BRPI1100191A2 - gel aquoso para aplicaÇço oftÁlmica - Google Patents

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Fermin Sanchez Valle
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Latinofarma Ind Farmaceuticas Ltda
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GEL AQUOSO PARA APLICAÇçO OFTÁLMICA. Composição oftalmológica, sob a forma de gel líquido, estéril, de maior umectação, durabilidade, tempo de permanência sobre a superfície ocular e baixa toxicidade, e muito útil no alívio da disfunção do filme lacrimal, compreendendo numa combinação de polietilenoglicol 400, polipropilenoglicol, hidroxipropilguar, ácido bórico, cloreto de sódio, cloreto de potássio, cloreto de cálcio, cloreto de magnésio, cloreto de zinco, perborato de sódio, hidróxido de sódio e/ou ácido clorídrico e água purificada sob a forma gelificada.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para: "GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA"
A presente invenção refere-se a uma composição farmacêutica oftalmológica, sob a forma de gel aquoso, útil no alívio da disfunção do filme lacrimal.
Descrição do estado da técnica
O termo "olho seco" (cerato conjuntivite sica) é comumente usado para descrever um grupo de diferentes doenças e condições que resultam da umidade e lubrificação inadequada no olho. É causada, geralmente, pela má qualidade da película que Iubrifica os olhos e costuma provocar queixas que variam de um leve desconforto ocular a uma dor severa e incapacidade em manter os olhos abertos.
A morbidade associada à síndrome se relaciona a mudanças na superfície ocular, que dão origem a um espectro de anormalidades e abrangem: erosões superficiais puntiformes, filamentos corneanos, placas mucosas e defeitos epiteliais. Nos casos mais severos, a ocorrência de complicações como as úlceras de córnea pode trazer sérios riscos à integridade ocular.
As causas do olho seco podem ser clima frio e/ou seco, com vento e ensolarado, fumaça de cigarro, poluição, lugares fechados, calefação, ar condicionado, monitores de computador, medicamentos, tal como descongestionantes, anti-histamínicos, tranqüilizantes, antidepressivos, pílulas para dormir, diuréticos, pílulas anticoncepcionais, alguns anestésicos, medicamentos para tratamento da hipertensão arterial (betabloqueadores) e para transtornos digestivos (anticolinérgico). Essa síndrome ainda pode ser causada por doenças sistêmicas, como artrite, lúpus, sarcoidose, Síndrome de Sjõgren, alergias, doenças da pele e Parkinson, uso de lentes de contato e excesso de lágrimas causadas por choro. O fator idade também contribui para sua causa, uma vez que, com a idade a produção de lágrimas diminui.
Para melhor entender a relação da disfunção lacrimal com olho seco, torna-se válido destacar que, lágrimas nada mais são do que o mecanismo natural do organismo para proteger a superfície ocular contra infecções e contra os efeitos corrosivos da sujeira, poeira e outras partículas aéreas. As lágrimas ajudam a criar uma superfície corneana regular, úmida e lubrificada, de forma que a visão permaneça clara e sem distorções e proporcionam uma sensação de conforto nos olhos. Uma produção adequada de lágrimas é importante para a manutenção da saúde, do conforto e da capacidade de controle de infecções nos olhos devido à presença da lisozima.
O tratamento para o desconforto gerado pela deficiência de produção de lágrimas é basicamente sistêmico. Observa-se, porém que a sensibilidade de cada indivíduo é muito variável, sendo que para algumas pessoas as gotas oftálmicas (contendo veículo de forma tamponada, semelhante às lágrimas naturais) aplicadas várias vezes ao dia já seja suficiente para alívio do desconforto.
Porém se o tratamento com um substituto de lágrimas não ajudar, existe ainda a possibilidade de fechar o ponto Iacrimal com pequenos tampões. Os pontos Iacrimais podem ser tapados com tampões de colágeno que, passado algum tempo, se dissolvem por si mesmo. Tampões de silicone ficam no olho durante períodos mais prolongados.
Há também outras medidas que poderão ser aplicadas na vida quotidiana para aliviar os sintomas do olho seco, como, por exemplo, beber líquidos suficientes, de preferência água natural, a fim de evitar a desidratação. Uma novidade no tratamento do olho seco é o uso oral de óleo de linhaça. O óleo
de linhaça contém uma mistura de ácidos graxos do tipo Omega 3, os quais apresentam propriedades anti-inflamatórias. Dentre estes, o ácido alfa-linolênico administrado por via oral é o mais importante neste processo, combatendo o olho seco.
Mudanças ambientais visando à diminuição da evaporação da lágrima, pelo uso de umidificadores do ar, por exemplo, podem ser empregadas, com influência positiva. Na presença de Iagoftalmo e exposição corneana, a oclusão noturna com gel ou pomada, e eventualmente também parcial diurna, pode ser útil.
O tratamento, porém, mais usual ainda é feito com a aplicação de composições oftálmicas, devido à praticidade oferecida. Assim relatando-se composições oftálmicas que se encontram em estado da
técnica, destaca-se o documento PI0401186-4, que descreve uma formulação sob a forma de colírio de insulina, para aplicação local em indivíduos com olho seco, que devido as suas características permite a sua distribuição entre os tecidos da superfície ocular, aumentando o metabolismo celular e a restauração da atividade dessas células, antes deprimida pela carência de fatores inotrópicos que foram cronicamente reduzidos em virtude do menor carreamento, decorrente da diminuição da lágrima.
Em um primeiro momento, essa composição oftálmica parece oferecer um grande alívio para indivíduos que sofrem com olho seco, porém esse colírio ainda encontra-se em fase de estudos para comprovar a eficácia da formulação. Isso porque, mesmo se determinando os componentes e suas proporções na composição, não há como prever como essa mistura vai reagir às condições da produção em massa e também à distribuição comercial, pois a insulina tem problemas de estabilidade e transporte.
Já o documento PI9900259-0, se refere ao desenvolvimento de um colírio, tendo por composto ativo o estrogênio que é um hormônio (folicular) feminino, com o objetivo de corrigir a chamada síndrome do olho seco e patologias afins. Contudo, sua aplicação se restringe α casos sintomáticos e sua ação é apenas tópica, sem tratar a causa da síndrome.
O emprego de dito tratamento é justificado pela associação da ocorrência dessa anomalia a mulheres em idade com problemas hormonais. Porém vale destacar, que a influência da terapia de reposição hormonal ainda não está totalmente clara, já que alguns autores defendem a idéia de que ela melhora a qualidade e o volume do filme do filme lacrimal, enquanto outros mostram um aumento do risco de olho seco. Essa incerteza se deve a falta de conhecimento claro quanto à interações entre hormônios e as glândulas lacrimais.
Por sua vez, o documento PI9711406-5 descreve um lubrificante para lentes de
contato ou olhos secos e que ainda colabora no alívio à irritação nos olhos em especial.
A composição contém um preservativo de biguanida em combinação com polivinilpirrolidona. Porém, soluções com conservantes costumam causar toxidade ao indivíduo, podendo agravar a situação dos indivíduos que sofrem desse desconforto ocular.
Por fim relata-se o documento PI9811574-0, que se refere a composições oftálmicas
que contêm uma combinação gelificante de polissacarídeos de galactomana e boratos, sendo que após a administração oftálmica tópica essa formulação se converte a forma de gel ou parcialmente gel. Porém, se ausenta em descrita formulação um ativo contra microorganismos, o que compromete a conservação da formulação.
Para então suprir deficiências particulares, desenvolveu-se uma nova formulação,
de uso oftálmico, com propriedades semelhantes a da lágrima natural, para aliviar os sintomas causados pela síndrome do olho seco, com maior tempo de permanência sobre a superfície ocular, durabilidade, umectação e baixa toxicidade. Objetivos da Invenção
A presente invenção tem como objetivo uma composição oftálmica estéril que
apresente maior umectação, durabilidade, tempo de permanência sobre a superfície ocular e baixa toxicidade, de propriedades semelhantes a da lágrima natural, apresentando visíveis vantagens quanto às contidas em estado da técnica, útil no alívio da disfunção do filme lacrimal.
Breve descrição da invenção
A presente invenção descreve uma composição oftálmica útil sob a forma farmacêutica de gel líquido com propriedades mucomiméticas que aumentam o tempo de contato da composição com o epitélio córneo conjuntival e proporcionam maior umectação.
A presente invenção associa polietilenoglicol 400, polipropilenoglicol,
hidroxipropilguar, ácido bórico, cloreto de sódio, cloreto de potássio, cloreto de cálcio, cloreto de magnésio, cloreto de zinco, perborato de sódio, hidróxido de sódio e/ou ácido clorídrico e água purificada. Descrição detalhada da invenção
Diferindo-se do contido em estado da técnica, formulou-se uma nova composição oftálmica, com propriedades semelhantes a da lágrima natural, como por exemplo, pH entre 7,2 e 7,4, com um tempo ideal de permanência sobre a superfície ocular, sem constituintes tóxicos para o olho, para aliviar os sintomas causados pela síndrome do olho seco, que associa polietilenoglicol 400, polipropilenoglicol, hidroxipropilguar, ácido bórico, cloreto de sódio, cloreto de potássio, cloreto de cálcio, cloreto de magnésio, cloreto de zinco, perborato de sódio, hidróxido de sódio e/ou ácido clorídrico e água purificada.
Na dita composição de uso oftálmico, o polietilenoglicol (PEG 400), é tido como um surfactante.
O PEG possui a capacidade de alterar as propriedades superficiais e interfaciais de um líquido. Especificamente, o termo interface denota o limite entre duas fases imiscíveis, enquanto o termo superfície indica que uma das fases é gasosa. Outra propriedade fundamental é a tendência de formar agregados chamados micelas que, geralmente, formam-se a baixas concentrações em água.
Portanto, nesta formulação, resumidamente, com as propriedades descritas acima, o PEG 400 é utilizado como cossolvente para solubilização de componentes na solução, agente suspensor ou ajustador de viscosidade.
O polipropilenoglicol (PPG) também é tido como um agente surfactante na composição, e em associação com o PEG 400 confere à formulação atividade antibacteriana, além de também atuar na estabilização do filme de lágrima, e, através desta estabilização proporcionar um alívio do desconforto ocular. Soluções à base desses polissacarídeos fornecem composições com pH baixo, e são
irritantes aos olhos. Assim a associação de ditos polissacarídeos ao ácido bórico fornece um sistema que aumenta o pH, a força iônica e fornece viscosidade ideal para solução de uso oftálmico.
O ácido bórico se trata de um componente anti-infeccioso, ajudando na preservação da composição. Isso porque se trata de um ácido muito fraco que possui apenas efeito fungistáticas, figurando, assim, ação antisséptica.
O referido ácido presente na solução não é irritante aos tecidos, mesmo em elevadas concentrações, podendo ser aplicada em mucosas delicadas. E possui ainda efeito tamponante, em conjunto com o perborato de sódio o que mantém a isotonia da solução. Vale dizer que boratos também são excipientes comuns em formulações farmacêuticas oftálmicas pela boa capacidade tamponante. Pois os mesmos são resistentes a variações de pH em caso de adição de substâncias ácidas ou básicas.
Especificamente o perborato de sódio figura como conservante nesta formulação, se estabilizando com ácido bárico, água, cloreto de sódio e cloreto de potássio presentes na formulação. Além disso, possui propriedades antissépticas.
Da necessidade de uma formulação de maior umectação e durável, utilizável no alívio do desconforto ocular, elaborou-se a descrita composição com emprego do perborato de sódio como conservante, representando uma solução segura, por este ser um conservante sem toxicidade.
Isso porque os olhos possuem enzimas naturais que neutralizam o perborato em íons contidos na lágrima natural, água e oxigênio. E o vantajoso é que essa capacidade natural independe da dose da composição e da idade dos pacientes.
Outra importância da utilização desse conservante é que os subprodutos da neutralização desse agente não têm nenhum efeito desfavorável. Já os conservantes que se transformam em sal podem estimular a síndrome do olho seco, através de suas toxicidades.
Ainda descrevendo os componentes da formulação e suas ações na mesma, o hidroxipropil guar mucilágeno derivado da goma guar, presente na composição, associado aos íons borato em pH alcalino produz uma reação química para a formação de um composição gelificada.
O gel aquoso, viscoso, que pode ser administrado na forma de gotas, após aplicação local, espalha-se rapidamente sobre a conjuntiva e córnea, formando uma película protetora da córnea de longa duração. Esta forma prolonga o tempo de permanência da formulação no saco conjuntival,
aumentando efetivamente a sua biodisponibilidade ocular. Seu diferencial é proporcionar um maior tempo de permanência do gel na superfície ocular do que o das lágrimas artificiais de baixa viscosidade.
Têm se também os cloretos, que possuem a função de promover o equilíbrio eletrolítico. Nesse contexto, o cloreto de zinco representa uma exceção, pois este se trata de um agente de tonicidade, responsável por fazer com que a condição isotônica da solução se assemelhe à tonicidade da lágrima.
Por fim, tem-se o ácido clorídrico e o hidróxido de sódio com corretores de pH, para adequar a solução à faixa correspondente a da lágrima natural e a água como veículo da solução. E tanto os corretores de pH quanto o veículo possuem na formulação, quantidades suficientes para completar a composição em peso. Vantajosamente o referido lubrificante oftálmico possui forma gel aquoso que possui propriedades muco miméticas que aumentam o tempo de contato com o epitélio córneo- conjuntival e possibilitam maior umectação. Um substituto de lágrimas sob a forma de gel é de fato um meio mais eficaz, uma vez que contém poucos aditivos que podem irritar ainda mais o olho. Aplicado desta forma mantém-se por mais tempo no olho do que as simples gotas oftálmicas, além de possuir um efeito visual e cosmético melhor.
Outra vantagem que a formulação apresenta está na utilização do perborato de sódio, visto que este atua como um ativo contra microrganismos, que se degrada rapidamente em contato com as enzimas da lágrima e sua degradação consiste na formação de íons de boro e sódio (presentes na lágrima natural) e peróxido de hidrogênio que, por sua vez, degrada-se em água e oxigênio por ação das catalases presentes na lágrima. Minimizando, portanto, as irritações geralmente provocadas pelos conservantes.
Há também a vantagem dos derivados do etilenoglicol (polietiletilenoglicol 400 e propilenoglicol) apresentarem propriedades surfactantes por diminuírem a tensão superficial e também boa adesão às mucosas.
Assim tem-se ainda uma composição que é acondicionada em frasco multidose, proporcionando a economia e a praticidade necessárias para um tratamento de longo prazo, como é o de olho seco.
Findando, destaca-se a formulação de uma composição gelificada, de uso oftálmico, estéril, útil no alívio da disfunção do filme lacrimal, que possui maior umectação, durabilidade, tempo de permanência sobre a superfície ocular e baixa toxicidade, de propriedades semelhantes a da lágrima natural, apresentando visíveis vantagens quanto às contidas em estado da técnica.

Claims (17)

1. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, caracterizada por compreender um agente gelificante em combinação com um conservante (e antisséptico) e um antibacteriano, surfactantes, um tampão, um constituinte de viscosidade, sais que ajustam a tonicidade das soluções, corrigem o pH e mantém o equilíbrio eletrolítico da solução e veículo farmaceuticamente aceitável.
2. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo agente gelificante ser hidroxipropil guar.
3. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo conservante, antisséptico, ser o perborato de sódio.
4. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo antibacteriano ser o ácido bórico.
5. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com as reivindicações de 1 a 4, caracterizada pela associação hidroxipropil guar aos íons boratos promeverem uma reação de gelificação na solução.
6. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com as reivindicações 1, 3 e 4, caracterizada pelo ácido bórico quando associado ao perborato de sódio exercer função tamponante e promover a isotonia da solução.
7. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelos surfactantes serem derivados de etilenoglicóis.
8. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com as reivindicações 1 e 7, caracterizada pelo o polietinoglicol 400 e o polipropilenoglicol serem os surfactantes derivados de etilenoglicóis.
9. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com as reivindicações 1, 7, e 8, caracterizada pela associação dos polietinoglicol 400 e o polipropilenoglico, derivados de etilenoglicóis, possuir ação antibacteriana.
10. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com as reivindicações 1,4,7 e 8, caracterizada pelo ácido bórico associado aos derivados de etilenoglicóis fornecer um sistema que aumenta o pH, a força iônica e fornece viscosidade ideal para solução de uso oftálmico.
11. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelos cloretos serem monitores do equilíbrio eletrolítico e um desses ser agente de tonicidade.
12. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com a reivindicação 1 e 11, caracterizada pelos cloretos monitores do equilíbrio eletrolítico serem cloreto de sódio, cloreto de magnésio, cloreto de potássio e cloreto de cálcio.
13. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com as reivindicações 1,11 e 12, caracterizada pelo cloreto agente de tonicidade ser o cloreto de zinco.
14. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelos agentes reguladores de pH serem ácido clorídrico e hidróxido de sódio;
15. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo veículo ser água purificada.
16. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por ser um lubrificante estéril gelificado de maior umectação e durabilidade.
17. GEL AQUOSO PARA APLICAÇÃO OFTÁLMICA, de acordo com as reivindicações de 1 a 20, caracterizada por ser um lubrificante oftálmico estéril, sob a forma de gel aquoso, de maior umectação, durabilidade, tempo de permanência sobre a superfície ocular e baixa toxicidade, de propriedades semelhantes a da lágrima natural, e compreender o polietilenoglicol 400, polipropilenoglicol, hidroxipropilguar, ácido bórico, cloreto de sódio, cloreto de potássio, cloreto de cálcio, cloreto de magnésio, cloreto de zinco, perborato de sódio, hidróxido de sódio e/ou ácido clorídrico e água purificada.
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