BRPI0720119A2 - Método para lubrificação de uma correia transportadora - Google Patents

Método para lubrificação de uma correia transportadora Download PDF

Info

Publication number
BRPI0720119A2
BRPI0720119A2 BRPI0720119-2A BRPI0720119A BRPI0720119A2 BR PI0720119 A2 BRPI0720119 A2 BR PI0720119A2 BR PI0720119 A BRPI0720119 A BR PI0720119A BR PI0720119 A2 BRPI0720119 A2 BR PI0720119A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
conveyor belt
lubricant
acid
lubricating
employed
Prior art date
Application number
BRPI0720119-2A
Other languages
English (en)
Inventor
Holger Theyssen
Stefan Grober
Harry Kany
Mark V Clifton
Original Assignee
Johnson Diversey Inc
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Johnson Diversey Inc filed Critical Johnson Diversey Inc
Publication of BRPI0720119A2 publication Critical patent/BRPI0720119A2/pt

Links

Classifications

    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C10PETROLEUM, GAS OR COKE INDUSTRIES; TECHNICAL GASES CONTAINING CARBON MONOXIDE; FUELS; LUBRICANTS; PEAT
    • C10MLUBRICATING COMPOSITIONS; USE OF CHEMICAL SUBSTANCES EITHER ALONE OR AS LUBRICATING INGREDIENTS IN A LUBRICATING COMPOSITION
    • C10M173/00Lubricating compositions containing more than 10% water
    • C10M173/02Lubricating compositions containing more than 10% water not containing mineral or fatty oils
    • C10M173/025Lubricating compositions containing more than 10% water not containing mineral or fatty oils for lubricating conveyor belts
    • BPERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
    • B65CONVEYING; PACKING; STORING; HANDLING THIN OR FILAMENTARY MATERIAL
    • B65GTRANSPORT OR STORAGE DEVICES, e.g. CONVEYORS FOR LOADING OR TIPPING, SHOP CONVEYOR SYSTEMS OR PNEUMATIC TUBE CONVEYORS
    • B65G45/00Lubricating, cleaning, or clearing devices
    • B65G45/02Lubricating devices
    • B65G45/08Lubricating devices for chains
    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C10PETROLEUM, GAS OR COKE INDUSTRIES; TECHNICAL GASES CONTAINING CARBON MONOXIDE; FUELS; LUBRICANTS; PEAT
    • C10MLUBRICATING COMPOSITIONS; USE OF CHEMICAL SUBSTANCES EITHER ALONE OR AS LUBRICATING INGREDIENTS IN A LUBRICATING COMPOSITION
    • C10M141/00Lubricating compositions characterised by the additive being a mixture of two or more compounds covered by more than one of the main groups C10M125/00 - C10M139/00, each of these compounds being essential
    • C10M141/10Lubricating compositions characterised by the additive being a mixture of two or more compounds covered by more than one of the main groups C10M125/00 - C10M139/00, each of these compounds being essential at least one of them being an organic phosphorus-containing compound
    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C10PETROLEUM, GAS OR COKE INDUSTRIES; TECHNICAL GASES CONTAINING CARBON MONOXIDE; FUELS; LUBRICANTS; PEAT
    • C10MLUBRICATING COMPOSITIONS; USE OF CHEMICAL SUBSTANCES EITHER ALONE OR AS LUBRICATING INGREDIENTS IN A LUBRICATING COMPOSITION
    • C10M2207/00Organic non-macromolecular hydrocarbon compounds containing hydrogen, carbon and oxygen as ingredients in lubricant compositions
    • C10M2207/10Carboxylix acids; Neutral salts thereof
    • C10M2207/12Carboxylix acids; Neutral salts thereof having carboxyl groups bound to acyclic or cycloaliphatic carbon atoms
    • C10M2207/125Carboxylix acids; Neutral salts thereof having carboxyl groups bound to acyclic or cycloaliphatic carbon atoms having hydrocarbon chains of eight up to twenty-nine carbon atoms, i.e. fatty acids
    • C10M2207/1253Carboxylix acids; Neutral salts thereof having carboxyl groups bound to acyclic or cycloaliphatic carbon atoms having hydrocarbon chains of eight up to twenty-nine carbon atoms, i.e. fatty acids used as base material
    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C10PETROLEUM, GAS OR COKE INDUSTRIES; TECHNICAL GASES CONTAINING CARBON MONOXIDE; FUELS; LUBRICANTS; PEAT
    • C10MLUBRICATING COMPOSITIONS; USE OF CHEMICAL SUBSTANCES EITHER ALONE OR AS LUBRICATING INGREDIENTS IN A LUBRICATING COMPOSITION
    • C10M2207/00Organic non-macromolecular hydrocarbon compounds containing hydrogen, carbon and oxygen as ingredients in lubricant compositions
    • C10M2207/10Carboxylix acids; Neutral salts thereof
    • C10M2207/12Carboxylix acids; Neutral salts thereof having carboxyl groups bound to acyclic or cycloaliphatic carbon atoms
    • C10M2207/125Carboxylix acids; Neutral salts thereof having carboxyl groups bound to acyclic or cycloaliphatic carbon atoms having hydrocarbon chains of eight up to twenty-nine carbon atoms, i.e. fatty acids
    • C10M2207/126Carboxylix acids; Neutral salts thereof having carboxyl groups bound to acyclic or cycloaliphatic carbon atoms having hydrocarbon chains of eight up to twenty-nine carbon atoms, i.e. fatty acids monocarboxylic
    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C10PETROLEUM, GAS OR COKE INDUSTRIES; TECHNICAL GASES CONTAINING CARBON MONOXIDE; FUELS; LUBRICANTS; PEAT
    • C10MLUBRICATING COMPOSITIONS; USE OF CHEMICAL SUBSTANCES EITHER ALONE OR AS LUBRICATING INGREDIENTS IN A LUBRICATING COMPOSITION
    • C10M2209/00Organic macromolecular compounds containing oxygen as ingredients in lubricant compositions
    • C10M2209/10Macromolecular compoundss obtained otherwise than by reactions only involving carbon-to-carbon unsaturated bonds
    • C10M2209/103Polyethers, i.e. containing di- or higher polyoxyalkylene groups
    • C10M2209/104Polyethers, i.e. containing di- or higher polyoxyalkylene groups of alkylene oxides containing two carbon atoms only
    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C10PETROLEUM, GAS OR COKE INDUSTRIES; TECHNICAL GASES CONTAINING CARBON MONOXIDE; FUELS; LUBRICANTS; PEAT
    • C10MLUBRICATING COMPOSITIONS; USE OF CHEMICAL SUBSTANCES EITHER ALONE OR AS LUBRICATING INGREDIENTS IN A LUBRICATING COMPOSITION
    • C10M2223/00Organic non-macromolecular compounds containing phosphorus as ingredients in lubricant compositions
    • C10M2223/02Organic non-macromolecular compounds containing phosphorus as ingredients in lubricant compositions having no phosphorus-to-carbon bonds
    • C10M2223/04Phosphate esters
    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C10PETROLEUM, GAS OR COKE INDUSTRIES; TECHNICAL GASES CONTAINING CARBON MONOXIDE; FUELS; LUBRICANTS; PEAT
    • C10NINDEXING SCHEME ASSOCIATED WITH SUBCLASS C10M RELATING TO LUBRICATING COMPOSITIONS
    • C10N2040/00Specified use or application for which the lubricating composition is intended
    • C10N2040/38Conveyors or chain belts
    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C10PETROLEUM, GAS OR COKE INDUSTRIES; TECHNICAL GASES CONTAINING CARBON MONOXIDE; FUELS; LUBRICANTS; PEAT
    • C10NINDEXING SCHEME ASSOCIATED WITH SUBCLASS C10M RELATING TO LUBRICATING COMPOSITIONS
    • C10N2050/00Form in which the lubricant is applied to the material being lubricated
    • C10N2050/01Emulsions, colloids, or micelles
    • CCHEMISTRY; METALLURGY
    • C10PETROLEUM, GAS OR COKE INDUSTRIES; TECHNICAL GASES CONTAINING CARBON MONOXIDE; FUELS; LUBRICANTS; PEAT
    • C10NINDEXING SCHEME ASSOCIATED WITH SUBCLASS C10M RELATING TO LUBRICATING COMPOSITIONS
    • C10N2050/00Form in which the lubricant is applied to the material being lubricated
    • C10N2050/015Dispersions of solid lubricants
    • C10N2050/02Dispersions of solid lubricants dissolved or suspended in a carrier which subsequently evaporates to leave a lubricant coating

Landscapes

  • Chemical & Material Sciences (AREA)
  • Chemical Kinetics & Catalysis (AREA)
  • General Chemical & Material Sciences (AREA)
  • Oil, Petroleum & Natural Gas (AREA)
  • Organic Chemistry (AREA)
  • Engineering & Computer Science (AREA)
  • Mechanical Engineering (AREA)
  • Lubricants (AREA)

Description

"MÉTODO PARA LUBRIFICAÇÃO DE UMA CORREIA TRANSPORTADORA" ANTECEDENTES E SUMÁRIO DA INVENÇÃO.
Presente invenção se refere a um método de lubrificação de uma correia transpor- tadora em que um concentrado lubrificante é empregado como um lubrificante seco em um processo de lubrificação a seco. Presente invenção adicionalmente se refere ao uso do con- centrado lubrificante tal como um lubrificante seco, em particular para lubrificação de uma correia transportadora.
Os lubrificantes para correia transportadora conhecidos são empregados em apli- cações em que um bom contato deslizante entre superfícies sólidas, por exemplo vidro e metal, ou plástico e metal, deve ser assegurado. Estas aplicações incluem o enchimento de garrafa e o transporte de plantas, onde os lubrificantes são aplicados nas correias transpor- tadoras para assegurar o transporte sem problemas para as garrafas sobre a correia. Em muitos sistemas conhecidos, um sabão tal como sabão suave à base de potassa é usado como lubrificante.
Como um substituto para os lubrificantes à base de sabão, vários lubrificantes sinté-
ticos para correia transportadora incluem certos compostos de amina são sendo usados. Esses lubrificantes sintéticos foram descritos, por exemplo, na EP-A-1690920, que descreve um concentrado lubrificante contendo um triéster fosfato. O dito concentrado lubrificante contem como componentes adicionais uma amina e um ácido que podem ser um ácido inor- gânico tal como ácido clorídrico, ácido nítrico ou ácido fosfórico ou um ácido orgânico tal como ácido fórmico, ácido acético ou ácido olêico. Devido à presença da amina, o respecti- vo lubrificante não contem o ácido empregado na sua forma livre.
Estes lubrificantes para correia transportadora são geralmente fornecidos como concentrados. As concentrações de uso (ou soluções de uso) de tais concentrados são normalmente preparadas pela aplicação de taxas de diluição típicas de 0,2 a 1,0 % em peso do respectivo concentrado em água, dependendo da exigência de fricção e do tipo de água. Os tais lubrificantes aquosos para correia (solução de uso de base aquosa) possuindo uma concentração de uso dos componentes lubrificantes ativos significativamente menor do que 0,1 % em peso foram satisfatoriamente aplicaram-se por muitos anos. As tais soluções a- quosas de uso também são conhecidas como "lubrificantes molhados".
A Patente WO 01/23504 se refere a tal processo molhado de lubrificação, em que uma composição lubrificante antimicrobiana é usada para tratar ou Iubrificar reservatórios e/ou sistemas transportadores para reservatórios. A composição lubrificante empregada compreende um agente lubrificante e uma quantidade antimicrobianamente eficaz de um composto de fosfônio quaternário. O agente lubrificante compreende um ácido graxo não neutralizado, que pode ser o ácido olêico.
A Patente US-B 6.288.012 se refere a um lubrificante não aquoso para a Iubrifica- ção de reservatórios e sistemas condutores, através do qual o lubrificante substancialmente não aquoso pode incluir lubrificantes naturais, lubrificantes à base de petróleo, óleos sintéti- cos, graxas e lubrificantes sólidos.
A Patente US-A 4.420.578 se refere a uma composição para o revestimento garra- fas de vidro retornáveis compreendendo entre outros de 0 a 50 % em peso de um ácido car- boxílico graxo, por exemplo, misturas de ácidos carboxílicos de corrente longa. Entretanto, a dita composição é empregada para revestimento de garrafas de vidro em vez da lubrificação de uma correia transportadora.
A Patente US-A 2005/0288 191 se refere a uma composição lubrificante para trans- portadora compreendendo pelo menos um lubrificante tal como ácido olêico e pelo menos um protetor para garrafas de PET tais como éter alquílico de ácido carboxílico ou sais do mesmo.
A Patente EP-A 1840196 se refere a uma composição lubrificante para sistemas condutores compreendendo ésteres do ácido fosfórico, éteres carboxilados, água e ácido graxo C6-C22, tal como ácidos olêicos, e/ou álcoois graxos C6-C22.
A Kao Chemicals GmbH (Emmerich, Alemanha) oferece a um concentrado lubrifi- cante sob o nome comercial que AKYPO GENE CL 756 contendo, entre outros componen- tes, ácidos graxos (aproximadamente 10 % em peso) e que são isentos de amina. A Kao também sugere um método para empregar o dito concentrado lubrificante como um Iubrifi- cante molhado, em que o concentrado é diluído a lubrificantes para correia transportadora com concentrações entre 8 e 11 % para formar uma emulsão aquosa. O dito lubrificante diluído de correia transportadora é adicionalmente diluído com água de 0,2 a 0,4 % (solução de uso de base aquosa) para ser finalmente aplicado na correia transportadora como um lubrificante molhado.
A Patente US-A 5.723.418 se refere a uma composição de concentrado lubrificante
contendo uma quantidade lubrificante eficaz de uma amina, um inibidor de corrosão e um tensoativo. Um ácido graxo pode ser acrescentado à dita composição como um agente de neutralização para a obtenção de um valor de pH variando de aproximadamente 5 a 10.
A Patente US-A 5.399.274 se refere a uma composição lubrificante para uso em processos de trabalhos com metal compreendendo um ácido graxo, um álcool aminado e um éster de fosfato. Os ácidos graxos empregados são neutralizados com um álcool amina- do e complexados com um éster de fosfato orgânico para a obtenção de um pH de lubrifi- cante de pelo menos aproximadamente 8. O lubrificante é útil para modelagem, cunhagem, e usinagem de partes metálicas em pó, peças metálicas convencionais ferrosas e/ou não ferrosas.
A Patente US-A 2004/0 241309 se refere a um lubrificante de grau alimentício me- lhorado útil, por exemplo, como óleo hidráulico ou óleo compressor. O lubrificante compre- ende pelo menos um óleo vegetal, pelo menos uma poli(alfa olefina) e pelo menos um antio- xidante.
Entretanto, nenhum dos lubrificantes acima descritos (na maior parte aquosos) é empregado em um processo de lubrificação a seco. A maior parte deles é empregada como soluções de uso e, por isso, como lubrificantes molhados, alguns deles são até usados em aplicações diferentes tais como óleos hidráulicos. A maior parte deles pode conter um ácido graxo, tal como o ácido oléico, como um componente opcional ou até um componente obri- gatório, mas o ácido graxo está presente normalmente na sua forma neutralizada ,devido a componentes adicionais tais como neutralizantes, aminas ou outros componentes quaisquer que provoquem um valor do pH na faixa de variação neutra ou alcalina.
Por outro lado, a aplicação destes lubrificantes aquosos (lubrificantes molhados) tem também resultado em altas taxas de uso de água e resulta em um custo relativamente alto de efluentes para o usuário. Além disso, quando usado como convencionalmente proje- tado, esse lubrificante aquoso flui da superfície da trilha da transportadora tratada com o mesmo, resultando em um resíduo de produtos químicos e água, e causando em um assoa- lho de superfície escorregadia que pode se constituir em um risco para os operadores que trabalham no ambiente imediatamente em torno e nos pisos e em outras superfícies que então necessitam de limpeza.
Para superar as desvantagens acima mencionadas a respeito do emprego de Iubri- ficantes molhados, a Patente WO 01/07544 descreve o uso de uma composição líquida para lubrificação de correias transportadoras bem como um assim chamado "lubrificante seco". A composição líquida é adequada para a produção que um filme lubrificante seco que perma- nece na superfície da respectiva correia transportadora sobre a qual é aplicado (como um líquido) e que conseqüentemente não flui da dita superfície. O líquido é normalmente uma fase aquosa (até 95 % em peso da água) e adicionalmente compreende um óleo de silicone ou outros óleos selecionado de óleos vegetais, óleos minerais e misturas dos mesmos. Os óleos vegetais podem ser o óleo de soja, óleo de palma, óleo de oliva ou óleo de girassol.
Conhece-se bem que os óleos vegetais tais contêm triglicerídios, que são compos- tos formados da uma molécula do glicerol (glicerina, que é um álcool triídrico). Dependendo do óleo vegetal individual, os ácidos graxos diferentes são quimicamente ligados com o gli- cerol. O óleo de oliva, por exemplo, contem triglicerídios consistindo de dois radicais do áci- do olêico e um radical de ácido palmítico quimicamente ligados com a corrente principal de glicerol. Os ditos óleos vegetais também podem conter mono ou diglicerídios, tendo somen- te um ou dois radicais de ácido graxo. Entretanto, os ditos óleos vegetais não contêm quais- quer ácidos graxos livres em uma quantidade significante. Um resumo dos óleos vegetais mais comuns em relação a composição química pode ser encontrado, por exemplo, no arti- go de A. Zamora disponível na Internet (www.scientificpsychic.com, ácidos graxos de ajus- te). Uma informação adicional pode ser obtida da enciclopédia livre da Internet Wikipedia para ácido olêico (www.en.wikipedia.org/wiki/oleic_acid).
A Patente US-A 2005/0 059 564 se refere a uma composição e métodos de Iubrifi- cação de trilhas ou de correias transportadoras contendo pelo menos aproximadamente 25 % em peso de ácido graxo. O processo de lubrificação pode ser opcionalmente realizado como uma lubrificação a seco. Em uma modalidade, o ácido graxo pode estar presente na sua forma livre. Entretanto, a composição lubrificante necessita da presença de componen- tes obrigatórios tais como neutralizantes ou polímeros de polialquileno glicol. Como são em- pregados os componentes de neutralizantes tais como aminas ou hidróxidos de metais alca- linos, é causado um aumento do respectivo valor do pH para a faixa de variação alcalina. Por conseqüência, o respectivo concentrado lubrificante não contem qualquer ácido graxo na sua forma livre. Uma divulgação semelhante pode ser encontrada nas Patentes US-B 6.427.826, US-B 6.673.753 e US-B 6.855.676. Em nenhum lugar, dentro da descrição dos ditos documentos, é empregado um processo de lubrificação a seco como uma forma op- cional de lubrificação de uma correia transportadora, um método tal como o divulgado, em que um concentrado lubrificante contendo pelo menos um ácido graxo livre e pelo menos um inibidor de corrosão como lubrificante seco.
Uma vantagem principal do método da lubrificação a seco é a redução drástica do volume do respectivo líquido, que é empregado para lubrificação. Em uma lubrificação a seco normal de uma correia transportadora, aproximadamente de 1,5 a 20 ml/h do respecti- vo lubrificante são aplicados na correia transportadora (como lubrificante seco), ao passo que no caso da lubrificação molhada, aproximadamente de 10 a 30 l/h de uma solução a- quosa têm que ser aplicados na mesma correia transportadora. Os volumes dos respectivos lubrificantes líquidos a serem empregados na correia transportadora normalmente se dife- renciam pelo fator de 1.000 para 10.000 (lubrificação molhada contra a lubrificação a seco).
Entretanto, o método da lubrificação a seco tal como descrito, por exemplo, na WO 01/07544 se associa também a algumas desvantagens especialmente devido ao emprego de lubrificantes secos contendo óleos vegetais, em particular óleos minerais, um chamado enegrecimento é observado sobre a superfície do fundo dos reservatórios a serem transpor- tados na correia transportadora. Este enegrecimento muitas vezes é causado pela sujeira normalmente presa na superfície do reservatório, especialmente no caso de transpor- te/reechimento de reservatórios usados ou pelo uso de, por exemplo, vidro ou metal origina- dos dos objetos a serem transportados na correia transportadora. Uma fonte adicional de sujeira na correia transportadora são frações de líquidos tais como cerveja ou bebidas con- tendo açúcar, que não foram abastecidos no reservatório durante o respectivo processo de (re)enchimento, mas que fluem para a superfície externa do respectivo reservatório sobre a correia transportadora. O problema de enegrecimento normalmente ocorre somente no caso de um processo de lubrificação a seco, mas não durante um processo molhado de Iubrifica- ção.
Como é difícil remover a dita mistura de sujeira e óleo do óleo ou, especialmente, de mineral vegetal, da correia transportadora para evitar o enegrecimento, todo o sistema de correia transportadora tem para ser parado de vez em quando para executar uma etapa adi- cional de limpeza. Esta limpeza é normalmente executada empregando composições deter- gentes alcalinas fortes contendo tensoativos porque as misturas de sujeira e óleo empre- gando óleos minerais podem ser somente insuficientemente retiradas por composições de- tergentes aquosas normais. Se o filme lubrificante esgotado não for completamente retirado da correia transportadora, o problema de enegrecimento não é resolvido. Além disso, o novo filme lubrificante é formado incompletamente causando problemas em relação aos objetos a serem transportados. Depois da limpeza, um tempo adicional deve ser suficientemente gas- to na (re)aplicação do lubrificante na respectiva correia transportadora (assim chamada fase inicial) até que o sistema inteiro possa ser operado sem quaisquer problemas a respeito do transporte dos reservatórios.
Desse modo, o objetivo da presente invenção deve fornecer um novo método de lubrificação a seco para uma correia transportadora.
O objetivo é atingido por um método de lubrificação de uma correia transportadora, em que um concentrado lubrificante, contendo pelo menos 0,1 % em peso de pelo menos um ácido graxo livre e pelo menos um inibidor de corrosão, é empregado como um lubrifi- cante seco em um processo de lubrificação a seco.
DESCRIÇÃO DETALHADA.
Uma vantagem principal do método de acordo com a presente invenção consiste em que a lubrificação excelente é fornecida nos correias transportadoras (devido à baixa fricção) durante o processo de lubrificação a seco. O método de acordo com a presente in- venção fornece uma lubrificação excelente independente do tipo/qualidade do objeto a ser transportado ou do material da correia transportadora. Os objetos a serem transportados podem ser parcialmente ou completamente feitos de vidro, metal, caixa, ou plásticos, e a correia transportadora pode ser parcialmente ou completamente feita de aço ou de plástico. O método de acordo com a presente invenção fornece uma lubrificação excelente para o transporte de, por exemplo, garrafas de vidro em correias transportadoras de aço inoxidável. O transporte de objetos a serem cheios e, em particular, a serem novamente cheios em cor- reias transportadoras, onde nem o objeto a ser transportado nem a própria correia transpor- tadora é parcialmente ou completamente feita de plástico, tem sido bastante complicado, por enquanto. O método de acordo com a presente invenção fornece uma lubrificação melhora- da para o transporte de objetos usados feitos do vidro em correias transportadoras de aço inoxidável. Além disso, uma lubrificação suficiente é mantida por um período de tempo consi- derável durante uma etapa de lavagem subseqüente (sem acrescentar adicionalmente o lubrificante). Isto também é vantajoso, já que a operação da correia transportadora não pode ser interrompida ou somente por um período de tempo muito pequeno para retirada da sujei- ra da correia transportadora para evitar o enegrecimento. Em contraste com os lubrificantes secos a base de óleo, especialmente em óleos minerais, os concentrados lubrificantes con- tendo ácidos graxos livres de acordo com a presente invenção mostram uma compatibilida- de superior com a água, sobretudo quando empregado como uma emulsão contendo o áci- do graxo livre, água e um emulsificante ou quando empregado como uma solução do ácido graxo livre em um solvente orgânico.
Outra vantagem do método de acordo com a presente invenção consiste em que devido à combinação de um ácido graxo livre e um inibidor de corrosão, as corrosões da correia transportadora, adicionalmente do equipamento transportador e/ou do objeto a ser transportado, podem ser reduzidas. Isto é, por exemplo, o caso quando os objetos feitos da placa de estanho são transportados em uma correia transportadora, mesmo se a correia transportadora for feito de aço inoxidável. A combinação de um ácido graxo livre e um inibi- dor de corrosão tem o efeito adicional de um enegrecimento reduzido nos objetos a serem transportados.
Como o concentrado lubrificante contém o ácido graxo na sua forma livre, o valor do pH do respectivo concentrado está normalmente na faixa de variação ácida, preferivel- mente em uma faixa de variação do pH de 1 a 3. Isto é uma vantagem, já que muitos con- centrados lubrificantes de acordo com o estado da técnica (ou as respectivas soluções de uso dos mesmos) está na faixa de variação neutra ou alcalina. Tais concentrados lubrifican- tes normalmente contêm adicionalmente aditivos tais como neutralizantes (aminas ou hidró- xido alcalino), agentes quelantes tais como EDTA, polímeros tais como polialquileno glicol ou óleos minerais tais como os óleos de base de silicone que opcionalmente podem ser fluo- rados. Os concentrados lubrificantes empregados dentro do método de acordo com a pre- sente invenção não precisam de conter os aditivos anteriormente mencionados como com- ponentes adicionais, já que eles se associam também com desvantagens. Os agentes que- Iantes tais como EDTA são usados para evitar a formação de sabão de cal na correia trans- portadora. A formação do sabão de cal sobre uma correia transportadora normalmente ocor- re empregando uma condição de lubrificação de neutra para alcalina. A formação de sabão de cal tem o efeito colateral negativo de que ele reduz drasticamente ou até pára a lubrifica- ção da respectiva correia transportadora. O emprego de agentes quelantes tais como EDTA tem o efeito colateral negativo que eles não são prontamente biodegradáveis. Devido à pre- sença do ácido graxo livre e também do inibidor de corrosão e os ácidos orgânicos opcio- nalmente contidos, os concentrados lubrificantes empregados da presente invenção estão na faixa de variação ácido do espectro do pH e nenhuma formação do sabão de cal ocorre, oi adição, a faixa de variação do pH bastante baixo do concentrado lubrificante provoca um efeito biostático e nenhum crescimento de bactérias ou alimento os parasitas e/ou médios ocorrem. Adicionalmente a estabilização do respectivo concentrado lubrificante é obtida em- pregando outro ácido, tal como ácido acético.
Adicionalmente a vantagem consiste em que o concentrado lubrificante contendo pelo menos um ácido graxo livre e um inibidor de corrosão pode ser empregado tanto como lubrificante seco e como lubrificante molhado. Isto permite uma combinação de métodos de ambos no mesmo sistema de correia transportadora. Por exemplo, o reenchimento de um reservatório de vidro usado consiste de várias etapas individuais, pelos quais o dito reserva- tório de vidro é transportado sobre uma correia transportadora a seções individuais integra- das na correia transportadora para executar as etapas individuais (tal como lavagem, en- chimento ou rotulagem de garrafa). É, desse modo, possível executar algumas etapas indi- viduais que empregam um lubrificante seco, e durante as uma ou várias das etapas indivi- duais um lubrificante molhado é empregado. Esta opção está, por exemplo, uma vantagem em relação à etapa de embalagem final durante o reenchimento de um reservatório de vidro, quando o enegrecimento da superfície de fundo do reservatório dito pode ser evita- do/minimizado devido ao emprego de uma lubrificação molhada no fim do processo de re- enchimento.
Alternativamente, a lubrificação de partes ou a correia transportadora inteiro pode
ser realizada como lubrificação molhada para certos intervalos de tempo para fornecer a limpeza fácil da respectiva correia transportadora e o cancelamento do enegrecimento da superfície de fundo do objeto a ser transportado. Isto significa, que a operação da respectiva correia transportadora não pode ser interrompida em absoluto para executando a etapa de limpeza. Em vez disso, a operação do sistema inteiro pode ser continuada trocando sim- plesmente o modo da lubrificação da secam a lubrificação à lubrificação molhada e vice- versa.
O termo "lubrificante seco" com relação a presente invenção significa que o lubrifi- cante empregado é aplicado na respectiva correia transportadora em um modo que o res- pectivo lubrificante permanece na superfície da dita correia transportadora completamente ou pelo menos substancialmente. O resto substancialmente significa que não mais do que % em volume do lubrificante empregado são idos a respectiva correia transportadora. Por causa da claridade, é indicado que o próprio lubrificante seco é normalmente empregado como um líquido, por exemplo, como uma emulsão ou uma solução. O processo (método) ligado com a aplicação do dito lubrificante seco é definido como "lubrificação a seco (pro- cesso)". Preferivelmente, o concentrado lubrificante é acrescentado dentro de um processo de lubrificação a seco de acordo com a presente invenção em uma proporção de 1,5 a 20 ml/h, em particular de aproximadamente 5 ml/h, na respectiva correia transportadora (por trilha de correia transportadora dependendo do tamanho normal de 5 a 20 m, preferivelmen- te aproximadamente 12 m).
O termo "lubrificante molhado" com relação a presente invenção significa que o respectivo lubrificante é aplicado sobre a superfície de uma correia transportadora em um modo que uma quantidade significante do lubrificante empregado ou o líquido contendo o lubrificante flui para fora da superfície da respectiva correia transportadora. Preferivelmente, pelo menos 30 % de volume da quantidade empregada de fluxos líquidos de, mais preferi- velmente pelo menos 50 % por volume, em particular pelo menos 90 % por volume. Preferi- velmente, o lubrificante é acrescentado dentro de um processo molhado de lubrificação em uma proporção de 1,5 a 20 l/h na respectiva correia transportadora (por tamanho de trilha de correia transportadora / tamanho normal).
O termo "concentrado lubrificante" com relação a presente invenção significa que o respectivo lubrificante contém um ácido graxo livre ou uma mistura de dois ou mais ácidos graxos livres em uma quantidade de pelo menos 0,1 % em peso e pelo menos um inibidor de corrosão. O concentrado lubrificante pode conter componentes adicionais incluindo sol- ventes aquosos ou orgânicos, resultando em um total de 100 % em peso (soma de ácidos graxos livres e componentes adicionais).
O termo "solução de uso (de um lubrificante)" com relação a presente invenção sig- nifica que a quantidade de um ácido graxo livre ou uma mistura de dois ou mais ácidos gra- xos livres contidos dentro do respectivo lubrificante são abaixo 0,1 % em peso, preferivel- mente abaixo de 0,01 % em peso. Normalmente uma solução de uso de um lubrificante é obtida diluindo o respectivo concentrado lubrificante com um solvente, preferivelmente com a água, por um fator de 1.000 para 10.000. Posteriormente, o método de lubrificação de uma correia transportadora de acordo
com a presente invenção é explicado detalhadamente.
O concentrado lubrificante empregado como lubrificante seco (em um processo de lubrificação a seco) contém como um primeiro componente pelo menos um ácido graxo livre. O ácido graxo livre pode ser qualquer ácido graxo conhecido de uma pessoa versada. Prefe- rivelmente, o ácido graxo livre é um ácido graxo-C8-C22 tal como ácido cáprico, ácido láurico, ácido mirístico, ácido palmítico, ácido esteárico, ácido olêico ou ácido linolêico. O ácido gra- xo pode ser um ácido graxo saturado, um ácido graxo mono-insaturado ou um ácido graxo polinsaturado.
O mais preferivelmente, o ácido graxo livre é ácido olêico. O termo "ácido graxo livre" com relação a presente invenção significa que o grupo
funcional ácido (grupo carboxílico) do respectivo ácido graxo não é bloqueado por, ou reage com, outro componente qualquer do respectivo lubrificante. Preferivelmente, o respectivo 10
15
20
lubrificante não contém íons contrários quaisquer que possam bloquear e/ou reagir com o grupo carboxílico do respectivo ácido graxo. Particularmente, o respectivo lubrificante não contém substancialmente íons catiônicos quaisquer ou outros componentes catiônicos que possam atuar como um íon contrário do grupo carboxílico. Além disso, o respectivo concen- trado lubrificante é preferível mente sem quaisquer aminas.
Se o concentrado lubrificante contiver outros componentes quaisquer, que puderem bloquear ou reagir com o grupo funcional ácido do ácido graxo livre empregado, a quantida- de do ácido graxo empregado no concentrado lubrificante de acordo com a presente inven- ção tem que ser elevada a um nível, que atinja uma concentração de pelo menos 0,1 % em peso do ácido graxo livre. Os métodos para a detecção da quantidade dos ácidos graxos livres contidos em uma composição, tal como um concentrado lubrificante, são conhecidos na técnica.
O concentrado lubrificante geralmente contém pelo menos um ácido graxo livre ou uma mistura de dois ou mais ácidos graxos livres em uma quantidade de pelo menos 0,1 % em peso, preferivelmente em uma quantidade de 0,1 a 25 % em peso, mais preferivelmente em uma quantidade de 0,3 a 5 % em peso.
Em uma modalidade da presente invenção um concentrado lubrificante é emprega- do contendo 0,1 a 25 % em peso de pelo menos um ácido graxo livre e 5 para 95 % em pe- so de água, preferivelmente de água deionizada, e adicionalmente pelo menos 0,1 % em peso de um inibidor de corrosão.
O concentrado lubrificante adicionalmente contém como um segundo componente pelo menos um inibidor de corrosão. Os inibidores de corrosão preferidos são ésteres do ácido fosfórico (ésteres de fosfato), que podem conter o derivado de fragmentos do oxido de etileno (EO) tal como ésteres do oleil-3EO fosfato.
Em geral o éster de fosfato tem a fórmula OP(OX)3 onde X é independentemente H ou R e R pode representar um grupo aril ou alquil. Preferivelmente, o éster de fosfato é pelo menos um composto possuindo as fórmulas (I) ou (II)
O
R
\
OH
RO(CH2CH2O)i
π
ou
OH
m onde R é qualquer grupo alquil ou alquüaril; o η pode ser (independentemente de outro) igual a um valor de 1 a 10. Dentro de fórmulas (I) ou (II), o R pode ter o mesmo ou uma significação diferente, Se R estiverem presente mais do que uma vez. Preferivelmente, os ésteres de fosfato não contêm íons quaisquer tais como Na ou Κ. O alquil pode ser por exemplo alquil-CrC2, o aril pode ser fenil. Em uma modalidade da presente invenção, uma mistura de pelo menos um composto da fórmula (I / diéster) e pelo menos um composto da fórmula (II / monoéster) é empregada. A proporção do diéster parra o monoéster dentro de dita mistura é de 1:4 a 4:1 [% em peso/% em peso], preferivelmente aproximadamente 1:1 [% em peso/% em peso], Em uma modalidade preferida da presente invenção, o éster de fosfato é pelo menos um diéster de acordo com fórmula (I). O diéster pode conter até 10 % em peso do respectivo monoéster (como um subproduto).
Os exemplos preferidos de ésteres de fosfato de acordo com fórmulas (I) ou (II) são éster de alquil (C16-Ci8)-0-5EO-fosfato (mistura de mono e diestester), éster de (cetil-oleil)- 0-4EO-fosfato (mistura de mono e diestester), éster de alquil(C12-C14)-0-4EO-fosfato (mistu- ra de mono e diestester), éster de alquil(Ci3-C15)-0-3EO-fosfato, éster de alquil(C13-C15)-0- 7EO-fosfato, éster de oleil-0-4EC> fosfato (mistura de mono e diestester), éster de Iauril-O- 4EO-fosfato e éster de alquil-C17-0-6E0 fosfato (mistura de mono e diéster, preferivelmente em uma proporção de 5,5:4,5). Dentro dos ditos ésteres de fosfato, um termo tal como "(C16- Ci8)" significa que o respectivo resíduo de alquilas pode variar no seu comprimento de cor- rente de C16 a C18 ou uma mistura dos ditos resíduos de alquilas do respectivo comprimento de corrente são empregados. O mesmo aplica-se a termos tais como "(cetil-oleil)". Os ditos ésteres de fosfato preferidos estão comercialmente disponíveis sob o nome comercial de Phospholan PE 65 (Akzo Nobel), Maphos 54P (BASF), Maphos 74P (BASF), Maphos 43T (BASF), Maphos 47T (BASF), libra de Lubrhophos 400 (Ródios), Lubrhophos RD-510 (Ró- dios) e Lakeland PAE 176 (Lakeland). Mais preferivelmente, os ésteres de fosfato de acordo com fórmula (I) ou (II) contêm um fragmento de alquil (C12-C18) e de 3 a 6 fragmentos EO.
A presença de um inibidor de corrosão dentro do concentrado lubrificante emprega- do na presente invenção está ligada com as vantagens do fornecimento propriedades anti- corrosivas, efeitos emulsificantes, redução o valor do pH a um faixa de variação de preferi- velmente 1 para 3 e também redução do enegrecimento durante um processo de Iubrifica- ção a seco.
Uma classe adicional de inibidores de corrosão preferidos são os ácidos carboxíli- cos alcoxilados, que são também conhecidos como ácidos alquilétercarboxílicos e são áci- dos carboxílicos saturados ou insaturados contendo um ou vários grupos de éter ou mistu- ras dos mesmos. O alcoxilado é preferivelmente etoxilado e significa que o respectivo com- posto etoxilado contém um ou vário derivados de fragmentos de óxido de etileno (Fragmento EO). 3EO significa que o respectivo composto contém 3 derivado de fragmentos de óxido de eíiieno. Esta definição também se aplica aos compostos abaixo ou acima mencionados tais como álcoois graxos alcoxilados, ésteres alcoxilados ou ésteres de fosfato alcoxilados.
Os ácidos carboxílicos etoxilados preferidos contêm um fragmento alquil-C4-Ci8 e de 1 a 6, preferivelmente de 3 a 6, fragmentos EO. Alquil-C4-C18 significa que o respectivo fragmento contém de 4 até 18 átomos de carbono, que formar um resíduo de alquilas ou uma mistura dos pelo menos dois resíduos de alquilas dentro da faixa de variação indicado é empregada. Normalmente, os ácidos carboxílicos etoxilados são empregados como mistu- ras de dois mais ácidos, tais como ácido alquiléter-(Ci6-Ci8) carboxílico. Os exemplos prefe- ridos de ácidos carboxílicos etoxilados são o ácido C12-alquil-4EO-carboxílico, ácido alquil (C16-C18)-2EO-carboxílico, ácido alquil (Ci6-Ci8)- 5EO-carboxílico, ácido alquil (C16-C18)- 10,5EO-carboxílico ou ácido alquil (C4-C8)-8EO-carboxílico. Mais preferivelmente, o ácido carboxílico etoxilado é o ácido alquil C12-4EO-carboxílico. Os ácidos carboxílicos etoxilados estão comercialmente disponíveis, por exemplo, pela Kao Chemicals GmbH (Emmerich, Alemanha) sob os nomes comerciais Akypo RLM 25, Akypo RO 20, Akypo RO 50, Akypo RO 90, Akypo RCO 105 ou Akypo LF2. Em uma modalidade preferida da presente invenção, os ésteres carboxílicos etoxilados contêm fragmentos de alquilas (C12-C18) e 3 a 6 fragmento EO. Os exemplos são ácido alquil-C12-4EO-carboxílico, ou ácido alquil (C16-C18)- 5E0- carboxílico.
Em uma modalidade da presente invenção, o inibidor de corrosão é pelo menos um éster de fosfato e pelo menos um ácido carboxílico alcoxilado. Em outra modalidade da pre- sente invenção, o inibidor de corrosão é pelo menos um éster de fosfato, em um modalidade adicional da presente invenção, o inibidor de corrosão é pelo menos um ácido carboxílico alcoxilado.
O concentrado lubrificante geralmente contém pelo menos um inibidor de corrosão em uma quantidade de pelo menos 0,1 % em peso, preferivelmente em uma quantidade de 0,1 a 25 % em peso, mais preferido em uma quantidade de 0,1 a 9,0 % em peso.
Além do ácido graxo livre, do inibidor de corrosão e opcionalmente da água, o con- centrado lubrificante pode conter um ou vários componentes adicionais conhecidos por uma pessoa versada tal como tensoativos, emulsificantes, ácidos tais como ácidos orgânicos fortes ou débeis, por exemplo, ácidos carboxílicos saturados ou insaturados contendo um ou vários grupos de éter, solventes, ou álcoois graxos. Os componentes opcionais bem como o inibidor de corrosão são escolhidos em um modo que eles não impedem a disponibilidade livre do grupo carboxílico do ácido graxo livre. Os componentes opcionais são também esco- lhidos em um modo que eles são compatíveis um com outro, por exemplo, em relação à sua miscibilidade.
Os exemplos tensoativos para adequados podem ser encontrados em WO 01/07544 ou US-B 6.427.826. Os tensoativos preferidos incluem ácido alquilbenzenossulfô- nico, ácidos carboxíücos, ácidos alquüfosfóricos e seus sais de cálcio, sódio e magnésio, derivados ácidos polibutenilsuccínicos, tensoativos de silicone, fluorotensoativos, e molécu- las contendo grupos polares anexados a uma corrente de hidrocarboneto alifática solúvel em óleo. Se estável e existente, os tensoativos preferidos acima indicados são empregados na sua forma ácida e não como sais. Os tensoativos são usados em uma quantidade para fornecer resultados desejados. Esta quantidade pode variar de O a aproximadamente 30, preferivelmente aproximadamente 0.5 a aproximadamente 20 % em peso para o componen- te individual, baseado no peso total da composição.
Os emulsificantes (agentes de emulsificação) são também conhecidos por uma pessoa versada, eles podem compreender compostos, que também pode ser empregados como solventes (orgânicos) ou tensoativos. Os emulsificantes preferidos de acordo com a presente invenção são álcoois graxos alcoxilados, os ésteres alcoxilados, os álcoois graxos ou os ésteres de fosfato que são opcionalmente alcoxilados.
Os álcoois graxos preferidos são o álcool cetílico ou o álcool oleílico, o álcool em particular cetílico (1-hexadecanol). Os álcoois graxos alcoxilados são álcoois graxos preferi- velmente etoxilados. Os álcoois graxos etoxilados adequados como emulsificantes estão comercialmente disponíveis de BASF AG (Ludwigshafen, Alemanha) sob os nomes comer- ciais Lutensol XL-Série (tal como XL 70), Emulan EL, Emulan NP 2080, Emulan OC, Emulan OG, Emulan OP25, ou Emulan OU. Os exemplos preferidos de álcoois graxos etoxilados são RO (C2H4O) XH com R = C10H2I e χ = 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 14.
Os ésteres alcoxilados são ésteres preferivelmente etoxilados. Os ésteres etoxila- dos são ésteres dos ácidos carboxíücos contendo um ou vários grupos de éter (fragmentos de EO) dentro do fragmento de éster derivou de o álcool correspondente. Os ésteres etoxi- lados preferidos são ésteres de ácido graxo etoxilados, ésteres em particular etoxilados do ácido olêico, que é comercialmente disponível de BASF AG sob o nome comercial Emulan A.
Em uma modalidade preferida da presente invenção, o concentrado lubrificante adi- cionalmente contém pelo menos um ácido. Este ácido não cai sob as definições de um ácido graxo (livre) como indicado acima. Preferivelmente, este ácido é ácidos orgânicos selecio- nado de fortes ou fracos, incluir ácidos carboxíücos alcoxilados.
Mais preferivelmente, este ácido é um ácido orgânico fraco tal como propiônico, gIi- cólico, glucônico, ácido cítrico, acético ou fórmico, ácido em particular acético. A presença de ácido dito (adicional) dentro do concentrado lubrificante realiza um melhor ajuste de um valor de pH mais baixo do concentrado lubrificante, preferivelmente um valor do pH de de 1 a 3, em particular 2. Se presença, a concentração de ácido dito (adicional) é uma quantida- de de pelo menos 0,1 % em peso, preferivelmente em uma quantidade de 0,1 a 25 %, mais preferivelmente 0,1 a 5.0 % em peso. O concentrado lubrificante empregado no processo de !ubrificação a seco de acor- do com a presente invenção preferivelmente tem um valor do pH de de 1 a 3, em particular 2. Entretanto, o valor de pH pode até ser abaixo 1 ou acima 3. Se o concentrado lubrificante for adicionalmente diluído, por exemplo, se um processo de lubrificação a seco for combina- do com um processo molhado de lubrificação, então a solução de uso (concentrado lubrifi- cante diluído com, por exemplo, água) normalmente tem um valor do pH em uma faixa de variação de 5,5 a 7,5, preferivelmente 7.
Em outra modalidade da presente invenção, um concentrado lubrificante é empre- gado contendo 0,1 a 25 % em peso de pelo menos um ácido graxo livre, 0,1 a 25 % em pe- so, preferivelmente 0,1 a 9,0 % em peso de pelo menos um inibidor de corrosão, 0,1 a 25 % em peso, preferivelmente 0,1 a 5,0 % em peso de pelo menos um ácido e 5 para 95 % em peso de água e/ou pelo menos um solvente orgânico. Os solventes orgânicos preferidos são éteres glicóis, em particular dipropileno éter glicolmetil, que é comercialmente disponível sob o nome comercial Dovanol DPM de Produtos químicos de Dow. Opcionalmente, as misturas de água e pelo menos um solvente orgânico também
pode ser empregadas. Se o concentrado lubrificante contém um solvente orgânico, preferi- velmente mais do que 10 % em peso, disse que o concentrado é preferivelmente aplicado sobre a correia transportadora como uma solução (clara) e/ou descontinuamente.
Em uma modalidade preferida da presente invenção, um concentrado lubrificante é empregado contendo de 0,1 a 25 % em peso de pelo menos um ácido graxo livre, de 0 a 95 % em peso de água, de 0,1 a 95 % em peso de pelo menos um emulsificante, de 0 a 25 % em peso de pelo menos um ácido, de 0 a 30 % em peso de pelo menos um componente adicional, preferivelmente um tensoativo e de 0,1 a 25 % em peso de pelo menos um inibi- dor de corrosão. Preferivelmente, o concentrado lubrificante é aplicado sobre a correia transportadora como uma emulsão e/ou descontinuamente.
Em outra modalidade preferida da presente invenção, um concentrado lubrificante é empregado em que a quantidade de óleos vegetais, em particular óleo de colza, óleo de soja, óleo de palma, óleo de oliva ou óleo de girassol, é abaixo 20 % em peso, mais preferi- velmente abaixo 10 % em peso, muito mais preferivelmente abaixo 5 % em peso e o mais preferivelmente abaixo 1 % em peso.
Em uma modalidade da presente invenção, um concentrado lubrificante é empre- gado que não contém o neutralizante qualquer em uma quantidade substancial. Em uma quantidade substancial com relação a neutralizantes bem como o em baixo de óleos mine- rais indicados, os polímeros de polialquileno ou agentes complexantes significam que o neu- tralizante não está presente em absoluto dentro do concentrado lubrificante empregado ou a sua concentração é em baixo de uma quantidade de 0.05 % em peso, preferivelmente 0.01 % em peso do concentrado lubrificante. Exemplos para os neutralizantes (neutralizando a- gentes) são o hidróxidos de metais alcaünos ta! um hidróxido de potássio e hidróxido de só- dio, amônia, tampões tais como carbonato de sódio, carbonato de potássio ou fosfato de sódio, aminas de alquilas, tais como aminas primárias, secundárias, terciárias ou aminas de alcanol e aminas tais como as alquilas graxas substituíram aminas.
Em outra modalidade da presente invenção, um concentrado lubrificante é empre-
gado que não contém um polímero de polialquileno glicol em uma quantidade substancial. Os polímeros de polialquileno glicol tais incluem polímeros de óxido de alquileno ou deriva- dos e misturas ou combinações dos mesmos, normalmente tendo um peso molecular de pelo menos 1000 até aproximadamente centenas de milhares. Os polímeros de polialquileno glicol tais são divulgados, por exemplo, em US-B 6.855.676.
Em outra modalidade da presente invenção, um concentrado lubrificante é empre- gado, que não contém agentes quelantes em uma quantidade substancial, os agentes que- Iantes oi particulares, tais são ácido etileno diamino tetracético (EDTA) ou sais dos mesmos, em particular disodium ou sal tetrasodium, iminodisuccinic sal de sódio ácido, trans- monohidrato ácido tetracético 1,2-diaminocyclohexane, di etileno triamine pentacético ácido, sal de sódio de ácido acético nitrilotri, pentasodium o sal do ácido N-hidroxietileno diamina triacético, sal trisódico de N,N-di (beta - hidroxietil) glicina, ou sal de sódio do glicoeptenoato de sódio.
Em outra modalidade da presente invenção, um concentrado lubrificante é empre- gado, que não contém óleos minerais quaisquer em uma quantidade substancial. Óleos mi- nerais dentro de presente invenção compreender também óleos de base de silicone, óleos florados e graxas fluoradas disponíveis sob a marca de comércio " Krytox " de Produtos químicos de DuPont e outros óleos sintéticos.
O concentrado lubrificante pode ser preparado como conhecido na técnica, por e- xemplo, misturando os componentes individuais na ordem qualquer. Entretanto, o lubrifican- te concentra-se de acordo com a presente invenção também pode ser preparado diluindo um primeiro concentrado contendo pelo menos um ácido graxo livre (e um inibidor de corro- são) com um solvente tal como água sob a prescrição que a mistura obtida ainda contenha 0,1 % em peso de pelo menos um ácido graxo livre ou de uma mistura de dois ou mais áci- dos graxos livres.
O método de acordo com a presente invenção pode ser empregado em sistemas de correia transportadora convencionais quaisquer (unidades) conhecidas a uma pessoa ver- sada na técnica. O sistema de correia transportadora, em particular as correntes e trilhas, pode ser parcialmente ou completamente feito do material qualquer conhecido na técnica tal como aço, em particular aço inoxidável, ou plástico. A correia transportadora tal (instala- ções) é amplamente usado por exemplo no alimento e/ou indústria de bebida, por exemplo, para a limpeza, enchimento ou encher novamente de reservatórios tais como garrafas. Nor- malmente, um sistema de correia transportadora contém várias correias transportadoras individuais (seções de correia transportadora).
O objeto a ser transportado na respectiva correia transportadora pode ser objeto qualquer conhecido por uma pessoa versada ser empregado neste aspecto, tal como reser- vatórios, em particular garrafas, latas ou cartões. O objeto dito pode ser parcialmente ou completamente feito do material qualquer tal como metal, o vidro, caixa ou plástico, preferi- velmente fez de vidro ou plástico. Os artigos plásticos preferidos ou os reservatórios são feitos do tereftalato de polietileno (PET), naftalato de polietileno (PEN), policarbonato (PC) ou cloreto de polivinila (PVC). Em uma modalidade da presente invenção a correia transportadora é parcialmente
ou completamente feito do aço, em particular aço inoxidável, e/ou o objeto transportado na correia transportadora é parcialmente ou completamente feito do vidro, em particular uma garrafa de vidro. Esta modalidade da presente invenção é preferivelmente empregada em um processo que para enche e em particular para enche novamente objetos tais. No método de acordo com presente invenção, o concentrado lubrificante emprega-
do como um lubrificante seco pode ser aplicado sobre a respectiva correia transportadora pelo método qualquer conhecido no estado da técnica. O WO 01/07544 fornece um resumo de modos potenciais de aplicar-se o lubrificante concentram sobre a superfície (superior) da correia transportadora. Como um aplicador um bocal de borrifo, uma bomba de diafragma medida, um aplicador de escova ou um assim chamado bruxuleio podem ser empregados. O concentrado lubrificante pode ser aplicado continuamente ou preferivelmente descontinu- amente. Por exemplo, o concentrado lubrificante pode ser descontinuamente aplicado sobre os correias transportadoras alisam todo cinco minutos, vinte minutos ou até todo 24 horas, dependendo dos objetos a serem transportados. Em uma modalidade da presente invenção, o concentrado lubrificante contendo pe-
lo menos um ácido graxo livre e um inibidor de corrosão é empregado (somente) em pelo menos uma seção da correia transportadora (sistema) como um lubrificante seco. Nesta modalidade uma solução de uso de um lubrificante é empregada como um lubrificante mo- lhado no resto (pelo menos um) as seções do mesma correia transportadora (sistema). Pre- ferivelmente, a solução de uso de um lubrificante empregado como um lubrificante molhado nas seções restantes da correia transportadora é feita de um concentrado lubrificante con- tendo pelo menos um ácido graxo livre e um inibidor de corrosão. Mais preferivelmente, o concentrado lubrificante a ser empregado como lubrificante seco e a solução de uso de um lubrificante empregado como um lubrificante molhado é feito de o mesmo concentrado Iubri- ficante.
Em outra modalidade da presente invenção, uma etapa de enxágue (lavando etapa) com a água é temporariamente realizada (em ou para) pelo menos um ou até todas das se- ções individuais da correia transportadora (sistema), sobre que um concentrado lubrificante é aplicado como um lubrificante seco. A etapa de enxágue é realizada para um certo perío- do de tempo, preferivelmente para 10 até 30 minutos. Posteriormente, o concentrado lubrifi- cante contendo 0,1 % em peso de pelo menos um ácido graxo livre e um inibidor de corro- são pode ser novamente aplicado sobre a respectiva correia transportadora (seções) como um lubrificante seco sem interromper (significativamente) ou perturbar o transporte dos obje- tos tais como garrafas de vidro.
Modalidades ditas são preferivelmente empregadas no transporte de objetos em correias transportadoras, pelo qual a correia transportadora está integrado em unidades de operação diferentes (seções) para executar por exemplo lavagem de garrafa, classificação, enchimento, etiqueta ou etapas de embalagem. Preferivelmente, modalidades ditas são em- pregadas no processo de enchimento ou reenchimento de reservatórios de vidro, garrafas em particular de vidro, em particular sobre uma correia transportadora parcialmente ou com- pletamente feito do aço, preferivelmente aço inoxidável. Preferivelmente, as seções individuais da correia transportadora podem estar inte-
gradas em, ligadas com ou colocadas entre um depeletizador, uma unidade de classificação de garrafa, um lavador de garrafa, uma unidade de carga, uma unidade que remata, uma unidade etiqueta, uma unidade de embalagem (área), uma unidade de transportador de en- gradado e/ou uma área inspeções de garrafa para eletrônicas. As respectivas seções (uni- dades) podem ser ligadas um com outro na ordem qualquer e/ou número.
Mais preferivelmente, a etapa de enxágue temporária ou a lubrificação molhada de acordo com acima modalidades são realizadas ou empregadas entre um depeletizador (uni- dade) e um lavador de garrafa, um depeletizador e uma unidade de classificação de garrafa, uma unidade de classificação de garrafa e um lavador de garrafa e/ou uma unidade que enche e uma unidade etiqueta.
Em outra modalidade da presente invenção o método de lubrificação de uma cor- reia transportadora é realizado em relação à lubrificação do respectivo sistema de correia transportadora que emprega um concentrado lubrificante contendo pelo menos um ácido graxo livre e um inibidor de corrosão como um lubrificante seco em um processo de Iubrifi- cação a seco que é temporariamente combinado com uma lubrificação molhada da respecti- va correia transportadora que emprega uma solução de uso de um lubrificante. A solução de uso é preferivelmente uma solução de uso de um concentrado lubrificante contendo pelo menos um ácido graxo livre e um inibidor de corrosão. A lubrificação molhada temporária pode ser realizada na correia transportadora inteiro (sistema) ou somente em do mesmo de partes (seções). Esta modalidade é preferivelmente realizada em caso da remoção de sujei- ra de a correia transportadora empregando um concentrado lubrificante como um lubrificante seco de acordo com presente invenção. Quando a solução de uso de um lubrificante con- tendo pelo menos um ácido graxo livre β um inibidor de corrosão é empregada, a operação da respectiva correia transportadora não tem para ser parada durante a etapa de lavagem dita.
Outro paciente da presente invenção é o uso de um concentrado lubrificante con-
tendo 0,1 % em peso de pelo menos um ácido graxo livre e pelo menos um inibidor de cor- rosão tão definido acima como um lubrificante seco em um processo de lubrificação a seco. Preferivelmente1 o dito concentrado lubrificante está usado para lubrificação de uma correia transportadora.
O seguinte serviço de exemplos para presente uma explicação mais detalhada da
invenção.
Exemplos.
No seguinte, todas as percentagens em volume (%) dos componentes das compo- sições são expressos como percentagem em peso (% em peso) a menos que de outra ma- neira seja indicado.
1 - Teste de Trilha Transportadora.
1.1 - Descrição da Metodologia do Teste de Lubrificação e Durabilidade.
1.1.1 - Trilha de Teste.
As provas são realizadas em uma instalação transportadora experimental. Este transportador experimental contém trilhas de teste de aço inoxidável e plástico (Acetal).
1.1.2 - Procedimento do Teste.
O seguinte procedimento de teste padrão é aplicado:
1. Antes de se realizar qualquer teste, assegure-se que a trilha de teste esteja sem resíduos. Se necessário, limpe a trilha com um limpador ácido ou alcalino e/ou com o álcool para retirar quaisquer traços de lubrificantes da prova anterior.
2. Enxágüe a trilha com a água (aproximadamente 10 min) e seque-a com o lenço
de papel.
3. Comece o programa para o sistema de transportador de trilha digital.
4. Depois de 2 min: pipetar 10 ml da respectiva composição diretamente na corren- te. Este processo deve ser feito muito cuidadosamente e lentamente para assegurar, que a
superfície de corrente inteira está sendo tratada. Use um tecido plástico ou uma escova para auxiliar o espalhamento.
5. Depois que 20 min do início: abra o fluxo de água da torneira (aproximadamente 8 L/min.).
6. Depois de 10 min enxaguando: pare o programa.
1.2 - Avaliação.
Durante a prova, de 6 a 8 garrafas são colocadas na trilha de teste. A força de tra- ção (Fz) é constantemente medida via umas escalas eletrônicas com o conversor A/D. A medição é limitada a um máximo de 2 quüogramas. O coeficiente de força/peso de tração das garrafas ou latas representa o coeficiente de fricção que expressa a lubrificação (μ = Fz/Fn). Estes dados são finalmente transferidos para o Excel da MS e os valores (μ) podem ser lidos no meio da amplitude. A durabilidade é registrada durante o fluxo de água. A dura- bilidade é a resistência de um lubrificante a condições desfavoráveis tais como um carrega- mento pesado ou a lavagem com água.
2. - Provas.
2.1 - Garrafas de vidro em trilhas de aço inoxidável.
O teste é realizado com 8 garrafas de vidro com um peso total de 8,1 quilogramas. 2.1.1 - Composições de concentrado de acordo com o estado da técnica.
Um concentrado de um lubrificante 1 é preparado, contendo 3,68 % n-oleil-1,3- diaminopropano, 3,6 % ácido alquil (Ci6-Ci8) (9EO) carboxílico e 6 % de polietileno glicol (M=200) somado com a água amolecida a 100 %. 5 % deste lubrificante 1 diluído com 95 % de H2O foi usado como concentrado A e 95 % deste lubrificante 1 diluído com 5 % de H2O estão usados como concentrado B.
O óleo em emulsões de água é preparado (listado abaixo) por agitação dos compo- nentes em pequenos frascos de tampa atarrachada de 20 ml.
Concentrado C: óleo de silicone a 50 % (Dow Granulação 200) e 50 % de H2O.
Concentrado D: óleo de girassol a 95 % e 5 % H2O. Concentrado E: 75 % de óleo mineral e 25 % de H2O.
Concentrado F: 5 % de ácido olêico e 95 % de éter glicolmetil dipropileno.
2.1.2. - Composições de concentrado de acordo com presente invenção.
Os concentrados 1 e 2 contêm o ácido olêico como ácido graxo livre. Um concen- trado de um lubrificante 2 é preparado contendo 33 % éster oleil-0-3EO-fosfato, 4 % ácido alquil (C16-C18)-5EO-carboxílico, 33 % ácido alquil (Ci6-C18)-2EO-carboxílico, ácido olêico a 13 %, álcool cetílico a 8 % (1-hexadecanol) e 9 % de ácido alquil (C4-C8)- 8EO-carboxílico.
Concentrado 1: 8 % de lubrificante 2 e 92 %de H2O.
Concentrado 2: 100 % de lubrificante 2.
2.1.3. - Resultados.
A tabela 1 abaixo mostra os coeficientes de fricção (μ) em etapas de tempo diferen-
tes. Como a aplicação de lubrificantes inicia depois de 2 minutos os valores em 10 e 20 mi- nutos mostram a lubrificação. O fluxo de água inicia depois de 20 min, assim 25 min e 30 min são indicadores para a durabilidade. Os valores (μ) > 0,15 mostram uma lubrificação insuficiente e excede o limite de medição do dispositivo. Tabela 1. Concentrado Omiti, 10 min. 20 min. 25 min. 30 min. A 0,2 0,20 0,20 >0,25 >0,25 B 0,23 0,125 0,10 >0,25 >0,25 C 0,22 0,135 0,14 0,14 0,185 D 0,20 0,10 0,10 0,1! 0,2 E 0,20 0,09 0,09 0,11 0,2 F 0,23 OiIO 0,10 0,10 0,13 1 0,25 0,09 0,09 0.12 0,14 2 0,20 0,08 0,07 0,13 0,14
Os concentrados da invenção (1 a 2) mostram na maioria dos casos uma redução significante da fricção em comparação com o técnica anterior (A a F). Um desempenho me- lhorado é notado com concentrados 1 para 2 por causa da lubrificação remanescente mais longa durante a lavagem (etapa de enxágue que começa depois de 20 min).
3. - Inibição de Corrosão.
Tabela 2.
Ex. 2,5% (p/p) 1% (P/P) Agua (P/P) Inibidro de corrosão 2,5% (P/P) PH Perda de peso (mg) 1 Acido o- léico* Lutensol XL70 96,50 3,30 4,20 2 Acido o- léico Lutensol XL70 96,50 6,60 3,40 3 Acido o- léico Lutensol XL70 94,00 Ester de alquil (C16-C18)-O- 4EO-fosfato (l+ll) 3,00 0,07 4 Acido o- léico Lutensol XL70 94,00 Ester de alquil (C13-Ci5)-O- 3EO-fosfato (l+ll) 3,00 1,90 Acido o- léico Lutensol XL70 94,00 Ester de alquil (Ci3-C15)-O- 3EO-fosfato (II) 3,00 2,50 6 Acido o- léico Lutensol XL70 94,00 Acido alquil - C12 - 4EO car- boxílico 3,00 0,04 * pH ajus- tado com ácido mi- neral forte Emulsifi- cante al- quil-C-io-O- 7EO-H (l+ll) = mistura de diéster e monoéster (II) = monoéster
As Placas de Aço Brandas (ST37) com as dimensões de 50 mm χ 100 mm χ 2 mm são tratadas com o ácido hipoclorídrico (32 % p/p), enxaguado com água deionizada e eta- ηοί, secas por uma hora ern 100 °C, resinadas em um dessecador e depois pesadas. As placas pré-tratadas são imersas em 350 ml das soluções de teste por 22 horas, enxaguadas com água deionizada e etanol, secas por uma hora em 100 0C1 resfriadas em um desseca- dor e pesadas.
Como pode ser visto da tabela 2, uma inibição significante da corrosão pode ser ob-
tida pelos exemplos de acordo com a presente invenção (exemplos 3 a 6 contra exemplos 1 a 2).
4. Eneqrecimento.
Concentrado Grau de Enegrecimento 1 2 2 2 F 4
O enegrecimento é previsto em uma escala de 1 para 5 com alguns concentrados como indicado acima sob o item 2.1. Onde 1 significa nenhum enegrecimento e 5 significa inaceitável. Os concentrados lubrificantes para a avaliação visual são aplicados e o trans- portador corre por 30 min com garrafas de vidro fixas. Depois da corrida o fundo das garra- fas é esfregado com tecidos e o grau do enegrecimento nos tecidos é avaliado.

Claims (13)

1. Método de lubrificação de uma correia transportadora, CARACTERIZADO pelo fato de que um concentrado lubrificante contendo pelo menos 0,1 % em peso de pelo menos um ácido graxo livre e pelo menos um inibidor de corrosão é empregado como um Iubrifican- te seco em um processo de lubrificação a seco.
2. Método, de acordo com reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o ácido graxo livre é o ácido olêico.
3. Método, de acordo com reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a correia transportadora é parcialmente ou completamente feita do aço e/ou o objeto transpor- tado na correia transportadora é parcialmente ou completamente feito de vidro.
4. Método, de acordo com reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o concentrado lubrificante contém: De 0,1 a 25 % em peso de pelo menos um ácido graxo livre, De 0,1 a 25 % em peso de pelo menos um inibidor de corrosão, De 0,1 a 25 % em peso de pelo menos um ácido, e De 5 a 95 % em peso de água e/ou pelo menos um solvente orgânico.
5. Método, de acordo com reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o concentrado lubrificante contém de 0,1 a 25 % em peso de pelo menos um ácido graxo livre, de 0 a 95 % em peso de água, de 0,1 a 95 % em peso de pelo menos um emulsificante, de 0 a 25 % em peso de pelo menos um ácido, de 0 a 30 % em peso de pelo menos um tenso- ativo e de 0,1 a 25 % em peso de pelo menos um inibidor de corrosão.
6. Método, de acordo com reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o concentrado lubrificante é aplicado sobre a correia transportadora como uma emulsão ou uma solução.
7. Método, de acordo com reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o inibidor de corrosão é pelo menos um éster de fosfato possuindo as fórmulas (I) ou (II) <formula>formula see original document page 22</formula> onde R é qualquer grupo alquil ou alquilaril; o η pode ser (independentemente do outro)igual a d 1 a 10 e/ou pelo menos um ácido carboxílico etoxilado contendo um fragmento alquil (C12- C18) e 3 a 6 fragmentos de EO.
8. Método, de acordo com reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que em pelo menos uma seção da correia transportadora o concentrado lubrificante contendo pelo menos 0,1 % em peso de pelo menos um ácido graxo livre e pelo menos um inibidor de cor- rosão é empregado como um lubrificante seco e em pelo menos uma seção da mesma cor- reia transportadora uma solução de uso de um lubrificante é empregada como um lubrifican- te molhado.
9. Método, de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que a solução de uso empregada como um lubrificante molhado é feita do dito concentrado lubrifi- cante contendo pelo menos um ácido graxo livre e pelo menos um inibidor de corrosão.
10. Método, de acordo com reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que uma etapa de enxágue é temporariamente realizada em pelo menos uma seção da correia transportadora.
11. Método, de acordo com reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a lubrificação da mesma correia transportadora é temporariamente realizada que lubrificação molhada.
12. Método de lubrificação de uma correia transportadora, CARACTERIZADO pelo fato de que o uso de um concentrado lubrificante contendo pelo menos 0,1 % em peso de pelo menos um ácido graxo livre e pelo menos um inibidor de corrosão é empregado como um lubrificante seco em um processo de lubrificação a seco.
13. Método de lubrificação de uma correia transportadora, de acordo com a reivin- dicação 12, CARACTERIZADO pelo fato de ser para o uso na lubrificação de uma correia transportadora.
BRPI0720119-2A 2006-12-12 2007-12-12 Método para lubrificação de uma correia transportadora BRPI0720119A2 (pt)

Applications Claiming Priority (5)

Application Number Priority Date Filing Date Title
EP06025688.0 2006-12-12
EP06025688A EP1932901A1 (en) 2006-12-12 2006-12-12 A method of lubricating a conveyor belt
US86982506P 2006-12-13 2006-12-13
US60/869.825 2006-12-13
PCT/US2007/087143 WO2008073951A1 (en) 2006-12-12 2007-12-12 A method of lubricating a conveyor belt

Publications (1)

Publication Number Publication Date
BRPI0720119A2 true BRPI0720119A2 (pt) 2014-01-14

Family

ID=38124147

Family Applications (1)

Application Number Title Priority Date Filing Date
BRPI0720119-2A BRPI0720119A2 (pt) 2006-12-12 2007-12-12 Método para lubrificação de uma correia transportadora

Country Status (6)

Country Link
US (1) US8748360B2 (pt)
EP (2) EP1932901A1 (pt)
JP (1) JP5781731B2 (pt)
CN (1) CN101558140A (pt)
BR (1) BRPI0720119A2 (pt)
WO (1) WO2008073951A1 (pt)

Families Citing this family (21)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
US7741257B2 (en) 2005-03-15 2010-06-22 Ecolab Inc. Dry lubricant for conveying containers
US7745381B2 (en) 2005-03-15 2010-06-29 Ecolab Inc. Lubricant for conveying containers
EP1932901A1 (en) * 2006-12-12 2008-06-18 JohnsonDiversey, Inc. A method of lubricating a conveyor belt
US8703658B2 (en) 2007-03-09 2014-04-22 Canadian Energy Services L.P. Drilling fluid and methods
CA2594108C (en) * 2007-03-09 2014-06-03 Techstar Energy Services Inc. Drilling fluid and methods
EP2105493B1 (en) 2008-03-25 2014-05-14 Diversey, Inc. Dry lubrication method employing oil-based lubricants
EP2105494B1 (en) 2008-03-25 2019-05-08 Diversey, Inc. A method of lubricating a conveyor belt
DE102008056440A1 (de) * 2008-11-07 2010-05-20 Tensid-Chemie Gmbh Schmiermittel für die wasserreduzierte Bandschmierung
US8802606B2 (en) * 2010-08-06 2014-08-12 Basf Se Lubricant composition having improved antiwear properties
EP2462210B1 (en) 2009-08-07 2018-12-19 Basf Se Lubricant composition comprising alkylethercarboxylic acid
US8343898B2 (en) * 2009-12-31 2013-01-01 Ecolab Usa Inc. Method of lubricating conveyors using oil in water emulsions
CN101955844B (zh) * 2010-08-13 2013-04-10 武汉柏康科技有限责任公司 一种用于链条输送带的水基干膜润滑剂及其制备方法
US9359579B2 (en) 2010-09-24 2016-06-07 Ecolab Usa Inc. Conveyor lubricants including emulsions and methods employing them
US8716205B2 (en) * 2011-08-05 2014-05-06 Birko Corporation Compositions for and methods of lubricating carcass conveyor
JP2015510049A (ja) * 2012-01-12 2015-04-02 オーチス エレベータ カンパニーOtis Elevator Company コードのための保護被覆
EP4410935B1 (en) 2013-03-11 2026-01-21 Ecolab USA Inc. Lubrication of transfer plates using oil in water emulsions
JP6883104B2 (ja) 2016-12-13 2021-06-09 エコラボ ユーエスエー インコーポレイティド 潤滑剤組成物及びその使用方法
CN110257138B (zh) * 2019-05-31 2022-08-12 惠华科技有限公司 一种抗燃液压油及其制备方法
CN115516067A (zh) * 2020-06-05 2022-12-23 埃科莱布美国股份有限公司 塑料输送机的矿物油基干燥润滑剂
CN111849599B (zh) * 2020-07-03 2022-11-08 浙江物得宝尔新材料有限公司 一种水溶性润滑液及铝冷轧的加工方法
US12252660B2 (en) 2022-09-23 2025-03-18 Forrest Walker Smith Materials release agents, methods of making and using

Family Cites Families (19)

* Cited by examiner, † Cited by third party
Publication number Priority date Publication date Assignee Title
US4420578A (en) * 1980-11-10 1983-12-13 Diversey Corporation Surface treatment of glass containers
DE3831448A1 (de) 1988-09-16 1990-03-22 Henkel Kgaa Klarwasserloesliche seifenfreie schmiermittelzubereitung
AU662604B2 (en) 1992-03-02 1995-09-07 Henkel Kommanditgesellschaft Auf Aktien Lubricants for chain belt conveyors and their use
US5723418A (en) 1996-05-31 1998-03-03 Ecolab Inc. Alkyl ether amine conveyor lubricants containing corrosion inhibitors
US6288012B1 (en) * 1999-11-17 2001-09-11 Ecolab, Inc. Container, such as a beverage container, lubricated with a substantially non-aqueous lubricant
US6495494B1 (en) 2000-06-16 2002-12-17 Ecolab Inc. Conveyor lubricant and method for transporting articles on a conveyor system
ATE288387T1 (de) * 1999-08-16 2005-02-15 Ecolab Inc Verfahren zum schmieren von auf förderband transportieten gebinden
US6214777B1 (en) * 1999-09-24 2001-04-10 Ecolab, Inc. Antimicrobial lubricants useful for lubricating containers, such as beverage containers, and conveyors therefor
US6302263B1 (en) * 1999-10-08 2001-10-16 Ecolab, Inc. Apparatus and method for the controlled lubrication and cleaning of conveyors
US6806240B1 (en) 2000-08-14 2004-10-19 Ecolab Inc. Conveyor lubricant, passivation of a thermoplastic container to stress cracking, and thermoplastics stress crack inhibitor
US20050059564A1 (en) * 2002-02-11 2005-03-17 Ecolab Inc. Lubricant for conveyor system
US6855676B2 (en) 2002-02-11 2005-02-15 Ecolab., Inc. Lubricant for conveyor system
US20040235680A1 (en) * 2002-09-18 2004-11-25 Ecolab Inc. Conveyor lubricant with corrosion inhibition
EP1690920A1 (en) 2005-02-11 2006-08-16 JohnsonDiversey, Inc. Lubricant concentrate containing a phosphate triester
US7820603B2 (en) * 2005-03-15 2010-10-26 Ecolab Usa Inc. Low foaming conveyor lubricant composition and methods
US7741257B2 (en) * 2005-03-15 2010-06-22 Ecolab Inc. Dry lubricant for conveying containers
JP2007197580A (ja) * 2006-01-27 2007-08-09 Daisan Kogyo Kk ボトルコンベア用潤滑剤組成物およびその使用方法
EP1840196A1 (en) * 2006-03-31 2007-10-03 KAO CHEMICALS GmbH Lubricant composition
EP1932901A1 (en) * 2006-12-12 2008-06-18 JohnsonDiversey, Inc. A method of lubricating a conveyor belt

Also Published As

Publication number Publication date
EP2126015A4 (en) 2014-07-16
CN101558140A (zh) 2009-10-14
JP2010512452A (ja) 2010-04-22
WO2008073951A1 (en) 2008-06-19
US8748360B2 (en) 2014-06-10
EP2126015A1 (en) 2009-12-02
EP1932901A1 (en) 2008-06-18
JP5781731B2 (ja) 2015-09-24
US20100009879A1 (en) 2010-01-14

Similar Documents

Publication Publication Date Title
BRPI0720119A2 (pt) Método para lubrificação de uma correia transportadora
EP2105493B1 (en) Dry lubrication method employing oil-based lubricants
EP2105494B1 (en) A method of lubricating a conveyor belt
RU2437922C2 (ru) Смазочная композиция
JPH07504451A (ja) チェーンコンベヤベルト用潤滑剤およびその用途
CN101268173B (zh) 含化学计量的酸的输送机硅氧烷润滑剂
TW201540825A (zh) 水溶性金屬加工油及金屬加工用冷卻劑
EP2042587A1 (en) Lubrication of conveyor systems
WO2004037960A1 (en) Use of ether carboxylates as lubricants
JPH11236587A (ja) 潤滑剤組成物
JP2004010729A (ja) 水溶性金属加工油
PL236210B1 (pl) Środek myjąco-konserwujący chroniący przed korozją

Legal Events

Date Code Title Description
B08F Application fees: application dismissed [chapter 8.6 patent gazette]

Free format text: REFERENTE AO NAO RECOLHIMENTO DA 9A ANUIDADE.

B08K Patent lapsed as no evidence of payment of the annual fee has been furnished to inpi [chapter 8.11 patent gazette]