BRPI0717702A2 - "bebida carbonatada acidulada, recipiente lacrado, concentrado para uma bebida carbonatada acidulada, método para produzir uma bebida, método para reduzir a formação de espuma e/ou para melhorar a retenção de dióido de carbono em uma bebida carbonatada acidulada e uso" - Google Patents

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Description

BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, RECIPIENTE LACRADO, CONCENTRADO PARA UMA BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, MÉTODO PARA PRODUZIR UMA BEBIDA, MÉTODO PARA REDUZIR A FORMAÇÃO DE ESPUMA E/OU PARA MELHORAR A RETENÇÃO DE DIÓXIDO DE CARBONO EM UMA BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA E USO
A presente invenção refere-se melhorias em bebidas carbonatadas ou relacionadas às mesmas. Em particular, a presente invenção refere-se ao combate à formação de espuma e/ou ao controle do dióxido de carbono em bebidas carbonatada, durante o enchimento das bebidas e/ou durante a dosagem.
Por "formação de espuma" é aqui incluída a formação de um colarinho de espuma excessiva e/ou persistente durante o enchimento ou a dosagem; e o jorro ou esguicho que pode ocorrer quando um recipiente de bebida é aberto.
"Enchimento" aqui significa o enchimento dos recipientes durante a manufatura, e desse modo inclui o enlatamento ou o engarrafamento.
"Dosagem" ou "despejar" aqui significa o despejar de uma bebida direta de uma lata ou uma garrafa (por exemplo, por uma pessoa em casa, ou por um membro da equipe de funcionários atendentes, por exemplo, um comissário de bordo em uma linha aérea, ou um balconista de um bar) , bem como o despejar de uma unidade misturadora em casa ou uma unidade multi-misturadora em um bar ou restaurante.
A formação de espuma excessiva é um problema que vem incomodando a indústria de alimento e bebidas há muitos anos, e é descrita até certo ponto em NOSB TAP Review Compiled by OMRI on Glycerol Monooleate Processing (25 de
setembro de 2001).
De acordo com "NOSB Review", e os muitos documentos a que faz referências, meios mecânicos e físicos que incluem o aquecimento, a centrifugação, a aspersão e o ultra-som foram propostos para combater os problemas de formação de espuma.
Agentes químicos de controle de espuma também foram propostos ou empregados (Kouloheris, A.P., Encyclopaedia of Food Technology (1974) 427-432; Zotto, Α.A., Food Additives User1s Handbook (1991) 236-241; Combs, C., Encyclopaedia of
*
Food Science and Technology (2000) 844-846) . Os agentes do controle da espuma ali apresentados incluem gorduras e óleos naturais, embora seja feita referência à sua eficácia limitada como agentes de controle de espuma, devido à sua fraca dispersabilidade em emulsões de óleo/água. Outros agentes de controle de espuma apresentados em tais referências incluem a glicerina, lecitina, dióxido de silício, silicones e monooleato de glicerol. 0 uso do monooleato de glicerol também é discutido em mNOSB Review".
Em "NOSB Review", é afirmado que a eficácia de agentes químicos de controle de espuma depende de: a) a natureza química e a tendência de formação de espuma do alimento ou bebida formador de espuma; b) a solubilidade e a
2 0 concentração de agentes de controle de espuma; c) a presença
de eletrólitos, colóides ou outros agentes tensoativos; d) a temperatura, o pH e a viscosidade; e) o equipamento de processamento; e f) o uso final do alimento ou da bebida.
Muitas referências dentro de "NOSB Review" representam um amplo corpo de pesquisa sobre o controle da espuma e confirmam que o controle da espuma é uma questão significativa na indústria de alimentos e bebidas.
Como é bem sabido, os problemas com a formação de espuma e/ou o jorrar são particularmente marcantes em
3 0 refrigerantes carbonatados.
Os problemas com bebidas carbonatadas podem
ocorrer:
a) quando uma bebida carbonatada é submetida à manufatura, incluindo o enchimento, quando uma agitação substancial é normalmente inevitável (US 2003/0144365 Al, EP
1504678A e "NOSB Review";
b) quando a lata ou a garrafa que contém uma bebida carbonatada jorra ou esguicha ao ser aberta, talvez sendo agitada antes de ser despejada, tal como ocorre com latas ou garrafas distribuídas em máquinas automáticas ou agitados ao serem carregadas (US 5.378.484 e US 5.820.905);
c) quando simplesmente uma bebida carbonatada é despejada de uma garrafa ou lata em um copo ou uma caneca (US 5.316.779) .
A minimização da formação de espuma durante o enchimento é especialmente importante devido ao seu efeito de gargalo da garrafa durante as operações na fábrica e seu impacto conseqüente no custo, no tempo e nos volumes de rendimento: "A contenção e a inibição da espuma são necessárias no processamento de alimentos para a operação eficiente do equipamento de produção" ("NOSB Review").
A patente EP 1 504 678A refere-se ao uso de um agente químico para reduzir a formação de espuma em uma bebida carbonatada. Ela sugere que há um problema de formação de espuma particular com as bebidas carbonatadas que contêm aspartame [APM] como adoçante. Ela também afirma:
Como um meio para resolver a formação de espuma durante o processo de produção da bebida e outros do gênero, um agente supressor de espuma à base de silicone ou um agente supressor de espuma ã base de emulsificante, tal como o éster de açúcar ou algo do gênero, era normalmente utilizado até a presente data. No entanto, a situação atual é que uma solução satisfatória ainda não foi prevista que possa satisfazer o aspecto do requisito sensorial e da sustentabilidade do efeito. Além disso, os agentes supressores de espuma à base de silicone transmitem uma imagem ruim com respeito à segurança.
Além disso, foi confirmado pelos autores da presente invenção que estes agentes supressores de espuma normalmente utilizados não são tão eficazes para remover (eliminar) a espuma atribuível ao APM.
0 objetivo da invenção da patente EP 1 504 678 A consiste em resolver os problemas de formação de espuma excessiva que aparecem nas bebidas carbonatadas que contêm aspartame. Um emulsificante é proposto como agente de controle de espuma, com um valor de HLB de 1 a 14 e, preferivelmente, com um peso molecular de 50-300. Os emulsificantes preferidos são ésteres de ácidos graxos de glicerina, particularmente o éster de ácido monograxo de glicerina e o éster de ácido monograxo de diglicerina.
A patente norte-americana 5.316.779 discute especificamente o problema de despejar refrigerantes carbonatados que formam um colarinho de espuma que é grande e demora para se desfazer. Comenta que as bebidas carbonatadas que contêm o adoçante artificial aspartame produzem a formação de espuma, e a espuma mais persistente; mas que a cerveja de raiz, com ou sem aspartame, também é persistente na formação de espuma. Ela apresenta os problemas práticos de servir bebidas carbonatadas rapidamente, por exemplo, em linhas aéreas, em cinemas, em eventos esportivos, em cadeias de refeições rápidas e em restaurantes e lojas de conveniência. Uma solução descrita na patente norte-americana 5.316.779 consiste na provisão de um recipiente descartável revestido em seu interior (por exemplo, no fundo e nas paredes laterais de um copo) com um agente supressor de espuma. Os agentes supressores de espuma apropriados devem ser supressores de espuma de dimetil polisiloxano de grau de alimento comercialmente disponível, por exemplo, "Dow-Corning Antifoam 1500" e "Union Carbide SAG 710". A patente norte-americana 5.568.973 descreve um agente supressor de espuma depositado sobre um elemento de agitação ou canudo a ser colocado em um receptáculo de bebida. 0 agente supressor de espuma acelera o processo de despejar e é considerado como útil em ambientes de grandes volumes, tais como aeronaves, lojas de conveniência, e bares de colégios. O agente supressor de espuma preferido é uma emulsão de silicone de grau de alimento.
A patente norte-americana 5.820.905 é focada no problema de "estouro e respingamento de bebidas enlatadas" e descreve um éster de ácido graxo de poliglicerol como um agente supressor de espuma. Um agente dispersante pode ser empregado, com um valor de HLB de pelo menos 5. Os exemplos incluem ésteres de ácido graxo de poliglicerol, ésteres graxos de sacarose, ésteres de ácidos graxos de polipropileno glicol, ésteres de ácido graxo de sorbitan, monoglicerideos orgânicos, polissorbates, derivados de éster de ácido láctico, e outros ainda. As bebidas são bebidas não- carbonatada, que ainda podem apresentar tais problemas, devido ao fato de serem acondicionadas com uma pressão positiva no espaço superior das latas.
Com relação à presente invenção, os polissorbatos são de interesse. Na patente norte-americana 5.820.905, a indicação de tais compostos é somente como agentes dispersantes, e não como agentes supressores de espuma.
A patente norte-americana 5.378.484 descreve principalmente o problema do jorro do conteúdo da lata que contém uma bebida não-carbonatada de baixa acidez na abertura. Ela sugere o uso de um éster de ácido graxo de sacarose em que o ácido graxo constituinte é pelo menos um dentre um ácido graxo saturado que tem 12 a 2 2 átomos de carbono e um ácido graxo insaturado que tem 12 a 22 átomos de carbono, e o grau médio de substituição de 4 a 7, como um agente de controle de espuma. Os ésteres de ácidos graxos de sacarose são os exemplos preferidos. Além disso, a bebida pode conter um agente emulsionante hidrofílico para aumentar ainda mais a dispersabilidade do agente supressor de espuma na água a uma temperatura baixa. Como agente emulsionante hidrofílico acima, é preferido um agente emulsionante que tem
r
uma capacidade de emulsionar o éster de ácido graxo de sacarose na água como componente eficaz do agente supressor de espuma e tem um valor de HLB de pelo menos 10. Os exemplos práticos do agente emulsionante hidrofílico incluem um éster de ácido graxo de poliglicerol um éster de ácido graxo de sorbitan, um éster de ácido graxo de polioxietileno-sorbitan, e um éster de ácido graxo de sacarose. Além disso, dependendo de uma demanda e finalidade, a bebida da presente invenção pode conter apropriadamente outros aditivos, por exemplo, lecitina, um éster de ácido graxo de glicerol, um éster de ácido graxo de poliglicerol, um éster de ácido graxo de sorbitan, um éster de ácido graxo de propileno glicol, um óleo comestível, e um óleo de dimetilsilicone. Nenhuma ação supressora de espuma é sugerida para os ésteres de ácido graxo de polioxietileno descritos nessa patente. Determinados compostos são apresentados como exemplos comparativos, e mostrados como ineficazes em seus testes de supressão de espuma. Eles incluem SPAN 65 (que é éster de ácido esteárico de sorbitan) , éster de ácido oléico de glicerol e um grau menos-substituída de éster de ácido oléico de sacarose.
A patente JP 2-27967 (Showa 63-176296) descreve a prevenção do jorro na abertura de uma lata de bebida, particularmente contendo uma bebida de baixa acidez, tal como 3 0 café, cacau ou chá preto, pelo uso de um agente de controle de espuma, que pode ser um éster de ácido graxo de glicerina, um éster de ácido graxo de sorbitan ou um éster de ácido graxo de propileno glicol. A patente JP 54-126188 (Showa 53-31122) descreve uma tentativa de resolver o problema de uma bebida carbonatada que jorra ou esguicha de uma garrafa, na abertura. A solução proposta consiste na provisão de um agente tensoativo dentro do material da garrafa. O agente tensoativo pode apropriadamente ser um éster de ácido graxo de glicerina, um éster de ácido graxo de sorbitan, um éster de ácido graxo de propileno glicol, uma crotonamida, um éster de ácido graxo de polioxietileno glicerina, um éster de ácido graxo de polioxietileno-sorbitan ou um éster de ácido graxo
de poliglicerila.
Será aparente que esforços muito substanciais foram
feitos para combater os problemas documentados na técnica anterior, a ineficiência no enchimento, e os efeitos indesejáveis na dosagem, tal como jorro ou esguicho na abertura de uma garrafa ou lata, e formação de espuma excessiva ou persistente em um copo ou uma caneca.
Os problemas comumente observados de formação de espuma ao abrir latas e garrafas e ao despejar as bebidas carbonatadas sugerem que o problema persiste, particularmente em bebidas "diet" ou "light" carbonatadas que contêm aspartame. Tal como documentado em alguns dos documentos da técnica anterior mencionados acima, há uma dificuldade particular em conseguir o controle da espuma em bebidas
carbonatadas contendo aspartame.
Um problema adicional associado com a formação de espuma excessiva é a perda excessiva de dióxido de carbono durante o enchimento. Isto é ineficiente, não menos em consideração à energia requerida para produzir o dióxido de carbono engarrafado; e constitui uma liberação indesejável de dióxido de carbono no meio ambiente. Seria desejável se este problema pudesse ser facilitado.
Ainda um problema adicional é a perda de "efervescência" das bebidas carbonatadas, quando despejadas de um recipiente em um vaso para beber. Se um excesso de dióxido de carbono se perder da bebida, pode haver uma deterioração marcante em sua qualidade de bebida. Um problema relacionado é que o restante da bebida no recipiente (por exemplo, uma garrafa que pode ser fechada novamente) pode perder rapidamente a sua qualidade de bebida ou "efervescência". Uma medida técnica que soluciona ou reduz este problema de qualidade da bebida, relacionado à formação de espuma e/ou retenção de dióxido de carbono, poderia ser de grande valia.
De acordo com um primeiro aspecto da presente invenção, é apresentada uma bebida carbonatada acidulada que contém um agente de controle de espuma e/ou um agente de controle de dióxido de carbono, em que o agente de controle que compreende um éster de ácido graxo de polioxietileno- sorbitan ou um éster de ácido graxo de polietileno glicol.
A adição de um éster de ácido graxo de polioxietileno-sorbitan ou um éster de ácido graxo de polietileno glicol tem um efeito marcante com relação ao controle da espuma, quando uma bebida carbonatada é despejada em um vaso, se o vaso for uma lata ou uma garrafa em uma unidade de enchimento, ou um vaso de beber tal como um copo ou uma caneca. A formação de espuma é reduzida de maneira significativa. Parece ser o caso com muitas bebidas em que a formação de espuma excessiva é inibida, e qualquer colarinho de espuma que é produzido é mais grosso e se desfaz mais rapidamente. Conseqüentemente, surgem as vantagens, uma vez que menos dióxido de carbono se perde na atmosfera durante o
o
enchimento (resultando em beneficio econômico e ambiental); e menos dióxido de carbono escapa da bebida quando ela é despejada em um vaso de beber (proporcionando desse modo uma melhor qualidade de bebida). Uma vantagem adicional do uso de um composto de uma das classes definidas é que o dióxido de carbono parece ser retido por mais muito tempo na bebida em um recipiente que foi aberto. O problema familiar das bebidas engarrafadas que ficam insípidas (ou "que perdem a sua efervescência") é desse modo melhorado.
A carbonatação pode ser através da adição de dióxido de carbono, ou em alguns casos por um processo de
fermentação natural.
A bebida é uma bebida carbonatada e, em virtude do dióxido de carbono (que forma ácido carbônico na água), a bebida é ácida. No entanto, o termo "acidulada" significa que ela contém um ácido adicional do tipo a ser encontrado em uma bebida "de sabor forte". Os exemplos podem incluir o
ácido fosfórico, e os ácidos de alimentos (algumas vezes denominados "ácidos salubres"), tais como o ácido cítrico, o ácido maléico, o ácido fumárico e o ácido tartárico. Frutas, sucos de frutas e extratos de frutas contêm ácidos de alimentos; e dessa maneiras bebidas que contêm os mesmos são aciduladas.
A bebida pode ser não-alcoólica. Os exemplos incluem bebidas de cola, bebidas de laranja, bebidas de limão, limonada, água tônica, cerveja de raiz, cerveja inglesa amarga e cerveja de gengibre.
A bebida pode ser alcoólica, tipicamente contendo de 3 a 9% em peso/peso de etanol. Os exemplos incluem a cidra e os chamados "alcopops", que são normalmente misturas carbonatadas de vodka ou outros álcoois, com sabores de frutas. A bebida pode ser levemente alcoólica, tipicamente contendo de 0,1 a 3% em peso/peso de etanol. Os exemplos incluem cerveja com limonada e determinados tipos fermentados de cerveja de raiz, cerveja de gengibre e limonada.
Preferivelmente, a bebida não é um produto de laticínio, por exemplo, uma bebida à base de leite ou à base de iogurte. Preferivelmente, ela nao contem um componente de laticínio, por exemplo leite, creme, iogurte ou sorvete.
Preferivelmente, a bebida é substancialmente
destituída de gordura.
Preferivelmente, a bebida é uma bebida de água com
um sabor.
Preferivelmente, a bebida é transparente; ou seja, preferivelmente ela não é enevoada e/ou turva e/ou opaca. Preferivelmente, ela não contém um agente turvador hidrofóbico, por exemplo, um éster de esterol ou um éster de etanol.
Em princípio, a bebida pode conter vitaminas, por exemplo, uma ou mais vitaminas do grupo das vitaminas A, B, C, D, E e K. As vitaminas podem ser adicionadas além das vitaminas presentes em outros componentes, tais como sucos de frutas. As vitaminas BeC solúveis em água são componentes muito apropriados da bebida. As vitaminas A, D, E e K solúveis em gordura são menos apropriadas. Preferivelmente, a vitamina E ou os derivados da mesma não estão presentes na bebida. Preferivelmente as vitaminas AeK, ou os derivados das mesmas, não estão presentes na bebida.
Preferivelmente, a bebida contém um agente adoçante.0 agente adoçante pode ser um agente adoçante natural ou sintético, por exemplo açúcar, xarope de milho, álcool de açúcar (por exemplo, sorbitol, xilitol, manitol, maltitol ou isomalte), ou um adoçante intenso (por exemplo, sacarina, sucralose, neotame, potássio de acesulfame ou aspartame).
Preferivelmente, a bebida contém um ou mais adoçantes intensos, por exemplo, aspartame.
Em realizações preferidas a bebida não contém o
açúcar.
Preferivelmente, o agente de controle, isto é. O agente de controle de espuma e/ou o agente de controle de dióxido de carbono tal como aqui definido (o qual pode incluir apenas um composto uma ou outras das classes de compostos indicados, ou uma mistura de compostos de uma ou outra das classes de compostos indicados, ou uma mistura de um ou mais compostos de uma classe e um ou de mais compostos da outra classe) é o único agente presente na bebida para conseguir o controle da espuma e/ou o controle sobre a liberação de dióxido de carbono. Ou seja, não há nenhum agente de controle com exceção de um éster de ácido graxo de polioxietileno-sorbitan e/ou um éster de ácido graxo de polietileno glicol. Preferivelmente nenhum composto destinado a promover ou intensificar a atividade do agente de controle
está presente.
Preferivelmente, o agente do controle tem um peso molecular na faixa de 200-3.000, preferivelmente de 300- 2.500, e mais preferivelmente de 400-2.000.
Preferivelmente, o agente do controle tem um valor de HLB na faixa de 7-16, pref erivelmente de 7-14, e mais
preferivelmente de 7-12.
Para os ésteres de ácido graxo de polioxietileno- sorbitan, uma faixa preferida de HLB é de 9-16, e preferivelmente de 10-12.
Os ésteres de ácido graxo de polioxietileno- sorbitan preferidos, e seus valores de HLB, são tal como segue:
Triestearato de polioxietileno-(20)-sorbitan (nome comum Polysorbate 65) - valor de HLB igual a 10.5-11.0 Trioleato de polioxietileno-(20)-sorbitan (nome comum Polysorbate 85) - valor de HLB igual a 11,0
Monolaureato de polioxietileno-(4)-sorbitan (nome comum Polysorbate 21) - valor de HLB igual a 13,3
Monoestearato de polioxietileno-(20) -sorbitan (nome comum Polysorbate 60) - valor de HLB igual a 14,9
Monoestearato de polioxietileno-(4)-sorbitan (nome comum Polysorbate 61) - valor de HLB igual 9,6
Monooleato de polioxietileno-(20)-sorbitan (nome comum Polysorbate 80) - valor de HLB igual a 15,0
Monooleato de polioxietileno-(5)-sorbitan (nome comum Polysorbate 81) - valor de HLB igual a 10,0.
No caso de ésteres de ácidos graxos de polietileno glicol, uma faixa preferida de HLB é de 7-13, e preferivelmente de 7-11. Os exemplos incluem: Monooleato de PEG 200 (HLB 8,2) Monooleato de PEG 300 (HLB 10,2) Dioleato de PEG 400 (HLB 8,3) Monolaurato de PEG 200 (HLB 9,3) Dilaurato de PEG 300 (HLB 7,9) Dilaurato de PEG 400 (HLB 9,7) Monoestearato de PEG 2 00 (HLB 8,1) Monoestearato de PEG 300 (HLB 10,3) Diestearato de PEG 400 (HLB 8,5) Diestearato de PEG 600 (HLB 10,7) Dioleato de PEG 600 (HLB 10,6)
Os compostos destas classes químicas são amplamente aceitos por autoridades reguladoras como sendo atóxicos. Eles incluem os compostos que podem ser utilizados em produtos de alimentos e de bebidas por ambas as autoridades correspondentes nos Estados Unidos e na União Européia.
0 número de HLB é definido em termos do método amplamente utilizado de Griffin. De acordo com este método, o peso molecular da parte de oxido de etileno do respectivo composto é calculado. Por exemplo, se houver 2 0 moles de óxido de etileno, o peso molecular desse componente é 880 (20 χ 44) . A este número, é adicionado o peso molecular do resíduo de ácido graxo (por exemplo, monooleato, dilaurato, etc.), e isto resulta essencialmente em um peso molecular total. 0 peso molecular da parte de oxido de etileno é expresso como uma porcentagem do peso molecular total, e o valor percentual resultante é dividido por 5, para se obter o valor de HLB (desse modo, se o óxido de etileno representar 55% do peso composto total, o valor de HLB do respectivo
composto é 11).
0 agente de controle está preferivelmente presente em uma quantidade de pelo menos 0,01 mg/l, pref erivelmente de pelo menos 0,04 mg/l, mais preferivelmente de pelo menos 0,08 mg/l, com maior preferência de pelo menos 0,12, e com a máxima preferência de pelo menos 0,2 mg/l. Em determinadas realizações, ele está presente em uma quantidade de pelo menos 0,5 mg/l, e especialmente de pelo menos 1 mg/l.
O agente de controle está preferivelmente presente em uma quantidade de até 250 mg/l, e pref erivelmente de até 100 mg/l.
Tais faixas de concentração referem-se às quantidades totais de agentes de controle presentes, quando mais de um tal composto está presente.
No caso de um éster de ácido graxo de polioxietileno-sorbitan, tal composto está preferivelmente presente em uma quantidade de pelo menos 0,01 mg/l, preferivelmente de pelo menos 0,04 mg/l, mais preferivelmente de pelo menos 0.08 mg/l, com maior preferência de pelo menos 0,12, e com a máxima preferência de pelo menos 0,2 mg/l. Em determinadas realizações, ele está presente em uma quantidade de pelo menos 0,5 mg/l, e especialmente de pelo menos 1 mg/l.
No caso do éster de ácido graxo de polioxietileno- sorbitan, tal composto está preferivelmente presente em uma quantidade de até 100 mg/l, mais pref erivelmente de até 50 mg/l, com maior preferência de até 30 mg/l, e com a máxima preferência de até 15 mg/l. Tais faixas de concentração referem-se às quantidades totais de ésteres de ácido graxo de polioxietileno-sorbitan presentes, quando mais de um tal composto está presente.
" No caso de um éster de ácido graxo de PEG, tal
composto está preferivelmente presente em uma quantidade de pelo menos 5 mg/l, e preferivelmente de pelo menos 50 mg/l.
No caso de um éster de ácido graxo de PEG, tal composto está preferivelmente presente em uma quantidade de até 250 mg/l, e preferivelmente de até 100 mg/l.
Tais faixas de concentração referem-se às quantidades totais de ésteres de PEG presente em que mais de um tal composto está presente.
Quando um éster de polioxietileno"sorbitan e um éster de PEG estão presentes, a concentração total fica preferivelmente compreendida dentro dos limites totais fornecidos acima (a mais ampla de 0,01 a 250 mg/l); e o(s) éster(es) de polioxietileno-sorbitan está(estão)
preferivelmente dentro uma ou mais das faixas fornecidas para o éster de polioxietileno-sorbitan; e o(s) composto(s) de PEG está(estão) preferivelmente dentro de uma ou mais das faixas fornecidas para os compostos de PEG.
Preferivelmente, a parte de PEG dos ésteres de ácido graxo de PEG é uma porção PEG de baixo peso molecular, 2 5 por exemplo, uma porção de PEG 5 0 - PEG 2 000, e preferivelmente uma porção de PEG 100 - PEG 1000.
Preferivelmente, um agente de controle (tanto um éster de polioxietileno-sorbitan quanto um éster de PEG) utilizado na presente invenção compreende pelo menos um mole de óxido de etileno por mole de éster; preferivelmente, pelo menos 2, mais pref erivelmente pelo menos 3, e com maior preferência pelo menos 4. Preferivelmente, ele contém até 36 moles de óxido de etileno por mol de éster de ácido graxo, preferive lmente até 24, mais pref erivelmente até 12, e com
maior preferência até 7.
A presença, no éster de polioxietileno-sorbitan ou no éster de PEG, de outras porções de oxido de alquileno, tal como óxido de propileno, não é excluida. No entanto, algum componente de polioxietileno deve estar presente, e o próprio componente de polioxietileno se conforma preferivelmente às definições molares fornecidas acima, sem referência a qualquer componente de óxido de alquileno adicional. Mais preferivelmente, no entanto, o componente de polioxietileno não contém unidades de óxido de etileno, e nenhuma outra unidade de óxido de alquileno.
Preferivelmente, os resíduos de ácido graxo dos compostos definidos são resíduos de ácidos graxos C6-C33, preferivelmente de ácidos graxos C10-C22- Os ácidos graxos podem ser saturados (por exemplo, láurico, esteárico) ou insaturados (por exemplo, oléico). Tipicamente, o composto pode ter de um resíduo a um número de saturação de resíduos de ácido graxo (o composto, por exemplo, é um monooleato, um dioleato, um monostearato, um distearato, um monolaurato ou um dilaurato; ou, no caso de um composto de sorbitan, é um trioleato ou um triestearato, por exemplo).
Deve ser apreciado que muitos dos parâmetros expressos acima para um agente de controle da invenção são valores médios, uma vez que os agentes de controle são distribuições dos compostos; por exemplo, o peso molecular, HLB e o número de átomos de carbono por molécula ou resíduo. Um comentário similar se aplica ao grau de etoxilação, uma vez que a etoxilação produz uma distribuição.
Preferivelmente, o agente de controle é adicionado à bebida, ou a um precursor da mesma (incluindo um concentrado) como um líquido. O próprio agente de controle pode ser um líquido à temperatura ambiente, ou pode ser liqüefeito, por exemplo, ao ser aquecido a fim de ser fundido, ou ao ser dissolvido ou disperso em um veículo líquido.
De acordo com um segundo aspecto da presente * invenção, é apresentado um recipiente lacrado que contém uma bebida carbonatada do primeiro aspecto. O recipiente lacrado é apropriadamente de uma construção resistente à pressão, tal como uma lata de metal ou uma garrafa de plástico resistente à deformação.
De acordo com um terceiro aspecto da presente
invenção, é apresentado um concentrado para uma bebida do primeiro aspecto, em que o concentrado é misturado no uso com a água e injetado com dióxido de carbono, ou misturado com água carbonatada para produzir a dita bebida substancialmente no momento de despejar. A presente invenção pode, desta maneira, ser utilizada em situações tais como bares e restaurantes, onde uma bebida carbonatada é produzida in situ, utilizando o que é normalmente denominado aparelho pós- mistura ou multimisturador. De acordo com um quarto aspecto da presente
invenção, é apresentado um método de produção de uma bebida do primeiro aspecto, o qual compreende a adição de um dito agente de controle a uma bebida base (isto é, uma bebida que só não contém o agente de controle) ou um precursor da mesma. 0 precursor poderia ser uma forma diluída não-carbonatada, ou um concentrado, ou um ingrediente, ou uma mistura de ingredientes. 0 método pode incluir a etapa de vedação da bebida em recipientes resistentes â pressão. Foi verificado que, de acordo com a presente invenção, o processo de 3 0 enchimento é muito mais rápido do que sem o agente de controle. A quantidade de espuma formada é reduzida, e ela se desfaz mais rapidamente. Ambos os fenômenos conduzem a taxas de enchimento aumentadas. Sem ficar limitado pela teoria, acredita-se que um agente de controle tal como aqui utilizado favoreça ainda mais para que o dióxido de carbono permaneça na solução da bebida (ou, colocado de uma outra maneira, favoreça menos " para que ele estoure da solução da bebida, como bolhas de dióxido de carbono). Desse modo, acredita-se que menos dióxido de carbono fica disponível para formar a espuma. Acredita-se que isto significa que menos espuma é formada; e que mais dióxido de carbono é retido dentro da bebida, que permanece mais efervescente. De acordo com a presente visão, um agente de controle de espuma e/ou um agente de controle de dióxido de carbono pode ser considerado como um estabilizante de dióxido de carbono, o que significa um agente que estabiliza o dióxido de carbono na bebida ou promove a retenção do dióxido de carbono na bebida, e tais termos podem ser empregados no lugar de "agente de controle de espuma e/ou agente de controle de dióxido de carbono", neste relatório descritivo.
De acordo com um quinto aspecto da presente invenção, é apresentado um método para reduzir a formação de espuma e/ou para melhorar a retenção de dióxido de carbono em uma bebida carbonatada acidulada, em que o método compreende a inclusão, na bebida, de um composto tal como definido acima.
De acordo com um sexto aspecto da presente
invenção, é apresentado o uso, para a finalidade de reduzir a formação de espuma e/ou melhorar a retenção de dióxido de carbono em uma bebida carbonatada, de um composto tal como definido acima.
3 0 A invenção será ainda descrita, apenas a título de
ilustração, com referência aos seguintes exemplos.
CONJUNTO DE EXEMPLOS 1 As experiências para avaliar as propriedades de formação de espuma foram realizadas ao empregar Polysorbate 65 comercialmente disponível (HLB 10,5; vendido sob a marca de comércio Kotilen S/3), também conhecido como triestearato de polioxietileno-(20)-sorbitan, como agente do controle, e três bebidas de cola carbonatada comerciais, identificadas tal como segue:
A) Bebida de cola n°. 1 (uma cola adoçada artificialmente que contém adoçantes intensos de aspartame e de potássio acesulfame, mas não contém nenhum)
B) Bebida de cola n°. 2 (uma cola adoçada artificialmente que contém adoçantes intensos de aspartame e de potássio acesulfame, mas não contém açúcar)
C) Bebida de cola n° . 3 (uma cola adoçada com açúcar sem
adoçantes artificiais).
A bebida de cola n° . Iea bebida de cola n° . 3 foram produzidas por um fabricante. A bebida de cola n° . 2 foi produzida por um outro fabricante, como um produto concorrente à bebida de cola n°. 1.
Uma dispersão aquosa de Polysorbate 6 5 foi preparada ao ser adicionada à água quente a aproximadamente 50°C, misturada, e que a mistura foi colocada para resfriar até 2 0 ° C, para produzir uma dispersão aquosa a 0,5% em peso/peso. Quantidades apropriadas desta mistura foram introduzidas por meio de pipeta em garrafas de 500 ml das bebidas cheias, as tampas foram removidas, e então recolocadas com firmeza. As garrafas foram invertidas 25 vezes utilizando uma ação suave, para obter uma dispersão uniforme antes de permitir que ela se equilibrasse por uma hora à temperatura ambiente (20°C). Os controles foram tratados de uma maneira similar, mas com 1,0 g de água sendo adicionado às bebidas em vez das soluções de teste contendo
Polysorbate 65.
A cola foi despejada de cada garrafa por sua vez em 10
15
20
25
30
canecas de plástico de meia pinta (300 ml de capacidade brimful) de tamanho padrão taradas, em uma corrente suave contínua de uma altura de 25 cm, até as canecas ficarem quase transbordando. O despejar foi então terminado. A ação de despejar era repetitiva e consistente entre as amostras, e foi realizada tão rapidamente quanto poderia ser feito de uma maneira suave. As canecas foram então pesadas novamente para estabelecer a quantidade de bebida que continham, e esta é a quantidade máxima que poderia ser despejada sem respingar, obtendo desse modo uma indicação confiável do nível de formação de espuma. Os resultados são listados abaixo: A) Bebida de cola n°. 1
Concentração de Polysorbate 65
Controle
1,0 mg/l
2,5 mg/l
5,0 mg/l
10,0 mg/l
15,0 mg/l
B) Bebida de cola n°. 2 Concentração de Polysorbate 6 5 Controle
1,0 mg/l 2,5 mg/l 5,0 mg/l 10,0 mg/l 15,0 mg/l
C) Bebida de cola n°. 3 Concentração de Polysorbate 6 5 Controle
1,0 mg/l 2,5 mg/l 5,0 mg/l
Peso da bebida 92,2 g
126.3 g
151.4 g 150,1 g
214.8 g 215,1 g
Peso da bebida 91,2 g 219,4 g 240,0 g
227.0 g 223,4 g 230,4 g
Peso da bebida 109,3 g
245.1 g
284.9 g 285,1 g 10,0 mg/l 257'3 9
15,0 mg/l 259'° 9
As concentrações claramente muito baixas de
Polysorbate 65 podem obter uma redução significativa da formação de espuma, particularmente no caso das bebidas
adoçadas artificialmente.
Além disso, as espumas geradas durante o despejar das bebidas tratadas são menos densas (ou mais grossas) do que aquelas de suas contrapartes não tratadas, especialmente no caso de bebidas adoçadas artificialmente. Além disso, elas se desfizeram mais rapidamente. Este pode ser um fator no peso aumentado da bebida que pode ser despejada; o outro fator provável é o colarinho reduzido de espuma que é formado. Ambos os fatores, os colarinhos de espuma reduzidos e a decomposição mais rápida dos colarinhos de espuma que foram formados - foram observados empiricamente. Uma outra observação empírica foi que as bebidas que contêm um agente do controle de espuma tinham um melhor sabor do que o controle. Os comentários incluíram que as primeiras eram "de sabor forte" e "visivelmente mais efervescentes" e que este último era "mais insípido" e de "sabor insosso". Acredita-se que a diferença observada ocorreu porque este último tinha perdido mais dióxido de carbono.
A combinação dos efeitos de formação reduzida de espuma e de decomposição rápida da espuma acarreta vantagens óbvias com respeito às velocidades de enchimento no engarrafamento e no enlatamento, e mais vantagens no despejar. A vantagem do sabor proporciona mais um benefício importante, diretamente ao consumidor.
CONJUNTO DE EXEMPLOS 2
Um trabalho adicional foi feito em águas tônicas carbonatadas de etiqueta própria, compradas em garrafas de 1 litro em um supermercado na Inglaterra. As águas tônicas diferem das colas testadas no Conjunto de Exemplos 1, uma vez que o teor de dióxido de carbono é muito mais elevado. As etiquetas indicavam que as águas tônicas eram aciduladas com
ácido citrico.
Uma amostra de Polysorbate 65 a 0,5% em peso/peso foi preparada inicialmente na mesma maneira que para o Conjunto de Exemplos 1, mas foi diluída, resultando em 0,001% em peso/peso e 0,005% em peso/peso de Polysorbate 65 para tratar as garrafas de água tônica. A dosagem foi efetuada de uma maneira similar ao Conjunto de Exemplos 1, exceto pelo fato que elas foram colocadas em repouso durante toda a noite para equilibrar após a mistura devido à natureza 'vivida' dos produtos. Quantidades de 1-5 g das diluições foram utilizadas para dosar com precisão o agente de controle de espuma/C02 nas garrafas, e os controles foram tratados da mesma maneira, com 3 g de água. A bebida foi despejada em taças de plástico com 300 ml de capacidade, e as taças foram pesadas novamente. O procedimento era tal como descrito acima.
As bebidas foram identificadas tal como segue:
A) Água tônica Indian de baixa caloria, água tônica n°. 1. A etiqueta indicava que ela foi adoçada com aspartame e sacarina sódica.
B) Água tônica Indian, água tônica n°. 2. A etiqueta indicava que ela foi adoçada com açúcar e sacarina sódica.
Os resultados são mostrados abaixo. Água Tônica n°. 1
Concentração de Polysorbate 6 5 Peso da bebida
Controle 117,2 g
0,01 mg/l 123,7 g
0,02 mg/l 122,9 g
0,03 mg/l 0,04 mg/l 0,05 mg/l
124,4 g 138,0 g 150,2 g Ο,08 mg/l 186,3 g
0,10 mg/l 234,2 g
0,15 mg/l 275,2 g Água Tônica n°. 2
Concentração de Polysorbate 6 5 Peso da bebida
Controle 123 , 4 g 0 , 01 mg/l 128 , 5 g 0, 02 mg/l 135, 3 g 0, 03 mg/l 143 , 4 g 0,04 mg/l 141, 0 g 0 , 05 mg/l 155, 3 g 0 , 08 mg/l 222 , 1 g 0 , 10 mg/l 250, 2 g 0, 15 mg/l 259, 7 g Um efeito benéfico pode ser visto
com uma
quantidade tão baixa quanto 0,01 mg/l de Polysorbate 65, com a magnitude do efeito aumentando com o aumento da concentração.
CONJUNTO DE EXEMPLOS 3 Um trabalho adicional foi feito para determinar a
eficácia de outros compostos como agentes de controle que têm um efeito benéfico de espuma ou formação de espuma ou retenção de dióxido de carbono. A bebida empregada era uma bebida de cola diet carbonatada proprietária, comprada em garrafas de 500 ml. Os testes foram realizados na maneira descrita no Conjunto de Exemplos 1. A tabela abaixo indica os compostos testados, as suas concentrações, e os volumes capturados na caneca.
Agente de controle Concentração Qualidade na caneca HLB do agente de controle Dioleato de PEG 600 100 mg/l 237,5 g 10 , 6 Dioleato de PEG 400 8 0 mg/l 4 0 mg/l 2 0 mg/l 10 mg/l 239,9 g 221,5 g 182,7 g 162,3 g 8,3 Monooleato 300
de
PEG
Monooleato 200
de
PEG
Trioleato sorbitan (20 EO) (Polysorbate 85)
de
Monoestearato sorbitan (20 EO) (Polysorbate 60)
de
Monolaurato sorbitan (comparação)
100 mg/l 2 0 mg/l
0 mg/l
2 0 mg/l mg/1 mg/l
2 0 mg/l
de 10 0 mg/l
Controle
265,0 g 187,8 g
242,9 g
289,2 g 261,0 g 146,8 g
146,4 g
125,0 g
114,2 g
10, 2
8 , 2
11, 0
14 , 9
8 , 6
n/a
Também foi experimentado usar o monoestearato de sorbitan (comparação; HLB 4,7) e monooleato de sorbitan (comparação; HLB 4,3) à maneira do monolaurato de sorbitan. Ao contrário do monolaurato de sorbitan, o monostearato de sorbitan e o monooleato de sorbitan não podiam nem mesmo ser dispersos na água até um grau satisfatório, até mesmo com a ajuda de um éster emulsificante. Consequentemente, nenhum de despejar pode ser realizado nestes compostos.
CONJUNTO DE EXEMPLOS 4 Um trabalho adicional foi feito em bebidas de frutas alcoólicas carbonatadas (normalmente conhecidas no
Reino Unido como "alcopops").
A) 0 primeiro produto testado era uma bebida meio-
açucarada de "rum branco e uva-do-monte" de marca (açúcar
reduzido, mais adoçada por uma fonte de adoçantes que não de
açúcar), contendo 4% de álcool, fornecida em garrafas de 275
ml lacradas com uma tampa de coroa. Uma composição de
Poyisorbate 65 foi preparada tal como descrito no Conjunto de
Exemplos 1. As tampas das garrafas foram removidas com
cuidado, com uma agitação mínima das garrafas, e as garrafas
foram dosadas com quantidades desejadas da composição de
Polysorbate 65. As garrafas foram então tampadas novamente ao
utilizar um abridor de tampa de coroa. As garrafas retampadas foram então mantidas em repouso durante toda a noite.
No dia seguinte, as garrafas foram abertas por sua vez e as bebidas despejadas em canecas de plástico de 300 ml tal como descritos acima para o Conjunto de Exemplos 1, e o conteúdo foi pesado. Os resultados são listados abaixo. Concentração de Polysorbate 6 5 Peso da bebida
Controle 17 9,1 g
1,8 mg/l 215,5 g
3,6 mg/l 226,7 g
5.5 mg/l 242'° 9 10,9 mg/l 270'7 9
18.2 mg/l 274'9 9
Β) 0 segundo produto de "alcopop" testado era uma
bebida de açúcar/adoçante misturada de "vodka e cereja" de etiqueta própria de supermercado, contendo 4% de álcool, e fornecida em garrafas de 700 ml, lacradas com uma tampa de rosca. O procedimento utilizou Polysorbate 65 e foi tal como descrito no Conjunto de Exempls 1. Os resultados são listados abaixo.
Concentração de Polysorbate 6 5 Peso da bebida
Controle 161,5 g
2,1 mg/l 267,9 g
3.6 mg/l 276'4 9 7,1 mg/l 284<3 9
14.3 mg/l 292,6 g Observações conclusivas relacionadas aos Conjuntos_de
Exemplos
0 Conjunto de Exemplos 3 sugere que o monolaurato de sorbitan, o monostearato de sorbitan e o monooleato de sorbitan são ineficazes ou inadequados, em qualquer tentativa para resolver os problemas que a presente invenção procura resolver.
Os Conjuntos de Exemplos 1, 2 e 3 sugerem que um éster de ácido graxo de sorbitan requer um segmento de polioxietileno para ser eficaz na presente invenção.
0 Conjunto de Exemplos 3 sugere que um éster de ácido graxo de polietileno glicol, também contendo um * segmento de polioxietileno, pode ser utilizado na presente invenção.
Os Conjuntos de Exemplos 1, 2 e 3 também sugerem que, embora os compostos de Polysorbate tais como Polysorbate 60 com valores de HLB um tanto altos possam ser utilizados com algum benefício, os melhores resultados podem ser obtidos ao utilizar compostos de Polysorbate tais como Polysorbate 65 (Conjuntos de Exemplos 1 e 2) e Polysorbate 85, com valores
de HLB mais baixos.
O Conjunto de Exemplos 3 também sugere que a concentração dos ésteres de PEG necessária para obter um bom efeito de controle da espuma é mais elevada do que a concentração de polissorbatos necessária para obter um bom
efeito de controle da espuma.
Os Conjuntos de Exemplos 1-3 mostram benefícios em bebidas não-alcoólicas (refrigerantes). O Conjunto de Exemplos 4 mostra benefícios em bebidas de frutas alcoólicas ("alcopops").

Claims (16)

1. BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, caracterizada pelo fato de conter um agente de controle de espuma e/ou um agente de controle de dióxido de carbono, em que o agente de controle compreende um éster de ácido graxo de polioxietileno-sorbitan ou um éster de ácido graxo de polietileno glicol.
2. BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que o agente de controle tem um valor de HLB na faixa de 7-16.
3. BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizada pelo fato de que o agente de controle está presente em uma quantidade de 0,01 a 250 mg/l, e preferivelmente de 1 a 100 mg/l.
4. BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, de acordo com qualquer reivindicação precedente, caracterizada pelo fato de que a relação molar entre o óxido de etileno e o éster de ácido graxo no agente de controle é de pelo menos 1 (um) , preferivelmente 2 a 36, e mais preferivelmente de 4 a 7 .
5. BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, de acordo com qualquer reivindicação precedente, caracterizada pelo fato de que a bebida contém um agente adoçante, preferivelmente um adoçante intenso.
6. BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, de acordo com qualquer reivindicação precedente, caracterizada pelo fato de que o agente de controle compreende um éster de ácido graxo de polioxietileno-sorbitan em uma faixa de concentração de0,01 a 100 mg/l, pref erivelmente de 0,1 a 50 mg/l, mais preferivelmente de 1 a 30 mg/l, e ainda mais preferivelmente de 2 a 15 mg/l.
7 . BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, de acordo com qualquer reivindicação precedente, caracterizada pelo fato de que o agente de controle compreende um éster de ácido graxo de polioxietileno- sorbitan que tem um valor de HLB na faixa de 9 a 16, e preferivelmente de 10 a 12.
8. BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, de acordo com qualquer reivindicação precedente, caracterizada pelo fato de que o éster de polioxietileno-sorbitan é selecionado de: Tristearato de polioxietileno-(20)-sorbitan Trioleato de polioxietileno-(20)-sorbitan Monolaurato de polioxietileno-(4)-sorbitan Monostearato de polioxietileno-(2O)-sorbitan Monostearato de polioxietileno-(4)-sorbitan Monooleato de polioxietileno-(20)-sorbitan Monooleato de polioxietileno-(5)-sorbitan.
9. BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, caracterizada pelo fato de que o agente de controle compreende um éster de ácido graxo de polietileno glicol em uma quantidade de 5 a 250 mg/l, e preferivelmente de 50 a 100 mg/l.
10. BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5 ou 9, caracterizada pelo fato de que o agente de controle compreende um éster de ácido graxo de polietileno glicol que tem um valor de HLB na faixa de 7 a 13, e preferivelmente de 7 a 11.
11. BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 5, 9 ou 10, caracterizada pelo fato de que o éster de ácido graxo de polietileno glicol é selecionado de: monooleato de PEG 2 00 monooleato de PEG 3 00 dioleato de PEG 400 monolaurato de PEG 2 00 dilaurato de PEG 3 00 dilaurato de PEG 4 00 monoestearato de PEG 2 00 monoestearato de PEG 3 00 diestearato de PEG 400 diestearato de PEG 600 dioleato de PEG 600.
12. RECIPIENTE LACRADO, caracterizado pelo fato de conter uma bebida carbonatada acidulada de acordo com qualquer reivindicação precedente.
13 . CONCENTRADO PARA UMA BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, conforme definido nas reivindicações 1 a 11, caracterizado pelo fato de que o concentrado é misturado em uso com água e injetado com dióxido de carbono, ou misturado com água carbonatada, para produzir a dita bebida substancialmente no momento de despejar.
14. MÉTODO PARA PRODUZIR UMA BEBIDA, conforme definido nas reivindicações 1 a 11, caracterizado pelo fato de compreender a adição de um dito agente de controle a uma bebida base, ou a um precursor da mesma.
15. MÉTODO PARA REDUZIR A FORMAÇÃO DE ESPUMA E/OU PARA MELHORAR A RETENÇÃO DE DIÓXIDO DE CARBONO EM UMA BEBIDA CARBONATADA ACIDULADA, em que o método é caracterizado pelo fato de compreender a inclusão, na bebida, de um éster de ácido graxo de polioxietileno-sorbitan ou um éster de ácido graxo de polietileno glicol.
16. USO, caracterizado pelo fato de servir a finalidade de reduzir a formação de espuma e/ou melhorar a retenção de dióxido de carbono em uma bebida carbonatada, de um éster de ácido graxo de polioxietileno-sorbitan ou um éster de ácido graxo de polietileno glicol.
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