby, Weedsi 15, pp. 20-22, (1967)] e comparadas com as eficácias observadas. Fórmula de Colby:
E = x + y-x-y/100 E eficácia esperada, expressada em % do controle não tratado, quando se usa uma mistura de compostos ativos A e B nas
concentrações a e b.
x eficácia, expressada em % do controle não tratado, quando
se usa o composto ativo A na concentração a.
y eficácia, expressada em % do controle não tratado, quando
se usa o composto ativo B na concentração b.
Os compostos ativos epoxiconazol e triticonzol foram usados
como formulação comercial.
Exemplo de uso No. 1 - Atividade contra patógeno de brusone
do arroz Pyricularia oryzae no teste de microtítulo (Pyrior)
A solução de estoque é pipetada para cima de placa de microtítulo (MTP) e diluída para a concentração de composto ativo enunciada usando um meio nutriente aquoso baseado em malte para fungos. Uma
suspensão aquosa de esporos de Pyricularia oryzae foi então adicionada. As placas foram deixadas em uma câmara saturada com vapor de água em temperatura de 18°C. Usando um fotômetro de absorção, as MTPs foram medidas a 405 nm no dia 7 após a inoculação. Os parâmetros medidos foram comparados com o crescimento de uma variante de controle livre de composto ativo e o valor de branco livre de composto ativo e de fungo para determinar o crescimento relativo em % dos patógenos nos compostos ativos
individuais de acordo com a invenção.
Os valores visualmente determinados para a percentagem de
área foliar infectada foram inicialmente convertidos em um valor médio e então convertidos em eficácias em % do controle não tratado. Uma eficácia de 0% significa o mesmo grau de infecção que o do controle não tratado, e uma eficácia de 100% significa infestação de 0%. As eficácias esperadas para as combinações de compostos ativos foram determinadas usando a fórmula de Colby (Colby, S.R. "Calculating synergistic and antagonistic responses of herbicide combinations", Weeds, 15, pp. 20-22, 1967) e comparadas com as
Cllva^ma vL/o^ji v< Composto ativo /combinação de compostos ativos Cone. (ppm) Razão Efeito observado (%) Efeito calculado de acordo com a fórmula de Colby (%) Sinergismo Nível de sinergismo (%) F noxiconazol 1 0 Triticonazol 4 1 13 3 Rromuconazol 1 0 Epoxiconazol + Triticonazol 1+4 1:4 100 13 Sim 87 Epoxiconazol + Triticonazol 1 + 1 1:1 98 3 Sim 95 Epoxiconazol + Bromuconazol 1 + 1 1:1 52 0 Sim 52
as misturas de acordo com a invenção são consideravelmente mais ativas do que o que havia sido predito pela fórmula de Colby.

Claims (13)

1. Mistura fungicida, caracterizada pelo fato de compreender: (1) epoxiconazol de fórmula I <formula>formula see original document page 21</formula> ou seus sais ou adutos e pelo menos um outro triazol ou seus sais ou adutos, selecionados do grupo consistindo de: (2) triticonazol de fórmula II <formula>formula see original document page 21</formula> (3) difenconazol de fórmula III <formula>formula see original document page 21</formula> (III) ou (4) hexaconazol de fórmula IV <formula>formula see original document page 22</formula> (IV) ou (5) bromuconazol de fórmula V <formula>formula see original document page 22</formula> (V) em uma quantidade sinergicamente eficaz.
2. Mistura fungicida de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de compreender epoxiconazol de fórmula I e triticonazol de fórmula II.
3. Mistura fungicida de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de compreender epoxiconazol de fórmula I e difenconazol de fórmula III.
4. Mistura fungicida de acordo com a reivindicação Ij caracterizada pelo fato de compreender epoxiconazol de fórmula I e hexaconazol de fórmula IV.
5. Mistura fungicida de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de compreender epoxiconazol de fórmula I e bromuconazol de fórmula V.
6. Mistura fungicida de acordo com a reivindicação I5 caracterizada pelo fato de compreender a razão em peso de epoxiconazol de fórmula I para o respectivo triazol de fórmulas II a V é de 100 : 1 a 1 : 100.
7. Processo para combater fungos nocivos, caracterizado pelo fato de compreender tratar os fungos nocivos, seu hábitat ou as plantas, as sementes, os solos, as áreas, os materiais ou os espaços a serem mantidas(os) livres deles com a mistura fungicida como definida na reivindicação 1.
8. Processo de acordo com a invenção 7, caracterizado pelo fato de que o composto de fórmula I como definido na reivindicação 1 e pelo menos um composto de fórmulas II a IV como definido na reivindicação 1 são aplicados simultaneamente, isto é junta ou separadamente, ou em sucessão.
9. Processo de acordo com a invenção 7 ou 8, caracterizado pelo fato de que a mistura fungicida ou o composto de fórmula I e pelo menos um composto de fórmulas II a V como definido na reivindicação 1 é / são aplicado(s) em uma quantidade de 5 g/ha a 2.000 g/ha.
10. Processo de acordo com a invenção 7 ou 8, caracterizado pelo fato de que o composto I e pelo menos um dos compostos II a V como definido na reivindicação 1 ou a mistura como definida na reivindicação 1 é / são aplicado(s) em uma quantidade de 1 g a 1.000 g por 100 kg de semente.
11. Semente, caracterizada pelo fato de compreender a mistura como definida na reivindicação 1 em uma quantidade de 1 g a 1.000 g por 100 kg.
12. Uso do composto I com pelo menos um dos compostos II a V como definido na reivindicação 1, caracterizado pelo fato de ser para preparar um agente adequado para combater fungos nocivos.
13. Agente fungicida, caracterizado pelo fato de compreender a mistura fungicida como definida na reivindicação 1 e um veículo liquido ou sólido.
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