BRPI0621728A2 - dispositivo de fixação vertebral e ferramenta para montar o mesmo - Google Patents

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BRPI0621728A2
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rosette
tulip
bar
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fixation device
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Lluis Marquez Alvarez
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Traiber S L
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Abstract

DISPOSITIVO DE FIXAçãO VERTEBRAL E FERRAMENTA PARA MONTAR O MESMO. Constítui um parafuso do pedículo (1), uma roseta (3) que fixa o parafuso do pedículo (1) a uma tulipa (6), uma barra (8) que constítui a ligação com outros dispositivos e um tampão de travamento (9) associado ao parafuso de fechamento (11) que é rosqueados no interior da tulipa (6) e fixa a posição da barra (8). A tampa de travamento (9) incorpora as protuberâncias (12) que encaixam na tulipa (6), guiando o jogo formado pela tampa de travamento (9) e o parafuso de fechamento (11) durante o posicionamento e o rosquamento do parafuso de fechamento (11) na tulipa (6) que pressiona a barra (8) contra a roseta (3). A face exterior da tulipa (6) e a tampa de travamento (9) apresentam uma configuração essencialmente circular que é interrompida por dois entalhes planos opostos de frente um para o outro (13, 14) que contribuem para reduzir a largura do dispositivo no sentido axial da barra (8).

Description

DISPOSITIVO DE FIXAÇÃO VERTEBRAL E FERRAMENTA PARA MONTAR O
MESMO DESCRIÇÃO
OBJETO DA INVENÇÃO
Esta invenção pertence ao campo da cirurgia de osso e se refere a um dispositivo que foi especialmente projetado para imobilizar duas ou mais vértebras em colaboração com outro dispositivo similar ligado à mesma barra.
0 objeto da invenção consiste em desenvolver um primeiro dispositivo de fixação vertebral com configuração aperfeiçoada que permite ajustar os vários elementos que o confeccionam, particularmente quando ele está sendo montado no osso, desse modo assegurando que os elementos estejam mais firmemente ligados e que o sistema seja mais forte, enquanto também tem o intuito de minimizar o espaço ocupado pelo dispositivo.
Um objeto adicional da invenção é uma ferramenta que é usada para montar e fazer os ajustes finais nos elementos que confeccionam este primeiro dispositivo, uma vez que ele tenha sido previamente aparafusado ao osso.
Ainda outro objeto da invenção é um segundo dispositivo de fixação vertebral que consiste em um conector lateral que permite corrigir desvios laterais entre as vértebras.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
A patente de invenção No. ES 2 153 331 se refere a um sistema de fixação intervertebral para tratamentos da coluna vertebral usado para imobilizar duas ou mais vértebras através do uso de barras as quais estão ligadas ao osso com parafusos de pediculo.
Este sistema permite instalar o parafuso do pediculo em uma base fisicamente separada do resto das partes que confeccionam o dispositivo, assim permitindo fixar em primeiro lugar o parafuso do pediculo sem a barra ou os meios para fixar a última ao parafuso do pediculo impedindo a visão e, conseqüentemente, a manipulação do parafuso do pediculo enquanto ele está sendo fixado. Este sistema constitui um parafuso de pediculo com uma cabeça esférica com a intenção de ser introduzido no osso, uma tulipa habilitada para receber a cabeça do parafuso do pediculo, contendo entalhes largos a fim de posicionar a barra e que constitui de uma abertura estrangulada na qual a cabeça do parafuso do pediculo é alojada. A cabeça do parafuso do pediculo é mantida no lugar por um parafuso de rosqueamento que se move dentro da tulipa e que tenha um entalhe superior no qual a barra é suportada.
Também inclui uma tampa de travamento que se move em um sentido axial junto com o parafuso de fechamento, a qual rosqueia dentro da tulipa e aplica pressão na barra, estabelecendo assim fixação e aperto definitivos do sistema.
Por outro lado, há também a patente de invenção no. WO 2005/16161, que constitui uma evolução do sistema descrito acima e também incorpora uma porca de apoio em uma base adicional a qual é rosqueada na face externa da tulipa e sobre a qual a barra repousa, de modo que o aperto da porca de apoio determine o ajuste de altura da barra, separando a barra do osso.
Além disso, esta patente de invenção incorpora um sistema alternativo para a fixação do parafuso do pediculo que permite colocar o parafuso do pediculo em posições diferentes com relação à barra, ao contrário de outros sistemas em que somente a orientação perpendicular entre a barra e o parafuso do pediculo é possível. O sistema de fixação proposto é constituído de uma roseta formada por um promontório superior a partir do qual uma série de ripas flexíveis separadas por fendas desce, definindo um alojamento no qual a cabeça esférica do parafuso do pediculo é colocada. A posição do parafuso do pediculo é fixada por um parafuso de rosqueamento que incide na face superior do promontório da roseta a fim de fechar as ripas que pressionam contra a parede cônica da tulipa, abraçando assim a cabeça do parafuso do pediculo.
Um dos problemas encontrados no uso destes dispositivos se refere ao fato de que devido às vértebras serem muito próximas, é muito complicado instalar as tulipas na mesma barra e elas podem até mesmo entrar em contato umas com as outras.
Além disso, a instalação do jogo formado pelo parafuso de fechamento e pela tampa de travamento na tulipa não é isenta de um determinado grau de complicação, porque não há nenhum meio para fixar a posição da tampa de travamento quando a montagem começa com o aparafusamento do parafuso de fechamento, e a tampa de travamento impede a visão apropriada da construção da tampa do parafuso enquanto estiver sendo montada na tulipa, conduzindo a uma situação onde o parafuso possa até mesmo ser inclinado e não rosqueado propriamente na tulipa.
Por outro lado, em algumas tulipas, há o problema de que o rosqueamento nos parafusos de fechamento não rosqueiam completamente na tulipa, significando que poderiam quebrar ou se tornarem frouxos quando o dispositivo é instalado nas vértebras.
DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
O dispositivo de fixação vertebral proposto nesta invenção tem a intenção de fornecer uma solução satisfatória aos problemas acima mencionados.
Dois dispositivos serão descritos, um dos quais será um dispositivo de fixação vertebral para imobilizar os animais vertebrados em todos os tipos de casos (desvios, profundidade, fraturas...) e um outro dispositivo de fixação vertebral que nós iremos nos referir como um conector lateral para corrigir desvios laterais mais sérios dos animais vertebrados.
Primeiro de tudo, o dispositivo de fixação vertebral principal será descrito, seguido pela ferramenta usada para montar este dispositivo de fixação e finalmente, o conector lateral será descrito.
O dispositivo de fixação consiste basicamente em um parafuso do pediculo com uma cabeça parcialmente esférica, uma roseta flexível que pressione e fixe a posição da cabeça em um ângulo particular, uma tulipa que tenha dois entalhes laterais opostos um ao outro e uma cavidade que prenda a roseta, uma barra que constitua a conexão com outros dispositivos fixados a outras vértebras e que repouse contra a cabeça superior da roseta, uma tampa de travamento com aberturas circulares através das quais a barra passe, se movendo em um sentido axial na face exterior da tulipa, e o parafuso de fechamento, que é rosqueado no interior da tulipa e arrasta a tampa de travamento junto com ele em seu movimento e fixa a barra contra um ou mais promontórios superiores da roseta.
Entre os aperfeiçoamentos propostos por esta invenção com respeito à tampa de travamento, é a incorporação de protuberâncias definidas na face interna da tampa de travamento, colocadas opostas uma a outra como uma continuação das aberturas circulares, protuberâncias cuja largura é ligeiramente menor do que aquela dos entalhes laterais da tulipa, sobre os quais são encaixadas a fim de posicionar a construção formada pela tampa de travamento e pelos parafusos de fechamento.
A tampa de travamento é montada no parafuso de fechamento de acordo com uma solução convencional em que a tampa de travamento em questão é equipada com estabilizadores opostos de frente um para o outro que encaixam facilmente nos entalhes do parafuso de fechamento, de modo que ambas as partes sejam ligadas axialmente, mas permitem que o parafuso de fechamento gire em relação à tampa de travamento. Estes estabilizadores, cuja largura é ligeiramente menor do que aquela dos entalhes na tulipa, guiam a tampa de travamento em seu movimento na tulipa e impedem que ela gire. Entretanto, durante o posicionamento inicial da construção da tampa de fechamento do parafuso de travamento, estes estabilizadores não encaixam nos entalhes. As protuberâncias internas da tampa de travamento que são definidas nesta invenção resolvem este problema, enquanto elas, antes de tudo, encaixam nos entalhes da tulipa, facilitando assim o posicionamento da construção e, especialmente, do setor rosqueado do parafuso de fechamento, que penetra em uma base axial no setor da linha da tulipa sem nenhum desvio possível, com um movimento guiado em que as protuberâncias da tampa de travamento se movem nos entalhes.
Um outro aspecto da invenção refere à ausência de uma parte de aperto complementar para fixar a roseta à cabeça do parafuso do pedículo. Em uma possível modalidade, a barra é projetada para inclinar-se diretamente no(s) promontório(s) da roseta, de modo que o aperto do parafuso de fechamento faça com que a tampa de travamento pressione na barra e o último, por sua vez, na roseta, visto que, neste caso, a roseta tem um flange áspero na face superior do promontório que facilita o contato entre a barra e a roseta, e assim a distribuição uniforme da pressão da barra na roseta.
Em uma outra solução alternativa, a roseta incorpora uma abertura larga no promontório superior que aloja uma bucha na qual a barra exerce pressão. Em ambos os casos, o promontório superior tem um entalhe
cônico que é prolongado para dentro a partir de sua borda perimétrica.
A roseta tem ripas flexíveis terminando em uma seção cônica, entre as quais a cabeça do parafuso do pedículo é alojada. Quando a barra pressiona na roseta, a pressão é transmitida às ripas que contatam em sua seção cônica com uma outra seção cônica definida na tulipa, obrigando as ripas a fecharem-se na cabeça do parafuso do pedículo, fixando assim sua posição.
Em uma solução usual, a roseta é poliaxial e configurada
de forma a permitir que a cabeça do parafuso do pedículo adote diferentes orientações possíveis dentro da roseta. Em uma outra configuração possível, a roseta pode se incluir no- interior uma protuberância central que encaixe sobre um furo central definido na cabeça do parafuso do pedículo, neste caso, o parafuso do pedículo permanece perpendicular à barra, sendo neste caso uma roseta monoaxial.
Outras melhorias propostas nesta invenção é a configuração particular da face exterior da tulipa e a tampa de travamento, para os quais uma configuração geral essencialmente circular foi projetada, interrompida por dois entalhes planos opostos um ao outro que reduzem a largura de ambas as partes e conseqüentemente o espaço ocupado por eles. No caso da tulipa, os entalhes planos são definidos em correspondência com o lado no qual os entalhes estão localizados, e, no caso da tampa de travamento, os entalhes planos estão em correspondência com o lado no qual as aberturas circulares estão localizadas.
Como as aberturas circulares e os entalhes definem o lugar onde a barra se encaixa, a incorporação destes entalhes planos na correspondência com estes setores significa uma redução na largura da tulipa e da tampa de travamento, e conseqüentemente, do dispositivo, no sentido axial da barra. Esta circunstância determina um aumento na distância do dispositivo situado imediatamente posterior na mesma barra. Portanto, os problemas que ocorreram antes derivados da proximidade excessiva entre os dispositivos montados sobre a mesma barra e aplicados a diferentes vértebras foram superados.
A ausência do parafuso de rosqueamento, que aparece em outras soluções, também permite aperfeiçoar o tamanho da tulipa, como pode ser de pouca altura e/ou o parafuso de fechamento pode penetrar mais profundamente na tulipa, fazendo todas as roscas na tampa trabalhar. Isto obtém melhores condições de aperto que impedem que as roscas quebrem ou que a tampa se torne desaparafusada quando o dispositivo é instalado na vértebra.
Um outro aspecto desta invenção se refere ao fato de que a tulipa possui dentes mais baixos, de frente uns para os outros, que penetram muito ligeiramente no espaço dos entalhes na tulipa a fim de assegurar que a barra seja fixada entre eles. Estes dentes apertam a barra ligeiramente, significando que ela não pode se mover. 0 aperto da barra reforça a anexação do movimento axial da barra.
0 projeto prevê que, destes dentes até a face interior rosqueada da tulipa, há um setor cônico que estabelece continuidade e fornece maior força à tulipa, especialmente para reduzir a tendência com respeito à abertura das asas da tulipa, que estão definidas em ambos os lados dos entalhes laterais, quando penetram a tampa de travamento.
Um outro aspecto da invenção se refere à ferramenta que é usada para montar o dispositivo de fixação.
Quando o dispositivo de fixação é montado sobre uma vértebra, a barra é posicionada em certo ângulo e distância do parafuso do pediculo do outro dispositivo de fixação que é fixado na próxima vértebra. Durante a montagem desse último dispositivo de fixação, pode ocorrer que a barra localizada no entalhe da tulipa possa estar em uma posição que previne o parafuso de fechamento de ficar próximo ao setor de rosqueamento da tulipa.
A ferramenta descrita abaixo foi projetada para facilitar a aproximação, orientação e guiamento entre o parafuso de fechamento e a tulipa, a fim de começar e continuar parafusar.
A ferramenta é formada por uma chave de fenda com um punho, uma base que seja associada ao punho, uma haste que seja unida em uma extremidade ao punho e na outra extremidade a um conector, que deve pref erivelmente ser na forma hexagonal, com conicidade que pode ser encaixada no parafuso de fechamento. Esta conicidade do conector facilita a união entre a ferramenta e o parafuso de fechamento para a aproximação da tulipa.
Fora da haste, há um tubo que é conectado em uma extremidade a uma bucha que se move a partir da base e na outra a um suporte de centralização que por sua vez está conectado a uma luva. A luva tem entalhes laterais que são destinados para encaixar na barra. Nesta situação, o parafuso de fechamento, a que o conector da chave de parafuso se une, está em contato com a barra, mas não alcança realmente o setor rosqueado da tulipa. A tulipa que é associada ao parafuso do pedículo e conseqüentemente à vértebra, deve mover-se a fim de permitir que o parafuso de fechamento entre no setor rosqueado da tulipa. A alavanca descrita abaixo é usada para este propósito.
A alavanca é configurada em forma de L e é formada por um braço maior que termina em uma forquilha cujas extremidades são adaptáveis à face exterior da base da tulipa, e de um braço menor na forma de uma forquilha cujas asas têm a intenção de deslizar ao longo dos entalhes laterais que são definidos na parte básica da ferramenta.
A fim de trazer a tulipa para perto do parafuso de fechamento, a alavanca é posicionada inicialmente, com as extremidades da forquilha do braço maior colocadas em uma posição fixa na face exterior da tulipa, assim transformando- se nos pontos de articulação da alavanca, e então as extremidades das asas da forquilha no braço menor são introduzidas nos entalhes laterais em uma bucha da ferramenta. Nesta situação, a alavanca forma um triângulo com a haste na ferramenta.
Então, a alavanca é girada em torno dos pontos de articulação, introduzindo gradualmente as asas da forquilha do braço menor nos entalhes na bucha da ferramenta, reduzindo assim a área do triângulo descrito. Esta volta determina a expansão progressiva das extremidades da forquilha do braço maior da alavanca na tulipa, em um sentido axial e para a haste da ferramenta, trazendo assim a tulipa para mais perto do parafuso de fechamento até que o último penetre no setor rosqueado da tulipa.
A fim de facilitar a extração da ferramenta, o limite do entalhe na luva que repousa na barra significa que a haste na chave de parafuso não pode descer nem mais um pouco, causando 35 assim a separação automática do conector do parafuso de fechamento na última volta do parafuso. Em torno da base está um anel de referência coberto inicialmente pela bucha, que indica a posição da barra a fim de começar o rosqueamento livre do parafuso de fechamento.
0 seguinte é uma descrição do dispositivo de fixação vertebral auxiliar ou do conector lateral que permite corrigir desvios laterais entre animais vertebrados.
Este conector lateral é formado basicamente por uma tulipa auxiliar à qual a barra é fixada e um transportador de roseta que seja capaz de girar 360° em torno do eixo longitudinal da tulipa auxiliar, que constitui um corpo em que a cabeça de um parafuso do pediculo é alojada com a ajuda da roseta e do parafuso de fechamento, e um braço que estende lateralmente e termina em uma bucha que segura a tulipa auxiliar em torno da qual o transportador de roseta gira. A tulipa auxiliar é aberta na parte superior e é
constituída de entalhes para a barra passar completamente e de um sistema de fechamento superior, que pode consistir no fechamento da construção da tampa de travamento do parafuso descrita acima, que pressiona na barra, fixando sua posição sobre a face superior da bucha.
A bucha no braço é capaz de girar ao redor da tulipa auxiliar e fixar a posição da bucha e do braço, e conseqüentemente do transportador de roseta, ela é fixada por meio de uma tampa mais baixa que seja rosqueada na tulipa auxiliar, encontrando a bucha.
O corpo do transportador de roseta tem uma cavidade mais baixa na qual uma roseta com a intenção de segurar a cabeça do parafuso do pediculo é alojada. A roseta tem ripas flexíveis e um ou mais promontórios, que podem ser de uma superfície serrilhada, áspera ou irregular, em que um parafuso de rosqueamento incide diretamente a fim de causar o movimento da roseta, cujas ripas contatam contra a parede da cavidade mais baixa, causando a flexão das ripas que prendem a cabeça do parafuso do pediculo. Em uma solução comum, tal como o caso com o dispositivo
de fixação principal, a roseta é poliaxial e é configurada de tal maneira que a cabeça do parafuso do pedículo pode adotar várias orientações possíveis dentro da roseta. Em uma outra configuração possível, a roseta pode incluir, no interior, uma protuberância central que encaixe sobre um furo central definido na cabeça do parafuso do pedículo, que, neste caso, o parafuso do pedículo permanece perpendicular à barra, visto que neste caso é uma roseta monoaxial.
As características acima mencionadas da roseta também serão igualmente válidas para este conector lateral. Conseqüentemente, por exemplo, a roseta pode incluir uma abertura larga sobre o promontório superior, alojando uma bucha em que a barra exerce pressão.
0 parafuso de rosqueamento é introduzido inicialmente através da cavidade mais baixa do corpo de giro e permanece rosqueado em uma cavidade superior que contém os limites superiores que impedem que ele saia na parte superior.
O corpo do transportador de roseta contém os furos através dos quais é possível introduzir uma ferramenta para prender a roseta, uma vez que o parafuso de rosqueamento foi desaparafusado, facilitando assim a remoção do último do parafuso do pedículo.
O conector lateral projetado fornece assim vários graus de liberdade. Por um lado, a construção formada pela tulipa auxiliar e o transportador de roseta na união da barra pode girar 360° e o transportador de roseta pode também girar 360° em torno da tulipa auxiliar no plano em que a união de barra está localizada. Também é possível para o parafuso do pedículo girar em sua cabeça dentro da tulipa.
DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A fim de complementar a descrição que está sendo feita e com o propósito de ajudar com respeito a um melhor entendimento das características da invenção, de acordo com um exemplo de uma modalidade prática dos mesmos, esta descrição inclui como uma parte integrante do mesmo um jogo de figuras que em uma base ilustrativa e não-restritiva representam o seguinte: Figura 1 - Representa uma vista explodida dos elementos secionados que confeccionam o dispositivo de fixação vertebral.
Figura 2 - Representa uma vista de elevação secionada do dispositivo de fixação com seus elementos na posição de montagem em que o parafuso do pediculo não foi representado, e em um corte ao longo do A-A.
Figura 3 - Representa uma vista em perspectiva do parafuso de fechamento ligado à tampa de travamento.
Figura 4 - Representa uma vista em perspectiva vista debaixo da tampa de travamento.
Figura 5 - Representa uma vista da planta da tampa de travamento.
Figura 6 - Representa uma vista em perspectiva da tampa de travamento vista de acima.
Figura 7 - Representa uma vista em perspectiva parcial da tulipa em que os entalhes planos da mesma são representados.
Figura 8 - Representa uma vista da planta da tulipa.
Figura 9 - Representa uma vista secionada da tulipa com um tipo de roseta localizada dentro.
Figura 10 - Representa uma vista secionada da roseta da figura precedente.
Figura 11 - Representa uma vista de outra modalidade da roseta com um corte que mostra a forma interna do promontório superior.
Figura 12 - Representa uma vista de elevação da ferramenta sem a alavanca.
Figura 13 - Representa uma vista em perspectiva da alavanca.
Figura 14 - Representa uma vista lateral da ferramenta unida ao dispositivo de fixação na posição inicial, antes de realizar o movimento de giro da alavanca.
Figura 15 - Representa uma vista em perspectiva de um detalhe da figura 14 que mostra a anexação do vaso ou da luva e da forquilha do braço maior da alavanca no dispositivo. Figura 16 - Representa uma vista em perspectiva da ferramenta ligada ao dispositivo de fixação na posição final, depois que a alavanca foi girada, trazendo a tulipa para perto do parafuso de fechamento.
Figura 17 - Representa uma vista secionada da
ferramenta, ligada ao dispositivo de fixação com a bucha, mostrando como a alavanca empurrou a tulipa até o parafuso de fechamento.
Figura 18 - Representa uma vista lateral da chave de parafuso em que duas posições podem ser observadas, uma que corresponde à situação em que o conector hexagonal estaria no parafuso de fechamento e a outra na situação onde a chave de parafuso foi separada.
Figura 19 - Representa uma vista secionada do conector lateral em que um tipo de roseta é localizada.
Figura 20 - Representa uma vista que seja similar à figura precedente, em que o corpo da lateral aloja um outro tipo de roseta.
Figura 21 - Representa uma vista em perspectiva do conector lateral.
MODALIDADE PREFERENCIAL DA INVENÇÃO
De acordo com as figuras acima, o seguinte é uma descrição de um modo da modalidade preferencial do dispositivo de fixação vertebral que constitui o objeto desta invenção.
Como descrito na figura 1, o dispositivo inclui: - um parafuso do pediculo (1), que constitui uma cabeça (2) cuja modalidade preferida é de preferência parcialmente esférica, com a intenção de ser introduzida em uma vértebra, - uma roseta (3-31-3'') com um promontório superior (4)
a partir do qual as ripas flexíveis descem (5) com a intenção de pressionar na cabeça (2), fixando assim o parafuso do pediculo (1) e fornecendo o sistema com a orientação desejada,
- uma tulipa (6) com os dois entalhes laterais (7) e uma
cavidade mais baixa (18), parcialmente esférica na forma, em que a roseta é alojada (3—3 ' —3 ' ' ) /■
- uma barra (8), que constitui a ligação com os outros dispositivos e que seja alojada nos entalhes laterais (7),
- uma tampa de travamento (9) com aberturas circulares (10) para a barra (8) passar completamente, que se move axialmente na face exterior da tulipa (6), e
- o parafuso de fechamento (11) associado com a tampa de travamento (9) que é rosqueado em um setor rosqueado (23) dentro da tulipa (6) e fixa a barra (8) contra a roseta (3- .31-3' ' ) .
Como pode ser visto nas figuras 4 ou 6, a tampa de travamento (9) incorpora protuberâncias (12) que são definidas em sua face interna, situadas opostas umas a outras como uma continuação das aberturas circulares (10), ligeiramente menos larga do que a largura dos entalhes laterais (7) da tulipa (6), nos quais ela encaixa, como pode ser visto no corte A-A da figura 2, guiando a tampa de travamento (9) em um sentido axial e facilitando o posicionamento do parafuso de fechamento (11) e do rosqueamento no setor rosqueado (23) da tulipa (6) enquanto também se movendo, empurrando a barra (8) contra a roseta (3- .3'-3'').
As protuberâncias internas (12) opostas umas as outras são circulares na forma, como pode ser visto na figura 6, a fim de alojar adequadamente o parafuso de fechamento (11), como pode ser visto no corte A-A da figura 2, garantindo seu alinhamento com a tulipa (6) no momento que começa o rosqueamento.
Nas figuras 5 e 6, é também possível ver um par de estabilizadores (15) aquele está diametricamente opostos um ao outro e também é descrito na figura 1, terminando em uma forma circular e se inclinando para fora, saindo sobre a parte superior da tampa de travamento (9) e abraçando um entalhe (19) definido no parafuso de fechamento (11), como pode ser visto na figura 3, ligando ambas as partes em seu movimento axial e permitindo que o parafuso de fechamento (11) gire nos termos da tampa de travamento (9).
Figura 5 mostra que entre os dois estabilizadores (15) e a parede da tampa de travamento (9), há as aberturas (26) que facilitam a passagem da tulipa (6), que sai na parte superior, quando os estabilizadores (15) deslizam no interior dos entalhes laterais (7) da tulipa (6).
Figura 7 mostra que a face exterior da tulipa (6) mostra uma configuração geral essencialmente circular que é interrompida pelos entalhes planos (13) de frente um para o outro, situada no lado em que os entalhes laterais (7) da tulipa (6) estão localizados.
Além disso, as figuras 3 e 4 mostram que a face exterior da tampa de travamento (9) também apresenta uma configuração geral essencialmente circular, interrompida pelos entalhes planos opostos de frente um para o outro (14), na face exterior, em correspondência com o lugar no qual as protuberâncias internas (12) devem ser encontradas.
Estes entalhes planos (13, 14) na tulipa (6) e na tampa de travamento (9) contribuem para reduzir a largura do dispositivo no sentido axial da barra (8), impedindo que contate um outro dispositivo próximo situado na mesma barra (8) .
A figura 7 também descreve entalhes planos adicionais (24) perpendiculares aos primeiros entalhes planos (13) definidos na face exterior do corpo da tulipa (6), limitado por uma etapa circular (25) que facilita segurar as extremidades da ferramenta do conjunto (100), como nós descreveremos mais tarde.
Por outro lado, as figuras 1 e 2, por exemplo, mostram que a tulipa (6) possui dentes no interior (16), de frente uns para os outros e também representados nas figuras 8 e 9, que penetram ligeiramente no espaço dos entalhes laterais (7), entre os quais a barra (8) é segura, aumentando assim a resistências da barra (8) ao deslizamento. Figura 1 também descreve isso entre estes dentes
internos (16) e o setor rosqueado (23) da tulipa (6), existe um setor cônico (17) que estabelece a continuidade entre ambas as superfícies e proporciona maior força à tulipa (6), reduzindo sua tendência a abrir quando o parafuso de fechamento penetrar (11) .
Além disso, como pode ser visto na figura 9, a tulipa (6) tem uma parede cônica mais baixa (27) em sua cavidade mais baixa (18), que será descrita mais tarde. Por outro lado, a cavidade mais baixa (18) da tulipa (6) estende-se na parte superior em uma cavidade cilíndrica (28) onde se move, guiando o promontório superior (4) da roseta (3-3'), sem perder o alinhamento axial entre ambos.
Em uma possível modalidade da roseta (3-3' '), representada na figura 1 ou 11, por exemplo, tem um flange áspero (20) na face superior do promontório (4), cujo vértice constitui o ponto do contato entre a barra (8) e a roseta (3- 3''). A pressão exercida pelo parafuso de fechamento (11) na barra (8) por sua vez é transmitida a partir da barra (8) para a roseta (3-3' ') através deste ponto de contato em uma base uniforme, como pode ser visto na figura 2, o que significa que as ripas flexíveis (5) incidem na parede cônica mais baixa (27) da tulipa (6) e que as ripas flexíveis (5) se fecham sobre e abraçam a cabeça (2) do parafuso do pedículo (1)
Em termos gerais, a roseta (3-3') permite a orientação múltipla do parafuso do pedículo (1), neste caso, a roseta (3-3') é poliaxial. Outra possibilidade foi prevista como pode ser visto na figura 1, na qual a roseta (3) incorpora uma protuberância interna central (21) que encaixa em uma cavidade (22) definida na cabeça (2) do parafuso do pedículo (1) para estabelecer uma posição perpendicular do parafuso do pedículo (1) com respeito à roseta (3'1), neste caso, a roseta é monoaxial (3* ').
Em uma outra modalidade da roseta (3') representada nas figuras 9 e 10, a roseta (3') tem uma abertura larga (29) no promontório superior (4), em vez do flange áspero (20), em que uma bucha (30) é alojada com a possibilidade de movimento axial pela pressão que a barra (8) exerce na roseta (3'), que exerce por sua vez pressão na cabeça (2) do parafuso do pedículo (1), colaborando para estrangular a cabeça (2), e fixando assim a posição do parafuso do pediculo (1).
A bucha (30) como representada nas figuras 9 e 10, se move axialmente devido à pressão da barra (8) e tem um chanfro (31) na base da parede que o compõe e que constitui a superfície de contato na cabeça (2) do parafuso do pedículo (1) ·
Em ambas as modalidades da roseta (3-3'), o promontório superior (4) da roseta (3-3') possui uma seção superior cilíndrica (32) que permite seu movimento guiado na cavidade cilíndrica (28) da tulipa (6), então uma seção cônica (33), seguida por uma entrada curvilíneo-côncava (34) que permite introduzir as pinças que são usadas para remover a roseta (3- .3') do parafuso do pedículo (1).
Também, em ambos os casos, a roseta (3-3' ) tem um entalhe cônico (35) na face superior do promontório superior (4), que é prolongado no interior de uma borda perimétrica (36), no caso da primeira modalidade, ele é prolongado com continuidade no flange áspero (20) descrito previamente, e no caso da segunda modalidade, o entalhe cônico (35) termina na abertura (29).
Além disso, a roseta (3-3') incorpora suas ripas flexíveis (5) com uma forma geralmente esférica, na base das quais há uma seção cônica (37) que se adapta à parede cônica mais baixa (27) da tulipa (6), para estrangular a cabeça (2) do parafuso do pedículo (1) pela barra (8) que exerce a pressão na roseta (3) quando são empurrados pelo parafuso de fechamento (11).
É também importante destacar o fato de que o parafuso de fechamento (11) incorpora pelo menos um flange áspero (38), ou projeções ou superfícies serrilhadas ou irregulares, como podem ser vistos na figura 1, o que facilita encaixar e empurrar na barra (8).
A ferramenta (100) usada para montar o dispositivo de fixação descrito acima é compreendida das seguintes peças, como pode ser visto na figura 12:
- uma chave de parafuso equipada com:
o um punho (101) , uma base (102) que é ligada ao punho (101) , uma haste (103) que é ligada em uma extremidade à base (102) e que finaliza em sua outra extremidade em um conector (104), preferivelmente de forma hexagonal e adaptável ao parafuso de fechamento (11),
o uma bucha (120) , que possa se mover longitudinalmente a partir da base (102) para cobrir ou revelar um anel de referência (123) que cerca a base acima mencionada (102),o um tubo (121) conectado à bucha (120) que cerca a haste (103) quase inteiramente e em torno da qual o punho (101) com a base (102) e a haste (103) pode girar,
o um suporte de centralização (105) que abrace e é conectado ao tubo (103) na proximidade do conector (104),
o uma luva (12 4) que é ligada ao suporte de centralização (105), com entalhes laterais (107) que são destinados para encaixar na barra (8) do dispositivo de fixação, como pode ser visto na figura 15, e
- uma alavanca (106) que está representada na figura 13.
A luva (124) descreve um diâmetro interno com vão livre om o diâmetro da tampa de travamento (9) a fim de garantir o alinhamento e a harmonização do parafuso de fechamento (11) com o setor rosqueado (23) da tulipa (6).
Por outro lado, a bucha (120) possui entalhes laterais (108) de frente um para o outro.
É importante destacar que a chave de parafuso constitui um bloco fixo formado por uma bucha (120), tubo (103), suporte de centralização (105), luva (124), em que a luva (124) se liga à barra (8). Nesta posição, quando o punho (101) é girado, a base (102) gira e também a haste (103) o que motiva o conector (104) a girar ou para parafusar ou desaparafusar.
O conector (104) é hexagonal na forma com aproximadamente 10° de conicidade, o que permite que se ligue e encaixe no parafuso de fechamento (11) e traga conseqüentemente a ferramenta (100) com o parafuso de fechamento (11) mais perto da tulipa (6).
Normalmente, uma vez que o parafuso do pediculo (1) tenha sido introduzido, a roseta (3-3') e a tulipa (6) estão situadas em uma posição particular. A barra (8) que vêm de um outro dispositivo de fixação pode estar situada nos entalhes (7) da tulipa (6) em uma posição em que o parafuso de fechamento (11) ligado à chave de parafuso contate a barra (8). A posição da barra (8) pode ser tão elevada que pode não permitir o rosqueamento livre do parafuso de fechamento (11) em suas primeiras voltas, criando a possibilidade que eles podem quebrar e que o rosqueamento pode estar incorreto.
A alavanca (106) é usada com o intuito de derrubar a barra (8) para começar livremente o rosqueamento do parafuso de fechamento (11). É necessário usar a alavanca (106) quando o anel de referência (123) não é visível. Isto indica que o posicionamento do parafuso de fechamento (11) não repousa na tulipa, como a luva (124), e seu entalhe (107), é assentado na barra (8) e o último não está em sua posição correspondente sobre a roseta (3'), mas em uma posição muito mais elevada.
Como pode ser visto na figura 13, a alavanca (106) está na forma de um L e é formada por um braço maior (10 9) terminando em uma forquilha (110), as extremidades dos quais se adaptam aos segundos entalhes (24) da tulipa (6), encontrando a etapa (25) em que os pivôs da alavanca (106), como pode ser visto na figura 15, e por um braço menor (111) sob a forma de uma forquilha cujas asas deslizam através dos entalhes laterais (108) da base da bucha (120) em um movimento de giro da alavanca (106), como pode ser visto nas figuras 14 e 16, assim empurrando as extremidades da forquilha (110) do braço maior (109) na tulipa (6) em um sentido axial em relação ao parafuso de fechamento (11) a fim de facilitar o encaixe dos últimos na tulipa (6) e prosseguir então ao rosqueamento.
Por outro lado, uma vez que o parafuso de fechamento (11) foi rosqueado inteiramente na tulipa (β) , a chave de parafuso será extraída.
A fim de facilitar esta operação, o fim do curso da haste (103) e o limite do entalhe (107) da luva (124) que repousa na barra (8) significam que a haste (104) da chave de parafuso não pode descer nem mais um pouco, enquanto o parafuso de fechamento (11) avança quando é rosqueado, assim separando a haste (104) e o parafuso de fechamento (11), e assim liberando o instrumento para ser extraído sem esforço.
Além disso, é também importante notar que há uma projeção (125) entre o conector (104) e a haste, o que impede que o tubo saia (121).
Nas figuras 18 e 20, um outro tipo de dispositivo de fixação vertebral foi representado, consistindo de um conector lateral (200) usado para corrigir o desvio lateral dos animais vertebrados da posição vertical da espinha.
Este dispositivo é ligado à barra de junção (8) à qual pelo menos um outro dispositivo do tipo descrito previamente, ou um outro conector lateral (200), é ligado.
Nas figuras 18 20, o conector lateral (200) é visto para ser formado por uma tulipa auxiliar (201), com entalhes (202) através dos quais a barra (8) é introduzida, à qual a tulipa auxiliar (201) é fixada por meio dos meios de junção correspondentes, tais como o parafuso de fechamento (11) e a tampa de travamento (9) descritos previamente, e em torno da qual um transportador de roseta (203) que aloja o parafuso do pedículo (1) ligado por meio de uma roseta (de 3-3') gira com a capacidade de rotação de 360° livre em torno do eixo longitudinal da tulipa auxiliar (201).
0 transportador de roseta (203) constitui um corpo (204) com uma cavidade mais baixa (205) e uma cavidade média (206) que contenham a roseta (3-3') e uma cavidade superior rosqueada (207) contendo um parafuso de rosqueamento (208) que se move, incidindo na roseta (3-3') para abraçar a cabeça (2) do parafuso do pediculo (1), assim como um braço (209) que se estende lateralmente a partir do corpo (204) e que termina em uma bucha (210) que abraça a tulipa auxiliar (201) em uma base de giro.
Abaixo da tulipa auxiliar (201) há uma tampa (211) que é rosqueada na mesma, fixando a posição do braço (209) e conseqüentemente do transportador de roseta (203) com respeito à tulipa auxiliar (201). Esta situação também define a posição relativa do parafuso do pediculo (1) nos termos da barra (8) à qual a tulipa auxiliar (201) tem sido fixada de antemão.
A cavidade mais baixa (205) do transportador de roseta (203) é esférica na forma e termina em um setor cônico (212) com o qual as ripas da roseta (3-3') contatam em seu movimento pela ação do parafuso de rosqueamento (208) que determina que as ripas devam abraçar a cabeça (2) do parafuso do pediculo (1).
Por outro lado, a cavidade média (206) é cilíndrica na forma e o promontório (4) da roseta (3-3') é guiado ao longo dela.
As figuras 18 e 19 mostram que o corpo (204) do transportador de roseta (203) incorpora os batentes (213) na cavidade superior rosqueada (207), o que impedem que o parafuso de rosqueamento (208) saia na parte superior.
Além disso, o corpo (204) tem furos transversais (213) na altura da cavidade superior rosqueada (207), representada na figura 20, através da qual é possível introduzir uma ferramenta para remover a roseta (3-3'-3'') do parafuso do pediculo (1).
A figura 18 descreve um tipo de roseta (3), visto que a figura 19 descreve um outro tipo de roseta (3') com bucha (30). Em qualquer caso, são as rosetas poliaxiais (3-3') que permitem mover o parafuso do pedículo (1) em qualquer sentido. A figura 1 descreve a roseta monoaxial (311) que permite somente uma orientação do parafuso do pediculo (1).

Claims (40)

REIVINDICAÇÕES
1. Dispositivo de fixação vertebral, compreendendo o seguinte: - um parafuso do pediculo (1), que constitui uma cabeça (2) preferivelmente com uma configuração parcialmente esférica, com a intenção de ser para a introdução em uma vértebra, - uma roseta (3-3'-3'') com um promontório superior (4) a partir do qual as ripas flexíveis (5) descem, com a intenção de pressionar na cabeça (2), fixando o parafuso do pediculo (1) e colocando o sistema no ângulo desejado, - uma tulipa (6) com dois entalhes laterais (7), um setor interno rosqueado (23) , e cavidade mais baixa parcialmente esférica (18), terminando em uma parede cônica mais baixa (27), em que a roseta (3 — 3'-3'') é alojada, - uma barra (8), que constitui a ligação com outros dispositivos, alojada nos entalhes laterais (7), - uma tampa de travamento (9) com aberturas circulares (10) para permitir a barra (8) passar através, a qual se move axialmente na face exterior da tulipa (6), e - o parafuso de fechamento (11) associado à tampa de travamento (9) que são rosqueados no setor rosqueado (23) dentro da tulipa (6) e fixa a barra (8) contra a roseta (3-3'-3''), caracterizado pelo fato de que a roseta (3 —3' -3' ' ) tem um entalhe cônico (35) na face superior do promontório superior (4), que é prolongado com relação ao interior de uma borda do perímetro (36), assim como pelo fato de que as ripas flexíveis (5) da roseta (3-31 —3' ') incorporam em sua base uma seção cônica (37) que se adapta à parede cônica mais baixa (27) da tulipa (6), para estrangular a cabeça (2) do parafuso do pediculo (1) quando a barra (8) exerce pressão na roseta (3) quando ambos são empurrados pelo parafuso de fechamento (11) ·
2. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a roseta (3- .3' —3 * ' ) tem uma seção superior cilíndrica (32) em sua face lateral, então uma seção cônica (33) e então uma entrada curvilíneo-côncava (34) que permite introduzir pinças para remover a roseta (3 —3 *-3'') do parafuso do pedículo (1).
3. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a roseta (3, .3'') tem um flange áspero (20) que é prolongado no centro após o entalhe cônico (35), cujo vértice constitui o ponto de contato entre a barra (8) e a roseta (3,3'')·
4. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a roseta (3') tem uma abertura larga (29) que é prolongada no centro após o entalhe cônico (35) em que uma bucha é alojada (30) com a possibilidade de movimento axial pela pressão que a barra (8) exerce na roseta (3') , que exerce por sua vez pressão na cabeça (2) do parafuso do pedículo (1) colaborando para estrangular a cabeça (2) e assim fixando a posição do parafuso do pedículo (1).
5. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a roseta (3'') incorpora uma protuberância interna central (21) que encaixe em uma cavidade (22) definida na cabeça (2) do parafuso do pedículo (1) para estabelecer uma posição perpendicular do parafuso do pedículo (1) com relação à 25 roseta (31').
6. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com as reivindicações 1 e 2, caracterizado pelo fato que a tulipa (6) tem na parte superior uma cavidade mais baixa (18) de uma seção cilíndrica superior (28) em que a seção cilíndrica superior (32) da roseta (3-3'-3'T) tem um movimento guiado.
7. Dispositivo de fixação vertebral, compreendendo o seguinte: - um parafuso do pedículo (1), que constitui uma cabeça (2), preferivelmente em uma configuração parcialmente esférica, com a intenção de ser introduzido em uma vértebra, - uma roseta (3-3'—3'') com um promontório superior (4) a partir do qual as ripas flexíveis (5) descem, com a intenção de pressionar na cabeça (2), fixando o parafuso do pediculo (1) e colocando o sistema no ângulo desejado, - uma tulipa (6) com os dois entalhes laterais (7), um setor interno rosqueado (23), e cavidade parcialmente esférica mais baixa (18), terminando em uma parede cônica mais baixa (27), na qual a roseta (3 — 3'— 3' ') é alojada, - uma barra (8), que constitui a ligação com outros dispositivos, alojada nos entalhes laterais (7), - uma tampa de travamento (9) com as aberturas circulares (10) para permitir a barra (8) passar através, que se move axialmente na face exterior da tulipa (6), e - o parafuso de fechamento (11) associado à tampa de travamento (9) que é rosqueado no setor rosqueado (23) dentro da tulipa (6) e fixa a barra (8) contra a roseta (3-3'-3'')/ caracterizado pelo fato de que a tampa de travamento (9) incorpora as protuberâncias (12) definidas em sua face interna que estão situadas em uma configuração opostas de frente umas para as outras como uma continuação das aberturas circulares (10), de uma largura que seja ligeiramente menor do que a largura dos entalhes laterais (7) da tulipa (6), em que encaixe, guiando a tampa de travamento (9) em um sentido axial e facilitando o posicionamento do parafuso de fechamento (11) e o rosqueamento no setor rosqueado (23) da tulipa (6) enquanto também se move e ajusta a barra (8) contra a roseta (3-3'-3'')·
8. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a face exterior da tampa de travamento (9) apresenta uma configuração geral essencialmente circular interrompida por entalhes planos opostos de frente um para o outro (14), localizados no lado em que as aberturas circulares (10) da tampa de travamento (9) são encontradas, que reduzem a largura do dispositivo no sentido axial da barra (8), evitando o contato com um outro dispositivo situado próximo à mesma barra (8).
9. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que as protuberância internas opostas de frente uma para outra (12) são circulares na forma a fim de alojar o parafuso de fechamento (11) com liberação, assegurando seu alinhamento com a tulipa (6) ao começar o rosqueamento.
10. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a tampa de travamento incorpora estabilizadores diametricamente opostos (15)·. que são terminados em uma forma circular e se inclinando para frente, saindo sobre a parte superior e abraçando um entalhe (19) definido no parafuso de fechamento (11), ligando ambas as partes em seu movimento axial e permitindo girar o parafuso de fechamento (11) nos termos da tampa de travamento (9).
11. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que há aberturas (26) entre os dois estabilizadores (15) e a parede da tampa de travamento (9), o que facilita a passagem da tulipa (6) que sai na parte superior, quando os estabilizadores (15) deslizarem no interior dos entalhes laterais (7) da tulipa (6) .
12. Dispositivo de fixação vertebral, compreendendo o seguinte: - um parafuso do pediculo (1), que constitui uma cabeça (2), preferivelmente em uma configuração parcialmente esférica, com a intenção de ser introduzido em uma vértebra, - uma roseta (3-3'-3'') com um promontório superior (4) de que as ripas flexíveis (5) descem, com a intenção de pressionar na cabeça (2), fixando o parafuso do pediculo (1) e colocando o sistema no ângulo desejado, - uma tulipa (6) com dois entalhes laterais (7), um setor interno rosqueado (23), e cavidade parcialmente esférica mais baixa (18), terminando em uma parede cônica mais baixa (27), em que a roseta (3-3'-3'') é alojada, - uma barra (8), que constitui a ligação com outros dispositivos, alojada nos entalhes laterais (7), uma tampa de travamento (9) com as aberturas circulares (10) para permitir a barra (8) passar através, que se move axialmente na face exterior da tulipa (6), e - o parafuso de fechamento (11) associado à tampa de travamento (9) que é rosqueado no setor rosqueado (23) dentro da tulipa (6) e fixa a barra (8) contra a roseta (3-3*-3''), caracterizado pelo fato de que a tampa de travamento (9) incorpora as protuberâncias (12) definidas na face interna que estão colocadas opostas uma de frente para outra como a uma continuação das aberturas circulares (10), de uma largura que seja ligeiramente menor do que a largura dos entalhes laterais (7) da tulipa (6), em que encaixe, guiando a tampa de travamento (9) em um sentido axial e facilitando o posicionamento do parafuso de fechamento (11) e do seu rosqueamento no setor rosqueado (23) da tulipa (6) enquanto também se move e ajustando a barra (8) contra a roseta (3-3'- -3").
13. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que a tulipa (6) tem uma cavidade superior cilíndrica (28) acima da cavidade mais baixa (18), na qual uma seção superior cilíndrica (32) é guiada, definida no promontório da roseta (3-3'-3'') durante o movimento da barra (8) contra a roseta (S-S1-S1').
14. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato que a roseta (3-3'- -3'') tem na face superior do promontório superior (4) um entalhe cônico (35) que é prolongado em relação ao interior de uma borda perimétrica (36).
15. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato que as ripas flexíveis (5) da roseta (3-3'-3'') incorporam na base uma seção cônica (37) que se adapta à parede cônica mais baixa (27) da tulipa (6), para estrangular a cabeça (2) do parafuso do pedículo (1) quando a barra (8) exerce pressão na roseta (3) quando forem empurrados pelo parafuso de fechamento (11) .
16. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que a roseta (3- -3'-3'') tem uma seção cilíndrica superior (32) em sua face lateral e a tulipa (6) tem uma cavidade cilíndrica superior (28) acima da cavidade mais baixa (18), na qual se move, guiando a seção cilíndrica superior (32) da roseta (3-3'- -3'').
17. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que a roseta (3) tem um flange áspero (20) que é prolongado no centro após o entalhe cônico (35), cujo vértice constitui o ponto de contato entre a barra (8) e a roseta (3).
18. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com as reivindicações 12 e 14, caracterizado pelo fato de que a roseta (3') tem uma abertura larga (29) que é prolongada no centro após o entalhe cônico (35) em que uma bucha (30) é alojada, com a possibilidade de movimento axial pela pressão que a barra (8) exerce na roseta (3'), que sucessivamente exerce pressão na cabeça (2) do parafuso do pedículo (1), colaborando para estrangular a cabeça (2) , assim fixando a posição do parafuso do pedículo (1).
19. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que a roseta (3'') incorpora uma protuberância interna central (21) que encaixa.em uma cavidade (22) definida na cabeça (2) principal do parafuso do pedículo (1) para estabelecer uma posição perpendicular do parafuso do pedículo (1) com relação à roseta (3'').
20. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que a face exterior da tampa de travamento (9) apresenta uma configuração geral essencialmente circular interrompida por entalhes planos opostos de frente uns para os outros (14), situados no lado em que as aberturas circulares (10) da tampa de travamento (9) são encontradas, que reduzem a largura do dispositivo no sentido axial da barra (8), impedindo que entre em contato com um outro dispositivo próximo situado na mesma barra (8 ) .
21. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que as protuberâncias internas opostas de frente umas para as outras (12) são circulares na forma a fim de alojar o parafuso de fechamento (11) com liberação, assim garantindo seu alinhamento com a tulipa (6) quando o rosqueamento começa.
22. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que a face exterior da tulipa (6) apresenta uma configuração geral essencialmente circular que é interrompida pelos primeiros entalhes planos opostos de frente uns para os outros (13) , localizados no lado em que os entalhes laterais (7) da tulipa (6) estão situados, o que reduz a largura do dispositivo no sentido axial da barra (8), impedindo que entre em contato com um outro dispositivo próximo situado na mesma barra (8).
23. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com as reivindicações 12 e 22, caracterizado pelo fato de que a face exterior da tulipa (6) apresenta entalhes planos adicionais (24) que são perpendiculares aos primeiros entalhes planos (13) limitados por uma etapa circular (25).
24. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que a tulipa (6) possui dentes baixos opostos de frente uns para os outros (16) que penetram ligeiramente no espaço dos entalhes laterais (7), entre os quais eles prendem a barra (8), aumentando a resistência da barra (8) ao deslizamento.
25. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com as reivindicações 12 e 24, caracterizado pelo fato de que há um setor cônico (17) entre os dentes mais baixos (16) e o setor rosqueado interno (23) da tulipa (6), que estabelece uma continuidade entre ambas as superfícies e proporciona força à tulipa (6), assim reduzindo sua tendência de abrir quando o parafuso de fechamento penetrar (11).
26. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que a tulipa (6) incorpora em sua face exterior uma projeção perimétrica (39) com o mesmo diâmetro que a tampa de travamento (9).
27. Ferramenta para montar o dispositivo de fixação vertebral, descrito nas reivindicações de 1 a 26, caracterizada pelo fato de compreender o seguinte: - uma chave de parafuso equipada com o seguinte: o um punho (101), uma base (102) que é ligada ao punho (101) , uma haste (103) que é ligada em uma extremidade à base (102) e que finaliza em sua outra extremidade em um conector (104), preferivelmente de forma hexagonal e adaptável ao parafuso de fechamento (11), o uma bucha (120), que possa se mover longitudinalmente da base (102) para cobrir ou revelar um anel de referência (123) que cerca a base acima mencionada (102), o um tubo (121) conectado à bucha (120) que cerca a haste (103) quase inteiramente e em torno da qual o punho (101) com a base (102) e a haste (103) pode girar, o um suporte de centralização (105) que abraça e é ligado ao tubo (103) na proximidade do conector (104), o uma luva (124) que seja unida ao suporte de centralização (105), com entalhes laterais (107) que são destinados para encaixar na barra (8) do dispositivo de fixação, em que a bucha (120), o tubo (103), o suporte de centralização (105) e a luva (124) formam uma construção que seja ligada à barra (8) por meio da luva (124), em torno de que o punho (101), a base (102) e também a haste (103) giram, o que determina a rotação de seu conector (104) para o parafusamento, e - uma alavanca (106).
28. Ferramenta (100) para montar o dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 27, caracterizada pelo fato de que a luva (124) apresenta um diâmetro interno com vão livre com o diâmetro da tampa de travamento (9), para garantir seu alinhamento e para revestir o parafuso de fechamento (11) com o setor rosqueado (23) da tulipa (6).
29. Ferramenta (100) para montar o dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 27, caracterizada pelo fato de que a base (102) tem os entalhes laterais opostos de frente uns para os outros (108).
30. Ferramenta (100) para montar o dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 27, caracterizada pelo fato de que o conector (104) é de forma hexagonal com conicidade de aproximadamente 10°, o que permite que seja ligado ao parafuso de fechamento (11) a fim de trazer a ferramenta (100) com o parafuso de fechamento (11) com relação à tulipa (6).
31. Ferramenta (100) para montar o dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 27, caracterizada pelo fato de que entre o conector (104) e a haste (103), há uma projeção (125) que segura o tubo (121).
32. Ferramenta (100) para montar o dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 27, caracterizada pelo fato de que a bucha (12 0) tem um batente (126) que interage com um segundo batente (127) ligado à base (102) assim quando ambos os batentes se obstruem, o conector (104) será destacado do parafuso (11) enquanto o rosqueamento continua sem nenhum progresso adicional da haste (103) .
33. Ferramenta (100) para montar o dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 27, caracterizada pelo fato de que a alavanca (10 6) apresenta uma configuração em forma de L, formada pelo seguinte: - um braço maior (109) que termina em uma forquilha (110) cujas extremidades se adaptam nos segundos entalhes (24) da tulipa (6) , encontrando a etapa (25) na qual a alavanca (106) gira, e - um braço menor (111) na forma de uma forquilha cujas asas deslizem através dos entalhes laterais (108) da bucha (120) em um movimento de giro da alavanca (106), fazendo com que as extremidades da forquilha (110) no braço maior (109) empurrem na tulipa (6) no sentido axial em relação ao parafuso de fechamento (11) a fim de facilitar o encaixe do último na tulipa (6) e no rosqueamento ulterior.
34. Dispositivo de fixação vertebral, que se adapta à barra (8) que constitui a ligação com outros dispositivos e que é usada para corrigir o desvio lateral das vértebras da posição vertical da coluna, caracterizado pelo fato de que consiste em um conector lateral (200) compreendo o seguinte: - uma tulipa auxiliar (201) com entalhes (202) através dos quais a barra (8) é introduzida, e através da quais a tulipa auxiliar (201) é fixada, esta tulipa tendo a capacidade de girar 360° em torno do eixo longitudinal da barra (8), - um transportador de roseta (203), no qual um parafuso do pediculo (1) é ligado, com orientação múltipla, por meio de uma roseta (3 — 3' -3' ' ) , com a capacidade girar 360° em torno do eixo longitudinal da tulipa auxiliar (201).
35. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 34, caracterizado pelo fato de que o transportador de roseta (203) compreende o seguinte: - um corpo (204) com uma cavidade mais baixa (205) e uma cavidade média (206) que aloja a roseta (3-3'-3'') e uma cavidade superior rosqueada (207) que contém um parafuso de rosqueamento (208) que se move, incidindo na roseta (3-3'-3'') para abraçar a cabeça (2) do parafuso do pediculo (1), e - um braço (209) que se estende lateralmente do corpo (204) esse termina em uma bucha (210) que abraça a tulipa auxiliar (201) em uma base rotatória.
36. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 34, caracterizado pelo fato de que abaixo da tulipa auxiliar (201), há uma tampa (211) que é rosqueada na mesma, permitindo que a tulipa gire livremente.
37. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 34, caracterizado pelo fato de que a cavidade mais baixa (205) do transportador de roseta (203) é de forma esférica e termina em um setor cônico (212) com que as ripas da roseta (3-3') contatem em seu movimento pela ação do parafuso de rosqueamento (208), que determina que as ripas abracem a cabeça (2) do parafuso do pediculo (1).
38. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 34, caracterizado pelo fato de que a cavidade média (206) é de uma configuração cilíndrica e que o promontório (4) da roseta (3—3'—3'') se move quando guiado.
39. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 34, caracterizado pelo fato que o corpo (204) do transportador de roseta (203) incorpora batentes (213) na cavidade superior rosqueada (207) que impedem que o parafuso de rosqueamento (208) saia na parte superior.
40. Dispositivo de fixação vertebral, de acordo com a reivindicação 34, caracterizado pelo fato de que o corpo (204) possui furos transversais (213) na altura da cavidade superior rosqueada (207), através da qual é possível introduzir uma ferramenta para remover a roseta (3 — 3'— 3' *) do parafuso do pediculo (1).
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