BRPI0708105A2 - processo e aparelho para aplicar um modelo de material granular em uma superfìcie receptora, elemento para transferir e aplicar material granular, e processo e aparelho para aplicar um modlo de material granular em uma camada de material - Google Patents

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Abstract

PROCESSO E APARELHO PARA APLICAR UM MODELO DE MATERIAL GRANULAR EM UMA SUPERFìCIE RECEPTORA, ELEMENTO PARA TRANSFERIR E APLICAR MATERIAL GRANULAR, E PROCESSO E APARELHO PARA APLICAR UM MODELO DE MATERIAL GRANULAR EM UMA CAMADA DE MATERIAL SEM COESãO. Um processo para aplicar um modelo (21, 57) de material granular (12, 12h, 12c, 12d) em uma superficie receptora (13), compreendendo em seqUência: associar o dito material granular (12, 12b, 12c, 12d) com uma superficie de transferência (3), juntamente com uma fase líquida de agregação (9, 20) e de acordo com uma prefiguração (10, 1Ob, 18, 56) do dito modelo (21); e dispor em oposição a dita superficie de transferência (3), conduzindo o dito material granular (12, 12b, 12c, 12d) e a dita fase líquida (9, 20), e a dita superficie de transferência (13) em uma zona de transferência (15, 45), o processo compreendendo ainda aquecer pelo menos uma parte da dita fase líquida (9, 20) na dita zona de transferência (15, 45), para soltar o dito material granular (12, 12h, 12c, 12d) da dita superficie de transferência (3) e aplicar o dito material granular (12, 12h, 12c, 12d) na dita superfície receptora (13). Um aparelho para aplicar um modelo (21, 57) em uma superfície receptora (13), compreendendo: uma superficie de transferência (3) móvel ao longo de um caminho em arco com uma zona de transferência (15), a dita zona de transferência (15) sendo definida em uma parte voltada para a dita superfície receptora (13); meios de aplicação (8, 8b, 11, 11b, 11c, 12d) dispostos a montante da dita zona de transferência (15), os ditos meios de aplicação (8, 8b, 11, 11 b, 11 c, 11 d), adequados para aplicar o dito material granular (12, 12b, 12c, 12d) à superficie de transferência (3), juntamente com uma fase líquida (9) de agregação, e de acordo com uma prefiguração (10, 18, 56) do dito modelo (21, 57); o aparelho compreendendo ainda um meio de aquecimento (16, 25, 26, 46, 47, T), adequado para evaporação repentina na dita zona de transferência (15) de pelo menos parte da dita fase líquida (9, 20) de agregação, e, desse modo, fazendo com que o dito material granular (12, 12b, 12c, 12d) se solte da superficie de transferência (3) e provocando a dita aplicação na dita superficie receptora (13).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invençãopara "PROCESSO E APARELHO PARA APLICAR UMMODELO DE MATERIAL GRANULAR EM UMASUPERFÍCIE RECEPTORA, ELEMENTO PARATRANSFERIR E APLICAR MATERIAL GRANULAR, EPROCESSO E APARELHO PARA APLICAR UMMODELO DE MATERIAL GRANULAR EM UMACAMADA DE MATERIAL SEM COESÃO"
A invenção se refere a sistemas e aparelhos paraa transferência de material granular para uma superfície a serdecorada, particularmente, para a obtenção de decorações emazulejos cerâmicos, opcionalmente também de acordo com ummodelo controlado em tempo real por meio computadorizado.
As tecnologias de decoração são conhecidas porassociar o material decorativo a uma superfície de transferência,que é móvel ao longo de um caminho em arco, e entãoprovocando a passagem do material decorativo para a superfície aser decorada. Existem várias aplicações práticas que sediferenciam basicamente na maneira de associar o materialdecorativo à superfície de transferência e na maneira detransferência do material decorativo para a superfície a serdecorada. Esta última fase pode ocorrer com contato, por uso doefeito adesivo no sentido da superfície a ser decorada, ou semcontato com a ajuda de outras forças.
Os exemplos de passagem com contato sãodescritos nas patentes EP 530627, EP 635369, EP 677364, EP727778, EP 769728, EP 834784, U.S. 5890043, TI 1284873, IT 1304942, IT 1310834 e IT 1314624.
Um aspecto, que é comum a todos essesexemplos mencionados é que, durante a passagem, o materialdecorativo tem que estar em um estado de suspensão líquida oupossivelmente no estado em fusão, apenas para explorar o efeitoadesivo no sentido da superfície receptora. A interação direta coma superfície a ser decorada constitui, por exemplo, um limiteoperacional significativo, por exemplo, superfícies sem coesão,úmidas ou ásperas não podem ser decoradas e, além disso, asuperfície de transferência pode ficar um pouco alterada ou sujano contato.
Na patente IT 1262691, o material decorativoúmido ou seco é primeiramente incorporado em cavidades de umasuperfície de transferência em correia, para que seja entãoprojetado na superfície a ser decorada por efeito de uma vibraçãoultra-sônica, transmitida pela superfície de transferência.
O uso de equipamento ultra-sônico envolvecomplicações, altos custos e perda de energia. Além disso,existem dificuldades significativas na transmissão das vibraçõesde maneira uniforme para toda a largura da superfície detransferência, principalmente quando a superfície de transferênciaexcede 200 - 250 mm. Limitações também existem para baixavelocidade operacional e transferência incompleta da decoração.
A patente IT 1262691 também descreve umsistema proporcionando a incorporação do material decorativo nasaberturas atravessantes de uma matriz reticular e depois aprojeção do material decorativo na superfície a ser decorada, semcontato, por efeito de um jato de ar. A expulsão por meio de jatode ar distorce bastante a disposição da decoração na superfíciereceptora e pode também produzir poluição ambiental.
Na patente EP 1170104, proporciona-se inserirpós decorativos nas cavidades de uma matriz rotativa e depoisdeixar os pós cair, quando os pós estão voltados para a superfíciea ser decorada. Ao longo do caminho de aproximação, os pós sãomantidos dentro das cavidades por meios de retenção de suporte,consistindo de meios de envolvimento por deslizamento ourolamento.
Uma deficiência da patente EP 1170104 é asoltura incerta da decoração, quando falta o efeito do meio deretenção, principalmente no caso no qual são usados pós finos.Além do mais, no caso de tela deslizante, desgaste e infiltraçãosão inevitáveis, no caso de tela de rolamento, a decomposição dadecoração, durante a queda, é inevitável, uma vez que o meio deenvolvimento inferior tem que ter certas dimensões globais. Napatente EP 1419863, proporciona-se comprimir o materialdecorativo em pó nas cavidades de uma matriz rotativa de correiae depois ejetar o material decorativo em pó por extensão edeformação elásticas da matriz. Também nesse caso, problemassignificativos de desgaste, dificuldades na retenção do materialdentro das cavidades de uma maneira segura e muitas dificuldadesna fase de ejeção do material existem, cujas dificuldades sãobasicamente relacionadas com os aspectos críticos daspropriedades físicas do material em pó.
As patentes EP 1162047, EP 1266757 e WO2004/028767 descrevem sistemas decorativos secos, queproporcionam a passagem do pó pelos furos de uma matrizlaminar ou reticular móvel. Esses sistemas apresentam problemasde desgaste produzido pelo material granular abrasivo, que,principalmente, quando é forçado por uma lâmina de espalhar, éraspado continuamente contra a superfície interna da matriz econtra as paredes laterais dos furos. Dificuldades também existemna manutenção da quantidade de material constante passando pelamatriz. Além do mais, uma vez que o tamanho dos furos tem queser um que permita que os grânulos passem facilmente, adefinição obtenível é desse modo limitada.
Na patente IT 1314624, proporciona-se aaplicação em uma superfície rotativa de transferência de ummodelo formado por microgotas, que são projetadas comtecnologia "jato de tinta". Subseqüentemente, o materialdecorativo em pó é forçado a aderir às microgotas, cujo materialdecorativo em pó é depois transferido para a superfície a serdecorada. Essa passagem é obtida ou por contato direto ou, emoutro caso, sem contato por efeito de vibração ultra-sônicatransmitida à superfície de transferência. A patente IT 1314624tem a vantagem de não requerer qualquer matriz com modelo pré-formado, embora, na fase na qual a decoração passa para asuperfície de transferência, a patente IT 1314624 apresentaalgumas desvantagens já mencionadas, isto é, o contato ou o usode dispositivos vibratórios.
Na patente WO 2005/025828, um sistema édescrito para soltar o material granular da superfície detransferência por intermédio de meio raspador.
Uma deficiência da patente WO 2005/025828 éa decomposição do modelo, que aparece de uma maneira aindamais evidente na medida em que a velocidade operacionalaumenta. Essa é provocada pelo fato de que o material granular,que precisa ser solto, não tem um componente de velocidadehorizontal que seja uniforme em todas as partículas e que ésíncrono com a superfície a ser decorada. Em outras palavras, omeio raspador é um difusor, uma vez que reduz a velocidade deavanço de cada partícula única em uma medida mais ou menosenfática, e também se desvia da sua trajetória, de acordo com asdiferentes direções. Essa decomposição é assim enfatizada pelofato de que, tendo que estar em uma condição seca, de modo anão ficar entupido no meio raspador, o material granular não seprende firmemente na superfície a ser decorada, mas fica presonela em uma maneira mais ou menos desordenada após ter batidocom força ou ter ido ao longo de um certo esticamento pordeslizamento pela superfície.
Além do mais, uma vez que o meio raspador e asuperfície a ser decorada podem sofrer dano mútuo, em umpossível contato de deslizamento, uma certa distância desegurança tem que ser mantida entre a superfície de transferênciae a superfície a ser decorada.
Uma outra deficiência é devido ao atritocontínuo entre o meio raspador e a superfície de transferência, quedesgasta e deteriora esses dois elementos.
Uma outra deficiência da patente WO2005/025828 é a sujeira do meio raspador, cujo meio raspador énecessariamente colocado em uma posição que é crítica e difícilde proporcionar acesso para limpeza. A dificuldade se mostrabasicamente com os pós finos, que normalmente estão semprepresentes pelo menos em uma pequena proporção em qualquermaterial granular, também porque os pós finos tendem a seremformados espontaneamente por decomposição dos grânulos. Essespós finos, mesmo quando secos, tendem a ficarem agregados nomeio raspador e depois cair casualmente em forma coagulada e deuma maneira descontrolada. De fato, meios de limpeza ou meiosraspadores móveis podem ser proporcionados, o que significa,cujos meios são, no entanto, uma complicação e, em todo o caso,não solucionam completamente o problema.
Sistemas são conhecidos para fazer com que adecoração passe de uma superfície de transferência, que sãobaseados nos princípios de atração eletrostática. Esses sistemassão limitados pelo fato de que podem ser usados apenas com pósdecorativos específicos e particulares e apenas para certosprodutos a serem decorados, e, de fato, nunca poderiam encontraraplicação prática no campo da indústria cerâmica.Aparelhos são conhecidos, que proporcionam osuprimento de material granular por várias aberturas, que sãodispostas em série, cuja ativação é controlada por válvulas, quesão conectadas a meios computadorizados. Os exemplos dessesaparelhos são descritos nas patentes IT 1294915 e IT 1311022 eno pedido de patente italiana RE 2000A000040.
Nesses aparelhos, o tamanho das aberturas temque ser tal que seja possível escoar livremente o pó, desse modo,nenhuma definição de imagem aceitável pode ser obtida, masapenas pontos ou nervuras com contornos sombreados. Além domais, os vários dispositivos eletromecânicos tornam o aparelhocomplicado, caro e não muito confiável.
Os sistemas decorativos de jato de tinta sãoainda conhecidos para o campo cerâmico, no qual a tintadecorativa é diretamente projetada na superfície do produto. Opigmento cerâmico passando pelos ejetores do dispositivo de jatode tinta pode ser uma suspensão fina muito diluída de materialsólido (nanopartículas) ou um complexo metálico em solução. Emambos os casos, desgastes, obstruções e ataques químicos podemocorrer no aparelho de jato de tinta caro e delicado. Além domais, essas tintas, que resultam, além do mais, em serem muitoespeciais e caras, nas altas temperaturas têm um pobre podercromático e não propiciam qualquer contribuição substancial dematerial.
Um dos sistemas descritos na patente IT1314624, para aplicação do material em pó à superfície detransferência, proporciona o uso de um rolo em contato derolamento e síncrono com a superfície de transferência. Umacamada fina do material em pó é mantida aderente à superfície dorolo por meio de frisagem, ou, sendo a superfície do rolopermeável, como um efeito de ação de vácuo agindo da parteinterna.
Uma deficiência desse sistema é que o contatoé, no entanto, necessário, entre a superfície do rolo e a superfíciede transferência, o que provoca dificuldade de regulação e de umainteração perigosa entre as duas superfícies em contato, o que,além do mais, força a manter um sincronismo perfeito entre asduas superfícies para não alterar a disposição das microgotas.
Além do mais, o material em pó, queinevitavelmente ligeiramente comprimido no contato, étransferido de uma maneira descontrolada, isto é, o material empó pode ou não se soltar de modo algum do rolo ou pode soltar-sena forma de aglomerados de tamanho excessivo. Além do mais,uma vez que a parte superficial é a única parte de materialgranular envolvida na transferência, o material subjacente não érenovado e fica cada vez mais compacto durante ofuncionamento, provocando frisagem e/ou que o efeito do vácuofique substancialmente ineficiente.
O efeito do vácuo é também destinado paraenfraquecer progressivamente devido à obstrução da superfícieporosa, em cuja superfície porosa, além do mais, meios delimpeza adequados não podem ser aplicados.Um outro sistema descrito na patente IT3144624 proporciona a movimentação do material granular eprojeção dele no sentido da superfície de transferência, por meiode um sopro de ar ou meio vibrador. Uma deficiência dessesistema é que o sistema pode gerar separações granulométricasinaceitáveis. Além do mais, uma vez que o material granulartende com o tempo a acumular-se nas zonas desocupadas lateraiscom relação à zona de sopro / vibração, a eficiência do sistematende a cair com o tempo. Além do mais, esse sistemas funcionade uma maneira desequilibrada, quando da dispensação domaterial da tremonha de alimentação. De fato, dependendo daposição relativa entre o meio de sopro / vibração e a descarga dedistribuição da tremonha e da intensidade de sopro / vibração eindependentemente da quantidade de material que é subtraída dasuperfície de transferência, o material granular ou tende a escoarconstantemente, desse modo, sobrecarregando o recipiente, ou,contrariamente, não escoar de modo algum. Eventualmente, oefeito de arrasto dos pós finos pelo sopro de ar pode produzirpoluição ambiental.
Na patente WO 2005/025828, proporciona-sefazer com que o material granular caia na superfície detransferência, que é orientado ascendentemente e para recircular,então o excesso que não aderiu seja coletado de uma posiçãosubjacente com uma correia transportadora e com um meio delevantamento.Esse sistema resulta ser bastante complicado,devido ao fato de que o sistema precisa de uma pluralidade departes mecânicas móveis. Além do mais, uma vez que o materialgranular sofre uma movimentação excessiva, a desagregação dosgrânulos e as separações granulométricas podem ocorrer. Alémdisso, uma vez que o material granular é forçado a deslizar nasuperfície de transferência, decomposições no modelo, alteraçõesna quantidade de material granular, que é capturado pelasmicrogotas ou mesmo poluição do material granular em excessocom grânulos úmidos pode ocorrer.
A patente EP 0927687 proporcionalevantamento seletivo do material decorativo em pó por efeito deum vácuo agindo por uma matriz rotativa tendo zonas permeáveise deixa o material decorativo cair na superfície a ser decorada porinterrupção do vácuo.
O material decorativo é aplicado na superfíciede transferência por deslizamento dessa superfície, em uma parteascendente dela, que é orientada para baixo, em contato diretocom o material granular escoando de uma tremonha dealimentação. Uma deficiência da patente EP 0927687 é que araspagem da superfície de transferência no material granular podeprovocar alterações na disposição e na espessura do pó aplicado,produzindo, além do mais, atrito e desgaste, uma vez que omaterial granular, em conseqüência do seu peso e do atrito entreos grânulos, tem um certo, embora mínimo, grau de rigidez eresistência mecânica. Uma vez esse sistema de alimentaçãodescrito na patente EP 0927687 pode ser aplicado a uma parteascendente que é orientada para baixo, no caso em que umasuperfície de transferência com uma correia de deslizamento éusada, a câmara de vácuo tem que se estender ao longo de quasetodo o caminho, o que produz uma resistência significativa para oavanço da correia, atrito e desgaste. Dificuldades também podemexistir na instalação de meios de limpeza efetivos para limpar assuperfícies de transferência (que os meios de limpeza têm que serdispostos, necessariamente, a montante da tremonha dealimentação), devido ao espaço extremamente pequeno disponívele principalmente no caso que uma superfície de transferênciacilíndrica é usada.
Na indústria cerâmica, tecnologias deprensagem foram impostas, que proporcionam a preparação, amontante da prensa, de uma estratificação de material a serprensado, cuja largura coincide com a largura máxima que aprensa pode controlar. Geralmente, essa estratifícação édiretamente prensada na correia de preparação em uma maneiracontínua ou em uma maneira indexada, ou é transferida de váriosmodos para os moldes. Desse modo, é necessário dispor adecoração nessa estratifícação, que tem, uma largura significativa.
Se desejar-se usar as máquinas decorativas dotipo conhecido, várias dessas máquinas têm que ser instaladas,que são dispostos lado a lado para cobrir toda a largura, ou umaúnica máquina tem que ser instalada, mas de largura significativa.
Em outras palavras, a máquina tem que ter uma superfície detransferência e uma série de cabeças de jato de tinta, cuja larguraé equivalente à largura da camada.
Em ambos os casos, dificuldades significativasexistem tanto econômicas quanto dificuldades funcionais. Alémdo mais, uma vez que a velocidade de avanço dessa grandeestratificação é geralmente relativamente baixa, desse modo, asmáquinas de decoração não vão ser usadas no máximo das suascapacidades.
Outro limite é que, uma vez que várias camadasde materiais decorativos têm que ser aplicadas, então muitasmáquinas de decoração vão ser instaladas para cada uma dascores que vão ser aplicadas, as máquinas de decoração sendodispostas em estações subseqüentes. Isso implica queinvestimentos significativas para as máquinas a serem compradas,grandes espaços a serem ocupados, que não estão freqüentementedisponíveis, custos de manutenção e vigilância.
Na indústria de construção de azulejos, feitos decerâmica, cimento ou similar, há a necessidade da produção desuperfícies tendo decorações restritas, de modo que o produto nãoé alterada pelo desgaste ou por tratamentos estéticos / funcionaisde alisamento superficial, ou mesmo para a obtenção de efeitosestéticos que não seriam de outro modo obteníveis, ou parasimplificar o ciclo de manufatura. Geralmente, esses azulejos sãoproduzidos por prensagem de misturas granulares (misturasatomizadas) em moldes adequados. As decorações são obtidas pordistribuição de pós coloridos na superfície da camadaintencionada para ser prensada, cuja camada pode ser transferidapara o molde da prensa em várias maneiras, ou pode ser prensadadiretamente na correia de preparação, de uma maneira contínuaou em uma maneira indexada. As decorações podem tambémenvolver toda a espessura do azulejo, na forma de nervuras maisou menos obscurecidas, para reproduzir as pedras naturais, oumesmo na forma de figuras geométricas tendo bordas bemdefinidas.
Nas decorações que são formadas na camadasuperficial, há uma dificuldade em ser capaz de conter os ditospós decorativos no contorno desejado, a dita dificuldade sendo degrau, que é proporcional à espessura que é desejada de seraplicada.
Isso é devido ao fato de que os pós, sendofluidos, tendem naturalmente a expandir-se sob a ação da força dagravidade e, basicamente, devido ao impulso da superfície deprensagem. Portanto, o contorno não vai ser pronunciado e bemdefinido, mas vai ter uma aparência mais ou menos obscurecida eirregular.
Essa aparência não bem definida é aindaenfatizada pelo fato de que esses pós decorativos sãonecessariamente aplicados na superfície receptora por queda deuma certa distância.
Algumas soluções para resolver esse problemasão descritas nas patentes EP 0479512, EP 0515098 e U.S.5736084, nas quais se proporciona uma contenção temporária dospós dentro das células, que são distribuídas regularmente em todaa superfície. Uma vez que essas células precisam ter um tamanhosignificativo e ter, obviamente, que ser delimitado por paredesisolantes, o contorno do modelo que pode ser obtido é, assimbastante condicionado.
Em outros casos, como os descritos, porexemplo, no pedido de patente italiana M098A00055, essescontendo células são proporcionados para que sejam conformadoscom um tamanho periférico correspondente ao modelo a serdelimitado. Nesse caso, ainda que o contorno seja melhordefinido, o modelo resultante pode ser apenas muito elementar eáspero e, além disso, todo o aparelho tem que ser trocado paramudar o modelo.
Na patente IT 0125137, proporciona-se aobtenção de diafragmas divisores para as várias cores diretamentena superfície do azulejo. Para esse fim, uma compressãopreliminar é proporcionada por um molde, cujo molde formaalgumas nervuras salientes correspondentes às delimitações entreas várias cores. Também, essa solução é muito limitante, cara erequer de fato uma operação de prensagem dupla.
Na patente EP 0659526, proporciona-se aobtenção de cavidades em uma camada de base, por remoção dopó com tubos de sucção. As cavidades, que são conformadas deacordo com o modelo desejado, são depois enchidas peladecoração.Também, essa solução resulta muito complicadae limitante no resultado.
São conhecidas tecnologias para a obtenção dedecorações que são limitadas no suporte, cujas tecnologiasproporcionam a formação desse modelo por meio do materialdecorativo, que é compactado e esmagado na forma de tesselas.Nesse caso, a cor é bem delimitada, mas o modelo obtenível éapenas um tipo de mosaico ou uma "estrutura em formagranulada". Além do mais, estando o material decorativo jácompactado, pode ocorrer incompatibilidade devido à diferenteretração por queima.
Outro processo para a formação de decorações,que são limitadas na superfície, proporciona o uso de materiaiscolorantes em solução líquida, cuja solução tem que ser aplicadano produto comprimido por meio de sistemas de decoraçãotradicionais. Um limite dessa tecnologia é que a faixa cromáticaobtenível é muito limitada e de pobre intensidade, devido aobaixo poder cromático e à instabilidade desses produtos nas altastemperaturas de queima. Além do mais, uma vez que o sal solúvelse espalha na superfície decorativa por absorção capilar, tanto emprofundidade quanto lateralmente, o contorno resultante não ébem marcado, mas é muito obscurecido. Essa deficiência aparecede uma maneira muito evidente, no caso de nervuras estreitas oulinhas finas de uma grandeza da ordem de uns poucos milímetros.
Para formar nervuras ou estratificaçõespassando pela espessura do azulejo, sistemas foram adotados nosquais os pós formando o azulejo são preparados dentro dascâmaras em forma de paralelepípedo tendo as maiores paredesque são dispostas verticalmente, em cujas câmaras as váriascamadas de cores são feitas cair em sucessão. Um aparelho que éadequado para esse fim é descrito, por exemplo, no pedido depatente italiana RE97A000044. Esse sistema, além de requereruma complicação funcional significativa, não permite quemodelos virtualmente precisos sejam obtidos, mas apenasnervuras ou pontos de formas variáveis.
A denominada técnica de passagem dupla éconhecida, principalmente usada exatamente para permitir que asoperações de decoração sejam conduzidas antes da fase deprensagem final. Nessa técnica, para obter a definição máxima,também aparelhos de impressão de serigrafia ou aparelhos deimpressão de entalhe são geralmente usados, que operam commatrizes de contato e usando material decorativo em suspensãolíquida. Essa tecnologia é significativamente complicada e cara,devido ao uso de duas prensas. Além do mais, esses aparelhos dedecoração a úmido não permitem uma contribuição tangível dematerial decorativo, e, no contato, exercerem uma certa tensão noproduto semi-acabado frágil, tal como de produzir quebras eoutras deficiências. Por essa razão, se é geralmente forçado paraagir com cautela, com um retardo conseqüente no ciclo demanufatura. Essa cautela na movimentação é requerida tambémno caso que sistemas de decoração "a seco", sem contato, sãousados, uma vez que as decorações assim aplicadas na superfícielisa são posicionadas de uma maneira muito precária. Além domais, nessa tecnologia, as decorações secas são ainda maisseveramente submetidas às deficiências da "expansão" além docontorno definido. Isso ocorre porque, sendo a camada de base jásólida, durante a prensagem final, a decoração tende a expandir-semais ainda, antes que seja capaz de ficar limitada à camada. Alémdo mais, uma vez que o produto semi-acabado, resultante daprimeira prensagem precisa necessariamente ter dimensõesligeiramente maiores do que a cavidade do molde da prensagemdefinitiva, uma outra deficiência aparece nas bordas, cujas bordastêm uma prensagem inferior e irregular, de modo que um certotempo depois se é compelido a remover e retificar as bordas doazulejo acabado.
No pedido de patente internacional WO0172489, proporciona-se dispor as decorações em pó em umasuperfície de transferência rotativa. As decorações são depoisabsorvidas na superfície de uma camada de material granular,durante a fase de prensagem, por uso da mesma superfície detransferência que a superfície de prensagem.
Isso implica em uma complicação da fase deprensagem, que, além do mais, não permite que moldestradicionais sejam usados, cujos moldes têm vazadores entrandona matriz.
Além do mais, a superfície de transferência, queresulta, além disso, ser extremamente sob tensão, tem tambémque ser de dimensões consideráveis, tendo que circundar toda aprensa.
Mais uma vez, no caso em que se deseja aplicarvárias decorações em sobreposição, uma vez que a operação deprensagem é única, as várias decorações devem ser superpostaspreviamente na superfície de transferência. Esse é um obstáculoque não permite que sejam adotados sistemas de controle deimagem digital.
No pedido de patente internacional WO9823424, proporciona-se dispor material decorativo granular nasuperfície lisa superior de uma correia ou rolo, ou em cavidadesda mesma superfície e, em uma fase subseqüente, é depois deixarpassar esse material decorativo por uma camada de materialgranular. Quando da rotação descendente, o material decorativo éimpedido de cair por conter meios consistindo de: telasdeslizantes, ou correias de rolamento, ou a mesma camada dematerial granular que segue o caminho descendente do materialdecorativo.
Esse sistema resulta primeiro como sendosignificativamente complicado.
O sistema não permite que os pós decorativosfiquem contidos no contorno, quando os pós decorativos estãosobre a superfície de transferência lisa, que é orientada para cima.
Além do mais, a versão tendo superfície detransferência lisa requer que mais meios decorativos sejam usadospara deposição desses pós decorativos na superfície detransferência.
Um objeto da presente invenção é aperfeiçoar oestado mencionado acima da técnica conhecida.
Em um primeiro aspecto da invenção, umprocesso é proporcionado para aplicar um modelo de materialgranular em uma superfície receptora, compreendendo emseqüência:
- associar o dito material granular com umasuperfície de transferência, juntamente com uma fase líquida deagregação e de acordo com uma prefíguração do dito modelo; e
- dispor em oposição a dita superfície detransferência, conduzindo o dito material granular e a dita faselíquida, e a dita superfície de transferência em uma zona detransferência;
caracterizado pelo fato de que o dito processocompreende ainda aquecer pelo menos uma parte da dita faselíquida na dita zona de transferência, para soltar o dito materialgranular da dita superfície de transferência e aplicar o ditomaterial granular na dita superfície receptora.
Vantajosamente, o dito aquecimento érepentino, envolve, prioritariamente, a fase líquida voltada para asuperfície de transferência, cuja fase líquida se evaporarapidamente, e, após ser assim solto, o material granular retémuma quantidade significativa de fase líquida de agregação, o que éadequado para fazer com que o dito material granular fiqueaderente à superfície receptora.
Em um segundo aspecto da invenção, umaparelho é proporcionado para aplicar um modelo de materialgranular em uma superfície receptora, compreendendo:
- uma superfície de transferência, a ditasuperfície de transferência sendo móvel ao longo de um caminhode arco, com uma zona de transferência, a dita zona detransferência sendo definida em uma parte voltada para a ditasuperfície receptora; e
- meios de aplicação dispostos a montante dadita zona de transferência, os ditos meios de aplicação sendoadequados para aplicar o dito material granular na dita superfíciede transferência, juntamente com uma fase líquida de agregação ede acordo com uma prefiguração do dito modelo;
caracterizado pelo fato de que o dito aparelhocompreende ainda meios de aquecimento adequados para aevaporação repentina na dita zona de transferência em pelo menosuma parte da dita fase líquida de agregação, e fazendo assim,desse modo, que o dito material granular se solte da ditasuperfície de transferência e que seja aplicado na dita superfíciereceptora.
Em um terceiro aspecto da invenção, umelemento é proporcionado para transferência e aplicação dematerial granular, caracterizado pelo fato de que o dito elementocompreende um corpo, o dito corpo sendo feito internamente deum material dielétrico e feito externamente de uma camadaeletrocondutora.
Em um quarto aspecto da invenção, umelemento é proporcionado para transferência e aplicação dematerial granular, caracterizado pelo fato de que o dito elementocompreende um corpo tubular, o dito corpo tubular sendo feito deum material que é transparente a radiações térmicas.
Em uma concretização vantajosa desse quartoaspecto, a superfície externa do dito corpo tubular tem uma altaabsorção com relação às ditas radiações térmicas.
Esses quatro aspectos da invenção propiciam, natransferência de material granular de uma superfície detransferência para uma superfície a ser decorada, uma ou mais dasseguintes vantagens:
- uma definição de modelo mesmo em altasvelocidades operacionais;
- uma melhor fixação do material decorativo nasuperfície a ser decorada;
- uma soltura segura do material decorativo dasuperfície de transferência, em envolver meios mecânicosinteragindo com a dita superfície;
- tornar o aparelho mais simples e confiável; e
- a redução dos problemas de obstruçõese/ou desgaste, mesmo usando materiais decorativosconvencionais.Em um quinto aspecto da invenção, umprocesso é proporcionado para aplicar um modelo de materialgranular em uma superfície receptora, compreendendo emseqüência:
- dispor o dito material granular em umasuperfície de transferência; e
- dispor em oposição a dita superfície detransferência com a dita superfície receptora, e aplicar o ditomodelo de material granular na dita superfície receptora;
caracterizado pelo fato de que a dita disposiçãocompreende projeção do meio rotativo do dito material granularno sentido da dita superfície de transferência, e por coleta doexcesso do dito material granular, que não ficou retido pela ditasuperfície de transferência do dito meio rotativo.
Em uma concretização vantajosa, a ditadisposição compreende ainda a movimentação do dito excesso nosentido da descarga inferior de um recipiente de alimentação, parasuprir o dito material granular, de modo a interagir com o fluxodo dito material granular saindo pela dita descarga.
Em uma outra concretização, a ditamovimentação compreende movimentar o dito excesso nosrecessos superficiais do dito meio rotativo ao longo de umcaminho subjacente ao dito meio rotativo.
Em uma outra concretização vantajosa, a ditadisposição compreende ainda, antes da dita projeção, adistribuição de um líquido na dita superfície de transferência, deacordo com uma prefiguração do dito modelo.
Em uma outra concretização vantajosa, a ditadistribuição compreende a ejeção do dito líquido por meio dedispositivos de jato de tinta controlados por computador.
Em um sexto aspecto da invenção, um aparelhoé proporcionado para aplicar um modelo de material decorativoem uma superfície receptora, compreendendo:
- uma superfície de transferência móvel; e
- um meio de distribuição adequado para aplicaro dito material granular à dita superfície de transferência;
caracterizado pelo fato de que o dito meio dedistribuição compreende um meio rotativo disposto próximo àdita superfície de transferência, o dito meio rotativo sendoadequado para permitir que o dito material granular seja projetadono sentido da dita superfície de transferência, e que sejamadequados para coletar o excesso do dito material granular, quenão ficou retido pela dita superfície de transferência.
Em uma concretização vantajosa, o dito meiorotativo é disposto pelo menos na sua parte inferior dentro de umrecipiente, compreendendo uma primeira parede disposta entre adita superfície de transferência e o dito meio rotativo, e umasegunda parede disposta no lado oposto do dito meio rotativo.
Em mais uma outra concretização vantajosa, odito meio de distribuição compreende um recipiente dealimentação, cuja descarga inferior é disposta entre o dito meiorotativo e a dita segunda parede.
Em uma outra concretização vantajosa, asuperfície do dito meio rotativo é proporcionado com recessose/ou protuberâncias.
Em uma concretização vantajosa, o meio dedistribuição para distribuir um líquido está presente a montante dodito meio de distribuição.
Em uma outra concretização vantajosa, o ditomeio de distribuição, para distribuir um líquido, compreendedispositivos de ejeção de jato de tinta controlados porcomputador.
Esses quinto e sexto aspectos da invençãopropiciam, na aplicação do material granular a uma superfíciereceptora, por meio de uma superfície de transferência, uma oumais das seguintes vantagens:
- aperfeiçoamento e simplificações funcionais;
- aperfeiçoamento da definição e da precisão domodelo obtido;
- redução do atrito e do desgaste;
- aperfeiçoamento do controle da quantidade dematerial aplicado;
- redução da quantidade de material granularrecirculante;
- redução das separações granulométricas e dastensões no material granular;- recirculação do material granular de umamaneira simples e sem usar meio de transporte específico; e
- suprimento automático do material granular deuma maneira simples e segura.
Em um sétimo aspecto da invenção, umprocesso é proporcionado para aplicar um modelo de materialgranular em uma superfície receptora, compreendendo emseqüência:
- aplicar com um aparelho de jato de tinta umlíquido de agregação, de acordo com uma prefiguração do ditomodelo em uma superfície de transferência girando em torno deum eixo;
- agregar o dito material granular ao dito líquidona dita superfície de transferência pelo meio de distribuição;
- dispor em oposição a dita superfície detransferência, conduzindo o dito material granular e a dita faselíquida, e a dita superfície receptora em uma zona detransferência; e
- movimentar o dito material granular no sentidoda dita superfície receptora;
caracterizado pelo fato de que o dito processocompreende ainda a movimentação em movimento de vaivém nodito eixo em uma direção, a dita direção sendo transversal comrelação á direção de avanço da dita superfície receptora.
Em um oitavo aspecto da invenção, um aparelhoé proporcionado para aplicar um modelo de material em umasuperfície receptora, a dita superfície sendo móvel em umadireção de avanço, compreendendo:
- uma superfície de transferência, a ditasuperfície de transferência sendo móvel ao longo de caminho emarco em torno de pelo menos um eixo de rotação;
- um meio de distribuição adequado paraassociar o dito material com a dita superfície de transferência; e
- um meio móvel adequado para movimentar odito material no sentido da dita superfície receptora;
caracterizado pelo fato de que o dito eixo étransladável em vaivém em um plano, o dito plano sendo paraleloà dita superfície receptora.
Esses sétimo e oitavo aspectos da invenção,propicia-se, quando da disposição de materiais granulares ou empó em uma grande superfície, uma ou mais das seguintesvantagens:
- obtenção de um modelo que é bem definido econtrolado em tempo real por meio computadorizado;
- aperfeiçoamento dos efeitos estéticos, semproblemas de distribuição e desgaste, mesmo sem contato com asuperfície a ser decorada;
- o uso de uma máquina funcional simples ebarata; e
- a possibilidade de superpor, como desejado,diferentes materiais decorativos, opcionalmente também com apossibilidade de fazer com que os materiais decorativos penetremconjuntamente bem fundo por uma massa macia.
Em um nono aspecto da invenção, um processoé aperfeiçoado para aplicar um modelo de material granular emuma superfície receptora sem coesão, compreendendo, emseqüência, as seguintes fases:
- aplicar uma camada do dito material granularsobre a dita superfície receptora, o dito material granular sendodisposto de acordo com o dito modelo; e
- nivelar a dita camada com relação à ditasuperfície receptora.
Em uma concretização vantajosa desse nonoaspecto, proporciona-se além disso repetir as ditas fases uma oumais vezes.
Em um décimo aspecto da invenção, umaparelho é proporcionado para aplicar um modelo de materialgranular em uma superfície receptora de marcação, a ditasuperfície receptora sendo móvel em uma direção de avanço,compreendendo:
- um meio de aplicação rotativo adequado paraaplicar uma camada do dito material granular; e
- um meio de nivelamento adequado paranivelar a dita camada com relação à dita superfície receptora.
Em uma concretização vantajosa desse décimoaspecto, o aparelho compreende ainda um meio de translação devaivém cooperando com o dito meio de aplicação rotativo.Em um décimo primeiro aspecto da invenção,um processo é proporcionado para aplicar um modelo de materialgranular em uma camada de material sem coesão,compreendendo, em seqüência:
- aplicar um líquido em uma superfície detransferência de acordo com uma disposição prefígurando o ditomodelo;
- associar o dito material granular com o ditolíquido, para fazer com que o dito material granular fique aderenteà dita superfície de transferência; e
- colocar o dito material granular em contatocom a dita superfície receptora, de modo a transferir o ditomaterial granular da dita superfície de transferência para a ditasuperfície receptora, por manutenção da dita camadasubstancialmente sem coesão.
Em um décimo segundo da invenção, umaparelho é proporcionado para que seja adequado para aplicar ummodelo de material granular na superfície receptora na superfíciereceptora de uma camada de material sem coesão,
compreendendo:
- uma superfície de transferência rotativa;
- um meio de aplicação adequado para disporum líquido na dita superfície de transferência, de acordo com umaprefiguração do dito modelo; e
- dispositivos de distribuição adequados paraassociar o dito material granular com o dito líquido;caracterizado pelo fato de que a dita superfíciede transferência rotativa é disposta em interferência com a ditasuperfície receptora, a dita interferência sendo tal que não produzqualquer substância coesa na dita camada sem coesão.
Esses nono, décimo, décimo primeiro e décimosegundo aspectos da invenção propiciam que substânciasdecorativas sejam dispostas em uma superfície macia de materialgranular, de acordo com um modelo estável e bem definido, e, emconcretizações vantajosas, com uma certa profundidade depenetração e com controle digital do modelo em tempo real.
Pelo menos, os diferentes aspectos da presenteinvenção, como definidos acima, podem constituir um objeto dasreivindicações independentes, e também das reivindicaçõesdependentes.
A invenção vai ser melhor entendida com aajuda dos desenhos em anexo, representando as suas versõesexemplificativas e não limitantes, nos quais:
a Figura 1 é uma vista lateral esquemática deum aparelho decorador de acordo com a invenção, com um meiode aquecimento para soltar o material decorativo;
a Figura 2 é uma vista lateral esquemática deum detalhe da Figura 1, realçando o meio de aquecimento;
a Figura 3 é uma vista lateral esquemática deum outro detalhe da Figura 1, realçando o distribuidor do materialgranular;a Figura 4 é uma vista de um detalhe como odetalhe na Figura 3 em uma configuração diferente para aplicar,simultaneamente, diferentes tipos de materiais granulares;
a Figura 5 é a seção V - V da Figura 4;
a Figura 6 é uma vista lateral esquemática eparcial de uma versão do meio de aquecimento de acordo com ainvenção;
a Figura 7 é uma vista lateral esquemática eparcial de uma segunda versão do meio de aquecimento de acordocom a invenção;
a Figura 8 é uma vista parcial em perspectiva deuma terceira versão do meio de aquecimento de acordo com ainvenção;
a Figura 9 é uma vista ampliada de um detalheda Figura 8;
a Figura 10 é uma vista lateral esquemática deuma quarta versão do aparelho de acordo com a invenção,adequado para aplicar, simultaneamente, mais tipos de materialgranular;
as Figuras 11, 12, 13 e 14 são vistas em plantaesquemáticas de uma quinta versão do aparelho de acordo com ainvenção, adequado para aplicar, em fases subseqüentes, maismateriais granulares em uma mesma estação;
a Figura 15 é uma vista em seção XV -XVparcial da Figura 12;a Figura 16 é uma vista similar à vista na Figura15, na última fase de um modo operacional diferente, adequadopara fazer com que o dito material granular penetre na superfíciereceptora;
as Figuras 17, 18, 19 são vistas em seçãoampliadas e esquemáticas mostrando três fases iniciais do modooperacional da Figura 16;
a Figura 20 é uma vista em seção ampliada eesquemática do detalhe G da Figura 16;
a Figura 21 é uma vista lateral esquemática deum aparelho de acordo com a invenção, realçando o uso dodistribuidor da Figura 3 em um contexto diferente;
a Figura 22 é uma vista lateral esquemática dodistribuidor da Figura 21;
a Figura 23 é uma vista lateral esquemática deuma concretização diferente do distribuidor da Figura 3, usado emum outro contexto diferente;
a Figura 24 é uma vista lateral esquemática deum distribuidor similar ao distribuidor na Figura 3, realçando oseu uso em um outro contexto diferente;
a Figura 25 é uma vista lateral esquemática deuma outra concretização diferente do distribuidor da Figura 22;
a Figura 26 é uma vista lateral similar à vista daFigura 15, realçando um sistema de soltura diferente para soltar omaterial;as Figuras 27 a 36 são vistas em seçãoesquemáticas e parciais mostrando as fases subseqüentes de acordo com ainvenção, para formar decoração penetrando no substrato;
as Figuras 37 e 38 mostram esquematicamenteduas fases de um modo operacional particular do aparelho daFigura 16, permitindo que o material granular seja transferido aum substrato sem coesão, por contato e penetração;
a Figura 39 é uma vista lateral de umaconcretização diferente do aparelho de acordo com a invenção,realçando a operação mostrada nas Figuras 37 e 38, com a ajudade aquecimento por indução;
as Figuras 40 e 41 são vistas laterais dediferentes concretizações do aparelho de acordo com a invenção,realçando a operação descrita nas Figuras 37 e 38, com a ajuda deaquecimento radiante.
Com referência às Figuras 1, 2 e 3, o aparelho 1compreende uma folha metálica fina 2, que é fechada em anel emuma forma tubular cilíndrica e cuja superfície externa constituiuma superfície de transferência 3. A superfície interna 4 da folhafina 2 é suportada por um corpo tubular 5, que é feito de ummaterial que é elétrica e termicamente isolante e resistente atemperaturas de pelo menos 250°C, de preferência, pelo menos,350°C.
O corpo tubular 5, juntamente com a folha fina 2, pode girar em torno do seu eixo 7, na direção da seta 6 pormeio de meio de motorização, que não é mostrado.Fora da superfície de transferência 3, em umazona alta, há um dispositivo de jato de tinta 8, que é atuado pormeio de computação C. Mais a jusante, em uma parte descendenteda superfície 3, a dita parte descendente sendo dirigida parabaixo, um aparelho distribuidor 11 é disposto de modo que sejaadequado para projetar o material granular 12 contra a superfície3.
Uma zona de transferência 15 é configurado naparte inferior da superfície de transferência 3, voltada para asuperfície superior 13 de um azulejo 14.
Nessa zona de transferência 15, dentro do corpotubular 5 em uma posição próxima à sua parede interna, há umindutor de solenóide 16, que é suprida com uma corrente elétricade freqüência e intensidade adequadas, cujo indutor de solenóide16 é capaz de gerar uma corrente induzida na folha 2 e aquecersubitamente esta pelo efeito Joule.
A operação do aparelho 1 é descrita a seguir.
Ainda que a superfície de transferência 3 gire auma velocidade uniforme, o azulejo 14 avança na direção 17, emsincronismo com a superfície de transferência 3. O aparelho dejato de tinta ejeta na superfície 3 uma seqüência de microgotas deágua 9, que são dispostas de acordo com uma prefíguração 10 domodelo. Na passagem subseqüente no meio distribuidor 11, essasmicrogotas capturam o material granular 12 e fazem com que omaterial granular 12 fique aderente à superfície 3. As partículas12 tocando na superfície 3, nas zonas que são destituídas de água9, são rejeitadas e caem no recipiente 19.
Portanto, na zona 18 da superfície 3, há umacamada de material granular 12, que é agregada pela água edisposta de acordo com uma prefiguração do modelo programado.
Continuando o caminho próximo à zona detransferência 15, a folha 12, que é aquecida a uma temperaturamuito mais alta do que a temperatura de ebulição da água, porexemplo, 240°C ou ainda mais alta do que 350°C, transfererapidamente calor para a camada fina de água 20, que é interpostaentre os grânulos 12 e a superfície 3, transformando a camada deágua 20 na ramificação W. Desse modo, um tipo de explosãoocorre que solta com vigor os grânulos 12 e projeta os grânulos12 no sentido da superfície receptora 13, de acordo com adisposição do modelo programado 10.
É vantajoso que essa velocidade de aquecimentoseja a mais alta possível, por exemplo, de uma ordem de grandezacom passagem de 80°C a 150°C, em uma faixa de tempo maiscurta do que 30 ms, e, de preferência, mais curta do que 5 ms.Para que isso seja atingido, é, além disso, conveniente que a zonasubmetida à contribuição energética para o aquecimento seja amenor possível, por concentração da dita zona na direção deavanço da superfície 3, em um espaço restrito. O solenóide deindutor 16 vai, portanto, cooperar com o meio de concentraçãoadequado 25, para concentrar o fluxo magnético 26. Uma vez queos grânulos 12 são soltos da superfície 3 em um tempo muitocurto e no mesmo instante em que os grânulos 12 são soltos, nãosão mais submetidos ao aquecimento por condução, os grânulos12 retêm uma parte significativa da água original 9, até que osgrânulos 12 colidam com a superfície 13. Isso promove amanutenção da disposição original, bem como de uma melhordefinição a ser obtida, uma vez que, como realçado na Figura 2, ogrupo de grânulos 22 podem ficar mutuamente coesos, mesmodurante o deslocamento e, quando do impacto com a superfíciereceptora 13, os grânulos ficam instantaneamente bloqueados nasuperfície 13. Outro aspecto importante da invenção, quepromove a melhor definição, é que, na zona de transferência, omaterial granular 12 não é submetido à interferência (lâminas deespalhar, meio de raspagem, meio contendo tela, jatos de ar, etc.),que podem modificar a uniformidade da velocidade horizontal Vnos vários grânulos e provocam a dispersão deles. Além do mais,desse modo, a distância D entre a superfície 3 e a superfíciereceptora 13, quando não ocorrem outros obstáculos, pode serminimizada e no máximo também removida. Na prática, paraatingir a definição máxima ou por outras razões funcionais, assuperfícies sem coesão, tais como aquelas de uma camada dematerial em pó, podem ser decoradas por contato. Há anecessidade que a invenção não seja limitada à transferência semcontato apenas, a invenção compreende também o caso descritoacima, no qual o contato não é a condição determinante datransferência por efeito adesivo.A jusante da zona de transferência, a folha 2retorna para a temperatura mais baixa original, por exemplo, 40 -50°C, dispersando o calor de uma maneira natural, ou em umamaneira forçada pelo meio de resfriamento de ventilador 23 ououtro. Para controlar da melhor forma possível essa dispersãoenergética e, além do mais, propiciar a velocidade de aquecimentomais rápida, é conveniente que a folha 2 seja a mais fina possívele feita, de preferência, de um material tendo um baixo calorespecífico e uma alta condutividade térmica. A folha 2 pode ter,por exemplo, uma espessura de 5 μm ou, de preferência, aindamenor que 1 μm, por adoção de um processo de manufatura pordeposição (deposição eletrolítica, a vácuo ou similar) de umacamada eletricamente condutora fora do corpo tubular 5. Paraimpedir as desvantagens devido à expansão térmica, a folha 2pode ser feita de um material tendo um baixo coeficiente deexpansão, por exemplo, liga INVAR, e/ou pode ser dividido emvárias partes próximas ou pode ter entalhes "tipo labirinto" finospassando pela espessura, por exemplo, obtidos por corte comfeixe de laser.
Um material granular que é altamente adequadopara ser aplicado por meio desse aparelho é o material granular dotipo com grânulos não porosos, tais como, por exemplo, grãos demateriais vítreos ou misturas sinterizadas, areias, etc., nas váriasfaixas de granulometria de 30 μm a 800 μm, vantajosamente emum intervalo de granulometria variando de 50 μm a 150 μm.De fato, sob essas condições, a água 9 semantém disposta em uma camada fina, em torno do grânulo 12 e,basicamente, de modo a preenche o espaço 20 entre o grânulo 12e a superfície 3, propiciando o princípio de funcionamento dainvenção, a ser praticado da melhor forma possível.
No entanto, outros tipos de materiais egranulometrias podem ser tratados, por exemplo, materiaisargilosos atomizados, em cujo caso a superfície de transferência 3(folha metálica 2) pode ter, convenientemente, propriedadesantiaderentes ou ser revestida externamente com um materialtendo propriedades antiaderentes. De acordo com os casos, outroslíquidos em vez de água podem ser usados vantajosamente.
De acordo com os objetos intencionados, atritospor deslizamento significativos não estão presentes no aparelho 1.
A única tensão mecânica que a superfície de transferência 3 temque sofrer é o impacto insignificante das microgotas de água e oimpacto do material granular 12, projetado contra a superfície detransferência 3. Este último impacto no entanto, como jámencionado, pode ser conduzido com velocidade mínima e semproduzir qualquer deslizamento ou imposição na superfície 3.
Além do mais, aponta-se que a superfície 3 éautolimpante, isto é, em funcionamento normal, a superfície 3 nãotem qualquer necessidade de um meio adequado para removerpossíveis resíduos de material hospedado nele, como explicado aseguir.Quando, por exemplo, os resíduos de materialgranular se mantêm presos em uma zona da superfície 3, os ditosresíduos podem ficar assim presos, mesmo para diferentes ciclosde rotação completa da superfície 3, sem que os resíduos podemalterar o modelo que é transferido à superfície receptora 13. Noentanto, quando a zona suja é mais uma vez afetada pelo modeloe, portanto, é aspergida pelas microgotas de água, esse materialgranular residual é combinado com o material que é projetadopelo distribuidor 11 e é depois solto na zona de transferência 15.
Esse comportamento deriva do fato de que essesistema de soltura é ineficiente, quando a fase líquida não estápresente. Essa propriedade operacional é importante, porque natécnica anterior, ao contrário, possíveis resíduos de material, quenão é solto da superfície de transferência, são sempre induzidospara soltar a cada passagem subseqüente pela zona detransferência 15, produzindo as denominadas "imagensfantasmas".
No entanto, quando esses pós ou grânulosresiduais estão presos precariamente, a ação dos grânulos 12,projetados pelo meio de distribuição 11, vai soltar esses pós ougrânulos residuais e vão colocá-los de novo em ciclo, semqualquer efeito negativo. De qualquer modo, quando necessário,meios de limpeza adequados podem ser proporcionados a jusanteda zona de transferência.
Outro aspecto importante é a fáciloperacionalidade, quando condições ambientais de alta umidadeestão presentes. Essa é uma condição muito freqüente no campoda decoração cerâmica, quando o vidrado em suspensão aquosa éaplicado na superfície quente do azulejo.
A aplicação do material granular 12 agregadocom a fase líquida 9 na superfície de transferência 3 não élimitada ao exemplo descrito acima, mas pode ser conduzidaainda em qualquer outro modo conhecido, tal como, por exemplo,os modos descritos no pedido de patente internacional WO2005/025828.
Particularmente:
em vez da cabeça de jato de tinta 8, uma chapagravada (chapa entalhada) operando com contato com a superfície3 pode ser usada para aplicação da fase líquida 9; e
em vez da cabeça de jato de tinta 8 e dodistribuidor 11, uma chapa gravada (chapa entalhada) operandocom contato com a superfície 3 pode ser usada para aplicação, aomesmo tempo, do material granular e da fase líquida deagregação.
O aparelho para o aquecimento por indução éajustável na freqüência operacional e na potência, de modo que osparâmetros podem ser otimizados de acordo com os tipos demateriais granulares e a velocidade operacional. Para impedirdanos por superaquecimento, um sistema seguro vai estarpresente para interromper instantaneamente o aquecimento, nocaso que a superfície de transferência 3 é interrompido ou éretardado anormalmente.O material formando o corpo de suporte 5 podeser, por exemplo, plástico, material polimérico, materialelastomérico, cerâmico ou vidro. Em particular, os polímeros quesão adequados para as propriedades elétricas e térmicas podemser: poliimida (PI), poli (éter - imida) (PEI), poli (éter - éter -cetona) (PEEK), policetona (PK) aromática, poli (amida - imida)(PAI), poli (éter - sulfona) (PES), polifenilsulfona (PPSU),polisulfona (PSU), poliéster (PET), policarbonato (PC),elastômeros de silicone e elastômeros fluorados.
Na Figura 6, uma versão da invenção émostrada na qual o aquecimento da folha 2 é obtido por meio deradiação térmica Τ. O corpo de suporte 5 é feito de um material,que é transparente a raios infravermelhos, enquanto que asuperfície interna 4 da folha 2 é absorvente com relação a essaradiação. O elemento radiante 43 coopera com o meio de reflexãoe/ou refração 44, que é adequado para focalizar a emissão em umafaixa fina 45. Nessa versão, a condutividade elétrica não sendosatisfatória, a folha 2 pode ser também de um material nãometálico.
Um aparelho de radiação 46, adequado para afinalidade, é, por exemplo, o aquecedor LinelR® da empresa
Research Inc., Minnesota, EUA.
O corpo de suporte 5 pode ser feito de ummaterial que é altamente transparente a raios infravermelhos,selecionado entre os materiais já listados. Os polímerosparticularmente adequados podem ser poli (éter - imida) (PEI) epoli (éter - sulfona) (PES).
Na segunda versão da Figura 7, a folha 2 nãoestá presente, conseqüentemente, a radiação T, passando pelocorpo de suporte transparente 5, opera diretamente na camada finade água 20 e, possivelmente, na face interna dos grânulos 12.
Nesse caso, é conveniente que o comprimentode onda da radiação T é concentrado em torno do valor de 3 μιη,correspondente a uma freqüência de cerca de IO14 Hz, zona naqual o espectro de absorção da água mostra um pico de valormáximo (nessa freqüência cerca de 63% da radiação é absorvidapela água, a uma penetração de apenas 1 μιη).
Uma radiação tendo o máximo de energiaconcentrada nessa faixa de 3 μιη é a radiação emitida por umelemento radiante 43, a cerca de 700°C, temperatura que pode serfacilmente usada na invenção.
Na Figura 7, uma pluralidade de aparelhos deradiação 46 é mostrada, convergindo em uma única faixa fina 45.Essa disposição pode ser útil para ajuste da potência deaquecimento para as várias velocidades operacionais, semmodificar a temperatura do elemento radiante 43 (ou pormodificação apenas da temperatura dentro de limites aceitáveis).
De fato, a variação dessa temperatura pode deslocar a faixa deemissão no sentido de uma freqüência, que é mal absorvida pelaágua ou mesmo absorvida pelo suporte 5. O ajuste da potência vaiser obtido dessa maneira por manutenção em operação do númeroestritamente necessário de aparelhos de radiação 46. Essadisposição pode ser útil na versão da Figura 6, porque, ainda quea emissão no comprimento de onda de 3 μηι seja na presenteinvenção desnecessária, por variação da temperatura do elementoradiante 43, embora, o risco exista de deslocamento da radiação Tno sentido de uma freqüência, que é absorvida pelo suporte 5.
O aquecimento a partir da parte interna do corpotubular transparente 5, com ou sem a folha absorvente 2, pode sertambém obtido por meio de radiação monocromática e coesa dotipo de laser de varredura, ou por meio de microondas, por usodos tipos de materiais absorventes e transparentes em relação àradiação usada. O aparelho 1 com o feixe de laser, ainda que sejapossivelmente penalizado por um custo mais alto, em certos casospode resultar vantajoso, porque:
- o aparelho permite a concentração máxima deenergia, aperfeiçoando, desse modo, a precisão (temporal eespacial) na soltura;
- o aparelho permite que a potência transmitidaseja facilmente controlada, para ajustar a potência para avelocidade operacional (e sem modificar o comprimento deonda); e
- o aparelho permite um aquecimento menor dosuporte 5.
De fato, ainda que o espectro de absorção domaterial do suporte 5 tenha faixas de absorção que são próximasdo comprimento de onda do laser, as ditas faixas de absorção vãoser absolutamente irrelevantes, uma vez que a radiação émonocromática.
Na terceira versão mostrada nas Figuras 8 e 9, oaquecimento da folha 2 é obtido por meio de efeito Joule, comsuprimento direto. A folha 2 é composta de uma pluralidade detiras estreitas 47, que são estreitamente dispostas, mas isoladaseletricamente entre si e dispostas paralelas ao eixo de rotação 7.
Essas tiras estreitas 47, por meio de um contato de escova 48,operando em um coletor 50 (ou em outro sistema adequado), sãosubmetidas seqüencialmente à passagem de corrente elétrica,quando da transição na seção de transferência 15. Para impedir asdesvantagens provocadas por expansão térmica, como realçado naFigura 9, vão ter, vantajosamente, uma forma ondulada e podemser revestidas por uma camada protetora fina.
O aquecimento da superfície 3 pode ser, noentanto, conduzido de outros modos, que não são mostrados, taiscomo, por exemplo:
- por condução, por contato na face interna 4 dafolha 2 com um elemento de rolamento (rolo) ou um elementodeslizante, que é mantido a uma temperatura constante adequada;
- por aquecimento direto na face interna 4 dafolha 2 com um gás quente; nesse caso, como no caso anterior, ocorpo tubular de suporte 5, para a folha 2, não pode estarpresente; e
- por uma bobina de indução 16, que é dispostafora do corpo tubular 5, além do objeto 14 a ser decorado.Os meios de aquecimento 16, 46, 48 vão ser,vantajosamente, ajustáveis manual ou automaticamente noposicionamento Z paralelo à direção de avanço 6 da superfície 3(Figuras 1, 8), para antecipar ou retardar a ação de aquecimentoem relação com a velocidade operacional e/ou de acordo comoutros fatores, de modo que a soltura do material granular 12possa ocorrer na posição ótima, por exemplo, na posição dedistância mínima D da superfície receptora 13. A velocidade deavanço 17 da superfície 13 a ser decorada pode ser também maisalta ou mais baixa com relação à velocidade de avanço dasuperfície de transferência 3, que para obter efeitos estéticosparticulares ou aplicar mais ou menos quantidade de materialgranular 12 na superfície receptora 13.
A folha 2, nas várias concretizações de acordocom os aspectos funcionais descritos, também pode ser parteintegral do suporte 5 e formar com este um único corpo, semsolução de continuidade, por exemplo, por formação da folha 2"in situ" por processamento químico / físico do suporte 5 e, nocaso, por obtenção das zonas isolantes estreitas 51 por meio deprocessamento por feixe de laser.
Um suporte 5, completo com a folha 2 do tipomostrado na Figura 6, cujo suporte 5 é intencionado paraaquecimento por raios infravermelhos, pode ser produzidopartindo-se de um filme de poli (éter - imida), tendo umaespessura variando entre 0,5 e 0,05 mm, de preferência, entre 0,1e 0,2 mm. O filme é cortado no tamanho adequado, é enrolado esoldado termicamente de modo a formar uma superfície cilíndricacontínua. A costura de soldagem é adequadamente aterrada, demodo que a espessura seja uniforme. Esse filme pode também serobtido já pré-formado na forma cilíndrica, sem soldagem, porcentrifugação do polímero líquido dentro de uma matriz rotativacilíndrica. A superfície externa do filme 5 é depois tratada poraspersão com uma tinta termorresistente, que vai formar a folha 2.Essa tinta elástica (por exemplo, à base de elastômero fluorado),que é afinado em água ou em outro diluente adequado, vai teraltos teores de negro de fumo e pós metálicos, de modo a ter umaalta absorção com relação aos raios infravermelhos e boascondutividade elétrica e térmica. A condutividade elétrica énecessária para impedir fenômenos eletrostáticos. A elasticidade érequerida para suportar facilmente as expansões e tensõestérmicas. A tinta pode ser aplicada vantajosamente em duas oumais camadas: as primeiras camadas não sendo carregadas e,portanto, com o máximo de transparência, as camadassubseqüentes do tipo descrito. Vantajosamente, essas camadaspodem ser polimerizadas conjuntamente em um único tratamento,de modo que as camadas sejam melhor integradas mutuamente.
A carga de pó metálico e/ou de negro de fumopode ser reduzida ou eliminada vantajosamente, por introdução namatriz de base de uma certa quantidade de nanotubos de carbono.De fato, esses nanotubos, que são comercializados, por exemplo,pela Cheap Tuber Inc. (Vermont - EUA), têm propriedadesexcepcionais de condutividades elétrica e térmica. Desse modo,com uma proporção mínima, por exemplo, de 3 a 10% em peso,propriedades relevantes de condutividades elétrica e térmicapodem ser obtidas, ainda que outras propriedades da matriz debase sejam mantidas ou aperfeiçoadas.
Nessa matriz de base, pós e/ou fibras tambémpodem ser dispersos, que são selecionados de um grupocompreendendo: negro de fumo, grafite, metais, óxidos metálicos,cerâmicas, cermets, minerais, carbonetos, nitretos, boretos enanotubos de carbono. Os testes práticos de decoração foramconduzidos em diferentes tipos de superfícies, obtendo resultadosmuito satisfatórios, tanto para a qualidade de imagem quando paraa velocidade operacional. Em particular, detectou-se,surpreendentemente, que o material decorativo se mantém bemfirme e ancorado em um suporte vítreo, que consiste de umazulejo cerâmico já vitrificado, ainda que próximo da bordainclinada periférica.
A espessura da decoração 57 pode ser ajustadaconsideravelmente por modificação da quantidade de líquido 9,que é projetada pelo aparelho de jato de tinta 8 na superfície detransferência 3, ou por variação da quantidade de materialgranular 12, que é projetada pelo meio de distribuição 11, ou pormodificação da razão entre as velocidades da superfície detransferência 3 e da superfície 13 a ser decorada.
A seguir, o meio de distribuição 11 é descritoem mais detalhes.Com referência às Figuras 1 e 3, o meio dedistribuição 11 compreende um meio de rotação cilíndrico 30(rotor), que é dotado com ranhuras "em forma de dentes de serra"longitudinais 31 na sua superfície periférica. As paredes 32 dasranhuras 31, que são adequadas para agarramento, isto é, asparedes dispostas com orientação mais próxima à orientaçãoradial são orientadas para frente com relação à direção de rotação33.
O rotor 30 é disposto dentro de um recipiente19, cuja forma segue uma posição próxima ao contorno inferiordo rotor 30 e que se estende lateralmente com relação ao eixo derotação 35, com as paredes inclinadas 36, 37.
A parte extremidade 38 de uma tremonha 39,contendo o material granular 12, leva a uma parte cujas paredes32 das ranhuras são orientadas ascendentemente (no lado direitona Figura 3), a uma altura intermediária com relação ao rotor 30 eno espaço entre esse rotor 30 e a parede inclinada 37. No ladooposto, o rotor 30 é posicionado a alguns milímetros dedistância da superfície de transferência 3 em uma partedescendente que é orientada para baixo. Também, a bordasuperior da parede 36 é disposta em uma posição próxima àsuperfície 3, mas sem tocá-la. O rotor 30 é dotado com essavelocidade de rotação, que por meio da força centrífuga, omaterial granular 12, que é elevado dentro das ranhuras 31, éprojetado em uma direção H contra a superfície 3.Como já explicado previamente, ao encontrar asmicrogotas de água 9, 10, o material 12 adere à superfície 3 eprossegue na dita superfície 3 superando a parede 36, sem seratrapalhado. O material 12 que não foi capturado pelasmicrogotas 9, 10 é rejeitado e origina um escoamento em queda24, que é coletado pela parede 36. A montante da parede 36, telasde segurança 40 estão presentes para impedir qualquer possívelvazamento de partículas da fenda 41, entre a parede 36 e asuperfície de transferência 3. O material granular 12, assimcoletado no fundo do recipiente 19, é arrastado para as ranhuras31. Desse modo, uma recirculação de material granular 12 seinicia, cujo material 12, na parte alta do meio de rotação 30, émovimentado para fora da descarga 38 da tremonha, enquantoque ao contrário, na parte baixa, é movimentado para maispróximo da descarga 38. Uma vez que a vazão de materialgranular é potencialmente mais alta na parte baixa do rotor 30,pois as cavidades das ranhuras 31 podem ser inteiramenteenchidas nela, o material granular 12 não pode transbordar dorecipiente 19, devido à transposição pela parede 36. É, no entanto,importante que o ângulo A, formado na vertical com a linha Yunindo a borda superior da parede 36 e o ponto de tangência maisbaixo no rotor 30, seja menor do que o ângulo de inclinação S,que é devido ao atrito de deslizamento do material granular 12.Desse modo, uma condição de equilíbrio é estabelecida nomovimento do material granular 12, com o que, o materialgranular 12 vai escoar para fora da tremonha 39 apenas quandopróximo da descarga 38, o efeito de obstrução vai diminuir e aúnica quantidade de material granular 12, que é removida pelasuperfície de transferência 3, vai ser reposta.
Nas Figuras 3 e 24, o rotor 30 coopera na suaparte alta, que é orientada no sentido da descarga 38, com umablindagem 52, que é disposta em um modo de envolvimento epróxima, mas sem contato. Desse modo, o efeito da projeçãoascendente do material 12 é tornado mais efetivo, embora semexercer tensões excessivas no material 12 e no rotor 30, uma vezque o material interposto 12 fica em um estado "fluido". Paraimpedir, efetivamente, o vazamento de material granular 12,várias blindagens 40 são dispostas verticalmente em cascata eajustadas em maior proximidade possível com a borda superiorpara a superfície 3.
Na Figura 23, o meio de rotação 30 fica emcontato com a sua parte alta, com uma escova cilíndrica 86girando em uma direção oposta e com uma velocidade periférica,que é mais alta do que a velocidade do rotor 30. Nesse caso, omeio de rotação 30 pode girar mais lentamente, sem provocar, deper si, que o material seja movimentado para longe por efeitocentrífugo, enquanto o efeito de propulsão para projetar o materialgranular 12 é atribuído à escova 86. Essa centrifugação é útil, porexemplo, quando se deseja variar a dosagem do material granular12, por variação da velocidade do meio de rotação 30, sem afetara velocidade de projeção.As figuras realçam esquematicamente o estadodo material granular 12, que é mostrado por meio de umobscurecimento mais forte, quando os vários grânulos ficam emcontato mútuo e se mostra por meio de um obscurecimento maisclaro, quando os vários grânulos são espalhados no ar, em umestado suspenso com separação substancial dos grânulos entre si.
Esse estado de espalhamento, juntamente com o fato de que omaterial é projetado na superfície 3, com uma direção quase queortogonal H, impede distorções nos grânulos já capturados pelasuperfície 3.
Esse distribuidor 11 oferece, além do mais, umasérie de vantagens importantes. A primeira delas 11 é simples,uma vez que não requer sistemas de transporte complexos para arecirculação, correias, elevadores, etc. O distribuidor 11 não tempartes mecânicas em deslizamento mútuo. O distribuidor 11 nãotem partes mecânicas intencionadas para acoplamento em ummodo de rolamento (correias e rolos), cujas partes são muitoproblemáticas para serem controladas na presença de materialgranular, porque, quando o material granular é apreendido entreas superfícies de acoplamento, o material granular provoca váriosdanos e perturbações. O distribuidor 11 funciona otimamente aqualquer velocidade da superfície 3, isto é, a velocidade periféricado meio de rotação 30 não requer que seja síncrona com avelocidade periférica da superfície 3. Desse modo, é possívelmodificar a quantidade de material granular 12 que é deixada nasuperfície 13, para que seja decorada sem agir em outrosparâmetros, por variação da velocidade do meio de rotação 30 ouainda da forma das ranhuras 31 e da sua capacidade. Odistribuidor 11 não exerce contato com a superfície detransferência 3. O distribuidor 11 não contamina o meioambiente, não tendo qualquer meio de sopro. O distribuidor 11não produz distorção no material granular 12. O distribuidor 11 éde auto-suprimento e não precisa de dispositivos para controlar onível do material granular 12, ou para suprir o material granular12. Deve-se notar que qualquer giro de rotação do meio derotação 30, o material granular contido nas ranhuras 31 éinteiramente descarregado e depois recarregado, o que impedeque o material granular fique estagnado nas zonas ativas eassegura uma operação uniforme durante o tempo.
O distribuidor 11 se movimenta na recirculaçãode uma quantidade mínima de material 12 (a quantidade dentrodas ranhuras), cuja quantidade é depois renovada em um tempocurto, de modo que tensões prolongadas nos grânulos, separaçãogranulométrica, etc. são impedidas. Esse aspecto é importantetambém, porque permite, como mostrado nas Figuras 4 e 5, quevários materiais granulares 12, 12b, 12c sejam usadossimultaneamente por utilização de um suprimento distinto pormeio de dutos distintos 75, 76. Essa possibilidade é tambémpermitida pelo fato de que nesse distribuidor 11, uma remisturamínima está presente na direção transversal e, portanto, as váriascores 12, 12b, 12c podem permanecer por um longo temposubstancialmente separadas.Além do mais, como já mencionado, aquantidade de material granular em circulação sendo mínima,uma mesma zona pode ser também suprida com várias cores emuma sucessão rápida, por movimentação lateral dos ditos dutos75, 76, ou por variação da vazão neles, de modo a obter efeitosestéticos que são impossíveis de serem obtidos de outro modo.
Para que a remistura transversal dos váriosmateriais granulares 12, 12b, 12c, 12d seja impedida maisefetivamente, diafragmas divisores finos 83 podem ser usados,que são dispostos entre o dito rotor 30 e a dita superfície detransferência 3, de acordo com um plano que é normal ao eixo derotação 35 do rotor 30.
Para conter lateralmente o material granular 12,sem a ajuda de um meio selante deslizante, entre o eixo 35 dorotor 30 e a parede lateral 77 do recipiente 19, e para impedir queo material 12 se acumule excessivamente nas zonas que sãolaterais ao rotor 30, o eixo 35 é convenientemente dotado com ummeio espiral mutuamente oposto 78, cujo meio espiral 78 éadequado para transportar o material 12 para o rotor 30.
O distribuidor 11 pode ser também aplicado nocontexto das máquinas de decoração de diferentes tipos, taiscomo, por exemplo, as mostradas nas Figuras 21, 22 e 23.
Com referência às Figuras 21 e 22, o aparelho 1compreende um corpo cilíndrico 5, cuja superfície lisa externaconstitui uma superfície de transferência 3.O cilindro 5 é rotativo em torno do seu eixo 7,na direção da seta 6 por meio de meio de motorização, que não émostrado.
Fora da superfície de transferência 3, em umazona alta, há um aparelho de jato de tinta 8, que é controlado pelomeio de computação C, cujo aparelho é capaz de ejetar nasuperfície 3 uma seqüência de microgotas de água 9, que sãodispostas de acordo com um modelo programado 10. Mais ajusante, em uma parte descendente da superfície 3, que éorientada para baixo, um aparelho distribuidor 11 de materialgranular 12 é disposto, cujo material granular 12 adere àsuperfície 3 no modelo 10, que é formado pelas microgotas deágua 9. As partículas 12, que colidem na superfície 3 nas zonasque são desprovidas de água 9, são rejeitadas e caem no recipiente19, retornando diretamente em ciclo.
Desse modo, na zona 18 da superfície 3, há umacamada de material granular 12, que é agregada pela água e édisposta de acordo com o modelo programado.
Na parte inferior da superfície de transferência3, voltado para a superfície superior 13 de um azulejo 14, há ummeio de transferência adequado para fazer com que o materialgranular 12 se movimente da superfície de transferência 3 para asuperfície receptora 13. Na Figura 21, meramente por meio deexemplo, esse meio de transferência é mostrado como um meio deraspagem 70.Na Figura 23, a superfície de transferência écomposta de um diafragma fechado em anel, flexível 42, que édotada com zonas permeáveis 43 e zonas impermeáveis 44 e queé móvel deslizantemente, por meio de um rolo de acionamento R,em uma parede de suporte permeável 45, em cuja parte posteriordentro de uma câmara 47 um ligeiro vácuo é mantido. A câmarase estende por um comprimento curto, até uma posição maisbaixa 48 voltada para a superfície a ser decorada 49. O aparelhodistribuidor 11 funciona de uma maneira que é igual ao aparelhodistribuidor já descrito no exemplo das Figuras 21 e 22, e,portanto, nas zonas permeáveis 43, o material granular adere aodiafragma 42 e é transferido para a superfície receptora 49, naqual o material granular cai por gravidade em conseqüência dainterrupção do vácuo.
A aplicação sem contato do material granular 12na parte descendente do diafragma 42 permite que as dificuldadesjá realçadas em relação ao pedido de patente EP 0927687 sejamsuperadas. Além do mais, é possível dispor facilmente o meio delimpeza 50 na parte alta do diafragma 42, mesmo no caso no qualo diafragma 42 é do tipo rígido e de forma cilíndrica. Além domais, a minimização da câmara de vácuo 47 oferece a vantagemque uma vazão mais baixa de ar despressurizado é necessária, e,conseqüentemente, também oferece a vantagem de uma menordispersão de grânulos finos sugados pelo diafragma 42.
A Figura 25 mostra uma outra versão, na qual omeio de rotação é uma correia transportador sem fim 87, que ésuportada por dois rolos 55, 88, pelo menos um dos quais sendomotorizado por meio que não é mostrado. A correia 87, que édisposta em uma posição quase vertical com uma certa inclinaçãono sentido da superfície de transferência 3, tem a superfícieexterna com cavidades 84, que são adequadas para levantar omaterial granular 12 e estendê-lo em altura, de uma posição baixa,na qual a superfície de transferência 3 é dirigida para baixo, a umaposição alta, na qual a superfície de transferência 3 é dirigidaascendentemente. Nesse caso, o material granular 12 é projetadona superfície de transferência 3 por simples queda, sob o efeito dagravidade.
O contato do material granular 12 na superfície3 é promovido pelo fato de que a parte superior da correia 87excede uma determinada altura Q na vertical 85 tangente àsuperfície de transferência, e, além do mais, também pelo fato deque o material granular 12, na fase em queda inicial, pordeslizamento na superfície inclinada das cavidades 84, recebe umcerto empurrão na direção da superfície 3. A operação derecirculação na parte inferior é similar à operação já descrita nosoutros exemplos.
Nessa versão com correia elevadora 87, vão sernecessárias precauções adequadas para impedir retenções dematerial granular 12 entre a superfície do rolo inferior 88 e asuperfície interna 89 da correia 87, por exemplo, porproporcionar-se que o rolo 88 seja composto de elementostransversais estreitos, que são distribuídos na circunferência,como uma gaiola cilíndrica.
Na zona adjacente ao distribuidor 11, asuperfície de transferência 3 é sempre mostrada com o movimentoorientado para baixo, embora, a máquina possa igualmentefuncionar também com movimento reverso da superfície 3, isto é,ascendente.
Diferentes configurações do aparelho 1 vão serdescritas a seguir.
Na Figura 10, a superfície de transferência 3 écomposta de uma correia sem fim 53, tracionada e acionada pelosrolos 54. A correia 53 é de um material que é transparente aosraios infravermelhos e, na ramificação inferior, coopera com umaparelho de radiação 46 do tipo já descrito, Na ramificaçãosuperior da correia 53, quatro aparelhos de aplicação Ic sãodispostos sucessivamente, cada um dos quais aplica uma camadafina 12, 12b, 12c, 12d de material granular de várias cores,formando, desse modo, uma prefiguração do modelo 56, com asvárias cores que são sobrepostas entre si ou em uma seqüênciapróxima.
Na zona de transferência 15, essas camadas 12,12b, 12c, 12d são transferidas simultaneamente por mistura eformação de uma camada decorativa 57, com várias gradaçõescromáticas, dependendo das proporções das quatro diferentescores.Uma vez que a superfície 13 a ser decoradapode avançar com uma velocidade também muito mais baixa doque a velocidade da superfície de transferência 3, uma camadaespessa 57 de material decorativo pode ser obtida, cujaspropriedades cromáticas são substancialmente constantes dentrode toda a espessura. Uma decoração 57 desse tipo pode sofrerremoções superficiais consideráveis por desgaste ou polimento,sem que possa provocar uma variação significativa do efeitoestético ou das propriedades funcionais.
No aparelho da Figura 10, também os aparelhosde aplicação Ic são do tipo de acordo com a invenção, embora osaparelhos de aplicação Ic podem ser também de qualquer outrotipo, mesmo sem controle computadorizado e em qualquernúmero.
Para provocar uma melhor aderência dascamadas decorativas, principalmente quando as camadasdecorativas são expostas descendentemente na ramificaçãoinferior da correia 53, proporciona-se uma ligeira umidade àsuperfície de transferência 3, em uma posição que é a montantedos aparelhos de aplicação lc, por meio de um meio de roloadequado de meio de esponja 58, ou com outro dispositivofuncionando mesmo sem contato.
A combinação da Figura 10, isto é, oacoplamento do sistema de soltura por aquecimento rápido e aaplicação de diferentes materiais granulares remisturados em umaestratificação espessa, é particularmente engenhosa. De fato, alinha frontal 59, na qual a camada espessa 57 se desenvolveprogressivamente, se mantém bem definida, uma vez que osgrânulos úmidos são fixados imediatamente entre si, semqualquer possibilidade de deslizamento. Um problema atual datécnica anterior é assim resolvido, no qual, como, por exemplo,descrito no pedido de patente internacional WO 0172489, paraimpedir que os grânulos deslizem na linha frontal da camadaespessa, a camada espessa é formada em uma direção de avançovertical e é depois desviada na direção horizontal. Além do mais,para o mesmo fim, o uso é também proporcionado de umadisposição densa transversal contendo lamelas acompanhando acamada espessa até a posição horizontal. Essas soluções datécnica anterior são complexas e, de qualquer modo, basicamenteno caso daquelas contendo lamelas, produzir alterações edescontinuidades na camada formada.
Com referência às Figuras 11 a 15, doisdistribuidores 11, 11b são acoplados com uma superfície detransferência 3 do tipo descrito nas Figuras 6 e 7, os doisdistribuidores 11, Ilb sendo dispostos especularmente comrelação ao plano vertical, passando pelo eixo de rotação 7, e acabeça de jato de tinta 8 é disposta na parte de topo comeqüidistância dos dois distribuidores 11, 11b. O aparelho 1 édisposto acima da superfície 13 de uma camada 61 a ser decorada,com o eixo 7 paralelo à direção de avanço 62 da superfície 13.
O aparelho 1 é suportado pelo meio detranslação, que não é mostrado, adequado para translaçãorecíproca do aparelho 1 ao longo da direção 63, 67 entre duasposições transversais extremas Pl5 P2 da superfície 13.
Um aparelho idêntico Ib é associado com oaparelho 1 e precede este ao longo da direção de translação 63. Ocomplexo assim formado K compreende, portanto, quatrodistribuidores 11, 11b, 11c, 11 d, cada um dos quais pode serativado independentemente de modo a projetar-se contra asuperfície de transferência 3 do material granular contido natremonha de alimentação 39 correspondente. Cada uma das quatrotremonhas 39 contém um material de cor diferente 12, 12b, 12c,12d.
Em uma primeira fase mostrada na Figura 11, asuperfície 13 é estacionária, uma vez que a superfície 13 apenastinha completado uma etapa de avanço de uma grandeza 66, aolongo da direção 62, a dita grandeza 66 correspondente à largurado aparelho 1 (ou ainda maior no caso em que a continuidade domodelo não é necessária), o complexo K fica na posição extremaPle fica pronto para a translação de partida 63.
Como realçado na Figura 12, durante essa fasede translação 63, cada uma das cabeças de jato de tinta 8, 8b seprojeta na superfície relativa 3 do modelo 10, barreirahidrostática, ambas as superfícies de transferência 3 giram nadireção anti-horária 64, e os dois distribuidores 11, Ildprojetando-se em relação aos materiais 12, 12d são ativos. Na tira65 da superfície 13, primeiro o material 12d e a uma curtadistância o material 12 são, desse modo, depositados na ordem.Uma vez atingida a posição de uma extremidadede parada P2 (Figura 13), o ciclo é revertido e o complexo Kcomeça a transladar na direção 67, as superfícies de transferência3 giram no sentido horário 68, os distribuidores 11, 11d sãodesativados, e os distribuidores 11b e 11c são ativados.
Nessa fase, na mesma tira 65, primeiro de tudoo material 12b e, após um tempo curto, o material 12c são,portanto, depositados na ordem, e, uma vez atingida a posição PI,o ciclo é repetido.
Desse modo, um modelo em impressão dequatro cores é completado em uma única estação de decoração D,com as quatro cores 12d, 12, 12b, 12c, que são aplicadas nessaordem, sendo superpostas entre si ou colocadas lado a lado nomesmo plano que aquele mostrado pelas estrelas no desenhoesquemático.
Essa configuração do aparelho é particularmenteadequada quando a superfície a ser decorada é muito grande emlargura e a velocidade de avanço 62 da superfície 13 a serdecorada é relativamente baixa. Desse modo, grandes superfíciespodem ser decoradas por meio de uma máquina de tamanhoreduzido (principalmente no que se refere à cabeça de jato de tinta8), cuja máquina é então muito simples e econômica. Essasituação ocorre geralmente nas linhas de decoração, que sãodispostas a montante da prensa, onde a camada preparada paraprensagem tem a largura máxima adequada para ser passada pelaprensa, e uma velocidade de avanço que é relativamente baixa eapenas do tipo de indexação.
A máquina pode ser adaptada à largura diferentedessas camadas, por simples modificação do curso de translação esem perda de eficiência.
O aparelho 1, Ib de acordo com a invenção émuito versátil e, como vai ser explicado a seguir, pode ser usadocom vantagens significativas, mesmo em muitos outros modos ede acordo com preparações muito diferentes.
Primeiro de tudo, a etapa de avanço 66 dasuperfície receptora 13, na direção 62, pode ser conduzida a cadatranslação para frente 63 e a cada translação para trás 67, ou podeser conduzida apenas após uma pluralidade de transações 63, 67.No primeiro caso, o aspecto quantitativo da velocidade deprodução vai ser preferido, no segundo caso, o aspecto qualitativovai ser preferido, e efeitos estéticos, que eram até agorainconcebíveis, podem ser obtidos, sem a necessidade de ocuparoutros espaços ou instalar novas fábricas, além do mais, com apossibilidade de passar automaticamente de uma situação para aoutra, sem qualquer modificação.
Alguns exemplos podem melhor esclareceressas vantagens, uma máquina sendo suposta com a disposição dotipo descrito, com quatro distribuidores 11.
Em um primeiro caso, todos os quatrodistribuidores 11 são enchidos com um material idêntico, a etapa66 é conduzida a cada única translação para frente 63 e translaçãopara trás 67, a máquina expressando, desse modo, o máximo davelocidade, mantendo a possibilidade de um bom controle daespessura da camada, uma vez que esta vai ser composta por duascamadas controladas independentemente.
Em um segundo caso, sempre mantendo osquatro distribuidores com material idêntico, a etapa 66 éconduzida após duas translações completas para frente 63 e paratrás 67; a camada de material depositado sendo assim compostade oito camadas de mesma cor que, dependendo do material que éusado, pode também atingir alguns milímetros de espessura, ecom uma modulação controlada extrema dessa espessura.
Em um terceiro caso, os quatro distribuidoressão fornecidos com quatro diferentes materiais, e a etapa 66 éconduzida a cada única translação para frente 63 e translação paratrás 67; a máquina expressando o máximo da velocidade, e asuperfície decorada 3 sendo formada pelas tiras 65, cujo modelo édefinido pela combinação de duas cores e pelas tiras 65, cujomodelo é definido pela combinação de outras duas diferentescores. Tendo a medida 66 da tira 65, correspondente ao tamanhodo azulejo que vai ser prensado, os azulejos vão resultar sermatizados de modo similar em cor.
Em um quarto caso, os quatro distribuidores sãofornecidos com quatro diferentes materiais, e a etapa 66 éconduzida após a translação completa para frente 63 e para trás67; o modelo resultante sendo formado pela combinação ilimitadade quatro cores.Em um quinto caso, a máquina é disposta comono caso anterior, mas a etapa 66 é conduzida após três translaçõescompletas para frente 63 e para trás 67; a derivação da camadadecorada é, portanto, composta de doze camadas com quatrodiferentes cores, que são distribuídas em uma maneira superposta,de acordo com uma ordem ABCD - ABCD - ABCD, a camadadecorada vai ser, portanto, de uma espessura muito alta, vai teruma variedade cromática ilimitada, e, principalmente, esseaspecto de variedade cromática vai ser substancialmente constanteem toda a espessura. Para obter um resultado similar com o estadoda técnica atual, doze máquinas separadas devem ser instaladasem série e, além do mais, com controle digital.
Deve-se especificar que ainda que as camadassejam dispostas em uma maneira superposta, uma certa remisturaocorre já durante a aplicação, uma vez que os grânulos de umacamada superior vão encher os espaços vazios na camada inferior.Além do mais, durante a queima, essa integração vai ser aindamais intensificada devido aos fenômenos de fusão e sinterização.
Por variação do número de aparelhos 1, que sãodispostos no complexo K ao longo da linha de translação 63, 67,por variação do número de cores a serem usadas e por variação donúmero de translações 63, 67 entre uma etapa e a outra, aspossíveis combinações ficam incontáveis. Além disso, com ocontrole digital da imagem e outras medidas que vão ser descritasa seguir, essas possibilidades são ainda aumentadas.Várias versões operacionais e de execuçãopodem ser adotadas, tais como, por exemplo, as que vão serdescritas a seguir.
A superfície 13 avança com movimentocontínuo 62, e o aparelho 1 (ou complexo K) segue o seu avançodurante a fase ativa da translação 63 (67), uma vez atingida aposição de uma extremidade de parada P2 (PI), o aparelho 1rapidamente retrocede para a sua posição original, para iniciaroutra fase ativa de translação 67 (63).
Dois ou mais distribuidores 11, Ilb para cadalado, que vão ser supridos com quatro (ou mais) diferentes cores,podem ser associados com uma única superfície de transferência3. Desse modo, cada distribuidor 11, Ilb vai ser seqüencialmenteativado em cada curso 63, 67, distribuindo na tira 65 uma imagemde quatro cores (ou uma policromia) superposta em umapluralidade de camadas misturadas estreitamente.
Com referência a essa última versão, osdistribuidores 11, Ilb podem ser posicionados em uma maneirafixa, sendo posicionados nas zonas subseqüentes da superfície detransferência 3, ou os distribuidores 11, Ilb podem ser móveis, demodo a serem automaticamente posicionados na mesma zona dasuperfície 3, a cada extremidade de parada de translação 63, 67.
A vantagem dessa versão é que quatro ou maiscores podem ser controladas com um único aparelho de jato detinta 8, com sacrifício, no entanto, de uma velocidade operacionalmais baixa.Dois diferentes aparelhos de jato de tinta podemser associados com cada superfície de transferência 3, cadaaparelho de jato de tinta sendo ativado em uma das direções derotação 64, 68, de modo que o dito aparelho de jato de tinta operaem uma posição mais próxima em relação ao distribuidor 11, Ilbcorrespondente.
Pela mesma razão, um único aparelho de jato detinta 8 pode ser posicionado alternativamente em duas diferentesestações, dependendo da direção de rotação 64, 68.
A velocidade de rotação 64, 68 da superfície detransferência 3 pode ser também mantida mais alta ou mais baixado que a velocidade de translação 63, 67, particularmente; ascamadas decorativas 65 de alta espessura podem ser obtidas comuma maior velocidade de rotação.
A superfície receptora 13 pode sertransversalmente descontínua, isto é, pode consistir de superfíciesmais paralelas 13 ou mesmo de elementos delimitados maisperifericamente, por exemplo, azulejos ou cavidades de moldecom avanço paralelo.
Em uma versão que não é mostrada, o aparelho1 é disposto com o eixo 7, que é perpendicular à direção deavanço 62 da superfície 13 e é reciprocamente transladávelparalelo à dita direção de avanço 62. Nesse caso, enquanto asuperfície 13 avança de uma etapa, o aparelho 1 fica estacionárioe, na maneira conhecida, pode distribuir na superfície 13 adecoração do distribuidor 11, que é orientada a montante. Umavez que a superfície 13 tenha parado, o aparelho 1 avança portranslação ao longo da direção 62 de uma grandeza equivalente aodegrau, e superpõe na superfície já decorada 13 a outra decoraçãodo distribuidor 11, que é orientada a jusante. Depois,retrocedendo, o aparelho 1 vai aplicar de novo a decoração dodistribuidor 11, que é orientada a montante. Durante a parada dasuperfície 13, ambas as duas fases podem ser repetidas, ou aapenas uma fase avançando ou retrocedendo pode ser repetidasainda por mais tempo, dependendo do tipo de cor que seintenciona aplicar. Obviamente, nessa versão, a largura axial doaparelho 1 vai coincidir com a largura da superfície 13.
No exemplo descrito, as duas fases dedecoração em translação são conduzidas primeiro em avanço,depois retrocedendo, as duas fases podem no entanto, serconduzidas ainda na ordem reversa.
A seguir, o processo é descrito para aplicarcamadas decorativas permeadas em um substrato não coeso.
Com referência à Figura 27, na superfície 13 deuma camada 61 de material granular sem coesão, disposto em ummeio de transporte, que não é mostrado (por exemplo, umacorreia transportadora), uma ou mais decorações 12, 12b sãoaplicadas por meio de técnicas conhecidas, as decorações 12, 12bsendo compostas de material granular colorido. Portanto, asuperfície superior 80 dessas decorações 12, 12b emerge comrelação à superfície 13 por um grau, dependendo do grau dedecoração aplicada. Como mostrado na Figura 28, mostrando umafase subseqüente, por meio do abaixamento 69 de uma superfíciede nivelamento 82, essas decorações 12, 12b penetram dentro dacamada 61 e a superfície fica coplanar com a superfície 13. Emuma outra fase, como mostrado na Figura 29, outras decorações12, 12b são aplicadas nas decorações aplicadas previamente 12,12b, e a operação de nivelamento é repetida de novo (Figura 30).Como mostrado nas Figuras 31 a 36 subseqüentes, o ciclo podeser repetido várias vezes, e a cada vez a decoração vai penetrarainda mais profundamente até atingir a profundidade desejada P.
O procedimento descrito permite que a decoração penetre dentroda camada de base 61, sem espalhar substancialmente a decoração12, 12b. Se uma espessura similar P de decoração granular fordeixada toda projetando-se com relação à superfície 13, a ditaespessura P vai inevitavelmente deformar-se, formando ummonte, tendo uma seção mais ou menos triangular com uma base,que é muito maior do que a dimensão X. Na fase de compressãoseguinte, esse monte, não tendo qualquer contenção lateral, vaialargar-se formando ainda, portanto, uma tira muito larga, tendouma espessura gradualmente mais fina e mais fina no sentido daborda externa e com uma penetração P muito pequena. Um certoespalhamento da dimensão X pode ocorrer também noprocedimento de acordo com a invenção, embora esseespalhamento seja limitado de tempo em tempo apenas à camadade decoração emergindo da superfície 13. Essa camada, sendomuito fina, não pode se espalhar muito, e uma vez que as camadas12, 12b tenham penetrado, estas são submetidas ao efeito decontenção do material de base 61 e não podem se movimentarmais. Também na fase de prensagem, que ocorre por aproximaçãomútua e progressiva das duas superfícies superior e inferior adecoração não pode se movimentar na direção horizontal e vai sersubmetida apenas à deformação por compressão na direçãovertical, juntamente com o material de base 61.
Como é possível deduzir das Figuras 27 e 28, afase de nivelamento pode ser conduzida após muitos tipos dedecorações 12, 12b terem sido depositados, quando as decorações12, 12b cobrem diferentes zonas, como no caso descrito, mas afase de nivelamento pode ser também conduzida após cada umadas únicas aplicações.
No exemplo descrito, as camadas finas dedecoração que são superpostas são, alternativamente, de um tipodiferente 12, 12b; essas camadas finas podendo ser, no entanto,também todas do mesmo tipo, no caso em que uma decoraçãomonocromática for desejada.
A superposição de mais camadas pode serexplorada não apenas para a finalidade mencionada acima deprovocar penetração da decoração, mas também para a mistura dediferentes cores e criar, desse modo, várias gradações cromáticas.
Um exemplo pode esclarecer esse conceito.
Supor que se tenha três pós, cujos tons sejammuito próximos de cada uma das cores primárias, por exemplo,amarelo (G), ciano (T) e vermelho (R), cujos pós vão ser usadospara decoração de duas zonas distintas A e B da superfície 13,com a possibilidade de aplicar essas camadas finas com espessurade 1 mm e 0,5 mm (mas, obviamente, também zero mm, e todosos valores intermediários). Supor então dispor esses três pós G, T,R nas duas zonas AeB, com espessura de 1 mm ou 0,5 mm, deacordo com o seguinte plano de superposição (repetitivo):
camada n° Zona A (cor - espessura Zona b (cor - espessuraem mm) em mm)<table>table see original document page 70</column></row><table>
Uma vez que as camadas finas vão resultarsubstancialmente mutuamente remisturadas (principalmente, apósa fase de queima, na qual pode ocorrer integração entre as váriascores por sinterização ou por fusão), um cor maistendenciosamente amarela vai aparecer na zona A, uma cor maistendenciosamente ciano vai aparecer na zona B e, muitoimportante, essa cor vai ser substancialmente constante naprofundidade integral P da decoração.
Esse processo pode expressar o máximo dascapacidades com o controle digital do tempo real na aplicaçãodessas camadas. Um aparelho do tipo "complexo K" já mostradoé adequado para operação na maneira mencionada acima e édescrito a seguir.
As Figuras 17 a 20 mostram como as váriascamadas 12d, 12, 12b, 12c são seqüencialmente empurradas demodo a penetrar pela dita superfície de transferência 3, uma vezque a superfície de transferência 3 fica em contato de rolamentocom a superfície 13.
Esse contato propicia ainda que seja obtida umamelhor definição de modelo, uma vez que a decoração não ésubmetida a qualquer queda livre.
As Figuras 17 e 18 mostram o que ocorre noprimeiro curso para a frente 67, a Figura 19 mostra o que ocorreno curso para trás subseqüente 63 no aparelho lb. A Figura 20mostra o resultado final, após duas completas translações de cursopara a frente e para trás.
Por repetição da operação nessa mesma estação,em uma estação subseqüente, a espessura desejada P pode serobtida. Fica claro que as duas superfícies 3 e 13 vão ter que entrarem contato de uma maneira de rolamento sem deslizamentomútuo. No exemplo descrito, a superfície 13 é estacionária,enquanto a superfície de transferência 3 avança em rolamentonela, mas esse rolamento pode também ocorrer em modo reverso,estando a superfície 13 para avançar.
O empurrão de penetração pode ser tambémdado por um meio que é diferente da superfície de transferência 3,por exemplo, um rolo, de modo que a superfície de transferência 3pode trabalhar sem contato com a superfície receptora 13.
O aparelho 1 pode também não estar associadocom outros aparelhos Ib do mesmo tipo em um complexo Κ, oaparelho 1 podendo ser estacionário, e podendo também terapenas um distribuidor 11.
No complexo K mostrado na Figura 26, asoltura do material granular é feita por raspagem. Na parteinferior da superfície de transferência 3 voltada para a superfíciereceptora 13, uma zona de transferência 15 é configurada, na qualhá uma lâmina 70, cuja borda é perfeitamente tangente àsuperfície 3 em todo o seu comprimento. Uma lâmina similar 70bé colocada especularmente oposta em uma posição nãooperacional, espaçada. Ambas as lâminas 70, 70b sãomovimentadas por meio que não é mostrado, o que significa que écapaz de movimentar as lâminas 70, 70b alternativamente de umaposição passiva para uma posição ativa de contato e vice-versa,dependendo da direção de translação 63, 67 do complexo K.
Uma vantagem particular dessa concretização étambém que com a presença das duas lâminas 70, 70b, uma dasquais está sempre inativa, a borda da lâmina 70, 70b pode sermantida sempre perfeitamente limpa, a dita borda sendo limpadurante o curso de translação, ou melhor, quando a borda está naparada da extremidade, fora da superfície 13. No funcionamentodo tipo conhecido, isso vai ser impossível uma vez que a lâmina éoperada continuamente e, além do mais, colocada em umaposição de difícil acesso.
No entanto, às lâminas 70, 70b, todas asmedidas conhecidas podem ser aplicadas, que são adequadas paramanter limpas e eficientes as lâminas 70, 70b, entre as tais medidasestão aquecimento, revestimento antiaderente e vibrações.
Nesse aparelho 1 do complexo K, a soltura domaterial decorativo da superfície de transferência 3 pode tambémocorrer de outros modos, por exemplo, por meio de uma açãoperturbadora do contato com a superfície receptora 13 ou pormeio dos sistemas descritos na patente IT 1314624.
Também, a formação do modelo digital pode serdeterminada por sistemas diferentes de jato de tinta, por exemplo,por uso de meios seletivos de soltura e transferência descritos nopedido de patente internacional WO 01/72489.
Com referência às Figuras 37 e 38, uma maneiraparticular é explicada a seguir, de acordo com a invenção, paraobtenção da passagem da decoração da superfície de transferência3 para a superfície sem coesão 13.
É o caso de chamar a atenção que, na técnicaanterior, a possibilidade não é proporcionada da transferência deuma decoração para uma superfície sem coesão de materialgranular ou em pó, por meio de um simples efeito adesivo. Atransferência por efeito adesivo com contato é conhecida apenaspara superfícies receptoras do tipo sólida e coesa, para materiaisdecorativos no estado sólido. Os exemplos dessas tecnologias sãoa impressão por serigrafia, a impressão de entalhe, a impressãocom almofada de tinta, etc. A transferência de pós ou suspensõeslíquidas para superfícies sem coesão sempre ocorre por meio doenvolvimento de forças externas agindo na decoração e fazendocom que a decoração se movimente no sentido da superfíciereceptora. Essas forças podem ser a força da gravidade(intervindo uma vez que a decoração já tenha sido forçada apassar por uma matriz ou tenha sido solta de uma superfície detransferência), forças eletrostáticas, vibrações, deformação dasuperfície de transferência, jatos de ar, etc. Esse envolvimento deforças externas, juntamente com o fato de que o ditoenvolvimento proporciona a manutenção de uma certa distânciaentre a superfície de transferência e a superfície receptora, nãopropicia que seja obtida uma boa definição. Além do mais, o casodas forças eletrostáticas não pode ser aplicado aos materiaisnormais para uso cerâmico.
Como mostrado na Figura 37, na superfície 3 háo modelo 10, que é formado pelas microgotas 9, que são ejetadaspelo aparelho de jato de tinta 8. O material decorativo 12e, que éprojetado na direção PR, contra a superfície 3, é constituído deaglomerados AG de um material finamente moído, cujosaglomerados são obtidos, por exemplo, por atomização, ecompreendem, vantajosamente, também uma fração substancialde material argiloso. Os aglomerados AG sendo porosos também,desse modo, absorvem por capilaridade o líquido 9. Cadamicrogota de líquido 9 é, portanto, capaz de capturar umapluralidade de aglomerados superpostos 12e, que se mantêmaderentes à superfície 3 por meio de uns poucos pontos de contatoCP, tendo uma extensão muito limitada. O líquido 9 épredominantemente distribuído dentro dos aglomerados AG, alémdo mais, em uma razão muito limitada com relação à quantidadedos aglomerados capturados AG.
Como realçado na Figura 38, quando osaglomerados AG penetram na superfície receptora 13, os pontosde contato resultantes entre esses aglomerados AG e as partículasPW da camada receptora 61 são muito mais numerosos ecoercivos do que os pontos de contato CP, e, desse modo, adecoração AG é absorvida na camada receptora 61.
A soltura é promovida também pelo fato de queas superfícies 3, sendo lisas, encurvadas e em rolamento, écolocada separada da decoração AG e da superfície receptora 13por "descascamento". Em outras palavras, ainda que a atração ATdas partículas PW é exercida de uma maneira ampla e simultâneaem todos os aglomerados AG, a ação de tração TR da superfíciede transferência 3 nos aglomerados AG se aplica muitofracamente apenas em uma pequena área de contato (CP) emmovimentação progressiva. Um fator promovendo essa solturatambém pode derivar de uma ação absorvente, exercida pelacamada 61 com relação à umidade contida nos aglomerados AG.
Realça-se ainda a importância do modo no quala decoração granular é aplicada na superfície 3 para alcançar esseresultado. De fato, a aplicação preventiva do líquido 9 e aassociação subseqüente do material granular decorativo AGpermitem que um modelo bem definido seja obtido na superfície3, o dito modelo sendo limpo e de uma espessura relativamentealta, cujo modelo é temporariamente estável, mas fácil de sersolto, uma vez que o líquido 9 está presente em uma razãoextremamente reduzida e, como já dito, tem uma superfície deadesão mínima CP. De outro modo, quanto um material granular,já em suspensão líquida, foi aplicado, por exemplo, na superfície3, para provocar aderência dessa suspensão, a presença de umaproporção significativa de fase líquida com zonas estendidas de contatopróximo, entre a decoração e a superfície 3, vai ser necessária,senão a soltura subseqüente para a transferência seria impossível.
No processo de acordo com a invenção, é deoutro modo surpreendente como essa transferência pode ocorrerde uma maneira tão precisa e fácil, ao exercer-se apenas umapressão pequena para criar o contato.
Em vez do material aglomerado AG, materialem pó fino também pode ser usado. Nesse caso, não sendo talmaterial muito fluido, é conveniente associar o dito material como líquido 9 não pela projeção PR, como mostrado na Figura 37,mas por contato de rolamento de uma camada fina desse materialem pó disposto em uma correia ou em um rolo de alimentação.
Particularmente, no caso em que os materiaisdecorativos usados são compostos de grânulos não porosos, asoltura pode ser promovida por aquecimento da superfície detransferência 3.Esse aquecimento pode ser obtido de acordocom os processos já descritos nas Figuras 1, 2, 6, 7 e 8.
Nas Figuras 39, 40 e 41, alguns aparelhos sãomostrados, operando de acordo com esse processo detransferência por adesão, e por condução dos sistemas deaquecimento mencionados acima.
Para a superfície de transferência 3, váriosmateriais metálicos ou plásticos podem ser usados. No entanto,prefere-se que as superfícies sejam lisas e tenham propriedadesantiestáticas. De acordo com os testes conduzidos, os materiaisque proporcionam excelentes resultados são o aço inoxidável e opolipropileno.
Salienta-se que a invenção obtém os objetosprefixados, permitindo, particularmente, a transferência comcontato, enquanto mantendo inalterado o estado de falta de coesãoda camada receptora, cuja condição propicia que diferentesoperações de transferência sejam conduzidas sucessivamente,também com diferentes decorações superpostas e com controledigital da imagem.
Os vários dispositivos, aparelhos e meiosindicados e descritos, com referência às figuras mencionadas,pode ser usados sozinhos ou em possíveis combinações comoutros dispositivos, aparelhos e meios aqui indicados e descritos,ou combinados com dispositivos, aparelhos e meios que sãodiferentes daqueles indicados e descritos.

Claims (91)

1. Processo para aplicar um modelo (21, 57) dematerial granular (12, 12b, 12c, 12d) em uma superfície receptora(13), compreendendo em seqüência:- associar o dito material granular (12, 12b, 12c,12d) com uma superfície de transferência (3), juntamente comuma fase líquida de agregação (9, 20) e de acordo com umaprefiguração (10, 10b, 18, 56) do dito modelo (21); e- dispor em oposição a dita superfície detransferência (3), conduzindo o dito material granular (12, 12b,12c, 12d) e a dita fase líquida (9, 20), e a dita superfície detransferência (13) em uma zona de transferência (15, 45),caracterizado pelo fato de que o dito processocompreende ainda aquecer pelo menos uma parte da dita faselíquida (9, 20) na dita zona de transferência (15, 45), para soltar odito material granular (12, 12b, 12c, 12d) da dita superfície detransferência (3) e aplicar o dito material granular (12, 12b, 12c,-12d) na dita superfície receptora (13).
2. Processo de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que o dito aquecimentocompreende aquecimento repentino.
3. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o ditoaquecimento compreende aquecimento anterior da fase líquida (9,-20) voltada para a dita superfície de transferência (3).
4. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que do ditoaquecimento se segue uma rápida evaporação (W) da dita faselíquida (9, 20), a dita fase líquida (9, 20) voltada para a ditasuperfície de transferência (3).
5. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que após adita soltura, o dito material granular (12, 12b, 12c, 12d) retémuma proporção significativa da dita fase líquida (9, 20) deagregação, adequada para provocar aderência do dito materialgranular (12, 12b, 12c, 12d) na dita superfície receptora (13).
6. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o ditoaquecimento segue um aumento de temperatura repentino da ditasuperfície de transferência (3), na dita zona de transferência (15, 45).
7. Processo de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que o dito aumento repentinocompreende o aumento da temperatura de 80°C para 150°C, emum tempo mais curto do que 30 ms.
8. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que, sendo asuperfície de transferência (3) eletricamente condutora, o ditoaquecimento compreende gerar dentro da dita superfície detransferência (3) um efeito Joule.
9. Processo de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que o dito efeito Joule éproduzido por indução eletromagnética.
10. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o ditoaquecimento compreende irradiação de ondas térmicas (T).
11. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que o ditoaquecimento compreende irradiação de ondas térmicas (T), apartir de uma direção oposta à direção no sentido do qual a ditasuperfície de transferência (3) é orientada.
12. Processo de acordo com a reivindicação 10ou 11, caracterizado pelo fato de que a dita irradiação compreendefocalizar as ditas ondas térmicas (T) na dita zona de transferência(15,45).
13. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 10 a 12, caracterizado pelo fato de que a ditairradiação compreende a irradiação no sentido de uma camadaabsorvente (2), cuja superfície externa define a dita superfície detransferência (3), por um corpo de suporte transparente (5) para adita camada absorvente (2).
14. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 10 a 12, caracterizado pelo fato de que a ditairradiação compreende irradiar por um corpo transparente (5),cuja superfície externa define a dita superfície de transferência(3).
15. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que a ditaassociação compreende aplicar previamente a dita fase líquida (9),de acordo com a dita prefiguração (10) do dito modelo (21), edepois agregação do dito material granular (12, 12b, 12c, 12d)com a dita fase líquida (9).
16. Processo de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que a dita distribuiçãocompreende ejetar dos dispositivos de jato de tinta (8), controladopelo meio computadorizado (C).
17. Processo de acordo com a reivindicação 15ou 16, caracterizado pelo fato de que a dita agregaçãocompreende projetar do meio de rotação (3) de um dispositivo dedistribuição (11, 11b, 11c, 11 d) o dito material granular (12, 12b,-12c, 12d), no sentido da dita superfície de transferência (3), ecoletar o excesso (24) do dito material granular (12, 12b, 12c,-12d), que não foi retido pela superfície de transferência (3), pelodito meio de rotação (30).
18. Processo de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que a dita coleta compreendemovimentar o dito excesso (24) para os recessos superficiais (31)do dito meio de rotação (30), ao longo de um caminho subjacenteao dito meio de rotação (30).
19. Processo de acordo com a reivindicação 17ou 18, caracterizado pelo fato de que a dita coleta compreendeainda movimentar o dito excesso (24) no sentido da descargainferior (38) do meio de suprimento (39, 75, 76), para suprir odito material granular (12, 12b, 12c, 12d) de modo a interagir como fluxo do dito material granular (12, 12b, 12c, 12d) saindo dadita descarga (38).
20. Processo de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que a dita interação faz comque o dito fluxo seja substancialmente equivalente à quantidadedo dito material granular (12, 12b, 12c, 12d) retida pela ditasuperfície de transferência (3).
21. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 17 a 20, caracterizado pelo fato de quecompreende proporcionar ao dito meio de rotação (30) tiposdistintos do dito material granular (12, 12b, 12c, 12d).
22. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que é usadopara decoração de azulejos cerâmicos.
23. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que a ditaaplicação compreende aplicar materiais granulares, constituídosbasicamente de grânulos substancialmente não porosos, detamanho variando entre 0,03 mm e 0,8 mm.
24. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que a ditaassociação compreende associar, em uma fase subseqüente, váriastopologias do dito material granular (12, 12b, 12c, 12d), e a ditasoltura compreende soltar simultaneamente as ditas váriastopologias do dito material granular (12, 12b, 12c, 12d).
25. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que a ditaaplicação ocorre enquanto a dita superfície de transferência (3)está movimentando-se a uma velocidade significativamente maisalta do que a velocidade da dita superfície receptora (13).
26. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de quecompreende a translação em movimento de vaivém de um eixo derotação (7) da dita superfície de transferência (3), em um planoparalelo à dita superfície de transferência (3).
27. Processo de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que compreende a indexaçãoda dita superfície receptora (13, 61) em relação à dita superfíciede transferência (3), ao longo da dita direção de avanço (62).
28. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que compreende girar emmovimento de vaivém a dita superfície de transferência (3).
29. Processo de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que compreende ativaralternadamente distintos dispositivos de distribuição (11, 11b, 11c, 1d), dependendo da direção (64, 68) da dita rotação.
30. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que a ditaaplicação compreende as seguintes etapas:- aplicar uma camada do dito material granular(12, 12b, 12c, 12d);- nivelar a dita camada com relação à ditasuperfície receptora (3); e- no caso, repetir as duas etapas.
31. Processo de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que a dita repetiçãocompreende superpor a dita camada (12, 12b, 12c, 12d) à ditacamada (12, 12b, 12c, 12d) aplicada previamente.
32. Processo de acordo com a reivindicação 30ou 31, caracterizado pelo fato de que as ditas etapas são repetidasna mesma estação.
33. Processo de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 30 a 32, caracterizado pelo fato de que o ditonivelamento é conduzido pela dita superfície de transferência (3).
34. Aparelho (1, lb) para aplicar um modelo(21, 57) de mistura de material granular (12, 12b, 12c, 12d) emuma superfície receptora (13), compreendendo:- uma superfície de transferência (3) móvel aolongo de um caminho em arco com uma zona de transferência(15), a dita zona de transferência (15) sendo definida em umaparte voltada para a dita superfície receptora (13);- meios de aplicação (8, 8b, 11, 11b, 11c, 11 d)dispostos a montante da dita zona de transferência (15), os ditosmeios de aplicação (8, 8b, 11, 11b, 11c, lld) sendo adequadospara aplicar o dito material granular (12, 12b, 12c, 12d) àsuperfície de transferência (3), juntamente com uma fase líquida(9) de agregação, e de acordo com uma prefiguração (10, 18, 56)do dito modelo (21, 57);caracterizado pelo fato de que compreendeainda um meio de aquecimento (16, 25, 26, 46, 47, T), adequadopara evaporação repentina na dita zona de transferência (15) depelo menos parte da dita fase líquida (9, 20) de agregação, e,desse modo, fazendo com que o dito material granular (12, 12b,-12c, 12d) se solte da superfície de transferência (3) e provocandoa dita aplicação na dita superfície receptora (13).
35. Aparelho (1) de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que o dito meio deaquecimento (16, 25, 26, 46, 47, T) é adequado para agiranteriormente na parte (2) da dita fase líquida (9) de agregaçãovoltada para a dita superfície de transferência (3).
36. Aparelho (1) de acordo com a reivindicação-34 ou 35, caracterizado pelo fato de que o dito meio deaquecimento (16, 25, 26, 46, 47, T) é adequado para aquecimentorepentino da dita superfície de transferência (3) na dita zona detransferência (15).
37. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 34 a 36, caracterizado pelo fato de que a ditasuperfície de transferência (3) é a superfície de uma folha fina (2).
38. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que a ditafolha fina tem uma espessura inferior a 5 μιη.
39. Aparelho (1) de acordo com a reivindicação-37 ou 38, caracterizado pelo fato de que a dita folha fina (2) éassociada com um suporte mais espesso (5).
40. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato de que odito suporte (5) é um corpo tubular cilíndrico.
41. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 37 a 40, caracterizado pelo fato de que adita folha fina (2) é eletricamente condutora.
42. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 37 a 41, caracterizado pelo fato de que adita folha fina (2) é de liga invar.
43. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 37 a 42, caracterizado pelo fato de que adita folha fina (2) é formada diretamente no dito suporte (5) pormeio de deposição de material.
44. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 39 a 43, caracterizado pelo fato de que odito suporte (5) é dotado com propriedades elétricas isolantes etérmicas.
45. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 37 a 44, caracterizado pelo fato de que adita folha fina (2) é composta por uma pluralidade de tirasestreitas próximas (47), as ditas tiras estreitas próximas (47)sendo mutuamente isoladas eletricamente e dispostas paralelas aoeixo de rotação (7).
46. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 37 a 45, caracterizado pelo fato de que odito meio de aquecimento (16, 25, 26, 46, 47, T) compreendedispositivos elétricos (16, 25, 48) adequados para gerar um efeitoJoule na dita folha fina (2).
47. Aparelho (1) de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que os ditos dispositivoselétricos (16, 25, 48) compreendem indutores eletromagnéticos(16, 25) dispostos dentro do dito caminho em arco.
48. Aparelho (1) de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que os ditos indutoreseletromagnéticos (16, 25) compreendem concentradores (25) defluxo magnético (26).
49. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 34 a 48, caracterizado pelo fato de que odito meio de aquecimento (16, 25, 26, 46, 47, T) compreendetransmissores (43, 44, 46, T) de radiação térmica, dispostosdentro do dito caminho em arco.
50. Aparelho (1) de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que os ditos transmissores (43,-44, 46, T) compreendem um meio focalizador (44), adequadopara concentrar a dita radiação (T) em uma tira linear estreita(45).
51. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 47 a 50, caracterizado pelo fato de que adita folha (2) tem uma alta absorção com relação à dita radiaçãotérmica (Τ), e o dito suporte (5) é feito de um material tendo altatransparência com relação à dita radiação térmica (T).
52. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 47 a 51, caracterizado pelo fato de que adita superfície de transferência (3) é a extremidade externa de umcorpo tubular (5) feito de um material tendo alta transparênciacom relação à dita radiação térmica (T).
53. Aparelho (1) de acordo com a reivindicação-51 ou 52, caracterizado pelo fato de que o dito material com altatransparência é um polímero.
54. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 39 a 53, caracterizado pelo fato de que odito suporte (5) compreende um polímero selecionado de umgrupo que compreende: poliimida (PI), poli (éter - imida) (PEI),poli (éter - éter - cetona) (PEEK), policetona (PK) aromática, poli(amida - imida) (PAI), poli (éter - sulfona) (PES), polifenilsulfona(PPSU), polisulfona (PSU), poliéster (PET), policarbonato (PC),elastômeros de silicone e elastômeros fluorados.
55. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 39 a 54, caracterizado pelo fato de que adita folha (2) é feita de uma matriz polimérica formada in situ, emcuja matriz polimérica pós e/ou fibras são dispersos.
56. Aparelho (1) de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que os ditos pós e/ou fibrassão selecionados de um grupo que compreende: negro de fumo,grafite, metais, óxidos metálicos, cerâmicas, cermets, minerais,carbonetos, nitretos, boretos e nanotubos de carbono.
57. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 32 a 56, caracterizado pelo fato de que osditos meios de aplicação (8, 8b, 11, 11b, 11c, 11 d) compreendemdispositivos de aplicação (8, 8b, 58) adequados para aplicar a faselíquida (9) de agregação e dispositivos de distribuição (11, 11b,-11c, lld) adequados para distribuir o dito material granular (12,-12b, 12c, 12d).
58. Aparelho (1) de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que os ditos dispositivos deaplicação (8, 8b, 58) compreendem dispositivos de jato de tinta(8, 8b) controlados por meio computadorizado (C).
59. Aparelho (1) de acordo com a reivindicação-57 ou 58, caracterizado pelo fato de que os ditos dispositivos dedistribuição (11, 11b, 11c, lld) compreendem meios de rotação(3), dispostos próximos à dita superfície de transferência (3) eadequados para permitir que o dito material granular (12, 12b,-12c, 12d) seja projetado no sentido da dita superfície detransferência (3) e adequados para coletar o excesso (24) do ditomaterial granular (12, 12b, 12c, 12d) que não foi retido pela ditasuperfície de transferência (3).
60. Aparelho (1) de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que o dito meio de rotação(30) é disposto, pelo menos na sua parte inferior, dentro de umrecipiente (19), compreendendo uma primeira parede (36)estendendo-se entre a dita superfície de transferência (3) e o ditomeio de rotação (30) e uma segunda parede (37) estendendo-se nolado oposto do dito meio de rotação (30).
61. Aparelho (1) de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que os ditos dispositivos dedistribuição (11, 11b, 11c, 11 d) compreendem meios desuprimento (39, 75, 76), cuja descargas inferiores (38, 75, 76) sãodispostas entre o dito meio de rotação (30) e a dita segundaparede (37).
62. Aparelho (1) de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que os ditos meios dealimentação (39, 75, 76) são associados com tipos distintos demateriais granulares (12, 12b, 12c, 12d).
63. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 59 a 62, caracterizado pelo fato de que odito meio de rotação (30) coopera com o primeiro meio de tela(52), adequado para transportar o dito material granular (12, 12b,- 12c, 12d) no sentido da dita superfície de transferência (3).
64. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 59 a 63, caracterizado pelo fato de que odito meio de rotação (30) coopera com o segundo meio de tela(40), adequado para transportar o dito material granular (12, 12b,- 12c, 12d) no sentido do dito meio de rotação (30).
65. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 59 a 64, caracterizado pelo fato de que odito meio de rotação (30) coopera com os diafragmas divisores(83) dispostos entre o dito rotor (30) e a dita superfície detransferência (3), de acordo com um plano normal ao eixo derotação (35) do dito meio de rotação (30).
66. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 59 a 65, caracterizado pelo fato de que asuperfície do dito meio de rotação (30) é dotada com recessose/ou protuberâncias (31).
67. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 59 a 66, caracterizado pelo fato de que osditos dispositivos de distribuição (11, 1 lb, 1 lc, 1 ld) são dispostospróximos a uma parte orientada descendente e para baixo da ditasuperfície de transferência (3).
68. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 34 a 67, caracterizado pelo fato de quesendo a dita superfície receptora (13, 61) móvel em uma direçãode avanço (17, 62) e sendo a dita superfície de transferência (3)rotativa em torno de pelo menos um eixo (7), o dito eixo (7) étransladável em movimento de vaivém com relação à ditasuperfície receptora (13, 61), em uma direção transversal (53, 67)com relação à dita direção de avanço (17, 62).
69. Aparelho (1) de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que a dita direção de avanço(17, 62) e o dito pelo menos um eixo (7) são paralelos.
70. Aparelho (1) de acordo com a reivindicação-68 ou 69, caracterizado pelo fato de que a dita superfíciereceptora (13, 61) e a dita superfície de transferência (3) podemser mutuamente indexadas, em uma direção paralela à dita direçãode avanço (17, 62).
71. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 34 a 70, caracterizado pelo fato de que adita superfície de transferência (3) pode girar em movimento devaivém nas duas direções (64, 68) em torno de um eixo (7).
72. Aparelho (1) de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que a dita superfície detransferência (3) coopera alternadamente com os ditosdispositivos de distribuição (11, 11b, 11c, 11 d) distintos,dependendo da direção da dita rotação (64, 68).
73. Aparelho (1) de acordo com qualquer umadas reivindicações de 34 a 72, caracterizado pelo fato de que éassociado com um ou mais outros do dito aparelho (1), paraformar um complexo (K) com eixos paralelos e em sucessão aolongo da dita direção de translação (63, 67).
74. Aparelho (1) de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que cada um dos quatro oumais dispositivos de distribuição (11, 11b, 11c, 11 d) é supridocom um tipo diferente do dito material granular (12, 12b, 12c, 12d).
75. Elemento (2, 3, 5) para transferir e aplicarmaterial granular (12, 12b, 12c, 12d), de acordo com o processode acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 33,caracterizado pelo fato de que o dito elemento compreende umcorpo (5, 53) feito internamente de material dielétrico (5) e feitoexternamente de uma camada eletrocondutora (2, 47).
76. Elemento (2, 3, 5, 53) para transferir eaplicar material granular (12, 12b, 12c, 12d), de acordo com oprocesso de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a-33, caracterizado pelo fato de que o dito elemento compreendeum corpo tubular (5, 53) de material transparente à radiaçãotérmica (T).
77. Elemento (2, 3, 5, 53) de acordo com areivindicação anterior, caracterizado pelo fato de que, nasuperfície externa do dito corpo tubular (5, 53), uma camada fina(2) é disposta, a dita camada fina (2) tendo, na sua superfícieinterna (4), uma alta absorção com relação à dita radiação térmica(T).
78. Elemento (2, 3, 5, 53) de acordo com areivindicação 76 ou 77, caracterizado pelo fato de que o ditocorpo tubular (5, 53) compreende um polímero.
79. Elemento (2, 3, 5, 53) de acordo com areivindicação anterior, caracterizado pelo fato de que o materialformando o dito corpo tubular (5) é selecionado de um grupo, quecompreende: poliimida (PI), poli (éter - imida) (PEI), poli (éter -éter - cetona) (PEEK), policetona (PK) aromática, poli (amida -imida) (PAI), poli (éter - sulfona) (PES), polifenilsulfona (PPSU),polisulfona (PSU), poliéster (PET), policarbonato (PC),elastômeros de silicone e elastômeros fluorados.
80. Elemento (2, 3, 5, 53) de acordo comqualquer uma das reivindicações de 75 a 79, caracterizado pelofato de que a dita camada fina (2) é feita de uma matrizpolimérica formada in situ, em cuja matriz polimérica sãodispersos pós e/ou fibras.
81. Elemento (2, 3, 5, 53) de acordo com areivindicação anterior, caracterizado pelo fato de que os ditos póse/ou fibras são selecionados de um grupo, que compreende: negrode fumo, grafite, metais, óxidos metálicos, cerâmicas, cermets,minerais, carbonetos, nitretos, boretos e nanotubos de carbono.
82. Processo para aplicar um modelo dematerial granular (12, 12b, 12c, 12d) em uma superfície receptora(13, 49), compreendendo em seqüência:- dispor material granular (12, 12b, 12c, 12d)em uma superfície de transferência (3); e- dispor em oposição a dita superfície detransferência (3) e a dita superfície receptora (13, 49), e aplicar odito modelo de material granular (12, 12b, 12c, 12d) na ditasuperfície receptora (13, 49),caracterizado pelo fato de que a dita disposiçãocompreende projetar do meio de rotação (30) o dito materialgranular (12, 12b, 12c, 12d) no sentido da dita superfície detransferência (3) e coletar o excesso (24) do dito material granular(12, 12b, 12c, 12d), que não foi retido pela dita superfície detransferência (3) por meio do dito meio de rotação (30).
83. Aparelho (1) para aplicar um modelo dematerial granular (12, 12b, 12c, 12d) em uma superfície receptora(13, 49), compreendendo:- uma superfície de transferência (3) móvel; e- dispositivos de distribuição (11, 30) adequadospara aplicar o dito material granular (12, 12b, 12c, 12d) à ditasuperfície de transferência (3);caracterizado pelo fato de que os ditosdispositivos de distribuição (11, 30) compreendem um meio derotação (30), disposto próximo à dita superfície de transferência(3) e adequado para permitir que o dito material granular (12, 12b,12c, 12d) seja projetado no sentido da dita superfície detransferência (3) e adequado para coletar o excesso (24) do ditomaterial granular (12, 12b, 12c, 12d), que não foi retido pela ditasuperfície de transferência (3).
84. Processo para aplicar um modelo dematerial (12, 12b, 12c, 12d) em uma superfície receptora (13),compreendendo:- associar o dito material (12, 12b, 12c, 12d)com uma superfície de transferência (3), a dita superfície detransferência (3) sendo móvel ao longo de um caminho em arco,em torno de pelo menos um eixo de rotação (7); eselecionar por meio de meioscomputadorizados (C, 8) uma parte do dito material (12, 12b, 12c,-12d) correspondente ao dito modelo, e movimentar a dita parte nosentido da dita superfície receptora (13),caracterizado pelo fato de que o dito processocompreende ainda movimentar em vaivém por translação (63, 67)o dito eixo (7), em um plano paralelo à dita superfície receptora (13).
85. Aparelho para aplicar um modelo dematerial (12, 12b, 12c, 12d) em uma superfície receptora (13), adita superfície receptora (13) sendo móvel em uma direção deavanço (62), compreendendo:- uma superfície de transferência (3) móvel aolongo de um caminho em arco, em torno de pelo menos um eixode rotação (7);- meios de aplicação (11, 11b, 11c, 11 d)adequados para associar o dito material (12, 12b, 12c, 12d) com adita superfície de transferência (3); e- meios de controle computadorizados (C, 8, 8b)adequados para selecionar uma parte do dito material (12, 12b,- 12c, 12d) correspondente ao dito modelo,caracterizado pelo fato de que o dito eixo (7) émóvel em vaivém por translação (63, 67) em um plano paralelo àdita superfície receptora (13).
86. Processo para aplicar um modelo dematerial granular (12, 12b, 12c, 12d) em uma superfície receptora(13) sem coesão, caracterizado pelo fato de que compreende, emseqüência, as seguintes etapas:- aplicar uma camada do dito material granular(12, 12b, 12c, 12d), disposto de acordo com o dito modelo, nadita superfície receptora (13); e- nivelar a dita camada (12, 12b, 12c, 12d) comrelação à dita superfície receptora (13).
87. Processo de acordo com a reivindicaçãoanterior caracterizado pelo fato de que compreende ainda arepetição das ditas etapas uma ou mais vezes.
88. Aparelho (1, lb) para aplicar um modelo dematerial granular (12, 12b, 12c, 12d) em uma superfície receptora(13), a dita superfície receptora (13) sendo sem coesão e móvelem uma direção de avanço (62), caracterizado pelo fato de quecompreende:- meios de aplicação rotativos (3, 5, biorreatorrotativo) adequados para aplicar uma camada do dito materialgranular (12, 12b, 12c, 12d); e- meios de nivelamento (3, 5, 5b, 82) adequadospara nivelar a dita camada com relação à dita superfície receptora (13).
89. Aparelho de acordo com a reivindicaçãoanterior, caracterizado pelo fato de que compreende ainda ummeio de translação em movimento de vaivém (63, 67) cooperandocom os ditos meios de aplicação rotativos (3, 5, 5b).
90. Processo para aplicar um modelo dematerial granular (12, 12b, 12c, 12d, AG) em uma camada dematerial sem coesão (61), caracterizado pelo fato de quecompreende, em seqüência:- aplicar um líquido (9) em uma superfície detransferência (3) de acordo com uma disposição (10),prefigurando o dito modelo;- associar o dito material granular (12, 12b, 12c,-12d, AG) com o dito líquido (9), para fazer com que o ditomaterial granular (12, 12b, 12c, 12d, AG) fique aderente à ditasuperfície de transferência (3); e- colocar em contato o dito material granular(12, 12b, 12c, 12d, AG) com a dita superfície receptora (13), demodo a transferir o dito material granular (12, 12b, 12c, 12d, AG)da dita superfície de transferência (3) para a dita superfíciereceptora (13), mantendo a dita camada (61) substancialmentesem coesão.
91. Aparelho (1, lb) para aplicar um modelo dematerial granular (12, 12b, 12c, 12d, AG) na superfície receptora(13) de uma camada de material sem coesão (61),compreendendo:- uma superfície de transferência (3) rotativa;- meios de aplicação (8, 8b) adequados paradispor um líquido (9) na dita superfície de transferência (13), deacordo com uma prefiguração do dito modelo; e- dispositivos de distribuição (11, 1 lb, 1 lc, 1 ld)adequados para associar o dito material granular (12, 12b, 12c,-12d, AG) com o dito líquido (9),caracterizado pelo fato de que a dita superfíciede transferência (3) rotativa é disposta em interferência com a ditasuperfície receptora (13), a dita interferência sendo tal que nãoproduz qualquer coesão substancial na dita camada sem coesão (61).
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