BRPI0708683A2 - estrutura de solo estabilizada e elementos de revestimento para sua construção - Google Patents

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BRPI0708683A2
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Nicolas Freitag
Jean-Claude Morizot
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Terre Armee Internationale S A S
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Abstract

ESTRUTURA DE SOLO ESTABILIZADA E ELEMENTOS DE REVESTIMENTO PARA SUA CONSTRUçãO. O elemento de revestimento para uma estrutura de solo estabilizada compreende um corpo de material fundido dentro do qual uma trajetória é formada para uma tira de reforço entre dois pontos de surgimento situados em uma face traseira do elemento. Essa trajetória é definida por um forro embutido no material fundido e inclui duas partes retilíneas que são respectivamente adjacentes aos dois pontos de surgimento e são, cada uma, dispostas de forma a posicionar a tira no mesmo plano de surgimento perpendicular â face traseira, duas partes curvas que continuam respectivamente as duas partes retilíneas e são dispostas de modo a desviar a tira do plano de surgimento, e uma parte de conexão que une as duas partes curvas uma a outra e tem pelo menos um anel situado fora do plano de surgimento.

Description

"ESTRUTURA DE SOLO ESTABILIZADA E ELEMENTOS DE REVESTIMENTOPARA SUA CONSTRUÇÃO"
Fundamentos da Invenção
A presente invenção refere-se à construção desolo estabilizado ou estruturas de terra reforçadas. Essatécnica de construção é comumente utilizada para produzirestruturas tal __ como muros de contenção, sustentação parapontes, etc.
Uma estrutura de solo estabilizada combina umenchimento compactado, um revestimento, e reforçosnormalmente conectados ao revestimento. Os reforços sãocolocados no solo com uma densidade que depende da tensãoque pode ser exercida na estrutura, as forças de impulsãodo solo que são; reagidas pelo atrito dos reforços de solo.
A invenção se refere mais particularmente ao casono qual os reforços estão na forma de tiras de materialsintético, por exemplo, com base em fibras de poliéster.
O revestimento é mais freqüentemente feito deelementos de concreto pré-fabricado, na forma de lajes oublocos, justapostos para cobrir a. face dianteira daestrutura. Pode haver degraus horizontais nessa facedianteira entre diferentes níveis do revestimento, quando aestrutura tem um ou mais terraços.
Os reforços colocados no enchimento sãonormalmente fixados ao revestimento por elementos deconexão mecânicos que podem assumir várias formas. Uma vezque a estrutura é completa, os reforços distribuídosatravés do enchimento transmitem altas cargas, em algunscasos de até várias toneladas. Sua conexão com orevestimento precisa ser robusta a fim de manter a união dotodo.Os elementos de conexão exibem o risco dedegradação. São freqüentemente sensíveis à corrosão devidoà umidade e a agentes químicos que estão presentes em ouque se infiltraram no enchimento. Os elementos de conexãosão algumas vezes feitos com base em resinas ou materiaiscompostos de forma que sofram menos com a corrosão. Noentanto, seu custo é então aumentado, e é difícil defornecer aos mesmos boas propriedades mecânicas. É,portanto, desejável se ser capaz de eliminar os elementosde conexão entjre o elemento de revestimento e os reforçosda estrutura.
Em alguns sistemas, os elementos de revestimentosão configurados de tal forma a apresentar pelo menos umapassagem que deve receber uma tira de reforço.
Em US-A-5.839. 855, a passagem está no formato deum C dentro da espessura do elemento de revestimento naforma de um painel. Quando a tira é colocada no lugar, suasduas seções quje emergem do elemento de revestimento sãolocalizadas em dois planos horizontais paralelos desviadosna direção vertical. Essa condição de surgimento das tirasa partir do painel não é ideal visto que torna necessário oaumento do número de operações de aterramento ecompactação, o que complica e prolonga a implementação dotrabalho. Isso não permite facilmente um tensionamentohomogêneo das tiras, visto que a tira não é retida pelopainel quando sua parte inferior é coberta com oenchimento.
Por essas razões, é geralmente desejável que astiras surjam do elemento de revestimento no mesmo planohorizontal.
Adicionalmente, a trajetória em formato de C dastiras de reforço não é ideal em termos de robustez daancoragem quando tensionada. A curva da trajetória perto doponto de surgimento da tira enfraquece sua ancoragem com oelemento visto que causa um trabalho na tensão de umapequena espessura de concreto, que nãto é uma boa forma dese tensionar esse material.
Um problema similar surge . com um elemento derevestimento do tipo descrito em FR-A-2 812 8 93. Eséeelemento também tem uma trajetória pré-formada no formatode um C. Adicionalmente, essa trajetória em formato de C édisposto de mocào que cada parte da tira de reforço surja apartir do elemento orientado em um plano vertical. Isso éinsatisfatório visto que a tira localizada no solo seposiciona naturalmente em um plano horizontal, de forma quecada parte da tira no enchimento torça por um quarto devolta. Tal torção é desfavorável em termos de comportamentomecânico do reforço.
É um objetivo da presente invenção se propor ummétodo novo de tiras de reforço de ancoragem para umrevestimento de uma estrutura de solo estabilizada,tornando possível se reduzir a incidência dos problemasdestacados acirra.
Sumário da Invenção
A invenção propõe, dessa forma, uma estrutura desolo estabilizada compreendendo um enchimento, tiras dereforço se estendendo através de uma zona reforçada doenchimento situada atrás de uma face dianteira daestrutura, e ura revestimento localizado ao longo da facedianteira, as tiras de reforço sendo ancoradas norevestimento em regiões de ancoragem respectivas. Em pelomenos uma região de ancoragem, o revestimento incorpora umatrajetória formado para uma tira de reforço entre doispontos de surgimento situados em urtia face traseira dorevestimento adjacente ao enchimento. Essa trajetóriainclui duas partes retilineas respectivamente adjacentesaos dois pontos de surgimento e cada uma disposta paraposicionar a tira em um plano comum de surgimentoperpendicular à dita face traseira, duas partes curvascontinuando respectivamente as duas partes retilineas edispostas para desviar a tira do plano de surgimento, e umaparte de conexão unindo as duas partes-curvas uma à outra epossuindo pelo. menos um anel situado fora do plano desurgimento.
0 fáto de que o anel da tira dentro dorevestimento ser desviada para fora do plano de surgimentopermite que essa tira penetre na espessura do revestimentoenquanto permanece orientada nesse plano até umadeterminada profundidade. Isso garante uma boa orientaçãodas tiras à medida que emergem do revestimento e evita atensão inadequada do material de fundição (geralmenteconcreto). Isso permite um bom posicionamento e a ancoragemeficiente da tira de reforço enquanto garante que não sigacurvas excessivamente fechadas e evitando que sejasubmetida a altas forças de contração.
As partes retilineas da trajetória se estendem,preferivelmente., cada uma, no plano de surgimento por pelomenos metade da espessura do revestimento. A tira dereforço possui tipicamente uma largura no máximo igual àmetade da espessura do revestimento.
Em uma modalidade da estrutura, o revestimentotem, na região de ancoragem, um forro protetor recebendo atira de reforço ao longo da trajetória. Esse forro separa atira do material fundido de modo a proteger o reforçocontra danos prematuros. Em particular, se o reforço forobtido utilizando-se fibras de poliéster, é sabido que omesmo pouco tolera ambientes alcalinos tais como osencontrados no concreto. 0 forro mencionado acimacomplementa, dessa forma, a proteção conferida pelorevestimento plástico nas fibras de poliéster da tira.
Na situação típica na qual o revestimento é feitocom elementos na forma de painéis de material fundido talcomo concreto, tais painéis podem ter uma ou mais bainhasprotetoras rígidas embutidas nos mesmos. Vantajosamente,tal bainha compreende duas metades em ambos os lados datira de reforço para facilitar a fabricação e montagem doforro. As duas" metades são preferivelmente montadas juntascom uma conexão de vedação entre as 'mesmas para forneceruma boa separação entre a trajetória da tira de reforço e oconcreto circundante.
Quando o elemento de revestimento é fabricado, omesmo é vantajosamente encaixado com um elemento alongado,tal como um cabo ou corda, inserido dentro do forroprotetor para puxar a tira de reforço ao longo de suatrajetória. Isso facilita a introdução da tira, que podeocorrer no local de construção de forma que a necessidadede armazenamento e transporte dos elementos de revestimentoequipados com suas tiras de reforço seja evitada.
Um segundo aspecto da invenção se refere a umelemento de revestimento para uma estrutura de soloestabilizada, compreendendo um corpo de material fundidodentro do qual uma trajetória é formada para uma tira dereforço entre dois pontos de surgimento situados em umaface traseira do corpo. A trajetória inclui duas partesretilíneas respectivamente adjacentes aos dois pontos desurgimento e cada uma sendo disposta para posicionar a tiraem um plano comum de surgimento perpendicular à facetraseira, duas partes curvas continuando respectivamente asduas partes retilíneas e dispostas para desviar a tira doplano de surgimento, e uma parte de conexão unindo as duaspartes curvas uma à outra e tendo pelo menos um anelsituado fora do plano de surgimento.
A tira pode ser colocada no lugar na trajetóriano momento em que o material do corpo é fundido, com ou semo forro protetor mencionado acima.
Várias configurações são possíveis para ,atrajetória definida para a tira dentro do elemento derevestimento. Em algumas modalidades, as duas partes curvasda trajetória direcionam a tira na direção de um lado comumdo plano de surgimento. Nesse caso, uma primeirapossibilidade é que a trajetória seja formada de modo areceber a tira nas duas partes retilíneas com o mesmo ladoda tira orientado na direção desse lado do plano desurgimento. A trajetória é, dessa forma, formada de modoque a dita face da tira seja colocada no lado externo ou nolado interno do anel situado fora do plano de surgimento.Uma segunda possibilidade é de que a trajetória sejaformada de· modo a receber a tira em uma das duas partesretilíneas com; uma face da tira orientada na direção dodito lado do plano de surgimento e na outra das duas partesretilíneas com "a dita face da tira orientada para longe dodito lado do plano de surgimento.
Em outra modalidade, as duas partes curvas datrajetória respectivamente direcionam a tira na direção dedois lados opostos do plano de surgimento, e a parte deconexão da trajetória possui duas alças que continuarespectivamente as duas partes curvas da trajetória, e umatrajetória que cruza o plano de surgimento e une as duasalças uma à outra.
A invenção também propõe um forro protetor paraum elemento de revestimento de uma estrutura de soloestabilizada, onde o forro é substancialmente rígido epossui uma seção transversal plana para o recebimento deuma tira de reforço ao longo de uma trajetória definidadentro do forro, a trajetória possuindo a configuraçãogeométrica mencionado acima.
Breve Descrição dos Desenhos
A figura 1 é uma vista esquemática em cortelateral de uma estrutura de solo estabilizada de acordo coma invenção no processo sendo construído;
A figura 2 é uma vista transversal de um elementode revestimento de acordo com a invenção;
As figuras 3 a 6 são vistam em perspectiva dastrajetórias que as tiras de reforço podem seguir dentro doselementos de revestimento de acordo com a invenção;
A figura 7 é uma vista traseira de outro elementode revestimento de acordo com a invenção;
A figura 8 é uma vista em perspectiva de um forroprotetor utilizável em determinadas modalidades dainvenção;
As figuras 9 e 10 são vistas em perspectiva deduas metades formando o forro protetor da figura 8 quandomontadas juntas;
A figura 11 é uma vista transversal ilustrando osmeios de montagem e vedação fornecidos entre as duasmetades do forro protetor da figura 8.
Breve Descrição dos Desenhos
A figura 1 ilustra a aplicação da invenção naconstrução de um muro de contenção de solo estabilizado. Umenchimento compactado 1, no qual os reforços 2 sãodistribuídos, é delimitado no lado dianteiro da estruturapor um revestimento 3 formado pela justaposição deelementos pré-fabricados 4 na forma de painéis, e no ladotraseiro pelo solo 5 contra o qual o muro de contenção éerguido.Os reforços 2 compreendem elementos de reforçosintéticos na forma de tiras flexíveis se estendendo nosplanos horizontais atrás do revestimento 3. Os mesmos podemem particular ser tiras de reforço com base em fibras depoliéster encerrados por polietileno.
As tiras de reforço 2 são fixadas aos elementospré-fabricados 4 unidos para formar o revestimento 3. Esseselementos 4 são tipicamente feitos de concreto reforçado.No exemplo ilustrado, os mesmos estão na forma de painéis.Os mesmos também podem ter outras formas, em particular, aforma de blocos. Quando o concreto de tal elemento 4 éfundido, uma ou mais tiras de reforço 2 são instaladas nomolde, ao longo de uma trajetória descrita abaixo, parafornecer ancoragem para o elemento de tira. Depois que oconcreto assenta cada tira possui duas seções que surgem doelemento e devem ser instaladas no material de enchimento.
Para se erguer a estrutura, o procedimento podeser como se segue:
a) colocar alguns elementos de revestimento 4 demodo que então se seja capaz de introduzir o material deenchimento sobre uma determinada profundidade. De formaconhecida, a construção e o posicionamento dos elementos derevestimento podem ser facilitados por elementos demontagem localizados entre os mesmos. As tiras 2 sãoposicionadas nos elementos de revestimento 4 de forma quealguns dos mesmos estejam localizados no mesmo nívelhorizontal quando o revestimento é erguido.
b) introduzir o material de enchimento ecompactar o mesmo progressivamente até que o próximo nívelespecificado para a colocação das tiras de reforço 2 sejaalcançado.
c) colocar as tiras de reforço 2 no enchimentonesse nível.d) introduzir o material de enchimento sobre astiras de reforço 2 que acabaram de ser instaladas. Essematerial de enchimento é compactado à medida que éintroduzido.
e) repetir as etapas b) a d) se vários niveis detiras forem ,fornecidos por série de elementos derevestimento 4.
f) repetir as etapas a) a e) até que o nivelsuperior do enchimento seja alcançado.
Durante a introdução e compactação do material deenchimento, as tiras de reforço 2 já colocadas nos niveisinferiores sofrem tensionamento. Esse tensionamento resultado atrito entre as tiras e o material de enchimento egarante o reforço da estrutura. De forma que a tensão sejaestabelecida sob boas condições, é aconselhável que astiras de um nivel surjam de seus elementos de revestimentode modo que sejam todos corretamente alinhados com essenivel. É aconselhável também que sejam orientadoshorizontalmente à medida que surgem do revestimento, demodo a garantir; que não torçam no material aterrado.
Em seus pontos de surgimentò 6 de um elemento derevestimento, as duas seções de uma tira 2 estão em umplano comum de surgimento P (perpendicular ao plano dafigura 2). Quando o revestimento 3 é erguido, os elementos4 são orientados de forma que esse plano de surgimento sejahorizontal.
A figura 2 ilustra um elemento de revestimentoque pode ser utilizado em algumas modalidades da invenção.Como é de costume, esse elemento 4 é feito de concretofundido. Uma tira de reforço 2 é localizada no molde nomomento da fundição do concreto e é mantida no lugar atéque o concreto tenha assentado. Pode ser guiado com oauxilio de barras de reforço (não ilustradas) de concreto,complementadas opcionalmente por hastes de desvio ouelementos fixados a essas barras, de modo que a tira siga atrajetória deséjada na zona de ancoragem. Essa trajetória édefinida dentro do elemento 4 entre os dois pontos desurgimento 6 das duas partes da tira na face traseira 7 doelemento (face adjacente ao enchimento).
A trajetória correspondente ao elemento na figura2 é ilustrada pela figura 3. Possui duas partes retilineas8 se estendendo- de forma perpendicular à face traseira 7 doelemento começando nos pontos de surgimento 6. Em cadaparte retilinea 8, a tira permanece em seu plano desurgimento P. As partes retilineas 8 se estendem por pelomenos metade da espessura do corpo do elemento 4, medida deforma perpendicular à sua face traseira 7. Isso evita otensionamento indesejável do concreto perto da facetraseira 7.
Cada parte retilinea 8 da trajetória da tira écontinuada por uma parte curva respectiva 9 onde a tiradesvia do plano de surgimento P. Além dessa parte curva 9,a tira 2 se estende ao longo da face dianteira do elemento,recuada ligeiramente dessa face dianteira de forma a nãoser percebida na superfície da estrutura.
As duas partes curvas 9 são unidas uma à outrapor uma parte de conexão que possui um anel 10 situado forado plano de surgimento P.
No exemplo nas figuras 2 e 3, a tira édirecionada nc- sentido do mesmo lado Pl do plano desurgimento P nas duas partes curvas 9 de sua trajetóriadentro do elemento de revestimento 4. Essa trajetória éformada de tal forma (i) que, nas duas partes retilineas 8,a tira tem a mesma face orientada no sentido do lado Pl doplano de surgimento, e (ii) essa face da tira é colocada nolado externo do anel 10. Conseqüentemente, no meio do anel10, a tira é posicionada praticamente de formaperpendicular à face traseira 7 do elemento.
Na modalidade alternativa ilustrada na figura 4,o anel 10' é orientado na direção oposta, isso é, a face datira orientada na direção do lado Pl do plano de surgimentoé colocada no lado interno do anel 10'.
Na modalidade alternativa ilustrada na figura 5,a tira segue pma das duas partes retilineas 8 de suatrajetória com uma de suas duas faces orientada na direçãodo lado Pl do plano de surgimento P e com a outra das duaspartes retilineas 8 possuindo a dita face orientada nosentido do lado' P2 do plano de surgimento oposto ao ladoPI.
Outras configurações também são possíveis para atrajetória seguida pela tira de reforço dentro de umelemento de revestimento. A figura 6 ilustra um exemplo noqual a parte de conexão que une as duas partes curvas 19uma à outra inclui duas alças 2 0 em cada lado do plano P.Nesse exemplo, as duas partes curvas 19 da trajetóriadirecionam respectivamente a tira no sentido dos dois ladosopostos PI, P2 do plano de surgimento Ρ. A parte de conexãopossui uma parte 21 que cruza o plano P e une as duas alçasuma à outra.
A fim de se seguir facilmente uma trajetória talcomo a ilustrada nas figuras de 3 a 6, é preferível que alargura da tira 2 seja inferior a ou no máximo igual àmetade da espessura do elemento de revestimento 4. Essaespessura é tipicamente de entre 14 e 16 cm. Será possívelse utilizar as tiras possuindo uma largura de cerca de 45mm.
'Quando a tira de reforço possui componentes (porexemplo, fibras de poliéster) sensíveis a ambientesalcalinos, pode ser vantajoso se colocar um forro protetorfeito de plástico entre essa tira e o revestimento deconcreto. Esse forro garante que a alcalinidade do concretonão se propague até o componente sensível. 0 forro flexívelrecebe a ti ra antes de ser colocada juntamente com a mesmano molde. É, dessa forma, cercada por concreto despejado erecebe a tira de reforço ao longo de sua trajetória a fimde separar a mesma do concreto.
É concebível que a tira de reforço não tenhaainda sido encaixada em seu forro 15 no momento em que oelemento é produzido. É, dessa forma, conveniente seutilizar um forro rígido que tenha sido formatado deantemão para a trajetória desejada. A figura 7 ilustra aface traseira de um elemento de revestimento 4 formadodessa maneira e capaz de receber duas tiras de reforço emníveis verticalmente espaçados. As bainhas 15 definem ostrajetórias dentro do elemento 4 entre os pontos desurgimento 6. Podem ser bainhas rígidas pré-formadas, porexemplo, de acordo com um dos formatos ilustrados nasfiguras de 3 a 6.
Uma configuração de acordo com a figura 7 exigeuma operação de rosqueamento de tiras ao longo de suastrajetórias. No entanto, tem a vantagem de possibilitar aescolha do comprimento da tira independentemente daprodução do elemento de revestimento.
A fidjura 8 ilustra um forro rígido 15 que podeser utilizado . nos elementos de revestimento do tipoilustrado na figura 7. 0 forro 15 é formado a partir de umamontagem de duas peças, isso é, uma metade superior 30 euma metade inferior 4 0 apresentadas, respectivamente nasfiguras 9 e 10. Cada uma das duas peças 30, 40 é feita deum material plástico rígido moldado tal como um polietilenode alta densidade (HDPE), por exemplo.As duas peças 30, 40 são presas uma à outra pormeio de vários fixadores 50 distribuídos ao longo datrajetória definida pelo forro protetor, em ambos os ladosda tira. Uma disposição possível de tal fixador 50 éilustrada na figura 11. No nível de cada fixador 50, umaextensão lateral 51 é formada na borda superior da peçainferior 40 do forro. Uma fenda 52 paralela à trajetória éformada em cada extensão lateral 51. Além disso, no nívelde cada fixador, a borda inferior da peça superior 30 doforro possui uma parte tipo gancho 53 adequada para engatara extensão lateral correspondente 51 da outra peça 40. Aparte tipo gancho 53 é recebida dentro da fenda 52 quandoda montagem das duas peças 30, 40 e sua extremidade éfornecida com uma lingüeta 54 que coopera com a fenda 52para manter as peças montadas.
A figura 11 ilustra também que as bordasmutuamente voltadas uma para a outra das duas peças 30, 40possuem superfícies coincidentes ao longo do forro. Emambos os lados da tira, uma saliência 55 é formada na bordainferior da peça superior 30, e essa saliência 55 érecebida de forma justa dentro de um sulco correspondente56 formado na borda superior da peça inferior 40. 0 engatedas saliências 55 e dos sulcos 56 garante boas propriedadesde vedação entre as duas peças 30, 40 do forro 15 paraevitar a penetração de componentes de concreto no forroquando o elemento de revestimento é moldado.
Antes da montagem das duas peças 30, 40 paraformar o forro 15, um elemento de retração alongado 60 talcomo um cabo é colocado entre essas duas peças (figura 8).Quando a tira de reforço é posteriormente introduzida noelemento de revestimento, a mesma é fixada em umaextremidade do cabo de retração 60 e a outra extremidade docabo 60 é puxada. Quando a extremidade da tira emergesaindo do elemento de revestimento, a força de tração éentão aplicada a essa extremidade. 0 movimento da tira aolongo de seu trajetória pode ser facilitado empurrando-se amesma para dentro do forro enquanto sua extremidade estásendo puxada e/ou pelo fornecimento de um lubrificante naentrada do forro.
Na modalidade ilustrada nas figuras de 8 a 10, oforro 15 define uma trajetória para a tira de reforço quepossui o formato geral ilustrado pela figura 3. Asreferências numéricas 108, 109 e 110 designam as partes doforro 15 que definem as partes retilineas 8, as partescurvas 9, e a parte de alça 10 da trajetória,respectivamente. Nos pontos de surgimento da trajetória, asextremidades 16 do forro 15 se afunilam para fora de modo afacilitar a introdução da tira. Outra vantagem doafunilamento das extremidades do forro 16 é se acomodaralgum desvio angular da tira de reforço em seu surgimentopara fora do corpo do elemento de revestimento, evitandoassim seu desgaste prematuro decorrente do atrito na saidado forro nos casos em que a tira não sai do forro em umplano exatamente perpendicular ao revestimento.
Entre essas duas extremidades 16, o forro 15possui uma saida de posicionamento 17, que pode ser feitapela sobreposição de duas placas 37, 47 respectivamentepertencentes às duas peças 30, 40 (fiçjuras 9 e 10) . A saidade posicionamento 17 se projeta além das duas extremidades16 a partir do concreto do elemento de revestimento. Suafunção básica é posicionar o forro 15 dentro do moldequando o concreto do elemento é fundido. Um suporte (nãoilustrado) mantém a saida 17 na posição prescrita enquantoo concreto é despejado. 0 fato de a saida 17 ser conectadaa duas partes retilineas 108 do forro 15 também é útil paraimpedir a deformação da trajetória antes do concretoassentar. As placas 37, 47 também podem ser fornecidas comfixadores para a participação na montagem das duas metadesde peça 30, 40.
Em termos gerais, o método de conexão propostq,entre o revestimento de uma estrutura de solo estabilizadae pelo menos algumas de suas tiras de reforço, é compatívelcom um grande número de configurações estruturais,comprimentos de tira, densidades de posicionamento de tira,etc.

Claims (25)

1. Uma estrutura de solo estabilizada,compreendendo um enchimento, tiras de reforço se estendendoatravés de uma zona reforçada do enchimento situada atrásde uma face dianteira da estrutura, e um revestimentolocalizado ao longo da face dianteira, as tiras de reforçosendo ancoradas no revestimento em regiões de ancoragemrespectivas, em que o revestimento incorpora, em pelo menosuma região de ancoragem, uma trajetória formada por umforro protetor substancialmente rígido para uma tira dereforço entre dois pontos de surgimento situados em umaface traseira do revestimento adjacente ao enchimento, emque o forro protetor compreende duas metades em ambos oslados da tira de reforço, as duas metades sendo seladamentemontadas juntas, e em que a trajetória inclui duas partesretilíneas respectivamente adjacentes aos dois pontos desurgimento e cada um sendo disposto para posicionar a tiraem um plano comum de surgimento perpendicular à facetraseira, duas partes curvas respectivamente continuando asduas partes retilíneas e dispostas para desviar a tira doplano de surgimento, e uma parte de conexão unindo as duaspartes curvas uma à outra e tendo pelo menos um anelsituado fora do plano.de surgimento.
2. A estrutura, de acordo com a reivindicação 1,em que o revestimento é feito de elementos na forma depainéis, e em. que cada uma das partes retilíneas datrajetória se estende no plano de surgimento por pelo menosmetade da espessura de um elemento de revestimento emformato de painel.
3. A estrutura, de acordo com a reivindicação 1,em que a tira de reforço tem uma largura no máximo igual àmetade de uma espessura do revestimento.
4. A estrutura, de acordo com a reivindicação 1,em que o revestimento é feito a partir de elementos naforma de painéis de material de fundição, cada um tendopelo menos um forro protetor embutido no mesmo.
5. Um elemento de revestimento para uma estruturade solo estabilizada, compreendendo um corpo de materialfundido tendo - um forro protetor substancialmente rígidoembutido no mesmo, o forro definindo uma trajetória parauma tira de reforço entre dois pontos de surgimentosituados em uma face traseira do corpo, em que o forroprotetor compreende duas metades localizadas em ambos oslados da trajetória para a tira de reforço e montadasjuntas ao longo da trajetória, as duas metades sendoseladamente montadas juntas, em que . a trajetória incluiduas partes retilíneas respectivamente adjacentes aos doispontos de surgimento e cada uma sendo disposta paraposicionar a tira em um plano comum de surgimentoperpendicular à face traseira, duas partes curvascontinuando respectivamente as duas partes retilíneas edispostas para desviar a tira do plano de surgimento, e umaparte de conexão unindo as duas partes curvas uma à outra etendo pelo menos um anel situado fora do plano desurgimento.
6. O elemento de revestimento, de acordo com areivindicação 5, em que o corpo está na forma de um painel,e onde cada uma das partes retilíneas da trajetória seestende no plano de surgimento por pelo menos metade de umaespessura do corpo, medida em perpendicular à facetraseira.
7. O elemento de revestimento, de acordo com areivindicação 5, em que o corpo tem perpendicular à facetraseira, uma espessura pelo menos igual ao dobro de ujnalargura da tira de reforço.
8. O elemento de revestimento, de acordo com areivindicação 5, no qual a tira não é instalada no forro nomomento em que o elemento é produzido.
9. O elemento de revestimento, de acordo com areivindicação 5, no qual as duas partes curvas datrajetória direcionam a tira no sentido de um lado comum doplano de surgimento, e em que a trajetória é formada demodo que a tira seja recebida nas duas partes retilineascom uma face comum da tira orientada na direção do lado doplano de surgimento.
10. O elemento de revestimento, de acordo com areivindicação 9, em que a trajetória é formada de modo quea face da tira seja colocada em um lado externo do anelsituado fora do plano de surgimento.
11. Ó elemento de revestimento, de acordo com areivindicação 9, em que a trajetória é formada de modo quea face da tirá seja colocada em um lado interno do anelsituado fora do plano.de surgimento.
12. O elemento de revestimento, de acordo com areivindicação 5, em que as duas partes curvas da trajetóriadirecionam a tira no sentido de um lado comum do plano desurgimento, e em que a trajetória é formada de modo que atira seja recebida em uma das duas partes retilineas comuma face da tira orientada na direção do lado do plano desurgimento e a outra das duas partes retilineas com a faceda tira orientada para longe do lado do plano desurgimento.
13. O elemento de revestimento, de acordo com areivindicação 5, em que as duas partes curvas da trajetóriadirecionam respectivamente a tira na direção de dois ladosopostos do plano de surgimento, e em que a parte de conexãotem duas alças respectivamente continuando as duas partescurvas da trajetória, e uma parte cruzando o plano desurgimento e unindo as duas alças uma à outra.
14. 0 elemento de revestimento, de acordo com areivindicação 5, em que as metades são feitas de materialplástico rígido moldado.
15. 0 elemento de revestimento, de acordo com areivindicação 5, em que as duas metades do forro protetorsão seladamente montadas ao longo da trajetória.
16. 0 elemento de revestimento, de acordo com areivindicação 5, compreendendo adicionalmente um elementoalongado inserido dentro do forro protetor para puxar atira de reforço ao longo da trajetória.
17. O elemento de revestimento, de acordo com areivindicação 5, em que o forro protetor é rígido e tem umasaída de posicionamento conectada à mesma, em que a saídade posicionamento se projeta a partir do material fundidodo corpo.
18. O elemento de revestimento, de acordo com areivindicação 17, em que a saída de posicionamento édisposta entre e conectada às partes do forro definindo asduas partes retilíneas da trajetória.
19. Uma bainha protetora para um elemento derevestimento de uma estrutura de solo estabilizada, onde oforro é substancialmente rígido e tem uma seção transversalplana para o recebimento no mesmo de uma tira de reforço aolongo de uma trajetória definida dentro do forro entre doispontos de surgimento, em que a trajetória inclui duaspartes retilíneas respectivamente adjacentes a dois pontosde surgimento e cada uma sendo disposta à posição da tiraem um plano comum de surgimento a partir do forro, duaspartes curvas continuando respectivamente as duas partesretilíneas e dispostas para desviar a tira do plano desurgimento e uma parte de conexão unindo as duas partescurvas uma à outra e tendo pelo menos um anel situado forado plano de surgimento.
20. A bainha, de acordo com a reivindicação 19,compreendendo duas metades localizadas em ambos os lados datrajetória e montadas juntas ao longo da trajetória.
21. A bainha, de acordo com a reivindicação 20,na qual as metades são feitas de material plástico moldado.
22. A bainha, de acordo com a reivindicação 20,as duas metades sendo montadas de forma vedada ao longo datraj etória.
23. A bainha, de acordo com a reivindicação 19,compreendendo adicionalmente um elemento alongado seestendendo dentro do forro para puxar a tira de reforço aolongo da trajetória.
24. A bainha, de acordo com a reivindicação 19,compreendendo adicionalmente uma saida de posicionamentodisposta para se projetar a partir do elemento derevestimento.
25. A bainha, de acordo com a reivindicação 24,na qual a saida de posicionamento é disposta entre econectada às partes do forro que definem as duas partesretilineas da trajetória.
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