BRPI0802654A2 - conjuntos (1) de condicionamento e de aplicaÇço, processo de maquilagem das unhas e processo cosmÉtico de maquilagem das unhas - Google Patents
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Abstract
CONJUNTOS (1) DE CONDICIONAMENTO E DE APLICAÇçO, PROCESSO DE MAQUILAGEM DAS UNHAS E PROCESSO COSMÉTICO DE MAQUILAGEM DAS UNHAS. A presente invenção trata de um conjunto (1) de condicionamento e de aplicação que comporta: - um recipiente (3) que contém uma composição de esmalte de unhas que compreende um meio cosmeticamente aceitável e pelo menos um agente espessante tixotrópico, composição essa que apresenta uma viscosidade a 25°C de pelo menos 0,6 Pa.s, um aplicador (2) para retirar o produto contido no recipiente e aplicá-lo sobre as unhas, que comporta uma lâmina flexível (6) que define uma lâmina aplicadora (15).
Description
"CONJUNTOS (1) DE CONDICIONAMENTO E DE APLICAÇÃO, PROCESSODE MAQUILAGEM DAS UNHAS E PROCESSO COSMÉTICO DEMAQUILAGEM DAS UNHAS"
A presente invenção tem por objeto um conjunto decondicionamento e de aplicação destinados à aplicação de um produto deviscosidade elevada sobre as unhas.
A composição de esmalte de unhas, colorida ou transparente,pode ser empregada como base para esmaltes ou "base-coat" em terminologiaanglo-saxã, como produto de maquilagem das unhas, como composição deacabamento, também chamada "top-coat", para ser aplicada sobre o produtode maquilagem das unhas ou ainda como produto de cuidado cosmético dasunhas.
Os esmaltes de unhas convencionais se apresentam em formalíquida ou fluida e estão geralmente condicionados em frascos. Elescompreendem em geral partículas sólidas tais como pigmentos, madrepérolas,cargas, que estão em dispersão no meio contínuo aquoso ou no meio solventeorgânico da composição.
Essa forma fluida requer uma boa dispersão dos pigmentos demodo a preservar a homogeneidade da cor do esmalte líquido bem como dofilme de esmalte depois que ele foi aplicado nas unhas.
Ora, essas partículas têm a tendência de sedimentar ao longo dotempo, pelo fato de sua densidade ser superior à do meio contínuo no qual elasestão dispersadas. Essa sedimentação se traduz por uma modificação doaspecto macroscópico da composição, e em particular, no caso de esmaltes deunhas coloridos, por uma heterogeneidade da cor do esmalte.
Procura-se, portanto, obter esmaltes de unhas que apresentemboa dispersão das partículas, em particular dos pigmentos, e portanto boaestabilidade e boa homogeneidade da cor ao longo do tempo, bem como umfilme depositado sobre as unhas que possua uma cobertura satisfatória.
Além disso, do ponto de vista prático, seria interessante dispor deesmaltes com novas texturas que sejam fáceis de manipular (sem problemasde inversão ou de gota).
A Depositante constatou que essas vantagens podiam ser obtidaspela realização de uma composição de esmalte de unhas que se apresenta emforma não líquida, de alta viscosidade e de textura gelificada que permite umadispersão homogênea dos pigmentos.
Além disso, essa textura gelificada permite melhor organização e orientação das partículas corantes (em particular das madrepérolas) nacomposição durante sua aplicação sobre as unhas e durante a secagem dofilme de esmalte, permitindo assim obter um efeito de cor e um brilhosuperiores aos filmes provenientes de esmaltes de unhas fluidos convencionaisnos quais as partículas corantes não seguem uma orientação preferencial.
Ademais, essa composição, ao contrário dos esmaltes de unhasconvencionais, não escorre, não goteja e permite obter, após aplicação sobreas unhas, um filme que seca rapidamente mantendo ao mesmo tempo umaspecto homogêneo e liso; e que apresenta boas propriedades depermanência e de brilho.
Por outro lado, os esmaltes de unhas e produtos de cuidadoconvencionais para as unhas são geralmente aplicados com pincéis que sãofeitos pelo grampeamento de um tufo de pêlos à extremidade de uma haste.Esses pincéis são geralmente satisfatórios no caso dos produtos comconsistência líquida.
Em compensação, para produtos mais viscosos, os pincéisconvencionais não dão bons resultados pois os pêlos formam estrias nasuperfície do produto que persistem após a secagem.
Existe uma necessidade de dispor de esmaltes de unha queapresentem novas textura de alta viscosidade e de textura gelificada que sejamfáceis de manejar (sem problemas de inversão ou de gota) que apresentemboa dispersão das partículas, e portanto boa estabilidade e boahomogeneidade da cor ao longo do tempo, bem como de um aplicador queseja mais apropriado à aplicação do referido esmalte de unhas que apresentauma textura de gel.
De acordo com um primeiro aspecto, a presente invenção temassim por objeto um conjunto de condicionamento e de aplicação quecomporta:
- um recipiente (3) que contém uma composição (ou produto) deesmalte de unhas que compreende um meio cosmeticamente aceitável e pelomenos um agente espessante tixotrópico, composição essa que apresenta umaviscosidade a 25°C de pelo menos 0,6 Pa.s,
-um aplicador (2) para retirar o produto contido no recipiente eaplicá-lo sobre as unhas, que comporta uma lâmina flexível (6) que define umalâmina aplicadora (15).
Medida de Viscosidade
A viscosidade da composição é medida a 25°C com um Rheomat180 (da Lamy) dotado de um rotor MS-R1, MS-R2, MS-R3, MS-R4 ou MS-R5escolhido em função da consistência da composição, que gira a umavelocidade de rotação de 200 rpm-1. A medida é tomada após 10 minutos derotação. As medidas de viscosidade são realizadas no máximo 1 semana apósa fabricação.
O esmalte de unhas da presente invenção pode apresentar umaviscosidade que varia de 0,6 a 20 Pa.s, de preferência de 0,7 a 15 Pa.s e, maispreferencialmente ainda, de 0,75 a 10 Pa.s.
A presente invenção tem também por objeto um conjunto (1) decondicionamento e de aplicação que comporta:- um recipiente (3) que contém uma composição de esmalte deunhas que compreende um meio cosmeticamente aceitável e pelo menos umagente espessante tixotrópico, e a referida composição apresenta um carátertixotrópico.
um aplicador (2) para retirar o produto contido no recipiente eaplicá-lo sobre as unhas, que comporta uma lâmina flexível (6) que define umalâmina aplicadora (15).
A presente invenção tem também por objeto um conjunto (1) decondicionamento e de aplicação que comporta:
- um recipiente (3) que contém um esmalte de unhas que
compreende um meio cosmeticamente aceitável e pelo menos um agenteespessante tixotrópico, composição essa que apresenta um módulo de rigidezpatamar Gp superior a 100 Pa,
- um aplicador (2) para retirar o produto contido no recipiente eaplicá-lo sobre as unhas, que comporta uma lâmina flexível (6) que define umaface aplicadora (15).
Por meio cosmeticamente aceitável, entende-se um meio nãotóxico e suscetível de ser aplicado sobre as matérias queratínicas de sereshumanos, em particular as unhas.
A composição de acordo com a presente invenção apresentavantajosamente um caráter tixotrópico.
Por composição que apresenta um caráter tixotrópico, oucomposição tixotrópica, entende-se, de acordo com a presente invenção, umacomposição estruturada que fluidifica (em particular sua viscosidade diminui)quando sofre uma ação não química, em particular mecânica, e que recuperatoda ou parte de sua viscosidade inicial após um tempo de repouso suficienteque pode ser mais ou menos longo, à temperatura ambiente.
Em particular, a composição possui as seguintes propriedades:- a composição tem um caráter reofluidificante, ou seja, aviscosidade da composição diminui quando ela é submetida a cisalhamentoscrescentes;
- a composição após a aplicação de um cisalhamento intenso sefluidifica (em particular, sua viscosidade diminui). A viscosidade, a consistênciae a elasticidade da composição, após sua desestruturação, em particular apósum tempo de repouso de um minuto após a aplicação do cisalhamento, sãoinferiores às da composição antes da aplicação do cisalhamento intenso;
- a composição regenera parcial ou totalmente sua estrutura inicialapós um tempo repouso suficiente e a restruturação da composição éretardada no tempo. A restruturação da composição não ocorre, portanto,instantaneamente mas de modo diferido ao longo do tempo.
Uma definição de composição tixotrópica está indicada emparticular na obra "Comprendre Ia rhéologie - De Ia circulation du sang à Iaprise du béton" de P. Coussot e J.L. Grossiord, EDP Science, 2002, páginas 16e 17.
O comportamento tixotrópico da composição pode, em particular,se caracterizado pelas medidas de viscosidade da composição, sob velocidadebaixa de cisalhamento e a seguir sob velocidade alta de cisalhamento, tal comodescrito a seguir:
Essas medidas são efetuadas com um reômetro de tensãocontrolada, Haake RheoStress® RS 600 da ThermoRhéo, dotada de um banhotermostatado e de um rotor de aço inoxidável com geometria cone/plano, de 35mm de diâmetro e de ângulo de 2o, com um entreferro de 0,104 mm. As 2superfícies são "areadas" para limitar os fenômenos de deslizamento nasparedes. Utiliza-se um dispositivo antievaporação (campânula de solventes).As medidas são efetuadas a 20°C ± 1°C.
Em um primeiro tempo, a amostra é submetida a umatemperatura de 20°C ± 1°C durante 300 segundos (sem nenhum cisalhamentoaplicado).
a) Tensões constantes são aplicadas à amostra partindo de umatensão inicial de 0 Pa para atingir uma tensão final de 500 Pa. Essas tensõessão aplicadas apenas uma vez (o que corresponde a uma rampa decisalhamento que varia de 10"1 s"1 a 400 s"1. Traça-se então a evolução daviscosidade rj em função do gradiente de cisalhamento y. A medida é tomadaem 40 pontos distribuídos de modo logarítmico.
Espera-se a obtenção de um valor estável entre cada tensão, e otempo de espera de cada tensão é de 30 segundos.
b) A composição é desestruturada a seguir com a aplicação deum cisalhamento contínuo que corresponde a uma tensão de 500 Pa (quecorresponde a um cisalhamento de 400s"1) durante 30 segundos.
c) Tensões decrescentes são aplicadas à amostra a partir de umatensão inicial de 500 Pa para atingir uma tensão final de 0 Pa. Essas tensõessão aplicadas uma única vez.
Toma-se a medida em 40 pontos distribuídos de modologarítmico.
Espera-se a obtenção de um valor estável entre cada tensão, e otempo de espera entre cada tensão é de 30 segundos.
A faixa de gradiente de cisalhamento varia de 400 s~1 a 10 s"1. Nafaixa considerada, o valor máximo de 400 s"1 deve ser levado em conta comuma incerteza de medida de ± 10s"1.
Traça-se então a evolução da viscosidade r| em função dogradiente de cisalhamento y.
d) A amostra é submetida a seguir a uma tensão controlada de 10Pa durante 1000 segundos, e mede-se a evolução da viscosidade em funçãodo tempo.e) Tensões crescentes são aplicadas à amostra a partir de umatensão inicial de 0 Pa para atingir uma tensão final de 500 Pa. Essas tensõessó são aplicadas uma única vez (o que corresponde a um gradiente decisalhamento que varia de 10~2 s"1 a 300 s"1).
A análise dos resultados é feita através da representação gráficada evolução de sua viscosidade representada por r\, em função do gradiente decisalhamento indicado por y. A viscosidade ti, o gradiente de cisalhamento yeatensão controlada x estão ligados entre si pela relação
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A composição é tal que ela apresenta uma viscosidade tal comomedida na etapa e), a uma velocidade de cisalhamento de 4.10"2 s'\ que variade 102 a 104 de preferência de 5.102 a 5.103, e mais preferencialmente aindade 600 a 4000 Pa.s.
O caráter reofluidificante da composição se caracteriza emparticular por uma diferença (viscosidade medida na etapa e), a umavelocidade de cisalhamento s"1 - viscosidade medida na etapa e), a umavelocidade de cisalhamento de 4.10"2 s"1, que varia de 10 a 105 Pa.s, e depreferência de 102 a 104 Pa.s.
O comportamento tixotrópico da composição se caracteriza poruma diferença de viscosidade medida a uma velocidade de cisalhamento de 1s"1 entre a etapa c) e a etapa e) (viscosidade medida durante a etapa c) a umavelocidade de cisalhamento de 1 s"1 - viscosidade medida durante a etapa e)de pelo menos 1 Pa.s, de preferência de pelo menos 10 Pa.s., maispreferencialmente de pelo menos 20 Pa.s, mais preferencialmente ainda de pelo menos 30 Pa.s., e mais particularmente de pelo menos 40 Pa.s.
Em particular, a diferença de viscosidade medida a umavelocidade de cisalhamento de 1 s"1 entre a etapa c) e a etapa e), ou seja, adiferença (viscosidade medida durante a etapa c) a uma velocidade decisalhamento de 1s"1 - viscosidade medida durante a etapa e) que varia de 1 a1000 Pa.s, de preferência de 20 a 500 Pa.s, em particular de 40 a 200 Pa.s.Medida das Características ViscoelásticasAs composições de acordo com a presente invenção possuemvantajosamente um comportamento viscoelástico, com caráter elásticodominante.
De modo geral, um material é chamado de viscoelástico quando,sob o efeito do cisalhamento, ele possui ao mesmo tempo as características deum material elástico, ou seja, capaz de armazenar energia e as característicasde um material viscoso, ou seja, capaz de dissipar energia.
Mais particularmente, o comportamento viscoelástico dascomposições de acordo com a presente invenção pode ser caracterizado porseu módulo de rigidez G*, sua elasticidade ô e seu limiar de escoamento xc;esses parâmetros estão definidos em particular na obra "Initiation à Iarhéologie", G. Couarraze e J.L. Grossiord, 2a edição, 1991, Edition Lavoisier-Tec 1 Doe.
As medidas são efetuadas em um reômetro de tensão controlada,"Haake RheoStress 600", da ThermoRhéo, dotado de um banho termostatadoe de um rotor de aço inoxidável com geometria plano/plano, sendo que o planopossui um diâmetro de 20 mm e um entreferro (distância entre o plano inferior -denominado plano estator - sobre o qual é depositada a composição e o planosuperior - denominado plano rotor) de 1 mm. Os 2 planos são esfriados paralimitar os fenômenos de deslizamento às paredes dos planos. É utilizado umdispositivo antievaporação (campânula de solventes).
As medidas são efetuadas a 20°C ± 1°C.
A composição é submetida a um cisalhamento harmônico poruma tensão x(t) que varia de modo sinusoidal segundo uma pulsação co (co =2nv), sendo que v é a freqüência do cisalhamento aplicado.
A tensão x(t) e a deformação y(t) são definidas pelas seguintes relações:
r(t) = t0 cos(ú) . t) y(t) = yo cos(co. 1 - õ)sendo que que x0 é a amplitude máxima da tensão dadeformação, 5 é o ângulo de defasagem entre a tensão e a deformação e G*corresponde à relação to sobre y0.
As medidas são efetuadas a uma freqüência fixa de 1 Hz (v = 1 Hz).
Em um primeiro tempo, a amostra é submetida a umatemperatura de 20°C ± 1°C durante 300 segundos.
A seguir, são aplicadas tensões crescentes à amostra, a partir deuma tensão inicial igual a 0,01 Pa para atingir uma tensão final de 1000 Pa,para chegar até a destruição da amostra (as tensões só são aplicadas umaúnica vez).
Mede-se a evolução do módulo de rigidez G* (que corresponde àrelação de x0 sobre y0) e a defasagem 8 (que corresponde ao ângulo dedefasagem da tensão aplicada em relação à deformação medida) em funçãoda tensão x(t)aplicada.
Mede-se em particular a deformação da composição para a áreade tensão na qual a variação do módulo de rigidez G* e da elasticidade ô éinferior a 7% (área das microdeformações) e determinam-se assim osparâmetros chamados "patamares" Gp e ôp.
A tensão limiar x0 (a composição não escoa sobre seu própriopeso. A tensão limiar que corresponde à força mínima que é necessário aplicarà composição para provocar seu escoamento é determinada a partir da curvaG* = f(x). Ela é definida como o valor de x na intersecção das 2 tangentes àcurva G* = f(x) para os valores baixos de x e para os valores elevados de x.O comportamento viscoelástico das composições de acordo coma presente invenção se caracteriza em particular por um módulo de rigidezpatamar Gp superior a 100 Pa, de preferência superior a 500 Pa.
Em particular, as composições de acordo com a presenteinvenção apresentam um módulo de rigidez patamar Gp que varia de 100 a2.106 Pa.s., de preferência de 5.102 a 104 Pa.s, de preferência de 800 a 4000Pa.s., e em particular de 1000 a 3000 Pa.s.
As composições de acordo com a presente invenção podem aindaapresentar uma elasticidade ôp que varia de 2° a 30°, e em particular que variade 15° a 25° e um limiar de escoamento xc que varia de 10 Pa a 3.104, e emparticular que varia de 30 Pa a 500 Pa, e mais preferencialmente ainda de 50 a200 Pa.
Agente Espessante
A composição de acordo com a presente invenção compreendeum agente espessante tixotrópico em uma quantidade suficientemente paraconferir à composição uma viscosidade em repouso suficiente para lhe dar suatextura, e um comportamento tixotrópico.
Em particular, a natureza e/ou a quantidade do referido agenteespessante é(são) tal(is) que, em resposta a uma ação não química, emparticular mecânica, previa ou simultaneamente à aplicação da composiçãosobre as unhas, a viscosidade da composição pode ser abaixada de modoreversível para um valor não superior a 0,4 Pa.s, de preferência para um valornão superior a 0,3 Pa.s.
O agente espessante tixotrópico pode estar presente em um teorsuperior ou igual â 1,7% em peso, variando por exemplo de 1,7% a 15% empeso, em relação ao peso total da composição, de preferência superior ou iguala 2% em peso, variando por exemplo de 2% a 10% em peso, maispreferencialmente ainda de 2% a 7,5% em peso.O agente espessante pode ser escolhido entre as argilashidrófllas ou organófilas, as sílicas pirogenadas ou hidrófobas, osorganopolissiloxanos elastoméricos e suas misturas.
As argilas são silicatos que contêm um cátion que pode serescolhido entre os cátions de cálcio, de magnésio, de alumínio, de sódio, depotássio, de lítio e suas misturas. Entende-se por argila hidrófila uma argila apaa inchar na água; essa argila incha na água e forma depois de hidratada umadispersão coloidal.
A título de exemplo desses produtos, pode-se citar as argilas dafamília das esmectitas tais como as montmorillonitas, as hectorias, asbentonitas, as beidelitas, as saponitas, bem como a família das vermiculitas, daestevensita, dos cloritos. Essas argilas podem ser de origem natural ousintética.
Como argila hidrófila, pode-se citar as esmectitas tais como assaponitas, as hectoritas, as montmorillonitas, a beidelita e em particular ashectoritas sintéticas (também chamadas laponitas) como os produtos vendidospela Laporte com o nome Laponite XLG, Laponite RD, Laponite RDS (essesprodutos são silicatos de sódio e de magnésio e, em particular, silicatos desódio, de lítio e de magnésio); as bentonitas como o produto vendido com o nome Bentone HC pela Rheox; os silicatos de magnésio e de alumínio, emparticular hidratados, como os produtos vendidos pela Vanderbilt Companysous com o nome Veegum ultra, Veegum HS, Veegum DGT, ou ainda ossilicatos de cálcio e em particular sob forma sintética vendido pela [falta nome]com nome de Micro-cel C.
As argilas organófilas são argilas modificadas por compostosquímicos que tornam a argila apta a inchar em meios solventes.
A argila pode ser escolhida entre a montmorilonita, a bentonita, ahectorita, a atapulgita, a sepiolita, e suas misturas. A argila é de preferênciauma bentonita ou uma hectorita.
As argilas organófilas são argilas modificadas por um compostoquímico escolhido entre as aminas quaternárias, as aminas terciárias, osacetatos aminados, as imidazolinas, os sabões aminados, os sulfatos graxos,os alquil aril sulfonatos, os óxidos aminados, e suas misturas.
Como argilas organófilas, pode-se citar as quaternium-18bentonitas tais como as que são vendidas com os nomes Bentone 3, Bentone38, Bentone 38V pela Elementis, Tixogel VP pela United Catalyst, Claytone 34,Claytone 40, Claytone XL pela Southern Clay; as esteralcônio bentonitas taiscomo as vendidas com os nomes Bentone 27V pela Elementis, Tixogel LG pelaUnited Catalyst, Claytone AF, Claytone APA pela Southern Clay; asquaternium-18/benzalcônio bentonita telles tais como as vendidas com osnomes Claytone HT, Claytone PS pela Southern Clay.
As sílicas pirogenadas hidrófilas podem ser obtidas por hidróliseem alta temperatura de um composto volátil do silício em uma chama oxídrica,que produz uma sílica finamente dividida. As sílicas hidrófilas apresentam umnúmero elevado de grupos silanol em sua superfície. Essa sílicas hidrófilas sãopor exemplo comercializadas com os nomes "Aerosil 130®", "Aerosil 200®","Aerosil 255®", "Aerosil 300®", "Aerosil 380®" pela Degussa, "Cab-O-Sil HS-5®". " Cab-O-Sil EH-5®". " Cab-O-Sil LM-130®". " Cab-O-Sil MS-55®". "Cab-O-Sil ®" pela Cabot.
As sílicas pirogenadas hidrófobas podem ser obtidas pormodificação da superfície da sílica por uma reação química que gera umadiminuição do número de grupos silanóis que podem ser substituídos emparticular por grupos hidrófobosT
Os grupos hidrófobos podem ser:
- grupos trimetilsiloxil, que são obtidos em particular portratamento de sílica pirogenada em presença de hexametildisilazano. Sílicasassim tratadas são de denominadas "Silica silylate" de acordo com o CTFA (6aedição, 1995). Elas são por exemplo comercializadas sob as referências"Aerosil R812®" pela Degussa," Cab-O-Sil TS-530®" pela Cabot.
- grupos dimetilsililoxil ou polidimetilsiloxano, que são obtidos emparticular por tratamento de sílica pirogenada em presença depolidimetilsiloxano ou de dimetildiclorossilano. Sílicas assim tratadas são dedenominadas "Silica diméthyl silylate" de acordo com o CTFA (6a edição,1995). Elas são por exemplo comercializadas sob as referências "AerosilR972®", "Aerosil R974®" pela Degussa, " Cab-O-Sil TS-610®", " Cab-O-SilTS-720®" pela Cabot.
Os organopolissiloxanos elastoméricos são em geral parcial outotalmente reticulados e eventualmente de estrutura tridimensional.
Os organopolissiloxanos elastoméricos associados a uma fasegraxa se apresentam em geral em forma de um organopolissiloxanoelastomérico associado a uma fase graxa, incluído em pelo menos um óleohidrocarbonado e/ou um óleo siliconado. Eles podem ser escolhidos emparticular entre os polímeros reticulados descritos no pedido EP-A-0295886.
De acordo com esse pedido, os organopolissiloxanoselastoméricos são obtidos por reação de adição e de reticulação de pelomenos:
(a) um organopolissiloxano que possui pelo menos dois gruposalcenila inferiores por molécula;
(b) um organopolissiloxano que possui pelo menos dois átomosde hidrogênio ligados a um átomo de silício por molécula; e
(c) um catalisador do tipo platina;
Os organopolissiloxanos elastoméricos associados a uma fasegraxa podem ser escolhidos entre os descritos na patente US-A-5266321, emparticular entre os poliorganopolissiloxanos que compreendem unidades R2SiOe RSiOi,5 e eventualmente unidades R3SiO0,5 e/ou Si02 nas quais os radicaisR, independentemente uns dos outros, designam um hidrogênio, um alquila talcomo metila, etila ou propila, uma arila tal como fenila ou tolila, um grupoalifático insaturado tal como vinila e em que a relação em peso das unidades R2SiO para as unidades RSiOi,5 varia de 1/1 a 30/1.
De acordo com um modo de realização preferido, o agenteespessante tixotrópico é escolhido entre as argilas modificadas organófilas taiscomo a hectorita modificada pelo estearato de benzil dimetil amônio.
De acordo com um modo de realização vantajoso, o agenteespessante tixotrópico compreende ainda uma argila modificada organófila,uma sílica pirogenada hidrófila.
Agente Espessante Adicional
A composição de acordo com a presente invenção podecompreender, ainda, um agente espessante adicional diferente dos agentes espessantes tixotrópicos descritos anteriormente.
Esse agente espessante adicional isoladamente não está apto arestituir à composição o caráter tixotrópico (espessante não tixotrópico); elepermite em particular ajustar a viscosidade da composição para obter umescoamento homogêneo.
O agente espessante adicional pode ser escolhido, de acordocom o meio cosmeticamente aceitável da composição, entre:
- os agentes espessantes hidrófilos tais como:
a goma de guar, a goma de guar quaternizada, as gomas de guarnão iônicas, as gomas de xantano, de caroba, de escleroglucano, de gelano, de ramsana, de caraia, os alginatos, a maltodextrina, o amido e seusderivados, o ácido hialurônico e seus sais,
- os polímeros poli(met)acrilato de glicerila,
- a polivinilpirrolidona,- o álcool polivinílico,
- os polímeros e os copolímeros reticulados de acrilamida,
- os polímeros associativos e em particular os poliuretanosassociativos,
- os espessantes organófilos como:
- as gomas de guar alquiladas (com um grupo alquila com C-|-C6),tais como descritas em EP-A-708114;
- os polímeros gelificadores de óleo tais como os polímerostribloco ou em forma de estrela resultam da polimerização ou copolimerizaçãode pelo menos um monômero com grupo etilênico, como os polímerosvendidos com o nome de Kraton;
- as resinas de poliamidas que compreendem grupos alquilas quepossuem de 12 a 22 átomos de carbono, tais como as descritas em US-A-5783657.
- os agentes espessantes hidrófobos tais como os alquiléter depolissacarídeos (em particular cujo grupo alquila comporta de 1 a 24 átomos decarbonos, de preferência de 1 a 10, e mais preferencialmente de 1 a 6, e maisespecialmente de 1 a 3) tais como os descritos no documento EP-A-898958.
O agente espessante adicional pode estar presente em um teorque varia de 0,1% a 20% em peso, em relação ao peso total da composição, ede preferência de 0,1% a 10% em peso.
Meio Solvente OrgânicoA composição de acordo com a presente invenção podecompreender um meio solvente orgânico que compreende pelo menos umsolvente orgânico escolhido entre:
- as cetonas líquidas à temperatura ambiente tais comometiletilcetona, metilisobutilcetona, diisobutilcetona, a isoforona, a ciclo-hexanona, a acetona;- os álcoois líquidos à temperatura ambiente tais como o etanol, oisopropanol, o diacetona álcool, o 2-butoxietanol, o ciclo-hexanol;
- os éteres de propileno glicol líquidos à temperatura ambiente taiscomo o monometiléter de propileno glicol, o acetato de monometil éter depropileno glicol, o mono n-butil éter de dipropileno glicol;
- os éteres cíclicos tais como a y-butirolactona;
- os ésteres de cadeia curta (que possuem de 3 a 8 átomos decarbono no total) tais como o acetato de etila, o acetato de butila, o acetato demetila, o acetato de propila, o acetato de isopropila, o acetato de isopentila, oacetato de metoxipropila, o lactato de butila;
- os éteres líquidos à temperatura ambiente tais como o dietiléter,o dimetiléter ou o diclorodietiléter;
- os alcanos líquidos à temperatura ambiente tais como o decano,o heptano, o dodecano, o ciclo-hexano;
- os alquil sulfóxidos tais como o dimetilsulfóxido;
- os aldeídos líquidos à temperatura ambiente tais como obenzaldeído, o acetaldeído;
- o 3-etoxipropionato de etila;
- os carbonatos tais como o carbonato de propileno, o carbonatode dimetila,
- os acetais tais como metilal;
- e suas misturas.
O meio solvente orgânico pode representar de 30 a 97% em peso,e em particular de 50 a 95% em peso em relação ao peso total da composição.
A composição de acordo com a presente invenção podecompreender um meio aquoso.
O teor de meio aquoso da composição pode variar de 5 a 95% empeso em relação ao peso total da composição, de preferência de 50 a 70% empeso.
Polímero Filmogênio
A presente invenção compreende vantajosamente um polímerofilmogênio.
De acordo com a presente invenção, entende-se por "polímerofilmogênio", um polímero apto a formar sozinho ou em presença de um agenteauxiliar de formação de filme, um filme contínuo e aderente sobre um suporte,em particular sobre as matérias queratínicas.
Entre os polímeros filmogênios utilizáveis na composição deacordo com a presente invenção, pode-se citar os polímeros sintéticos, de tiporadicalar ou de tipo policondensado, os polímeros de origem natural e suasmisturas.
O polímero filmogênio pode ser escolhido em particular entre ospolímeros celulósicos tais como a nitrocelulose, o acetato de celulose, oacetobutirato de celulose, o acetopropionato de celulose, a etil celulose, ouainda os poliuretanos, os polímeros acrílicos, os polímeros vinílicos, ospolivinilbutirais, as resinas alquidas, as resinas provenientes dos produtos decondensação de aldeído tais como as resinas arilsulfonamida formaldeídocomo a resina tolueno sulfonamida formaldeído, as resinas aril-sulfonamidaepóxi ou ainda as resinas etil tosilamida.
Como polímero filmogênio, pode-se utilizar em particular anitrocelulose RS 1/8 seg; RS 1/4 seg.; Vi seg.; RS 5 seg.; RS 15 seg.; RS 35seg.; RS 75 seg.; RS 150 seg; AS % seg.; AS 1/2 seg.; SS 1/4 seg.; SS 1/2 seg.;SS 5 seg., comercializada em particular pela Hercules; as resinas toluenosulfonamida" formaldeído" "Ketjentflex MS80" da Akzo ou "Santolita MHP","Santolite MS 80" da Faconnier ou "Resimpol 80" da Pan Americana, a resinaalquida "Beckosol ODE 230-70-E" da Dainippon, a resina acrílica "AcryloidB66" da Rohm & Haas, a resina poliuretano "Trixene PR 4127" da Baxenden.De acordo com um modo de realização da presente invenção, opolímero filmogênio é um polímero etilênico seqüenciado linear filmogênio, quecompreende de preferência pelo menos uma primeira seqüência e pelo menossegunda seqüência que possuem temperaturas de transição vítrea (Tg)5 diferentes, sendo que as referidas primeira e segunda seqüências estãoligadas entre si por uma seqüência intermediária que compreende pelo menosum monômero constitutivo da primeira seqüência e pelo menos um monômeroconstitutivo da segunda seqüência.
Vantajosamente, as primeira e segunda seqüências (e) do polímero seqüenciado são incompatíveis uma com a outra.
Esses polímeros estão descritos por exemplo nos documentos EP1411069 ou WO04/-28488.
O polímero filmogênio pode estar presente na composição deacordo com a presente invenção em um teor que varia de 0,1% a 60% empeso, em relação ao peso total da composição, variando de preferência de 2%a 40% em peso, e mais preferencialmente ainda de 5% a 25% em peso.Agente Auxiliar de Formação de FilmePara melhorar as propriedades filmogênias da composição deesmalte de unhas, pode-se prever um agente auxiliar de formação de filme.
Esse agente auxiliar de formação de filme pode ser escolhidoentre todos os compostos conhecidos do técnico no assunto como sendosuscetíveis de desempenhar a função desejada e ser escolhido em particularentre os agentes plastificantes e os agentes de coalescência do ou dospolímero(s) filmogênio(s).
Assim, a composição pode compreender; ainda, pelo menos umagente plastificante e/ou um agente de coalescência. Em particular, pode-secitar, sozinhos ou em mistura, os plastificantes e agentes de coalescênciausuais, tais como:- os glicóis e seus derivados, tais como o dietileno glicol etiléter, odietileno glicol metiléter, o dietileno glicol butiléter ou ainda o dietileno glicolhexiléter, o etileno glicol etiléter, o etileno glicol butiléter, o etileno glicolhexiléter;
- os ésteres de glicol;
- os derivados de propileno glicol e em particular o propileno glicolfeniléter, o propileno glicol diacetato, o dipropileno glicol etiléter, o tripropilenoglicol metiléter e o dietileno glicol metiléter, o propileno glicol butiléter;
- ésteres de ácidos, em particular carboxílicos, tais como citratos,ftalatos, adipatos, carbonatos, de tartaratos, fosfatos, sebaçatos;
- derivados oxietilenados, tais como os óleos oxietilenados, emparticular os óleos vegetais, tais como o óleo de rícino; e
- suas misturas.
O tipo e a quantidade de agente plastificante e/ou de coalescênciapodem ser escolhidos em particular pelo técnico do assunto com base em seusconhecimentos gerais.
Por exemplo, o teor de agente plastificante e/ou de coalescênciapode variar de 0,01% a 20% e em particular de 0,5% a 10% em peso emrelação ao peso total da composição.
Agente de Espalhamento
De acordo com um modo de realização, a composição de acordocom a presente invenção compreende um agente de espalhamento destinado afavorecer a aplicação da composição nas unhas. Ele pode ser escolhido entreos óleos de silicones, lineares ou cíclicos, em particular os que possuem umaviscosidade < 6 centistokes (6.10"6 m2/s), e que possuem em particular de 3 a 6átomos de silício, silicones esses que comportam eventualmente um ou maisgrupos alquilas ou alcóxi que possuem de 1 ou 2 átomos de carbono. Comoóleo de silicone utilizável na presente invenção, pode-se citar em particular ooctametil ciclotetrassiloxano, o decametil ciclopentassiloxano, o dodecametilciclo-hexassiloxano, o heptametil hexiltrissiloxano, o heptametiloctil trissiloxano,o hexametil dissiloxano, o octametil trissiloxano, o decametil tetrassiloxano, ododecametil pentassiloxano e suas misturas.
O agente de espalhamento pode representar de 0,1 a 15% empeso em relação ao peso total da composição, de preferência de 0,5 a 10% empeso e mais preferencialmente ainda de 1 a 5% em peso.
Matéria Corante
A composição de acordo com a presente invenção podecompreender ainda uma ou mais matérias corantes escolhidas entre oscorantes hidrossolúveis, e as matérias corantes pulverulentas como ospigmentos, as madrepérolas e as lâminas brilhantes bem conhecidas dotécnico no assunto. As matérias corantes podem estar presentes, nacomposição, em um teor que varia de 0,01% a 60% em peso, em relação aopeso total da composição, de preferência de 1% a 40% em peso.
Por pigmentos, deve-se entender partículas de qualquer forma,brancas ou coloridas, minerais ou orgânicas, insolúveis no meio fisiológico,destinadas a colorir a composição.
Por madrepérolas, deve-se entender partículas de qualquerforma, irisadas, em particular produzidas por certos moluscos em sua conchaou então sintetizadas.
Os pigmentos podem ser brancos ou coloridos, minerais e/ouorgânicos. Pode-se citar, entre os pigmentos minerais, o dióxido de titânio,eventualmente tratado em superfície, os óxidos de zircônio ou de cério, bemcomo os óxidos de zinco, de ferro (preto, amarelo ou vermelho) ou de cromo, ovioleta de manganês, o azul ultramarino, o hidrato de cromo e o azul férrico, ospós metálicos como o pó de alumínio, o pó de cobre.
Entre os pigmentos orgânicos, pode-se citar o negro de carbono,os pigmentos de tipo D & C, e as laças à base de carmim de cochonilha, debário, estrondo, cálcio, alumínio.
Os pigmentos nacarados podem ser escolhidos entre ospigmentos nacarados brancos, tais como a mica recoberta de titânio, ou deoxicloreto de bismuto, os pigmentos nacarados coloridos, tais como a micatitânio recoberta com óxidos de ferro, a mica titânio recoberta, em particular,com azul férrico ou oxido de cromo, a mica titânio recoberta com um pigmentoorgânico do tipo precitado bem como os pigmentos nacarados à base deoxicloreto de bismuto.
Pode-se também utilizar partículas refletentes. Essas partículaspodem ser escolhidas entre as partículas com substrato sintético revestido pelomenos parcialmente por pelo menos uma camada de pelo menos um oxidometálico, escolhido, por exemplo, entre os óxidos de titânio, em particular Ti02,de ferro, em particular Fe203, de estanho, de cromo, o sulfato de bário e osseguintes materiais: MgF2, CrF3, ZnS, ZnSe, Si02, Al203, MgO, Y203, Se03,SiO, Hf02, Zr02, Ce02, Nb205, Ta205, MoS2 e suas misturas ou ligas.
Como exemplo dessas partículas, pode-se citar, por exemplo, aspartículas que comportam um substrato de mica sintética revestido de dióxidode titânio, ou as partículas de vidro revestido de oxido de ferro marrom, deoxido de titânio ou de uma de suas misturas como as vendidas sob a marcaReflecks® pela Engelhard. Partículas com substrato de vidro revestido de oxidometálico, em particular de Ti02, são comercializadas pela Nippon Sheet Glasscom o nome Methashine.
Pode-se também utilizar partículas magnéticas, em particular,pigmentosrmagnéticosrPor "partículas magnéticas""também-chamadas corposmagnéticos, designam-se partículas que apresentam uma suscetibilidademagnética, ou seja, sensível à ação de um campo magnético e que tendem porexemplo a se alinhar sobre(com) as linhas de campo.As partículas magnéticas podem comportar qualquer materialmagnético que apresenta uma sensibilidade às linhas de um campo magnético,seja ele produzido por um ímã permanente ou proveniente de um revestimento,e esse material é, por exemplo, escolhido entre o níquel, o cobalto, o ferro,suas ligas e óxidos, em particular Fe3C>4, e também o gadolínio, o térbio, odisprósio, o érbio, suas ligas e seus óxidos. O material magnético pode ser detipo "doce" ou "duro".
As partículas magnéticas podem apresentar ou não uma estruturamulticamadas, que comporta pelo menos pelo menos uma camada de ummaterial magnético, tal como por exemplo o ferro, o níquel, o cobalto, suasligas e seus óxidos, em particular Fe304.
As partículas magnéticas apresentam de preferência um caráteranisotrópico. As partículas magnéticas são, de preferência, aesféricas, eapresentam, por exemplo, uma forma alongada. Assim, quando essaspartículas são submetidas a um campo magnético, elas tendem a se orientarcom seu eixo longitudinal no alinhamento das linhas de campo, e sofrem umamudança de orientação que se traduz por uma mudança de aspectoproveniente da anisotropia e que cria o ou os motivos.
Quando as partículas magnéticas forem sensivelmente esféricas,de preferência seu aspecto é homogêneo, de modo que uma mudança deorientação provoque uma mudança de aspecto.
A dimensão das partículas magnéticas está, por exemplo,compreendida entre 1 nm e 700 um, por exemplo, entre 1 um e 500 um, maispreferencialmente ainda entre aproximadamente 10 p e aproximadamente150 um. Por « dimensão », designa-se a dimensão dada pela distribuiçãogranulométrica estatística à metade da população, chamada D50.
As partículas magnéticas podem comportar pigmentosmagnéticos.Pigmentos particularmente apropriados são as madrepérolas quecomportam oxido de ferro Fe304. Pigmentos que apresentam propriedadesmagnéticas são, por exemplo, os comercializados com as denominaçõescomerciais Colorona Blackstar Blue, Colorona Blackstar Green, ColoronaBlackstar Gold, Colorona Blackstar Red, Microna Matte Black (17437), MicaBlack (17260), Colorona Patina Silver (17289) e Colorona Patina Gold (17288)da Merck, Gemtone Moonstone (G 004) ou Chroma-Lite Black (4498) daEngelhard.
Como exemplo de pigmento magnético suscetível de entrar naformulação da composição, pode-se ainda citar as partículas de oxido de ferropreto, por exemplo as que são comercializadas com a denominação Sicovitpreto E172 pela BASF.
Os pigmentos magnéticos podem ainda comportar ferro metal, emparticular ferro doce passivado, por exemplo, obtido a partir de ferro carbonilapelo processo descrito na patente US 6 589 331, cujo conteúdo estáincorporado por referência. Essas partículas podem comportar uma camada deum oxido na superfície.
Os corantes hidrossolúveis são, por exemplo, o suco debeterraba, o azul de metileno.
A composição de acordo com a presente invenção podecompreender ainda uma ou mais cargas, em particular em um teor que varia de0,01% a 50% em peso, em relação ao peso total da composição, depreferência que varia de 0,01% a 30% em peso. Por cargas, deve-secompreender partículas de quaisquer formas, incolores ou brancas, minerais oudesíntese, insolúveisno meio da composição qualquer queseja-atemperaturana qual a composição é fabricada. Essas cargas servem em particular paramodificar a reologia ou a textura da composição.
As cargas podem ser minerais ou orgânicos de qualquer forma,plaquetárias, esféricas ou oblongas, qualquer que seja a forma cristalográfica(por exemplo folha, cúbica, hexagonal, ortorrômbica, etc). Pode-se citar otalco, a mica, a sílica, o caulim, os pós de poliamida (Nylon®) (Orgasol® daAtochem), de poli-p-alanina e de polietileno, os pós de polímeros detetrafluoroetileno (Teflon®), a lauroil-lisina, o amido, o nitreto de boro, asmicroesferas ocas poliméricas tais como as de cloreto depolivinilideno/acrilonitrila como o Expancel® (Nobel Industrie), de copolímerosde ácido acrílico (Politrap® da Dow Corning) e as microgotas de resina desilicone (Tospearls® de Toshiba, por exemplo), as partículas depoliorganossiloxanos elastoméricos, o carbonato de cálcio precipitado, ocarbonato e o hidrocarbonato de magnésio, a hidroxiapatita, as microesferasde sílica ocas (Silica Beads® da Maprecos), as microcápsulas de vidro ou decerâmica, os sabões metálicos derivados de ácidos orgânicos carboxílicosque possuem de 8 a 22 átomos de carbono, de preferência de 12 a 18 átomosde carbono, por exemplo o estearato de zinco, de magnésio ou de lítio, olaurato de zinco, o miristato de magnésio.
Outros Aditivos
A composição pode compreender, ainda, outros ingredienteshabitualmente utilizados nas composições cosméticas. Esses ingredientespodem ser escolhidos entre os agentes de espalhamento, os agentesmolhantes, os agentes dispersantes, os antiespumantes, os conservantes, osfiltos UV, os ativos, os tensoativos, os agentes hidratantes, os perfumes, osneutralizantes, os estabilizantes, os antioxidantes.
Evidentemente, o técnico no assunto tomará todos os cuidados aoescolher esse ou esses eventuais compostos complementares, e/ou suaquantidade, de modo tal que as propriedades vantajosas da composição parauso de acordo com a presente invenção não sejam, ou não sejamsubstancialmente, alteradas pela adição considerada.Aplicador
O aplicador utilizado na presente invenção comporta uma lâminaflexível que define uma fase aplicadora.
De preferência, a lâmina aplicadora é recurvada de modo a definiruma face aplicadora geralmente côncava e pode apresentar uma borda distaiconvexa, quando vista de cima.
De acordo com um modo de realização, o aplicador comportauma lâmina flexível recurvada que possui uma face aplicadora que define umasuperfície desenvolvível, por exemplo, cilíndrica.
De acordo com outro modo de realização, o aplicador comportauma lâmina flexível recurvada que define uma face aplicadora geralmenterecurvada e que possui uma borda distai convexa quando vista de cima.
De acordo com um modo de realização, o recipiente que contém oesmalte de unhas está configurado para permitir a retirada do produto sempassar através de um órgão de enxugamento.
As características apresentadas acima se aplicam ao aplicadorconsiderado isoladamente, bem como ao conjunto que comporta o aplicador eo recipiente.
A presente invenção pode permitir ao usuário dosar de modorelativamente preciso a quantidade de produto retirada pelo aplicador,dependendo da consistência do produto e/ou da maneira pela qual o produto éretirado.
A forma recurvada da lâmina flexível pode, em particular, facilitara retirada do produto.
Além disso, a ausência do feixe de pêlos permite evitar aformação de estrias quando o produto é depositado sobre a unha.
Finalmente, a forma da lâmina pode facilitar a aplicação sobre asunhas e pode permitir realizar rapidamente uma maquilagem de boa qualidade.Em um exemplo de realização da presente invenção, a lâminaflexível apresenta uma face aplicadora inteiramente lisa.
A lâmina flexível pode comportar relevos nos lados longitudinaisda face aplicadora, por exemplo, nervuras. Esses relevos podem, ao se apoiarsobre o dedo e/ou sobre as faces laterais da unha, permitir colocar uma porçãopelo menos da face aplicadora a uma distância predefinida da unha, o quepode facilitar a formação de um depósito de produto de espessura controlada.
Em um exemplo de realização da presente invenção, a lâminaflexível define superfícies de apoio opostas para os dedos, de modo a permitirque usuário modifique como quiser a curvatura da face aplicadora apertandomais ou menos a lâmina entre seus dedos. Essas superfícies de apoio podemser definidas, por exemplo, por aletas que se estendem de cada lado de umaparede superior da lâmina, que define seu dorso.
A lâmina flexível pode ter uma espessura não constate, a fim depermitir, por exemplo, uma flexibilidade aumentada durante a utilização. Issopode permitir reduzir a pressão exercida pela lâmina sobre a unha e melhorar oconforto da maquilagem e sua qualidade.
Quando a lâmina superior comportar uma parede superior quedefine seu dorso com aletas situadas de cada lado dessa parede superior, essaparede pode apresentar uma espessura de matéria menor que na altura dasaletas. Durante a aplicação, a parede superior pode ser curvar mais facilmente.Em uma variante, as aletas apresentam uma parede mais espessa que odorso. Isso pode permitir deformar mais facilmente a borda distai da lâminaapoiando sobre as abas, transmitindo melhor o efeito exercido.
O usuário pode controlar mais facilmente a deformação da bordadistai. Isso pode permitir ainda afastar ainda mais a zona de apoio dos dedosda que porta o produto.
A lâmina flexível pode se ligar a um cabo, por meio de umaporção mais espessa que pode ser cheia e de seção transversal circular ououtra. A lâmina flexível pode ser realizada em uma só peça com o cabo.
A lâmina flexível pode ser realizada em um termoplásticoelastomérico ou em qualquer outro material que possa conferir à lâmina umacerta flexibilidade e compatível com o ou os eventuais solventes contidos noproduto.
A lâmina flexível pode ser realizada em um material elasticamentedeformável que apresenta uma dureza 25 a 60 Shore A, por exemplo.
A lâmina flexível pode ser realizada eventualmente em ummaterial flexível ou em um complexo que comporta várias camadas demateriais diferentes, laminadas juntas ou reunidas por sobreinjeção.
A flexibilidade da lâmina pode, em um exemplo de realização dapresente invenção, ser tal que a lâmina se achate sensivelmente quandopressionada contra uma superfície plana.
A lâmina pode comportar em certas partes pelo menos umaestrutura destinada a reforçá-la e/ou uma carga de fibras.
Tal como mencionado acima, a lâmina flexível apresentavantajosamente uma borda distai convexa, quando vista de cima. A borda distaiapresenta, por exemplo, em seu ápice, um raio de curvatura compreendidoentre 4 e 20 mm.
A lâmina flexível pode apresentar uma forma geral simétrica emrelação a um plano mediano longitudinal.
A lâmina flexível pode ser flocada, se houver necessidade.
O aplicador pode comportar um cabo no qual a lâmina está fixada.
Como variante, a lâmina flexível pode ser realizada—com uma parte depreensão proveniente de moldagem e/ou de recorte com ela. O eixolongitudinal da lâmina pode ser confundido com o eixo longitudinal do cabo ouda parte de preensão ou formar um ângulo não nulo com ele.Quando um cabo é utilizado, a lâmina flexível pode ser fixada demodo imóvel no cabo, de forma amovível ou não.
O aplicador pode comportar, se houver necessidade, um órgão deregulagem da curvatura da face aplicadora, que pode ou não estar configuradapara servir de órgão de preensão.
Assim, a lâmina flexível pode ser fixada de modo regulável nocabo precitado. O cabo e a lâmina flexível pode cooperar de modo a permitirque o usuário faça variar a forma da face aplicadora, a fim, por exemplo, deadaptá-la à forma da unha tratada e/ou à consistência do produto.
Quando o aplicador comportar um cabo e a lâmina for móvel emrelação ao cabo, este pode estar disposto de modo a forçar(pressionar) alâmina mais ou menos de acordo com sua posição no cabo.
Um pelo menos entre a lâmina e o cabo pode comportar relevosque permitem uma regulagem por incrementos da curvatura da face aplicadora.Como variante, a regulagem pode ser efetuada de modo contínuo.
O cabo pode comportar, eventualmente, um órgão de regulagemmóvel cujo deslocamento é acompanhado de uma modificação da curvatura.
A modificação da curvatura da face aplicadora pode resultar deuma tensão exercida lateralmente sobre dois lados externos opostos da lâmina,por exemplo, e/ou de um estiramento mais ou menos elevado dessa lâmina.
A tensão pode ser exercida sobre a lâmina pelo cabo ou por umórgão de regulagem diferente, por exemplo, um anel inserido na lâmina emóvel axialmente em relação a ela. Com o deslocamento do anel sobre alâmina, ela pode ficar mais ou menos apertada e de curvar do modo"correspondente.
A lâmina pode comportar aberturas. Isso pode aumentar avisibilidade da unha durante a maquilagem e/ou permitir uma possibilidade demontagem da lâmina em um cabo de forma a modificar de modo bastantesimples a curvatura da face aplicadora. A lâmina pode apresentar aberturas,comportando uma lâmina entre duas bordas opostas da abertura.
O cabo pode estar disposto para permitir estirar mais ou menos alâmina entre duas bordas opostas da abertura.
A lâmina pode ser realizada, se houver necessidade, em ummaterial transparente, o que pode melhorar a visibilidade da unha durante autilização.
Vantajosamente, a lâmina é realizada em um material que facilitasua limpeza, por exemplo um polímero sobre o qual o produto adere pouco, porexemplo um polímero siliconado.
O aplicador pode comportar duas faces aplicadoras de dimensõesdiferentes, faces aplicadoras essas que são, por exemplo, definidas por duaslâminas flexíveis unidas ponta a ponta. O usuário pode então escolher alâmina que deseja utilizar para a aplicação e usar a outra lâmina como parte depreensão. As duas lâminas podem ser realizadas em uma só peça pormoldagem de matéria ou recorte de uma folha, seguida de uma eventualmodelagem.
O aplicador pode ser de uso único ou não.
O conjunto pode ser proposto ao usuário com vários aplicadoresque correspondem, por exemplo, ao número de utilizações esperado, emfunção da quantidade de produto contida no recipiente.
Os aplicadores podem ser separados uns dos outros ou propostosao uso com pelo menos dois aplicadores solidários de um mesmo suporte. Issopode facilitar, se houver necessidade, a fabricação e o condicionamento, e osaplicadores são, por exemplo, moldados e/ou pré-recortados com o suporte eseparados do suporte pelo usuário ao longo das utilizações.
Vários aplicadores podem, por exemplo, ser pré-recortados emuma folha proposta ao usuário com um recipiente que contém o produto, porexemplo, em uma embalagem comum.
Quando vários aplicadores forem solidários de um mesmosuporte, os aplicadores podem ser idênticos e corresponder, por exemplo, avárias utilizações sucessivas ou ser diferentes, estando destinados, porexemplo, respectivamente às unhas dos pés e às das mãos.
O recipiente pode comportar uma tampa que define umalojamento para receber pelo menos parcialmente um aplicador na ausência deuso.
Esse alojamento pode ser estender, eventualmente, ao longo deum eixo oblíquo em relação ao eixo do recipiente a fim de aumentar aestabilidade do conjunto.
A presente invenção tem ainda por objeto, de acordo com um deseus aspectos, um processo de maquilagem das unhas, que comporta asseguintes etapas:
- retirar o produto em um recipiente utilizando a lâmina de umaplicador tal como definido acima,
- aplicar o produto utilizando a face aplicadora da lâmina.Nesse processo, antes ou depois da retirada do produto, ousuário pode adaptar a curvatura da lâmina à da unha, quer exercendodiretamente uma ação sobre a lâmina, quer agindo sobre o órgão deregulagem da curvatura.
De acordo com um modo de realização, o aplicador comportauma lâmina flexível que define uma face aplicadora côncava, lâmina essa quepode ser dotada em seus lados longitudinais de relevos destinados a ficar emapoio sobre a unha e/ou o dedo durante a aplicação a fim de permitir que aface aplicadora realiza com a unha um interstício de espessura predefinida. Osrelevos são, por exemplo, nervuras que se estendem sobre os ladoslongitudinais da face aplicadora. Os relevos podem contribuir para conter oproduto sobre a face aplicadora, se houver necessidade.
De acordo uma variante, o aplicador comporta uma lâmina flexíveldo aplicador que apresenta uma parede superior e duas aletas situadas decada lado dessa parede superior, e a parede superior apresenta uma espessura de material diferente da espessura das aletas, em particular inferior.
O aplicador pode comportar uma lâmina flexível e um cabo sobreo qual está fixada a lâmina de modo regulável, e a lâmina e o cabo cooperamde modo a permitir em função da posição da lâmina no cabo modificar acurvatura da face aplicadora.
De acordo com um modo de realização, o aplicador podecomportar uma lâmina flexível que define uma face aplicadora e um órgão deregulagem da curvatura da face aplicadora.
A lâmina flexível pode ser realizada em uma só peça com a partede preensão. A lâmina flexível é, por exemplo, realizada por recorte de ummaterial em folhas ou por moldagem de material com a parte de preensão. Aparte de preensão pode eventualmente definir uma face aplicadora.
A lâmina flexível pode comportar aberturas, e a face aplicadora seestende pelo menos parcialmente de cada lado dessa abertura.
O recipiente pode comportar uma tampa de fechamento ou umsuporte alojado no recipiente, dotado de um alojamento no qual pode serrecebida pelo menos parcialmente a lâmina flexível na ausência de uso.
Esse alojamento pode, por exemplo, ser definido por umachaminé na qual pode ser inserida a lâmina flexível na ausência de uso, e alâmina flexível é por exemplo solidária de um cabo que se estende para fora doalojamento. O alojamento pode ainda ser definido pelo interior de uma cápsulade fechamento que é, por sua vez, dotada de uma tampa. O suporte pode serconfigurado para se apoiar sobre a extremidade superior do recipiente. O órgãode fechamento pode apoiar sobre o suporte em sua periferia, a fim de contribuirpara a estanqueidade do fechamento, por exemplo.
A presente invenção poderá ser mais bem compreendida com aleitura da descrição detalhada a seguir de exemplos de realização nãolimitativos, e com o exame do desenho anexo, no qual:
- a figura 1 é um corte longitudinal, esquemático, de um exemplode conjunto de condicionamento e de aplicação de acordo com a presenteinvenção,
a figura 2 representa isolada e parcialmente o aplicador,observado de lado,
a figura 3 representa isolada e parcialmente o aplicador,observado de cima,
- a figura 4 é uma seção transversal segundo IV-IV da figura 3,
- a figura 5 ilustra a retirada do produto com o aplicador,
- a figura 6 ilustra a aplicação sobre a unha,
- a figura 7 ilustra a possibilidade que tem o usuário de modificar acurvatura da face aplicadora,
- a figura 8 é uma vista análoga à figura 4 de uma variante derealização,
- a figura 9 é uma seção transversal do aplicador da figura 8durante a aplicação do produto sobre a unha,
a figura 10 é uma vista análoga à figura 4 de uma variante derealização,
as figuras 11 a 14 representam, de modo esquemático, em vistade cima, outros exemplos de aplicadores,
as figuras 15 et 16 representam, em perspectiva, de modoesquemático, outros exemplos de aplicadores,
- as figuras 17 a 20 representam outros exemplos de conjuntos decondicionamento e de aplicação de acordo com a presente invenção,a figura 21 representa um outro exemplo de aplicador,
a figura 22 representa, de modo esquemático, em perspectiva,une variante de realização do aplicador,
a figura 23 é uma vista de frente do aplicador da figura 22,
a figura 24 é uma vista de lado do aplicador da figura 22,
a figura 25 é um corte longitudinal segundo XXV-XXV da figura23,
a figura 26 é uma vista axial do aplicador da figura 22 a partir daextremidade da lâmina flexível,
a figura 27 representa, em vista de cima, uma variante derealização do aplicador,
a figura 28 é uma vista de baixo do aplicador da figura 27,
a figura 29 representa o aplicador da figura 27, observado delado,
a figura 30 é um corte segundo XXX-XXX da figura 29,
a figura 31 é uma vista, em perspectiva, do aplicador da figura 27,e
a figura 32 representa parcialmente a borda livre da lâminaflexível de uma variante de realização de aplicador.
O conjunto 1 representado na figura 1 comporta um aplicador 2 eum recipiente 3 que contém um produto de esmalte de unhas, que apresenta,por exemplo, uma viscosidade superior a 0,6 Pa.S e/ou um comportamentotixotrópico e/ou um comportamento reofluidificante.
No exemplo considerado, o aplicador 2 comporta um cabo 5 euma lâmina flexível 6 que serve oara a aplicação do produto P sobre as unhas.
O recipiente 3 comporta um corpo que forma um reservatório 8 euma tampa 9 que apresenta uma chaminé que define um alojamento 10 parareceber a lâmina 6 em configuração de armazenamento, comme representadona figura 1.
A tampa 9 pode comportar um órgão de estanqueidade 11 talcomo uma junta, uma aba ou um opérculo, a fim de obter um fechamentoestanque do recipiente 3 quando ele não está em uso.
O alojamento 10 pode apresentar um eixo longitudinal Y queforma um ângulo com o eixo X do corpo de reservatório 8 de modo a melhorara estabilidade do conjunto 1.
No exemplo considerado, a lâmina 6 está ligada ao cabo 5 que éoco por meio de uma porção de extremidade mais espessa 13, cheia e deseção transversal circular. A porção de extremidade 13 pode ser realizada demodo a obturar sensivelmente a abertura do alojamento 10 quando o aplicador2 está no lugar. A porção de extremidade 13 pode ser realizada no mesmomaterial que a lâmina flexível 6.
Em uma variante ilustrada na figura 20, o cabo 5 é realizado emuma só peça por moldagem de material com a lâmina 6.
A lâmina 6 comporta, no exemplo considerado, uma paredesuperior 16 que defiine o dorso da lâmina e duas aletas 18 que estão ligadas aessa parede 16, e essa parede e as aletas 18 definem juntamente uma faceaplicadora 15 de forma geralmente côncava. A face aplicadora 15 pode definir,nos exemplos de realização da presente invenção, uma superfíciedesenvolvível.
Como se pode ver na figura 3, no exemplo considerado a bordadistai 20 da lâmina 6 é arredondada em vista de cima, tendo em seu ápice 24um raio de curvatura r que está, por exemplo, compreendido entre 4 e 20 mm.A lâmina 6 pode ser simétrica em relação a um plano mediano longitudinal.
A altura h das aletas 18 pode aumentar progressivamente a partirdo ápice da borda distai 20 em direção ao cabo 5, como se pode ver na figura2, passando, por exemplo, por um ponto de inflexão 23 que pode estar maispróximo do ápice 24 que do cabo 5.
A parede superior 16 pode ser realizada, como se pode ver nafigura 4, com uma espessura de material reduzida, de modo a apresentar umaflexibilidade aumentada.
Em uma região mediana da lâmina situada sensivelmente à meia-distância entre o ápice 24 da borda distai 20 e o cabo 5, a face aplicadora 15pode apresentar, como ilustra a figura 4, uma forma recurvada, com um raiocurvatura sensivelmente constante R, por exemplo, compreendido entre 4 e 20mm, por exemplo, da ordem de 7 mm.
Se houver necessidade, os raios r e/ou R podem ser infinitos, e alâmina possui, por exemplo, uma borda distai retilínea e perpendicular a seueixo longitudinal e/ou é plana.
O dorso da lâmina pode ser sensivelmente retilíneo e paralelo aoeixo longitudinal du cabo 5, até a porção espessa 13. A face aplicadora 15pode ser sensivelmente cilíndrica, de geratriz paralela ao eixo do cabo.
A lâmina 6 pode ser realizada por moldagem de um materialtermoplástico, em particular de um elastômero termoplástico, e a formarecurvada provém de moldagem. A lâmina 6 pode eventualmente ser reforçadapelo menos em alguns lugares com uma estrutura ou uma carga de fibras.
O conjunto 1 pode ser utilizado da maneira indicada a seguir.O usuário abre o recipiente 3 e retira por meio do aplicador 2 oproduto P através da abertura do corpo 8. De preferência, esse corpo érealizado com um gargalo 27 relativemente largo, De modo a facilitar essaoperação. O diâmetro do gargalo 27 é, por exemplo, superior ou igual a 2 cm.
Para a retirada, o usuário pode dar batidinhas no produto comalâmina 6, com a concavidade dessa lâmina voltada para o produto P. Comovariante, o usuário pode utilizar lâmina 6 como se fosse uma colher, com suaconcavidade geralmente orientada para cima. Se houver necessidade, ousuário pode enxugar o excesso de produto retirado na borda do gargalo 27.
Em seguida, o usuário pode colocar a face aplicadora 15 emcontato com a unha O, como ilustra a figura 6, e aplicar o produto deslocando aborda distai 20 a partir da lúnula em direção à borda libre da unha.
Na aplicação, a parede superior 16 pode eventualmente serecurvar, tornando-se côncava do lado oposto à face aplicadora 15, e as aletas18 podem se deformar para acompanhar a deformação da parede superior 16.
Se houver necessidade, como ilustra a figura 7, o usuário podeapoiar seus dedos sobre as aletas 18 de modo a modificar a curvatura da faceaplicadora 15 e/ou da borda distai 20 a fim de, em particular, adaptar a formada face aplicadora 15 e/ou a da borda distai 20 à unha tratada.
A presente invenção não se limita ao exemplo que acaba de serdescrito.
A lâmina 6 pode comportar, em seus lados longitudinais 8,nervuras 29 que formam uma saliência sobre a face aplicadora 15, como ilustraa figura 8.
Essas nervuras 29 podem se estender paralelamente ao eixolongitudinal da lâmina 6.
A presença das nervuras 29 pode permitir realizar entre a faceaplicadora 15 a unha O, como ilustra a figura 9, um interestício 32 deespessura sensivelmente uniforme, a fim de obter mais facilmente um depósitoregular de produto.
Na variante ilustrada na figura 10, a parede superior 16 é maisespessa que les aletas 18.
A lâmina 6 pode ser realizada- com formas muito diversas e oaplicador 2 pode comportar ou não um cabo sobre o qual é colocada a lâmina.
A lâmina 6 pode, por exemplo, ser realizada inicialmente semcurvatura, a qual pode provir, se houver necessidade, de sua montagemsobre um cabo apropriado ou de sua manipulação pelo usuário durante aaplicação.
Nos exemplos das figuras 11 a 14, o aplicador não comporta umcabo fabricado separadamente e a lâmina 6 é realizada em uma só peça por moldagem de material com uma parte de preensão 36. A lâmina 6 pode serrealizada de modo a ficar plana ou recurvada em repouso.
Pode-se realizar a borda distai 20 com uma forma mais ou menosarrendondada, e mesmo retilínea, em função, por exemplo, do tamanho daunha a ser maquilada, como ilustram as figuras 11 e 12. A lâmina 6 pode, em particular, apresentar em pelo menos uma porção de seu comprimento, entreseus lados longitudinais, uma largura que aumenta nas proximidades da bordadistai 20.
Se houver necessidade, o aplicador 2 pode comportar uma lâmina6 em cada uma de suas extremidades.
No exemplo da figura 13, as duas lâminas 6 são realizadas emuma só peça, por exemplo, por moldagem de material, com formas diferentesde modo a permitir o tratamento de uma maior variedade de unhas.
Durante o uso, uma das lâminas 6 serve de preensão para ousuário.
A lâmina 6 pode comportar uma abertura 37, como ilustra a figura14, o que pode permitir aumentar a visibilidade da unha durante a maquilageme pode permitir também diminuir a quantidade de produto retirada peloaplicador.
Quando a lâmina 6 for solidária de um cabo, a montagem da lâmina 6 no cabo pode ser efetuada de modo a permitir uma regulagem dacurvatura da face aplicadora 15.
No exemplo da figura 15, o cabo 5 comporta duas lingüetas 38que forçam a lâmina 6 a se curvar. Essa lâmina pode ser semelhante à doexemplo da figura 14, comportando uma abertura 37, na qual o cabo 5 podeser inserido, e as lingüetas 38 são aplicadas, por exemplo, do lado externo desaletas 18.
A lâmina 6 pode se apoiar contra o cabo 5 por um a porçãoproximal 39 oposta à borda distai 20.
O cabo 5 pode comportar um dedo 42 dotado de um recesso noqual pode ser inserida a borda da abertura da lâmina 6.
O cabo 5 pode comportar entalhes 44 que permitem estirar maisou menos a lâmina 2 sobre o cabo 5, e esses entalhes 44 são, por exemplo,protuberâncias entre as quais pode ser inserida a porção proximal 39 da lâmina6. A lâmina 6 é estendida entre o recesso do dedo 42 e o entalhe 44selecionado.
No exemplo da figura 16, um órgão de regulagem 60 que seapresenta na forma de um anel inserido na lâmina 6, permite ao ser deslocado15 sobre ela, curvar mais ou menos a face aplicadora 15.
Uma pluralidade de lâminas 6 pode ser proposta ao usuário, esão, por exemplo, pré-recortadas em uma folha 71 de um material flexível,como ilustrada na figura 17.
O usuário pode destacar uma lâmina 6 e montá-la no cabo 520 antes de proceder à retirada do produto no recipiente.
O conjunto 1 pode ser proposto com várias lâminas de formasdiferentes ou idênticas, eventualmente de uso único, em uma mesmaembalagem.
O conjunto 1 representado na figura 18 comporta um recipiente 325 que se apresenta na forma de um pote de gargalo largo.
O aplicador 2 pode estar alojado em um alojamento 10 de umacápsula de fechamento 82 do recipiente. Esse alojamento 10 pode ser fechadopor uma tampa 83.No exemplo da figura 19, o produto está contido em um recipiente3 que se apresenta na forma de um tubo flexível dotado de uma tampa 91.Para retirar o produto, o usuário apoia sobre o tubo e coloca a saída do gargalo92 do tubo acima da face aplicadora, para depositar nela o produto.
No exemplo da figura 20, a lâmina 6 está contida em umalojamento 101 de um suporte 100 situado no interior do recipiente 3.
Uma tampa 102 vem fechar o recipiente 3 e o alojamento 101. Osuporte 100 pode comportar um rebordo anular 105 que se apoia sobre aextremidade superior do recipiente 3. A tampa pode comportar um cilindro 104que se apoia de modo estanque sobre o rebordo 105.
Diversas modificações podem ainda ser introduzidas na presenteinvenção.
O aplicador pode ser, se houver necessidade, pelo menosparcialmente realizado com fibras papeleiras, em um tecido ou um não tecido,impregnado, se houver necessidade, de um material polimérico compatívelcom o produto P. A lâmina flexível pode ainda ser realizada em um metal, emparticular um material que apresenta uma memória de forma, e mesmo emuma espuma de baixa porosidade ou recoberta com um revestimento do ladoda face aplicadora ou em um papel ou papelão, eventualmente peliculado. Alâmina pode comportar, se houver necessidade, uma estrutura, por exemplo,uma estrutura metálica ou um tecido ou fibras sintéticas de reforço.
Em variantes de realização da presente invenção, um aplicadorrealizado de acordo com esta invenção é utilizado de modo a realizar umamaquilagem conhecida como "francesinha" na qual uma composição de corbranca é depositada ao longo da borda livre da unha.
Para esse fim, qualquer um dos aplicadores descritos acima podeser modificado de modo a apresentar, quando observado de cima, uma bordalivre côncava, como ilustra a figura 32. A lâmina pode definir uma superfície deaplicação desenvolvível.
Na variante ilustrada nas figuras 22 a 26, a lâmina 6 é realizadaem uma só peça com o cabo oco 5 por moldagem de um material termoplásticoelastomérico. Trata-se, por exemplo, de Santoprène® 82 8135med da ExxonMobil, que é uma mistura de SBS-SEBS de dureza Shore 35 ShoreA ou deEngage® 8137 da Safic Alcan Dow que é um etileno octeno de dureza Shore57 ShoreA.
Se houver necessidade, como ilustra a figura 23, a lâmina flexível6 pode ser realizada com uma cavidade 200, que pode aumentar a flexibilidadeda lâmina e, em particular, permitir que ela se deforme durante a aplicaçãoquando o usuário apoia com sua borda distai contra a unha.
A cavidade 200 pode apresentar, por exemplo, uma formageralmente triangular, e a base 201 do triângulo pode ser retilínea oucurvilínea, por exemplo, circular quando a borda distai da lâmina for circular,com o mesmo centro de curvatura eventualmente.
A lâmina 6 pode ser realizada com uma espessura de materialinferior à do cabo 5, como se pode ver, particularmente na figura 25, e o cabo5 é, por exemplo, realizado com uma espessura de material que é pelo menoso dobro da espessura da lâmina, e a espessura de material da lâmina é, porexemplo, inferior ou igual a 1 mm, por exemplo, da ordem de 0,5 mm ao passoque a do cabo é superior ou igual a 1 mm.
Nervuas decorativas 203 podem ser realizadas sobre o o cabocomo ilustram as figuras 22 a 24.
A face aplicadora da lâmina pode definir uma superfície deaplicação desenvolvível, por exemplo; cilíndrica:
No exemplo das figuras 28 a 31, o aplicador comporta duaslâminas flexíveis 6 em cada uma de suas extremidades, lâminas flexíveis essasque possuem dimensões diferentes e/ou perfis diferentes de modo a poderrealizar duas maquilagens diferentes e/ou maquilar duas unhas de tamanhosdiferentes.
No exemplo considerado, uma das lâminas apresenta uma bordadistai 20 que é mais curta e de menor raio de curvatura que o da outra lâmina,de modo a poder aplicar a composição sobre unhas menores. As duas lâminasflexíveis 6 estão unidas por uma parte de ligação 205 que pode servir de meiode preensão, e o usuário pode então durante a aplicação segurar também alâmina flexível não utilizada para usá-la como um cabo.
A parte de ligação 205 pode apresentar uma certadeformabilidade que permite que o usuário modifique o ângulo a entre o dorsodas lâminas flexíveis 6. Esse ângulo a é, por exemplo, de 130°aproximadamente em repouso.
O raio de curvatura da menor lâmina flexível 6 no plano de corteda figura 30, medido na superfície externa da lâmina, está, por exemplo, compreendido entre 6 e 7 mm, e a espessura da lâmina 6 é, por exemplo, de0,7 mm aproximadamente.
A largura /, medida em vista de cima, da borda distai de uma daslâminas está, por exemplo, compreendida entre 8 e 9 mm e a largura /' daoutra borda distai está, por exemplo, compreendida entre 10 e 11 mm.
A parte de ligação 205 é, por exemplo, formada com um dorso220 e duas paredes laterais 221, como se pode ver na figura 28, e as paredes221 estão infletidas uma da outra em uma região mediana.
A expressão « que comporta(m) um » deve ser entendida comosinônimo de « que comporta(m) pelo menos um" e "compreendido entre" subentende que os extremos estão incluídos.
Processo
A presente invenção tem ainda por objeto um processo cosméticode maquilagem das unhas que consiste em abaixar a viscosidade de umacomposição de esmalte de unhas que apresenta uma viscosidade a 25°C depelo menos 0,6 Pa.s, por meio de uma ação não química, simultânea oupreviamente à aplicação da referida composição sobre as unhas.
De acordo com um modo de realização, o processo consiste emaplicar à composição condicionada em um recipiente, uma tensão mecânicapor meio de um aplicador tal como definido acima, de modo a fluidificar ereduzir a viscosidade da referida composição e permitir sua aplicação sobre asunhas. Quando a aplicação cessa, a composição em seu condicionamento,após um tempo de repouso, recupera sua textura inicial de gel.
De acordo com outro modo de realização, o processo consiste emretirar uma amostra da composição tixotrópica em seu condicionamento, e emaplicar à referida amostra uma tensão mecânica por meio de um aplicador talcomo definido acima, de modo a fluidificar a referida composiçãosimultaneamente à sua aplicação sobre as unhas.
O recipiente pode estar sob qualquer forma adequada e pode ser,pelo menos em parte, de um material tal como o vidro. Todavia, materiaisdiferentes do vidro podem ser utilizados tais como materiais termoplásticoscomo o PP ou o PE ou um metal.
A presente invenção está ilustrada mais detalhadamente nosexemplos a seguir. Salvo indicação contrária, as quantidades são dadas emporcentagem em peso em relação ao peso total da composição.
Exemplo 1
Esmalte de Unhas Colorido
Preparou-se um esmalte de unhas com a seguinte composição (%em peso):.
Exemplo 1Nitrocelulose com 30% de álcool isopropílico (viscosidade E22 - V2 S) 5,5Nitrocelulose com 30% de álcool isopropílico (DYL E27 da Bergerac) 12,12<table>table see original document page 44</column></row><table>
A composição apresenta uma viscosidade a 25°C de 0,820 Pa.s eestá condicionada em um pote.
Aplica-se à composição uma agitação mecânica com umaplicador que comporta uma lâmina flexível que define uma face aplicadora, talcomo descrito na figura 6, a composição se fluidifica e a seguir aplica-se, como aplicador, a composição fluidificada sobre as unhas. Obtém-se um filmebrilhante, que cobre bem as unhas.
Após alguns minutos, o esmalte de unhas recupera sua texturainicial (viscosidade próxima à viscosidade inicial).Exemplo 2
Esmalte de Unhas Não Colorido
Exemplo 2Nitrocelulose com 30% de álcool isopropílico (viscosidade 5,2 E22 -1/2 S) 5,2
Nitrocelulose com 30% de álcool isopropílico (DYL E27 13,70 da Bergerac) 13,70
Resina alquida gliceroftálica esterificada com ácidos 16,19 graxos ramificados no acetato de etila a 70% (Beckosol ODE 230 70E da Dainippon Ink and Chemicals 16,19
Álcool isopropílico 0,99
Polidimetilsiloxano 5 cSt (DC200 Fluid da Dow Corning) 0,5
Hectorita modificada estearil benzil dimetil amônio 2,8 (Bentone 27 V da Elementis)
Sílica pirogenada hidrófila (Aerosil 200 da Degussa) 0,526
Acetato de etila 19,94
Acetil citrato de tributila 7,96
Acetato de butila Qsp 100
Ácido cítrico, 1 H20 0,1
Exemplos 3
Esmalte De Unhas
A) Síntese de um Policondensado Pentaeritritil Benzoato/lsoftalato/lsoestearato Em um reator dotado de uma agitação mecânica, de uma captação de argônio e de um sistema de destilação, são carregados 227,5 g de ácido"frèTTzoiüo;"72,8 g de ácido isoesteárico e 118,3 g~de pentaeritritol, e em seguida aquece-se progressivamente, sob uma ligeira corrente de argônio, a 110-130°C para obter uma solução homogênea. A umenta-se a seguir progressivamente a temperatura até 180°C, mantendo-a duranteaproximadamente 2 horas. Aumenta-se novamente a temperatura até 220°C, mantendo-a até a objeto de um índice de ácido inferior ou igual a 1, o que leva aproximadamente 18 horas. Resfria-se a uma temperatura compreendida entre 100 e 130°C e introduzem-se a seguir 91 g de ácido isoftálico e aquece-se de novo progressivamente até 220°C durante cerca de 11 horas.
Obtêm-se assim 430 g de policondensado pentaeritritil benzoato/isoftalato/isostearato em forma de um óleo espesso que se solidifica à temperatura ambiente.
O policondensado apresenta as seguintes características:
- índice de ácido = 12,7
- índice de hidroxila = 49
- nno*c = 25,4 Poises (ou seja, 2540 mPa.s)
- realização entre o número de rnols de ácido monocarboxílico aromático e o número de rnols de ácido monocarboxílico não aromático: 7,28.
Retiram-se 420g de policondensado obtido acima, que é aquecido a 100-120°C e vertem-se lentamente 180g de acetato de butila sob agitação, clarificando-se a seguir por filtração a quente sobre sinterizado n° 2.
Obtêm-se após resfriamento à temperatura ambiente 600 g de solução de policondensado com 70% no acetato de butila, que se apresenta em forma de um líquido viscoso amarelo pálido e que possui uma viscosidade a 25°C de aproximadamente 800 centipoises (mPa.s)
b) Prepara-se o Seguinte Esmalte de Unhas:
Nitrocelulose com 30% de álcool isopropílico (viscosidade E22 -14 S) 4,84
Nitrocelulose com 30% de álcool isopropílico (DYL E27 da Bergerac) 12
Nitrocelulose com 30% de álcool ispropílicò (Azür E80 da Bergerac) 0,08
Resina alquida gliceroftálica esterificada com ácidos graxos 2,45 ramificados no acetato de etila a 70% (Beckosol ODE 230 70E da Dainippon Ink and Chemicals<table>table see original document page 47</column></row><table>
A composição apresenta uma viscosidade a 25°C, medida com Rhéomat 180, de 0,820 Pa.s.
Aplica-se à composição uma agitação mecânica com um aplicador, a composição se fluidifica e aplica-se a seguir, com o aplicador, a 5 composição fluidificada sobre as unhas. Obtém-se um filme brilhante, que cobre bem as unhas, sem estrias.
Após alguns minutos, o esmalte de unhas recupera sua textura iniciãT(viscosidade próxima à viscosidade inicial).
Avalia-se o comportamento tixotrópico da composição por meio 10 das medidas de viscosidade da composição segundo o protocolo descrito acima.A composição apresenta uma viscosidade, tal como medida na etapa e), de 45 Pa.s.
Ela apresenta um comportamento tixotrópico caracterizado pela diferença (viscosidade medida durante a etapa c) a uma velocidade de 5 cisalhamento de 1 s-1 - viscosidade medida durante a etapa e) a uma velocidade de cisalhamento de 1 s~1) da ordem de 100 Pa.s.
Essa composição apresenta um módulo de rigidez patamar Gp compreendido entre 1000 e 3000 Pa, da ordem de 2000 Pa, uma elasticidade ôp que vai de 20°(?), e limiar de escoamento xc de 100 Pa.
Claims (36)
1. CONJUNTO (1) DE CONDICIONAMENTO E DE APLICAÇÃO, que comporta:- um recipiente (3) que contém uma composição de esmalte de unhas que compreende um meio cosmeticamente aceitável e pelo menos um agente espessante tixotrópico, composição essa que apresenta uma viscosidade a 25°C de pelo menos 0,6 Pa.s,- um aplicador (2) para retirar o produto contido no recipiente e aplicá-lo sobre as unhas, que comporta uma lâmina flexível (6) que define uma lâmina aplicadora (15).
2. CONJUNTO, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de apresentar uma viscosidade que varia de 0,6 a 20 Pa.s, de preferência de 0,7 a 15 Pa.s e, mais preferencialmente ainda de 0,75 a 10 Pa.s.
3. CONJUNTO (1) DE CONDICIONAMENTO E DE APLICAÇÃO, que comporta:- um recipiente (3) que contém uma composição de esmalte de unhas que compreende um meio cosmeticamente aceitável e pelo menos um agente espessante tixotrópico, composição essa que apresenta um caráter tixotrópico tal que a diferença de viscosidade, medida de acordo com o protocolo indicado na descrição, a uma velocidade de cisalhamento de 1 s"1: (viscosidade medida durante a etapa c) - viscosidade medida durante a etapa e)) é superior ou igual a 1 Pa.s.- um aplicador (2) para retirar o produto contido no recipiente e aplicá-lo sobre as unhas, que comporta uma lâmina flexível (6) que define uma face aplicadora (15).
4. CONJUNTO, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato da diferença de viscosidade (viscosidade medidadurante a etapa c) - viscosidade medida durante a etapa e)) ser superior ou igual a 10 Pa.s, de preferência de pelo menos -20 Pa.s, mais preferencialmente de pelo menos 30 Pa.s, e mais preferencialmente ainda de pelo menos 40 Pa.s..
5. CONJUNTO, de acordo com a reivindicação 3 ou 4,caracterizado pelo fato da diferença de viscosidade (viscosidade medida durante a etapa c) - viscosidade medida durante a etapa e)) variar de 1 a 1000 Pa.s, de preferência de 20 a 500 Pa.s, em particular de 40 a 200 Pa.s.
6. CONJUNTO (1) DE CONDICIONAMENTO E DE APLICAÇÃO, que comporta:- um recipiente (3) que contém uma composição de esmalte de unhas que compreende um meio cosmeticamente aceitável e pelo menos um agente tixotrópico, composição essa que apresenta um módulo de rigidez patamar Gp superior a 100 Pa, - um aplicador (2) para retirar o produto contido no recipiente eaplicá-lo sobre as unhas, que comporta uma lâmina flexível (6) que define uma face aplicadora (15).
7. CONJUNTO, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato pelo fato do módulo de rigidez patamar Gp variar de 100 a 2.106 Pa.s, de preferência de 5.102 a 104 Pa.s, mais preferencialmente ainda de 800 a 4000 Pa.s, e em particular de 1000 a 3000 Pa.s.
8. CONJUNTO, de acordo com uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato do agente espessante tixotrópico ser escolhido entre as argilas hidrófilas ou organofilas, as sílicas pirogenadas ouhidrófobas, os organopolissiloxanos elastoméricos e suas misturas.
9. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato do agente espessante tixotrópico ser escolhido entre as argilas modificadas organofilas tais como ahectorita modificada pelo estearato de benzil dimetil amônio.
10. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, caracterizado pelo fato do agente espessante tixotrópico compreender ainda uma sílica pirogenada hidrófoba.
11. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, caracterizado pelo fato do agente espessante tixotrópico estar presente em um teor que varia de 1,7% a 15% em peso, em relação ao peso total da composição, variando de preferência de 2% a 10% em peso, e mais preferencialmente ainda de 2% a 7,5% em peso.
12. CONJUNTO, de acordo com uma das reivindicaçõesanteriores, no qual lâmina flexível (6) é recurvada e define uma face aplicadora (15) geralmente côncava.
13. CONJUNTO, de acordo com uma das reivindicações anteriores, no qual a lâmina flexível comporta relevos (29) sobre os lados longitudinais da face aplicadora.
14. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, no qual a lâmina flexível define superfícies e apoio opostas para os dedos, de modo a permitir que o usuário modifique sua curvatura.
15. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, no qual a lâmina flexível pode apresentar uma espessura não constante.
16. CONJUNTO, de acordo com a reivindicação 15, no qual a lâmina comporta um dorso situado entre as aletas mais espessas que o dorso.
17. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, no qual a lâmina flexível está ligada por uma porção mais espessa (13) a um cabo (5).
18. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma dasreivindicações anteriores, no qual a lâmina flexível é realizada em um termoplástico elastomérico.
19. CONJUNTO, de acordo com uma das reivindicações 1 a 11, em que a lâmina flexível apresenta uma borda distai (20) convexa quando observada de cima.
20. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 15, no qual a lâmina flexível é realizada com uma parte de preensão (36) realizada em uma só peça com ela.
21. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 15, no qual o aplicador comporta um cabo (5) no qual está fixada a lâmina.
22. CONJUNTO, de acordo com a reivindicação anterior, no qual a lâmina flexível está fixada de modo imóvel no cabo.
23. CONJUNTO, de acordo com a reivindicação 21, no qual a lâmina flexível está fixada de modo regulável no cabo.
24. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, no qual o aplicador comporta um órgão de regulagem da curvatura da face aplicadora (15).
25. CONJUNTO, de acordo com a reivindicação 24, no qual o órgão de regulagem (6) está configurado para servir de órgão de preensão.
26. CONJUNTO, de acordo com a reivindicação anterior, no qual o aplicador comporta um cabo (5) e a lâmina é móvel em relação ao cabo, o qual está disposto de modo a pressionar a lâmina de acordo com sua posição no cabo, de modo a permitir uma regulagem da curvatura da face aplicadora.
27. CONJUNTO, de acordo com a reivindicação 26, no qualpelo menos um entre a lâmina e o cabo comporta relevos (44) que permitem uma regulagem por incrementos da curvatura da face aplicadora.
28. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 27, no qual a lâmina comporta aberturas.
29. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, no qual o aplicador comporta duas lâminas (6) de dimensões diferentes.
30. CONJUNTO, de acordo com a reivindicação 24, no qual oórgão de regulagem comporta um anel (60) inserido na lâmina e móvel axialmente em relação a ela.
31. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores, no qual o recipiente comporta uma tampa que define um alojamento (10) para receber pelo menos a lâmina flexível quando ela não está em uso.
32. CONJUNTO, de acordo com qualquer uma das reivindicações anteriores que comporta uma pluralidade de aplicadores.
33. PROCESSO DE MAQUILAGEM DAS UNHAS, que comporta as seguintes etapas:- retirar um esmalte de unhas que apresenta uma viscosidade a 25°C de pelo menos 0,6 Pa.s em um recipiente utilizando a lâmina (6) de um aplicador tal como definido em qualquer uma das reivindicações anteriores,- aplicar o produto utilizando a face aplicadora (15) da lâmina.
34. PROCESSO, de acordo com a reivindicação 33, no qual oesmalte de unhas é de cor branca e é depositado para realizar uma maquilagem de tipo "francesinha".
35. PROCESSO COSMÉTICO DE MAQUILAGEM DAS UNHAS, que consiste em abaixar a viscosidade de uma composição deesmalte de unhas que apresenta uma viscosidade a 25°C de pelo menos 0,6 Pa.s por meio de um aplicador tal como definido em qualquer uma das reivindicações anteriores, simultânea ou previamente à aplicação da referida composição sobre as unhas.
36. PROCESSO, de acordo com a reivindicação 33 ou 35, no qual antes ou depois da retirada do produto, o usuário adapta a curvatura da lâmina com a da unha tratada.
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