BRPI0720186B1 - dispositivo de rosqueamento para suturar - Google Patents

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Stone Corbett
Paul Mueller Gregory
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Implicitcare Llc
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(54) Título: DISPOSITIVO DE ROSQUEAMENTO PARA SUTURAR (73) Titular: IMPLICITCARE, LLC., Sociedade Norte Americana. Endereço: 436 North Bedford Drive, Suite 103 Beverly Hills CA 90210, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA(US) (72) Inventor: GREGORY PAUL MUELLER; CORBETT STONE.
Prazo de Validade: 10 (dez) anos contados a partir de 06/11/2018, observadas as condições legais
Expedida em: 06/11/2018
Assinado digitalmente por:
Liane Elizabeth Caldeira Lage
Diretora de Patentes, Programas de Computador e Topografias de Circuitos Integrados
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DISPOSITIVO DE ROSQUEAMENTO PARA SUTURAR
Campo da invenção [001] A presente invenção relaciona-se geralmente aos métodos e dispositivos para cirurgia plástica e, mais particularmente, a um procedimento de lifting de pescoço que é minimamente invasivo e aos instrumentos para a realização do procedimento.
Antecedentes da invenção [002] Os cirurgiões convencionais de rejuvenescimento de pescoço defendem procedimentos que alteram a anatomia do pescoço para recuperar um contorno mais jovem do pescoço. Estes envolvem a manipulação do platisma tal como o avanço e/ou divisão do músculo, e freqüentemente a excisão de gordura de baixo do platisma. A ressecção parcial do tecido glandular submandibular também pode ser realizada. Estas técnicas variam na complexidade e podem resultar em complicações significativas, incluindo sangramento pósoperatório, lesão de nervo, deformidades da pele permanentemente visíveis causadas pela divista do músculo, ou ressecção exagerada da gordura.
[003] Cirurgiões plásticos e reconstrutivos têm ao longo procurado desenvolver métodos e dispositivos para ajudar na sustentação de estruturas físicas que perderam suas tensões e sustentações naturais. As áreas mais frequentemente tratadas incluem a face, a região torácica, as nádegas e outras regiões que perdem a tensão e sustentação. Dispositivos atuais nem sempre são adequados para proporcionar uma aparência natural da estrutura para evitar tal perda de tensão nestas estruturas.
[004] O processo de envelhecimento causa mudanças
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2/52 graduais e previsíveis nas camadas de tecido mole da face inferior e do pescoço, a base anatômica dos quais foi bem documentada. A perda de elasticidade e a fragmentação do colágeno resultam na formação de rugas (rhytid) e excesso de pele. A gordura subcutânea engrossa e decai ou é ptotica e torna-se mais visível. 0 alongamento da fáscia e da musculatura resulta em uma perda da ligadura de suporte submentoniano, frequentemente resultando na ptose da glândula submandibular. A perda adicional do tônus e a atrofia muscular resultam na junção das bordas mediais do platisma, atenuação do ângulo cervicomental e perda da definição lateral mandibular.
[005] A falha do lifting de pescoço clássico em tratar adequadamente as conseqüências do envelhecimento no pescoço levou ao desenvolvimento de uma série de modificações e de procedimentos adjuvantes. Estes incluem excisões de pele, diversas técnicas de lipoplastia, transecção anterior ou posteriormente baseada de platisma, procedimentos de ressecção, ou de plicatura, SMAS-retalhos de platisma, e ainda técnicas de sutura de suspensão. Entretanto, estas modificações têm suas limitações.
[006] Os problemas com contrações de cicatriz e cicatriz hipertrófica resultaram no quase abandono da excisão da pele na linha média com subsequente Z, W ou Tplastia. A lipoaspiração ou a lipoescultura direta tem um importante papel no envelhecimento do pescoço.
Sumário das modalidades preferidas [007] De acordo com um primeiro aspecto da presente invenção, é fornecido um método para roscar uma sutura no corpo de um paciente. O método inclui as etapas de fornecer
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3/52 uma sutura, fornecer um dispositivo de rosqueamento compreendendo uma haste alongada que tem uma sutura tieoff (obstruir) local e primeira e segunda extremidades, amarrando a sutura à sutura tie-off local, introduzindo a primeira extremidade da haste alongada através de uma primeira abertura na pele do paciente, passando a primeira extremidade da haste alongada por via subcutânea para uma segunda abertura na pele do paciente, puxando a primeira extremidade da haste alongada e uma parte da sutura através da segunda abertura, sem girar a haste alongada ao redor, e passando a segunda extremidade da haste alongada por via subcutânea para uma abertura na pele do paciente. Em pelo menos um ponto durante a realização do método a primeira extremidade da haste alongada estende-se para fora da primeira abertura e a segunda extremidade da haste alongada estende-se através da segunda abertura. Em uma modalidade preferida, a primeira e a segunda extremidades do dispositivo de rosqueamento são iluminadas, cada uma, em pontos predeterminados durante o método.
[008] De acordo com um outro aspecto da presente invenção, é fornecido um método de realização da cirurgia. 0 método inclui as etapas de colocar um molde de fita em uma porção da pele de um paciente, marcando uma pluralidade de locais de acesso, fazendo uma abertura para formar um local de acesso na linha média, realizando lipoaspiração, formando uma pluralidade de aberturas na pele nos locais de acesso, fornecendo um dispositivo de rosqueamento que tem uma sutura fixada ao mesmo, e introduzindo o dispositivo de rosqueamento e a sutura através de uma pluralidade de locais de acesso para formar uma matriz de sutura sob a
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4/52 pele .
[009] De acordo com ainda um outro aspecto da presente invenção, é fornecido um kit cirúrgico que inclui pelo menos dois dos seguintes: pelo menos um elemento da fita, uma lanceta, um dispositivo de mão, um dispositivo de limpeza, um bico, um dispositivo de rosqueamento, e uma sutura. Em uma modalidade preferida, o dispositivo de mão inclui um membro tubular que tem primeiro e segundo opostos, uma acoplagem do instrumento que se estende da primeira extremidade do membro tubular que inclui uma abertura para receber uma haste e uma fonte de luz, onde a luz da fonte de luz é dirigida para fora da abertura na acoplagem do instrumento. 0 dispositivo de rosqueamento inclui preferencialmente uma haste alongada, que tem um sulco definido no mesmo que se estende pelo menos substancialmente circunferencial em torno da haste, e extremidades cegas. 0 dispositivo de rosqueamento inclui preferencialmente também um tubo alongado que tem primeira e segunda extremidades abertas e uma sutura tie-off local disposta aproximadamente no meio entre a primeira e a segunda extremidades, e um guia de luz passando através do tubo alongado. 0 guia de luz tem a primeira e segunda extremidades que estão substancialmente niveladas com a primeira e a segunda extremidades do tubo. 0 elemento da fita inclui preferencialmente uma primeira camada que tenha pelo menos duas perfurações definidas através da mesma, e uma segunda camada sobrejacente a primeira camada que tem pelo menos duas perfurações definidas através da mesma. Pelo menos uma das perfurações da segunda camada se sobrepõe pelo menos parcialmente a pelo menos uma das
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5/52 perfurações da primeira camada. 0 dispositivo de limpeza inclui preferencialmente um pescoço e uma porção de limpeza que se estende do pescoço em um trajeto curvo que define um plano que seja aproximadamente perpendicular ao eixo longitudinal do pescoço.
Breve descrição das figuras [010] A invenção pode ser mais facilmente compreendida referindo-se aos desenhos de acompanhamento em que:
A FIG. 1 é uma vista em perspectiva de um molde de fita de acordo com uma modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 2 é uma vista do molde de fita da FIG. 1 sendo usado para marcar locais de punção no queixo de um paciente;
A FIG. 3 é uma vista superior da frente de uma lanceta de acordo com uma modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 4 é uma vista em perspectiva da lanceta da FIG. 3;
A FIG. 5 é uma vista da lanceta da FIG. 3 sendo usada para fazer uma punção;
A FIG. 6 é uma vista superior da lateral de um dispositivo de mão de acordo com uma modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 7 é uma vista superior lateral seccionada do dispositivo de mão da FIG. 5 que mostra o núcleo da fibra óptica;
A FIG. 8 é uma vista em corte do dispositivo de mão da
FIG. 5 antes de acoplar com uma porção da pele de acordo com uma modalidade preferida da presente invenção;
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A FIG. 9 é uma vista em corte que mostra o porto da pele introduzido na pele de um paciente antes do desdobramento;
A FIG. 10 é uma vista em corte que mostra o porto da pele introduzido na pele de um paciente após o desdobramento;
A FIG. 11 é uma vista em perspectiva do porto da pele;
A FIG. 12 é uma vista em corte de uma outra modalidade de um porto da pele;
A FIG. 13 é uma vista superior da lateral de um dispositivo de rosqueamento de acordo com uma modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 14 é uma vista superior lateral seccionada do dispositivo de rosqueamento da FIG. 13;
A FIG. 15 é uma vista do dispositivo de rosqueamento da FIG. 13 sendo usado em um paciente;
A FIG. 16 é uma outra vista do dispositivo de rosqueamento da FIG. 13 sendo usado em um paciente;
A FIG. 17 ilustra o dispositivo de rosqueamento da FIG. 13 passando através dos ligamentos faciais subcutâneos e das estruturas neurovasculares;
A FIG. 18 é uma vista superior lateral de um instrumento que posiciona o nó de acordo com uma modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 19 é uma vista de um paciente com um porto da pele rosqueado colocado no local de acesso sub-mentoniano da linha média e um nó da sutura estendendo-se ai por diante;
A FIG. 2 0 é uma vista em corte do instrumento que posiciona o nó da FIG. 15 empurrando o nó através do porto
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7/52 da pele rosqueado e sob a pele de um paciente;
A FIG. 21 é uma vista superior lateral de um porto da pele rosqueado de acordo com uma modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 22 é uma vista superior lateral seccionada do porto da pele rosqueado da FIG. 21;
A FIG. 23 é uma vista em perspectiva do porto da pele rosqueado da FIG. 21;
A FIG. 24 é uma vista superior lateral de uma sutura de fibra óptica de acordo com uma modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 25 é uma vista de um paciente com a matriz de suporte mostrada em linhas escondidas;
A FIG. 26 é uma vista em perspectiva fragmentada de um molde da fita laminado de acordo com uma modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 2 7 é uma vista do molde da fita laminado da FIG. 2 6 sendo usado para marcar os locais de punção no queixo de um paciente;
A FIG. 28 é uma vista em perspectiva de um dispositivo de mão de acordo com uma modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 2 9 é uma vista em perspectiva fragmentada do dispositivo de mão da FIG. 28;
A FIG. 30 é uma vista em perspectiva detalhada da acoplagem do instrumento do dispositivo de mão da FIG. 28;
A FIG. 31 é uma vista do final do dispositivo de mão
da FIG. 28;
A FIG. 32 é uma vista em perspectiva detalhada de uma
outra modalidade preferida da acoplagem do instrumento do
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8/52 dispositivo de mão da FIG. 28;
A FIG. 33 é uma vista em perspectiva de um dispositivo de limpeza fixado na extremidade do dispositivo de mão da FIG. 28;
A FIG. 34 é uma vista em corte feito ao longo da linha 34—34 da FIG. 33;
A FIG. 35a é uma vista em perspectiva de um outro dispositivo de limpeza fixado na extremidade do dispositivo de mão da FIG. 28;
A FIG. 35b é uma vista em perspectiva de um outro dispositivo de limpeza fixado na extremidade do dispositivo de mão da FIG. 28;
A FIG. 36 é uma vista em perspectiva de um dispositivo de rosqueamento de acordo com uma modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 37 é uma vista superior detalhada de uma porção do dispositivo de rosqueamento da FIG. 36 mostrando que é afilado;
A FIG. 38 é uma vista em perspectiva fragmentada do dispositivo de rosqueamento da FIG. 36;
A FIG. 39 é uma vista superior detalhada de uma porção de um dispositivo de rosqueamento que inclui um orifício;
A FIG. 4 0 é uma elevação parcial em corte de um dispositivo de rosqueamento com uma fonte de energia e uma fonte de luz independentes de acordo com uma outra modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 41 é uma vista em perspectiva de uma haste de rosqueamento de acordo com uma modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 42 é uma vista em perspectiva detalhada da
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9/52 haste de rosqueamento da FIG. 41 mostrando o sulco;
A FIG. 43 é uma elevação em corte de uma extremidade da haste de rosqueamento da FIG. 41 feito ao longo das linhas 43-43 da FIG. 41;
A FIG. 44 é uma vista em perspectiva do dispositivo de rosqueamento da FIG. 36 introduzido em um dispositivo de mão;
A FIG. 45 é uma elevação em corte feito ao longo da linha 45 - -45 da FIG. 44;
A FIG. 46 é uma vista em perspectiva fragmentada de um dispositivo de mão e de um dispositivo de limpeza de acordo com uma outra modalidade preferida da presente invenção atual;
A FIG. 47 é uma vista superior em corte de um dispositivo de mão com um conjunto do dispositivo de limpeza, nele de acordo com uma outra modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 48 é uma vista superior em corte parcial de um dispositivo de mão com um bico nele, de acordo com uma outra modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 4 9 é uma vista em perspectiva de uma haste de rosqueamento de acordo com uma outra modalidade preferida da presente invenção;
A FIG. 50 é uma vista superior em corte parcial de um dispositivo de mão com a haste de rosqueamento da FIG. 4 9 fixada nele;
A FIG. 51 é a vista de um paciente mostrando o uso de um dispositivo de limpeza para limpar um local de acesso;
A FIG. 52 é a vista de um paciente mostrando a inserção da haste de rosqueamento e da primeira sutura no
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10/52 local de acesso 14a usando o dispositivo de mão;
A FIG. 53 é a vista de um paciente mostrando a inserção da haste de rosqueamento e da primeira sutura no local de acesso 14b após girar a haste de rosqueamento;
A FIG. 54 é a vista de um paciente mostrando a inserção da haste de rosqueamento e da segunda sutura no local de acesso 14a usando o dispositivo de mão depois que a primeira sutura inteira foi colocada;
A FIG. 55 é a vista de um paciente mostrando a inserção da haste de rosqueamento e da segunda sutura no local de acesso 14g após girar a haste de rosqueamento;
A FIG. 56 é a vista de um paciente mostrando a colocação final da matriz de suporte com duas suturas antes que os nós sejam empurrados através dos locais de acesso;
A FIG. 57 é uma vista superior lateral de um dispositivo de rosqueamento de acordo com uma outra modalidade preferida da presente invenção; e
A FIG. 58 é uma vista superior lateral de um dispositivo de rosqueamento de acordo com uma outra modalidade preferida da presente invenção.
[011] Números semelhantes referem-se a partes semelhantes pelas diversas visualizações dos desenhos.
Descrição detalhada das modalidades preferidas [012] São descritas aqui as modalidades preferidas de uma técnica para a colocação de uma sutura no corpo de uma pessoa. A técnica é usada preferencialmente no campo da cirurgia plástica e envolve diversas etapas em que cada uma exige a instrumentação especifica.
[013] Apenas para finalidades exemplares, são descritas aqui abaixo modalidades preferidas onde a técnica
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11/52 e os instrumentos da presente invenção são usados para executar um LIFTING DE PESCOÇO, referido aqui como platismaplastia de trampolim percutânea. Entretanto, será compreendido que esta não é uma limitação na presente invenção e que a técnica e os instrumentos podem ser usados como desejado por um normalmente qualificado na arte.
[014] A parte de lipoaspiração do procedimento é executada sem uma incisão grande sob o queixo. A colocação da matriz de suporte da sutura é executada através de diversos locais de acesso pequenos na área do pescoço sob a mandibula. A vantagem é que o sistema de apoio inteiro pode ser colocado sem a grande incisão tipica sob o queixo que é necessária para que o cirurgião veja o campo operatório. Além disso, a cirurgia é menos invasiva e não exige uma dissecção extensa da pele na área sob o queixo.
[015] A colocação exata da (s) sutura (s) de suporte (também referido aqui como a estrutura de suporte ou matriz de suporte 200, e mostrada nas FIGS. 25 e 56) será descrita aqui junto com a descrição de cada um dos instrumentos ou dos dispositivos individuais que podem ser usados em relação a tal procedimento.
[016] Como descrito acima, os aspectos inventivos da presente invenção envolvem a colocação da matriz de suporte 200 e não a técnica real de lipoaspiração. Conseqüentemente, será compreendido que quaisquer referências às técnicas de lipoaspiração aqui, são somente exemplares.
[017] Será apreciado que termos tais como frente, atrás, superior, inferior, lateral, direita, esquerda, para cima e para baixo aqui usados são
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12/52 apenas para facilitar descrição e referem-se a orientação dos componentes conforme mostrado nas figuras. Deve-se compreender que qualquer orientação dos instrumentos e dos artigos e os componentes dos mesmos descritos aqui estão dentro do âmbito da presente invenção.
[018] Referindo-se às FIGS. 1-2, a fita molde (ou os elementos da fita) 10 será descrita. Em uma modalidade preferida, a fita 10 é um pedaço de fita claro com perfurações 12 através da mesma que são espaçadas aparte em posições predeterminadas. A fita 10 inclui o adesivo na mesma de modo que possa ser fixada à pele do paciente. Em uma modalidade exemplar, a fita 10 é uma fita clara de uma polegada de largura com perfurações 12 circulares de aproximadamente 2 milímetros definidas através dela, que são espaçadas a cada 5 milímetros ao longo do centro da fita. As perfurações 12 são posicionadas preferencialmente ao longo do centro longitudinal da fita 10, porém esta não é uma limitação na presente invenção. Em uma outra modalidade, a fita 10 não é clara. Em uma modalidade preferida, a fita 10 é fornecida em forma de rolo. Entretanto, esta não é uma limitação na presente invenção.
[019] A fita 10 é usada no planejamento pré-operatório imediato para determinar a colocação dos locais de acesso 14, que determinarão a colocação da matriz de suporte 200. A fita 10 é usada como um guia para ajudar a fornecer bom posicionamento de cada sutura e de seu ponto pivô correspondente (como descrito abaixo). As perfurações 12 são usadas para marcar os locais de acesso 14 para a cirurgia.
[020] Em uma modalidade preferida, o primeiro e o
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13/52 segundo elementos da fita 10 são colocados em cada lado da pele sobrejacente à superfície de baixo da mandíbula, como é mostrado FIG. 2. Preferencialmente, a fita 10 é utilizada com o paciente sentado verticalmente, que permite que os contornos naturais do pescoço sejam visíveis. Esta não é uma limitação na presente invenção, entretanto. O cirurgião utiliza a fita 10 e a pluralidade de perfurações 12 para desenvolver uma aproximação cirúrgica que seja adaptada individualmente para cada paciente, dependendo da correção desejada. Como aqueles qualificados na arte apreciarão, a colocação da matriz de suporte 200 será diferente para pacientes diferentes dependendo da anatomia do paciente.
[021] O exemplo de distância de 5 milímetros entre as perfurações 12 permite a colocação de pontos pivô na grande proximidade. Isto resulta em uma matriz de suporte densa permitindo a elevação do músculo e do tecido glandular. Por exemplo, os pontos pivô podem ser colocados distantes 1-2 cm se for necessária sustentação mínima. Aqueles qualificados na arte serão capazes de fazer as determinações a respeito de onde os locais de acesso 14 devem ser localizados, baseados nas necessidades do paciente. Por exemplo, como é mostrado na FIG. 2, o cirurgião escolheu somente quatro locais de acesso 14 de cada lado.
[022] Como mostrado na FIG. 2, depois que a fita 10 foi colocada e o cirurgião determinou a estrutura da matriz de suporte 200, o cirurgião marca a pele exposta através das desejadas perfurações 12 com uma caneta de marcação cirúrgica ou semelhante. Estas marcações 14 indicam as áreas que exigem a colocação da sutura para elevar o tecido
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14/52 mole do pescoço. Em uma modalidade preferida, como é mostrado nas FIGS. 2 e 5, as marcações 14 feitas usando o primeiro elemento da fita 10 são simétricas às marcações 14 feitas usando o segundo elemento da fita 10.
[023] Como será descrito abaixo, cada um das marcações 14 define uma posição ou um local de acesso que será puncionado para permitir o acesso subcutâneo nesse local. Para a simplicidade, como cada local de acesso é marcado e depois puncionado, os locais de acesso, as marcações e as punções serão todos marcados 14 aqui.
[024] Como será apreciado por aqueles qualificados na arte, nas áreas onde a junção significativa do platisma ou a ptose glandular é evidente será exigido suporte significativo. Para atingir este objetivo, várias vertentes de sutura serão exigidas. Enquanto cada área a ser elevada é reconhecida, uma perfuração 12 correspondente da fita é marcada 14 para segurar que a colocação da sutura é exata.
[025] Como mostrado nas FIGS. 26-27, em uma outra modalidade preferida, a fita 310 pode ser laminada. A fita
310 laminada inclui preferencialmente duas camadas 311 e 313. Como mostrado na FIG. 26, a camada superior 313 tem um conjunto de furos ou perfurações 313a e a camada inferior
311 tem dois conjuntos de perfurações 311a e 311b. As perfurações 311a e 313a nas diferentes camadas 311 e 313 são preferencialmente concêntricas. Entretanto, qualquer quantidade de sobreposição entre as perfurações 311a e 313a está dentro do âmbito da presente invenção. Este arranjo das perfurações ajuda o cirurgião ao marcar o paciente.
[026] Como descrito abaixo, a matriz de suporte 200 é formada semelhante à maneira que um cadarço é passado
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15/52 através de um sapato. Conseqüentemente, na marcação da pele para os locais de acesso 14, pode ser útil marcar a pele com os dois marcadores de cores diferentes, por exemplo, vermelho e azul (mostrado como continuo e pontilhado nas figuras). Então, quando a matriz 200 é criada ou o sapato é amarrado o cirurgião vai da marcação azul à marcação azul e da marcação vermelha à marcação vermelha (que cada um tem um local de acesso 14 ai formado, como descrito abaixo).
[027] No uso, o cirurgião posiciona a fita 310 laminada como desejado e marca as perfurações (as perfurações 311a e 313a concêntricas ou duplas) com a primeira cor. Então, o cirurgião descasca a primeira ou camada superior 313 fora, desse modo expondo o segundo conjunto de perfurações 311b. O cirurgião marca então o segundo conjunto de perfurações 311b com um marcador de cor diferente. A fita 310 também pode ser configurada em forma de rolo. Em uma outra modalidade preferida, um único pedaço da fita 310 pode ser usado que se estende em torno de toda a linha da mandibula ou outra posição no corpo. Isto ajuda a alinhar as marcações de cada lado.
[028] Será compreendido que a fita 10 ou 310 é preferencialmente usada antes de efetuar a lipoaspiração ou outro procedimento desejado. Entretanto, esta não é uma limitação na presente invenção. Em uma outra modalidade, a fita pode ser usada depois que a lipoaspiração é efetuada. Em uma outra modalidade, a fita pode ser omitida e o cirurgião pode marcar ou puncionar a pele como desejado.
[029] Será apreciado por aqueles qualificados na arte que a fita 10 ou 310 pode ser usada em áreas do corpo que
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16/52 não seja o queixo. Por exemplo, a fita (e o restante do procedimento descrito abaixo) pode ser usada para um lift de face ou no MACS-lift ou ao colocar uma sutura de definição no pescoço (ambos descritos abaixo).
[030] Depois que as desejadas marcações 14 foram feitas, o paciente está pronto para a lipoaspiração. Será compreendido que quando o procedimento cirúrgico não inclui a lipoaspiração, as marcações são feitas antes que qualquer procedimento seja realizado. A cabeça e o pescoço do paciente são preparados e cobertos em uma forma estéril e um anestésico local é injetado na área sob o queixo. Uma pequena abertura (referida aqui como o local de acesso submentoniano na linha média) é feita nesta área. O liquido tumescente é injetado na área inteira sob o queixo, incluindo a região do pescoço. A lipoaspiração é realizada em toda a região. Após a conclusão, a área é infiltrada mais uma vez com o liquido tumescente. Esta infusão subcutânea resulta na elevação da pele do músculo platisma.
[031] Com referência à FIGS. 3-5, após a conclusão da lipoaspiração, o paciente está pronto para a colocação da matriz de suporte 200. Uma lanceta 40 é usada para criar locais de acesso 14 puncionando a derme nos pontos marcados usando a fita 10 ou 310.
[032] Como mostrado na FIG. 3, a lanceta 40 inclui uma lâmina 42 que tem duas bordas afiadas 43 que terminam em um ponto 44 com duas bordas cegas 46 abaixo. Em uma modalidade preferida, a lâmina 42 tem aproximadamente 8 milímetros de comprimento. As bordas cegas 46 da lâmina 42 estendem-se de uma borda saliente ou um elemento de parada 48 que impede que a lâmina 42 vá mais profunda na pele do que o desejado.
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A borda saliente 48 assegura a profundidade consistente da penetração da lâmina. Também, a lâmina 42 é feita sob medida para permitir a colocação dos portos da pele 80 como descrito abaixo.
[033] O elemento de parada 48 tem uma superfície superior 48a e uma superfície inferior 48b. A lâmina 42 estende-se para cima da superfície superior 48a do elemento de parada 48. Como é mostrado na FIG. 3, as duas bordas afiadas 43 têm, cada uma, primeira e segunda extremidades 43a e 43b, respectivamente e as duas bordas cegas 4 6 têm, cada uma, primeira e segunda extremidades 4 6a e 4 6b, respectivamente.
[034] Em uma modalidade preferida, as primeiras extremidades 43a das bordas afiadas 43 se encontram no ponto 44 e estendem-se para baixo do ponto 44 em um ângulo de 90° ou menos. As primeiras extremidades 4 6a das duas bordas cegas 46 estendem-se para baixo das segundas extremidades 43b das duas bordas afiadas 43. As bordas afiadas 43 e as bordas cegas 4 6 se encontram em um ângulo obtuso. As segundas extremidades 46b das duas bordas cegas 4 6 são conectadas ao elemento de parada 48, que, em uma modalidade preferida, é em forma de disco. Entretanto, esta não é uma limitação na presente invenção. Em uma modalidade alternativa, a lâmina 42 pode estender-se do elemento de parada 48 em um ângulo não-reto (por exemplo, um ângulo agudo).
[035] Em uma modalidade preferida, a lanceta 40 inclui um elemento 50 acessório que estende-se para baixo da superfície inferior 48b do elemento de parada 48 e permite que a lanceta 40 seja fixada em uma cabo de bisturi padrão
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52. Em uma outra modalidade, a lanceta 40 pode ser fornecida com um cabo unitário.
[036] A infusão subcutânea descrita acima resulta na elevação da pele do músculo platisma. Uma vez infiltrado, os locais de acesso 14 são desenvolvidos por punção da pele com a lanceta 40 percutânea nas marcações desenvolvidas usando a fita 10, como mostrado na FIG. 5. A lanceta 40 permite a punção da pele a fim de obter acesso à região do pescoço e garante preferencialmente que cada local de acesso seja tão pequeno quanto possível, permitindo a colocação do sistema de suporte 200.
[037] Será compreendido que em uma modalidade preferida, a lanceta 40 cria punções em vez de incisões, o que minimiza o trauma e o risco de cicatriz. Entretanto, as incisões podem ser usadas em outra modalidade.
[038] Referindo-se às FIGS. 6-7, o próximo instrumento usado no procedimento é um dispositivo de mão ou um cabo 60. O dispositivo de mão 60 é incorporado em um dispositivo de inserção reutilizável com um acoplagem 64 do instrumento em uma extremidade do mesmo. Em uma modalidade preferida, dispositivo de mão 60 também inclui um porto de luz de fibra óptica 62. Em uma modalidade preferida, o dispositivo de mão é ergonomicamente projetada para caber na mão do cirurgião quando segurado. Entretanto, esta não é uma limitação na presente invenção. Preferencialmente, o dispositivo de mão 60 é feita de um metal, tal como o aço inoxidável ou o titânio. Entretanto, pode ser feita de outros materiais, tais como um plástico ou semelhantes.
Como é descrito abaixo, o porto 64 do instrumento é compatível com uma série de instrumentos que são utilizados
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19/52 no procedimento cirúrgico da invenção. 0 design da estrutura e a forma permitem a habilidade de troca da mão direita para a esquerda com facilidade e precisão.
[039] Em uma modalidade preferida, a acoplagem 64 do instrumento inclui uma superfície interna rosqueada ou um conector fêmea rosqueado 66 e um conector masculino 68 maior que engrenam com os portos da pele 80 (descritos abaixo) permitindo a distribuição e a iluminação. A acoplagem 64 do instrumento é adaptado à acoplar com determinados instrumentos, como será descrito mais inteiramente abaixo. O dispositivo de mão 60 será descrita mais inteiramente abaixo conjuntamente com os instrumentos com os quais se destina a ser utilizado.
[040] O porto de luz de fibra óptica 62 permite a acoplagem em um cabo de luz de fibra óptica (não mostrado). A transmissão da luz de fibra óptica através do dispositivo de mão 60 ilumina cada dispositivo quando é unido à extremidade de trabalho do acoplagem 64 instrumento.
[041] Em uma modalidade preferida, o dispositivo de mão 60 inclui um núcleo de fibra óptica 70, que é composto por pelo menos um, e preferencialmente uma pluralidade, de fios de fibra óptica. Quando um cabo de luz de fibra óptica é ligado ao porto de luz 62, a luz é transmitida através das fibras e para fora através de uma abertura 72 que é coaxial com o conector fêmea 66.
[042] Em uma outra modalidade outros tipos de iluminação podem ser usados. Por exemplo, LED, incandescente, fluorescentes e outras fontes de luz podem ser usadas. Entretanto, será compreendido que a transmissão de luz não é uma limitação na invenção. O dispositivo de
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20/52 mão 60 (e instrumentos associados) pode ser fornecida sem um núcleo de fibra óptica.
[043] Referindo-se às FIGS. 28-34, uma outra modalidade de um dispositivo de mão ou dispositivo de iluminação 360 é mostrado. Em uma modalidade preferida, o dispositivo de mão 360 é operado a pilhas e descartável.
[044] Como mostrado na FIG. 29, o dispositivo de mão inclui uma porção 359 do corpo principal, encaixe 361, fonte (s) de energia 363, fonte de luz 365, acoplagem do instrumento 364 e um dispositivo obturador ou de limpeza 321 (descrito mais inteiramente abaixo). Preferencialmente a fonte de luz 365 é uma fonte de luz LED 365a e a fonte de energia 363 inclui uma pluralidade de baterias 363 dispostas em série no encaixe 361. O circuito para fornecer energia à fonte de luz é bem conhecido na arte e conseqüentemente uma descrição será omitida. Em uma modalidade preferida, o dispositivo de mão (em particular, o encaixe 361) geralmente é tubular. Ou seja, não tem que ter um secção transversal circular; pode ser quadrado, oval ou de outra forma.
[045] Em uma modalidade preferida, o dispositivo de mão 360 é fornecido com as baterias 363 no mesmo. Nesta modalidade, algo é usado para quebrar o circuito de modo que as baterias não são drenadas antes do uso. Por exemplo, um pedaço de papel fino ou algo semelhante (referido aqui como um cordão de ruptura ou um disjuntor 369) pode ser introduzido entre duas baterias 363 para manter o circuito aberto e é então removido por um tempo adequado para permitir comunicação elétrica entre as baterias, desse modo fechando o circuito e acendendo a fonte de luz 365. Como
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21/52 mostrado na FIG. 29, o encaixe tem preferencialmente uma ranhura 371 definida nele através da qual o cordão de ruptura 369 se estende.
[046] No uso, quando o cirurqião está pronto para usar o dispositivo de mão 360, ele / ela puxa o cordão de ruptura para dar enerqia ao LED 365a e ele funcionará então por um periodo de tempo predeterminado (por exemplo, até que as baterias acabem). Será compreendido que o dispositivo de mão 360 também pode ser construído de modo que seja reutilizável. Por exemplo, aqueles qualificados na arte vão entender que pode ser projetado para ser conectado a uma tomada de parede normal e funcionar em enerqia AC.
[047] Em uma modalidade preferida, a fonte de enerqia e a fonte de luz são seladas do lado de fora do dispositivo de mão 360. Isto ajuda com a esterilização e evita a contaminação da área de trabalho.
[048] Em uma outra modalidade preferida, em vez de usar um cordão de ruptura, um mecanismo com interruptor de bloqueio pode ser usado para ativar as baterias ou liqar a fonte de luz. Qualquer método para liqar o mecanismo com interruptor de bloqueio está dentro do âmbito da presente invenção. Por exemplo, como mostrado nas FIGS. 4 6 e 47, o dispositivo de mão 360 pode incluir um cone de cauda ou botão 337 que podem ser torcidos ou pressionados para liqar o dispositivo. Ou, um interruptor pode ser localizado dentro do receptor fêmea 366. Nesta modalidade, quando o dispositivo de limpeza 321, o conjunto do dispositivo de limpeza 341 ou a haste de rosqueamento 300 (descrita abaixo) são introduzidos no receptor 366, o interruptor é liqado e as baterias e o LED são ativados. Por exemplo, o
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22/52 anel situado próximo ao o-anel 335 na FIG. 4 6 poderia ser acoplado a um interruptor magneticamente ativado.
[049] A acoplagem do instrumento 364 e o dispositivo de limpeza 321 são descritos mais inteiramente abaixo.
[050] As FIGS. 8-11 mostram um porto da pele 80. Em um procedimento típico, uma pluralidade de portos da pele 80 é usada. Em uma modalidade preferida, os portos da pele 80 são luvas de plástico claras descartáveis que são, cada uma, introduzidas em um dos locais de acesso 14 criados pela lanceta 40.
[051] Geralmente, o porto da pele 80 inclui uma borda saliente ou um manguito 82 que tem um tubo 84 que estende a partir dele. Uma extremidade do tubo ou da luva 84 é introduzida na punção 14 na pele até que a borda saliente 82 descanse junto à superfície externa da pele. A borda saliente 82 e o tubo 84 cooperam para definir um túnel 86 que dará acesso à área sob a pele. Preferencialmente, o porto 80 é compreendido de plástico claro colorido. Entretanto, o porto 80 também pode ser feito de outros materiais, não tem que ser claro e não tem que ser colorido.
[052] Em uma modalidade preferida, o dispositivo de mão 60 ou 360 é usada para implementar cada porto 80 através dos locais de acesso 14 individuais.
Preferencialmente, os portos da pele 80 vem em um kit, porém esta não é uma limitação na presente invenção. 0 design do dispositivo de mão 60 permite rápido entrelace com o porto da pele 80 para removê-lo do kit. Será compreendido que todo design que permitir que o dispositivo de mão 60 entrelace com ou acople ao porto da pele 80 de
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23/52 modo que possa ser implantado no local de acesso 14 está dentro do âmbito da presente invenção.
[053] Em uma modalidade preferida, o porto 80 é ajustado com encaixe no conector masculino 68. Por exemplo, como mostrado na FIG. 8, o conector masculino 68 pode incluir um cume 68a que se estende circunferencialmente em volta do mesmo que coopera com um anel dentado 82a na borda saliente 82. O cume 68a e o anel dentado 82a proporcionam um encaixe adequado de modo que o porto 80 seja acoplado com o conector masculino 68 do dispositivo de mão 60. Outros arranjos de encaixe adequado são contemplados.
[054] O tubo 84 é então introduzido através do local de acesso 14. Como é mostrado nas FIGS. 8-11, em uma modalidade preferida, o porto da pele 80 inclui um sistema âncora que compreende um rosqueamento 88 na superfície externa do tubo 84 e um mecanismo flexível 90. O mecanismo flexível 90 inclui preferencialmente um par de membros flexíveis 90a que são ligados a um anel internamente rosqueado 90b que move o tubo 84 para cima e para baixo nos rosqueamentos 88.
[055] Como é mostrado na FIG. 8, o conector masculino 68 inclui uma pluralidade de dentes 68b em uma extremidade do mesmo que são adaptados a engrenar com dentes 82b no porto 80. Quando o porto 80 é acoplado como a acoplagem 64 do instrumento, os dentes 68b acoplam ou engrenam com os dentes 82b. Depois que o tubo 84 foi introduzido através do local de acesso 14, para implementar o mecanismo flexível 90, o dispositivo de mão 60 é girado no sentido horário (o porto 80 pode ser projetado para girar em um sentido antihorário, também). Como os dentes 68b e 82b são acoplados, o
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24/52 tubo 84 gira com o dispositivo de mão 60 e dentro da borda saliente 82, fazendo com que o anel rosqueado internamente 90b mova-se para cima ao longo dos rosqueamentos 88. Como pode ser visto na FIG. 11, os membros flexíveis 90a incluem uma dobra flexível 90c. Como o anel rosqueado 90b move-se para cima, os elementos flexíveis 90a dobram, como mostrado na FIG. 10, desse modo. proporcionando uma âncora e evitando que o porto 80 seja puxado para fora do local de acesso 14. Os elementos flexíveis 90a podem ser dispostos em uma posição desdobrada (FIG. 9) e em uma posição dobrada (Fig. 10).
[056] Em uma modalidade preferida, a borda saliente 82 inclui uma pluralidade de pontas 94 estendendo-se para
baixo a partir daí, que se entocam na pele e ajudam a
ancorar o porto 80 no lugar.
[057] Durante a colocação do porto 80, como o
dispositivo de mão 60 inclui o núcleo 70 de fibra óptica e
o porto da pele 80 é claro, em cima da inserção, a
visualização transcutânea da ponta da sonda iluminada permitirá a distribuição segura do porto da pele 80 . Por causa do sistema de ancoragem, como o dispositivo de mão é retirado, o cume 68a afasta-se do anel dentado 82a e o porto da pele 80 é fixado no lugar. Em uma outra modalidade, o (a) cirurgião (ã) pode usar seu polegar para ajudar a separar o porto 80 da acoplagem 64 do instrumento.
[058] Preferencialmente, os portos 80 são descartáveis e são usados apenas para uma única cirurgia. Será compreendido que os portos são utilizados apenas para obter acesso ao campo cirúrgico. Conseqüentemente, o tipo de porto usado não é uma limitação na presente invenção.
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Qualquer tipo de porto que fornece acesso através da pele está dentro do âmbito da presente invenção. A transiluminação da luz dá a resposta tridimensional ao cirurgião.
[059] Como mostrado na FIG. 12, em uma modalidade alternativa, o porto 96 pode ter um tubo 84 que é orientado em um ângulo não reto no que diz respeito à borda saliente 82. Por exemplo, o tubo 84 pode ser orientado em um ângulo de 45 graus no que diz respeito à borda saliente.
[060] As FIGS. 13-17 mostram uma modalidade preferida de um dispositivo de rosqueamento 100. Em uma modalidade preferida, o dispositivo de rosqueamento 100 é uma haste ou um tubo maleável de aço inoxidável que inclui um orifício 102 definido nele e arredondado, ponta cega 104. Preferencialmente, o dispositivo de rosqueamento 100 também inclui um guia de luz 106 (que pode ser um núcleo de fibra óptica) permitindo a iluminação da ponta 104. Nesta modalidade, a ponta 104 é feita preferencialmente de um material transparente, tal como um plástico que é afixado ao corpo principal do dispositivo de rosqueamento 100 . O dispositivo de rosqueamento 100 inclui uma extremidade 108 que é projetada para acoplar com uma acoplagem 64 do instrumento ou 364 do dispositivo de mão 60 ou 360. Em uma modalidade preferida, a extremidade 108 é rosqueada para o acoplamento com o conector fêmea 66, entretanto, será apreciado que a extremidade 108 pode acoplar com a acoplagem 64 do instrumento de diferentes maneiras. Por exemplo, a acoplagem 64 do instrumento pode incluir um conjunto de parafuso que prenda o dispositivo de rosqueamento 100 no lugar ou algum tipo de ajuste de
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26/52 encaixe ou pressão pode ser fornecido. Em uma outra modalidade, uma braçadeira ou um mandril, similar àquela em uma broca, pode ser usado. Também, a extremidade 108 pode ser internamente rosqueada e pode acoplar com uma acoplagem do instrumento externamente rosqueado. 0 acoplagem 64 do instrumento permite a conexão e a desconexão rápidas com o dispositivo de rosqueamento 100.
[061] Em uma modalidade onde o dispositivo de mão 60 inclui um porto de luz de fibra óptica 62, o acoplamento da extremidade 108 (que inclui uma abertura 108a no mesmo) com a acoplagem 64 do instrumento permite a transmissão da luz à ponta 104 do dispositivo de rosqueamento 100. Em uma outra modalidade outros tipos de iluminação podem ser usados. Por exemplo, LED, incandescente, fluorescentes e outras fontes de luz podem ser usadas.
[062] Será compreendido que, o orifício 102 é usado para fixar a sutura 150. O orifício 102 pode ser localizado em qualquer lugar ao longo do dispositivo de rosqueamento
100.
[063] No uso, dispositivo de rosqueamento 100 (e sutura 150) é introduzido através dos vários portos da pele 80 e a matriz de suporte 200 é tecida e criada.
[064] As FIGS. 36-45 mostram uma outra modalidade de um dispositivo de rosqueamento ou haste 300 que inclui o orifício 302 ou o sulco 303 (referido aqui como uma sutura tie-off local) em um ponto que seja aproximadamente intermediário entre as extremidades do mesmo. Como mostrado na FIG. 52, em uma modalidade preferida, a sutura 150 é amarrada em torno do dispositivo de rosqueamento 300 e recebida no sulco 303. O sulco 303 é definido
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27/52 preferencialmente circunferencialmente em torno da parte externa do dispositivo 300. Entretanto, em uma outra modalidade, o sulco estende-se apenas parcialmente em torno do dispositivo 300. 0 dispositivo 300 também pode ter um recuo 305 definido nele, no qual o nó 150c é recebido. Isto reduz o contorno do nó 150c e ajuda a evitar que o nó 150c agarre em qualquer coisa (ligamentos, pele, sutura, etc.) quando o dispositivo de rosqueamento 300 é usado.
[065] Como mostrado na FIG. 38, em uma modalidade preferida, dispositivo de rosqueamento 300 inclui extremos opostos ou pontas 304, tubo 307, tampas 304a e guia de luz 306. Em uma outra modalidade, o dispositivo de rosqueamento 300 é sólido. Ainda em uma outra modalidade, as pontas e o guia de luz podem ser integrais ou as pontas podem ser omitidas. O dispositivo de rosqueamento 300 pode ser metal sólido sem capacidade de iluminação ou pode ser formado completamente de um sólido (ou pluralidade de componentes) feito de um condutor translúcido ou de um condutor de luz ou de um material transmissivo (tal como o plástico) de modo que o dispositivo inteiro acenda e/ou de modo que o dispositivo seja mais flexível e mais fácil e mais barato de fabricar. Será compreendido que em uma modalidade preferida, as extremidades ou as pontas da haste de rosqueamento 300 são cegas. Como aqui usado, cego significa que as extremidades não puncionam a pele ou qualquer outra parte da anatomia do paciente sem força suficiente (uma força acima da que é normalmente utilizada no procedimento descrito abaixo). Como aqueles qualificados na arte irão entender, uma agulha de sutura típica punciona a pele com uma pressão ou força muito pequena aplicada a ela. As
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28/52 extremidades cegas do presente dispositivo de rosqueamento
300 (se plano ou convexo) não puncionam a pele quando usadas como descrito abaixo. Entretanto, em uma outra modalidade, as extremidades podem ser afiadas.
[066] Na modalidade com o ilhó, o ilhó 302 pode ser formado de modo que quando o nó 150c for amarrado através dele, seja recebido em uma porção do recesso (agora mostrada, mas similar ao recesso 305).
[067] Ainda em uma outra modalidade, uma sutura 150 e o dispositivo de rosqueamento 300 podem ser formados como uma unidade. Ou seja, a sutura 150 é unida permanentemente ao dispositivo de rosqueamento 300 e os dois podem ser fornecidos a um cirurgião como uma unidade.
[068] Preferencialmente, o dispositivo de rosqueamento 300 é maleável. Por exemplo, o tubo 307 pode ser feito de aço inoxidável, titânio ou outro metal, e o guia de luz 306 pode ser feito de um plástico (por exemplo, acrílico, estireno, policarbonato ou semelhantes) ou de vidro.
[069] Em uma outra modalidade preferida, para fazer o dispositivo de rosqueamento 300 ainda mais maleável (e mais fácil introduzir nos locais de acesso 14), o tubo 307 pode ser afilado (ou o dispositivo de rosqueamento 300 inteiro pode ser afilado, no caso de uma haste sólida) das extremidades ao sulco 303, orifício 302 ou sutura tie-off local (como mostrado nas FIGS. 37 e 39) . Em uma outra modalidade, como é mostrado melhor nas FIGS. 41 e 49, a haste afila-se de uma primeira posição 333a à esquerda do sulco 303, para a primeira extremidade e a haste afila-se de uma segunda posição 333b à direita do sulco 303, para a segunda extremidade. Conseqüentemente, a haste tem um
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29/52 diâmetro menor na primeira e segunda extremidades do que na primeira e segunda posições. Como é mostrado nas FIGS. 4142, excluindo o sulco 303, a área entre a primeira e segunda posições 333a e 333b tem um diâmetro constante. Isto impede a concentração de tensão no centro da haste 300 e ajuda a prevenir a falha da haste durante a utilização. Será compreendido que a primeira e a segunda posição 333a e 333b podem ser localizadas em qualquer lugar ao longo do comprimento da haste 300.
[070] Como mostrado na FIG. 36, em uma modalidade preferida, o dispositivo de rosqueamento 300 não é arredondado. Por exemplo, pode ser hexagonal. Nesta modalidade, um receptor fêmea 366 da acoplagem 364 instrumento do dispositivo de mão 360 ou 60 tem uma forma correspondente. Isto impede que o rosqueamento 300 gire quando acoplado, dispositivo de
Em uma outra modalidade, apenas as extremidades do dispositivo de rosqueamento 300 são poligonais. Será compreendido que qualquer maneira para fechar a haste de rosqueamento e impedir que gire está dentro do âmbito da presente invenção. Também para ajudar a impedir que o dispositivo de rosqueamento 300 seja retirado do receptor fêmea 366, a acoplagem do instrumento pode ter um o-anel elastomérico 335 no mesmo que forneça um ajuste de fricção com qualquer coisa introduzida nele.
[071] Como mostrado na FIG. 38, o tubo 307 é oco e o guia de luz 306 passa através dele. Em uma modalidade preferida, as extremidades 304 do tubo 307 são tampadas preferencialmente pelas tampas da extremidade 304a. As tampas da extremidade 304a são preferencialmente ocas,
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30/52 feitas de um plástico transparente e incluem preferencialmente uma borda saliente 304b que é recebida no tubo 307 em um arranjo de ajuste de pressão. As tampas 304a também podem ser rosqueadas ou coladas nas extremidades do tubo 307. Em uma modalidade preferida, as tampas da extremidade 304a são em forma de projétil e proporcionam uma reflexão interna total.
[072] Como mostrado nas FIGS. 41-43, em uma outra modalidade preferida, o tubo 307 é redondo, e o guia de luz 306 é nivelado com as extremidades 304 do tubo 307, e o recesso descrito acima é omitido. Esta modalidade também inclui as posições 333a e 333b descritas acima. Entretanto, as posições 333a e 333b podem ser omitidas, conseqüentemente, fornecendo o tubo 307, excluindo o sulco 303 com um diâmetro constante. Nesta modalidade, as tampas 304a são omitidas. Para fixar o guia de luz 306 no tubo 307, o guia de luz 306 pode ser envasado, que é um adesivo que preenche o espaço entre o guia de luz 306 e o diâmetro interno do tubo 307. Será compreendido que o guia de luz 306 inteiro, ou apenas as extremidades, pode ser envasado. Nesta modalidade, as extremidades 304 da haste 300 podem ser cortadas, polidas e desbastadas para promover a transmissão da luz e para fazer as extremidades do tubo 307 e o guia de luz 306 corarem, como mostrado na FIG. 43. As extremidades 304 podem ser planas ou convexas.
[073] Como será apreciado por aqueles qualificados na arte, em uma modalidade preferida, para promover reflexão interna total no guia de luz 306, o guia de luz 306 pode ser revestida. Se um guia de luz de plástico é usado, a parte externa do guia de luz 306 pode revestida. Se um guia
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31/52 de luz de vidro é usado, como é conhecido na arte, o alojamento de vidro pode ser revestido antes que o guia de luz de vidro seja extraído. 0 uso do revestimento não é uma limitação na presente invenção, entretanto, se não for utilizado, o composto envasado pode diminuir a transmissão da luz e torna-la menos eficiente.
[074] Quando o dispositivo de rosqueamento 300 é acoplado com o dispositivo de mão 360, a luz é transmitida através de uma extremidade 304 da haste 300, através do guia de luz 306, e para fora da outra extremidade 304. Em uma modalidade preferida, a parte inferior do receptor fêmea 366 tem uma forma complementar àquela das extremidades 304, desse modo fornecendo transmissão eficiente da luz.
[075] Em uma modalidade preferida, um LED branco de alta eficiência é usado. Nesta modalidade, o dispositivo de iluminação 360 pode incluir um conversor de DC para DC para impulsionar a tensão ao nível desejado para o LED branco de alta eficiência.
[076] Será compreendido por aqueles qualificados na arte que se deseja que a luz emitida pelo LED seja concentrada e emitida em um ângulo estreito de foco. Em uma modalidade preferida, a abertura numérica do guia de luz 306 é acompanhada o mais próximo possível pela luz emitida pelo LED. Isto ajuda a maximizar a eficiência da transmissão da luz.
[077] Come i mostrado na FIG. 40, em uma outra
modalidade, o dispositivo de rosqueamento 300 inclui sua
própria fonte de energia 391 e fonte de luz 393. Em uma
modalidade exemplar, a fonte de energia 391 e a fonte de
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32/52 luz 393 (por exemplo, a LED) pode ser conectado por fios
395. Nesta modalidade, o dispositivo de mão pode ser omitido. Por exemplo, o dispositivo de rosqueamento 300 pode incluir um LED ou semelhante em cada extremidade.
[078] Em uma outra modalidade, a dispositivo de mão pode alternar o dispositivo de rosqueamento para ajudar na passagem o dispositivo de rosqueamento pela via subcutânea. A ação alternante permite que o dispositivo de rosqueamento passe facilmente através do tecido adiposo, assim criando menos dano colateral aos vasos sanguíneos, às estruturas nervosas e a outros ligamentos subcutâneos. Esta modalidade é semelhante ao dispositivo para alternar uma cânula, que é descrita na patente dos Estados Unidos no. 6.139.518 a Mozsary, que é aqui incorporado em sua totalidade pela referência. Nesta modalidade, o dispositivo de mão é alimentado para alternar o dispositivo de rosqueamento para frente e para trás durante a cirurgia. O dispositivo de rosqueamento pode ser conectado ao cabo por um conector que é afixado a, formado integralmente com, ou seletivamente ligável a um elemento alternativo. Em uma outra modalidade, o dispositivo de mão pode alternar ou vibrar o dispositivo de rosqueamento via ultrasom.
[079] As FIGS. 33-35b mostram diferentes modalidades do dispositivo limpeza 321, que é um instrumento cego para sondar o local de punção ou de acesso e limpar ligamentos e outras obstruções. Geralmente, o dispositivo de limpeza 321 inclui um pescoço (também referido como a porção de acoplamento) 323 e uma porção de limpeza 325. A porção de limpeza 323 é, preferencialmente, mais ou menos, do mesmo diâmetro da haste de rosqueamento 300, dessa maneira ambas
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33/52 se encaixam nos locais de acesso.
[080] Como mostrado nas FIGS. 33-34, em uma modalidade preferida, a porção de limpeza 325 é em forma de espiral. Isto permite que o cirurgião introduza a porção de limpeza
325 no local de acesso 14 e varra a área sob o local de acesso limpo girando o dispositivo (ver FIG. 51 para uma figura que descreve o uso do dispositivo de limpeza 321).
[081] Em uma modalidade preferida, o dispositivo de limpeza 321 encaixa-se no dispositivo de mão 360. Para realizar esta, o pescoço 323 e a acoplagem do instrumento 364 incluem as saliências correspondentes 327a e as indentações 327b, como o melhor mostrado na FIG. 34. O dispositivo de limpeza 321 é feito preferencialmente de plástico, que permite a flexibilidade para o arranjo de ajuste de encaixe, e também permite o dispositivo de limpeza 321 transiluminar. No uso, a luz é emitida da acoplagem do instrumento 364 e transilumina o dispositivo de limpeza 321. Em uma outra modalidade, apenas a ponta do dispositivo de limpeza 321 é iluminada e o restante do dispositivo é opaco. Isto ajuda a direcionar a luz à ponta. Em uma outra modalidade, o dispositivo de limpeza 321 pode ser feito de metal.
[082] Será compreendido que o dispositivo de limpeza 321 pode ser afixado ao dispositivo de mão 360 de forma removível de outras maneiras. Por exemplo, um arranjo onde uma porção do pescoço 323 é recebida em ranhuras no dispositivo de mão 360 (ou vice-versa) e depois o dispositivo de limpeza é girado e fechado no lugar que pode ser utilizado. Também, como mostrado na FIG. 32, um arranjo rosqueado 329 está dentro do âmbito da presente
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34/52 invenção. 0 dispositivo de limpeza 321 também pode ser projetado para encaixar no dispositivo de mão 60.
[083] Referindo-se às FIGS. 46-47, uma outra modalidade de um dispositivo de limpeza 321 é mostrada. Nesta modalidade, o dispositivo de limpeza 321 pode ser uma haste que encaixe no receptor fêmea 366, como mostrado na FIG. 46. Nesta modalidade, o dispositivo de limpeza 321 inclui um pescoço (ou porção de acoplamento) 323 e uma porção de esclarecimento 323. O pescoço 323 pode ser fechado (semelhante ao dispositivo de rosqueamento, descrito abaixo) para impedir a rotação quando introduzido no receptor fêmea 366.
[084] As FIGS. 35a e 35b mostram outras modalidades de um dispositivo de limpeza com porções de limpeza 325a curvadas e 325b retas. Estas porções de limpeza também podem ser incluídas em um dispositivo de limpeza que seja recebido no receptor fêmea 366 também.
[085] Referindo-se às FIGS. 46-49, uma outra modalidade de um dispositivo de mão 360 é mostrado. O dispositivo de mão 360 é geralmente o mesmo do descrito acima. Como é mostrado nas figuras, a do instrumento inclui rosqueamentos 329 e um receptor fêmea circular 366. O dispositivo de mão 360 também pode incluir um cone de cauda 337 como descrito acima. O cone de cauda 337 pode simplesmente ser para fornecer ao cirurgião algo para segurar quando estiver girando o dispositivo de limpeza ou pode ser projetado para acionar um interruptor de travamento para acionar a fonte de luz, como descrito acima.
[086] Nesta modalidade, o dispositivo também inclui um
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35/52 bico 339 que possa ser rosqueado na acoplagem 364 do instrumento. 0 bico 339 inclui preferencialmente as indentações de preensão 339a e tem uma abertura axial 339c definida ao longo que é alinhada de forma axial com o receptor fêmea 366 quando o bico 339 é rosqueado na acoplagem 364 do instrumento. 0 bico 339 fornece um cabo para o cirurgião ao usar o dispositivo de mão 360. Isto permite que o cirurgião segure o dispositivo de mão semelhante à maneira que seguraria uma caneta.
[087] Como mostrado na FIG. 46 (e como descrito acima), o dispositivo de limpeza 321 pode ter um pescoço 323 que encaixe no receptor fêmea 366 e que inclua uma porção de limpeza 325 que se estende daí. Como mostrado na FIG. 47, em uma outra modalidade preferida, o bico e o dispositivo de limpeza podem ser formados como uma unidade, criando desse modo um conjunto de dispositivo de limpeza 341. Nesta modalidade, o pescoço 323 está introduzido no receptor fêmea 366, enquanto o bico 339 é rosqueado na acoplagem 364 do instrumento simultaneamente. O o-anel 335 ajuda a fixar o pescoço 323 dentro do receptor fêmea 366. Nesta modalidade, a porção de limpeza 325 estende-se em um trajeto curvado que define um plano que é aproximadamente perpendicular ao eixo longitudinal do pescoço.
[088] Como mostrado na FIG. 47, o conjunto do dispositivo de limpeza 341 pode incluir um guia de luz 306 que se estende por ele para iluminar a ponta. Entretanto, esta não é uma limitação na presente invenção.
[089] Em um procedimento cirúrgico onde um conjunto do dispositivo de limpeza 341 é usado, um bico separado 339b para fixar a haste de rosqueamento 300, como mostrado na
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FIG. 48, também é preferencialmente usado. No uso, depois que o conjunto do dispositivo de limpeza 341 foi usado para limpar a área em torno dos locais de acesso, o conjunto do dispositivo de limpeza 341 é desaparafusado da acoplagem 364 do instrumento e então o bico 339b é parafusado sobre. 0 bico 339b inclui um o-anel 335 nele para ajudar a fixar a haste de rosqueamento 300 quando introduzida na abertura 339c e no receptor fêmea 366, como mostrado na FIG. 48. Em uma outra modalidade, o bico 339b pode ser omitido. Ainda em outra modalidade, o bico 339b pode incluir meios para apertar a haste de rosqueamento no mesmo, de modo que seja difícil retirar a haste de rosqueamento. Por exemplo, o bico 339b pode incluir um parafuso de fixação, mandril, rosqueamentos no interior ou semelhantes.
[090] Como mostrado nas FIGS. 48 e 49, em uma outra modalidade preferida, a haste de rosqueamento 300 pode incluir canaletas de fixação 343 definidas circunferencialmente ao redor da mesma. Quando introduzida no bico 339b ou no receptor fêmea 366, uma das canaletas 343 recebe o o-anel 335, para ajudar a fixar a haste de rosqueamento 300 nele. As canaletas são localizados perto de ambas as extremidades porque a haste de rosqueamento é reversível, como descrito abaixo. Em uma outra modalidade, em vez de um o-anel, o bico 339b ou a acoplagem 364 do instrumento (ver FIG. 50) pode incluir um anel de metal 345 que é recebido nas canaletas 343, que fornece um arrano de encaixe mais forte do que do o-anel.
[091] Será compreendido que o comprimento da haste de rosqueamento 300 mudará, dependendo do tipo de procedimento que estiver sendo realizado (e do tamanho da anatomia do
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37/52 paciente). É importante que a haste de rosqueamento 300 seja suficientemente longa de modo que, ao ser passada por via subcutânea, enquanto uma extremidade emerge de um local de acesso 14 de saída a outra extremidade estende-se fora do local de acesso 14 de entrada. Por exemplo, na platismaplastia de trampolim percutânea , a haste de rosqueamento 300 pode ter aproximadamente nove polegadas de comprimento. Com referência a FIG. 53, isto permite que uma extremidade da haste de rosqueamento 300 estenda-se fora do local de acesso 14b e do extremo oposto para estender-se fora do local de acesso 14c simultaneamente. No MACS-lift, a haste de rosqueamento 300 não tem que ser tão longa. Deve-se compreender que os dispositivos de rosqueamento 100 e 300 mostrados nas figuras não são para escala.
[092] Em referência às FIGS. 57 e 58, na outra modalidade, a haste de rosqueamento pode ser curvada ou dobrada. Por exemplo, Como mostrado na FIG. 57, as extremidades 304 podem ser curvadas em direções diferentes. Este tipo de haste de rosqueamento 300a pode ser sólido ou pode ter um guia de luz nele. As extremidades podem ser afiadas ou sem corte. Na modalidade com extremidades afiadas, pode ser difícil transmitir a luz através das extremidades 304, assim uma abertura 347 pode ser feita no tubo 307 para permitir que a luz seja emitida de um ponto espaçado da extremidade 304. A haste de rosqueamento300a pode ser útil para cirurgia abdominal e pode ser grossa e menos maleável do que as modalidades descritas acima para reforçar o dispositivo. Como mostrado na FIG. 58, em uma outra modalidade, a haste de rosqueamento 300b pode ter extremidades que se curvam na mesma direção.
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38/52 [093] Uma construção exemplar de uma matriz de suporte 200 usando dispositivo de rosqueamento 100 será descrita agora. Por exemplo, como mostrado na FIG. 15, depois que a primeira extremidade 150a da sutura 150 é conectada ao ilhó 102, o dispositivo de mão 60 é agarrado pelo cirurgião e o dispositivo de rosqueamento é introduzido através de um primeiro porto da pele 80a. A ponta iluminada 104 do dispositivo de rosqueamento 100 ilumina a área de trabalho e transilumina através da pele permitindo que o cirurgião determine a colocação apropriada da matriz de suporte 200 e a posição da ponta 104. Como descrito acima, em uma modalidade preferida, o porto 80 é desobstruído para ajudar na passagem do dispositivo rosqueamento 100. Ou seja, quando a ponta 104 do dispositivo de rosqueamento 100 chegar perto do porto 80, irá transiluminar.
[094] O dispositivo de rosqueamento 100 é preferencialmente longo o suficiente para que ele possa ser rosqueado de um lado da linha da mandíbula ao outro tal que a ponta 104 é trazida para fora através de um segundo porto da pele 80b no lado oposto da mandíbula a partir da qual foi introduzida. Neste momento, a ponta 104 é agarrada pelo cirurgião e a sutura 150 é puxada através da área sob o
pescoço. Então o dispositivo de rosqueamento 100 é
desconectado do dispositivo de mão 60 permitindo que o
dispositivo de rosqueamento 100 e a sutura 150 se j am
puxados através do segundo porto da pele 80b, como é
mostrado na FIG. 16.
[095] O dispositivo de rosqueamento 100 então é girado e reconectado ao dispositivo de mão 60 e é então reintroduzido através do segundo porto da pele 80b e
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39/52 passado por via subcutânea para o lado contralateral saindo através do terceiro porto da pele 80c. O dispositivo de rosqueamento 100 mais uma vez é desconectado do dispositivo de mão 60 e é reconectado após o dispositivo de rosqueamento e a sutura 150 serem puxados através do terceiro porto da pele 80c.
[096] Em seguida, o dispositivo de rosqueamento 100 é girado e reconectado ao dispositivo de mão 60 e então é reintroduzido através do terceiro porto da pele 80c e passado por via subcutânea para o lado contralateral saindo através do quarto porto da pele 80d. Neste momento, o dispositivo de rosqueamento 100 mais uma vez é desconectado do dispositivo de mão 60 e é reconectado após o dispositivo de rosqueamento e a sutura 150 serem puxados através do quarto porto da pele 80d.
[097] O dispositivo de rosqueamento 100 então é girado e reconectado ao dispositivo de mão 60 e então é reintroduzido através do quarto porto da pele 80d e passado por via subcutânea para o lado contralateral saindo através do quinto porto da pele 80e. Neste momento, o dispositivo de rosqueamento 100 mais uma vez é desconectado do dispositivo de mão 60 e é reconectado após o dispositivo de rosqueamento e a sutura 150 serem puxados através do quinto porto da pele 80e .
[098] Em seguida, o dispositivo de rosqueamento 100 é girado e reconectado ao dispositivo de mão 60 e então é reintroduzido através do quinto porto da pele 80e e é passado por via subcutânea para o local de acesso submentoniano da linha média que inclui preferencialmente um porto da pele 120 rosqueado (descrito mais detalhadamente
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40/52 aqui abaixo). O dispositivo de rosqueamento 100 e a primeira extremidade 150a da sutura 150 são puxados através do porto da pele 122 e o dispositivo de rosqueamento é desconectado do dispositivo de mão 60. A primeira extremidade 150a da sutura 150 então é cortada do e/ou desatada do dispositivo de rosqueamento 100.
[099] Aqora, a sequnda extremidade (ou a extremidade distai) 150b da sutura 150, que está estendendo do primeiro porto da pele 80a é fixada ao orifício 102 do dispositivo de rosqueamento 100 e o dispositivo de rosqueamento 100 é conectado ao dispositivo de mão 60. O dispositivo de mão 60 é aqarrado pelo cirurqião e o dispositivo de rosqueamento é introduzido através do primeiro porto da pele 80a e é passado por via subcutânea para o lado contralateral saindo através do sexto porto da pele 80f. Neste momento, o dispositivo de rosqueamento 100 mais uma vez é desconectado do dispositivo de mão 60 e é reconectado após o dispositivo de rosqueamento e a sutura 150 serem puxados através do sexto porto da pele 80f.
[0100] Em sequida, o dispositivo de rosqueamento 100 é qirado e reconectado ao dispositivo de mão 60 e então é reintroduzido através do sexto porto da pele 80f e é passado por via subcutânea para o lado contralateral saindo através do sétimo porto da pele 80q. Neste momento, o dispositivo de rosqueamento 100 mais uma vez é desconectado do dispositivo de mão 60 e é reconectado após o dispositivo de rosqueamento e a sutura 150 serem puxados através do sétimo porto da pele 80q.
[0101] O dispositivo de rosqueamento 100 então é qirado e reconectado ao dispositivo de mão 60 e então é
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41/52 reintroduzido através do sétimo porto da pele 80f e é passado por via subcutânea para o lado contralateral saindo através do oitavo porto da pele 80h. Neste momento, o dispositivo de rosqueamento 100 mais uma vez é desconectado do dispositivo de mão 60 e é reconectado após o dispositivo de rosqueamento e a sutura 150 serem puxados através do oitavo porto da pele 80h.
[0102] Em seguida, o dispositivo de rosqueamento 100 é girado e reconectado ao dispositivo de mão 60 e então é reintroduzido através do oitavo porto da pele 80h e é passado por via subcutânea para o porto da pele 120 rosqueado no local de acesso sub-mentoniano na linha média. O dispositivo de rosqueamento 100 e a segunda extremidade 150b da sutura 150 são puxados através do porto da pele 120 rosqueado e o dispositivo de rosqueamento é desconectado do dispositivo de mão 60.
[0103] Como será compreendido por aqueles qualificados na arte, o tubo 84 nos portos de pele 80 é longo o suficiente para que quando o dispositivo de rosqueamento
100 for introduzido nele a sutura 150 irá ancorar-se cercando os ligamentos faciais mantidos durante o procedimento descrito acima. Preferencialmente, cada vez que o dispositivo de rosqueamento 100 e a sutura 150 são passados através de um porto 80, a sutura é fixada nos ligamentos faciais mantidos, desse modo criando um ponto âncora ou pivô.
[0104] Será compreendido que o número dos locais de acesso 14, portos 80 e/ou passagens, etc. descritos acima são meramente exemplares e qualquer número pode ser usado no procedimento atualmente descrito, segundo as exigências
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42/52 da cirurgia particular.
[0105] A transmissão transcutânea da luz da ponta 104 do dispositivo de rosqueamento 100 dá resposta permitindo que o cirurgião determine a posição da ponta 104 enquanto a matriz de sustentação 200 é tecida e criada. Esta resposta permite a colocação de cada fio individual relativo às áreas de sustentação necessárias. Isto permite a colocação de fios de sutura 150 adjacente ao músculo, profunda às camadas de pele e de gordura.
[0106] Preferencialmente, em cada porto 80, a extremidade do tubo 84 que é associada com a borda saliente 82 tem uma borda biselada ou afilada 84a, que ajudam evitar que a ponta 104 do dispositivo de rosqueamento 100 agarre dentro do túnel 86, durante a inserção.
[0107] Em uma outra modalidade, dois dispositivos de rosqueamento 100 que são conectados cada um a uma extremidade oposta da sutura 150 podem ser usados. Nesta modalidade o primeiro dispositivo de rosqueamento 100 não tem que ser desconectado da extremidade da sutura 150 antes que a segunda extremidade da sutura 150 esteja rosqueada através da pele. Ainda em outra modalidade, a sutura 150 pode vir em um kit com os dois dispositivos de rosqueamento 100 descartáveis unidos aos extremos opostos 150a e 150b. Após formar a matriz 200, os dispositivos de rosqueamento 100 podem ser cortados da sutura 150 e então a sutura pode ser amarrada.
[0108] As FIGS. 19-23 mostram o porto da pele 120 rosqueado usado para o local de acesso sub-mentoniano na linha média. O porto da pele 120 rosqueado é introduzido ao mesmo tempo que os portos da pele 80 descritos acima.
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Entretanto, esta não é uma limitação na presente invenção. 0 porto 120 inclui uma borda saliente 122 que tem um tubo 124 estendendo-se daí. 0 tubo 124 é preferencialmente rosqueado 126. Como é mostrado na FIG. 22, o tubo 124 e a borda saliente 122 colaboram para definir um túnel 128 através dele. Em uma modalidade preferida, a porção do túnel 128 na borda saliente 122 inclui uma borda biselada ou afilada 128a.
[0109] Em uma modalidade preferida, o porto 120 inclui um par de porções de cabos 130 que se estendem para cima da borda saliente 122 que ajudam o cirurgião a rosquear o porto 120 no local de acesso sub-mentoniano na linha média. Entretanto, as porções de cabos 130 não são uma limitação na presente invenção e podem ser omitidas. Será compreendido qualquer porto da pele que permitir o acesso através da pele está dentro do âmbito da presente invenção. Por exemplo, o porto da pele 80 ou algo semelhante pode ser usado no local de acesso sub-mentoniano na linha média. Em uma outra modalidade, o porto 120 pode ser usado no local de acesso 14. Em uma modalidade preferida, o porto 120 é desobstruído para ajudar na passagem do dispositivo de rosqueamento 100. Ou seja, quando a ponta 104 do dispositivo de rosqueamento 100 chegar perto do porto 120 irá transiluminar.
[0110] No uso, o tubo 124 é introduzido no local de acesso sub-mentoniano da linha média. As porções do cabo 130 são agarradas e o porto 120 é girado de modo que os rosqueamentos 126 sejam rosqueados na pele até que a superfície inferior da borda saliente 122 repouse de diante da superfície externa da pele.
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44/52 [0111] Em uma outra modalidade, um porto semelhante ao porto da pele 80 descrito acima, mas um tanto modificado pode ser usado para o acesso na linha média. Nesta modalidade, a borda saliente inclui um interior rosqueado que acople os rosqueamentos no exterior do tubo. As extremidades distais dos elementos de dobramento estão conectadas a um anel que não é rosqueado internamente. Este anel permite que o tubo gire nele, mas (porque não é rosqueado internamente) faz com que o anel não monte acima dos rosqueamentos do tubo. Os extremos opostos dos elementos de dobramento são conectados à borda saliente.
[0112] Com esta configuração, quando o tubo for girado (preferencialmente pelo acoplamento com o dispositivo de mão ou com os dedos do cirurgião), o acoplamento rosqueado do exterior do tubo com o interior da borda saliente faz com que o tubo mova-se externamente (em relação ao interior do corpo de um paciente). Esta ação faz com que os elementos de dobramento dobrem-se na prega. No uso com um paciente, na posição dobrada, a extremidade proximal do tubo é localizada fora do corpo do paciente, e a extremidade distai move-se para mais perto da borda saliente do que estava na posição não dobrada.
[0113] Com referência às FIGS. 18-20, um instrumento que posiciona o nó 140 é mostrado e descrito. Depois que ambas as extremidades 150a e 150b da sutura 150 são rosqueadas e a matriz de sustentação 200 é criada, as duas extremidades 150a e 150b da sutura são trazidas para fora através do local de acesso sub-mentoniano na linha média (através do porto 120), como é mostrado na FIG. 19. Um único nó de lançamento 150c é colocado (será compreendido
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45/52 que o tipo de nó não é uma limitação na presente invenção) e o instrumento que posiciona o nó 140 é utilizado para ajustar o nó 150c.
[0114] Uma extremidade 142 do instrumento que posiciona o nó 140 (que é preferencialmente rosqueado) entra com o dispositivo de mão 60 e a outra extremidade 144 é bifurcada. A extremidade bifurcada 144 é usada para empurrar o nó 150c através do túnel 128 do porto da pele 120 rosqueado e sob a pele. Em uma modalidade preferida, o instrumento que posiciona o nó 140 inclui um núcleo 152 de fibra óptica e uma abertura 152a através da qual a luz é transmitida para iluminar a área de trabalho ao colocar o nó 150c.
[0115] Depois que o nó 150c foi empurrado através do porto rosqueado 120, o porto rosqueado 120 é torcido fora do local de acesso e os outros portos de pele 80 são removidos usando o dispositivo de mão 60. Para fazer isto, o conector masculino 68 é introduzido no porto 80 de modo que o cume 68a encaixe no anel indentado 82a e os dentes 68b e 82b acoplem um no outro. O dispositivo de mão 60 é então retorcido, assim girando o tubo 84 e fazendo com que o anel internamente rosqueado 90b viaje de volta para baixo dos rosqueamentos 88 e desdobrando dobrando os membros de dobramento 90a. Em uma outra modalidade, os portos 80 podem ser removidos à mão.
[0116] Após a remoção atraumática dos portos 80 e 120, os steristrips são então colocados como desejado e um vestuário de compressão do pescoço é ajustado no paciente.
Veja FIG. 25 para a configuração final da matriz de sustentação 200 exemplar.
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46/52 [0117] Uma outra modalidade exemplar da construção de uma matriz de sustentação 200 será descrita agora. Ver por favor, FIGS. 46 - 51. Nesta modalidade, o dispositivo de mão 360 e dispositivo de rosqueamento 300 são usados. Neste exemplo, como mostrado nas FIGS. 51-56 a maioria dos locais de acesso 14 está acima da borda submandibular. Porque o dispositivo de rosqueamento 300 geralmente é reto e precisa viajar em torno da curvatura da mandibula, exige locais de acesso 14 intermitentes sob a mandibula para permitir que a haste de rosqueamento seja redirecionada ao redor da curvatura do pescoço (o local de acesso exemplar que mostra este é marcado como 14a) . O cirurgião pode escolher usar outros locais de acesso sob a mandibula do paciente ou em outros locais, como necessário, para permitir que a haste de rosqueamento seja redirecionada.
[0118] Como mostrado na FIG. 51, antes de usar o dispositivo de rosqueamento, o cirurgião pode querer usar o dispositivo de limpeza 321 (ou conjunto do dispositivo de limpeza 341) para limpar acessórios cutâneos sob a área adjacente aos locais de acesso 14. Embora não mostrado nas FIGS. 51-56, o cirurgião também pode usar o bico 339 ou 339b para ajudar a fixar a haste de rosqueamento 300 e ajudar na manipulação do dispositivo de mão 360 durante a cirurgia.
[0119] Para a entrada inicial do dispositivo de rosqueamento 300 e da primeira sutura 150 o cirurgião cria um local de acesso 14a sob o queixo. O dispositivo de mão 360 é iluminado (por exemplo, puxando o cordão rasgado, torcendo ou empurrando o cone de cauda ou de outra maneira ligando a fonte de luz) e o dispositivo de rosqueamento 300
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4Ί/52 é introduzido no dispositivo de mão 360. O dispositivo de rosqueamento 300 é introduzido através do local de acesso 14a, como mostrado na FIG. 52. A ponta iluminada 304 do dispositivo de rosqueamento 300 ilumina a área de trabalho e transilumina através da pele permitindo que o cirurgião determine a colocação apropriada da matriz de sustentação 200 e a localização da ponta 304.
[0120] A haste de rosqueamento é então trazida para fora através de um segundo local de acesso 14b e uma porção da sutura é puxada através do segundo local de acesso 14b. O suficiente da sutura é puxado através do segundo local de acesso 14b de modo que apenas o suficiente da sutura ainda esteja projetando-se para fora do local 14a de modo que a sutura possa ser tied off no fim do procedimento (descrito abaixo). Para impedir que a extremidade da sutura seja puxada pelo primeiro local de acesso 14a ela pode ser ancorada por algo, tal como um hemostato. Será compreendido que pela sutura ser amarrada no meio da haste de rosqueamento 300, o cirurgião não tem que puxar a haste de rosqueamento inteira fora do local do acesso. Como alternativa, depois que mais da metade da haste de rosqueamento é puxada através do local e a sutura é puxada através, o cirurgião pode girar a haste na direção desejada e então começar empurrar a haste de volta através do local do acesso. Esta ação permite que a sutura ancore nos ligamentos sob a pele perto dos locais de acesso. Será compreendido que porque a haste de rosqueamento 300 tem a sutura ligada próximo à sua metade e tem duas extremidades, ela não tem que ser girada cada vez que for trazida para fora a partir de baixo da pele do paciente. Entretanto, o
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48/52 cirurgião pode girar a haste de rosqueamento ao redor como desej ado.
[0121] Antes de empurrar a haste de rosqueamento de volta para o segundo local de acesso 14b, o cirurgião coloca o dispositivo de mão na extremidade da haste de rosqueamento para iluminar a ponta 304, como mostrado na
FIG. 53.
[0122] A haste de rosqueamento é então rosqueada do local 14b para o local 14a, é girada e é passada por via subcutânea ao terceiro local de acesso 14c. Dependendo do paciente, o cirurgião pode rosquear em linha reta do local 14b para o local 14c sem girar a haste em 14a. Isto é repetido para o quarto, quinto e sexto locais de acesso 14d, 14e e 14f e, eventualmente, a haste de rosqueamento é trazida para fora através do local de acesso sub-mentoniano (cada vez, o cirurgião não tem sempre que voltar para fora através do local 14a mas pode ir diretamente ao local seguinte no cadarço). Será compreendido que o dispositivo de mão é retirado e colocado na haste de rosqueamento como desejado durante este procedimento de modo que uma das pontas 304 é iluminada como desejado. A sutura 150 é cortada então da haste de rosqueamento. Preferencialmente, cada vez que o dispositivo de rosqueamento e a sutura 150 são passados através de um ponto de acesso 14, a primeira sutura 150 é passada em torno dos ligamentos faciais mantidos adjacentes a ela, desse modo criando um ponto ancora ou pivô.
[0123] Como mostrado na FIG. 54, uma segunda sutura
151 é então amarrada à haste de rosqueamento 300 e a haste de rosqueamento é introduzida no primeiro local de acesso
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14a. Ela é passada então por via subcutânea ao sétimo local de acesso 14g. Semelhante ao procedimento descrito acima para a primeira sutura 150, a segunda sutura 151 é então rosqueada aos oitavo, nono, décimo e décimo primeiro locais de acesso 14h, 14i, 14j e 14k (veja FIG. 55) e é finalmente trazida para fora do local de acesso sub-mentoniano na linha média. As extremidades das suturas 150 e 151 que se estendem para fora do local 14a são então amarradas juntas, desse modo, completando a matriz 200 (veja FIG. 56). O nó 150c é empurrado então através do local 14a e sob a pele (por exemplo, usando o dispositivo de limpeza ou a haste de rosqueamento). Neste momento, o cirurgião pode puxar as extremidades das suturas 150 e 151 que se estendem para fora do local de acesso sub-mentoniano para colocar a tensão desejada na matriz 200. Uma vez que isto é feito, as extremidades das suturas 150 e 151 são amarradas juntas e o nó 150c é empurrado através do local e sob a pele.
[0124] Será compreendido que a cirurgia pode ser realizada sem o dispositivo de mão. Alguns cirurgiões podem querer usar o dispositivo de rosqueamento sozinho sem usar o dispositivo de mão para iluminar as pontas. Nesta situação um dispositivo de rosqueamento continuo ou um dispositivo de rosqueamento com fontes independentes de energia e de luz pode ser usado. Será melhor compreendido que o dispositivo de rosqueamento 300 pode ser usado para outros tipos de cirurgia. Por exemplo, pode ser usado para colocar os sistemas de sutura que são utilizados geralmente em cirurgia plástica que exige previamente a abertura ou a elevação da pele da face, do pescoço e/ou outras áreas do corpo. Os exemplos deste incluem o uso deste dispositivo ou
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50/52 sistema para a colocação de uma sutura que define o pescoço ou pode ser usado no MACS-lift (minimal access cranial suspension), que é descrito em The MACS-lift Short Scar Rugasectomy por Patrick Tonnard, M.D. e Alexis Merpaile, M.D., Aesthetic surgery Journal, volume 27, número 2, pgs. 188-198, março/abril 2007, que é aqui incorporado pela referência em sua totalidade. Neste procedimento, suturas bolsa-corda suturas são usadas. Para colocar as suturas, o cirurgião poderia usar a haste de rosqueamento 300 em vez de fazer as incisões que são tipicamente feitas.
[0125] A sutura que define o pescoço, como é mostrado na arte, é descrita no artigo Suture Suspension Platysmaplasty for Improving Outcomes por Vincent Giampapa, M.D., Ioannis Bitzos, M.D., Oscar Ramírez, M.D., e Mark Granick, M.D., Aesthetic Plastic Surgery, Vol. 29, pgs. 341-350, 2005. , que é aqui incorporado pela referência em sua totalidade. Entretanto, em vez de ter que fazer grandes incisão e elevar a pele sob a região do pescoço, o procedimento pode ser realizado fazendo uma incisão pequena atrás das orelhas e então rosqueando a sutura por via subcutânea sob a mandíbula usando a haste de rosqueamento 300 e pontos pivô necessários (locais de acesso) como desej ado.
[0126] Em uma modalidade preferida, a sutura que é usada no procedimento é uma sutura 4.0 de poliéster trançada. Em uma modalidade mais preferida, como mostrado na FIG. 24, o modelo da sutura contem pelo menos um fio de fibra óptica 150d entrelaçado com os fios que não são de fibra óptica. A sutura 150 é trançada como se sabe na arte com um, dois ou três fios de fibra óptica e um ou dois fios
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51/52 que não são de fibra óptica, como é desejado. Isto ajuda na transiluminação da sutura 150 para verificar a colocação subcutânea depois que a sutura 150 foi colocada. O fio de fibra óptica 150d iluminará quando a luz de fibra óptica do dispositivo de mão 60 acoplada com o instrumento de colocação do nó 140 se aproximar à sutura enquanto é amarrado. A luz transmitida à sutura permite que o cirurgião visualize a colocação da matriz de sustentação 200 enquanto é fixada. Os fios que não são de fibra óptica podem ser feitos de qualquer material conhecido na arte, tal como o náilon, o polipropileno, ou outro material não absorvível.
[0127] Em qualquer ponto durante a criação da matriz de sustentação 200, a colocação da sutura pode ser confirmada colocando o dispositivo de mão 60 ou 360 (ou qualquer fonte de luz) em uma das extremidades 150a ou 150b da sutura 150, assim transmitindo a luz para baixo do fio de fibra óptica 150d para verificar a colocação da sutura
150.
[0128] A iluminação do caminho da sutura permite que o cirurgião determine o local da sutura. Em geral, a iluminação da sutura dá ao cirurgião a resposta em relação ao movimento anatômico de cada ponto pivô.
[0129] Será apreciada por aqueles qualificados na arte que a sutura de fibra óptica pode ser utilizada em todas as áreas da cirurgia ou outros materiais onde um material de ligação iluminado é necessário, e não apenas na técnica descrita aqui. Em uma outra modalidade, o dispositivo de rosqueamento pode ser uma agulha reta ou curvada. A aplicação da energia luminosa durante um procedimento
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52/52 cirúrgico confirmará a colocação e a exatidão da sutura. A aplicação da luz no pós-operatório poderia permitir que os cirurgiões compreendessem a evolução da colocação da sutura em relação ao tempo e ao envelhecimento.
[0130] Em uma modalidade alternativa, a pele do pescoço pode ser elevada do músculo platisma através de uma incisão semelhante àquela usada no procedimento padrão discutido acima para permitir que o cirurgião visualize o campo operatório e então a matriz de sutura possa ser colocada através dos portos 80 e/ou dos locais de acesso .
[0131] Contempla-se que os instrumentos acima descritos podem ser vendidos em kits. Por exemplo, um kit com todos ou qualquer combinação dos instrumentos, incluindo a fita 10 ou 310, uma caneta de marcação, lanceta 40, dispositivo de mão 60 ou 360, portos da pele 80, dispositivo de rosqueamento 100 ou 300, porto da pele 120 rosqueado , instrumento que posiciona o nó 140, sutura 150 ou 151, bico 339 ou 339, dispositivo de limpeza 321, conjunto do dispositivo de limpeza 341 ou qualquer outro instrumento descrito aqui pode ser vendido.
[0132] As modalidades descritas acima são modalidades exemplares da presente invenção. Aqueles qualificados na arte podem agora fazer usos numerosos, e partidas das modalidades descritas acima sem partir dos conceitos inventivos divulgados aqui. Portanto, a presente invenção deve ser definida unicamente pelo âmbito das seguintes reivindicações.
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Claims (10)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Dispositivo de rosqueamento (300) para suturar, o dispositivo caracterizado pelo fato de que compreende:
    a) um tubo alongado (307) tendo a primeira e segunda extremidades opostas, um interior e um local de fixação da sutura, onde pelo menos um da primeira e segunda extremidades do tubo alongado inclui uma ponta cega (304), onde a ponta cega é translúcida, e
    b) um guia de luz (306) estendendo-se através do interior do tubo alongado (307), por meio do qual a ponta translúcida é iluminada quando o guia de luz (306) for energizado.
  2. 2. Dispositivo de rosqueamento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o diâmetro do tubo alongado (307) na primeira extremidade ou perto da primeira extremidade é aproximadamente o mesmo do diâmetro da haste alongada na segunda extremidade ou perto da segunda extremidade.
  3. 3. Dispositivo de rosqueamento, de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo fato de que o local de fixação da sutura é definido aproximadamente no centro longitudinal do tubo alongado (307).
  4. 4. Dispositivo de rosqueamento, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que compreende ainda uma sutura (150) permanentemente ligada ao local de fixação da sutura.
  5. 5. Dispositivo de rosqueamento, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que o local de fixação da sutura compreende um sulco (303) que se estende pelo menos substancialmente circunferencial
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    2/2 em torno da parte externa do tubo (307) .
  6. 6. Dispositivo de rosqueamento, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3 ou 5, caracterizado pelo fato de que compreende adicionalmente uma sutura (150) recebida em e coberta em torno do local de fixação da sutura.
  7. 7. Dispositivo de rosqueamento, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizado pelo fato de que ambas a primeira e a segunda extremidades do tubo alongado incluem uma ponta cega (304), onde cada ponta cega é translúcida.
  8. 8. Dispositivo de rosqueamento, de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que a primeira e a segunda extremidades estão arranjadas de modo que, em uso, luz transmitida através de uma das referidas extremidades é transmitida através do guia de luz (306) e para fora na outra das referidas extremidades.
  9. 9. Dispositivo de rosqueamento, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo fato de que o guia de luz (306) tem a primeira e a segunda extremidades e onde a primeira e a segunda extremidades do guia de luz (306) são substancialmente alinhadas com a primeira e segunda extremidades do tubo.
  10. 10. Dispositivo de rosqueamento, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo fato de que a sutura (150) estende-se circunferencial em torno do tubo (307) e o guia de luz (306).
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