BRPI1004990A2 - àrgço transportador para transporte de produtos de impressço - Google Patents

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BRPI1004990A2
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BRPI1004990-8A
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Jean-Claude Oppliger
Michael Landolt
Tony Kluser
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Mueller Martini Holding Ag
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Abstract

ÓRGçO TRANSPORTADOR PARA TRANSPORTE DE PRODUTOS DE IMPRESSçO. A presente invenção refere-se a um órgão transportador para transporte de produtos de impressão, o mesmo consiste, substancialmente em uma corrente transportadora concebida para um trajeto predeterminado, que consiste, substancialmente em um número de unidades funcionais acopláveis uma à outra. A corrente transportadora em si consiste em pelo menos duas unidades funcionais, dispostas de modo substancialmente sequencial ao longo do trajeto de transporte, que formam uma conexão rígida e/ou articulada. Além disso, a unidade funcional consiste em um primeiro elo de corrente (100) e em um segundo elo de corrente (200), que se diferenciam em função e se encontram em interação um em relação ao outro. As unidades funcionais congruentes ou quase congruentes em sua sequência para formação de uma corrente transportadora ou formadas de modo similar ou diferente de acordo com sua funcionalidade, e apresentam meios ou elementos de conexão para uma conexão desprendível ou uma conexão desprendível determinada por conexão friccional e/ou uma conexão não desprendível.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "ÓRGÃO TRANSPORTADOR PARA TRANSPORTE DE PRODUTOS DE IMPRES- SÃO".
CAMPO DA TÉCNICA A presente invenção refere-se a um órgão transportador para
transporte de produtos de impressão, sendo que o órgão transportador con- siste, substancialmente, em uma corrente transportadora, que consiste, substancialmente, em uma corrente transportadora, concebida para um tre- cho predeterminado, que consiste, substancialmente, em um número de uni- dades funcionais, que podem ser acopladas uma à outra. ESTADO DA TÉCNICA
Essas correntes transportadoras são usadas para o transporte de produtos de impressão entre estações de trabalho individuais, tais como, por exemplo, máquinas de inserção, dispositivos de endereçamento, apare- Ihos de colagem ou similares. Nesse caso, os produtos de impressão nor- malmente são retidos nas garras montadas nos elos de corrente ou, opcio- nalmente, liberados das garras nas estações de trabalho. Para garantia de uma operação contínua, os elos de corrente da corrente transportadora nor- malmente podem ser acionados circulando continuamente ao longo do traje- to de transporte. A corrente transportadora é guiada ao longo do trajeto de transporte com disposições de guia ou trilhos de guia apropriados, que tam- bém podem determinar curvas do trajeto de transporte. Para garantia da mobilidade dos elos de corrente ao longo do trajeto de transporte, os mes- mos precisam estar acoplados articuladamente um ao outro de modo inde- pendentemente deslocável um do outro em torno de dois eixos. O trajeto de transporte pode apresentar um comprimento de 100 m ou mais. A montagem das disposições de trilhos de guia e dos elos de corrente é correspondente- mente complexa, sendo que sobre todo o comprimento da corrente transpor- tadora precisa estar garantida a conexão articulada entre os elos de corrente individuais.
Nas correntes transportadoras descritas no documento CH 588 647 A5, a montagem de elos de corrente conectados um ao outro através de articulações esféricas deve ser facilitada pelo fato de que mancais de articu- lação e corpos de articulação estão formados como segmentos esféricos equatoriais. A idéia de segmentos esféricos divididos equatorialmente tam- bém é assumida nos documentos CH 646 762 A2 e CH 656 683 A5. No en- tanto, por essa construção de conexões articuladas de elementos de corren- te individuais, a montagem das correntes transportadoras junto aos ou nos trilhos de transporte não é substancialmente simplificada.
Uma determinada simplificação ocorre na montagem de corren- tes transportadoras de acordo com o documento CH 583 187, na qual elos de corrente de matéria sintética estão conectados uns aos outros de modo desprendível por eixos giratórios alinhas transversalmente à sua direção longitudinal e cubos e partes adicionais estão montadas de modo desprendí- vel em elementos de fixação dos elementos de corrente. No entanto, tam- bém nas correntes transportadoras descritas nesse documento, a montagem dos eles de corrente junto às ou nas disposições de trilho de guia ou trilhos de guia geral problemas consideráveis. Uma determinada simplificação de montagem ocorre em correntes transportadoras de acordo com o documento US 4.638.906, nas quais os elos de corrente individual podem ser despren- didos um do outro por rotação em torno de um eixo de rotação estendido paralelamente à direção de transporte. No entanto, para esse fim, precisam estar previstas aberturas correspondentes no trilho de guia.
Em uma corrente transportadora descrita no documento EP 1 832 532 A2 uma facilidade de montagem deve ser obtida pelo fato de que a carcaça de mancai está posicionada sobre duas partes de carcaça de man- cal, que recobrem um corpo de mancai esférico, para, desse modo, formar uma articulação esférica. Também aqui é assumida, novamente, a idéia, de dividir o corpo de mancai em planos equatoriais.
Finalmente, no documento EP 1 557 387 A1 ainda é proposto por disposição correntes transportadoras a preço favorável pelo fato de que em cada elo de corrente da corrente transportadora estão montados pelo menos dois grampos ou garras para apanhar, em cada caso, um produto de impressão. Tal como pode ser entendido da descrição acima de correntes transportadoras conhecidas, para transportar produtos de impressão, a mon- tagem de correntes transportadoras correspondentes ao longo de um trajeto de transporte predeterminado por uma disposição de trilho de guia, sob ga- rantia simultânea de uma mobilidade suficiente da corrente transportadora ao longo de um trajeto de transporta curvado, oferece problemas considerá- veis.
DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
Nesse caso, a invenção deseja criar uma solução. A invenção, tal como está caracterizada nas reivindicações, tem por base a tarefa de propor em um órgão da espécie citada inicialmente uma modalidade caracte- rizada por simplicidade e configurar a produção primária do mesmo a um preço favorável. Além disso, é tarefa da invenção prolongar decisivamente a vida útil de uma corrente transportadora formada por um número de elos de corrente e minimizar a formação de ruído da mesma em operação.
De acordo com a invenção, essa tarefa é solucionada por um aprimoramento das correntes transportadoras conhecidas, que está subs- tancialmente caracterizado pelo fato de que a corrente transportadora con- siste em pelo menos duas unidades funcionais, dispostas de modo substan- cialmente seqüencial ao longo do trajeto de transporte, que as unidades fun- cionais dispostas seqüencialmente formam uma conexão rígida e/ou articu- lada, que a unidade funcional consiste em um primeiro elo de corrente e em um segundo elo de corrente, que se diferenciam no modo de funcionamento e estão em interação, que as unidades funcionais estão formadas em sua seqüência para formação de uma corrente transportadora de modo congru- ente ou quase congruente ou similar ou formadas de modo diferente em sua funcionalidade, e que as unidades funcionais dispostas seqüencialmente apresentam meios ou elementos de conexão para uma conexão desprendí- vel ou determinada por uma conexão friccional, desprendível, e/ou uma co- nexão não desprendível.
Com isso, deve ser provado que a corrente transportadora con- siste como tal em um número de chamadas unidades transportadoras e que cada unidade transportadora consiste em um primeiro elo de corrente e em um segundo elo de corrente, com o que, simultaneamente, também está ga- rantido que as unidades de transporte individuais estejam em interação uma com a outra, independentemente do fato de qual tipo de conexão é utilizado nos elementos individuais.
A mobilidade física geralmente necessária da corrente transpor- tadora ao longo de um trajeto de transporte em curva pode ser garantida nas correntes transportadoras de acordo com a invenção pelo fato de que a for- mação de uma disposição de corrente transportadora por unidades funcio- nais acopláveis umas às outras é realizada de modo rígido ou articulado. A conexão dos elos de corrente, que formam a unidade de função, é detalhada mais abaixo. Na montagem das correntes transportadoras de acordo com a invenção, seções de corrente transportadora com um número de disposições de articulação e/ou disposições de corrente transportadora podem ser prepa- radas previamente e ser introduzidas em uma disposição de trilho de guia. Unidades funcionais adjacentes podem depois ser conectadas rigidamente umas às outras, para formação de uma disposição de corrente transportado- ra. No total, devido a isso resulta uma nítida simplificação de montagem, pe- lo fato de que as conexões articuladas, necessária para a garantia da segu- rança de funcionamento da corrente transportadora já são produzidas no local da produção na preparação da corrente transportadora e durante a montagem no local de montagem, só precisam ser formadas ainda conexões rígidas entre unidades individuais.
Com relação às funções diferentes exigidas por, em cada caso, dois elos de corrente, tal como, por exemplo, a função de acionamento e a função de guia, mostrou-se como vantajoso que a unidade de função forma- da pela conexão de dois elos de corrente apresente um primeiro elo de cor- rente realizado como primeiro elo funcional e um elo de corrente diferenciá- vel do mesmo, realizado como segundo elo funcional, porque, desse modo, funções individuais podem ser associadas a elos de corrente individuais, o que leva, no total, a um aperfeiçoamento de função e/ou a um aperfeiçoa- mento da segurança de operação de correntes transportadoras de acordo com a invenção. Para formação de uma conexão rígida entre elos de corren- te individuais de uma unidade funcional mostrou-se como vantajoso quando esses elos de corrente engatam-se com ajuste positivo, particularmente, es- tão enganchados uns nos outros, sendo que a conexão com ajuste positivo pode estar fixada através de um elemento de conexão desprendível. Uma conexão igual ou similar também pode ser prevista nas unidades funcionais umas às outras.
As regiões de conexão dos elos de corrente individuais em rela- ção aos seqüencialmente adjacentes podem dar-se por saliências em forma de gancho estendidas transversalmente à direção de transporte, que na co- nexão por ajuste positivo engatam-se um no outro. Nesse caso a região de conexão de um dos elos de corrente pode recobrir a região de conexão do outro elo de corrente na direção de transporte, para, desse modo, produzir uma conexão segura. O elemento de conexão pode apresentar, em forma particularmente simples, um pino roscado, que transpassa um entalhe em um dos elos de corrente e está aparafusado em uma rosca recebida no outro elo de corrente, sendo que o pino roscado, convenientemente, encosta-se com uma cabeça de pino, disposta no lado oposto à rosca, pelo menos indi- retamente, em um elo de corrente. Na montagem de correntes transportadoras de acordo com a in-
venção, os elos de corrente individuais de uma unidade funcional são, por- tanto, posicionados primeiramente pelo engate com ajuste positivo na região de conexão e, depois, retidos nessa posição com o elemento de conexão. Mostrou-se que a montagem de corrente transportadora de acordo com a invenção pode ser realizada de modo particularmente simples, quando o eixo de pino do pino roscado, se estende transversalmente, particularmente verticalmente, na direção de transporte, porque por essa disposição pode ser posto à disposição, particularmente, muito espaço para possibilidades de montagem, particularmente, aberturas de montagem, em disposições de tri- Ihos de guia. Essas aberturas em forma de fenda, que se estendem na dire- ção de transporte da disposição de trilho de guia, já são necessárias para os dispositivos funcionais, necessários para transporte dos produtos de impres- são, tais como, por exemplo, garras ou grampos, que, partindo da corrente transportadora estendem-se em direção estendida transversalmente à dire- ção de transporte e precisam ser livremente acessíveis fora dos trilhos de guia.
Em relação a essa disposição dos dispositivos funcionais, mos-
trou-se como particularmente apropriado, com relação à montagem simples desejada, quando o pino roscado, usado para a conexão dos elos de corren- te, traspassa em seu lado afastado da rosca um dispositivo de conexão, con- figurado para acoplar um dispositivo funcional, que se estende transversal- mente ao trajeto de transporte, tal como, por exemplo, uma garra, um gram- po ou similar. Nesse caso, o dispositivo de conexão como componente do dispositivo funcional pode estar conectado fixamente com o mesmo. Com relação à alta modularidade, freqüentemente visada, de instalações equipa- das com as correntes transportadoras de acordo com a invenção, mostrou- se vantajoso quando o dispositivo de conexão forma um adaptador, com o qual o dispositivo funcional pode ser acoplado com a corrente transportado- ra, sendo que para acoplamento de diferentes dispositivos funcionais, po- dem ser usados dispositivos de conexão ou adaptadores diferentes.
Tal como já mencionado acima, o uso de elos de corrente dife- renciáveis um do outro, é particularmente útil, com vista à otimização dese- jada das funções individuais da corrente transportadora. Nessa conexão mostrou-se como conveniente quando o primeiro elo de corrente apresenta uma região de acoplamento, configurada para acoplamento da corrente transportadora a um dispositivo de acionamento, e o segundo elo de corren- te apresenta um dispositivo de guia, configurado para guiar a corrente trans- portadora ao longo de uma disposição de trilho de guia. Por essa separação de função de transporte, por um lado, e função de guia, por outro lado, é ob- tido um aperfeiçoamento da segurança de operação de correntes transpor- tadoras de acordo com a invenção, porque dispositivos de acionamento u- suais atuam na região dos dispositivos de guia nas correntes transportado- ras, tal como, por exemplo, no acionamento de corrente descrito no docu- mento EP 0 540 866 A2, de modo que os elementos de guia, pela função de acionamento simultânea, estão sujeitos a um desgaste mais alto.
Além disso, o acionamento convencional requer na região dos dispositivos de guia um engate do dispositivo de transporte na região dos trilhos de guia ou dispositivo de trilho de guia e, em muitos casos, também um enlaçamento de um elemento de acionamento pela corrente transporta- dora. Na separação prevista de acordo com a invenção de região de aco- plamento para o dispositivo de transporte, por um lado, e dispositivo de guia, por outro lado, o acionamento de corrente pode ser realizado de modo to- talmente independente da função de guia e a função de transporte para os produtos de impressão. Com isso é obtida uma otimização adicional de fun- ção.
Com vista à previsão de um espaço construtivo particularmente grande para os dispositivos funcionais a ser acoplados à corrente transpor- tadora, mostrou-se como particularmente apropriado quando a região de acoplamento para o dispositivo de acionamento está disposto no lado oposto da cabeça de pino, que serve para o acoplamento do dispositivo funcional, opcionalmente, através de um dispositivo de conexão, de modo que no caso de dispositivos funcionais suspensos abaixo da corrente transportadora, tais como, por exemplo, garras, o dispositivo de acionamento pode ser disposto acima da corrente transportadora e coopera com as regiões de acoplamento , que nessa posição projeta-se para cima, afastada da corrente transportado- ra.
A região de acoplamento pode ser realizada construtivamente de modo particularmente simples, quando ela está realizada à maneira de pen- te,com dentes de pente, que se estendem transversalmente, particularmen- te, por exemplo, verticalmente, à direção de transporte. Nos espaços inter- mediários entre esses dentes de pente podem engatar-se os pinos de cor- rente de uma corrente de acionamento, para fins do acionamento da corren- te transportadora. Nesse caso, também não é necessário um enlaçamento de uma roda de acionamento pela corrente transportadora. Mais precisa- mente, o acionamento da corrente transportadora também pode dar-ser ao longo de uma seção do trajeto de transporte, que se estende em linha reta. No entanto, para isso é conveniente quando a corrente transportadora está apoiada no lado oposto ao dispositivo de transporte e/ou em uma disposição de trilho de guia. Para esse fim, o dispositivo de guia do segundo elo de cor- rente apresenta, convenientemente, pelo menos um, de preferência, dois, três ou mais rolos de guia montados de modo rotativo com relação a eixos de rolo correspondentes. Nesse caso, a separação de função desejada entre função de acionamento, por um lado, e função de guia, por outro lado, pode ser efetivada de modo particularmente eficiente quando todos os rolos de guia estão dispostos sobre o lado da região de acoplamento, configurada para acoplamento do dispositivo de acionamento, voltado para o dispositivo de conexão usado para acoplamento de um dispositivo funcional, tal como, por exemplo, uma garra, de modo que a região de acoplamento pode ser livremente acessada fora dos rolos de guia.
Embora os rolos de guia possam estar dispostos no segundo elo de corrente, deslocados um ao outro ao longo do dispositivo de transporte, mostrou-se como conveniente, com vista a um modo de construção o mais compacto possível das correntes transportadoras de acordo com a invenção, quando dois rolos de guia estão montados de modo rotativo em relação a um primeiro rolo de eixo comum, estendido transversalmente, particularmen- te, verticalmente ao trajeto de transporte ou direção de transporte, sendo que dois outros rolos de guia estão montados de modo rotativo com relação a um segundo eixo de rolo comum, transversalmente, particularmente, por exemplo, verticalmente, a um plano estendido pela direção de transporte e o primeiro eixo de rolo. Para obtenção de uma estrutura simétrica, os rolos de guia podem estar dispostos nos lados de um cubo, ao longo dos quais es- tendem-se os eixos de rolo de lados divididos ao meio.
No âmbito da invenção mostrou-se particularmente vantajoso em relação à obtenção de uma função de guia particularmente confiável em dis- posições de trilhos de guia, que podem apresentar regiões de curvas em todas as direções espaciais, quando o dispositivo de guia do elo de corrente correspondente apresenta pelo menos quatro rolos de guia, sendo que, em cada caso, dois rolos de guia estão montados de modo rotativo em relação a um eixo de rolo comum, e os dois eixos de rolo estão dispostos em um plano estendido perpendicularmente um ao outro. Nesse caso, novamente no sen- tido de um modo de construção compacto, mostrou-se como particularmente conveniente quando pelo menos um rolo de guia está apoiado de modo rota- tivo sobre um eixo de guia do segundo elo funcional, porque, desse modo, a função de guia desejada pode ser realizada sem eixos de rolo físicos, contí- nuos, sendo que o apoio rotativo com relação a um eixo de rolo geométrico comum também ainda pode ser garantido, quando entre regiões individuais, que servem para o apoio rotativo dos rolos de guia, do segundo elo funcional estão dispostas outras regiões funcionais do elo de corrente.
Do mesmo modo tal como em correntes transportadoras con- vencionais, também os elos de corrente da disposição articulada de corren- tes transportadoras de acordo com a invenção, para possibilitar a mobilidade ao longo de guias curvas, limitadas apenas por seu raio de curvatura, podem ser deslocados um ao outro em torno de dois eixos giratórios, estendidos um ao outro transversalmente, particularmente, por exemplo, perpendicularmen- te. Para esse fim, os elos de corrente da disposição articulada podem estar conectados uns aos outros através de uma disposição articulada esférica, que apresenta um segmento esférico e um segmento de calota esférica. No sentido de uma formação particularmente compacta de correntes transporta- doras de acordo com a invenção, mostrou-se como conveniente quando o segmento esférico e o segmento de calota esférica estão montados em uma região de encaixe de um dos elos de corrente e, junto com a região de en- caixe, estão recebidos em uma região de recepção do outro elo de corrente da disposição articulada.
Para a conexão segura dos elos de corrente da disposição arti- culada, o segmento esférico e o segmento de calota esférica podem ser trespassados por um pino de conexão, que traspassa a região de recepção do outro elo de corrente. Nesse caso, na montagem, portanto, primeiramente a região de encaixe, que sustenta o segmento esférico e o segmento de ca- lota esférica de um elo de corrente da disposição articulada é inserida na região de recepção do outro elo de corrente e, depois, o pino de conexão é guiado por uma abertura que traspassa o segmento esférico, o segmento de calota esférica e a região de recepção, para, desse modo, estabelecer uma conexão entre os elos de corrente, na qual o segmento esférico pode ser fixado com ajuda do pino com relação aos elos de corrente que apresentam a região de recepção, enquanto o segmento de calota esférica, junto com a região de encaixe do respectivo elo de corrente, pode ser deslocado em tor- no do segmento esférico, para, desse modo, possibilitar um deslocamento do elo de corrente que apresenta a região de encaixe, com relação ao elo de corrente que apresenta a região de recepção. No sentido de uma resistência ao desgaste particularmente alta
de correntes transportadoras de acordo com a invenção, mostrou-se como conveniente, quando o segmento esférico está formado de um material me- tálico, sendo que o segmento de calota esférica pode ser formado de uma matéria sintética com um coeficiente de fricção pequeno, tal como uma poli- amida e/ou uma matéria sintética contendo teflon, sendo que no sentido de uma produção particularmente simples é conveniente quando a região de encaixe está realizada com ajuste positivo e ajuste integral com a região de encaixe, de tal modo que a região de encaixe está montada, junto com o segmento de calota esférica, de modo rotativo em com relação ao segmento esférico. A região de encaixe pode ser formada, por exemplo, fundição inje- tada em torno da região de segmento esférico com uma matéria sintética, de preferência, reforçada com fibras. O segmento de calota esférica pode ser formado por calotas de uma, duas ou mais partes pré-fabricadas, que são colocadas em torno do segmento esférico, sendo que em superfícies frontais voltadas umas às outras das calotas parciais podem estar previstos, em todo o caso, meios de centralização. No sentido de uma guia do movimento de deslocamento dos elos de corrente com relação ao eixo de pino do pino que conecta a região de encaixe com a região de recepção, a região de encaixe pode estar realizado como segmento de disco circular de um disco circular rotativo em torno do eixo de pino, sendo que também a superfície de limita- ção da região de recepção, voltada para o eixo de pino, pode estar realizada como segmento de calota de disco circular. Correntes transportadoras de acordo com a invenção podem ser produzidas de modo particularmente simples, evitando um número excessivo de componentes diferentes e uma previsão de apoio correspondente, quan- do uma unidade funcional da disposição articulada está realizada como pri- meiro elo de corrente da disposição funcional e/ou a outra unidade funcional da disposição articulação, como segundo elo de corrente da disposição fun- cional.
A conexão das unidades funcionais individuais da disposição ar- ticulada pode ser realizada de modo seguro e confiável nessa modalidade da invenção, evitando que o acoplamento do dispositivo de acionamento na corrente transportadora seja influenciado, quando a região de encaixe apre- senta um pino, que une transversalmente uns aos outros os elos de corrente da disposição funcional e apresenta, de preferência, um prolongamento do primeiroelo de corrente, estendido, por exemplo, ao longo da direção de transporte. A região de encixe em forma de segmentode disco circular, para garntia de uma rigidez suficiente no caso de carga pelas cargas montadas na mesma e, normalmente, abaixo da mesma, pode estar disposta em um plano estendido pela direção de transporte e o eixo do pino roscado. Nesse caso, a região de recepção pode estar traspassada por pelo menos um eixo de rolo, sendo que o eixo de pino de conexão estende-se de modo aproxi- madamente paralelo, de preferência, aproximadamente colinear, ao segundo eixo de rolo, enquanto o primeiro eixo de rolo está disposto no plano da regi- ão de encaixe em forma de segmento de disco circular. Nesse caso, a região de encaixe está disposta entre os eixos de guia do segundo elemento fun- cional, sobre os quais estão montados os rolos de guia, montados de modo rotativo em relação ao primeiro eixo de rolo.
Uma corrente transportadora de acordo com a invenção pode ser posta à disposição por disposições articuladas e disposições funcionais sucessivas, quando, em cada caso, um primeiro elo de corrente está dispos- to entre dois segundos elos de corrente e está conectado, por um lado, arti- culadamente com um primeiro elo de corrente e, por outro lado, rigidamente, com o outro dos primeiros elos de corrente. Outras variantes de modalidade vantajosas de acordo com o ob- jetivo evidenciam-se das reivindicações dependentes. DESCRIÇÃO RESUMIDA DAS FIGURAS
A invenção é explicada abaixo, sob referência ao desenho, ao qual é feita referência expressão no que se refere a todos os detalhes es- senciais para a invenção e não apresentados mais detalhadamente na des- crição. Todos os elementos não essenciais para o entendimento direto da invenção foram suprimidos. Elementos idênticos estão dotados nas diversas figuras de sinais de referência idênticos. No desenho mostram: figura 1 uma vista lateral de uma corrente transportadora de a-
cordo com a invenção,
figura 2 uma vista de cima sobre uma corrente transportadora de acordo com a invenção,
figura 3 uma representa em corte de uma disposição funcional de uma corrente transportadora de acordo com a invenção,
figura 4 uma representação em perspectiva de uma disposição articulada de uma corrente transportadora de acordo com a invenção,
figura 5 uma primeira representação em corte de uma disposição articulada de uma corrente transportadora de acordo com a invenção, figura 6 uma segunda representação em corte de uma disposi-
ção articulada de uma corrente transportadora de acordo com a invenção,
figura 7 uma representação que ilustra a montagem de correntes transportadoras de acordo com a invenção,
figura 8 uma vista lateral de um primeiro elo funcional de corren- tes transportadoras de acordo com a invenção,
figura 9 uma primeira representação em corte do elo funcional representado na figura 4a),
figura 10 uma segunda representação em corte do elo funcional representado na figura 4a), figura 11 um vista lateral, que representa o acoplamento de um
dispositivo de acionamento a uma corrente transportadora de acordo com a invenção. EXPLICAÇÃO DE EXEMPLOS DE MODALIDADE DA INVENÇÃO
A corrente transportadora representada no desenho compreende elos funcionais na forma de primeiros elos de corrente 100 e segundos elos de corrente 200. Cada um dos primeiros elos de corrente 100 apresenta uma região de acoplamento 110 realizada à maneira de pente, para acoplamento da corrente transportadora a uma corrente de acionamento 530 (comp. figu- ra 11). Cada um dos segundos elos de corrente 200 apresenta, no total, qua- tro rolos de guia 202, 204, 206, 208, sendo que os rolos de guia 206 e 208 estão montados de modo rotativo em relação a um primeiro eixo de rolo co- mum e os rolos de guia 202, 204 estão montados de modo rotativo em rela- ção a um segundo eixo de rolo comum. O primeiro e o segundo eixo de rolo estendem-se perpendicularmente um ao outro e estão dispostos em um pla- no. Cada um dos primeiros elos de corrente 100 está disposto entre dois segundos elos de corrente 200. Nesse caso, cada um dos primeiros elos de corrente 100 está conectado, por um lado, para formação de uma disposição funcional, rígida com um dos segundos elos de corrente 200 e, por outro la- do, para formação de uma disposição articulada, com o outro dos segundos elos de corrente 200.
A conexão rígida, que leva à formação da disposição funcional, entre primeiros elos de corrente 100 e segundos elos de corrente 200, está representada na figura 3. Depois, para conexão dos primeiros elos de cor- rente 100 com os segundos elos de corrente 200, é usado um pino roscado 300, que traspassa um furo em uma região de conexão 250 do segundo elo de corrente 200 e está aparafusado em uma região de conexão 150 do pri- meiro elo de corrente 100. Para esse fim, no primeiro elo de corrente 100e está formado um furo cego 152, no qual está inserida uma inserção roscada 310, que é traspassado pelo pino roscado 300. O furo cego 152 está dispos- to, de acordo com a figura 5, abaixo da região de acoplamento 110, sendo que todos os rolos de guia 202, 204, 206, 208, depois da conexão do primei- ro elo de corrente 100 com o segundo elo de corrente 200 estão dispostos no lado da região de acoplamento 110 voltado para a cabeça de pino 302 do pino roscado 300, de modo que a região de acoplamento 110 é livremente acessível fora dos rolos de guia 202, 204, 206, 208. A cabeça de pino 302 encosta-se no lado do segundo elo de corrente 200 afastado da região de acoplamento 200, sob intercalação de um dispositivo de conexão 310. O dispositivo de conexão 310 serve para o acoplamento de dispositivos funcio- nais, tais como, por exemplo, elementos de garra ou de grampo, à corrente transportadora.
Tal como pode ser visto de modo particularmente nítido na figura 4, a região de conexão 250 do primeiro elo de corrente 100 apresenta uma saliência 256 e uma cavidade 252 em forma de calha, que se salienta em um abaulamento 254 da saliência 256, enquanto a região de conexão 150 do primeiro elo de corrente 100 está realizado, complementarmente a isso, com uma saliência 152, que se insere na cavidade 252 em forma de calha e um entalhe 156, que recebe o abaulamento 254, de modo que por encaixe da região de conexão 150 do primeiro elo de corrente 100 na região de co- nexão 250 do segundo elo de corrente 200 é estabelecida uma conexão com ajuste positivo entre o primeiro elo de corrente 100 e o segundo elo de cor- rente 200, que pode ser retida pelo pino roscado 300, que traspassa a sali- ência e está inserido no furo cego 152 formado entre o entalhe 156 e a regi- ão de acoplamento 110 do primeiro elo de corrente 100 (vide figura 3). Para fixação de posição adicional da conexão por ajuste positivo entre a primeira região de conexão 150 e a segunda região de conexão 250, a saliência 256 também ainda apresenta uma região de inserção 258 à maneira de nariz, que se insere em um entalhe na cavidade 156.
De acordo com a figura 3, a região de acoplamento 110 está realizada à maneira de pente, com dentes de pente, que se estendem trans- versalmente à direção de transporte e, por exemplo, paralelamente ao eixo do pino roscado 300, entre os dentes de pente está formado um espaço in- termediário, no qual se inserem os pinos de corrente da corrente de aciona- mento 530 (veja fig. 11). Os rolos de guia 202, 204, 206, 208 estão monta- dos de modo rotativo sobre eixos de guia 212, 214, 216, 218, de modo que entre os eixos de guia 212, 214, 216, 218 ainda está disponível espaço construtivo, para produção de uma conexão articulada entre primeiros elos de corrente 100 e segundos elos de corrente 200. A disposição articulada produzida pela conexão articulada entre os primeiros elos de corrente 100 e os segundos elos de corrente 200, é explicada por meio das figuras. 3-6.
De acordo com as figuras 4 e 5, o primeiro elo de corrente 100 apresenta uma região de encaixe 120 estendida transversalmente ao eixo de pino, que está recebida em uma região de recepção 220 formada entre o eixo de guia 212, 214, 216, 218 do primeiro elo de corrente 100. A região de encaixe 120 está realizada em forma de segmento de disco circular, enquan- to a região de recepção 220 está realizada em forma de calota de segmento de disco circular, de modo que pelas superfícies de limitação da região de encaixe 120 e da região de recepção 22 é formada uma guia para um movi- mento giratório do primeiro elo funcional 100 com relação ao segundo elo funcional 200 em torno de um eixo giratório formado pelo segundo eixo de rolo.
De acordo com a figura 6, a conexão articulada entre o primeiro
elo de corrente 100 e o segundo elo de corrente apresenta um segmento esférico 124 recebido na região de encaixe 120, sendo que entre o segmen- to esférico 124 e a região externa da região de encaixe 120 está disposto um elemento corrediço 122 em forma de segmento de calota esférica de uma matéria sintética com um coeficiente de fricção de deslizamento pequeno. O segmento esférico 124 e o segmento de calota esférica 122 traspassam a região de encaixe 120. A região de encaixe 120, que recebe o segmento esférico 124, é montado de modo rotativo através do segmento de calota esférica 122 sobre o segmento esférico 124 (vide figura 10), de modo que o primeiro elo de corrente 100 esteja montado de modo deslocável com a re- gião de encaixe 120, depois do encaixe da região de encaixe 120 η região de recepção 220, com relação ao eixo do pino de conexão 126 e um eixo 128 estendido perpendicularmente ao mesmo e paralelamente ao pino ros- cado 130, sendo que o movimento de deslocamento 128 com relação ei eixo giratório 128 é determinado pela largura da região de recepção 220 na dire- ção determinada pelo eixo do pino 126. Caso necessário, essa largura pode ser ampliada. A figura 7 mostra uma corrente transportadora montada de acor- do com a invenção, sendo que essa figura é explicada mais detalhadamente mais abaixo.
Na figura 8 o primeiro elo de corrente 100 está representado em detalhe. Nesse caso, a região de encaixe 120do primeiro elo de corrente 100 de acordo com a fig. 10 está realizado por revestimento parcial do segmento esférico 124 com uma matéria sintética de fricção menor, para formação de um segmento de calota esférica 122, sendo que o segmento esférico 124 formado desse modo pode ser injetado em volta, para formação da região de encaixe 120, com uma matéria sintética, particularmente, uma matéria sinté- tica reforçada com fibras. O segmento de calota esférica 122 está formado em uma parte, mas também pode ser de duas partes ou partes múltiplas. Nesse processo de injeção, também podem ser formados, simultaneamente, a região de conexão 150 e a região de acoplamento 110, sendo que também foi considerado inserir a inserção roscada 310 no furo cego 142 durante o processo de injeção. De acordo com a figura7, correntes transportadoras de acordo com a invenção podem ser montadas, montando-se previamente, primeiramente, disposições articuladas de primeiros elos funcionais 100 e segundos elos funcionais 200, depois, encaixados um no outro nas regiões de conexão 150 ou 250 e, subseqüentemente, retidas com ajuda do pino roscado 300.
De acordo com a figura 11, correntes transportadoras de acordo com a invenção podem ser transportadas ao longo de um trajeto de trans- porte formado por uma disposição de trilho de guia 600, sendo que a corren- te transportadora está recebida dentro do trilho de guia 600 e com ajuda dos rolos de guia 202, 204, 206, 208 está guiada em superfície de rolamento cor- respondentes do trilho de guia 600. As regiões de acoplamento 110 estão recebidas em um espaço de acionamento 610 dos trilhos de guia 600 e en- gatam em seções de acionamento da disposição de trilho de guia 600 com uma corrente de acionamento 530 de um dispositivo de acionamento 500, que gira duas rodas de corrente 510 e 520. Para acoplamento do dispositivo de acionamento 530, precisa ser produzida apenas uma cavidade em uma superfície de limitação do espaço de acionamento 610, pela qual a corrente de acionamento 530 pode chegar à região das regiões de acoplamento 110.
A invenção não está restrita ao exemplo de modalidade descrito por meio do desenho. Mais precisamente, também são consideradas corren- tes transportadoras com disposições de trilho de guia configuradas de outro modo, com três ou menos rolos de guia, eixos de guia ou similares. Além disso, as regiões de acoplamento da corrente transportadora podem estar configuradas de outro modo. Também é considerada a conexão cardânica de elos de corrente individuais para formação de disposições articuladas. Particularmente faz-se referência, aqui, às possibilidades de fácil
entendimento, desde que já não tenham sido explicadas na descrição adi- cional, segundo a qual as unidades funcionais, que, tal como mencionado, em cada caso, consistem em um primeiro elo de corrente e um segundo elo de corrente, sendo que os mesmos estão em interação um com o outro, em sua seqüência para formação de uma corrente transportadora podem estar formadas de modo congruente ou quase congruente ou de modo semelhan- te ou, de acordo com sua funcionalidade, de modo diferente, sendo que as diferentes funções dos dois elos de corrente, bem como as possibilidades de acoplamento uns aos outros naturalmente são mantidas. No entanto, tam- bém é possível não deixar um segundo elo de corrente seguir-se imediata- mente a um primeiro elo de corrente, mas, de acordo com a necessidade, por exemplo, deixar seguir, depois de um primeiro elo de corrente, dois ou mais outros segundos elos de corrente, ou inversamente, a saber, acoplar dois ou mais primeiros elos de corrente um atrás do outro. As unidades fun- cionais dispostas seqüencialmente apresentam, então, meios ou elementos de conexão para uma conexão desprendível, ou uma conexão desprendível causada por conexão friccional, e/ou uma conexão não desprendível. Isso significa, por um lado, que a configuração geométrica e funcional das unida- des de guia individuais não precisa ser uniforme sobre toda a corrente trans- portadora. Variações intermediárias determinadas pela operação são portan- to possíveis. Por outro lado, é destacado que as unidades funcionais podem estar conectadas de modo diferente uma à outra, para formação da corrente transportadora. Na maioria dos casos, opta-se, nesse caso, por uma cone- xão desprendível, por exemplo, uma conexão roscada. No entanto, também é possível prever uma união determinada por conexão friccional, que, em caso de necessidade, comporta-se como uma conexão desprendível. Final- mente, também não pode ser excluído que as unidades de transporte indivi- duais podem ser conectadas fixamente umas às outras por uma conexão não desprendível, por exemplo, através de uma conexão soldada. Essas possibilidades de realização não estão representadas detalhadamente nas diversas figuras, uma vez que são familiares para cada técnico.

Claims (21)

1. Órgão transportador para transportar produtos de impressão, sendo que o órgão transportador consiste, substancialmente, em uma cor- rente transportadora, que consiste, substancialmente, em uma corrente transportadora, concebida para um trecho predeterminado, que consiste, substancialmente, em um número de unidades funcionais, que podem ser acopladas uma à outra, caracterizado pelo fato de que a corrente transpor- tadora consiste em pelo menos duas unidades funcionais, dispostas de mo- do substancialmente seqüencial ao longo do trajeto de transporte, que as unidades funcionais formam uma conexão rígida e/ou articulada uma à ou- tra, que a unidade funcional consiste em um primeiro elo de corrente (100) e um segundo elo de corrente (200), que se distinguem no modo de funciona- mento e se encontram em interação um com o outro, que as unidades fun- cionais estão formadas em sua seqüência para formação de uma corrente transportadora de modo congruente ou quase congruente ou de modo simi- lar ou de modo diferente de acordo com sua funcionalidade, e que as unida- des funcionais apresentam meios ou elementos de conexão para uma cone- xão desprendível, ou desprendível, determinada por conexão friccional, e/ou uma conexão não desprendível.
2. Órgão transportador de acordo com a reivindicação 1, carac- terizado pelo fato de que , em cada caso, um primeiro elo de corrente (100) está disposto entre pelo menos dois primeiros ou segundos elos de corrente (200), que o primeiro elo de corrente (100) está acoplado articuladamente com os dois outros segundos elos de corrente (200), ou que o primeiro elo de corrente (100) está acoplado, por um lado, articuladamente com um dos segundos elos de corrente (200) e, por outro lado, rigidamente com o outro dos segundos elos de corrente (200), ou que o primeiro elo de corrente (100) está conectado rigidamente com os dois outros segundos elos de corrente (200).
3. Órgão transportador de acordo com a reivindicação 1, carac- terizado pelo fato de que, em cada caso, um segundo elo de corrente (200) está disposto entre dois primeiros elos de corrente (100), que o segundo elo de corrente (200) está acoplado articuladamente com os dois outros primei- ros elos de corrente (100), ou que o segundo elo de corrente (200) está aco- plado, por um lado, articuladamente com um dos primeiros elos de corrente (100) e, por outro lado, rigidamente com o outro dos primeiros elos de cor- rente (100), ou que o segundo elo de corrente (200) está conectado rigida- mente aos dois outros primeiros elos de corrente (100).
4. Órgão transportador de acordo com a reivindicação 1, carac- terizado pelo fato de que o primeiro elo de corrente (100) apresenta uma região de acoplamento (110) concebida para acoplamento da corrente transportadora a uma dispositivo de acionamento, e que o segundo elo fun- cional (200) apresenta pelo menos um dispositivo de guia (202, 204, 206, 208) concebida para guiar a corrente transportadora ao longo de uma dispo- sição de trilho de guia (600).
5. Órgão transportador de acordo com a reivindicação 4, carac- terizado pelo fato de que a região de acoplamento (110) está realizado à maneira de pente com dentes de pente, que se estendem transversalmente, perpendicularmente ou quase perpendicularmente à direção do trajeto de transporte.
6. Órgão transportador de acordo com qualquer uma das reivin- dicações 1 a 5, caracterizado pelo fato de que o dispositivo de guia consiste em quatro rolos de guia, que um primeiro par de rolos de guia (206, 208) está montado de modo rotativo em relação a um primeiro eixo de rolo co- mum, que se estende transversalmente, perpendicularmente ou quase per- pendicularmente ao trajeto de transporte, e que um segundo par de rolos de guia (202, 204) está montado de modo rotativo em relação a um segundo eixo de rolo comum, transversalmente, perpendicularmente ou quase per- pendicularmente ao plano estendido pela direção de transporte e o primeiro eixo de rolo.
7. Órgão transportador de acordo com a reivindicação 6, carac- terizado pelo fato de que o primeiro par de rolos de guia (206, 208) está montado em ângulo reto ou quase em ângulo reto à direção de deslocamen- to [paralela ou quase paralela] da corrente transportadora e que o segundo par de rolos de guia (202, 204) está montado paralelamente ou quase para- lelamente à direção de deslocamento da corrente transportadora.
8. Órgão transportador de acordo com a reivindicação 6, carac- terizado pelo fato de que o plano estendido pelo eixo (218) dos primeiros rolos de guia (206, 208) e o plano estendido pelo eixo (214) dos segundos rolos de guia (202, 204) estão posicionados em ângulo reto ou quase em ângulo um ao outro.
9. Órgão transportador de acordo com a reivindicação 1, carac- terizado pelo fato de que a conexão desprendível do primeiro elo de corrente (100) com o segundo elo de corrente (200) está disposta no lado afastado da região de acoplamento.
10. Órgão transportador de acordo com a reivindicação 1, carac- terizado pelo fato de que a conexão desprendível do primeiro elo de corrente (100) com o segundo elo de corrente (200) é efetivada por um pino roscado (300).
11. Órgão transportador de acordo com qualquer uma das rei- vindicações 1 a 10, caracterizado pelo fato de que os elos de corrente (100, 200) são deslocáveis um ao outro em torno de pelo menos dois eixos girató- rios.
12. Órgão transportador de acordo com a reivindicação 11, ca- racterizado pelo fato de que os elos de corrente (100, 200) estão conectados um ao outro através de uma disposição de articulação esférica, que apresen- ta um segmento esférico (124) e um segmento de calota esférica (122) de uma, duas ou mais partes.
13. Órgão transportador de acordo com a reivindicação 12, ca- racterizado pelo fato de que o segmento esférico (124) e o segmento de ca- lota esférica (122) estão montados em uma região de encaixe (120) de um dos elos de corrente (00) e, junto com a região de encaixe (120) estão rece- bidos em uma região de recepção (220) do outro elo de corrente (200).
14. Órgão transportador de acordo com a reivindicação 12, ca- racterizado pelo fato de que o segmento esférico (124) e o segmento de ca- lota esférica (122) estão traspassados por um pino de conexão (126), que traspassa a região de recepção (220) do outro elo de corrente (200).
15. Órgão transportador de acordo com qualquer uma das rei- vindicações 12 a 14, caracterizado pelo fato de que o segmento esférico (124) está formado de um material metálico, o segmento de calota esférica (122) de uma matéria sintética com coeficiente de fricção pequeno e a região de encaixe (120) está realizada por conexão positiva ou conexão friccional com o segmento de calota esférica (122), de tal modo que a região de en- caixe (120) esteja montada de modo rotativo junto com o segmento de calota esférica (122) com relação ao segmento esférico (124).
16. Órgão transportador de acordo com a reivindicação 15, ca- racterizado pelo fato de que a região de encaixe (120) está formada por fun- dição injetada em volta do segmento de calota esférica (122) com uma maté- ria sintética ou uma matéria sintética reforçada com fibras.
17. Órgão transportador de acordo com qualquer uma das rei- vindicações 14 a 16, caracterizado pelo fato de que a região de encaixe (120) apresenta um segmento de disco circular de um disco circular que gira em torno do eixo de pino.
18. Órgão transportador de acordo com qualquer uma das rei- vindicações 1 a 17, caracterizado pelo fato de que a região de encaixe (120) apresenta um prolongamento do primeiro elo de corrente (100), que se es- tende transversalmente ao pino de conexão (126) e, de preferência, por e- xemplo, ao longo do trajeto de transporte.
19. Órgão transportador de acordo com a reivindicação 18, ca- racterizado pelo fato de que a região de encaixe (120) estende-se em um plano estendido pela direção de transporte e o eixo do pino roscado.
20. Órgão transportador de acordo com qualquer uma das rei- vindicações 14 a 19, caracterizado pelo fato de que a região de recepção (220) está transpassado por pelo menos um eixo de rolo.
21. Órgão transportador de acordo com qualquer uma das rei- vindicações 18 a 20, caracterizado pelo fato de que o eixo do pino de cone- xão (126) estende-se aproximadamente de modo paralelo, de preferência, aproximadamente de modo colinear ao segundo eixo de rolo.
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