BRPI0913908B1 - dispositivo de empilhamento com velocidade zero - Google Patents

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Description

(54) Título: DISPOSITIVO DE EMPILHAMENTO COM VELOCIDADE ZERO (73) Titular: PACKSIZE, LLC. Endereço: 4505 Wasatch Boulevard Salt lake City, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (US) (72) Inventor: NIKLAS PETTERSSON.
Prazo de Validade: 20 (vinte) anos contados a partir de 02/07/2009, observadas as condições legais
Expedida em: 13/11/2018
Assinado digitalmente por:
Liane Elizabeth Caldeira Lage
Diretora de Patentes, Programas de Computador e Topografias de Circuitos Integrados
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DISPOSITIVO DE EMPILHAMENTO COM VELOCIDADE ZERO
Referência Cruzada
Este pedido reivindica a prioridade e os benefícios do pedido de patente provisório americano número de série 61/078,073, depositado em 03 de julho de 2008, e intitulado Dispositivo de empilhameto com cilindro duplo, que fica expressamente incorporado aqui como referência em sua totalidade.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
1. Campo da Invenção
Modalidades exemplificativas da invenção se referem ao empilhamento de objetos e, mais particularmente, ao empilhamento de materiais de embalagem. Ainda mais especificamente, as modalidades se relacionam ao empilhamento de materiais de embalagem, tais como os modelos de embalagens e caixa formada de papelão ondulado, com uma superfície móvel que, quando o modelo é guardado, tem uma velocidade de aproximadamente zero.
2. Antecedentes da invenção
Praticamente em qualquer indústria em que um produto é produzido ou usado, a quantidade dos produtos que são produzidos/utilizados em lotes são, de alguma forma, agrupados com outros produtos similares. Em alguns casos, os produtos podem ser produzidos e empilhados juntos, para assim formar um gerenciamento fácil, e uma maneira simples
2/43 de fornecer e/ou usar o produto.
Por exemplo, em uma indústria de embalagens/caixas de feitas de papelão ondulado, estas podem ser produzidas de acordo com uma série de formatos desejados. Uma máquina tipica pode, por exemplo, ter uma bobina inicial de papelão ondulado ou sanfonada e uma placa de corte para um uma forma e desenho desejado, que inclui cortes, pontos, perfurações, dobras ou outros recursos. Quando uma forma é produzida, o produto final pode então ser empilhado com outros produtos da mesma forma configurados para aguardar o transporte ou uso. Por exemplo, quando uma caixa é necessária, um usuário pode então tomar um dos modelos de embalagem da pilha e dobrá-lo de acordo com a quantidade, perfurações, e dobras formadas.
Para facilitar o transporte e armazenamento dos materiais de embalagem, é considerado útil empilhar as embalagens até o momento em que é necessário usá-las ou transferi-las para um usuário final. A este respeito, uma ou mais pessoas podem ser posicionadas no terminal de uma máquina que produz o desenho desejado. Quando o papelão ondulado produzido é liberado da máquina, esses indivíduos podem, então, colocar o produto em uma pilha de outros produtos. Notadamente, tal uso, portanto, muitas vezes exige que um indivíduo fique parado no terminal da máquina fazendo movimentos repetitivos. Em alguns casos, isto pode
3/43 causar lesões e cansaço devido à natureza dos movimentos repetitivos do indivíduo que resultam em acidentes envolvendo a máquina de produção. Por conseguinte, seria desejável que efetivamente se empliha-se os materiais com a redução do trabalho humano e/ou de custos médicos.
Em outros casos, a máquina de produção pode liberar o produto para o empilhamento automático. Por exemplo, como uma forma de empilhamento automático, um braço robótico pode substituir o indivíduo. Nesse caso, o braço robótico pode ser programado para se mover em direção à extremidade da saída da máquina no momento em que o produto está saindo. O braço pode mover um elemento de sucção para um engajamento com o produto e acoplar um mecanismo de sucção para que o produto possa ser conectado ao braço robótico. O braço robótico pode então mover o produto a uma pilha desejada. Os braços robóticos podem, portanto, também de forma eficaz empilhar os materiais. Essas armas podem, no entanto, ser de fabricação e/ou programação complexa, de tal forma que seria desejável um sistema simplificado confiável e eficaz para o empilhamento dos materiais.
Quando os produtos são empilhados por máquinas, tais produtos são normalmente movidos pela máquina em direcção ao ponto de empilhamento. Quando liberados para a pilha, a velocidade do produtos, então deve mudar, tornando-se necessário que algum mecanismo interrompa a circulação do produto. O movimento do produto também pode criar um risco de atolar o produto empilhável. Em contrapartida, se um
4/43
produto pode ser movido e colocado em uma pilha de tal
forma que sua velocidade quando ele atinge a pilha é igual
ou próximo a zero, há menos risco de atolamento e/ou menor
necessidade de mecanismos adicionais para diminuir a circulação do produto.
A descrição acima relacionada ao empilhamento de
papelão ondulado é meramente exemplificativa, e será
apreciado que qualquer número de outros produtos feitos de materiais metálicos, cerâmicos, polímeros, orgânicos, ou
outros materiais, também podem ser produzido e pode ser
desejável empilhar ou organizar tais materiais de forma similar ao descrito acima para produtos de papelão ondulado.
BREVE RESUMO DA INVENÇÃO
Modalidades exemplificativas da invenção se referem
ao empilhamento de objetos e, em algumas modalidades para o
empilhamento de materiais de embalagem. Ainda mais
especificamente, as modalidades se relacionam ao
empilhamento de materiais de embalagem, tais como os modelos de embalagens e caixa formada de papelão ondulado, com uma superfície móvel que, quando o modelo é guardado, tem uma velocidade de aproximadamente zero.
De acordo com uma modalidade exemplificatica, um
5/43 aparelho de empilhamento que inclui um mecanismo de acionamento conectado a uma esteira móvel é revelado. A esteira móvel é configurada para ser movida pelo mecanismo de acionamento ao longo de uma trajetória orbital. Além disso, inclui um cilindro duplo que tem primeira e segunda porções e eles são configurados para se acoplar na esteira móvel e dobra-la em pelo menos duas porções de esteira. Em alguns casos, a esteira pode tanto girar como orbitar. Em alguns pontos ao longo da órbita (por exemplo, onde o objeto empilhável é retirado da esteira móvel), o movimento rotacional pode compensar o movimento orbital de modo que exista uma velocidade de aproximadamente zero.
Em alguns casos, o mecanismo de acionamento pode incluir dois cilindros que se movem ao longo da trajetória orbital. Tais cilindros podem, por exemplo, facilitar o movimento rotacional e/ou orbital da esteira ao longo da trajetória orbital. Os cilindros também podem se mover ao longo da trajetória orbital e/ou girar em torno de seus eixos internos. O cilindro duplo pode incluir dois cilindros rotativos que se acoplam em uma primeira superfície da esteira móvel, e pelo menos duas guias que, se acoplam alternadamente a esteira móvel. A primeira superfície pode ser, por exemplo, uma superfície interna da esteira, e os duas guias podem ser configuradas para se acoplarem a uma superfície externa da esteira móvel.
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Além disso, algumas modalidades incluem um cilindro duplo com duas porções substancialmente idênticas. Uma ou ambas as porções idênticas podem se acoplar contra uma primeira superfície da esteira móvel e pode ser configurada para se acoplar
Adicionalmente, modo gue órbita gira em torno de relação a em torno cilindros esta.
a uma superfície externa da esteira móvel.
a esteira móvel pode ser configurada de em torno da trajetória orbital bem como dois cilindros localizados internamente em
Os cilindros internos pode também orbitar da trajetória internos podem acionamento, quando os traj etória, ou podem cilindros o cilindro ser orbital. Em ser parte acoplados a alguns casos, os do mecanismo de este. Além disso, internos orbitam ao longo da duplo e a esteira podem realizar uma troca de rotação. Em um exemplo de troca de rotação, o cilindro duplo órbitas em um cento e oitenta graus e as porções separadas dos cilindros duplos trocam de local.
Elementos que orbitam podem, portanto, também ser conectados ao mecanismo de acionamento e a esteira móvel, e podem ser dispostos dentro da esteira móvel e orbitam ao longo da trajetória orbital com a esteira. Em determinada posição, a esteira pode fazer com que, pelo menos parcialmente, o cilindro duplo gire em torno de seu centro.
Onde o cilindro duplo tem duas porções, cada porção pode, assim, orbitar em torno do centro do cilindro duplo como
7/43 uma paerte da rotação do cilindro duplo.
De acordo com outra modalidade exemplificativa, um aparelho de empilhamento inclui um conjunto de cilindros que tem primeira e segunda porções. A esteira também passa contra a primeira porção e a segunda porção do conjunto de cilindros. A esteira poderá se acoplar, ao mesmo tempo, ou alternadamente na primeira e segunda porção. Um mecanismo também pode ser incluido para fazer a esteira orbitar por um trajeto. 0 mecanismo é disposto para fazer com que a esteira receba um item empilhável. A esteira então move o item empilhável para um local desejado (por exemplo, uma pilha de itens semelhantes), e nesse ponto libera o item empilhável. O(s) ponto(s) em que a liberação é realizada pode ter a esteira orbitando ao longo da trajetória, mantendo a velocidade de aproximadamente zero. Em algumas modalidades, a velocidade zero é obtido pela esteira ter uma rotação que impede seu movimento orbital.
Além disso, um aparelho de empilhamento exemplificativo pode incluir dois cilindros que se acoplam a esteira e facilita a órbita da esteira ao longo da trajetória. Por exemplo, os cilindros podem ser dispostos dentro da esteira. A esteira também pode ter uma superfície externa que se acopla a pelo menos uma porção do conjunto de cilindros. A superfície externa pode ainda se acoplar a uma ou mais guias do conjunto de cilindros. Por exemplo, em
8/43 uma posição da esteira, a esteira pode ser dobrada em duas porções pelo conjunto de cilindros, e as duas porções podem ter de tamanho iguais ou diferentes. A superfície externa da esteira pode, assim, manter contato com as guias, enquanto a superfície interna contacta a primeiro e/ou segunda porções do conjunto de cilindros. Alternativamente, a superfície externa pode se acoplar a primeira e/ou segunda porções do conjunto de cilindros. O mecanismo faz com que a esteira gire pode também incluir o primeiro e segundo cilindros que orbitam ao longo da trajetória. Em uma primeira posição em que primeiro e segundo cilindros do mesmo lado do conjunto de cilindros, o conjunto de cilindros pode ser relativamente estacionário em relação ao seu centro. Em uma segunda posição em que o primeiro e segundo cilindros estão em lados opostos do conjunto de cilindros, o conjunto de cilindros podem ser submetidos a uma rotação.
Ainda em outra modalidade exemplificativa, um aparelho de empilhamento que compreende dois cilindros internos e um cilindro duplo rotativo seletivamente que é separado dos dois cilindros internos é revelado. O cilindro duplo pode ter primeira e segunda porções. Um mecanismo de acionamento acoplado a dois cilindros internos pode fazer com que os cilindros internos sigam um caminho orbital. Além disso, uma esteira sem fim envolve os cilindros
9/43 internos de modo que os cilindros internos são internos em relação à dita esteira sem fim e são acoplados contra uma superfície interna da esteira sem fim. A esteira também pode passar pelo cilindro duplo, e o cilindro duplo pode permanecer pelo menos em relação à porção externa da esteira sem fim, e pode se acoplar contra uma superfície externa da esteira sem fim. A superfície externa da esteira pode ser ajustada para receber os itens empilháveis. Quando os cilindros internos orbitam, as extremidades da esteira sem fim que estão sobre os cilindros internos seguem pela mesma trajetória. Os itens empilháveis podem ser depositados em uma pilha de tais itens pela esteira de modo que a superfície externa da esteira quando esta deposita o item empilhável tem velocidade zero.
O conjunto de cilindros tendo primeira e segunda porções podem ainda ser configurado para girar coletivamente. Enquanto gira, a primeira e segunda porções pode, individualmente, orbitar ao redor do centro do conjunto de cilindros. A primeira e segunda porções também podem girar sobre seu próprio eixo interno. Além disso, a primeira e segunda porções podem alternadamente se acoplarem a esteira sem fim em alguns casos. A primeira e segunda porções também podem ter configurações diferentes. Por exemplo, em uma modalidade exemplificativa, a primeira porção inclui uma primeira guia e a segunda porção inclui
10/43 uma segunda guia. Cada uma da primeira e segunda guias às vezes se acoplam à esteira, no entanto, em algumas posições da esteira ao longo da trajetória orbital, a esteira pode se acoplar apenas para orientar a primeira guia e não a segunda guia.
Estas e outras características e aspectos da presente invenção se tornarão mais plenamente demonstradas a partir da descrição a seguir e das reivindicações anexas, ou pode ser aprendidas através da prática da invenção, conforme revelada a seguir.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Os desenhos em anexo contêm figuras das modalidades preferidas para adicionalmente melhor esclarecer os aspectos, vantagens e características acima citados da presente invenção. Será apreciado que estes desenhos descrevem somente as modalidades preferidas da invenção e não pretendem limitar seu escopo. A invenção será descrita e explicada com especificidade adicional e detalhada pelo uso dos desenhos que a acompanham, nos quais:
A figura 1 ilustra um exemplo de dispositivo de empilhamento de acordo com alguns aspectos da presente invenção, e que inclui uma esteira em torno de dois cilindros;
A figura 2A ilustram esquematicamente uma vista lateral do dispositivo de empilhamento exemplificativo na
11/43 figura ΙΑ;
As figura 2B a 2E ilustram esquematicamente a vista lateral do dispositivo de empilhamento exemplificativo na figura 1, em posições sucessivas ao longo de uma órbita no sentido horário da esteira e dois cilindros;
A figura 3 ilustra uma modalidade alternativa de um dispositivo de empilhamento de acordo com alguns aspectos da presente invenção, e
A figura 3B mostra uma vista aproximada parcial, de um cilindro duplo da modalidade exemplificativa da figura 3A.
DESCRIÇÃO DETALHADA DAS MODALIDADES PREFERIDAS
As modalidades aqui descritas são extensivas aos métodos, dispositivos, sistemas, montagens e aparelho para objetos empilhaveis. Essas são configurados para, por exemplo, empilhar objetos de forma confiável e de modo simplificado, proporcionando uma superfície com velocidade de aproximadamente zero, que realiza o empilhamento de tais itens.
A referência será feita agora aos desenhos que descrevem vários aspectos das modalidades exemplificativas da invenção. Entende-se que os desenhos são representações diagramáticas e esquemática de tais modalidades exemplificativas, e não são limitadoras da presente invenção, nem qualquer elemento específico a ser
12/43 considerado essencial para todas as modalidades, ou que os elementos devam ser montados ou fabricados em qualquer ordem ou forma em particular. Portanto, nenhuma inferência deve ser elaborada a partir dos desenhos quando necessitar de qualquer elemento. Na descrição a seguir, vários detalhes específicos são estabelecidos a fim de proporcionar um conhecimento aprofundado da presente invenção. É óbvio, porém, para um especialista na arte que a presente invenção pode ser praticada sem esses detalhes específicos. Em outros casos, aspectos bem conhecidos de objetos empilháveis, técnicas gerais de fabricação, e produtos de embalhagem são descritos em detalhes aqui, a fim de evitar obscurecer desnecessariamente os aspectos novos da presente invenção.
Ά figura 1 e a discussão a seguir são destinadas a fornecer uma breve descrição geral de um dispositivo de empilhamento 100 exemplificativo no qual as modalidades da invenção podem ser aplicadas. Enquanto o dispositivo de empilhamento 100 para empilhamento de embalagens 150 será descrito a seguir, este é apenas um exemplo único e modalidades da invenção podem ser implementadas com outros tipos de objetos empilháveis. Assim, ao londo de todo este relatório descritivo e reivindicações, as frases objeto empilhável, item empilhável, e assim por diante destina a ser aplicado de forma ampla para qualquer tipo de
13/43 item que pode ser empilhado automaticamente em um sistema ou dispositivo de velocidade de aproximadamente zero, como os aqui descritos.
A figura 1 fornece uma visão geral de um dispositivo de empilhamento 100 de acordo com aspectos da presente invenção. O dispositivo de empilhamento 100 na Figura 1 é, no entanto, apenas um exemplo de um dispositivo de empilhamento 100 adequado ou sistema de empilhamento e não se destina a sugerir qualquer limitação quanto às possibilidades de uso ou funcionalidade de uma modalidade da invenção. Também o dispositivo de empilhamento 100 ilustrado e descrito deve ser interpretado como tendo qualquer dependência ou requisito relativo a qualquer um ou combinação dos componentes ilustrados no dispositivo de empilhamento 100.
Com referência à figura 1, um dispositivo de empilhamento 100 exemplificativo é amplamente ilustrado para incluir uma esteira sem fim 102. Na modalidade ilustrada, a esteira sem fim 102 é dobrado. Mais particularmente, como mostram as figuras 2A-2E, a esteira 102 é dobrada por ficar presa dentro de um conjunto de cilindro duplo 120, de tal forma que duas porções da esteira 102 são criadas, isto é, uma porção superior tendo uma superfície interna e externa, e uma porção inferior tendo uma superfície interna e externa. Conforme descrito
14/43 aqui, essa dobrar pode facilitar o empilhamento das embalagens ou outros materiais, e ainda pode fazê-lo de tal forma que a pilha 152 de tais materiais 150, o material a ser empilhados tem aproximadamente uma velocidade zero.
Em particular, o dispositivo de empilhamento 100 inclui nesta modalidade um mecanismo de acionamento 110, cuja banda 102 para ciclicamente orbitar ao redor de uma trajetória 112. Em uma primeira posição 114 ao longo da trajetória 112, materiais de embalagens 150 podem ser colocados em uma primeira porção 108 da esteira 102. Como esteira 102 ciclicamente órbita em torno da trajetória 112 e chega a uma segunda posição 116, os materiais de embalagem 150 podem cair da esteira 102 e ir para uma pilha 152 materiais de embalagem similares 150. Antes, depois ou mais ou menos no mesmo instante em que os materiais de embalagem 150 vão para a pilha 152, uma segunda porção da esteira 102 pode chegar a primeira posição 114 ao longo da trajetória 112 e receber materiais de embalagem 150 adicionais. 0 ciclo pode continuar tal como os materiais de embalagem 150 adicionais e, assim, a segunda porção da esteira 102, alcança a segunda posição 116, oaqueles materiais de embalagem 150 adicionais são descartados ou colocados na pilha 152.
dispositivo de empilhando 100, como ilustrado na figura 1, opcionalmente, inclui uma variedade de
15/43 características adicionais. Por exemplo, ele será apreciado que os materiais de embalagem 150 são empilhados pelo dispositivo 100 na pilha 152, a altura da pilha 152 pode aumentar. Por exemplo, na modalidade ilustrada, um palete 151 é fornecido como base para pilha 152, porém, em outras modalidades, a pilha 152 pode ser formada em outra superfície, como um piso, de modo que não é necessário ter palete 151. Antes de quaisquer materiais 150 serem empilhados em palete 151, a queda da esteira 102 para o palete 151 pode ser substancial. Essa queda podería fazer com que os materiais de embalagem 150 caiam no palete 151 fora de linha, causando aos materiais de embalagem 150 inferiores da pilha de ficarem potencialmente tortos.
Para reduzir ou eliminar os materiais de embalagem 150 de ficarem fora de linha, o dispositivo de empilhamento 100 pode ser configurado para reduzir ou eliminar a queda da esteira 102 oara o palete 151. Em particular, uma parte do ou todo o dispositivo 100 pode ser móvel, de modo a permitir o fácil empilhamento dos materiais, independentemente da altura da pilha 152. Em um exemplo, como ilustrado na Figura 1, o dispositivo 100 inclui um elevador 160. Elevador 160 pode incluir, por exemplo, cilindros pneumáticos ou hidráulicos que se move pelo menos uma porção do dispositivo 100 para cima ou para baixo, e pode, opcionalmente, mover todo o dispositivo 100 para cima ou para baixo. Por exemplo, na modalidade ilustrada, uma
16/43 porção da plataforma do dispositivo
100 que inclui o mecanismo de acionamento
110 esteira
102 substancialmente . alojada nesta está conectado a uma extremidade do elevador 160, e uma segunda extremidade do elevador da
160 é conectada a uma base 162 do dispositivo
100. Desta forma, se houver muito poucos itens na pilha
150, elevador 160 pode ser acionado e a plataforma do dispositivo 100 pode ser baixada de modo que a altura da queda seja reduzida. Notadamente, o dispositivo
100 pode ser reduzido em qualquer forma adequada, incluindo automaticamente ou manualmente. Quando a pilha 152 aumenta de altura, o dispositivo 100 pode, então, automaticamente ou manualmente ser deslocado para cima para permitir o empilhamento eficiente e confiável, mesmo com alturas maiores de materiais 150.
Outro aspecto do elevador 160 é que, ao permitir que o dispositivo 100 tenha sua altura modificada, o dispositivo 100 pode ser adaptado para ser usado com várias máquinas ou componentes diferentes. Por exemplo, vários tipos de embalagens ou outros materiais devem ser empilhados, e podem ser feitos ou formados a partir de máquinas diferentes. As máquinas diferente podem dispensar produtos produzidos em diferentes alturas. Ao ajustar o elevador 160, o dispositivo 100 pode ser facilmente
17/43 adaptado para operar com dispositivos de saída múltiplos, apesar das diferenças de altura em suas saídas. Além disso, embora um único elevador 160 seja ilustrado na modalidade ilustrada, será apreciado que vários elevadores podem ser usados. Por exemplo, pode haver um segundo elevador em um lado oposto do dispositivo 100. Além disso, vários elevadores podem ser utilizados para modificar a altura ou a orientação dos diferentes componentes do dispositivo 100. Por exemplo, um primeiro elevador pode ajustar a altura ou o ângulo em uma primeira extremidade do dispositivo 100 (por exemplo, próximo a primeira posição 114), enquanto que um segundo elevador pode ajustar a altura do dispositivo 100 mais próximo da pilha 150.
Além disso, conforme ilustrado na figura 1, o dispositivo 100 pode ser configurado para ser facilmente deslocada, de modo que este possa ser usado com diversas pilhas, dispositivos de saída múltiplos, e assim por diante. Em especial, na modalidade ilustrada, a base 162 do dispositivo 100 inclui rodas múltiplas 164 anexada a este. As rodas 162 são apenas um exemplo de um tipo de dispositivo de transporte que pode permitir uma circulação eficiente do dispositivo 100. Por exemplo, na modalidade ilustrada, o usuário pode inclinar o dispositivo 100 para frente ou para trás ao mover as rodas 164 do dispositivo 100. Em outras modalidades, no entanto, não é necessário
18/43 inclinar o dispositivo 100. Por exemplo, conforme ilustrado na Figura 3A, rodas podem ser ligadas a uma base de forma que elas possam ser utilizadas sem a inclinação do dispositivo de empilhamento, e tais rodas podem opcionalmente incluir um mecanismo de travamento para seletivamente travar as rodas ou outro(s) dispositivo(s) de transporte no lugar.
Se referido às figuras 2A-2E, uma discussão mais particular de uma forma exemplificativa da implementação do
dispositivo de empilhamento 100 da Figura 1, com uma
velocidade de aproximadamente zero na pilha 152 é
ilustrada. Será apreciado face às modalidades
exemplificativas aqui reveladas nas figuras 2A-2E são
ilustrações esquemáticas do dispositivo de empilhamento 100. Especificamente, vários componentes do dispositivo de empilhamento 100 da Figura 1 foram removidos, e a escala deste foi alterada, de modo a ilustrar com maior clareza os diferentes aspectos da modalidade pretendida. Por exemplo, o dispositivo de empilhamento 100 na Figuras 2A é ilustrado com uma escala que foi alterada em relação ao dispositivo de empilhamento 100 na figura 1, encurtando o comprimento da trajetória 112, aumentando a sua altura. Será apreciado levando em conta a divulgação aqui que tal mudança de escalas é fornecida para permitir que uma descrição mais clara e ilustração de uma órbita parcial dos cilindros 142,
19/43
144 em torno da trajetória 112, como refletido no ciclo orbital parcial das figuras 2A- 2E.
Com referência agora à figura 2A, um dispositivo de empilhamento 100 é ilustrado e inclui, entre outras coisas, um cilindro duplo 120, uma esteira 102, e um conjunto de cilindros que orbitam 140 (por exemplo, primeiro cilindro 142 e segundo cilindro 144). Na modalidade ilustrada, a esteira 102 tem uma configuração em loop e, portanto, uma esteira sem fim. Além disso, a esteira 102 tem uma construção continua e gira especificamente em torno do primeiro cilindro 142 e do segundo cilindro 144, de modo que cada um dos dois cilindros 142, 144 é interno em relação à esteira 102. Assim, em uma modalidade, a esteira 102 pode ser configurada para deslizar em torno do primeiro cilindro 142 e/ou segundo cilindro 144 enquanto gira, ou até mesmo no caso em que os primeiros e/ou segundo cilindros 142, 144 não estão girando.
Tal como demonstrado, a esteira 102 é, nesta modalidade, também passou pelo interior do cilindro duplo 120. Em particular, neste exemplo, o cilindro duplo 120 inclui uma primeira metade 122 que é espaçadas de uma segunda metade idêntica 124. Nesta modalidade, a esteira 120 passa entre a primeira metade 122 e a segunda metade 124 do cilindro duplo 120 passando pelo espaço 126 que separa a primeira metade 122 e a segunda metade 124.
20/43
Na modalidade ilustrada na figura 2A, o primeiro cilindro 142 e o segundo cilindro 144 são posicionados para estar no mesmo lado do cilindro duplo 120 e estão, nesta modalidade, no mesmo do dispositivo 100, em relação à primeira metade 124, já que tanto o primeiro quanto o segundo cilindros 142, 144 estão posicionados na mesma direção da primeira metade 122 como está na segunda metade do cilindro 124 do cilindro duplo 120. Como pode ser observado na Figura 2A, isso produz um efeito de dobradura que essencialmente dobra a esteira 102 em torno da segunda metade 124 do cilindro duplo 120. Isso pode causar, por exemplo, que esteira 102 se esfregue e se acople em pelo menos na segunda metade 124 do cilindro duplo 120.
Como ainda está esquematicamente ilustrado, um dispositivo exemplificativo do dispositivo de empilhamento 100 pode incluir uma trajetória predefinida tal como a trajetória 112 ilustrada. Em algumas modalidades, o primeiro cilindro 142 e o segundo cilindros 144 são configurados de tal forma que passam, essencialmente, ao longo da trajetória orbital 112. Opcionalmente, enquanto os cilindros 142, 144 se movem ao longo da trajetória orbital 112, eles são mantidas a uma distância igual uns dos outros, com sendo esta distância medida ao redor da circunferência da trajetória órbita 112. Assim, na figura 2A, quando o primeiro cilindro 142 está em um ponto médio
21/43 da porção superior da trajetória orbital 112, o segundo cilindro 144 pode estar em um ponto médio da porção inferior da trajetória orbital 112. Claro que, em outras modalidades, a trajetória orbital 112 não pode ser simétrica, os cilindros 142, 144 podem ser espaçados de modo que eles não são eqüidistantes em todas as porções ao longo da trajetória orbital 112, ou cilindros 142, 144 podem se mover independentemente umas das outras de modo que a distância entre elas mude com o tempo. Além disso, enquanto a trajetória 112 é ilustrada de modo geral como elíptica, pode ter outras formas. Por exemplo, a trajetória 112 poderá ser poligonal, podendo ser simétrica ou nãosimétrica.
A trajetória orbital 112 pode representar, na modalidade da figura 2A, uma porção do mecanismo de acionamento 110 que é usada para mover os primeiro e segundo cilindros 142, 144 ao longo da trajetória 112. Por exemplo, um mecanismo de direção 110 podem incluir uma uma corrente, correia ou cinta de acionamento de acionamento e/ou engrenagens de transmissão, rodas dentadas, ou rodas (como mostrado na figura 1), que substancialmente define a trajetória 112. Como tal, uma corrente, correia ou cinta de acionamento pode se mover ao longo da trajetória, 112, e mecanismo de acionamento 110 pode também fazer com que o primeiro e segundo cilindros 142, 144 sigam aproximadamente
22/43 o mesma trajetória 112.
Na modalidade exemplificativa nas figuras 2A-2E, o primeiro e segundo cilindros 142, 144 são ilustradas como se movendo no sentido horário em torno da trajetória orbital 112, representada pelas setas v na figura 2B. Por exemplo, conforme mostrado nas Figuras 2A e 2C, o primeiro cilindro 142 pode se mover de uma posição próxima ao ponto médio do topo da trajetória orbital 112 por uma órbita no sentido horário ao longo do trajeto 112 a uma posição essencialmente no lado direito da trajetória 112 (cujo movimento pode, por exemplo, ser acompanhado pelo movimento no sentido horário do primeiro cilindro 142 a partir de sua posição na figura 2A, para a posição na figura 2B, e posteriormente para a posição na figura 2C) . Nesse mesmo sentido, o segundo cilindro 144, que foi mostrado na Figura 2A, aproximadamente no ponto médio do fundo da trajetória 112, pode se mover para as posições subseqüentes, que são mais próximas ao lado esquerdo ilustrado da trajetória orbital 112 (cujo movimento é mostrado, por exemplo, na sequência da posição do segundo cilindro 144 na segunda figura 2A através da figura 2C) . Obviamente, a referência para os lados direito e esquerdo do dispositivo de empilhamento 100 ou trajetória 112 são apenas conveniência quando se refere às figuras ilustradas, e são arbitrárias como uma perspectiva do outro lado do dispositivo 100 podería render direções opostas.
23/43
Como os cilindros 142, 144 orbitam em torno da
traj etória 112, eles podem também ser deixados girar em
torno dos seus respectivos eixos longitudinais . Isto é
melhor ilustrado na Figura 2B, que ilustra cilindros 142,
4 como tendo um movimento de modo geral linear ao longo da trajetória 112 (e ao longo das setas v), tendo também um movimento rotacional sobre seus respectivos eixos (representados pelas setas ω) . Assim, como cilindros 142, 144 se movem nas respectivas direções laterais ao longo da trajetória orbital 112, a esteira 102 e/ou os cilindros 142, 144 também podme girar na mesma direção da trajetória orbital 112. Em especial, na modalidade ilustrada, enquanto os cilindros 142, 144 orbitam no sentido horário ao longo da trajetória 112, cada primeiro e segundo cilindros 142, 144 também pode girar em torno dos seus respectivos eixos internos no sentido horário.
Voltando brevemente a Figura 2A, pode-se observar que, enquanto a esteira 102 e os cilindros 142, 144 se movem ao longo da trajetória orbital 112, as embalagens 150
podem ser colocada na esteira 1 L20. Por exemplo, na
modalidade ilustrada, a embalagem 150 pode ser colocada
sobre uma superfície externa 103 da porção superior da
esteira 102 . Enquanto so cilindros 142 , 144 e a esteira
102, orbitam ao longo da trajetória 112 para a posição na
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Figura 2B, a embalagem 150 é levada na esteira 102 e para a pilha 152. Através da órbita continua, como ilustrado nas figuras 2C a 2E, a porção superior da esteira 102 se torna gradualmente mais próxima da pilha 152 e os pontos ilustrados nas figuras 2C e 2D, cai na embalagem 150 de pilhas 152. 0 movimento dos cilindros 142, 144 e a esteira
102 continua em torno da trajetória 112 e o ciclo de empilhamento pode começar novamente. No novo ciclo, no entanto, como o mostrado na figura 2E, o cilindro duplo 120, a esteira 102, e os cilindros 142, 144 foram mudaram efetivamente de posição. Em particular, a porção da esteira 102, que foi previamente na porção inferior da trajetória 112 já seguiram a circunferência da trajetória 112 e está no topo da trajetória 112. Da mesma forma, o segundo cilindro 144 agora moveu-se para a parte superior da trajetória 112. Além disso, enquanto a esteira 102 foi anteriormente dobrada em torno da segunda metade do cilindro duplo 120, o cilindro duplo 120 também girou em torno de cento e oitenta graus, de modo que esteira 120 agora é dobrada em torno da primeira metade 122 do cilindro duplo 120.
As figuras 2B a 2E mostram em maiores detalhes um exemplo em que vários componentes de um dispositivo de empilhamento 100 pode realizar uma troca de posição rotacional e trocar de lugares como aqui descritos. Em
25/43 particular, a figura 2B ilustra uma posição do primeiro e segundo cilindros 142, 144, pouco antes de cilindro duplo
120 começar a girar sobre seu eixo central. Em uma modalidade, por exemplo, o cilindro duplo 120 pode girar livremente em torno de seu eixo central e/ou um eixo sobre o qual está disposto. Em tal modalidade, não é necessário que os cilindros duplos 120 sejam acoplados a um mecanismo de acionamento 110. De fato, em algumas modalidades o cilindro duplo 120 não está conectado a um motor, corrente, cinta separadas, ou algo parecido, mas é forçado a girar pela esteira sem fim 102, uma vez que órbita em torno da trajetória 112, e enquanto a esteira 102 é puxada pelos cilindros 142, 144. Assim, o cilindro duplo 120 pode ser indiretamente acoplados ao mecanismo de acionamento 110 (por exemplo, através da esteira 102 e/ou cilindros 142, 144) em oposição ao mecanismo de acionamento 110 diretamente acoplado. Por exemplo, conforme mostrado nas figuras 2B a 2E, enquanto a esteira 102 órbita ao longo da trajetória 112, os cilindros 142, 144 terão a porção inferior da esteira 102 ao redor do lado direito ilustrado de cilindro duplo 120 e volta para o lado esquerdo do cilindro duplo 120. O segundo cilindro 144 pode, então, orbitar no sentido horário ao longo da trajetória 112 e em torno dos cilindros duplos 120, fazendo com que a esteira 102 se encaixe contra a primeira metade 122 do cilindro
26/43 duplo 120. Ao acoplar o cilindro duplo 120 desta maneira, a esteira 102 pode fazer com que o cilindro duplo 120 gire para a posição finalmente ilustrada na figura 2D. Obviamente, em outras modalidades, o cilindro duplo 120 pode ser encaixado diretamente ao mecanismo de acionamento 110 110, ou a um mecanismo de acionamento separado (não mostrado), fazendo com que o cilindro duplo 120 gire.
Para facilitar a circulação da esteira 102, a esteira 102, opcionalmente, inclui uma superfície de alta fricção na sua parte externa 103, e pode, opcionalmente, ter uma superfície de baixa fricção em sua parte interna 105. Como pode ser visto nas figuras 2A a 2E, a superfície externa 103 recebe materiais de embalagem 150, mas também se encaixa contra cada uma das primeira e segunda metades 122, 124 do cilindro duplo 120. Uma característica de tal superfície de alta fricção é que ele pode facilitar a adesão da embalagens 150 de forma que haja pouco ou nenhum deslizamento entre a embalagem 150 e esteira 10, enquanto a esteira 102 órbita em torno da trajetória 112. Uma segunda característica de tal tratamento da superfície de alta fricção é assim isto também pode facilitar o movimento da esteira 102 de uma forma que confiantemente empilhe as embalagens 150.
Uma superfície interna de baixa fricção 105 pode igualmente facilitar essa confiança no empilhamento das
27/43 embalagens 150. Por exemplo, uma superfície de baixa fricção pode permitir que a esteira 102 gire livremente em torno do primeiro e segundo cilindros 142, 144 que estão em contato com a superfície interna 105 da esteira 102. Além disso, e como mostrado na figura 2A, a esteira 102 pode ser dobrada sobre si tal como dentro do cilindro duplo 120, duas localidades do interior da superfície 120 delizam umas contra as outras dentro do cilindro duplo 120. A superfície interna de baixa fricção 105 pode, portanto, reduzir o atrito quando a superfície interna da esteira 105 deslizar umas contra as outras e dentro do cilindro duplo 120.
Fazendo referência agora a figura 2E, uma discussão mais particular do mecanismo de acionamento 110 é dada. No mecanismo de acionamento especial 110, opcionalmente, inclui uma corrente, cinta de acionamento ou similares, como ilustrado na figura 1. Como uma corrente ou cinta, por exemplo, se movem, elas podem se mover em geral ao longo da trajetória 112 a uma velocidade particular (v). Enquanto o mecanismo de acionamento 110 se move em tal velocidade, o primeiro e segundo cilindros 142, 144 podem correspondente orbitar mais ou menos na mesma velocidade (v) em torno da trajetória 112. Na orientação ilustrada na Figura 2E, o segundo cilindro 144 (ou seja, o cilindro superior), assim se move ao longo da trajetória 112 e para a direita com velocidade (v), enquanto o primeiro cilindro 142 (ou seja,
28/43 o cilindro inferior) se move ao longo da trajetória 112 e para esquerda com velocidade (v). A esteira 102 pode acoplar os cilindros duplos 120, incluindo, opcionalmente, uma superfície de alta fricção, e previnir ou substancialmente eliminar o deslizamento da esteira 102 em relação à superfície do cilindro duplo 120 em que está acoplada. Como resultado, a velocidade da esteira 102 contra à primeira metade 122 do cilindro duplo 120 pode ser aproximadamente zero. Como a esteira 102 é substancialmente acoplada contra a primeira metade 122 do cilindro duplo 120, e como o primeiro e segundo cilindros 142, 144 continuam em órbita, a esteira 102 pode rolar em torno do primeiro e segundo cilindros 142, 144. Em particular, como a esteira 102 tem aproximadamente zero em relação a velocidade contra a primeira metade 122 dos cilindros duplos 120, a velocidade relativa das outras porções da esteira 102 aproximadamente dobra. A titulo de exemplo, as porções da esteira sem fim 102 no topo do segundo cilindro 144 e no primeiro cilindro 142 tem aproximadamente o dobro da velocidade (v), enquanto a velocidade relativa da esteira 102 embaixo do segundo primeiro cilindro 142 pode ser
Assim, pode-se observar que, cilindro 144 e acima do de aproximadamente zero.
quando os materiais de embalagem 150 são recebidos, eles podem ser alimentados à direita (na modalidade ilustrada) a uma velocidade relativa
29/43 igual ao da porção da esteira em que são recebidos (por exemplo, 2v).
Além disso, ele será apreciado que quando os cilindros 142, 144 orbitam em torno da trajetória 112, e o movimento orbital de um cilindro começa a afastá-lo da pilha 152 (ou seja, à esquerda na modalidade ilustrada), o material de embalagem 150 na esteira 102 no topo de tais cilindros 142, 144 experimenta uma mudança na velocidade relativa. Especificamente, como mostrado nas figuras 2C a 2E, quando o cilindro inferior 142 órbita pela trajetória 112 e começa a se mover para a esquerda ao longo da trajetória 112, a velocidade relativa da esteira 102 no topo do cilindro inferior 142 (gue é a porção da esteira em gue os materiais de embalagem 150 foram previamente colocados) tem aproximadamente velocidade zero. Assim, a porção da esteira 102, que está entregando as embalagens 150 não tem velocidade efetiva quando a embalagem 150 não chega a pilha 152. Como resultado, a esteira 102 desaparece sob embalagem 150 sem qualquer velocidade relativa. Essa velocidade zero do empilhamento, assim, torna possível a confiabilidade da pilha de embalagens complexas ou outros objetos empilháveis, isoladamente ou em combinações praticamente ilimitadas, com pouco ou nenhum risco de atolamento.
Outra forma de descrever o acima é olhar para o
30/43 movimento orbital e rotacional do primeiro e segundo cilindros 142, 144. Em particular, como observado acima, os cilindros 142, 144 estão se movimentando em torno da trajetória orbital 112 a uma velocidade (v) , enquanto o cilindro duplo 102 pode efetivamente não ter nenhum movimento orbital. Assim, quando o segundo cilindro 144 órbita no sentido horário 144 (e à direita na Figura 2E) com velocidade (v) , o primeiro cilindro de 142 órbita no sentido horário (e à esguerda na Figura 2E) com velocidade (v). Em seguida quando a esteira 102 se acopla ao cilindro duplo 120, a esteira 102 pode rolar em relação à órbita dos cilindros 142, 144. Em particular, os cilindros 142, 144 podem não ter somente um movimento orbital na velocidade do mecanismo de acionamento 110 (por exemplo, a velocidade (v) ) , mas os cilindros 142, 144 podem também girar no sentido horário em torno de seus próprios eixos internos à mesma velocidade (v) . Assim, no que diz respeito à ilustração da Figura 2E, no cilindro superior 144, a esteira 102 se move para a direita, e órbita ao longo da trajetória 112, com uma velocidade (v) , ao mesmo tempo que gira no sentido horário em torno do cilindro superior 144 (também à direita na modalidade ilustrada) a uma velocidade (v). Assim, a velocidade relativa da esteira 102, quando no topo da trajetória 112 é a combinação das duas velocidades. Particularmente, enquanto que no topo da trajetória 112, o
31/43 cilindros 144 está se movendo para a direita com velocidade (v) e girando a uma velocidade (v) , o cilindro de 142 e a esteira 102 no cilindro 142 possuem velocidades de cerca de (2v) quando os movimentos orbital e rotacional estão na mesma direção.
De forma semelhante, quando um cilindro e a esteira 102 interropem a trajetória 112 e o cilindro 142 começa a se mover para a esquerda na modalidade ilustrada, a esteira 102 tem uma velocidade (v) para a esquerda ao longo da trajetória orbital 112. No entanto, o cilindro 142 continua a girar no sentido horário, de modo que a esteira 102 é girada em torno do cilindros 142 para a direita com velocidade (v) . Assim, a velocidade relativa da esteira 102, quando no lado inferior da trajetória 112, é a combinação das duas velocidades. Em particular, a velocidade orbital (v) para a esquerda combinada com a velocidade de rotação (v) para a direita, combinadas e dão uma velocidade de cerca de Ov, na medida em que o movimento orbital e rotacional estão em direções opostas.
Deve-se considerar que os aspectos acima são meramente exemplificativos, e não são limitativos à presente invenção. Por exemplo, nas modalidades ilustradas, a trajetória 112 ilustrada é substancialmente elíptica, embora este exemplo seja único, e pode ser uma questão de escala. Por exemplo, a trajetória 112 do dispositivo 100
32/43 ilustrada na Figura 1, parece mais alongada e/ou linear devido ao aumento da proporção do comprimento da trajetória
112 relativa a altura da trajetória 112.
Além disso, embora um cilindro duplo 120 seja ilustrado nas Figuras 2A-2E, isto também é somente um exemplo. Em outras modalidades, um cilindro exemplificativo pode ter, por exemplo, metades não-idênticas, três ou mais partes. Por exemplo, no exemplo ilustrado enquanto a esteira 102 é dobrada através de cilindros duplos 120 apenas uma única vez, em outras modalidades da esteira 102 pode ser dobrada várias vezes, e pode, em alguns casos, ser dobrada várias vezes em torno de um cilindro rotativo seletivamente, como cilindro duplo 120. Por exemplo, a esteira de 103 pode ser dobrado duas vezes através de um cilindro triplo, o que podería resultar em três dobras ou porções da esteira sem fim. Da mesma forma, um cilindro quadrúplo pode ter a esteira sem fim passando por quatro vezes, e pode resultar em quatro porções da esteira sem fim. Assim, embora o termo cilindro duplo seja usado aqui, não se deve limitar a um cilindro que tenha apenas duas porções, mas pode incluir um cilindro que tenha mais duas ou mais porções.
As figuras 3A e 3B ilustram, por exemplo, as modalidades alternativas de um dispositivo de empilhamento 200, em que uma configuração alternativa de um cilindro
33/43 duplo 220 é fornecido. Conforme mostrado na Figura 3A, por exemplo, um dispositivo de empilhamento 200 inclui funcionalidades semelhantes ao dispositivo 100 da Figura 1. Por exemplo, o dispositivo de empilhamento 200 inclui uma esteira 202 que é enrolada em torno de dois cilindros orbitantes 242, 244, ao mesmo tempo sendo dobrado entre um cilindro duplo 220. Também de modo semelhante ao dispositivo 100 da figura 1, como um objeto empilhável 250 é recebido na esteira 202, os cilindros 242, 244 podem órbita em torno de uma trajetória 212. Como os cilindros 242, 244 fazem, a esteira 202 também orbitam ao seu redor, fazendo com que o objeto 250 se mova para uma posição empilhada. Além disso, quando o cilindro 244 mse move no sentido horário no lado inferior da trajetória 212 (ou seja, à esquerda na modalidade ilustrada), fazendo o cilindro duplo 220 girar sobre seu eixo e o cilindro 244 pode então ir para a parte de cima da trajetória 212, enquanto o cilindro 242 se move para a parte de baixo da trajetória 212. Tal como demonstrado na figura 3A, pode-se ver que a trajetória 212 pode ter qualquer configuração adequada.
Em especial, na modalidade ilustrada, a traj etória
212 não é simétrica.
Especificamente, na modalidade ilustrada, a porção da trajetória 212 mais próxima do cilindro duplo
220 tem uma forma que é diferente da forma da trajetória 212 em uma porção mais afastada do
34/43 cilindro duplo 220.
Passando agora para a figura 3B, uma discussão mais particular é fornecida para o cilindro duplo 220 alternativo ilustrado na Figura 3A. Como será apreciado, tendo em vista a divulgação aqui dada, o cilindro duplo 220 inclui vários componentes, e esses componentes podem ser fixado à carcaça do dispositivo 200, podem ser acoplados em conjunto como uma sub-montagem, ou pode ser instalado de qualquer outra forma adequada. Na modalidade especial ilustrada na Figura 3B, o cilindro duplo 220 é um conjunto que inclui dois cilindros rotativos 222, 224, e quatro cilindros estacionários 226a-d. Conforme descrito acima no
que diz respeito às figuras 1· -2E, uma esteira 102 foi
dobrada dentro de cilindro duplo 120. De maneira
semelhante, pode ser visto que a esteira 202 é dobrada
dentro de cilindro duplo 220. Em especial, na modalidade ilustrada, a esteira 220 está enrolada com os dois cilindros rotativos 222, 224, bem como os dois cilindros guia 226b, 226d, apesar de tal configuração ser apenas uma modalidade alternativa de um cilindro duplo.
Mais especificamente, na modalidade ilustrada, a esteira 202 pode ser enrolada em torno de um cilindro superior (por exemplo, o cilindro 242 na figura 3A) e um cilindro inferior (por exemplo, o cilindro de 244 na figura 3A) que se movem ao longo da trajetória 112. A porção da
35/43 esteira 202 entre os cilindros 242, 244 pode, então, ser direcionada para o cilindro duplo 220. A porção mais externa da esteira dobrada 202 (por exemplo, a porção de esteira 202 que se desloca ao longo da parte superior do cilindro 242 e ao longo da parte inferior cilindro 244) entra no cilindro duplo 220, e se acopla contra os cilindros rotativos 222, 224, enquanto a porção mais interna da esteira dobrada 202 (por exemplo, a porção de esteira 202 que se desloca ao longo da parte inferior do cilindro 242 e a porção superior do cilindro 244) entra no cilindro duplo 220, e se acopla contra os cilindros guia 226b, 226d.
Na posição ilustrada, a esteira 202 pode rolar em torno dos cilindros rotativos 222, 224, fazendo-os girar, e também pode rolar em relação aos cilindros guia 226b,d. Em uma modalidade, os cilindros guia 226b,d são estacionários e não giram em torno de seu eixo interno, embora em outra modalidade os cilindros guia 226a-d possam ser configurado para rodar. Além disso, conforme dito acima acima, que os cilindros rotativos 222, 224 são girados pela esteira 202, isso é apenas um exemplo e em outras modalidades, por exemplo, os cilindros 222, 224 podem ser conectados a um mecanismo de acionamento que movimenta os cilindros 242, 244, portanto, podem rodar mesmo sem a esteira 202.
Tendo em vista a discussão acima relacionadas às
36/43 figuras 2A-2E, será apreciado que os cilindros 242, 244 ilustrados na figura 3A pode orbitar em torno da trajetória 212. Còmo parte dessa órbita, o cilindro 244 pode, por exemplo, girar no sentido horário, em torno da trajetória 212 e para a esquerda na porção de baixo da trajetória 212. Quando o cilindro 220 se aproxima do cilindros duplo 220, a trajetória da esteira 202 dentro do cilindro duplo 220 pode mudar. Especificamente, quando o cilindro 244 se move para os cilindros guia 226a, 226c, a porção mais externa da esteira 202, que está acoplada contra os cilindros rotativos 222, 224 pode ser movida para o acoplamento com os cilindros guia 226a, 226c. Além disso, a porção mais interna da esteira 220 anteriormente acoplada com cilindros guia 226b, 226d pode mover-se em acoplamento com os cilindros rotativos 222, 224. Além disso, como a rotação continua, a esteira 220 pode acoplar os cilindros guia 226a, 226c e fazer girar o cilindro duplo 220. Especificamente, o cilindro duplo 220 pode rodar cerca de 180 graus em torno do seu centro, de modo que os cilindros rotativos 222, 224 troquem de posição, e de forma que cilindros guia 226a, 226c troquem de posição com os cilindros guia 226b, 226d.
Deve-se apreciar que o cilindro duplo 220 ilustrado nas figuras 3A, 3B também é apenas um exemplo de um cilindro duplo adequado para uso em um dispositivo de
37/43 empilhamento de acordo com aspectos da presente invenção, e não é limitativo a presente invenção. Por exemplo, em outras modalidades, os cilindros guia 226a-d podem ser substituído. A título de exemplo, um cilindro só pode ser utilizados em cada lado dos cilindros rotativos 222, 224. Além disso, não é necessário que os cilindros guia seja totalmente usado. Por exemplo, cilindros guia 226a-d podem ser substituídos por uma barra ou trilho, ou várias barras ou trilhos, que se acoplam contra a esteira 202 no cilindro duplo 220. Além disso, não é necessário que o cilindro duplo compreenda cilindros separados. Por exemplo, em uma modalidade alternativa, o cilindro duplo pode compreender um cilindro rotativo interno único, e as guias duplas em ambos os lados da mesma.
Por conseguinte, o cilindro duplo 220 pode ter várias configurações e pode oferecer muitas das mesmas características do cilindro duplo 120 das figuras 2A-2E. De fato, diferentes configurações podem ser desejáveis, com base na aplicação. Por exemplo, a configuração nas figuras 3A, 3B pode ser utilizada quando, por exemplo, quando uma esteira se esfrega contra si mesma (por exemplo, conforme ilustrado na Figuras 2A-2E) e/ou quando se deseja reduzir o ruído gerado pelo atrito gerado contra ela mesma. No entanto, independentemente da modalidade utilizada, os cilindros duplos podem permitir que uma esteira seja dobrado para facilitar a velocidade aproximadamente zero do empilhamento dos objetos empilháveis. Além disso, essas configurações de cilindros duplos também podem girar para coincidir com o movimento orbital dos cilindros em órbita,
38/43 que levam a esteira para uma pilha de objetos, de modo que as diferentes metades ou diferentes cilindros rotativos, do cilindro duplo, troquem de locais, durante meia órbita dos cilindros orbitantes que se movem ao longo da trajetória orbital.
Em alguns casos, as várias modalidades divulgadas aqui podem fornecer recursos adicionais e aspectos útil na tomada de um dispositivo de empilhamento 100, 200 que opera com baixo consumo de energia e/ou uma quantidade maior de segurança para o operador. Por exemplo, na modalidade de um dispositivo de empilhamento 100 nas figuras 2A-2E, a esteira 102 pode se acoplar as duas metades do cilindro duplo 120 e fazer com que a cilindro duplo 120 para girar cento e oitenta graus de cada vez. 0 mesmo conceito pode ser empregado com dispositivo de empilhamento 200, com esteira 202 acoplando cilindros 224, 226 e guias 226a-d, fazendo o cilindro duplo 220 rodar em cento e oitenta graus. No caso de um dispositivo de empilhamento 200, cilindros 222, 224 e guias 226a-d podem ser conectados a um transportador que os ligam juntos para uma rotação em conjunto em torno do centro do cilindro duplo 220. Em
39/43 alguns casos, o movimento da correia 202, quando esta correia alternativamente acopla as guias 226a-d e os lados opostos dos cilindros 224, 226 podendo girar o cilindro duplo 220 de forma mais eficiente do que é feita com o cilindro duplo 120. A este respeito, o torque necessário para girar o cilindro duplo 220 pode ser reduzido, permitindo assim que o tamanho do motor usado no mecanismo de acionamento 210 seja reduzido. Ao reduzir o torque e o tamanho do motor/saida, a eficiência do dispositivo de empilhamento, pode ser melhorada e se torna mais seguras para a operação.
Como será apreciado tendo em vista à divulgação dada aqui, que nenhuma característica ou componente . aqui descrito são considerados essenciais ou necessários para todas as propostas, excepto quando expressamente descrito como tal. Além disso, enquanto as modalidades ilustradas, e as respectivas discussão relacionadas, fornecem exemplos específicos das operações dos dispositivos de empilhamento, tais ilustrações e discussões são apenas exemplificativas. Por exemplo, enquanto o ciclo ilustrado na figuras 2A-2E, e a discussão relatada aqui, representa a liberação dos materiais de embalagem de uma porção da esteira e em uma pilha anterior para receber materiais de embalagem adicionais sobre a segunda porção da esteira, somente como exemplo. Na verdade, conforme ilustrado na figura 1, em
40/43 alguns casos, os materiais de embalagem adicionais podem ser recebidos na segunda porção da esteira antes ou mais ou menos ao mesmo tempo em que a primeira porção da esteira lança o material de embalagem para a pilha. De fato, na medida em que a esteira ilustrada pode ciclicamente órbita e pode liberar os materiais de embalagem para a pilha enquanto os materiais de embalagem chegam a pilha, não há nenhuma exigência para um momento particular. Assim, enquanto alguns sistemas que utilizam um braço robótico pode fazer uso de programas de elementos de tempo específicos, algumas modalidades da presente invenção não precisa ser limitada a tempos específicos para a recepção dos materiais de embalagem. Assim, pode haver um fluxo contínuo de materiais de embalagem de uma ou mais máquinas, e em intervalos regulares ou irregulares. De fato, várias máquinas com diferentes itens empilháveis ou configurações, que cada uma usar a mesma máquina de empilhamento tanto de forma síncrona como assíncrona.
Além disso, a operação do dispositivo de empilhamento de acordo com as modalidades reveladas aqui ou que podem ser aprendidas por um técnico no assunto, por conta dessa divulgação, não precisa operar em um modo de ciclo contínuo. Por exemplo, enquanto que em uma modalidade, a esteira pode orbitar ao redor da trajetória orbital com uma velocidade constante, normalmente isso não é necessário.
41/43
Por exemplo, em algumas modalidades, a esteira pode parar, ou pode mudar de velocidade durante uma órbita. Por exemplo, no ponto em que é recebido um objeto empilhável, a esteira pode parar de se mover, e então pode começar a se mover novamente após receber o um objeto empilhável.
Além disso, enquanto os cilindros que orbitam, descritos e ilustrados neste documento, são mostrados para estar dentro de uma plataforam e/ou na parte interna de uma esteira, em outras modalidades estes cilindros podem ser colocados externamente. Além do acima, ou em combinação apenas com determinados aspectos acima, outras máquinas de empilhar, dispositivo de empilhamento ou máquina de empilhar de acordo com modalidades da presente invenção também pode incorporar outras funções.
Por exemplo, de acordo com um aspecto, um dispositivo de empilhamento pode incluir um ou mais recursos que facilitam a precisão na colocação de objetos na pilha. Por exemplo, quando um dispositivo, tal como os ilustrados acima colocam (por exemplo, caem) as embalagens ou outros objetos empilháveis em uma pilha, pode haver alguma imprecisão nas laterais e/ou nas direções longitudinais. Para melhorar a precisão, uma parada física, como um poste barra, ou suporte, pode ser usado na própria pilha. Além disso, alternativamente, um sensor (por exemplo, um sensor óptico) poderá, alternativamente, ser utilizado para
42/43 detectar o posicionamento dos objetos empilháveis. Se, por exemplo, o material não está dentro dos limites de tolerância, o sensor pode alertar ao sistema e fazer com que um indivíduo ou outro dispositivo mova a embalagem. Além disso, ou alternativamente, quando tal sensor é ativado, um êmbolo percutor pode ser pressionado contra a embalagem para movê-la para a posição, e tal êmbolo percutor podem ser acionados automaticamente ao receber o sinal do sensor, ou pode ser acionado manualmente por um operador.
Em outras modalidades, outros sistemas de posicionamento e/ou mecanismos de segurança podem ser empregados. Por exemplo, um sistema de posicionamento pode ser usado para garantir que a esteira continue devidamente posicionado em órbita em torno dos cilindros (por exemplo, sendo mantida centrada sobre os cilindros). Para manter essa posição, sulcos podem ser formados nos cilindros para ajustar a esteira nele e/ou cilindros Bomberade podem ser utilizados. Além disso, uma capa ou outro mecanismo de segurança pode ser empregado para prevenir a inserção de mãos ou dedos dentro ou perto da esteira em órbita.
A presente é suscetível a várias modificações e meios alternativos, e exemplos específicos destas têm sido mostrados como exemplo nos desenhos e são descritos em detalhes aqui. Entretanto, deve ser entendido, que a
43/43 invenção não deve ser limitada aos aparelhos ou métodos particularmente revelados, mas pelo contrário, a invenção aqui descrita engloba todas as modificações, equivalências, e alternativas que se inserem no espirito e escopo das 5 reivindicações.
1/6

Claims (20)

  1. REIVINDICAÇÕES
    1. Aparelho de empilhamento CARACTERIZADO pelo fato de compreender:
    um mecanismo de acionamento, uma esteira móvel conectado ao dito mecanismo de acionamento, em que o dito esteira móvel é configurada para ser movida pelo dito mecanismo de acionamento ao longo de uma trajetória orbital, e um cilindro duplo tendo primeira e segunda porções, em que a dita primeira e segunda porções são configuradas para se ecaixarem contra a dita esteira móvel e dobrar a dita esteira móvel em pelo menos duas porções de esteira.
  2. 2. Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação
    1, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito mecanismo de acionamento inclui pelo menos dois cilindros configurados para se moverem ao longo do dito trajeto orbital.
  3. 3. Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 2, CARACTERIZADO pelo fato de que os ditos pelo menos dois cilindros são projetados para girar em torno de seus eixos internos.
  4. 4. Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito cilindro duplo compreende:
    pelo menos dois cilindros rotativos configurados para para se acoplarem contra uma primeira superfície da dita esteira móvel, e pelo menos duas guias configuradas para acoplar alternadamente a dita esteira móvel.
  5. 5.
    2/6
    Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 4, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita primeira superfície é uma superfície interna da dita esteira móvel, e onde as duas ditas pelo menos duas guias são configuradas para acoplar uma superfície externa da dita esteira móvel.
  6. 6.
    Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 1,
    CARACTERIZADO pelo fato de que o dito cilindro duplo compreende: pelo menos duas porções substancialmente idênticas configuradas para para se acoplarem contra uma primeira superfície da dita esteira móvel, em que as ditas primeira e segunda porções são configuradas para se acoplarem na superfície externa da dita esteira móvel.
  7. 7. Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita esteira móvel é configurada para orbitar em torno da dita trajetória orbital e para girar em torno de pelo menos dois cilindros sobre a superfície interna da dita esteira móvel que também órbita em torno dita trajetória orbital.
  8. 8. Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito mecanismo de acionamento inclui dois cilindros internos que orbitam ao longo da dita trajetória orbital, e enquanto os ditos dois cilindros internos orbitam ao longo da dita trajetória orbital, o dito cilindro duplo e a dita esteira realizam uma troca de posição rotacional.
    3/6
  9. 9. Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO por adicioanalmente compreender:
    pelo menos dois elementos em órbita conectados ao dito mecanismo de acionamento e a dita esteira móvel, em que o dito pelo menos dois elementos orbitantes estão dispostos dentro da dita esteira móvel e órbitam ao longo do dito trajeto orbital com a dita esteira móvel e onde em uma posição pré-definida de tais membros orbitantes, a dita esteira móvel pelo menos parcialmente faz com que o dito cilindro duplo gire sobre seu centro.
  10. 10. Aparelho de empilhamento, CARACTERIZADO pelo fato de compreender:
    um conjunto de cilindros tendo pelo menos primeira e segunda porções;
    uma esteira passante contra a dita primeira porção e a dita segunda porção do referido conjunto de cilindros, e um mecanismo para fazer com que a dita esteira orbite por um trajeto, onde o dito mecanismo é disposto para fazer com que a dita esteira de receba um item empilhável e mova o dito item empilhável para um local predeterminado, em que dito local predeterminado, a dita esteira libera o dito item empilhável, continuando a orbitar ao longo do dito trajeto, mas com velocidade total de aproximadamente zero.
  11. 11. Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADO pelo fato de que o dito local predeterminado, a dita esteria tem uma rotação que é
    4/6 essencialmente impedida pelo seu movimento orbital.
  12. 12. Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 10, CARACTERIZADO pelo fato de o dito mecanismo inclui dois cilindros que se encaixam na dita esteira e facilita pelo menos a dita órbita da dita esteira ao longo do dito trajeto.
  13. 13. Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 12, CARACTERIZADO pelo fato de que os ditos dois cilindros adicionais estão dispostos dentro da dita esteira.
  14. 14.
    Aparelho de empilhamento reivindicação 10, CARACTERIZADO pelo esteira tem uma superfície externa que
    de acordo com a fato de que a dita se encaixam em pelo
    cilindros.
    menos uma porção do referido conjunto de
  15. 15. Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 14, CARACTERIZADO pelo fato de que superfície externa da dita esteira se encaixa em uma a dita ou mais guias do referido conjunto de cilindros.
    mecanismo inclui um reivindicação 14,
  16. 16. Aparelho
    i de empilhamento de acordo com a CARACTERIZADO pelo fato de que o dito ί primeiro cilindro e um segundo cilindro
    configurado para orbitar ao longo do dito trajeto, onde:
    em uma primeira posição onde os ditos primeiro e segundo cilindros estão ambos do mesmo lado do dito conjunto de cilindros, o dito conjunto de cilindros é substancialmente estacionário em relação ao seu centro, e em uma segunda posição onde os ditos primeiro e
    5/6 segundo cilindros estão em lados opostos ao dito conjunto de cilindros, a dita esteira pelo menos parcialmente faz com que o dito conjunto de cilindro gire coletivamente.
  17. 17. Aparelho de empilhamento, CARACTERIZADO pelo fato de compreender:
    dois cilindros internos;
    um cilindro duplo seletivamente rotativo, separado dos ditos dois cilindros internos, e tendo pelo menos uma primeira e segunda porção, um mecanismo de acionamento acoplado aos ditos dois cilindros internos, onde o dito mecanismo de acionamento é configurado para fazer com que dito que os dois cilindros internos sigam em uma trajetória orbital, e uma esteira sem fim envolve os ditos dois cilindros internos, e passa pelo dito cilindro duplo, de modo que os ditos dois cilindros internos são internos em relação à dita esteira sem fim e cada um faz contato contra uma superfície interna da dita esteira sem fim, e deste modo o dito cilindro duplo é pelo menos parcialmente externo em relação à referida esteira sem fim e é pelo menos parcialmente encaixado contra uma superfície externa da dita esteira sem fim, onde a dita superfície externa da dita esteira é adaptada para receber um ou mais itens empilháveis em uma porção desta, em que a dita órbita dos ditos dois cilindros externos fazem com que a dita esteira sem fim siga aproximadamente ao longo da dita trajetória orbital, e onde a dita esteira sem
    6/6 fim é ainda configurada de modo que, quando a dita esteira sem fim segue ao longo da dita trajetória orbital, os ditos um ou mais itens empilháveis são depositados em uma pilha de itens empilháveis, e onde a dita porção da dita superfície externa na qual os ditos um ou mais itens empilháveis são recebidos é configurada para ter velocidade de aproximadamente zero, enquanto um ou mais itens empilháveis são depositados na dita pilha.
  18. 18. Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita primeira porção é configurada para orbitar em torno de um centro do dito o cilindro duplo rotativo, e a dita segunda metade está configurada para orbitar em torno do centro do dito o cilindro duplo rotativo.
  19. 19. Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADO pelo fato de que as ditas primeira e segunda porções são configuradas para acoplar alternadamente a dita esteira sem fim.
  20. 20. Aparelho de empilhamento de acordo com a reivindicação 17, CARACTERIZADO pelo fato de que a dita primeira porção compreende um primeira guia e a dita segunda porção inclui uma segunda guia, e onde cada uma das ditas primeira e segunda guias às vezes são acopladas na dita esteira sem fim, e onde em algumas posições ao longo do dito trajeto orbital, a dita esteria se acopla somente na dita primeira guia, e não na dita segunda guia.
    1/5
    Λ
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