BRPI1011750A2 - montagem de bobina de transformador - Google Patents
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Abstract
MONTAGEM DE BOBINA DE TRANSFORMADOR. A presente invenção refere-se a montagem de bobina de transformador "sólida" ou fundida a vácuo e a um método de fabricação da mesma. Uma montagem de bobina de transformador sólida, de acordo com uma concretização da invenção, inclui um substrato dielétrico, os enrolamentos de bobina providos em torno do substrato, e um composto de epóxi encapsulado o substrato e os enrolamentos de bobina. O substrato é provido com "botões" ressaltados compreendendo o mesmo material de epóxi que o composto de epóxi usado para encapsulação. Os botões mantêm uma distância especifica entre a bobina e os substrato dielétrico. Os botões são dispostos de tal modo a sustentarem os enrolamentos e a permitirem que o epóxi de encapsulação flua em torno deles inundando todo o molde sem aprisionar ar ou criar vazios.
Description
Ne AAA... mM Aa SO “;“)“-I-XATÊÃã?|I0AbM““raA pon : 1112 Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MONTAGEM DE BOBINA DE TRANSFORMADOR".
CAMPO DA INVENÇÃO Esta invenção refere-se a uma montagem de bobina de trans- formador incluindo um substrato dielétrico com separadores integrados mol- dados no lugar para facilitar o fluxo de composto dielétrico para a bobina e em torno desta.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO Existem três tipos básicos de transformadores de força: um tipo a seco ventilado aberto ou "enrolado aberto”, um tipo fundido a vácuo ou "fundido sólido” encapsulado a vácuo, e um tipo "enchido com óleo". Os transformadores "enrolados abertos" são os produtos mais antigos e são tipicamente formados ou de enrolamentos de camadas ou enrolamentos es- calonados/precisão em pentes. A bobina completa ou, às vezes, toda a uni- " 15 dade, é então imersa em vemiz e em um revestimento de material de prote- ção ambiental e mecânica acrescido por um ciclo de "imergir e cozer". Estas ' unidades são as mais poluentes, visto que elas tipicamente contêm dois componentes à base de petróleo (pentes de enrolamento de poliéster e fio magnético isolado por filme) e utilizam um terceiro componente (verniz) du- rante seus respectivos processos de fabricação. Além disso, o fio magnético isolado por filme é fabricado por meio da aplicação de um material à base de solvente ao condutor arredondado ou perfilado. Os solventes ou compostos orgânicos voláteis são volatilizados ou emitidos para a atmosfera na medida em que os polímeros são curados. Os pentes de enrolamento de poliéster são também à base de petróleo e são tipicamente usinados internamente, criando assim pó ou poluição do ar. O processo final de imergir e cozer tam- bém emite cerca de 50% dos solventes (VOC's ou HAPs) para a atmosfera na medida em que as unidades são curadas. Transformadores fundidos a vácuo ou fundidos "sólidos" são su- — periores aos transformadores enrolados abertos. As bobinas são tipicamente formadas de cobre sem usar qualquer fio magnético isolado por filme e não exigem pentes de enrolamento. A encapsulação final pode incluir material de
NN——— pop scAM%MA 1 <, S“t<. o a» AÔAÁÔ) ETA ;“])j“)I:pÊi=C%. uu": AEo<=): .-“”PM“”oA ur áoooO Í 2/12 epóxi, não emitindo assim nenhum VOC. Estes transformadores são forma- dos por fundição e cura de uma composição de resina de termocura em tor- no dos enrolamentos do condutor para formar um corpo de resina que cobre uma bobina. O corpo de resina acrescenta propriedades dielétricas bem co- —moreforço estrutural aos enrolamentos do condutor. A resina provê proteção contra impacto e ajuda a dissipar o calor da bobina de modo uniforme.
Transformadores "enchidos com óleo" tipicamente utilizam pro- dutos à base de papel de temperatura mais baixa como dutos para prover espaço físico entre os condutores e como um conduto para o fluido isolante.
O material de dutos é tipicamente aderido a um cartão prensado ou um ma- terial similar usando um adesivo secundário. O dielétrico é obtido por meio da inundação de toda a unidade em um fluido eletricamente isolante, óleo à base de petróleo ou não petróleo.
BREVE SUMÁRIO DA INVENÇÃO - 15 São providos uma montagem de bobina de transformador fundi- da a vácuo ou "sólida" e um método de fabricação da mesma. Uma monta- " gem de bobina de transformador sólida, de acordo com uma concretização da invenção, inclui um substrato dielétrico, os enrolamentos de bobina provi- dos em torno do substrato, e um composto de epóxi encapsulando o subs- tratoeos enrolamentos da bobina. O substrato é provido com "botões" res- saltados compreendendo o mesmo material de epóxi que o composto de epóxi usado para encapsulação. Os botões mantêm uma distância especiífi- ca entre a bobina e o substrato dielétrico. Os botões são dispostos de tal modo a sustentarem os enrolamentos e a permitirem que o epóxi de encap- —sulação fflua em torno deles inundando todo o molde sem aprisionar ar ou criar vazios.
De acordo com uma concretização da invenção, os botões são moldados no substrato dielétrico ou mecânico de tal modo que o transforma- dor seja fabricado como uma única unidade homogênea. Os botões podem ser providos, por exemplo, por meio da aplicação de epóxi ao substrato na forma líquida e da cura do botão de epóxi no substrato no lugar.
De acordo com uma concretização, uma técnica similar pode ser o TN. P ÚDÇDDc. OD. s SDFÚAs ss e. PP nmaíl Pt t ; %'“”''”! - /"ºº“º““O 9." ºº””” ./277, 7” 0/ ' 3/12 usada para moldar dutos em um substrato formado de papel ou material si- milar sem usar um adesivo secundário. O substrato pode incluir material, tal como papel, poliéster, filme de poliéster, papel de aramida, tal como No- mex, celulose, papel Kraft, ou papéis orgânicos e inorgânicos, laminados, taiscomo DMD e materiais tecidos e não tecidos, embora não seja limitado a estes. Tal combinação dos dutos e do substrato seria assim provida como uma unidade homogênea. Camadas de bobina separadas por material de papel ou outro material similar listado acima podem ser então enroladas em torno do substrato. Toda a unidade é então inundada com o fluido eletrica- mente isolante, óleo à base de petróleo ou não petróleo.
De acordo com uma concretização da invenção, é provido um método de dois estágios de formar uma montagem de bobina de transfor- mador homogênea fundida a vácuo de estado sólido ou fundida sólida. "Bo- tões" ressaltados compreendidos do mesmo epóxi que é usado para encap- - 15 sulara bobina de transformador são moldados no lugar em uma superfície de um substrato dielétrico ou mecânico. O substrato é então cortado e enro- Ú lado para formar uma bobina cilíndrica com os "botões" na superfície externa ou interna. Quando os condutores forem enrolados em torno da bobina, os "botões" manterão uma distância específica entre os condutores e o substra- todielétrico. A bobina é colocada em um molde e o epóxi é injetado ou des- pejado no mesmo. Os botões são dispostos de tal forma que eles sustentem os enrolamentos e permitam que o epóxi de encapsulação flua em torno de- les inundando todo o molde sem aprisionar ar ou criar vazios.
Quando o epóxi no transformador fundido a vácuo ou "fundido sólido” encapsular por completo as bobinas e o substrato dielétrico, ele for- mará um monobloco sólido de epóxi homogêneo. A bobina de transformador pode compreender diversas camadas destes materiais, isto é, camadas adi- cionais de substratos dielétricos podem ser providas, bem como camadas adicionais de enrolamentos de bobina e resina de epóxi.
De acordo com uma concretização da invenção, os botões de epóxi são moldados no substrato dielétrico antes da encapsulação para as- segurar uma distância consistente entre o substrato e os enrolamentos. Os
T—— a — PP Ã º.S,$2$0 “E.>P”2“”“ " 25“ 0i 9 0saeô8m A “ ! “CC. s"..s|ss O ' a4n2 botões são formados substancialmente do mesmo material de epóxi ou de material similar usado para encapsular a montagem de bobina de transfor- mador. Os botões são moldados no substrato dielétrico de tal maneira a sus- tentar os enrolamentos antes da encapsulação. Os botões são dimensiona- dose formados para facilitar a encapsulação livre de ar da bobina com epó- xi.
Para transformadores fundidos a vácuo ou sólidos, o substrato dielétrico, de acordo com as concretizações da invenção, pode ser qualquer material dielétrico, tal como fibras de vidro ou vidro de grau elétrico, incluindo sulfeto de polifenileno (PPS), poliamidas (náilon), cloreto de polivinil (PVC), fluoropolímeros (PTFE), e similares, embora não seja limitado a estes. O para transformadores enchido com óleo pode incluir papel, poliéster, filme de poliéster, papel de aramida, tal como NomexG, celulose, papel Kraft, papel orgânico ou inorgânico, e laminados, tais como DMD. O material usado para - 15 substrato dielétrico pode ser orgânico ou inorgânico. O material pode ser | tecido ou não tecido. O substrato dielétrico pode ser formado de material, : tais como fibras formadas no padrão semelhante a uma grade, formado co- mo uma superfície sólida, ou formado em fileiras contínuas ou não contínuas paralelas, embora não seja limitado a este. Tal material pode ser aplicado em transformadores fundidos a vácuo ou fundidos sólidos bem como em transformadores enchidos com óleo.
Em concretizações da invenção, os botões podem ser moldados no substrato sem o uso de qualquer adesivo. Isto elimina as preocupações acerca da falha do material adesivo entre os botões e o substrato bem como da compatibilidade de curto prazo e de longo prazo do material químico ade- sivo.
Adicionalmente, os botões formados no lugar, que podem ser formados de epóxi, impregnam as fibras do substrato e eliminam assim o aprisionamento de ar. Os botões podem ser projetados com um perfil que facilitaa encapsulação eliminando vazios e potencial para falha do transfor- mador devido à descarga corona. Em uma concretização da invenção, uma vez que os botões são moldados no lugar, eles podem ser projetados e for-
TN DPP.ÇÇ5.ÇOºÇAC”A»NA. ÇARARPRAAA AAA a-ir-i 99 A iVO “GS VINCf““i)]”1/A A1€'“9);»P”Ú)“º!. 2CATMAÁAÃÂÉ MSC =jí€P 5/12 mados em vários padrões para acomodar configurações de transformador não convencionais.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS A figura 1 é uma vista em perspectiva de uma montagem de bo- binade transformador. A figura 2 mostra uma estrutura de suporte e botões. A figura 3 mostra uma área de detalhes da montagem de bobina de transformador da figura 1. A figura 4A mostra uma estrutura de suporte, botões e um con- dutor. A figura 4B ilustram uma característica de um padrão de botão da figura 4A. As figuras 5A-SD mostram outras possíveis disposições dos bo- tões. . 15 A figura 6 representa uma disposição exemplificativa de botões moldados em um substrato dielétrico estilo malha de acordo com uma con- , cretização da invenção. A figura 7 mostra uma vista em seção transversal dos botões moldados no substrato de acordo com uma concretização da invenção. A figura 8 mostra uma vista em perspectiva do substrato enrola- do em uma bobina de acordo com uma concretização da invenção. A figura 9 mostra uma vista de topo da configuração de bobina de acordo com uma concretização da invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO A figura 1 é uma vista em perspectiva de uma montagem de bo- bina de transformador 100 de acordo com uma concretização exemplificati- va. A montagem de bobina de transformador 100 inclui uma primeira cama- da 130 e uma segunda camada 140. Com referência também à figura 3, que detalha uma área da montagem de bobina de transformador 100 da figura 1, uma primeira camada 130 da montagem de bobina de transformador 100 inclui um meio para estabelecer uma estrutura de suporte 310. O meio para estabelecer uma estrutura de suporte 310 pode in-
TN a... W Sã á€íA” “,)ÚoOú Aº."*. !<A$7!YM%AÃ=“iúºP !/Eô 9 -32 : 6/12 cluir múltiplas fibras interconectadas para formar um tecido. O tecido para transformadores fundidos a vácuo ou sólidos podem incluir fibras de vidro e podem incluir vidro de grau elétrico. Tal tecido pode incluir qualquer fibra de uma variedade de fibras que são conhecidas nesta técnica a ser adequada para aplicações fundidas de transformador, tais como sulfeto de polifenileno (PPS), poliamidas (náilon), cloreto de polivinil (PVC), fluoropolímeros (PTE- E), e similares. O tecido para transformadores enchidos com óleo pode inclu- ir papel, poliéster, filme de poliéster, papel de aramida, tal como Nomex€, celulose, papel Kraft, papel orgânico ou inorgânico, tecido ou não tecido, e laminados, tal como DMD.
A primeira camada 130 da montagem de bobina de transforma- dor 100 também inclui botões 330, afixados ao meio de estrutura de suporte
310. Os botões 330 podem incluir múltiplos botões e são preferivelmente formados de um material menos compressivo do que o tecido, tal como resi- . 15 naou epóxi. Os botões 330 podem ser ligados ao meio de estrutura de su- porte 310 sem usar qualquer adesivo por meio do encaixe parcial dos botões ] 330 no meio de estrutura de suporte 310. Isto pode ser conseguido, por e- xemplo, por meio da aplicação de material de epóxi à estrutura de suporte 310 na forma líquida e da cura do epóxi líquido no substrato para prover um botão homogêneo líquido. Os botões 330 se projetam do meio de estrutura de suporte 310 por uma distância, isto é, altura, 335. Deve ser apreciado que, embora os botões 330 sejam mostrados afixados em apenas uma su- perfície do meio de estrutura de suporte 310, os botões 330 podem ser tam- bém conectados a ambas as superfícies opostas do meio de estrutura de —suporte310.
A segunda camada 140 inclui um meio condutor 145 em contato com pelo menos um dos botões dos botões 330 em um segundo lado 332 de cada botão que está oposto ao primeiro lado 331. O meio condutor 145 pode ser um único condutor que é enrolado continuamente para formar um único enrolamento de bobina de transformador, ou pode ser múltiplos condutores, dependendo do tipo de montagem de bobina de transformador 100. O meio condutor 145 pode incluir linguetas 160 para acessar o meio condutor 145
VA ' 7/12 pelos outros componentes elétricos fora da montagem de bobina de trans- formador 100. A montagem de bobina de transformador 100 inclui um meio die- létrico para cobrir o meio de estrutura de suporte 310, os botões 330, e o meio condutor 145. O meio dielétrico pode ser um corpo de resina 110 que cobre as camadas da montagem de bobina de transformador 100. Embora o meio dielétrico seja descrito adiante como um corpo de resina 110, ou sim- plesmente resina 110, aquele versado na técnica irá reconhecer que inúme- ros materiais dielétricos podem ser usados, os quais são adequados para usoem um molde de transformador. A espessura do corpo de resina deve ser uniforme para prover propriedades dielétricas que são uniformes por to- da a montagem de bobina de transformador. Aqui, o termo 'uniforme' signifi- ca substancialmente o mesmo do começo ao fim com certa tolerância. Um dielétrico com propriedades favoráveis irá resistir à ruptura sob altas ten- . 15 sões, não extrai por si só potência apreciável do circuito, é fisicamente está- | vel, e apresenta as características que não variam muito sobre uma faixa de ' temperatura razoavelmente ampla.
A montagem de bobina de transformador 100 pode opcional- mente incluir uma terceira camada 150 apresentando um meio de estrutura de suporte 315 e botões 335. A terceira camada 150 pode ser formada dos mesmos materiais que a primeira camada, embora isto não seja uma exi- gência. Quando a terceira camada opcional 150 for empregada, o meio die- létrico, tal como um corpo de resina 110, pode cobrir a primeira, a segunda e a terceira camadas 130, 140, 150, provendo toda a espessura 160.
O meio para estabelecer estrutura de suporte 310 provê suporte de reforço do corpo de resina 110 para impedir o desenvolvimento de fissu- ras durante a fundição ou durante o uso, quando a montagem for submetida a condições externas, tais como alta temperatura, umidade elevada, pene- tração de umidade e semelhante, ou devido a fatores internos, tais como altastemperaturas de bobina ou forças vibratórias durante a operação.
Os botões 330 se projetam do meio de estrutura de suporte 310 por uma distância 335. A protuberância dos botões 330 cria um espaço 320
É AAA ' 8112 entre o meio condutor 145 e o meio de estrutura de suporte 310, onde a re- sina 110 pode mais facilmente fluir durante o processo de fundição.
Isto é, sem os botões, a resina teria que "ser absorvida" na estrutura de suporte, o que toma tempo adicional e pode produzir dispersão desigual da resina 110 eaprisionaro ar ou vazios nos múltiplos substratos, o que poderia desenca- dear questões de corona.
A dispersão desigual produz um corpo de resina 110 que não tem propriedades dielétricas uniformes.
Os botões 330 prove- em um corpo de resina mais regular 110 apresentando propriedades dielétri- cas mais uniformes do que usando, por exemplo, uma estrutura de suporte 310 apenas.
Além disso, a altura 335 dos botões 330 pode ser selecionada para prover uma espessura total desejada 120 da primeira camada 130 u- sando um meio de estrutura de suporte inferior 310, tal como tecido.
Isto é, para alcançar a mesma espessura 120 da primeira camada 130, e, portanto, - 15 asmesmas propriedades dielétricas, sem os botões 330, muitas camadas de tecido seriam tipicamente exigidas.
As camadas de tecido não apenas cau- ' sariam a dispersão desigual da resina 110, conforme descrito acima, mas seriam submetidas à compressão pelo meio condutor 145 na medida em que o meio condutor 145 é aplicado, por exemplo, enrolado, sobre as camadas detecido.
Acompressão é tipicamente desigual e resulta em uma espessura não uniforme da primeira camada, produzindo propriedades dielétricas não uniformes.
Os transformadores enchidos com óleo também experimentam esta limitação em sua configuração de papel/cartão prensado.
Os botões 330 são, portanto, preferivelmente menos compressivos, isto é, menos sub- metidosamudanças em volume, quando da aplicação de uma força, do que o meio de estrutura de suporte 310. Por exemplo, botões de epóxi são me- nos compressivos do que camadas de vidro de grau elétrico.
A figura 2 mostra uma estrutura de suporte 210 com botões 230. A estrutura de suporte 210 inclui uma pluralidade de fibras 220 interconecta- das para formar um tecido.
Embora um padrão na forma de grade seja ilus- trado, qualquer padrão pode ser usado.
Múltiplos botões 230 são afixados ao tecido 210 e se projetam a partir de uma superfície do tecido 210.
Ne A < . ... c Põ—-4nô nn 9 IÉÊ “io !=SS€ “ico ”0“ p”“"“t!. :H EC UA “º)]”“Ô“”TIME.l" """"P .P€! ' 912 Os botões 230 podem ser dispostos em uma pluralidade de filei- ras 240A, 240b. As fileiras 240A, 240B podem ser segmentadas, conforme mostrado. A figura 2 mostra os botões 230 dispostos em um dos muitos pa- drões que podem ser usados. As figuras SA-5D mostram outros padrões —possíveisdos botões que podem ser usados.
A figura 4A mostra uma estrutura de suporte, botões e um con- dutor. Os botões 230 são mostrados dispostos em uma pluralidade de filei- ras 240A, 240B. Um condutor 430 apresenta uma primeira extremidade 410 e uma segunda extremidade 430 e é contínua de tal modo que as extremi- dades do segmento 420A e 420B sejam conectadas, isto é, representem o mesmo ponto, e assim por diante. Os botões 230 são mostrados dispostos em um padrão de modo que o condutor 430 entre em contato apenas com os botões 230, e entre em contato com um botão 230 pelo menos a cada duas fileiras. Este padrão provê suporte para o condutor 430 a cada duas . 15 fileiras e pode ser configurado para um condutor de largura estreita 430, ca- so necessário.
' A figura 4B ilustra esta característica do padrão de botão da figu- ra 4A. A superposição da fileira 240A sobre 240B provê uma fileira não seg- mentada de botões. Aqui, o termo "não segmentada" significa como incluin- do tanto uma fileira contígua de botões adjacentes e uma fileira de botões sobrepostos. Esta característica ajuda a definir o padrão da figura 4A. Do mesmo modo, conforme pode ser apreciado, no padrão da figura SA. a su- perposição mútua de três fileiras provê uma fileira não segmentada de bo- tões. Na figura 5B, a superposição mútua de quatro fileiras provê uma fileira não segmentada de botões. Nas figuras 5A e 5B, o respectivo padrão provê suporte para o condutor 430 a cada três fileiras e a cada quatro fileiras. Isto pode ser expandido para qualquer número de fileiras. Além disso, para um condutor 430 apresentando uma largura mais estreita implementada em um transformador enchido com óleo, os botões não precisam ser deslocados.
Também, para condutores mais largos 410 em um transformador enchido com óleo, os suportes podem ser contínuos.
Conforme pode ser apreciado da figura 5C, as fileiras não preci-
É NA A ] 10/12 sam ser segmentadas, embora seja preferível, conforme discutido abaixo.
Além disso, conforme pode ser apreciado a partir da figura 5D, os botões podem ser de vários tamanhos e padrões, e não precisam estar em fileiras.
O padrão de botão pode ser simplesmente aleatório, caso desejado.
De acordo com uma concretização da invenção, os botões são integralmente moldados no corpo do substrato.
Uma montagem de bobina de transformador de estado sólido, de acordo com uma concretização e- xemplificativa da invenção, inclui um substrato dielétrico, os enrolamentos de bobina providos ao redor do substrato, e um composto de epóxi encapsulan- doo substrato e os enrolamentos de bobina.
Alternativamente, as monta- gens de bobina de transformador "enchidas com óleo" poderão ser suspen- sas em fluido depois que as bobinas, incluindo camadas de isolamento de papel, forem enroladas em torno do substrato.
O substrato é provido com botões ressaltados compreendendo o . 15 mesmo material de epóxi como o composto de epóxi usado para encapsula- ção.
Os botões são moldados no substrato dielétrico e mantêm uma distân- ] cia específica entre a bobina e o substrato dielétrico.
Os botões são dispos- tos de tal modo a sustentarem os enrolamentos e a permitirem que o epóxi de encapsulação flua em torno deles inundando todo o molde sem aprisionar arou criar vazios.
Nas concretizações da invenção, os botões podem ser projetados com um perfil que facilita a encapsulação eliminando vazios e potencial para falha de transformador devido à descarga corona.
Além disso, os botões podem ser projetados e formados em vários padrões para acomo- dar configurações de transformador não convencionais.
Os botões podem ser ligados a muitos tipos de substrato usados na fundição a vácuo ou sólida bem como transformadores enchidos com ó- leo, incluindo material, tais como fibra de vidro, papel, poliéster, filme de po- liéster, material de aramida, tal como NomexG, celulose, papel Kraft, e lami- nados, tal como DMD, embora não sejam limitados a estes.
O material usa- do para substrato dielétrico pode ser orgânico ou inorgânico.
O material po- de também ser tecido ou não tecido.
O substrato dielétrico pode ser material formado, tais como fibras formadas no padrão semelhante à grade, formado como uma superfície sólida, ou formado em fileiras contínuas ou não contí- nuas paralelas, embora não seja limitado a estas. Os botões podem ser liga- dos sobre o substrato sem usar qualquer material adesivo.
A figura 6 representa uma disposição exemplificativa de botões —moldadosem um substrato dielétrico estilho malha de acordo com uma con- cretização da invenção. Nesta figura, um substrato dielétrico estilo malha 1 é provido com botões de epóxi de forma piramidal 2 moldados no mesmo. Os botões podem ser configurados em um padrão tal que quando o substrato for enrolado em uma bobina cilíndrica 6 e os condutores 4 forem enrolados em torno dela, os fios serão conectados sobre o substrato sustentado pelos botões criando o espaço vazio exigido 5.
A largura do espaço vazio é determinada pela altura do botão, conforme pode ser visto em vista em seção transversal na figura 7 ao longo da linha 3. Os botões são escalonados de modo que, durante o processo de . 15 encapsulação, o epóxi possa fluir em torno deles facilmente, quer alimentado a partir do topo, quer a partir da base. Quando o epóxi de encapsulação for ' usado para moldar os botões, todo o corpo de resina ficará homogêneo, quando fundido, permitindo assim a troca de calor consistente por todo o corpo de resina. Quando o mesmo epóxi for usado para encapsulação e moldagem dos botões, não haverá nenhuma linha de tensão devido aos coe- ficientes dissimilares de expansão de calor. Quando o mesmo epóxi for usa- do para encapsulação e moldagem dos botões, não haverá nenhuma falha por tensão ou linhas de cisalhamento devido à perfeita adesão entre a resina de encapsulação e os botões. A figura 8 mostra uma vista em perspectiva do substrato enrola- do em uma bobina de acordo com uma concretização da invenção. A figura 9 mostra uma vista de topo da configuração de bobina de acordo com uma concretização da invenção. Quando o epóxi encapsular por completo as bo- binas e o substrato dielétrico, irá formar assim um monobloco sólido do epóxi homogêneo. A bobina de transformador pode compreender diversas cama- das destes materiais, isto é, camadas adicionais de substratos dielétricos | podem ser providas, bem como camadas adicionais de enrolamentos de bo-
] 12/12 bina e resina de epóxi.
De acordo com uma concretização da invenção, os botões de epóxi são moldados no substrato dielétrico antes da encapsulação para as- segurar uma distância consistente entre o substrato e os enrolamentos. Os botões são formados substancialmente do mesmo material de epóxi ou de material similar usado para encapsular a montagem de bobina de transfor- mador. Os botões são moldados no substrato dielétrico de tal maneira a sus- tentar os enrolamentos antes da encapsulação. Os botões são dimensiona- dos e formados para facilitar a encapsulação livre de ar da bobina com epó- x
Claims (2)
- Pp———— —————— e ——— p——— O 11REIVINDICAÇÕES . 1. Montagem de bobina de transformador compreendendo: um substrato tendo uma pluralidade de fibras interconectadas para formar um tecido e uma pluralidade de botões compreendendo material de epóxi, cada botão sendo moldado em um primeiro lado do botão no teci- do e se projetando a partir de uma primeira superfície do tecido, o substrato sendo enrolado dentro de um carretel cilíndrico com a primeira superfície sendo a superfície externa do carretel; uma pluralidade de fios sendo enrolados ao redor da bobina e estando em contato com pelo menos um botão da pluralidade de botões em um segundo lado de cada botão que está oposto à primeira superfície de modo que um vão é criado entre o substrato e os fios; e um corpo de resina compreendendo epóxi substancialmente si- milar ao material de epóxi dos botões, o corpo de resina cobrindo o substrato eosfios.2. Montagem de bobina de transformador, de acordo com a rei- vindicação 1, em que o substrato compreende material dielétrico compreen- dendo pelo menos vidro de grau elétrico, papel, poliéster, filme de poliéster, papel de aramida, celulose, papel Kraft, papel orgânico ou inorgânico, tecido tecido, tecido não tecido ou laminados.3. Montagem de bobina de transformador, de acordo com a rei- vindicação 1, em que o substrato compreende material dielétrico compreen- dendo pelo menos um dentre papel, papel de aramida, celulose, papel Kraft, papel orgânico ou inorgânico.4, Montagem de bobina de transformador, de acordo com a rei- vindicação 1, em que o substrato compreende material dielétrico compreen- dendo pelo menos um dentre tecido tecido, tecido não tecido ou laminados.nn= LA ama ON 110 150 MS If AMZ EE 130 AS | Nm (H | 140 E E 160 A SA) . TN LL ERÀ SAO a ns 1! trTTTATATATAT">SeeFiG.3LEO LEE TILEOo TT EE TT TERIA Fio oi nao mo a !ENCSCSSSSSCSSSSSSCNNENSNCSSNNENSNNE COI HOHooHHHHoOOHHHHHHHHOHOAO ii id Ti Ci leia PN CONES e eo arPL III III III III FOI OOo o oo O TT ido | iii o | Indio | balaio! | Didi 220 CTC to o o a II TI o O A IAIE OO TO nim nina na lala E nie nisi |) o | oo sao se PII III II III Iii HOIOHHHHOHHOOHHAAHHOHHEHHHHOHA | 239 Co Sr SS SS SSD O 1) 1) 0) UA 11) 1LER AOOOO A OD C OOIII III III SO DOAR me mo o in Ra PE Ce CCR EPA ACC o O A EO 240A >--|-|-imiaea 1 ramo (as ic EE CL) 2400CET DA DPI HH HOHHHHOHHHHHHHeErEAHA . detendo |). Lanto |) Lelo 1 ambiente 1 hd aiaademda 1-1) 2406 > giga ini - eia nin oia nina 4 240BLEI DOCLOIS . (Le 7) ni | O mr RN OCT | o e LIDO Ooo FIG. 2A DZ > á so Da SA > FIG. 3AIII0 O, FIG. 4B410 420B 210 AA 1 FO TE UU. . + Eca H DR) HE BS S/N /E RR) HE E 1 O ll ia IBN IR RISE) ERETRA ERA ERRA E 220 | 18 is NR RR) q el sl LIS CS RR RO) EEAEERFEEFEEEEEROE h É 1 Hs mio E rs IBN RR RR) E) CEE ERETELCEDEELEE 230 H EB À "CEPELEECTEECREET TE fel Tuba Tutal fa O ' | 4 IN IN IR) LN IBN TN IS RIR RO E | HH a. HH H APREENDER DEDE o PAO PF CER RN E RR A Ro o EE AREA o SN RR ER RR) ATELIER. 240B PANA ARA A RR AR ERSSRSARÂRRÓRRAA) 1 1 ns E A a 420A Sm FIG. 4A| 5/8FE HH HO HH me ame sen ir lan FE ueEEE FIG. 5A o o Caeiro Esssssssss assa sssssssESCNENNSSNRA EA AR em ao FIG. 5B| 6/8ET HH CLIO IiiirditO FIG. 5C FA PP as 7 EPE E a TITE a a LO CCC ar ao NTEs ooo oiaerooooooo Eae aim E Ham FE ros aaa hnECEHCHAoSFREE AAA FIG. 5DHo E] > Soa fix TE asTS HATT e FERA : x. EA “ HH - — “ E o fãs o: | e HA De ecieóreso Ho — o ES sagnec eta t FEEL Sã ra SFERSEE = = HO A CA o EREãs EO HS o FT a asas: = Si aHC EEE Ee HT CO Fsssss HE +11] rem Seedabece AH = . - ea Fr FT 1 $1- - HH f SE Es fs Hi Saca THA . - FE FA HH ERES Es Aa e mi HH Tia de HH e FA FE e. PH ns Es; sas HA eee F ST | IG - * 6 FEEO 3 —> —MBBÉRNA AEEEID ED AEE ME —— 3| 8/8 6 “EC | > "EEE aeWO : LI EL 1 FSB .
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