BRPI0713134A2 - válvula para guiar metal em fusão que escoa de um vaso para um molde - Google Patents
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Abstract
VáLVULA PARA GUIAR METAL EM FUSãO QUE ESCOA DE UM VASO PARA UM MOLDE. A invenção diz respeito a uma válvula para guiar metal em fusão que escoa de um vaso para um molde. A válvula compreende um conduto que é alongado em um eixo geométrico que é orientado verticalmente durante uso. A válvula tem pelo menos uma entrada superior e, em direção à sua extremidade inferior, dois defletores separados, as respectivas paredes externas dos defletores definindo parcialmente duas saídas inferiores, e as respectivas paredes internas dos defletores definindo pelo menos parte de pelo menos uma passagem de fluxo de saída entre elas. Cada parede interna do defletor é curva. De forma pelo menos parcialmente cóncava e arranjada de forma que haja fluxo convergente da dita passagem ou passagens de fluxo de saída.
Description
"VÁLVULA PARA GUIAR METAL EM FUSÃO QUE ESCOA DE UM VASO PARA UM MOLDE"
A presente invenção diz respeito a uma válvula para guiar metal em fusão, por exemplo, aço em fusão. Mais particularmente, a invenção diz respeito a uma assim chamada válvula submersa, algumas vezes conhecida como válvula de lingotamento, usada no processo de lingotamento contínuo para produzir aço. A invenção também diz respeito ao uso da válvula durante o lingotamento de aço.
No lingotamento contínuo de aço, aço em fusão proveniente de uma panela é vazado em um grande vaso conhecido como distribuidor. O distribuidor tem uma ou mais saídas, pelas quais o aço em fusão escoa para um ou mais respectivos moldes nos quais o aço em fusão resfria e solidifica para formar comprimentos sólidos de metal lingotados continuamente. A válvula de lingotamento ou válvula submersa fica localizada entre o distribuidor e cada molde, e guia o aço em fusão que escoa através dela do distribuidor para o(s) molde(s). A válvula de lingotamento tem em geral a forma de um conduto alongado, isto é, um cano ou tubo rígido.
As funções principais de uma válvula de lingotamento como esta são as seguintes. Primeiramente, a válvula serve para impedir que o metal em fusão entre em contato com ar à medida que ele escoa do distribuidor para o molde, uma vez que ar causaria oxidação do aço, que é indesejável. Em segundo lugar, é altamente desejável que a válvula introduza o metal em fusão no molde de uma maneira mais suave e não turbulenta possível, uma vez que turbulência no molde faz com que o fluxo na superfície do aço em fusão no molde seja arrastado para baixo no aço (conhecido como "arraste"), gerando assim impurezas no aço lingotado. Turbulência no molde também rompe a lubrificação das paredes do molde. Uma das funções do fluxante de molde (além de impedir que a superfície do aço entre em contato com ar) é lubrificar as paredes do molde para impedir que aço grude e solidifique novamente. O fluxante também ajuda impedir a formação conseqüente de defeitos superficiais no aço lingotado. A minimização da turbulência por meio da válvula submersa é portanto importante com este propósito também.
Adicionalmente, turbulência pode causar tensão no próprio molde, com risco de danos no molde. Além disso, turbulência no molde pode também causar distribuição de calor irregular no molde, conseqüentemente causando solidificação irregular do aço e também causando variações na qualidade e composição do aço que está sendo lingotado. Este último problema também diz respeito a uma terceira função principal da válvula submersa, que é introduzir o aço em fusão no molde de uma maneira uniforme, a fim de conseguir uma formação da pele sólida uniforme (o aço solidifica mais rapidamente nas regiões mais próximas das paredes do molde) e qualidade de composição uniforme do aço lingotado. Uma quarta função de uma válvula submersa ideal é reduzir ou eliminar a ocorrência de oscilações na onda estacionária no menisco do aço no molde. A introdução de aço em fusão no molde em geral cria uma onda estacionária na superfície do aço, e qualquer irregularidade ou oscilação no fluxo do aço que entra no molde pode dar origem a oscilações na onda estacionária. Tais oscilações podem ter um efeito similar à turbulência no molde, causando arraste de fluxante do molde para o aço que esta sendo lingotado, interrompendo a lubrificação efetiva das paredes do molde pelo fluxante do molde, e afetando adversamente a distribuição de calor no molde.
Percebe-se que o projeto e fabricação de uma válvula submersa que desempenhe todas as funções citadas da melhor maneira possível é uma tarefa extremamente desafiadora. A válvula não somente tem que ser projetada e fabricada para suportar as forças e temperaturas associadas com o aço em fusão em rápido escoamento, mas a necessidade de supressão da turbulência combinada com a necessidade de distribuição uniforme do aço em fusão no molde criam problemas extremamente complexos para dinâmica de fluidos.
No pedido de patente internacional W002/43904 da requerente é revelada uma válvula submersa que tem duas saídas laterais inferiores inclinadas com um eixo geométrico central do conduto através da válvula. Entre as saídas de descarga está uma estrutura que define um receptáculo e, com um divisor, define duas saídas inferiores. As paredes laterais internas opostas respectivamente das saídas inferiores são divergentes para baixo.
Um objetivo da presente invenção é prover uma válvula de lingotamento que tem um melhor desempenho, comparado com a válvula da tecnologia anterior supramencionada.
De acordo com um primeiro aspecto da presente invenção, é provida uma válvula para guiar metal em fusão que escoa de um vaso para um molde, a válvula compreendendo um conduto que é alongado em um eixo geométrico que é orientado verticalmente durante uso, a válvula tendo pelo menos uma entrada superior e, na sua extremidade inferior, tendo dois defletores separados, as respectivas paredes externas dos defletores definindo parcialmente duas saídas inferiores e as respectivas paredes internas dos defletores definindo pelo menos parte de pelo menos uma passagem de fluxo de saída entre elas, e cada parede interna sendo curva pelo menos parcialmente de forma côncava e arranjada de forma que haja fluxo convergente a partir da dita passagem ou passagens de fluxo de saída.
As saídas inferiores são preferivelmente inclinadas com o dito eixo geométrico em um ângulo, mais preferivelmente < 90
Preferivelmente, os defletores se estendem ambos a partir do nível da extremidade da válvula.
Desej avelmente, as respectivas paredes externas dos defletores são curvas convexamente.
Convenientemente, pelo menos um divisor ou separador de fluxo fica disposto entre os ditos defletores separados. Em uma modalidade, é provido um único divisor de fluxo, centralmente entre os defletores, e as respectivas paredes opostas do divisor de fluxo são restas, desviando relativamente em direção à extremidade da válvula. Vantajosamente, o divisor de fluxo estende-se a partir do nível da dita extremidade.
A altura do divisor de fluxo pode ser tal que ele termine abaixo do nível no qual o defletor estende-se, mas preferivelmente é particularmente vantajoso que o divisor de fluxo estenda-se acima do nível no qual os defletores estendem-se. Isto faz com que o metal em fusão saia do bico ocupando toda a área do orifício, e pode fornecer uma melhoria de 15-20 % em relação ao arranjo onde é usado o dito divisor de fluxo menor.
Mais preferivelmente, com o divisor de fluxo terminando tanto acima quanto abaixo do nível superior dos defletores, pode ser provida uma perturbação aí. Isto poderia ser na forma de um canal vertical contínuo em uma ou ambas paredes do divisor de fluxo voltado para os defletores.
Alternativamente, a perturbação poderia ser um canal descontínuo, fenda, depressão, protuberância, entalhe, recorte ou qualquer descontinuidade em uma ou ambas as paredes do divisor de fluxo voltadas para os defletores. Onde a perturbação é um elemento rebaixado, tal como um recorte ou fenda provida em ambas as paredes, a perturbação pode precisar definir uma passagem ou furo através do divisor de fluxo.
Com os respectivos canais contínuos nessas paredes, observou-se que a camada de contorno é alterada, produzindo fluxo de fluido que escoa muito mais próximo da forma do orifício.
Além disso, em vez ou além de prover tais perturbações no(s) divisor(s) de fluxo, as perturbações poderiam ser providas em uma ou ambas as paredes internas dos defletores voltadas uma para a outra, e mesmo talvez em uma ou ambas ditas paredes externas dos defletores.
De acordo com um outro aspecto da presente invenção, é provida uma válvula para guiar metal em fusão que escoa de um vaso para um molde, a válvula compreendendo um conduto que é alongado em um eixo geométrico que é orientado verticalmente durante uso, a válvula tendo pelo menos uma entrada superior e pelo menos uma saída lateral inferior, pelo menos uma de qualquer superfície da válvula no nível igual ou inferior da saída lateral inferior mais para cima, que são adaptadas para direcionar metal em fusão, em uso, tendo uma ou mais perturbações providas aí.
Pelo exposto, entende-se que, onde são providos defletores, as perturbações podem ser na parede interna e/ou externa dos defletores. Onde é provido um divisor de fluxo, as perturbações podem ser em uma ou ambas paredes laterais opostas do divisor. O divisor pode ser usado sem defletores, mas, onde eles são providos, o divisor pode terminar acima ou abaixo do seu nível superior.
As perturbações podem ser providas na parede da saída lateral inferior, ou de todas elas, e, onde a saída lateral inferior tem sua parede inferior definida por uma parede de um defletor ou um divisor, esta parede inferior pode ser formada com perturbações. A parede superior da saída lateral inferior pode, alternativamente, ser formada com as ditas perturbações, adicionalmente ou em substituição, à sua dita parede inferior.
As perturbações podem ser como no dito primeiro aspecto, isto é, canais (contínuos ou descontínuos), fendas, entalhes, recortes, depressões, protuberâncias ou qualquer outra descontinuidade.
As perturbações podem assim ser providas em qualquer superfície no nível igual ou inferior à saída lateral mais superior da válvula, isto é, excluindo perturbações no furo de escoamento central acima do dito nível.
A invenção será agora descrita, a título de exemplo, com referência aos desenhos anexos, em que:
A figura 1 é uma vista seccional transversal longitudinal de uma válvula de lingotamento de uma modalidade da presente invenção;
A figura 2 é uma vista fragmentada de uma segunda modalidade de uma válvula de lingotamento incluindo um divisor de fluxo central;
A figura 3 é uma vista fragmentada de uma terceira modalidade de uma válvula de lingotamento similar à mostrada na figura 2, mas em uma escala maior.
A figura 4 é uma vista fragmentada, como na figura 3, de uma quarta modalidade da válvula de lingotamento;
As figuras 5 a 7 são, respectivamente, uma vista frontal, uma vista lateral e uma vista de extremidade inferior de uma forma adicional do divisor de fluxo mostrado na figura 4;
A figura 8 mostra esquematicamente uma válvula de lingotamento de um outro aspecto da invenção com exemplos de alívios nas suas superfícies; e
As figuras 9 e 10 são vistas nas setas AeB, respectivamente, da figura 8.
A figura 1 mostra uma válvula 10 de acordo com uma modalidade da invenção, a válvula compreendendo um conduto 11 que é alongado em um eixo geométrico que é orientado de forma substancialmente vertical durante uso. A válvula tem uma entrada superior 12, duas saídas inferiores 13, 14 que são inclinadas com o eixo geométrico, e uma saída inferior 15 que fica localizada no geral axialmente entre as saídas inferiores inclinadas 13, 14.
A válvula 10 compreende essencialmente três seções. Uma seção superior 16 da válvula tem a forma de um tubo de seção transversal substancialmente circular, terminando na sua extremidade mais superior na entrada 12. Abaixo da seção superior 16, uma seção intermediária 17 é cônica para fora em um plano paralelo ao eixo geométrico da válvula, e plana em um plano ortogonal. Abaixo da seção intermediária 17 fica uma seção inferior 18, compreendendo as saídas inclinadas 13, 14 e a saída axial 15.
Como a seção intermediária 17, a seção inferior 18 é plana no dito plano ortogonal e é também cônica para fora. Dois defletores 19, 20, respectivamente, são formados nos lados opostos da extremidade da válvula, os defletores estendendo-se completamente na largura do conduto na direção do dito plano ortogonal.
De acordo com os que será visto na figura 1, as saídas inclinadas 13, 14 são respectivamente definidas entre as paredes laterais cônicas da válvula na dita seção inferior 18 e as respectivas paredes externas 21, 22 dos defletores 19, 20. No exemplo mostrado na figura 1, essas paredes externas são curvas convexamente para baixo até as respectivas extremidades abertas das saídas 13, 14 de onde essas paredes externas dos defletores são retas, estendendo-se como as paredes laterais da válvula para baixo até a extremidade inferior da válvula, na qual os defletores terminam. Conforme pode-se ver pela figura 1, os defletores são formados com as respectivas paredes internas 23, 24 que são curvas concavamente, cada parede interna estendendo-se da extremidade inferior do defletor até sua ponta curva na qual a parede externa côncava do defletor termina. Conforme mostrado na figura 1, a ponta é arredondada, mas, em uma outra modalidade, esta ponta poderia ser formada como uma aresta viva, ou uma superfície plana. A entrada axial inferior 15 é assim definida entre as respectivas paredes internas voltadas uma para a outra 23, 24 dos defletores 19, 20.
Em uso, a válvula de lingotamento 10 da figura 1 fica arranjada entre um distribuidor e um molde, e serve para guiar aço em fusão que escoa através dela do distribuidor para o molde. Assim, aço entra na entrada superior 12 e escoa para baixo através da seção superior 16 e da seção intermediária 17 da válvula. Quando a corrente de aço atinge a seção inferior 18, ela encontra os defletores 19, 20, inicialmente suas pontas superiores, e, em decorrência disto, aço escoa para fora pelas saídas inclinadas 13, 14, respectivamente, com o restante da corrente descarregando da extremidade inferior da válvula através da saída axial inferior 15 definida entre as respectivas paredes internas 23, 24 dos defletores 19, 20. Uma vez que essas paredes internas são curvas convexamente e arranjadas como mostrado na figura 1, aço é "comprimido", de maneira tal que aço que deixa a válvula de lingotamento e entra no molde não é disperso, como seria o caso, por exemplo, se as superfícies internas inferiores dos defletores convergissem de forma relativa.
No que diz respeito à precisa posição e arranjo de cada defletor, é claramente desejável que esses sejam iguais, isto é, que haja uma configuração simétrica com esta seção inferior 18. Pode-se ver que, na modalidade mostrada na figura 1, a extremidade inferior da parede interna do defletor é ligeiramente espaçada para fora da extremidade superior da parede interna, isto é, a extremidade superior na dita ponta, de forma que a distância entre as respectivas extremidades superiores dos defletores é menor que a distância entre as extremidades inferiores dos defletores, essas distâncias sendo medidas a partir das respectivas paredes internas dos defletores.
Entretanto, entende-se que o fator mais importante que afeta o fluxo da corrente de metal é o fato de que as paredes internas são curvas concavamente. Entretanto, entende-se que esta curvatura côncava não precisa estender-se por completo em cada parede interna, de forma que a curvatura côncava poderia ser apenas para parte da dita parede, em cada caso.
De volta agora à figura 2, esta mostra esquematicamente a seção inferior de uma forma adicional de uma válvula de lingotamento de acordo com a presente invenção. Entretanto, ela é muito similar à seção inferior mostrada na figura 1, e partes comuns serão denotadas pelos mesmos números usados na figura 1. Dessa maneira, pode-se ver que a modalidade mostrada na figura 2 tem defletores 19, 20 arranjados identicamente à modalidade da figura 1, com as respectivas saídas inclinadas 13, 14 sendo dispostas acima das paredes externas 21, 22 dos ditos defletores. Certamente, a única mudança da seção inferior 18 mostrada na figura 1 é que entre os defletores 19, 20, estendendo-se para cima do nível da extremidade inferior da válvula, fica um divisor de fluxo central 25. O divisor de fluxo 25, como os defletores 19, 20, estende-se completamente na largura do conduto. O divisor de fluxo tem uma superfície inferior plana 26 disposta no nível da extremidade da válvula, ao passo que suas paredes laterais opostas substancialmente retas 27, 28, respectivamente, convertem para cimá para formar uma ponta superior arredondada 29. O eixo geométrico longitudinal central da válvula estende-se através do centro do dito divisor de fluxo que é assim posicionado de forma axialmente central na metade entre as respectivas paredes internas 23, 24 dos defletores. Dessa maneira, duas saídas axiais no geral iguais 30, 31 respectivamente são formadas nos respectivos lados opostos do divisor de fluxo, a saída 30 sendo definida entre a parede interna do defletor 23 e a parede lateral 27 do divisor, ao passo que a saída axial 31 é formada entre a parede interna 24 do defletor 20 e a parede lateral 28 do divisor de fluxo.
Como o arranjo mostrado na figura 1, existe "compressão" do aço em movimento em virtude das paredes internas curvas concavamente 23, 24 dos defletores, de forma que, com esta provisão do divisor central, os fluxos que saem nas saídas axiais 30, 31 são por si assim "comprimidos" e convergidos.
A figura 3 mostra ainda uma modalidade adicional da invenção, esta figura sendo muito similar à mostrada na figura 2, ilustrando somente a seção inferior 18 da válvula de lingotamento. Novamente, números de referência idênticos foram usados para partes idênticas. De fato, a única diferença do arranjo mostrado na figura 2 diz respeito à configuração dos defletores, denotados aqui pelos números de referência 19a, 20a. Conforme pode-se ver pela figura 3, enquanto as respectivas paredes internas 23 a, 24a dos defletores estão ainda curvas concavamente, elas são efetivamente mais "inclinadas" para trás em relação à linha de centro longitudinal através da válvula, de forma que, ao contrário do arranjo da primeira e segunda modalidades, onde a distância entre as pontas superiores é menos que a distância entre as respectivas extremidades inferiores das paredes internas 23, 24, o oposto é verdadeiro com a modalidade da figura 3, a saber, que a distância entre as respectivas extremidades superiores das paredes internas 23 a, 24a é maior que a distância entre as respectivas extremidades inferiores das paredes internas 23a, 24a. Pode-se ver que isto se deve ao fato de que uma linha paralela à linha de centro longitudinal da válvula feita através da extremidade inferior de uma parede interna do defletor é para dentro de uma linha correspondente feita através da extremidade superior da parede interna do defletor. Entretanto, acredita-se que este arranjo proveria similarmente os benefícios referidos em relação à primeira e segunda modalidades das figuras 1 e 2, respectivamente.
Com as modalidades até então descritas, nota-se que, onde é provido um divisor de fluxo central, ele estende-se para cima da extremidade do conduto até um nível que é significativamente abaixo do nível no qual as respectivas pontas dos defletores ficam dispostas. Entretanto, na modalidade mostrada na figura 4, que é de outra forma idêntica à mostrada na figura 3, o divisor de fluxo central, agora denotado pelo número 32, estende-se bem acima do nível no qual as respectivas pontas dos defletores ficam dispostas. O divisor de fluxo central 32 tem uma base plana inferior 33 substancialmente no nível da extremidade de um conduto 11 e paredes laterais opostos convergentes diretamente para cima 34, 35, respectivamente, essas paredes laterais encontrando em uma "ponta" plana superior 36.
Observou-se que a provisão deste divisor de fluxo central 32 controla a camada de contorno e tipicamente ela pode ser da ordem de 1 cm acima do topo dos defletores. Este desenho faz com que o aço em fusão saia da válvula ocupando toda a área de saída, e acredita-se que isto forneça uma melhoria em relação ao desenho mostrado nas figuras 2 e 3, respectivamente.
As figuras 5 a 7 mostram um outro divisor de fluxo central, denotado pelo número 37. Embora basicamente pretenda-se que este divisor de fluxo 37 substitua o divisor de fluxo 32, isto é, que estenda-se acima do nível superior dos defletores na válvula de lingotamento, se necessário, ele poderia substituir um divisor de fluxo tal como o divisor de fluxo 25 que estende-se somente até um nível abaixo do nível superior dos defletores. O divisor de fluxo 37 é de forma similar ao divisor de fluxo 32, em que tem uma base plana 38 e paredes laterais convergentes opostas 39, 40, respectivamente, a junção superior dessas paredes laterais sendo arredondada como em 41, para formar a ponta do divisor de fluxo. Pelo lado superior mostrado na figura 6, pode-se ver que, na modalidade ilustrada, os lados dianteiro e traseiro 42, 43, respectivamente, divergem para cima a partir da base 38, de forma que a largura da ponta é maior que a largura da base, como mostrado. Pela figura 7, pode-se ver que perturbações na forma de canais retangulares centrais 44, 45 são formados, respectivamente, na parede lateral 39, 40, esses canais estendendo-se por toda a altura do divisor. Pela provisão desses canais, a camada de contorno é alterada, fazendo o fluxo de fluido seguir a forma das saídas muito mais de perto.
Em vez de as perturbações serem na forma de um canal vertical contínuo em uma ou ambas as paredes laterais do divisor de fluxo voltadas para os defletores, as perturbação poderia ser um canal descontínuo, fendas, recortes ou qualquer outra descontinuidade em uma ou ambas paredes do divisor de fluxo voltadas para os defletores. Em particular, a seção transversal da perturbação pode não ser retangular tal como mostrado e, em vez disso, por exemplo, a perturbação poderia ser meramente "depressões" rebaixadas. Além disso, em substituição, ou em adição a prover tais perturbações no(s) divisor(s) de fluxo, as perturbações poderiam ser providas em uma ou ambas paredes internas dos defletores voltadas uma para a outra. No que diz respeito às respectivas paredes externas dos defletores, essas não precisam necessariamente ser de forma curva convexa, em que elas poderiam ser retas, ou certamente de qualquer outra forma adequada. Além disso, é também possível que, em uma ou ambas das ditas paredes externas dos defletores, descontinuidades tais como aquelas referidas em relação ao divisor de fluxo 37, poderiam ser providas nas ditas paredes.
Com todas as modalidades da presente invenção, fluxo convergente é produzido no orifício ou orifícios inferiores (saídas). Por modelamento matemático, demonstrou-se que a presente invenção produz um fluxo de saída convergente. Em particular, examinando linhas de fluxo no molde, uma válvula da presente invenção converge o fluxo de fluido de maneira tal que a corrente permaneça concentrada mais profundamente no molde até que padrões de fluxo em turbilhão possam ser notados. Com válvulas de lingotamento conhecidas da tecnologia anterior, a intenção é dispersar a corrente, de forma que linhas de fluxo equivalentes demonstrem um espalhamento e dispersão do fluxo de fluido do(s) orifício(s) inferior(s).
Em vez de as perturbações serem providas com conjunto com as paredes internas curvas concavamente dos defletores da válvula, o alívio ou alívios podem ser providos em qualquer superfície da válvula que seja adaptada, em uso, para direcionar o metal em fusão que escoa através da válvula, desde que cada superfície esteja no nível igual ou inferior à saída do lado inferior mais superior. Superfícies no orifício de fluxo central acima da saída do lado inferior mais superior assim não são relevantes para este aspecto inventivo adicional.
A figura 8 mostra a extremidade inferior de uma forma de válvula de lingotamento alternativa (2 orifícios) 46 com perturbações de várias formas nas quatro superfícies de fluxo "de direcionamento" mostradas, a saber, 47 a 50, inclusive.
A válvula de lingotamento tem um par de saídas laterais inclinadas para baixo direcionadas opostamente 51, 52. A base da estrutura interna da válvula é formada como uma superfície de parte de cone com sua ponta 53 no eixo geométrico central da válvula. Dessa maneira, cada saída tem sua superfície superior definida pela extremidade inferior da parede da válvula definindo a passagem de fluxo central e sua superfície inferior definida por uma superfície inclinada da estrutura cônica interna na base da válvula. A saída 51 tem suas superfícies superior e inferior denotadas por 54, 55, respectivamente, ao passo que, para as saídas 52, os números 56, 57, respectivamente, são usados de forma equivalente.
Conforme mostrado nas figuras 8 e 9, a superfície 54 é provida com perturbações na forma de entalhes V 54a, ao passo que a superfície 56 é provida com depressões côncavas 56a. A superfície inferior da saída 51 na sua superfície 55 é formada com um entalhe V 55a plano na sua base interna, ao passo que a superfície 57 da saída 52 é formada com um entalhe na seção semicircular 57a. Esses são apenas exemplos dos tipos de perturbações/descontinuidades e exemplos das superfícies de direcionamento de fluxo da válvula nas quais elas podem ser aplicadas. Conforme mencionado previamente, a provisão das perturbações altera a camada de contorno, produzindo fluxo de fluido que segue muito mais de perto da forma do orifício. A utilização do orifício é assim melhorada e a energia cinética da corrente de metal em fusão é dispersa dentro da válvula, oposto a fora dela, pela redução dos efeitos das condições de contorno.
Claims (19)
1. Válvula para guiar metal em fusão que escoa de um vaso para um molde, a válvula caracterizada pelo fato de que compreende um conduto que é alongado em um eixo geométrico que é orientado verticalmente durante o uso, a válvula tendo pelo menos uma entrada superior e em direção à sua extremidade inferior tendo dois defletores separados, as respectivas paredes externas dos defletores definindo parcialmente duas saídas inferiores e as respectivas paredes internas dos defletores definindo pelo menos parte de pelo menos uma passagem de fluxo de saída entre elas, e cada parede interna sendo pelo menos parcialmente curva concavamente e arranjadas de forma que haja fluxo convergente da dita passagem ou passagens de fluxo de saída.
2. Válvula, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que as saídas inferiores são inclinadas em relação ao dito eixo geométrico para fora da pelo menos uma entrada superior.
3. Válvula, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizada pelo fato de que os defletores estendem-se ambos para cima da extremidade inferior da válvula.
4. Válvula, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que as respectivas paredes externas dos defletores são pelo menos parcialmente curvas convexamente.
5. Válvula, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que pelo menos um divisor ou separador de fluxo fica disposto entre os ditos defletores separados.
6. Válvula, de acordo com a reivindicação 5, caracterizada pelo fato de que um único divisor de fluxo é provido centralmente entre os defletores, e os respectivos lados opostos do divisor de fluxo são retos, divergindo mutuamente em direção à extremidade inferior da válvula.
7. Válvula, de acordo com a reivindicação 5 ou 6, caracterizada pelo fato de que o divisor de fluxo estende-se para cima da extremidade inferior da válvula.
8. Válvula, de acordo com qualquer uma das reivindicações 5 a 7, caracterizada pelo fato de que o divisor de fluxo estende-se para cima acima do nível no qual os defletores estendem-se.
9. Válvula, de acordo com qualquer uma das reivindicações 5 a 8, caracterizada pelo fato de que o pelo menos um divisor de fluxo é provido com uma perturbação em pelo menos uma parede deste.
10. Válvula, de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelo fato de que a dita perturbação é uma protuberância.
11. Válvula, de acordo com a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de que a dita protuberância é um depressão.
12. Válvula, de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelo fato de que a dita perturbação é um elemento rebaixado.
13. Válvula, de acordo com a reivindicação 12, caracterizada pelo fato de que o dito elemento rebaixado é provido em ambas paredes do divisor de fluxo, os ditos elementos rebaixados encontrando-se para formar uma passagem através do divisor de fluxo.
14. Válvula, de acordo com a reivindicação 12 ou 13, caracterizada pelo fato de que o dito elemento rebaixado é um canal, fenda ou recorte contínuo ou descontínuo.
15. Válvula, de acordo com a reivindicação 14, caracterizada pelo fato de que o elemento rebaixado é um canal vertical localizado substancialmente ao longo de todo o comprimento de cada um dos lados opostos do divisor de fluxo.
16. Válvula, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizada pelo fato de que pelo menos uma perturbação é provida em pelo menos uma das paredes internas dos defletores voltadas uma para a outra.
17. Válvula para guiar metal em fusão que escoa de um vaso para um molde, a válvula caracterizada pelo fato de que compreende um conduto que é alongado em um eixo geométrico que é orientado verticalmente durante uso, a válvula tendo pelo menos uma entrada superior e pelo menos uma saída lateral inferior, pelo menos uma de qualquer superfície de estabilização da válvula no nível igual ou inferior à saída lateral inferior mais superior, que são adaptados para direcionar metal em fusão, em uso, tendo uma perturbação provida aí.
18. Válvula, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que a dita perturbação é uma protuberância.
19. Válvula, de acordo com a reivindicação 17, caracterizada pelo fato de que a dita perturbação é um elemento rebaixado.
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