BRPI0807839A2 - " contentor revedável para armazenar elementos de teste sensíveis à umidade ". - Google Patents

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BRPI0807839A2
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Eurig Wyn Jones
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Egomedical Swiss Ag
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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "CONTENTOR REVEDÁVEL PARA ARMAZENAR ELEMENTOS DE TESTE SENSÍVEIS À UMIDADE".
CAMPO DA INVENÇÃO A presente invenção refere-se a um contentor revedável. Mais
especificamente, a presente invenção refere-se a um contentor revedável para armazenar elementos de teste sensíveis à umidade, por exemplo, ele- mentos de teste para testar analitos tais como a glicose em fluidos corporais. ANTECEDENTES DA INVENÇÃO A utilização de dispositivos no ponto de cuidados tornou-se
crescentemente comum e prevalente ao longo dos últimos poucos anos com o desenvolvimento de técnicas de miniaturização eletrônica, tecnologia de elementos de teste aperfeiçoada, e o número crescente de indivíduos ansio- sos para autoadministrar as suas doenças.
Uma doença a qual está tornando-se comum no mundo ociden-
tal é a diabete mellitus. A diabete mellitus é uma doença caracterizada por uma hiperglicemia persistente, que resulta ou da secreção inadequada do hormônio insulina, uma resposta inadequada de células-alvo à insulina, ou uma combinação destes fatores. Em 2006, de acordo com a organização 20 Mundial de Saúde, pelo menos 171 milhões de pessoas no mundo todo so- frem de diabetes. A sua incidência está aumentando rapidamente, e é esti- mado que pelo ano 2030, este número dobrará.
A diabete mellitus afeta as pessoas de todas as atualmente não existe cura conhecida. As pessoas que sofrem de tal doença crônica são 25 recomendadas por um Profissional de Cuidados de Saúde (HCP) a estabe- lecer as suas concentrações de glicose no sangue, frequentemente diversas vezes por dia, para minimizar as complicações a longo prazo que emanam de tal doença. Por exemplo, o impacto de níveis de glicose no sangue des- controlados ou erráticos podem levar a um alto risco de ocorrência de outras 30 doenças, tais como a falha de rins, debilitação de visão, e danos aos nervos.
A medição de concentração de glicose em amostras de fluido fisiológicos é uma tarefa especificamente comum. Geralmente, tal tarefa é executada por meio de um kit de diagnóstico. O kit pode tipicamente incluir um dispositivo de lancetamento, lancetas, um contentor que contém elemen- tos de teste, e, é claro, um dispositivo de diagnóstico portátil.
A execução de um teste de diagnóstico usualmente envolve um 5 usuário remover um elemento de teste de um frasco ou contentor, inserir o elemento de teste no dispositivo de diagnóstico portátil, picar um dedo com o dispositivo de lancetamento, e subsequentemente aplicar um fluido de amos- tra fisiológico, por exemplo, o sangue capilar, sobre uma área de aplicação do elemento de teste. A avaliação de uma concentração de analito é execu- 10 tada e o usuário é notificado do resultado após poucos momentos. Os ele- mentos de teste consumidos são removidos do dispositivo de diagnóstico e apropriadamente descartados.
Além disso, os pacientes que diligentemente e conscienciosa- mente seguem as orientações do HCP na execução de medições de glicose 15 regulares estão geralmente em risco de desenvolver calosidades e/ou bo- lhas no ponto de lancetamento, isto é, as pontas de dedos. Tais condições geralmente causam um grande desconforto para os pacientes e em casos extremos a perda de sensação na ponta de dedo, assim reduzindo a proba- bilidade de uma remoção eficiente de elementos de teste dos frascos e con- 20 tentores atualmente conhecidos. Além disso, tal perda de sensação aumenta o risco do paciente entornar o conteúdo inteiro do frasco ou contentor duran- te a remoção pretendida de um único elemento de teste, assim levando a uma contaminação potencial de cada elemento de teste.
Mesmo assim, os pacientes não afetados por calosidades e/ou 25 bolhas são igualmente desafiados na remoção eficiente de elementos de teste devido às limitações dimensionais tanto dos elementos de teste quanto dos contentores. É claro, tais problemas são exasperados para os pacientes com debilitação de visão, uma debilitação sendo uma conseqüência especí- fica da diabetes mellitus, resultando na remoção pretendida de um único e- 30 Iemento de teste de um contentor sendo extremamente problemática.
Outro problema é a proteção dos elementos de teste sensíveis à umidade de fatores ambientais, acima de tudo a absorção de umidade. A absorção de umidade pelos elementos de teste pode levar a uma falsificação dos resultados de teste e pode, portanto tornar os elementos de teste inú- teis.
Os frascos ou contentores para proteger os artigos de fatores 5 ambientais têm há muito sido considerados uma área de pesquisa importan- te, e como um exemplo, a Patente U.S. Número 3826358 publicada para Butler et al., em 30 de Julho de 1974 descreve um contentor tubular que tem um meio de retenção que projeta para dentro e um meio de amortecimento acoplado em atrito com o mesmo adjacente a uma parede de extremidade 10 inferior. Mais ainda, um inserto eficaz de ambiente pode estar retido entre o meio de amortecimento e a parede de extremidade inferior. Tal contentor é para a contenção de comprimidos.
A Patente U.S. Número 5114003 (Expirada) publicada para Jac- kisch et al., em 19 de Maio de 1992 descreve uma lata de dessecante a qual 15 é cheia com dessecante fresco e imediatamente vedada contra umidade. A lata vedada é colocada na base do contentor de comprimidos. Imediatamen- te, antes dos comprimidos serem colocados dentro do contentor a lata de dessecante é perfurada para expor o dessecante ao ar do contentor. Os comprimidos são então colocados dentro do contentor e o contentor é veda- 20 do contra o ar ambiente.
A Patente U.S. Número 3254784 publicada para Lancesseur em 07 de Junho de 1966 descreve uma tampa para uma garrafa, a qual com- preende uma porção de base como disco e uma saia que define uma cavi- dade com um corpo de material desidratante recebido dentro da cavidade.
A Patente U.S. Número 4834234 publicada para Sacherer et al.,
em 30 de Maio de 1989 descreve um contentor para elementos de teste para a análise de fluidos corporais. Tal contentor compreende um corpo de con- tentor com uma abertura de remoção circular, uma superfície de vedação que faceia o eixo geométrico da abertura e um batente para a tampa da a- 30 bertura de remoção. O batente tem uma placa de cobertura, um plugue oco preso a esta com um cordão de vedação que faceia para fora, uma célula de agente secante dentro do plugue oco e um inserto de suporte por meio do qual o plugue oco está suportado sobre o seu lado interno. Claramente, os elementos de teste ficam contidos soltos dentro do contentor, tornando a remoção de um único elemento de teste uma tarefa árdua para todos menos os indivíduos destros.
A Patente U.S. Número 5911937 para Hekal em 15 de Junho de
1999 descreve um polímero com dessecante em suspensão que tem uma matriz de polímero dentro da qual um agente dessecante está suspenso dentro da própria estrutura de produto ou em um inserto apropriado.
Mais ainda, diversas tentativas foram feitas ao longo dos anos para tratar do problema de uma manipulação mais fácil de elementos de tes- te contidos em um contentor. Por exemplo, o Pedido de Patente U.S. Núme- ro 2004/0007585 e publicado para Griffith et al., em 15 de Janeiro de 2004 descreve um contentor de elemento de teste para armazenar e distribuir os elementos de teste que tem um contentor configurado para armazenar uma pilha de elementos de teste e distribuir os elementos de teste do contentor um de cada vez. Um meio de tensionamento está adicionalmente incluído para tensionar a pilha de elementos de teste para facilitar a distribuição um a um. Tal tensionamento empurra a pilha de elementos de teste em um movi- mento ascendente horizontal na direção de uma abertura, isto é, em um mo- vimento o qual é paralelo a uma base.
No entanto, tal construção de um contentor baseia-se em com- ponentes mecânicos para a remoção pelo usuário de um elemento de teste o qual está susceptível a um mau funcionamento. Mais ainda, a fabricação de tais contentores é um tanto dispendiosa.
Assim, é um objetivo da presente invenção prover um contentor
o qual simplifique a remoção pelo usuário de um elemento de teste do mes- mo e o qual é simples em projeto e econômico de fabricar.
É outro objetivo da presente invenção prover um contentor que tem propriedades higroscópicas de modo que os elementos de teste conti- dos estejam protegidos de fatores ambientais como a umidade.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Os objetivos acima identificados são resolvidos por um contentor para elementos de teste sensíveis à umidade de acordo com a reivindicação
1, que compreende um corpo de contentor, um inserto que monta dentro do corpo de contentor e sendo dimensionado de modo que uma cavidade seja criada entre a superfície externa da parede de inserto e a superfície interna 5 da parede de contentor, e uma tampa dimensionada para vedar a extremi- dade aberta de contentor quando em uma posição fechada, em que um ma- terial dessecante está contido dentro da cavidade entre o corpo de contentor e o inserto.
O contentor da invenção é construído de tal modo que a remo- 10 ção de um elemento de teste do mesmo seja simplificada. Portanto, o inser- to, que tem um canal oco retangular, está dimensionado para receber uma pilha de elementos de teste orientados em uma formação vertical. De prefe- rência, o canal oco está dimensionado de modo que pelo menos um elemen- to de teste estenda do canal de inserto facilitando a acessibilidade a um e- 15 Iemento de teste individual quando a tampa está na posição aberta.
Em uma modalidade preferida da invenção, o contentor está pro- jetado de modo que seja indicado para um usuário se o seu conteúdo, isto é, os elementos de teste, foram comprometidos por fatores ambientais. Portan- to, o material dessecante contido na cavidade de contentor de preferência 20 inclui um indicador cuja cor muda quando exposto à umidade, e o corpo de contentor de preferência compreende uma parede transparente enquanto que a parede de inserto de preferência é opaca.
O contentor cilíndrico preferível para a contenção de elementos de teste de diagnóstico é simples em projeto e econômico para fabricar.
O contentor da invenção que contém os elementos de teste po-
de ser utilizado em um ponto de cuidados e um ambiente doméstico. Tais elementos de teste podem ser utilizados para determinar a concentração de glicose em uma pequena amostra de fluido fisiológico e/ou para determinar as propriedades de coagulação em uma pequena amostra de sangue e/ou 30 para avaliar uma reação de afinidade entre um analito de interesse e um e- Iemento de reconhecimento.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS Uma melhor compreensão das características e vantagens da presente invenção será obtida pela descrição detalhada seguinte que apre- senta as modalidades ilustrativas como exemplos somente, com referência aos desenhos acompanhantes dos quais:
Figura 1 mostra uma vista em perspectiva simplificada de um
contentor de acordo com a presente invenção que tem uma tampa em uma posição vedada;
Figura 2 mostra o corpo de contentor que tem uma descontinui- dade na parede de contentor de acordo com uma modalidade da presente invenção;
Figura 3 mostra uma vista em perspectiva de um inserto de a- cordo com uma modalidade da presente invenção;
Figura 4 mostra uma vista em perspectiva de um inserto dispos- to dentro de um corpo de contentor que tem uma tampa em uma posição aberta;
Figura 5 mostra uma vista em corte da tampa de acordo com uma modalidade da presente invenção;
Figura 6 mostra uma vista em corte transversal ao longo da linha A-A' da figura 1 com um inserto que tem uma tampa integral em uma posi- ção fechada e disposto dentro do corpo de contentor de acordo com uma modalidade da presente invenção;
Figura 7 mostra uma vista em corte transversal ao longo da linha A-A1 da figura 1 com um inserto disposto dentro do corpo de contentor, e que tem uma tampa em uma posição aberta de acordo com outra modalidade da presente invenção;
Figura 8 mostra uma vista explodida da figura 7 que apresenta um espaço oco entre a superfície interna da parede de contentor e a superfí- cie externa do inserto, e um elemento de retenção integral com uma tampa;
Figura 9 mostra uma vista em perspectiva de um elemento de retenção integral com uma tampa;
Figura 10 mostra uma vista em perspectiva de um inserto que tem uma tampa integral de acordo com outra modalidade da presente inven- ção;
Figura 11 mostra uma vista em perspectiva de um inserto de a- cordo com a figura 10 disposto dentro de um corpo de contentor com a tam- pa em uma posição aberta;
Figura 12 mostra uma vista em corte transversal ao longo da
linha A-A' da figura 1 com uma pilha de elementos de teste contidos no con- tentor e uma tampa em uma posição fechada, de vedação;
Figura 13 mostra uma vista em perspectiva simplificada de um contentor, novamente com uma tampa removida para os propósitos de cla- reza, e uma pilha de elementos inserida no canal de elemento de teste de acordo com as modalidades da presente invenção;
Figura 14 mostra o contentor da figura 11 segura na mão de um usuário, com um usuário removendo uma única tira do mesmo de acordo com as modalidades da presente invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Na figura 1, uma vista em perspectiva simplificada de um con- tentor 1 é mostrada para a contenção de elementos de teste. O contentor está configurado em uma forma substancialmente cilíndrica, e dimensionado de modo que este possa ser seguro na palma de uma mão. O contentor 20 compreende paredes integralmente formadas 4 as quais definem um corpo de contentor 2 com um fundo de contentor 6 e uma extremidade aberta su- perior (não mostrada). Também apresentada está uma tampa de contentor 50, mostrada na corrente figura como estando em uma posição vedada (isto é, fechada). A tampa de contentor 50 está conectada, como será posterior- 25 mente descrito, a uma parte interna disposta do contentor por meio de uma articulação resiliente 34. Uma extremidade livre da tampa de contentor 50, isto é, que fica oposta à extremidade de articulação 34, compreende uma aba 66. A aba 66 permite um movimento mais fácil da tampa 50 para a/de sua posição de vedação.
A tampa de contentor 50 de preferência provê uma vedação es-
tanque ao ar revedável quando a tampa 50 está em uma posição fechada para proteger contra os efeitos prejudiciais do ambiente e impedir a deterio- ração do(s) elemento(s) de teste contido(s) no contentor. Quando a tampa de contentor 50 está na posição aberta, uma abertura é criada entre o corpo de contentor e a tampa de contentor 50 para permitir que um elemento de teste seja distribuído através da mesma (como abaixo descrito em mais de- 5 talhes).
Embora, para o propósito de explicação somente, o corpo de contentor está ilustrado como essencialmente um contentor cilíndrico de ex- tremidade aberta, os contentores revedáveis de acordo com as modalidades da presente invenção podem ter qualquer forma adequada.
O contentor de preferência é fabricado de um material de alta
resistência tal como o polipropileno ou qualquer outro material plástico im- permeável ao líquido, que provê uma rigidez suficiente para o contentor reter a sua forma quando manipulado por um usuário. De preferência, a parede de contentor é transparente ou semitransparente. Opcionalmente, a superfí- 15 cie externa do contentor pode ser recartilhada para permitir uma manipula- ção de usuário mais fácil. Realmente, tal recartilha pode, além disso, prover uma característica de registro para utilização por uma máquina durante o enchimento com os elementos de teste.
O contentor 1 pode, além disso, incluir um adesivo ou uma eti- queta (não mostrado) para exibir as informações relativas aos elementos de teste armazenados no mesmo. Por exemplo, a etiqueta pode exibir as infor- mações comerciais que identificam a origem dos elementos de teste e/ou informações codificadas na forma de um código de barras e/o um código de matriz de dados. O código de barras e/ou o código de matriz de dados po- dem conter as informações que identificam as propriedades dos elementos de teste, tais como o código de lote para os elementos de teste, a data de expiração dos elementos de teste, o número inicial de elementos de teste armazenados em um contentor totalmente carregado, e assim por diante. Como ficará aparente posteriormente, o adesivo ou etiqueta pode estar dis- posto em outro lugar no contentor.
A figura 2 mostra uma vista em perspectiva do corpo de conten- tor 2. Como anteriormente discutido, o corpo de contentor 2 está cilindrica- mente formado, tendo uma parede lateral 4 que tem uma superfície externa 4a e uma superfície interna paralela 4b. O corpo de contentor de forma cilín- drica 2 tem uma extremidade aberta 8 e uma extremidade fechada, a qual de preferência está integralmente formada com a parede lateral 4 formando um 5 fundo 6. Realmente, imagina-se que o fundo 6 do corpo de contentor 2 pode estar preso na parede lateral do corpo de contentor 2 por soldagem, rosque- amento e/ou ligação de adesivo. A extremidade aberta 8 do corpo de conten- tor 2 permite, como será posteriormente explicado em detalhes, que os ele- mentos de teste sejam inseridos e/ou removidos do contentor 1. A extremi- 10 dade superior do corpo de contentor 2 está formada por uma borda descon- tínua 5.
O corpo de contentor 2, como mostrado, além disso inclui uma contraface de corpo de contentor 10 perpendicularmente disposta provida próximo da extremidade de abertura 8 do corpo de contentor 2. A contraface 15 10 forma uma região para interfacear com uma região da tampa 50 como será posteriormente discutido. A parede de contentor 4 estende perpendicu- larmente além da contraface 10 e tem uma região descontínua 14. A região descontínua 14 é provida, como será posteriormente descrito, para interaco- plar com uma região de um inserto e/ou elemento de retenção. Ainda mos- 20 trado na figura atual está um colar semicontínuo 12. O colar semicontínuo 12 é para interfacear com uma região na tampa 50 como ficará posteriormente aparente.
De preferência, a parede lateral de contentor 4 e/ou o fundo de contentor 6 são transparentes ou semitransparentes.
A figura 3 mostra uma vista em perspectiva de um inserto 22. O
inserto 22 compreende uma parede de inserto 24 que tem uma superfície externa 24a e uma superfície interna 24b substancialmente paralela. A pare- de de inserto 24 define um canal longitudinal, centralmente disposto, de pre- ferência retangular 29. Devido à esta seção transversal retangular, o canal 30 29 define um par oposto de lados longitudinais 46a, 46b e um par oposto de lados laterais 48a, 48b. O canal retangular 29 está proporcionado e dimensi- onado para a contenção de uma pilha de elementos de teste, de modo que os elementos de teste individuais da pilha possam ser removidos do mesmo como será posteriormente discutido. As dimensões do canal 29 podem ser variadas para adequar-se às necessidades de alguém. Por exemplo, o par oposto de lados longitudinais e o par oposto de lados laterais têm um com- primento de aproximadamente 35 mm.
Uma parede anular periférica 30, provida para topar na superfí- cie interna da parede de corpo de contentor 4, estende perpendicularmente além da parede de inserto 24. Disposta sobre uma superfície externa da pa- rede anular 30 está uma crista 32. A crista 32 está provida para alinhar com 10 a região descontínua 14 da parede de contentor (ver figura 2), e além disso com o colar semicontínuo 12 da parede de contentor como será posterior- mente mostrado. A crista 32 do inserto 22 e o colar 12 do corpo de contentor 2 são para interfacear com uma região da tampa 50 como será posterior- mente discutido.
Opcionalmente, uma superfície interna da parede anular 30 pode
ainda incluir um rebaixo anular disposto para dentro (não mostrado). Tal re- baixo anular está destinado a prover uma região para uma disposição de travamento e vedação com um colar correspondente sobre a tampa 50. Em uma modalidade preferida, no entanto, uma região para travar e vedar com 20 uma parte correspondente na tampa 50 está provida por meio de uma dispo- sição de crista/colar 32, 12, como mostrado.
Incluído como uma parte da superfície externa de parede anular 30 está um flange 33. O flange 33 está essencialmente disposto para proje- tar entre a região descontínua 14 da parede de contentor (ver figura 2), ten- 25 do uma largura sendo geralmente a mesma que a largura da região descon- tínua 14 de parede de contentor. O flange 33 está provido para formar uma superfície contígua ou uma superfície semicontígua com a contraface de parede de contentor.
Mais ainda, e incluída como parte do flange projetante 33 está uma articulação resiliente 34. A articulação resiliente 34 está de preferência disposta sobre uma borda externa do flange projetante 33 e além disso se conecta à tampa 50. A tampa 50 provê uma barreira contra os efeitos preju- diciais do ambiente quando em uma posição de vedação fechada. Pode por- tanto ser visto que o inserto 22 e a tampa 50 de preferência são moldados ou comoldados formando uma peça de uma parte. A extremidade superior da parede anular de inserto 30 é formada por uma borda 30a.
5 O inserto 22 está dimensionado para montar dentro do corpo de
contentor tubular 2. A extremidade superior circunferencial da parede de in- serto 24 e opcionalmente a extremidade inferior da parede de inserto 24 po- dem ter um diâmetro ligeiramente menor do que o diâmetro interno do corpo de contentor 2 de modo que o inserto 22 possa ser seguro no lugar por um ajuste apertado, ajuste de interferência e/ou soldagem.
O inserto 22 é de preferência opaco protegendo o conteúdo, isto é, os elementos de teste, de raios prejudiciais, por exemplo, a Iuz UV, e de preferência é fabricado de um material polimérico tal como o polipropileno ou outros materiais termoplásticos.
A figura 4 é uma vista em perspectiva do inserto 22 disposto
dentro do corpo de contentor 2 com a tampa 50 em uma posição aberta. As dimensões do diâmetro interno do corpo de contentor 2 e do diâmetro exter- no da extremidade superior da parede de inserto 24 (e opcionalmente a ex- tremidade inferior) são reguladas de modo que exista uma relação de veda-
ção entre estes pelo menos sobre uma porção de sua concentricidade, isto quer dizer, a relação de vedação deve ser ou aquela de um ajuste de interfe- rência ou de um ajuste apertado. Como pode ser visto na figura 4, a borda 30a da parede anular de inserto 30 forma uma superfície contígua com a borda 5 da parede de contentor. Mais ainda, as dimensões externas da pa- 25 rede anular 30 estão reguladas de modo que exista uma relação de vedação com a dimensão interna da parede de contentor 4.
A superfície externa da parede anular de inserto 30 inclui o flan- ge 33 o qual projeta perifericamente entre a região descontínua 14 da pare- de de contentor. O flange 33 está dimensionado para montar entre a região 30 descontínua 14 da parede de contentor, provendo uma contraface semicon- tínua 10. A contraface 10 forma uma região para a tampa 50 topar, por meio disto provendo uma proteção de vedação do conteúdo do contentor contra os efeitos prejudiciais do ambiente. A crista 32 disposta para fora, disposta sobre uma superfície externa da parede anular 30 do inserto 22 está adicio- nalmente disposta para montar entre a região descontínua 14 do corpo su- perior de contentor 2. A crista 32 está lateralmente posicionada na superfície 5 externa de parede de inserto de modo que esta fique alinhada com o colar semicontínuo 12 da parede externa de corpo de contentor. A crista 32 é de uma dimensão adequada para receber vedantemente um rebaixo anular 62 da tampa 50 (ver também a figura 5). Este rebaixo 62 ainda serve como um meio para impedir o movimento longitudinal e axial da tampa 50 quando em 10 uma posição fechada.
Ainda mostrado na figura 4 está a tampa 50 conectado no flange projetante 33 por meio da articulação integral 34. A articulação 34 está pro- vida em um lado oposto da aba em forma de bico 66, a qual estende em uma direção lateral de uma borda inferior da parede externa 56 da tampa 50. Formando parte do inserto 22 disposto está o canal 29. O canal
retangular 29 está disposto centralmente dentro do inserto 22 e dimensiona- do para a contenção de uma pilha de elementos de teste. Por exemplo, a abertura do canal 29 tem um comprimento de abertura de aproximadamente
21 mm e uma largura de abertura de aproximadamente 14 mm.
A figura 5 mostra uma vista em corte da tampa 50 de acordo
com uma modalidade da invenção. A tampa 50, sendo na forma geral de um disco cilíndrico convexo para fora, tem uma primeira superfície 52 e uma segunda superfície 54 substancialmente paralela. O disco cilíndrico tem um diâmetro igual àquele da contraface de corpo de contentor 10 (ver figura 4) disposta próximo da extremidade aberta do corpo de contentor 2.
A tampa 50 inclui uma parede lateral contínua, geralmente cilín- drica 56 que tem uma superfície interna 56a e uma superfície externa 56b paralela. A espessura da parede de tampa 56 é geralmente igual àquela da espessura de parede de corpo de contentor 4. A profundidade da parede de 30 tampa 56, isto é a profundidade entre a segunda superfície 54 do disco e uma borda inferior da parede de tampa 56 é geralmente igual à altura da parede 4 que projeta acima da contraface 10 do corpo de contentor 2 (ver figura 2). Mais ainda, a superfície interna 56a da parede de tampa 56 define um diâmetro o qual é geralmente igual ao diâmetro externo da parede de contentor 4. De preferência incluído sobre a superfície interna da parede de tampa 56, e disposto sobre uma extremidade inferior periférica, está um re- 5 baixo anular 62. O rebaixo 62 tem um diâmetro maior do que o diâmetro in- terno da parede 56 e configurado para intertravar com a crista 32 e o colar 12 dispostos na superfície externa da parede anular 30 do inserto 22 e a su- perfície externa da parede de contentor, respectivamente.
Além disso, a tampa 50 inclui uma saia 58 conectada ao disco 10 plano em um ressalto 59 e dimensionada para estender para baixo e coaxi- almente com a segunda superfície 54 da tampa 50. A saia 58 tem um diâme- tro externo menor do que o diâmetro interno da parede de tampa 50, de mo- do que um espaço anular 70 é provido entre uma superfície externa da saia e a superfície interna da parede de tampa 56a. O espaço anular 70 está pro- 15 vido para montar sobre a parede de contentor 4 que projeta acima da contra- face de corpo de contentor 10, quando a tampa 50 está em uma posição de vedação fechada.
A extremidade inferior da face externa de saia 58a afina para dentro, de preferência a um ângulo de aproximadamente 5o. Esta caracterís- 20 tica provê uma facilidade de fechamento da tampa 50 e especificamente da inserção na abertura definida pela parede anular de inserto 30 (ver figura 3). A saia 58 monta dentro de uma extremidade aberta do inserto 22 na qual a tampa 50 foi presa articulável para vedar o conteúdo do inserto 22 quando a tampa 50 é articulada na direção de sua posição fechada. Especificamente, 25 o rebaixo de tampa 62 está provido para intertravar com a crista 32 do inser- to e com isto o colar semicontínuo 12 da parede de contentor 4 quando a tampa 50 está em uma posição fechada, como ficará posteriormente aparen- te.
Mais ainda, a tampa 50 compreende uma abertura 61 a qual es- tende de uma extremidade inferior da saia 58 para cima para uma segunda superfície 54 da tampa, assim definindo uma porção oca. A porção oca está configurada para conter uma extremidade superior da pilha de elementos de teste, como ficará aparente em figuras posteriores.
A tampa 50 de preferência inclui uma extensão da aba em forma de bico 66, a qual estende em uma direção lateral da borda inferior da pare- de 56, para auxiliar um usuário na abertura e/ou fechamento da tampa 50. A
articulação 34 incluída em um lado oposto da aba 66, seguramente forma parte do flange projetante de inserto 33, como discutido. A articulação 34 provê, um deslocamento selecionado da tampa 50 para a/da posição de ve- dação durante a interação do usuário com a aba em forma de bico 66.
A tampa 50 é de construção unitária e de preferência é moldada 10 ou comoldada por injeção de uma resina sintética adequada com o inserto 22. A tampa 50, moldada ou comoldada com o inserto, é opaca em natureza assim impedindo que raios prejudiciais (por exemplo, a fração UV de Iuz do dia) entrem no contentor, quando a tampa 50 está em uma posição vedan- temente fechada.
A figura 6 mostra uma vista em corte transversal ao longo da
linha A-A' da figura 1 que tem um inserto 22 disposto dentro do corpo de contentor 2 de acordo com uma modalidade da presente invenção. A tampa 50, integral com o inserto 22, está em uma posição de vedação fechada.
Como anteriormente discutido, o corpo de contentor 2 de prefe- rência está cilindricamente formado tendo uma parede lateral 4 que tem uma superfície externa 4a, uma superfície interna 4b, uma extremidade aberta 8 e uma extremidade fechada (fundo) 6.
Disposto dentro do corpo de contentor 2 está o inserto 22. O in- serto 22 tem uma parede de inserto 24 que tem uma superfície externa 24a 25 e uma superfície interna 24b e define um canal longitudinal retangular 29 centralmente disposto o qual estende através da extremidade superior 8 pa- ra a extremidade inferior 6 do corpo de contentor 2. A extremidade superior - e opcionalmente a extremidade inferior - da parede de inserto 24 pode ter um diâmetro ligeiramente menor do que o diâmetro interno do corpo de con- 30 tentor 2 de modo que o inserto 22 pode ser mantido no lugar por um ajuste apertado, ajuste de interferência e/ou soldagem.
O contentor para armazenar os elementos de teste sensíveis à umidade de acordo com a presente invenção está caracterizado pelo fato de que uma cavidade 18 é criada entre a superfície interna 4b da parede de contentor 4 e a superfície externa 24a da parede de inserto 24 para a con- tenção de um material dessecante 18a. Na modalidade do contentor da in- 5 venção de acordo com a figura 6, a cavidade 18 está provida na área de fundo 6 do corpo de contentor 2 entre a superfície interna 6a do fundo de contentor 6 e um fundo 20 disposto na extremidade inferior da parede de inserto 24.
Em uma modalidade da presente invenção, o inserto 22 com- preende um fundo 20 o qual está integralmente formado com a parede de inserto 24.
De preferência, como mostrado na figura 6, o fundo 20 do inser- to 22 está formado por um fundo "falso". Mais ainda e consequentemente, a extremidade inferior da parede de inserto 24 está disposta para topar na 15 primeira superfície 20a do fundo falso 20, como mostrado. Tal disposição assegura que o material dessecante 18a contido na cavidade 18 possa ab- sorver a umidade a qual ingressa no corpo de contentor e especificamente no canal retangular 29 durante a utilização normal do contentor.
De preferência, a superfície interna 6a do fundo de contentor 6 inclui diversas estruturas de suporte 16 as quais podem estar presas no ou feitas integrais com o fundo de contentor. As estruturas de suporte 16 podem ser providas como braços os quais podem estender radialmente de uma po- sição central para um perímetro da superfície interna do fundo de contentor justaposto à parede 4b opcionalmente integralmente formada do corpo de contentor 2. Qualquer número de estruturas de suporte 16 pode ser preso ou feito integral com o fundo de contentor 6, assim sendo de preferência sepa- radas equidistantes umas das outras, de modo a prover espaços abertos entre as mesmas. A profundidade das estruturas de suporte 16, por exemplo braços, depende do volume de material dessecante 18a requerido dentro da cavidade 18. De preferência, as estruturas de suporte 16 têm de preferência
6 mm de profundidade.
As estruturas de suporte 16, presas no ou feitas integrais com o fundo de contentor 6 proveem um suporte para o fundo falso 20. O fundo falso 20, que tem uma borda anular, um primeiro lado 20a e um segundo lado 20b, está dimensionado para ter um diâmetro geralmente igual ao diâ- metro interno do corpo de contentor 2. Tais disposições dimensionais são 5 reguladas de modo que exista uma relação de vedação entre a borda anular do fundo falso 20 e a parede interna do corpo de contentor 2, isto quer dizer, a relação de vedação é ou aquela de um ajuste de interferência ou de um ajuste apertado.
Assim, pelo menos uma cavidade oca 18 está provida entre a superfície interna 6a do fundo de contentor 6 e o segundo lado 20b do fundo de inserto ou fundo falso 20. A cavidade 18 é para a retenção do material dessecante 18a como anteriormente descrito. De preferência, o fundo de inserto ou fundo falso 20 é de um material poroso o qual permite que a umi- dade ou os contaminantes de umidade sejam absorvidos pelo material des- secante 18a contido na cavidade 18. O material também serve como um fil- tro para impedir que o conteúdo do contentor (isto é, os elementos de teste) torne-se obstruído pela contaminação do material dessecante 18a. Alternati- vamente, a cavidade 18 pode estar cheia com um material para proteger os elementos de teste de outros fatores ambientais tais como o Oxigênio, por exemplo.
Como mencionado, disposta entre a superfície interna 6a do fundo de contentor 6, por exemplo, entre os braços que estendem radial- mente 16 e o fundo de inserto ou fundo falso 20, está uma camada de mate- rial dessecante absorvente de umidade 18a. A camada de material desse- 25 cante absorvente de umidade de preferência tem uma espessura de aproxi- madamente 5 mm. Tal material pode estar em uma forma particulada tais como grânulos ou cristais de sílica-gel, ou sílica-gel em esferas ou em forma de pó, aerogéis de sílica, peneiras moleculares ou qualquer outro material higroscópico conhecido por pessoas versadas na técnica. Está previsto que 30 a camada de material dessecante 18a seja provida para absorver qualquer umidade a qual possa entrar no contentor durante a utilização normal do contentor, isto é, durante a remoção de um elemento de teste, por exemplo. De preferência, o material dessecante absorvente de umidade 18a contém um indicador cuja cor muda quando exposto à umidade. Tal in- dicador pode ser o Dicloreto de Cobalto, o qual pode mudar de uma cor azul em um estado não-absorvente de umidade, para uma cor rosa em um esta- 5 do absorvente de umidade. Mais ainda, a taxa de mudança de cor do mate- rial indicador de preferência é diretamente proporcional à sua exposição à umidade. A mudança de cor é visível para um usuário por meio de uma pa- rede de contentor transparente 4 ou uma seção transparente da parede de contentor 4.
Apesar de não mostrada em nenhuma das figuras, de preferên-
cia provida entre a superfície externa da parede de inserto 24a e a superfície interna da parede de contentor 4b está uma luva. Está previsto que a luva possa ser transparente e inclui um adesivo ou informações impressas para exibir as informações relativas aos elementos de teste armazenados no con- 15 tentor. Mais ainda, o adesivo ou a etiqueta pode incluir uma escala de refe- rência colorida para permitir que uma comparação visual seja feita com o indicador absorvente de umidade. De preferência, a escala colorida está ad- jacente ao material absorvente e ao material indicador. A etiqueta pode além disso, exibir as informações comerciais que identificam a origem dos ele- 20 mentos de teste, que identificam as propriedades dos elementos de teste, a data de expiração dos elementos de teste, o número inicial de elementos de teste contidos em um contentor totalmente carregado, e assim por diante.
Apesar do inserto acima mencionado ser aqui descrito como um inserto disposto e retido dentro do corpo de contentor, ficará aparente atra- 25 vés de subsequentes ilustrações que o contentor e o inserto poderiam ser moldados ou comoldados, formando uma peça de uma parte. Está também previsto que a primeira extremidade de inserto possa além disso incluir mar- cações alfanuméricas e/ou não-alfanuméricas, assim ajudando a um usuário identificar corretamente o conteúdo do contentor. Mais ainda, a primeira ex- 30 tremidade de inserto pode além disso inclui uma escala cromática graduada (por exemplo, colorida ou mono) ajudando na indicação para um usuário da quantidade de elementos de teste restantes dentro do contentor. Na figura 7 uma vista em corte transversal ao longo da linha A-A' da figura 1 está apresentada de acordo com outra modalidade da invenção. A tampa 150 está na posição aberta para os propósitos de clareza.
Novamente, na modalidade atual, o corpo de contentor 102 de preferência é transparente e cilindricamente formado tendo uma parede late- ral 104 que tem uma superfície externa 104a e uma superfície interna 104b. O corpo de contentor formado cilíndrico 102 tem uma extremidade fechada 106 e uma extremidade aberta 108. A extremidade fechada 106 está inte- gralmente formada com a parede lateral formando um fundo 106 que tem uma superfície externa e uma superfície interna. Realmente, está previsto que o fundo 106 do corpo de contentor 102 possa ser preso na parede late- ral 104 do corpo de contentor 102 por soldagem, rosqueamento, e/ou ligação de adesivo. De preferência, o fundo de contentor 106 também é transparen- te. A extremidade aberta 108 do corpo de contentor permite que diversas partes, isto é, tais como um inserto e uma luva sejam colocadas dentro do corpo de contentor 102.
Inserido no corpo de contentor 102 está um inserto 122. O inser- to 122, opcionalmente fabricado de um material polimérico tal como o poli- propileno e similares, está dimensionado para montar dentro do corpo de 20 contentor tubular 102. O inserto 122 compreende uma parede centralmente disposta 124 a qual define um canal longitudinal retangular 129 o qual es- tende verticalmente da primeira superfície do fundo de contentor 106 para próximo da extremidade aberta do contentor 108 e tem uma abertura retan- gular disposta oposta ao fundo de contentor 106.
Devido à sua configuração de seção transversal retangular, o
canal 129 define um par oposto de lados longitudinais e um par oposto de lados laterais. O par oposto de lados longitudinais e o par oposto de lados laterais podem ter um comprimento de aproximadamente 35 mm. O canal retangular 129 está proporcionado e dimensionado para a contenção de uma 30 pilha de elementos de teste, de modo que os elementos de teste individuais da pilha possam ser facilmente removidos do mesmo. As dimensões do ca- nal retangular podem ser variadas para adequar-se às necessidades de al- guém.
Opcionalmente, o inserto 122 pode ter uma extremidade circun- ferencial que tem um diâmetro sendo ligeiramente menor do que o diâmetro interno do corpo de contentor 102, de modo que o inserto 122 possa ser se- 5 guro no lugar por um ajuste apertado, um ajuste de interferência e/ou solda- gem. Ainda, a extremidade inferior circunferencial do inserto 122 pode estar disposta para topar na primeira superfície do corpo de contentor 106. No entanto, dependendo do material utilizado, o inserto 122 pode ser moldado ou comoldado com o corpo de contentor 102.
Entre a superfície externa da parede de inserto 124a e a superfí-
cie interna da parede de corpo de contentor 104b está provida uma cavidade anular circunferencial 118. Dentro da cavidade 118 está provida uma cama- da de material dessecante absorvente de umidade 118a. Tal material pode estar em uma forma particulada tais como grânulos ou cristais de sílica-gel, 15 ou sílica-gel em esferas ou em forma de pó, aerogéis de sílica, peneiras mo- leculares ou qualquer outro material higroscópico conhecido das pessoas versadas na técnica. O material dessecante absorvente de umidade 118a está de preferência em camadas para estender pelo comprimento do inserto. Está previsto que a camada de material dessecante 118a seja provida para 20 absorver qualquer umidade a qual possa entrar no contentor durante a sua utilização normal, isto é, durante a remoção de um elemento de teste, por exemplo.
De preferência, o material dessecante absorvente de umidade 118a contém um indicador cuja cor muda quando exposto à umidade. Tal 25 indicador pode ser o Dicloreto de Cobalto o qual pode mudar de uma cor azul em um estado não absorvente de umidade, para uma cor rosa em um estado absorvente de umidade. Mais ainda, a taxa de mudança de cor do material indicador é diretamente proporcional à sua exposição à umidade.
Mais ainda, o inserto 122 pode ser fabricado de um material po- roso que permite que a umidade ou os contaminantes de umidade sejam absorvidos pelo material dessecante 118a. O material pode também servir como um filtro para impedir que o conteúdo do contentor (isto é, os elemen- tos) torne-se obstruído pela contaminação do material dessecante. como mencionado, o inserto 122 é geralmente opaco.
A camada de material absorvente 118a pode de preferência es- tar retida dentro do espaço oco 118 por um elemento de retenção 131 que 5 tem um diâmetro externo ligeiramente menor do que o diâmetro interno do corpo de contentor 102, e uma abertura interna ligeiramente maior do que a parede de inserto 124 tal como aquele provido por um ajuste apertado, um ajuste de interferência e/ou soldagem. O elemento de retenção 131 é de pre- ferência fabricado de um material polimérico tal como o polipropileno e simi- 10 lares, e geralmente é opaco. Opcionalmente no entanto, o elemento de re- tenção pode ser de um material poroso ou um material permeável à umidade o qual permite que a umidade ou os contaminantes de umidade sejam ab- sorvidos pelo material dessecante.
Adicionalmente provida, apesar de não mostrada na figura cor- rente, está uma luva. De preferência a luva é feita de um material plástico e formada como um tubo de modo que esta fique disposta dentro do espaço oco, isto é, entre a superfície externa da parede de inserto e a superfície in- terna da parede de contentor. Esta previsto que a luva possa ser transparen- te e inclua um adesivo ou informações impressas para a exibição de infor- mações relativas aos elementos de teste armazenados no contentor. Mais ainda, a luva pode incluir uma escala de referência colorida para permitir que uma comparação visual seja feita com o indicador absorvente de umidade. De preferência, a escala colorida é aplicada adjacente ao material absorven- te. A etiqueta pode além disso exibir as informações comerciais que identifi- cam a origem dos elementos de teste, identificam as propriedades dos ele- mentos de teste, a data de expiração dos elementos de teste, o número ini- cial de elementos de teste armazenados em um contentor totalmente carre- gado, e assim por diante.
Referindo à figura 8, uma vista em perspectiva explodida da figu- ra 7 está apresentada mostrando o inserto 122 dentro do corpo de contentor 102. Como anteriormente discutido, formando parte do inserto disposto está o canal retangular 129. O canal retangular 129 está centralmente disposto dentro do inserto 122 e dimensionado para a contenção de uma pilha de e- Iementos de teste. A abertura retangular do canal 129 de preferência tem um comprimento de aproximadamente 21 mm, e uma largura de abertura de aproximadamente 14 mm. A extremidade inferior circunferencial do canal 5 129 pode ser disposta como anteriormente mencionado para topar na pri- meira superfície do fundo de contentor 106. Novamente, o comprimento do canal 129 é tal que a extremidade superior dos elementos de teste contidos dentro do canal 129 projete acima da borda 105 da parede de corpo de con- tentor 104, como ficará aparente das figuras seguintes.
O espaço oco anular 118 para a contenção de material absor-
vente 118a está também mostrado. A camada de material absorvente 118a está de preferência contida por meio de um elemento de retenção 131 como discutido. Uma parede anular periférica 130 que estende perpendicularmen- te além do elemento de retenção 131 está disposta para topar a superfície 15 interna da parede de contentor 104b. A parede anular 130 tem uma altura adequada para não exceder a borda 105 da parede de contentor 104, isto quer dizer, a borda 130a da parede anular fica substancialmente contígua com a borda 105 da parede de contentor 104 quando o corpo de contentor 102 e o elemento de retenção 131 estão montados.
Uma superfície externa da parede anular de anel 130 inclui um
flange 133 e uma articulação resiliente 134. A articulação resiliente 134 está de preferência disposta sobre uma borda externa do flange projetante 133 e além disso conecta na tampa 150. A tampa 150 é para a contenção dos e- Iementos de teste, provendo uma barreira contra os efeitos prejudiciais do 25 ambiente quando em uma posição de vedação fechada. Pode portanto ser visto que o elemento de retenção anular 131 e a tampa 150 de preferência são moldados ou comoldados formando uma peça de uma parte.
A saia 158, conectada na superfície plana da tampa 150 no res- salto, está construída para estender para baixo da mesma e tem um com- primento determinado pelo comprimento da parede anular 130 do elemento de retenção 131. A extremidade inferior da saia 158 afina para dentro para assegurar a facilidade de montagem da tampa 150 dentro do corpo de con- tentor 102. O espaço anular 170, provido entre a superfície interna da pare- de de tampa 150 e a superfície externa da saia 158, é para montar sobre a parede de contentor que projeta acima da contraface de corpo de contentor 110.
A figura 9 é uma vista em perspectiva adicional do elemento de
retenção 131 integral com a tampa 150 que apresenta uma crista 132 dis- posta sobre uma superfície externa da parede anular 130. Quando o corpo de contentor 102 e o elemento de retenção 131 integral com a tampa 150 são montados, a crista 132, provida na extremidade aberta, fica essencial- 10 mente alinhada com a região descontínua 114 da parede de contentor e com o colar semicontínuo 112 do corpo de contentor 102. A crista 132 e o colar 112 do corpo de contentor 102 (ver figura 8) formam uma região para inter- facear com uma região da tampa 150.
A tampa 150, além disso, inclui uma aba em forma de bico 166 que estende lateralmente da borda inferior da tampa 150, e disposta em um lado oposto da articulação 134.
Opcionalmente, a superfície interna da parede anular 130 do elemento de retenção 131 pode incluir um rebaixo anular (não mostrado). O rebaixo anular pode estar posicionado a meio caminho entre a primeira ex- 20 tremidade do inserto e a borda da parede de contentor, e é para um acopla- mento de travamento com o colar anular opostamente disposto sobre a tam- pa 150.
Incidentalmente, o contentor da invenção pode ser uma combi- nação das modalidades de acordo com a figura 6 e as figuras 7, 8 e 9, res- 25 pectivamente. Nesta modalidade, o contentor pode compreender as cavida- des 18, 118 para a contenção de material dessecante 18a, 118a ambos na área de fundo, isto é, entre a superfície interna 6a, 106a da parede de fundo de contentor 6, 106, e na área circunferencial anular, isto é, entre a superfí- cie interna 4b, 104b da parede de corpo de contentor 4, 104 e a superfície 30 externa 24a, 124a da parede de inserto 24, 124 do contentor.
A figura 10 mostra uma vista em perspectiva de um inserto que tem uma tampa integral de acordo com outra modalidade da presente inven- ção. Na figura 10, uma vista em perspectiva do inserto 220 é mostrada com uma tampa integral 250 em uma posição aberta. O inserto 220 tem paredes anulares abertas superior e inferior concentricamente dispostas 230, 232 as quais de preferência são comoldadas formando uma peça de uma parte.
5 Cada parede anular 230, 232 tem uma superfície externa 230a, 232a e uma superfície interna 230b, 232b. O diâmetro externo da parede anular superior 230 é maior do que o diâmetro externo da parede anular 232 e, como será mostrado na figura subsequente, tal configuração limita a inserção do inserto 220 na extremidade aberta do corpo de contentor. Ainda, o diâmetro externo 10 da parede anular inferior 232 é dimensionado para ser da mesma ordem que o diâmetro interno do corpo do contentor e como tal forma um ajuste aperta- do quando o inserto é inserido na extremidade aberta do corpo de contentor.
O inserto 220 ainda inclui uma parede de inserto 240 a qual pende para baixo e inseridamente da parede anular de inserto inferior 232. A 15 parede de inserto 240 tem uma superfície externa e uma superfície interna substancialmente paralelas e define um canal longitudinal centradamente disposto, de preferência retangular 229. O canal retangular 229 está propor- cionado e dimensionado para a contenção de uma pilha de elementos de teste, de modo que os elementos de teste individuais da pilha possam ser 20 facilmente removidos do mesmo como será posteriormente discutido. De preferência o comprimento do canal longitudinal está dimensionado para ser menor do que o comprimento do(s) elemento(s) de teste para ajudar na sua remoção durante a utilização.
Nesta modalidade, uma protuberância vertical 260 está também 25 provida, formando parte da superfície interna 230b, 232b da parede de inser- to anular inferior e superior 230, 232. A protuberância vertical 260 de prefe- rência forma uma superfície contígua com a superfície interna da parede de inserto 240 para ajudar no posicionamento correto dos elementos de teste quando contidos dentro do canal longitudinal retangular 229.
A tampa 250 tem a forma geral de um disco cilíndrico 254 que
tem uma primeira superfície e uma segunda superfície substancialmente paralelas e que inclui uma parede lateral contínua, geralmente cilíndrica que tem uma superfície interna e uma superfície externa substancialmente para- lelas pendendo do disco cilíndrico 254. A espessura de parede de tampa é geralmente igual àquela da espessura de parede de corpo de contentor. A profundidade de parede de tampa, isto é, a profundidade entre a segunda 5 superfície do disco e uma borda inferior de parede de tampa é geralmente igual à altura da parede anular de inserto superior 230. Mais ainda, o diâme- tro interno da tampa é geralmente igual ao diâmetro externo da parede anu- lar de inserto superior 230, de modo que quando a tampa está uma posição fechada, o diâmetro interno da tampa e o diâmetro externo da parede anular 10 geralmente complementam um ao outro.
De preferência incluída sobre a superfície interna da parede de tampa, e disposta sobre uma extremidade inferior periférica, está uma protu- berância 245. A protuberância está configurada para acoplar com um dente correspondente 244 sobre a superfície externa da parede anular de inserto 15 superior e assim forma um mecanismo de intertravamento para travar a tampa quando em uma posição de fechamento correta. Além do mecanismo de intertravamento, um anel de vedação 231 pode estar provido circunferen- cialmente na superfície interna da parede lateral de tampa a qual, na posição fechada da tampa topa sobre a parede anular de inserto superior 230 e pro- 20 vê uma vedação adicional do conjunto de inserto e tampa. De preferência, a borda da parede anular de inserto superior 230 é chanfrada para assegurar uma facilidade de fechamento de tampa.
A parede anular de inserto superior 230 está disposta para mon- tar ajustada dentro da parede de tampa para prover um ajuste de vedação. 25 Quando a tampa está na posição fechada, de vedação, a extremidade inferi- or periférica da parede de tampa topa na superfície superior do flange que projeta para fora. É importante notar que na modalidade corrente, que a tampa está vedada com o inserto e não baseia-se em característica do corpo de contentor para prover uma vedação.
A figura 11 mostra uma vista em perspectiva do inserto 220 de
acordo com a figura 10 disposto dentro de um corpo de contentor 202 com a tampa 250 em uma posição aberta. O inserto 220 é seguro em posição por meio de um ajuste de interferência entre a parede anular de inserto inferior 232 e a abertura do corpo de contentor 202 já que o diâmetro externo da parede anular de inserto inferior e o diâmetro interno da abertura de conten- tor são da mesma ordem. Especificamente, o perfil elevado da parede anular 5 de inserto inferior 232 assegura um ajuste de interferência entre a parede anular de inserto inferior 232 e o corpo de contentor 202. Uma vez que o inserto 220 está totalmente inserido na sua posição correta, a superfície ex- terna 230a da parede anular de inserto superior 230 forma uma superfície semicontígua com a superfície externa do corpo de contentor 202 com a 10 borda de extremidade aberta de corpo de contentor topando na parede anu- lar de inserto superior 230. Mais ainda, quando a tampa está em uma posi- ção de vedação fechada (não mostrada), a borda de parede de tampa topa a borda da extremidade aberta de contentor.
Adicionalmente mostrada na figura corrente está a superfície 15 semicontígua entre a superfície externa do corpo de contentor 202 e a su- perfície externa da parede anular de inserto superior 230. Tal região semi- contígua está definida por um diâmetro externo diametralmente igual tanto do alojamento cilíndrico quanto da parede anular de inserto superior 230. Deve ser notado, que na modalidade de acordo com as figuras 10 e 11, o 20 corpo de contentor não provê uma região descontínua (14, ver figura 2) de parede de contentor, porque, como acima mencionado, a tampa está vedada com o inserto e não baseia-se nas características do corpo de contentor pa- ra prover uma vedação.
A protuberância vertical 260 que forma parte da superfície inter- 25 na das paredes anulares de inserto superior e inferior 230, 232 auxilia na contenção ordenada dos elementos de teste dentro do canal. Mais ainda, tal protuberância 260 reduz a probabilidade de bordas de elementos de teste individuais tornarem-se aprisionadas na borda da parede de tampa durante o seu fechamento. Para os propósitos de clareza o contentor está vazio, isto é, 30 não contém nenhum elemento de teste no mesmo.
Como está mostrado na vista corrente, a tampa 250 forma parte da parede anular inferior do inserto 220 por meio de uma articulação 234 que estende do flange que projeta para fora 233 que projeta da parede anu- lar inferior 232 do inserto. Disposta oposta à articulação 234 está a aba de tampa 266, a qual, como anteriormente mencionado auxilia o usuário em abrir e fechar a tampa de frasco para uma subsequente remoção de um e- 5 Iemento de teste, por exemplo. Como anteriormente mencionado, um anel de vedação 231, posicionado circunferencialmente na superfície interna da parede lateral da tampa, provê uma vedação do conjunto de inserto e tampa quando a tampa está em uma posição fechada.
Apesar de não mostrado na figura atual, uma cavidade é criada entre a superfície de parede interna de parede de contentor e a superfície externa de parede de inserto para a contenção de um material dessecante. Em uma modalidade do contentor da invenção, a cavidade está provida na área de fundo do corpo de contentor entre a superfície interna de fundo de contentor e um fundo disposto na extremidade inferior da parede de inserto. Como anteriormente descrito, a cavidade pode no entanto ser provida em outro lugar do contentor de acordo com as diferentes modalidades da pre- sente invenção. A cavidade é para a contenção de um material dessecante o qual absorve a umidade a qual pode ingressar no corpo de contentor e es- pecificamente no canal retangular durante a utilização normal do contentor. A figura 12 mostra uma vista em corte transversal simplificada
ao longo da linha A-A' da figura 1 com uma pilha de elementos de teste con- tidos dentro de um contentor 1. A tampa 50 está mostrada em uma posição fechada, de vedação.
Como mencionado, em todas as modalidades da invenção, o 25 canal retangular 29 centralmente disposto do inserto está dimensionado para guiar a pilha de elementos de teste 80 dispostos. Os elementos de teste 80 acomodados estão orientados em uma formação vertical, isto é, a extremi- dade menor 80a do(s) elemento(s) de teste está disposta para topar perpen- dicularmente a primeira superfície do fundo ou fundo falso 20 do inserto. 30 Mais ainda, uma extremidade menor 80b dos elementos de teste 80, como mostrado, projeta acima do canal de inserto retangular 29 estendendo para dentro da porção oca 61 da tampa 50. Quando a tampa está em uma posição de vedação fechada, é mostrado que na modalidade como mostrado na figura 12, a qual correspon- de às modalidades da figura 4 e da figura 8, a borda de tampa 60 topa na contraface de corpo de contentor 10 e no flange projetante 33. Tal disposi- 5 ção de fechamento ainda assegura que o rebaixo de tampa 62 está disposto para montar e intertravar dentro da crista 32 da parede anular de inserto 22 e do elemento de retenção 131, respectivamente.
A figura 13 mostra uma vista em perspectiva simplificada que apresenta uma pilha de elementos 80 inseridos no contentor 1, 101, 201 de acordo com as modalidades da presente invenção.
Os elementos de teste 80 têm uma primeira e uma segunda ex- tremidades menores opostas 80a (não mostrada) e 80b com um comprimen- to entre as mesmas de aproximadamente 40 mm. A largura dos elementos de teste pode ser de aproximadamente 13 mm. Outras tais dimensões po- dem ser utilizadas, como aqueles versados na técnica apreciarão.
A pilha de elementos de teste 80 é inserida no canal de inserto retangular 29, 129, 229, respectivamente, de tal modo que cada extremidade menor de elemento de teste 80a topa perpendicularmente na primeira super- fície de fundo de inserto ou fundo falso, como mencionado. A ocorrência de 20 tal topamento é tal que uma porção da segunda extremidade menor 80b de elementos de teste 80 projeta acima do canal de inserto retangular 29, 129, 229, respectivamente. Esta porção de elemento de teste 80 que projeta aci- ma do canal de inserto retangular provê a superfície de interface 81 para permitir uma fácil acessibilidade e manipulação de elementos de teste 80 25 individuais por um usuário. A dimensão da superfície de interface 81 é de aproximadamente 7 mm, apesar de que as pessoas versadas na técnica apreciarão que tais dimensões são variáveis.
O canal 29, 129, 229, respectivamente, podem compreender um número predeterminado de elementos de teste 80, como mostrado. Por e- xemplo, a pilha pode compreender vinte e cinco elementos de teste 80. No entanto, o canal não está limitado a acomodar uma pilha de vinte e cinco elementos de teste e pode acomodar qualquer número adequado de ele- mentos de teste. Realmente, seria óbvio para as pessoas versadas na técni- ca que o comprimento e a largura de canal podem ser adequadamente di- mensionados para outros elementos de teste que aqueles aqui descritos.
Uma vez avaliada a presente descrição, alguém versado na téc- 5 nica reconhecerá que a forma do contentor pode tomar uma variedade de formas. Por exemplo, a forma do corpo de contentor pode ser similar àquela de uma elipse de modo que o corpo do contentor seja consideravelmente mais estreito em uma direção do que na outra. Para manter as boas proprie- dades de vedação da tampa contra uma contraface, no entanto, a abertura e 10 tampa de contentor de preferência seriam circulares.
SEQÜÊNCIA OPERACIONAL
A utilização e a operação do contentor serão agora descritas com referência às figuras anteriormente discutidas e com referência à figura
14 a qual apresenta uma vista em perspectiva simples de um contentor 1, 101, 201 seguro na mão de um usuário 300. A tampa 50, 150, 250 está em uma posição aberta expondo uma pilha de elementos de teste 80 dispostos no mesmo com um elemento de teste 80 individual removido do mesmo.
O processo de abertura de tampa é iniciado levantando a aba de tampa 66, 166, 266 a qual projeta além da parede de contentor. A força de levantamento pode ser manipulada pelo polegar de um usuário da mão que segura 300. A articulação 34, 134, 234 então provê um deslocamento sele- cionado da tampa 50, 150, 250 de sua posição de vedação fechada.
Conforme a tampa 50, 150, 250 é deslocada para uma posição totalmente estendida, a pilha de elementos de teste 82 dispostos dentro do 25 canal de inserto (29, 129, 229) é exposta. De preferência, o usuário pode segurar uma superfície de interface 81 de um elemento de teste 80 individual e remover o elemento de teste para cima de sua posição topada, utilizando o dedo indicador 401 e o polegar 402 da mão que não segura. A remoção do elemento de teste 80 individual do contentor 1, 101, 201 permite a sua sub- 30 sequente operação.
Em um movimento oposto, a tampa 50, 150, 250 é fechada apli- cando uma pressão na mesma para forçar a saia (58, 158, ver figura 5) completamente para dentro da abertura do inserto. Novamente, a força de fechamento pode ser manipulada pelo polegar de um usuário da mão que segura. A saia (58, 158) monta dentro da abertura do inserto para vedar o conteúdo do contentor. Conforme a tampa 50, 150, 250 passa de uma posi- 5 ção aberta, a extremidade afinada da saia (58, 158) passa sobre a borda da extremidade aberta de contentor e continua até que o rebaixo anular (62) da tampa intertrava com a crista (32, 132) de parede de inserto, e, nas modali- dades de acordo com as figuras 4 e 8, com o colar semicontínuo (12, 112) de parede de contentor. Tal disposição de intertravamento entre o rebaixo 10 (62) e a crista (32, 132) provê um 'clique' audível, que assegura a atenção do usuário quanto ao fechamento correto da tampa.
Opcionalmente, a saia (58, 158) e a superfície interna de parede anular de inserto (24b, 124b) podem ser construídas de modo que a tampa 50, 150, 250 seja movida para uma posição de fechamento, a extremidade 15 inferior da sala (58, 158) pode topar na primeira extremidade do inserto (22) ou na primeira extremidade do elemento de retenção (131), isto quer dizer o comprimento da saia (58, 158) que depende da segunda superfície do disco plano (54) pode ser construída para ter o mesmo comprimento que a face interna da parede anular de inserto (30). Tal disposição pode prover uma 20 barreira adicional contra as condições ambientais prejudiciais.
Como acima mencionado, o mecanismo de intertravamento de tampa e inserto podem ser de qualquer natureza que provenha uma veda- ção estanque entre o inserto e a tampa e, opcionalmente, o corpo de conten- tor. Como mostrado nas modalidades das figuras 10 e 11, o mecanismo de 25 intertravamento pode ser provido por uma protuberância (245) que acopla um dente (244) correspondente. Nesta modalidade, uma vedação adicional entre a tampa e o inserto é conseguida por um anel de vedação (231) o qual está disposto circunferencialmente na superfície interna da parede lateral de tampa e, na posição fechada da tampa, topa sobre a parede anular de inser- 30 to superior (230).
MÉTODO DE FABRICAÇÃO DO CONTENTOR
Os contentores da presente invenção podem ser fabricados por um número de diferentes modos.
Por exemplo, o contentor 1 de acordo com a modalidade da in- venção exemplar mostrada na figura 6 pode ser fabricado moldando um cor- po de contentor 2 que tem uma parede transparente 4 e que tem uma ex- 5 tremidade fechada 6 e uma extremidade aberta. Um material dessecante 18a, de preferência contendo um indicador de umidade é inserido em uma cavidade definida 18 no fundo 6 do corpo de contentor 2. Um fundo falso 20 é então introduzido através da extremidade aberta de corpo de contentor 2 para reter o material dessecante 18a disposto. Mais ainda, um inserto 22, de 10 preferência sendo opaco, é comoldado com uma tampa 5 que forma uma peça de uma parte. O inserto 22 é movido para dentro do corpo de contentor 2 através da extremidade aberta de modo que este forme um ajuste de inter- ferência ou um ajuste apertado dentro do corpo de contentor 2. Uma extre- midade do inserto 22 topa no fundo falso 20.
De acordo com outra modalidade da invenção exemplar mostra-
da na figura 7, o contentor 101 pode ser fabricado de um material transpa- rente de modo que o corpo de contentor 102 tenha uma parede transparente 104 e uma extremidade fechada 106 e uma extremidade aberta. Opcional- mente, um inserto 122 é moldado ou comoldado com o corpo de contentor 20 102 que tem um diâmetro externo menor do que o diâmetro interno do corpo de contentor 102, assim definindo um espaço anular circunferencial 118. Opcionalmente, o inserto 122 é introduzido no corpo de contentor 102 após o corpo de contentor ser moldado. O material dessecante 118a o qual de preferência contém um indicador de umidade é introduzido no espaço anular 25 circunferencial 118. Um elemento de retenção 131 geralmente opaco é co- moldado com uma tampa 150 formando uma peça de uma parte e é então inserido no corpo de contentor 102 através de uma sua extremidade aberta de modo que este forma um ajuste de interferência ou um ajuste apertado dentro do corpo de contentor 102.
Como acima mencionado, em uma modalidade adicional, o con-
tentor pode compreender cavidades 18, 118 para a contenção do material dessecante 18a, 118a dentro da cavidade 18 formada na área de fundo 6 do corpo de contentor 2, 102 assim como dentro do espaço anular circunferen- cial 118 entre a parede de corpo de contentor 4, 104 e a parede de inserto 24, 124 Em tal caso, o contentor pode ser fabricado-moldando um corpo de contentor 2, 102, inserindo õ material dessecante 18a, de preferência con- 5 tendo um indicador de umidade, em uma cavidade 18 definida no fundo 6 do corpo de contentor, introduzindo um fundo falso 20 através da extremidade aberta de corpo de contentor para reter o material dessecante 18a disposto no fundo 6 do corpo de contentor, inserindo o inserto 22, 122 no corpo de contentor 2, 102, inserindo o material dessecante 118a, opcionalmente con- 10 tendo um indicador de umidade, no espaço anular circunferencial 118 for- mado entre o corpo de contentor 2, 102 e o inserto 22, 122, inserindo um elemento de retenção 131 comoldado com a tampa 150.
Várias modalidades da invenção foram acima descritas. As des- crições pretendem ser ilustrativas, não limitativas. Assim, será aparente para alguém versado na técnica que certas modificações podem ser feitas na in- venção como descrita sem afastar-se do escopo das reivindicações abaixo apresentadas.

Claims (13)

1. Contentor para elementos de teste sensíveis à umidade que compreende um corpo de contentor (2, 102, 202) que compreende um fundo fechado (6, 106) e uma extremidade aberta, um inserto (22, 122, 220) que monta dentro do corpo de contentor (2, 102, 202), por meio de que uma ca- vidade (18, 118) é formada entre a superfície externa (24a, 124a) da parede de inserto (24, 124, 240) e a superfície interna (4b, 104b) da parede de cor- po de contentor (4, 104, 204), e uma tampa (50, 150, 250) dimensionada para vedar a extremidade aberta de contentor quando em uma posição fe- chada, em que um material dessecante está contido dentro da cavidade (18, 118) entre a superfície interna do corpo de contentor e a parede externa da parede de inserto.
2. Contentor de acordo com a reivindicação 1, em que a tampa (50, 250) está integralmente conectada ao inserto (22, 220).
3. Contentor de acordo com a reivindicação 1, em que a tampa (150) está integralmente conectada a um elemento de retenção (131), o qual monta na extremidade aberta do corpo de contentor (2).
4. Contentor de acordo com uma das reivindicações preceden- tes, em que as paredes (24, 124, 240) do inserto (22, 122, 220) formam um canal oco longitudinal retangular (29, 129, 229) dimensionado para conter uma pilha de elementos de teste.
5. Contentor de acordo com a reivindicação 4, em que o com- primento do canal oco (29, 129, 229) está dimensionado para ser menor do que o comprimento do elemento de teste de modo que pelo menos um ele- mento de teste contido no mesmo estenda acima da parede de inserto (24, 124, 240) para dentro da porção oca de tampa (61, 161) quando a tampa está em uma posição de vedação fechada.
6. Contentor de acordo com uma das reivindicações preceden- tes, em que uma cavidade (18) para a contenção do material dessecante está formada entre a parede inferior (6) do corpo de contentor (2, 202) e o fundo (20) do inserto (22, 220).
7. Contentor de acordo com a reivindicação 6, em que o fundo (20) do inserto (22, 220) é de um material poroso e/ou material permeável à umidade.
8. Contentor de acordo com uma das reivindicações preceden- tes, em que um espaço anular circunferencial (118) está formado entre a superfície externa da parede de inserto (124a) e a superfície interna da pa- rede de contentor (104b) para a contenção do material dessecante.
9. Contentor de acordo com a reivindicação 8, em que as pare- des (24) do inserto (22) são de um material poroso e/ou material permeável à umidade.
10. Contentor de acordo com uma das reivindicações preceden- tes, em que o material dessecante contém um indicador cuja cor muda quando exposto à umidade.
11. Contentor de acordo com uma das reivindicações preceden- tes, em que o corpo de contentor (2, 102, 202) tem uma parede e/ou seção de parede transparente.
12. Contentor de acordo com uma das reivindicações preceden- tes, em que o inserto (22, 122, 220) é opaco.
13. Método para fabricar um contentor como definido em uma das reivindicações precedentes, que compreende as etapas de: (i) moldar um corpo de contentor (2, 202) com paredes inte- grais (4, 204) e um fundo (6); (ii) comoldar um inserto (22, 220) e uma tampa (50, 250); (iii) inserir um material dessecante em uma cavidade (18, 118) entre a superfície interna da parede de corpo de contentor e a superfície ex- terna da parede de inserto; e (iv) montar o corpo de contentor (2, 202) e o inserto (22, 220); e/ou (i) comoldar o corpo de inserto (102) e o inserto (122); (ii) comoldar o elemento de retenção (131) e a tampa (50); (iii) inserir um material dessecante em uma cavidade (18, 118) entre a superfície interna da parede de corpo de contentor e a superfície ex- terna da parede de inserto; e (iv) montar o corpo de contentor (102) que inclui o inserto (122) e o elemento de retenção (131) com a tampa (15) comoldada.
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