BRPI0822081B1 - Membro de vedação anular esférico e método de fabricação do mesmo - Google Patents

Membro de vedação anular esférico e método de fabricação do mesmo Download PDF

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Shuichi Kubota
Koichi Ishida
Satoshi Matsunaga
Eiji Satou
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Oiles Corporation
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Abstract

membro de vedação anular esférico e método de fabricação do mesmo trata-se de um membro de vedação anular esférico 39 que inclui um membro de base anular esférico 37 definido por uma superfície interna cilíndrica 33,uma superfície esférica parcialmente convexa 34, e faces de extremidade anulares 35 e 36; e uma camada externa 38 formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa 34 do membro de base anular esférico 37. o membro de base anular esférico 37 inclui um membro de reforço 5 produzido a partir de uma rede de fio metálico e um material resistente ao calor 6 que preenche as malhas da rede de fio metálico do membro de reforço 5 e é formado integralmente com o membro de reforço 5 de forma misturada. a camada externa 38 inclui uma camada base 46 e uma camada deslizante 40 constituída por uma composição lubrificante e formada integralmente de modo aderente na camada base 46 em uma superfície intermediária da camada externa 42, sendo que a camada base 46 inclui um membro de reforço 15 produzido a partir de uma rede de fio metálico e comprimido e um material resistente ao calor 14 que preenche as malhas da rede de fio metálico do membro de reforço 15 e ligado por pressão de modo próximo ao membro de reforço 15, sendo que a dita camada base 46 é formada integralmente com a superfície esférica parcialmente convexa 34.

Description

MEMBRO DE VEDAÇÃO ANULAR ESFÉRICO E MÉTODO DE FABRICAÇÃO DO MESMO
CAMPO DA TÉCNICA
A presente invenção se refere a um membro de vedação anular esférico usado em uma junta de tubo esférico para um tubo de exaustão de automóvel, bem como um método de fabricação do mesmo.
ANTECEDENTES DA INEVNÇÃO [Documento de patente 1] JP-A-54-76759 [Documento de patente 2] JP-A-58-34230 [Documento de patente 3] JP-A-06-123362
Em veículos motorizados nos últimos anos, um sistema de exaustão que incorpora um dispositivo de controle de emissão de exaustão tal como um catalisador é adotado para purificar os gases de exaustão emitidos a partir do veículo. Como em um sistema de exaustão de um motor transversal de um tipo de exaustão traseira mostrado na Figura 34, os gases de exaustão do motor do automóvel são geralmente conduzidos para uma tubulação de exaustão 500 e são liberados a partir de um tubo de cauda 505 para a atmosfera através de um conversor catalítico 501, um tubo de exaustão 502, uma pré-câmara 503 e um silencioso 504. O dispositivo de controle de emissão de exaustão no sistema de exaustão descrito acima é um objeto pesado. Por esta razão, tendo em vista que o dispositivo de controle de emissão de exaustão constitui uma massa de um sistema vibrante e pode ser um fator que ocasiona o problema de ruído e similares, para absorver as vibrações deste sistema de exaustão, são fornecidos meios adotados através da disposição de uma junta flexível, por exemplo, uma junta de tubo esférico em uma porção requerida do sistema de exaustão com a finalidade de absorver as vibrações.
APRESENTAÇÃO DA INVENÇÃO
PROBLEMAS A SEREM RESOLVIDOS PELA INVENÇÃO
O membro de vedação usado na junta de tubo esférico descrita no documento de patente 1 apresenta vantagens por ser resistente ao calor, excelente em
2/99 afinidade com um membro correspondente e sua resistência ao impacto é notavelmente aperfeiçoada. Entretanto, o membro de vedação tem uma desvantagem pois gera freqüentemente ruído de atrito anormal quando é submetido ao atrito por deslizamento sob condições de atrito seco.
Como membros de vedação para superar a desvantagem do membro de vedação descrito no documento de patente 1 descrito acima, o presente depositante propôs membros de vedação descritos no documento de patente 2 e documento de patente 3. Conforme mostrado nas Figuras 35 e 36, cada um destes membros de vedação 600 é compreendido de um membro de base anular esférica 605 definido por uma superfície interna cilíndrica 601, uma superfície esférica parcialmente convexa 602 e faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno 603 e 604 da superfície esférica parcialmente convexa 602, bem como uma camada externa 606 formada integralmente sobre a superfície esférica parcialmente convexa 602 do membro de base anular esférica 605. O membro de base anular esférica 605 inclui um membro de reforço 607 produzido a partir de uma rede de fio metálico e um material resistente ao calor 608 que contém mantas de preenchimento de grafite expandido da rede de fio metálico do membro de reforço 607 e é comprimido de tal maneira que seja formado integralmente com o membro de reforço 607 em forma misturada. Na camada externa 606, um lubrificante 609 e um material resistente ao calor 610 bem como um membro de reforço 611 produzido a partir de a rede de fio metálico são comprimidos de tal modo que o lubrificante 609 e o material resistente ao calor 610 são carregados em mantas da rede de fio metálico do membro de reforço 611, e o lubrificante 609 e o material resistente ao calor 610 bem como o membro de reforço 611 são integralmente formados em forma misturada. Uma superfície externa 612 da camada externa 606 é formada em uma superfície lisa na qual uma superfície 613 constituída do membro de reforço 611 e uma superfície 614 constituída do lubrificante 609 estão presentes em forma misturada.
Uma vez que a superfície externa 612 da camada externa 606 do membro de vedação descrito acima 600 é formada como uma superfície lisa na qual
3/99 a superfície 613 constituída do membro de reforço 611 e a superfície 614 constituída do lubrificante 609 estão presentes em forma misturada, é possível assegurar o deslizamento suave com uma porção esférica côncava do tubo de exaustão, isto é, o membro correspondente que está em contato deslizante com a superfície externa 612. Além disso, no atrito por deslizamento entre a superfície externa 612 e a porção esférica côncava, a transferência do lubrificante 609 da superfície externa 612 sobre a superfície da porção esférica côncava é efetuada para formar sobre a porção esférica côncava uma película lubrificante constituída do lubrificante 609. Nesse ínterim, mesmo se a transferência do lubrificante 609 sobre a porção esférica côncava for efetuada em excesso, o membro de reforço 611 exposto sobre a superfície externa 612 de uma maneira dispersa demonstra ação de raspagem enquanto deixa uma quantidade apropriada da película lubrificante. Portanto, no atrito por deslizamento com o membro correspondente, ocorre um deslocamento em relação ao atrito por deslizamento com uma película lubrificante formada sobre a superfície do membro correspondente, de modo que haja uma vantagem pois não há geração de ruído de atrito anormal.
Os membros de vedação descritos no documento de patente 2 e no documento de patente 3 apresentam as vantagens descritas acima. Entretanto, em caso onde movimentos oscilantes infinitesimals e entradas excessivas na direção axial são aplicadas como cargas a estes membros de vedação continuamente por um período de tempo prolongado, há uma possibilidade de o membro de reforço produzido a partir da rede de fio metálico exposto sobre a superfície da camada externa do membro de vedação agir contra uma superfície do membro correspondente e induzir o desgaste abrasivo, por meio disso, danificando e asperizando a superfície do membro correspondente e causando um declínio notável em características de vedação. Adicionalmente, juntamente com o deslocamento em relação ao desgaste abrasivo, ocorre um deslocamento por atrito através do pó de abrasão depositado sobre as superfícies de atrito entre o membro de vedação e o membro correspondente, induzindo possivelmente a geração de ruído de atrito anormal.
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Através do foco da atenção sobre a camada externa do membro de vedação que constitui a superfície de deslizamento com atrito com o membro correspondente, os presentes inventores descobriram relações orgânicas entre o material resistente ao calor e o membro de reforço, incluindo a proporção de exposição do membro de reforço produzido a partir da rede de fio metálico na camada externa do membro de vedação, o grau de aderência entre o membro de reforço e o material resistente ao calor constituído de grafite expandido e o diâmetro de fio do fio metálico delgado para formação da rede de fio metálico do membro de reforço. Os presentes inventores obtiveram conhecimento para superar os problemas descritos acima através do aperfeiçoamento destas relações.
A presente invenção foi planejada com base no conhecimento descrito acima e seu objetivo consiste em fornecer um membro de vedação anular esférico que é capaz de impedir tanto quanto possível o dano e a aspereza da superfície do membro correspondente no atrito por deslizamento com o membro correspondente, e de impedir tanto quanto possível o declínio em características de vedação e a geração de ruído de atrito anormal, bem como um método de fabricação do mesmo.
MEIOS PARA RESOLVER OS PROBLEMAS
Um membro de vedação anular esférico para uso em uma junta de tubo de exaustão de acordo com a presente invenção que compreende: um membro de base anular esférica definido por uma superfície interna cilíndrica, uma superfície esférica parcialmente convexa e faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa; e uma camada externa formada integralmente sobre a superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférica, sendo que o membro de base anular esférica inclui um membro de reforço produzido a partir de uma rede de fio metálico e um material resistente ao calor que contém mantas de preenchimento de grafite expandido da rede de fio metálico do membro de reforço e é comprimido de tal maneira que seja formado integralmente com o membro de reforço em forma misturada, e sendo que a camada externa inclui uma camada base e uma camada deslizante constituídas de uma composição lubrificante e formada integral e aderentemente sobre a camada
5/99 base em uma superfície externa da camada intermediária, a camada base inclui outro membro de reforço produzido a partir de uma rede de fio metálico e comprimido e outro material resistente ao calor que contém outras mantas de preenchimento de grafite expandido da rede de fio metálico do outro membro de reforço, comprimido com a finalidade de ser ligado por pressão acuradamente a outro membro de reforço, e formando a superfície externa da camada intermediária junto com uma superfície do outro membro de reforço, a camada base é formada integralmente com uma superfície esférica parcialmente convexa, a superfície do outro membro de reforço na superfície externa da camada intermediária está presente de uma maneira dispersa com uma razão de área de 5 a 35% em relação a uma superfície total da superfície externa da camada intermediária, uma superfície obversa da camada externa exposta para um exterior sendo constituída de uma superfície lisa da camada deslizante.
De acordo com o membro de vedação anular esférico da invenção, uma superfície do outro membro de reforço na superfície externa da camada intermediária da camada base está presente de uma maneira dispersa com uma razão de área de 5 a 35% em relação à superfície total da superfície externa da camada intermediária, uma camada deslizante constituída de uma composição lubrificante é formada integral e aderentemente sobre a superfície externa da camada intermediária, e a superfície obversa da camada externa exposta ao exterior é constituída de uma superfície lisa da camada deslizante. Portanto, no atrito com o membro correspondente, é possível evitar somente que o outro membro de reforço da camada externa esteja em esfregamento local contra a superfície do membro correspondente. Como resultado, é possível impedir o dano e a aspereza da superfície do membro correspondente tanto quanto possível devido ao atrito, de modo que seja possível impedir um declínio em características de vedação. Além disso, em virtude da ação de raspagem de uma película lubrificante em excesso formada sobre a superfície do membro correspondente, o atrito é produzido através da película lubrificante de uma espessura apropriada formada sobre a superfície do membro correspondente. Portanto, é possível impedir a geração de ruído de atrito anormal tanto quanto possível.
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No membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção, os materiais resistentes ao calor do membro de base anular esférica e da camada externa contêm grafite expandido e pelo menos um dentre 0,05 a 5,00 % em peso de pentóxido fosforoso como um inibidor de oxidação e 1,0 a 16,0 % em peso de um fosfato como um inibidor de oxidação.
Os materiais resistentes ao calor que contêm grafite expandido e pelo menos um dentre pentóxido fosforoso como um inibidor de oxidação e um fosfato como um inibidor de oxidação são capazes de aperfeiçoar a resistência ao calor e a resistência à perda por oxidação do próprio membro de vedação anular esférico e permitir o uso do membro de vedação anular esférico por períodos de tempo estendidos a 500’ C ou em uma faixa de alta temperatura excedendo 500’ C.
No membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção, as redes de fio metálico do membros de reforço do membro de base anular esférica e a camada externa são produzidas a partir de redes tecidas de fio metálico e redes trançadas de fio metálico obtidas, por exemplo, por tecelagem ou entrelaçamento de fios metálicos delgados. Como para os fios metálicos delgados para a formação da rede tecida de fio metálico e da rede trançada de fio metálico, os fios metálicos delgados cujos diâmetros de fio estão na faixa de 0,15 a 0,32 mm, mais especificamente, os fios metálicos delgados cujos diâmetros de fio são 0,15, 0,175, 0,28 e 0,32 mm são adequados. Além disso, como as redes de fio metálico do membros de reforço do membro de base anular esférica e a camada externa, as redes tecidas de fio metálico e as redes trançadas de fio metálico produzidas a partir de fios metálicos delgados do mesmo diâmetro de fio podem ser usadas. Alternativamente, como a rede de fio metálico do membro de reforço para o membro de base anular esférica, uma rede tecida de fio metálico e uma rede trançada de fio metálico produzidas a partir de um fio metálico delgado que tem um diâmetro de fio do lado limite superior da faixa supracitada, isto é, 0,28 a 0.32 mm, podem ser usadas, embora, como a rede de fio metálico do membro de reforço para uma camada externa, uma rede tecida de fio metálico ou uma rede trançada de fio metálico produzida a partir de a fio metálico delgado que tem um diâmetro de fio do
7/99 lado limite inferior da faixa supracitada, isto é, 0,15 a 0,175 mm, pode ser usada.
No membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção, a composição lubrificante da camada deslizante formada sobre a superfície externa da camada intermediária em um exemplo preferencial é constituída de uma substância simples de uma resina de politetrafluoroetileno ou contém uma resina de politetrafluoroetileno. Em outro exemplo preferencial, a composição lubrificante contém de 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, de 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro e de 5 a 20 % em peso de alumina hidratada. Em um exemplo mais preferencial, na composição lubrificante que contém de 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada, não mais que 300 partes em peso ou não mais que 200 partes em peso, preferencialmente, 50 a 200 partes em peso ou 50 a 150 partes em peso, da resina de politetrafluoroetileno estão contidas em relação a 100 partes em peso da composição lubrificante. Tal composição lubrificante pode ser selecionada através da seleção apropriada de acordo com o uso pretendido.
A camada deslizante constituída de tal composição lubrificante forma uma superfície lisa como a superfície deslizante do membro de vedação anular esférico e tal superfície plana torna possível efetuar o deslizamento suave sem gerar ruído de atrito anormal no deslizamento com o membro correspondente.
A alumina hidratada na composição lubrificante acima em um exemplo preferencial é selecionada a partir de monohidrato de alumina tal como boemita ou diásporo, trihidrato de alumina tal como gibsita ou baierita e pseudoboemita.
Um método de fabricação de um membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção, que é usado em uma junta de tubo de exaustão e inclui um membro de base anular esférica definido por uma superfície interna cilíndrica, uma superfície esférica parcialmente convexa e faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, e uma camada externa formada integralmente sobre a superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférica, compreende as etapas de: (a) preparar
8/99 um material resistente ao calor para o membro de base anular esférica constituída de uma folha de grafite expandido com uma densidade de α Mg/m3; (b) preparar um membro de reforço para o membro de base anular esférica produzido a partir de uma rede de fio metálico obtida por tecelagem ou entrelaçamento de fios metálicos delgados, sobrepondo o membro de reforço para o membro de base anular esférica sobre o material resistente ao calor para o membro de base anular esférica para formar uma montagem sobreposta e convolver a montagem sobreposta em uma forma cilíndrica com a finalidade de formar um membro de base tubular; (c) inserir um material resistente ao calor para a camada externa constituída de uma folha de grafite expandido com uma densidade de 0,3a a 0,6a Mg/m3 em duas camadas de um membro de reforço para a camada externa produzido a partir de uma rede de fio metálico obtida por tecelagem ou entrelaçamento de fios metálicos delgados, e pressurização em uma direção no sentido da espessura do material resistente ao calor do membro de reforço para a camada externa com o material resistente ao calor para a camada externa inserido nisso, para fazer com que o material resistente ao calor para a camada externa e o membro de reforço para a camada externa sejam ligados por pressão entre si de tal modo que o material resistente ao calor para camada externa seja densamente preenchido em mantas da rede de fio metálico do membro de reforço para a camada externa, e o membro de reforço para a camada externa esteja embutido no material resistente ao calor para a camada externa, formando assim um membro de folha de compósito plano no qual uma superfície do material resistente ao calor para a camada externa e o membro de reforço para a camada externa se tornem nivelados entre si, e o membro de reforço para a camada externa em uma superfície do membro de reforço para a camada externa e a superfície do material resistente ao calor para camada externa sejam expostos de uma maneira dispersa com uma razão de área de 5 a 35%; (d) revestir uma superfície do membro de folha de compósito onde a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço para a camada externa se tornam nivelados entre si com uma composição lubrificante com a finalidade de formar um membro de formação de camada externa no qual uma camada de
9/99 revestimento da composição lubrificante é formada sobre aquela superfície; (e) enrolar o membro de formação de camada externa em torno de uma superfície periférica externa do membro de base tubular com a camada de revestimento colocada sobre um lado externo, com a finalidade de formar uma pré-forma cilíndrica; e (f) ajustar a pré-forma cilíndrica sobre uma superfície periférica externa de um núcleo de uma matriz, colocando o núcleo na matriz e formando por compressão a pré-forma cilíndrica na matriz em uma direção axial do núcleo, sendo que o membro de base anular esférica é formado de tal modo que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférica constituída de grafite expandido e o membro de reforço para o membro de base anular esférica produzidos a partir da rede de fio metálico sejam comprimidos e mesclados entre si com a finalidade de serem fornecidos com integridade estrutural, e sendo que a camada externa inclui uma camada base e uma camada deslizante constituída de uma composição lubrificante e formada integral e aderentemente sobre a camada base em uma superfície externa da camada intermediária, a camada base inclui o membro de reforço para a camada externa produzido a partir da rede de fio metálico e comprimido, e o material resistente ao calor para a camada externa constituída de mantas de preenchimento de grafite expandido da rede de fio metálico do membro de reforço para a camada externa comprimido com a finalidade de estar ligado por pressão acuradamente ao membro de reforço para a camada externa e formar uma superfície externa da camada intermediária junto com a superfície do membro de reforço para a camada externa, a camada base é formada integralmente com a superfície esférica parcialmente convexa, a superfície do membro de reforço para a camada externa na superfície externa da camada intermediária está presente de uma maneira dispersa com uma razão de área de 5 to 35% na superfície externa da camada intermediária, uma superfície obversa da camada externa exposta a um exterior é constituída de uma superfície lisa da camada deslizante.
De acordo com o método de fabricação de um membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção, o material resistente ao calor para a camada externa constituída de folha de grafite expandido que tem uma densidade
10/99 inferior que a densidade da folha de grafite expandido que forma o material resistente ao calor para o membro de base anular esférica é inserido em duas camadas do membro de reforço para a camada externa produzido a partir da rede de fio metálico, e o membro de reforço para a camada externa com tal material resistente ao calor para a camada externa inserido nisso é pressurizado na direção no sentido da espessura do material resistente ao calor e, por meio disso, ligado por pressão ao outro, de tal modo que o material resistente ao calor para a camada externa seja densamente preenchido nas mantas da rede de fio metálico do membro de reforço para a camada externa, e o membro de reforço para a camada externa seja embutido no material resistente ao calor para a camada externa. Isto é, por meio disso, possível para formar um membro de folha de compósito plano no qual a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço para a camada externa são niveladas entre si, e o membro de reforço para a camada externa na superfície do membro de reforço daquela camada externa e a superfície do membro de folha resistente a calor para a camada externa, que são niveladas entre si, sejam expostas de uma maneira dispersa com uma razão de área de 5 a 35 %.
Na externa formada por este membro de folha de compósito, mesmo no caso em que o membro de folha de compósito é integralmente formado com a superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférica, o membro de reforço está presente de uma maneira dispersa em sua superfície externa da camada intermediária com a razão de área de 5 a 35%. Portanto, no atrito com o membro correspondente, é possível evitar que somente o membro de reforço da camada externa esteja em esfregamento local contra a superfície do membro correspondente. Como resultado, é possível impedir o dano e a aspereza da superfície do membro correspondente tanto quanto possível devido ao atrito, de modo que seja possível impedir um declínio em características de vedação. Além disso, em virtude da ação da raspagem de uma película lubrificante em excesso formada sobre a superfície do membro correspondente, o atrito é feito através da película lubrificante de uma espessura apropriada formada sobre a superfície do
11/99 membro correspondente. Portanto, é possível impedir a geração de ruído de atrito anormal tanto quanto possível.
Neste membro de folha de composite plano, em um caso em que uma rede tecida de fio metálico e uma rede trançada de fio metálico produzidas a partir de um fio metálico delgado que tem um diâmetro de fio de 0,28 a 0,32 mm são usadas como a rede de fio metálico do membro de reforço para a camada externa, um método de pressurização é adequadamente usado, no qual a pressurização, na direção no sentido da espessura do membro de folha resistente a calor, do membro de reforço para a camada externa com o membro de folha resistente a calor para a camada externa inserida nisso é efetuada, por exemplo, através da alimentação da mesma em um estreitamento entre um rolete cilíndrico que tem uma superfície periférica externa lisa e um rolete que tem uma superfície periférica externa cilíndrica com uma pluralidade de sulcos rebaixados anulares fornecidos ao longo da direção axial e, subsequentemente, através da alimentação adicional da mesma em um estreitamento entre outro par de roletes cilíndricos, cada um tendo uma superfície periférica externa cilíndrica lisa. Nesse ínterim, em um caso em que uma rede tecida de fio metálico e uma rede trançada de fio metálico produzidas a partir de um fio metálico delgado que tem um diâmetro de fio de 0,15 a 0,175 mm são usadas como a rede de fio metálico do membro de reforço para a camada externa, um método de pressurização é adequadamente usado, no qual a pressurização, na direção no sentido da espessura do membro de folha resistente a calor, do membro de reforço para a camada externa com o membro de folha resistente a calor para a camada externa inserido nisso é efetuada, por exemplo, através da alimentação da mesma em um estreitamento entre pelo menos um par de roletes cilíndricos cada um tendo uma superfície periférica externa cilíndrica lisa. Incidentalmente, ainda não tinha feita menção em relação ao fato de ser possível adotar o último método mesmo no caso em que uma rede tecida de fio metálico e uma rede trançada de fio metálico produzidas a partir de um fio metálico delgado que tem um diâmetro de fio de 0,28 a 0,32 mm são usadas como a rede de fio metálico do membro de reforço para a camada externa, e que, mutuamente, também é possível adotar o método
12/99 supramencionado mesmo no caso em que uma rede tecida de fio metálico e uma rede trançada de fio metálico produzidas a partir de um fio metálico delgado que tem um diâmetro de fio de 0,15 a 0,175 mm são usadas como a rede de fio metálico do membro de reforço para a camada externa.
No método de fabricação de um membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção, em um exemplo preferencial, a densidade α do material resistente ao calor para o membro de base anular esférica é 1,0 a 1,5 Mg/m3, preferencialmente, 1,0 a 1,2 Mg/m3, embora a densidade do material resistente ao calor para a camada externa seja 0,3 a 0,6 vezes a densidade do material resistente ao calor para o membro de base anular esférica, isto é, 0,3 a 0,9 Mg/m3, preferencialmente, 0,3 a 0,6 Mg/m3.
A aspereza da superfície do membro de folha de compósito plano obtida na etapa supracitada (c) é, em um exemplo preferencial, 5 a 30 pm, em uma média aritmética de aspereza Ra.
Na camada externa formada por este membro de folha de compósito, mesmo no caso em que o membro de folha de compósito é integralmente formado com a superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférica, o membro de reforço para a camada externa está presente de uma maneira dispersa na superfície externa da camada intermediária da camada externa com uma razão de área de 5 a 35%, e a aspereza da superfície da superfície externa da camada intermediária da camada externa é 5 a 30 pm na média aritmética de aspereza Ra. Portanto, vantagens são oferecidas como o fato de que o atrito local com a superfície do membro correspondente é evitado tanto quanto possível no atrito com a superfície do membro correspondente, impedindo assim o dano e a aspereza da superfície do membro correspondente tanto quanto possível, resultando na possibilidade de minimização da quantidade de vazamento de gás das superfícies de atrito do membro de vedação anular esférico e do membro correspondente.
No método de fabricação de um membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção, os materiais resistentes ao calor do membro de base anular esférica e a camada externa podem conter grafite expandido e pelo menos um
13/99 dentre 0,05 a 5,00 % em peso de pentóxido fosforoso e 1,0 a 16,0 % em peso de um fosfato. A composição lubrificante que é revestida sobre uma superfície do membro de folha de compósito pode ser uma dispersão aquosa que contém uma resina de politetrafluoroetileno. A composição lubrificante que é revestida sobre uma superfície do membro de folha de compósito pode ser uma dispersão aquosa na qual um pó de nitreto de boro hexagonal e um pó de óxido de boro estão dispersamente contidos em uma sol alumina na qual as partículas de alumina hidratada estão dispersamente contidas em água contendo um ácido como um meio de dispersão e que exibe uma concentração de íon de hidrogênio de 2 a 3, a dispersão aquosa contém como um conteúdo sólido de 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada. Alternativamente, a composição lubrificante que é revestida sobre uma superfície do membro de folha de compósito pode ser uma dispersão aquosa na qual um pó de nitreto de boro hexagonal e um pó de óxido de boro estão dispersamente contidos em uma sol alumina na qual a alumina hidratada está dispersamente contida em água que contém um ácido como um meio de dispersão, e que exibe uma concentração de íon de hidrogênio de 2 a 3, a dispersão aquosa é uma na qual, em um componente de composto de composição lubrificante de 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada, uma resina de politetrafluoroetileno está contida em não mais que 300 partes em peso ou não mais que 200 partes em peso, preferencialmente, 50 a 200 partes em peso ou 50 a 150 partes em peso, em relação a 100 partes em peso daquele componente de composição lubrificante como um conteúdo sólido.
O ácido que está contido na água como o meio de dispersão pode ser ácido nítrico, a alumina hidratada pode ser selecionada a partir de monohidrato de alumina tal como boemita ou diásporo, trihidrato de alumina tal como gibsita ou baierita e pseudoboemita.
VANTAGENS DA INVENÇÃO
De acordo com a invenção, é possível fornecer um membro de
14/99 vedação anular esférico que é capaz de impedir tanto quanto possível o dano e a aspereza da superfície do membro correspondente no atrito com o membro correspondente, e de impedir um declínio em características de vedação e a geração de ruído de atrito anormal, bem como um método de fabricação do mesmo.
MELHOR MODO PARA EXECUTAR A INVENÇÃO
Doravante no presente documento, será dada uma descrição mais detalhada da presente invenção e do modo para executá-la em referência às modalidades preferenciais mostradas nos desenhos. Deve ser observado que a presente invenção não se limita a estas modalidades.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 é uma vista em seção transversal vertical de um membro de vedação anular esférico que é fabricado de acordo com uma modalidade da invenção;
A Figura 2 é uma vista explicativa parcialmente ampliada do membro de vedação anular esférico mostrado na Figura 1;
A Figura 3 é um diagrama que explica um método de formação de um membro de reforço no processo de fabricação do membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção;
A Figura 4 é uma vista em perspectiva de um material resistente ao calor no processo de fabricação do membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção;
A Figura 5 é uma vista em planta que ilustra mantas de uma rede de fio metálico do membro de reforço;
A Figura 6 é uma vista em perspectiva de uma montagem sobreposta no processo de fabricação do membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção;
A Figura 7 é uma vista em planta de um membro de base tubular no processo de fabricação do membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção;
A Figura 8 é uma vista em seção transversal vertical do membro de
15/99 base tubular mostrado na Figura 7;
A Figura 9 é um diagrama que explica o processo de fabricação de um membro de folha de compósito no processo de fabricação do membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção;
A Figura 10 é uma vista em elevação frontal de um rolete que tem uma pluralidade de sulcos rebaixados anulares no processo de fabricação mostrado na Figura 9;
A Figura 11 é um diagrama explicativo que ilustra um estado no qual o material resistente ao calor é inserido no membro de reforço produzido a partir de uma rede trançada de fio metálico cilíndrica no processo de fabricação mostrado na Figura 9;
A Figura 12 é um diagrama explicativo que ilustra um estado no qual o material resistente ao calor inserido no membro de reforço é posicionado entre um rolete cilíndrico e o rolete que tem a pluralidade de sulcos rebaixados anulares no processo de fabricação mostrado na Figura 9;
A Figura 13 é um diagrama explicativo que ilustra um estado no qual o material resistente ao calor inserido no membro de reforço está sendo pressurizado entre o rolete cilíndrico e o rolete que tem a pluralidade de sulcos rebaixados anulares no processo de fabricação mostrado na Figura 9;
A Figura 14 é um diagrama explicativo que ilustra um estado após o material resistente ao calor inserido no membro de reforço ter sido pressurizado entre o rolete cilíndrico e o rolete que tem a pluralidade de sulcos rebaixados anulares no processo de fabricação mostrado na Figura 9;
A Figura 15 é um diagrama explicativo que ilustra um estado no qual o material resistente ao calor inserido no membro de reforço está sendo pressurizado por um par de roletes cilíndricos após ter sido pressurizado entre o rolete cilíndrico e o rolete que tem a pluralidade de sulcos rebaixados anulares no processo de fabricação mostrado na Figura 9;
A Figura 16 é um diagrama explicativo que ilustra o membro de folha de compósito;
16/99
A Figura 17 é um diagrama que explica outro processo de fabricação do membro de folha de compósito no processo de fabricação do membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção;
A Figura 18 é um diagrama explicativo que ilustra um estado no qual o material resistente ao calor é inserido no membro de reforço produzido a partir da rede trançada de fio metálico cilíndrica no processo de fabricação mostrado na Figura 17;
A Figura 19 é um diagrama explicativo que ilustra um estado no qual o material resistente ao calor inserido no membro de reforço é posicionado entre um par de roletes cilíndricos no processo de fabricação mostrado na Figura 17;
A Figura 20 é um diagrama explicativo que ilustra o membro de folha de compósito;
A Figura 21 é um diagrama que explica ainda um outro processo de fabricação do membro de folha de compósito no processo de fabricação do membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção;
A Figura 22 é um diagrama explicativo que ilustra um estado no qual o material resistente ao calor inserido no membro de reforço é pressurizado por um par de roletes no processo de fabricação mostrado na Figura 21;
A Figura 23 é uma imagem que mostra uma razão de uma área exposta do membro de reforço exposto sobre uma superfície de um membro de folha de compósito;
A Figura 24 é uma imagem que mostra uma razão de uma área exposta do membro de reforço exposto sobre a superfície de outro membro de folha de compósito;
A Figura 25 é uma imagem que mostra uma razão de uma área exposta do membro de reforço exposto sobre uma superfície de um membro de folha de compósito fabricado por um método de fabricação convencional de acordo com uma técnica convencional;
A Figura 26 é um diagrama explicativo que ilustra o processo de fabricação de um membro de folha de compósito de acordo com a técnica
17/99 convencional;
A Figura 27 é outro diagrama explicativo que ilustra o processo de fabricação de um membro de folha de compósito de acordo com a técnica convencional;
A Figura 28 é ainda outro diagrama explicativo que ilustra o processo de fabricação de um membro de folha de compósito de acordo com a técnica convencional;
A Figura 29 é um diagrama adicional explicativo que ilustra o processo de fabricação de um membro de folha de compósito de acordo com a técnica convencional;
A Figura 30 é um diagrama que ilustra um membro de formação de camada externa no processo de fabricação do membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção;
A Figura 31 é uma vista em planta de uma pré-forma cilíndrica no processo de fabricação do membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção;
A Figura 32 é uma vista em seção transversal vertical que ilustra um estado no qual a pré-forma cilíndrica é inserida em uma matriz no processo de fabricação do membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção;
A Figura 33 é uma vista em seção transversal vertical de uma junta esférica de tubo de exaustão com o membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção incorporada nisso;
A Figura 34 é um diagrama explicativo de um sistema de exaustão de um motor;
A Figura 35 é um diagrama explicativo de um membro de vedação anular esférico convencional; e
A Figura 36 é outro diagrama explicativo do membro de vedação anular esférico convencional.
Será dada uma descrição dos materiais constituintes de um membro de vedação anular esférico de acordo com a invenção e de um método de fabricação do
18/99 membro de vedação anular esférico.
Concernente ao Membro de Folha Resistente a Calor I
Enquanto o ácido sulfurico concentrado de uma concentração de 98% está sendo agitado, uma solução aquosa a 60% de peróxido de hidrogênio é adicionada a isto como um agente oxidante e esta solução é usada como uma solução de reação. Esta solução de reação é resfriada e mantida a uma temperatura de 10°C, um pó de grafite em flocos natural com um tamanho de partícula de 30 a 80 meshes é adicionado a isto, e permitiu-se que a reação ocorresse por 30 minutos. Após a reação, um pó de grafite acidificado submetido à filtração por sucção é separado, e uma operação de limpeza é repetida duas vezes na qual o pó de grafite acidificado é agitado em água por 10 minutos e é, então, submetido à filtração por sucção, por meio disso, removendo suficientemente o conteúdo de ácido sulfurico do pó de grafite acidificado. Então, o pó de grafite acidificado com o conteúdo de ácido sulfurico suficientemente removido é secado por 3 horas em uma fornalha de secagem mantida a uma temperatura de 110°C, e isto é usado como um pó de grafite acidificado.
O pó de grafite acidificado supracitado é submetido ao tratamento como calor (expansão) por 1 a 10 segundos a uma temperatura de 950 a 1200°C para gerar gases de pirólise, para formar assim as partículas de grafite expandido (fator de expansão: 240 a 300 vezes) expandidas por vãos de expansão entre as camadas de grafite pela pressão do gás. Uma folha de grafite expandido com uma espessura desejada é fabricada através da formação por cilindro destas partículas de grafite expandido alimentando-as em um aparelho com rolete duplo com seu estreitamento de cilindro ajustado para um estreitamento desejado e esta folha de grafite expandido é usada como um membro de folha resistente a calor I.
Concernente aos Membros de Folha Resistente a Calor II e III
Durante a agitação do pó de grafite acidificado supramencionado, uma solução na qual pelo menos um dentre um ácido ortofosfórico aquoso com uma concentração de 84% como um ácido fosfórico e um fosfato primário de alumínio aquoso com uma concentração de 50% conforme um fosfato é diluído pelo metanol é
19/99 composta do material de grafite acidificado por aspersão, e é agitada uniformemente para preparar uma mistura molhada. Esta mistura molhada é secada por 2 horas na fornalha de secagem mantida a uma temperatura de 120°C. Então, esta mistura seca é submetida ao tratamento com calor (expansão) por 1 a 10 segundos a uma temperatura de 950 a 1200°C para gerar gases de pirólise, para formar assim partículas de grafite expandido (fator de expansão: 240 a 300 vezes) expandidas por vãos de expansão entre camadas de grafite pela pressão do gás. Neste processo de tratamento por expansão, o ácido ortofosfórico dentre os componentes é submetido à reação de desidratação para gerar pentóxido fosforoso, enquanto, como para o fosfato primário de alumínio, a água em sua fórmula estrutural é dessorvida. Uma folha de grafite expandido com uma espessura desejada é fabricada através da formação por cilindro destas partículas de grafite expandido alimentado-as em um aparelho com rolete duplo com seu estreitamento de cilindro ajustado para um estreitamento desejado, e estas folhas de grafite expandido são respectivamente usadas como membros de folha resistente a calor II e III.
0,05 a 5,0 % em peso de pentóxido fosforoso ou 1 a 16 % em peso de fosfato primário de alumínio estão contidos no membro de folha resistente a calor II fabricado dessa forma, enquanto 0,05 a 5,00 % em peso de pentóxido fosforoso e 1 a 16 % em peso de fosfato primário de alumínio estão contidos no membro de folha resistente a calor III. O grafite expandido que contém pelo menos um dentre ácido fosfórico e o fosfato permite o uso, por exemplo, a 500°C ou em uma faixa de alta temperatura que excede 500° C, tendo em vista que a resistência ao calor do próprio grafite expandido é aperfeiçoada e a ação de inibição de oxidação é conferida a isto. No presente contexto, como o ácido fosfórico, é possível usar, além do ácido ortofosfórico, ácido metafosfórico, ácido polifosfórico, ácido polimetafosfórico e similares. Como o fosfato, é possível usar, além do fosfato primário de alumínio, fosfato primário de lítio, fosfato secundário de lítio, fosfato primário de cálcio, fosfato secundário de cálcio, fosfato secundário de alumínio e similares.
Nos materiais resistentes ao calor I, II e III descritos acima, como os materiais resistentes ao calor I, II e III que são usados para um membro de base
20/99 anular esférica, os materiais resistentes ao calor que têm uma densidade de 1,0 a 1,5 Mg/m3, preferencialmente, 1,0 a 1,2 Mg/m3, no instante da fabricação do membro de vedação anular esférico são adequadamente usados. Nesse ínterim, como os materiais resistentes ao calor I, II e III que são usados para uma camada externa, os materiais resistentes ao calor que têm uma densidade de 0,3 a 0,6 vezes a densidade dos materiais resistentes ao calor I, II e III usados para o membro de base anular esférica supramencionado no instante da fabricação do membro de vedação anular esférico, isto é, 0,3 a 0,9 Mg/m3, preferencialmente, 0,3 a 0,6 Mg/m3, são adequadamente usados.
Concernente ao Membro de Reforço
Como um membro de reforço, uma rede tecida de fio metálico ou uma rede trançada de fio é usada, a qual é formada por tecelagem ou entrelaçamento através do uso de um ou mais fios metálicos delgados incluindo, como um fio à base de ferro, um fio de aço inoxidável feito de tais aços inoxidáveis austeníticos SUS 304, SUS 310S e SUS 316, um aço inoxidável ferrítico SUS 430, um fio de ferro (JIS G 3532) ou um fio de ferro galvanizado (JIS G 3547), ou, como um fio à base de cobre, um fio de liga de cobre-níquel (cuproníquel), um fio de liga de cobreníquel-zinco (prata de níquel), um fio de latão, ou um fio de cobre de berílio.
Como para o fio metálico delgado para formação da rede de fio metálico, um fio metálico delgado cujo diâmetro de fio está na faixa de 0,15 a 0,32 mm, especificamente, fios metálicos delgados cujos diâmetros de fio são 0,15, 0,175, 0,28 e 0,32 mm, são adequadamente usados. Como para a rede de fio metálico como o membro de reforço para o membro de base anular esférica, um fio metálico delgado que tem um diâmetro de fio do lado limite superior da faixa supracitada, por exemplo, 0,28 a 0,32 mm, é adequadamente usado. Em termos do tamanho da manta de uma rede tecida de fio metálico ou uma rede trançada de fio metálico formada pelo fio metálico delgado daquele diâmetro de fio, uma rede de fio metálico com um comprimento de manta vertical de 4 a 6 mm ou aproximadamente e um comprimento de manta horizontal de 3 a 5 mm ou aproximadamente in Figura 5 que ilustra a rede trançada de fio metálico é adequadamente usada. Além disso,
21/99 como para a rede de fio metálico como o membro de reforço para uma camada externa, uma rede tecida de fio metálico ou uma rede trançada de fio metálico produzida a partir de um fio metálico delgado de 0,28 a 0,32 mm, cujo diâmetro de fio é o mesmo diâmetro do diâmetro de fio do fio metálico delgado para formar a rede de fio metálico como o membro de reforço para o membro de base anular esférica, ou um fio metálico delgado que tem um diâmetro de fio do lado limite inferior da faixa supracitada, por exemplo, 0,15 a 0,175 mm, é adequadamente usado. Em termos do tamanho da manta de uma rede tecida de fio metálico ou uma rede trançada de fio metálico formada pelo fio metálico delgado daquele diâmetro de fio, uma rede de fio metálico com um comprimento de manta vertical de 2,5 a 3,5 mm e um comprimento de manta horizontal de 1,5 a 2,5 mm na Figura 5 que ilustra a rede trançada de fio metálico é adequadamente usado.
Concernente à Composição Lubrificante
Uma composição lubrificante para formar uma camada de revestimento (camada deslizante) é usada na forma de (1) uma dispersão aquosa na qual uma composto de composição lubrificante de um pó de resina de politetrafluoroetileno (doravante abreviado como “PTFE”) é contido como um conteúdo sólido; (2) uma dispersão aquosa na qual um pó de nitreto de boro hexagonal e um pó de óxido de boro são dispersamente contidos em sol alumina no qual as partículas de alumina hidratada são dispersas em água que contém um ácido como um meio de dispersão e que exibe uma concentração de íon de hidrogênio de 2 a 3, uma dispersão aquosa que contém como um conteúdo sólido uma composto de composição lubrificante de 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada; ou (3) uma dispersão aquosa que contém como um conteúdo sólido uma composição lubrificante na qual, no composto de composição lubrificante de 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada, o PTFE é dispersamente contido por não mais que 300 partes em peso ou não mais que 200 partes em peso, preferencialmente, 50 a 200 partes em peso ou 50 a 150 partes em peso em relação a 100 partes em peso daquela
22/99 composição lubrificante.
Na composição lubrificante (2) supracitada, o nitreto de boro hexagonal exibe excelente lubricidade particularmente em uma faixa de alta temperatura e é responsável por 70 a 85 % em peso como um componente principal. O óxido de boro, per se, dentre os componentes não exibe lubricidade, mas estando contido no nitreto de boro hexagonal que constitui o componente principal, o óxido de boro revela uma lubricidade inerente no nitreto de boro hexagonal e contribui para a redução de atrito particularmente em uma faixa de alta temperatura. Adicionalmente, sua quantidade de composto é 0,1 a 10 % em peso, preferencialmente, 3 a 5 % em peso. Além disso, a alumina hidratada, per se, dentre os componentes não exibe lubricidade, mas estando composta com o nitreto de boro hexagonal e o óxido de boro supracitados, a alumina hidratada aprimora a aderência da composição lubrificante sobre o material resistente ao calor superfície e demonstra um efeito na formação de uma camada de revestimento firme e exibe a função de revelar a lubricidade do nitreto de boro hexagonal, promovendo o deslizamento entre as camadas de cristais de placa do nitreto de boro hexagonal. Adicionalmente, a quantidade de composto de alumina hidratada é preferencialmente 5 a 20 % em peso, mais preferencialmente, 7 a 15 % em peso. Se o teor de alumina hidratada for menor que 5 % em peso, não há efeito sobre o aperfeiçoamento da aderência descrita acima da composição lubrificante e se estiver contido em excesso de 20 % em peso, a dispersão aquosa durante a fabricação se torna excessivamente viscosa, o que agrava a operação de aderência do revestimento de rolete, revestimento por escova ou similares.
Além disso, na composição lubrificante (3), o próprio PTFE, que está contido no composto de composição lubrificante de 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada, possui baixas propriedades de atrito e por estar contido na composição lubrificante, o PTFE aperfeiçoa as baixas propriedades de atrito daquela composição lubrificante, melhora as baixas propriedades de atrito da camada de revestimento (camada deslizante) constituída daquela composição lubrificante, não
23/99 causa um fenômeno de pegajosidade/deslizamento no atrito com o membro correspondente é capaz, por meio disso, de evitar tanto quanto possível a geração de ruído de atrito anormal atribuível ao fenômeno de pegajosidade/deslizamento e exibe a ação de acentuação da ductilidade da formação de composição lubrificante. Como resultado, é possível formar uma camada de película de revestimento.
No sol alumina, o ácido que está contido em água que serve como um meio de dispersão atua como defloculante para estabilizar sol alumina. Como o ácido, é possível citar como exemplos preferenciais ácidos inorgânicos tais como cloridrato de ácido, ácido nítrico, ácido sulfurico e ácido amidossulfurico, mas o ácido nítrico é particularmente preferencial. Adicionalmente, como o sol alumina, um que exiba uma concentração de íon de hidrogênio (pH) de 2 a 3 é recomendado. Se a concentração de íon de hidrogênio for menor que 2, o próprio sol alumina se torna instável e se a concentração de íon de hidrogênio exceder 3, a viscosidade do sol alumina se torna alta e o sol alumina fica propenso à coagulação e se torna instável.
A alumina hidratada no sol alumina é um composto que é expresso por uma fórmula composicional AhChnFhO (na fórmula composicional, 0 < n < 3). Nesta fórmula composicional, n é um número que está normalmente em excesso de 0 e menos que 3, preferencialmente, 0,5 a 2, mais preferencialmente, 0,7 a 1,5 ou aproximadamente. Como a alumina hidratada, é possível citar monohidrato de alumina (óxido de hidróxido de alumínio) tal como boemita (ΑΙ2Ο3Ή2Ο) e diásporo (ΑΙ2Ο3Ή2Ο), trihidrato de alumina tal como gibsita (AI2O33H2O) e baierita (A12Ü3-3H2O), pseudoboemita, e similares.
A seguir, referindo-se aos desenhos, será dada uma descrição do método de fabricação do membro de vedação anular esférico composto dos materiais constituintes descritos acima.
(Primeiro Processo) Conforme mostrado na Figura 3, uma rede de fio metálico em formato de correia 4 com uma largura pré-determinada D é fabricada pela passagem em um estreitamento entre roletes 2 e 3 de uma rede trançada de fio metálico cilíndrico 1 formada pelo entrelaçamento de fios metálicos delgados com
24/99 um diâmetro de fio de 0,15 a 0,32 mm, preferencialmente, de 0,28 a 0,32 mm, formando um formato cilíndrico e com um tamanho de malha de 4 a 6 mm ou aproximadamente (vertical) e 3 a 5 mm ou aproximadamente (horizontal) (vide Figura 5). A rede de fio metálico em formato de correia 4 é cortada em um comprimento pré-determinado L, preparando assim um membro de reforço 5 para o membro de base anular esférica.
(Segundo Processo) Conforme mostrado na Figura 4, um material resistente ao calor (constituído de um dos materiais resistentes ao calor I, II e III) 6 para o membro de base anular esférica é preparado, o qual tem uma densidade de 1,0 a 1,5 Mg/m3, preferencialmente, de 1,0 a 1,2 Mg/m3, tal como uma largura d de 1,10 x D a 2,10 x D em relação à largura D do membro de reforço 5 supracitado e um comprimento 1 de 1,30 x La 2,70 x L em relação ao comprimento L do membro de reforço 5 supracitado.
(Terceiro de Processo) Uma montagem sobreposta 12, na qual o material resistente ao calor 6 e o membro de reforço 5 são sobrepostos no topo um do outro, é obtida da seguinte forma: Para assegurar que o material resistente ao calor 6 está completamente exposto pelo menos em uma face de extremidade anular de lado de diâmetro grande 35 que é uma face de extremidade anular em um lado da extremidade axial de uma superfície externa esférica parcialmente convexa 34 (vida Figura 2) em um membro de vedação anular esférico 39 (vide Figura 1) que será descrito posteriormente, conforme mostrado na Figura 6, o material resistente ao calor 6 é feito para se projetar na direção no sentido da largura em 0,1 x D a 0,8 x D, no máximo, a partir de uma extremidade no sentido da largura 7 do membro de reforço 5, que se torna a face de extremidade anular de lado de diâmetro grande 35 da superfície externa esférica parcialmente convexa 34. Ademais, a quantidade de projeção no sentido da largura, õl, do material resistente ao calor 6 a partir da extremidade 7 se torna maior que a quantidade de sua projeção no sentido da largura, Õ2, a partir da outra extremidade no sentido da largura 8 do membro de reforço 5, que se torna uma face de extremidade anular de lado de diâmetro pequeno 36 da superfície externa esférica parcialmente convexa 34. Ademais, o material
25/99 resistente ao calor 6 é feito para se projetar na direção longitudinal em 0,3 x L a
1,7 x L, no máximo, a partir de uma extremidade longitudinal 9 do membro de reforço 5. Ademais, a outra extremidade longitudinal 10 do membro de reforço 5 e uma extremidade longitudinal 11 do material resistente ao calor 6 correspondentes àquela extremidade 10 são feitas para corresponderem substancialmente uma com a outra, e as direções no sentido da largura e no sentido do comprimento do membro de reforço 5 e do material resistente ao calor 6 são feitas para corresponderem uma com a outra.
(Quarto Processo) Conforme mostrado na Figura 7, a montagem sobreposta 12 é convoluta espiralmente com o material resistente ao calor 6 colocado no lado interno, de tal modo que o material resistente ao calor 6 seja convoluto em uma volta a mais, formando assim um membro de base tubular 13 no qual o material resistente ao calor 6 é exposto tanto no lado periférico interno quanto no lado periférico externo. Como o material resistente ao calor 6, um é preparado em avanço com um comprimento 1 de 1,30 x L a 2,70 x L em relação ao comprimento L do membro de reforço 5 de modo que o número de voltas de enrolamento do material resistente ao calor 6 no membro de base tubular 13 se torna maior que o número de voltas de enrolamento do membro de reforço 5. No membro de base tubular 13, conforme mostrado na Figura 8, o material resistente ao calor 6 em seu lado de extremidade no sentido da largura se projeta na direção no sentido da largura por õl a partir de uma extremidade 7 do membro de reforço 5 e o material resistente ao calor 6 em seu outro lado da extremidade no sentido da largura se projeta na direção no sentido da largura por δ2 a partir da outra extremidade 8 do membro de reforço 5.
(Quinto Processo) Um material resistente ao calor 14 (um dos materiais resistentes ao calor I, II e III) para a camada externa é separadamente preparado com uma densidade de 0,3 a 0,9 Mg/m3, preferencialmente, 0,3 a 0,6 Mg/m3.
(Sexto Processo) < Primeiro Método > O material resistente ao calor 14 para a camada
26/99 externa é continuamente inserido (vide Figura 9) em um membro de reforço 15 para a camada externa constituída de uma rede trançada de fio metálico cilíndrico (o tamanho da malha da rede trançada de fio metálico é 2,5 a 3,5 mm (vertical) e 1,5 a
2,5 mm (horizontal)) obtida por entrelaçamento contínuo de fios metálicos delgados com um diâmetro de fio de 0,15 a 0,32 mm, preferencialmente, 0,15 a 0,28 mm, através de uma máquina de entrelaçamento (não mostrada). O membro de reforço 15 com o material resistente ao calor 14 inserido nele, que inicia com seu lado de extremidade de início de inserção é alimentado em um estreitamento Δ1 entre um rolete cilíndrico 16 que tem uma superfície periférica externa cilíndrica lisa e um rolete 18 (vide Figuras 9 e 10) que tem uma superfície periférica externa cilíndrica com uma pluralidade de sulcos rebaixados anulares 17 ao longo de sua direção axial e é, por meio disso, pressurizado (vide Figuras 9, 11, 12, 13 e 14) na direção no sentido da espessura do material resistente ao calor 14. O membro de reforço 15 com o material resistente ao calor 14 inserido nisso é adicionalmente alimentado (vide Figuras 9 e 15) em um estreitamento Δ2 entre outro par de roletes cilíndricos 19 e 20 que tem superfícies periféricas externas cilíndricas lisas e é pressurizado pelo outro par de roletes cilíndricos 19 e 20. Dessa forma, um membro de folha de compósito plano 21 (vide Figura 16) é formado, no qual o material resistente ao calor 14 para a camada externa e o membro de reforço 15 para a camada externa são ligados por pressão entre si de tal modo que o material resistente ao calor 14 para a camada externa seja densamente preenchido nas mantas da rede de fio metálico do membro de reforço 15 para a camada externa e o membro de reforço 15 para a camada externa é embutido no material resistente ao calor 14 para a camada externa, formando assim a superfície do material resistente ao calor 14 para a camada externa e a superfície do membro de reforço 15 para a camada externa niveladas entre si e permitindo que a superfície do material resistente ao calor 14 e a superfície do membro de reforço 15 sejam expostas. Este membro de folha de compósito plano 21 é cortado em um comprimento em tal medida que possa ser enrolado em torno da superfície periférica externa do membro de base tubular 13 em uma volta.
O estreitamento Δ1 entre o rolete cilíndrico 16 e o rolete 18 que tem a
27/99 pluralidade de sulcos rebaixados anulares 17 em sua superfície periférica externa ao longo da direção axial é preferencialmente ajustado na faixa de 0,35 a 0,60 mm e o estreitamento Δ2 entre o par de roletes 19 e 20 é preferencialmente ajustado na faixa de 0,45 a 0,65 mm.
< Segundo Método > Conforme mostrado nas Figuras 17 a 20, um material resistente ao calor 14 (um dos materiais resistentes ao calor I, II, e III) para a camada externa é separadamente preparado com uma densidade de 0,3 a 0,9 Mg/m3, preferencialmente, 0,3 a 0,6 Mg/m3. O material resistente ao calor 14 para a camada externa é continuamente inserido (vide Figura 17) em um membro de reforço 15 para a camada externa constituída de uma rede trançada de fio metálico cilíndrico (o tamanho da malha da rede trançada de fio metálico é 2,5 a 3,5 mm (vertical) e 1,5 a 2,5 mm (horizontal)) obtido por entrelaçamento contínuo de fios metálicos delgados com um diâmetro de fio de 0,15 a 0.32 mm, preferencialmente, 0,15 a 0,175 mm, através de uma máquina de entrelaçamento (não mostrada). O membro de reforço 15 para a camada externa com o material resistente ao calor 14 inserido no mesmo, que inicia com seu lado de extremidade de início de inserção, é alimentado no estreitamento Δ1 entre um par de roletes cilíndricos 16a e 18a que tem superfícies periféricas externas cilíndricas lisas e, por meio disso, é pressurizado (vide Figuras 18 e 19) na direção no sentido da espessura do material resistente ao calor 14. Dessa forma, um membro de folha de compósito plano 21 (vide Figura 20) é formado, no qual o material resistente ao calor 14 para a camada externa e o membro de reforço 15 para a camada externa são ligados por pressão entre si de tal modo que o material resistente ao calor 14 para a camada externa seja densamente preenchido nas mantas da rede de fio metálico do membro de reforço 15 para a camada externa, e o membro de reforço 15 para a camada externa é embutido no material resistente ao calor 14 para a camada externa, formando assim a superfície do material resistente ao calor 14 para a camada externa e a superfície do membro de reforço 15 para a camada externa niveladas entre si e permitindo que a superfície do material resistente ao calor 14 e a superfície do membro de reforço 15 sejam expostas. Este membro de folha de compósito plano 21 é cortado em um
28/99 comprimento em tal medida que pode ser enrolado em torno da superfície periférica ·“ externa do membro de base tubular 13 em uma volta.
O estreitamento Δ1 entre o par de roletes cilíndricos 16a e 18a supracitado está preferencialmente ajustado na faixa de 0,35 a 0,60 mm. Deve ser 5 observado que, também no segundo método descrito acima, uma etapa pode ser inserida, na qual o membro de reforço 15 com o material resistente ao calor 14 inserido no mesmo [e adicionalmente alimentado (vide Figuras 9 e 15) no estreitamento Δ2 entre outro par de roletes cilíndricos 19 e 20 que tem superfícies periféricas externas cilíndricas lisas no primeiro método descrito acima.
< Terceiro Método > Conforme mostrado nas Figuras 21 a 22, um material resistente ao calor 14 (um dos materiais resistentes ao calor I, II e III) para a camada externa é separadamente preparado com uma largura d menor que a largura D do membro de reforço (rede de fio metálico em formato de correia) para a camada externa e tem uma densidade de 0,3 a 0,9 Mg/m3, preferencialmente, 0,3 a
0,6 Mg/m3, da mesma maneira que o material resistente ao calor 14 para a camada externa obtido no quinto processo descrito acima. O membro de reforço 15 para a camada externa produzido a partir de uma rede trançada de fio metálico cilíndrico formada por entrelaçamento de fios metálicos delgados com um diâmetro de fio de 0,15 a 0,32 mm, preferencialmente, 0,15 a 0,175 mm, é passado em um estreitamento entre o par de roletes cilíndricos 2 e 3 para fabricar assim a rede de fio metálico em formato de correia 4 (vide Figura 3). Esta rede de fio metálico em formato de correia 4 é cortada em avanço em tal medida que possa ser enrolada em torno da superfície periférica externa do membro de base tubular 13 em uma volta. O material resistente ao calor 14 para a camada externa é inserido na rede de fio metálico em formato de correia 4 (vide Figura 21). A rede de fio metálico em formato de correia 4 com o material resistente ao calor 14 para a camada externa inserido nisso é alimentada no estreitamento Δ1 entre um par de roletes cilíndricos 16b e 18b e é, por meio disso, pressurizado na direção no sentido da espessura do material resistente ao calor 14 para a camada externa. Dessa forma, um membro de 30 folha de compósito plano 21 (vide Figura 22) é formado, no qual, o material
29/99 resistente ao calor 14 para a camada externa e o membro de reforço 15 para a camada externa são ligados por pressão entre si de tal modo que o material resistente ao calor 14 para a camada externa seja embutido nas mantas da rede de fio metálico do membro de reforço 15 para a camada externa produzidas a partir da rede de fio metálico em formato de correia 4, formando assim a superfície do material resistente ao calor 14 para a camada externa e a superfície do membro de reforço 15 para a camada externa niveladas entre si e permitindo que a superfície do material resistente ao calor 14 para a camada externa e a superfície do membro de reforço 15 para a camada externa sejam expostas. Este membro de folha de compósito plano 21 é cortado em um comprimento em tal medida que possa ser enrolado em torno da superfície periférica externa do membro de base tubular 13 em uma volta.
O estreitamento Δ1 entre o par de roletes cilíndricos 16b e 18b supracitado está preferencialmente ajustado na faixa de 0,35 a 0,60 mm. Deve ser observado que o terceiro método pode incluir uma etapa de alimentação da rede de fio metálico em formato de correia 4 com o material resistente ao calor 14 para a camada externa inserido nisso no estreitamento Δ2 entre outro par de roletes cilíndricos 19 e 20 que tem superfícies periféricas externas cilíndricas lisas e que pressuriza as mesmas através dos roletes cilíndricos 19 e 20 no primeiro método descrito acima.
< Quarto Método (Não mostrado) > Um material resistente ao calor 14 (um dos materiais resistentes ao calor I, II e III) para a camada externa é separadamente preparado com a mesma largura que a largura D do membro de reforço (rede de fio metálico em formato de correia) para a camada externa e com uma densidade de 0,3 a 0,9 Mg/m3, preferencialmente, 0,3 a 0,6 Mg/m3, da mesma maneira que o material resistente ao calor 14 para a camada externa obtido no quinto processo descrito acima. Uma rede tecida de fio metálico plano é preparada como uma rede tecida de fio metálico que é formada através da tecelagem de fios metálicos delgados com um diâmetro de fio de 0,15 a 0,32 mm, preferencialmente, 0,15 a 0,175 mm. O membro de reforço 15 para a camada externa constituída desta rede tecida de fio metálico plano é cortado em um comprimento e largura pré
30/99 determinados, preparando assim dois membros de reforço 15. O material resistente ao calor 14 supracitado para a camada externa é inserido (colocado) entre os dois membros de reforço 15 para a camada externa e uma montagem do mesmo é alimentada em um estreitamento entre um par de roletes cilíndricos e é, por meio disso, pressurizada na direção no sentido da espessura do material resistente ao calor
14. Dessa forma, um membro de folha de compósito plano 21 é formado, no qual o material resistente ao calor 14 para a camada externa e o membro de reforço 15 para a camada externa são ligados por pressão entre si de tal modo que o material resistente ao calor 14 para a camada externa seja densamente preenchido nas mantas da rede de fio metálico do membro de reforço 15 para a camada externa produzidas a partir da rede tecida de fio metálico plano, e o membro de reforço 15 para a camada externa seja embutido no material resistente ao calor 14 para a camada externa, formando assim a superfície do material resistente ao calor 14 para a camada externa e a superfície do membro de reforço 15 para a camada externa niveladas entre si e permitindo que a superfície do material resistente ao calor 14 para a camada externa e a superfície do membro de reforço 15 para a camada externa sejam expostas. Este membro de folha de compósito plano 21 é cortado em um comprimento em tal medida que possa ser enrolado em torno da superfície periférica externa do membro de base tubular 13 em uma volta.
O estreitamento entre o par de roletes cilíndricos supracitado é preferencialmente ajustado na faixa de 0,35 a 0,60 mm. Deve ser observado que o quarto método descrito acima pode incluir uma etapa de alimentação da montagem sobreposta do material resistente ao calor 14 para a camada externa e dos dois membros de reforço 15 para a camada externa no estreitamento Δ2 entre outro par de roletes cilíndricos 19 e 20 que tem superfícies periféricas externas cilíndricas lisas através dos roletes cilíndricos 19 e 20 no primeiro método descrito acima.
Em uma superfície 51 do membro de folha de compósito plano 21 obtida em um dentre o primeiro, segundo, terceiro e quarto métodos, a razão da área de uma superfície 41 do membro de reforço 15 para a camada externa, que é exposta junto com uma superfície 52 do material resistente ao calor 14 para a
31/99 camada externa, é preferencialmente 5 a 35 % da área de uma superfície 51 do membro de folha de composite 21. Adicionalmente, a aspereza da superfície da uma superfície 51 do membro de folha de composite plano 21 que tem a superfície 41 do membro de reforço 15 para a camada externa, que é exposta junto com a superfície 52 do material resistente ao calor 14 para a camada externa, é preferencialmente 5 a 30 pm em termos da média aritmética de aspereza Ra.
No membro de folha de composite 21, o retorno de cada um dos membros de reforço 15 para a camada externa é pequeno após small serem respectivamente pressurizados pelo rolete cilíndrico 16 e pelo rolete 18 que tem a pluralidade de sulcos rebaixados anulares 17 sem sua superfície periférica externa ao longo da direção axial e adicionalmente pelo par de roletes cilíndricos 19 e 20 (o primeiro método descrito acima, ou pelo par de roletes cilíndricos 16a e 18a que tem superfícies periféricas externas cilíndricas lisas e, em alguns casos, adicionalmente pelo de roletes cilíndricos 19 e 20 (o segundo método descrito acima), ou através dos terceiro e quarto métodos descritos acima. Nesse ínterim, a densidade do material resistente ao calor 14 para a camada externa é baixa com uma densidade de 0,3 a 0,9 Mg/m3 (0,3 a 0,6 vezes a densidade do material resistente ao calor 6 para o membro de base anular esférica). Por estas razões, através do processo de pressurização na direção no sentido da espessura do material resistente ao calor 14, o material resistente ao calor 14 para a camada externa e o membro de reforço 15 para a camada externa são ligados por pressão entre si de tal modo que o material resistente ao calor 14 para a camada externa seja densamente preenchido sem vãos nas mantas da rede de fio metálico do membro de reforço 15 para a camada externa e o membro de reforço 15 para a camada externa seja embutido no material resistente ao calor 14 da camada externa. Como a superfície 41 do membro de reforço 15 é exposta junto com a superfície 52 do material resistente ao calor 14 na uma superfície 51 do membro de folha de composite 21, a razão da área de ocupação da superfície 41 do membro de reforço 15 em uma superfície externa da camada intermediária 42 (vide Figuras 1 e 2) de uma camada externa 38 do membro de vedação anular esférico final 39 se torna 5 a 35 %.
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Além disso, a aspereza da superfície do membro de folha de compósito 21, na qual a superfície 41 do membro de reforço 15 é exposta com uma razão de área de 5 a 35 % junto com a superfície 52 do material resistente ao calor 14 da uma superfície 51 do membro de folha de compósito 21 é 5 a 30 pm em termos da média aritmética de aspereza Ra.
Será dada uma descrição dos resultados da medição imagem da razão da superfície da superfície 41 exposta do membro de reforço 15 para a camada externa exposta sobre a uma superfície 51 do membro de folha de compósito 21, bem como os resultados, nos quais a aspereza da superfície da uma superfície 51 do membro de folha de compósito 21 onde a superfície 41 do membro de reforço 15 para a camada externa foi exposta, foram medidos em termos da média aritmética de aspereza Ra.
Uma rede trançada de fio metálico cilíndrico que tem um tamanho de malha de 3,5 mm (vertical) e 1,5 mm (horizontal) foi fabricada através do uso de um fio SUS 304 com um diâmetro de fio de 0,15 mm e através do uso de um fio SUS 304 com um diâmetro de fio de 0,28 mm e a outra rede trançada de fio metálico cilíndrico que tem um tamanho de malha de 3,5 mm (vertical) e 1,5 mm (horizontal) foi fabricada através do uso de um fio SUS 304 com um diâmetro de fio de 0,15 mm e através do uso de um fio SUS 304 com um diâmetro de fio de 0,28 mm. Um membro de folha resistente a calor 14 constituído de grafite expandido e que tem uma densidade de 0,3 Mg/m3 e uma espessura de 1,5 mm foi inserido em um membro de reforço 15 para a camada externa produzido a partir de cada uma destas redes trançadas de fio metálico cilíndrico, e o membro de folha de compósitos 21 foram fabricados através do ajuste do estreitamento Δ1 entre o rolete cilíndrico 16 e o rolete 18 que tem a pluralidade de sulcos rebaixados anulares 17 em sua superfície periférica externa ao longo da direção axial para 0,40 mm, e através do ajuste do estreitamento Δ2 entre o par de roletes cilíndricos 19 e 20 para 0,45 mm. Em relação a estes membros de folha de compósito 21, a razão de área da superfície 41 do membro de reforço 15 que é exposta junto com a superfície 52 do material resistente ao calor 14 sobre a superfície 51 do membro de folha de compósito 21 foi
33/99 submetida à medição de imagem através do uso da câmera de medição de imagem CV-3000 produzida por Keyence Corporation. Além disso, como para a média aritmética de aspereza Ra da uma superfície 51 do membro de folha de compósito 21 onde a superfície 41 do membro de reforço 15 foi exposta, as medições foram adotas a partir da aspereza da superfície de 60 pontos na direção no sentido da largura e na direção no sentido do comprimento do membro de folha de compósito 21, e a aspereza da superfície é, mostrada por seus valores médios.
A Figura 23 é uma fotografia da medição de imagem do membro de folha de compósito 21 fabricado através do uso da rede trançada de fio metálico cilíndrico fabricada através do uso do fio metálico delgado SUS 304 com o diâmetro de fio de 0,15 mm e que tem o tamanho de malha de 3,5 mm (vertical) e 1,5 mm (horizontal), e o membro de folha resistente a calor 14 constituído de grafite expandido e que tem a densidade de 0,3 Mg/m3 e a espessura de 1,5 mm. A razão da área exposta da superfície 41 do membro de reforço 15 para a camada externa foi de 26,528%. Nesse ínterim, a média aritmética de aspereza Ra da superfície 51 do membro de folha de compósito 21 fio de 8,34 pm.
A Figura 24 é uma fotografia medição de imagem do membro de folha de compósito 21 fabricado através do uso da rede trançada de fio metálico cilíndrico fabricada através do uso do fio metálico delgado SUS 304 com o diâmetro de fio de 0,28 mm e que tem o tamanho de malha de 3,5 mm (vertical) e 1,5 mm (horizontal) e o membro de folha resistente a calor 14 constituído de grafite expandido e que tem a densidade de 0,3 Mg/m3 e a espessura de 1,5 mm. A razão da área exposta da superfície 41 do membro de reforço 15 para a camada externa foi de 23,212%. Nesse ínterim, a média aritmética de aspereza Ra da superfície 51 do membro de folha de compósito 21 foi de 10,82 pm.
No caso em que o membro de folha resistente a calor 14 para a camada externa que tem uma densidade de 0,3 a 0,9 Mg/m3 e uma espessura de 1,30 a 1,50 mm foi usado e o membro de reforço 15 para a camada externa fabricado através do uso de fios metálicos delgados com a diâmetro de fio de 0,15 a 0,28 mm foi usado, a razão da área exposta do membro de reforço 15 sobre a uma superfície
34/99 do membro de folha de compósito 21 pode ser apropriadamente ajustada em uma faixa da razão de área de 5 a 35% através da seleção apropriada do estreitamento Δ1 entre o rolete cilíndrico 16 e o rolete 18 que tem a pluralidade de sulcos rebaixados anulares 17 em sua superfície periférica externa ao longo da direção axial na faixa de 0,35 a 0,60 mm e através do ajuste do estreitamento Δ2 entre o par de roletes cilíndricos 19 e 20 na faixa de 0,45 a 0,65 mm.
Além disso, no caso em que o membro de folha resistente a calor 14 para a camada externa que tem uma densidade de 0,3 a 0,9 Mg/m3 e uma espessura de 1,30 a 1,50 mm foi usado e o membro de reforço 15 para a camada externa fabricado através do uso de fios metálicos delgados com um diâmetro de fio de 0,15 a 0,175 mm foi usado, a razão da área exposta do membro de reforço 15 sobre a uma superfície 51 do membro de folha de compósito 21 pode ser apropriadamente ajustada em uma faixa de razão de área de 5 a 35 % através da seleção apropriada do estreitamento Δ1 entre o par de roletes cilíndricos 16a e 18a na faixa de 0,35 a 0,60 mm.
Deve ser observado que a Figura 25 é uma fotografia medição de imagem de um membro de folha de compósito 21a fabricado pelo método descrito no documento de patente 3 descrito acima que é uma técnica convencional. O método de fabricação deste membro de folha de compósito 21a será descrito com referência às Figuras 26 a 29. A saber, através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico com um diâmetro de fio de 0,28 mm, uma rede trançada de fio metálico cilíndrico cujo tamanho de malha era 4 mm (vertical) e 3 mm (horizontal) foi fabricada e foi passada entre o par de roletes 2 e 3 para formar uma rede de fio metálico em formato de correia 4 (vide Figura 3). A rede de fio metálico formada dessa forma foi usada como o membro de reforço 5 para a camada externa. Um material resistente ao calor que contém 0,7 % em peso de pentóxido fosforoso, 4,0 % em peso de fosfato primário de alumínio e grafite expandido, e que tem uma densidade de 1,12 Mg/m3 e uma espessura de 0,4 mm foi usado como o material resistente ao calor 6 para a camada externa.
Após uma rede trançada de fio metálico cilíndrico similar ao membro
35/99 de reforço 5 supracitado ser separadamente fabricada, uma rede de fio metálico em formato de correia 4 fabricada através da passagem desta rede trançada de fio metálico cilíndrico entre os roletes 2 e 3 foi preparada, e a material resistente ao calor 6 para a camada externa foi inserida na rede de fio metálico em formato de correia 4 (vide Figuras 21 e 26). Uma montagem da mesma foi passada entre o par de roletes cilíndricos 19 e 20 com a finalidade de ser integrada (vide Figuras 26, 27 e 28), fabricando assim o membro de folha de compósito plano 21a no qual a superfície do material resistente ao calor 6 e a superfície do membro de reforço 5 foram expostas (vide Figura 29). A razão de área de exposição de uma superfície 41a do membro de reforço 5 em uma superfície 51a do membro de folha de compósito 21a foi de 43,339%, e a média aritmética de aspereza Ra da superfície 51a do membro de folha de compósito 21a foi de 71,18 pm.
(Sétimo Processo) Como a composição lubrificante, um dos seguintes é preparado: (1) uma dispersão aquosa na qual 60 % em peso de um composto de composição lubrificante de um pó de PTFE está contido como um conteúdo sólido; (2) uma dispersão aquosa na qual um pó de nitreto de boro hexagonal e um pó de óxido de boro estão dispersamente contidos em um sol alumina no qual as partículas de alumina hidratada estão dispersamente contidas em água que contém um ácido como um meio de dispersão, e que exibe uma concentração de íon de hidrogênio (pH) de 2 a 3, sendo que a dispersão aquosa contém como um conteúdo sólido 30 % em peso de um composto de composição lubrificante de 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1 a 10 % em peso de óxido de boro e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada; e (3) uma dispersão aquosa que contém como um conteúdo sólido uma composição lubrificante na qual, no componente de composto de composição lubrificante supracitado, 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1 a 10 % em peso de óxido de boro e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada, um pó de PTFE está dispersamente contido em não mais que 300 partes em peso ou não mais que 200 partes em peso, preferencialmente, 50 a 200 partes em peso ou 50 a 150 partes em peso, em relação a 100 partes em peso do componente de composição lubrificante.
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Uma dispersão aquosa (60 % em peso de PTFE e 40% em peso de água), na qual 60 % em peso da composição lubrificante de (1) acima, isto é, uma composição lubrificante constituída de um pó de PTFE estava dispersamente contida como um conteúdo sólido, foi aplicada por revestimento por escova à superfície 51 do membro de folha de compósito 21 fabricada pelo primeiro, segundo, terceiro ou quarto método descrito acima e, então, permitiu-se a secagem, formando assim um membro de formação de camada externa 23 (vide Figura 30) no qual uma camada de revestimento 22 constituída da composição lubrificante foi formada.
Alternativamente, uma dispersão aquosa (35 a 42,5 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,05 a 5 % em peso de óxido de boro, 2,5 a 10 % em peso de alumina hidratada e 70 % em peso de água) na qual 30 % em peso da composição lubrificante de (2) acima, isto é, um composto de composição lubrificante de 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada estava dispersamente contida como um conteúdo sólido, foi aplicada por revestimento por escova à superfície 51 do membro de folha de compósito 21 e, então, permitiu-se a secagem, formando assim o membro de formação de camada externa 23 no qual a camada de revestimento 22 constituída da composição lubrificante foi formada.
Ainda alternativamente, uma dispersão aquosa na qual 35 a 50 % em peso da composição lubrificante de (3) acima, isto é, um composto de composição lubrificante de 17,5 a 56,7 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,025 a 6,7 % em peso de óxido de boro, 1,25 a 13,3 % em peso de alumina hidratada e 33,3 a 75 % em peso de PTFE estava dispersamente contida como um conteúdo sólido, foi aplicada por revestimento por escova à superfície 51 do membro de folha de compósito 21, e, então, permitiu-se a secagem, formando assim o membro de formação de camada externa 23 no qual a camada de revestimento 22 constituída da composição lubrificante foi formada.
Nas composições lubrificantes (2) e (3) descritas acima, como a alumina hidratada, pelo menos um dos seguintes é usado: monohidrato de alumina (óxido de hidróxido de alumínio) tal como boemita (ΑΙ2Ο3Ή2Ο) e diásporo
37/99 (ΑΙ2Ο3Ή2Ο), trihidrato de alumina tal como gibsita (AI2O33H2O) e baierita (AI2O3 3H2O), pseudoboemita e similares.
(Oitavo Processo) O membro de formação de camada externa 23 obtido dessa forma é enrolado em torno da superfície periférica externa do membro de base tubular 13 com a camada de revestimento 22 colocada no lado externo, fabricando assim uma pré-forma cilíndrica 24 (vide Figura 31).
(Nono Processo) Uma matriz 31 tal como uma mostrada na Figura 32 é preparada, a qual tem em sua superfície interna uma superfície de parede interna cilíndrica 25, uma superfície esférica parcialmente convexa 26 que continua a partir da superfície de parede interna cilíndrica 25 e um orifício vazado 27 que continua a partir da superfície esférica parcialmente convexa 26 e na qual uma porção cilíndrica oca 29 e uma porção oca anular esférica 30 que continuam a partir daquela porção cilíndrica oca 29 são formadas no interior de um núcleo escalonado 28 inserido no orifício vazado 27. Então, a pré-forma cilíndrica 24 é ajusta sobre o núcleo escalonado 28 do matriz 31.
A pré-forma cilíndrica 24 disposta na porção cilíndrica oca 29 e a porção oca anular esférica 30 da 31 são submetidas à formação por compressão sob uma pressão de 98 a 392 N/mm2 (1 a 4 tons/cm2) na direção do eixo geométrico do núcleo. Dessa forma, conforme mostrado nas Figuras 1 e 2, um membro de vedação anular esférico 39 é fabricado, o qual inclui um membro de base anular esférica 37 que tem um orifício vazado 32 em sua porção central e é definido por uma superfície interna cilíndrica 33, uma superfície esférica parcialmente convexa 34 e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno 35 e 36 da superfície esférica parcialmente convexa 34, bem como uma camada externa 38 formada integralmente sobre a superfície esférica parcialmente convexa 34 do membro de base anular esférica 37.
Através desta formação por compressão, o membro de base anular esférica 37 é construído com a finalidade de ser fornecido com integridade estrutural tendo em vista que o material resistente ao calor 6 para 0 membro de base anular esférica e o membro de reforço 5 para o membro de base anular esférica são
38/99 comprimidos e mesclados entre si. Uma superfície obversa 44 da camada externa 38 é constituída de uma superfície lisa 45 de uma camada deslizante 40 da composição lubrificante formada integral e aderentemente sobre a superfície externa da camada intermediária 42 que consiste em uma superfície 43 do material resistente ao calor 14 para a camada externa e uma superfície 41 do membro de reforço 15 para a camada externa que é nivelada com a superfície 43 do material resistente ao calor 14.
Se, no quarto processo, o membro de base tubular for formado através da convolução em espiral da montagem sobreposta 12 com o membro de reforço 5 produzido a partir da rede de fio metálico em formato de correia 4 colocada no lado interno em vez da convolução em espiral disto com o material resistente ao calor 6 colocado no lado interno, é possível fabricar o membro de vedação anular esférico 39 no qual o membro de reforço 5 produzido a partir da rede de fio metálico do membro de base anular esférica 37 é exposto sobre a superfície interna cilíndrica 33. Neste membro de vedação anular esférico 39 no qual o membro de reforço 5 produzido a partir da rede de fio metálico é exposto sobre a superfície interna cilíndrica 33, a força de ajuste no instante de ser encaixado por pressão à superfície periférica externa do tubo de exaustão se torna forte e este membro de vedação anular esférico 39 é preso de modo seguro à superfície periférica externa do tubo de exaustão.
O membro de vedação anular esférico 39 fabricado é compreendido do membro de base anular esférica 37 definido pela superfície interna cilíndrica 33, pela superfície esférica parcialmente convexa 34 e pelas faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno 35 e 36 da superfície esférica parcialmente convexa 34, bem como pela camada externa 38 formada integralmente sobre a superfície esférica parcialmente convexa 34 do membro de base anular esférica 37. O membro de base anular esférica 37 inclui o membro de reforço 5 produzido a partir de uma rede de fio metálico e do material resistente ao calor 6 que contém mantas de preenchimento de grafite expandido da rede de fio metálico do membro de reforço 5 e é comprimido de tal maneira que seja integralmente formado com o
39/99 membro de reforço 5 na forma misturada. A camada externa 38 inclui uma camada base 46 e a camada deslizante 40 da composição lubrificante formada integral e aderentemente sobre a camada base 46 na superfície externa da camada intermediária 42. A camada base 46 inclui o membro de reforço 15 produzido a partir de a rede de fio metálico e comprimido e o material resistente ao calor 14 constituído de grafite expandido, que preenche as mantas da rede de fio metálico do membro de reforço 15, e comprimido com a finalidade de ser ligado por pressão acuradamente ao membro de reforço 15 e para ter a superfície 43 nivelada com a superfície 41 do membro de reforço 15 e formar a superfície externa da camada intermediária 42 junto com a superfície 41, sendo que a camada base 46 é formada integralmente com a superfície esférica parcialmente convexa 34. Na superfície externa da camada intermediária 42 da camada base 46 formada pelo membro de reforço 15 e pelo material resistente ao calor 14 naquela camada externa 38, o membro de reforço 15 está presente de uma maneira dispersa com uma razão de área de 5 a 35%, a aspereza da superfície da superfície externa da camada intermediária 42 é formada com 5 a 30 pm na média aritmética de aspereza Ra, e a superfície obversa 44 da camada externa 38 exposta ao exterior é constituída da superfície lisa 45 da camada deslizante 40.
O membro de vedação anular esférico 39 é usado incorporado na junta esférica do tubo de exaustão mostrada na Figura 33. Ou seja, na junta esférica do tubo de exaustão mostrada na Figura 33, um flange 102 é fornecido de forma ascendente em uma superfície periférica externa de um tubo de exaustão do lado a montante 100, que é conectado a um lado do motor, deixando uma extremidade de tubo 101. O membro de vedação anular esférico 39 é ajustado sobre a extremidade de tubo 101 na superfície interna cilíndrica 33 que define o orifício vazado 32 e é assentado com sua face de extremidade anular de lado de diâmetro grande 35 em contigüidade com o flange 102. Uma porção sobressalente 203, que tem integralmente uma porção de superfície esférica côncava 201 e uma porção de flange 202 conectadas à porção de superfície esférica côncava 201, é presa em um tubo de exaustão do lado a jusante 200 que é disposto em relação face a face ao tubo de
40/99 exaustão do lado a montante 100 e é conectado a um lado do silencioso. Uma superfície interna 204 da porção de superfície esférica côncava 201 está em contato deslizável com a superfície lisa 45 da camada deslizante 40 na camada externa 38 do membro de vedação anular esférico 39.
Na junta esférica do tubo de exaustão mostrado na Figura 33, o tubo de exaustão do lado a jusante 200 é constantemente erguido resilientemente em direção ao tubo de exaustão do lado a montante 100 por meio de um par de cavilhas 300 que tem uma extremidade fixada ao flange 102 e outra extremidade disposta através da inserção na porção de flange 202 da porção sobressalente 203 e por meio de um par de molas espirais 400 disposto entre uma cabeça ampliada da cavilha 300 e a porção de flange 202. A junta esférica do tubo de exaustão é disposta de tal modo que os deslocamentos angulares relativos que ocorrem nos tubos de exaustão do lado a jusante e do lado a montante 100 e 200 seja permitidos pelo contato deslizante entre a superfície lisa 45 da camada externa 38 do membro de vedação anular esférico 39 e a superfície interna 204 da porção de superfície esférica côncava 201 da porção sobressalente 203 formada na extremidade do tubo de exaustão do lado a jusante 200.
EXEMPLOS
A seguir, será dada uma descrição detalhada da invenção com base nos exemplos. Deve ser observado que a invenção não se limita a estes exemplos.
Exemplo 1
Através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico (SUS 304) que tem um diâmetro de fio de 0,28 mm como um fio metálico delgado, uma rede trançada de fio metálico cilíndrico cujo tamanho de malha era 4 mm (vertical) e 5 mm (horizontal) foi fabricada e foi passada entre um par de roletes para formar uma rede de fio metálico em formato de correia. A rede de fio metálico formada dessa forma foi usada como o membro de reforço para o membro de base anular esférica. Como o material resistente ao calor, uma folha de grafite expandido que tem uma densidade de 1,12 Mg/m3 e uma espessura de 0,4 mm foi usada. Após o material resistente ao calor ter sido convoluto de modo espiral por uma porção de uma
41/99 circunferência, o membro de reforço para o membro de base anular esférica foi sobreposto no lado interno do material resistente ao calor e a montagem sobreposta do mesmo foi convoluta de modo espiral, preparando assim o membro de base tubular no qual o material resistente ao calor foi localizado na periferia mais externa. Neste membro de base tubular, as porções de extremidade opostas no sentido da largura do material resistente ao calor respectivamente projetadas (sobressaltadas) a partir do membro de reforço para o membro de base anular esférica na direção no sentido da largura.
Como o material resistente ao calor para a camada externa, uma folha de grafite expandido que tem uma densidade de 0,3 Mg/m3 e uma espessura de 1,35 mm foi usado. Como o membro de reforço para a camada externa, através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico (SUS 304) com um diâmetro de fio de 0,28 mm, similar àquele do membro de reforço para o membro de base anular esférica supracitado, uma rede trançada de fio metálico cilíndrico cujo tamanho de malha era
3,5 mm (vertical) e 2,5 mm (horizontal) foi continuamente entrelaçada, e o material resistente ao calor para a camada externa foi continuamente inserido no lado interno da rede trançada de fio metálico cilíndrico. O membro de reforço com o material resistente ao calor inserido no mesmo, iniciando com seu lado de extremidade de início de inserção do material resistente ao calor, foi alimentado em um estreitamento (o estreitamento Δ1 foi ajustado a 0,50 mm) entre um rolete cilíndrico e um rolete que tem uma pluralidade de sulcos rebaixados anulares sem sua superfície periférica externa ao longo da direção axial e foi, por meio disso, pressurizado na direção no sentido da espessura do material resistente ao calor. O membro de reforço com o material resistente ao calor inserido nisso foi adicionalmente alimentado em um estreitamento (o estreitamento Δ2 foi ajustado para 0,45 mm) entre outro par de roletes cilíndricos e foi, por meio disso, pressurizado. Dessa forma, um membro de folha de composite plano foi formado, no qual o material resistente ao calor para a camada externa e o membro de reforço foram ligados por pressão entre si de tal modo que o material resistente ao calor para a camada externa fosse densamente preenchido nas mantas da rede de fio
42/99 metálico do membro de reforço, e o membro de reforço fosse embutido no material resistente ao calor para a camada externa, formando assim a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço niveladas entre si e permitindo que a superfície do membro de reforço e da superfície do material resistente ao calor para a camada externa fossem expostas de uma maneira dispersa. Neste membro de folha de compósito, a razão de área de exposição da superfície do membro de reforço junto com a superfície do material resistente ao calor em uma superfície do membro de folha de compósito foi de 26,4% e a média aritmética de aspereza Ra da superfície foi de 19,3 pm.
Como uma composição lubrificante, um sol alumina foi preparado, no qual a boemita (monohidrato de alumina: ΑΙ2Ο3Ή2Ο) como alumina hidratada estava dispersamente contida em água servindo como um meio de dispersão que contém ácido nítrico atuando como um defloculante, e que exibiu uma concentração de íon de hidrogênio (pH) de 2. Uma dispersão aquosa A (24,9 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,2 % em peso de óxido de boro, 3,9 % em peso de boemita e 70 % em peso de água e ácido nítrico) foi, então, preparada com uma dispersão aquosa com um pó de nitreto de boro hexagonal e um pó de óxido de boro dispersamente contidos neste sol alumina e na qual 30 % em peso de uma composição lubrificante que contém 83 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 4 % em peso de óxido de boro e 13 % em peso de boemita foi dispersamente contida como um conteúdo sólido.
A dispersão aquosa A descrita acima foi aplicada por revestimento por escova àquela superfície do membro de folha de compósito supracitado que foi pressurizado pelo rolete supracitado que tem os sulcos rebaixados anulares, permitindo a secagem para fabricar assim um membro de formação de camada externa no qual uma camada de revestimento (83 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 4 % em peso de óxido de boro e 13 % em peso de boemita) do lubrificante sólido constituído da composição lubrificante foi formada sobre a superfície do membro de folha de compósito.
O membro de formação de camada externa descrito acima foi
43/99 enrolado em torno da superfície periférica externa do membro de base tubular supracitado com a camada de revestimento colocada no lado externo, fabricando assim a pré-forma cilíndrica. Esta pré-forma cilíndrica foi ajustada sobre o núcleo escalonado da matriz mostrada na Figura 32 e foi colocada na porção oca da matriz.
A pré-forma cilíndrica disposta na porção oca da matriz foi submetida à formação por compressão sob uma pressão de 294 N/mm2 (3 tons/cm^) na direção do eixo geométrico do núcleo. Dessa forma, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreendia o membro de base anular esférica que tem o orifício vazado em sua porção central e definido pela superfície interna cilíndrica, sendo que a superfície esférica parcialmente convexa e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como a camada externa formada integralmente sobre a superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférica.
Através desta formação por compressão, o membro de base anular esférica foi construído com a finalidade de ser fornecido com integridade estrutural, tendo em vista que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférica e o membro de reforço para o membro de base anular esférica produzidos a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférica teve, dessa forma, o membro de reforço para o membro de base anular esférica produzido a partir da rede de fio metálico comprimida bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférica que era constituído de grafite expandido e que preencheu as mantas deste membro de reforço e fio comprimido de tal maneira que seja integralmente formado com este membro de reforço in forma misturada. A superfície obversa da camada externa foi formada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída da camada de revestimento da composição lubrificante que contém 83 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 4 % em peso de óxido de boro e 13% em peso de boemita e formada integral e aderentemente sobre a camada base na superfície externa da camada intermediária que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e na superfície do membro de reforço para a camada externa que estava nivelada com a
44/99 superfície do material resistente ao calor.
Exemplo 2
Através do uso dos materiais constituintes similares àqueles do Exemplo 1 descrito acima, o membro de base tubular foi fabricado da mesma maneira como no Exemplo 1. Neste membro de base tubular, as porções de extremidade opostas no sentido da largura do material resistente ao calor respectivamente são projetadas (sobressaltadas) a partir do membro de reforço na direção no sentido da largura.
Como o material resistente ao calor para a camada externa, uma folha de grafite expandido similar àquela do Exemplo 1 descrito acima foi usada. Como o membro de reforço para a camada externa, através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico (SUS 304) com um diâmetro de fio de 0,175 mm, uma rede trançada de fio metálico cilíndrico cujo tamanho de malha era de 3,5 mm (vertical) e
2,5 mm (horizontal) foi continuamente entrelaçada e o material resistente ao calor para a camada externa foi continuamente inserido no lado interno da rede trançada de fio metálico cilíndrico. Da mesma maneira como no Exemplo 1 descrito acima, o membro de reforço com o material resistente ao calor inserido nisso, iniciando com seu lado de extremidade de início de inserção do material resistente ao calor, foi alimentado em um estreitamento (o estreitamento Δ1 foi ajustado para 0,50 mm) entre o rolete cilíndrico e o rolete que tem a pluralidade de sulcos rebaixados anulares em sua superfície periférica externa ao longo da direção axial e, foi, por meio disso, pressurizado na direção no sentido da espessura do material resistente ao calor. O membro de reforço com o material resistente ao calor inserido nisso foi adicionalmente alimentado em um estreitamento (o estreitamento Δ2 foi ajustado para 0,45 mm) entre outro par de roletes cilíndricos e foi, por meio disso, pressurizado. Dessa forma, um membro de folha de compósito plano foi formado, no qual o material resistente ao calor para a camada externa e o membro de reforço foram ligados por pressão entre si de tal modo que o material resistente ao calor para a camada externa fosse densamente preenchido nas mantas da rede de fio metálico do membro de reforço e o membro de reforço fosse embutido no material
45/99 resistente ao calor para a camada externa, formando assim a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço niveladas entre si e permitindo que a superfície do membro de reforço e a superfície do material resistente ao calor para a camada externa fossem expostas em uma maneira dispersa. Neste membro de folha de compósito, a razão de área de exposição da superfície do membro de reforço junto com a superfície do material resistente ao calor sobre a uma superfície do membro de folha de compósito foi de 23,7% e a média aritmética de aspereza Ra da superfície foi de 12,6 pm.
Como uma composição lubrificante, uma dispersão aquosa A (24,9 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,2 % em peso de óxido de boro, 3,9 % em peso de boemita e 70 % em peso de água e ácido nítrico) foi usada e esta dispersão aquosa A foi aplicada por revestimento por escova àquela superfície do membro de folha de compósito supracitado que foi pressurizado pelo rolete supracitado que tem os sulcos rebaixados anulares e permitiu-se a secagem, para fabricar assim um membro de formação de camada externa no qual a camada de revestimento (83 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 4 % em peso de óxido de boro e 13 % em peso de boemita) do lubrificante sólido constituído da composição lubrificante foi formada sobre a superfície do membro de folha de compósito.
O membro de formação de camada externa descrito acima foi enrolado em torno da superfície periférica externa do membro de base tubular supracitado com a superfície da camada de revestimento colocada no lado externo, fabricando assim a pré-forma cilíndrica. Posteriormente, através da formação por compressão similar a do Exemplo 1 descrito acima, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreendia o membro de base anular esférica que tem o orifício vazado em sua porção central e definido pela superfície interna cilíndrica, sendo que a superfície esférica parcialmente convexa e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como a camada externa formada integralmente sobre a superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférica.
Através desta formação por compressão, o membro de base anular
46/99 esférica foi construído com a finalidade de ser fornecido com integridade estrutural, tendo em vista que o como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférica e o membro de reforço para o membro de base anular esférica produzidos a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférica teve, dessa forma, o membro de reforço para o membro de base anular esférica produzido a partir da rede de fio metálico comprimido bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférica que foi constituído de grafite expandido e que preencheu as mantas deste membro de reforço e foi comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com este membro de reforço em forma misturada. A superfície obversa da camada externa foi formada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída da camada de revestimento da composição lubrificante que contém 83 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 4 % em peso de óxido de boro e 13% em peso de boemita e formada integral e aderentemente sobre a camada base na superfície externa da camada intermediária que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço para a camada externa que estava nivelada com a superfície do material resistente ao calor.
Exemplo 3
Através do uso dos materiais constituintes similares àqueles do Exemplo 1 descrito acima, o membro de base tubular foi fabricado da mesma maneira como no Exemplo 1. Neste membro de base tubular, as porções de extremidade opostas no sentido da largura do material resistente ao calor respectivamente projetadas (sobressaltadas) a partir do membro de reforço na direção no sentido da largura.
Como o material resistente ao calor para a camada externa, uma folha de grafite expandido similar àquela do Exemplo 1 descrito acima foi usada. Como o membro de reforço para a camada externa, através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico (SUS 304) com um diâmetro de fio de 0,15 mm, uma rede trançada de fio metálico cilíndrico cujo tamanho de malha era de 3,5 mm (vertical) e 2,5 mm (horizontal) foi continuamente entrelaçada e o material resistente ao calor
47/99 para a camada externa foi continuamente inserido no lado interno daquela rede trançada de fio metálico cilíndrico. Da mesma maneira como no Exemplo 1 descrito acima, o membro de reforço com o material resistente ao calor inserido nisso, iniciando com seu lado de extremidade de início de inserção do material resistente ao calor, foi alimentado em um estreitamento (o estreitamento Δ1 foi ajustado para 0,50 mm) entre o rolete cilíndrico e o rolete que tem a pluralidade de sulcos rebaixados anulares em sua superfície periférica externa ao longo da direção axial e foi, por meio disso, pressurizado na direção no sentido da espessura do material resistente ao calor. O membro de reforço com o material resistente ao calor inserido nisso foi adicionalmente alimentado em um estreitamento (o estreitamento Δ2 foi ajustado para 0,45 mm) entre outro par de roletes cilíndricos e foi, por meio disso, pressurizado. Dessa forma, um membro de folha de compósito plano foi formado, no qual o material resistente ao calor para a camada externa e o membro de reforço foram ligados por pressão entre si de tal modo que o material resistente ao calor para a camada externa fosse densamente preenchido nas mantas da rede de fio metálico do membro de reforço e o membro de reforço fosse embutido no material resistente ao calor para a camada externa, formando assim a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço niveladas entre si e permitindo que a superfície do membro de reforço e a superfície do material resistente ao calor para a camada externa fossem expostas de uma maneira dispersa. Neste membro de folha de compósito, a razão de área de exposição da superfície do membro de reforço junto com a superfície do material resistente ao calor sobre uma superfície do membro de folha de compósito foi de 20,4% e a média aritmética de aspereza Ra da superfície foi de 8,34 pm.
Como uma composição lubrificante, uma dispersão aquosa A (24,9 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,2 % em peso de óxido de boro, 3.9 % em peso de boemita, e 70 % em peso de água e ácido nítrico) foi usada e esta dispersão aquosa A foi aplicada por revestimento por escova àquela superfície do membro de folha de compósito supracitado que foi pressurizado pelo rolete supracitado que tem os sulcos rebaixados anulares e permitiu-se a secagem, para fabricar assim um
48/99 membro de formação de camada externa no qual uma camada de revestimento (83 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 4 % em peso de óxido de boro, e 13 % em peso de boemita) do lubrificante sólido constituído da composição lubrificante foi formada sobre a superfície do membro de folha de compósito.
O membro de formação de camada externa descrito acima foi enrolado em torno da superfície periférica externa do membro de base tubular supracitado com a superfície da camada de revestimento colocada no lado externo, fabricando assim a pré-forma cilíndrica. Posteriormente, através da formação por compressão similar àquela do Exemplo 1 descrito acima, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreendia o membro de base anular esférica que tem o orifício vazado em sua porção central e definido pela superfície interna cilíndrica, sendo que a superfície esférica parcialmente convexa e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como a camada externa são formadas integralmente sobre a superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférica.
Através desta formação por compressão, o membro de base anular esférica foi construído com a finalidade de ser fornecido com integridade estrutural , tendo em vista que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférica e o membro de reforço para o membro de base anular esférica produzidos a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférica teve, dessa forma, o membro de reforço para o membro de base anular esférica produzido a partir da rede de fio metálico comprimido, bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférica que foi constituído de grafite expandido e que preencheu as mantas deste membro de reforço e foi comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com este membro de reforço em forma misturada. A superfície obversa da camada externa foi formada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída da camada de revestimento da composição lubrificante que contém 83 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 4 % em peso de óxido de boro, e 13 % em peso de boemita e formada integral e aderentemente sobre a camada base na superfície externa da camada intermediária
49/99 que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e na superfície do membro de reforço para a camada externa que estava nivelada com a superfície do material resistente ao calor.
Exemplo 4
Através do uso de materiais constituintes similar àqueles do Exemplo 1 descrito acima, o membro de base tubular foi fabricado da mesma maneira como no Exemplo 1. Neste membro de base tubular, as porções de extremidade opostas no sentido da largura do material resistente ao calor respectivamente são projetadas (sobressaltadas) a partir do membro de reforço na direção no sentido da largura.
Um membro de folha de compósito foi fabricado através do uso de materiais constituintes similares e de um método similar àquele do Exemplo 1 descrito acima. Neste membro de folha de compósito, a razão de área de exposição da superfície do membro de reforço junto com a superfície do material resistente ao calor sobre uma superfície do membro de folha de compósito foi de 26,2% e a média aritmética de aspereza Ra da superfície foi de 19,1 pm.
Como uma composição lubrificante, uma dispersão aquosa B (60 % em peso de PTFE e 40 % em peso de água e um agente tensoativo) foi preparada, na qual 60 % em peso de uma composição lubrificante constituída de um pó de PTFE foi dispersamente contida como um conteúdo sólido. Esta dispersão aquosa B foi aplicada por revestimento por escova àquela superfície do membro de folha de compósito supracitado que foi pressurizado pelo rolete supracitado que tem os sulcos rebaixados anulares e permitiu-se a secagem, para fabricar assim um membro de formação de camada externa no qual uma camada de revestimento (100 % em peso de PTFE) do lubrificante sólido constituída da composição lubrificante foi formada sobre a superfície do membro de folha de compósito.
O membro de formação de camada externa descrito acima foi enrolado em torno da superfície periférica externa do membro de base tubular supracitado com a superfície da camada de revestimento colocada no lado externo, fabricando assim a pré-forma cilíndrica. Posteriormente, através da formação por compressão similar àquela do Exemplo 1 descrito acima, um membro de vedação
50/99 anular esférico foi obtido, o qual compreendia o membro de base anular esférica que tem o orifício vazado em sua porção central e definido pela superfície interna cilíndrica, sendo que a superfície esférica parcialmente convexa e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como a camada externa formada integralmente sobre a superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférica.
Através desta formação por compressão, o membro de base anular esférica foi construído com a finalidade de ser fornecido com integridade estrutural, tendo em vista que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférica e o membro de reforço para o membro de base anular esférica produzidos a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférica teve, dessa forma, o membro de reforço para o membro de base anular esférica produzido a partir da rede de fio metálico comprimido bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférica que foi constituído de grafite expandido e que preencheu as mantas deste membro de reforço e foi comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com este membro de reforço em forma misturada. A superfície obversa da camada externa foi formada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída da camada de revestimento da composição lubrificante que contém 100 % em peso de PTFE e formada integral e aderentemente sobre a camada base na superfície externa da camada intermediária que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e na superfície do membro de reforço para a camada externa que estava nivelada com a superfície do material resistente ao calor.
Exemplo 5
Através do uso de materiais constituintes similares àqueles do Exemplo 1 supramencionado, o membro de base tubular foi fabricado do mesmo modo do Exemplo 1 supradescrito. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material resistente ao calor são respectivamente projetadas (sobressaltadas) a partir do membro de reforço na direção do sentido da largura.
51/99
Como o material resistente ao calor para a camada externa, uma folha de grafite expandido com uma densidade de 0,3 Mg/m3 e uma espessura de 1,35 mm, a qual era similar àquela do Exemplo 1 supradescrito, foi usada. Como o membro de reforço para a camada externa, através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico com um diâmetro de fio de 0,15 mm, o qual era similar àquele do Exemplo 3 supradescrito, uma rede de fio metálico trançado cilíndrico cujo tamanho da malha era de 3,5 mm (vertical) e 2,5 mm (horizontal) foi continuamente entrelaçado, e o material resistente ao calor para a camada externa foi continuamente inserido no lado interno daquela rede de fio metálico trançado cilíndrico. O membro de reforço com o material resistente ao calor inserido no mesmo, tendo início com seu lado de extremidade de início de inserção daquele material resistente ao calor, foi suprido em um estreitamento (o estreitamento Δ1 foi ajustado a 0,45 mm) entre um par de roletes cilíndricos que têm superfícies periféricas externas cilíndricas lisas, e foi, portanto, pressurizado na direção no sentido da espessura daquele material resistente ao calor. Desse modo, um membro de folha de compósito plano foi formado, no qual o material resistente ao calor para a camada externa e o membro de reforço foram ligados por pressão entre si de modo que o material resistente ao calor para a camada externa fosse carregado densamente nas malhas da rede de fio metálico do membro de reforço, e o membro de reforço foi incorporado naquele material resistente ao calor para a camada externa, formando, desse modo, a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço para a camada externa niveladas entre si e permitindo que a superfície daquele membro de reforço e a superfície do material resistente ao calor sejam expostas. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço juntamente com a superfície do material resistente ao calor em uma superfície do membro de folha de compósito era de 20,2%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 8,28 pm.
Como uma composição lubrificante, uma dispersão aquosa B (60 % em peso de PTFE e 40 % em peso de água e um agente ativo de superfície) similar
52/99 àquela do Exemplo 4 supradescrito foi usada. Essa dispersão aquosa B foi aplicada através de revestimento por escova a uma superfície do membro de folha de compósito supramencionado e foi submetida à secagem para fabricar, assim, um membro formador de camada externa no qual uma camada de revestimento (100 % em peso de PTFE) do lubrificante sólido constituído pela composição lubrificante foi formada na superfície daquele membro de folha de compósito.
O membro formador de camada externa supradescrito foi enrolado ao redor da superfície periférica externa do membro de base tubular supramencionado com a superfície da camada de revestimento localizada no lado externo, fabricando, dessa maneira, a pré-forma cilíndrica. Por conseguinte, através de formação por compressão similar àquele do Exemplo 1 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como a camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Através dessa formação de compressão, o membro de base anular esférico foi construído de modo que fosse dotado de integridade estrutural já que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico e o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférico, portanto, tem o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico comprimida, bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, o qual foi constituído através de grafite expandido e o qual preencheu as malhas desse membro de reforço e foi comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com esse membro de reforço de modo misturado. A superfície obversa da camada externa foi transformada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída pela camada de revestimento da composição lubrificante que contém 100 % em peso de PTFE e
53/99 formada integralmente de modo aderente na camada base na superfície intermediária da camada externa que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e na superfície do membro de reforço para a camada externa que foi nivelada com a superfície daquele material resistente ao calor.
Exemplo 6
Um membro de reforço para o membro de base anular esférico similar àquele do Exemplo 1 supradescrito foi usado. Como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, uma folha de grafite expandido que contém 4,0 % em peso de fosfato primário de alumínio e grafite expandido e que tem uma densidade de 1,12 Mg/m3 e uma espessura de 0,4 mm foi usada. Após o material resistente ao calor ter sido espiralmente convoluto através de uma porção de uma circunferência, o membro de reforço para a camada externa foi sobreposto no lado interno do material resistente ao calor, e a montagem sobreposta do mesmo foi espiralmente convoluta, preparando, desse modo, o membro de base tubular no qual o material resistente ao calor foi posicionado na periferia mais externa. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material resistente ao calor são respectivamente projetadas (sobressaltadas) a partir do membro de reforço para o membro de base anular esférico na direção do sentido da largura.
Como o material resistente ao calor para a camada externa, uma folha de grafite expandido que contém 4,0 % em peso de fosfato primário de alumínio e grafite expandido e que tem uma densidade de 0,3 Mg/m3 e uma espessura de 1,35 mm foi usada. Como o membro de reforço para a camada externa, através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico (SUS 304) com um diâmetro de fio de 0,28 mm, o qual era similar àquele do Exemplo 1 supradescrito, uma rede de fio metálico trançado cilíndrico, cujo tamanho da malha era de 3,5 mm (vertical) e 2,5 mm (horizontal), foi continuamente entrelaçada, e o material resistente ao calor para a camada externa foi continuamente inserido no lado interno daquela rede de fio metálico trançado cilíndrico. Consequentemente, em um método similar àquele do Exemplo 1 supradescrito, um membro de folha de compósito plano foi formado, no
54/99 qual a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço para a camada externa foram niveladas entre si, e a superfície daquele membro de reforço e a superfície daquele material resistente ao calor foram expostas. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto à superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 26,6%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 19,6 μηι.
Como uma composição lubrificante, a dispersão aquosa A (24,9 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,2 % em peso de óxido de boro, 3,9 % em peso de boemita, e 70 % em peso de água e ácido nítrico) usada no Exemplo 1 supradescrito e a dispersão aquosa B (60 % em peso de PTFE e 40 % em peso de água e um agente ativo de superfície) usada no Exemplo 4 supradescrito foram preparadas. Essas dispersões aquosas A e B foram misturadas a uma razão de A : B = 70 : 30, para preparar, desse modo, uma dispersão aquosa C (17,43 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,84 % em peso de óxido de boro, 2,73 % em peso de boemita, 18 % em peso de PTFE, e 61 % em peso de água, ácido nítrico, e um agente ativo de superfície) na qual 39 % em peso de uma composição lubrificante que contém 44,7 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 2,1 % em peso de óxido de boro, 7 % em peso de boemita, e 46,2 % em peso de PTFE estava dispersamente contida como um teor de sólido.
A dispersão aquosa C supradescrita foi aplicada através de revestimento por escova para uma superfície do membro de folha de compósito supramencionado e foi submetida à secagem para formar, desse modo, um membro formador de camada externa no qual uma camada de revestimento (44,7 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 2,1 % em peso de óxido de boro, 7 % em peso de boemita, e 46,2 % em peso de PTFE) do lubrificante sólido constituído por aquela composição lubrificante foi formada na superfície daquele membro de folha de compósito.
O membro formador de camada externa supradescrito foi enrolado ao redor da superfície periférica externa do membro de base tubular supramencionado
55/99 com a superfície da camada de revestimento localizada no lado externo, fabricando, desse modo, a pré-forma cilíndrica. Por conseguinte, através da formação por compressão similar àquela do Exemplo 1 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como a camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Através dessa formação de compressão, o membro de base anular esférico foi construído de modo que fosse dotado de integridade estrutural já que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico e o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférico, portanto, tem o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico comprimida, bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, o qual foi constituído de grafite expandido e o qual preencheu as malhas desse membro de reforço e foi comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com esse membro de reforço de modo misturado. A superfície obversa da camada externa foi transformada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída pela camada de revestimento da composição lubrificante que contém 44,7 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 2,1 % em peso de óxido de boro, 7 % em peso de boemita, e 46,2 % em peso de PTFE e formada integralmente de modo aderente na camada base na superfície intermediária da camada externa que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e na superfície do membro de reforço para a camada externa que foi nivelada com a superfície daquele material resistente ao calor.
Exemplo 7
Um membro de reforço para o membro de base anular esférico
56/99 similar àquele do Exemplo 1 supradescrito foi usado. Como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, uma folha de grafite expandido similar àquele do Exemplo 6 supradescrito, isto é, uma que contém 4,0 % em peso de fosfato primário de alumínio e grafite expandido e que tem uma densidade de 1,12 Mg/m3 e uma espessura de 0,4 mm, foi usada. Após o membro de folha resistente ao calor ter sido espiralmente convoluto através de uma porção de uma circunferência, o membro de reforço para a camada externa foi sobreposto no lado interno do material resistente ao calor, e a montagem sobreposta do mesmo foi espiralmente convoluta, preparando, desse modo, o membro de base tubular no qual o material resistente ao calor foi exposto na periferia mais externa. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material resistente ao calor são respectivamente projetadas (sobressaltadas) a partir do membro de reforço para o membro de base anular esférico na direção do sentido da largura.
Como o material resistente ao calor para a camada externa, uma folha de grafite expandido similar àquela do Exemplo 6 supradescrito foi usada. Como o membro de reforço para a camada externa, através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico (SUS 304) com um diâmetro de fio de 0,15 mm, o qual era similar àquele do Exemplo 3 supradescrito, uma rede de fio metálico trançado cilíndrico, cujo tamanho da malha era de 3,5 mm (vertical) e 2,5 mm (horizontal), foi continuamente entrelaçada, e o material resistente ao calor para a camada externa foi continuamente inserido no lado interno daquela rede de fio metálico trançado cilíndrico. Consequentemente, em um método similar àquele do Exemplo 5 supradescrito, um membro de folha de compósito plano foi formado, no qual a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço para a camada externa foram niveladas entre si, e a superfície daquele membro de reforço e a superfície daquele material resistente ao calor foram expostas. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto à superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 20,4%, e a média
57/99 aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 8,32 pm.
Como uma composição lubrificante, uma dispersão aquosa C similar àquela do Exemplo 6 supradescrito foi usada. A dispersão aquosa C supradescrita foi aplicada através de revestimento por escova a uma superfície do membro de folha de compósito supramencionado e foi submetida à secagem para formar, desse modo, um membro formador de camada externa no qual uma camada de revestimento (44,7 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 2,1 % em peso de óxido de boro, 7 % em peso de boemita, e 46,2 % em peso de PTFE) do lubrificante sólido constituído por aquela composição lubrificante foi formada na superfície daquele membro de folha de compósito.
O membro formador de camada externa supradescrito foi enrolado ao redor da superfície periférica externa do membro de base tubular supramencionado com a superfície da camada de revestimento localizada no lado externo, fabricando, desse modo, a pré-forma cilíndrica. Por conseguinte, através da formação por compressão similar àquela do Exemplo 1 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como pela camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Através dessa formação de compressão, o membro de base anular esférico foi construído de modo que fosse dotado de integridade estrutural já que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico e o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférico, portanto, tem o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico comprimida, bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, o qual foi constituído de grafite expandido e o qual preencheu as malhas desse membro de reforço e foi
58/99 comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com esse membro de reforço de modo misturado. A superfície obversa da camada externa foi transformada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída pela camada de revestimento da composição lubrificante que contém 44,7 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 2,1 % em peso de óxido de boro, 7 % em peso de boemita, e 46,2 % em peso de PTFE e formada integralmente de modo aderente na camada base na superfície intermediária da camada externa que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e na superfície do membro de reforço para a camada externa que foi nivelada com a superfície daquele material resistente ao calor.
Exemplo 8
Um membro de reforço para o membro de base anular esférico similar àquele do Exemplo 1 supradescrito foi usado. Como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, uma folha de grafite expandido que contém 0,7% em peso de pentóxido de fósforo, 4,0% em peso de fosfato primário de alumínio e grafite expandido e que tem uma densidade de 1,12 Mg/m3 e uma espessura de 0,4 mm foi usada. Após o membro de folha resistente ao calor ter sido espiralmente convoluto através de uma porção de uma circunferência, o membro de reforço para a camada externa foi sobreposto no lado interno do material resistente ao calor, e a montagem sobreposta do mesmo foi espiralmente convoluta, preparando, desse modo, o membro de base tubular no qual o material resistente ao calor foi exposto na periferia mais externa. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material resistente ao calor são respectivamente projetadas (sobressaltadas) a partir do membro de reforço para o membro de base anular esférico na direção do sentido da largura.
Como o material resistente ao calor para a camada externa, uma folha de grafite expandido que contém 0,7% em peso de pentóxido de fósforo, 4,0% em peso de fosfato primário de alumínio e grafite expandido e que tem uma densidade de 0,3 Mg/m3 e uma espessura de 1,35 mm foi usada. Como o membro de reforço para a camada externa, um membro de reforço para a camada externa similar àquele
59/99 do Exemplo 1 supradescrito foi usado. Consequentemente, em um método similar àquele do Exemplo 1 supradescrito, um membro de folha de compósito plano foi formado, no qual a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço para a camada externa foram niveladas entre si, e a superfície daquele membro de reforço e a superfície daquele material resistente ao calor foram expostas. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto à superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 26,6%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 19,6 pm.
Como uma composição lubrificante, a dispersão aquosa A (24,9 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,2 % em peso de óxido de boro, 3,9 % em peso de boemita 70 % em peso de água e ácido nítrico) usada no Exemplo 1 supradescrito e a dispersão aquosa B (60 % em peso de PTFE e 40 % em peso de água e um agente ativo de superfície) usada no Exemplo 4 supradescrito foram preparadas. Essas dispersões aquosas A e B foram misturadas a uma razão de A : B = 65,5 : 34,5 para preparar, desse modo, uma dispersão aquosa D (16,3 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,8% em peso de óxido de boro, 2,5 % em peso de boemita, 20,7 % em peso de PTFE, e 59,7 % em peso de água, ácido nítrico, e um agente ativo de superfície) na qual 40,3 % em peso de uma composição lubrificante que contém 40,4 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 2 % em peso de óxido de boro, 6,2 % em peso de boemita, e 51,4 % em peso de PTFE estava dispersamente contida como um teor de sólido.
A dispersão aquosa D supradescrita foi aplicada através de revestimento por escova àquela superfície do membro de folha de compósito supramencionado que foi pressurizado pelo rolete supramencionado que tem os sulcos rebaixados anulares. A dispersão aquosa D foi submetida à secagem para formar, desse modo, um membro formador de camada externa no qual uma camada de revestimento (40,4 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 2 % em peso de óxido de boro, 6,2 % em peso de boemita, e 51,4 % em peso de PTFE) do lubrificante sólido constituído por aquela composição lubrificante foi formada na
60/99 superfície daquele membro de folha de compósito.
O membro formador de camada externa supradescrito foi enrolado ao redor da superfície periférica externa do membro de base tubular supramencionado com a superfície da camada de revestimento localizada no lado externo, fabricando, desse modo, a pré-forma cilíndrica. Por conseguinte, através da formação por compressão similar àquela do Exemplo 1 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como pela camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Através dessa formação de compressão, o membro de base anular esférico foi construído de modo que fosse dotado de integridade estrutural já que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico e o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférico, portanto, tem o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico comprimida, bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, o qual foi constituído de grafite expandido e o qual preencheu as malhas desse membro de reforço e foi comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com esse membro de reforço de modo misturado. A superfície obversa da camada externa foi transformada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída pela camada de revestimento da composição lubrificante que contém 40,4 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 2 % em peso de óxido de boro, 6,2 % em peso de boemita, e 51,4 % em peso de PTFE e formada integralmente de modo aderente na camada base na superfície intermediária da camada externa que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e na superfície do membro de reforço para a camada externa que foi nivelada com a superfície daquele material
61/99 resistente ao calor.
Exemplo 9
Um membro de reforço para o membro de base anular esférico similar àquele do Exemplo 1 supradescrito foi usado. Como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, uma folha de grafite expandido similar àquela do Exemplo 8 supradescrito foi usada. Após o membro de folha resistente ao calor ter sido espiralmente convoluto através de uma porção de uma circunferência, o membro de reforço para a camada externa foi sobreposto no lado interno do material resistente ao calor, e a montagem sobreposta do mesmo foi espiralmente convoluta, preparando, desse modo, o membro de base tubular no qual o material resistente ao calor foi exposto na periferia mais externa. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material resistente ao calor são respectivamente projetadas (sobressaltadas) a partir do membro de reforço para o membro de base anular esférico na direção do sentido da largura.
Como o material resistente ao calor para a camada externa, uma folha de grafite expandido similar àquela do Exemplo 8 supradescrito foi usada. Como o membro de reforço para a camada externa, um membro de reforço para a camada externa similar àquele do Exemplo 3 supradescrito foi usado. Em um método similar àquele do Exemplo 5 supradescrito, um membro de folha de compósito plano foi formado, no qual a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço para a camada externa foram niveladas entre si, e a superfície daquele membro de reforço e a superfície daquele material resistente ao calor foram expostas. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto à superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 20,6%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 8,6 pm.
Como uma composição lubrificante, uma dispersão aquosa D usada no Exemplo 8 supradescrito foi usada. A dispersão aquosa C supradescrita foi aplicada através de revestimento por escova a uma superfície do membro de folha de
62/99 compósito supramencionado e foi submetida à secagem para formar, desse modo, um membro formador de camada externa no qual uma camada de revestimento (40,4 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 2 % em peso de óxido de boro, 6,2 % em peso de boemita, e 51,4 % em peso de PTFE) do lubrificante sólido constituído por aquela composição lubrificante foi formada na superfície daquele membro de folha de compósito.
O membro formador de camada externa supradescrito foi enrolado ao redor da superfície periférica externa do membro de base tubular supramencionado com a superfície da camada de revestimento localizada no lado externo, fabricando, desse modo, a pré-forma cilíndrica. Por conseguinte, através da formação por compressão similar àquela do Exemplo 1 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como a camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Através dessa formação de compressão, o membro de base anular esférico foi construído de modo que fosse dotado de integridade estrutural já que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico e o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférico, portanto, tem o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico comprimida, bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, o qual foi constituído de grafite expandido e o qual preencheu as malhas desse membro de reforço e foi comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com esse membro de reforço de modo misturado. A superfície obversa da camada externa foi transformada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída pela camada de revestimento da composição lubrificante que contém 40,4 % em peso de nitreto
63/99 de boro hexagonal, 2 % em peso de óxido de boro, 6,2 % em peso de boemita, e 51,4 % em peso de PTFE e formada integralmente de modo aderente na camada base na superfície intermediária da camada externa que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e na superfície do membro de reforço para a camada externa que foi nivelada com a superfície daquele material resistente ao calor.
Exemplo 10
Um membro de reforço para o membro de base anular esférico similar àquele do Exemplo 1 supradescrito foi usado. Como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, uma folha de grafite expandido similar àquela do Exemplo 8 supradescrito foi usada. Após o membro de folha resistente ao calor ter sido espiralmente convoluto através de uma porção de uma circunferência, o membro de reforço para a camada externa foi sobreposto no lado interno do material resistente ao calor, e a montagem sobreposta do mesmo foi espiralmente convoluta, preparando, desse modo, o membro de base tubular no qual o material resistente ao calor foi exposto na periferia mais externa. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material resistente ao calor são respectivamente projetadas (sobressaltadas) a partir do membro de reforço para o membro de base anular esférico na direção do sentido da largura.
Como o material resistente ao calor para a camada externa, uma folha de grafite expandido similar àquela do Exemplo 8 supradescrito foi usada. Como o membro de reforço para a camada externa, um membro de reforço para a camada externa similar àquele do Exemplo 1 supradescrito foi usado. Em um método similar àquele do Exemplo 1 supradescrito, um membro de folha de compósito plano foi formado, no qual a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço para a camada externa foram niveladas entre si, e a superfície daquele membro de reforço e a superfície daquele material resistente ao calor foram expostas. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto à superfície do
64/99 material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 26,4%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 19,2 pm.
Como uma composição lubrificante, a dispersão aquosa A (24,9 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,2 % em peso de óxido de boro, 3,9 % em peso de boboemitaO % em peso de água e ácido nítrico) usada no Exemplo 1 supradescrito e a dispersão aquosa B (60 % em peso de PTFE e 40 % em peso de água e um agente ativo de superfície) usada no Exemplo 4 supradescrito foram preparadas. Essas dispersões aquosas A e B foram misturadas a uma razão de A : B = 50 : 50 para preparar, desse modo, uma dispersão aquosa E (12,45 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,6 % em peso de óxido de boro, 1,95 % em peso de boemita, 30 % em peso de PTFE, e 55 % em peso de água, ácido nítrico, e um agente ativo de superfície) na qual 45 % em peso de uma composição lubrificante que contém 27,7 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 3 % em peso de óxido de boro, 4,3 % em peso de boemita, e 66,7 % em peso de PTFE estava dispersamente contida como um teor de sólido.
A dispersão aquosa E supradescrita foi aplicada através de revestimento por escova àquela superfície do membro de folha de compósito supramencionado que foi pressurizado pelo rolete supramencionado que tem os sulcos rebaixados anulares. A dispersão aquosa D foi submetida à secagem para formar, desse modo, um membro formador de camada externa no qual uma camada de revestimento (27,7 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,3 % em peso de óxido de boro, 4,3 % em peso de boemita, e 66,7 % em peso de PTFE) do lubrificante sólido constituído por aquela composição lubrificante foi formada na superfície daquele membro de folha de compósito.
O membro formador de camada externa supradescrito foi enrolado ao redor da superfície periférica externa do membro de base tubular supramencionado com a superfície da camada de revestimento localizada no lado externo, fabricando, desse modo, a pré-forma cilíndrica. Por conseguinte, através da formação por compressão similar àquela do Exemplo 1 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que
65/99 tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como pela camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Através dessa formação de compressão, o membro de base anular esférico foi construído de modo que fosse dotado de integridade estrutural já que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico e o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférico, portanto, tem o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico comprimida, bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, o qual foi constituído de grafite expandido e o qual preencheu as malhas desse membro de reforço e foi comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com esse membro de reforço de modo misturado. A superfície obversa da camada externa foi transformada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída pela camada de revestimento da composição lubrificante que contém 27,7 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,3 % em peso de óxido de boro, 4,3 % em peso de boemita, e
66,7 % em peso de PTFE e formada integralmente de modo aderente na camada base na superfície intermediária da camada externa que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e na superfície do membro de reforço para a camada externa que foi nivelada com a superfície daquele material resistente ao calor.
Exemplo 11
Um membro de reforço para o membro de base anular esférico similar àquele do Exemplo 1 supradescrito foi usado. Como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, uma folha de grafite expandido similar àquela do Exemplo 8 supradescrito foi usada. Após o membro de folha resistente ao calor ter sido espiralmente convoluto através de uma porção de uma circunferência,
66/99 o membro de reforço para a camada externa foi sobreposto no lado interno do material resistente ao calor, e a montagem sobreposta do mesmo foi espiralmente convoluta, preparando, desse modo, o membro de base tubular no qual o material resistente ao calor foi exposto na periferia mais externa. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material resistente ao calor são respectivamente projetadas (sobressaltadas) a partir do membro de reforço para o membro de base anular esférico na direção do sentido da largura.
Como o material resistente ao calor para a camada externa, uma folha de grafite expandido similar àquela do Exemplo 8 supradescrito foi usada. Como o membro de reforço para a camada externa, um membro de reforço para a camada externa similar àquele do Exemplo 3 supradescrito foi usado. Consequentemente, em um método similar àquele do Exemplo 5 supradescrito, um membro de folha de compósito plano foi formado, no qual a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço para a camada externa foram niveladas entre si, e a superfície daquele membro de reforço e a superfície daquele material resistente ao calor foram expostas. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto à superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 20,3%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 8,3 pm.
Como uma composição lubrificante, uma dispersão aquosa E similar àquela do Exemplo 10 supradescrito foi usada. A dispersão aquosa E supradescrita foi aplicada através de revestimento por escova a uma superfície do membro de folha de compósito supramencionado e foi submetida à secagem para formar, desse modo, um membro formador de camada externa no qual uma camada de revestimento (27,7 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,3 % em peso de óxido de boro, 4,3 % em peso de boemita, e 66,7 % em peso de PTFE) do lubrificante sólido constituído por aquela composição lubrificante foi formada na superfície daquele membro de folha de compósito.
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O membro formador de camada externa supradescrito foi enrolado ao redor da superfície periférica externa do membro de base tubular supramencionado com a superfície da camada de revestimento localizada no lado externo, fabricando, desse modo, a pré-forma cilíndrica. Por conseguinte, através da formação por compressão similar àquela do Exemplo 1 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como a camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Através dessa formação de compressão, o membro de base anular esférico foi construído de modo que fosse dotado de integridade estrutural já que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico e o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférico, portanto, tem o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico comprimida, bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, o qual foi constituído de grafite expandido e o qual preencheu as malhas desse membro de reforço e foi comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com esse membro de reforço de modo misturado. A superfície obversa da camada externa foi transformada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída pela camada de revestimento da composição lubrificante que contém 27,7 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,3 % em peso de óxido de boro, 4,3 % em peso de boemita, e
66,7 % em peso de PTFE e formada integralmente de modo aderente na camada base na superfície intermediária da camada externa que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e na superfície do membro de reforço para a camada externa que foi nivelada com a superfície daquele material resistente ao calor.
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Exemplo 12
Um membro de reforço para o membro de base anular esférico similar àquele do Exemplo 1 supradescrito foi usado. Como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, uma folha de grafite expandido similar àquela do Exemplo 8 supradescrito foi usada. Após o membro de folha resistente ao calor ter sido espiralmente convoluto através de uma porção de uma circunferência, o membro de reforço para a camada externa foi sobreposto no lado interno do material resistente ao calor, e a montagem sobreposta do mesmo foi espiralmente convoluta, preparando, desse modo, o membro de base tubular no qual o material resistente ao calor foi exposto na periferia mais externa. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material resistente ao calor são respectivamente projetadas (sobressaltadas) a partir do membro de reforço para o membro de base anular esférico na direção do sentido da largura.
Como o material resistente ao calor para a camada externa, uma folha de grafite expandido similar àquela do Exemplo 8 supradescrito foi usada. Como o membro de reforço para a camada externa, um membro de reforço para a camada externa similar àquele do Exemplo 1 supradescrito foi usado. Em um método similar àquele do Exemplo 1 supradescrito, um membro de folha de compósito plano foi formado, no qual a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço para a camada externa foram niveladas entre si, e a superfície daquele membro de reforço e a superfície daquele material resistente ao calor foram expostas. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto à superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 26,5%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 19,4 pm.
Como uma composição lubrificante, a dispersão aquosa A (24,9 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,2 % em peso de óxido de boro, 3,9 % em peso de boemita% em peso de água e ácido nítrico) usada no Exemplo 1 supradescrito e a dispersão aquosa B (60 % em peso de PTFE e 40 % em peso de
69/99 água e um agente ativo de superfície) usada no Exemplo 4 supradescrito foram preparadas. Essas dispersões aquosas A e B foram misturadas a uma razão de A : B = 40 : 60 para preparar, desse modo, uma dispersão aquosa E (9,96 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,48 % em peso de óxido de boro, 1,56 % em peso de boemita, 36 % em peso de PTFE, e 52 % em peso de água, ácido nítrico, e um agente ativo de superfície) na qual 48 % em peso de uma composição lubrificante que contém 20,8 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0 % em peso de óxido de boro, 3,2 % em peso de boemita, e 75,% em peso de PTFE estava dispersamente contida como um teor de sólido.
A dispersão aquosa F supradescrita foi aplicada através de revestimento por escova àquela superfície do membro de folha de compósito supramencionado que foi pressurizado pelo rolete supramencionado que tem os sulcos rebaixados anulares. A dispersão aquosa D foi submetida à secagem para formar, desse modo, um membro formador de camada externa no qual uma camada de revestimento (20,8 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,0 % em peso de óxido de boro, 3,2 % em peso de boemita, e 75 % em peso de PTFE) do lubrificante sólido constituído por aquela composição lubrificante foi formada na superfície daquele membro de folha de compósito.
O membro formador de camada externa supradescrito foi enrolado ao redor da superfície periférica externa do membro de base tubular supramencionado com a superfície da camada de revestimento localizada no lado externo, fabricando, desse modo, a pré-forma cilíndrica. Por conseguinte, através da formação por compressão similar àquela do Exemplo 1 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de basè anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como pela camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Através dessa formação de compressão, o membro de base anular
70/99 esférico foi construído de modo que fosse dotado de integridade estrutural já que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico e o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférico, portanto, tem o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico comprimida, bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, o qual foi constituído de grafite expandido e o qual preencheu as malhas desse membro de reforço e foi comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com esse membro de reforço de modo misturado. A superfície obversa da camada externa foi transformada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída pela camada de revestimento da composição lubrificante que contém 20,8 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,0 % em peso de óxido de boro, 3,2 % em peso de boemita, e 75 % em peso de PTFE e formada integralmente de modo aderente na camada base na superfície intermediária da camada externa que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e na superfície do membro de reforço para a camada externa que foi nivelada com a superfície daquele material resistente ao calor.
Exemplo 13
Um membro de reforço para o membro de base anular esférico similar àquele do Exemplo 1 supradescrito foi usado. Como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, uma folha de grafite expandido similar àquela do Exemplo 8 supradescrito foi usada. Após o membro de folha resistente ao calor ter sido espiralmente convoluto através de uma porção de uma circunferência, o membro de reforço para a camada externa foi sobreposto no lado interno do material resistente ao calor, e a montagem sobreposta do mesmo foi espiralmente convoluta, preparando, desse modo, o membro de base tubular no qual o material resistente ao calor foi exposto na periferia mais externa. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material resistente ao calor são respectivamente projetadas (sobressaltadas) a partir do
71/99 membro de reforço para o membro de base anular esférico na direção do sentido da largura.
Como o material resistente ao calor para a camada externa, uma folha de grafite expandido similar àquela do Exemplo 8 supradescrito foi usada. Como o membro de reforço para a camada externa, um membro de reforço para a camada externa similar àquele do Exemplo 3 supradescrito foi usado. Consequentemente, em um método similar àquele do Exemplo 5 supradescrito, um membro de folha de compósito plano foi formado, no qual a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço para a camada externa foram niveladas entre si, e a superfície daquele membro de reforço e a superfície daquele material resistente ao calor foram expostas. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto à superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 20,3%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 8,3 pm.
Como uma composição lubrificante, uma dispersão aquosa F similar àquela do Exemplo 12 supradescrito foi usada. A dispersão aquosa E supradescrita foi aplicada através de revestimento por escova a uma superfície do membro de folha de compósito supramencionado e foi submetida à secagem para formar, desse modo, um membro formador de camada externa no qual uma camada de revestimento (20,8 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 1,0 % em peso de óxido de boro, 3,2 % em peso de boemita, e 75 % em peso de PTFE) do lubrificante sólido constituído por aquela composição lubrificante foi formada na superfície daquele membro de folha de compósito.
O membro formador de camada externa supradescrito foi enrolado ao redor da superfície periférica externa do membro de base tubular supramencionado com a superfície da camada de revestimento localizada no lado externo, fabricando, desse modo, a pré-forma cilíndrica. Por conseguinte, através da formação por compressão similar àquela do Exemplo 1 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que
72/99 tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como pela camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Através dessa formação de compressão, o membro de base anular esférico foi construído de modo que fosse dotado de integridade estrutural já que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico e o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférico, portanto, tem o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico comprimida, bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, o qual foi constituído de grafite expandido e o qual preencheu as malhas desse membro de reforço e foi comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com esse membro de reforço de modo misturado. A superfície obversa da camada externa foi transformada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída pela camada de revestimento da composição lubrificante que contém 20,8 % em peso de nitreto de boro hexagonal 1,0 % em peso de óxido de boro, 3,2 % em peso de boemita, e 75 % em peso de PTFE e formada integralmente de modo aderente na camada base na superfície intermediária da camada externa que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e na superfície do membro de reforço para a camada externa que foi nivelada com a superfície daquele material resistente ao calor.
Exemplo 14
Através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico (SUS 304) que tem um diâmetro de fio de 0,28 mm, como um fio metálico delgado, uma rede de fio metálico trançado cilíndrico, cujo tamanho da malha é de 4 mm (vertical) e 5 mm (horizontal), foi fabricada e atravessou um par de roletes para formar uma rede de fio metálico com formato de correia. A rede de fio metálico então formada foi
73/99 usada como o membro de reforço para o membro de base anular esférico. Como o membro de folha resistente ao calor para o membro de base anular esférico, um membro de folha resistente ao calor que contém 0,7% em peso de pentóxido de fósforo, 4,0% em peso de fosfato primário de alumínio e grafite expandido e que tem uma densidade de 1,12 Mg/m3 e uma espessura de 0,4 mm foi usada. Após o membro de folha resistente ao calor ter sido espiralmente convoluto através de uma porção de uma circunferência, o membro de reforço foi sobreposto no lado interno do membro de folha resistente ao calor, e a montagem sobreposta do mesmo foi espiralmente convoluta, preparando, desse modo, o membro de base tubular no qual o membro de folha resistente ao calor foi posicionado na periferia mais externa. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material resistente ao calor respectivamente projetadas a partir do membro de reforço na direção do sentido da largura.
Como o membro de folha resistente ao calor para a camada externa, um membro de folha resistente ao calor que contém 0,7 % em peso de pentóxido de fósforo, 4,0% em peso de fosfato primário de alumínio e grafite expandido e que tem uma densidade de 0,3 Mg/m3 e uma espessura de 1,35 mm foi usada. Como o membro de reforço para a camada externa, através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico (SUS 0.28) com um diâmetro de fio de 0,28 mm do mesmo modo que o membro de reforço supramencionado para o membro de base anular esférico, uma rede de fio metálico trançado cilíndrico cujo tamanho da malha era de
3,5 mm (vertical) e 2,5 mm (horizontal) foi continuamente entrelaçada, e o membro de folha resistente ao calor para a camada externa foi continuamente inserido no lado interno daquela rede de fio metálico trançado cilíndrico. O membro de reforço com o membro de folha resistente ao calor inserido no mesmo, tendo início com seu lado de extremidade de início de inserção daquele membro de folha resistente ao calor, foi suprido a um estreitamento (o estreitamento Δ1 foi ajustado a 0,50 mm) entre um rolete cilíndrico e um rolete que tem uma pluralidade de sulcos rebaixados anulares em sua superfície periférica externa ao longo da direção axial, e foi, através dos mesmos, pressurizado. O membro de reforço com o membro de folha resistente ao
74/99 calor inserido no mesmo foi adicionalmente suprido em um estreitamento (o estreitamento Δ2 foi ajustado a 0,45 mm) entre outro par de roletes cilíndricos e foi, através do mesmo, pressurizado. Portanto, um membro de folha de compósito plano foi formado, no qual o membro de folha resistente ao calor para a camada externa e o membro de reforço foram ligados por pressão entre si de tal modo que o membro de folha resistente ao calor para a camada externa fosse densamente carregado nas malhas da rede de fio metálico do membro de reforço, e o membro de reforço foi incorporado naquele membro de folha resistente ao calor para a camada externa, formando, desse modo, a superfície do membro de folha resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço niveladas entre si e permitindo que a superfície daquele membro de reforço e a superfície do membro de folha resistente ao calor para a camada externa fossem expostas. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto à superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 26,4%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 19,3 pm.
Como uma composição lubrificante, uma dispersão aquosa (43 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 2 % em peso de óxido de boro, 5 % em peso de boemita, e 50 % em peso de água) foi preparada, a qual era uma dispersão aquosa formada com um pó de nitreto de boro hexagonal e um pó de óxido de boro dispersamente contida em um sol alumina, em que partículas de boemita (monohidrato de alumina: ΑΙ2Ο3Ή2Ο), como alumina hidratada, estavam dispersamente contidas em água (meio de dispersão) que contém ácido nítrico, e a qual exibiu uma concentração de íon de hidrogênio (pH) de 2. Nessa dispersão aquosa, 50 % em peso de uma composição lubrificante que contém 86 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 4 % em peso de óxido de boro, e 10 % em peso de boemita estavam dispersamente contidos como um teor de sólido.
Uma operação de revestimento foi repetida três vezes, na qual essa dispersão aquosa foi aplicada através de revestimento por escova àquela superfície do membro de folha de compósito supramencionado que foi pressurizado através do
75/99 rolete supramencionado que tem os sulcos rebaixados anulares e foi submetido à secagem a uma temperatura de 100C. Um membro formador de camada externa foi, então, fabricado, no qual uma camada de revestimento (86 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 4 % em peso de óxido de boro, e 10 % em peso de boemita) da composição lubrificante foi formada na uma superfície daquele membro de folha de compósito.
O membro formador de camada externa supradescrito foi enrolado ao redor da superfície periférica externa do membro de base tubular supramencionado com a superfície da camada de revestimento localizada no lado externo, fabricando, desse modo, a pré-forma cilíndrica. Essa pré-forma cilíndrica foi ajustada sobre o núcleo escalonado da matriz mostrada na Figura 26 e foi posicionada na porção oca da matriz.
A pré-forma cilíndrica disposta na porção oca da matriz foi submetida à formação por compressão sob uma a pressão de 3 tons/cm2 (294 N/mm2) na direção do eixo geométrico do núcleo. Portanto, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como a camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Através dessa formação de compressão, o membro de base anular esférico foi construído de modo que fosse dotado de integridade estrutural já que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico e o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférico, portanto, tem o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico comprimida, bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, o qual foi constituído de grafite expandido e o qual preencheu as malhas desse membro de reforço e foi
76/99 comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com esse membro de reforço de modo misturado. A superfície obversa da camada externa foi transformada em uma superfície lisa da camada deslizante constituída pela camada de revestimento da composição lubrificante que contém 20,8 % em peso de nitreto de boro hexagonal 1,0 % em peso de óxido de boro, 3,2 % em peso de boemita, e 75 % em peso de PTFE e formada integralmente de modo aderente na camada base na superfície intermediária da camada externa que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e na superfície do membro de reforço para a camada externa que foi nivelada com a superfície daquele material resistente ao calor.
Exemplo 15
O membro de base tubular foi fabricado do mesmo modo do Exemplo 14. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material de folha resistente ao calor são respectivamente projetadas a partir do membro de reforço na direção do sentido da largura.
Como o membro de folha resistente ao calor para a camada externa, um membro de folha resistente ao calor similar àquela do Exemplo 14 supradescrito foi usado. Como o membro de reforço para a camada externa, através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico (SUS 304) com um diâmetro de fio de 0,175 mm, uma rede de fio metálico trançado cilíndrico, cujo tamanho da malha era de 3,5 mm (vertical) e 2,5 mm (horizontal), foi continuamente entrelaçada, e o membro de folha resistente ao calor para a camada externa foi continuamente inserido no lado interno daquela rede de fio metálico trançado cilíndrico. O membro de reforço com o membro de folha resistente ao calor inserido no mesmo, tendo início com seu lado de extremidade de início de inserção daquele membro de folha resistente ao calor, foi suprido a um estreitamento (o estreitamento Δ1 foi ajustado a 0,50 mm) entre um rolete cilíndrico e um rolete que tem uma pluralidade de sulcos rebaixados anulares em sua superfície periférica externa ao longo da direção axial, e foi, através dos mesmos, pressurizado. O membro de reforço com o membro de folha resistente ao calor inserido no mesmo foi adicionalmente suprido em um estreitamento (o
77/99 estreitamento Δ2 foi ajustado a 0,45 mm) entre outro par de roletes cilíndricos e foi, através do mesmo, pressurizado. Portanto, um membro de folha de compósito plano foi formado, no qual o membro de folha resistente ao calor para a camada externa e o membro de reforço foram ligados por pressão entre si de tal modo que o membro de folha resistente ao calor para a camada externa fosse densamente carregado nas malhas da rede de fio metálico do membro de reforço, e o membro de reforço foi incorporado naquele membro de folha resistente ao calor para a camada externa, formando, desse modo, a superfície do membro de folha resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço niveladas entre si e permitindo que a superfície daquele membro de reforço e a superfície do membro de folha resistente ao calor para a camada externa fossem expostas. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto à superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 23,7%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 12,6 pm.
Como uma composição lubrificante, a dispersão aquosa (43 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 2 % em peso de óxido de boro, 5 % em peso de boemita e 50% em peso de água), a qual era similar àquela usada no Exemplo 14 supradescrito, foi usada. Uma operação de revestimento foi repetida três vezes, na qual essa dispersão aquosa foi aplicada através de revestimento por escova àquela superfície do membro de folha de compósito supramencionado que foi pressurizado através do rolete supramencionado que tem os sulcos rebaixados anulares e foi submetida à secagem a uma temperatura de 100’C. Um membro formador de camada externa foi, então, fabricado, no qual uma camada de revestimento (86 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 4 % em peso de óxido de boro, e 10 % em peso de boemita) da composição lubrificante foi formada na uma superfície daquele membro de folha de compósito.
Por conseguinte, do mesmo modo como no Exemplo 14 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e
78/99 é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como pela camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Exemplo 16
O membro de base tubular foi fabricado do mesmo modo do Exemplo 14. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material de folha resistente ao calor são respectivamente projetadas a partir do membro de reforço na direção do sentido da largura.
Como o membro de folha resistente ao calor para a camada externa, um membro de folha resistente ao calor similar àquela do Exemplo 14 supradescrito foi usado. Como o membro de reforço para a camada externa, através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico (SUS 304) com um diâmetro de fio de 0,15 mm, uma rede de fio metálico trançado cilíndrico, cujo tamanho da malha era de 3,5 mm (vertical) e 2,5 mm (horizontal), foi continuamente entrelaçada, e o membro de folha resistente ao calor para a camada externa foi continuamente inserido no lado interno daquela rede de fio metálico trançado cilíndrico. O membro de reforço com o membro de folha resistente ao calor inserido no mesmo, tendo início com seu lado de extremidade de início de inserção daquele membro de folha resistente ao calor, foi suprido a um estreitamento (o estreitamento Δ1 foi ajustado a 0,50 mm) entre um rolete cilíndrico e um rolete que tem uma pluralidade de sulcos rebaixados anulares em sua superfície periférica externa ao longo da direção axial, e foi, através dos mesmos, pressurizado. O membro de reforço com o membro de folha resistente ao calor inserido no mesmo foi adicionalmente suprido em um estreitamento (o estreitamento Δ2 foi ajustado a 0,45 mm) entre outro par de roletes cilíndricos e foi, através do mesmo, pressurizado. Portanto, um membro de folha de compósito plano foi formado, no qual o membro de folha resistente ao calor para a camada externa e o membro de reforço foram ligados por pressão entre si de tal modo que o membro de folha resistente ao calor para a camada externa fosse densamente carregado nas
79/99 malhas da rede de fio metálico do membro de reforço, e o membro de reforço foi incorporado naquele membro de folha resistente ao calor para a camada externa, formando, desse modo, a superfície do membro de folha resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço niveladas entre si e permitindo que a superfície daquele membro de reforço e a superfície do membro de folha resistente ao calor para a camada externa fossem expostas. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto à superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 20,4%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 8,34 pm.
Como uma composição lubrificante, a dispersão aquosa (43 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 2 % em peso de óxido de boro, 5 % em peso de boemita e 50% em peso de água), a qual era similar àquela usada no Exemplo 14 supradescrito, foi usada. Uma operação de revestimento foi repetida três vezes, na qual essa dispersão aquosa foi aplicada através de revestimento por escova àquela superfície do membro de folha de compósito supramencionado que foi pressurizado através do rolete supramencionado que tem os sulcos rebaixados anulares e foi submetida à secagem a uma temperatura de 100’C. Um membro formador de camada externa foi, então, fabricado, no qual uma camada de revestimento (86 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 4 % em peso de óxido de boro, e 10 % em peso de boemita) da composição lubrificante foi formada na uma superfície daquele membro de folha de compósito.
Por conseguinte, do mesmo modo como no Exemplo 14 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como pela camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
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Exemplo 17
O membro de base tubular foi fabricado do mesmo modo do Exemplo
14. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material de folha resistente ao calor são respectivamente projetadas a partir do membro de reforço na direção do sentido da largura. Além disso, um membro de folha de compósito plano foi fabricado através do uso de materiais similares e de um método similar àquele do Exemplo 14 supradescrito. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto com a superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 25,64%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 20,1 pm.
Como uma composição lubrificante, uma dispersão aquosa (43 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 2 % em peso de óxido de boro, 5 % em peso de boemita, e 50 % em peso de água) foi preparada, a qual era uma dispersão aquosa formada com um pó de nitreto de boro hexagonal e um pó de óxido de boro dispersamente contida em um sol alumina, em que partículas de boemita (monohidrato de alumina: ΑΙ2Ο3Ή2Ο, como alumina hidratada, estavam dispersamente contidas em água (meio de dispersão) que contém ácido nítrico, e a qual exibiu uma concentração de íon de hidrogênio (pH) de 2. Nessa dispersão aquosa, 50 % em peso de uma composição lubrificante que contém 86 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 4 % em peso de óxido de boro, e 10 % em peso de boemita estavam dispersamente contidos como um teor de sólido. Ademais, outra dispersão aquosa foi preparada, na qual 50 % em peso de uma composição lubrificante constituída por um pó de PTFE estavam dispersamente contidos como um teor de sólido. Essas dispersões aquosas foram misturadas para, desse modo, preparar uma dispersão aquosa (21,5 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 25 % em peso de PTFE, 1 % em peso de óxido de boro, 2,5 % em peso de boemita, e 50 % em peso de água), na qual 50 % em peso de uma composição lubrificante composta por 43 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 50 % em peso de PTFE, 2 % em peso de óxido de boro, e 5 % em peso de boemita estavam dispersamente
81/99 contidos como um teor de sólido.
Uma operação de revestimento foi repetida três vezes, na qual essa dispersão aquosa foi aplicada através de revestimento por escova àquela superfície do membro de folha de compósito supramencionado que foi pressurizado através do rolete supramencionado que tem os sulcos rebaixados anulares e foi submetida à secagem a uma temperatura de 100 C. Um membro formador de camada externa foi, então, fabricado, no qual uma camada de revestimento (43 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 50 % em peso de PTFE, 2 % em peso de óxido de boro e 5% em peso de boemita) da composição lubrificante foi formada na uma superfície daquele membro de folha de compósito.
Por conseguinte, do mesmo modo como no Exemplo 14 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como pela camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Exemplo 18
O membro de base tubular foi fabricado do mesmo modo do Exemplo 14. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material de folha resistente ao calor são respectivamente projetadas a partir do membro de reforço na direção do sentido da largura. Além disso, um membro de folha de compósito plano foi fabricado através do uso de materiais similares e de um método similar àquele do Exemplo 15 supradescrito. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto com a superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 23,6%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 19,7 pm.
Como uma composição lubrificante, uma dispersão aquosa (21,5 %
82/99 em peso de nitreto de boro hexagonal, 25 % em peso de PTFE, 1 % em peso de óxido de boro, 2,5% em peso de boemita e 50% em peso de água) similar àquela usada no Exemplo 17 supradescrito foi usada. Uma operação de revestimento foi repetida três vezes, na qual essa dispersão aquosa foi aplicada através de revestimento por escova àquela superfície do membro de folha de compósito supramencionado que foi pressurizado através do rolete supramencionado que tem os sulcos rebaixados anulares e foi submetida à secagem a uma temperatura de 100° C. Um membro formador de camada externa foi, então, fabricado, no qual uma camada de revestimento (43 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 50 % em peso de PTFE, 2 % em peso de óxido de boro e 5% em peso de boemita) da composição lubrificante foi formada na uma superfície daquele membro de folha de compósito.
Por conseguinte, do mesmo modo como no Exemplo 14 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como pela camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Exemplo 19
O membro de base tubular foi fabricado do mesmo modo do Exemplo 14. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material de folha resistente ao calor são respectivamente projetadas a partir do membro de reforço na direção do sentido da largura. Além disso, um membro de folha de compósito plano foi fabricado através do uso de materiais similares e de um método similar àquele do Exemplo 16 supradescrito. Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto com a superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 21,2%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 10,1 pm.
83/99
Como uma composição lubrificante, uma dispersão aquosa (21,5 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 25 % em peso de PTFE, 1 % em peso de óxido de boro, 2,5% em peso de boemita e 50% em peso de água) similar àquela usada no Exemplo 17 supradescrito foi usada. Uma operação de revestimento foi repetida três vezes, na qual essa dispersão aquosa foi aplicada através de revestimento por escova àquela superfície do membro de folha de compósito supramencionado que foi pressurizado através do rolete supramencionado que tem os sulcos rebaixados anulares e foi submetida à secagem a uma temperatura de 100’C. Um membro formador de camada externa foi, então, fabricado, no qual uma camada de revestimento (43 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 50 % em peso de PTFE, 2 % em peso de óxido de boro e 5% em peso de boemita) da composição lubrificante foi formada na uma superfície daquele membro de folha de compósito.
Por conseguinte, do mesmo modo como no Exemplo 14 supradescrito, um membro de vedação anular esférico foi obtido, o qual compreende o membro de base anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como pela camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Exemplo Comparativo 1
Através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico similar àquele do Exemplo supradescrito 1 e que tem um diâmetro de fio de 0,28 mm, como um fio metálico delgado, uma rede de fio metálico trançado cilíndrico, cujo tamanho da malha é de 4 mm (vertical) e 3 mm (horizontal), foi fabricada e atravessou um par de roletes para formar uma rede de fio metálico com formato de correia. A rede de fio metálico então formada foi usada como o membro de reforço para o membro de base anular esférico. Como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, uma folha de grafite expandido que contém 0,7% em peso de pentóxido de fósforo, 4,0% em peso de fosfato primário de alumínio e grafite
84/99 expandido e que tem uma densidade de 1,12 Mg/m3 e uma espessura de 0,4 mm foi usada. Após o material resistente ao calor ter sido espiralmente convoluto através de uma porção de uma circunferência, o membro de reforço foi sobreposto no lado interno do material resistente ao calor, e a montagem sobreposta do mesmo foi espiralmente convoluta, preparando, desse modo, o membro de base tubular no qual o material resistente ao calor foi posicionado na periferia mais externa. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do material resistente ao calor são respectivamente projetadas a partir do membro de reforço na direção do sentido da largura.
Um material resistente ao calor similar ao material resistente ao calor supradescrito foi separadamente preparado, e uma operação de revestimento foi repetida três vezes, na qual uma dispersão aquosa (25,5 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 4,5 % em peso de alumina, e 70 % em peso de água), em que 30 % em peso de uma composição lubrificante composta de 85 % em peso de um pó de nitreto de boro hexagonal e 15 % em peso de um pó de alumina estavam dispersamente contidos como um teor de sólido, foi aplicada através de revestimento por escova a uma superfície daquele membro de folha de compósito e foi submetida à secagem a uma temperatura de 100°C. Uma camada de revestimento (85 % em peso de nitreto de boro hexagonal e 15 % em peso de alumina) da composição lubrificante foi formada na uma superfície daquele material resistente ao calor.
Após a formação de uma rede de fio metálico trançado cilíndrico, cujo tamanho da malha era de 3,5 mm (vertical) e 2,5 mm (horizontal), através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico (SUS 304) com um diâmetro de fio de 0,28 mm, uma rede de fio metálico com formato de correia fabricada através da rede de fio metálico trançado cilíndrico entre os roletes foi preparada. O material resistente ao calor que tem a camada de revestimento supramencionada foi inserido naquela rede de fio metálico com formato de correia, e uma montagem do mesmo passou entre os roletes de modo a ser formada integralmente, fabricando, desse modo, um membro de folha de compósito no qual a composição lubrificante e a rede de fio metálico estão presentes em sua uma superfície de forma misturada.
85/99
Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto à superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 43,42%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 71,3 pm.
Esse membro de folha de compósito, com sua superfície em que a camada de revestimento da composição lubrificante e a rede de fio metálico estavam presentes de forma misturada e posicionadas no lado externo, foi enrolado ao redor da superfície periférica externa do membro de base tubular supramencionado, fabricando, dessa maneira, a pré-forma cilíndrica. Subseqüentemente, essa pré10 forma cilíndrica foi submetida à formação por compressão em um método similar àquele do Exemplo 1 supradescrito, obtendo, desse modo, um membro de vedação anular esférico que compreende o membro de base anular esférico que tem o orifício vazado em sua porção central e é definido pela superfície interna cilíndrica, a superfície esférica parcialmente convexa, e as faces de extremidade anular de lado 15 de diâmetro grande e pequeno da superfície esférica parcialmente convexa, bem como a camada externa formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico.
Através dessa formação de compressão, o membro de base anular esférico foi construído de modo que fosse dotado de integridade estrutural já que o 20 material resistente ao calor para o membro de base anular esférico e o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférico, portanto, tem o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico comprimida, bem como o material 25 resistente ao calor para o membro de base anular esférico, o qual foi constituído de grafite expandido e o qual preencheu as malhas desse membro de reforço e foi comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com esse membro de reforço de modo misturado. A superfície obversa da camada externa era constituída por uma superfície lisa da camada deslizante, na qual o membro de reforço e a 30 composição lubrificante da camada de revestimento estavam presentes de forma
86/99 misturada.
Exemplo Comparativo 2
O membro de base tubular foi fabricado através do uso de materiais similares e de um método similar àquele supradescrito no Exemplo Comparativo 1. Nesse membro de base tubular, as porções de extremidade oposta no sentido da largura do membro de folha resistente ao calor respectivamente projetadas a partir do membro de reforço na direção do sentido da largura.
Um material resistente ao calor similar àquele do Exemplo Comparativo 1 supradescrito foi separadamente preparado, e uma operação de revestimento foi repetida três vezes, na qual uma dispersão aquosa (10,2 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 18 % em peso de PTFE, 1,8 % em peso de alumina, e 70 % em peso de água), em que uma composição lubrificante composta por 85 % em peso de um pó de nitreto de boro hexagonal e 15 % em peso de um pó de alumina foi ajustada como 100 partes em peso, e 30 % em peso de uma composição lubrificante (34 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 60 % em peso de PTFE, e 6 % em peso de alumina) que contém, dispersamente, 150 partes em peso de um pó de PTFE que estava dispersamente contido na mesma como um teor de sólido, foi aplicada através de revestimento por escova a uma superfície daquele material resistente ao calor e foi submetida à secagem a uma temperatura de 100°C. Uma camada de revestimento (34 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 60 % em peso de PTFE e 6% em peso de alumina) da composição lubrificante foi formada na uma superfície daquele material resistente ao calor.
Após a formação de uma rede de fio metálico trançado cilíndrico, cujo tamanho da malha era de 3,5 mm (vertical) e 2,5 mm (horizontal), através do uso de um fio de aço inoxidável austenítico (SUS 304) com um diâmetro de fio de 0,28 mm, uma rede de fio metálico com formato de correia fabricada através da rede de fio metálico trançado cilíndrico entre os roletes foi preparada. O material resistente ao calor que tem a camada de revestimento supramencionada foi inserido naquela rede de fio metálico com formato de correia, e uma montagem do mesmo passou entre os roletes de modo a ser formada integralmente, fabricando, desse
87/99 modo, um membro de folha de compósito no qual a composição lubrificante e a rede de fio metálico estão presentes em sua uma superfície de forma misturada.
Nesse membro de folha de compósito, a razão da área de exposição da superfície do membro de reforço junto à superfície do material resistente ao calor na uma superfície do membro de folha de compósito era de 45,2%, e a média aritmética da aspereza Ra daquela superfície era de 72,6 pm.
Por conseguinte, um membro de vedação anular esférico foi obtido através da formação por compressão similar àquele do Exemplo Comparativo 1 supradescrito.
Através dessa formação de compressão, o membro de base anular esférico foi construído de modo que fosse dotado de integridade estrutural já que o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico e o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico foram comprimidos e mesclados entre si. O membro de base anular esférico, portanto, tem o membro de reforço para o membro de base anular esférico produzido a partir da rede de fio metálico comprimida, bem como o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico, o qual foi constituído de grafite expandido e o qual preencheu as malhas desse membro de reforço e foi comprimido de tal maneira que fosse formado integralmente com esse membro de reforço de modo misturado. A superfície obversa da camada externa era constituída por uma superfície lisa da camada deslizante, na qual o material resistente ao calor, o membro de reforço e a composição lubrificante estavam presentes de forma misturada.
A seguir, os membros de vedação anulares esféricos obtidos nos Exemplos 1 a 13 supradescritos e Exemplos Comparativos 1 e 2 foram construídos na junta esférica do tubo de exaustão mostrada na Figura 33, e a alteração na aspereza da superfície da superfície do membro correspondente, a presença ou ausência de geração de ruído de atrito e a quantidade de vazamento de gás (1/min) foram testadas através de um teste de fadiga de entrada de cisalhamento a quente. Seus resultados são discutidos abaixo.
88/99
Condições de Teste do Teste de Fadiga de Entrada de Cisalhamento a Quente
Temperatura (temperatura da superfície da porção sobressalente 203 mostrada na Figura 33): 300°C
Ângulo de oscilação: ±0,5’
Freqüência vibracional: 25 Hz
Tempo de vibração: 120 Hr
Força inercial: peso de 29,4 N
Força de pressionamento com o uso de molas espirais: 588 N (força de ajuste da mola)
Membro correspondente (material da porção sobressalente 203 mostrado na Figura 33): SUS 304
Aspereza de superfície da superfície do membro correspondente: Aspereza com média de 10 pontos (Rz JIS)
Método de Teste
Um tubo de exaustão 100 da junta esférica do tubo de exaustão mostrada na Figura 33 foi fixado, e um gás de alta temperatura foi circulado no interior naquele tubo de exaustão 100 para aumentar a temperatura da superfície do membro correspondente (porção sobressalente 203 mostrada na Figura 33) a 300’C. No ponto no tempo em que a temperatura da superfície do membro correspondente alcançou 300° C, um peso foi fixado à superfície periférica externa do outro tubo de exaustão 200, e o tubo de exaustão 200 foi submetido ao movimento de oscilação ±0,5’ por 120 horas a uma frequência vibracional de 25 Hz, mediante a qual a aspereza da superfície do membro correspondente foi medida pela aspereza com média de dez pontos (Rz JIS).
Condições de teste Referentes à Quantidade de Vazamento de gás
Força de pressionamento com o uso de molas espirais (força de ajuste de mola): 980 N
Ângulo de oscilação: ±2,5’
89/99
Frequência vibracional (velocidade oscilante): 5 Hz
Temperatura (a temperatura da superfície externa da porção da superfície esférica côncava 201 mostrada na Figura 33): temperatura ambiente (25’C) a500°C
Número de oscilações: 1.000.000 oscilações
Membro correspondente (material da porção sobressalente 203 mostrada na Figura 33): SUS 304
Método de Teste
Enquanto o movimento de oscilação a ±2,5’ estava sendo continuado a uma frequência vibracional de 5 Hz à temperatura ambiente, a temperatura foi elevada a 500°C. O movimento de oscilação foi continuado em um estado no qual aquela temperatura foi mantida, e a quantidade de vazamento de gás foi medida no ponto no tempo em que o número de oscilações alcançou 1.000.000.
Método de Medição da Quantidade de Vazamento de Gás
Uma abertura de um tubo de exaustão 100 no lado à montante da junta esférica do tubo de exaustão mostrada na Figura 33 foi fechada, permitiu-se que ar seco escoasse a partir do outro lado do tubo de exaustão à jusante 200 sob uma pressão de 0, 049 MPa (0, 5 kgf/cm2), e a quantidade de vazamento a partir das porções de junta (porções de contato deslizante entre a superfície 45 do membro de vedação anular esférico 39 e a porção sobressalente 203, porções de ajuste entre a superfície interna cilíndrica 33 do membro de vedação anular esférico 39 e a porção de extremidade do tubo 101 do tubo de exaustão à montante 100, e porções contíguas entre a face de extremidade anular 35 e o flange 102 fornecido verticalmente no tubo de exaustão à montante 100) foi medida quatro vezes, isto é, (1) durante um período inicial do teste (antes do início), (2) após 250.000 movimentos de oscilação, (3) após 500.000 movimentos de oscilação, e (4) após 500.000 movimentos de oscilação, por meio de um fluxímetro.
Método de Teste Referente à Presença ou Ausência de Ruído de atrito
Anormal
Força de pressionamento com o uso de molas espirais (força de ajuste
90/99 de mola): 590 N
Ângulo de oscilação: ±4°
Frequência vibracional: 12 Hz
Temperatura (a temperatura da superfície externa da porção da superfície esférica côncava 302 mostrada na Figura 33): temperatura ambiente (25°C) a 500°C
Número de testes: 1.000.000 ciclos
Membro correspondente (material da porção sobressalente 203 mostrada na Figura 33): SUS 304
Método de Teste
Após 45.000 movimentos de oscilação serem realizados à temperatura ambiente (25°C) através do ajuste de um movimento de oscilação a ±4° a uma frequência vibracional de 12 Hz, como uma unidade de oscilação, a temperatura ambiente (a temperatura da superfície externa da porção da superfície esférica côncava 302 mostrada na Figura 33) é elevada a 500°C à medida que se dá continuidade aos movimentos de oscilação (sendo que o número de movimentos de oscilação durante o aumento da temperatura é 45.000). Quando a temperatura ambiente alcança 500°C, 115.000 movimentos de oscilação são realizados. Finalmente, permite-se que a temperatura ambiente caia até a temperatura ambiente enquanto se dá continuidade aos movimentos de oscilação (sendo que o número de movimentos de oscilação durante a queda de temperatura é 45.000). O total combinado de 250.000 movimentos de oscilação é ajustado como um ciclo, e quatro ciclos são executados.
A avaliação da presença ou ausência da geração de ruído de atrito anormal foi conduzida nos pontos no tempo supramencionado, isto é, (1) 250.000 movimentos de oscilação, (2) 50.000 movimentos de oscilação, (3) 750.000 movimentos de oscilação e (4) 1.000.000 movimentos de oscilação, como a seguir.
Código de Avaliação A: Nenhum ruído de atrito anormal ocorreu.
Código de Avaliação B: Ruído de atrito anormal é levemente ouvido com o ouvido próximo à peça de teste.
91/99
Código de Avaliação C: Embora o ruído seja, em geral, difícil de discernir a partir de uma posição fixa (uma posição de 1, 5 m de distância a partir da peça de teste) já que é encoberto pelos ruídos do ambiente vivo, o ruído pode ser discernido como um ruído de atrito anormal por uma pessoa envolvida no teste.
Código de Avaliação D: O ruído pode ser reconhecido como ruído de atrito anormal (som desagradável) por qualquer pessoa a partir da posição fixa.
As Tabelas 1 a 4 mostram os resultados dos testes supradescritos.
Tabela 1
Exemplos
1 2 3 4 5
Membro de reforço para a camada externa (Diâmetro: mm) 0,28 0,175 0,15 0,28 0,15
Material resistente ao calor (grafite expandido)
Fosfato primário de alumínio - - - - -
Pentóxido de fósforo - - - - -
Camada de revestimento de lubrificante sólido
Nitreto de boro hexagonal 83 83 83 - -
Óxido de boro Alumina hidratada 4 13 4 13 4 13 - -
PTFE - - - 100 100
92/99
Superfície de aspereza membro correspondente do (Rz 10 22 10 18 10 15 10 24 10 16
JIS) Antes do início Após o teste do teste
Quantidade de vazamento de
gás (1/min)
(D 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08
(2) 0,15 0,13 0,12 0,18 0,20
(3) 0,24 0,18 0,16 0,28 0,31
(4) 0,30 0,24 0,22 0,40 0,42
Determinação de ruído de
atrito anormal
(D A A A A A
(2) A A A A A
(3) A A A A A
(4) A-B A-B A-B A-B A-B
Tabela 2
Exemplos
6 7 8 9 10
Membro de reforço para a camada externa (Diâmetro: 0,28 0,15 0,28 0,15 0,28
93/99
mm)
Material resistente ao calor (grafite expandido)
Fosfato primário de alumínio 4,0 4,0 4,0 4,0 4,0
Pentóxido de fósforo - - 0,7 0,7 0,7
Camada de revestimento de lubrificante sólido
Nitreto de boro hexagonal 44,7 44,7 40,4 40,4 27,7
Óxido de boro 2,1 2,1 2 2 1,3
Alumina hidratada 7 7 6,2 6,2 4,3
PTFE 46,2 46,2 51,4 51,4 66,7
Superfície de aspereza do membro correspondente (Rz JIS) Antes do início do teste 10 10 10 10 10
Após o teste 23 15 22 16 25
Quantidade de vazamento de gás (1/min) (D 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08
(2) 0,14 0,13 0,16 0,14 0,14
(3) 0,20 0,16 0,22 0,16 0,23
M99
(4) 0,30 0,20 0,32 0,22 0,30
Determinação atrito anormal de ruído de (D A A A A A
(2) A A A A A
(3) A A A A A
(4) A A A A A
Tabela 3
Exemplos
11 12 13 14 15
Membro de reforço para a camada externa (Diâmetro: mm) 0,15 0,28 0,15 0,28 0,175
Material resistente ao calor (grafite expandido)
Fosfato primário de alumínio 4,0 4,0 4,0 4,0 4,0
Pentóxido de fósforo 0,7 0,7 0,7 0,7 0,7
Camada de revestimento de lubrificante sólido
Nitreto de boro hexagonal Óxido de boro 27,7 1,3 20,8 1,0 20,8 1,0 86 4 86 4
95/99
Alumina hidratada 4,3 3,2 3,2 10 10
PTFE 66,7 75 75 - -
Superfície de aspereza do
membro correspondente (Rz
JIS)
Antes do início do teste 10 10 10 Não Não
medido medido
Após o teste 16 24 18
Quantidade de vazamento de
gás (1/min)
(D 0,08 0,08 0,08 0,08 0,08
(2) 0,12 0,16 0,14 0,15 0,10
(3) 0,16 0,25 0,16 0,24 0,14
(4) 0,22 0,32 0,24 0,30 0,20
Determinação de ruído de
atrito anormal
(D A A A A A
(2) A A A A A
(3) A A A A A
(4) A A A A-B A-B
Tabela 4
Exemplos Exemplos Comparativos 1
96/99
16 17 18 19 1 2
Membro de reforço para a
camada externa (Diâmetro: 0,15 0,28 0,175 0,15 0,28 0,28
mm)
Material resistente ao calor
(grafite expandido)
Fosfato primário de
alumínio 4,0 4,0 4,0 4,0 4,0 4,0
Pentóxido de fósforo 0,7 0,7 0,7 0,7 0,7 0,7
Camada de revestimento
de lubrificante sólido
Nitreto de boro
hexagonal 86 43 43 43 85 34
Óxido de boro 4 2 2 2 - -
Alumina hidratada 10 5 5 5 - -
PTFE - 50 50 50 - 60
Alumina - - - - 15 6
Superfície de aspereza do
membro correspondente
(Rz JIS)
Antes do início do teste Não- Não Não Não 10 10
Após o teste medido medido medido medido 35 37
97/99
Quantidade de vazamento de gás (1/min) 0,09 0,08 0,08 0,08 0,09 0,08
(D
(2) 0,18 0,20 0,12 0,10 0,41 0,35
(3) 0,28 0,31 0,22 0,16 0,72 0,64
(4) 0,40 0,40 0,30 0,20 1,92 1,80
Determinação de ruído de
atrito anormal
(D A A A A A A
(2) A A A A A A
(3) A A A A B A-B
(4) A-B A A A B B
A partir dos resultados dos teste mostrados nas Tabelas 1 a 4, deve-se observar que os membros de vedação anulares esféricos de acordo com os Exemplos a 13 excedem os membros de vedação anulares esféricos de acordo com os Exemplos Comparativos 1 e 2 na avaliação do engrossamento da superfície do membro correspondente, da quantidade de vazamento de gás e do ruído de atrito anormal. Além disso, embora, nos membros de vedação anulares esféricos de acordo como os Exemplos 14 a 19, a aspereza da superfície do membro correspondente após o teste não tenha sido medida, as avaliações da quantidade de vazamento de gás e do ruído de atrito anormal não foram de modo algum inferiores 10 àquelas dos membros de vedação anulares esféricos de acordo com os Exemplos 1 a
13, de modo que pudesse ser conjecturado que é possível impedir o engrossamento da superfície do membro correspondente após o teste tanto quanto fosse possível.
98/99
Nesse ínterim, nos membros de vedação anulares esféricos de acordo com os Exemplos Comparativos 1 e 2, já que a estrutura era tal que o membro de reforço para a camada externa ficou exposto na superfície da camada externa em contato deslizante com a superfície do membro correspondente, supõe-se que esse membro de reforço para a camada externa atacou* a superfície do membro correspondente e a engrossou no atrito com o membro correspondente, causando um aumento na quantidade de vazamento de gás a partir das superfícies friccionais entre a superfície da camada externa do membro de vedação anular esférico e a superfície do membro correspondente, isto é, a partir da superfície de vedação.
Conforme descrito acima, a superfície da camada externa é constituída pela superfície lisa da camada deslizante da composição lubrificante, a qual é integralmente aderida à superfície intermediária da camada externa da camada base que consiste na superfície do material resistente ao calor para a camada externa e no membro de reforço para a camada externa nivelada com a superfície daquele material resistente ao calor à medida que o material resistente ao calor para a camada externa e o membro de reforço para a camada externa são ligados por pressão entre si de tal modo que o membro de reforço para a camada externa seja incorporado no material resistente ao calor para a camada externa. Portanto, é possível impedir os danos e o engrossamento da superfície do membro correspondente tanto quanto possível no atrito com o membro correspondente, possibilitando, dessa maneira, que se impeça um decréscimo na vedabilidade e na geração de ruído de atrito anormal.
Além disso, no método de fabricação de um membro de vedação anular esférico, de acordo com a invenção, o material resistente ao calor para a camada externa constituída por grafite expandido que tem uma densidade mais baixa do que a densidade do grafite expandido que forma o material resistente ao calor para o membro de base anular esférico é inserido em duas camadas do membro de reforço para a camada externa produzida a partir da rede de fio metálico, e o membro de reforço para a camada externa com tal material resistente ao calor para a camada externa foi inserido no mesmo é pressurizado na direção no sentido da
99/99 espessura daquele material resistente ao calor. Os mesmos são, então, ligados por pressão, de modo que o material resistente ao calor para a camada externa seja densamente carregado nas malhas da rede de fio metálico do membro de reforço para a camada externa, e o membro de reforço para camada externa é incorporado no material resistente ao calor para a camada externa. É possível, desse modo, formar um membro de folha de compósito plano no qual a superfície do material resistente ao calor para a camada externa e a superfície do membro de reforço para a camada externa são niveladas entre si, e o membro de reforço para a camada externa na superfície do membro de reforço daquela camada externa e a superfície do membro de folha resistente ao calor para a camada externa, os quais são nivelados entre si, são expostos em de uma maneira dispersa com uma razão da área de 5 a 35%. Na camada externa formada por esse membro de folha de compósito, mesmo no caso em que o membro de folha de compósito é integralmente formado com a superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico, o membro de reforço está presente de uma maneira dispersa em sua superfície intermediária da camada externa com a razão da área de 5 a 35%. Portanto, no atrito com o membro correspondente, é possível impedir que somente o membro de reforço da camada externa seja atritado localmente contra a superfície do membro correspondente. Como resultado, é possível impedir que haja danos e engrossamento da superfície do membro correspondente tanto quanto possível devido ao atrito, com o objetivo de que seja possível impedir um decréscimo na vedabilidade. Além disso, em virtude da ação de raspagem de uma película lubrificante em excesso formada na superfície do membro correspondente, o atrito passa a ser o atrito efetuado por meio da película lubrificante de uma espessura adequada formada na superfície do membro correspondente. Portanto, é possível impedir a geração de ruído de atrito anormal tanto quanto possível.

Claims (21)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Membro de vedação anular esférico (39) para uso em uma junta de tubo de exaustão compreendendo:
    um membro de base anular esférico (37) definido por uma superfície interna cilíndrica (33), uma superfície esférica parcialmente convexa (34), e faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno (35,36) superfície esférica parcialmente convexa (34); e uma camada externa (38) formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa do membro de base anular esférico (37), em que o dito membro de base anular esférico (37) inclui um membro de reforço (5) produzido a partir de uma rede de fio metálico e um material resistente ao calor (6) que contém grafite expandido que carrega malhas da dita rede de fio metálico do dito membro de reforço (5), e é comprimido de tal modo que seja formado integralmente com o dito membro de reforço (5) de forma misturada, e em que a dita camada externa (38) inclui uma camada base (46) e uma camada deslizante (40) constituída por uma composição lubrificante e formada integralmente de modo aderente na dita camada base (46) em uma superfície intermediária (42) da camada externa (46), sendo que a dita camada base que inclui outro membro de reforço (15) produzido a partir de uma rede de fio metálico e comprimido e outro material resistente ao calor (14) que contém outro grafite expandido que carrega as malhas da dita rede de fio metálico do dito outro membro de reforço (15), comprimido com o objetivo de ser proximamente ligado por pressão ao dito outro membro de reforço (15), e que forma a superfície intermediária da camada externa (42) junto com uma superfície (41) do dito outro membro de reforço (15), em que a dita camada base (46) é formada integralmente com a superfície esférica parcialmente convexa (34) CARACTERIZADO pelo fato de, a superfície (41) do dito outro membro de reforço (15) na superfície intermediária da camada externa (42) estar presente de uma maneira dispersa com uma razão da área de 5 a 35% em relação a toda a superfície da superfície intermediária da camada externa (42), uma superfície obversa (44) da dita camada externa (38) exposta ao exterior é constituída por uma superfície lisa (45) da dita camada deslizante (40).
    Petição 870190109359, de 28/10/2019, pág. 5/15
  2. 2/8
    2. Membro de vedação anular esférico (39), de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que os materiais resistentes ao calor (6, 14) do dito membro de base anular esférico (37) e da dita camada externa (38) contêm grafite expandido e pelo menos dentre 0,05 a 5,00 % em peso de pentóxido de fósforo e 1,0 a 16,0 % em peso de um fosfato.
  3. 3. Membro de vedação anular esférico (39), de acordo com a reivindicação 1 ou 2, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita composição lubrificante é composta por uma resina de politetrafluoroetileno.
  4. 4. Membro de vedação anular esférico (39), de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita composição lubrificante contém de 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro, e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada.
  5. 5. Membro de vedação anular esférico (39), de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, CARACTERIZADO pelo fato de que, em um componente lubrificante que contém de 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro, e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada, a dita composição lubrificante contém a resina de politetrafluoroetileno a uma taxa de não mais que 300 partes em peso ou não mais do que 200 partes em peso em relação a 100 partes em peso do dito componente lubrificante.
  6. 6. Membro de vedação anular esférico (39), de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, CARACTERIZADO pelo fato de que, em um componente lubrificante que contém de 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro, e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada, a dita composição lubrificante contém a resina de politetrafluoroetileno a uma taxa de 50 a 200 partes em peso ou 50 a 150 partes em peso em relação a 100 partes em peso do dito componente lubrificante.
  7. 7. Membro de vedação anular esférico (39), de acordo com qualquer uma das reivindicações 4 a 6, CARACTERIZADO pelo fato de que a alumina hidratada é selecionada a partir de monohidrato de alumina, como boemita ou diásporo, trihidrato de alumina, como gibsita ou baierita, e pseudoboemita.
    Petição 870190109359, de 28/10/2019, pág. 6/15
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  8. 8. Método de fabricação de um membro de vedação anular (39) esférico que é usado em uma junta do tubo de exaustão e que inclui um membro de base anular esférico (37) definido por uma superfície interna cilíndrica (33), uma superfície esférica parcialmente convexa (34), e faces de extremidade anular de lado de diâmetro grande e pequeno (35, 36) da superfície esférica parcialmente convexa (34), e uma camada externa (38) formada integralmente na superfície esférica parcialmente convexa (34) do dito membro de base anular esférico (37), CARACTERIZADO pelo fato de que compreende as etapas de:
    (a) preparar um material resistente ao calor (6) para o membro de base anular esférico (37) constituído por uma folha de grafite expandido com uma densidade de α Mg/m3;
    (b) preparar um membro de reforço (5) para o membro de base anular esférico (37) produzido a partir de uma rede de fio metálico obtida através de tecelagem e de entrelaçamento dos fios metálicos delgados, sobrepondo o dito membro de reforço (5) para o membro de base anular esférico (37) no dito material resistente ao calor (6) para o membro de base anular esférico (37) a fim de formar uma montagem sobreposta (12), e convolvendo a montagem sobreposta (12) em uma forma cilíndrica, de modo a formar um membro de base tubular (13);
    (c) inserir um material resistente ao calor (14) para a camada externa (38) constituída por uma folha de grafite expandido com uma densidade de 0,3α a 0,6aMg/m3 em duas camadas de um membro de reforço (15) para a camada externa (38) produzida a partir de uma rede de fio metálico obtida através de tecelagem ou entrelaçamento dos fios metálicos delgados, e pressurizar em uma direção no sentido da espessura do dito material resistente ao calor (14) o dito membro (15) de reforço para a camada externa (38) com o dito material resistente ao calor (14) para a camada externa (38) inserida no mesmo, a fim de fazer com que o dito material resistente ao calor (14) para a camada externa (38) e o dito membro de reforço (15) para a camada externa (38) sejam ligados por pressão entre si de modo que o dito material resistente ao calor (14) para a camada externa (38) seja densamente carregado nas malhas da dita rede de fio metálico do dito membro de reforço (15) para a camada
    Petição 870190109359, de 28/10/2019, pág. 7/15
    4/8 externa (38), e o dito membro de reforço (15) para a camada externa (38) é incorporado no dito material resistente ao calor (14) para a camada externa (38), formando, desse modo, um membro de folha de compósito plano (21) no qual uma superfície (52) do material resistente ao calor (14) para a camada externa (38) e o dito membro de reforço (15) para a camada externa (38) são nivelados entre si, e o dito membro de reforço (15) para a camada externa (38) em uma superfície (41) do dito membro de reforço (15) para a camada externa (38) e a superfície (52) do dito material resistente ao calor (14) para a camada externa (38) são expostos de uma maneira dispersa com uma razão da área de 5 a 35%;
    (d) revestir uma superfície (51) do dito membro de folha de compósito (21) em que a superfície do dito membro de folha resistente ao calor (14) para a camada externa (38) e a superfície (41) do dito membro de reforço (15) para a camada externa (38) são niveladas entre si com uma composição lubrificante a fim de formar um membro formador de camada externa (23) no qual uma camada de revestimento (22) da dita composição lubrificante é formada naquela superfície (51);
    (e) enrolar o dito membro formador de camada externa (23) ao redor de uma superfície periférica externa do dito membro de base tubular (13) com a dita camada de revestimento (22) posicionada em um lado externo, de modo a formar uma pré-forma cilíndrica (24); e (f) ajustar a dita pré-forma cilíndrica (24) sobre uma superfície periférica externa de um núcleo (28) de uma matriz (31), posicionando o dito núcleo (28) no interior da dita matriz (31), e formando por compressão a dita pré-forma cilíndrica (24) na dita matriz (31) em uma direção axial do dito núcleo (28), em que o dito membro de base anular esférico (37) é formado de modo que o dito material resistente ao calor (6) para o membro de base anular esférico (37) constituído por grafite expandido e o dito membro de reforço (5) para o membro de base anular esférico (37) produzido a partir da dita rede de fio metálico são comprimidos e mesclados entre si com o objetivo de que sejam dotados de integridade estrutural, e em que a dita camada externa (38) inclui uma camada base (46) e uma
    Petição 870190109359, de 28/10/2019, pág. 8/15
    5/8 camada deslizante (40) constituída por uma composição lubrificante e formada integralmente de modo aderente na dita camada base (46) em uma superfície intermediária da camada externa(42), sendo que a dita camada base (46) inclui o dito membro de reforço (15) para a camada externa (38) produzida a partir da dita rede de fio metálico e comprimida e o dito material resistente ao calor (14) para a camada externa (38) constituída por grafite expandido preenchendo as malhas da dita rede de fio metálico do dito membro de reforço (15) para a camada externa (38) é comprimido de modo que seja ligado por pressão de modo próximo ao dito membro de reforço (15) para a camada externa (38), e formar uma superfície intermediária da camada externa(42) junto com a superfície (41) do dito membro de reforço (15) para a camada externa (38), sendo que a camada base (46) é formada integralmente com a superfície esférica parcialmente convexa (34), a superfície (41) do dito membro de reforço (15) para a camada externa (38) na superfície intermediária da camada externa (42) está presente de uma maneira dispersa com uma razão da área de 5 a 35% na superfície intermediária da camada externa (42) e uma superfície obversa (44) da dita camada externa (38) exposta ao exterior é constituída por uma superfície lisa (45) da dita camada deslizante (40).
  9. 9. Método para a fabricação de um membro de vedação anular esférico (39), de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que a pressurização na direção no sentido da espessura do dito material resistente ao calor (14) do dito membro de reforço (15) para a camada externa (38) com o dito material resistente ao calor (14) para a camada externa (38) inserida no mesmo é afetuada suprindo-se o mesmo em um estreitamento entre um rolete cilíndrico que tem uma superfície lisa periférica externa e um rolete que tem uma superfície periférica externa cilíndrica com uma pluralidade de sulcos rebaixados anulares (17) fornecidos ao longo da direção axial, e subsequentemente suprindo-se o mesmo em um estreitamento entre um par de roletes cilíndricos (16, 16a, 18, 18a, 19, 20), sendo que cada um tem uma superfície periférica externa cilíndrica lisa.
  10. 10. Método para a fabricação de um membro de vedação anular esférico (39), de acordo com a reivindicação 9, CARACTERIZADO pelo fato de
    Petição 870190109359, de 28/10/2019, pág. 9/15
    6/8 que a superfície (51) do dito membro de folha de compósito (21) que é revestida pela composição lubrificante e em que a superfície (52) do dito membro de folha resistente ao calor(14) para a camada externa (38) e a superfície (41) do dito membro de reforço (15) para a camada externa (38) são niveladas entre si é uma superfície (51) do dito membro de folha de compósito (21) em um lado pressurizado pelo rolete cilíndrico que tem os sulcos rebaixados anulares (17).
  11. 11. Método para a fabricação de um membro de vedação anular esférico (39), de acordo com a reivindicação 8, CARACTERIZADO pelo fato de que a pressurização na direção no sentido da espessura do dito material resistente ao calor (14) do dito membro de reforço (15) para a camada externa (38) com o dito material resistente ao calor (14) para a camada externa (38) inserida no mesmo é efetuada suprindo-se o mesmo em um estreitamento entre pelo menos um par de roletes cilíndricos (16, 16a, 18, 18a, 19, 20), sendo que cada um tem uma superfície periférica externa cilíndrica lisa.
  12. 12. Método para a fabricação de um membro de vedação anular esférico (39), de acordo com qualquer uma das reivindicações 8 a 11, CARACTERIZADO pelo fato de que a densidade α do dito material resistente ao calor (6) para o membro de base anular esférico (37) é de 1,0 a 1,5 Mg/m3.
  13. 13. Método para a fabricação de um membro de vedação anular (39) esférico, de acordo com qualquer uma das reivindicações 8 a 12, CARACTERIZADO pelo fato de que a aspereza da superfície do dito membro de folha de compósito (21) é de 5 a 30 pm em uma média aritmética da aspereza Ra.
  14. 14. Método para a fabricação de um membro de vedação anular esférico (39), de acordo com qualquer uma das reivindicações 8 a 13, CARACTERIZADO pelo fato de que os ditos materiais resistentes ao calor (6,14) do dito membro de base anular esférico (37) e da dita camada externa (38) contêm grafite expandido e pelo menos um dentre 0,05 a 5,00 % em peso de pentóxido de fósforo e 1,0 a 16,0 % em peso de um fosfato.
  15. 15. Método para a fabricação de um membro de vedação anular esférico (39), de acordo com qualquer uma das reivindicações 8 a 14,
    Petição 870190109359, de 28/10/2019, pág. 10/15
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    CARACTERIZADO pelo fato de que a dita composição lubrificante que é revestida em uma superfície (51) do dito membro de folha de compósito (21) é uma dispersão aquosa que contém uma resina de politetrafluoroetileno.
  16. 16. Método para a fabricação de um membro de vedação anular esférico (39), de acordo com qualquer uma das reivindicações 8 a 14, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita composição lubrificante que é revestida em uma superfície (51) do dito membro de folha de compósito (21) é uma dispersão aquosa na qual um pó de nitreto de boro hexagonal e um pó de óxido de boro estão dispersamente contidos em um sol alumina na qual as partículas de alumina hidratada estão dispersamente contidas na água que contém um ácido como um meio de dispersão, e a qual exibe uma concentração de íon de hidrogênio de 2 a 3, sendo que a dispersão aquosa contém, como um teor de sólido, 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro, e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada.
  17. 17. Método para a fabricação de um membro de vedação anular esférico (39), de acordo com qualquer uma das reivindicações 8 a 14, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita composição lubrificante que é revestida em uma superfície (51) do dito membro de folha de compósito (21) é uma dispersão aquosa na qual um pó de nitreto de boro hexagonal e um pó de óxido de boro estão dispersamente contidos em um sol alumina, na qual as partículas de alumina hidratada estão dispersamente contidas na água que contém um ácido como um meio de dispersão, e a qual exibe uma concentração de íon de hidrogênio de 2 a 3, sendo que a dispersão aquosa é uma em que, em uma componente da composição lubrificante composto por 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro, e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada, uma resina de politetrafluoroetileno está contida em não mais do que 300 partes em peso ou não mais do que 200 partes em peso em relação a 100 partes em peso daquele componente da composição lubrificante.
  18. 18. Método para a fabricação de um membro de vedação anular esférico (39), de acordo com qualquer uma das reivindicações 8 a 14,
    Petição 870190109359, de 28/10/2019, pág. 11/15
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    CARACTERIZADO pelo fato de que a dita composição lubrificante que é revestida em uma superfície (51) do dito membro de folha de compósito (21) é uma dispersão aquosa na qual um pó de nitreto de boro hexagonal e um pó de óxido de boro estão dispersamente contidos em um sol alumina, na qual as partículas de alumina hidratada estão dispersamente contidas na água que contém um ácido como um meio de dispersão, e a qual exibe uma concentração de íon de hidrogênio de 2 a 3, sendo que a dispersão aquosa é uma em que, em um componente da composição lubrificante composto por 70 a 85 % em peso de nitreto de boro hexagonal, 0,1 a 10 % em peso de óxido de boro, e 5 a 20 % em peso de alumina hidratada, uma resina de politetrafluoroetileno está contida em 50 a 200 partes em peso ou 50 a 150 partes em peso em relação a 100 partes em peso daquele componente da composição lubrificante.
  19. 19. Método para a fabricação de um membro de vedação anular esférico (39), de acordo com qualquer uma das reivindicações 16 a 18, CARACTERIZADO pelo fato de que o ácido que está contido na água como o meio de dispersão é ácido nítrico.
  20. 20. Método para a fabricação de um membro de vedação anular esférico (39), de acordo com qualquer uma das reivindicações 16 a 19, CARACTERIZADO pelo fato de que a alumina hidratada é selecionada a partir do monohidrato de alumina, como boemita ou diásporo, trihidrato de alumina, como gibsita ou baierita, e pseudoboemita.
  21. 21. Método para a fabricação de um membro de vedação anular esférico (39), de acordo com qualquer uma das reivindicações 8 a 20, CARACTERIZADO pelo fato de que a densidade do dito membro de folha resistente (14) ao calor para a camada externa (38) é de 0,3 a 0,9 Mg/m3.
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