BRPI0913330B1 - Método para controlar seletivamente a vegetação não desejada em um local compreendendo a cana-de-açúcar e a vegetação não desejada - Google Patents
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Abstract
MÉTODO PARA CONTROLE DE ERVAS DANINHAS E COMPOSIÇÃO HERBICIDA. A presente invenção refere-se a um método de seletivamente controlar a vegetação não desejada em um local compreendendo cana-deaçúcar e a vegetação não desejada, em que o método compreende a aplicação ao local de: a. um herbicida de acordo com a fórmula (I) ou um sal agroquimicamente aceitável do mesmo; e b. um herbicida inibidor do PS-ll; em que a quantidade de componente (a) e componente (b) aplicados ao local fornece o controle da vegetação não desejada e em que a quantidade do componente (b) aplicada protege o efeito herbicida do componente (a) na cana-de- açúcar. A invenção também fornece uma composição herbicida compreendendo (a) um herbicida de acordo com a fórmula (I) ou um sal agroquimicamente aceitável do mesmo; e (b) um herbicida selecionado do grupo consistindo em metribuzina, hexazinona e tebutiurona
Description
A presente invenção refere-se à proteção de colheitas contra ervas daninhas e outras vegetações que inibem o crescimento das colheitas que é um problema que ocorre constantemente na agricultura. Para ajudar a combater este problema, os pesquisadores no campo da síntese química produziram uma extensa variedade de produtos químicos e formulações químicas eficazes no controle de tais crescimentos indesejáveis. Herbicidas químicos de muitos tipos foram descritos na literatura e um grande número está em uso comercial.
Em alguns casos, mostrou-se que os herbicidas ativos são mais eficazes em combinação do que quando aplicados individualmente. O resultado muitas vezes é denominado de "sinergia", já que a combinação demonstra uma potência ou um nível de atividade excedendo aquele que se esperaria que eles tivessem, baseado no conhecimento das potências individuais dos compostos. Assim a presente invenção reside na descoberta de que a combinação de um composto de acordo com a fórmula (I), e os herbicidas inibidores do fotossistema-II (PS-II), já conhecidos individualmente pelo seu poder herbicida, expõe efeitos vantajosamente inesperados quando aplicados em combinação para controlar ervas daninhas da cana-de- açúcar. As combinações de um composto de acordo com a fórmula I com herbicidas inibidores do PS-II já foram informadas, por exemplo, na EP 1388285. Entretanto, o seu uso para controlar ervas daninhas na cana-de- açúcar não foi até aqui especificamente informado, e foi descoberto agora que, quando usado na cana-de-açúcar, tal combinação oferece controle sustentado de ervas daninhas gramíneas problemáticas, o controle inespera- damente melhorado de ervas daninhas problemática de folha larga fornecendo umaredução total inesperada dos danos na cana-de-açúcar comparando com o que seria esperado a respeito de tratamentos individuais.
Assim, de acordo com a presente invenção é fornecido um método para controlar seletivamente a vegetação não desejada em um local compreendendo cana-de-açúcar e a vegetação não desejada, cujo o método compreende a aplicação ao local: a. um herbicida da fórmula (I) ou um sal agroquimicamente aceitável do mesmo; e b. um herbicida inibidor do PS-II; em que a quantidade do componente (a) e do componente (b) aplicadas ao local fornece o controle da vegetação não desejada e em que a quantidade aplicada do componente (b) protege o efeito herbicida do componente (a) na cana-de-açúcar.
Em uma modalidade preferida da presente invenção a quantidade de componente (a) e de componente (b) aplicadas ao local também fornece o controle sinergístico da vegetação não desejada.
Em uma modalidade preferida da presente invenção o herbicida inibidor do PS-II é selecionado do grupo consistindo em uma 1,3,5-triazina, uma 1,2,4-triazinona, uma triazolinona, e uma ureia.
Em uma modalidade particularmente preferida o herbicida inibidor do PS-II é uma 1,3,5-triazina selecionada do grupo consistindo em ametrina, atrazina, cianazina, dimetametrina, prometon, prometrina, propazina, sima- zina, simetrina, terbumeton, terbutilazina, terbutrina e trietazina, especialmente ametrina e/ou atrazina e o mais preferivelmente ametrina.
Em uma modalidade alternativa o herbicida inibidor do PS-II é uma 1,2,4-triazinona selecionada do grupo consistindo em hexazinona e 3/21 metribuzina. Em outra modalidade o herbicida inibidor do PS-II é a triazolinona amicarbazona.
Em outra modalidade o herbicida inibidor do PS-II é uma ureia selecionada do grupo consistindo em clorotolurona, dimefurona, diurona, flu- meturona, isoproturona, isourona, carbutilato, linurona, metabenzo-tiazurona, metoxurona, monolinurona, neburona, sidurona e tebutiurona. Tebutiurona é particularmente preferida.
A taxa de aplicação dos componentes do herbicida pode variar dentro de amplos limites e depende na natureza do solo, o método de aplicação (pré ou pós-brotamento, etc.), a planta para colheita, a vegetação indesejável a ser controlada, as condições climáticas prevalecentes, e outros fatores regidos pelo método de aplicação, o tempo de aplicação e a colheita desejada. Tipicamente o composto de acordo com a fórmula (I) é aplicado em uma taxa de 50 a 500 g i.a./ha, preferivelmente de 100 a 300 g i.a./ha, e mais preferivelmente de 150 a 300 g i.a./ha. Tipicamente o herbicida inibidor do PS-II é aplicado em uma taxa de 50 a 3000 g i.a./ha, preferivelmente de 150 a 2000 g i.a./ha.
Os componentes (a) e (b) podem ser aplicados simultaneamente ou sucessivamente ao local. A ordem dos compostos, no caso da aplicação dos compostos ser sucessivamente, não é crítica e o segundo composto é normalmente aplicado dentro de preferivelmente 2 dias, mais preferivelmente 1 dia, especialmente 0,5 dia, depois do primeiro composto. É preferido, entretanto, que os componentes (a) e (b) podem ser aplicados ao local simultaneamente em composição herbicida combinada. Deve ser entendido que os componentes (a) e (b) podem ser aplicados ao local ou no pré-brotamento e/ou no pós-brotamento. Preferivelmente os componentes são ambos aplicados no pós-brotamento da vegetação não desejada.
A vegetação não desejada deve ser entendida como aquelas plantas que afetam o crescimento e a qualidade da cana-de-açúcar e os exemplos incluem gramas, tiriricas e ervas daninhas de folhas largas. Deve ser entendido que o termo "local" significa, por exemplo, áreas do cultivo, tal como as áreas de terra na qual as plantas de colheita já estão crescendo ou no qual o material de semeadura daquelas plantas de colheita foi semeado. Em relação à cana-de-açúcar, os exemplos de vegetação não desejada tipicamente incluem Ipomoea spp. (por exemplo, Ipomoea grandifolia, Ipomoea acuminate, Ipomoea nil, Ipomea hederacea), Echinochloa spp., Digitaria spp. (por exemplo, Digitaria horizontalis), Setaria spp., Sorghum spp., Brachiaria spp. (por exemplo, Brachiaria decumbens and Brachiaria plantaginea), Kochia spp., Sida spp. (por exemplo, Sida rhombifolia), Portulaca spp. (por exemplo, Portulaca oleracea), Panicum spp. (por exemplo, Panicum maximum), Cen- chrus spp. (por exemplo, Cenchrus echinatus), Cyperus spp, Eleusine spp. (por exemplo, Eleusine indica), Chenopodium spp., Euphorbia spp. (por exemplo, Euphorbia heterophylla) e Amarathus spp. (por exemplo, Amaranthus viri- dis. Amaranthus retroflexus, Amaranthus hybridus). Mostra-se que o método da presente invenção fornece o bom controle de ervas daninhas gramíneas - pelo menos tão bom como seria esperado quanto ao uso dos ingredientes ativos individuais sozinhos, mas mostrado melhor do que o controle esperado de ervas daninhas de folha larga, em determinado Sida spp. e Portulaca spp. Além disso, mostrou-se que os componentes (a) e (b) contidos na composição da presente invenção resultam em menor fototoxicidade à cana-de-açúcar quando aplicado em combinação em vez de quando aplicado individualmente. Essa proteção é inesperada.
O controle da vegetação não desejada assegura o rendimento e a qualidade satisfatória de colheita, e o agricultor da colheita muitas vezes tem que equilibrar os preços associados com o uso dos compostos com o rendimento resultante, mas geralmente um aumento no rendimento, por exemplo, de pelo menos 5 % de uma colheita que sofreu o tratamento com o composto comparado com uma colheita não tratada, é considerada controlada pelo composto.
Deve-se também apreciar que um ou mais pesticidas adicionais, por exemplo, herbicidas, protetores de herbicidas, reguladores de crescimento de planta, fertilizantes, inseticidas e/ou fungicidas, podem ser aplicados ao local com o método de acordo com a presente invenção. Deve ser entendido que um ou mais pesticidas adicionais também possam ser aplicadas ao material de propagação da cana-de-açúcar. Em uma modalidade especialmente preferida é aplicado adicionalmente um protetor de herbicida no local e/ou no material de propagação da cana-de-açúcar. Preferivelmente, o protetor de herbicida é selecionado do grupo consistindo em um composto de acordo com a fórmula 3.1, um composto de acordo com a fórmula 3.2, um composto de acordo com a fórmula 3.3, um um composto de acordo com a fórmula 3.4, um composto de acordo com a fórmula 3.5, um composto de acordo com a fórmula 3.6, um composto de acordo com a fórmula 3.7, um composto de acordo com a fórmula 3.8, um composto de acordo com a fórmula 3.9, Cl2CHCON(CH2CH=CH2)2 (3.9), um composto de acordo com a fórmula 3.10, um composto de acordo com a fórmula 3.11, e de acordo com a fórmula 3.12, e os ésteres metílicos e etílicos e sais do mesmo, um composto de acordo com a fórmula 3.13, um composto de acordo com a fórmula 3.14, um composto de acordo com a fórmula 3.15, um composto de acordo com a fórmula 3.16, um composto de acordo com a fórmula 3.17, e um composto de acordo com a fórmula 3.18,
No contexto da presente invenção deve ser entendido que a cana- de-açúcar também pode ser tornada tolerante para os herbicidas ou classes ou inibidores de herbicidas (tal como, por exemplo, HPPD (4-hidroxifenil-pi- ruvato-dioxigenase), por exemplo, mesotrione como descrito, por exemplo, na WO02/46387, inibidores da ACCase (acetil coenzima A carboxilase), inibido-res da ALS (acetolactato sintetase), inibidores EPSPS (5-enol-piruvil-chiqui- mato-3-fosfato-sintetase) (por exemplo, glifosato), inibidores da glutamina sin- tetase (por exemplo, glifosinato) por métodos de germinação convencionais e/ou via engenharia genética. Em uma modalidade preferida da presente in-venção a cana-de-açúcar é projetada para ser resistente ao glifosato e o mé-todo também compreende a aplicação de glifosato ou de um sal agroquimica- mente aceitável do mesmo no local. A cana-de-açúcar também pode ser ge- neticamente projetada para ser resistente a insetos e/ou a fungos pela utiliza-ção de métodos bem conhecidos na técnica. A cana-de-açúcar também pode ter sido projetada para ter melhorado o teor de fibra e/ou de açúcar.
A presente invenção também fornece uma composição herbicida compreendendo: a. um herbicida de fórmula (I) ou um sal agroquimicamente aceitável do mesmo; e b. um herbicida selecionado do grupo consistindo em metribuzina, hexazinona e tebutiurona.
Mostrou-se que a composição herbicida da presente invenção fornece um efeito de proteção em relação à cana-de-açúcar e/ou um efeito herbicida sinergístico em relação à vegetação não desejada.
Em uma modalidade preferida a composição herbicida compre-ende um herbicida de acordo com a fórmula (I) e hexazinona.
A quantidade e a proporção de componentes (a) e (b) na compo-sição herbicida podem variar dependendo se a composição é, por exemplo, um concentrado de pré-mistura ou uma mistura para tanque. Preferivelmente a proporção em peso do composto (a) para o composto (b) está na faixa de variação de 1:0.5 a 1:100, mais preferivelmente de 1:0,5 a 1:10 (p/p).
Deve-se também apreciar que a composição herbicida da pre-sente invenção pode compreender um ou mais pesticidas adicionais, por exemplo, herbicidas, protetores de herbicidas, fertilizantes, reguladores de crescimento de planta, inseticidas e/ou fungicidas. Em uma modalidade especialmente preferida a composição herbicida também compreende um protetor, preferivelmente selecionado do grupo consistindo em um composto de acordo com a fórmula 3.1 a 3.18 como aqui descrito.
Os exemplos de herbicidas adicionais que podem ser compreen-didos na composição incluem glifosato e/ou glifosinato.
A composição herbicida da presente invenção compreenderá tipicamente também adjuvantes de composição convencionalmente usados na tecnologia de formulações (também conhecido como auxiliares de formulação), tal como solventes, veículos sólidos ou tensoativos, por exemplo, em concentrados de emulsificantes, borrifáveis diretos ou soluções para diluição, pó molhável, pó solúvel, pó, grânulos ou microcápsulas, tal como descrito na WO 97/34483, páginas 9 a 13. De acordo com a natureza da formulação, os métodos de aplicação, tal como borrifamento, atomização, névoa seca, névoa úmida, espalhamento ou aspersão, são escolhidos conforme os objetivos desejados e as circunstâncias prevalecentes. As formulações podem ser preparadas de um modo conhecido, por exemplo, por mistura íntima e/ou moagem dos ingredientes ativos com os adjuvantes de formulação, por exemplo, solventes ou veículos sólidos. Além disso, os compostos ativadores de superfície (tensoativos) também podem ser usados na preparação das formulações.
Os exemplos de solventes e veículos sólidos são dados, por exemplo, na WO 97/34485, na página 6. Dependendo da natureza dos ingredientes ativos a serem formulados, os compostos ativadores de superfície convenientes são tensoativos não iônicos, catiônicos e/ou aniônicos e misturas possuindo boas propriedades de emulsificação, dispersão e molhabili- dade. Os exemplos de tensoativos aniônicos, não iônicos e catiônicos convenientes são enumerados, por exemplo, em WO 97/34485, as páginas 7 e 8. Também convenientes para a preparação das composições herbicidas de acordo com a invenção são os tensoativos convencionalmente empregados na tecnologia de formulações, que são descritos, entre outras coisas, em Detergentes de "McCutcheon's Detergents and Emulsifiers Annual" MC Publishing Corp., Ridgewood New Jersey, 1981, Stache, H., "Tensid-Taschenbuch", Carl Hanser Verlag, Munich/Vienna, 1981 and M. and J. Ash, "Encyclopaedia of Surfactants", VoI I-IH, Chemical Publishing Co., New York, 1980-81.
As formulações herbicidas normalmente contêm de 0,1 a 99 % em peso, especialmente de 0,1 a 95 % em peso, do ingrediente ativo, de 0 a 25 % em peso, especialmente de 0,1 a 25 % em peso, de um tensoativo, e o restante como um adjuvante de formulação sólido ou líquido.
Embora os produtos comerciais sejam normalmente formulados como concentrados (também conhecidos como pré-mistura), o usuário final empregará normalmente formulações diluídas. As composições também podem compreender componentes adicionais, tal como estabilizadores, por exemplo, óleos vegetais ou óleos vegetais epoxidados (óleo de coco, óleo de colza ou óleo de soja epoxidados), antiespumantes, por exemplo, óleo de si-licone, conservantes, reguladores de viscosidade, ligantes, aderentes e tam-bém fertilizantes ou outros ingredientes ativos.
As formulações preferidas têm especialmente as seguintes com-posições (% = porcentagem em peso): Concentrados Emulsionáveis: mistura de ingredientes ativos: 1 a 90 %, preferivelmente de 5 a 20 % tensoativo: 1 a 30 %, preferivelmente de 10 a 20 % veículo líquido: q.s.p Pó: mistura de ingredientes ativos: 0,1 a 10 %, preferivelmente de 0,1 a 5 % veículo sólido: 99,9 a 90%, preferivelmente de 99,9 a 95% Concentrados de Suspensão: mistura de ingredientes ativos: 5 a 75 %, preferivelmente de 10 a 50 % água: 94 a 24 %, preferivelmente de 88 a 30 % tensoativo: q.s.p Pó Molhável: mistura de ingredientes ativos: 0,5 a 90 %, preferivelmente de 1 a 80 % tensoativo: 0,5 a 20 %, preferivelmente de 1 a 15 % veículo sólido: q.s.p Grânulos: mistura de ingredientes ativos: 0,1 a 30 %, preferivelmente de 0,5 a 15 % veículo sólido de: 99,9 a 70 %, preferivelmente de 99,5 a 85 % Os exemplos são formulações específicas e incluem: F1. Concentrados Emulsionáveis a) b) c) d) mistura de componentes ativos 5% 10% 25% 50% dodecilbenzeno sulfonato de 6% 8% 6% 8% cálcio éter poliglicólico de óleo de rícino 4% - 4% 4% (36 mols de óxido de etileno) éter poliglicólico de octilfenol (7-8 mols de óxido de etileno) - 4% - 2% 5 ciclo-hexanona - - 10% 20% mistura de hidrocarbonetos 85% 78% 55% 16% aromáticos C9-C12
As emulsões de qualquer concentração desejada podem ser ob-tidas a partir de tais concentrados pela diluição com a água. F2. Soluções a) b) c) d) Mistura de ingredientes ativos 1-metóxi-3-(3-metóxi-propóxi) 5% 10% 50% 90% - propano - 20% 20% - polietileno glicol MW 400 20% 10% - N-metil-2-pirrolidona - - 30% 10% mistura de hidrocarbonetos aromáticos C9-C12 75% 60% - - As soluções são convenientes para o uso na forma de microgotas F3. Pó Molhável a) b) c) d) 20 mistura de ingredientes ativos 5% 25% 50% 80% lignossulfonato de sódio 4% - 3% - lauril sulfato de sódio di-isobutilnaftaleno 2% 3% - 4% sulfonato de sódio - 6% 5% 6% 25 éter de poliglicol octilfenol (7-8 mols de óxido de etileno) - 1% 2% - ácido silícico altamente disperso 1% 3% 5% 10% caulim 88% 62% 35% - O ingrediente ativo é misturado completamente com os adjuvan- 30 tes e a mistura é completamente moída em um moinho conveniente, gerando pó molhável que pode ser diluído com a água para produzir a suspensão de qualquer concentração desejada. F4. Grânulos revestidos a) b) c) mistura de ingredientes ativos 0,1% 5% 15% ácido silícico altamente disperso 0,9% 2% 2% veículo inorgânico 99,0% 93% 83% (diâmetro 0,1-1 mm) por exemplo, CaCO3 ou SiO2 O ingrediente ativo é dissolvido em cloreto de metileno e aplicado ao veículo por borrifamento, e o solvente então é extraído por evaporação a vácuo. F5. Grânulos Revestidos a) b) c) mistura de ingredientes ativos 0,1% 5% 15% polietileno glicol MW 200 1,0% 2% 3% ácido silícico altamente disperso 0,9% 1% 2% veículo inorgânico 98,0% 92% 80% (diâmetro 0,1 - 1 mm), por exemplo, CaCO3 ou SiO2 O ingrediente ativo finamente moído é uniformemente aplicado, em um misturador, ao veículo umedecido com o polietileno glicol. Os grânulos revestidos não empoeirados são obtidos nesta maneira. F6. Grânulos extrudados a) b) c d) mistura de ingredientes ativos 0, 1% 3% 5% 15% lignossulfonato de sódio 1, 5% 2% 3% 4% carboximetilcelulose 1,4% 2% 2% 2% caulim 97, 0% 93% 90% 79% O ingrediente ativo é misturado e terra com os adjuvantes, e a mistura é umedecida com a água. A mistura é expulsa e logo seca em uma corrente de ar. F7. Pó a) b) c) mistura de ingredientes ativos 0,1% 1% 5% talco 39,9% 49% 35% caulim 60,0% 50% 60% Os materiais pulverulentos prontos para uso são obtidos mistu-rando o ingrediente ativo com os veículos e moendo a mistura em um moinho conveniente. F8. Concentrados para Suspensão mistura de a) b) c) d) ingredientes ativos 3% 10% 25% 50% etileno glicol 5% 5% 5% 5% éter poliglicólico de nonilfenol - 1% 2% - (15 mols de óxido de etileno) lignossulfonato de sódio 3% 3% 4% 5% carboximetilcelulose 1% 1% 1% 1% solução aquosa a 37% de formaldeído aquoso emulsão de óleo 0,2% 0,2% 0,2% 0,2% de silicone 0,8% 0,8% 0,8% 0,8% água 87% 79% 62% 38% O ingrediente ativo finamente moído é intimamente misturado com os adjuvantes, produzindo um concentrado de suspensão do qual a suspensão de qualquer concentração desejada pode ser obtida pela diluição com a água.
É muitas vezes mais prático para os ingredientes ativos das com-binações de acordo com a invenção serem formuladas separadamente e se-rem mantidas juntas na proporção de mistura desejada no aplicador na forma de uma "mistura para tanque" em água pouco antes da aplicação.
Alternativamente, uma composição de pré-mistura contendo os compostos (a) e (b) é formulada junto.
Cinco testes de campo são realizados em pés de cana-de-açúcar de 1,5 ano para examinar o efeito sobre a cana-de-açúcar de combinações do composto de acordo com a Fórmula I com vários herbicidas inibidores do PS- II. Os tamanhos dos campos são de 20m2 e os resultados mostrados são a média de 3 tratamentos em duplicata. Os resultados de experiência (resumidos na Tabela 1) indicam que a fitotoxicidade observada na cana-de-açúcar pelo composto de acordo com a fórmula I pode ser surpreendentemente re-duzida quando o composto é aplicado em conjunto com um herbicida inibidor do PS-II, um efeito não observado quando o composto de acordo com a Fórmula I é aplicado em conjunto com um herbicida não inibidor da PSII (sulfen- trazona). Tabela 1.
Um estudo de estufa é executado para examinar o efeito da combinação do composto de acordo com a fórmula I com vários herbicidas inibidores do PS-II em várias espécies de ervas daninhas.
As espécies do experimento são Brachiaria decumbens (BRADC); Digitaria horizontalis (DIGHO); Ipomea hederacea (IPOHE) e Euphorbia hete- rophylla (EUPHE) que são borrifadas pós-brotamento em 3, 4, 1,5 e 2,5 folhas respectivamente.
O composto de acordo com a fórmula I pode ser fornecido como um 200 g/L SC. A hexazinona é fornecida como 240 g/L SL, a tebutiurona como um 80WG e a amicarbazona como 70 WG. Todos os tratamentos po-dem ser aplicados com agridex a 0,5 % na concentração de 200 L/ha. As plantas foram visualmente avaliadas para o controle percentual de ervas da-ninhas (%) em 10 e 20 dias após a aplicação (DAA) Os dados obtidos são analisados comparando a resposta média observada para os tratamentos de misturas com a resposta que seria espe-rada de cada um deles usando a fórmula Colby mostrada abaixo: PM = Pi + P2 - P1.P2/IOO onde PM significa a resposta esperada do tratamento com a mistura, e P1 e P2 significam as respostas médias observadas de cada um dos componentes da mistura testados sozinhos. Os resultados do experimento (mostrados nas Tabelas 2 e 3) in- dicam que a sinergia existe quando um composto de acordo com a Fórmula I é aplicado em conjunto com um herbicida inibidor do PS-II. Tabela 2: % de Controle de Ervas Daninhas 10 DAA
Tabela 3: % de Controle de Ervas Daninhas 20 DAA EUPH E
Claims (5)
1. Método para controlar seletivamente a vegetação não deseja-da selecionada de Brachiaria spp., Digitaria spp., Euphorbia spp. e Ipomoea spp. em um local compreendendo a cana-de-açúcar e a vegetação não de-sejada, caracterizado pelo fato de que o método compreende a aplicação no local de: a. um herbicida de acordo com a fórmula (I) ou um sal agroquimicamente aceitável do mesmo; e b. um herbicida inibidor do PS-II, selecionado do grupo consis-tindo em hexazinona e tebutiurona; em que a quantidade do componente (a) e do componente (b) aplicados ao local está em uma proporção de 1:0,5 a 1:17 para o componen-te (a) e hexazinona; e de 1:2 a 1:67 para o componente (a) e tebutiurona e que fornece o controle da vegetação não desejada e em que a quantidade do componente (b) aplicada protege o efeito herbicida do componente (a) na cana-de-açúcar.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o herbicida inibidor do PS-II é hexazinona.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o herbicida inibidor de PS II é tebutiurona.
4. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo fato de que os componentes (a) e (b) são aplicados ao local simultaneamente.
5. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 4, caracterizado pelo fato de que os componentes (a) e (b) são aplicados pós-brotamento.
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