BRPI0905399A2 - métodos e dispositivos de realizar gastrectomias e gastroplastias - Google Patents
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Abstract
MéTODOS E DISPOSITIVOS DE REALIZAR GASTRECTOMIAS E GASTROPLASTIAS. Métodos e dispositivos são proporcionados para a realização de gastrectomias e gastroplastias. Em uma modalidade, um método inclui ganho de acesso ao estómago de um paciente através de uma abertura formada na parede abdominal do paciente e uma abertura formada na parede abdominal do paciente e uma abertura formada na parede vaginal do paciente. Tecido preso ao estómago pode ser tensionado usando um instrumento cirúrgico inserido através de uma das aberturas abdominal e vaginal e pode ser separado do estómago para liberar o fundo do estómago usando um instrumento cirúrgico de dissecação inserido através de outra abertura, por exemplo, através de uma das aberturas abdominal e vaginal, O fundo pode ser transecionado pelo menos parcialmente usando um grampeador cirúrgico inserido através de uma das aberturas abdominal e vaginal, assim, formando uma luva estomacal. Em outra modalidade, o método é modificado para formar outra abertura na parede abdominal do paciente em lugar de formar uma abertura na parede vaginal.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODOS EDISPOSITIVOS DE REALIZAR GASTRECTOMIAS E GASTROPLASTIAS".
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se a gastrectomias e gastroplastias emétodos e dispositivos de realizar gastrectomias e gastroplastias.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
A obesidade está se tornando uma preocupação crescente, par-ticularmente nos Estados Unidos, visto que o número de pessoas obesascontinua a aumentar e mais é aprendido a cerca dos efeitos negativos daobesidade sobre a saúde. A obesidade mórbida, em que uma pessoa tem100 libras (45,4 kg) ou mais acima do peso ideal do corpo, em particularpossui riscos significativos para graves problemas de saúde. Em conse-qüência, uma grande atenção está sendo focalizada sobre o tratamento depacientes obesos. Procedimentos cirúrgicos para tratar a obesidade mórbidatêm incluído desvios gástricos (grampeamento do estômago), banda gástricaajustável e gastroplastia de banda vertical e gastrectomias em luva (remoçãode todo ou de uma porção do estômago) Esses procedimentos cirúrgicos,cada vez mais, têm sido realizados laparoscopicamente. Tempo de recupe-ração pós-operatório reduzido, dor e infecção de ferida no pós-operatórioacentuadamente diminuídas e resultado cosmético aperfeiçoado são benefí-cios bem estabelecidos da cirurgia laparoscópica, derivados principalmenteda capacidade dos cirurgiões laparoscópicos para realizar uma operação,utilizando incisões menores da parede de cavidade do corpo. Contudo, múl-tiplas incisões abdominais, freqüentemente, são requeridas nesses procedi-mentos de tratamento da obesidade, assim, aumentando as possibilidadesde conseqüências pós-operatórias indesejáveis, tais como cicatrizes cosmé-ticas.
Gastrectomias e gastroplastias em luva têm se tornado cada vezmais preferidas por cirurgiões e pacientes para tratamento da obesidade,bem como para tratar doenças do estômago, tais como câncer, onde umaporção do estômago é removida, porque as gastrectomias e gastroplastiasem luva não deixam qualquer material estranho em um paciente e não re-quer um desvio intestinal complicado. Ao contrário, o volume do estômago éreduzido através de divisão parcial do estômago, assim, deixando uma "lu-va" de estômago entre o esôfago e o intestino. Um procedimento de gastrec-tomia ou gastroplastia em luva laparoscópica, em geral, envolve a insuflaçãoda cavidade abdominal com gás dióxido de carbono até uma pressão emtorno de 15 milímetros de mercúrio (mm Hg). A parede abdominal é perfura-da e uma cânula ou trocarte é, então, inserido na cavidade abdominal. Umtelescópio laparoscópico conectado a um monitor na sala de operações éusado para visualizar o campo operatório e é colocado através de um dostrocartes. Os instrumentos laparoscópicos são colocados através de dois oumais trocartes adicionais para manipulação pelo cirurgião e assistente(s)..cirúrgico(s). Assim, esses procedimentos laparoscópicos podem requererque múltiplos instrumentos sejam introduzidos em um paciente através demúltiplas incisões potencialmente formadoras de cicatrizes e/ou podem re-sultar em interferência entre instrumentos perto um do outro. A colocação deduas ou mais cânulas e instrumentos laparoscópicos padrão no abdômenem seguida um ao outro e/ou colocação de dois ou mais instrumentos noabdômen através da mesma incisão cria um chamado efeito "chopstick", quedescreve interferência entre as mãos do cirurgião, entre as mãos do cirurgi-ão e os instrumentos e entre os instrumentos. Essa interferência reduz gran-demente a capacidade do cirurgião para realizar um procedimento descrito.
Em conseqüência, permanece uma necessidade de métodos edispositivos para realizar gastrectomias e gastroplastias que minimizam otempo de recuperação do paciente, aperfeiçoam o resultado cosmético ereduzem o efeito "chopstick".
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A presente invenção, de um modo geral, proporciona métodos edispositivos de realizar gastrectomias e gastroplastias. Em uma modalidade,um método cirúrgico é proporcionado que inclui a formação de um primeirofuro de acesso em uma parede abdominal de um paciente e formação umsegundo furo de acesso através do trato digestivo do paciente e em umacavidade abdominal do paciente. O método também pode incluir o tensio-namento de um tecido preso ao estômago de um paciente, usando um pri-meiro instrumento cirúrgico inserido através de um dos primeiro e segundofuros de acesso, separação do tecido do estômago usando um segundo ins-trumento cirúrgico inserido através de um dos primeiro e segundo furos deacesso e transeção de uma porção do estômago usando um grampeadorcirúrgico inserido através de um dos primeiro e segundo furos de acesso pa-ra formar uma luva de estômago. O método também pode incluir a remoçãoda porção transecionada através de um dos primeiro e segundo furos deacesso. As várias etapas podem ser realizadas sob visualização, por exem-plo, por meio do avanço de um dispositivo endoscópico com um elemento devisualização localizado sobre ele no paciente, através de üm dos primeiro esegundo furos de acesso.
Vários instrumentos podem ser usados para facilitar a formaçãode uma luva de estômago. Por exemplo, o método pode incluir a introduçãotransoralmente de um dispositivo de dimensionamento no estômago e o usodo dispositivo de dimensionamento para dimensionar a porção do estômagoa passar pela transeção. Como outro exemplo, a formação do primeiro furode acesso pode incluir o posicionamento de um alojamento tendo uma plura-Iidade de orifícios de vedação na parede abdominal.
Em outras modalidades, a transeção de uma porção do estôma-go pode incluir a separação de um fundo do estômago de uma área do es-tômago substancialmente perto do esôfago do paciente, em que o fundo re-tém comunicação de fluido com uma válvula pilórica do paciente. Para outroexemplo ainda, o segundo furo de acesso pode ser formado na luva estoma-cal e, em algumas modalidades, o método pode incluir a retração do fígadode um paciente, usando um dispositivo inserido através de um dos primeiroe segundo furos de acesso.
Em outro aspecto, métodos e dispositivos para realizar gastrec-tomias e gastroplastias são proporcionados e incluem a formação de um furode acesso na parede vaginal de um paciente. Em uma modalidade, um mé-todo cirúrgico é proporcionado que inclui a formação de um primeiro furo deacesso em uma parede abdominal de um paciente pelo posicionamento deum alojamento tendo uma pluralidade de orifícios de vedação na parede ab-dominal, formação de um segundo furo de acesso em uma parede vaginaldo paciente, tensionamento de um tecido preso ao estômago do pacienteusando o primeiro instrumento cirúrgico inserido através do segundo furo deacesso, separação do tecido do estômago usando um segundo instrumentocirúrgico inserido através de um dos orifícios de vedação no alojamento etranseção de uma porção do estômago usando um terceiro instrumento ci-rúrgico inserido através de um dos orifícios de vedação no alojamento. Ométodo pode ter qualquer número de variações. Por exemplo, o método po-de incluir a retração do fígado de um paciente, usando um dispositivo inseri-do através de um dos orifícios de vedação no alojamento. Como outro e-.xemplo, o método pode incluir a remoção da porção transecionada do estô-mago do paciente através de um dos primeiro e segundo furos de acesso.
Ainda como outro exemplo, o primeiro instrumento cirúrgico pode incluir umprimeiro pegador e o método pode incluir o tensionamento do tecido usandoum segundo pegador inserido através do segundo furo de acesso. Aindacomo outro exemplo, o método pode incluir introdução, transoralmente, deum dispositivo de dimensionamento no estômago e usando o dispositivo dedimensionamento para medir a porção do estômago a ser transecionada.
Como outro exemplo, o método pode incluir o avanço de um dispositivo en-doscópico, com um elemento de visualização localizado sobre ele, no paci-ente através do segundo furo de acesso. O avanço do dispositivo endoscó-pico pode incluir a curvatura do dispositivo endoscópico no estômago empelo menos duas direções em relação ao eixo geométrico longitudinal dodispositivo endoscópico para visualizar o estômago em uma direção rumo aum fundo do estômago.
Em outra modalidade, um método cirúrgico é proporcionado queinclui através da formação de primeiro e segundo furos de acesso em umaparede abdominal de um paciente, formação de um terceiro furo de acessoem uma parede vaginal do paciente, tensionamento de um tecido preso aoestômago usando um instrumento cirúrgico inserido através do segundo furode acesso, visualização do estômago usando um dispositivo endoscópico,com um elemento de visualização localizado sobre ele, inserido no pacienteatravés do terceiro furo de acesso e transeção de uma porção do estômagodo paciente menor do que um comprimento total do estômago, usando umgrampeador cirúrgico inserido através do primeiro furo de acesso. O primeirofuro de acesso pode ter um diâmetro maior do que um diâmetro do segundofuro de acesso. O método pode ter qualquer número de variações. Por e-xemplo, o método pode incluir a retração do fígado de um paciente, usandoum dispositivo inserido no paciente no primeiro furo de acesso. Para outroexemplo, a transeção de uma porção do estômago pode incluir a separaçãode um fundo do estômago de uma área do estômago substancialmente pertodo esôfago do paciente, em que o fundo retém comunicação de fluido corr).uma válvula pilórica do paciente. Para outro exemplo ainda, a visualizaçãodo estômago usando um dispositivo endoscópico pode incluir a curvatura dodispositivo endoscópico no estômago em pelo menos duas direções em re-lação ao eixo geométrico longitudinal do dispositivo endoscópico para visua-lizar o estômago em uma direção rumo a um fundo do estômago. A curvatu-ra do dispositivo endoscópico no estômago pode incluir a curvatura do dis-positivo endoscópico em uma primeira direção em uma primeira localizaçãoao longo do eixo geométrico longitudinal e a curvatura de um tubo dispostosobre o dispositivo endoscópico em uma segunda direção em uma segundalocalização ao longo do eixo geométrico longitudinal. Para ainda outro e-xemplo, o método pode incluir a introdução, transoralmente, de um dispositi-vo de dimensionamento no estômago e usando o dispositivo de dimensio-namento para medir a porção do estômago a ser transecionada. Como outroexemplo, o método pode incluir a montagem do dispositivo endoscópico emum suporte externo ao paciente. Como ainda outro exemplo, o método podeincluir a inserção de um pegador através do terceiro furo de acesso paratensionar um tecido que circunda o estômago. Como ainda outro exemplo, aformação do terceiro furo de acesso pode incluir a perfuração da parede va-ginal usando uma ponta afunilada, opticamente transparente, de um instru-mento cirúrgico. Como outro exemplo, o método pode incluir a sedação dopaciente usando um sistema de sedação consciente. Como ainda outro e-xemplo, o método pode incluir a distribuição de um dispositivo de eluição defármaco no estômago.
Em outra modalidade, um método cirúrgico é proporcionado queinclui a formação de primeiro e segundo furos de acesso em uma paredeabdominal de um paciente, formação de um terceiro furo de acesso em umaparede vaginal do paciente, tensionamento de um tecido preso ao estômagodo paciente usando um primeiro instrumento cirúrgico inserido através dosegundo furo de acesso, separação do tecido do estômago usando um se-gundo instrumento cirúrgico inserido através do primeiro furo de acesso etranseção de uma porção do estômago usando um terceiro instrumento ci-rúrgico inserido através do primeiro furo de acesso. O primeiro furo de aces-so pode ter um diâmetro maior do que um diâmetro do segundo furo de a-cesso. O método pode ter qualquer número de variações. Por exemplo, aseparação do tecido pode ocorrer quando o tecido está sendo tensionadousando o primeiro instrumento cirúrgico. Como outro exemplo, o primeiroinstrumento cirúrgico pode incluir pelo menos um pegador e o segundo ins-trumento cirúrgico pode incluir um bisturi harmônico. Ainda como outro e-xemplo, o método pode incluir a introdução, transoralmente, do dispositivode dimensionamento no estômago e usando o dispositivo de dimensiona-mento para medir a parte do estômago a ser transecionada. Como outro e-xemplo, a formação do terceiro furo de acesso pode incluir a perfuração daparede vaginal usando uma ponta afunilada, opticamente transparente deum instrumento cirúrgico. Como outro exemplo, o método pode incluir a se-dação do paciente, usando um sistema de sedação consciente e/ou a distri-buição de um dispositivo de eluição de fármaco no estômago. Como outroexemplo, o método pode incluir o avanço de um dispositivo endoscópico,com um elemento de visualização localizado sobre ele, no paciente atravésdo terceiro furo de acesso. O avanço de um dispositivo endoscópico podeincluir a curvatura do dispositivo endoscópico no estômago em pelo menosduas direções em relação a um eixo geométrico longitudinal do dispositivoendoscópico para visualizar o estômago em uma direção rumo ao fundo doestômago. A curvatura do dispositivo endoscópico no estômago pode incluira curvatura do dispositivo endoscópico em uma primeira direção em umaprimeira localização ao longo do eixo geométrico longitudinal e a curvaturade um tubo disposto sobre o dispositivo endoscópico em uma segunda dire-ção em uma segunda localização ao longo do eixo geométrico longitudinal, ométodo pode incluir a montagem do dispositivo endoscópico em um suporteexterno ao paciente e/ou a inserção de um pegador através do terceiro furode acesso para tensionar um tecido que circunda o estômago.
Em outra modalidade, um método cirúrgico é proporcionado queinclui a formação de um primeiro furo de acesso em uma parede abdominalde um paciente, formação de um segundo furo de acesso em uma paredevaginal do paciente, tensionamento de um tecido preso aó estômago de umpaciente, usando um primeiro instrumento cirúrgico inserido através do se-gundo furo de acesso, separação do tecido do estômago usando um segun-do instrumento cirúrgico inserido através do primeiro furo de acesso e tran-seção de uma porção do estômago usando um grampeador cirúrgico inseri-do através do segundo furo de acesso para tensionar o tecido. Para outroexemplo, o método pode incluir a manipulação do tecido do estômago a sergrampeado pelo grampeador cirúrgico usando pelo menos um grampeadorinserido através do primeiro furo de acesso. Ainda para outro exemplo, aformação de um primeiro furo de acesso pode incluir o posicionamento deum alojamento tendo uma pluralidade de orifícios de vedação na parede ab-dominal. Como outro exemplo, o método pode incluir o avanço de um dispo-sitivo endoscópico, com um elemento de visualização localizado sobre ele,no paciente através do primeiro furo de acesso. Como outro exemplo, o mé-todo pode incluir a remoção da porção transecionada do estômago do paci-ente através de um dos primeiro e segundo furos de acesso. Para outro e-xemplo, o método pode incluir a introdução, transoralmente, de um dispositi-vo de dimensionamento no estômago e uso do dispositivo de dimensiona-mento para medir a porção do estômago a ser transecionada.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A invenção será mais completamente compreendida da descri-ção detalhada seguinte, tomada em conjunto com os desenhos anexos, emque:
a figura 1 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de um paciente tendo um furo de acesso formado naparede abdominal do paciente;
a figura 2 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de um paciente tendo um furo de acesso formado naparede vaginal do paciente;
a figura 3 é uma vista lateral de uma modalidade de um obtura-dor rígido;
a figura 4 é uma vista lateral de uma modalidade de um obtura-dor flexível;
a figura 5 é uma vista lateral de uma modalidade de um trocartede articulação;
a figura 6 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de uma luva flexível independente;
a figura 7 é uma vista em perspectiva de uma modalidade deuma luva rígida independente tendo dispositivos cirúrgicos que se estendematravés dela;
a figura 8 é uma vista seccional transversal da luva da figura 7;
a figura 9 é uma vista em perspectiva de outra modalidade deuma luva rígida independente tendo dispositivos cirúrgicos que se estendematravés dela;
a figura 10 é uma vista em perspectiva, parcialmente explodida,de outra modalidade de uma luva independente;
a figura 11 é uma vista em perspectiva de uma modalidade deuma extremidade distai de um endoscópio flexionado em duas regiões dis-tais;
a figura 12 é uma vista em perspectiva de uma modalidade deum suporte para montagem de um endoscópio em uma mesa de exame;
a figura 13 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade alternativa de um apoio de dispositivo para o suporteda figura 12;
a figura 14 é uma vista lateral de outra modalidade alternativa deum apoio de dispositivo para o suporte da figura 12;
a figura 15 é uma vista em perspectiva de outra modalidade al-ternativa de um apoio de dispositivo para o suporte da figura 12;
a figura 16 é uma vista lateral de uma modalidade alternativa deum engaste para o suporte da figura 12;
a figura 17 é uma vista lateral, parcialmente transparente, deuma modalidade de adaptador de multibraços para o suporte da figura 12;
a figura 18 é uma vista de topo de outra modalidade de um a-daptador de multibraços para o suporte da figura 12;
a figura 19 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-,te, de uma modalidade de um dispositivo de retração de fígado, retraindo ofígado de um paciente;
a figura 20 é uma vista em perspectiva, parcialmente seccionaltransversal, do dispositivo de retração de fígado da figura 19;
a figura 21 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, do fígado de um paciente sendo retraído por um retrator inserido atravésde um dispositivo de acesso de múltiplos orifícios;
a figura 22 é uma vista em perspectiva de uma modalidade dodispositivo de acesso de múltiplos orifícios da figura 21;
a figura 23 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de um dispositivo de adesão mostrado retraindo ofígado de um paciente;
a figura 24 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de um medidor avançado em um estômago de umpaciente;
a figura 25 é uma vista lateral, seccional transversal do pacientee do medidor da figura 24;
a figura 26 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de um dispositivo de dissecação, dissecando tecidodo estômago de um paciente;a figura 27 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de um dispositivo de dissecação, dissecando tecidodo estômago de um paciente, usando um dispositivo de acesso de múltiplosorifícios;
a figura 28 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de um dispositivo de dissecação inserido vaginal-mente, dissecando tecido do estômago de um paciente;
a figura 29 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de um dispositivo de dissecação, dissecando tecidodo estômago de um paciente com um pegador tensionando o tecido;
a figura 30 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de um dispositivo de dissecação, dissecando tecido.,do estômago de um paciente com um pegador tensionando o tecido e avan-çado através de uma abertura no trato digestivo de um paciente;
a figura 31 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de um paciente tendo um furo de acesso formado naparede vaginal de um paciente, um primeiro orifício abdominal formado noumbigo de um paciente e um segundo orifício abdominal formado na paredeabdominal de um paciente;
a figura 32 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de um dispositivo de transeção, transecionando oestômago de um paciente e inserido no paciente através de um furo de a-cesso formado na parede vaginal de um paciente;
a figura 33 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de um dispositivo de transeção, transecionando oestômago de um paciente e inserido no paciente através de um dispositivode acesso de múltiplos orifícios disposto no abdômen de um paciente; e
a figura 34 é uma vista em perspectiva, parcialmente transparen-te, de uma modalidade de um paciente tendo um primeiro orifício abdominalformado no umbigo de um paciente e segundo e terceiro orifícios abdominaisformados na parede abdominal de um paciente.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃOCertas modalidades exemplificativas serão agora descritas a fimde proporcionar uma compreensão global dos princípios da estrutura, fun-ção, fabricação e uso do dispositivos e métodos aqui divulgados. Um oumais exemplos dessas modalidades são ilustrados nos desenhos anexos.
Aqueles versados na técnica compreenderão que os dispositivos e métodosaqui especificamente descritos e ilustrados nos desenhos anexos são moda-lidades exemplificativas não-limitativas e que o escopo da presente invençãoé definido somente pelas reivindicações. Os aspectos ilustrados ou descritosem conexão com uma modalidade exemplificativa podem ser combinadoscom os aspectos de outras modalidades. Essas modificações e variaçõessão destinadas a serem incluídas dentro do escopo a presente invenção.
Vários métodos e dispositivos exemplificativos são proporciona-,dos para realização de gastrectomias e gastroplastias. Em certas modalida-des, um método de realização de uma gastrectomia ou uma gastroplastiapode incluir ganho de acesso ao estômago de um paciente através de umaou mais aberturas formadas em um ou mais dentre o trato digestivo, a pare-de abdominal e a parede vaginal. Vários instrumentos podem ser inseridosatravés das várias aberturas a fim de realizar certas etapas, tais como tensi-onamento e corte de tecido, medição e transeção do estômago, visualizaçãodo local cirúrgico, etc.
Um paciente pode ser preparado para um procedimento cirúrgi-co de gastrectomia ou gastroplastia de alguma maneira, como será aprecia-do por uma pessoa versada na técnica. Por exemplo, o paciente pode estarcompletamente sedado ou conscientemente sedado para o procedimento.
Modalidades não-limitativas de um sistema de sedação consciente podemser encontradas na Publicação de Patente dos Estados Unidos N02006/0042636, depositada em 21 de junho de 2005 e intitulada "Oral NasalCannula," patente dos Estados Unidos N0 6.807.965, emitida em 26 de outu-bro de 2004 e intitulada "Apparatus And Method For Providing A ConsciousPatient Relief From Pain And Anxiety Associated With Medicai Or SurgicalProcedures," patente dos Estados Unidos N0 7.201.734, emitida em 10 deabril de 2007 e intitulada "Apparatus For Drug Delivery In Association WithMedicai Or Surgical Procedures,", patente dos Estados Unidos N0 7.247.154,emitida em 24 de julho de 2007 e intitulada "Method For Drug Delivery InAssociation With Medicai Or Surgical Procedures," que são aqui incorpora-das através de referência em suas totalidades.
Em uma modalidade exemplificativa de um procedimento degastrectomia ilustrada na figura 1, uma abertura abdominal ou furo de aces-so 12 pode ser formado em uma parede abdominal 14 de um paciente 10.
Durante a gastrectomia, o paciente 10, de preferência, é posicionado, con-forme mostrado, em uma posição de litotomia, substancialmente horizontal,reclinada, em uma mesa de exame 18 a fim de proporcionar acesso livre àregião abdominal do paciente. A figura 1 e outras figuras aqui discutidas sãosimplificadas para facilidade de apresentação e não ilustram sempre o paci-ente 10 e/ou dispositivos presentes em um dado momento em um procedi-mento cirúrgico, tais como dispositivos mostrados em uma ou mais figuraspreviamente descritas e qualquer equipamento adicional necessário, por e-xemplo, equipamento de monitoração do paciente, dispositivos de seguran-ça, monitores de vídeo, etc. A gastrectomia é descrita como realizada porum cirurgião, mas, como será apreciado por uma pessoa versada na técnica,um ou mais profissionais médicos, por exemplo, cirurgiões, assistentes ci-rúrgicos, enfermeiras, etc., podem realizar qualquer uma ou mais porções doprocedimento. Além disso, o procedimento cirúrgico é referido como umagastrectomia, mas uma pessoa versada na técnica apreciará que os méto-dos e dispositivos podem ser aplicáveis, similarmente, a uma gastroplastia,como um procedimento de Magenstrasse e Mill1 em que apenas uma porçãodo estômago é transecionada.
Conforme mostrado na figura 1, a abertura abdominal ou furo deacesso 12 podem ser formados na parede abdominal 14 do paciente. Meno-res e menos incisões na cavidade do corpo podem, em geral, aperfeiçoar otempo de recuperação e reduzir a dor de um paciente, assim, pode ser van-tajoso realizar uma operação utilizando apenas uma única incisão abdominalno umbigo. O umbigo é a área mais fina e menos vascularizada e bem es-condida da parede abdominal 14. Uma incisão umbilical pode ser facilmenteaumentada, por exemplo, a fim de eviscerar uma amostra maior, sem com-prometer, significativamente, a cosmese e sem aumentar as possibilidadesde complicações da ferida. O furo de acesso abdominal 12 pode estar naforma de uma otomia substancialmente circular ou pode ser uma incisãopercutânea, conforme mostrado. Uma pessoa versada na técnica apreciaráque o termo "otomia", como aqui usado, é destinado a envolver uma abertu-ra ou furo de acesso maior tendo um diâmetro externo de cerca de 25,4 mm(cerca de 1 polegada) e que o termo "abertura percutânea" ou "furo de aces-so percutâneo" como aqui usado é destinado a envolver uma abertura oufuro de acesso relativamente pequeno em um paciente, que, de preferência,tem um diâmetro em uma faixa de cerca de 3 a 5 mm.
O furo de acesso abdominal 12 pode ser formado de qualquetmaneira, como será apreciado por uma pessoa versada na técnica. Confor-me ilustrado, o furo de acesso abdominal 12 é formado usando um trocarte16. O trocarte 16 pode incluir qualquer cânula configurada para fazer umaincisão no tecido e tendo um interior em forma de cânula através do qual uminstrumento cirúrgico pode ser passado em um paciente através do tecidocom a incisão. O trocarte 16 pode incluir também uma ponta óptica configu-rada para proporcionar a visualização da parede abdominal 14 enquanto otrocarte 16 é passado através dela, por exemplo, usando um dispositivo en-doscópico com um elemento de visualização localizado sobre o mesmo, porexemplo, um laparoscópio 20, que é inserido no trocarte 16. O laparoscópio 20pode ser inserido no trocarte 16 a qualquer momento, incluindo durante apenetração através do tecido ou após o trocarte 16 penetrar na parede ab-dominal 14. Uma pessoa versada na técnica também apreciará que um dis-positivo endoscópico usado na gastrectomia pode incluir qualquer dispositivocirúrgico tendo um elemento de visualização, por exemplo, uma lente, nelelocalizado. Exemplos não-limitativos de um dispositivo endoscópico incluemum endoscópio, um laparoscópico, um gastroscópio e um colonoscópio. Olaparoscópio 20, bem como outros dispositivos aqui discutidos, podem serfeitos de qualquer combinação de materiais rígidos e/ou flexíveis, mas emuma modalidade exemplificativa os materiais são biocompatíveis. Uma pes-soa versada na técnica apreciará que o termo "flexível", como aqui usado, édestinado a envolver uma variedade de configurações. De um modo geral,um membro "flexível" tem algum grau de elasticidade, por exemplo, é capazde se dobrar sem quebrar. Em uma modalidade exemplificativa, um disposi-tivo flexível ou pelo menos suas porções são compostas de pelo menos ummaterial biocompatível e flexível, por exemplo, plástico, titânio, aço inoxidá-vel, etc. Várias porções de um dispositivo flexível também podem ser forma-das de um material com memória de forma, tal como Nitinol.
Uma vez que o acesso à cavidade abdominal seja obtido, o ci-rurgião pode insuflar a cavidade abdominal do paciente através do furo deacesso abdominal 12, como será apreciado por uma pessoa versada na téc-nica, para expandir a cavidade abdominal e proporcionar Um espaço de tra-.balho cirúrgico maior e mais facilmente navegável. Por exemplo, o cirurgiãopode insuflar a cavidade abdominal por meio da passagem de um fluido sobpressão, por exemplo, gás dióxido de carbono não tóxico, através do trocarte16. O fluido pode ter uma pressão na faixa de cerca de 10 a 15 mm Hg, ouqualquer outra pressão, como será apreciado por uma pessoa versada natécnica. O trocarte 16 pode incluir uma ou mais vedações que impedem ofluido de insuflação de escapar da cavidade abdominal através do trocarte16. Um exemplo não-limitativo de um trocarte de vedação que não usa ve-dações é o SurgiQuest AirSeal® , disponível de SurgiQuest, Inc. of Orange,Connecticut.
Conforme mostrado na figura 2, o cirurgião também pode formaruma abertura ou furo de acesso vaginal 22 em uma parede vaginal do paci-ente 10 para criar uma abertura entre a vagina e a cavidade abdominal dopaciente, a fim de obter acesso à cavidade abdominal. Um dispositivo en-doscópico, tendo um elemento de visualização localizado sobre ele, por e-xemplo, um endoscópio 62, pode ser avançado na vagina, antes da forma-ção do furo de acesso vaginal 22 e/ou pode ser avançado através do furo deacesso vaginal 22, após a formação, para proporcionar visualização do inte-rior do corpo do paciente, durante o procedimento cirúrgico. O furo de aces-so vaginal 22 pode ser formado antes ou após o furo de acesso abdominal12 da figura 1, mas, em uma modalidade exemplificativa, o furo de acessovaginal 22 é formado após o furo de acesso abdominal 12, a fim de permitira insuflação da cavidade abdominal do paciente através do furo de acessoabdominal 12. Antes da formação do furo de acesso vaginal 12, como seráapreciado por uma pessoa versada na técnica, o cirurgião pode dilatar eprender a abertura vaginal do paciente, usando um instrumento cirúrgico, porexemplo, um espéculo ponderado e/ou uma ou mais suturas. O furo de a -cesso vaginal 22 pode ter qualquer forma e tamanho, mas o furo de acessovaginal 22, de preferência, tem um diâmetro de cerca de 18 mm e é configu-rado para permitir a passagem de um instrumento cirúrgico, por exemplo, umtrocarte, um dispositivo endoscópico, um grampeador cirúrgico, um aplicadorde clipes, etc., tendo um diâmetro em uma faixa de cerca de 5 mm a 18 mm.,.
Como será apreciado por uma pessoa versada na técnica, furosde acesso através das paredes abdominal e/ou vaginal podem ser formadosde alguma maneira. Em uma modalidade exemplificativa, o cirurgião podeinserir o trocarte através da parede vaginal para formar o furo de acesso va-ginal 22 a fim de criar uma abertura entre a vagina e a cavidade abdominaldo paciente. Modalidades não-limitativas de um trocarte podem ser encon-tradas na Publicação de Patente dos Estados Unidos N0 2007/0260273, de-positada em 8 de maio de 2006 e intitulada "Endoscopic Translumenal Sur-gical Systems,", que é aqui incorporada através de referência em sua totali-dade. Uma modalidade exemplificativa de um trocarte pode incluir um aloja-mento de trocarte configurado para permitir que um dispositivo cirúrgico pas-se através dele e uma luva de trocarte ou tubo unido ou se estendendo doalojamento de trocarte. O trocarte também pode incluir um obturador confi-gurado para passar através do alojamento de trocarte e da luva de trocarte.
O obturador pode ter um lúmen interno formado através dele para receberum dispositivo endoscópico e/ou outro dispositivo cirúrgico e uma extremi-dade distai configurada para penetrar através do tecido. A luva de trocartepode ser disposta deslizavelmente através do obturador e pode funcionarcomo um espaço reservado após o trocarte ser inserido através do tecido eo obturador ser removido, conforme discutido abaixo.As figuras 3 e 4 ilustram modalidades não-limitativas de obtura-dores. A figura 3 ilustra um obturador rígido 24 tendo um cabo proximal 38com um eixo rígido alongado 26 que se estende do mesmo; O eixo rígido 26tem um lúmen interno 28 que se estende entre as suas extremidades proxi-mal e distai 30a, 30b, que é configurado para receber um dispositivo cirúrgi-co. A figura 4 ilustra um obturador flexível 32 tendo um cabo proximal 34com um eixo flexível alongado 36, que se estende do mesmo. O eixo flexível36 tem um lúmen interno 40 que se estende entre as suas extremidadesproximal e distai 42a, 42b, que é configurado para receber um dispositivocirúrgico. O obturador flexível 32 inclui uma porção flexível distai 44, configu-rada para cooperar com uma porção flexível de um dispositivo de articulaçãocanulado através do qual o obturador flexível 32 pode ser passado. O dispo-,sitivo de articulação canulado pode incluir qualquer dispositivo cirúrgico ten-do qualquer configuração. A figura 5 ilustra uma modalidade não-limitativade uma luva de trocarte de articulação 50 que inclui uma junta distai, flexível52 em um eixo alongado que se estende de um alojamento proximal rígido54, tendo uma vedação de virola 56 e uma vedação bico de pato 58 paraformação de uma vedação em torno de um dispositivo cirúrgico passado a-través do mesmo e formação de uma vedação no lúmen interno 28, respec-tivamente. A junta flexível 52 pode ser atuada passivamente, por exemplo,móvel quando apoiada por uma ou mais estruturas adjacentes e/ou atuadaativamente, por exemplo, através de manipulação de um mecanismo de atu-ação mecânica e/ou manual. Quer atuada passiva ou ativamente, a juntaflexível 52 pode permitir melhor posicionamento de um dispositivo inseridoatravés da luva de trocarte 50. A porção flexível 44 do obturador tambémpode ser atuada passiva e/ou ativamente, embora em uma modalidade e-xemplificativa a porção flexível 44 seja passiva, a fim de permitir ao obtura-dor, por exemplo, navegar através de um trocarte de articulação. A junta fle-xível 52 do trocarte e a porção flexível 44 do obturador pode ser formada dequalquer maneira, iguais ou diferentes uma da outra, como será apreciadopor uma pessoa versada na técnica. Para exemplo não-limitativo, a juntaflexível 52 de trocarte e a porção flexível 44 do obturador podem ser feitasde um material flexível, podem incluir uma ou mais características nelas for-madas, a fim de facilitar a flexibilidade, por exemplo, uma pluralidade de re-cortes, fendas, etc., e/ou podem ser formadas e uma pluralidade de ligações,que são acopladas movelmente uma à outra. A luva de trocarte de articula-ção 50 pode ter qualquer tamanho, mas, em uma modalidade exemplificati-va, a luva de trocarte de articulação pode ser configurada para ser dispostaem uma abertura percutânea, por exemplo, tendo um diâmetro não superiora cerca de 5 mm.
Fazendo referência mais uma vez às figuras 3 e 4, as pontasdistais 46, 48 dos obturadores 24, 32, respectivamente, podem ser afunila-das para facilitar a penetração das pontas 46, 48 através do tecido. Confor-me ilustrado, as pontas 46, 48 podem incluir tampas de èxtremidades com.separadores de tecido 46a, 48a formados em seus lados opostos e se es-tendendo entre as extremidades proximal e distai das pontas 46, 48. Os se-paradores 46a, 48a podem se projetar para fora de uma superfície externade suas respectivas pontas 46, 48 e podem penetrar no tecido. Os separa-dores 46a, 48a também podem ser configurados para acoplar com uma fon-te de energia a fim de facilitar o corte ou a separação de tecido. Por exem-plo, um fio de cautério pode ser acoplado a um separador e pode se esten-der através de um dispositivo endoscópico preso à tampa de extremidade afim de permitir que uma extremidade proximal do fio se conecte a uma fontede energia. Em outra modalidade, os separadores 46a, 48a podem estar naforma de pás que não cortam o tecido, mas antes apenas se estendem parafora de uma superfície externa de suas respectivas pontas 46, 48. As páspodem ter uma configuração alongada, geralmente plana, e, em uso, podemser configuradas para penetrar o tecido com ou sem que o tecido tenha neleum corte ou fenda previamente formada, por exemplo, com um instrumentode corte. Por exemplo, as pás podem ser giradas para abrirem um corte a-Iongado feito através do tecido. Os separadores 46a, 48a também podemser usados para separar o tecido e/ou facilitar o alargamento de um furo deperfuração formado através do tecido. Uma pessoa versada na técnica apre-ciará que os separadores 46a, 48a podem ser formados integralmente comsuas respectivas pontas 46, 48, de modo que a ponta e os separadores sãoformados como uma peça única de material ou podem ser separados e cor-respondidos as suas respectivas pontas 46, 48. As pontas 46, 48 podem seafunilar distalmente para facilitar a inserção e a penetração através do teci-do. As pontas 46, 48 podem incluir, opcionalmente, uma abertura em suasextremidades mais distais, o que pode permitir que um instrumento de corte,por exemplo, um papilótomo, um bisturi, uma faca em gancho, etc., seja a-vançado através dela para cortar tecido e/ou, seja avançado através delapara cortar tecido e/ou um dispositivo cirúrgico, tal como um dispositivo en-doscópico, a ser avançado através dela.
As pontas distais 46, 48 dos obturadores 24, 32, respectivamen-te, podem ser feitas de um material opticamente transparente para permitirque o dispositivo endoscópico tendo um elemento de visualização localizadosobre ele para ver através da ponta distai, quando o elemento de visualiza-ção está posicionado, apropriadamente, perto da ponta distai. Uma extremi-dade opticamente clara, de preferência, é fechada, por exemplo, não emcomunicação com os Iumens internos 28, 40 para impedir fluido e/ou outrosdetritos de contatarem o dispositivo endoscópico. Em outras modalidades,as pontas distais 46, 48 podem ser dispostas de um material opaco ou deoutro modo não transparente opticamente. Se a extremidade distai do obtu-rador for não transparente opticamente, a extremidade distai, de preferência,inclui uma abertura para permitir que um dispositivo cirúrgico, tal como umdispositivo endoscópico, para ver e/ou ser avançado através dela e/ou umacessório endoscópico, por exemplo, um papilótomo, um bisturi, a ser avan-çado para cortar tecido. As pontas distais 46, 48 podem ser formadas, inte-gralmente, com os eixos 26, 36, respectivamente, ou as pontas distais 46, 48podem ser configuradas como tampas de extremidades presas aos eixos 26, 36.
Como mencionado acima, o trocarte usado para formar O furode acesso vaginal 22 pode incluir uma luva. Embora a luva possa ter virtu-almente qualquer configuração, é preferível incluir um eixo flexível alongado,oco, que é configurado para ser disposto deslizavelmente sobre o obturador.O tamanho do eixo flexível da luva de trocarte pode variar, mas, de prefe-rência, tem um comprimento que é ligeiramente menor do que um compri-mento do eixo do obturador, de modo que a ponta distai do obturador se es-tende distalmente além de uma extremidade distai do eixo alongado. O diâ-metro do eixo também pode variar, mas, conforme indicado, o diâmetro serásuficiente para permitir que o eixo alongado da luva de trocarte receba o eixoalongado do obturador. O eixo alongado da luva de trocarte pode ser rígidoou flexível. Em uma modalidade, a luva de trocarte é uma luva flexível tendoum arame espiralado enrolado em torno dela ou nela embutido, a fim de im-pedir o enroscamento e tendo o revestimento interior deslizante, a fim defacilitar a passagem suave de um obturador através dela. O eixo alongado"da luva de trocarte também pode incluir regiões que variarin em flexibilidade.
A luva de trocarte também pode incluir outros aspectos para facilitar o usoda luva de trocarte com um obturador. Por exemplo, a extremidade distai daluva de trocarte pode ter um diâmetro externo que se afunila distalmente pa-ra formar uma transição contínua substancialmente suave da luva de trocar-te para a ponta distai do obturador. À extremidade distai da luva pode ser emângulo ou pode ter várias outras configurações. Em outras modalidades e-xemplificativas, a extremidade distai da luva pode ser opticamente transpa-rente a fim de facilitar a visualização através dela. A luva de trocarte tambémpode incluir um alojamento formado sobre ela ou acoplado a uma extremi-dade proximal da luva. O alojamento pode ser configurado para combinar,removivelmente, com um cabo ou um alojamento de um obturador. O aloja-mento da luva também pode incluir um lúmen interno formado através dele ecoaxial com um lúmen no eixo da luva, a fim de permitir que o eixo alongadodo obturador seja inserido através do alojamento da luva e no eixo alongadoda luva. Uma ou mais vedações podem ser dispostas dentro do lúmen noalojamento da luva para vedar o eixo da luva e/ou encaixar uma superfícieexterna do eixo do obturador a fim de vedar o eixo do obturador com relaçãoao alojamento da luva de trocarte. Qualquer vedação pode ser usada, comoserá apreciado por uma pessoa versada na técnica, tal como válvulas bicode pato ou válvulas bico de pato duplo, vedações de íris, válvulas de fecha-mento zero, gaxetas, etc. Uma pessoa versada na técnica também apreciaráque o alojamento de luva pode incluir vários outros aspectos conhecidos natécnica e que o alojamento pode ter virtualmente qualquer forma e tamanho.
Alternativamente, a luva de trocarte não precisa incluir qualquer alojamentoe pode apenas estar na forma de um eixo alongado, que pode, opcionalmen-te, incluir um mecanismo de travamento, tal como um adaptador Iuer Iockpara correspondência e formação de uma vedação em torno de um obtura-dor nele disposto.
A luva, opcionalmente, pode incluir uma ou mais juntas flexíveisem localizações fixas ao longo do comprimento longitudinal da luva. A(s)junta(s) flexível(eis) pode(m) estar localizada(s) em qualquer parte ao longodo comprimento longitudinal da luva, mas pelo menos uma junta flexível esté».localizada, de preferência, em uma porção distai da luva, assim, a luva podese articular perto de uma localização onde o instrumento cirúrgico se esten-de para fora da luva no corpo de um paciente. A luva pode se articular ativae/ou passivamente na(s) junta(s) flexível(eis) para ajudar a manobrar a luvaem torno de obstruções potenciais, por exemplo, tecido, outros instrumentoscirúrgicos, etc., no corpo e para ajudar dispositivos cirúrgicos diretos avan-çados através da luva para uma localização cirúrgica mais desejável no cor-po. A(s) junta(s) flexível(eis) pode(m) ser similar(es) à junta flexível de trocar-te 52 e à porção flexível de obturador 44 descrita acima e pode(m) ser for-mada(s) de qualquer maneira, como será apreciado por uma pessoa versa-da na técnica. Uma pessoa versada na técnica apreciará que juntas flexíveistambém podem se articular ou mais em torno e um único ponto, em lugar dese flexionar ao longo de um comprimento do eixo.
Em uma modalidade exemplificativa, a luva pode ser uma luvaindependente. Uma luva independente pode ser usada como um dispositivoindependente inserido através de um furo de acesso ou pode ser colocadaao longo ou através de um eixo de trocarte. Uma luva independente podepermitir que uma pluralidade de ferramentas sejam inseridas através dela.
Uma luva independente, opcionalmente, pode incluir uma ou mais juntasflexíveis ao longo de seu comprimento longitudinal, conforme discutido aci-ma. A figura 6 ilustra uma modalidade de uma luva flexível independente. Asfiguras 7-10 ilustram modalidades exemplificativas de luvas rígidas inde-pendentes e a figura 11 ilustra uma luva independente, que pode ser rígidaou flexível.
Conforme mostrado na figura 6, uma luva flexível independente66 pode incluir um eixo flexível alongado, configurado para ser disposto a-través de um furo de acesso em um corpo. Um ou mais instrumentos cirúrgi-cos flexíveis, por exemplo, um pegador 70, conforme mostrado, podem serpassados através de um curso interno 72 da luva flexível independente 66.
Uma pessoa versada na técnica apreciará que o termo "pegador", conformeaqui usado, é destinado a envolver qualquer instrumento cirúrgico que estejaconfigurado para agarrar e/ou prender o tecido e, assim, manipular o tecido,por exemplo, fórceps, retratores, garras móveis, ímãs, adesivos, suturas defixação, etc.
Uma luva rígida pode proporcionar rigidez a um ou mais disposi-tivos cirúrgicos flexíveis avançados através da luva rígida, ao mesmo tempoem que permite que o(s) dispositivo(s) cirúrgico(s) flexível(eis) se flexione(m)para fora da luva rígida. As figuras 7 e 8 mostram uma modalidade de umaluva rígida 74 tendo um curso interno 88 que se estende através dela, pormeio do qual um instrumento cirúrgico, por exemplo, um dispositivo endos-cópico flexível 90, pode ser passado. A luva rígida 70 pode incluir passagenssuplementares de instrumentos 92 que se estendem através dela. Quatropassagens suplementares 92 são ilustradas, mas a luva rígida 74 pode inclu-ir uma ou mais passagens suplementares. As passagens suplementares 92podem ter qualquer configuração na luva rígida 74, por exemplo, equidistan-te e circunferencialmente localizadas em torno do curso interno flexível 76,conforme mostrado. Um instrumento cirúrgico rígido ou flexível, por exemplo,um par rígido de garras móveis 82, um retrator de tecido rígido 84, etc., podeser passado através de qualquer uma das passagens suplementares 92, quepodem ser flexíveis ou rígidas em qualquer combinação. As passagens su-plementares 92 podem, assim, permitir que múltiplos instrumentos cirúrgicossejam avançados seletivamente em um corpo através de um único orifício oufuro de acesso através do qual a luva rígida 74 é disposta. O dispositivo en-doscópico 78 pode funcionar em cooperação como o(s) dispositivo(s) avan-çado) através de qualquer uma ou mais das passagens suplementares 92para proporcionar visualização do(s) dispositivo(s), onde a flexibilidade dodispositivo endoscópico 78 pode aperfeiçoar o ângulo de visualização do(s)dispositivo(s) e permitir que o dispositivo endoscópico 78 se flexione paralonge do local da operação a fim de ajudar a reduzir a interferência do dispo-sitivo endoscópico 78 com a operação do(s) dispositivo(s) no corpo.
A figura 9 ilustra uma modalidade alternativa de uma luva rígida86 que inclui um curso interno, similar ao curso interno 88 descrito acima,através do qual um instrumento cirúrgico, por exemplo, um dispositivo en-doscópico rígido 90, pode ser passado. A luva rígida alternativa 86 pode in-cluir uma ou mais passagens suplementares de instrumentos que se esten-dem através dela, similar às passagens suplementares 92 descritas acima.O curso interno da luva rígida pode proporcionar uma orientação contínua,constante do dispositivo endoscópico 90 em relação aos instrumentos cirúr-gicos flexíveis ou rígidos, por exemplo, um par flexível de garras móveis 94,um retrator de tecido flexível 96, etc., avançados através da(s) passa-geiras) suplementar(es) pode(m) ser manobrados em um ângulo oblíquoaumentado com relação ao dispositivo endoscópico 90.
A figura 10 mostra outra modalidade de uma luva independente98, incluindo um curso interno central 100 que se estende através dela e umpar de cursos internos laterais 102 também se estendendo através dela elocalizados em lados opostos do curso central 100. A luva independente 98é mostrada como rígida, mas ela pode ser rígida ou flexível. De um modogeral, o curso central 100 pode ser configurado para receber um dispositivoendoscópico flexível 104 ou um dispositivo endoscópico rígido 106 nele dis-posto, enquanto os cursos laterais 102 podem ser configurados para receberpelo menos um instrumento cirúrgico nele disposto. Dois cursos laterais 102são ilustrados, mas a luva independente 98 pode incluir qualquer número decursos laterais. Um ou mais dos cursos laterais 102 podem incluir um braçoflexível ou articulado 108, que se estende de uma extremidade distai e tendoum curso interno 110 em comunicação com seu respectivo curso lateral 102.O(s) braço(s) articulado(s) pode(m) ser configurado(s) como junta(s) flexí-vel(eis), passiva e/ou ativamente articulada(s), similar(es) àquelas discutidasacima, a fim de permitir que os dispositivos cirúrgicos nelas dispostos securvem para orientação mais vantajosa em um corpo.
Fazendo referência mais uma vez à figura 2, um trocarte usadopara formar o furo de acesso vaginal 22 pode incluir uma luva de trocarte outubo 64 tendo um alojamento de trocarte 60 em sua extremidade proximalatravés da qual um ou mais dispositivos cirúrgicos podem ser inseridos. Umobturador, por exemplo, o obturador rígido 24 da figura 3 ou o obturador fle-xível 32 da figura 4, pode ser avançado através da luva 64 para ajudar aformar o furo de acesso vaginal 22. A luva 64, opcionalmente, pode ser gui-.ada através do corpo usando um mecanismo de direção na luva 64, no en-doscópio 62, disposto na luva 64, ou usando outras técnicas conhecidas naarte. Em seguida à formação do furo de acesso vaginal 2, um obturador po-de ser removido da luva 64. A luva 64 pode permanecer no paciente 10 efunciona como um espaço reservador para o furo de acesso vaginal 22, en-quanto a luva 64 pode se estender através do furo de acesso vaginal 22 e nacavidade abdominal. O endoscópio 62 pode ser removido do obturador (ou,para a modalidade de um obturador na forma de um dispositivo endoscópicotendo uma tampa de extremidade, a tampa de extremidade pode ser remo-vida do dispositivo endoscópico). O endoscópio 62 pode ser reinserido atra-vés da luva de trocarte 64, conforme mostrado na figura 2. A luva de trocarte64 pode permanecer no lugar ou pode ser removida, deixando o endoscópio62 no lugar através do furo de acesso vaginal 22.
Conforme mostrado, a luva 64, de preferência, é deixada no pa-ciente 10 pelo menos porque a luva ilustrada 64 inclui uma extremidade dis-tai direcionável, tendo pelo menos uma junta distai flexível 64a que podeajudar a orientar o endoscópio 62 (e/ou qualquer outro dispositivo avançadoatravés da luva 64), conforme discutido acima. A junta flexível 64a de luvapode ser atuada usando um dispositivo de atuação 65 conectado à junta fle-xível 64a via um cabo de atuação 67, embora uma pessoa versada na técni-ca apreciará que a junta flexível 64a pode ser atuada dessa ou de qualqueroutra maneira. A junta flexível 64a pode ser configurada para se curvar emuma única direção, quando atuada usando o cabo de atuação 67 e a direçãoúnica pode ser escolhida seletivamente, por exemplo, para a esquerda, paraa direita, para cima, para baixo, etc., via o dispositivo de atuação 65. Se aluva 64 incluir uma pluralidade de juntas flexíveis, cada uma das juntas flexí-veis pode ser configurada para ser atuada independentemente em qualquerdireção, igual ou diferente de qualquer uma das juntas flexíveis da luva 64. Odispositivo de atuação 65 pode ser configurado para controlar a quantidadede movimento em uma direção escolhida. De modo opcional, o endoscópio62 pode, adicional ou alternativamente à junta flexível 64a da luva, ter pelomenos uma de suas próprias juntas distais, flexíveis 62a. A junta flexível 62a.do endoscópio pode ser atuada de qualquer forma, como podem quaisquerjuntas flexíveis adicionais do endoscópio 62. Desse modo, conforme mostra-do na figura 11, a junta flexível 64a da luva pode curvar a luva 64 e tambémo endoscópio 62 nela disposto, em uma primeira localização ao longo doeixo geométrico longitudinal A do endoscópio 62, em uma primeira direçãoem um primeiro ângulo ai em relação ao eixo geométrico longitudinal A doendoscópio, enquanto a junta flexível 62a do endoscópio pode curvar o en-doscópio 62 em uma segunda localização ao longo eixo geométrico longitu-dinal A do endoscópio em uma segunda direção em um segundo ângulo a2em relação ao eixo geométrico longitudinal A do endoscópio. Os primeiro esegundo ângulos ai e α2 podem ser escolhidos para posicionar a extremida-de distai do endoscópio 62 em qualquer maneira desejada, por exemplo, emuma forma de "S", conforme ilustrado. Sendo configurado para ter uma for-ma de "S", o endoscópio 62 pode ser introduzido vaginalmente no paciente10 para proporcionar uma visão do estômago do paciente em direção a umfundo do estômago, similar a uma vista que poderia ser proporcionada porum dispositivo endoscópico inserido na cavidade abdominal através de umaincisão no abdômen 14.
Em uma modalidade alternativa, um dispositivo endoscópico po-de ter duas ou mais juntas flexíveis, cada uma em localizações diferentes aolongo de seu eixo geométrico longitudinal, a fim de permitir que o dispositivoendoscópico, com ou sem o uso de uma luva, se curve em pelo menos duasdireções em relação ao eixo geométrico longitudinal do dispositivo endoscó-pico. Um exemplo não-limitativo de um dispositivo endoscópico de multicur-vatura é o R-Scope XGIF-2TQ260ZMY disponível de Olympus Corp. de Tó-quio, Japão.
Opcionalmente, o endoscópio 62 avançado no paciente 10 podeser montado em um suporte externo ao paciente 10, a fim de permitir o usodas mãos livres. O endoscópio 62 pode ser montado a qualquer momento esua montagem pode ser reajustada e/ou liberada a qualquer momento, mas,em uma modalidade exemplificativa, o endoscópio 62 é montado em seguidaà disposição do elemento de visualização do endoscópio em uma localiza- -ção desejada no paciente 10. Através da montagem do endoscópio 62, ocirurgião não precisa manter, continuamente, o endoscópio 62 no lugar, du-rante o procedimento cirúrgico, assim, liberando o cirurgião para atender aoutras questões cirúrgicas e/ou reduzir o número necessário de pessoal paraa sala de operações. A montagem estavelmente de um dispositivo endoscó-pico com um elemento de visualização localizado sobre o mesmo tambémpode ajudar a estabilizar imagens adquiridas através do elemento de visuali-zação. Uma pessoa versada na técnica apreciará que um suporte pode serusado para montar o endoscópio 62 e/ou qualquer outro instrumento cirúrgi-co usado durante a gastrectomia que não requer a manipulação constante.Múltiplos suportes podem ser usados em um único procedimento cirúrgico.
O suporte pode ter um limite de carga, considerando forças, taiscomo o peso do instrumento cirúrgico montado e forças provenientes da co-locação das mãos no instrumento cirúrgico montado. O limite de carga podeser pré-determinado, por exemplo, conforme limitado por um "pescoço deganso" e/ou componente do suporte, ou pode ser ajustável, por exemplo,usando um cabo de tensão central, tendo extremidades móveis côncavase/ou convexas, uma placa com faces de engrenagem, pinos de Vlier diferen-tes, etc.
O suporte pode ter uma variedade de configurações e a figura12 mostra uma modalidade de um suporte em uso para montar o endoscópio62 na mesa de exame 18. O suporte ilustrado inclui um porta-endoscópio112, um adaptador 114 e um braço flexível 116 acoplado em suas respecti-vas extremidades terminais ao porta-endoscópio 112 e ao adaptador 114. Oadaptador 114 pode corresponder, conforme mostrado, a uma montagem demesa acoplada à mesa de exame 18 e incluindo um trilho de mesa 118 euma braçadeira 120 acoplada em suas respectivas extremidades terminaisao trilho de mesa 118 e ao adaptador 114. Em uma modalidade alternativa,além de ou em lugar da mesa de exame 18, o suporte pode ser montado emoutra estrutura estável perto do paciente 10, por exemplo, uma parte, o teto,uma estrutura independente que fique verticalmente sobre o chão, similar aum poste IV ou a uma base de microfone, uma estrutura siispensa, etc.
O porta-endoscópio 112, em geral, é configurado para encaixaro dispositivo que está sendo montado. Conforme mostrado, o porta-endoscópio 112 inclui um bloco tendo um furo que se estende através dele,que pode receber e sustentar o endoscópio 62. O diâmetro do furo pode sergrande o bastante para permitir a passagem de um eixo 122 do endoscópio62, a extremidade distai inserida primeiro no furo e pode ser pequeno o sufi-ciente para impedir a passagem de um cabo proximal 124 do endoscópio 62,para, assim, sustentar o endoscópio 62. Porta-endoscópios diferentes, tendofuros de tamanhos diferentes, podem ser presos, seletivamente, ao braçofixo 116 a fim de permitir que instrumentos cirúrgicos de diferentes tamanhossejam montados usando o suporte. Alternativamente, o diâmetro do furo doporta-endoscópio pode ser ajustável.
A figura 13 mostra uma modalidade alternativa de um suporte dedispositivo 112' que inclui um adaptador de suporte 126, configurado paramontagem em um bloco de suporte 128, tendo um furo através dele pararecebimento de um dispositivo cirúrgico. O adaptador de suporte 126 e obloco 128 podem ser presos juntos de qualquer forma, por exemplo, usandoum ou mais parafusos. O adaptador de suporte 126 pode ter uma cavilha130 que dele se estende, que é configurada para encaixar um furo 132 for-mado em uma barra de ajuste 134. O adaptador de suporte 126 pode girarem torno de um eixo geométrico longitudinal da cavilha 130 e pode ser fixa-do em uma posição desejada girando um botão rotativo 136 formado no a-daptador de suporte 126, que pode avançar por um perno 138 acoplado aobotão rotativo 138 para contatar a barra de ajuste 134 e fixar o adaptador desuporte 126 no lugar com relação à barra de ajuste 134. A barra de ajuste134 pode ter, opcionalmente, um interior canulado em que um ou mais cor-dões de dispositivo cirúrgico podem ser alimentados para ajudar a impediros cordões de interferir com o procedimento cirúrgico.
A figura 14 mostra outra modalidade alternativa de um suportede dispositivo 112". O porta-endoscópio 112" inclui um par de braços de fi-xação 140 acoplados a um braço flexível 116". Um dispositivo cirúrgico 142pode ser posicionado entre as superfícies de contato dos braços de fixação.140 e os braços de fixação 140 podem ser apertados juntos, a fim de pren-der o dispositivo 142 entre eles, por exemplo, girando um parafuso de aperto144. Os braços de fixação 140 podem ter uma superfície de contato de dis-positivo convexa para ajudar a agarrar o dispositivo cilíndrico, por exemplo,um eixo de um dispositivo endoscópico.
A figura 15 mostra ainda outra modalidade alternativa de um su-porte de dispositivo 112'". O suporte de dispositivo 112'" inclui uma primeirareentrância semicilíndrica 146 para recebimento de um dispositivo cirúrgico aser montado, por exemplo, um eixo de dispositivo cilíndrico, e uma segundareentrância semicilíndrica 148 para recebimento de um cabo, uma cordae/ou outra extensão proximal do dispositivo montado. A segunda reentrância148 pode ser configurada para atuar como um mecanismo de batente ouapoio, que pode manter o dispositivo no lugar, enquanto a primeira reentrân-cia 146 pode cooperar com a segunda reentrância 148 para ajudar a impediro dispositivo montado de se articular no suporte de dispositivo 112"'. As pri-meira e segunda reentrâncias 146, 148 são mostradas, cada uma delas co-mo tendo uma forma semicilíndrica, mas, como será apreciado por uma pes-soa versada na técnica, as reentrâncias 146, 148 podem ter qualquer forma,iguais ou diferentes uma da outra, para acomodar qualquer dispositivo.
Fazendo referência mais uma vez à figura 12, o braço flexível116 é configurado, em geral, para ser móvel, como será apreciado por umapessoa versada na técnica, a fim de permitir que a posição do dispositivomontado seja ajustada em relação à mesa de exame 18. O braço flexível116 pode ter um comprimento longitudinal fixo ou ajustável. O comprimentolongitudinal do braço flexível pode ser feito ajustável por qualquer maneiraapreciada por uma pessoa versada na técnica, por exemplo, tendo uma oumais juntas flexíveis, sendo expansível como acordeão, etc.
O adaptador 114 é configurado, em geral para prender o braçoflexível 116 à braçadeira 120 e, portanto, à mesa 18. O adaptador 114 podeser móvel, por exemplo, móvel axialmente ao longo da braçadeira 120 e/oumóvel giravelmente em torno de um eixo geométrico longitudinal da braça-deira 120, a fim de aumentar as possíveis posições montado do endoscópio 62.
A montagem de mesa, incluindo a braçadeira 120 e o trilho demesa 118, é configurada, em geral, como barras alongadas rígidas que po-dem proporcionar fixação segura do braço flexível 116 à mesa 18. A braça-deira 120 e o trilho de mesa 118 podem ter comprimentos fixos ou pelo me-nos um deles pode ser configurado para ser expansível em comprimento. Afigura 16 ilustra uma modalidade alternativa de uma montagem de mesa quepode se acoplar diretamente a um braço flexível. Um grampo-c 150 pode sermontado na mesa de exame 18 (ou em qualquer outra estrutura estável) pormeio do posicionamento da mesa 18 dentro do "c" e apertando o "c" usando,por exemplo, um grampo com roscas, girado com a mão, 152. Um braço fle-xível pode se acoplar ao grampo-c 150 em um conector de braço 154 dogrampo-c 150, por exemplo, com um acoplamento esférico metálico desen-caixável, assim, montado, com segurança, o braço flexível e qualquer dispo-sitivo cirúrgico a ele acoplado.
Em algumas modalidades, um único suporte pode ser configura-do para montagem de múltiplos instrumentos cirúrgicos, tais como pelo usode um adaptador configurado para prender múltiplos braços flexíveis, comopelo uso de um adaptador configurado para prender múltiplos braços flexí-veis acoplados a múltiplos adaptadores para montagem de múltiplos disposi-tivos. A figura 17 mostra uma modalidade de um adaptador de múltiplos bra-ços que inclui pelo menos dois adaptadores empilháveis 114' configuradospara empilhamento no topo um do outro, de modo que os adaptadores empi-lháveis 114' fiquem axialmente alinhados. Os adaptadores empilháveis 114'podem girar em torno de um eixo geométrico longitudinal dos adaptadores114', assim, um dispositivo pode ser mantido em cada um respectivos blocosde suporte de adaptadores e ser ajustado movelmente, usando seus respec-tivos braços flexíveis 116'. A figura 18 mostra outra modalidade de um adap-tador de múltiplos braços 114" que inclui pelo menos dois braços flexíveisradiais 116"', estendendo-se tangencialmente do mesmo. Os braços radiais116" podem ser móveis, por exemplo, girados em torno de um eixo geomé-- tricô longitudinal do adaptador 114", para posicionar os braços 116"' confor-,me desejado.
Durante o procedimento cirúrgico, pode ser difícil acessar ade-quadamente o estômago do paciente. O fígado do paciente pode ser retraídodurante a gastrectomia para ajudar o cirurgião a ganhar um acesso melhorao estômago. Embora o fígado possa ser retraído a qualquer momento du-rante o procedimento cirúrgico, em uma modalidade exemplificativa, o fígadoé retraído após a inserção no paciente 10 de um dispositivo endoscópicotendo um elemento de visualização localizado sobre ele, por exemplo, o en-doscópio 62 através do furo de acesso vaginal 22, a fim de proporcionar vi-sualização da cavidade abdominal antes e durante a retração do fígado.Embora visualização antes, durante e/ou subsequente à retração do fígadopossa ser proporcionada usando um dispositivo endoscópico que é introdu-zido na cavidade abdominal através de uma abertura na parede abdominal14, o fornecimento de visualização com um dispositivo endoscópico introdu-zido vaginalmente pode permitir um espaço de trabalho abdominal aumenta-do e/ou reduzir o efeito "chopstick" de instrumento introduzidos abdominal-mente. O fígado pode ser retraído por qualquer maneira apreciada por umapessoa versada na técnica, mas o fígado, de preferência, é retraído usadopelo menos um dispositivo inserido na cavidade abdominal do paciente 10,através, por exemplo, do furo de acesso abdominal 12 previamente formado,através de outra abertura abdominal, através de um furo de acesso em umaparede do trato digestivo de um paciente, etc. Também como será apreciadopor uma pessoa versada na técnica, um dispositivo de drenagem, por exem-plo, um dreno , um dreno de Jackson-Pratt, etc., pode ser disposto na cavi-dade abdominal do paciente para ajudar a conter o fígado e/ou fluido emexcesso do dreno, que pode se acumular na cavidade abdominal durante oprocedimento cirúrgico, particularmente em seguida à retração do fígado.
Um dispositivo retrator, tal como um retrator de fígado de Na-thanson, pode ser usado para retrair o fígado do paciente. As figuras 19 e 20ilustram uma modalidade de um procedimento de retração do fígado usandoum retrator de fígado de Nathanson 160 para retrair um fígado 162 do paci-ente 10 para longe do estômago 164 do paciente 10. Conho será apreciado.,por uma pessoa versada na técnica, o cirurgião pode usar o retrator de fíga-do de Nathanson 160 para "enganchar" o fígado 162, conforme mostrado nafigura 19 e manter o fígado 162 afastado do estômago 164 em uma posiçãoretraída desejada, conforme mostrado na figura 20. Um suporte 168, similarao suporte da figura 12, pode ser usado para montar o retrator de fígado deNathanson 160 na mesa de exame 18, embora qualquer outro suporte possaser usado, se um suporte for usado para um retrator de fígado. O retrator defígado de Nathanson 160 pode ser inserido diretamente através do furo deacesso abdominal 12, conforme ilustrado, ou o retrator de fígado de Nathan-son 160 pode ser avançado através de um dispositivo canulado, proporcio-nando acesso à cavidade abdominal 166 do paciente, por exemplo, atravésdo trocarte 16, através de um dispositivo de acesso de múltiplos orifícios,através de uma luva, etc.
A figura 21 ilustra uma modalidade alternativa de um procedi-mento de retração de fígado usando um retrator de fígado de Nathanson 174e um dispositivo de acesso de múltiplos orifícios 176 posicionado na paredeabdominal 14 do paciente, no umbigo do paciente 10. O dispositivo de aces-so de múltiplos orifícios 176 pode ser posicionado no furo de acesso abdo-minal 12 ou em outro furo de acesso abdominal, que, em uma modalidadeexemplificativa inclui uma abertura percutânea. Várias modalidades não-Iimitativas de um dispositivo de acesso de múltiplos orifícios podem ser en-contradas na Publicação de Patente dos Estados Unidos n° 2006/0247673,depositada em 5 de abril de 2006 e intitulada "Multi-port Laparoscopic Ac-cess Device," Pedido dos Estados Unidos N0 [ ], intitulado "Surgical AccessDevice" [Atty. Docket No. 100873-310 (END6485USNP)] e depositado namesma data que o presente, Pedido dos Estados Unidos N0 [ ], intitulado"Surgical Access Device with Protective Element" [Atty. Docket No. 100873-311 (END6485USNP1)] e depositado na mesma data que o presente, Pedi-do dos Estados Unidos N0 [ ] intitulado "Multiple Port Surgical Access Devi-ce" [Atty. Docket No. 100873-312 (END6485USNP2)] e depositado na mes-ma data que o presente e Pedido dos Estados Unidos N0 [ ] intitulado "Varía-ble Surgical Access Device" [Atty. Docket No. 100873-313 (END6485USNP3)] e .depositado na mesma data que o presente, que são aqui incorporados atra-vés de referência em suas totalidades. O dispositivo de acesso de múltiplosorifícios 176 pode ter qualquer tamanho, forma e configuração, mas, em umamodalidade exemplificativa mostrada na figura 2, o dispositivo de acesso demúltiplos orifícios 176 tem um alojamento 180 com três orifícios 178a, 178b,178c estendendo-se através dele, embora o dispositivo de acesso de múlti-plos orifícios 176 possa ter qualquer número de orifícios. Além disso, os ori-fícios 178a, 178b, 178c podem ter o mesmo tamanho ou tamanhos variáveis,para proporcionar a inserção de instrumentos cirúrgicos diferentemente di-mensionados. Em uma modalidade exemplificativa, os orifícios 178a, 178b,178c podem ser dimensionados, cada um deles, para proporcionar a inser-ção de instrumentos menores do que ou iguais a cerca de 5 mm de diâme-tro, de preferência, com pelo menos um dos orifícios, por exemplo, os orifí-cios menores 178a, 178b, conforme ilustrado, tendo um diâmetro de cercade 3 mm. Os orifícios 178a, 178b, 178c podem incluir, cada um deles, um oumais orifícios de vedação configurados para proporcionar uma vedação a fimde impedir o escapamento de gás de insuflação e/ou para formar uma veda-ção em torno de um instrumento inserido através deles. O alojamento 180também pode incluir um retrator flexível 181, estendendo-se distalmente econfigurado para ser posicionado dentro de uma abertura, por exemplo, umaotomia, no tecido a fim de formar um curso através do tecido para instrumen-tos inseridos através dos orifícios 178a, 178b, 178c. O dispositivo de acessode múltiplos orifícios 176 também pode ser usado para formar um furo deacesso vaginal para introdução de múltiplos dispositivos na cavidade abdo-minai através da vagina.
Fazendo referência mais uma vez à figura 21, o fígado 162 dopaciente pode ser retraído usando o retrator de fígado de Nathanson 174,similar ao procedimento de retração de fígado das figuras 19 e 20, usando oretrator de fígado de Nathanson 160. Neste modalidade, porém, o retrator defígado de Nathanson 174 pode ser inserido no paciente 10 através de umdos orifícios menores 178a, 178b no dispositivo de acesso de múltiplos orifí-cios 176. A cavidade abdominal do paciente pode ser visualizada usando-seo endoscópio 62 avançado através do furo de acesso vaginal 22 ou, confor-me mostrado, um dispositivo endoscópico tendo um elemento de visualiza-ção localizado sobre ele, por exemplo, um laparoscópio 181, pode ser avan-çado através de um dos orifícios 178a, 178b, 178c do dispositivo de acessode múltiplos orifícios, por exemplo, o maior dos orifícios 178c. Com visuali-zação proporcionada pelo laparoscópio 181, o endoscópio 62 não precisaser avançado através do furo de acesso vaginal 22 (ou pode ser removidodo furo de acesso vaginal 22, se já avançado através dele). Ainda, um pega-dor (não mostrado) pode ser avançado através do furo de acesso vaginal 22,por exemplo, diretamente, através de um canal de trabalho do endoscópio62, através de um dispositivo de acesso de múltiplos orifícios posicionadovaginalmente, etc., a fim de auxiliar na retração do fígado 162 e/ou de outromodo auxiliar na gastrectomia.
A figura 23 ilustra uma modalidade alternativa de um procedi-mento de retração de fígado que usa um dispositivo de adesão 170 para a-judar a retrair o fígado 162 do paciente para uma localização desejada paralonge do estômago 164 do paciente. Como será apreciado por uma pessoaversada na técnica, o dispositivo de adesão 170 pode distribuir e aplicar umamalha à cavidade abdominal 166 para levantar e suportar o fígado 162. Afigura 23 mostra adesivos 171 aplicando um dreno de Penrose 172 para aju-dar a drenar fluido para longe do local cirúrgico, que, nesta modalidade,também pode servir como um dispositivo retrator para ajudar a sustentar ofígado 162 em sua posição retraída desejada. O dispositivo de atuação 170pode ser inserido através de um dos orifícios 178a, 178b, 178c no dispositivode acesso de múltiplos orifícios 176 ou através de outro furo de acesso noabdômen.
Em outra modalidade, o cirurgião pode introduzir no paciente 10fixadores de suturas, por exemplo, adesivos-t, ganchos, etc., tendo suturaspresas aos mesmos. As suturas podem ser presas ao fígado 162, tensiona-das para posicionar, desejavelmente, o fígado 162 e atadas extracorporea-mente ou de outro modo presas para manter o fígado 162 em uma posiçãodesejada. Ainda em outra modalidade, o fígado 162 pode ser retraído usan-„do ímãs. O cirurgião pode afixar um ou mais ímãs externos em uma superfí-cie externa da parede abdominal 14 do paciente. Os ímãs externos podematrair os ímãs internos, assim, movendo o fígado 162 em direção a uma su-perfície interna da parede abdominal 14. Um dispositivo de retração de fíga-do pode ser usado sozinho ou em combinação com qualquer um ou maisoutros dispositivos de retração de fígado, por exemplo, ímãs em combinaçãocom agentes de adesão e malhas, um retrator de fígado de Nathanson emcombinação com fixadores de suturas e suturas, um retrator de fígado deNathanson em combinação com um adesivo cirúrgico, etc.
Com o estômago 164 do paciente acessível e visível em grausdesejados, o cirurgião pode manipular o estômago 164 para formar um tubogástrico ou luva estomacal, que pode ser total ou parcial, no estômago 164.
Conforme ilustrado nas figuras 24 e 25, o cirurgião pode introduzir um dispo-sitivo de dimensionamento 182 no estômago 164 para ajudar a medir a por-ção do estômago 164 que formará a luva estomacal. O dispositivo de dimen-sionamento 182 pode ser introduzido no estômago 164 em qualquer manei-ra, mas, nesta modalidade exemplificativa ilustrada, o dispositivo de dimen-sionamento 182 é introduzido transoralmente no estômago 164, por exem-plo, através da boca 184 e do esôfago do paciente 10. Uma pessoa versadana técnica apreciará que o termo "medidor", "dispositivo de dimensionamen-to" ou "instrumento de dimensionamento", como aqui usado é destinado aenvolver qualquer instrumento cirúrgico que seja configurado para indicaruma área de luva gástrica desejada, por exemplo, um dilatador, um disposi-tivo endoscópico, um cateter, etc. O medidor 182 pode incluir, opcionalmen-te, uma luz em sua extremidade distai para ajudar o cirurgião a avançar omedidor 182 através do esôfago 186 e, desejavelmente, posicionar o medi-dor 182 no estômago 164. O tamanho e a forma do medidor podem corres-ponder, em geral, a um tamanho e forma da luva estomacal que se desejaformar no paciente 10, assim, o cirurgião pode escolher um medidor tendoqualquer tamanho, forma e configuração, que, em geral, corresponde às di-mensões desejadas da luva estomacal. Em uma modalidade exemplificativa,o medidor 182 inclui um instrumento cirúrgico flexível tendò uma forma subs7.-tancialmente cilíndrica e um diâmetro substancialmente constante ao longodo comprimento longitudinal do medidor na faixa de cerca de 28 a 42 French(cerca de 9,3 a 14 mm).
O cirurgião pode ajustar o medidor 182 movelmente no estôma-go 164 para colocar o medidor 182 em uma posição de dimensionamentoque, em geral, indica o tamanho e a posição da luva estomacal em seguidaà transeção, pelo menos parcial, do estômago 164. A posição de dimensio-namento pode ser escolhida pelo cirurgião e, em uma modalidade exemplifi-cativa, o medidor 182, na posição de dimensionamento, se estende ao longode uma curvatura menor 194 do estômago 164 e no piloro 190 do estômago164, assim, pelo menos uma extremidade mais distai 182a do medidor 182se estende para o esfíncter pilórico ou válvula 192 do piloro 190. O medidor182 pode ser ajustado no paciente 10 de qualquer forma, como será apreci-ado por uma pessoa versada na técnica. Em uma modalidade exemplificati-va, o ajuste do medidor pode ser realizado usando um pegador flexível inse-rido no estômago 164 através de um furo de acesso vaginal 22 para ajustaro medidor 182. O pegador pode incluir um efector de extremidade tendo doismordentes móveis, opostos, configurados para agarrar e mover o medidor182 uma vez que o medidor 182 tenha sido avançado adequadamente nopaciente 10. O pegador pode ser avançado através de um canal de trabalhodo endoscópio 62 inserido através do furo de acesso vaginal 22. O endoscó-pio 62 pode ter uma luz localizada sobre ele, a qual pode ajudar o cirurgião aencontrar e agarrar o medidor 182 com o pegador e localizar a válvula pilóri-ca 192. Alternativamente ou além disso, um dispositivo endoscópico inseridoatravés da parede abdominal 14 do paciente pode proporcionar visualizaçãoe/ou luz durante essa, ou qualquer outra porção, do procedimento cirúrgico.
O cirurgião pode medir uma distância ao longo de uma curvaturamaior 198 do estômago 164 da válvula pilórica 192 para determinar uma lo-calização de partida para a transeção do estômago 164. A localização de partida pode ser qualquer distância da válvula pilórica 192, mas, em umamodalidade exemplificativa, a distância é cerca de 6 centímetros. O cirurgião- pode marcar a localização de partida em qualquer maneira, tal como mar-,cando mentalmente ou relembrando a localização de partida ou pela aplica-ção de um marcador. Como será apreciado por uma pessoa versada na téc- nica, qualquer marcador pode ser usado para marcar a localização de parti-da, por exemplo, tinta aplicada via um dispositivo de marcação inserido atra-vés de um furo de acesso abdominal ou vaginal, uma marca usando eletro-cauterização, uma marca usando um bisturi harmônico, etc. A localização departida pode ser determinada antes ou após a introdução do medidor 182 noestômago 164 e antes ou após a colocação do medidor 182 na posição dedimensionamento.
Antes da transeção do estômago 164, o estômago 164 pode serseparado do tecido preso ao estômago 164, por exemplo, um omento, va-sos, quaisquer adesões no estômago 164, etc., para liberar o fundo do es-tômago 164. Como será apreciado por uma pessoa versada na técnica, otecido preso ao estômago 164 pode ser separado do estômago 164 usandoqualquer um ou mais dispositivos de dissecação. Uma pessoa versada natécnica também apreciará que o termo "dissecador", "dispositivo de disseca-ção" ou "instrumento cirúrgico de dissecação como aqui usado é destinado aenvolver qualquer instrumento cirúrgico que seja configurado para cortar te-cido, por exemplo, um bisturi, um bisturi harmônico, um dissecador cego,uma ferramenta de cauterização configurada para cortar tecido, tesoura, umcortador linear endoscópico, um grampeador cirúrgico, etc.
Modalidades não-limitativas de um dissecador tendo uma cober-tura distai podem ser encontradas no Pedido de Patente dos Estados UnidosNo. [ ], depositado na mesma data que o presente e intitulado "Methods AndDevices For Performing Gastrectomies And Gastroplasties," [Atty. DocketNo. 100873-319 (END6488USNP)], que é aqui incorporado através de refe-rência em sua totalidade. O tecido desejado pode ser separado do estômago164 por qualquer modo, mas, em uma modalidade exemplificativa, o cirurgi-ão corta adjacente à curvatura maior do estômago 164 para liberar o fundodo omento. O dissecador pode ser introduzido no paciente 10 através dequalquer furo de acesso (natural ou criado cirurgicamente). Em uma modali-- dade mostrada na figura 26, um dissecador 200 pode ser inserido através dp.trocarte 16 no furo de acesso abdominal 12 e pode ser usado para cortar umomento 202 do estômago 164. Conforme mostrado nesta modalidade ilus-trada, o dissecador 200 tem um efector de extremidade 200a com uma ex-tremidade distai tendo um par de mordentes móveis configurados para cortartecido. Em uma modalidade alternativa mostrada na figura 27, o dissecador200 pode ser inserido através de um dispositivo de acesso de múltiplos orifí-cios, por exemplo, o dispositivo de acesso de múltiplos orifícios 176 da figura22, inserido através da parede abdominal 14 do paciente e pode ser usadopara cortar o omento 202 do estômago 164.
Em uma modalidade exemplificativa, o omento 202 e/ou qual-quer outro tecido desejado podem ser tensionados usando um pegador en-quanto o dissecador 200 disseca o tecido do estômago 164. O pegador podeser introduzido no paciente 10 por qualquer meio, mas, conforme ilustradoem uma modalidade exemplificativa mostrada nas figuras 28 e 29, o cirurgi-ão pode avançar um pegador, por exemplo, um pegador 204, através de umtrocarte vaginal 206 inserido através do furo de acesso vaginal 22. De ummodo geral, o cirurgião pode passar tecido do dissecador 200 para o pega-dor 204, pegar o tecido com o pegador 204, puxar o pegador 204 para tensi-onar o tecido agarrado e dissecar tecido, usando o dissecador 200. O cirur-gião pode repetir esse processo qualquer número de vezes para liberar ofundo do estômago. A figura 28 ilustra um segundo furo de acesso abdomi-nal 208, por exemplo, uma abertura percutânea, que pode ser formada u-sando um segundo trocarte 210 similar àquele descrito acima com relaçãoao furo de acesso abdominal 12 formado usando o trocarte 16. O cirurgiãopode inserir qualquer um ou mais instrumentos cirúrgicos desejados simulta-neamente e/ou seqüencialmente através do segundo furo de acesso adicio-nal 208, com ou sem o segundo trocarte 210 nele disposto. Para exemplonão-limitativo apenas, o cirurgião pode avançar pelo menos um pegador adi-cional através do segundo furo de acesso abdominal 208 e usar o segundopegador em cooperação com o pegador 204 inserido através do trocarte va-ginal 206 para tensionar o omento 202. Em algumas modalidades, o cirurgi-ão pode usar apenas um pegador inserido através da parede abdominal 14, -por exemplo, através do segundo furo de acesso abdominal 208 e não umpegador inserido vaginalmente. De modo alternativo, o cirurgião pode avan-çar o pegador adicional através de outro furo de acesso, por exemplo, o furode acesso vaginal 22 via um canal de trabalho do endoscópio 62, através deum dispositivo de acesso de múltiplos orifícios inserido em um furo de aces-so abdominal ou vaginal, etc. Em algumas modalidades, um ou mais pega-dores para tensionamento do tecido dissecado podem ser inseridos atravésdo furo de acesso vaginal 22, por exemplo, através de um dispositivo de a-cesso de múltiplos orifícios e nenhum através do abdômen do paciente.
Se um dispositivo endoscópico, por exemplo, o endoscópio 62, olaparoscópio 20, etc., for inserido na cavidade abdominal, o cirurgião podeusar o dispositivo endoscópico para proporcionar visualização a fim de aju-dar a posicionar o pegador 204 e/ou o pegador adicional. O cirurgião podeposicionar a extremidade distai do endoscópio 62 em qualquer maneira de-sejada, por exemplo, em uma forma de "S", conforme discutido acima e con-forme mostrado na figura 29 para permitir a visualização do estômago 164em direção ao fundo 212 do estômago 164. Quando o pegador 204 for posi-cionado desejavelmente, por exemplo, agarrando o omento 202, o dispositi-vo endoscópico pode, opcionalmente, ser removido do furo de acesso atra-vés do qual é inserido e o dissecador 200 pode ser inserido através dele, depreferência, quando outro dispositivo endoscópico está presente para pro-porcionar visualização.
Conforme ilustrado na figura 30, que é similar a modalidade al-ternativa da figura 27, usando o dispositivo de acesso de múltiplos orifícios176, um pegador 222 pode ser avançado transoralmente no estômago 164,avançado através de um abertura no trato digestivo 224 e avançado na cavi-dade abdominal do paciente 10 para agarrar e tensionar o omento 202. Aabertura do trato digestivo 224 pode ser formada por qualquer maneira apre-ciada por uma pessoa versada na técnica. A abertura do trato digestivo 224pode ser formada em qualquer localização no estômago 164, tal como nalocalização de partida medida para transeção do estômago 164, mas, depreferência, é formada em uma porção do estômago 164, que fará parte daluva estomacal em seguida à transeção para ajudar a manter o posiciona-mento constante de qualquer dispositivo inserido através da abertura do tra-to digestivo 224 antes, durante e/ou após a transeção. A abertura do tratodigestivo 224 é mostrada formada na parede estomacal, mas a abertura dotrato digestivo 224 pode ser formada em qualquer parte no trato digestivo dopaciente, por exemplo, na parede estomacal, na parede do intestino, etc. Aabertura do trato digestivo 224 pode ter qualquer forma e tamanho. Se a a-bertura do trato digestivo 224 não for incluída em uma porção do fundo doestômago, separada do restante do estômago 164, durante transeção, a a-bertura do trato digestivo 224 pode ser fechada por qualquer maneira apre-ciada por uma pessoa versada na técnica, por exemplo, usando um gram-peador cirúrgico inserido através de um dispositivo de acesso de múltiplosorifícios inserido abdominalmente.
A figura 31 mostra uma modalidade alternativa, similar à modali-dade alternativa da figura 21, usando o dispositivo de acesso de múltiplosorifícios 176, inserido abdominalmente, para dissecar tecido preso ao estô-mago 164. Nesta modalidade ilustrada, o cirurgião pode usar um dispositivoendoscópico, por exemplo, o laparoscópio 181 da figura 21, avançado atra-vés de um primeiro dos orifícios 178a, 178b, 178c no dispositivo de acessode múltiplos orifícios 176 para visualizar o local cirúrgico, um dissecador a-vançado através de um segundo dos orifícios 178a, 178b, 178c para disse-car o tecido preso ao estômago 164 e um pegador avançado através de umterceiro dos orifícios 178a, 178b, 178c para tensionar o tecido que está sen-do dissecado. Alternativamente ou em adição, um pegador avançado atra-vés de um trocarte 214, inserido através de um furo de acesso vaginal per-cutâneo 216 e/ou um pegador avançado através de um trocarte 218 inseridoatravés de furo de acesso abdominal percutâneo 220 pode ser usado paratensionar o tecido que está sendo dissecado. Um pegador inserido atravéspelo menos do furo de acesso abdominal percutâneo 220 pode permitir queo tecido seja tensionado no paciente 10 em um ângulo transverso em rela-ção a um instrumento cirúrgico, por exemplo, um instrumento de corte, inse-rido no paciente 10 através do dispositivo de acesso de múltiplos orifícios-176, no umbigo.
Uma vez que um tecido preso ao estômago 164 seja dissecadodo estômago 164, conforme desejado, o estômago pode ser transecionado.
Como será apreciado por uma pessoa versada na técnica, o estômago 164pode ser transecionado usando qualquer um ou mais dispositivos de transe-ção. Uma pessoa versada na técnica também apreciará que o termo "tran-sector", "dispositivo de transeção" ou "instrumento cirúrgico de transeção",conforme aqui usado é destinado a envolver dispositivos cirúrgicos que sozi-nhos ou em combinação podem cortar e prender tecido, por exemplo, gram-peador cirúrgico configurado para cortar e grampear tecido. Modalidadesnão-limitativas de um grampeador cirúrgico circular podem ser encontradasna patente dos Estados Unidos N0 5.285.945, emitida em 14 de fevereiro de1995 e intitulada "Surgical Anastomosis Stapling Instrument," patente dosEstados Unidos N0 6.905.057, emitida em 14 de junho de 2005 e intitulada"Surgical Stapling Instrument Incorporating A Firing Mechanism Having ALinked Rack Transmission," na patente dos Estados Unidos N0 7.111.769,emitida em 26 de setembro de 2006 e intitulada "Surgical Instrument Incor-porating An Articulation Mechanism Having Rotation About The LongitudinalAxis," a patente dos Estados Unidos N0 6.786.382, emitida em 7 de setem-bro de 2004 e intitulada "Surgical Stapling Instrument Incorporating An Arti-culation Joint For A Firing Bar Track," na patente dos Estados Unidos N06.981.628, emitida em 3 de janeiro de 2006 e intitulada "Surgical InstrumentWith A Lateral-Moving Articulation Control," na patente dos Estados UnidosN0 7.055.731, emitida em 6 de junho de 2006 e intitulada "Surgical StaplingInstrument Incorporating A Tapered Firing Bar For Increased Flexibility A-round The Articulation Joint," na patente dos Estados Unidos N0 6.964.363,emitida em 15 de novembro de 2005 e intitulada "Surgical Stapling Instru-ment Having Articulation Joint Support Plates For Supporting A Firing Bar,"na patente dos Estados Unidos N0 6.959.852, emitida em 1 de novembro de2005 e intitulada "Surgical Stapling Instrument With Multistroke Firing Incor-porating An Anti-Backup Mechanism," na publicação de patente dos EstadosUnidos N0 2005/0070925, depositada em 29 de setembro de 2003 e intitula-,da "Surgical Stapling Instrument Having Multistroke Firing With Opening Loc-kout," na patente dos Estados Unidos N0 7.000.819, emitida em 21 de feve-reiro de 2006, intitulada "Surgical Stapling Instrument Having Multistroke Fi-ring Incorporating A Traction-Biased Ratcheting Mechanism" e na patentedos Estados Unidos N0 7.364.061, emitida em 29 de abril de 2008 e intitula-da "Surgical Stapling Instrument Incorporating A Multistroke Firing PositionIndicator And Retraction Mechanism," que são aqui incorporadas através dereferência em suas totalidades. O transector pode ter qualquer tamanho eforma, mas, em uma modalidade exemplificativa, se o transector for avança-do vaginalmente no paciente 10, o transector, de preferência, tem um com-primento longitudinal relativamente longo, por exemplo, pelo menos cerca de4 pés e tem pelo menos uma junta flexível. Modalidades não-limitativas deum transector tendo pelo menos uma junta flexível podem ser encontradasno Pedido de Patente dos Estados Unidos N0 [ ], previamente mencionado,depositado na mesma data que o presente e intitulado Methods And DevicesFor Performing Gastrectomies And Gastroplasties," [Atty. Docket No.100873-319 (END6488USNP)]. Em uma modalidade exemplificativa, o tran-sector é um grampeador cirúrgico linear, configurado para aplicar uma oumais fileiras de grampos e cortar o tecido grampeado. Uma pessoa versadana técnica apreciará que o transector pode ser inserido no paciente 10 atra-vés de qualquer abertura, por exemplo, através de um furo de acesso abdo-minal, um furo de acesso vaginal, um orifício natural, etc., com ou sem umtrocarte ou dispositivo de acesso de múltiplos orifícios nele posicionado. Ain-da, pelo menos o pegador inserido através de qualquer(quaisquer) abertu-ra(s) no paciente 10 pode ser usado para tensionar o estômago 164, en-quanto ele está sendo transecionado e/ou manter um medidor em uma loca-lização desejada ao longo da menor curvatura do estômago. Em uma moda-lidade ilustrada na figura 32, o estômago 164 pode ser transecionado usan-do um dispositivo de transeção 226 avançado através de um trocarte 228inserido no furo de acesso vaginal 22. Em outra modalidade ilustrada na fi-gura 33, o cirurgião pode transecionar o estômago 164, usando um dispositi-vo de transeção 230 avançado através de um dispositivo dè acesso de múl-„tiplos orifícios 228 inserido através do umbigo do paciente. A transeção podeser visualizada usando pelo menos um dispositivo endoscópico inserido a-través de qualquer abertura, conforme aqui discutido. Para exemplo não-Iimitativo apenas, o cirurgião pode visualizar acima e/ou abaixo do estômago164, usando, por exemplo, o laparoscópio 20 inserido através do trocarte 16no furo de acesso abdominal 12, a fim de determinar se um curso desejadode transeção está livre ou prontamente liberado de tecido e/ou outros detri-tos. Para outro exemplo não-limitativo, o cirurgião pode usar um dispositivoendoscópico para visualização antes da transeção, por exemplo, o laparos-cópio 20 inserido através do trocarte 16 no furo de acesso abdominal 12, eoutro dispositivo endoscópico durante e após a transeção, por exemplo, oendoscópio 62, introduzido vaginalmente. O cirurgião também pode, opcio-nalmente, tensionar o estômago durante a transeção. Por exemplo, uma su-tura pode ser passada através de uma abertura percutânea, por exemplo,através de um trocarte ou outro orifício e a sutura pode ser inserida atravésdo fundo do estomago e de volta para fora do estômago e para fora do orifí-cio percutâneo. As extremidades livres da sutura podem, assim, ser tensio-nadas para levantar e estirar o estômago, assim, facilitando a transeção. Ocirurgião também pode colocar um ou mais dispositivos de drenagem nofundo do estômago em seguida à transeção, por exemplo, ao longo de umacurvatura maior da luva estomacal formada pela transeção. Se usado, o me-didor pode ser removido do estômago 164 a qualquer momento durante oprocedimento cirúrgico, mas, em uma modalidade exemplificativa, o cirurgiãoremove o medidor do paciente 10 pela retração do mesmo através da bocado paciente após o estômago ter sido transecionado e inspecionado pormeio de visualização pelo dispositivo endoscópico para quaisquer irregulari-dades não corrigidas e potencialmente perigosas, por exemplo, gramposcurvados inadequadamente, grampos colocados de modo inadequado, sutu-ras não amarradas, etc.
O cirurgião, opcionalmente, pode prender o estômago transecio-nado, por exemplo, ao longo da borda cortada grampeada ou de outro modopresa do fundo, usando qualquer um ou mais elementos de fixação suple-,mentares em qualquer combinação para ajudar a fixar melhor a transeçãoe/ou reduzir a sangria. Os elementos de fixação suplementares, de preferên-cia, são biocompatíveis e, opcionalmente, podem ser bioabsorvíveis de mo-do que os elementos de fixação suplementares podem se dissolver no paci-ente 10 através do tempo, enquanto a transeção cicatriza. Modalidades não-Iimitativas dos elementos de fixação suplementares incluem suturas, colas,tais como colas de fibrina, compressas pequenas, etc. 0(s) elemento(s) defixação suplementar(es) pode(m) ser aplicado(s) em seguida à transeçãoe/ou o transector pode ser configurado para aplicar um ou mais elementosde fixação suplementares, quando transeciona o estômago 164. Modalida-des não exemplificativas de um grampeador cirúrgico que pode aplicargrampos com pequenas compressas bioabsorvíveis podem ser encontradasno Pedido de Patente N0 [Atty. Docket No. END5966], que é aqui incorpora-do através de referência em sua totalidade.
Como mencionado, qualquer porção do estômago 164 pode sertransecionada. Em uma modalidade, o estômago 164 é completamente tran-secionado para separar o estômago 164 e remover uma porção do fundo,deixando outra porção do fundo, a luva estomacal que foi dimensionada porum medidor, para manter o esôfago do paciente e a válvula pilórica em co-municação de fluido. O cirurgião pode transecionar o estômago 164 porqualquer maneira apreciada por uma pessoa versada na técnica, mas, euma modalidade exemplificativa, o cirurgião usa o dissecador para cortar eprender o estômago 164, começando na localização de partida, previamentemarcada pelo cirurgião a uma distância da válvula pilórica. O cirurgião podeprosseguir para cortar e prender o estômago 164, usando o medidor comoum guia da localização de partida até um ângulo de HIS do estômago 164ser aberto, assim, formando uma luva estomacal. A porção não luva, sepa-rada, do fundo pode ser removida do paciente 10 por qualquer forma, emqualquer momento em seguida a sua separação da luva estomacal e atravésde qualquer abertura no paciente 10, por exemplo, através de um dispositivode acesso de múltiplos orifícios inserido abdominalmente, através de umaotomia, etc. Para exemplo não-limitativo, o cirurgião pode Usar, em combina-,ção, um pegador inserido abdominalmente (ou de outro modo) e um disposi-tivo de remoção de amostra introduzido vaginalmente (ou de outro modo),por exemplo, uma bolsa de remoção de amostra Endopouch Retrieverdis-ponível de Ethicon Endo-Surgery, Inc. of Cincinnati, Ohio, para guiar o fundono dispositivo de remoção de amostra e remover a porção de fundo separa-da, disposta no dispositivo de remoção de amostra do paciente 10.
Em outra modalidade, o estômago 164 é transecionado parcial-mente ao longo de uma porção do estômago 164 menos do que um compri-mento inteiro do estômago 164, por exemplo, em uma gastroplastia, tal co-mo um procedimento de Magenstrasse e Mill. Essa transeção parcial podeseparar o fundo de uma área do estômago 164 substancialmente perto doesôfago do paciente e permitir ao fundo manter comunicação de fluido com aválvula pilórica. O cirurgião pode transecionar o estômago 164 pela forma-ção de uma abertura através do estômago da localização de partida, por e-xemplo, usando um grampeador cirúrgico. Um transector pode, então, serinserido através da abertura grampeada e cortada para cortar e prender oestômago, usando o medidor como um guia entre o ângulo de His e um pon-to final desejado.
Na conclusão de uma gastrectomia, quaisquer furos de acessoformados em um paciente podem ser fechados por qualquer modo e emqualquer ordem, como será apreciado por uma pessoa versada na técnica,tal como através da sutura das aberturas.
Em algumas modalidades, por exemplo, com pacientes do sexomasculino, um procedimento de gastrectomia não incluirá a formação de umfuro de acesso vaginal. Nessas gastrectomias, um furo de acesso abdominalpode ser formado em um paciente que pode acomodar uma pluralidade deinstrumentos cirúrgicos inseridos através dele, por exemplo, usando um dis-positivo de acesso de múltiplos orifícios ou pelo menos dois furos de acessoabdominais podem ser formados em um paciente. A figura 34 mostra umamodalidade exemplificativa de furos de acesso abdominais dispostos paraessa gastrectomia. Primeiro, segundo e terceiros furos de acesso 232a,232b, 232c podem ser formados como aberturas percutâneas otomias por.qualquer modo através de uma parede abdominal 234 de um paciente 236para proporcionar acesso à cavidade abdominal do paciente, embora qual-quer número de furos de acesso abdominais possam ser formados no paci-ente 236. Conforme ilustrado, os primeiro e segundo furos de acesso abdo-minais 232a, 232b incluem aberturas percutâneas alinhadas, substancial elateralmente, em lados opostos do abdômen do paciente e tendo primeiro esegundo trocartes 238a, 238b inseridos, respectivamente, através deles e oterceiro furo de acesso abdominal 232c inclui uma otomia localizada no um-bigo do paciente alinhada não lateralmente com e entre os primeiro e se-gundo furos de acesso Abdominais 232a, 232b e tendo um dispositivo deacesso de múltiplos orifícios 240 inserido através dela. A gastrectomia podeser realizada por qualquer modo discutido acima, mas em uma modalidadeexemplificativa, instrumentos cirúrgicos inseríveis através de uma aberturavaginal podem ser inseridos através de um dos primeiro e segundo furos deacesso abdominais 232a, 232b. Para exemplo não-limitativo, primeiro e se-gundo pegadores podem ser inseridos, respectivamente, no paciente 236através dos primeiro e segundo trocartes 238a, 238b, para permitir que ospegadores se aproximem de um estômago 242 do paciente em ângulos dife-rentes, enquanto um dispositivo endoscópico, um dispositivo de transeção eum dispositivo de retração podem ser, simultanea e/ou seqüencialmente,inseridos no paciente 236 através do dispositivo de acesso de múltiplos orifí-cios 240 para permitir que os instrumentos se aproximam do estômago 242em ângulos diferentes daqueles para instrumentos inseridos através dosprimeiro e/ou segundo trocartes 232a, 232b.
O paciente 10, opcionalmente, pode ser dotado de um fármacoe/ou dispositivo que suprime o apetite, que pode funcionar em conjunto coma luva estomacal par ajudar o paciente 10 a perder peso. Esse fármaco oudispositivo pode ser fornecida ao paciente 10 no final da gastrectomia e/ouem um procedimento cirúrgico subsequente. Uma modalidade não-limitativade um dispositivo implantável supressor do apetite está disponível de Duoco-re, Inc. of Ramat-Hasharon, Israel.
Um procedimento de gastrectomia aqui descrito pode ser combi-nado, opcionalmente, com um ou mais outros procedimentos cirúrgicos. Pa-ra exemplo não-limitativo, a gastrectomia pode ser combinada com um pro-cedimento cirúrgico transoral, minimamente invasivo, exemplos não-Iimitativos dos quais, por exemplo, a criação de uma gastroenteroanastomo-se ou enteroenteroanastomose, podem ser encontrados no Pedido de Pa-tente dos Estados Unidos N0 2006/0271075, depositado em 18 de maio de2006 e intitulado "Double Loop Gastric Bypass Procedure," que é aqui incor-porado através de referência em sua totalidade. Como outro exemplo não-limitativo, a gastrectomia pode ser realizada como um primeiro estágio deum procedimento cirúrgico de dois estágios, onde um segundo estágio, porexemplo, um desvio duodenal, um procedimento de Roux-em-Y, etc., podeser realizado imediatamente após a gastrectomia ou em um procedimentocirúrgico subsequente.
Uma pessoa versada na técnica apreciará que a presente inven-ção tem aplicado em instrumento cirúrgico endoscópica e aberta convencio-nal, bem como aplicação em cirurgia auxiliada pela robótica.
Os dispositivos aqui descritos também podem ser projetadospara serem descartados após um único uso ou podem ser destinados a se-rem usados múltiplas vezes. Em ambos os casos, porém, o dispositivo podeser recondicionado para reutilização após pelo menos um uso. O recondicio-namento pode incluir qualquer combinação das etapas de desmontagem dodispositivo, seguida por limpeza ou substituição de peças particulares e sub-sequente remontagem. Em particular, o dispositivo pode ser desmontado equalquer número das peças ou partes particulares do dispositivo pode sersubstituído ou removido, seletivamente, em qualquer combinação. Mediantelimpeza e/ou substituição de partes particulares, o dispositivo pode ser re-montado para uso subsequente em uma instalação de recondicionamento oupor uma equipe cirúrgica imediatamente antes de um procedimento cirúrgi-co. Aqueles versados na técnica apreciarão que o recondicionamento de umdispositivo pode utilizar uma variedade de técnicas para desmontagem, lim-peza/substituição e remontagem. O uso dessas técnicas, e o dispositivo re-condicionado resultante, estão todos dentro do escopo do presente pedido.
Alguém versado na técnica apreciará outras características evantagens da invenção com base nas modalidades descritas acima. Emconseqüência, a invenção não deve estar limitada pelo que foi particular-mente mostrado e descrito, exceto como indicado pelas reivindicações ane-xas. Todas as publicações e referências citadas são aqui expressamenteincorporadas através de referência em sua totalidade.
Claims (13)
1. Método cirúrgico, compreendendo:formação de um primeiro furo de acesso na parede abdominalde um paciente;formação de um segundo furo de acesso através do trato diges-tivo de um paciente e na cavidade abdominal do paciente;tensionamento de um tecido preso a estômago de um pacienteusando um primeiro instrumento cirúrgico inserido através do segundo furode acesso;separação do tecido do estômago usando um segundo instru-mento cirúrgico inserido através do primeiro furo de acesso; etranseção de uma porção do estômago usando um grampeador,cirúrgico inserido através do primeiro furo de acesso para formar uma luvaestomacal.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, ainda compreen-dendo a remoção da porção transecionada do estômago do paciente atravésdo primeiro furo de acesso.
3. Método, de acordo com a reivindicação I, ainda compreen-dendo o avanço de um dispositivo endoscópico, com um elemento de visua-lização localizado sobre o mesmo, no paciente através do segundo furo deacesso.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, ainda compreen-dendo a introdução transoralmente de um dispositivo de dimensionamentono estômago e usando o dispositivo de dimensionamento para medir a por-ção do estômago a ser transecionada.
5. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que a formaçãode um primeiro furo de acesso compreende o posicionamento de um aloja-mento tendo uma pluralidade de orifícios de vedação na parede abdominal.
6. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que a transeçãode uma porção do estômago compreende a separação de um fundo do es-tômago de uma área do estômago substancialmente perto do esôfago de umpaciente, em que o fundo mantém a comunicação de fluido com uma válvulapilórica do paciente.
7. Método, de acordo com a reivindicação 1, em que o segundofuro de acesso é formado na luva estomacal.
8. Método, de acordo com a reivindicação 1, ainda compreen-dendo a retração do fígado de um paciente, usando um dispositivo inseridoatravés de um dos primeiro e segundo furos de acesso.
9. Método cirúrgico, compreendendo:formação de um primeiro furo de acesso na parede abdominalde um paciente;formação de um segundo furo de acesso através do trato diges-tivo de um paciente e na cavidade abdominal do paciente;tensionamento de um tecido preso a estômago de um pacientç..usando um primeiro instrumento cirúrgico inserido através do segundo furode acesso;separação do tecido do estômago usando um segundo instru-mento cirúrgico inserido através do primeiro furo de acesso; etranseção de uma porção do estômago usando um grampeadorcirúrgico inserido através do primeiro furo de acesso para formar uma luvaestomacal.
10. Método, de acordo com a reivindicação 9, ainda compreen-dendo a remoção da porção transecionada do estômago do paciente atravésdo primeiro furo de acesso.
11. Método, de acordo com a reivindicação 9, em que a forma-ção de um primeiro furo de acesso compreende o posicionamento de umalojamento tendo uma pluralidade de orifícios de vedação na parede abdo-minal.
12. Método, de acordo com a reivindicação 9, ainda compreen-dendo a introdução transoralmente de um dispositivo de dimensionamentono estômago e usando o dispositivo de dimensionamento para medir a por-ção do estômago a ser transecionada.
13. Método, de acordo com a reivindicação 9, em que a transe-ção de uma porção do estômago compreende a separação de um fundo doestômago de uma área do estômago substancialmente perto do esôfago dopaciente, em que o fundo mantém comunicação de fluido com uma válvulapilórica do paciente.
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Legal Events
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|---|---|---|---|
| B03A | Publication of an application: publication of a patent application or of a certificate of addition of invention | ||
| B11A | Dismissal acc. art.33 of ipl - examination not requested within 36 months of filing | ||
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