Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "APARELHOGRAMPEADOR CIRÚRGICO COM SISTEMA DE ACIONAMENTO RETRÁTIL".
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se em geral a instrumentos cirúrgi-cos endoscópicos incluindo, mas não limitados a, instrumentos de grampe-amento cirúrgicos que são dotados de unidades de carga descartáveis quesão capazes de aplicar linhas de grampos ao tecido enquanto corta o tecidoentre as referidas linhas de grampos e, mais particularmente, a aprimora-mentos relativos aos referidos instrumentos e unidades de carga descartá-veis.
Antecedentes
Os pedidos de patente US a seguir, os quais estão aqui incorpo-rados por referência, são comumente cessionados pelo cessionário do pre-sente pedido:
(1) Pedido de patente US intitulado Surgical Stapling ApparatusWith Load-Sensitive Firing Mechanism para Geoffrey C. Hueil et al., DocketN° END6215USNP/070332;
(2) Pedido de patente US intitulado Surgical Stapling ApparatusWith Interlockable Firing System para Steven G. Hall et al., Docket N°END6217USNP/070334;
(3) Pedido de patente US intitulado Articulatable Loading UnitsFor Surgical Stapling and Cutting Instruments para Jerome R. Morgan et al.,Docket N° END 6218USNP/070335;
(4) Pedido de patente US intitulado Surgical Stapling ApparatusWith Reprocessible Handle Assembly para Kevin R. Doll et al., Docket N°END6220USNP/070337;
(5) Pedido de patente US intitulado Surgical Stapling ApparatusWith Articulatable Components para Kevin R. Doll et al., Docket N°END6224USNP/070341;
(6) Pedido de patente US intitulado Surgical Stapling ApparatusWith Control Features Operable With One Hand para Steven G. Hall et al.,Docket N° END6226USNP/070343.
Instrumentos cirúrgicos endoscópicos são com freqüência prefe-ridos em relação aos dispositivos cirúrgicos tradicionais abertos uma vez queuma menor incisão tende a reduzir o tempo de recuperação do pós-operatório e as complicações. Consequentemente, um desenvolvimento sig-nificante alcançou uma faixa de instrumentos cirúrgicos endoscópicos quesão adequados para a disposição precisa de uma extremidade executoradistai em um campo cirúrgico desejado através da cânula de um trocarte. Asreferidas extremidades executoras distais engatam o tecido em uma série demaneiras para alcançar um efeito diagnóstico ou terapêutico (por exemplo,endocortador, pinça, cortador, grampeadores, aplicador de grampos, disposi-tivo de acesso, dispositivo de envio de terapia de fármaco /gene, e dispositi-vo de energia usando ultrassom, RF, laser, etc).
Grampeadores cirúrgicos conhecidos incluem uma extremidadeexecutora que simultaneamente produz uma incisão longitudinal no tecido eaplica linhas de grampos em lados opostos da incisão. A extremidade execu-tora inclui um par de membros de mandíbulas cooperantes que, se o instru-mento é pretendido para aplicações endoscópicas ou laparoscópicas, sãocapazes de passar através da passagem da cânula. Um dos membros demandíbula recebe um cartucho de grampos dotado de pelo menos duas filei-ras de grampos lateralmente espaçadas. O outro membro de mandíbula de-fine uma bigorna dotada de bolsos de formação de grampos alinhados comas fileiras de grampos no cartucho. O instrumento comumente inclui umapluralidade de cunhas alternadas as quais, quando direcionadas distalmente,passam através de aberturas no cartucho de grampos e engatam direciona-dores que suportam os grampos para efetuar o acionamento dos gramposem direção da bigorna.
Diferentes tipos de grampeadores cirúrgicos adequados paraaplicações endoscópicas são conhecidos. Por exemplo, um tipo de grampe-ador cirúrgico emprega um cartucho de grampos. O cartucho de grampostipicamente suporta uma pluralidade de grampos orientados em ambos oslados de uma fenda que se estende longitudinalmente no corpo do cartuchoa qual é adaptada para receber um membro de corte que é orientado longi-tudinalmente através do mesmo. Na medida em que o membro de corte édirecionado através da fenda do cartucho, os grampos são direcionados pa-ra cima para dentro da porção de bigorna do instrumento. O membro de cor-te pode ser suportado em um membro de direcionamento que compreendeuma porção do instrumento afastada do cartucho. Exemplos dos referidostipos de dispositivos são descritos em Patente US N° 6,905,057 para JeffreyS. Swayze e Frederick E. Shelton, IV, intitulada Surgical Stapling InstrumentIncorporating a Firing Mechanism Having a Tiranteed Rack Transmission ePatente US N° 7,083,075 para Jeffery S. Swayze, Frederick E. Shelton, IV,Kevin Ross Doll, e Douglas B. Hoffman intitulada Multi-Stroke MechanismWith Automatic End of Stroke Retractions, a descrição das quais estão aquiincorporadas por referência em sua totalidade.
Outros tipos de instrumentos de grampeamento cirúrgicos sãoconfigurados para operar com unidades de carga descartáveis (DLU's) quesão construídas para suportar um conjunto de cartucho e faca nos mesmos.Os referidos dispositivos que são projetados para acomodar DLU's com ob-jetivo de oferecer a vantagem de uma lâmina de faca "nova" para cada acio-namento do instrumento. Um exemplo da referida disposição de instrumentode grampeamento cirúrgico e DLU é descrito na Patente US No, 5,865,361para Milliman et al., a descrição da qual se encontra aqui incorporada porreferência em sua totalidade.
Quando se usa os dispositivos de grampeamento cirúrgicos datécnica anterior tais como aqueles descritos na Patente US N° 5,865,361,com freqüência o tirante de controle se torna inadvertidamente avançadaalém da extremidade do cobertura do corpo alongado antes da fixação daunidade de carga descartável. Quando isto ocorre, e a unidade de cargadescartável é fixada ao aparelho, a unidade de carga descartável não podeser acionada. Em vez disto, o médico deve primeiro retrair o tirante de con-trole antes da fixação da unidade de carga descartável. A referida ocorrênciapode acarretar em confusão e resultar em desnecessária paralisação duran-te a operação. Adicionalmente, durante a seqüência de acionamento, a barrade acionamento pode se tornar engripada fazendo com que o médico retraiaa barra de acionamento que pode ser difícil dependendo da natureza do da-no.
Assim, há uma necessidade para um aparelho de grampeamen-to cirúrgico o qual vai de encontro aos problemas acima mencionados.
Sumário
Em um aspecto da presente invenção, é proporcionado um apa-relho de grampeamento cirúrgico que pode incluir um conjunto de punho queé dotado de um alojamento de punho e um punho móvel que é móvel comrelação ao alojamento de punho. Um eixo de acionamento pode ser suporta-do pelo menos em parte no interior do alojamento de punho e ser montadopara se mover axialmente no interior do alojamento de punho a partir de umaposição completamente retraída para uma posição completamente acionadaem resposta à manipulação de punho móvel. Um tirante de controle podeinterfacear com o eixo de acionamento e se salientar para fora a partir doalojamento de punho. O tirante de controle pode ser dotado de uma extremi-dade distai que é configurada para ser fixada de modo operacional a umaunidade de carga descartável. O aparelho de grampeamento cirúrgico podeadicionalmente ser dotado de um sistema de retração configurado para inter-facear com o eixo de acionamento para automaticamente retrair o eixo deacionamento para a posição completamente retraída quando o eixo de acio-namento se moveu para a posição completamente acionada.
Em outro aspecto geral das diversas modalidades da presenteinvenção é proporcionado um aparelho de grampeamento cirúrgico que podeser dotado de um conjunto de haste que inclui um alojamento de punho e umpunho móvel que é móvel com relação ao alojamento de punho. Um eixo deacionamento pode ser suportado pelo menos em parte no interior do aloja-mento de punho e ser montado para se mover axialmente no interior do alo-jamento de punho a partir de uma posição completamente retraída para umaposição completamente acionada em resposta a manipulação de punho mó-vel. Um tirante de controle pode ser configurada para interfacear com o eixode acionamento e pode se salientar para fora a partir do alojamento de pu-nho. O punho de controle pode ser dotado de uma extremidade distai que éconfigurada para ser fixada de modo operacional a uma unidade de cargadescartável. O aparelho de grampeamento cirúrgico pode adicionalmenteincluir meios para automaticamente retrair o eixo de acionamento para a po-sição completamente retraída quando o eixo de acionamento tiver se movidopara a posição completamente acionada.
Em ainda um outro aspecto geral das diversas modalidades dapresente invenção, é proporcionada a unidade de carga descartável parauso com um aparelho de grampeamento cirúrgico. Em diversas modalida-des, a unidade de carga descartável pode incluir um conjunto de ferramentae um alojamento que é dotado de uma extremidade distai que é acoplada aoconjunto de ferramenta. O alojamento pode ser adicionalmente dotado deuma extremidade proximal que é fixada de modo removível a um tirante doaparelho de grampeamento cirúrgico. Um conjunto de feixe de direciona-mento pode ser suportado de modo móvel dentro do alojamento e ser fixadode modo removível a uma haste de controle do aparelho de grampeamentocirúrgico para seletivamente direcionar o conjunto de feixe de direcionamen-to na direção distai através do conjunto de ferramenta e seletivamente retrairo conjunto de feixe de direcionamento em uma direção proximal. Pelo menosum membro de armazenamento de energia pode ser suportado dentro doalojamento e ser configurado para interagir com o conjunto de feixe de dire-cionamento para armazenar energia de retração na medida em que o feixede direcionamento é direcionado na direção distai e liberar a energia de re-tração armazenada para ajudar a retrair o conjunto de feixe de direciona-mento quando o conjunto de feixe de direcionamento é retraído na direçãoproximal a partir dos desenhos anexos e descrição da mesma.
Breve Descrição das Figuras
Os desenhos anexos, os quais são incorporados e constituemuma parte da presente especificação, ilustram modalidades da presente in-venção, e, junto com a descrição das diversas modalidades da presente in-venção oferecidas acima, e a descrição detalhada das modalidades ofereci-da abaixo, servem para explicar os diversos princípios da presente invenção.A figura 1 é uma vista em perspectiva de um aparelho de gram-peamento cirúrgico reutilizável das diversas modalidades da presente inven-ção com uma unidade de carga descartável articulável acoplada ao mesmo.
A figura 2 é uma vista em perspectiva de um aparelho de gram-peamento cirúrgico reutilizável das diversas modalidades da presente inven-ção com uma unidade de carga descartável não articulável acoplada aomesmo.
A figura 3 é uma vista em perspectiva parcial explodida de umamodalidade de fixação de rápida desconexão da presente invenção.
A figura 4 é uma vista de conjunto explodida de um aparelho degrampeamento cirúrgico reutilizável das diversas modalidades da presenteinvenção.
A figura 5 é uma outra vista de conjunto explodida do aparelhode grampeamento cirúrgico reutilizável da figura 4.
A figura 6 é uma vista de conjunto explodida de uma porção deuma modalidade do conjunto de punho do aparelho de grampeamento cirúr-gico reutilizável dAs figuras 4 e 5.
A figura 7 é uma vista em perspectiva lateral direita parcial deuma modalidade do conjunto de acionamento da presente invenção.
A figura 8 é uma vista em perspectiva lateral esquerda parcial damodalidade do conjunto de acionamento da figura 7.
A figura 9 é uma vista lateral esquerda da modalidade do conjun-to de acionamento dAs figuras 7 e 8.
A figura 10 é uma vista de conjunto explodida de uma modalida-de de conjunto de tirante de controle das diversas modalidades da presenteinvenção.
A figura 11 é uma vista de conjunto explodida de uma modalida-de de mecanismo de articulação e conjunto de botão de rotação da presenteinvenção.
A figura 12 é uma vista em perspectiva de um aparelho de gram-peamento cirúrgico reutilizável contaminado dAs figuras 1 e 2 com a unidadede carga descartável destacada a partir do mesmo.A figura 13 é uma vista em perspectiva do aparelho de grampe-amento cirúrgico reutilizável contaminado da figura 12 com a haste de con-trole estendida para fora da extremidade distai do corpo alongado.
A figura 14 é uma representação diagramática de um grupo deações da modalidade de método de limpeza da presente invenção.
figura 15 é uma vista em perspectiva ilustrando a submersão dahaste de controle estendida para dentro da solução de limpeza.
A figura 16 é outra representação diagramática de outro grupode ações da modalidade de método de limpeza da presente invenção.
A figura 17 é uma vista em perspectiva ilustrando a submersãode diversos componentes de uma modalidade da presente invenção em umasolução de limpeza.
A figura 18 é uma vista lateral de uma modalidade do conjuntode acionamento das diversas modalidades da presente invenção.
A figura 19 é uma representação diagramática de um grupo deações de um método de remontagem da modalidade da presente invenção.
A figura 20 é uma vista explodida ilustrando o uso de uma ban-deja de montagem de uma modalidade da presente invenção.
A figura 21 é uma vista em perspectiva de outro aparelho degrampeamento cirúrgico de uma modalidade da presente invenção fixado auma unidade de carga descartável não articulável.
A figura 22 é uma vista de conjunto explodida de um conjunto dehaste do aparelho de grampeamento cirúrgico ilustrado na figura 21.
A figura 23 é uma vista de conjunto explodida de outra modali-dade de mecanismo sensor de unidade de carga descartável das diversasmodalidades da presente invenção.
A figura 24 é uma vista de conjunto explodida de outra modali-dade de mecanismo de articulação e conjunto de botão de rotação da pre-sente invenção.
A figura 25 é uma vista de conjunto explodida de um conjunto degatilho de liberação de acionamento de uma modalidade da presente inven-ção.A figura 26 é vista de montagem parcial do conjunto de gatilhode liberação de acionamento ilustrado na figura 25.
A figura 27 é uma vista de montagem de uma modalidade doconjunto de punho da presente invenção.
A figura 28 é uma outra vista de montagem de uma modalidadedo conjunto de punho da presente invenção com o punho móvel do mesmopuxada contra a porção de punho estacionário para fechar a bigorna na uni-dade de carga descartável.
A figura 29 é outra vista de montagem de uma modalidade doconjunto de punho da presente invenção com a haste móvel retomada paraa posição de partida após a bigorna ter sido fechada.
A figura 30 é outra vista de montagem de uma modalidade doconjunto de punho da presente invenção antes de ativar o gatilho de libera-ção de acionamento.
A figura 31 é outra vista de montagem de uma modalidade doconjunto de punho da presente invenção com o gatilho de liberação de acio-namento ativado.
A figura 32 é outra vista de montagem de uma modalidade doconjunto de punho da presente invenção com o gatilho de liberação de acio-namento ativado e o punho móvel começando a ser acionada.
A figura 33 é outra vista de montagem de uma modalidade doconjunto de punho da presente invenção com o gatilho de liberação de acio-namento ativado com o punho móvel do mesmo puxada contra a porção depunho estacionaria.
A figura 34 é vista de montagem parcial de outra modalidade dogatilho de liberação de acionamento da presente invenção.
A figura 35 é uma vista em perspectiva de outra modalidade deaparelho de grampeamento cirúrgico da presente invenção.
A figura 36 é uma vista de montagem parcial explodida de umaporção do conjunto de punho e cobertura giratória do aparelho de grampea-mento cirúrgico da figura 35.
A figura 37 é uma vista em perspectiva de uma modalidade daporção do aparelho de grampeamento cirúrgico dAs figuras 35 e 36 comuma porção do alojamento de punho removida para mostrar os diversoscomponentes no mesmo no modo de rotação.
A figura 38 é uma vista lateral da porção da modalidade do apa-relho de grampeamento cirúrgico ilustrada na figura 36 com o botão seletordo mesmo em uma posição destravada distai.
A figura 39 é uma vista ampliada do parafuso desengatado apartir do anel de travamento de rotação quando o aparelho está no modo derotação.
A figura 40 é uma vista em seção transversal do aparelho degrampeamento cirúrgico tomada ao longo da linha 40 - 40 na figura 38.
A figura 41 é uma vista de topo parcial do aparelho de grampe-amento cirúrgico dAs figuras 35 - 40 com a porção de empunhamento mos-trada em seção transversal.
A figura 42 é uma vista em perspectiva de uma porção da moda-lidade do aparelho de grampeamento cirúrgico dAs figuras 35 - 41 com umaporção do alojamento de punho removida para mostrar os diversos compo-nentes no mesmo no modo de articulação.
A figura 43 é uma vista lateral da porção da modalidade do apa-relho de grampeamento cirúrgico ilustrado na figura 36 com o botão seletordo mesmo em uma posição travada proximal.
A figura 44 é uma vista ampliada do parafuso engatando o anelde travamento de rotação para travar o aparelho no modo de articulação.
A figura 45 é uma vista em seção transversal parcial do aparelhode grampeamento cirúrgico da figura 43 tomada ao longo da linha 45 - 45 nafigura 43.
A figura 46 é uma vista em seção transversal parcial de um con-junto de punho de um aparelho de grampeamento cirúrgico da presente in-venção empregando um membro de translação alternativo.
A figura 47 é uma vista em perspectiva de outra modalidade doaparelho de grampeamento cirúrgico da presente invenção.
A figura 48 é uma vista em perspectiva ampliada do conjunto deporção de punho do instrumento de grampeamento crúrgico da figura 47com uma porção do alojamento de punho removida para maior clareza.
A figura 49 é vista lateral parcial do conjunto de haste ilustradona figura 49 com uma porção do alojamento de punho removida para maiorclareza.
A figura 50 é uma vista de topo parcial do conjunto de punhoilustrado na figura 49 com alguns componentes mostrados em seção trans-versal e com o sistema de articulação do mesmo em uma posição travada.
A figura 51 é uma vista de topo parcial do conjunto de punhoilustrado nas figuras 49 e 50 com alguns componentes mostrados em seçãotransversal e com o sistema de articulação do mesmo em uma posição des-travada.
A figura 52 é uma vista em perspectiva de outra modalidade doaparelho de grampeamento cirúrgico da presente invenção.
A figura 53 é uma vista de montagem em perspectiva do conjun-to de porção de punho do aparelho de grampeamento cirúrgico da figura 52com uma porção do alojamento de punho removida e o cilindro sensor omiti-do para maior clareza.
A figura 54 é uma vista de montagem em perspectiva de ladoesquerdo de uma porção do conjunto de punho do aparelho de grampea-mento cirúrgico das figuras 52 e 53 com o alojamento removido para maiorclareza.
A figura 55 é uma vista de montagem em perspectiva de ladodireito de uma porção do conjunto de haste do aparelho de grampeamentocirúrgico dAs figuras 52 - 54 com o alojamento removido para maior clareza.
A figura 56 é uma vista lateral de uma porção das modalidadesdo sistema de articulação, engrenagem e botão seletor de articulação com obotão de articulação em uma posição neutra.
A figura 57 é outra vista lateral das modalidades do sistema dearticulação, engrenagem e botão seletor de articulação com o botão de arti-culação na posição de articulação esquerda.
A figura 58 é outra vista lateral das modalidades do sistema dearticulação e engrenagem e botão seletor de articulação com o botão de ar-ticulação na posição de articulação direita.
A figura 59 é uma vista de fundo do botão seletor de engrena-gem, conjunto de engrenagem de acionamento, trem de engrenagem detransferência de articulação e barra de acionamento de uma modalidade dapresente invenção com o botão seletor de engrenagem seletora na posiçãode articulação.
A figura 60 é uma vista de fundo do botão seletor de engrena-gem, conjunto de engrenagem de acionamento, trem de engrenagem detransferência de articulação e barra de acionamento de uma modalidade dapresente invenção com o botão seletor de engrenagem seletora na posiçãode acionamento.
A figura 61 é uma vista ampliada da modalidade do botão seletorde engrenagem na posição de articulação.
A figura 62 é uma vista em seção transversal do botão seletor deengrenagem modalidade na posição de acionamento.
A figura 63 é uma vista de extremidade dos diversos componen-tes do aparelho de grampeamento cirúrgico em um modo de articulação.
A figura 64 é outra vista de extremidade dos componentes ilus-trados na figura 63 em um modo de acionamento.
A figura 65 é uma vista em perspectiva em seção transversalparcial de uma modalidade alternativa do mecanismo de articulação da pre-sente invenção.
A figura 66 é uma vista de topo em seção transversal parcial domecanismo de articulação da figura 65.
A figura 67 ilustra uma posição do disco de carne e pino de arti-culação da modalidade do mecanismo de articulação dAs figuras 65 e 66 emuma posição articulada esquerda.
A figura 68 ilustra uma posição do disco de carne e pino de arti-culação da modalidade do mecanismo de articulação dAs figuras 65 e 66 emuma posição retilínea (não-articulada).
A figura 69 ilustra uma posição do disco de carne e pino de arti-culação da modalidade do mecanismo de articulação dAs figuras 65 e 66 emuma posição articulada direita.
A figura 70 é uma vista plana em seção transversal de uma por-ção da modalidade de outro mecanismo de articulação da presente invenção.
A figura 71 é uma vista em seção transversal parcial de umaporção da modalidade do mecanismo de articulação da figura 70.
A figura 72 é uma vista lateral de outra modalidade do mecanis-mo de articulação da presente invenção com alguns dos componentes domesmo mostrados em seção transversal.
A figura 73 é uma vista em seção transversal da modalidade domecanismo de articulação da figura 72 tomada ao longo da linha 73 - 73 nafigura 72.
A figura 74 é uma vista lateral de outra modalidade do mecanis-mo de articulação da presente invenção com alguns dos componentes domesmo mostrados em seção transversal.
A figura 75 é uma vista em perspectiva de uma modalidade deanel de articulação externo do mecanismo de articulação da figura 74.
A figura 76 é uma vista em perspectiva lateral esquerda de outramodalidade de aparelho de grampeamento cirúrgico da presente invenção.
A figura 77 é uma vista em perspectiva lateral direita de outramodalidade do aparelho de grampeamento cirúrgico ilustrada na figura 76.
A figura 78 é uma vista de conjunto explodida do segmento dealojamento direito do conjunto de punho com a cobertura removível destaca-da a partir do segmento de alojamento.
A figura 79 é outra vista do segmento de alojamento direito doconjunto de punho com a cobertura removível destacada a partir do segmen-to de alojamento.
A figura 80 é uma vista lateral direita do conjunto de punho doaparelho de grampeamento cirúrgico ilustrado nas figuras 76 - 78.
A figura 81 é uma vista em seção transversal do conjunto de alo-jamento tomada ao longo da linha 81 - 81 na figura 80.A figura 82 é uma vista em seção transversal do conjunto de alo-jamento tomada ao longo da linha 82 - 82 na figura 80.
A figura 83 é uma vista em seção transversal de uma porção doconjunto de alojamento e botão de elevação tomada ao longo da linha 83 -83 na figura 80.
A figura 84 é uma vista lateral direita do conjunto de punho doaparelho de grampeamento cirúrgico ilustrado nas figuras 76 - 83 com a co-bertura removível removida para mostrar o botão de retração e o botão deelevação na posição "pré-acionada".
A figura 85 é outra vista lateral direita do conjunto de punho dafigura 84 com o botão de elevação na posição elevada.
A figura 86 é outra vista lateral direita do conjunto de punho dasfiguras 84 e 85 mostrando a posição do botão de retração e do botão de ele-vação antes de alcançar a posição completamente acionada.
A figura 87 é uma vista em seção transversal parcial do conjuntode punho e botão de elevação com o botão de elevação orientado no sentidohorário para liberar o membro de travamento.
A figura 88 é outra vista em seção transversal parcial do conjun-to de punho, botão de elevação e botão de retração ondo botão de retraçãoliberou o membro de travamento para permitir que o eixo de acionamentoseja automaticamente retraído.
A figura 89 é uma vista em perspectiva parcial de uma porção daunidade de carga descartável das diversas modalidades da presente invenção.
A figura 90 é uma vista em perspectiva de uma modalidade delingueta das diversas modalidades da presente invenção.
A figura 91 é uma vista em perspectiva de outra modalidade delingueta das diversas modalidades da presente invenção.
A figura 92 é uma vista em perspectiva de fundo de uma modali-dade de um eixo de acionamento das diversas modalidades da presente in-venção.
A figura 93 é uma vista em perspectiva de fundo de outra moda-lidade de eixo de acionamento das diversas modalidades da presente invenção.
A figura 93A é uma vista lateral de uma porção da modalidadede um sistema de acionamento da presente invenção usado em conexãocom um instrumento de grampeamento cirúrgico do tipo descrito no pedidode patente US N° de série 11/821,277 com o dente em engate de direciona-mento com o membro de acionamento.
A figura 93B é outra vista lateral da modalidade de sistema deacionamento da figura 93A com o dente na posição desengatada.
A figura 94 é uma vista em perspectiva de uma modalidade deaparelho de grampeamento cirúrgico e da unidade de carga descartável dapresente invenção.
A figura 95 é uma vista em perspectiva da modalidade de unida-de de carga descartável ilustrada na figura 94.
A figura 96 é uma vista de conjunto explodida da modalidade deunidade de carga descartável da figura 95.
A figura 97 é uma vista em perspectiva da unidade de carga des-cartável dAs figuras 95 e 96 sendo articuladas com um par de pinças cirúrgi-cas.
A figura 98 é uma vista em perspectiva de outra modalidade deunidade de carga descartável da presente invenção.
A figura 99 é uma vista de conjunto explodida da modalidade deunidade de carga descartável da figura 98.
A figura 100 é uma vista em perspectiva da unidade de cargadescartável dAs figuras 98 e 99 sendo articulada com um par de pinças ci-rúrgicas.
A figura 101 é uma vista em perspectiva da unidade de cargadescartável dAs figuras 98- 100 ilustrando o percurso de articulação passivae o percurso de articulação ativa da mesma.
A figura 102 é uma vista em perspectiva de outra modalidade deunidade de carga descartável da presente invenção.
A figura 103 é uma vista de conjunto explodida da modalidadede unidade de carga descartável da figura 102.
A figura 104 é uma vista de conjunto explodida de outra modali-dade de mecanismo sensor de unidade de carga descartável e conjunto detirante de controle das diversas modalidades da presente invenção.
A figura 105 é uma vista em perspectiva de outra modalidade deunidade de carga descartável da presente invenção ilustrando o percurso dearticulação passiva e o percurso de articulação ativa da mesma.
A figura 106 é uma vista de conjunto explodida da unidade decarga descartável da figura 105.
A figura 107 é uma vista de extremidade proximal da unidade decarga descartável dAs figuras 105 e 106 tomada na direção representadapelas setas 107 - 107 na figura 105.
A figura 108 é uma vista em perspectiva de outra modalidade doaparelho de grampeamento cirúrgico da presente invenção.
A figura 109 é uma vista de conjunto explodida de uma modali-dade do sistema de articulação da presente invenção empregada no apare-lho de grampeamento cirúrgico da figura 108.
A figura 110 é uma vista de conjunto explodida das porções dajunta de articulação intermediária do sistema de articulação da figura 109.
A figura 111 é uma perspectiva do aparelho de grampeamentocirúrgico da figura 108 empregada em uma aplicação cirúrgica aberta.
A figura 112 é uma vista em perspectiva de outra modalidade doaparelho de grampeamento cirúrgico da presente invenção empregada emconexão com um trocarte convencional para realizar um procedimento cirúr-gico endoscópico.
A figura 113 é uma vista em perspectiva de outra modalidade dosistema de articulação da presente invenção.
A figura 114 é uma vista de conjunto parcial explodida do siste-ma de articulação da figura 113.
A figura 115 é uma vista de conjunto lateral do sistema de articu-lação dAs figuras 113 e 114.
A figura 116 é uma vista em perspectiva de outra modalidade dosistema de articulação da presente invenção.
A figura 117 é uma vista em perspectiva de outra modalidade dosistema de articulação da presente invenção.
A figura 118 é uma vista de conjunto explodida do sistema dearticulação da figura 117.
A figura 119 é uma vista de conjunto lateral de uma porção dosistema de articulação dAs figuras 117 e 118 com alguns componentes domesmo mostrados em seção transversal para maior clareza.
A figura 120 é uma vista em perspectiva de conjunto parcial dediversas modalidades de barra de articulação e pino da presente invenção.
A figura 121 é uma vista em seção transversal das modalidadesbarra de articulação e pino modalidades ilustradas na figura 120.
A figura 122 é uma vista em perspectiva de outra modalidade doaparelho de grampeamento cirúrgico da presente invenção empregada emconexão com um trocarte convencional para realizar um procedimento cirúr-gico endoscópico.
A figura 123 é vista de conjunto parcial explodida de um sistemade articulação do aparelho de grampeamento cirúrgico da figura 122.
Descrição Detalhada
Voltando agora aos desenhos, onde números similares denotamcomponentes similares através das diversas, a figura 1 ilustra um instrumen-to cirúrgico reutilizável, o qual nas versões ilustrativas é mais particularmenteum aparelho de grampeamento cirúrgico 10, capaz de praticar o único bene-fício das diversas modalidades da presente invenção. O aparelho de gram-peamento cirúrgico 10 pode incluir um conjunto de haste 12 e um corpo a-longado 14. a figura 1 ilustra um aparelho de grampeamento cirúrgico 10com uma unidade de carga descartável articulável 16 acoplada ao mesmo. Afigura 2 ilustra um aparelho de grampeamento cirúrgico 10 com uma unidadede carga descartável não articulada 16' acoplada ao mesmo. As unidades decarga descartáveis 16, 16' podem incluir um conjunto de ferramenta 17 queinclui um conjunto 18 que aloja uma pluralidade de grampos cirúrgicos nomesmo. O conjunto de ferramenta 17 pode adicionalmente incluir uma bigor-na de formação de grampo 20. As referidas unidades de carga descartáveis16, 16' podem realizar procedimentos cirúrgicos tais como corte de tecido eaplicação de grampos em cada lado do corte. Diversas modalidades da pre-sente invenção podem ser usadas em conexão com as unidades de cargadescartáveis descritas na Patente US N° 5,865,361 para Milliman et al., adescrição da qual se encontra aqui incorporada por referência.
Será observado que os termos "proximal" e "distai" são usadosaqui com referência a um médico que empunha o conjunto de punho de uminstrumento. Assim, o conjunto de ferramenta 17 é distai com relação aoconjunto de punho mais proximal 12. Será adicionalmente observado que,por conveniência e clareza, termos espaciais tais como "vertical", "horizon-tal", "para cima", "para baixo", "direita", e "esquerda" são usados aqui comrelação aos desenhos. Entretanto, instrumentos cirúrgicos são usados emmuitas orientações e posições, e os referidos termos não são pretendidosser limitantes e absolutos.
Como foi discutido acima, os aparelhos de grampeamento cirúr-gico da técnica anterior tais como aqueles descritos na Patente US N°5,865,361 são inadequados para reprocessamento (isto é, reesterilização)para permitir que os instrumentos sejam reusados pelo fato de que os mes-mos não são desmontados com facilidade. O aparelho de grampeamentocirúrgico 10 ilustrado nas figuras 1 - 20 é adaptado para ser reprocessado demodo conveniente e pode ser usado em conexão com unidades de cargadescartáveis articuláveis 16 (figura 1) e unidades de carga descartáveis nãoarticuláveis 16' (figura 2) como será discutido em detalhes adicionais abaixo.
As diversas modalidades do aparelho de grampeamento cirúrgico 10 podemempregar um conjunto de punho 12 que é construído para facilitar limpeza eesterilização dos diversos componentes alojados no mesmo. Por exemplo, oconjunto de punho 12 pode incluir a porção de haste estacionaria 22, umpunho móvel 24, e uma porção de tambor 26. Um botão giratório 28 podeser montado na extremidade dianteira da porção de tambor 26 para facilitara rotação do corpo alongado 14 com relação ao conjunto de punho 12 sobreo eixo longitudinal "L-L" do aparelho de grampeamento 10. Como será discu-tido em detalhes adicionais abaixo, algumas modalidades do conjunto depunhos podem também incluir uma alavanca de articulação 30 que é monta-da na extremidade dianteira da porção de tambor 26 adjacente ao botão gi-ratório 28. Outras modalidades podem ser projetadas para serem usadas emconexão com unidades de carga descartáveis não articuláveis e assim oconjunto de punho 12 pode não incluir os referidos componentes de articula-ção. O conjunto de punho 12 pode adicionalmente incluir um alojamento depunho 36, o qual pode ser formado a partir de um primeiro segmento de alo-jamento 36a e um segundo segmento de alojamento 36b, os quais, quandoacoplados juntos, formam o alojamento de punho 36. Para facilitar a fácildesmontagem do conjunto de punho 12, os segmentos de alojamento 36a,36b podem ser acoplados juntos com, pelo menos um e, preferivelmente trêsprendedores de liberação rápida 400.
Como mostrado na figura 3, um prendedor de liberação rápida400 pode compreender um prendedor do tipo de baioneta que inclui umaporção de cabeça roscada 402 que é dotada de uma porção de tambor oude corpo 404 que se salienta a partir da mesma que é dimensionado paraser recebido em um orifício 412 em um membro de suporte correspondente410 formado no segmento de alojamento 36a. Um tirante ou membro trans-versai 406 é montado na porção de corpo 404 para formar uma porção deconexão substancialmente em forma de "T" 408 dimensionada para ser re-cebida em segmentos de fenda 414 em cada lado do orifício 412. Os seg-mentos de fenda 414 são configurados de modo que quando a porção deconexão em forma de "T" 408 é inserida no orifício 412 e nos segmentos defenda 414 e girada como ilustrado pela seta "T" na figura 3, o tirante 406 re-tém de forma liberável a porção de conexão 408 em posição. Em diversasmodalidades, a porção de corpo 404 do prendedor de liberação rápida 400pode se estender através de um orifício correspondente no segmento dealojamento 36b e então ser dotado de um tirante ou membro transversal 406fixada ao mesmo de modo que o prendedor de liberação rápida 400 é aco-plado de modo não removível ao segundo segmento de alojamento 36b demodo que quando o segmento de alojamento 36b é destacado a partir doprimeiro segmento de alojamento 36a, os prendedores de liberação rápida400 não se tornam perdidos e permanecem com o segundo segmento dealojamento 36b para objetivo de limpeza/esterilização.
Com referência às figuras 4 - 8, um punho móvel 24 pode serpivotavelmente acoplada a um conjunto de acionamento 500 que pode serremovido a partir do alojamento de punho 36 para objetivo de limpe-za/esterilização. Em diversas modalidades, o conjunto de acionamento 500pode compreender um conjunto de armação interna 510 que suporta de mo-do operacional o punho móvel 24. Como pode ser visto nas referidas figuras,o punho móvel 24 pode ser pivotavelmente fixada ao conjunto de armaçãointerna 510 por pino pivô 38. Um membro de orientação 40, que pode com-preender uma mola de torção, orienta haste móvel 24 em afastamento a par-tir da porção de punho estacionário 22. Ver As figuras 6 - 8. Um eixo de a-cionamento 46 pode ser suportado dentro do conjunto de armação interna510 e pode incluir uma estrutura dentada 48. Uma lingueta dentada 42 dota-da de um dente de engate de estrutura 43 na mesma é pivotavelmente mon-tado a uma extremidade do punho móvel 24 sobre o pino pivô 44. Ver a figu-ra 8. Um membro de orientação 50, que pode compreender uma mola detorção, é posicionado para lançar a lingueta de direcionamento 42 em dire-ção da estrutura dentada 48 do eixo de acionamento 46. Ver a figura 7. Opunho móvel 24 é pivotável para mover o dente de engate de estrutura 43 dalingueta de direcionamento 42 em contato com a estrutura dentada 48 doeixo de acionamento 46 para avançar o eixo de acionamento 46 linearmentena direção distai "DD". A extremidade distai do eixo de acionamento 46 podeser dotada de uma cavidade 47 formada na mesma para receber a extremi-dade proximal 49 de um tirante de controle 52 (figura 4) de modo que o a-vanço linear do eixo de acionamento 46 ocasiona o correspondente o avan-ço linear do tirante de controle 52.
O conjunto de armação interna 510 pode adicionalmente incluiruma lingueta de travamento 54 que é dotada de uma protuberância de tra-vamento 55 na mesma e é pivotavelmente acoplada ao conjunto de armação510 sobre o pino pivô 57 e é orientada para dentro da cavidade 512 no eixode acionamento 46 por um membro de orientação 56, o qual pode compre-ender uma mola de torção. A protuberância de travamento 55 da lingueta detravamento 54 é móvel em engate com a cavidade 512 para reter o eixo deacionamento 46 em uma posição longitudinalmente fixa quando nenhumaunidade de carga descartável tiver sido acoplada ao corpo alongado 14 co-mo será discutido em detalhes adicionais abaixo.
O conjunto de armação interna 510 pode também alojar de mo-do operacional um mecanismo operacional 58 que pode compreender umbotão retrator direito 32a e um botão retrator esquerdo 32b que são conec-tados à extremidade proximal do eixo de acionamento 46 por um tirante deacoplamento 60. Ver a figura 6. O tirante de acoplamento 60 pode incluirporções de engate direita e esquerda 62a e 62b para receber botões retrato-res 32a e 32b, respectivamente e uma porção central 62C a qual é dimensi-onada e configurada para transladar dentro de um par de fendas longitudi-nais 514 no conjunto de armação interna 510 e fendas 34a formadas no eixode acionamento 46 adjacente a extremidade proximal do mesmo. Os botõesretratores 32a, 32b, podem cada um dos quais ser dotado de uma cavidadeno mesmo para permitir que sejam pressionados sobre as porções de enga-te correspondentes 62a, 62b, respectivamente. Em diversas modalidades dapresente invenção, o tirante de acoplamento 60 pode ser configurada demodo que quando os botões retratores 32a, 32b são removidos a partir damesma com objetivo de desmontagem, o tirante de acoplamento 60 perma-nece montada em posição com o conjunto de armação interna 510. Ver Asfiguras 7, 8 e 17. Como mostrado na figura 6, a porção central 62C pode serproporcionada com uma chanfradura 63 que é adaptada para ser engatadaretentivamente por uma aba de retenção (não mostrada) formada em umaextremidade proximal de um retentor 520 que é deslizavelmente recebidoem uma cavidade 522 no eixo de acionamento 46. Uma mola de retração524 é fixada entre uma coluna transversal 526 no eixo de acionamento 46 eo retentor 520 para puxar o retentor 520 distalmente de modo que a aba deretenção formada na extremidade proximal do mesmo engata retentivamentea chanfradura 63 no tirante de acoplamento 60. Aqueles versados na técnicaentenderão que quando os botões retratores 32a, 32b são destacados a par-tir da haste de acoplamento 60, o tirante de acoplamento 60 permanece a-coplada ao conjunto de armação interna 510 pela aba no retentor 520.
Uma placa de liberação 64 pode ser operacionalmente associa-da com o eixo de acionamento 46 e é montada para movimento com relaçãoa mesma em resposta a manipulação dos botões retratores 32a, 32b. Umpar de pinos espaçados 66 pode se estender para fora a partir da face lateraldo eixo de acionamento 46 para engatar um par de fendas de carne angula-das correspondentes 68 formadas na placa de liberação 64. Com o movi-mento dos botões retratores 32a, 32b na direção proximal "PD", os pinos 66podem liberar a placa de liberação 64 para baixo com relação ao eixo deacionamento 46 e com relação a uma estrutura dentada 48 de modo que aporção de fundo da placa de liberação 64 se estende abaixo da estruturadentada 48 para desengatar o dente de engate de estrutura 43 da linguetade direcionamento 42 a partir da estrutura dentada 48. Uma fenda transver-sal 70 é formada na extremidade proximal da placa de liberação 64 para a-comodar a porção central 62c do tirante de acoplamento 60, e fendas alon-gadas 34 (figura 1) são definidas na seção de tambor 26 do conjunto de ti-rante 12 para acomodar a translação longitudinal do tirante de acoplamento60 na medida em que os botões de retração 32a, 32b são puxados na dire-ção proximal "PD" para retrair o eixo de acionamento 46 e assim retrair otirante de controle 52 na direção proximal "PD".
Em diversas modalidades, o conjunto de armação interna 510pode também suportar de modo operacional um conjunto de bloqueio deacionamento 80 o qual pode incluir um embolo 82 e um membro de trava-mento pivotável 83. Ver As figuras 7 e 8. O embolo 82 é orientado para umaposição central por molas de orientação 84 e inclui superfícies de carne afu-niladas anulares 85. Cada extremidade do embolo 82 se estende através doalojamento de punho 36 adjacente a uma extremidade superior da porção depunho estacionário 22. O membro de travamento pivotável 83 pode ser pivo-tavelmente fixado em sua extremidade distai sobre o pino pivô 86 e podeincluir um portão de travamento 88 e extensão proximal 90 dotada de umafenda 89 formada no mesmo. Ver As figuras 7 e 8. O membro de travamentopivotável 83 pode ser orientado por uma mola 93 (figura 9) para fazer comque o portão de travamento 88 fixado ao mesmo penetre na detenção detravamento 53 no fundo do eixo de acionamento 46 para evitar o avanço doeixo de acionamento 46 e subsequente acionamento do aparelho de gram-peamento 10. A superfície de carne afunilada anular 85 no embolo 82 é po-sicionada para se estender para dentro da fenda afunilada 89 na extensãoproximal 90. O movimento lateral do embolo 82 em qualquer direção contraa orientação de qualquer mola 84 move superfície de carne afunilada 85 emengate com as paredes laterais da fenda afunilada 89 na extensão proximal90 para pivotar o membro de travamento pivotável 83 sobre o pino pivô 86para mover o portão de travamento 88 para fora da detenção de travamento53 para permitir o avanço do eixo de acionamento 46.
Como pode ser adicionalmente visto nas figuras 6 - 9, um tirantesensor 182 pode também ser suportado de modo operável pelo conjunto dearmação interna 510. Como pode ser visto nas referidas figuras, o tirantesensor 182 pode ser deslizavelmente fixado ao conjunto de armação interna510 por um pino ou parafuso 530 que se estende através da fenda 532 notirante sensor 182 de modo que o tirante sensor 182 pode deslizar longitudi-nalmente com relação ao conjunto de armação interna 510. Uma extremida-de distai de uma mola 531 pode ser fixada ao parafuso 530 e a extremidadeproximal da mola 531 pode ser enganchada sobre um gancho 533 no tirantesensor 182. Ver a figura 6. A mola 531 serve para orientar o tirante sensor182 na direção distai "DD". O tirante sensor 182 pode adicionalmente incluirum braço de travamento proximal 535 que é dotado de uma extremidadeproximal que se salienta para dentro 537 configurada para interagir com alingueta de travamento 54. Em particular, quando nenhuma unidade de car-ga descartável 16, 16' é fixada ao aparelho de grampeamento 10, o tirantesensor 182 é orientado distalmente pela mola 531. Quando na referida posi-ção "descarregada", a extremidade proximal 537 do braço de travamentoproximal 535 desengata a lingueta de travamento 54 para reter a lingueta detravamento 54 na posição travada onde a protuberância de travamento 55 érecebida na cavidade 512 para reter o eixo de acionamento 46 em uma po-sição longitudinalmente fixa. Assim, quando nenhuma unidade de cargadescartável 16, 16' está acoplada ao aparelho de grampeamento cirúrgico10, o aparelho de grampeamento 10 não pode ser normalmente acionado.
O tirante sensor 182 pode adicionalmente ser dotado de umaaba distai que se estende para baixo 534 formada no mesmo para contatocom um flange 179 formado em um cilindro sensor 178. Ver As figuras 4 e 5.Como será discutido em detalhes adicionais abaixo, um tubo sensor 176 éorientado para interfacear com o cilindro sensor 178. Ver a figura 10. O tiran-te sensor 182 pode adicionalmente ser dotado de um braço de mola 536com uma extremidade que se estende para baixo 538 a qual engata umasuperfície de carne 83a no membro de travamento pivotável 83. Ver a figura7. Quando a unidade de carga descartável 16, 16' é acoplada à extremidadedistai do corpo alongado 14, a unidade de carga descartável 16, 16' engata aextremidade distai do tubo sensor 176 para direcionar o tubo sensor 176proximalmente, e deste modo drive cilindro sensor 178 e o tirante sensor 182proximalmente. O movimento do tirante sensor 182 proximalmente faz comque a extremidade 538 do braço de mola 536 se mova proximalmente à su-perfície de carne 83a para permitir que o membro de travamento 83 pivotesobre a orientação de uma mola 92 a partir de uma posição que permite oacionamento do aparelho de grampeamento 10 (isto é, permite o aciona-mento do eixo de acionamento 46) para uma posição de bloqueio, ondo por-tão de travamento 88 é recebido na detenção de travamento 53 no eixo deacionamento 46 e evitar o acionamento do aparelho de grampeamento 10. Otirante sensor 182 evita o acionamento quando a unidade de carga descar-tável 16 está ausente. O membro de travamento 83 evita o acionamentoquando se fecha e abre o conjunto de bigorna 20. Ainda, na medida em queo tirante sensor 182 é movido proximalmente, a extremidade proximal 537do braço de travamento proximal 535 serve para pivotar a lingueta de trava-mento 54 de modo que a protuberância de travamento 55 se move para forada cavidade 512 para permitir que o eixo de acionamento 46 seja acionado.Ver a figura 8.Como mostrado na figura 4, o alojamento de punho 36 pode in-cluir um canal anular 117 configurado para receber uma nervura anular 118formada na extremidade proximal do botão de rotação 28, o qual é preferi-velmente formado a partir de meias seções moldadas 28a e 28b que podemser interconectadas por parafusos 29. O canal anular 117 e a nervura 118permitem uma relação de rotação entre o botão de rotação 28 e o alojamen-to de punho 36. Como ilustrado na figura 4, o corpo alongado 14 pode incluiruma cobertura externa 124 que é dimensionada para suportar um tubo sen-sor 176 (mostrado na figura 10) e um tirante de articulação 123. O referidoconjunto de componentes 123, 124, 176, e 52 é, algumas vezes aqui referidocomo um "conjunto de tirante de controle 125", e pode incluir outros compo-nentes articulados em uma tirante de controle 52. A extremidade proximal dacobertura 124 inclui aberturas diametricamente opostas 128, as quais sãodimensionadas para receber projeções radiais 132 formadas na extremidadedistai do botão de rotação 28. Ver As figuras 4 e 5. As projeções 132 e asaberturas 128 fixam firmemente o botão de rotação 28 e o corpo alongado14 um com relação ao outro, não só longitudinalmente mas também rotacio-nalmente. A rotação do botão de rotação 28 com relação ao conjunto de pu-nho 12 assim resulta na rotação correspondente do corpo alongado 14 sobreo eixo longitudinal L-L com relação ao conjunto de punho 12. Será tambémobservado que devido a virtude da unidade de carga descartável 16, 16' seracoplada à extremidade distai do corpo alongado 14, a rotação do corpo a-longado 14 também resulta na rotação da unidade de carga descartável 16,16'.
Em diversas modalidades, um mecanismo de articulação 120pode ser suportado no botão giratório 28 e inclui uma alavanca de articula-ção 30 e um membro de carne 136. Ver a figura 11. A alavanca de articula-ção 30 pode ser pivotavelmente montada sobre o pino pivô 140 que podeser roscadamente fixado ao botão de rotação 28. Um pino de desvio 142pode ser recebido em um soquete 131 no fundo da alavanca de articulação30 e se estender para baixo a partir da mesma para engate com o membrode carne 136. O membro de carne 136 pode incluir um alojamento 144 que édotado de uma fenda alongada 146 que se estende através de um lado domesmo. Um par de placas de came 136a, 136b pode ser acoplado ao aloja-mento 144 por um par de rebites 145 ou outros prendedores adequados pa-ra formar um conjunto de placa de came 137. Em outras modalidades, theconjunto de placa de came 137 pode ser integralmente formado com o alo-jamento 144. As placas de came 136a e 136b podem ser dotadas de umasuperfície de came escalonada 148a, 148b, respectivamente, que formauma superfície de came escalonada 148. Cada degrau da superfície de ca-me 148 corresponde a um grau particular de articulação do aparelho degrampeamento 10. A fenda alongada 146 é configurada para receber o pinode desvio 142 que se salienta a partir da alavanca de articulação 30. O con-junto de placa de came 137 é fixado ao alojamento 144 de tal modo a formaruma porção escalonada distai 150 e uma porção escalonada proximal 152. Aporção escalonada proximal 152 inclui uma reentrância 154.
Como pode ser visto na figura 4, o mecanismo de articulação120 pode adicionalmente incluir um membro de translação 138 que é dotadode uma porção de braço vertical 540 que é dotada de uma chanfradura 542no mesmo que é dimensionada para receber uma aba 544 formada no cilin-dro sensor 178. A extremidade distai do membro de translação 138 podeincluir um braço 546 o qual inclui uma abertura 548 configurada para receberuma porção de dedo 164 que se estende a partir da extremidade proximal dotirante de articulação 123. Ver As figuras 4 e 10. Um pino 166 que pode serconstruído a partir de um material não abrasivo, por exemplo, Teflon®, é fi-xado ao membro de translação 138 e dimensionado para ser recebido dentroda superfície de came escalonada 148. Em uma condição montada, as por-ções escalonadas distai e proximal 150 e 152 do membro de came 136 sãoposicionadas em baixo dos flanges 170 e 172 formados no botão de rotação28 para restringir o membro de came 136 ao movimento transversal comrelação ao eixo longitudinal "L-L" do aparelho de grampeamento 10. Quandoa alavanca de articulação 30 é pivotada sobre o pino pivô 140, o membro decame 136 é movido transversalmente no botão de rotação 28 para mover asuperfície de came escalonada 148 transversalmente com relação ao pino166, forçando o pino 166 a se mover proximalmente ou distalmente ao longoda superfície de carne escalonada 148. Uma vez que o pino 166 é firmemen-te fixado ao membro de translação 138, o membro de translação 138 é mo-vido proximalmente ou distalmente para efetuar o o movimento correspon-dente proximal ou distai do tirante de articulação 123.
O cilindro sensor 178 pode ser dotado de uma porção de saliên-cia 544 configurada para ser recebida no interior da reentrância 154 no con-junto de placa de carne 137. Quando uma unidade de carga descartável arti-culada 16 é acoplada de modo operacional à extremidade distai do corpoalongado 14 do aparelho de grampeamento 10, a saliência 544 se moveproximalmente da reentrância 154 no membro de carne 136. Com a saliência544 posicionada proximalmente à reentrância 154, o membro de carne 136está livre para se mover transversalmente para efetuar a articulação do apa-relho de grampeamento 10. Como explicado na Patente US N° 5,865,361,uma unidade de carga descartável não articulada 16' não é dotada de umaponta de inserção estendida. Como tal, quando uma unidade de carga des-cartável não articulada 16' é inserida no corpo alongado 14, o cilindro sensor178 não é movido proximalmente uma distância suficiente para mover a sali-ência 544 a partir da reentrância 154. Assim, o membro de carne 136 é evi-tado mover transversalmente pela saliência 544 a qual é posicionada na re-entrância 154 e a alavanca de articulação 30 é travada em sua posição cen-tral.
Como pode ser visto nas figuras 4 - 9, esta modalidade podetambém incluir um conjunto de supressão de trava de acionamento 600 queé dotado de um botão de supressão 601 que é dotado de um fio de supres-são 602 fixado ao mesmo. O fio de supressão 602 pode ser deslizavelmentesuportado dentro das abas de retenção em forma de fio 606 formadas nasuperfície de topo 604 do conjunto de armação interna 510. Uma extremida-de distai 610 do fio de supressão 602 é montada em um orifício 539 na ex-tremidade distai do tirante sensor 182. Quando botão de supressão 601 émovido na direção proximal "PD", o fio de supressão 602 puxa o tirante sen-sor 182 proximalmente o que orienta a lingueta de travamento 54 para forade engate de travamento com o eixo de acionamento 46 e também faz comque a extremidade 538 do braço de mola 536 se mova proximalmente emrelação à superfície de carne 83a para permitir que o membro de travamento83 pivote sob a orientação da mola 92 a partir de uma posição que permite oacionamento do aparelho de grampeamento 10 (isto é, permite o aciona-mento do eixo de acionamento 46) para uma posição de bloqueio, ondo por-tão de travamento 88 é recebido na detenção de travamento 53 no eixo deacionamento 46 e evita o acionamento do aparelho de grampeamento 10 anão ser que o embolo 82 seja pressionado.
Com referência às figuras 1, 2, 9 e 10, para se usar o aparelhode grampeamento 10, a unidade de carga descartável 16, 16' é primeiro fi-xada à extremidade distai do corpo alongado 14. O aparelho de grampea-mento 10 pode ser usado com unidades de carga descartáveis articuláveis16 e unidades de carga descartáveis não articuláveis 16' que cada uma dasquais é dotada, por exemplo, de fileiras lineares de grampos entre cerca de30 mm e cerca de 60 mm. Um método de acoplar a unidade de carga des-cartável 16, 16' ao corpo alongado 14 é descrito na Patente US N°5,865,361. Quando a ponta de inserção da unidade de carga descartável 16,16' engata a extremidade distai do tubo sensor 176, um mecanismo sensorde unidade de carga descartável é acionado. Na medida em que a ponta deinserção engata e move o tubo sensor 176 proximalmente, o tubo sensor176 efetua o movimento proximal do cilindro sensor 178 e o tirante sensor182 na direção proximal "PD" para pivotar o membro de travamento 83 nosentido anti-horário, a partir da posição de não bloqueio para uma posiçãoondo portão 88 bloqueia o movimento do eixo de acionamento 46.
Quando a unidade de carga descartável 16, 16' é acoplada aoaparelho de grampeamento 10, o conjunto de ferramenta 17 pode ser posi-cionado sobre um tecido alvo. Para prender o tecido alvo entre a bigorna deformação de grampos 20 e o conjunto de cartucho 18, a haste móvel 24 épivotada em direção da porção de haste estacionaria 22 contra a orientaçãoda mola de torção 40 para mover a lingueta de direcionamento 42 em engatecom um ombro 322 no eixo de acionamento 46. O engate entre o ombro 322e a lingueta de direcionamento 42 avança o eixo de acionamento 46 distal-mente e assim avança o tirante de controle 52 distalmente. A haste de con-trole 52 é conectada em sua extremidade distai ao conjunto de direciona-mento axial na unidade de carga descartável 16, 16', incluindo o feixe dedirecionamento na mesma, de modo que o movimento distai da tirante decontrole 52 efetua o movimento distai do feixe de direcionamento na direçãodistai para deste modo fazer com que a bigorna de formação de grampos 20pivote fechada da maneira descrita na Patente US N° 5,865,361. Em diver-sas modalidades, um passo completo do punho móvel 24 pode avançar oeixo de acionamento 46 aproximadamente 15 mm que pode ser suficientepara prender o tecido durante o primeiro passo mas não para acionar gram-pos. O eixo de acionamento 46 é mantido em sua posição longitudinal apóso punho móvel 24 ser liberada pelo portão de travamento 88 que é orientadopara dentro da detenção 53 no fundo do eixo de acionamento 46. Com aliberação do punho móvel 24, a lingueta de direcionamento 42 se move so-bre a armação 48 na medida em que a mola de torção 40 retorna o punho 24para uma posição espaçada a partir do punho estacionaria 22. Na referidaposição, a lingueta de direcionamento 42 é lançada em engate com a estru-tura dentada 48para adicionalmente reter o eixo de acionamento 46 em suaposição longitudinal fixa.
Para "acionar" os grampos suportados no conjunto de cartucho18 (isto é, direcionar os grampos para dentro da bigorna de formação degrampos 20), o punho móvel 24 é acionada mais uma vez. Em diversas mo-dalidades, o aparelho de grampeamento 10 pode ser capaz de receber asunidades de carga descartáveis 16, 16' dotadas de fileiras lineares de gram-pos entre cerca de 30 mm e cerca de 60 mm. Nas referidas configurações, oaparelho de grampeamento 10 pode ser configurado de modo que cada pas-so do punho móvel 24 avança o eixo de acionamento 46 15 mm. Pelo fatode que um passo é necessário para prender o tecido, o punho móvel 24 de-ve ser acionada (n+1) passos para acionar os grampos, onde n é o compri-mento das fileiras lineares de grampos na unidade de carga descartável fi-xada ao aparelho de grampeamento 10 dividida por 15 mm.Antes dos grampos poderem ser acionados, o conjunto de travamento deacionamento 80 deve ser acionado para mover o portão de travamento 88 apartir de sua posição de bloqueio para a posição de não bloqueio. Isto podeser realizado pela ativação do embolo 82 para fazer com que a superfície decarne 85 engate as paredes laterais da fenda 89 do membro de travamento83 e deste modo pivote o membro de travamento 83 no sentido anti-horáriona figura 9. Após, o punho móvel 24 pode ser acionada um número apropri-ado de passos para avançar o eixo de acionamento 46, e assim o tirante decontrole 52 e o feixe de direcionamento na direção distai "DD" para acionar aunidade de carga descartável 16, 16' de modo conhecido. Para retrair eixode acionamento 46 e assim o tirante de controle 52 e o membro de direcio-namento da unidade de carga descartável 16, 16' após o acionamento dosgrampos, os botões de retração 32a, 32b podem ser puxados proximalmentefazendo com que os pinos 66 movam a placa de liberação 64 na direção in-dicada pela seta "J" na figura 7 sobre os dentes 49 para desengatar a lingue-ta de direcionamento 42 do engate com dentes 49 da armação dentada 48.
Aqueles versados na técnica entenderão que as unidades decarga descartáveis 16, 16' são esterilizadas e embaladas em materiais deembalagem estéril antes do uso. Da mesma forma, o aparelho de grampea-mento 10 é também esterilizado antes do uso. Após a unidade de cargadescartável 16, 16' ser usada, a mesma é descartada. Embora o aparelho degrampeamento 10 possa também concebivelmente ser reesterilizado parausos adicionais, os instrumentos da técnica anterior tais como aqueles des-critoss na acima mencionada Patente US N° 5,865,361 e outros instrumen-tos conhecidos adaptados para uso com unidades de carga descartáveisnão são bem adequados para a fácil desmontagem para facilitar a esteriliza-ção de seus diversos componentes internos. Consequentemente, as referi-das unidades são com freqüência descartadas após um único uso. Comoserá adicionalmente explicado abaixo, o aparelho de grampeamento 10 éconstruído para facilitar a fácil desmontagem e para permitir que o aparelhode grampeamento 10 seja reprocessado (isto é, reesterilizado).
A figura 12 ilustra o aparelho de grampeamento 10 após o mes-mo ter sido usado e a unidade de carga descartável (não mostrada) ter sidodesacoplada a partir do mesmo (ação 700 na figura 14). O pontilhamento620, 622 representa áreas exemplificativas de contaminação no corpo alon-gado 14 e o conjunto de punho 12, respectivamente. Para iniciar o reproces-samento do aparelho de grampeamento 10, o usuário move o botão de su-pressão de acionamento 601 proximalmente e mantém o botão de supres-são 601 na referida posição proximal (ação 702). A referida ação move otirante sensor 182 proximalmente da maneira acima descrita e permite que ousuário acione o eixo de acionamento 46. O usuário também move o embolo82 para permitir que o punho móvel 24 seja ciclada aciona o eixo de acio-namento 46. O usuário pode então repeatidamente ciclar o punho móvel 24(representada pela seta "R" na figura 13) para se estender o tirante de con-trole 52 de modo que a porção contaminada 624 do tirante de controle 52 seestende para fora da cobertura 124 (ação 704). Ver a figura 13. O usuáriopode então inserir a porção contaminda exposta 624 do tirante de controle52 e a extremidade distai da cobertura 124 em um meio apropriado de lim-peza ou esterilização 630 tal como, por exemplo, Oxido de etileno, Peróxido,etc. (ação 706). Ver a figura 15.
Para se esterilizar o conjunto de haste 12, o conjunto de punho12 pode ser desmontado com facilidade (ação 708). Com referência maisuma vez à figura 5, o usuário pode separar os segmentos do botão de rota-ção 28a e 28b ao remover os parafusos ou prendedores 29 (ação 710). Ossegmentos do botão de rotação 28a e 28b, assim como o membro de trans-lação 138, são removidos e deixados de lado (ação 712). Os botões de re-trair direito e esquerdo 32a, 32b são então puxados para fora do tirante deacoplamento 60 (ação 714). Os três prendedores de liberação rápida 400podem então ser removidos a partir da porção de alojamento esquerda 36b- a não ser que os prendedores 400 estejam fruxamente acoplados à mes-ma (ação 716). O segmento de alojamento de punho 36b pode então serdeixado de lado (ação 718). O usuário pode então retirar o conjunto de acio-namento 500 a partir do segmento de alojamento 36a e dispor o mesmo emuma superfície plana (ação 720). O usuário pode então pegar a extremidadedistai do tirante de controle 52 e girar a mesma verticalmente (representadapela seta "V" na figura 5 - ação 722). O tirante de controle 52 pode então serpuxada a partir da cavidade 47 no eixo de acionamento 46 como mostradona figura 4 (ação 724). O usuário pode então destacar o cilindro sensor 178a partir da extremidade proximal do tubo sensor 176 (ação 726). Assim, oaparelho de grampeamento 10 pode ser separado nas partes mostradas nafigura 4. O usuário pode então selecionar o ciclo desejado de limpe-za/esterilização (ação 730). Ver a figura 16. Em particular, o usuário podeescolher entre um ciclo "molhado" de limpeza onde os componentes sãosubmersos em uma solução de limpeza apropriada 630 (figura 17) ou umciclo de limpeza "seco" onde radiação é empregada ou uma combinação deambos os ciclos pode ser empregada. Aqueles versados na técnica reco-nhecerão que a figura 17 apenas ilustra alguns dos componentes do conjun-to de punho sendo submersos no meio de limpeza 630. Será observado queé pretendido que todos os componentes do conjunto de punho sejam sub-mersos seja simultaneamente (se o recipiente for suficientemente grande) ouum de cada vez ou em pequenos grupos até que todos os componentes te-nham sido limpos (ação 732). Será observado, entretanto, que os referidoscomponentes que foram usados ou danificados podem ser substituídos pornovos componentes esterilizados para completar o conjunto. O reservatório632 contendo o meio de limpeza 630 pode ser agitado ou o meio de limpezapode ser agitado ou de outro modo agitado usando métodos convencionaispara direcionar o meio de limpeza 630 através das aberturas 511 no conjun-to de armação interna 510 em contato com todos os componentes retidos nomesmo (ação 734). Após os componentes terem todos sido expostos aomeio de limpeza 630 por uma quantidade desejada de tempo, os componen-tes podem ser removidos a partir do meio de limpeza 630 e então secos a arou secos utilizando outros métodos convencionais (ação 736).
Após os componentes terem sido limpos pelo meio de limpeza(ações 732 - 736), o usuário pode também escolher irradiar os componentes(ações 740, 742) ou o usuário pode eleger não irradiar os componentes (a-ção 744) em cujo ponto o usuário então pode lubrificar determinados com-ponentes (ação 746) como será discutido em detalhes adicionais abaixo. Seo usuário elege irradiar os componentes desmontados seja após a limpezamolhada dos componentes ou em vez da limpeza molhada, o usuário podedispor todas as partes componentes em uma bandeja apropriada ou outroobjeto (não mostrado). Radiação pode então ser aplicada aos componentesusando técnicas de irradiação convencionais. Por exemplo, radiação de rai-os de elétron pode ser empregada. Outras formas de meios de esterilizaçãopor vapor, tais como por exemplo, meios de vapor de oxido de etileno, meiosde vapor de peróxido podem também ser empregados.
Após os componentes terem sido esterilizados, determinadoscomponentes podem ser lubrificados (ação 746). Como pode ser visto nafigura 18, em diversos componentes, instruções de lubrificação 770 podemser gravadas ou de outro modo proporcionadas no conjunto de armação in-terna 510. Um meio de lubrificação estéril tal como, por exemplo, Estearatode sódio pode ser aplicado aos diversos componentes como mostrado nafigura 18.
Os componentes podem então ser remontados como delineadona figura 19. Para ajudar com a montagem dos componentes, um membrode montagem estéril ou bandeja 790 que é dotada de uma série de cavida-des complementares 792, 794 na mesma pode ser empregada. Ver a figura20. Um método de remontagem inclui a ação 750 que compreende colocar osegmento de botão de rotação 28a na cavidade formada complementar 792na bandeja de montagem 790. O botão de retração 32a pode ser disposto nacavidade complementar 794 (ação 752). O primeiro segmento de alojamen-to 36a pode ser disposto na cavidade complementar 796 (ação 754). Omembro de translação 138 pode ser disposto no membro de rotação direito28a com o pino 166 fixado ao mesmo inserido na fenda de carne escalonada148 no membro de carne 136 que é montado sob os flanges 170, 172 nosegmento de botão de rotação direito 28a (ação 756). O cilindro sensor 178pode ser disposto sobre a extremidade proximal da tirante de controle 52(ação 758). O conjunto de tirante de controle 125 é orientado verticalmentecom a extremidade distai para cima. O cilindro sensor 178 é retido em umtirante de controle 52 (ação 760). A extremidade proximal do tirante de con-trole 52 é inserida na cavidade 47 no eixo de acionamento 46 (ação 762). Oconjunto de tirante de controle 125 é então girado para baixo para a esquer-da para completar a fixação ao eixo de acionamento 46 (ação 764). O cilin-dro sensor 178 é girado até que a aba 544 esteja para baixo (ação 766). Oconjunto de acionamento 500 e o conjunto de tirante de controle unidos 125é inserido no primeiro segmento de alojamento de punho 36a e o segmentode botão de rotação direito 28a nas cavidades correspondentes 798, 792,796 na bandeja de montagem 790. A aba de travamento 544 no cilindro sen-sor 178 é inserida na chanfradura 542 no membro de translação 138 (ação768). O tirante de acoplamento 60 pode ser alinhada para inserção dentro doorifício (não mostrado) no botão de retração direito 32a (ação 770). O se-gundo segmento de alojamento de punho 36b é então disposto sobre o con-junto e alinhado para permitir que os prendedores de liberação rápida 400acoplem o segmento de alojamento de punho 36a, 36b juntos (ação 772). Osegmento de botão de rotação 28b pode ser orientadopara correspondercom o segmento de botão de rotação 28a e acoplado ao mesmo com para-fusos 29 (ação 774). O botão de retração esquerdo 32b pode então serpressionado sobre o eixo de retração 60 para completar o conjunto (ação776).
O conjunto de travamento de acionamento 80 acima descrito,assim como o conjunto de travamento de acionamento descrito na acimamencionada Patente US N° 5,865,361, pode ser difícil para se usar pelo fatode que o médico deve pressionar o embolo 82 para permitir que eixo de a-cionamento 46 seja acionado por ciclagem do punho móvel 24. A referidaconfiguração em geral requer que o médico use ambas as mãos (uma parasegurar o conjunto de punho e acionar o punho móvel e a outra mão parapressionar o embolo 82). Seria mais desejável se ter um aparelho de gram-peamento cirúrgico que é dotado de uma configuração de gatilho de trava-mento de acionamento ergonomicamente mais eficiente que não necessitede que o médico use ambas as mãos para acionar o instrumento. As figuras21 - 33 ilustram um aparelho de grampeamento 810 que é substancialmentesimilar ao aparelho de grampeamento 10 acima descrito ou pode ser subs-tancialmente similar ao aparelho de grampeamento descrito na Patente USN° 5,865,361 ou outros instrumentos cirúrgicos da técnica anterior que em-pregam o conjunto de travamento do tipo de embolo, exceto em que o apa-relho de grampeamento 810 emprega um sistema de travamento de acio-namento 880 que é muito mais fácil para se usar e não necessita de ambasas mãos para acionar o instrumento.
Com referência às figuras 21 e 22, o conjunto de punho 12 incluium alojamento de punho 36, o qual é preferivelmente formado a partir desegmentos moldados de alojamentos de punho 36a e 36b, os quais coleti-vamente formam o membro de haste estacionaria 22 e a porção de tambor26 do conjunto de punho 12. Um punho móvel 824 pode ser pivotavelmentesuportada entre o segmento de alojamento de punhos 36a e 36b sobre opino pivô 38. Ver a figura 22. Um membro de orientação 40, que pode com-preender uma mola de torção, orienta o punho móvel 824 em afastamento apartir de punho estacionário 22. Um eixo de acionamento 46 pode ser supor-tado dentro da porção de tambor 26 do alojamento de punho 36 e inclui umaarmação48 de dentes 49. Uma lingueta dentada 42 que é dotada de um den-te de engate de estrutura 43 na mesma pode ser pivotavelmente montada auma extremidade do punho móvel 824 sobre um pino pivô 44. Um membrode orientação 50, que pode compreender uma mola de torção, pode ser em-pregado para lançar a lingueta de direcionamento 42 em direção da armação48 no eixo de acionamento 46. Na medida em que o punho móvel 824 é a-cionada (por exemplo, pivotada), a mesma move a lingueta de direciona-mento 42 de modo que o dente de engate de estrutura 43 direcionalmenteengata a estrutura dentada 48 do eixo de acionamento 46 para avançar oeixo de acionamento 46 linearmente na direção distai "DD". A extremidadedianteira do eixo de acionamento 46 é dotada de uma cavidade 47 formadana mesma para receber a extremidade proximal 53 de um tirante de controle52 (figura 23) de modo que o avanço linear do eixo de acionamento 46 oca-siona o correspondente avanço linear do tirante de controle 52.
O aparelho de grampeamento 810 pode adicionalmente ser do-tado de uma lingueta de travamento 54 que é dotada de um membro de tra-vamento de armação 55 que pode ser pivotavelmente montado no interior doalojamento de punho 36 sobre o pino pivô 57 e é orientado em direção daestrutura dentada 48 pelo membro de direcionamento 56, o qual é tambémpreferivelmente uma mola de torção. A protuberância de travamento da ar-mação 55 da lingueta de travamento 54 é orientada para movimento paradentro da cavidade 512 no eixo de acionamento 46, de modo que quando aprotuberância de travamento da armação 55 está na cavidade 512, o eixo deacionamento 46 é retido na posição longitudinalmente fixa quando nenhumaunidade de carga descartável for acoplada ao aparelho de grampeamento810.
Diversas modalidades podem também incluir um mecanismooperacional 58 que pode compreender um botão de retração direito 32a eum botão de retração esquerdo 32b que são conectados à extremidade pro-ximal do eixo de acionamento 46 pelo tirante de acoplamento 60. Ver a figu-ra 22. O tirante de acoplamento 60 pode incluir porções de engate direita eesquerda 62a e 62b para receber os botões retratores 32a, 32b e uma por-ção central 62c que é dimensionada e configurada para transladar em umpar de fendas longitudinais 34a respectivamente formadas no eixo de acio-namento 46 adjacente à extremidade proximal do mesmo. Uma placa deliberação 64 pode ser operacionalmente associada com eixo de acionamen-to 46 e é montada para movimento com relação ao mesmo em resposta amanipulação dos botões retratores 32a, 32b. Um par de pinos espaçados 66pode se estender para fora a partir da face lateral do eixo de acionamento 46para engatar um par de fendas de carne angulados correspondentes 68 for-mados na placa de liberação 64. Com o movimento dos botões retratores32a, 32b na direção proximal "PD", os pinos 66 podem liberar a placa 64 pa-ra baixo com relação ao eixo de acionamento 46 e com relação a uma estru-tura dentada 48 de modo que a porção de fundo da placa de liberação 64 seestende abaixo da estrutura dentada 48 para desengatar o dente de engate43 da lingueta de direcionamento 42 a partir da estrutura dentada 48. A fen-da 70 pode ser formada na extremidade proximal da placa de liberação 64para acomodar a porção central 62c do tirante de acoplamento 60, e fendasalongadas 34 são proporcionadas na seção de tambor 26 do conjunto depunho 12 para acomodar a translação longitudinal do tirante de acoplamento60 na medida em que os botões de retração 32a, 32b são puxados na dire-ção proximal "PD" para retrair o eixo de acionamento 46 e assim retrair otirante de controle 52 para trás. O aparelho de grampeamento 810 pode adi-cionalmente incluir um tirante sensor 882 que pode ser deslizavelmente fixa-do ao segmento de alojamento de punho 36a por um pino ou parafuso 530que se estende através da fenda 532 no tirante sensor 882 de modo que otirante sensor 882 pode deslizar longitudinalmente com relação ao alojamen-to de punho 36. Uma extremidade distai de uma mola 531 pode ser fixada aoparafuso 530 e a extremidade proximal da mola 531 pode ser enganchadasobre um gancho 533 no tirante sensor 882. Ver a figura 22. A mola 531 ser-ve para orientar o tirante sensor 882 na direção distai "DD". O tirante sensor882 adicionalmente inclui um braço de travamento proximal 535 que é dota-do de uma extremidade proximal que se salienta para dentro 537 configura-do para interagir com a lingueta de travamento 54. Em particular, quandonenhuma unidade de carga descartável 16, 16' está fixada ao instrumento810, o tirante sensor 882 é orientado distalmente pela mola 531. Quando nareferida posição "descarregada", a extremidade proximal 537 do braço detravamento proximal 535 desengata a lingueta de travamento 54 para reter alingueta de travamento 54 na posição travada onde a protuberância de tra-vamento 55 é recebida na cavidade 512 para reter eixo de acionamento 46na posição longitudinalmente fixa. Assim, quando nenhuma unidade de re-carga descartável 16, 16' está acoplada ao instrumento 810, o instrumento810 não pode ser acionado.
Com referência à figura 23, um mecanismo sensor de unidadede carga descartável pode se estender par dentro do aparelho de grampea-mento 810 a partir do corpo alongado 14 e dentro do conjunto de punho 12.
O mecanismo sensor pode incluir um tubo sensor 176 que é deslizavelmentesuportado dentro da cobertura externa 124. A extremidade distai do tubosensor 176 é posicionado em direção da extremidade distai do corpo alon-gado 14 e a extremidade proximal do tubo sensor 17(3 é fixada dentro daextremidade distai do cilindro sensor 178' via um par de saliências 180'. Aextremidade distai de um tirante sensor 882 é orientada em uma relação decontato com a extremidade proximal flangeada 190' do cilindro sensor 178'.
O tirante sensor 882 pode adicionalmente ser dotado de umaaba distai que se estende para baixo 534 formado na mesma para contatocom um flange 179 formado em um cilindro sensor 178'. Ver As figuras 22 e23. Como será discutido em detalhes adicionais abaixo, um tubo sensor 176é orientado para interfacear com o cilindro sensor 178'. Ver a figura 23.
Quando a unidade de carga descartável 16, 16' é acoplada à extremidadedistai do corpo alongado 14, a unidade de carga descartável 16, 16' engata aextremidade distai do tubo sensor 176 para direcionar o tubo sensor 176proximalmente, e deste modo direcionar o cilindro sensor 178' e o tirantesensor 882 proximalmente. Na medida em que o tirante sensor 882 é movidoproximalmente, a extremidade proximal 537 do braço de travamento proxi-mal 535 para pivotar a lingueta de travamento 54 de modo que a protube-rância de travamento 55 se move para fora da cavidade 512 para permitirque o eixo de acionamento 46 seja acionado.
Aparelho de grampeamento 810 pode também empregar ummecanismo de articulação 120 de tipo e construção descritos em detalhesacima, com as seguintes diferenças observadas. Em diversas modalidades,um mecanismo de articulação 120 pode ser suportado no botão giratório 28e inclui uma alavanca de articulação 30, um membro de carne 136 e ummembro de translação 138'. Em diversas modalidades, o membro de trans-lação 138' pode incluir uma pluralidade de nervuras 156 as quais são confi-guradas para serem deslizavelmente recebidas dentro de ranhuras (nãomostradas) formadas ao longo das paredes internas do botão de rotação 28.
O engate entre as nervuras 156 e as referidas ranhuras evita a relativa rota-ção do botão de rotação 28 e membro de translação 138' embora permita orelativo movimento linear. A extremidade distai do membro de translação138' pode incluir um braço 160 que inclui uma abertura 162 configurada parareceber uma porção de dedo 164 que se estende a partir da extremidadeproximal do tirante de articulação 123. Ver a figura 23.
Em uma condição montada, as porções escalonadas proximal edistai 150 e 152 do membro de carne 136 são posicionadas em baixo dosflanges 170 e 172 formados no botão de rotação 28 para restringir o membrode carne 136 quanto ao movimento transversal com relação ao eixo longitu-dinal "L-L" do aparelho de grampeamento 810. Quando a alavanca de articu-lação 30 é pivotada sobre o pino pivô 140, o membro de carne 136 é movidotransversalmente no botão de rotação 28 para mover a superfície de carneescalonada 148 (referência à figura 11) transversalmente com relação aopino 166, forçando o pino 166 para se mover proximal ou distalmente aolongo da fenda de carne escalonada 148. Uma vez que o pino 166 é firme-mente fixado ao membro de translação 138', o membro de translação 138' émovido proximal ou distalmente para efetuar o movimento correspondenteproximal ou distai do primeiro tirante de acionamento 123. Ver As figuras 23e24.
Com referência mais uma vez à figura 24, o membro de carne136 pode incluir uma reentrância 154. Um anel de travamento 184 dotado deuma porção de saliência 186 configurada para ser recebida no interior dareentrância 154 é posicionado sobre o cilindro sensor 178' entre a porção deaba de controle 188' e a porção de flange proximal 190'. Ver a figura 23.Uma mola 192' posicionada entre a porção de flange 190' e o anel de trava-mento 184 lança o anel de travamento 184 distalmente sobre o cilindro sen-sor 178'. Quando uma unidade de carga descartável articulada 16 dotada deuma porção de ponta estendida é inserida na extremidade distai do corpoalongado 14 do aparelho de grampeamento 810, a ponta de inserção fazcom que a porção de aba de controle 188' se mova proximalmente em enga-te com o anel de travamento 184 para lançar o anel de travamento 184 e aporção de saliência 186 proximalmente à reentrância 154 no membro decarne 136. Com a porção de saliência 186 posicionada proximalmente à re-entrância 154, o membro de carne 136 está livre para se mover transversal-mente para efetuar a articulação do aparelho de grampeamento 810. Outrasunidades de carga descartáveis não articuláveis podem não ser dotadas deuma ponta de inserção estendida. Como tal, quando uma unidade de cargadescartável não articulada 16 é acoplada ao corpo alongado 14, o cilindrosensor 178' não é retraído proximalmente uma distância suficiente para mo-ver a porção de saliência 186 a partir da reentrância 154. Assim, o membrode carne 136 é evitado se mover transversalmente pela porção de saliência186 do anel de travamento 184 que é posicionado na reentrância 154 e aalavanca de articulação 30 é travada em sua posição central.
Com referência à figura 23, a extremidade distai do corpo alon-gado 14 pode incluir um mecanismo de travamento de haste de controle 900que pode ser ativado durante o acoplamento da unidade de carga descartá-vel 16, 16' com a extremidade distai do corpo alongado 14. O mecanismo detravamento de tirante de controle 900 pode incluir uma placa de bloqueio902 que é orientada distalmente por uma mola 904 e inclui uma porção dededo proximal 906 dotada de uma superfície de carne angulada 908. Emdiversas modalidades, a trava de eixo de acionamento 910 que é dotada deuma aba de trava 912 que se salienta a partir da mesma pode ser emprega-da. A aba de trava 912 pode ser configurada para seletivamente engatamuma chanfradura 914 no tirante de controle 52. A trava de eixo de aciona-mento 910 pode ser proporcionada com um membro de orientação na formade uma mola de folha (não mostrada) ou semelhante e ser dotada de umpino de travamento 916 que se estende através da mesma. A mola de folhaserve para orientar a trava de eixo de acionamento 910 para fora quando aextremidade proximal da placa de bloqueio 902 é adiantada em uma posiçãodistai. A placa de bloqueio 902 pode ser móvel a partir da posição distai es-paçada a partir da aba de travamento 912 para a posição proximal localizadaatrás da aba de travamento 912. Na posição proximal, a placa de bloqueio902 faz com que a aba de trava 912 se estenda através da fenda 918 notubo sensor 176 em engate com a chanfradura 914 no tirante de controle 52.
Durante a inserção da unidade de carga descartável 16, 16' naextremidade distai do corpo alongado 14, como será descrito em maioresdetalhes abaixo, a superfície de carne 908 da placa de bloqueio 902 é enga-tada por uma saliência na unidade de carga descartável 16, 16' na medidaem que a unidade de carga descartável 16, 16' é girada em engate com ocorpo alongado 14 para lançar a placa 902 para a posição proximal. A abade travamento 912, que é posicionada dentro da chanfradura 914, é retidana mesma pela placa de bloqueio 902 emboruma saliência engate a superfí-cie de carne 908 para evitar o movimento longitudinal do tirante de controle52 durante a montagem. Quando a unidade de carga descartável 16, 16' éadequadamente posicionada com relação ao corpo alongado 14, a saliênciana extremidade proximal da unidade de carga descartável 16, 16' passa pelasuperfície de carne 908 permitindo que a mola 904 retorne a placa de blo-queio 902 para a sua posição distai para permitir o subsequente movimentolongitudinal do tirante de controle 52. É observado que quando a saliência daunidade de carga descartável passa pela superfície de carne 908, um somde clic audível pode ser produzido indicando que a unidade de carga descar-tável 16, 16' está adequadamente fixada ao corpo alongado 14.
Com referência agora às figuras 22, 25 e 26, o aparelho degrampeamento 810 pode empregar um conjunto de travamento de aciona-mento aprimorado 880. Nesta modalidade, o punho móvel 824 pode ser pro-porcionado com uma cavidade 930 dimensionada para receber uma porçãoproximal do gatilho de liberação de acionamento 932. Como pode ser vistonas referidas figuras, o gatilho de liberação de acionamento 932 pode serdotado de uma saliência 934 formada na mesma e uma mola de liberação936 pode se estender entre o fundo da cavidade 930 e a saliência 934 paraaplicar uma força de direcionamento ao gatilho de liberação de acionamento932 na direção "A". Como pode ser mais particularmente visto na figura 26, ogatilho de liberação de acionamento 932 pode ser dotado de uma porção deprolongamento proximal 940 que é dimensionada para deslizavelmente seestender para dentro da fenda 825 formada no punho móvel 824 na medidaem que o gatilho de liberação de acionamento é pressionado na direção "B".
Conjunto de travamento de acionamento aprimorado 880 pode adicional-mente incluir um conjunto de ligação de engrenagem 950. Em diversas mo-dalidades, o conjunto de ligação de engrenagem 950 pode incluir uma pri-meira engrenagem 952 que é rotacionalmente recebida no pino de primeiraengrenagem 954 que é fixado ao punho móvel 824. A primeira engrenagem952 pode ser dotada de um primeiro segmento de engrenagem 956 que édisposto para engate entrosado com a armação de engrenagem de gatilhode liberação 960 formada na porção de prolongamento 940 do gatilho deliberação de acionamento 932. A primeira engrenagem 952 pode ser ligadaà lingueta de liberação 970 por um primeiro tirante de conexão 972 que épivotavelmente tolhido com pino ou de outro modo fixado à primeira engre-nagem 952 e à lingueta de liberação 970. Como pode ser visto nas figuras22 e 25, a lingueta de liberação 970 pode ser pivotavelmente suportada nopino 38.
Em diversas modalidades, a lingueta de liberação 970 pode serdotada de uma porção de engate 974 que é configurada para engatar umpino de liberação 980 que é fixado a um segundo tirante de conexão 982 e élimitado para percorrer em uma fenda arqueada 826 formada no punho mó-vel 824. Na medida em que a presente Descrição Detalhada prossegue, seráaparente que a fenda 826 evita que o acionamento do punho móvel 824 mo-va o segundo tirante de conexão 982. O segundo tirante de conexão 982pode também ser pivotavelmente tolhido com pino ou fixado a uma engrena-gem de portão 990 que é rotacionalmente articulada no pino de engrenagem992 que é suportado pelo segmento de alojamento de punhos 36a, 36b. Aengrenagem de portão 990 é dotada de um segmento de dentes de engre-nagem 994 na mesma orientados para engate entrosado com a armação deportão 998 formada no portão de travamento 996. O portão de travamento996 pode ser dotado de uma fenda 997 no mesmo que é adaptada para re-ceber uma porção 1002 da mola de portão 1000 que é suportada no pino deportão 1004 que se estende entre o segmento de alojamento de punhos 36a,36b. A mola de portão 1000 serve para orientar o portão de travamento 996na direção "C". Ver a figura 26.
A operação do conjunto de travamento de acionamento 880 seráagora descrita com referência às figuras 27 - 30. A figura 27 ilustra o apare-lho de grampeamento 810 antes de prender o tecido na unidade de cargadescartável (não mostrada). Como pode ser visto na referida figura, a porçãode engate 974 da lingueta de liberação 970 não está em contato com o pinode liberação 980 neste estágio de operação. Como pode ser também visto, aextremidade superior do portão de travamento 996 é na extremidade distaido eixo de acionamento 46. A figura 28 ilustra um primeiro acionamento dopunho móvel 824 para fazer com que a bigorna de formação de grampos daunidade de carga descartável se feche da maneira acima descrita. O médicoainda não pressionou o gatilho de liberação de acionamento 932 e de modoconveniente dispôs seu dedo indicador atrás da porção de acionamento 933do gatilho de liberação de acionamento 932. Ao se acionar o punho móvel824, o eixo de acionamento 46 é direcionado na direção distai "DD" por umalingueta de direcionamento 42 da maneira acima descrita. Como pode servisto na figura 28, o eixo de acionamento 46 teve que ser movido para umaposição onde a extremidade do portão de travamento 996 penetrou na de-tenção de travamento 53 no eixo de acionamento 46 e correspondente de-tenção de travamento 53' na placa de liberação 64. Como é mais facilmentevisto na figura 25, a extremidade superior do portão de travamento 996 édotado de uma porção chanfrada ou afunilada 999 formada na mesma quese encontra com o lado proximal que se estende verticalmente 1005 do por-tão de travamento 996. Como pode ser também visto na figura 25, a deten-ção de travamento 53 no eixo de acionamento 46 é dotado de superfíciesanguladas 1006, 1007 e também uma camada de elevação vertical 1008.
Quando a extremidade superior do portão de travamento 996 é completa-mente orientada para dentro da detenção de travamento 53 pela mola deportão 1000, o lado proximal 1005 do portão de travamento 996 se encontraem uma relação de confronto com a elevação vertical 1008 no eixo de acio-namento 46 para deste modo evitar o movimento do eixo de acionamento46. Entretanto, quando o portão de travamento 996 é puxado na direção "D",as superfícies anguladas 1006, 1007, assim como a superfície chanfrada999 no portão de travamento 996, permite que o eixo de acionamento 46 semova longitudinalmente adiante do portão de travamento 996 sem que o por-tão de travamento 996 tenha que ser completamente orientado para fora decontato com o eixo de acionamento 46.Retornando à figura 28, quando na referida posição, a fenda 826no punho móvel 824 permite que o punho móvel seja puxada em direção daporção de punho estacionário 22 sem fazer com que o pino 980 se movapara o segundo tirante de conexão 982 o qual por sua vez acionaria o portãode travamento 996. Como pode ser visto na figura 28, a mola 1000 orientouo portão de travamento 996 para a posição de bloqueio ondo portão de tra-vamento 996 é recebido nas detenções de travamento 53, 53' e a superfícieproximal 998 do mesmo se encontra em uma relação de confronto com aelevação vertical 1008 no eixo de acionamento 46. Após o punho móvel 824ter sido puxado para a primeira posição mostrada na figura 28 para fechar abigorna de formação de grampos, o médico então permite que o punho mó-vel 824 seja movido para a posição ilustrada na figura 29 sob a força de ori-entação da mola de fechamento de punho 40. Neste estágio, os botões re-tratores 32a, 32b podem ser puxados proximalmente para fazer com que abigorna de formação de grampos desprenda o tecido no caso que o médicodeseje remanipular a ferramenta 17 ou, o médico possa querer iniciar o ciclode ciclo de acionamento ao colocar o seu dedo indicador na porção de acio-namento 933 do gatilho de liberação de acionamento 932 como ilustrado nafigura 30.
Na figura 31, o médico pressionou o gatilho de liberação de a-cionamento 932. A referida ação faz com que a armação da engrenagem dogatilho de liberação 960 na porção de prolongqamento do gatilho de libera-ção 940 corresponda com o primeiro segmento de engrenagem 956 na pri-meira engrenagem 952 para fazer com que a primeira engrenagem 952 gireno sentido anti-horário "CCW". Na medida em que a primeira engrenagem952 gira no sentido anti-horário, a mesma empurra o primeiro tirante de co-nexão 972 na direção "E", faz com que a lingueta de liberação 970 gire nosentido horário "C". Na medida em que a lingueta de liberação 970 gira nadireção "C", a superfície de engate 974 entra em contato com o pino de libe-ração 980 e carrega o segundo tirante de conexão 982 na direção "F\ Namedida em que o segundo tirante de conexão 982 se move na direção "F", omesmo faz com que a engrenagem de portão 990 gire no sentido anti-horário "CCW". Os dentes de engrenagem 994 na engrenagem de portão990 correspondem com a aarmação de portão 998 e direciona o portão detravamento 996 na direção "D" fora do engate de bloqueio com as detençõesde travamento 53, 53'.
A figura 32 ilustra a posição do portão de travamento 996 comrelação ao eixo de acionamento 46 quando o eixo de acionamento 46 come-ça a se mover na direção distai "DD" ao se acionar o punho móvel 824. Co-mo pode ser visto na referida figura, a porção chanfrada superior 999 do por-tão de travamento 996 é agora em contato com a borda vertical 1005 no eixode acionamento 46 e permite que o eixo de acionamento 46 se mova distal-mente. A figura 33 ilustra a conclusão do primeiro passo de acionamento dopunho móvel 824. Como pode ser visto na referida figura, a extremidade su-perior do portão de travamento 996 corre no fundo do eixo de acionamento46 e da placa 64 na medida em que o eixo de acionamento 46 é avançadona direção distai "DD". A extremidade proximal do tirante 982, se moveu pa-ra a extremidade proximal da fenda 826 durante o referido passo.
A figura 34 ilustra uma modalidade alternativa do aparelho degrampeamento 810' que emprega conjunto de travamento de acionamentoalternativo 880' que pode ser substancialmente o mesmo que o conjunto detravamento de acionamento 880 acima descrito, exceto pelas diferenças ob-servadas abaixo. Em particular, o conjunto de travamento de acionamento880' emprega uma barra flexível 1020 que é limitada para se mover em umapassagem em serpentina 828 formada no punho móvel 824'. A barra flexível1020 substitui a primeira engrenagem 952, o primeiro tirante de conexão972, e a lingueta de liberação 970. Uma extremidade da barra flexível 1020 éacoplada ao gatilho de liberação de acionamento 932 e a outra extremidadeda barra flexível 1020 é restrita para contato com o pino de liberação 980que é também restrito para se mover na fenda 828. Assim, na medida emque o gatilho de liberação de acionamento 932 é pressionado, a barra flexí-vel 1020 empurra o pino de liberação 980 que faz com que o segundo tirantede conexão 982 se mova na direção "F". Na medida em que o segundo tiran-te de conexão 982 se move na direção "F", a engrenagem de portão 990 semove no sentido anti-horário "CC" e direciona o portão de travamento 996 nadireção "D". Quando o médico libera o gatilho de liberação de acionamento932, a mola de liberação 936 direciona o gatilho de liberação de acionamen-to 932 na direção "A" puxando a barra flexível 1020 em afastamento a partirdo pino de liberação 980, deste modo permitindo que o pino de liberação980 se mova sem restrição na fenda 828. Na medida em que o pino de libe-ração 980 não é restrito, a mola de portão 1000 é permitida orientar o portãode travamento 996 na direção "C". Na medida em que o portão de travamen-to 996 é orientado na direção "C", a engrenagem de portão 990 é direcionadsem restrição no sentido horário "C". Aqueles versados na técnica observa-rão que as configurações de travamento de acionamento 880, 880' acimadescritas permitem que o médico opere o instrumento com uma mão. Istorepresenta um vasto aprimoramento com relação aos referidos sistemas detravamento de acionamento descritos na Patente US N° 5,865,361 e outrosaparelhos de grampeamentos da tecnai anterior configurados para uso comas unidades de carga descartáveis.
As figuras 35 - 46 ilustram um aparelho de grampeamento cirúr-gico 1210 que vai de encontro pelo menos a alguns dos problemas acimamencionados associados com os aparelhos de grampeamento cirúrgico datécnica anterior que são projetados para acomodar as unidades de cargadescartáveis articuláveis. Mais particularmente e com referência à figura 35,o aparelho de grampeamento cirúrgico 1210 pode ser substancialmente si-milar em construção aos diversos instrumentos acima descritos, exceto pelosistema de rotação seletivamente travável 1220 e o sistema de articulação1320 (figura 36) como será descrito em detalhes abaixo. Os referidos com-ponentes que são os mesmos que os componentes empregados nas moda-lidades acima mencionadas serão marcados com os mesmos números deelemento e aqueles versados na técnica podem se referir a descrição deter-minada aqui acima que explica a sua construção e operação.
Em uma modalidade, o aparelho de grampeamento cirúrgico1210 pode incluir um conjunto de punho 12 que é dotado de um corpo alon-gado 14 que é acoplada de modo operacional ao mesmo e que se salientadistalmente a partir da mesma. Uma extremidade distai do corpo alongado14 pode ser acoplada a uma unidade de carga descartável articulável 16. Aunidade de carga descartável 16 pode incluir um conjunto de ferramentas 17que é seletivamente articulável sobre um eixo de articulação "A1-A1" pormovimentos de articulação transferidos ao mesmo pelo corpo alongado 14como é conhecido. Ver a figura 35. Em diversas modalidades da presenteinvenção, a extremidade proximal do corpo alongado 14 pode ser acoplada àcobertura giratória 1260 que é acoplada ao alojamento de punho 36'. Comopode ser visto nas figuras 36, 44 e 45, o alojamento de punho 36' pode inclu-ir um canal anular 117 configurado para receber uma nervura anular 1262formada na extremidade proximal da cobertura giratória 1260, que é preferi-velmente formada a partir de segmentos de cobertura moldados 1260a e1260b. O canal anular 117 e a nervura 1262 permitem uma rotação relativaentre a cobertura 1260 e o alojamento de punho 36'. A rotação da coberturagiratória 1260 faz com que o corpo alongado 14 e a unidade de carga des-cartável fixada ao mesmo gire sobre o eixo longitudinal "L-L" definido pelocorpo alongado 14. Diversas modalidades do aparelho de grampeamentocirúrgico 1210 podem incluir um sistema de rotação seletivamente travável1220 para seletivamente travar a cobertura giratória 1260 para evitar a rota-ção da mesma (assim como a rotação do corpo alongado 14 e unidade decarga descartável 16) com relação ao conjunto de punho 12 sobre o eixolongitudinal "L-L".
Em diversas modalidades, o sistema de rotação travável 1220pode incluir uma cobertura distai cilíndrica 1222 formada ou de outro modoproporcionada na extremidade distai do alojamento de punho 36'. A figura 36ilustra o segmento de alojamento 36a' do alojamento de punho 36' que édotado de um segmento de cobertura 1222a formado na mesma. Aquelesversados na técnica entenderão que o segmento de alojamento 36b' do alo-jamento de punho 36' é dotado de um segmento de cobertura corresponden-te 1222b formado na mesma que coopera com segmento de cobertura1222a para formar a cobertura distai 1222. Ver a figura 40.
O sistema de rotação travável 1220 pode adicionalmente incluirum sistema de freio 1229. Em particular, o segmento de cobertura 1222apode ser dotado de uma seção de ranhura interna 1224a e o segmento decobertura 1222b pode ser dotado de uma ranhura interna 1224b. Seções deranhura interna 1224a, 1224b cooperam para formar uma ranhura interna1224 que é configurada para suportar um tubo de freio 1230 do sistema defreio 1229. Em diversas modalidades, o tubo de freio 1230 é dotado de umaranhura externa 1232 formada no mesmo que é dimensionada para ser re-cebida na ranhura interna 1224 na cobertura distai 1222 de modo que o tubode freio 1230 pode se mover axialmente com relação à cobertura distai1222, mas é restrita de girar com o mesmo. O sistema de freio 1229 podeadicionalmente incluir uma banda de freio 1240 que interage com um pino debraço de freio 1250 que é suportado de modo operável na cobertura giratória1260. A operação do pino de braço de freio 1250 e da "banda de freio 1240será discutida em detalhes adicionais abaixo.
O tubo de freio 1230 pode ser movido axialmente com relação àcobertura cilíndrica distai 1222 pela barra de chave 1270 que é conectada demodo operacional ao conjunto de botão seletor 1290. Como pode ser vistona figura 36, a barra de chave 1270 é dotada de uma extremidade proximal1272 e uma extremidade distai 1276. A extremidade proximal 1272 pode serdotada de um orifício 1274 para recebimento da porção de eixo 1294 do bo-tão seletor 1292. A porção de eixo 1294 se estende através do orifício 1274na barra de chave 1270 e é tolhido com pino à mesma por um pino transver-sal 1296. Adicionalmente, o botão seletor 1292 pode ser dotado de um pinode fixação 1298 que pivotavelmente acopla a porção de eixo 1294 ao aloja-mento 36'. Uma mola de detenção 1300 pode ser empregada para travar obotão seletor 1292 na posição. A mola de detenção 1300 pode ser dotada deuma porção bulbosa 1302 que é adaptada para ser engatada pelo pinotransversal 1296 na medida em que o botão seletor 1292 é pivotado distal-mente e proximalmente sobre o eixo "SA-SA" definido pelo pino de fixação1298. Ver a figura 36. Assim, na medida em que o botão seletor 1292 é pivo-tado para a posição proximal (figuras 42, 43 e 46) e na medida em que obotão seletor 1292 é pivotado para a posição distai (figuras 37, 38, 41 e 45)a porção bulbosa 1302 da mola 1300 retém o botão seletor 1292 e a barrade chave 1270 em posição.
Com referência mais uma vez à figura 36, a extremidade distai1276 da barra de chave 1270 pode ser dotada de um pino conector 1278que se salienta a partir da mesma que é adaptado para acoplar a barra dechave 1270 ao tubo de freio 1230. Ver a figura 38. Assim, o movimento line-ar da barra de chave na direção proximal "PD" e direção distai "DD" faz comque o tubo de freio 1230 também se mova nas referidas direções dentro daporção distai de cobertura cilíndrica 1222. Como pode ser também visto nasfiguras 36 - 39 e 41 - 46, a extremidade distai 1276 da barra de chave 1270pode adicionalmente ser dotada de uma cavilha 1280 formada na mesma oufixada à mesma. A cavilha 1280 é adaptada para seletivamente engatar demodo correspondente um anel de travamento de rotação 1264 que compre-ende uma série de dentes 1266 formada em ou de outro modo proporciona-da na nervura anular 1262. Como pode ser visto na figura 36, o canal anular117 na cobertura cilíndrica distai 1222 é formado por um flange que se es-tende internamente 1226 que é dotado de uma ranhura 1228 através domesmo para receber a extremidade distai 1276 da barra de chave 1270 a-través do mesmo. Assim, como será discutido em detalhes adicionais abai-xo, quando a barra de chave 1270 é movida na direção distai "DD", a cavilha1280 pode ser trazida em engate de entrosamento com os dentes 1266 doanel de travamento de rotação 1264 da cobertura 1260 e deste modo evitarque a cobertura 1260 gire com relação à cobertura 1222 e cobertura 36. Vera figura 44.
Diversas modalidades do aparelho de grampeamento cirúrgico1210 podem adicionalmente incluir um sistema de articulação único e novo1320 o qual, como será descrito abaixo, interfaceia com os componentesque formam o corpo alongado 14 para seletivamente aplicar movimentos dearticulação ao mesmo para transferência à unidade de carga descartável 16.
O sistema de articulação 1320 pode incluir um membro de translação 138'.Por exemplo, o membro de translação 138' pode incluir uma pluralidade denervuras 156 as quais são configuradas para serem deslizavelmente recebi-das dentro das ranhuras 1261 formadas ao longo das paredes internas dacobertura 1260. O engate entre nervuras 156 e as referidas ranhuras 1261(figuras 36 e 37) evita a rotação relativa do membro de translação 138' e dacobertura 1260 embora permitindo o movimento linear relativo entre os refe-ridos componentes. A extremidade distai do membro de translação 138' po-de incluir um braço 160 o qual inclui uma abertura 162 configurada para re-ceber uma porção de dedo 164 que se estende a partir da extremidade pro-ximal do tirante de articulação 123. Ver a figura 37. Também nesta modali-dade, o membro de translação 138' é dotado de um pino de articulação 166que se salienta a partir do mesmo que se estende através de uma fenda dearticulação 1265 na cobertura de articulação 1260. O pino de articulação 166é recebido em um orifício 1324 (figura 36) formado em uma articulação lineare empunhamento de rotação 1320 que é recebido na cobertura 1260. O sis-tema de articulação pode adicionalmente incluir a articulação linear e o em-punhamento de rotação 1322 que pode ser fabricado a partir de dois seg-mentos de empunhamento 1322a, 1322b que são acoplados juntos sobre acobertura 1260. O orifício 1324 pode ser proporcionado no segmento deempunhamento 1322a como mostrado na figura 36. Assim, quando o médicomove o empunhamento 1322 axialmente na direção proximal "PD" e na dire-ção distai "DD", o membro de translação 138', assim como o tirante de arti-culação 123, se movem nas referidas direções para implementar a articula-ção da unidade de carga descartável articulável.
Também nesta modalidade, o sistema de freio 1229 pode serconfigurado para evitar o acionamento do sistema de articulação 1320. Porexemplo, com referência mais uma vez à figura 36, a banda de freio 1240pode ser configurada para ser recebida dentro de flanges de ombro espaça-dos entre si 1267 formados no exterior da cobertura 1260 para formar umaranhura de banda de freio 1269. Como pode ser visto na figura 36, a bandade freio 1240 não forma um anel completo; as extremidades 1242 da bandade freio 1240 estão em uma relação de confronto espaçada um com relaçãoao outro para definir uma abertura de recebimento de carne 1244 entre asmesmas. A banda de freio 1240 é instalada dentro da ranhura de banda defreio 1269 de modo que a abertura de carne 1242 é orientada para receberum carne de freio 1330 na mesma. Fixado ao carne de freio 1330 é um pinode desvio de braço de freio 1332 que se estende através de um orifício decarne de freio 1334 na cobertura 1260. Como pode ser visto na figura 37 opino de desvio de braço de freio 1332 é configurado para ser recebido nointerior de uma ranhura de desvio 1234 formada na extremidade distai dotubo de freio 1230. A articulação linear e o empunhamento de rotação 1322os quais compreendem uma porção do sistema de articulação 1320 são do-tados de uma área de rebaixo 1326 nos mesmos para permitir que o empu-nhamento 1320 se mova axialmente com relação a cobertura 1260. Em di-versas modalidades, o segmento de empunhamento 1322a pode ser propor-cionado com uma série de detenções 1328 que são adaptadas para engatarum pino indicador 1263 (figura 41) que se salienta a partir da cobertura 1260de modo que na medida em que o empunhamento 1320 é axialmente movi-do na cobertura 1260, o pino indicador 1263 faz um click audível ou um somna medida em que o mesmo engata as detenções 1328. Cinco detenções1328 são ilustradas na referida figura; outros números de detenções 1328podem ser usados.
A operação do aparelho de grampeamento cirúrgico 1210 seráagora descrita com referência às figuras 37 - 39, 41, e 42 - 44. As figuras 37- 39 ilustram o aparelho de grampeamento 1210 no modo de "rotação" ondea cobertura externa 124 pode ser seletivamente girada sobre o eixo longitu-dinal "L-L". Como pode ser visto nas figuras 37 e 38, o botão seletor 1292 épivotado para a posição distai onde a barra de chave 1270 é puxada na dire-ção proximal "PD". Quando a barra de chave 1270 é puxada na direçãoproximal, o parafuso de rotação 1280 é desengatado a partir do anel de tra-vamento de rotação 1264 (figura 39) deste modo permitindo que a cobertura1260 gire sobre o eixo longitudinal "L-L". Como discutido acima, a extremi-dade proximal da cobertura 124 inclui aberturas diametricamente opostas128, as quais são dimensionadas para receber projeções radiais 132 forma-das dentro da extremidade distai de cobertura 1260. Ver As figuras 36 e 38.As projeções 132 e as aberturas 128 fixam firmemente a cobertura 1260 e ocorpo alongado 14 um com relação ao outro, não só longitudinalmente mastambém rotacionalmente. A rotação da cobertura 1260 com relação ao con-junto de punho 12 resulta assim na rotação correspondente do corpo alon-gado 14 sobre o eixo longitudinal L-L com relação ao conjunto de punho 12.
Também, pelo fato da barra de chave 1270 ser acoplada ao tubo de freio1230 pelo pino de conexão 1278, na medida em que a barra de chave 1270é movida na direção proximal "PD", o tubo de freio 1230 também se move nadireção proximal dentro da cobertura cilíndrica distai 1222. Como explicadoacima, o pino de desvio 1332 do carne de freio 1330 é recebido na ranhurade desvio 1234 no tubo de freio 1230. Quando o tubo de freio 1230 é movidoproximalmente, o pino de desvio 1332 que é uma característica distai dobraço radial que por sua vez é rigidamente fixado ao pino 1250 gira o carnede freio 1330 de modo que força as extremidades 1242 da banda de freio1240 radialmente para fora para deste modo travar a articulação linear e oempunhamento de rotação 1322 à cobertura 1260. A banda de freio 1240evita que o empunhamento 1322 se mova axialmente na cobertura 1260;entretanto, a rotação do empunhamento 1322 faz com que a cobertura 1260gire sobre o eixo "L-L". Assim, quando botão seletor 1292 é pivotado para adireção distai, o corpo alongado 14 e a unidade de carga descartável fixadaao mesmo podem ser girados sobre o eixo longitudinal "L-L" ao se girar oempunhamento 1320.
Quando o médico deseja articular a unidade de carga descartá-vel, o botão seletor 1292 é pivotado na direção proximal "PD" ilustrada nasfiguras 42, 43 e 46. Como pode ser visto nas figuras 42, 43 e 46, quandobotão seletor 1292 é pivotada na direção proximal, a barra de chave 1270 éaxialmente avançada na direção distai "D-D" trazendo o parafuso de rotação1280 em engate de travamento com o anel de travamento de rotação 1264.Quando o parafuso de travamento 1280 é engatado com a rotação do anelde travamento 1264, a cobertura 1260 (e o corpo alongado 14 e a cobertura124) é incapaz de girar com relação ao conjunto de punho 12 sobre o eixolongitudinal "L-L". Quando a barra de chave 1270 é movida na direção distai,o tubo de freio 1230 é também movido na direção distai "D-D" pelo fato deque a barra de chave 1270 é fixada ao mesmo. Na medida em que o tubo defreio 1230 se move proximalmente, o pino de desvio 1332 é girado e gira ocarne de freio 1330 de modo que o mesmo permite que as extremidades1242 da banda de freio 1240 se movam internamente uma em direção a ou-tra para deste modo permitir que o empunhamento 1320 seja movido comrelação à cobertura 1260. Ver a figura 46. Em diversas modalidades, um pi-no de articulação 166 se estende a partir do membro de translação 138' a-través da fenda 1265 no segmento de cobertura 1260a e é recebido em umorifício 1324 no segmento de empunhamento 1322a. Ver As figuras 36 e 37.
Assim, quando o médico move o empunhamento de rotação 1322 axialmen-te na direção proximal "PD" e direção distai "DD", o membro de translação138' assim como o tirante de articulação 123 que é fixado ao mesmo por umbraço 160 também se move. Assim, quando o médico move o empunhamen-to de rotação 1322 axialmente na direção proximal "PD" e na direção distai"DD", o membro de translação 138' assim como o tirante de articulação 123também se move nas referidas direções para implementar a articulação daunidade de carga descartável articulável. Adicionalmente, na medida em queo empunhamento 1322 é axialmente movido na cobertura 1260, o pino indi-cador 1263 faz um click audível ou som na medida em que o mesmo engataas detenções 1328 para proporcionar o médico com uma indicação audíveldo progresso do movimento de articulação.
A figura 46 ilustra o uso do membro de translação 138 que é do-tado de uma porção de braço vertical 540 e um braço 546 que inclui umaabertura 548 configurada para receber uma porção de dedo (não mostrada)que se estende a partir da extremidade proximal do tirante de articulação123 (não mostrada). Ver As figuras 4 e 11. O pino 166 é fixado ao membrode translação 138 e dimensionado para se estender através da fenda 1265na cobertura e dentro do orifício 1324 na cobertura 1322. Esta modalidadede outro modo funciona da mesma maneira que as modalidades ilustradasnas figuras 37 e 38. Aqueles versados na técnica reconhecerão que a moda-lidade acima mencionada representa um vasto aprimoramento em relaçãoaos instrumentos da técnica anterior adaptados para uso com as unidadesde carga descartáveis tais como aquelas descritas na Patente US N°5,865,361. Em particular, nas modalidades acima descritas, o médico podegirar a unidade de carga descartável para a posição desejada e então travara cobertura 1260 para evitar rotação adicional da cobertura 1260. O médicopode então articular a unidade de carga descartável embora a cobertura1260 permaneça travada em posição. Em unidades anteriores, o botão derotação estava livre para girar embora o médico estivesse tentando articulara unidade de carga descartável. Assim, para evitar que a unidade de cargadescartável gire, o médico tinha que manipular a alavanca de articulaçãoembora tendo cuidado para não proporcionar o movimento de movimento derotação ao botão de rotação. As modalidades acima descritas solucionam oreferido problema.
As figuras 47 - 51 ilustram outro aparelho de grampeamento ci-rúrgico 1410 da presente invenção construído para uso com a unidade decarga descartável (não mostrada) que permite que um médico articule e a-cione a unidade de carga descartável com uma mão. Mais particularmente ecom referência à figura 47, o instrumento cirúrgico 1410 é substancialmentesimilar em construção aos diversos instrumentos acima descritos, excetopelo sistema de articulação 1420 como será descrito em detalhes abaixo. Osreferidos componentes que são os mesmos que os componentes emprega-dos nas modalidades acima mencionadas serão marcados com os mesmosnúmeros e aqueles versados na técnica podem se referir à descrição deter-minada aqui acima que explica a sua construção e operação.
Em uma modalidade, o aparelho de grampeamento cirúrgico1410 pode incluir um conjunto de punho 12 que é dotado de um corpo alon-gado 14 que é acoplado de modo operacional ao conjunto de punho 12 e sesalienta distalmente a partir da mesma. Uma extremidade distai do corpoalongado 14 pode ser acoplada a uma unidade de carga descartável articu-lável 16. A unidade de carga descartável pode incluir um conjunto de ferra-menta 17 que é seletivamente articulável sobre um eixo de articulação "AA-"AA" por movimentos de articulação transferidos ao mesmo pelo corpo alon-gado 14 como é conhecido.O conjunto de punho 12 pode compreender um alojamento depunho 36 e ser dotado de um punho móvel 24 acoplado de modo operacio-nal ao mesmo que é móvel através de passos de acionamentos com relaçãoao alojamento de punho 36. Como nas modalidades acima descritas, o acio-namento do punho móvel 24 pode ocasionar os movimentos de acionamentolongitudinais para serem aplicados a um eixo de acionamento 46 que é aco-plado de modo operacional a um tirante de controle 52 que compreende umaporção do corpo alongado 14. Como pode ser visto nas figuras 48 - 51, osistema de articulação 1420 pode incluir um gatilho de articulação 1422 quepode ser formado e orientado com relação à porção estacionaria 22 do alo-jamento de punho 36 e o punho móvel 24 para permitir que o médico acioneo mesmo com o seu dedo indicador da mão que está empunhando o conjun-to de punho 12 e que aciona o punho móvel 24. O gatilho 1422 pode ser do-tado de uma porção de barra de direcionamento 1424 fixada ao mesmo queé dotada de uma porção vertical 1426 que é pivotavelmente tolhida com pinoao alojamento de punho 36 porum pino pivô 1428 de modo que o gatilho dearticulação 1422 pode ser seletivamente pivotado nas direções "G" e "H"sobre o pino pivô 1428. Ver a figura 49. A porção de barra de direcionamen-to 1424 pode adicionalmente ser dotada de uma porção de direcionamento1430 que é dotada de uma fenda 1432 no mesmo adaptada para receber umpino de direcionamento 1434 fixado a uma barra de articulação 1440. Comopode ser visto na figura 49, a barra de articulação 1440 pode ser proporcio-nada com um par de fendas alongadas 1442, 1444 que são adaptadas parareceber porções de parafusos 1450, 1452, respectivamente. Os parafusos1450, 1452 se estendem através das fendas alongadas 1442, 1444, respec-tivamente e são fixadas ao segmento de alojamento de punho 36a de modoque a barra de articulação 1440 é constrita para se mover longitudinalmentedentro do alojamento de punho 36 na direção proximal "PD" e na direçãodistai "DD". A extremidade distai da barra de articulação 1440 pode ser do-tada de um pino de articulação 1446 que é adaptado para se estender paradentro de uma ranhura anular 139" proporcionada na extremidade proximaldo membro de translação 138" que pode ser de outro modo idêntico emconstrução e operação com relação ao membro de translação 138' descritoem detalhes acima. Ou seja, o membro de translação 138" pode ser dotadode uma pluralidade de nervuras 156 as quais são configuradas para seremdeslizavelmente recebidas dentro das ranhuras formadas ao longo das pa-redes internas do botão giratório 28". O engate entre as nervuras 156 e asreferidas ranhuras evita a rotação relativa do membro de translação 138" edo botão giratório 28" embora permita o movimento linear relativo entre osreferidos componentes. A extremidade distai do membro de translação 138"pode incluir um braço 160 que inclui uma abertura 162 configurada para re-ceber uma porção de dedo 164 que se estende a partir da extremidade pro-ximal do tirante de articulação 123. Ver As figuras 48 e 49. Assim, quando omédico aciona o gatilho de articulação 1422 na direção "G", a porção de di-recionamento 1430 puxa a barra de articulação 1440 na direção proximal"PD" o que também puxa o membro de translação 138" e o tirante de articu-lação 123 fixado ao mesmo na direção proximal "PD" que pode deste modofazer com que a unidade de carga descartável acoplada ao mesmo se articu-le na direção direita da maneira acima descrita e aqui abaixo. Quando o mé-dico puxa o gatilho de articulação 1422 na direção "H", a porção de direcio-namento 1430 ampurra a barra de articulação 1440 na direção distai "DD" oque também empurra o membro de translação 138" e o tirante de articulação123 fixado ao mesmo na direção distai "DD" o que pode deste modo fazercom que a unidade de carga descartável acoplada ao mesmo se articule nadireção esquerda.
Como indicado acima, esta modalidade pode incluir um cilindrosensor 178' que interfaceia com um tubo sensor 176 e um tirante sensor 182como foi acima descrito para detectar se uma unidade de recarga descartá-vel foi acoplada ao tirante de controle 52 e evitar acionamento do mecanis-mo de articulação 1420 quando nenhuma unidade de descarga descartávelfoi fixada. Nesta modalidade, entretanto, o flange 190' do tubo sensor 178' éconfigurado para interagir com uma rampa de travamento de "não recarga"1448 formada na barra de articulação 1440. Ver As figuras 50 e 51. Quandonenhuma unidade de carga descartável foi acoplada ao membro alongado14 e ao punho de controle 52, o tubo sensor 178' é orientado para a posiçãoilustrada na figura 50. Como pode ser visto na referida figura, a rampa detravamento de não recarga 1448 na barra de articulação 1440 é engatadacom o flange 190' no tubo sensor 178' de modo que a barra de articulação1440 é orientada lateralmente para fora na direção "I". Como pode ser tam-bém visto na referida figura, uma detenção de travamento que se estendepara dentro 37 é formada no segmento de alojamento de punho 36a eéa-daptada para ser recebida na chanfradura de travamento 1445 na barra dearticulação 1440 quando o flange 190' engata a rampa de travamento de nãorecarga 1448 para orientar a barra de articulação 1440 na direção "I". Quan-do a detenção 37 é recebida na chanfradura de travamento 1445, a barra dearticulação 1440 não pode ser acionada. Assim, quando nenhuma unidadede carga descartável é acoplada ao instrumento 1410, o gatilho de articula-ção 1422 não pode ser acionado. Quando a unidade de carga descartável éacoplada ao membro alongado 14 e o punho de controle 52 e a barra senso-ra 176, o cilindro sensor 178' é orientado na direção proximal "PD" o que fazcom que o flange 190' desengate a rampa de travamento de não recarga1448 como mostrado na figura 51 e deste modo permite com que a barra dearticulação 1440 se mova. Assim, o gatilho de articulação 1422 pode ser a-cionado quando a unidade de carga descartável tiver sido acoplada ao apa-relho de grampeamento 1410.
Aqueles versados na técnica observarão que o mecanismo dearticulação 1420 acima descrito permite que o médico opere o instrumentocom uma mão. Isto representa um vasto aprimoramento sobre os referidosmecanismos de articulação descritos na Patente US N° 5,865,361 e outrosaparelhos de grampeamentos da técnica anterior configurados para uso comas unidades de carga descartáveis.
As figuras 52 - 64 descrevem outro aparelho de grampeamentocirúrgico 1510 da presente invenção construído para uso com uma unidadede carga descartável articulável (não mostrada) que permite que um médicoarticule e acione a unidade de carga descartável ao manipular o punho mó-vel 24". Em uma modalidade, o aparelho de grampeamento cirúrgico 1510pode incluir um conjunto de punho 12 que é dotado de um corpo alongado14 que é acoplado de modo operacional ao conjunto de punho 12 e se sali-enta distalmente a partir da mesma. Uma extremidade distai do corpo alon-gado 14 pode ser acoplada a uma unidade de carga descartável articulável16. A unidade de carga descartável pode incluir um conjunto de ferramenta17 que é seletivamente articulável sobre um eixo de articulação "A1-A1" pormovimentos de articulação transferidos ao mesmo pelo corpo alongado 14como é conhecido. Como será discutido em detalhes abaixo, o aparelho degrampeamento cirúrgico 1510 pode empregar uma configuração seletoraúnica e nova 1512 que interfaceia com o punho móvel 24", o eixo de acio-namento 46 e um sistema de articulação 1520. Quando a configuração sele-tora 1512 está na orientação de "acionamento", a manipulação do membrode punho móvel 24" através de passos de acionamentos proporciona ummovimento de acionamento ao eixo de acionamento 46 e quando a configu-ração seletora 1512 está em uma orientação de "articulação", a manipulaçãoda haste móvel 24" através de passos de acionamento aciona o sistema dearticulação 1520. Os referidos componentes que são os mesmos que oscomponentes empregados nas modalidades acima mencionadas serão mar-cados com os mesmos números e aqueles versados na técnica podem sereferir à descrição determinada aqui acima que explica a sua construção eoperação.
Como pode ser visto nas figuras 52 e 53, a configuração seletora1512 pode incluir um botão seletor de articulação 1522 que é localizado forado alojamento de punho 36 para proporcionar acesso ao mesmo. O botãoseletor de articulação 1522 pode ser acoplado a um botão seletor de eixo dearticulação 1524 que se estende através do segmento de alojamento de pu-nho 36b e é fixado a um suporte oscilatório 1530 o qual compreende umaporção do sistema de articulação 1520. Um segundo botão seletor de eixode articulação 1526 se salienta para fora a partir do outro lado do suporteoscilatório 1530 para se estender através do segmento de alojamento depunho 36a para fixação a um botão seletor 1522a de modo que o suporteoscilatório 1530 é pivotável sobre o eixo oscilatório "RA" definido pelos eixos1524, 1526. Ver a figura 60. Como pode ser visto nas figuras 56 - 58, o sis-tema de articulação 1520 adicionalmente inclui uma primeira engrenagem dearticulação 1540 e uma segunda engrenagem de articulação 1550 que sãocada uma das quais livres para girar dentro do suporte oscilatório 1530. Asprimeira e segunda engrenagens de articulação 1540 e 1550 são orientadaspara engate seletivo com uma extensão da barra de articulação 1441' quecompreende uma porção da barra de articulação 1440', que é normalmentesimilar à barra de articulação 1440 acima descrita. Como pode ser visto nafigura 55, a extensão da barra de articulação 1441' é dotada de uma série deorifícios 1443' na mesma adaptados para serem engatados pelas primeira esegunda engrenagens de articulação 1540, 1550, dependendo da orientaçãodo suporte oscilatório 1530.
A configuração seletora 1512 pode adicionalmente incluir umconjunto único e novo de botão seletor de engrenagem 1560 para interfacearentre uma engrenagem de acionamento 1610 e um trem de engrenagem detransferência de articulação 1600 que compreende uma porção do sistemade articulação. Em diversas modalidades, o trem de engrenagem de transfe-rência de articulação 1600 pode compreender uma primeira engrenagem detransferência 1602 que é montada a um primeiro eixo de engrenagem detransferência 1604 que é rotacionalmente suportado em soquetes (não mos-trados) no segmento de alojamento de punhos 36a, 36b e uma segunda en-grenagem de transferência 1606 que é montada em um segundo eixo deengrenagem de transferência 1608 que é rotacionalmente suportado em so-quetes (não mostrados) no segmento de alojamento de punhos 36a, 36b.
Em diversas modalidades, o conjunto de botão seletor de engrenagem 1560pode incluir uma função de botão seletor 1562 que é dotado de um par depinos 1563 que se salienta a partir da mesma que se estende através defendas arqueadas correspondentes 1564 no segmento de alojamento depunho 36b e são fixadas a um disco de direcionamento 1566. Ver As figuras61 e 62. Como pode ser visto nas referidas figuras, o disco de direcionamen-to 1566 pode ser dotado de uma série de cavidades de recebimento de den-tes 1568 no mesmo que são adaptadas para seletivamente correspondercom dentes de disco correspondentes 1571 no disco de eixo 1570. O discode eixo 1570 pode ser fixado não-rotacionalmente a um eixo estacionário1574. Como pode ser visto nas figuras 61 e 62, uma extremidade 1575 doeixo estacionário 1574 pode ser recebida em uma cavidade 1577 e tolhidacom pino ao mesmo por um pino de travamento 1578. Em diversas modali-dades, por exemplo, a extremidade 1575 pode ser moldada no segmento dealojamento de punho 36a de modo que o eixo estacionário 1574 não é gira-tório com relação ao mesmo. Como pode ser também visto na figura 62, odisco de eixo 1570 pode ser não-rotacionalmente tolhido com pino ao eixoestacionário 1574 por um pino de desvio 1580 que se estende através deuma fenda transversal 1576 no eixo. estacionário 1574 para permitir que odisco de eixo 1570 se mova axialmente (e não-rotacionalmente) no eixo es-tacionário 1574.
Como pode ser também visto nas figuras 61 e 62, o conjunto debotão seletor de engrenagem 1560 pode adicionalmente incluir um conjuntode engrenagem de acionamento 1590 que compreende uma porção de en-grenagem de direcionamento 1592 e uma porção de articulação de engre-nagem de direcionamento 1594. O conjunto de engrenagem de acionamento1590 é configurado para se mover axialmente no eixo estacionário 1574 e éorientado na direção "J" por uma mola 1596 que é articulada no eixo esta-cionário 1574.
A operação do sistema de articulação 1520 será agora descritacom referência às figuras 57 e 58. Para iniciar o processo de articulação, omédico aciona um dos botões seletores de articulação 1522a, 1522b. Emuma modalidade, por exempio, se o médico deseja articular a unidade decarga descartável para a direita, o médico pivota o botão seletor de articula-ção 1522a, 1522b para baixo (seta "L" na figura 52). Ao pivotar o botão sele-tor 1522 para baixo, o suporte oscilatório 1530 é pivotado no sentido anti-horário "CCW" na figura 58 para trazer a segunda engrenagem de articula-ção 1550 em engate de entrosamento com os orifícios 1443' na extensão dabarra de articulação 1441'. No modo de articulação, o conjunto de botão se-letor de engrenagem 1560 é permitido permanecer na posição não acionadailustrada nas figuras 59 e 63. Quando na referida posição, o conjunto de en-grenagem de acionamento 1590 é posicionado de modo que o punho engre-nagem 1620 fixada a ou de outro modo moldada ao punho móvel 24 está emengate de entrosamento com a porção de engrenagem de direcionamento1592 do conjunto de engrenagem de acionamento 1590. Adicionalmente, aporção de articulação de engrenagem de direcionamento 1594 do conjuntode engrenagem de acionamento 1590 está em engate de entrosamento coma primeira engrenagem de transferência 1602. Como pode ser visto na figura59, quando o conjunto de engrenagem de acionamento 1590 é posicionadodesta maneira, a engrenagem de acionamento 1610, que é rotacionalmentesuportada em um eixo de engrenagem de acionamento 1612, não é engata-da com o conjunto de engrenagem de acionamento 1590. Assim, o aciona-mento do punho móvel 24 não irá afetar a engrenagem de acionamento1610.
Quando os botões seletores 1522a, 1522b, 1562 são posiciona-dos da maneira descrita imediatamente acima, o médico pode articular aunidade de carga descartável fixada ao aparelho de grampeamento 1510 aose acionar (por catraca ou pivotamento) o punho móvel 24. Na medida emque a haste móvel 24 é acionada, a haste engrenagem 1620 gira no sentidoanti-horário "CCW" o que, por sua vez, faz com que a engrenagem de dire-cionamento 1592 gire no sentido horário "CW" o que, por sua vez, faz comque a primeira engrenagem de transferência 1602 gire no sentido anti-horário "CCW" o que, por sua vez, faz com que a segunda engrenagem detransferência 1606 gire no sentido horário "CW" o que, por sua vez, faz comque a primeira engrenagem de articulação 1540 gire no sentido anti-horário"CCW" o que, por sua vez, faz com que a segunda engrenagem de articula-ção 1550 gire no sentido horário "CW" o que, por sua vez, direciona a exten-são da barra de articulação 1441* na direção proximal "PD". Ver a figura 58.
Na medida em que a extensão da barra de articulação 1441' é direcionadana direção proximal "PD", a barra de articulação 1440' direciona o membrode translação 138" e o tirante de articulação 123 fixado à mesma é arrastadona direção proximal "PD" que pode deste modo fazer com que a unidade decarga descartável acoplada ao mesmo se articule na direção direita da ma-neira acima descrita e aqui abaixo. Para articular a unidade de carga descar-tável para a esquerda, o médico pivota o botão seletor de articulação 1522a,1522b na direção para cima (a direção "M" na figura 52). Quando os botõesseletores 1522a, 1522b são pivotados na referida direção, a armação de ar-ticulação 1530 é pivotada no sentido horário "CW" sobre o eixo de armação"RA" para deste modo trazer a primeira engrenagem de articulação 1540 emengate de entrosamento com a extensão da barra de articulação 1441'. Pelofato da primeira engrenagem de articulação 1540 estar girando no sentidohorário "CW", a primeira engrenagem de articulação 1540 direciona a exten-são da barra de articulação 1441' na direção distai "DD" na medida em que opunho móvel é acionado. Como a extensão da barra de articulação 1441' édirecionada na direção distai "DD", a barra de articulação 1440' direciona omembro de translação 138" e o tirante de articulação 123 fixado ao mesmona direção distai "DD" que pode deste modo fazer com que a unidade decarga descartável acoplada ao mesmo articule na direção esquerda. Tam-bém nesta modalidade, a barra de articulação 1440' pode empregar a confi-guração de travamento acima descrita com relação à barra de articulação1440 para evitar o movimento da barra de articulação 1440' quando nenhu-ma unidade de carga descartável foi acoplada ao aparelho de grampeamen-to 1510. Assim, nesta modalidade, os movimentos de articulação são gera-dos ao se acionar o punho móvel 24.
Esta modalidade pode também empregar um sistema de acio-namento único e novo em geral designado como 1601, do qual o aciona-mento engrenagem 1610 é uma parte. Mais particularmente e com referên-cia às figuras 55 - 60, o conjunto de acionamento 1601 pode também incluiruma lingueta de deslize 1640 que é suportada de modo móvel no guia dearmação direita 1630a formado no segmento de alojamento direito 36a e umguia de armação esquerda 1630b formado no segmento de alojamento es-querdo 36b como mostrado na figura 54 (os segmentos de alojamento 36a,36b foram omitidos para maior clareza na figura 54). Em diversas modalida-des, a lingueta de deslize 1640 pode em geral ser dotada do formato da letramaiúscula "I" com uma porção de barra distai 1642, porção de barra central1644 e uma porção de barra transversal proximal 1646. As porções de barratransversais 1642, 1646 servem para suportar de modo deslizável a linguetade deslize 1640 nas guias de armação 1630a, 1630b de modo que a linguetade deslize 1640 é capaz de axialmente se mover na direção proximal "PD" ena direção distai "DD". Também nesta modalidade, uma armação de dire-cionamento 1650 pode ser formada no fundo de, ou de outro modo fixadaao, fundo da porção de barra central 1644 da lingueta de deslize 1640. Aarmação de acionamento 1650 é orientada em engate de entrosamento coma engrenagem de acionamento 1610 como será discutido em detalhes adi-cionais abaixo. Também fixada à porção de barra central 1644 está a lingue-ta 42 que é dotada de uma porção de engate de armação 43 para engate dedirecionamento da armação 48 no eixo de acionamento 46. Como mostradonas figuras 55 e 64, a lingueta 42 em diversas modalidades pode ser estam-pada em metal e formada em formato substancialmente de U de modo que alingueta 42 pode ser pivotavelmente tolhida com pino à porção de barra cen-tral 1644 por um pino pivô 44'. Uma mola de lingueta 50' pode ser suportadaem um orifício 1645 na porção de barra central 1644 para orientar a lingueta42 em engate de entrosamento com a armação 48 no eixo de acionamento46. Ver a figura 64.
A operação do sistema de acionamento 1601 será agora descri-ta com referência às figuras 60 e 64. Para se dar início ao processo de acio-namento, o médico gira o conjunto de botão seletor de engrenagem 1560para a posição ilustrada na figura 64, de modo que o conjunto de engrena-gem de acionamento 1590 é orientado na direção "K" de modo que o punhoengrenagem 1620 permanece em engate de entrosamento com a engrena-gem de direcionamento 1592 e a engrenagem de articulação 1594 do con-junto de engrenagem de acionamento 1590 não entrosa com a primeira en-grenagem de transferência de articulação 1602. Adicionalmente, a engrena-gem de direcionamento 1592 está em engate de entrosamento com a en-grenagem de acionamento 1610 a qual, como acima descrito, está em enga-te de entrosamento com a armação de acionamento 1650. Pelo fato da en-grenagem de direcionamento de articulação 1594 não entrosar com a primei-ra engrenagem de transferência de articulação 1602, o acionamento do pu-nho móvel 24" não irá resultar na geração de qualquer movimento de articu-lação.
Quando botão seletor 1562 é posicionado da maneira descritaimediatamente acima, o médico pode acionar o eixo de acionamento 46 oque, por sua vez, transfere movimentos de acionamento ao tirante de contro-le 52 acoplada ao eixo de acionamento 46 o que, por sua vez, transfere mo-vimentos de acionamento à unidade de carga descartável acoplada à mes-ma da maneira descrita na Patente US N° 5,865,361. Como ilustrado na figu-ra 56, o eixo de acionamento 46 da referida modalidade única e nova é acio-nado (ou movido na direção distai "DD") ao se acionar (por catraca ou pivo-tamento) o punho móvel 24. Na medida em que o punho móvel 24" é acio-nada, o punho engrenagem 1620 gira no sentido anti-horário "CCW" o que,por sua vez, faz com que a engrenagem de direcionamento 1592 gire nosentido horário "CW" o que, por sua vez, faz com que a engrenagem de a-cionamento 1610 gire no sentido anti-horário "CCW" e direcione a armaçãode acionamento 1650 e lingueta 42 fixada à mesma na direção distai "DD". Aporção de engate de armação 43 da lingueta 42 está em engate com os den-tes 49 da armação 48 no eixo de acionamento 46 e deste modo direciona oeixo de acionamento 46 na direção distai "DD". Esta modalidade de outromodo opera como acima descrito. Em particular, o médico continua a moverpor catraca o punho móvel 24" até que a seqüência de acionamento tenhasido completada. Quando o punho móvel 24" é pivotada para uma posiçãoadjacente à porção de punho estacionado 22, o médico libera o punho móvel24" e o punho móvel 24" é pivotada para a posição de partida pela mola 40(acima descrito) e então o punho móvel 24" pode ser pivotada mais uma vezpara outro passo para avançar a lingueta 42 e o eixo de acionamento 46.
Quando o punho móvel 24" é liberada, o dente de engate de estrutura 43 dalingueta 42 desliza sobre os dentes 49 no eixo de acionamento armação 48na medida em que a lingueta se move na direção proximal "PD" e então re-engata os dentes 49 quando o punho móvel 12 é pivotada para direcionar oeixo de acionamento na direção distai "DD".
Aqueles versados na técnica entenderão que o aparelho degrampeamento 1510 é equipado com um punho móvel 12 que pode ser usa-da para acionar o instrumento assim como para articular a unidade de cargadescartável fixada ao mesmo. Será adicionalmente observado que as referi-das modalidades são capazes de gerar forças de articulação mais altas doque outros dispositivos da técnica anterior tais como aqueles descritos naPatente US N° 5,865,361.
As figuras 65 - 69 ilustram um mecanismo de articulação alterna-tivo 1720 para axialmente avançar o membro de translação 138 para porúltimo resultar no acionamento longitudinal de um tirante de articulação (nãomostrado na figura 65). Como pode ser visto nas figuras 65 e 66, o meca-nismo de articulação 1720 pode ser usado em conexão com um botão derotação 28' que pode ser substancialmente idêntico ao botão de rotação 28acima descrito, exceto em que o botão de rotação 28' é configurado parasuportar um botão de articulação 1730 como mostrado. Como pode ser vistona figura 66, o botão de articulação 1730 pode incluir uma aba de polegar1732 que é fixada a um eixo pivô 1734 que se estende através de um orifício1736 no segmento de botão de rotação 28a'. O eixo pivô 1734 pode ser do-tado de uma porção quadrangular 1735 que é adaptada para ser não-rotacionalmente recebida em um orifício quadrado correspondente 1752 nodisco de carne 1750. O membro de translação 138 pode ser dotado de umaporção de braço vertical 540 que é dotada de uma chanfradura 542 namesma que é dimensionada para receber uma aba (não mostrada) formadano cilindro sensor (não mostrado) como foi acima descrito. A extremidadedistai do membro de translação 138 pode incluir um braço 546 que incluiuma abertura 548 configurada para receber uma porção de dedo 164 (nãomostrada nas figuras 65 e 66) que se estende a partir da extremidade proxi-mal do tirante de articulação 123 (não mostrado nas figuras 65 e 66) comofoi acima descrito. Ver as figuras 4 e 11. Um pino 166 que pode ser constru-ído a partir de um material não abrasivo, por exemplo, Teflon® ou metal quefoi revestido com Teflon®, é fixado ao membro de translação 138 e dimensi-onado para ser recebido dentro de uma fenda de carne de formato arqueado1754. Assim, na medida em que o botão de acionamento 1730 é girado, opino 166 é direcionado longitudinalmente seja na direção proximal "PD" ouna direção distai "DD", dependendo da direção na qual o botão de aciona-mento 1730 é girado. O deslocamento longitudinal do pino 166 é ilustrado nasérie dAs figuras 67 - 69. Por exemplo, a figura 67 ilustra a posição do discode carne 1750 e pino 166 quando a unidade de carga descartável foi articu-lada para a esquerda. A figura 68 ilustra a posição do disco de carne 17650e pino de articulação 166 quando a unidade de carga descartável não estásendo articulada (por exemplo, é axialmente alinhada com o corpo alongado)e a figura 69 ilustra a posição do disco de carne 1750 e pino de articulação166 quando a unidade de carga descartável foi articulada para a direita. Emalgumas modalidades, a fenda de carne arqueada 1754 pode ser formada demodo que o ângulo de rampa da mesma com relação ao pino 166 através detoda a seqüência de acionamento é relativamente baixo (abaixo de 15 graus)o que pode resultar em uma trava de articulação eficaz.
As figuras 70 e 71 ilustram outro mecanismo de articulação úni-co e novo 1820 e sistema de rotação travável único e novo 1850 que podeser usado em conexão com um aparelho de grampeamento 1810 que podeempregar a unidade de carga descartável. O mecanismo de articulação 1820é construído para axialmente avançar o membro de translação 138 para porúltimo resultar no acionamento longitudinal de um tirante de articulação 123(não mostrado nas figuras 70 e 71) que é acoplado ao membro de transla-ção 138. Como pode ser visto nas figuras 70 e 71, o mecanismo de articula-ção 1820 pode ser usado em conexão com um alojamento de punho 36" queé formado a partir de segmentos de punho (o segmento de punho 36a" émostrado nas figuras 70 e 71 sendo entendido que outro segmento de hasteformado para corresponder com o segmento de punho 36a" é empregadopara formar o alojamento de punho 36"). Em diversas modalidades, o meca-nismo de articulação 1820 é montado na cobertura giratória 1830 que é do-tada de uma extremidade proximal dotada de flange 1832 que é adaptadapara ser recebida em uma ranhura anular 1834 formada no alojamento depunho 36" de modo que a cobertura giratória 1830 pode ser seletivamentegirada sobre o eixo "L-L" com relação ao alojamento de punho 36" como se-rá discutido em detalhes adicionais abaixo. Embora não mostrado nas figu-ras 70 e 71, o membro alongado 14 e a cobertura 124 acima descrita emconexão com outras modalidades podem ser fixados à cobertura giratória1830 por projeções radiais 132 formadas na extremidade distai da coberturagiratória 1830. Ver a figura 70. As projeções 132 e as aberturas 128 na co-bertura 124 fixam firmemente a cobertura giratória 1830 e o corpo alongado14 um com relação ao outro, não só longitudinalmente mas também rotacio-nalmente. A rotação da cobertura giratória 1830 com relação ao alojamentode punho 36" assim resulta na rotação correspondente do corpo alongado14 com relação a alojamento de punho 36".
Como pode ser visto nas figuras 70 e 71, o mecanismo de articu-lação 1820 pode compreender um anel de articulação 1822 que é roscada-mente fixado a uma série de roscas 1836 proporcionadas na cobertura gira-tória 1830. O membro de translação 138 pode ser dotado de uma porção debraço vertical 540 que é dotado de uma chanfradura 542 no mesmo que édimensionada para receber uma aba (não mostrada) formada no cilindrosensor (não mostrado) como foi acima descrito. A extremidade distai domembro de translação 138 pode incluir um braço 546 que inclui uma abertu-ra 548 configurada para receber uma porção de dedo 164 (não mostradanas figuras 70 e 71) que se estende a partir da extremidade proximal do ti-rante de articulação 123 (não mostrado nas figuras 70 e 71) como foi acimadescrito. Ver as figuras 4 e 11. Um pino 166 que pode ser construído a partirde um material não abrasivo, por exemplo, Teflon® ou metal que foi revesti-do com Teflon®, é fixado ao membro de translação 138 e dimensionado pa-ra ser recebido dentro de uma fenda anular 1825 formada no anel de articu-lação 1822. Assim, na medida em que o anel de articulação 1822 é rosca-damente avançada na cobertura giratória 1830 na direção proximal "PD", opino 166 também direciona o membro de translação 138 (e o tirante de arti-culação 123) na direção proximal "PD" para fazer com que a unidade decarga descartável se articule na direção direita. Da mesma forma, na medidaem que o anel de articulação 1822 é roscadamente avançado na coberturagiratória 1830 na direção distai "DD", o pino 166 também direciona o mem-bro de translação 138 (e o tirante de articulação 123) na direção distai "DD"para fazer com que a unidade de carga descartável se articule na direçãoesquerda.
A modalidade ilustrada nas figuras 70 e 71 também são dotadasde um sistema de rotação travável único e novo 1850 que pode incluir umbotão travável 1852 que consiste em dois segmentos de botão 1852a quesão acoplados juntos por parafusos, cola, características de encaixe, colu-nas, etc, sobre a extremidade distai do alojamento de punho 36" de modoque o botão travável 1852 é rotacional e axialmente suportado na extremi-dade distai do conjunto de punho 36". Como pode ser também visto nas figu-ras 70 e 71, a extremidade distai do alojamento de punho 36" é dotada deum primeiro flange de travamento 1860 com um primeiro conjunto de dentesde engrenagem radiais 1862 formados na mesma. O botão travável 1852pode também ser dotado de um segundo flange de travamento que se es-tende internamente 1854 que é dotado de um segundo conjunto de dentesde engrenagem radiais 1856 formado na mesma. O segundo conjunto dedentes de engrenagem radiais 1856 é localizado em uma relação de con-fronto com o primeiro conjunto de dentes de engrenagem radiais 1862 noprimeiro flange de travamento 1860 de modo que os segundos dentes deengrenagem radiais 1856 podem seletivamente entrosar com os primeirosdentes de engrenagem radiais 1862. Uma mola de travamento 1870 podeser usada para orientar o botão de travamento 1852 na direção distai "DD"para trazer o segundo conjunto de dentes de engrenagem radiais 1856 emengate de entrosamento com o primeiro conjunto de dentes de engrenagemradiais 1862. Como pode ser também visto nas figuras 70 e 71, a extremida-de proximal 1831 da cobertura giratória 1830 é dotada de uma nervura derotação 1837 formada na mesma configurada para entrosar com um flangedentado que se estende internamente 1858 formado na extremidade distaido botão travável 1852. Aqueles versados na técnica entenderão que a ner-vura de rotação 1837 e o flange dentado 1858 servem para rotacionalmentefixar o botão travável 1852 a uma cobertura giratória 1830 embora permitin-do que o botão travável 1852 se mova axialmente com relação à coberturagiratória 1830. Assim, girar a cobertura giratória 1830 (e o corpo alongado 14e a unidade de carga descartável fixada ao mesmo), o médico orienta o bo-tão travável 1852 na direção proximal "PD" para desengatar o segundo con-junto de dentes de engrenagem radiais 1856 a partir do primeiro conjunto dedentes de engrenagem radiais 1862 o que deste modo permite que o botãotravável 1852 gire sobre o eixo longitudinal "L-L" com relação ao alojamentode haste 36". Na medida em que o botão travável 1852 é girado, a coberturagiratória 1830 também gira com o botão travável 1852 em virtude do engateentre o flange dentado 1858 e a nervura de rotação 1837. Após o médico tergirado a cobertura giratória 1830 para a posição desejada, ele então libera obotão travável 1852. Quando botão travável 1852 é liberado, a mola 1870orienta o segundo conjunto de dentes de engrenagem radiais 1856 em enga-te de entrosamento com o primeiro conjunto de dentes de engrenagem radi-ais 1862 para reter a cobertura giratória 1830 na referida posição. Assim, areferida configuração única e nova soluciona os problemas associados como botão giratórios e aos mecanismos de articulação empregados nos instru-mentos cirúrgicos da técnica anterior que são usados em conexão com uni-dades de carga descartáveis. Em particular, após a unidade de carga des-cartável e o corpo alongado terem sido inseridos no paciente, o médico podegirar a unidade de carga descartável sobre o eixo longitudinal "L-L" com re-lação ao conjunto de punho 12" a uma orientação desejada e então travar omesmo na referida posição. Após, o médico pode então articular a unidadede carga descartável para o lado esquerdo lado direito do eixo longitudinal.Nas modalidades descritas imediatamente acima, o engate roscado entre oanel de articulação e o botão giratório servem para travar a unidade de cargadescartável na posição de articulação desejado. Como é indicado acima, nosinstrumentos cirúrgicos da técnica anterior que empregam um botão giratórioque é dotado de um botão de articulação fixado ao mesmo, o botão de rota-ção pode mover quando o médico aciona a alavanca de articulação tornandodifícil se posicionar com precisão a unidade de carga descartável.As figuras 72 e 73 ilustram outro único e novo mecanismo de articulação1920 montado dentro de um botão giratório 28" do tipo de construção e ope-ração descrita aqui acima. Nesta modalidade, o mecanismo de articulação1920 pode compreender um anel de articulação externo 1922 que é dotadode um flange de empuxo 1924 formado no mesmo configurado para ser re-cebido em uma ranhura anular 1930 formada no botão giratório 28" para ro-tacionalmente suportar o anel de articulação externo 1922 no botão giratório28" de modo que o anel de articulação externo 1922 está livre para girar comrelação ao botão giratório 28", mas o mesmo não pode se mover axialmentecom relação ao mesmo. Em diversas modalidades, a extremidade proximal1923 do anel de articulação externo 1922 pode ser dotada de dentes de en-grenagem radiais 1926 formadas na mesma para engate entrosado comuma engrenagem de impulso 1940 que é fixada a um botão de articulação1942. Como pode ser visto na figura 73, o botão de articulação 1942 é dota-do de um eixo 1944 fixado ao mesmo que é rotacionalmente recebido atra-vés de orifício 1943 no botão giratório 28" e é não-rotacionalmente fixada naengrenagem de impulso 1940 de modo que rotação do botão de articulação1942 faz com que a engrenagem de impulso 1940 gire. Na medida em que aengrenagem de impulso 1940 é girada, o anel de articulação externo 1922 étambém girado sobre o eixo longitudinal "L-L". Aqueles versados na técnicaentenderão que o anel de articulação externo 1922 pode ser seletivamentegirado nos sentidos horário "CCW" ou anti-horário "CCW" sobre o eixo longi-tudinal L-L, dependendo da direção da rotação do botão de articulação 1942.
Como pode ser também visto na figura 72, o anel de articulaçãoexterno 1922 é dotado de uma rosca interna 1928 formada no mesmo paraengate roscado com um anel interno de articulação 1950. Nesta modalidade,o membro de translação compreende um tirante de metal 1960 que é fixadoou tolhido com pino o anel de articulação interna 1950 por um pino 1952 ououtras configurações de fixação. O tirante de metal 1960 é restringido ape-nas move axialmente na direção proximal "PD" e "direção distai "DD" pelofato de que é recebido dentro de uma ranhura axial 1962 formado no botãogiratório 28". A extremidade distai do tirante de metal 1960 inclui uma aber-tura 1964 configurada para receber uma porção de dedo 164 que se estendea partir da extremidade proximal do tirante de articulação 123. Assim, rota-ção do botão de articulação 1942 resultará no movimento axial do tirante dearticulação 123 na direção proximal "PD" ou na direção distai "DD" depen-dendo a direção de rotação do botão de articulação 1942. Quando o tirantede articulação 123 é avançado na direção distai "DD", resultará em que aunidade de carga descartável seja articulada para a esquerda e quando otirante de articulação é puxado na direção proximal "PD", resultará na unida-de de carga descartável sendo articulada para a direita como foi discutidoacima. Aqueles versados na técnica observarão que o engate roscado entreo anel de articulação interno 1950 e o anel de articulação externo 1922 servi-rá para reter o tirante de articulação (e, de fato a unidade de carga descartá-vel) na posição articulada desejada até que o botão de articulação seja gira-do de novo. Será adicionalmente observado que a rotação desejada do bo-tão pode ser ajustada pela proporção da engrenagem e o passo da rosca.
As figuras 74 e 75 ilustram um outro mecanismo de articulaçãoalternativo 1920' que emprega um anel interno de articulação 1922' que éidêntico ao anel de articulação 1922 acima descrito, exceto em que o anel dearticulação 1922' é dotado de uma fenda de carne 1970 no mesmo em vezde roscas internas 1928. Como pode ser visto nas figuras 74 e 75, o tirantede metal 1960 é dotado de um pino de articulação 1966 fixado ao mesmoque corre na fenda de carne 1970 no anel de articulação interno 1922'. As-sim, na medida em que o anel de articulação interno 1922' é girado por meiodo botão de articulação 1942 como foi acima descrito, a fenda de carne 1970e o pino de articulação 1966 recebido na mesma direciona o tirante de metal1960 na direção proximal "PD" e na direção distai "DD" o que resulta no mo-vimento axial do tirante de articulação 123 nas referidas direções como foiacima descrito.
Quando se usa os dispositivos de grampeamento cirúrgicos datécnica anterior que são adaptados para uso com unidades de carga descar-táveis, com freqüência a haste de controle se torna inadvertidamente avan-çada para fora da extremidade da cobertura do corpo alongado antes da fi-xação da unidade de recarga descartável. Quando isto acontece, e a unida-de de recarga descartável é fixada ao aparelho, a unidade de recarga nãopode ser acionada. Em vez disto, o médico deve primeiro retrair a haste decontrole antes da fixação da unidade de recarga. Esta ocorrência pode pro-vocar confusão e resultar na desnecessária paralisação durante a operação.Adicionalmente, durante a seqüência de acionamentos, a barra de aciona-mento pode se tornar danificada necessitando que o médico retraia a barrade acionamento o que pode ser difícil as vezes dependendo da natureza dodano. A modalidade do aparelho de grampeamento cirúrgico 2010 da pre-sente invenção vai de encontro aos referidos problemas.
Mais particularmente e com referência à figura 76, o aparelho degrampeamento cirúrgico 2010 pode ser substancialmente similar em cons-trução que os diversos instrumentos acima descritos, exceto pelo único enovo sistema de retração 2020 como será descrito em detalhes abaixo. Osreferidos componentes que são os mesmos que os componentes emprega-dos nas modalidades acima mencionadas serão marcados com os mesmosnúmeros de elemento e aqueles versados na técnica podem se referir à des-crição determinada aqui acima que explica a sua construção e operação.
Em uma modalidade, o aparelho de grampeamento cirúrgico2010 pode incluir um conjunto de punho 2012 que é dotado de um corpoalongado 14 que é acoplado de modo operacional ao conjunto de punho2012 e se salienta distalmente a partir da mesma. Uma extremidade distaido corpo alongado 14 pode ser acoplada a uma unidade de carga descartá-vel articulável 16 (ou uma unidade de carga descartável não articulável). Aunidade de carga descartável 16 pode incluir um conjunto de ferramenta 17que é seletivamente articulável sobre um eixo de articulação "A1-"A1" pormovimentos de articulação transferidos ao mesmo pelo corpo alongado 14como é conhecido. Ver a figura 76. Em diversas modalidades, a extremidadeproximal do corpo alongado 14 é acoplada a um botão giratório 28 que é
30 acoplado ao alojamento de punho 2036. Como pode ser visto nas figuras 76e 77, o alojamento de punho 2036 pode ser formado a partir de um segmen-to de alojamento direito 2036a e um segmento de alojamento esquerdo2036b que são fixados juntos.
Como mostrado nas figuras 76 - 78, o segmento de alojamentodireito 2036a pode ser dotado de uma cobertura removível 2040 que é aco-plada ao segmento de alojamento direito 2036a por encaixes, parafusos,inserções de pino ou uma inserção de coluna de detenção liberável paradentro da protuberância. Como será discutido em detalhes adicionais abaixo,esta modalidade também emprega uma placa de liberação 64 (figura 81) dotipo e construção acima descrito que é dotada do tirante de acoplamento 60fixada à mesma. O tirante de acoplamento 60 se estende através de umafenda de retração alongada 34b no segmento de alojamento esquerdo2036b (figura 76) assim como através de uma fenda de retração alongada34a na cobertura removível 2040 (figura 77) para ser dotada de botões retra-tores 32a, 32b fixados à mesma como foi acima descrito. O segmento dealojamento direito 2036a adicionalmente é dotado de uma fenda de retração34a' formada no mesmo que corresponde com a fenda de retração 34a nacobertura removível 2040 quando a cobertura removível 2040 é fixada àmesma por características de encaixe, adesivo, parafusos, etc. Nesta moda-lidade, o segmento de alojamento direito 2036a pode ser dotado de um parde nervuras guia alongadas espaçadas 2050 formadas no mesmo que ser-vem para definir uma passagem de retração alongada 2052 entre as mes-mas. Também em diversas modalidades, um membro de deslizar retráril2060 pode ser recebido em um punho de acoplamento 60 e ser restringidopara axialmente se mover na direção distai "DD" e na direção proximal "PD"dentro da passagem de retração alongada 2052. O sistema de retração 2020pode adicionalmente incluir um deslizador de cabo 2070 que é também res-tringido para mover longitudinalmente dentro da passagem de retração 2052como pode ser visto nas figuras 79 e 84 - 86. A extremidade proximal 2072do deslizador de cabo 2070 pode ser dotada de uma chanfradura 2074 namesma para permitir que uma extremidade proximal 2082 do cabo de retra-ção 2080 seja tolhida com pino ou de outro modo fixada ao mesmo. Umaextremidade distai 2084 do cabo de retração 2080 pode ser fixada a umaextremidade proximal 2092 da mola de retração 2090. A extremidade distai2094 da mola de retração 2090 pode ser fixada a uma coluna de mola deretração 2096 formada no segmento de alojamento direito 2036a. Ver Asfiguras 78 e 83 - 85. O cabo de retração 2080 pode ser articulado na polia deretração 2100 que é rotacionalmente suportada na coluna de polia 2102 for-mada no segmento de alojamento direito 2036a.
Em diversas modalidades, o sistema de retração 2020 pode serconfigurado para permitir que o tirante de controle 52 seja automaticamenteretraída no final da seqüência de acionamento ou, se desejado, manualmen-te retraída. Por exemplo, como pode ser visto na figura 83, uma lingueta deelevação 2110 pode ser dotada de uma cavidade oca 2111 na mesma e serfixada ao deslizador de cabo 2070 por uma estrutura de lingueta em formade forquilha 2112 e pino 2114 que é recebido dentro da cavidade oca 2111.Como pode ser visto na figura 83, a lingueta de elevação 2110 pode adicio-nalmente ser dotada de uma porção de extremidade interna 2116 que é dis-posta para estar adjacente à cobertura removível 2040 e também ser dotadade uma área de relevo ou chanfradura 2118 formada na mesma. Uma molade lingueta 2120 configurada como mostrado nas figuras 78 e 83, pode serarticulada no pino 2114 para orientar a lingueta de elevação 2110 sobre opino 2114 no sentido anti-horário "CCW" como mostrado na figura 83. O sis-tema de retração 2020 pode adicionalmente incluir um conjunto de trava deretração 2130.
O conjunto de trava de retração 2130 pode incluir um membrode travamento 2132 que é pivotavelmente tolhido com pino na cobertura re-movível 2040 por um pino de travamento 2134. Uma mola de travamento2140 configurada como mostrado nas figuras 82 e 83, pode ser articulada nopino de travamento 2134 e fixada à cobertura 2040 por um parafuso 2142 ououtro prendedor adequado de modo que a mola de travamento 2140 é orien-tada no sentido anti-horário "CCW" na figura 83. Como pode ser adicional-mente visto na figura 83, o membro de travamento 2132 é configurado parase salientar através de uma janela 2044 na cobertura 2040 e é dotado deuma extremidade proximal chanfrada 2136 adaptada para engatar umachanfradura 2046 na cobertura 2040. Ver a figura 83. O membro de trava-mento 2132 pode ser dotado de uma extremidade distai 2138 que é adapta-da para engatar com retenção uma chanfradura 2076 na extremidade proxi-mal 2072 do deslizador de cabo 2070.
A operação do aparelho de grampeamento cirúrgico 2010 seráagora descrita com referência às figuras 84 - 88. A figura 84 ilustra o apare-lho de grampeamento cirúrgico 2010 em uma posição "pré-acionada" inicialondo botão de retração 32a e o botão de elevação 2110 (FIGURA80) estãona posição "pré-acionada" localizada na extremidade proximal do alojamentode punho 2036. Antes de iniciar a seqüência de acionamento, o médico podeempurrar a lingueta de elevação 2110 na direção distai "DD" para a posiçãoelevada mostrada na figura 85. Como pode ser visto na referida figura,quando a lingueta de elevação 2110 está na posição elevada, a mola de re-tração 2090 é estirada e serve para armazenar energia de retração na mes-ma. Após a lingueta de elevação 2110 ter sido movida para a posição eleva-da, o médico pode pressionar o botão de acionamento 82 (como foi discutidoacima) e então iniciar a seqüência de acionamento por meio de acionamentode catraca da punho móvel 24. Na medida em que o médico avança o eixode acionamento 46 na direção distai "DD" por acionamento de catraca dapunho móvel 24, os botões de retração 32a, 32b se movem distalmente como eixo de acionamento 46 até que os mesmos alcançam a posição mostradana figura 86 que é antes da extremidade do passo de acionamento (isto é, otirante de controle 52 foi avançada o máximo que a mesma pode ir na dire-ção distai para fazer com que a unidade de recarga descartável seja comple-tamente acionada). Se o médico desejar retrair manualmente o tirante decontrole 52 antes de alcançar o passo de acionamento final (a quaiquer mo-mento durante a seqüência de acionamento), o médico simplesmente orientaa lingueta de elevação 2110 no sentido horário "CW" mostrado na figura 87o que faz com que a lingueta de elevação 2110 oriente o membro de trava-mento 2132 no sentido horário "CW" para deste modo fazer com que a ex-tremidade distai 2138 se mova para fora da chanfradura de travamento 2076no deslizador de cabo 2070 para deste modo permitir que o deslizador decabo 2070 se mova na direção proximal "PD" sob a força da mola de retra-ção 2090 e deste modo forçar o deslize de retração 2060 na direção proxi-mal "PD". Pelo fato de que a barra de retração 60 se estende através dodeslizador de retração 2060 e é fixada à placa de retração 64, a barra deretração 60 faz com que a placa de retração 64 retraia o eixo de acionamen-to 46 (e o tirante de controle 52) em virtude de sua fixação ao eixo de acio-namento 46.
Se o médico não desejar acionar manualmente o sistema de re-tração 2020, o médico pode prosseguir acionando por catraca o punho mó-vel 24 até que a seqüência de acionamento seja concluída. Quando o eixode acionamento 46 tiver sido distalmente avançado para a sua posição maisdistai na conclusão da seqüência de acionamento, (figura 88) o deslizadorde retração 2060 orienta o membro de travamento 2132 para a posição mos-trada na figura 88 de modo que a extremidade distai 2138 é movida parafora do engate de retenção com a chanfradura 2076 no deslizador de cabo2070 o que permite que o deslizador de cabo 2070 se mova para a posiçãoretraída mais proximal sob a força da mola de retração 2090. Assim, quandobotão de retração 32a alcança a posição completamente acionada, o mesmofaz com que o sistema de retração 2020 automaticamente retraia o eixo deacionamento 46 e o tirante de controle 52.
Aqueles versados na técnica prontamente observarão que asreferidas modalidades servem para evitar o problema do tirante de controle52 não sendo completamente retraída para uma posição onde outra unidadede recarga descartável pode ser fixada ao aparelho de grampeamento. Adi-cionalmente, a mola de retração serve para ajudar o médico na retração dopunho de controle, caso seja necessário assim proceder durante a seqüên-cia de acionamento.
A figura 89 ilustra uma unidade de carga descartável alternativa2216 que é dotada de uma porção de alojamento alongada 250' que podeincluir uma metade de alojamento superior (não mostrada) e uma metade dealojamento inferior 252'. A extremidade distai do alojamento 250' é fixada aum conjunto de ferramentas 17 (figura 76) e fixada de modo removível aocorpo alongado 14. As metades de alojamento definem um canal 253' paradeslizavelmente receber o conjunto de direcionamento axial 212 no mesmo.Como será adicionalmente discutido abaixo, o conjunto de direcionamento212 inclui um feixe de direcionamento alongado 266 incluindo uma cabeçade trabalho distai 268 e uma seção de engate proximal 270. O feixe de dire-cionamento 266 pode ser construído a partir de uma única folha de materialou, preferivelmente, a partir de múltiplas folhas empilhadas. A seção de en-gate 270 pode incluir um par de porções de dedods de engate 270a e 270bque podem ser dimensionados e configurados para engatar um par de fen-das de retenção correspondentes 272a formadas no membro de direciona-mento 272. O membro de direcionamento 272 pode incluir uma janela pro-ximal 274 configurada para receber a extremidade distai do tirante de contro-le 52 quando a extremidade proximal da unidade de carga descartável 2216é engatada ao corpo alongado 14 do aparelho de grampeamento cirúrgico10. Nesta modalidade, pelo menos um, e preferivelmente um par de, mem-bros de armazenamento de energia 2220 é também suportado no alojamen-to 250' como mostrado. Os membros de armazenamento de energia 2220podem compreender molas de compressão 2222. Na medida em que o tiran-te de controle 52 é axialmente avançada na direção distai "DD", o membrode direcionamento 272 e feixe de direcionamento 266 são direcionados nareferida direção comprimindo as molas as molas 2222 (isto é, aarmazenandoenergia de retração no mesmo). Após a seqüência de acionamento ter sidocompletada ou, se durante a seqüência de acionamento se torne necessáriose retrair o feixe de direcionamento 266, as molas comprimidas 2222 libera-rão a energia de retração armazenada e servirão para ajudar nos processosde retração ao liberar a energia armazenada nas mesmas para orientar ofeixe de direcionamento 266 e o membro de direcionamento 272 na direçãoproximal "PD".
Os instrumentos da técnica anterior, tais como aqueles descritosna Patente US N° 5,865,361 sofrem da incapacidade de serem acionadosem tecidos mais espessos (por exemplo, tecidos com espessura superior a3,5 mm) em virtude da maior carga aplicada ao sistema de acionamento. Asreferidas maiores cargas podem, por exemplo, aumentar a probabilidade deque o sistema de acionamento falhe quando a faca estiver ainda na bigornae pode portanto necessitar que a extremidade executora seja retirada dotecido. O referido modod e falha pode apresentar sérias conseqüências aopaciente. Diversas modalidades da presente invenção são direcionadas amecanismos de transferência de acionamento aprimorados ou conjuntos quesão construídos para agirem como um "fuso" de segurança contra falhas oudispositivo que possa evitar o avanço do eixo de acionamento 46 (por exem-plo, evitar a transferência dos movimentos de acionamento a uma unidadede carga descartável) quando a carga de acionamento resultando do tecidoespesso exceder uma magnitude predeterminada.
A figura 90 ilustra um conjunto de transferência de acionamento100 que inclui uma lingueta dentada 42' que é dotada de uma porção decorpo de lingueta 102 que é dotada de um membro de engate de armaçãoou dente 43 que é fixado aou formado em uma porção de corpo de lingueta102 em uma área de fixação em geral designada como 104. Na modalidadeilustrada na figura 90, um rebaixo ou área fragilizada 45 é formado ao longopelo menos de uma porção da área de fixação 104. As características dorebaixo ou área fragilizada 45 podem ser dimensionadas de modo que odente 43 irá romper a lingueta de direcionamento 42' ou de outro modo as-sumir uma posição de não direcionamento quando a carga de acionamentoalcança um valor máximo predeterminado para deste modo evitar o avançodo eixo de acionamento 46 - embora o membro de punho manualmente a-cionável 24 continue a ser acionado. Em diversas modalidades, o valor má-ximo predeterminado pode ser selecionado de modo que o dente 43 rompeou de outro modo assume uma posição de não direcionamento antes quequaisquer outros componentes possam falhar ou de outro modo se tornarinoperantes em virtude de resistência experimentada pelo feixe de direcio-namento em virtude de danos ou de outra restrição.
Outra configuração de lingueta é ilustrada na figura 91. Comopode ser visto na referida figura, a lingueta 42" é dotada de um corpo de lin-gueta 106 uma largura "W" e o dente de engate 43 é dotado de uma largura"W" que é menor do que "W", de modo que o dente de engate 43 irá romperou de outro modo falhar quando a carga de acionamento exceder uma mag-nitude predeterminada para evitar que o eixo de acionamento 46 seja adicio-nalmente avançado - embora o membro de haste manualmente acionável24 continue a ser acionado. Em diversas modalidades, os ganchos 42', 42"podem ser fabricados (moldados, usinados, etc.) a partir de um único mate-rial. Em outras modalidades, o dente de engate 43 pode ser formado em se-parado a partir de um corpo de lingueta 106 e pode ser fixado ao mesmo porum pino de rompimento (não mostrado) ou outro meio tal como adesivo parasuportar o dente de engate 43 em uma posição para direcionar o engatecom o eixo de acionamento 46 sob cargas normais, e ainda romper parapermitir que o dente 43 pivote para uma posição não engatada quando acarga de acionamento exceder uma magnitude predeterminada.
A figura 92 ilustra outro conjunto de transferência de acionamen-to 100' que inclui um eixo de acionamento 46' que é projetado para falharquando a carga de acionamento exceder uma magnitude predeterminada.Nesta modalidade, uma área de rebaixo 108 é proporcionada entre dentesadjacentes 49 e é dimensionada para formar um comprimento de área derompimento "SL" que facilitará no rompimento do dente 49 ou de outro modopermitir que o dente 49 desengate de modo direcional a partir do dente 43ou permitir que o dente 43 na lingueta 42 deslize sobre o dente 49 na arma-ção 48' quando a carga de acionamento atinge ou excede a magnitude pre-determinada acima descrita. Na modalidade alternativa ilustrada na figura93, a barra de acionamento 46" é dotada de uma largura "WB" e cada dente49 é dotado de uma largura "WT" que pode ser menor do que a largura"WB". A iargura "WT" pode ser dimensionada para permitir que os dentes 49se rompam do eixo de acionamento 46" ou de outro modo falhem ou se de-sengatem direcionalmente a partir do dente 43 na lingueta 42 quando a car-ga de acionamento atinge ou excede uma magnitude predeterminada comofoi discutido acima. Ademais, o conjunto de transferência pode ser dimensi-onado para deformar ou flexionar sob carga apropriada de modo a desenga-tar os dentes a partir da lingueta em uma carga carga predeterminada. Osdentes na lingueta e a armação em diversas modalidades podem ser proje-tados em uma faixa bastante ampla de cargas de falha mínimas dependendodo grau de segurança desejado. As referidas cargas de falha mínimas po-dem ser alcançadas ao se alterar a geometria, configuração e/ou materiais apartir dos quais os dentes, adesivos, pinos de rompimento, etc, são produzidos.
Aqueles versados na técnica observarão que as configuraçõesdo conjunto de transferência de acionamento acima descritas da presenteinvenção representam vastos aprimoramentos em relação aos instrumentoscirúrgicos da técnica anterior que são adaptados para acionar as unidadesde recarga descartáveis. Em particular, os referidos conjuntos de transferên-cia de acionamento da presente invenção irão evitar que o médico avance ocorte dos componentes de grampeamento na unidade de recarga quando aunidade de recarga encontrou forças de acionamento que possam conduzira danos e/ou falhas do corte e componentes de grampeamento para avançarcompletamente através do tecido preso na unidade. Em unidades anteriores,o médico devia não estar ciente de que a espessura do tecido preso na uni-dade era muito grande para completar o procedimento e involuntariamentecontinuar a avançar o corte de e os componentes de grampeamento na uni-dade ao se acionar a haste até que o conjunto de haste exploda ou de outromodo falhe destruindo a habilidade para retrair a faca. Se os componentesse tornarem danificados, o médico pode ser incapaz de retrair os componen-tes e portanto tem que cortar a unidade a partir do tecido. As diversas confi-gurações da presente invenção acima descrita, vão de encontro aos referi-dos problemas.
As referidas únicas e novas características podem também serempregadas de modo eficaz com outros aparelhos de corte e grampeamentocirúrgico que usam uma configuração de lingueta dentada. Por exemplo, asfiguras 93A e 93B ilustram o uso da configuração de lingueta de duas partes2000 que pode ser empregada de modo eficaz com os instrumentos cirúrgi-cos descritos no pedido de patente US N° de série 11/821,277, para Chad P.Boudreaux e Jeffrey S. Swayze, depositado em 22 de Junho de 2007, intitu-lado Surgical Stapling Instruments, a descrição do qual se encontra aqui in-corporada por referência em sua totalidade. Em particular, conjunto de lin-gueta de duas partes 2000 pode compreender um corpo de lingueta 2010que pode ser configurado e de outro modo operado como descrito no pedidode patente acima mencionado exceto em que, nesta modalidade, a porçãode dente 2020 é pivotavelmente ou de outro modo movelmente acoplada aum corpo de lingueta 2010. A porção de dente 2020 pode ser normalmentesuportada na orientação de direcionamento (figura 93A) por um pino derompimento 2030 ou outra configuração adequada tal como adesivo, etc.que é selecionado para romper ou de outro modo falhar quando o membrode acionamento 2040 do mesmo encontra uma quantidade predeterminadade carga de acionamento ou resistência durante o acionamento. A figura93A ilustra o dente 2020 em engate de direcionamento com o membro deacionamento 2040. A figura 93B ilustra a posição após o membro de acio-namento 2040 ter encontrado resistência que excede a carga de acionamen-to predeterminada que deste modo fez com que o pino de rompimento 2030se rompa permitindo com que o dente 2020 pivote para uma posição nãoengatada. Assim, quando na posição não engatada, o membro de aciona-mento 2040 não pode ser avançado distalmente embora o gatilho de acio-namento continue a ser acionado.
As figuras 94 - 97 ilustram uma única e nova unidade de recargadescartável articulável 3016 que pode ser empregada com o aparelho degrampeamento cirúrgico 10 ou qualquer um dos diversos aparelhos degrampeamento cirúrgico descritos aqui acima. Com referência à figura 96, aunidade de carga descartável 3016 pode incluir um conjunto de ferramenta17 que é dotado de um conjunto de bigorna 20 e de um conjunto de cartucho18. O conjunto de bigorna 20 pode incluir uma porção de bigorna 204 quepode ser dotada de uma pluralidade de concavidades de deformação degrampo (não mostradas) formada na superfície de baixo da mesma. Umaplaca de cobertura 208 pode ser fixada à superfície de topo de uma porçãode bigorna 204 para definir uma cavidade entre as mesmas. A cavidade po-de ser dimensionada para receber uma extremidade distai de um conjuntode direcionamento axial 212. Uma fenda longitudinal 214 se estende atravésde uma porção de bigorna 204 para facilitar a passagem do flange de reten-ção 284 do conjunto de direcionamento axial 212 para dentro da cavidade debigorna. Uma superfície de carne 209 formada em uma porção de bigorna204 pode ser posicionada para engatar o conjunto de direcionamento axial212 para facilitar a preensão do tecido entre o conjunto de bigorna 20 e ocartucho 18. Um par de membros pivô 211 formado em uma porção de bi-gorna 204 pode ser posicionado dentro de fendas 213 formadas em um veí-culo 216 para guiar a porção de bigorna 204 entre as posições aberta e fe-chada.
Em diversas modalidades, o conjunto de cartucho 18 pode incluirum veículo 216 que define um canal de suporte alongado 218. Ver a figura96. O canal de suporte alongado 218 pode ser dimensionado e configuradopara receber um cartucho de grampos 220. Placas 222 e fendas 224 corres-pondentes formadas ao longo do cartucho de grampos 220 e do canal desuporte alongado 218 podem funcionar para reter o cartucho de grampos220 dentro do canal de suporte 218. Um par de estruturas de suporte 223pode ser formado no cartucho de grampos 220 de modo que as mesmas sãoposicionadas de modo a estarem nas paredes laterais do veículo 216 paraadicionalmente estabilizar o cartucho de grampos 220 no interior do canal desuporte 218.
O cartucho de grampos 220 pode incluir fendas de retenção 225para receber uma pluralidade de prendedores e impulsionadores como éconhecido. Uma pluralidade de fendas longitudinais espaçadas entre si 230se estende através do cartucho de grampos 220 para acomodar cunhas decarne verticais 232 de um carrinho de acionamento 234. Uma fenda longitu-dinal central 282 se estende ao longo do comprimento do cartucho de gram-pos 220 para facilitar a passagem da lâmina de faca 280. Durante a opera-ção do grampeador cirúrgico 10, o carrinho de acionamento 234 transladaatravés das fendas longitudinais 230 do cartucho de grampos 220 para a-vançar as cunhas de carne 232 em contato seqüencial com os impulsionado-res suportados de modo operável nas fendas 225, para fazer com que osimpulsionadores (não mostrados) transladem verticalmente dentro das fen-das 225 e lancem os prendedores associados com os impulsionadores (nãomostrados) a partir das fendas 225 nas cavidades de deformação de grampodo conjunto de bigorna 20.
As diversas modalidades podem incluir um conjunto de monta-gem 202 que pode compreender porções de montagem superior e inferior236 e 238. Em uma modalidade, a porção de montagem superior 236 podeser proporcionada com um par de suportes 237 que são adaptados para se-rem pivotavelmente recebidos dentro de orifícios 219 nas paredes laterais doveículo 216. Um par de molas antiempenamento 241 pode ser suportado emcavidades correspondentes formadas no conjunto de montagem 202 paraproporcionar suporte ao conjunto de faca laminada dentro do conjunto demontagem 202. Uma porção proximal do conjunto de montagem 202 podeser não-rotacionalmente montada no adaptador de corpo distai 243 comomostrado na figura 96.
A porção de alojamento 200 da unidade de carga descartável3016 pode incluir uma metade de alojamento superior 250 e uma metade dealojamento inferior 252. A extremidade proximal da metade de alojamento250 pode incluir saliências de engate 254 para engatar de modo deslizávelcorpo alongado 14 (figura 94) e uma ponta de inserção 193. Saliências 254formam um acoplamento do tipo de baioneta com a extremidade distai docorpo 14 como descrito na Patente US N° 5,865,361.
Como pode ser também visto na figura 96, o conjunto de dire-cionamento axial 212 pode incluir um feixe de direcionamento alongado 266incluindo uma cabeça de trabalho distai 268 e uma seção de engate proxi-mal 270. O feixe de direcionamento 266 pode ser construído a partir de umaúnica folha de material ou, preferivelmente, a partir de múltiplas folhas empi-lhadas. A seção de engate 270 pode incluir um par de porções de dedos deengate 270a e 270b que pode ser dimensionada e configurada para engatarpor montagem um par de fendas de retenção correspondentes 272a forma-das no membro de direcionamento 272. O membro de direcionamento 272pode incluir uma janela proximal (não mostrada) configurada para receber aextremidade distai 276 da haste de controle 52 (acima descrito) quando aextremidade proximal da unidade de carga descartável 3016 é engatadacom corpo alongado 14 do aparelho de grampeamento cirúrgico 10.
A extremidade distai do feixe de direcionamento 266 pode serdefinida por uma coluna de suporte vertical 278 que suporta a lâmina de faca280, e uma superfície de apoio 283 que engata a porção central do carrinhode acionamento 234 durante um procedimento de grampeamento. A superfí-cie 285 na base da superfície 283 pode ser configurada para receber ummembro de suporte 287 deslizavelmente posicionado ao longo do fundo doveículo 216. A lâmina de faca 280 pode ser posicionada para transladar rela-tivamente atrás do carrinho de acionamento 234 através de uma fenda longi-tudinal central 282 no cartucho de grampos 220 para formar uma incisãoentre fileiras de tecido corporal grampeado. Para proporcionar suporte aofeixe de direcionamento 266 dentro do alojamento 200, na medida em que ofeixe de direcionamento 266 é avançado axialmente, um membro de estabi-lização de lâmina 290 pode ser montado dentro do alojamento 200.
Um flange de retenção 284 pode se projetar distalmente a partirda coluna vertical 278 e pode suportar um par de rolos de carne cilíndricos286 em sua extremidade distai. Os rolos de carne 286 podem compreenderpinos pressionados ou soldados e ser dimensionados e configurados paraengatarem a superfície de carne 209 no corpo de bigorna 204 para prenderuma porção de bigorna 204 contra o tecido do corpo. Um par de molas 207pode ser proporcionado entre a extremidade proximal da porção de bigorna204 e a porção de montagem superior 236 para orientar a conjunto de bigor-na 20 para a posição normalmente aberta.
A unidade de recarga 3016 ilustrada nas figuras 94 - 97 empregauma configuração de articulação "passiva". Como pode ser visto nas referi-das figuras, a unidade de recarga 3016 inclui um membro de articulação fle-xível 300 que é acoplado a um conjunto de alojamento 200, por exemplo, porum colar de corpo proximal 301. O membro de articulação flexível 300 é do-tado de uma porção de corpo 301 que pode ser fabricada a partir de polieti-leno, polipropileno ou outros materiais adequados, por exemplo, e incluemuma pluralidade de dentes de serra 302 separados por nervuras 304. Emdiversas modalidades, os dentes de serra 302 e as nervuras 304 podem serigualmente espaçados ao longo do membro de articulação flexível 300 destemodo promovendo um raio de flexão contínuo quando o membro de articula-ção flexível é articulado. Um membro de articulação flexível 300 dotado demúltiplos raios de flexão pode ser alcançado ao proporcionar um espaça-mento desigual entre os dentes de serra 302 e as nervuras 304. Por exem-plo, a referida configuração pode ser alcançada por espaçamento das nervu-ras 304 mais proximamente a uma extremidade e mais afastada na outraextremidade. Como será observado por aqueles versados na técnica, ao seaumentar o espaçamento dos dentes de serra 302 e/ou das nervuras 304 sereduz o raio de flexão da seção com maior espaçamento, aproximando maisproximamente a conexão de flexão do ponto pivô. De modo diferente o es-paçamento entre os dentes de serra 3402 e/ou as nervuras 304 mais proxi-mamente resulta em uma flexão mais gradual, dotada de um raio de flexãomaior. Alternativamente, o membro de articulação flexível 300 pode ser fa-bricado a partir de uma combinação de materiais, o exterior dos quais podeser aço inoxidável fundido, o que funcionará de modo similar aos materiaisplásticos ou poliméricos acima mencionados.
Na modalidade ilustrada nas figuras 94 - 97, os dentes de serra302 compreendem ranhuras anulares que se estendem pelo menos parcial-mente em torno do perímetro do membro de articulação flexível 300. Os den-tes de serra 302 preferivelmente, entretanto, compreendem ranhuras semia-nulares as quais são separadas por uma espinha central longitudinal 306que passa pelo eixo longitudinal L-L do membro de articulação flexível 300de modo que uma primeira pluralidade de nervuras é formada em um iadolateral da espinha 306 e uma segunda pluralidade de nervuras é formada emoutro lado lateral da espinha 306. A espinha 306 ajuda a proporcionar o enri-jecimento do membro de articulação flexível 300 e acomoda a fenda 310através do mesmo para receber os instrumentos cirúrgicos, tais como o con-junto de direcionamento 212. A espinha longitudinal 306 pode percorrer portodo o comprimento longitudinal do membro de articulação flexível 300. Omembro de articulação flexível 300 pode também incluir um par de fendaslaterais 314 que passam através de cada nervura 304 em cada lado lateralpara receber a placa de articulação correspondente. Ver a figura 96. As refe-ridas placas de articulação 320 podem ser fabricadas a partir de um materialque é relativamente inelástico. Ou seja, as placas 320 pode ser fabricadas apartir de um material que retém a sua posição após a flexão. As placas dearticulação 320 podem ser fabricadas a partir de materiais tais como, porexemplo, chumbo, cobre, aço inoxidável, titânio, etc.
A unidade de carga descartável 3016 é dimensionada para in-serção, em estado não-articulado como ilustrado nas figuras 94 e 95, atravésde uma passagem de cânula de trocarte ao campo cirúrgico no paciente(não mostrado) para realizar um procedimento cirúrgico. Por exemplo, a uni-dade de carga descartável 3016 pode ser dimensionada para ser inseridaatravés de um gastroscópio ou um colonoscópio. Após a porção do conjuntode ferramenta 17 da unidade de carga descartável 3016 ter sido inseridaatravés da passagem de cânula de trocarte, o médico pode mover o conjun-to de ferramenta 17 para a orientação articulada desejada ao "passivamen-te" trazer o conjunto de ferramenta 17 em contato com o órgão ou outra por-ção do corpo ou outro instrumento médico 330 (por exemplo, pinças - figura97) para aplicar uma força externa ao conjunto de ferramenta 17 para fazercom que o mesmo se articule em um plano com relação à porção de aloja-mento 200 da unidade de carga descartável 3016. Aqueles versados na téc-nica observarão que uma vez que o conjunto de ferramenta 17 é articuladopara a posição desejada, as placas de articulação 320 servem para reter oconjunto de ferramenta 17 na referida configuração. O conjunto de ferramen-ta 17 pode ser articulado através de um ângulo "PA" como ilustrado na figura 97.
As figuras 98 - 101 ilustram outra modalidade de unidade de re-carga 3016' da presente invenção. A unidade de recarga 3016' é substanci-almente idêntica à unidade de recarga 16, exceto em que a unidade de re-carga 3016' é construída para ser passivamente articulada assim como ati-vamente articulada. Como pode ser visto nas figuras 98 e 99, a unidade derecarga 3016' inclui uma primeira junta de articulação 340 que é formada apartir de um conjunto de montagem 202' que inclui uma porção distai 206 euma porção proximal 226 que é pivotavelmente acoplada ao mesmo. Emdiversas modalidades, a porção distai 206 inclui uma porção de montagemsuperior 208 e a porção de montagem inferior 210. Um pino pivô 244 podeser formado em cada uma das porções de montagem 206', 208' para definirum eixo pivô "A1" que pode ser substancialmente perpendicular ao eixo lon-gitudinal "L'L' da unidade de recarga descartável 3016'. A porção proximal226 do conjunto de montagem 202' pode compreender uma porção de mon-tagem superior 236' e a porção de montagem inferior 238'. A porção distai206 do membro de montagem 202' e a porção proximal 226 do membro demontagem 202' podem ser pivotavelmente acopladas juntas por um par demembros de acoplamento 246. Os membros de acoplamento 246 cada umdos quais é dotado de um orifício 247 através dos mesmos para receber umpino correspondente 244 através dos mesmos. A extremidade proximal 248de cada membro de acoplamento 246 é configurada para ser recebido emmodo de intertravamento na ranhura correspondente 251 formada na porçãode montagem superior 236' e porção de montagem inferior 238'. A porçãoproximal 226 do conjunto de montagem 202' pode ser não-rotacionalmentemontada no adaptador de corpo distai 243 como mostrado na figura 99. Aporção de alojamento 200 da unidade de carga descartável 3016' pode inclu-ir uma metade de alojamento superior 250 e uma metade de alojamento infe-rior 252. A extremidade proximal da metade de alojamento 250 pode incluirsaliências de engate 254 para engatar de modo deslizável o corpo alongado14 (não mostrado na figura 99) e na ponta de inserção 193. Saliências 254formam um acoplamento do tipo de baioneta com a extremidade distai docorpo 14 as quais serão discutidas em detalhes adicionais abaixo. As meta-des de alojamento 250 e 252 definem um canal 253 para deslizavelmentereceber o conjunto de direcionamento axial 212 nas mesmas. Um par demolas 207 pode ser proporcionado entre a extremidade proximal da porçãode bigorna 204 e a porção de montagem superior para orientar o conjunto debigorna 20 para a posição normalmente aberta.
Esta modalidade pode também empregar um membro de articu-lação flexível 300' que pode ser substancialmente similar ao membro de arti-culação flexível 300 acima descrito, exceto pelas diferenças observadas a-baixo. A extremidade distai do membro de articulação flexível 300' pode serfixada não-rotacionalmente ao adaptador de corpo distai 243 e a extremida-de proximal do membro de articulação flexível 300' pode ser fixada não-rotacionalmente ao colar de corpo proximal 301 que é fixado à porção dealojamento 200. Nesta modalidade, um tirante de articulação 256' pode serempregado para também permitir que o usuário articule ativamente o conjun-to de ferramenta 17. O tirante de articulação 256' pode ser dotado de umaporção de fio flexível alongada 450 que termina na porção de gancho distai452. A porção de fio 450 pode ser recebida na lúmen 420 no membro dearticulação flexível 300'. A extremidade enganchada 452 pode ser tolhidacom pino entre a porção distai 206 e porção de montagem inferior 210 porum pino fixado entre as mesmas. Ver a figura 99. A porção de fio flexível 450pode ser fixada a uma porção de haste 451 que é dotada de uma aba ououtra porção de gancho 258' que é configurada para engate com ganchocom um gancho distai 165 formado na extremidade distai do primeiro tirantede articulação 123 de modo conhecido como descrito na Patente US N°5,865,361. Ver a figura 10. A referida configuração de unidade de recarga3016' pode ser passivamente articulada usando o membro de articulaçãoflexível 300' sobre um ângulo "PA" da maneira acima descrita através deuma gama de percursos "PA" ou, se desejado, o médico pode ativamentearticular o conjunto de ferramenta 17 do mesmo sobre o primeiro eixo dearticulação "A1-A1" através de uma gama de percursos "AA" por ativação daalavanca de articulação 30 da maneira descrita na Patente US N° 5,865,361.Ver a figura 101.
As figuras 102 - 104 ilustram outra modalidade de unidade derecarga 3016" da presente invenção. A unidade de recarga 3016" pode sersubstancialmente idêntica à unidade de recarga 3016', exceto em que a uni-dade de recarga 3016" é construída com dois tirantes de articulação ativos256R, 256L que permitem que o tirante de articulação 300 seja ativamentepuxado em um lado embora sendo ativamente puxado para o lado oposto.Como pode ser visto na figura 103 os tirantes de articulação 256R e 256Lpodem ser dotados de uma porção de placa distai 430 que é dimensionadapara se estender através de uma fenda lateral correspondente 314 no mem-bro de articulação 300. Uma característica de fixação de empuxo 432 podeser formada na extremidade distai de cada porção de placa distai 430 parareter a porção de placa distai 430 dentro de sua fenda lateral respectiva 314.Em modalidades alternativas, a característica de empuxo pode ser moldadano membro de articulação 300 ou outras configurações de fixação podemser usadas. O tirante de articulação 256R, 256L pode adicionalmente serdotado de uma porção de extensão alongada 334R, 334L que termina naporção de gancho 336R, 336L, respectivamente. Em diversas modalidades,os tirantes de articulação 256R, 256L podem ser fabricados a partir de metalou de uma série de placas laminadas ou empilhadas.
Com referência à figura 104, é mostrado um conjunto de tirantede controle 125' que pode ser substancialmente similar ao conjunto de hastede controle 125 acima descrito, exceto em que o conjunto de haste de con-trole 125' inclui um tirante de articulação direito 123R e um tirante de articu-lação esquerda 123L. O tirante de articulação direito 123R pode ser dotadode um gancho distai 165R formado no mesmo para engate destacável com aporção de gancho 336R do tirante de articulação 256R na unidade de cargadescartável 3016". Ver a figura 103. Da mesma forma, o tirante de articula-ção esquerdo 123L pode ser dotado de uma porção de gancho distai 165Lformada no mesmo para engate destacável com a porção de gancho 336Ldo tirante de articulação 256L na unidade de carga descartável 3016". O ti-rante de articulação direito 123R pode adicionalmente ser dotado de umaporção de dedo 164R que se salienta a partir de sua extremidade proximal, eo tirante de articulação esquerdo 123L pode ser dotado de uma porção dededo 164L que se salienta a partir de sua extremidade proximal. Embora nãoespecificamente ilustrado na figura 103, uma barra de ligação, trem de engrenagem, etc, pode ser empregado para acoplar de forma móvel as por-ções de dedo 164R, 164L ao braço 160 fixado ao membro de translação138' de modo que na medida em que o membro de translação 138' é axial-mente avançado na direção distai "DD" como descritos em detalhes acima,os tirantes de articulação direitos 123R e 256R são avançados na direçãodistai "DD" e os tirantes de articulação esquerdos 123L e 256L são puxadosna direção proximal "PD" para deste modo fazer com que o conjunto de fer-ramenta 17 pivote sobre o primeiro eixo de articulação "A1-A1" para a direitado eixo longitudinal L-L como ilustrado na figura 101 ou vice-versa. Da mes-ma forma, em diversas modalidades, quando o membro de translação 138' éavançado na direção proximal "PD", os tirantes de articulação direitos 123Re 256R são puxados na direção proximal "PD" e os tirantes de articulaçãoesquerdos 123L e 256L são avançados na direção distai "DD" para destemodo fazer com que o conjunto de ferramenta 17 pivote para a esquerda doeixo longitudinal L-L ou vice-versa. Aqueles versados na técnica entenderãoque a referida ação de "empurrar" e "puxar" resulta em menos tensão sendoaplicada a um único tirante de articulação do que as referidas configuraçõesde articulação da técnica anterior que apenas empregam um único tirante dearticulação. O membro de articulação flexível 300' pode exigir mais força pa-ra vergar ou flexionar em oposição à configuração de pino pivô como em 206.
As figuras 105 - 107 ilustram outra modalidade da unidade derecarga 3016"' da presente invenção. A unidade de recarga 3016"' é essen-cialmente uma combinação das unidades de recarga 3016 e 3016' em que aunidade de recarga 3016"' emprega o tirante de articulação 256' e os tirantesde articulação 256R e 256L que permitem que o tirante de articulação 300'seja passivamente articulado através de uma gama de percursos "PA" e ati-vãmente articulado através de uma gama adicional de percursos "AA".
As figuras 108 - 111 ilustram outro aparelho de grampeamentocirúrgico 4010 da presente invenção que é construído para uso com a uni-dade de carga descartável. A figura 108 ilustra a unidade de carga descartá-vel 16 que é dotada de uma primeira junta de articulação 340 do tipo e cons-trução acima descritos que permite que o conjunto de ferramenta 17 pivotesobre um primeiro eixo pivô A1-A1 com relação ao alojamento de unidadede carga descartável 200 que é fixado ao aparelho de grampeamento cirúr-gico 4010. O aparelho de grampeamento cirúrgico 4010 pode ser dotado deaspectos e componentes que são substancialmente similares aos aspectos ecomponentes das diversas modalidades de aparelhos de grampeamentoacima descritas, exceto pelo único e novo sistema de articulação 4012, di-versas configurações do qual serão descritas em detalhes abaixo. Os referi-dos componentes que são os mesmos que os componentes empregadosnas modalidades de aparelho de grampeamento cirúrgico acima menciona-das serão marcados com os mesmos números de elemento e aqueles ver-sados na técnica podem se referir à descrição determinada aqui acima queexplica a sua construção e operação. Como pode ser visto na figura 108, osistema de articulação 4012 pode incluir uma junta de articulação intermedi-ária 4020 que é situada no conjunto de corpo alongado 4014 entre a unidadede carga descartável 16 e o conjunto de punho 12 de modo que a unidadede carga descartável 16 pode ser seletivamente pivotada com relação aoconjunto de punho 12 sobre um segundo eixo de articulação A2-A2. Comoilustrado na figura 108, o segundo eixo de articulação A2-A2 é substancial-mente transverso ao eixo longitudinal L-L e ao primeiro eixo de articulaçãoA1-A1.
Como pode ser visto nas figuras 108 e 109, o conjunto de corpoalongado 4014 pode compreender um segmento de corpo distai 4030 e umsegmento de corpo proximal 4040 que são acoplados juntos na junta de arti-culação intermediária 4020. O sistema de articulação 4012 pode adicional-mente incluir um membro de translação 138 que é dotado de uma porção debraço vertical 540 que é dotado de uma chanfradura 542 no mesmo que édimensionada para receber uma aba 544 formada no cilindro sensor 178. Aextremidade distai do membro de translação 138 pode incluir um braço 546que inclui uma abertura 548 configurada para receber uma porção de dedo164 que se estende a partir da extremidade proximal do tirante de articula-ção 4050. Um pino 166 que pode ser construído a partir de um material nãoabrasivo, por exemplo, Teflon® ou metal revestido com Teflon®, é fixado aomembro de translação 138 e dimensionado para ser recebido dentro da su-perfície de carne escalonada 148 (mostrada na figura 11). A operação dosreferidos componentes foi acima descrita.
A figura 110 ilustra uma modalidade de junta de articulação in-termediária 4020 da presente invenção. Como pode ser visto na referida fi-gura, o segmento de corpo distai 4030 é oco e é dotado de uma extremidadeproximal 4031 que é dotada de duas linguetas que se estendem proximal-mente 4032 formadas na mesma. Cada lingueta 4032 pode ser dotada deum pino 4034 que se salienta a partir da mesma e pelo menos uma nervurade travamento 4036 formada no mesmo. O segmento de corpo proximal4040 é oco e, como pode ser visto na figura 109, é dotado de uma extremi-dade proximal 4041 que é dotada de aberturas 128 para receber uma proje-ção radial correspondente 132 (mostrada na figura 10) formada no botãogiratório 28 como foi acima descrito. Como pode ser visto na figura 110, aextremidade distai 4042 do segmento de corpo proximal 4040 pode ser do-tada de um par de linguetas que se salientam distalmente 4044 as quais ca-da uma é dotada de um orifício de recebimento de pino 4046 através damesma para receber um pino correspondente 4034 no segmento de corpodistai 4030 para permitir que o segmento de corpo distai 4030 pivote comrelação ao segmento de corpo proximal 4040. Cada lingueta 4044 pode serdotada de uma série de ranhuras radiais 4048 formadas na mesma para cor-responder em uma configuração de engate com as nervuras de travamentocorrespondentes 4036 nas linguetas 4032. Assim, quando montados juntos,os pinos 4034 e os orifícios 4046 servem para definir o segundo eixo de arti-culação A2-A2 e são frouxamente adaptados para permitir que o segmentode corpo distai 4030 seja pivotado a uma posição desejada com relação aosegmento de corpo proximal 4040 ao aplicar uma força ao segmento de cor-po distai 4030 embora mantendo o segmento de corpo proximal 4040 esta-cionário ou vice-versa. A interação entre as nervuras de travamento 4036 eas ranhuras 4048 serve para reter o segmento de corpo distai 4030 na posi-ção desejada com relação ao segmento de corpo proximal 4040 após a forçade articulação ter sido descontinuada. Em modalidades alternativas, as ner-vuras de travamento 4036 podem ser formadas nas linguetas que se salien-tam distalmente 4044 e as ranhuras radiais 4048 podem ser formadas naslinguetas que se estendem proximalmente 4032. Ainda em outras modalida-des, pelo menos uma nervura de travamento 4036 pode ser formada emuma lingueta 4032 e ranhuras radiais 4048 podem ser proporcionadas nalingueta 4044 fixadas a mesma e pelo menos uma nervura de travamento4036 pode ser proporcionada na outra lingueta 4044 e as ranhuras 4048proporcionadas na lingueta 4032 fixadas àquela lingueta 4044. Quando aco-plados juntos pela junta de articulação intermediária 4020, o segmento decorpo distai 4030 e o segmento de corpo proximal 4040 do conjunto de cor-po alongado 4014 definem o eixo longitudinal L-L.
Como indicado acima, o sistema de articulação 4012 pode adi-cionalmente compreender um tirante de articulação 4050 que inclui uma por-ção proximal 4052 que é dotada de uma porção de dedo 164 que se salientaa partir da mesma que é configurada para ser recebida na abertura 548 nobraço 546 do membro de translação 138. Ver a figura 109. O tirante de arti-culação 4050 pode adicionalmente ser dotado de uma porção distai 4054que é pivotavelmente tolhida com pino à porção proximal 4052 de modo quea porção distai 4054 pode pivotar com relação à porção proximal 4052 sobreum eixo de articulação A2-A2'. A extremidade distai da porção distai 4054 édotada de um gancho distai 165 formado na mesma para engate destacávelcom a porção de gancho do tirante de articulação na unidade de carga des-cartável 16 de modo conhecido. Como pode ser também visto na figura 109,esta modalidade pode empregar um tubo sensor oco 4060 que é dotado deuma porção distai 4062 que é pivotavelmente acoplada a uma porção proxi-mal 4064 para percurso pivô com relação a mesma sobre um eixo de articu-lação A2"-A2". A porção distai 4062 e a porção proximal 4064 do tubo sen-sor 4060 podem ser frouxamente acopladas juntas para permitir que o tubosensor 4060 acomode algum desalinhamento axial dos componentes. Porexemplo, em diversas modalidades, as porções de tubo sensor 4062 e 4064podem ser acopladas para permitir ± 0,125" de movimento axial dos referi-dos componentes um com relação ao outro. O tubo sensor 4060 pode operarda mesma maneira como foi acima descrito com relação ao tubo sensor 123e pode ser dotado de um mecanismo de travamento de tirante de controle(não mostrado) do tipo acima descrito fixado ao mesmo.
Como pode ser também visto na figura 109, o sistema de articu-lação 4012 pode incluir um conjunto de tirante de controle 4070 que é similarem operação à tirante de controle 52 acima, exceto pelo segmento de articu-lação 4074 que interconecta a porção distai 4072 e uma porção proximal4076. O segmento de articulação 4074 pode compreender uma série de tirasde metal laminado que permitirão que o conjunto de tirante de controle 4070se dobre na medida em que o conjunto de corpo alongado 4014 é articuladosobre a junta de articulação intermediária 4042, e ainda ser suficientementerígido para axialmente transmitir as forças de acionamento a partir do con-junto de tirante 12 à unidade de carga descartável 16. Outras configuraçõesde junta flexível podem também ser empregadas. Adicionalmente, um anelem "O" 4080 pode ser proporcionado entre a porção proximal 4076 do con-junto de tirante de controle 4070 e o tubo sensor 4060 para proporcionar su-porte adicional ao conjunto de haste de controle 4070 no mesmo. Quandomontados juntos, aqueles versados na técnica observarão que o tirante dearticulação 4050 e o tubo sensor 4060 são suportados dentro do conjunto decorpo alongado 4014 de modo que os eixos A2"-A2" e A2'-A2' substancial-mente coincidem com o segundo eixo de articulação A2-A2. Da mesma for-ma, o conjunto de tirante de controle 4070 é suportado dentro do conjunto decorpo alongado 4014 de modo que o segmento de articulação 4074 estendea junta de articulação intermediária 4020.
A figura 111 ilustra o uso do aparelho de grampeamento cirúrgi-co 4010 em uma instalação de cirurgia "aberta" onde a unidade de cargadescartável 16 e conjunto de corpo alongado 4014 são inseridos no pacienteatravés de uma incisão aberta no tecido "T". Como pode ser entendido comreferência à referida figura, o conjunto de ferramenta 17 pode ser seletiva-mente articulado sobre o primeiro eixo de articulação A1-A1 ao manipular aalavanca de articulação 30 como foi acima descrito. A unidade de cargadescartável 16 pode também ser pivotada sobre o segundo eixo de articula-ção A2-A2 com relação ao segmento de corpo proximal 4040 do conjunto decorpo alongado 4014 e conjunto de haste 12 ao "passivamente" trazer o con-junto de ferramenta 17 em contato com o órgão ou outra porção do corpo aopegar a unidade de recarga descartável 16 com outros instrumentos cirúrgi-cos tais como, por exemplo, pinças (não mostradas) para aplicar uma forçaexterna ao conjunto de ferramenta 17 para fazer com que o mesmo se arti-cule sobre o segundo eixo de articulação A2-A2. Aqueles versados na técni-ca observarão que uma vez que o conjunto de ferramenta 17 é articuladopara a posição desejada sobre o segundo eixo de articulação A2-A2, omesmo é retido na referida posição em virtude do engate entre as nervurasde travamento 4036 e as ranhuras radiais 4048 como acima descrito. Parapermitir que o aparelho de grampeamento 4010 seja usado endoscopica-mente através de um trocarte convencional 4000, como mostrado na figura112, a junta de articulação intermediária 4020 pode ser proporcionada adja-cente ao botão de rotação 28 de modo que a junta de articulação 4020 podepermanecer externa ao trocarte 4000 para permitir que o conjunto de haste12 seja pivotado sobre o segundo eixo de articulação A2-A2, com relação àporção do aparelho de grampeamento cirúrgico 4010 que se salienta paradentro do paciente através do trocarte 4000.
As figuras 113-115 ilustram um sistema de articulação 5012que pode ser empregado com diversos os aparelhos de grampeamento ci-rúrgico da presente invenção. Os referidos componentes que são os mes-mos que os componentes empregados nas modalidades acima menciona-das serão marcados com os mesmos números de elemento e aqueles ver-sados na técnica podem se referir à descrição determinada aqui acima queexplica a sua construção e operação. O sistema de articulação 5012 podeincluir uma junta de articulação intermediária 5020 no conjunto de corpo a-longado 5014 que facilita o percurso pivô da unidade de recarga descartável16 com relação ao conjunto de haste 12 sobre um segundo eixo de articula-ção A2-A2 que é substancialmente transverso ao eixo longitudinal L-L e aoprimeiro eixo de articulação A1-A1. O conjunto de corpo alongado 5014 podecompreender um segmento de corpo distai 5030 e um segmento de corpoproximal 5040 que são acopladas juntos na junta de articulação intermediá-ria 5020. Como mostrado na figura 114, o sistema de articulação 5012 podeadicionalmente incluir um membro de translação 138 que é dotado de umaporção de braço vertical 540 que é dotado de uma chanfradura 542 nomesmo que é dimensionada para receber uma aba 544 formada no cilindrosensor 178. A extremidade distai do membro de translação 138 pode incluirum braço 546 que inclui uma abertura 548 configurada para receber umaporção de dedo 164 que se estende a partir da extremidade proximal do ti-rante de articulação 4050. Um pino 166 que pode ser construído a partir deum material não abrasivo, por exemplo, Teflon® ou metal revestido com Te-flon® é fixado ao membro de translação 138 e dimensionado para ser rece-bido dentro da superfície de carne escalonada 148 (mostrada na figura 11).A operação dos referidos componentes foi acima descrita.
Como adicionalmente mostrado na figura 114, o segmento decorpo distai 5030 é oco e é dotado de uma extremidade proximal 5031 que édotado de duas linguetas que se estendem proximalmente 5032. Cada lin-gueta 5032 é dotada de um pino 5034 que se salienta a partir da mesma. Osegmento de corpo proximal 5040 é oco e é dotado de uma abertura 128para receber uma projeção radial correspondente 132 formada no botão gi-ratório 28 como foi acima descrito. Ver As figuras 114 e 115. A extremidadedistai 5042 do segmento de corpo proximal 5040 pode ser dotada de um parde linguetas que se salientam distalmente 5044 e cada uma das quais é do-tada de um orifício de recebimento de pino (não mostrado) através da mes-ma para receber um pino correspondente 5034 no segmento de corpo distai5030, para permitir que o segmento de corpo distai 5030 pivote com relaçãoao segmento de corpo proximal 5040. Em diversas modalidades, a junta dearticulação intermediária 5020 pode ser formada com as ranhuras radiais4048 e nervuras de travamento 4036 como foi acima descrito. A junta dearticulação intermediária 5020 em outras modalidades pode ser produzidasem as referidas ranhuras radiais e nervuras de travamento.
O sistema de articulação 5012 ilustrado nas figuras 113 - 115 éum sistema de articulação "ativo" e pode incluir uma barra de articulação5050 que é dotada de uma extremidade distai 5052 que é tolhida com pinoou de outro modo fixada ao segmento de corpo distai 5030 por um pino5054. Como mostrado na figura 114, a barra de articulação 5050 pode per-correr em uma fenda de barra alongada 5043 proporcionada no segmentode corpo proximal 5040 do conjunto de corpo alongado 5014. Para propor-cionar suporte adicional à barra de articulação 5050, a cobertura 5080 podeser disposta sobre o segmento de corpo proximal 5040. Ver as figuras 113 e115. A barra de articulação 5050 pode ser dotada de uma extremidade pro-ximal 5056 que é integralmente formada com ou de outro modo não-movelmente fixada a um colar de estabilização 5060. O colar de estabiliza-ção 5060 pode ser dimensionado para se encaixar sobre o segmento decorpo proximal 5040 e ser dotado de uma porção de base 5062 fixada aomesmo que é fixada a/ou formada com uma coluna de botão 5064 que ter-mina em um botão de articulação 5066. Como pode ser visto nas figuras 114e 115, a porção de base 5062 pode ser formada com duas detenções detravamento que se estendem para cima 5068 que são adaptadas para enga-tar de modo retentivo as armações de travamento 5072 formadas nas duasplacas de travamento 5070 que não são suportadas de modo móvel no bo-tão de rotação 28. Como mostrado nas figuras 114 e 115, as duas placas detravamento 5070 podem ser empregadas - uma em cada lado da coluna debotão 5064.
Com referência à figura 113, para se articular o segmento decorpo distai 5030 assim como a porção distai 4072 do conjunto de tirante decontrole 4070 (e a unidade de carga descartável fixada ao mesmo) na dire-ção direita "RD" sobre o segundo eixo de articulação A2-A2, o médico sim-plesmente desliza o botão de articulação 5066 na direção distai "D-D". Parase articular o segmento de corpo distai 5030, porção distai 4072 do conjuntode tirante de controle 4070 e a unidade de carga descartável na direção es-querda "LD", o médico desliza o botão de articulação 5066 na direção proxi-mal "PD". Aqueles versados na técnica entenderão que o sistema de articu-lação 5020 pode ser empregado de modo eficaz com os aparelhos de gram-peamento cirúrgico que são adaptados para receber unidades de carga des-cartáveis articuláveis e não articuláveis. O sistema de articulação 5012 ilus-trado nas figuras 113 - 115 é bem adaptado para uso em aplicações de ci-rurgia aberta. O sistema de articulação 5012' ilustrado na figura 116 podeser melhor adequado para aplicações endoscópicas. Como pode ser visto nareferida figura, a junta de articulação 5020 é mais próxima ao botão de rota-ção 28 de modo que quando em uso, a junta de articulação 5020 é externaao trocarte através do qual o segmento de corpo distai 5030 do conjunto decorpo alongado 5014 se estende.
As figuras 117 - 121 ilustram um único e novo sistema de articu-lação "ativo" 6012 que pode ser usado em conexão com diversos dos apare-lhos de grampeamento cirúrgico adaptados para uso com unidades de cargadescartáveis. Os referidos componentes do sistema de articulação 6012 quesão os mesmos que os componentes empregados nas modalidades acimamencionadas serão marcados com os mesmos números de elemento e a-queles versados na técnica podem se referir à descrição determinada aquiacima que explica a sua construção e operação. Em diversas modalidades,o sistema de articulação 6012 inclui um conjunto de botão de rotação 6028que, exceto pelas diferenças observadas abaixo, é similar ao botão de rota-ção 28 acima descrito. Como pode ser visto na figura 118, o botão de rota-ção 6028 é dotado de uma extensão de cobertura de articulação 6030 que édotada de uma esfera de articulação distai 6032 formada no mesmo. Emdiversas modalidades, o conjunto de botão de rotação 6028 pode ser forma-do a partir de dois segmentos 6028a e 6028b que são moldados a partir dematerial plástico ou outro material adequado e que podem ser interconecta-dos, por exemplo, por características de encaixe, parafusos, adesivo, etc.Ver a figura 117. Rotacionalmente recebido na esfera de articulação distai6032 está um segmento de corpo distai 6040 cuja extremidade proximal6042 forma um soquete de articulação 6044 que pode ser formado a partirde segmentos de cobertura 6040a e 6040b que podem ser interconectadospor características de encaixe, adesivo, etc. Como ilustrado na figura 118, osistema de articulação 6012 pode também incluir um membro de translaçãodo tipo e construção acima descritos que é configurado para receber umaporção de dedo 164 que se estende a partir da extremidade proximal do ti-rante de articulação 4050'. O tirante de articulação 4050' é similar ao tirantede articulação 4050 acima descrito exceto em que o tirante de articulação4050' é dotado de uma porção de conexão flexível (mola em espiral, etc.)6025 formada no mesmo.
Como pode ser visto na figura 118, o sistema de articulação6012 pode adicionalmente compreender um tubo sensor oco 6060 que édotado de uma extremidade de porção distai 6062 que é acoplada a umaporção proximal 6064 por um conector flexível (mola em espiral, etc.) 6066.O tubo sensor 6060 pode operar da mesma maneira como foi acima descritocom relação ao tubo sensor 123 e pode ser dotado de um mecanismo detravamento de tirante de controle (não mostrado) do tipo acima descrito fixa-da ao mesmo. Como pode ser também visto na figura 118, o sistema de arti-culação 6012 pode incluir um conjunto de tirante de controle 6070 que é si-milar em operação ao tirante de controle 52 acima, exceto pelo o segmentode conector flexível 6074 que interconecta a porção distai 6072 e uma por-ção proximal 6076. O segmento de conector flexível 6074 pode compreenderuma mola em espiral, etc, que permitirá que o conjunto de tirante de contro-le 6070 se dobre durante a articulação, e ainda seja suficientemente rígidopara axialmente transmitir as forças de acionamento a partir do conjunto depunho 12 para a unidade de carga descartável 16. Como pode ser visto nasfiguras 118 e 119, o conjunto de tirante de controle 6070 se estende atravésdo tubo sensor 6060 e a extremidade da porção proximal 6076 é suportadano mesmo por um anel em "O" 6068. Para proporcionar suporte axial adicio-nal para a porção proximal 6076 do conjunto de tirante de controle 6070 e osegmento de conector flexível 6074, um tubo de tirante de acionamento pro-ximal 6080 pode ser empregado. Ver as figuras 118 e 119. Quando monta-dos juntos, aqueles versados na técnica observarão que a porção de conec-tor flexível 6025 do tirante de articulação 4050', a porção de conector flexível6066 do tubo sensor 6060 e o segmento de conector flexível 6074 são su-portados dentro da esfera de articulação 6032 como mostrado na figura 119.
Como pode ser visto nas figuras 118 e 119, o sistema de articu-lação 6012 adicionalmente compreende um punho de articulação 6090 que ésuportada de modo móvel na extremidade distai 6034 da extensão de cober-tura 6030. Em diversas modalidades, o punho de articulação 6090 pode serformada a partir de dois segmentos arqueados 6090a e 6090b que são aco-plados juntos, por exemplo, por parafusos 6091 ou outras configurações defixação adequadas. O punho de articulação 6090 é acoplado a duas bandasde articulação horizontais diametralmente opostas entre si 6100 e duas ban-das de articulação verticais diametralmente opostas entre si 6110. Ver a figu-ra 118. Com referência agora às figuras 120 e 121, em diversas modalida-des, a extremidade proximal 6102 de cada banda de articulação horizontal6100 pode ser pivotavelmente acoplada ao pino de articulação horizontal6104. Da mesma forma a extremidade proximal 6112 de cada banda de arti-culação vertical 6110 pode ser pivotavelmente acoplada ao pino de articula-ção vertical 6114. As figuras 120 e 121 ilustram uma forma de fixação daextremidade proximal 6102 da banda de articulação horizontal 6100 ao pinode articulação horizontal 6104 assim como da fixação da extremidade proxi-mal 6112 da banda de articulação vertical 6110 ao pino de articulação verti-cal 6114. Como pode ser visto nas referidas figuras, um conector de esfera6120 pode ser acoplada às extremidades distais 6102, 6112 e ser rotacio-nalmente recebido nos soquetes correspondentes 6108, 6118 nos pinos dearticulação horizontal e vertical 6104, 6114, respectivamente. Os pinos dearticulação horizontais 6104 podem se estender através de fendas horizon-tais diametralmente opostas entre si 6036 (figura 118) na extremidade deporção proximal 6034 da extensão de cobertura 6030 para ser recebido emorifícios 6092 na haste de articulação 6090. De modo similar, os pinos dearticulação verticais 6114 se estendem através de fendas verticais 6038 for-madas na extremidade de porção proximal 6034 da extensão de cobertura6030 para serem recebidos nos orifícios 6094 no anel de articulação 6090.
Em diversas modalidades, as bandas de articulação horizontais6100 e as bandas de articulação verticais 6110 podem compreender bandasde metal que se dobrarão ou flexionarão sobre seus eixos fracos (isto é, oseixos que se estendem transversalmente ao comprimento dos mesmos),mas não irão dobrar ou flexionar em seus eixos fortes (isto é, seus eixos a-longados que se estendem ao longo de seus comprimentos). Para propor-cionar suporte às bandas de articulação 6100, 6110 ao longo de seus res-pectivos comprimentos, as bandas de articulação horizontais 6100 podemser suportadas de modo móvel nas fendas horizontais alongadas 6033 for-madas na cobertura alongada 6030. A extremidade distai 6106 de cadabanda de articulação horizontal 6100 pode ser dotada de um pino de articu-lação distai 6109 que se salienta a partir da mesma que se estende atravésde uma fenda horizontal correspondente 6037 na porção de esfera 6032 dacobertura alongada 6030 para ser acoplada ao segmento de corpo distai6040. Em diversas modalidades, o pino de articulação distai 6109 se esten-de através de um orifício na extremidade distai 6106 da banda de articulaçãohorizontal 6100 para permitir que a extremidade distai correspondente 6106da mesma gire em torno da mesma. De modo similar, a extremidade distai6116 de cada banda de articulação vertical 6110 pode ser dotada de um pi-no de articulação distai 6119 que se salienta a partir da mesma que se es-tende através da fenda vertical correspondente 6039 na porção de esfera6032 da cobertura alongada 6030 para ser acoplada ao segmento de corpodistai 6040. Ver a figura 119. Os pinos de articulação distais 6119 podem seestender através de um orifício na extremidade distai 6116 da banda de arti-culação vertical correspondente 6110 para permitir que a extremidade distai6116 gire em torno da mesma.
Embora não especificamente ilustrado nas figuras 117 - 118,aqueles versados na técnica entenderão que o segmento de corpo distai6040 pode ser configurado para fixação operacional a uma unidade de cargadescartável articulável ou a uma unidade de carga descartável não-articulável da maneira acima descrito ou da maneira que é conhecido natécnica. Entretanto, nesta modalidade, o médico pode seletivamente articularo segmento de corpo distai 6040 e a unidade de carga descartável fixada aomesmo ao seletivamente pivotar o punho de articulação 6090 na extremida-de proximal 6034 da extensão de cobertura 6030. Por exemplo, a figura 119ilustra a haste de articulação 6090 pivotada para uma posição onde o seg-mento de corpo distai 6040 é pivotado na direção vertical "VD". Para pivotaro segmento de corpo distai 6040 na direção horizontal (a direção perpendi-cular à direção VD ilustrada na figura 119), o médico primeiro traz a haste dearticulação de volta para a posição vertical neutra em que o segmento decorpo distai 6040 é coaxial com a extensão de cobertura 6030 e então o mé-dico pivota o punho de articulação de modo que um lado da porção de pu-nho 6090 se move na direção distai, embora o outro lado se mova na dire-ção proximal (representada pelas setas "DD" e "PD" na figura 117). A referi-da articulação ativa compreende uma articulação substancialmente biplanar.Ou seja, o segmento de corpo distai 6040 e a unidade de carga descartávelacoplada ao mesmo podem apenas ser seletivamente articulados através deum plano que se estende verticalmente ou através de um plano que se es-tende horizontalmente que é substancialmente ortogonal ao plano que seestende verticalmente. O segmento de corpo distai 6040 e a unidade de car-ga descartável não podem ser articulados nas direções vertical e horizontalao mesmo tempo. Entretanto, aqueles versados na técnica observarão que obotão de rotação 6028 em virtude de sua fixação giratória ao conjunto depunho facilita a rotação seletiva do segmento de corpo distai 6040 e da uni-dade de carga descartável acoplada ao mesmo sobre o eixo longitudinal L-L.
As figuras 122 e 123 ilustram outra modalidade de aparelho degrampeamento cirúrgico 7010 da presente invenção que emprega um siste-ma de articulação passivo 7012. Como pode ser visto nas referidas figuras, osistema de articulação passivo 7012 pode compreender um botão de rotação7028 que é relativamente similar ao botão de rotação 28 acima descrito, ex-ceto pelas diferenças discutidas abaixo. Os referidos componentes do apare-lho de grampeamento cirúrgico 7010 que são os mesmos que os componen-tes empregados nas modalidades acima mencionadas serão marcados comos mesmos números de elemento e aqueles versados na técnica podem sereferir à descrição determinada aqui acima que explica a sua construção eoperação. Como pode ser visto na figura 123, o botão de rotação 7028 édotado de um soquete de articulação 7030 formado no mesmo que é dimen-sionado para rotacionalmente receber uma esfera 7016 formada em um con-junto de corpo alongado 7014. Em modalidades alternativas, o soquete 7030pode ser formado no segmento de cobertura que é não-rotacionalmente su-portado dentro do botão giratório 7028. A extremidade distai 7015 do conjun-to de corpo alongado 7014 é configurada para fixação operacional a umaunidade de carga descartável articulável ou não-articulável de modo conhe-cido. Como pode ser também visto na figura 123, o sistema de articulação7012 pode adicionalmente incluir um membro de translação 138 que é dota-do de uma porção de braço vertical 540 que é dotada de uma chanfradura542 na mesma que é dimensionada para receber uma aba (não mostrada)formada no cilindro sensor (não mostrado) da maneira acima descrita. A ex-tremidade distai do membro de translação 138 pode incluir um braço 546que inclui uma abertura 548 configurada para receber uma porção de dedo164 que se estende a partir da extremidade proximal 7052 do tirante de arti-culação 7050. A extremidade distai 7054 do tirante de articulação 7050 édotada de um gancho distai 165 formada na mesma que pode engatar pormeio de gancho uma aba de articulação ou gancho formado em um tirantede articulação suportado na unidade de recarga descartável. Um pino 166que pode ser construído a partir de um material não abrasivo, por exemplo,Teflon® ou metal revestido com Teflon®, é fixado ao membro de translação138 e dimensionado para ser recebido dentro da superfície de carne escalo-nada 148 (mostrada na figura 11). Como pode ser visto na figura 123, ummembro flexível 7055 na forma de uma mola em espiral ou similar pode serproporcionado no tirante de articulação 7050 adjacente à extremidade pro-ximal 7052 do mesmo.
O sistema de articulação passivo 7012 pode adicionalmentecompreender um tubo sensor oco 7060 que é dotado de uma extremidadede porção distai 7062 que é acoplada a uma porção proximal 7064 por umconector flexível (mola em espiral, etc.) 7066. O tubo sensor 7060 pode ope-rar da mesma maneira como foi acima descrito com relação ao tubo sensor123 e pode ser dotado de um mecanismo de travamento de tirante de con-trole (não mostrado) do tipo acima descrito fixado à mesma. Como pode sertambém visto na figura 123, o sistema de articulação 7012 pode incluir umconjunto de tirante de controle 7070 que é similar em operação à haste decontrole 52 acima, exceto pelo segmento de conector flexível 7074 que in-terconecta a porção distai 7072 e uma porção próxima I 7076. O segmentode conector flexível 7074 pode compreender uma mola em espiral, etc, quepermitirá que o conjunto de haste de controle 7070 se dobre durante a arti-culação, e ainda ser suficientemente rígido para axialmente transmitir as for-ças de acionamento a partir do conjunto de punho 12 para a unidade de re-carga descartável 16. O conjunto de punho de acionamento 7070 se estendeatravés do tubo sensor 7060 e a porção distai 7072 é suportada no mesmopor um anel em "O" 7068. Quando montados juntos, aqueles versados natécnica observarão que a porção de conector flexível 7055 do tirante de arti-culação 7050, a porção de conector flexível 7066 do tubo sensor 7060 e osegmento de conector flexível 7074 do conjunto de haste de controle 7070são pelo menos parcialmente suportados dentro da esfera de articulação7016 e soquete 7030.
A figura 122 ilustra o uso do aparelho de grampeamento cirúrgi-co 7010 da presente invenção com um trocarte convencional 4000. Comopode ser visto na referida figura, a unidade de carga descartável 16 é aco-plada ao conjunto de corpo alongado 7014. Embora uma unidade de cargadescartável articulável 16 seja ilustrada, aqueles versados na técnica obser-varão que o aparelho 7012 pode ser empregado de modo eficaz com unida-des de carga descartáveis não articuláveis. Após o trocarte 4000 ter sidoinstalado através do tecido "T" utilizando técnicas conhecidas, o médico po-de inserir a unidade de carga descartável 16 através do trocarte dentro dopaciente. Se uma unidade de carga descartável articulável 16 for emprega-da, o médico deve orientar a unidade de carga descartável no estado não-articulado para inserira mesma através do trocarte. Após a unidade de car-ga descartável 16 ter sido inserida no paciente e acionada para prender so-bre o tecido-alvo das maneiras acima descritas, o médico pode articular opunho simplesmente ao pivotar o conjunto de punho 12 sobre a junta de arti-culação de esfera e soquete 7020. A porção de esfera 7016 pode ser dimen-sionada com relação ao soquete 7030 de modo que uma quantidade sufici-ente de fricção é estabelecida entre os componentes em repouso para reteros mesmos em posição, e ainda não ser tão grande para evitar a manipula-ção dos referidos componentes um com relação ao outro. Em outras modali-dades, detenções pode ser proporcionadas nos componentes de junta deesfera e soquete para reter a junta em diversas posições. O médico podetambém manipular o conjunto de punho 12 com relação ao conjunto de cor-po alongado 7014 antes de prender sobre o tecido-alvo ao pegar a extremi-dade proximal do conjunto de corpo alongado que se salienta a partir do tro-carte 4000 e então manipular o conjunto de punho 12 com relação ao mesmo.
Embora diversas modalidades da presente invenção tenham si-do descritas, deve ser aparente, entretanto, que diversas modificações, alte-rações e adaptações às referidas modalidades podem ocorrer àqueles ver-sados na técnica com a consecução de algumas ou de todas as vantagensda presente invenção. Por exemplo, de acordo com diversas modalidades,um único componente pode ser substituído por múltiplos componentes, emúltiplos componentes podem ser substituídos por um único componente,para realizar uma determinada função ou funções. É pretendido, portanto,que o referido pedido cubra todas as referidas modificações, alterações eadaptações sem se desviar do espírito e âmbito da invenção descrita comodefinida pelas reivindicações anexas.
Os dispositivos descritos aqui podem ser projetados para seremdescartados após um único uso, ou os mesmos podem ser projetados paraserem usados múltiplas vezes. Em qualquer um dos casos, entretanto, odispositivo pode ser recondicionado para reutilização após pelo menos umuso. O recondicionamento pode incluir qualquer combinação das etapas dedesmontagem do dispositivo, seguido de limpeza ou substituição de peçasparticulares, e subsequente remontagem. Em particular, o dispositivo podeser desmontado, e qualquer número de peças particulares ou partes do dis-positivo pode ser seletivamente substituído ou removido em qualquer combi-nação. Com a limpeza e/ou substituição de partes particulares, o dispositivopode ser remontado para uso subsequente seja na instalação de recondicio-namento, ou por uma equipe cirúrgica imediatamente antes de um procedi-mento cirúrgico. Aqueles versados na técnica observarão que o recondicio-namento de um dispositivo pode utilizar uma variedade de diferentes técni-cas para a desmontagem, limpeza/substituição, e remontagem. O uso dasreferidas técnicas e o dispositivo de recondicionado resultante estão todosinseridos no âmbito do presente pedido.
Preferivelmente, a presente invenção descrita aqui será proces-sada antes da cirurgia. Primeiro um instrumento novo ou usado é obtido e,se necessário, limpo. O instrumento pode então ser esterilizado. Em umatécnica de esterilização, o instrumento é disposto em um recipiente fechadoe selado, tal como um saco plástico ou TYVEK®. O recipiente e o instrumen-to são então dispostos em um campo de radiação que pode penetrar o reci-piente, tal como radiação gama, raio x, ou elétrons de maior energia. A radi-ação extermina bactérias no instrumento e no recipiente. O instrumento este-rilizado pode então ser armazenado no recipiente estéril. O recipiente seladomantém o instrumento estéril até que o mesmo seja aberto em uma instalação médica.
Qualquer patente, publicação, ou outra descrição de material,em todo ou em parte, que se diz estar aqui incorporada por referência é in-corporada aqui apenas na extensão de que os materiais incorporados nãoentrem em conflito com as definições, determinações ou outra descrição dematerial existente determinado na presente descrição. Como tal, e na exten-são necessária, a descrição como explicitamente determinada aqui superaqualquer material conflitante incorporado aqui por referência. Qualquer mate-rial, ou porção do mesmo, que seja dito estar incorporado aqui por referên-cia, mas que entre em conflito com as definições existentes, determinaçõesou outra descrição de material determinado aqui será apenas incorporado naextensão de que não surjam conflitos entre o material incorporado material ea descrição do material existente.
A presente invenção a qual se pretende proteger não deve serconstruída como limitada às modalidades particulares descritas. As modali-dades são, portanto, para serem vistas como ilustrativas em vez de restriti-vas. Variações e mudanças podem ser implementadas por outros sem sedesviar do espírito da presente invenção. Assim, é expressamente pretendi-do que todas as referidas equivalentes, variações e mudanças que se insiram no espírito e âmbito da presente invenção como definidas nas reivindicações sejam deste modo englobadas.