BRPI0711026A2 - processo para tratamento de fluxo de gás - Google Patents

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Michael F Ray
Ronald Shafer
Mark C Anderson
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Thiosolv Llc
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Abstract

PROCESSO PARA TRATAMENTO DE FLUXO DE GáS Processos para retirar seletivamente compostos que contêm enxofre de um gás são aqui descritos. Os processos geralmente incluem contatar com um primeiro gás incluindo dióxido de carbono e sulfito de hidrogênio com uma solução de depuração incluindo bissulfito de amónio e sulfeto de amónio em uma primeira zona de contato para produzir um líquido efluente da primeira zona de contato incluindo tiossulfato de amónio e um gás superior da primeira zona de contato incluindo dióxido de carbono.

Description

PROCESSO PARA TRATAMENTO DE FLUXO DE GÁS
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção relaciona-se a um processo de retirar o sulfito dehidrogênio de um gás que contém dióxido de carbono convertendo o sulfito de hidrogênioem tiossulfato de amônio.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
O sulfito de hidrogênio (H2S) e o dióxido de carbono (CO2) são comumenteencontrados associados em gases e líquidos na produção de energia e indústrias químicas.
Estes gases incluem gases de hidrocarboneto sintetizados de carvão, coque de petróleo,óleos residuais, óleo de xisto, areias de alcatrão, biomassa, e outros materiais carbonados.O sulfito de hidrogênio é venenoso e considerado um poluente que contribui para a chuvaácida. Por isso, o sulfito de hidrogênio deve ser impedido de escapar para a atmosfera. Osmétodos comuns para retirar o sulfito de hidrogênio de um líquido ou gás incluem adepuração com um solvente físico, tal como SELEXOL®, um solvente alcalino, tal comoas soluções de amina, ou com bases inorgânicas, tais como hidróxido de sódio etecnologias de oxidação líquida direta como SULFEROX® e LOCAT®. Infelizmente, odióxido de carbono é também solúvel na maioria dos solventes físicos e tem uma maiorafinidade para solventes alcalinos do que o sulfito de hidrogênio. O dióxido de carbonocompete com o sulfito de hidrogênio pelo solvente, precisando de taxas de circulação desolvente aumentadas e temperaturas de regeneração para retirar o sulfito de hidrogênio. Porisso, a despesa de retirar o sulfito de hidrogênio de uma mistura inclusive o dióxido decarbono é muito elevada.
Além de sulfito de hidrogênio e dióxido de carbono, a amônia (NH3) também éfreqüentemente considerada em gases e líquidos das indústrias de produção de energia equímicas. Como o sulfito de hidrogênio, a amônia deve ser separada e contida para evitar oseu lançamento. A separação da amônia de líquidos e gases muitas vezes é executadalavando com água. A amônia e o sulfito de hidrogênio solubilizados na água então sãoseparados da água pela destilação em um separador de água ácida, produzindo um gás desaída que contém amônia. A eliminação da amônia pode ser tão cara quanto perigosa.
SUMÁRIO DA INVENÇÃOA presente invenção apresenta um processo para retirar eficientemente o sulfitode hidrogênio de um gás que compreende dióxido de carbono convertendo o sulfito dehidrogênio em tiossulfato de amônio sob condições onde o dióxido de carbono é quaseinerte. O processo produz o produto tiossulfato de amônio, que tem valor comercial.
Segundo a Patente US 6.534.030, o tiossulfato de amônio pode ser produzido contatandocom um gás de alimentação que contém amônia e sulfito de hidrogênio com uma correnteaquosa que contém sulfeto de amônio e bissulfito de amônio. Vantajosamente, o processoda invenção reduz o custo de retirar o sulfito de hidrogênio em comparação com o uso desolventes físicos ou reativos, o produto tiossulfato de amônio é também comercializável, oque pode compensar os custos de processo.
Em uma modalidade de execução, o processo compreende contatar um primeirogás que compreende dióxido de carbono e sulfito de hidrogênio com uma solução dedepuração que compreende bissulfito de amônio e sulfeto de amônio em uma primeirazona de contato. A primeira zona de contato produz um primeiro líquido efluente da zonade contato compreendendo tiossulfato de amônio e um primeiro gás superior da zona decontato compreendendo dióxido de carbono. A solução de depuração pode ser produzidacontatando bióxido de enxofre e amônia com uma solução aquosa em uma segunda zonade contato. A concentração de íons sulfeto do primeiro efluente da zona de contato podeser controlada modulando a quantidade de bióxido de enxofre fornecida à segunda zona decontato. A modulação da quantidade de bióxido de enxofre fornecida à segunda zona decontato pode ser feita em resposta ao potencial de oxidação do efluente da primeira zonade contato ou em resposta à concentração de sulfeto do líquido efluente da primeira zonade contato conforme medido com um analisador infravermelho.
Em outra modalidade de execução do processo desta invenção, a corrente degás superior da primeira zona de contato compreendendo dióxido de carbono é contatadacom solvente para retirar o dióxido de carbono em um primeiro depurador de solvente. Osolvente então é regenerado para lançar o dióxido de carbono, se o gás superior da primeirazona de contato inclui o sulfito de hidrogênio, uma terceira zona de contato pode ser usadapara contatar com o gás superior de regeneração com uma porção do líquido efluente dasegunda zona de contato para retirar o sulfito de hidrogênio.
Em outra modalidade de execução, a segunda corrente de gás que contémbióxido de enxofre fornecido à segunda zona de contato é primeiro tratada em um segundodepurador de solvente para reduzir o conteúdo de bióxido de enxofre. O calor acrescentadoa um segundo regenerador de solvente pode ser modulado para controlar a quantidade debióxido de enxofre que permanece no gás fornecido à segunda zona de contato.
Em outra modalidade de execução, a amônia fornecida à segunda zona decontato é produzida destilando água ácida em um segundo fracionador depois que umprimeiro fracionador é usado para retirar o sulfito de hidrogênio da água ácida. Em outroaspecto, a quantidade de amônia fornecida à segunda zona de contato pode ser moduladaem resposta ao pH na segunda zona de contato.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A FIG. 1 é um diagrama esquemático de uma modalidade de execução do processo.A FIG. 2 é um diagrama esquemático de outra modalidade de execução do processo.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Esta invenção oferece um processo economicamente eficiente de tratar um gás,tal como um gás de hidrocarboneto, que compreende tanto sulfito de hidrogênio comocontaminantes de dióxido de carbono. Uma solução de depuração que compreende sulfetode amônio e bissulfito de amônio é empregada para reagir com o sulfito de hidrogênio paraformar o tiossulfato de amônio segundo a seguinte reação total:
6NH3 + 4S02 + 2H2S + H2O ^S(NH4) 2S203
O tiossulfato de amônio é um produto comercializável e pode ser vendido paracompensar o custo de tratamento do gás. Adicionalmente, o sulfito de hidrogênio éconvertido em um material não-perigoso.
Vantajosamente, o dióxido de carbono é não-reativo com sulfeto de amônio ebissulfito de amônio na solução de depuração. Por isso, em contraste com a maior parte desolventes físicos e alcalinos, a solução de depuração seletivamente captura o sulfito dehidrogênio e rejeita o dióxido de carbono presente no gás.
Referindo-se agora à FIG. 1, uma primeira modalidade de execução doprocesso para retirar compostos que contêm enxofre de um gás que compreende sulfito dehidrogênio e dióxido de carbono é mostrada. Esta modalidade de execução compreendecontatar com um primeiro gás 1 com a solução de depuração 2 em uma primeira zona decontato 3. Para os fins desta invenção o termo zona de contato inclui qualquer combinaçãode torres, colunas, bandejas, recipientes, bombas, válvulas, sistemas de controle, e qualqueroutro equipamento conhecido na técnica útil para facilitar o contato de um líquido e umgás. O primeiro gás 1 compreende sulfito de hidrogênio e dióxido de carbono. O primeirogás 1 também pode compreender vários hidrocarbonetos. A solução de depuração 2 éaquosa e compreende bissulfito de amônio e sulfeto de amônio. Deve ser prontamentecompreensível a pessoas experimentadas na técnica que o sulfeto de amônio e o bissulfitode amônio estão presentes na forma iônica na solução de depuração. Opcionalmente, asolução de depuração 2 pode ser produzida contatando bióxido de enxofre e amônia comuma solução aquosa em uma segunda zona de contato 6 ou pode ser providenciada dequalquer outra fonte conveniente.
Na primeira zona de contato 3, o sulfito de hidrogênio reage com sulfeto deamônio e bissulfito de amônio para formar o tiossulfato de amônio. A primeira zona decontato 3 produz um líquido efluente da primeira zona de contato 4 e um gás superior daprimeira zona de contato 5. O líquido efluente da primeira zona de contato 4 compreendetiossulfato de amônio. O gás superior da primeira zona de contato 5 compreende dióxidode carbono. Uma porção do efluente da primeira zona de contato pode ser retirada como oproduto tiossulfato de amônio 29.
Em uma segunda modalidade de execução do processo de retirar compostos quecontêm enxofre de um gás, a solução de depuração 2 pode ser produzida contatandobióxido de enxofre e amônia com uma solução aquosa em uma segunda zona de contato 6,Esta segunda modalidade de execução compreende contatar o primeiro gás 1compreendendo dióxido de carbono e sulfito de hidrogênio com a solução de depuração 2que compreende bissulfato de amônio e sulfeto de amônio na primeira zona de contato 3. Areação resultante produz tiossulfato de amônio. A solução de depuração 2 podecompreender, além disso, o tiossulfato de amônio. A primeira zona de contato 3 produz umgás superior da primeira zona de contato 5 compreendendo dióxido de carbono e umlíquido efluente da primeira zona de contato 4 que compreende tiossulfato de amônio. Pelomenos uma porção do efluente da primeira zona de contato 4 pode ser retirada comoproduto tiossulfato de amônio 29.
A segunda modalidade de execução, além disso, compreende contatar com umsegundo gás 7, compreendendo bióxido de enxofre, com um terceiro gás 8,compreendendo amônia, e um líquido de alimentação, compreendendo pelo menos umaporção do efluente da primeira zona de contato 4, em uma segunda zona de contato 6. Istoproduz bissulfito de amônio e sulfeto de amônio. A segunda zona de contato 6 produz umlíquido efluente da segunda zona de contato 9 compreendendo bissulfito de amônio esulfeto de amônio. O líquido efluente da segunda zona de contato 9 pode compreender,além disso, tiossulfato de amônio. Pelo menos uma porção do segundo efluente de zona decontato 9 é alimentada à primeira zona de contato 3 como a solução de depuração 2.
Estequiometricamente, para cada molécula do sulfito de hidrogênio convertidoem tiossulfato de amônio na primeira zona de contato 3, duas moléculas de bióxido deenxofre devem ser convertidas em sulfeto de amônio e bissulfito de amônio na segundazona de contato 6. A quantidade de sulfeto de amônio e bissulfito de amônio no líquido dealimentação 20 acrescentado à segunda zona de contato 6 determinam a quantidade debióxido de enxofre que deve acrescentado à segunda zona de contato 6. Na segunda zonade contato 6, o bióxido de enxofre e amônia formam sulfeto de amônio e bissulfito deamônio. Geralmente, a quantidade de sulfeto de amônio e bissulfito de amônio na soluçãode depuração 2 alimentada à primeira zona de contato 3 é mantida em um excessoestequiométrico ao sulfito de hidrogênio no primeiro gás 1.
Em um aspecto da invenção, a concentração de sulfeto do líquido de alimentação 20 pode ser controlada. Para os fins desta invenção, "sulfeto" inclui qualquercombinação de íons sulfeto, íons bissulfito, sulfeto de amônio, e/ou bissulfito de amônio. Aquantidade de sulfeto disponível para reagir com o sulfito de hidrogênio para formartiossulfato de amônio é um produto da concentração de sulfeto e da taxa de fluxo dolíquido. A concentração de sulfeto do líquido de alimentação 20 pode ser controlada combase na concentração de sulfeto do efluente da primeira zona de contato 4, conformemedido com um analisador infravermelho, modulando a quantidade de bióxido de enxofrefornecida à segunda zona de contato 6 via o segundo gás 7. Em geral, um analisadorinfravermelho usa a absorção da luz infravermelha para medir a concentração de váriasespécies químicas em uma solução.
Alternativamente, o sulfeto de amônio e as concentrações de bissulfito deamônio do líquido de alimentação 20 podem ser controlados modulando a quantidade debióxido de enxofre fornecido à segunda zona de contato 6 em resposta ao potencial deoxidação do líquido efluente da primeira zona de contato 4. O potencial de oxidação é opotencial elétrico do líquido, que é uma função das concentrações de sulfeto de amônio,bissulfito de amônio, tiossulfato de amônio e as suas formas iônicas. Tipicamente, opotencial de oxidação é medido com um medidor de potencial de oxidação, que mede opotencial elétrico da solução contra um eletrodo de referência padrão. O ponto de ajustedesejado do potencial de oxidação pode ser empiricamente determinado para cadaaplicação individual do processo desta invenção.
Em referência agora à FIG. 2, em outra modalidade de execução da invenção,depois do tratamento na primeira zona de contato, o gás superior da primeira zona decontato 5 é contatado com um solvente 14 em um primeiro depurador de solvente 10 pararetirar o dióxido de carbono do gás superior da primeira zona de contato 5. O solvente 14empregado no primeiro depurador de solvente 10 pode ser qualquer solvente convenienteconhecido na técnica capaz de retirar o dióxido de carbono de um gás. Um exemplo de talsolvente é um solvente amina. O primeiro depurador de solvente 10 produz um gássuperior depurador do primeiro solvente lie um efluente depurador do primeiro solvente 12.
O efluente depurador do primeiro solvente 12 é regenerado em um regenerador doprimeiro solvente 15 para produzir um gás superior de regeneração 13 que compreendedióxido de carbono. O solvente regenerado 14 é devolvido ao primeiro depurador desolvente 10. Para os fins desta invenção um depurador é qualquer combinação de torres,colunas, bandejas, recipientes, bombas, válvulas, sistemas de controle, e qualquer outroequipamento conhecido na técnica útil na facilitação do contato de um líquido e um gás.
O gás superior do depurador do primeiro solvente 11 pode compreenderhidrocarboneto que pode ser, além disso, purificado antes de ser usado ou vendido comoum produto útil. O gás pode ser tratado com um composto reativo, tal como ZnO, parareduzir, além disso, o conteúdo de enxofre do gás.
Em outro aspecto da invenção, a primeira zona de contato superior 5compreende sulfito de hidrogênio além de dióxido de carbono. Neste caso, o sulfito dehidrogênio será provavelmente absorvido no solvente 14 com o dióxido de carbono eincluído na corrente de gás superior de regeneração 13. Uma terceira zona de contato 16pode ser usada para retirar o sulfito de hidrogênio do dióxido de carbono do gás superiorde regeneração 13. Na terceira zona de contato 16, o gás superior de regeneração 13 sulfitode hidrogênio que compreende dióxido de carbono é contatado com pelo menos umaporção 17 do líquido efluente da segunda zona de contato 9. O sulfito de hidrogênio naregeneração superior 13 reage com o bissulfito de amônio e sulfeto de amônio presentes naporção 17 do líquido efluente da segunda zona de contato 9 que é dirigido à terceira zonade contato. A terceira zona de contato 16 produz um gás superior da terceira zona decontato 18 que compreende dióxido de carbono e um líquido efluente da terceira zona decontato 19 que compreende tiossulfato de amônio.
O líquido efluente da terceira zona de contato 19 pode ser combinado com pelomenos uma porção do líquido efluente da primeira zona de contato 4, e o líquidocombinado alimentado à segunda zona de contato 6 como líquido de alimentação 20. Umaporção do líquido de alimentação 20 pode ser retirada como produto tiossulfato de amônio29. Em ainda outro aspecto do processo, o potencial de oxidação do líquido de alimentação20 é medido. O potencial de oxidação então é controlado modulando a quantidade debióxido de enxofre no segundo gás 7 fornecido à segunda zona de contato 6.
Em ainda outra modalidade de execução do processo, o segundo gás 7 quecompreende bióxido de enxofre é fornecido à segunda zona de contato 6 de uma unidadede Claus. Uma unidade de Claus é bem conhecida por pessoas experimentadas na técnica eusa o processo de Claus para converter espécies que contêm enxofre em enxofre elementar.O gás residual de Claus 28 compreende bióxido de enxofre e outras espécies de enxofre.Opcionalmente, antes de ser alimentado ao segundo contactor 6, o gás residual da unidadede Claus 28 pode ser oxidado em um reator de oxidação para converter as espécies quecontêm enxofre em bióxido de enxofre.
Em um aspecto, o segundo gás 7 pode ser tratado com um solvente de remoçãode bióxido de enxofre em um segundo depurador de solvente 21 antes da entrada nasegunda zona de contato 6. Uma porção do segundo gás 7 pode ser contornada em volta dosegundo depurador de solvente 21 para formar um gás de desvio 22. Em outro aspecto, opotencial de oxidação do líquido de alimentação 20 à segunda zona de contato 6 pode sercontrolado modulando a taxa de fluxo do gás de desvio 22. A taxa de fluxo do gás dedesvio 22 controla a quantidade de bióxido de enxofre fornecido à segunda zona de contato6. Alternativamente, a concentração de sulfeto no líquido de alimentação 20 pode sermedida com um analisador infravermelho. A concentração de sulfeto no líquido dealimentação 20 pode ser controlada modulando a taxa de fluxo do gás de desvio 22.
Em ainda outro aspecto, o solvente de remoção de bióxido de enxofre do segundodepurador de solvente 21 é regenerado em um segundo regenerador solvente 23.A regeneração libera o bióxido de enxofre 30 do solvente, permitindo o solvente serreciclado ao segundo depurador de solvente 21. A quantidade de bióxido de enxofre quepermanece no solvente regenerado 24 determina a capacidade do solvente regenerado deretirar o bióxido de enxofre. Por isso, a quantidade de bióxido de enxofre retirado nosegundo gás 7 do segundo depurador de solvente 21 pode ser controlada ajustando aquantidade de bióxido de enxofre 30 liberado do solvente de remoção de bióxido deenxofre durante a regeneração no segundo regenerador de solvente 23. Em ainda outroaspecto, a quantidade de bióxido de enxofre liberado do solvente de remoção de bióxido deenxofre pode ser ajustado modulando a quantidade de calor acrescentada ao refervedor dosegundo regenerador de solvente 23.
Em um novo aspecto, a quantidade de caloracrescentado ao refervedor do segundo solvente 23 pode ser modulada em resposta aopotencial de oxidação do líquido de alimentação 20 ou concentração do íon sulfeto dolíquido de alimentação 20, medido com um analisador infravermelho. Adicionalmente, ataxa de fluxo do solvente de remoção de bióxido de enxofre 24 também pode ser moduladapara controlar a quantidade de bióxido de enxofre 30 liberado no segundo regenerador desolvente 23.
Em uma nova modalidade de execução do processo, a amônia fornecida àsegunda zona de contato 6 no terceiro gás 8 é produzida destilando água ácida em doisfracionadores 25, 26. Para os fins desta invenção um fracionador é qualquer combinaçãode torres, colunas, bandejas, bombas de recipientes, válvulas, sistemas de controle, equalquer outro equipamento conhecido na técnica útil na facilitação da separação decomponentes. Tipicamente, a água ácida é uma corrente residual produzida retirandoamônia de uma corrente de gás que também compreende sulfito de hidrogênio. Em outroaspecto, a água ácida pode ser primeiro destilada em um primeiro fracionador 26 antes daentrada no segundo fracionador 25. O primeiro fracionador 26 produz um gás superior 27que compreende dióxido de carbono e sulfito de hidrogênio. O segundo fracionador 25produz amônia na terceira corrente de gás 8.
Em ainda mais uma modalidade de execução do processo, a quantidade deamônia fornecida à segunda zona de contato 6 pelo terceiro gás 8 pode ser modulada emresposta ao pH na segunda zona de contato 6. O pH na segunda zona de contato éindicativo da proporção de íons amônio a íons sulfeto na segunda zona de contato 6. O pHpode ser medido com uma sonda de pH. Em uma modalidade de execução do processo opH na segunda zona de contato 6 é mantido em ou acima de aproximadamente 6.0.
Enquanto a invenção foi descrita com referência a várias modalidades deexecução, será entendido pelos experimentados na técnica que várias modificações emforma e detalhamento podem ser feitas na mesma sem partir do espírito e escopo dainvenção.

Claims (26)

1. "PROCESSO PARA TRATAMENTO DE FLUXO DE GÁS", sendo um processopara retirar seletivamente compostos que contêm enxofre de um gás, caracterizado porcompreender as etapas de:- produzir uma solução de depuração contatando dióxido de enxofre e amôniacom uma solução aquosa em uma segunda zona de contato;- contatar um primeiro gás que compreende gás dióxido de carbono e sulfito dehidrogênio com a solução de depuração que compreende bissulfito de amônio e sulfeto deamônio na primeira zona de contato para produzir um primeiro líquido efluente da zona decontato compreendendo tiossulfato de amônio e um primeiro gás superior da zona decontato compreendendo gás dióxido de carbono; e- controlar o pH na segunda zona de contato modulando a quantidade de amôniafornecida à segunda zona de contato.
2. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 1, caracterizado por compreender ocontrole da quantidade de dióxido de enxofre fornecido à segunda zona de contato emresposta ao potencial de oxidação do efluente da primeira zona de contato.
3. "PROCESSO PARA TRATAMENTO DE FLUXO DE GÁS" sendo um processopara retirar seletivamente compostos que contêm enxofre de um gás, caracterizado porcompreender as seguintes etapas:(a) contatar com um primeiro gás que compreende dióxido de carbono e sulfito dehidrogênio com uma solução de depuração que compreende bissulfito de amônio e sulfetode amônio em uma primeira zona de contato para produzir tiossulfato de amônio, aprimeira zona de contato produzindo um gás superior da primeira zona de contatocompreendendo dióxido de carbono e um líquido efluente da primeira zona de contatocompreendendo tiossulfato de amônio;(b) contatar um segundo gás que compreende dióxido de enxofre com um terceirogás, o terceiro gás que compreende amônia, e um líquido de alimentação, o líquido dealimentação compreendendo pelo menos uma porção do líquido efluente da primeira zonade contato, em uma segunda zona de contato para produzir bissulfito de amônio e sulfetode amônio, a segunda zona de contato produzindo um líquido efluente da primeira zona decontato compreendendo bissulfito de amônio e sulfeto de amônio;(c) controlar a concentração de sulfeto do líquido de alimentação; e(d) alimentar pelo menos uma porção de líquido efluente da segunda zona decontato à primeira zona de contato como a solução de depuração.
4. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 3, caracterizado por compreender:- medir o potencial de oxidação do líquido efluente da primeira zona de contato; e- modular a quantidade de bióxido de enxofre fornecido à segunda zona decontato em resposta ao potencial de oxidação para controlar a concentração de sulfeto dolíquido efluente da primeira zona de contato.
5. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 3, caracterizado por compreender:- medir a concentração de sulfeto do líquido efluente da primeira zona de contatocom um analisador infravermelho; e- modular a quantidade de bióxido de enxofre fornecido à segunda zona decontato em resposta à concentração de sulfeto medida do líquido efluente da primeira zonade contato.
6. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 3, caracterizado por compreender:- contatar o gás superior da primeira zona de contato com um solvente em umdepurador do primeiro solvente para retirar o dióxido de carbono do gás superior daprimeira zona de contato, o depurador do primeiro solvente produzido um gás superiordepurador do primeiro solvente e um líquido efluente do depurador do primeiro solvente; e- regenerar o líquido efluente do depurador do primeiro solvente para produzirum gás superior de regeneração que compreende dióxido de carbono.
7. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 6, caracterizado por compreender:contatar o gás superior de regeneração que compreende sulfito de hidrogênio e dióxido decarbono com pelo menos uma porção do líquido efluente da segunda zona de contato emuma terceira zona de contato para produzir uma gás superior da terceira zona de contatoque compreende dióxido de carbono e um líquido efluente da terceira zona de contatocompreendendo tiossulfato de amônio.
8. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 7, caracterizado por compreender:combinação do líquido efluente da terceira zona de contato com pelo menos uma porção dolíquido efluente da primeira zona de contato para formar o líquido de alimentaçãofornecido à segunda zona de contato.
9. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 8, caracterizado por compreender: mediro potencial de oxidação do líquido de alimentação; e modular a quantidade de dióxido deenxofre fornecido à segunda zona de contato em resposta ao potencial de oxidação.
10. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que osegundo gás fornecido à segunda zona de contato é um gás residual de unidade de Claus.
11. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que o gásresidual de unidade de Claus é oxidado antes de entrar na segunda zona de contato.
12. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que osegundo gás é tratado com um solvente de remoção de dióxido de enxofre em umdepurador do segundo solvente antes da segunda zona de contato.
13. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de quecompreende desviar o segundo solvente depurador com uma porção do segundo gás paraformar um gás de desvio.
14. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 13, caracterizado por compreendercontrole do potencial de oxidação da porção do líquido de alimentação à segunda zona decontato modulando a taxa de fluxo do gás de desvio.
15. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 13, caracterizado por compreender:medir a concentração de sulfeto no líquido de alimentação com um analisadorinfravermelho; e controlar a concentração de sulfeto no líquido de alimentação modulandoa taxa de fluxo do gás de desvio.
16. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de quecompreende: regeneração do solvente de remoção de bióxido de enxofre em umregenerador do segundo solvente; e controlar a quantidade de bióxido de enxofre retiradodo segundo gás ajustando a quantidade de bióxido de enxofre liberado do solvente deremoção de bióxido de enxofre durante a regeneração.
17. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que aquantidade de dióxido de enxofre, liberado do solvente de remoção de dióxido de enxofre éajustado modulando-se a quantidade de calor acrescentado ao regenerador do segundosolvente.
18. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que aquantidade de bióxido de enxofre, liberado do solvente de remoção de bióxido de enxofre,é ajustado modulando-se a taxa de fluxo do solvente de remoção de bióxido de enxofre.
19. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de quecompreende: medir o potencial de oxidação do líquido de alimentação à segunda zona decontato; e modular a quantidade de calor acrescentado a um refervedor de regenerador desegundo solvente em resposta ao potencial de oxidação.
20. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de quecompreende: medir a concentração de sulfeto do líquido de alimentação à segunda zona decontato com um analisador infravermelho; e controlar a quantidade de calor acrescentadoao refervedor de regenerador do segundo solvente em resposta à concentração de sulfeto.
21. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de quecompreende a destilação de água ácida em um segundo fracionador para produzir a amôniafornecida à segunda zona de contato no terceiro gás.
22. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato de quecompreende o fracionamento da água ácida em um primeiro fracionador antes da entradaao segundo fracionador para produzir um gás superior que compreende sulfito dehidrogênio.
23. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de quecompreende o controle do pH na segunda zona de contato modulando a quantidade deamônia fornecida à segunda zona de contato.
24. "PROCESSO PARA TRATAMENTO DE FLUXO DE GÁS", sendo um processopara retirar seletivamente os compostos que contêm enxofre de um gás, caracterizado porcompreender:(a) contatar um primeiro gás que compreende dióxido de carbono e sulfito dehidrogênio com uma solução de depuração que compreende bissulfito de amônio e sulfetode amônio em uma primeira zona de contato para produzir tiossulfato de amônio, aprimeira zona de contato produzindo um gás superior da primeira zona de contatocompreendendo dióxido de carbono e um líquido efluente da primeira zona de contatocompreendendo tiossulfato de amônio;(b) contatar um segundo gás que compreende bióxido de enxofre com um terceirogás, o terceiro gás que compreende amônia, e um líquido de alimentação em uma segundazona de contato para produzir bissulfito de amônio e sulfeto de amônio, a segunda zona decontato produzindo um gás superior da segunda zona de contato e um efluente líquido dasegunda zona de contato compreendendo bissulfito de amônio e sulfeto de amônio;(c) alimentar pelo menos uma porção do líquido efluente da segunda zona decontato à primeira zona de contato como a solução de depuração;(d) contatar o gás superior da primeira zona de contato com um primeiro solventeem um depurador do primeiro solvente para retirar o dióxido de carbono e o sulfito dehidrogênio do gás superior da primeira zona de contato, o depurador do primeiro solventeproduzindo vim gás superior depurador do primeiro solvente e um líquido efluente dodepurador do primeiro solvente;(e) regenerar o líquido efluente do depurador do primeiro solvente para produzirum gás superior de regeneração que compreende dióxido de carbono e sulfito dehidrogênio;(f) contatar o gás superior de regeneração com uma segunda porção do líquidoefluente da segunda zona de contato em uma terceira zona de contato para produzir umgás superior da terceira zona de contato que compreende dióxido de carbono e um líquidoefluente da terceira zona de contato compreendendo tiossulfato de amônio;(g) combinar o líquido efluente da terceira zona de contato com o líquido efluenteda primeira zona de contato para formar o líquido de alimentação à segunda zona decontato; e(h) remover uma porção do líquido de alimentação como produto.
25. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 24, caracterizado pelo fato de quecompreende: medir o potencial de oxidação do líquido de alimentação; e controlar opotencial de oxidação do líquido de alimentação modulando a quantidade de bióxido deenxofre fornecido à segunda zona de contato.
26. "PROCESSO" de acordo com a reivindicação 24, caracterizado pelo fato de quecompreende: tratamento do segundo gás com um solvente de remoção do enxofre em umdepurador do segundo solvente antes da segunda zona de contato; desviar o depurador dosegundo solvente com uma porção do segundo gás; e controlar o potencial de oxidação dasolução de alimentação modulando a taxa de fluxo da porção desviada do segundo gás.
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