BRPI0806334A2 - processo para a produção de resina de policarbonato aromática - Google Patents
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Abstract
PROCESSO PARA A PRODUçãO DE RESINA DE POLICARBONATO AROMáTICA. A presente invenção refere-se a um processo para a produção de uma resina de policarbonato aromática tendo um menor conteúdo de matérias estranhas ou fenóis que é impedida de sofrer de retenção prolongada e deterioração da resina em um filtro. Quando produzindo uma resina de policarbonato aromática purificada tratando a resina de policarbonato aromática derretida com um filtro de polímero, um filtro tendo uma razão de concentração do átomo de cromo em relação ao átomo de ferro (Gr/Fe) não menor do que 1 ,5 quando medida em uma superfície mais externa do mesmo pela espectroscopia do fotoelétron do raio X é usado como o filtro de polímero. Em uma modalidade preferida da presente invenção, o filtro de polímero é um filtro compreendendo uma camada de película de carbono tendo uma espessura não maior do que 10 nm em uma superfície mais externa do mesmo, e uma camada de película de oxido tendo uma espessura na sua direção de profundidade não menor do que 100 nm quando medida pela espectroscopia do elétron Auger.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "PROCESSO PARA A PRODUÇÃO DE RESINA DE POLICARBONATO AROMÁTICA".
Campo Técnico
A presente invenção refere-se a um processo para a produção de uma resina de policarbonato aromática. Mais particularmente, a presente invenção refere-se a um processo para a produção de uma resina de poli- carbonato aromática tendo um menor conteúdo de matérias estranhas usan- do um filtro de polímero específico e também a um processo para a produ- ção de resinas de policarbonato aromáticas que é capaz de proporcionar produtos de qualidade diferentes que são diferentes no peso molecular mé- dio da viscosidade (Mv) ou grau de ramificação um do outro pela troca da operação do processo mudando as condições de reação em um método de transesterificação.
Técnica Antecedente
Resinas de policarbonato aromáticas têm sido extensivamente usadas em várias aplicações porque elas são excelentes na resistência tér- mica, propriedades mecânicas tais como resistência ao impacto, estabilidade dimensional e transparência.
Como o método para a produção de resinas de policarbonato aromáticas, são conhecidos um método de polimerização de fundido (méto- do de transesterificação), um método de polimerização interfacial (método de fosgênio), etc. Entretanto, em qualquer um desses métodos convencionais, desde que as matérias estranhas são geradas em um aparelho de reação ou uma trajetória de fluxo de substâncias de alta viscosidade depois da reação, é necessário remover as matérias estranhas dele. Por essa razão, tem sido adotado o método de tratamento de uma resina de policarbonato aromática derretida com um filtro de polímero, e várias propostas para um tal método foram relatadas.
Por exemplo, foi proposto o método de purgar o alojamento de filtro e os elementos de metal com água ou nitrogênio (Documentos de Pa- tente 1 e 2); o método de tratamento conduzido sob uma pressão diferencial específica usando um filtro retendo partículas tendo um diâmetro de partícu- la específico (Documento de Patente 3); o método usando um filtro tendo uma estrutura específica (Documento de Patente 4) e o método usando um ou mais dispositivos de filtro acomodando um laminado constituído de uma pluralidade de elementos de filtro do tipo de disco nos quais cada elemento de filtro tem um diâmetro externo menor do que 38,1 cm (15 polegadas), a razão do diâmetro interno em relação ao diâmetro externo (diâmetro inter- no/diâmetro externo) maior do que 1/7 e um tamanho de malha menor do que 40 μm (Documento de Patente 5). Esses métodos propostos são base- ados na descoberta que quando o ar retido no filtro entra em contato com uma resina derretida, a resina passa por decomposição térmica para, dessa maneira, gerar substâncias em forma de gel (Documentos de Patente 1 e 2) ou a descoberta que a resina é retida e deteriorada no filtro (Documentos de Patente 3 a 5).
Além disso, quanto ao método de mistura e fusão de um com- posto de di-hidróxi aromático e um diéster carbônico e a seguir filtragem da mistura fundida resultante que é para ser conduzida antes da policondensa- ção do fundido, foi proposto o método no qual um filtro usado nela é tratado por qualquer um de um método de lavagem do filtro com uma solução de lavagem compreendendo pelo menos um ácido selecionado do grupo con- sistindo de ácido ortofosfórico, ácido nítrico e ácido oxálico, e um método de envelhecimento do filtro em uma temperatura de 150 a 250°C por 12 a 48 h (Documento de Patente 6). Esse método foi proposto para evitar uma tal desvantagem que quando tratando uma resina de policarbonato aromática com um filtro de polímero, o filtro de polímero é aquecido para uma tempera- tura muito mais alta do que o ponto de fusão do polímero graças a uma per- da de pressão, dessa maneira causando a formação de géis ou a decompo- sição ou a carbonização do policarbonato.
No método de transesterificação, a resina de policarbonato aro- mática é produzida submetendo o composto de di-hidróxi aromático e o diés- ter carbônico, ambos mantidos em um estado derretido, à policondensação na presença de um catalisador enquanto removendo fenóis subproduzidos, do sistema de reação. No caso em que é planejado obter produtos de quali- dades diferentes que são diferentes no peso molecular médio da viscosidade (Mv) ou grau de ramificação um do outro, a operação é trocada mudando as condições da reação (policondensação) em uma série de processos usando uma única instalação de produção. Por exemplo, quando o modo de opera- ção é trocado da produção do produto tendo um grande Mv para a produção do produto tendo um pequeno Mv1 do ponto de vista de uma boa produtivi- dade, é importante reduzir o tempo necessário até retornar para um estado estável (um tal estado no qual o produto em especificação tendo um peque- no Mv é obtido depois que a influência adversa das condições da reação prévias é dissipada).
Como o método de produção das resinas de policarbonato aro- máticas no qual a operação é trocada em tal maneira como descrito acima, foi proposto o método aperfeiçoado de acompanhar ou monitorar o número de lentes tipo olho de peixe na resina de policarbonato aromática e determi- nar o tempo para conduzir um procedimento para limpar uma fase gasosa de um reator (Documento de Patente 7).
De acordo com o método acima, desde que o tempo para con- duzir o procedimento para limpar uma fase gasosa de um reator pode ser adequadamente determinado, é possível produzir a resina de policarbonato aromática tendo um número menor de lentes tipo olho de peixe e exibindo uma excelente coloração em uma maneira eficiente. Entretanto, o método falha em considerar como reduzir o tempo necessário até retornar para um estado estável depois de trocar a operação.
Documento de Patente 1: Pedido de Patente Japonês Apresen- tado Aberto (KOKAI) N0 11-291237 (1999)
Documento de Patente 2: Pedido de Patente Japonês Apresen- tado Aberto (KOKAI) N0 11-291304 (1999)
Documento de Patente 3: Pedido de Patente Japonês Apresen- tado Aberto (KOKAI) N0 2000-219737
Documento de Patente 4: Pedido de Patente Japonês Apresen- tado Aberto (KOKAI) N0 2001-9214
Documento de Patente 5: PCT Pamphlet WO 01/83584 Documento de Patente 6: Pedido de Patente Japonês Apresen- tado Aberto (KOKAI) N0 2003-48975
Documento de Patente 7: Pedido de Patente Japonês Apresen- tado Aberto (KOKAI) N0 2007-31621
Descrição da Invenção Problema a Ser Resolvido pela Invenção
Um objetivo da presente invenção é proporcionar um processo para a produção de uma resina de policarbonato aromática (resina de poli- carbonato aromática purificada) tendo um menor conteúdo de matérias es- tranhas ou fenóis que é impedida de sofrer de retenção prolongada e deteri- oração da resina em um filtro.
Um outro objetivo da presente invenção é proporcionar um pro- cesso aperfeiçoado para a produção de resinas de policarbonato aromáticas no qual produtos de qualidade diferentes que são diferentes no peso mole- cular médio da viscosidade (Mv) ou grau de ramificação um do outro são obtidos trocando a operação do processo mudando as condições da reação no método de transesterificação, sendo que o tempo exigido até retornar para um estado estável depois da troca da operação pode ser encurtado para, dessa maneira, produzir a resina de policarbonato aromática tendo um menor número de lentes tipo olho de peixe e exibindo uma excelente colora- ção em uma maneira eficiente.
Meios Para Resolução do Problema
Como um resultado do estudo intenso dos presentes inventores, foi verificado que quando modificando um filtro, tal que uma superfície mais externa do mesmo é mantida em uma condição específica, a resina a ser tratada com ele pode ser impedida de sofrer de retenção prolongada e dete- rioração no filtro bem como ação catalítica indesejável devido aos metais essenciais do filtro, dessa maneira obtendo uma resina de policarbonato a- romática tendo um menor conteúdo de matérias estranhas ou fenóis.
A presente invenção foi atingida com base na descoberta acima. Isto é, em um aspecto da presente invenção, é proporcionado um processo para a produção de uma resina de policarbonato aromática purificada, com- preendendo a etapa de tratar uma resina de policarbonato aromática derreti- da com um filtro de polímero, sendo que a razão de concentração do átomo de cromo em relação ao átomo de ferro (Cr/Fe) que estão presentes em uma superfície mais externa do filtro do polímero quando medida pela espectros- copia do fotoelétron do raio X não é menor do que 1,5 (primeira invenção).
Em um outro aspecto da presente invenção, é proporcionado um processo para a produção de resinas de policarbonato aromáticas no qual depois de produzir uma resina de policarbonato A tendo um peso molecular médio da viscosidade Ma, as condições de produção são mudadas para produzir uma resina de policarbonato B tendo um peso molecular médio da viscosidade Mb menor do que o peso molecular médio da viscosidade Ma usando as mesmas instalações de produção como usado para a produção da resina de policarbonato A, o dito processo compreendendo pelo menos uma etapa de policondensação de condução da reação de transesterificação de um composto di-hidróxi aromático com um composto de diéster carbônico e uma etapa de purificação permitindo a passagem da resina de policarbo- nato aromática derretida resultante através de um filtro de polímero usando uma extrusora de fusão para remover as matérias estranhas dela, sendo que um filtro tendo um tamanho de malha maior (diâmetro de abertura) é usado como o filtro de polímero quando produzindo a resina de policarbonato A, e um filtro tendo um tamanho de malha menor (diâmetro de abertura) é usado como o filtro de polímero quando produzindo a resina de policarbonato B; quando trocando a operação do processo de produção da resina de policar- bonato A para a produção da resina de policarbonato Β, o filtro de polímero tendo um tamanho de malha maior é trocado para o filtro de polímero tendo um tamanho de malha menor e a diferença entre o número de lentes tipo olho de peixe na resina quando medido 2 h antes da mudança dos filtros de polímero e essa quando medida 1 h antes da mudança dos filtros de políme- ro não é maior do que 10 (segunda invenção).
Além do que, no outro aspecto da presente invenção, é propor- cionado um processo para produzir resinas de policarbonato aromáticas no qual depois de produzir uma resina de policarbonato C tendo um grau de ramificação Ne, as condições de produção são mudadas para produzir uma resina de policarbonato D tendo um grau de ramificação Nd menor do que o grau de ramificação Nc usando as mesmas instalações de produção como usado para a produção da resina de policarbonato C, o dito processo com- preendendo pelo menos uma etapa de policondensação de condução da reação de transesterificação de um composto de di-hidróxi aromático com um composto de diéster carbônico e uma etapa de purificação permitindo a passagem da resina de policarbonato aromática derretida resultante através de um filtro de polímero usando uma extrusora de fusão para remover as matérias estranhas dela, sendo que um filtro tendo um tamanho de malha maior (diâmetro de abertura) é usado como o filtro de polímero quando pro- duzindo a resina de policarbonato C e um filtro tendo um tamanho de malha menor (diâmetro de abertura) é usado como o filtro de polímero quando pro- duzindo a resina de policarbonato D, quando trocando a operação do pro- cesso de produção da resina de policarbonato C para a produção da resina de policarbonato D, o filtro de polímero tendo um tamanho de malha maior é trocado para o filtro tendo um tamanho de malha menor e a diferença entre o número de lentes tipo olho de peixe na resina quando medida 2 h antes da mudança dos filtros de polímero e essa quando medida 1 h antes da mudan- ça dos filtros de polímero não é maior do que 10 (terceira invenção). Efeito da Invenção
De acordo com a primeira invenção, é possível produzir uma resina de policarbonato aromática tendo um menor conteúdo de matéria es- tranha ou fenóis. De acordo com a segunda e terceira invenções, é possível produzir resinas de policarbonato aromáticas tendo um menor número de lentes tipo olho de peixe e exibindo uma excelente coloração em uma manei- ra eficiente, que são obtidos como produtos de qualidades diferentes que são diferentes no peso molecular médio da viscosidade ou grau de ramifica- ção um do outro.
Modalidades Preferidas para Execução da Invenção
A presente invenção é descrita em mais detalhes abaixo. A resi- na de policarbonato aromática usada na presente invenção inclui polímeros ou copolímeros de policarbonato termoplástico ramificado ou não-ramificado que são produzidos pela reação de um composto de hidróxi aromático ou uma mistura do composto de hidróxi aromático e uma pequena quantidade de um composto de poli-hidróxi com fosgênio ou um diéster carbônico.
A resina de policarbonato aromática pode ser produzida por mé- todos convencionalmente conhecidos tais como, por exemplo, um método de polimerização de fundido (método de transesterificação) e um método de polimerização interfacial (método de fosgênio). Além do que, de acordo com o método de polimerização de fundido, pode ser produzida uma tal resina de policarbonato aromática na qual a quantidade de grupos hidroxila finais é bem controlada.
Exemplos do composto de di-hidróxi aromático usado como a matéria-prima da resina de policarbonato aromática podem incluir bis(hidroxiaril)alcanos tais como 2,2-bis(4-hidroxifenil)propano (pseudônimo: bisfenol A), 2,2-bis(3,5-bibromo-4-hidroxifenil)propano (pseudônimo: tetra- bromobisfenol A), bis(4-hidroxifenil)metano, 1,1-bis(4-hidroxifenil)etano, 2,2- bis(4-hidroxifenil)butano, 2,2-bis(4-hidroxifenil)octano, 2,2-bis(4-hidróxi-3- metilfenil)propano, 1,1-bis(3-tert-butil-4-hidroxifenil)propano, 2,2-bis(4- hidróxi-3,5-dimetilfenil)propano, 2,2-bis(3-bromo-4-hidroxifenil)propano, 2,2- bis(3,5-dicloro-4-hidroxifenil)propano, 2,2-bis(3-fenil-4-hidroxifenil)propano, 2,2-bis(3-ciclo-hexil-4-hidroxifenil)propano, 1,1-bis(4-hidroxifenil)-1- feniletano, bis(4-hidroxifenil)difenilmetano, 2,2-bis(4-hidroxifenil)-1,1,1- tricloropropano, 2,2-bis(4-hidroxifenil)-1,1,1,3,3,3-hexacloropropano e 2,2- bis(4-hidroxifenil)-1,1,1,3,3,3-hexafluoropropano; bis(hidroxiaril)cicloalcanos tais como 1,1-bis(4-hidroxifenil)ciclopentano, l,1-bis(4- hidroxifenil)ciclo-hexano e 1,1-bis(4-hidroxifenil)-3,3,5-trimetilciclo-hexano; bisfenóis tendo uma estrutura cardo tais como 9,9-bis(4-hidroxifenil)fluoreno e 9,9-bis(4-hidróxi-3-metilfenil)fluoreno; éteres de di-hidroxidiaril tais como 4,4'-di-hidroxidifenil éter e 4,4'-di-hidróxi-3,3'-dimetildifenil éter; sulfetos de di-hidroxidiarila tais como 4,4'-di-hidroxidifenil sulfeto e 4,4'-di-hidróxi-3,3'- dimetildifenil sulfeto; di-idroxidiaril sulfoxidos tais como 4,4'-di-hidroxidifenil sulfoxido e 4,4'-di-hidróxi-3,3'-dimetildifenil sulfoxido; di-hidroxidiaril sulfonas tais como 4,4'-di-hidroxidifenil sulfona e 4,4'-di-hidróxi-3,3'-dimetildifenil sul- fona; hidroquinona; resorcina; e 4,4'-di-hidroxidifenil. Entre esses compostos de di-hidróxi aromáticos, são preferidos bis(4-hidroxifenil)alcanos e mais pre- ferido é bisfenol A do ponto de vista de uma boa resistência de impacto da resina de policarbonato aromática resultante. Além disso, com a finalidade de aumentar o retardamento à chama da resina de policarbonato aromática resultante, também podem ser usados esses compostos formados pela uni- ão de um ou mais grupos de fosfônio de tetralquila de ácido sulfônico nos compostos de di-hidróxi aromáticos acima. Esses compostos de di-hidróxi aromáticos podem ser usados em combinação de quaisquer dois ou mais dos mesmos.
A resina de policarbonato aromática ramificada pode ser obtida por um tal método de polimerização interfacial no qual uma parte do com- posto de di-hidróxi aromático acima é substituída por um composto de poli- hidróxi tais como fluoroglucina, 4,6-dimetil-2,4,6-tris(4-hidroxifenil)hepteno- 2,4,6-dimetil-2,4,6-tris(4-hidroxifenil)heptano, 2,6-dimetil-2,4,6-tris(4- hidroxifenil)hepteno-3, 1,3,5-tris(4-hidroxifenil)benzeno e l,l,1-tris(4- hidroxifenil)etano, ou 3,3-bis(4-hidroxiaril)óxi-indol (pseudônimo: isatin bisfe- nol), 5-cloroisatin, 5,7-dicloroisatin, 5-bromoisatin, etc. A quantidade do com- posto de polidiidróxi ou similar com o qual uma parte do composto de di- hidróxi aromático é substituída é geralmente de 0,01 a 10 % em mol e prefe- rivelmente 0,1 a 2 % em mol com base no composto de di-hidróxi aromático. Por outro lado, no método de polimerização do fundido, a resina de policar- bonato aromática ramificada pode ser obtida opcionalmente adicionando o agente de ramificação acima e controlando bem a temperatura da reação e a quantidade do catalisador usado.
A reação pelo método de polimerização interfacial pode ser con- duzida na maneira seguinte usando o composto de di-hidróxi aromático, op- cionalmente junto com um controlador de peso molecular (agente de parada final) e um antioxidante para impedir a oxidação do composto de di-hidróxi aromático. Isto é, o composto de di-hidróxi aromático é reagido com o fosgê- nio na presença de um solvente orgânico inerte para a reação e uma solu- ção aquosa alcalina enquanto mantendo o sistema de reação em um pH ge- ralmente não menor do que 9 e, então, um catalisador de polimerização tal como uma amina terciária e um sal de amônio quaternário é adicionado no sistema de reação para conduzir a polimerização interfacial, dessa maneira obtendo um policarbonato. Nesse meio tempo, a temperatura da reação é, por exemplo, 0 a 40°C e o tempo de reação é, por exemplo, de vários minu- tos (por exemplo, 10 minutos) a várias horas (por exemplo, 6 h).
Exemplos do solvente orgânico inerte para a reação podem in- cluir hidrocarbonetos clorados tais como cloreto de metileno, 1-2- dicloroetano, clorofórmio, monoclorobenzeno e diclorobenzeno e hidrocar- bonetos aromáticos tais como benzeno, tolueno e xileno. Exemplos do com- posto alcalino usado na solução aquosa alcalina podem incluir hidroxidos de metais alcalinos tais como hidroxido de sódio e hidroxido de potássio.
Exemplos do controlador de peso molecular podem incluir com- postos tendo um grupo de hidroxila fenólica monovalente. Exemplos especí- ficos do controlador de peso molecular podem incluir m-metil fenol, p-metil feno, m-propil fenol, p-propil fenol, p-tert-butil fenol e fenóis substituídos com alquila de ρ cadeia longa. A quantidade do controlador de peso molecular usado é geralmente 50 a 0,5 mol e preferivelmente 30 a 1 mol com base em 100 mol do composto de di-hidróxi aromático.
O método de transesterificação de fusão pode ser conduzido, por exemplo, submetendo o diéster carbônico e o composto de di-hidróxi aromático à reação de transesterificação.
Exemplos do diéster carbônico podem incluir compostos repre- sentados pela seguinte fórmula geral (1):
<formula>formula see original document page 10</formula>
Na fórmula geral (1), A' é um grupo de hidrocarboneto monova- lente ramificado ou cíclico, linear, substituído ou não substituído tendo 1 a 10 átomos de carbono. Os dois grupos A' podem ser os mesmos ou diferentes. Enquanto isso, exemplos do grupo substituinte que pode ser unido no grupo A' podem incluir um átomo de halogênio, um grupo de alquila tendo 1 a 10 átomos de carbono, um grupo de alcóxi tendo 1 a 10 átomos de carbono, um grupo fenil, um grupo fenóxi, um grupo vinil, um grupo ciano, um grupo éster, um grupo amida e um grupo nitro.
Exemplos específicos do diéster carbônico podem incluir carbo- nato de difenil, carbonatos de difenila substituídos tal como carbonato de ditolila e carbonatos de dialquila, tais como carbonato de dimetila, carbonato de dietila e carbonato de di-terc-butila. Entre esses diésteres carbônicos, são preferidos carbonato de difenila (a seguir citado meramente como "DPC") e carbonatos de difenila substituídos. Esses diésteres carbônicos podem ser usados na forma de uma mistura de qualquer dois ou mais dos mesmos.
Além disso, uma parte do diéster carbônico acima pode ser substituída por um ácido dicarboxílico ou um éster do ácido dicarboxílico. A proporção do ácido dicarboxílico ou do éster do ácido dicarboxílico com o qual uma parte do diéster carbônico pode ser substituída, geralmente não é maior do que 50 % em mol e preferivelmente não maior do que 30 % em mol. Exemplos típicos do ácido dicarboxílico ou do éster de ácido dicarboxíli- co podem incluir ácido tereftálico, ácido isoftálico, tereftalato de difenila e isoftalato de difenila. Quando uma parte do diéster carbônico é substituída por esses compostos, os produtos de reação de transesterificação obtidos são carbonatos de poliéster.
Também, com a produção dos policarbonatos por um método de transesterificação, o diéster carbônico (incluindo o ácido dicarboxílico ou o éster do ácido dicarboxílico usado para substituir uma parte do diéster car- bônico; isto é similarmente aplicado nas descrições subsequentes) é usado em uma quantidade excessiva em relação ao composto do di-hidróxi aromá- tico. Isto é, a razão (razão molar) do diéster carbônico em relação ao com- posto de di-hidróxi aromático geralmente é 1,00 a 1,30, de preferência 1,01 a 1,20 e mais preferivelmente 1,05 a 1,20. Quando a razão molar é muito pe- quena, o conteúdo dos grupos hidroxila finais nos policarbonatos aromáticos resultantes tende a ser aumentado, resultando em estabilidade térmica dete- riorada das resinas. Enquanto que, quando a razão molar é muito grande, a taxa de reação da transesterificação tende a ser diminuída, de modo que tende a ser difícil produzir policarbonatos aromáticos tendo um peso molecu- lar desejado. Além do que, desde que a quantidade do diéster carbônico re- sidual nas resinas obtidas é aumentada, odor livre tende a ser gerado com a moldagem ou a partir do produto moldado resultante. Portanto, o conteúdo dos grupos hidroxila finais nos policarbonatos aromáticos obtidos preferivel- mente não é menor do que 100 ppm. Pelo controle do conteúdo dos grupos hidroxila finais para a faixa acima especificada, é possível impedir a redução no peso molecular dos policarbonatos aromáticos obtidos e permitir que os policarbonatos aromáticos exibam um tom de cor mais excelente.
Em geral, os policarbonatos tendo um peso molecular desejado e um conteúdo desejado dos grupos de hidróxi finais podem ser obtidos con- trolando adequadamente a razão de mistura entre o diéster carbônico e o composto de di-hidróxi aromático ou ajustando o grau do vácuo usado com a reação. Como o método mais positivo, pode ser usado um tal método de controle conhecido no qual um agente de parada final é separadamente adi- cionado na reação. Exemplos do agente de parada final usado no método acima podem incluir fenóis monovalentes, ácidos carboxílicos monovalentes e diésteres carbônicos. O conteúdo dos grupos hidroxila finais nos policar- bonatos tem uma grande influência na estabilidade térmica, estabilidade da hidrólise, tom de cor, etc., dos produtos de policarbonato. O conteúdo dos grupos hidroxila finais nos policarbonatos varia dependendo das suas apli- cações, e geralmente não é maior do que 1.000 ppm e preferivelmente não é maior do que 700 ppm a fim de permitir que os policarbonatos exibam pro- priedades práticas.
Quando produzindo os policarbonatos por um método de tran- sesterificação, a transesterificação é geralmente conduzida na presença de um catalisador de transesterificação. O catalisador de transesterificação u- sado no método acima não é particularmente limitado e é preferivelmente um composto de metal alcalino e/ou um composto de metal de terras alcali- nas. O catalisador de transesterificação pode ser usado em combinação com um composto básico como um componente auxiliar tal como um composto de boro básico, um composto de fósforo básico, um composto de amônio básico e um composto com base em amina. Entre esses catalisadores de transesterificação, do ponto de vista prático, são preferidos os compostos de metal alcalino. Esses catalisadores de transesterificação podem ser usados em combinação de quaisquer dois ou mais dos mesmos. A quantidade do catalisador de transesterificação usado fica na faixa de geralmente 1 χ 10-9 a 1 χ 10-1 mol, preferivelmente 1 χ 10-7 a 1 χ 10-3 mol e mais preferivelmente 1 χ 10-7 a 1 χ 10-6 mol com base em 1 mol do composto de di-hidróxi aromáti- co.
Exemplos dos compostos de metal alcalino podem incluir com- postos de metal alcalino inorgânico tais como hidroxidos, carbonatos e com- postos de hidrogenocarbonato de metais alcalinos, e compostos de metal alcalino orgânico tal como sais de metais alcalinos com álcoois (ou fenóis) ou ácidos carboxílicos orgânicos. Exemplos do metal alcalino usado nos compostos do metal alcalino podem incluir lítio, sódio, potássio, rubídio e césio. Entre esses compostos de metal alcalino, são preferidos os compos- tos de césio e mais preferidos são carbonato de césio, hidrogenocarbonato de césio e hidroxido de césio.
A reação de transesterificação entre o composto de di-hidróxi aromático e o diéster carbônico pode ser conduzida na maneira seguinte.
Primeiro, na etapa de preparação da matéria-prima, uma solu- ção de fundido misturada das matérias-primas é preparada em uma atmos- fera de gás inerte tais como nitrogênio e argônio usando um aparelho de recipiente de agitação do tipo em lote, do tipo semilote ou do tipo contínuo. Por exemplo, quando usando bisfenol A como o composto de di-hidróxi aro- mático e carbonato de difenila como o diéster carbônico, a temperatura usa- da na fusão e mistura fica na faixa de geralmente 120 a 180°C e preferivel- mente 125 a 160°C.
A seguir, na etapa de policondensação, o composto de di-hidróxi aromático e o composto de diéster carbônico são submetidos à reação de transesterificação. A reação de transesterificação é continuamente conduzi- da em uma maneira de múltiplos estágios, geralmente em dois ou mais es- tágios e de preferência em 3 a 7 estágios. Condições de reação específicas nos recipientes de estágio respectivo incluem temperatura: 150 a 320°C; pressão: de pressões normais a pressão reduzida (1,01 χ 106 Pa a 1,3 Pa) e tempo de permanência médio: 5 a 150 minutos.
Nos reatores respectivos usados na operação de múltiplos está- gios, de modo a efetivamente remover fenóis subproduzidos com o procedi- mento da reação de policondensação do sistema de reação, a temperatura e o grau de vácuo é aumentado gradualmente dentro das faixas das condições de reação especificadas acima e finalmente a pressão é reduzida para não mais do que 266,6 Pa (2 Torr), por meio do que a reação de policondensa- ção do fundido pode ser conduzida enquanto removendo os subprodutos, tal como compostos de hidróxi aromático do sistema de reação. Enquanto isso, a fim de impedir que os policarbonatos aromáticos obtidos sejam deteriora- dos na qualidade tal como coloração, a temperatura da reação e o tempo de permanência são preferivelmente mantidos tão baixos quanto possíveis e tão curtos quanto possíveis, respectivamente, dentro das faixas das condi- ções de reação acima especificadas.
A policondensação do fundido pode ser conduzida por um méto- do em lote ou um método contínuo e é preferivelmente conduzida por um método contínuo do ponto de vista de uma boa estabilidade da composição da resina da presente invenção. Exemplos de um agente de desativação para o catalisador podem incluir compostos capazes de neutralizar o catali- sador de transesterificação, por exemplo, compostos de ácido contendo en- xofre ou derivados formados a partir dele. O composto capaz de neutralizar o catalisador de transesterificação pode ser usado em uma quantidade de geralmente 0,5 a 10 equivalentes e preferivelmente 1 a 5 equivalentes com base em 1 equivalente do metal alcalino contido no catalisador. Além do que, o composto capaz de neutralizar o catalisador de transesterificação po- de ser usado em uma quantidade de geralmente 1 a 100 ppm e preferivel- mente 1 a 20 ppm com base nos policarbonatos.
O peso molecular médio da viscosidade da resina de policarbo- nato aromática não é particularmente limitado, e geralmente não é menor do que 10.000 e preferivelmente não menor do que 15.000. Enquanto isso, o peso molecular médio da viscosidade como usado nesse sentido significa o valor obtido pelo método seguinte. Isto é, usando um viscosímetro Ubbeloh- de, a viscosidade intrínseca [η] de uma solução de uma amostra de resina de policarbonato aromática no cloreto de metileno é medida em 20°C e o peso molecular médio da viscosidade foi calculado de acordo com as fórmu- las (1) e (2) seguintes:
η5ρ/0 = [η] X (1 + 0,28η5ρ) (1)
[η] = 1,23 χ IO-4X(Mv)0'83 (2) Na fórmula (2), η8ρ é uma viscosidade intrínseca [η] de uma so- lução de uma amostra de resina de policarbonato aromática no cloreto de metileno quando medida em 20°C e C é a concentração da solução do clore- to de metileno, sendo que a solução do cloreto de metileno usada tem uma concentração da amostra de resina de policarbonato aromática de 0,6 g/dL.
Primeira Invenção
A primeira invenção é caracterizada em que quando tratando a resina de policarbonato aromática assim produzida com um filtro de políme- ro, um filtro no qual a razão de concentração do átomo de cromo em relação ao átomo de ferro (Cr/Fe) que estão presentes em uma superfície mais ex- terna do mesmo quando medida pela espectroscopia de fotoelétron de raio X não é menor do que 1,5 é usado como o filtro de polímero.
O filtro de polímero é um filtro servindo para remover as matérias estranhas presentes na resina de policarbonato aromática passando a resina através dele. A configuração do filtro de polímero utilizável na presente in- venção pode ser geralmente de qualquer tipo conhecido, tais como um tipo de vela, um tipo de dobra e um tipo de disco em folhas. Entre esses filtros, é especialmente preferido um filtro de polímero do tipo de disco em folhas. O filtro de polímero do tipo disco em folhas geralmente tem uma forma de disco circular e é construído de uma ou mais camadas obtidas usando uma ou mais telas de arame tecido tendo vários diâmetros de arame e aberturas numéricas. A tecedura do filtro de polímero pode ser uma tecedura simples, uma tecedura em sarja, uma tecedura holandesa (tatame) simples, uma te- cedura holandesa em sarja, etc. O filtro de polímero pode também ser na forma de um pano não-tecido. O material do filtro de polímero é geralmente um material com base em aço inoxidável tais como SUS-316 e SUS-316L e o filtro de polímero pode também ser formado de metal sinterizado ou uma resina. Além disso, a precisão de filtragem absoluta do filtro de polímero é geralmente 0,5 a 50 μm e preferivelmente 0,5 a 20 μιτι.
A espectroscopia de fotoelétron de raio X (ESCA) é um método para detectar os fotoelétrons conduzidos para fora de uma amostra pelo efei- to fotoelétrico. Desde que a profundidade de escape dos fotoelétrons é tão rasa quanto aproximadamente 50 A, a composição do elemento mensurável por ESCA é somente uma composição em uma região da amostra que se estende até várias dezenas de A a partir de uma superfície mais externa da mesma.
Em filtros de polímero comercialmente disponíveis, a razão de concentração do átomo de cromo em relação ao átomo de ferro (Cr/Fe) quando medida em uma superfície mais externa do mesmo com a compra (antes do uso) não é maior do que aproximadamente 0,3. A fim de aumentar a razão da concentração até não menos do que 1,5, os filtros de polímeros podem ser lavados, por exemplo, com ácido nítrico para dissolver o ferro como um componente de base com o ácido, dessa maneira aumentando a proporção de Cr nele.
Na presente invenção, quando regenerando o filtro de polímero já usado, o procedimento de modificação acima mencionado pode ser con- duzido. Mais especificamente, o filtro de polímero que é deteriorado na ca- pacidade de filtragem devido a maior perda de pressão é desmontado de uma extrusora de fusão e a seguir submetido ao tratamento de regeneração. Nesse caso, o filtro de polímero é lavado com ácido nítrico para conduzir a modificação de superfície acima.
O tratamento de regeneração (tratamento térmico) do filtro de polímero inclui um tratamento de torrefação para remover as substâncias orgânicas depositadas nele, seguido pelo tratamento de lavagem acima com ácido nítrico. A atmosfera do tratamento de torrefação pode ser geralmente uma atmosfera de vapor de água e/ou uma atmosfera de oxigênio. O tempo de torrefação é geralmente 3 a 200 h e preferivelmente 5 a 100 h. A tempe- ratura de torrefação é geralmente 260 a 480°C e preferivelmente 300 a 450°C.
A superfície do filtro de polímero dessa forma torrado fica geral- mente manchada. No filtro de polímero usado na presente invenção, a es- pessura da camada da película de carbono em uma superfície mais externa do mesmo preferivelmente não é maior do que 10 nm e a espessura de uma camada de película de oxido em uma direção de profundidade do mesmo preferivelmente não é menor do que 100 nm, quando medida pela espec- troscopia de elétron Auger (AES). AES é um método para detectar elétrons Auger gerados com a irradiação de um feixe de elétrons na amostra para medir tipos e quantidades de elementos presentes na superfície da amostra. Por exemplo, AES é conhecida como um método para conduzir a análise na direção de profundidade usando o método de lançamento no qual a distribui- ção de um elemento específico na direção da profundidade é medida en- quanto lançando.
Na presente invenção, o tratamento de lavagem com ácido nítri- co é conduzido depois do tratamento de torrefação acima. Não é necessário conduzir um tratamento brilhante como um tratamento de lavagem com um ácido, tais como ácido oxálico e ácido cítrico antes do tratamento de torrefa- ção. O tratamento de lavagem com ácido nítrico é geralmente conduzido contatando suficientemente o filtro de polímero com ácido nítrico que geral- mente é conduzido por um método de imersão ou um método de circulação da solução. A concentração do ácido nítrico é geralmente 5 a 50% em peso e preferivelmente 10 a 30% em peso. A temperatura da solução quando i- mergindo o filtro de polímero nela ou circulando a solução através do filtro de polímero é geralmente 5 a 100°C e de preferência 50 a 90°C. O tempo de imersão é geralmente 5 a 120 minutos e preferivelmente 10 a 60 minutos.
Quando conduzindo o tratamento de lavagem acima com ácido nítrico, a razão de concentração do átomo de cromo em relação ao átomo de ferro (Cr/Fe) em uma superfície mais externa do filtro é aumentada para não menos do que 1,5 e preferivelmente não menos do que 1,8. Pelo uso do filtro de polímero tendo tais propriedades de superfície, a resina a ser filtrada po- de ser impedida de sofrer de retenção prolongada e deterioração da mesma no filtro, e a ação catalítica dos metais constituintes no filtro pode ser supri- mida. A razão para isso é considerada como segue, embora não claramente determinada. Isto é, é sugerido que a ação catalítica é suprimida graças à imobilização do filtro pelo tratamento de lavagem com ácido nítrico. Enquan- to isso, o limite superior da freqüência do tratamento de regeneração para o filtro do polímero é aproximadamente 20 vezes dos pontos de vista de resis- tência do filtro de polímero, etc. Quando submetendo o filtro de polímero a um tal tratamento de regeneração repetido, a razão de concentração do á- tomo de cromo em relação ao átomo de ferro (Cr/Fe) em uma superfície mais externa do mesmo é aproximadamente 5.
De acordo com a presente invenção, é possível produzir uma resina de policarbonato aromática que tem um número reduzido de matérias estranhas, tais como queimaduras e lentes do tipo olho de peixe e conteúdo de fenóis. A resina de policarbonato aromática da presente invenção pode também compreender aditivos convencionalmente conhecidos de acordo com as suas aplicações planejadas. Exemplos dos aditivos incluem outras resinas termoplásticas, retardadores de chama, modificadores de impacto, agentes antiestáticos, agentes de escorregamento, agentes antibloqueio, lubrificantes, agentes antinevoeiros, óleos naturais, óleos sintéticos, ceras, enchimentos orgânicos e enchimentos inorgânicos. A resina de policarbona- to aromática purificada produzida pelo processo da presente invenção pode ser usada como partes mecânicas, partes de dispositivos elétricos, lojas, bem como películas, lâminas e garrafas.
A presente invenção refere-se a um processo para produzir uma resina de policarbonato aromática purificada que é caracterizada por usar um filtro de polímero que é modificado para mostrar condições específicas. Como descrito acima, o filtro de polímero é modificado pela regeneração do filtro. Portanto, de um tal ponto de vista, como descrito no presente relatório descritivo, a presente invenção também envolve, como uma invenção alter- nativa, o processo para a produção de uma resina de policarbonato aromáti- ca purificada tratando uma resina de policarbonato aromática derretida com o filtro de polímero que é caracterizado por incluir um tratamento de regene- ração para regenerar o filtro de polímero mostrando um desempenho de fil- tragem deteriorado no qual o filtro de polímero é seqüencialmente submetido ao tratamento de torrefação e tratamento de lavagem com ácido nítrico sem conduzir qualquer tratamento brilhante, o tratamento de lavagem com ácido nítrico é repetido depois de cada tratamento de regeneração, por meio do que a razão de concentração do átomo de cromo em relação ao átomo de ferro (Cr/Fe) em uma superfície mais externa do filtro é controlada para não menos do que 1,5.
Por referência, a mudança na condição modificada do filtro de polímero nos tratamentos respectivos acima é mostrada abaixo na tabela 1. As condições dos tratamentos respectivos mostrados na tabela 1 são como segue. Além disso, as condições de medição para ESCA e AES são descri- tas a seguir.
Tratamento com ácido nítrico
O filtro de polímero é imerso em 30% em peso de ácido nítrico (30°C) por 30 minutos. Tratamento de torrefação
O filtro de polímero é tratado com calor em uma atmosfera de vapor de água em 310°C por 40 h e a seguir também tratado com calor em uma atmosfera de oxigênio em 420°C por 52 h. Tratamento brilhante
O filtro de polímero é imerso em uma solução aquosa tendo uma concentração de ácido oxálico de 5% em peso e uma concentração de ácido cítrico de 5% em peso (80°C) por 1 h.
Tabela 1
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Segunda e terceira invenções
O filtro de polímero usado na etapa de purificação para remover matérias estranhas da resina de policarbonato aromática é preferivelmente o mesmo filtro de polímero como descrito na primeira invenção. Enquanto isso, a extrusora de fusão pode ser geralmente na forma de uma extrusora venti- lada de hélice única ou múltipla. Em particular, uma extrusora de hélice du- pla do tipo de malha é preferivelmente usada. As direções de rotação das hélices na extrusora podem ser as mesmas ou diferentes.
A segunda invenção refere-se ao processo para a produção de resinas de policarbonato no qual depois de produzir uma resina de policar- bonato A tendo um peso molecular médio da viscosidade Ma, as condições de produção são mudadas para produzir uma resina de policarbonato B ten- do um peso molecular médio da viscosidade Mb menor do que o peso mole- cular médio da viscosidade Ma usando as mesmas instalações de produção como usado para a produção da resina de policarbonato A. O peso molecu- lar médio da viscosidade Ma geralmente não é menor do que 15.000, de pre- ferência não menor do que 20.000 e mais preferivelmente não menor do que 23.000. O limite superior do peso molecular médio da viscosidade Ma é ge- ralmente 100.000. O limite inferior do peso molecular médio da viscosidade Mb é geralmente 10.000, de preferência 13.000 e mais preferivelmente me- nor do que 15.000. A diferença entre o peso molecular médio da viscosidade Ma e o peso molecular médio da viscosidade Mb geralmente não é menor do que 10.000, de preferência não menor do que 2.000 e mais preferivelmente não menor do que 3.000.
Também, a terceira invenção refere-se ao processo para produ- zir resinas de policarbonato no qual depois de produzir uma resina de poli- carbonato C tendo um grau de ramificação Nc, as condições de produção são mudadas para produzir uma resina de policarbonato D tendo um grau de ramificação Nd menor do que o grau de ramificação Nc usando as mesmas instalações de produção como usadas para a produção da resina de policar- bonato C. O grau de ramificação Nc é geralmente 0,2 a 1 % em mol, preferi- velmente 0,3 a 1 % em mol e mais preferivelmente 0,4 a 1 % em mol. O grau de ramificação Nd é geralmente 0,05 a 0,5 % em mol, preferivelmente 0,1 a 0,5 % em mol e mais preferivelmente 0,2 a 0,5 % em mol. A diferença entre o grau de ramificação Nc e o grau de ramificação Nd geralmente não é me- nor do que 0,01 % em mol, preferivelmente não menor do que 0,05 % em mol e mais preferivelmente não menor do que 0,10 % em mol.
A troca entre essas operações pode ser conduzida pelo mesmo método como descrito no Pedido de Patente Japonês acima apresentado aberto (KOKAI) N0 2-153925 (1990), isto é, mudando as condições de rea- ção, tais como concentração do catalisador, temperatura de policondensa- ção e tempo de permanência no reator. No processo para produzir uma resi- na de policarbonato aromática pelo método de transesterificação, é difícil evitar completamente a formação de unidades estruturais ramificadas com a policondensação. Em particular, quando produzindo o produto de uma tal qualidade tendo um grande peso molecular médio da viscosidade (Mv), a temperatura de policondensação ou a concentração do catalisador deve ser necessariamente aumentada, dessa maneira causando uma tal tendência que o número de lentes tipo olho de peixe que serão derivadas das unidades estruturais ramificadas é aumentado.
Além disso, quando o filtro de polímero a ser montado na extru- sora de fusão é selecionado de acordo com o peso molecular médio da vis- cosidade (Mv) da resina de policarbonato produzida, o filtro de polímero ten- do um maior tamanho de malha (diâmetro de abertura) é usado para produ- zir a resina de policarbonato A, enquanto que o filtro de polímero tendo um menor tamanho de malha é usado para produzir a resina de policarbonato B. Quando trocando a operação do processo de produção da resina de policar- bonato A para a produção da resina de policarbonato Β, o filtro de polímero tendo um maior tamanho de malha é trocado para esse tendo um menor ta- manho de malha, e a diferença entre o número de lentes tipo olho de peixe na resina quando medida 2 h antes da troca dos filtros de polímero e essa quando medida 1 h antes da troca dos filtros de polímero não é mais do que 10. A razão porque o filtro de polímero tendo um maior tamanho de malha é usado quando produzindo a resina de policarbonato tendo um grande Mv é que o aumento excessivo na perda de pressão dependente da viscosidade que poderia ser causado na troca para deterioração leve na taxa de remoção das matérias estranhas quando usando o filtro de polímero tendo um menor tamanho de malha deve ser evitado para, dessa maneira, evitar a ocorrência de quebra do filtro de polímero. Enquanto isso, os tamanhos de malha acima são, cada um, um tamanho relativo, e os tamanhos de malha dos filtros de polímero realmente usados podem ser determinados de acordo com a quali- dade da resina planejada (tal como conteúdo de lentes tipo olho de peixe nela).
Por outro lado, quando o filtro de polímero a ser montado na ex- trusora de fusão é selecionado de acordo com o grau de ramificação da re- sina de policarbonato tratada com ele, um filtro de polímero tendo um maior tamanho de malha é usado como o filtro de polímero com a produção da resina de policarbonato C, enquanto que um filtro de polímero tendo um me- nor tamanho de malha é usado como o filtro de polímero com a produção da resina de policarbonato D. Quando a operação do processo é trocada da produção da resina de policarbonato C para a produção da resina de poli- carbonato D, o filtro de polímero tendo um maior tamanho de malha é troca- do por esse tendo um menor tamanho de malha e a diferença entre o núme- ro de lentes tipo olho de peixe na resina quando medida 2 h antes da mu- dança dos filtros de polímero e essa quando medida 1 h antes da mudança dos filtros de polímero é controlada para não mais do que 10. A razão para isso é que a viscosidade de fundição de uma resina tendo um grande grau de ramificação se torna maior do que essa de uma resina tendo um pequeno grau de ramificação em uma faixa de taxa de cisalhamento pequena de mo- do que o mesmo fenômeno observado quando o Mv seja grande tende a ser causado.
A presente invenção é caracterizada em que quando a operação do processo é trocada da produção de um produto tendo um grande peso molecular médio da viscosidade para a produção de um produto tendo um pequeno peso molecular médio da viscosidade ou da produção de um pro- duto tendo um grande grau de ramificação para a produção de um produto tendo um pequeno grau de ramificação, a mudança do filtro de polímero ten- do um maior tamanho de malha para esse tendo um menor tamanho de ma- lha não é conduzida imediatamente depois de mudar as condições de rea- ção, mas o número de lentes tipo olho de peixe na resina de policarbonato aromática passada através do filtro de polímero é continuamente acompa- nhado ou monitorado como descrito acima e a mudança para o filtro de po- límero tendo um menor tamanho de malha é executada com base na mu- dança no número de lentes tipo olho de peixe dessa forma acompanhados ou monitorados.
Com a troca da operação do processo de produção do produto tendo um grande peso molecular médio da viscosidade (Mv) para a produ- ção do produto tendo um pequeno peso molecular médio da viscosidade (Mv)1 quando o filtro de polímero tendo um maior tamanho de malha é troca- do para esse tendo um menor tamanho de malha imediatamente depois de mudar as condições da reação, os problemas seguintes tendem a ser cau- sados. Isto é, quando as condições de reação são mudadas, embora o Mv da resina de policarbonato aromática no sistema de reação seja reduzido (isto é, a viscosidade da resina obtida é abaixada) em um estágio relativa- mente precoce, a condição do aumento no número de lentes tipo olho de peixe na resina que é observada com a produção do produto tendo um grande Mv antes de mudar as condições de reação ainda continua por um tempo, e a seguir é gradualmente dissipada, por meio do que o sistema de reação seja retornado para um estado estável. Portanto, se o filtro de polí- mero é trocado para esse tendo um menor tamanho de malha imediatamen- te depois de mudar as condições de reação, a filtragem de uma tal resina pode ficar difícil, de modo que a resina de policarbonato aromática compre- endendo impurezas tenda a ser descarregada do filtro de polímero por um período longo de tempo.
Ao contrário, quando o filtro de polímero tendo um maior tama- nho de malha é continuamente usado mesmo depois de mudar as condições de reação como descrito acima, desde que o Mv da resina de policarbonato aromática no sistema de reação seja reduzido (isto é, a viscosidade é abai- xada), de modo que a filtragem da resina de policarbonato aromática com- preendendo impurezas seja favorecida.
Também, com a troca da operação do processo da produção do produto tendo um grande grau de ramificação para a produção do produto tendo um pequeno grau de ramificação, quando o filtro de polímero tendo um maior tamanho de malha é mudado para esse tendo um menor tamanho de malha imediatamente depois de mudar as condições de reação, os se- guintes problemas tendem a ser causados. Isto é, quando as condições de reação são mudadas, embora o grau de ramificação da resina de policarbo- nato aromática no sistema de reação seja reduzido em um estágio relativa- mente precoce, a condição do aumento no número de lentes tipo olho de peixe na resina que é observada com a produção do produto tendo um grande grau de ramificação antes de mudar as condições de reação ainda continua por um tempo, e a seguir gradualmente dissipa, por meio do que o sistema de reação é retornado para um estado estável. Portanto, se o filtro de polímero é trocado para esse tendo um tamanho de malha menor imedia- tamente depois de mudar as condições de reação, a filtragem de uma tal resina pode se tornar difícil, de modo que a resina de poliparbonato aromáti- ca compreendendo impurezas tenda a ser descarregada do filtro de polímero por um longo período de tempo.
Ao contrário, quando o filtro de polímero tendo um maior tama- nho de malha é continuamente usado mesmo depois de mudar as condições de reação como descrito acima, desde que o grau de ramificação da resina de policarbonato aromática no sistema de reação seja reduzido, desse modo a filtragem da resina de policarbonato aromática compreendendo impurezas é favorecida.
Dessa maneira, na presente invenção, com a troca da operação do processo de produção do produto tendo um grande peso molecular médio da viscosidade (Mv) ou um grande grau de ramificação para a produção do produto tendo um pequeno peso molecular médio da viscosidade (Mv) ou um pequeno grau de ramificação, o filtro de polímero tendo um maior tama- nho de malha é ainda continuamente usado por um tempo mesmo depois de mudar as condições de reação. Entretanto, se uma tal condição é mantida por um tempo excessivamente longo, a taxa de remoção das impurezas é mantida em um baixo nível, de modo que o sistema de reação seja dificil- mente controlado para um estado estável para obter o produto tendo um pe- queno Mv ou um pequeno grau de ramificação.
Por essa razão, na presente invenção, o número de lentes tipo olho de peixe na resina de policarbonato aromática passada através do filtro de polímero é acompanhado ou monitorado, e o filtro de polímero é trocado para esse tendo um menor tamanho de malha com base na mudança no número de lentes tipo olho de peixe assim acompanhado ou monitorado. Depois de mudar as condições de reação, o processo é alterado como se- gue. Isto é, a viscosidade da fusão da resina de policarbonato aromática re- sultante é abaixada, a perda de pressão da extrusora de fusão é reduzida e o número de lentes tipo olho de peixe na resina de policarbonato aromática passada através do filtro de polímero é gradualmente diminuído e a seguir alcança um valor aproximadamente constante.
Na presente invenção, o tempo no qual a variação no número de lentes tipo olho de peixe é reduzido e o número de lentes tipo olho de peixe alcança um valor aproximadamente constante pode ser usado como o tempo de mudança entre os filtros de polímero. Alternativamente, a mudança entre os filtros de polímero pode ser determinada com base nos dados previamen- te armazenados mostrando a alteração do número de lentes tipo olho de peixe. A mudança entre os filtros de polímero pode ser conduzida de acordo com um método comum parando temporariamente o abastecimento da resi- na proveniente da extrusora de fusão. A frase "variação no número de lentes tipo olho de peixe é reduzida e o número de lentes tipo olho de peixe alcan- ça um valor aproximadamente constante" como usada aqui significa que quando o número de lentes tipo olho de peixe é medido com a passagem do tempo, a diferença entre o número de lentes tipo olho de peixe quando me- dido antes de 1 h e essa quando medida no tempo presente não é maior do que 10.
De acordo com a presente invenção, com a produção das resi- nas de policarbonato aromáticas de qualidade diferentes que são diferentes no peso molecular médio da viscosidade (Mv) ou grau de ramificação uma da outra, é possível produzir as resinas de policarbonato aromáticas tendo um menor número de lentes tipo olho de peixe e exibindo uma excelente coloração em uma maneira eficiente.
As resinas de policarbonato aromáticas obtidas nas invenções respectivas acima podem também compreender aditivos convencionalmente conhecidos de acordo com as exigências. Como os aditivos, podem ser usa- dos, por exemplo, esses aditivos apropriadamente selecionados de outras resinas termoplásticas, retardadores de chama, modificadores de impacto, agentes antiestáticos, agentes de escorregamento, agentes antibloqueio, lubrificantes, agentes antinevoeiro, óleos naturais, óleos sintéticos, ceras, enchimentos orgânicos e enchimentos inorgânicos. As resinas de policarbo- nato aromáticas produzidas pelo processo da presente invenção podem ser usadas como partes mecânicas, partes de dispositivos elétricos ou apare- lhos, diversos, bem como películas, lâminas e garrafas. Exemplos
A presente invenção é descrita em mais detalhes abaixo pelos exemplos seguintes. Entretanto, esses exemplos são somente ilustrativos e não planejados para limitar o escopo da presente invenção. As propriedades respectivas foram medidas pelos métodos seguintes.
(1) Espectroscopia de fotoelétron de raio X (ESCA)
Uma porção de material de filtro (porção fibrosa) do filtro de po- límero foi cortada para formar uma amostra tendo um tamanho de 1 cm qua- drado e a razão de concentração de átomo de cromo em relação ao átomo de ferro em uma superfície mais externa da amostra foi medida usando "Quantum 2000" fabricado por PHI Corp. Usando um raio α AIK em mono- cromático como uma fonte de raio X excitada, um feixe de 20 μιτιφ do raio X foi irradiado perto de uma porção central da amostra fibrosa. O espectro de energia dos elétrons descarregados da superfície da amostra com a irradia- ção com o raio X foi medido sob as seguintes condições: ângulo de amos- tragem: 45°, energia passando através do interior do espectroscópio: 58,7 eV. Os picos de fotoelétron respectivos: C1s, 01 s, Cr2p, Fe2p e Ni2p obser- vados no espectro foram submetidos ao tratamento de subtração de fundo para calcular as suas intensidades integradas que foram então convertidas em concentrações atômicas usando um coeficiente de correção de sensibili- dade anexo ao aparelho.
(2) Espectroscopia do elétron Auger (AES)
A análise de uma camada de película de oxido do filtro na sua direção de profundidade pelo método AES foi conduzida usando " JAMP- 7800" fabricado por Nippon Denshi Co., Ltd., sob as seguintes condições de medição. Na medição de AES, um feixe de elétrons (voltagem de acelera- ção: 10 kV, corrente da amostra: 1,7 χ 10"8 A, diâmetro da sonda: aproxima- damente 1 μιη) foi irradiado na superfície da amostra para medir a intensi- dade de pico dos elétrons Auger descarregados dela. As intensidades de pico dos elementos respectivos foram convertidas em concentrações atômi- cas usando um coeficiente de correção de sensibilidade anexo ao aparelho. O lançamento do íon foi conduzido usando uma pistola de íon de Ar para irradiar um feixe de "Ar + íon" acelerado em 1 keV para a superfície da a- mostra. O lançamento do íon de Ar e a medição de AES foram alternada- mente repetidos para continuamente acompanhar ou monitorar a mudança na composição elementar da amostra, de modo que a espessura de uma porção na qual a concentração do oxigênio foi reduzida até metade da con- centração de oxigênio na superfície da amostra foi determinada como a "es- pessura da camada da película de oxido" enquanto que a espessura de uma porção na qual a concentração do carbono foi reduzida até metade da con- centração de carbono na superfície da amostra foi determinada como a "es- pessura da camada da película de carbono". Nesse caso, as espessuras respectivas foram calculadas em termos da profundidade de S1O2.
(3) Número de lentes tipo olho de peixe (F/E):
Os péletes de resina de policarbonato aromática resultantes fo- ram secadas em 130°C por 5 h e a seguir submetidas à moldagem por ex- trusão em 320°C para obter uma película tendo uma largura de 140 mm e uma espessura de 70 μm. A moldagem por extrusão foi conduzida usando uma extrusora de hélice única de 30mmφ fabricada por Isuzu Kako Co., Ltd. A seguir, usando um aparelho de inspeção de material estranho ótico "GX40K" fabricado por Dia Instruments Co. Ltd., o número de lentes tipo o- Iho de peixe (tamanho: 50 a 500 μm) em uma porção da película (volume: 952 cm3) tendo uma largura de 80 mm (selecionado de uma porção central da película), um comprimento de 1,7 m e uma espessura de 70 μm foi medi- do. Mais especificamente, no caso em que a luz irradiada para a amostra é usada em uma quantidade de 800 mV, o número de lentes tipo olho de peixe quando medido quando a quantidade de luz absorvida nela está na faixa de 100 a 300 mV é expressa por (A), enquanto o número de lentes tipo olho de peixe quando medido quando a quantidade de luz absorvida nela está na faixa de mais do que 300 mV é expressa por (Β). O número de lentes tipo olho de peixe é calculado de acordo com a seguinte fórmula (1):
Número de lentes tipo olho de peixe = (A) - (B) (1)
A medição foi repetida duas vezes, e o número de lentes tipo olho de peixe foi determinado como um valor médio dos valores obtidos a partir das medições.
(4) Quantidade de monômeros residuais
Uma solução preparada dissolvendo 1,2 g dos péletes de resina de policarbonato aromática assim obtidas em 7 mL de cloreto de metileno foi misturada com 23 mL de acetona enquanto agitando para precipitar nova- mente a resina de policarbonato aromática. O supernadante resultante foi medido pela cromatografia líquida ("LC-10AT" fabricada por Shimadzu Sei- sakusho Co., Ltd., coluna: "MCI GEL ODS" (tamanho de poro de gel: 5 μηη), 4,6 mm ID χ 150 mm L, detector: UV 219 nm, eluente: acetonitrila/água = 4/6 (razão de volume)) para quantitativamente determinar quantidades de fenol residual, bisfenol residual A (BPA) e carbonato de difenila residual (DPC) na resina.
(5) Coloração
Os péletes de resina de policarbonatos aromática obtidas foram secas em 120°C por 5 h e a seguir moldadas usando uma máquina de mol- dagem a injeção "J100SS-2" fabricada por Nippon Seikosho Co., Ltd., em uma temperatura de barril de 300°C e uma temperatura de molde de 90°C, dessa maneira obtendo uma lâmina tendo uma espessura de 3 mm e um tamanho de 100 mm quadrados. A coloração da lâmina foi observada a olho nú e avaliada.
(6) Grau de ramificação
O grau de ramificação foi expresso por uma razão (% em mol) de mois totais de compostos ramificados representados pelas fórmulas (1) a (5) seguintes com base em 1 mol de unidade essencial de bisfenol A. Mais especificamente, os conteúdos dos compostos respectivos foram determina- dos como segue. Isto é, 1 g de policarbonato aromático (amostra) foi dissol- vido em 100 mL de cloreto de metileno e a seguir 18 mL de uma solução de metanol a 28% de metoxido de sódio e 80 mL de metanol foram adicionados na solução resultante. Além do que, depois de adicionar 25 mL de água pura na solução, a mistura obtida foi agitada em temperatura ambiente por 2 h para hidrolisar completamente a amostra. A seguir, a solução resultante foi neutralizada adicionando 1N de ácido clorídrico a ela para separar a camada de cloreto de metileno dela, dessa maneira obtendo um hidrolisado. A se- guir, 0,05 g do hidrolisado foi dissolvido em 10 mL de acetonitrila e a solução resultante foi medida usando uma cromatografia líquida de alta pressão de fase invertida (HPLC). Na cromatografia líquida de alta pressão de fase in- vertida, usando um solvente misturado compreendendo acetonitrila e 10 mM de solução aquosa de acetato de amônio como um eluente, a medição foi conduzida em uma temperatura de coluna de 40°C sob a condição que a razão de mistura de acetonitrila em relação à 10 mM da solução aquosa de acetato de amônio variou com um gradiente de 20/80 no início da medição até 80/20. Na medição, um detector de UV "SPD-6A" (comprimento de onda de detecção de UV: 280 nm) fabricado por Shimadzu Seisakusho Co., Ltd., foi usado. Os compostos ramificados representados pelas fórmulas (1) a (5) seguintes foram respectivamente identificados usando um LC-MS "Agilent- 1100" fabricado por Agilient Co., Ltd., e um RMN "AL-400" fabricado por Nippon Denshi Co., Ltd. Os conteúdos dos compostos respectivos foram calculados a partir das áreas de pico dos compostos em relação a uma área de pico do bisfenol A com base em uma curva de calibração do bisfenol A previamente preparado.
<formula>formula see original document page 30</formula> Exemplo e exemplo comparativo relacionado com a primeira invenção Exemplo comparativo 1A e exemplo 1A:
Usando uma instalação de produção principalmente constituída de primeiro a quarto reatores (todos reatores de agitação verticais), um quin- to reator (reator de agitação horizontal) e uma extrusora de fusão de hélice dupla (diâmetro da hélice: 0,046 m, L/D = 36) adaptada em uma saída da mesma com um filtro de polímero, resinas de policarbonato aromáticas de duas qualidades diferentes tendo pesos moleculares médios da viscosidade (Mv) de aproximadamente 25.500 e aproximadamente 21.000, respectiva- mente, foram alternadamente produzidas a cada 1 mês pelo método de tran- sesterificação comum. O filtro de polímero usado foi um filtro de polímero do tipo de disco em folhas comercialmente disponível (fabricado por Nagase Sangyo Co., Ltd., do tipo de pano não-tecido metálico tendo uma precisão de filtragem absoluta de 50 μηι (material: SUS316L)) compreendendo 90 discos em folhas adaptados em uma coluna central (a seguir citado mera- mente como "P/F"). Antes de ser usado, o P/F foi lavado com ácido nítrico (imerso em 30 % em peso de ácido nítrico (30°C) por 30 minutos) e a seguir lavado com água e seco. O P/F tinha uma razão de concentração de átomo de cromo em relação ao átomo de ferro (Cr/Fe) de 0,9 quando medida em uma superfície mais externa do mesmo, uma espessura da camada de pelí- cula de carbono de 13 nm quando medida na superfície mais externa da mesma e a espessura da camada de película de oxido de 41 nm quando medida em uma direção de profundidade do mesmo.
A mudança entre os filtros de polímero (P/F) de qualidades dife- rentes foi feita a cada operação de troca do processo de produção entre produtos de qualidades diferentes. Antes de reutilizado, o P/F respectivo foi submetido ao tratamento de regeneração incluindo os seguintes procedi- mentos: (1) torrefação do filtro (tratamento com calor do filtro em 310°C por 40 h em uma atmosfera de vapor de água e a seguir tratamento com calor do filtro em 420°C por 52 h em uma atmosfera de oxigênio); (2) lavagem do filtro com ácido nítrico (imersão do filtro em 30 % em peso de ácido nítrico (30°C) por 30 minutos) e (3) lavagem do filtro com água, seguido pela seca- gem.
O P/F para a qualidade ramificada foi analisado pela espectros- copia de fotoelétron de raio X e espectroscopia de elétron Auger de acordo com os métodos (1) e (2) acima mencionados para determinar a composição da sua superfície. Além disso, o número de lentes tipo olho de peixe, quanti- dades de monômeros residuais e coloração dos péletes de resina de poli- carbonato aromática resultantes foram medidos toda vez com a mudança do P/F de acordo com os métodos (3) a (5) acima mencionados. Os resultados são mostrados na tabela 2. Enquanto isso, na tabela 2, todos os valores me- didos de ESC e AES para o P/F significam os valores obtidos com a inicia- ção dos períodos de uso respectivos do P/F. Por exemplo, o valor numérico "1,4" aparecendo na coluna "Cr/Fe" da tabela 2 significa o valor obtido me- dindo a razão Cr/Fe do P/F que foi submetido ao tratamento de regeneração acima depois de usado por 1 mês, antes de começar o 3o período do mês (da iniciação da troca da operação) de uso do P/F. Também, o número de lentes tipo olho de peixe, quantidades de monômeros residuais e coloração dos péletes de resina de policarbonato aromática resultantes foram medidos a cada 8 h durante 2 dias imediatamente depois da troca da operação. Os valores numéricos mostrados na tabela 2 são, cada um, um valor médio cal- culado a partir desses valores medidos.
Tabela 2
Dados para a qualidade ramificada
<table>table see original document page 32</column></row><table> Tabela 2 (continuação)
<table>table see original document page 33</column></row><table>
Nota *, **: O "um mês" e "três meses" na tabela 2 correspondem com os e- xemplos comparativos respectivos.
Exemplo e exemplos comparativos relacionados com a segunda e a terceira invenções
Exemplo 1B:
Carbonato de difenila (DPC) e bisfenol A (BPA) foram mistura- dos um com o outro em uma razão molar predeterminada (DPC/BPA = 1,050) em uma atmosfera de gás nitrogênio para preparar uma solução de fusão de matéria-prima. A solução de fusão de matéria-prima dessa maneira preparada foi continuamente alimentada para o primeiro reator de agitação vertical tendo uma capacidade de 100 L que foi controlada para uma tempe- ratura de 220°C e uma pressão de 1,33 χ 104 Pa através de um tubo de en- trada da matéria-prima em uma taxa de fluxo de 88,7 kg/h. O grau de abertu- ra de uma válvula provida em uma linha de descarga de polímero conectada em um fundo do reator foi controlado tal que o tempo de permanência no primeiro reator foi 60 minutos, dessa maneira mantendo constante o nível de líquido no reator. Simultaneamente com o início da alimentação da solução de fusão da matéria-prima, uma solução aquosa de carbonato de césio co- mo um catalisador foi continuamente alimentada para o primeiro reator em uma taxa de alimentação de 1,0 μιηοΙ por 1 mol de bisfenol A (2,0 μιτιοΙ em termos de césio metálico por 1 mol de bisfenol A).
A solução de reação retirada do fundo do reator foi alimentada de maneira sucessiva e seqüencial para o segundo e o terceiro reatores de agitação verticais (cada um tendo uma capacidade de 100 L) e a seguir para o quarto reator de agitação horizontal (capacidade: 150 L) em uma maneira contínua, e o polímero obtido foi retirado de um orifício de descarga de polí- mero provido no fundo do quarto reator. A seguir, o polímero resultante foi introduzido enquanto mantido em um estado derretido em uma extrusora de hélice dupla (diâmetro da hélice: 0,046 m, L/D = 36) adaptada em uma saída da matriz do mesmo com um filtro de polímero e continuamente misturado com p-toluenosulfonato de butila (em uma quantidade de 4 mois com base em 1 mol de carbonato de césio usado como o catalisador), e o material mis- turado resultante foi extrusado em fitas através da matriz e cortado usando um cortador, dessa maneira obtendo péletes de resina de policarbonato a- romática de uma qualidade de alto peso molecular (Mv: 25.500).
As condições de reação do segundo ao quarto reatores foram respectivamente controladas, tal que o segundo reator foi operado sob as condições de 240°C, 2,00 x 103 Pa e 75 rpm; o terceiro reator foi operado sob as condições de 270°C, 66,7 Pa e 75 rpm e o quarto reator foi operado sob as condições de 290°C, 67 Pa e 5 rpm. Essas condições de reação fo- ram alteradas para temperatura mais alta, vácuo mais elevado e velocidade de agitação menor à medida que a reação prosseguiu. Além disso, durante a reação, os níveis de líquido nos reatores respectivos foram controlados, tal que o tempo de permanência no segundo e terceiro reatores foi 60 minutos, e o tempo de permanência no quarto reator foi 90 minutos, enquanto simul- taneamente destilando os fenóis subproduzidos.
O filtro de polímero usado acima era um filtro de polímero do tipo de disco em folhas comercialmente disponível (fabricado por Nagase Sang- yo Co., Ltd.; tipo de pano não-tecido metálico tendo uma precisão de filtra- gem absoluta de 50 μιτι (material: SUS316L) compreendendo 90 discos em folhas adaptados em uma coluna central (a seguir citado meramente como um "filtro de polímero A").
A operação acima foi continuada por um mês e a seguir a razão molar de DPC/BPA foi gradualmente aumentada até alcançar 1,090 em cujo momento a quantidade da solução aquosa de carbonato de césio alimentada foi reduzida para a metade, e a temperatura do quarto reator foi diminuída, dessa forma mudando as condições de produção para essas para a produ- ção de uma qualidade de baixo peso molecular (Mv: 15.000).
O número de lentes tipo olho de peixe na resina de policarbona- to aromática passada através do filtro de polímero (A) foi acompanhado e medido a cada uma hora. Depois de 1 h do tempo no qual o número de len- tes tipo olho de peixe foi mantido aproximadamente em um valor constante predeterminado (140) (o tempo decorrido de 18 h depois de mudar as condi- ções de reação), a mudança entre os filtros de polímero foi executada e a produção dos péletes da resina de policarbonato aromática tendo uma quali- dade de baixo peso molecular (Mv: 15.000) foi continuada. O filtro de políme- ro usado para a produção da qualidade de baixo peso molecular foi um filtro de polímero do tipo de disco em folhas comercialmente disponível (fabricado por Nippon Pole Co., Ltd.; tipo de pano não-tecido metálico tendo uma preci- são de filtragem absoluta de 10 μίτι (material: SUS316L)) compreendendo 120 discos em folhas adaptados em uma coluna central (a seguir citado me- ramente como um "filtro de polímero B"). Propriedades da resina de policar- bonato aromática passada através do filtro de polímero (B) foram medidas. Como um resultado, foi confirmado que a resina de policarbonato aromática obtida tinha um peso molecular médio da viscosidade (Mv) de 15.100 e o número de lentes tipo olho de peixe nela era 24 e a sua coloração era trans- parente.
Exemplo comparativo 1B:
O mesmo procedimento como definido no exemplo 1B foi con- duzido, exceto que depois de produzir os péletes da resina de policarbonato aromática tendo uma qualidade de alto peso molecular, as condições de produção foram trocadas para essas para a produção da qualidade de baixo peso molecular e simultaneamente o filtro de polímero (A) foi trocado para o filtro de polímero (B)1 dessa maneira obtendo resinas de policarbonato aro- máticas. Como um resultado, foi confirmado que levou 92 h depois de mudar as condições de reação até que as propriedades da resina de policarbonato aromática passadas através do filtro de polímero (B) se tornassem aproxi- madamente idênticas a essas da resina de policarbonato aromática obtida no exemplo 1B (Nv: 15.000, número de lentes tipo olho de peixe: 33). Exemplo 2B:
Separadamente, da mesma maneira como no exemplo 1B, a operação para a produção da resina de policarbonato aromática tendo uma qualidade de alto peso molecular (qualidade de alto grau de ramificação) (grau de ramificação: 0,48 % em mol) foi continuada por um mês. A seguir, as condições de produção foram alteradas, tal que a quantidade da solução aquosa de carbonato de césio alimentada foi reduzida para metade e o tem- po de permanência no quarto reator foi de 120 minutos, dessa maneira pro- duzindo uma qualidade de pequeno grau de ramificação (grau de ramifica- ção: 0,27 % em mol, Mv: 25.600).
O número de lentes tipo olho de peixe na resina de policarbona- to aromática passada através do filtro de polímero (A) foi acompanhado e medido a cada hora. Depois de 1 h do tempo no qual o número de lentes tipo olho de peixe foi mantido aproximadamente em um valor constante pre- determinado (427) (o tempo decorrido de 11 h depois de mudar as condi- ções de reação), a mudança entre os filtros de polímero foi executada e a produção dos péletes da resina de policarbonato aromática tendo uma quali- dade de pequeno grau de ramificação (grau de ramificação: 0,27 % em mol) foi continuada. O filtro de polímero usado para a produção da qualidade de pequeno grau de ramificação foi um filtro de polímero do tipo de disco em folhas comercialmente disponível (fabricado por Nagase Sangyo Co., Ltd; tipo de pano não-tecido metálico tendo uma precisão de filtragem absoluta de 20 μm (material: SUS316L)) compreendendo 90 discos em folhas adap- tados em uma coluna central (a seguir citado meramente como um "filtro de polímero B"). As propriedades da resina de policarbonato aromática passada através do filtro de polímero (B') foram medidas. Como um resultado, foi con- firmado que a resina de policarbonato aromática obtida tinha um peso mole- cular médio da viscosidade (Mv) de 25.500 e um grau de ramificação de 0,27 % em mol e o número de lentes tipo olho de peixe nela era 255 e a sua colo- ração era transparente. Exemplo comparativo 2B:
O mesmo procedimento como definido no exemplo 2B foi con- duzido, exceto que depois de produzir péletes da resina de policarbonato aromática tendo uma qualidade de alto grau de ramificação, as condições de produção foram alteradas para essas para a produção da qualidade de pe- queno grau de ramificação e simultaneamente o filtro de polímero (A) foi tro- cado para o filtro de polímero (B'), dessa maneira obtendo resinas de poli- carbonato aromáticas. Nesse caso, foi confirmado que levou 52 h depois de mudar as condições de reação até que as propriedades da resina de poli- carbonato aromática passada através do filtro de polímero (B') se tornassem aproximadamente idênticas a essas da resina de policarbonato aromática obtida no exemplo 2B (Mv: 25.600, número de lentes tipo olho de peixe: 263).
Claims (7)
1. Processo para a produção de uma resina de policarbonato aromática purificada, compreendendo a etapa de tratar uma resina de poli- carbonato aromática derretida com um filtro de polímero, sendo que a razão de concentração do átomo de cromo em relação ao átomo de ferro (Cr/Fe) que estão presentes em uma superfície mais externa do filtro do polímero quando medida pela espectroscopia do fotoelétron do raio X não é menor do que 1,5.
2. Processo de acordo com a reivindicação 1, no qual o filtro de polímero compreende uma camada de película de carbono tendo uma es- pessura não maior do que 10 nm em uma superfície mais externa da mesma e uma camada de película de oxido tendo uma espessura na sua direção de profundidade não menor do que 100 nm quando medida pela espectroscopia de elétron Auger.
3. Processo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, no qual a re- sina de policarbonato aromática é obtida submetendo um diéster carbônico e um composto di-hidróxi aromático à reação de transesterificação.
4. Processo para a produção de resinas de policarbonato aromá- ticas no qual depois de produzir uma resina de policarbonato A tendo um peso molecular médio da viscosidade Ma, as condições de produção são mudadas para produzir uma resina de policarbonato B tendo um peso mole- cular médio da viscosidade Mb menor do que o peso molecular médio da viscosidade Ma usando as mesmas instalações de produção como usado para a produção da resina de policarbonato A, o dito processo compreen- dendo pelo menos uma etapa de policondensação de condução da reação de transesterificação de um composto di-hidróxi aromático com um compos- to de diéster carbônico e uma etapa de purificação permitindo a passagem da resina de policarbonato aromática derretida resultante através de um filtro de polímero usando uma extrusora de fusão para remover as matérias es- tranhas dela, sendo que um filtro tendo um tamanho de malha maior (diâme- tro de abertura) é usado como o filtro de polímero quando produzindo a resi- na de policarbonato A, e um filtro tendo um tamanho de malha menor (diâ- metro de abertura) é usado como o filtro de polímero quando produzindo a resina de policarbonato B; quando trocando a operação do processo de pro- dução da resina de policarbonato A para a produção da resina de policarbo- nato Β, o filtro de polímero tendo um tamanho de malha maior é trocado para o filtro de polímero tendo um tamanho de malha menor e a diferença entre o número de lentes tipo olho de peixe na resina quando medido 2 h antes da mudança dos filtros de polímero e essa quando medida 1 h antes da mudan- ça dos filtros de polímero não é maior do que 10.
5. Processo de acordo com a reivindicação 4, no qual o filtro de polímero como definido na reivindicação 1 ou 2 é usado como os filtros de polímero respectivos.
6. Processo para a produção de resinas de policarbonato aromá- ticas no qual depois de produzir uma resina de policarbonato C tendo um grau de ramificação Nc1 as condições de produção são mudadas para pro- duzir uma resina de policarbonato D tendo um grau de ramificação Nd menor do que o grau de ramificação Nc usando as mesmas instalações de produ- ção como usado para a produção da resina de policarbonato C, o dito pro- cesso compreendendo pelo menos uma etapa de policondensação de con- dução da reação de transesterificação de um composto de di-hidróxi aromá- tico com um composto de diéster carbônico e uma etapa de purificação per- mitindo a passagem da resina de policarbonato aromática derretida resultan- te através de um filtro de polímero usando uma extrusora de fusão para re- mover as matérias estranhas dela, sendo que um filtro tendo um tamanho de malha maior (diâmetro de abertura) é usado como o filtro de polímero quan- do produzindo a resina de policarbonato C1 e um filtro tendo um tamanho de malha menor (diâmetro de abertura) é usado como o filtro de polímero quan- do produzindo a resina de policarbonato D, quando trocando a operação do processo de produção da resina de policarbonato C para a produção da re- sina de policarbonato D, o filtro de polímero tendo um tamanho de malha maior é trocado para o filtro tendo um tamanho de malha menor; e a diferen- ça entre o número de lentes tipo olho de peixe na resina quando medida 2 h antes da mudança dos filtros de polímero e essa quando medida 1 h antes da mudança dos filtros de polímero não é maior do que 10.
7. Processo de acordo com a reivindicação 6, no qual o filtro de polímero, como definido na reivindicação 1 ou 2, é usado como os filtros de polímero respectivos.
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