BRPI0617494A2 - mÉtodo para testar e fabricar um acendedor; e mÉtodo para fabricar um acendedor recarregÁvel que possui um restritor de fluxo - Google Patents

mÉtodo para testar e fabricar um acendedor; e mÉtodo para fabricar um acendedor recarregÁvel que possui um restritor de fluxo Download PDF

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BRPI0617494A2
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Abstract

<B><UM>MÉTODO PAPA TESTAR E FABRICAR UM ACENDEDOR; E MÉTODO PAPA FABRICAR UM ACENDEDOR PECARREGÁVEL QUE POSSUI UM RESTRITOR DE FLUXO<D><MV>Trata-se de um dispositivo acendedor que possui um restritor de fluxo e métodos associados para fabricar e testar tal dispositivo acendedor e restrítor de fluxo. O restritor de fluxo pode ser formado de um elemento poroso para atingir uma altura de chama substancialmente fixa ou variável. O restritor de fluxo pode ser testado antes ou após a montagem em um alojamento de acendedor ao receber um fluido não-combustível. A taxa de fluxo do fluido não- combustível pode ser correlacionada com a taxa de fluxo de um fluido combustível através do restritor de fluxo para aproximar a altura de chama resultante de um acendedor que incorpora o restritor de fluxo testado. O restritor de fluxo também pode ser testado ao receber um fluido combustível antes da montagem do restritor de fluxo no alojamento de acendedor. Desta maneira, os restrítores de fluxo e dispositivos acendedores correspondentes podem ser testados sem introduzir fluidos combustíveis em tais dispositivos acendedores antes da expedição. Também, o vácuo formado em um tanque de combustível do acendedor pode ser extraído antes da expedição.

Description

"MÉTODO PARA TESTAR E FABRICAR UM ACENDEDOR; E
MÉTODO PARA FABRICAR UM ACENDEDOR RECARREGÁVEL QUE POSSUI UMRESTRITOR DE FLUXO".
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
CAMPO DA TÉCNICA
Esta descrição refere-se a dispositivosacendedores e, mais particularmente, a dispositivosacendedores com "chama aberta", sendo que os dispositivosacendedores possuem um restritor de fluxo. Descrevem-se,ainda, métodos relacionados para a fabricação e teste dedispositivos acendedores de ohama aberta.
DESCRIÇÃO DA TÉCNICA RELACIONADA
Os acendedores de chama aberta são comumenteusados para acender produtos de tabaco, como cigarros,charutos, cigarrilhas e similares. Tais dispositivos secontrapõem àqueles em que a chama fica total ousubstancialmente encerrada, por exemplo, para aquecimento.Muitos acendedores de chama aberta utilizam combustívelpressurizado para induzir a chama. Tais acendedores sãocomumente referidos como acendedores de "butano", embora ocombustível possa ser apenas parcialmente butano. Conformeusado aqui o termo "acendedor" se refere a todos osdispositivos portáteis produtores de chama aberta queutilizam um fluido combustível como combustível passível dequeima, comumente conhecidos como acendedores de cigarros,acendedores de cigarrilhas, e/ou acendedores de charutos etais dispositivos similares. Os dispositivosexemplificativos estão definidos na norma ASTM F400-04.Alguns acendedores convencionais utilizam ummecanismo de entrega de combustível ajustável para permitirque a altura da chama seja ajustada dentro de uma faixapredeterminada, como definido em ASTM Standard F400-04,seção 3.1.8. Outros acendedores convencionais utilizam ummecanismo de entrega de combustível fixa para efetuar umaaltura de chama fixa. Com ambos os tipos de acendedor,requer-se que a altura máxima de chama seja controlada. Foijulgado necessário testar tais acendedores, para garantir quea altura máxima de chama não exceda um limitepredeterminado. Isto requer tipicamente distribuir umcombustível dentro dos acendedores e testar a altura dechama antes da venda. Uma vez que o acendedor foi carregadocom combustível, podem ocorrer restrições adicionais no quetange à expedição de tais acendedores, pois estes podem serclassificados por algumas entidades como produtos perigosos.Isto aumenta o custo e a dificuldade de se distribuir taisacendedores no comércio.
SUMÁRIO
A presente descrição supera custos e a dificuldadede distribuir acendedores com combustível ao fornecer umaparelho e método para fabricar, testar e distribuiracendedores "secos" que possuem restritores de fluxo, porexemplo, acendedores que não receberam um combustívelpassível de queima, como, butano ou uma mistura de butano.Um restritor de fluxo exemplificativo pode ser formado de umelemento poroso que regula o fluxo de combustível através deuma montagem de válvula do acendedor para induzir uma alturade chama substancialmente fixa ou uma altura de chamavariável. 0 elemento poroso pode ser rígido ou comprimível epode incluir uma única abertura ou uma pluralidade deaberturas. 0 restritor de fluxo pode ser testado antes ouapós a montagem em um acendedor. Quando testado antes damontagem, um combustível passível de queima ou um fluidonão-combustível (por exemplo, gás inerte) pode ser conduzidoatravés do restritor de fluxo para avaliar a taxa de fluxo.Se um fluido não-combustível for usado, a taxa de fluxo do fluido não-combustível pode ser correlacionada com a taxa defluxo de um fluido combustível (por exemplo, butano oumistura tipo butano) através do restritor de fluxo paraaproximar a altura de chama resultante de um acendedor queincorpora o restritor de fluxo testado. Quando testado após a montagem do restritor de fluxo no alojamento de acendedor,um fluido não-combustível pode ser conduzido através dorestritor de fluxo para avaliar a taxa de fluxo. A taxa defluxo do fluido não-combustível pode ser correlacionada coma taxa de fluxo de um fluido combustível através do restritor de fluxo para aproximar a altura de chamaresultante de um acendedor que incorpora o restritor defluxo. Desta maneira, os restritores de fluxo e osdispositivos acendedores correspondentes podem ser testadospara verificar a altura de chama sem a introdução de fluidoscombustíveis em tais dispositivos acendedores antes daexpedição.
Ademais, pode-se extrair o vácuo formado no tanquede combustível antes da expedição. Em modalidades onde orestritor de fluxo é testado após a montagem no acendedor, ofluido não-combustível pode ser retirado do tanque decombustível e um vácuo pode ser extraído deste. 0fornecimento de um acendedor recarregável com um tanque decombustível sob vácuo poderia facilitar e aumentar ocarregamento inicial do tanque com combustível peloconsumidor, permitindo que o combustível entre no tanque sema necessidade de comprimir o ar vedado no tanque durante osprocessos de fabricação normais. Isto permite que oconsumidor aumente a carga inicial do tanque comcombustível, enquanto reduz a pressão interna noreservatório de combustível. Isto também é vantajoso paraevitar aumentos de pressão durante o transporte deacendedores em climas quentes.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Agora faz-se referência às seguintes descriçõestomadas em conjunto com os desenhos em anexo, nos quais:
A Figura 1 é uma vista em corte lateral de umacendedor útil na prática da presente descrição;
A Figura 2 é uma vista em corte parcial ampliadade uma parte de montagem de válvula da Figura 1;
A Figura 3 é uma vista em corte lateral ampliadade um restritor de fluxo útil no acendedor da Figura 1 e, deoutro modo, na prática da presente descrição;
A Figura 4 é uma vista da extremidade de entradado restritor de fluxo da Figura 3;
A Figura 5 é uma vista da extremidade de saída dorestritor de fluxo da Figura 3;A Figura 6 é um diagrama esquemático de um sistemade teste de restritor de fluxo na prática da presentedescrição;
A Figura 7 é uma vista em corte lateral de umaparelho para testar o restritor de fluxo da Figura 2;
A Figura 8 é um diagrama de fluxo lógico quemostra um método para testar o restritor de fluxo da Figuraútil na prática da presente descrição;
A Figura 9 é uma vista em corte lateral que mostra
um aparelho de teste que faz interface com o acendedor daFigura 1 útil na prática da presente descrição;
A Figura 10 é uma vista em corte lateral de umaparelho de ensaio de lote para testar um lote derestritores de fluxo úteis na prática da presente descrição;e
A Figura 11 é uma vista de cima para baixo de umtransportador exemplificativo para manter um lote derestritores de fluxo, que pode ser usado com o aparelho deensaio de lote da Figura 10.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Com referência à FIGURA 1, ilustra-se um acendedor10 de acordo com a presente descrição. Deve ser entendido,entretanto, que outras formas de acendedores podem serusadas como alternativas para o acendedor 10 mostrado naFIGURA 1, e que o acendedor 10 é apresentado como um exemplopara ilustrar os aspectos da presente descrição. De fato, oacendedor 10 pode ser qualquer dispositivo acendedor queincorpora um restritor de fluxo ou dispositivo tiporestritor de fluxo. 0 acendedor 10 inclui uma montagem derestritor de fluxo 12, que recebe combustível de umcompartimento de armazenamento de combustível 14. Naprática, um usuário pode iniciar uma chama ao atuar oacendedor para induzir fluxo de fluido a partir docompartimento de armazenamento 14 até e através da montagemde restritor de fluxo 12. Como usado aqui, o termo "fluido"se refere a um fluido em um estado gasoso, estado líquido,estado de plasma, ou combinações destes.
A Figura 2 especifica uma parte de uma montagem deválvula 20 do acendedor 10. A montagem de válvula 20 incluium elemento de válvula 22 disposto acima da montagem derestritor de fluxo 12, que pode ser disposto em um invólucrointerno 24 do acendedor 10 de modo que a montagem derestritor de fluxo 12 se situe em uma área definidageralmente adjacente ao compartimento de armazenamento 14.Consequentemente, o acendedor 10 define uma trajetória defluxo de combustível F que começa no compartimento dearmazenamento 14, se estende através da montagem derestritor de fluxo 12 e se estende para cima através doinvólucro interno 24 e acima do elemento de válvula 22. Emoutras palavras, as setas F marcam a trajetória e direção defluxo. Em uma modalidade, a montagem de restritor de fluxo12 inclui um restritor de fluxo 26 disposto dentro de umaluva 28. Na modalidade ilustrada, o restritor de fluxo 26 éum elemento poroso. A luva 28 pode ser formada de metal epode incluir uma pluralidade de cristas 30 para engatar comsegurança o invólucro interno 24. A montagem de restritor defluxo 12 pode incluir, adicionalmente, um elemento devedação, como, um anel em 0 32 para vedar a trajetória defluxo de fluido. Deve ser avaliado que em algumasmodalidades, a montagem de restritor de fluxo 12 pode serformada de forma única de modo que a "montagem" seja umelemento integral.
0 restritor de fluxo 26 pode ser formado de umavariedade de materiais, inclusive materiais rigidos ecomprimiveis. Os materiais rigidos exemplificativos incluemmetal, como, aço inoxidável e plástico, e podem serempregados para atingir uma altura de chama fixa. Osmateriais comprimiveis exemplificativos incluem materiaiselastoméricos, espumas, esponjas, e folhas fibrosas, e podemser empregados para atingir uma altura de chama variável.
Por exemplo, o acendedor 10 pode utilizar um parafuso paracomprimir um restritor de fluxo de elastômero porosoalterando, assim, o fluxo de fluido através deste quandodesejado. Outros materiais rigidos e comprimiveis sãocontemplados dentro do escopo da presente descrição.
Ademais, o restritor de fluxo 26 pode ser formado paraincluir uma única abertura através deste ou uma pluralidadede aberturas através deste. Em operação, o combustível éconduzido através do restritor de fluxo 26 para atingir umataxa de fluxo de fluido substancialmente regular atravésdeste, e para atingir essencialmente uma altura de chamafixa ou uma altura de chama variável desejada que estádentro de uma faixa especificada.O elemento de válvula 22 inclui uma parte devedação 34, que pode ser acionada para engatar uma sede devedação 36 do invólucro interno 24. Em operação, o elementode válvula 22 pode ser acionado para baixo (como observado na FIGURA 2) para engatar a parte de vedação 34 com a sedede vedação 36, assim, bloqueando de forma eficaz o fluxo defluido para cima (como observado na FIGURA 2).
Com referência agora às FIGURAS 3 a 5, o restritorde fluxo 26 é mostrado em mais detalhes para ilustrar uma pluralidade de poros, que permitem cooperativamente apassagem de butano, componente de butano, ou fluido tipobutano. O restritor de fluxo 26, em parte ou em suatotalidade, pode ser um meio poroso que proporciona umatrajetória de liberação continua para que o fluido possa fluir através deste. A porosidade e área de superfícieexposta do restritor de fluxo 26 em combinação com aspropriedades e condições do fluido administram a taxa defluxo do fluido através do restritor de fluxo. Taispropriedades e condições de fluido, por exemplo, densidade, velocidade de fluxo, pressão de vapor, e temperatura, podemafetar a taxa de fluxo resultante através do restritor defluxo. A permeabilidade do restritor de fluxo 26 resulta desua porosidade, que é uma função do tamanho relativo,formato e número de poros, e a porcentagem de poros que são conectados para formar uma trajetória de fluxo contínua.Deve ser avaliado que o restritor de fluxo 26 pode assumirconfigurações alternativas, exceto uma configuração porosa,desde que o restritor de fluxo permita que o fluido fluaatravés deste de maneira regular. Por exemplo, um restritorde fluxo alternativo pode incluir um tubo que limita o fluxode fluido através deste. Em uma modalidade, o restritor defluxo 26 é fabricado de modo que o fluxo através deste sejaaltamente repetivel. Através do controle tanto dosparâmetros de desenho como de fabricação do restritor defluxo 26, o fluxo de fluido (particularmente para fluidosgasosos) é rigidamente controlado. A taxa de fluxo atravésdo restritor de fluxo 26, e, desse modo, a altura de chamaresultante, podem ser precisamente determinadas através doteste do restritor de fluxo.
Com referência agora à FIGURA 6, em umaimplementação da presente descrição, um sistema de teste 60pode ser usado para testar o restritor de fluxo 26, que podeser disposto no bloco de teste de restritor de fluxo 80. Osistema de teste 60 pode incluir um medidor de fluxo 62 quemede a taxa de fluxo e outros parâmetros de um gás dofornecimento de gás 66 através do restritor de fluxo 26.Embora um gás seja usado para ilustrar esta modalidade, deveser avaliado que um fluido em outro estado (por exemplo, umestado liquido, plasma, ou uma combinação destes) pode serusado para testar a taxa de fluxo do restritor de fluxo.Exemplos do gás do fornecimento de gás 66 incluemnitrogênio, ar ou outro fluido não-combustivel. O sistema deteste 60 pode incluir, adicionalmente, um computador 64 paraproporcionar uma interface de usuário ao sistema de teste60, bem como para executar instruções para controlar eoperar o medidor de fluxo 62, coletar dados, calcular,analisar e registrar resultados, proporcionar conectividadede rede a uma LAN/WAN, e realizar outras instruçõesdetalhadas no diagrama de fluxo lógico da Figura 8.
O sistema de teste 60 pode ser configurado paramedir o fluxo permitido pelo restritor de fluxo 26. Emoutras palavras, o sistema de teste 60 é configurável paramedir a taxa de fluxo do gás de teste através do restritorde fluxo 26. O sistema de teste 60 pode ser usado em umambiente controlado por temperatura/umidade para manterresultados precisos e consistentes. Em outras modalidades, osistema de teste 60 pode ser usado em gualguer ambiente como computador 64 que condicione e corrija os resultadosbaseado em sua leitura de condições ambientais.
0 medidor de fluxo 62 pode incluir uma unidade depreparação de gás 72, controlador de fluxo de gás 74,detector de temperatura de gás 7 6, gás em detector depressão 78, o bloco de teste de restritor de fluxo 80 (paraalojar o restritor de fluxo testado 26, controlador deaperto de restritor de fluxo 82, detector de saída de gás84, passagem de gás 86, detector de temperatura ambiente 88e detector de pressão barométrica 90) . Embora o medidor defluxo 62 possa captar um fluxo de fluido com menoscomponentes, por exemplo, apenas um sensor de fluxo, estamodalidade exemplificativa mede os parâmetros detemperatura, pressão e pressão barométrica para aplicarcorreções de pressão e viscosidade para determinar uma taxade fluxo de massa padronizada através do restritor de fluxo26 que está sendo testado.Por exemplo, para gás nitrogênio, as taxas defluxo volumétricas padrão são determinadas utilizando aseguinte fórmula:
Ms = M0 * ((Pg + 2PS) * V0 * T0) / ((Pg + 2Pb) * Vs *Ts),
onde Ms é o fluxo de massa padronizado, M0 é ofluxo de massa medido, Pg é a pressão de gás em polegadas demercúrio ("Hg), Ps é a pressão padrão (ou seja, 29,92 "Hg a15°C e nivel médio do mar), Pb é a pressão barométrica("Hg), V0 é a viscosidade do gás (ou seja, 166,4 + 0,45*Tg,onde Tg é a temperatura do gás), To é a temperatura ambienteem Kelvin (ou seja, 272 + T (°C), vs é a viscosidade padrãode nitrogênio (ou seja, 175,9), e Ts é a temperatura padrão(ou seja, 294,1 K).
O suprimento de gás 66 pode ser configurado paraproporcionar o medidor de fluxo 62 com um gás de teste não-combustivel, como, ar, ou este pode ser configurado paraproporcionar combustível passível de queima, como, butano oumistura tipo butano. De preferência, o gás deve ser de altapureza que é transparente, seco e isento de óleo. O gás érecebido em unidade de preparação de gás 72, que podeincluir um dispositivo de captura de óleo/umidade parareduzir o risco de contaminação. O gás passa, então, para aunidade controladora de fluxo de gás 74, que regula o fluxode gás para proporcionar uma pressão de gás desejada. Aunidade detectora de temperatura de gás 76 mede atemperatura do gás (Tg) , e o gás na unidade detectora 78pode medir a pressão de gás antes de passar através do blocode teste de restritor de fluxo 80.
Deve ser avaliado que o próprio restritor de fluxo26, a montagem de restritor de fluxo 12 ou toda a montagemde válvula 20 podem ser colocados no bloco de teste derestritor de fluxo 80 para realizar o teste de fluxo. Porexemplo, brevemente com referência à FIGURA 7, a montagem derestritor de fluxo 12 pode ser posicionada entre os blocosde teste 92, 94 para proporcionar uma configuração estáveldo restritor de fluxo para teste. Adicionalmente, um par deanéis em O 96 pode ser usado para vedar a interface entre amontagem de restritor de fluxo 12 e os blocos de teste 92,94. Ademais, um aparelho de aperto pode ser usado paraaplicar pressão suficiente para efetuar a vedação sobre ainterface entre a montagem de restritor de fluxo 12 e osblocos de teste 92, 94. Em outras modalidades, apenas orestritor de fluxo 26 pode ser testado antes da montagem noacendedor 10, ou toda a montagem de válvula 20 pode sertestada antes da montagem no acendedor 10. Agora, comreferência novamente à FIGURA 6, o controlador de aperto derestritor de fluxo 82 controla o aperto dos blocos de teste92, 94 sobre o restritor de fluxo 26 para realizar umavedação segura. Outras disposições de vedação adequadas eaparelhos de teste são considerados, por exemplo, paratestar o restritor de fluxos em um acendedor montado, e paratestar um lote de restritores de fluxo.
Um detector de saida de gás 84 pode medir o fluxode massa de gás que sai do restritor de fluxo 26 paradeterminar a variável M0. O gás é, então, conduzido para umaunidade de passagem de gás 86, onde o mesmo tanto é coletadocomo descarregado na atmosfera, de acordo com os requisitosde descarte ambiental apropriados do gás. A unidadedetectora de temperatura ambiente 88 mede a temperaturaambiente (T) e a unidade detectora de pressão barométrica 90mede a pressão barométrica (Pb).
As variáveis medidas das unidades 76, 78, 84, 88 e90 são transmitidas para o computador 64, que é operávelpara calcular a taxa de fluxo (por exemplo, taxa de fluxovolumétrica) através do restritor de fluxo 26, bem como paraproporcionar outras funções. Em modalidades onde um fluidonão-combustível é usado para teste, uma correlaçãoconhecida, por exemplo, pressão de vapor, densidade,temperatura, etc., entre o fluido de teste não-combustivel(por exemplo, gás nitrogênio) e o fluido combustível (porexemplo, butano) pode ser usada para extrapolar uma taxa defluxo de fluido prevista para o fluido combustível atravésdo restritor de fluxo 26.
A FIGURA 8 ilustra um diagrama de fluxo lógico deum método para testar um restritor de fluxo. Uma pressão deaperto desejada é estabelecida na referência numérica 102. Apressão de gás é, então, regulada à pressão de testedesejada, na referência numérica 104. Um restritor de fluxoé inserido no bloco de teste de restritor de fluxo, nareferência numérica 106, e o restritor de fluxo é fixadopara garantir uma vedação, na referência numérica 108. Apressão de aperto deve ser suficiente para realizar umavedação sobre o restritor de fluxo para evitar vazamentos.Depois, um fluxo de gás é iniciado através do restritor defluxo, na referência numérica 110. Ao determinar que o fluxode gás se encontra em uma condição de estado estacionário,na referência numérica 112, o fluxo de massa, pressão degás, temperatura de gás, temperatura ambiente e pressãobarométrica são medidos na referência numérica 114. Depois,a taxa de fluxo através do restritor de fluxo é determinada,na referência numérica 116. o fluxo de gás é entãointerrompido, na referência numérica 118, e o restritor defluxo pode ser liberado ao afrouxar o mesmo, na referêncianumérica 120, e removendo-se o restritor de fluxo doaparelho de teste, na referência numérica 122.
Em modalidades onde um fluido não-combustivel éusado para teste, a correlação entre o fluido de teste (porexemplo, ar ou gás inerte) e o fluido de produto (porexemplo,, butano) pode ser confirmada ao tirar uma amostrados restritores de fluxo e ao usar o fluido de teste paradeterminar suas taxas de fluxo individuais utilizando-se uminstrumento de teste qualificado. Após determinar as taxasde fluxo com o instrumento, os restritores de fluxo podemser então, montados nos acendedores de teste, que sãocarregados com butano. Os acendedores de teste podem serentão, acionados para testar a altura de chama. Osresultados deste teste poderiam fornecer uma correlaçãodireta entre a taxa de fluxo do fluido de teste e a alturade chama real, enquanto carrega apenas poucos acendedores deteste com butano ou material tipo butano. Deve ser avaliadoque em modalidades alternativas, os restritores de fluxopoderiam ser testados ao medir a pressão diferencial em umapressão e temperatura predeterminada e controlada com ofluido de teste particular.
Conseqüentemente, uma taxa de fluxo de combustívelpassível de queima determinada ou uma taxa de fluxocorrespondente de um fluido não-combustível através dorestritor de fluxo 26 fornecerá uma indicação de uma alturade chama máxima resultante de um acendedor que incorpora orestritor de fluxo. Na prática, uma altura de chama máximadesejada pode ser designada de modo que um restritor defluxo não permita uma altura de chama além da altura dechama designada. O restritor de fluxo pode ser então,fabricado de acordo com este relatório descritivo (ou seja,para ter uma altura de chama máxima) , desta maneira,resultando em um restritor de fluxo de uma porosidadedesejável. Em alguns casos, uma faixa especificada de taxade fluxo de butano irá corresponder a uma altura de chamadesejada. Em um exemplo, a altura de chama desejada pode seratingida ao proporcionar um restritor de fluxo queestabelece o fluxo de butano em uma taxa de 6,5 centímetroscúbicos padrão por minuto (sccm) +/- 0,75 sccm.Conseqüentemente, os restritores de fluxo podem ser testadosde acordo com este relatório descritivo. Conforme pode seravaliado a partir da descrição anterior, os restritores defluxo 26 podem ser testados antes da colocação emacendedores, desse modo, reduz-se a necessidade deintroduzir um fluido combustível em tais acendedores antesda expedição. Em algumas modalidades, os restritores defluxo 26 podem ser alternativamente inseridos em umalojamento de acendedor antes do teste. Nestas modalidades,o teste pode realizado em acendedores que incorporam osrestritores de fluxo, ainda sem a necessidade de seintroduzir um combustível passível de queima no acendedor.Ou seja, um fluido não-combustível pode ser usado paratestar os acendedores montados, desta maneira, reduzindo-sea necessidade de carregar os acendedores com um combustívelpassível de queima antes da expedição.
O teste de restritores de fluxo 26 antes damontagem de tais restritores de fluxo em acendedores permitea fabricação de acendedores "secos" com uma altura máxima dechama conhecida e controlada. Conforme usado aqui, o termo"acendedor seco" se refere a um acendedor, que não foicarregado (preenchido) com combustível. Na verdade, o uso deum gás de teste não-combustível para medir o fluxo permitidopelo restritor de fluxo 26 permite a fabricação deacendedores sem colocar nenhuma parte do acendedor emcontato com o combustível butano.
Na prática, os restritores de fluxo 26 que estãodentro dos parâmetros de fluxo predeterminados são usados namontagem e fabricação dos acendedores, como, acendedor 10.Os restritores de fluxo 26 que excedem ou estão abaixo dosparâmetros de fluxo predeterminados são rejeitados e não sãousados na fabricação de acendedores. Por exemplo, revela-seque aqueles restritores de fluxo que não proporcionam fluxode butano ou material tipo butano dentro da faixa de 6,5sccm + /-, 75 sccm são inutilizados. A inspeção de taxa defluxo do restritor de fluxo permite a pré-qualificação dorestritor de fluxo para a montagem do acendedor, e dessemodo, minimiza ou elimina o potencial de rejeição parcial oucompleta de acendedores que não satisfazem os requisitos dequalidade e desempenho para taxas de fluxo de fluido.
Conforme foi estabelecido, através do teste dacaracterística de fluxo do restritor de fluxo 26 antes deser colocado no acendedor, tanto através do uso de um fluidonão-combustível como um combustível passível de queima, acaracterística de fluxo do restritor de fluxo 26 paracombustível butano no acendedor pode ser determinada.Novamente, deve ser entendido que o "combustível butano"pode incluir uma forma de butano ou pode incluir uma misturade diversas formas de butano ou pode incluir butano e um oumais outros gases ou pode ser um ou mais outros combustíveisque não contêm butano, porém, que são similares a butano.
A utilização dos métodos da presente descriçãopara verificar a característica de fluxo do acendedorpermite a montagem completa do acendedor sem que este nuncatenha sido carregado com combustível. Tais "acendedoressecos" apresentam menos restrições com relação à expediçãopara distribuição. Ao realizar a verificação dacaracterística de fluxo, a altura máxima da chama pode sercontrolada, sem ter de carregar e testar o acendedor comcombustível passível de queima.
O teste do restritor de fluxo 26 de acordo com apresente descrição pode ser realizado sobre o restritor defluxo separadamente, ou pode ser realizado após o restritorde fluxo ser montado no acendedor. A FIGURA 9 mostra umaparelho de teste exemplificativo 140 designado para fazerinterface com um acendedor 10 onde um restritor de fluxo 26já está montado no acendedor. O aparelho de teste 140 incluium bocal de enchimento de gás 142 e uma porta de saida degás 144. As vedações 146, 148 garantem um encaixe seguropara evitar vazamentos de gás. Uma vedação pode serrealizada ao aplicar pressão apropriada tanto sobre o bocalde enchimento de gás 142 como sobre a porta de saida de gás144. Nesta modalidade, um fluido não-combustível é usadopara testar o acendedor montado para evitar a introdução decombustível passível de queima no acendedor antes daexpedição. Em operação, o gás entra no acendedor 10 atravésdo bocal de enchimento de gás 142 e sai através da porta desaída de gás 144. Em algumas modalidades, o tanque decombustível pode ser preenchido com fluido não-combustívelpara facilitar o teste. O teste pode ser realizadoutilizando-se o aparelho e métodos de teste descritos acima.Após o teste, qualquer fluido não-combustível no tanque decombustível pode ser extraído e o vácuo formado no tanque decombustível pode ser extraído. O fornecimento de umacendedor confiável com um tanque de combustível sob vácuopoderia facilitar e aumentar o carregamento inicial dotanque com combustível pelo consumidor, permitindo que ocombustível entre no tanque sem a necessidade de comprimir oar vedado no tanque durante os processos de fabricaçãonormais. Isto permite que o consumidor aumente a cargainicial do tanque com combustível.
Em um ambiente de produção em massa, tambémconsidera-se que os restritores de fluxo podem ser testadosem lotes ou com automação seqüencial ou com automação demovimento contínuo. Uma vista lateral de um aparelho deteste de lote exemplificativo 150 é ilustrada na FIGURA 10.O aparelho de teste de lote 150 inclui um aperto inferior162, aperto superior 164, e anéis em O 166 para proporcionaruma vedação. O transportador 168 pode incluir um lote derestritores de fluxo 26 ou montagens de restritor de fluxo12, para facilidade de manipulação, automação edistribuição. Nesta modalidade exemplificativa, otransportador 168 proporciona uma matriz quatro por quatroonde se testa e manipula os restritores de fluxo 26, apesarde ser avaliado que a matriz possui outras configurações quepossuem diversas dimensões, formatos e direções.
As características adicionais de um transportadorexemplificativo são mostradas com referência à FIGURA 11,que mostra uma vista de cima para baixo do transportador 168que conduz um lote de dezesseis restritores de fluxo 26. Otransportador 168 pode incluir guias de alinhamento 170 emcada canto para auxiliar no posicionamento e alinhamento dolote, um rótulo de identificação de lote 172, e um código debarra 174 para identificação de lote automática. 0 rótulo deidentificação de lote 172 e código de barra 174 podeidentificar o lote, bem como outros detalhes de loteassociados, como, origem e fabricante.Operacionalmente, um lote pode ser testadoutilizando uma técnica similar àquela descrita acima comreferência a um único restritor de fluxo 26. Os restritoresde fluxo podem ser testados todos de uma vez (ou seja, emparalelo), ou de forma seqüencial (ou seja, em série) e ascaracterísticas de fluxo volumétrico podem ser calculadaspor um computador. Os resultados de lote podem serarmazenados e analisados, e os resultados usados paraaceitar ou rejeitar um único restritor de fluxo 26 ou umlote de restritores de fluxo.
Adicionalmente, o teste de restritor de fluxo 26,seja como um componente individual montado em um acendedor,como em um lote, pode ser realizado sobre uma base deamostra estatística ou sobre uma base de fabricação de 100%.
Por "base de fabricação de 100%" entende-se que cadarestritor de fluxo montado em um acendedor tem seu fluxotestado para verificar que este satisfaz a especificaçãocaracterística de fluxo predeterminada.
Embora diversas modalidades de acendedores comrestritores de fluxo e métodos de fabricação e teste de taisrestritores de fluxo de acordo com os princípios reveladosaqui sejam descritas acima, deve ser entendido que estasforam apresentadas apenas a guisa de exemplo, e sem caráterlimitativo. Por exemplo, em modalidades onde um combustívelpassível de queima é usado para testar os restritores defluxo antes da montagem em um acendedor, o restritor defluxo pode se submeter a um processo de ventilação após oteste para liberar completamente de forma substancial ocombustível antes de ser inserido em um acendedor. Ou orestritor de fluxo pode ser arrastado com outro fluido (porexemplo, ar ou um gás inerte) para expelir qualquercombustível residual. De preferência, as seguintesreivindicações devem ser amplamente incluídas para cobrirqualquer modalidade ajustada para satisfazer os princípiosdescritos aqui. Desta maneira, a amplitude e escopo da(s)invenção (ões) não devem ser limitados por nenhuma dasmodalidades exemplificativas descritas acima, porém devemser definidos apenas de acordo com quaisquer reivindicaçõese seus equivalentes provenientes desta descrição. Ademais,as vantagens e características acima são proporcionadas nasmodalidades descritas, porém estas não devem limitar aaplicação de tais expedidas a processos e estruturas querealizam todas e quaisquer das vantagens acima.
Adicionalmente, os cabeçalhos da seção no presentedocumento são proporcionados para consistência com assugestões sob 37 CFR 1.77 ou, de outro modo, paraproporcionar informações organizacionais. Estes cabeçalhosnão devem limitar ou caracterizar a(s) invenção(ões)especificada(s) em quaisquer reivindicações que podem serprovenientes desta descrição. Especificamente e a título deexemplo, embora os cabeçalhos se refiram a um "CampoTécnico", tais reivindicações não devem ser limitadas pelalinguagem selecionada sob este cabeçalho para descrever ocampo técnico autodeterminado. Ademais, uma descrição de umatecnologia nos "Antecedentes" não deve ser interpretada comouma admissão que a tecnologia é anterior a qualquerinvenção (ões) nesta descrição. Nem o "Sumário" de.ve serconsiderado como uma caracterização da(s) invenção(ões)estabelecida(s) nas reivindicações. Ademais, qualquerreferência nesta descrição à "invenção" no singular não deveser usada para afirmar que há apenas um único ponto dedescoberta nesta descrição. Múltiplas invenções podem serestabelecidas de acordo com as limitações das múltiplasreivindicações provenientes desta descrição, e taisreivindicações definem adequadamente a(s) invenção(ões) , eseus equivalentes, que são protegidos por esta (s) . Em todosos casos, cabe considerar o âmbito destas reivindicações sobseus méritos em si, à luz desta descrição, não devendolimitá-las aos cabeçalhos ora apresentados.

Claims (27)

1. Método para testar um acendedor,caracterizado pelo fato de que o método compreende:proporcionar um acendedor que possui umdispositivo restritor de fluxo montado neste;conduzir um fluido não-combustivel através dodispositivo restritor de fluxo; emedir uma taxa de fluxo do fluido não-combustivelatravés do dispositivo restritor de fluxo.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o acendedor compreende,adicionalmente, um tanque de combustível, e quando o testede taxa de fluxo for realizado:extrair o vácuo formado no tanque de combustível.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o acendedor compreende,adicionalmente, um tanque de combustível, sendo que o métodocompreende adicionalmente:dispor o fluido não-combustivel no tanque decombustível antes de conduzir o fluido não-combustivelatravés dispositivo restritor de fluxo;extrair o fluido não-combustível do tanque decombustível após medir a taxa de fluxo através dodispositivo restritor de fluxo; eextrair o vácuo formado no tanque de combustível.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que: quando a taxa de fluxoestiver dentro de uma faixa especificada de taxas de fluxo,categoriza-se o acendedor como aprovado no teste de taxa defluxo; e quando a taxa de fluxo medida estiver fora da faixaespecificada de taxas de fluxo, categoriza-se o acendedorcomo reprovado no teste de taxa de fluxo.
5. Método, de acordo com a reivindicação 4,caracterizado pelo fato de que a faixa especificada de taxasde fluxo corresponde a uma faixa especificada de taxas defluxo de um fluido combustível.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o fluido não-combustível é umgás inerte.
7. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o fluido não-combustível éselecionado do grupo que consiste em ar e nitrogênio.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o restritor de fluxo é umelemento poroso.
9. Método, de acordo com a reivindicação 1,caracterizado pelo fato de que o restritor de fluxo é um tubo de diâmetro interno que limita a taxa de fluxo.
10. Método para fabricar um acendedor,caracterizado pelo fato de que o método compreende:proporcionar um restritor de fluxo;proporcionar um alojamento de acendedor adaptado para receber o restritor de fluxo, sendo que o alojamento deacendedor possui um tanque de combustível;montar o restritor de fluxo no alojamento deacendedor, sendo que o alojamento de acendedor é adaptadopara receber um fluido não-combustivel inicialmente notanque de combustível;conduzir o fluido não-combustivel através dorestritor de fluxo; emedir uma taxa de fluxo do fluido não-combustivelatravés do restritor de fluxo.
11. Método, de acordo com a reivindicação 10,caracterizado pelo fato de que compreende, adicionalmente:extrair o fluido não-combustivel do alojamento deacendedor; eextrair o vácuo formado no tanque de combustível.
12. Método, de acordo com a reivindicação 10,caracterizado pelo fato de que compreende analisar a taxa defluxo do fluido não-combustível através do restritor defluxo contra uma faixa especificada de taxas de fluxo, afaixa especificada de taxas de fluxo corresponde a uma faixaespecificada de taxas de fluxo de um fluido combustível.
13. Método, de acordo com a reivindicação 12,caracterizado pelo fato de que o método compreende,adicionalmente:quando a taxa de fluxo medida estiver dentro dafaixa especificada, o acendedor é aceito.
14. Método, de acordo com a reivindicação 12,caracterizado pelo fato de que o método compreende,adicionalmente:quando a taxa de fluxo medida estiver fora dafaixa especificada, o acendedor é rejeitado.
15. Método, de acordo com a reivindicação 10,caracterizado pelo fato de que conduzir um fluido não-combustivel através do restritor de fluxo compreendeconduzir gás inerte através do restritor de fluxo.
16. Método, de acordo com a reivindicação 10,caracterizado pelo fato de que conduzir um fluido não-combustivel através do restritor de fluxo compreendeconduzir ar ou nitrogênio através do restritor de fluxo.
17. Método para fabricar um acendedor que possuium restritor de fluxo para estabelecer uma taxa de fluxo defluido não-combustivel dentro de uma faixa especificada, caracterizado pelo fato de que:proporciona um restritor de fluxo ao acendedor,sendo que o restritor de fluxo possui uma taxa de fluxosubstancialmente constante;conduzir um fluido não-combustivel através dorestritor de fluxo;medir a taxa de fluxo do fluido não-combustivelatravés do restritor de fluxo;correlacionar a taxa de fluxo medida do fluidonão-combustivel com uma taxa de fluxo de um fluidocombustível; equando a taxa de fluxo do fluido não-combustivelestiver dentro da faixa especificada, instala-se o restritorde fluxo no acendedor e extrai-se um vácuo formado no tanquede combustível do acendedor.
18. Método, de acordo com a reivindicação 17,caracterizado pelo fato de que a correlação da taxa de fluxomedida do fluido não-combustivel com a taxa de fluxo dofluido combustível indica uma altura de chama máxima.
19. Método, de acordo com a reivindicação 17,caracterizado pelo fato de que conduzir um fluido não-combustível através do restritor de fluxo compreende:conduzir um gás inerte através do restritor defluxo, onde a taxa de fluxo de gás inerte se correlacionacom uma taxa de fluxo de fluido combustível.
20. Método, de acordo com a reivindicação 17,caracterizado pelo fato de que conduzir um fluido não-combustível através do restritor de fluxo compreende:conduzir ar ou nitrogênio através do restritor defluxo, onde a taxa de fluxo de ar ou nitrogênio secorrelaciona com uma taxa de fluxo de fluido combustível.
21. Método para fabricar um acendedorrecarregável que possui um restritor de fluxo paraestabelecer uma taxa de fluxo de fluido não-combustiveldentro de uma faixa especificada, caracterizado pelo fato deque compreende:proporcionar um restritor de fluxo ao acendedorrecarregável, sendo que o restritor de fluxo possui uma taxade fluxo substancialmente constante;conduzir um fluido não-combustivel através dorestritor de fluxo;medir a taxa de fluxo do fluido não-combustivelatravés do restritor de fluxo;correlacionar a taxa de fluxo medida do fluidonão-combustivel com uma taxa de fluxo de um fluidocombustível; equando a taxa de fluxo do fluido não-combustivelestiver dentro da faixa especificada, instala-se o restritorde fluxo no acendedor recarregável.
22. Método, de acordo com a reivindicação 21,caracterizado pelo fato de que a correlação da taxa de fluxomedida do fluido não-combustivel com a taxa de fluxo dofluido combustível indica uma altura de chama máxima.
23. Método, de acordo com a reivindicação 21,caracterizado pelo fato de que conduzir um fluido não-combustível através do restritor de fluxo compreende:conduzir gás inerte através do restritor de fluxo,onde a taxa de fluxo de gás inerte se correlaciona com umataxa de fluxo de fluido combustível.
24. Método, de acordo com a reivindicação 21,caracterizado pelo fato de que conduzir um fluido não-combustível através do restritor de fluxo compreende:conduzir ar ou nitrogênio através do restritor defluxo, onde a taxa de fluxo de ar ou nitrogênio secorrelaciona com uma taxa de fluxo de fluido combustível.
25. Método, de acordo com a reivindicação 21,caracterizado pelo fato de que compreende, adicionalmente,extrair o vácuo formado em um tanque de combustível doacendedor recarregável.
26. Método para fabricar um acendedorrecarregável que possui um restritor de fluxo paraestabelecer uma taxa de fluxo de fluido combustível dentrode uma faixa especificada, caracterizado pelo fato de quecompreende:proporcionar um restritor de fluxo ao acendedorrecarregável, sendo que o restritor de fluxo possui uma taxade fluxo substancialmente constante;conduzir um fluido combustível através dorestritor de fluxo;medir a taxa de fluxo do fluido combustívelatravés do restritor de fluxo;quando a taxa de fluxo do fluido combustívelestiver dentro da faixa especificada, instala-se o restritorde fluxo no acendedor recarregável.
27. Método, de acordo com a reivindicação 26,caracterizado pelo fato de que compreende, adicionalmente,extrair o vácuo formado em um tanque de combustível doacendedor recarregável.
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