BRPI1101048A2 - conjunto de comando - Google Patents

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BRPI1101048A2
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pressure
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BRPI1101048-7A
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Artur Spitzer
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Roediger Vacuum Gmbh
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Abstract

CONJUNTO DE COMANDO. A presente invenção refere-se a um conjunto de comando (10) para uma válvula de aspiração, ativável por subpressão, determinada para um sistema de subpressão para águas servidas, abrangendo uma primeira válvula (32), bem como uma segunda válvula (34), na dependência de cuja posição a válvula de aspiração pode ser ativada e através da qual as águas servidas acumuladas podem ser aspiradas através do sistema de águas servidas. Para a comutação da primeira válvula, funcionalmente unida com a segunda válvula, age sobre ela uma pressão de recalque, formada pelas águas servidas acumuladas que sujeita um espaço intermediário (52) entre uma membrana de separação (36) e uma membrana de pressão de recalque (38) que formam uma unidade e a primeira válvula.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "CONJUNTO DE COMANDO"
A presente invenção refere-se a um conjunto de comando para uma válvula de aspiração, ativada por subpressão, determinada para um sistema de águas servidas - subpressão, abrangendo um alojamento com uma parede externa, com uma primeira válvula ali integrada, comutável por meio de uma pressão de recalque produzida pelas águas servidas acumula- das, de uma primeira posição para uma segunda posição, uma primeira câ- mara de pressão regulável através da primeira válvula, limitada por uma pri- meira membrana, sendo que a primeira membrana está funcionalmente uni- da com uma segunda válvula, através da qual, na dependência de sua posi- ção, subpressão ou pressão atmosférica alcança a válvula de aspiração, uma primeira ligação, através da qual a primeira câmara pode ser ligada com uma fonte de subpressão, a qual, na ausência ou insuficiente pressão de recalque é bloqueada pela primeira válvula que se encontra na sua pri- meira posição e no caso de suficiente pressão de recalque é liberada por uma primeira válvula que se encontra na sua segunda posição, uma segun- da ligação condutora até a pressão atmosférica, ligada com a primeira câma- ra, preferencialmente regulável na sua seção transversal, sendo que no caso de a primeira câmara estar sujeita com suficiente subpressão, o primeiro diafragma, juntamente com a segunda válvula, pode ser comutada de uma primeira posição, que liga a válvula de aspiração com pressão atmosférica, para uma segunda posição que liga a válvula de aspiração com subpressão, sendo que a primeira válvula, na sua segunda posição que libera a primeira ligação entre a fonte de subpressão e a primeira câmara, bloqueia a segun- da ligação condutora até a primeira câmara e que pode ser sujeita com pressão atmosférica.
Para manter limpas as águas, torna-se necessário que as águas servidas alcancem uma instalação de decantação, mas, freqüentemente, isto não é possível, em virtude de custos elevados, de uma maneira despropor- cional, para sistemas convencionais de canalização ou em virtude de condi- ções locais difíceis, como queda natural ausente, reduzida densidade de aglomeração, base inferior desfavorável, ou pela passagem por uma região aquática protegida. Mas também para esses casos problemáticos existe a possibilidade de realizar uma eliminação em uma instalação de decantação, quando for empregada uma drenagem com subpressão ou "canalização a vácuo".
Uma respectiva canalização a vácuo abrange, como componen- tes essenciais, canais de acoplamento domésticos com um conjunto de co- mando de operação sem corrente e válvulas de bloqueio e de aspiração, um sistema seqüencial condutor com pontos altos e pontos baixos, dispostos sistematicamente, bem como uma estação de vácuo com tanques coletores de águas servidas, bombas para águas servidas, bombas de vácuo, técnicas medidora e reguladora.
Para transportar as águas servidas, estas fluem inicialmente a partir dos prédios, através de linhas conectoras domésticas em queda livre convencionais, até um coletor de um canal, por exemplo, situado em um limi- te do terreno, onde as válvulas de bloqueio, comandadas exclusivamente de forma pneumática, e o conjunto de comando respectivo, estão acondiciona- dos. Unido com o coletor está um tubo de recalque que inclui ar, sendo que o ar incluído é hidrostaticamente comprimido pelo liquido acumulado dentro do coletor, de maneira que é produzida uma pressão de recalque.
Pelo mecanismo previsto no conjunto de comando, na presença de uma pressão de recalque determinada, a válvula de bloqueio será aberta e as águas servidas serão aspiradas na linha de vácuo. Na dependência do tempo, a válvula fecha após alguns segundos através de força molar e de vácuo.
As águas servidas especificamente se acumulam em pontos baixos no sistema condutor e por ar, subseqüentemente aplicado, serão progressivamente deslocadas sobre os pontos altos subsequentes, na dire- ção da estação de vácuo. A partir do tanque coletor da estação de vácuo, em seguida, as águas servidas serão transportadas até a instalação de de- cantação, através de bombas de águas servidas convencionais e através de uma linha de pressão e de queda livre. No tanque coletor e no sistema con- dutor, uma unidade geradora de subpressão, como uma bomba de vácuo, mantém uma subpressão.
No conjunto de comando, alocado à válvula de bloqueio, deverá viabilizar no caso uma adequação automática, as porções de águas servidas a serem aspiradas e as condições operacionais (por exemplo, a intensidade da subpressão presente) dentro do sistema de aspiração.
Um conjunto de comando, de acordo com o documento DE-C-43 36 020, é bastante compacto e construtivo, de conformação simples e ofere- ce elevada segurança operacional. No caso, se verifica um comando tempo- rizado, essencialmente independente da intensidade da subpressão aplica- da, isto é, após a ausência da pressão de recalque, uma vez aspirado o lí- quido, o conjunto de comando fecha a alimentação da subpressão até a vál- vula de bloqueio, após um período de tempo definido, e a válvula de blo- queio será ventilada com ar ambiente, de maneira que a válvula de bloqueio será fechada. O período de tempo remanescente após a aspiração, antes do fechamento da válvula de aspiração, serve para a penetração de ar de transporte do ambiente, dentro do sistema de subpressão. Para o funciona- mento do sistema, seria desejável que a relação volumétrica do ar admitido e o líquido aspirado fosse tanto maior quanto mais fraca fosse a subpressão aplicada. O conjunto de comando acima mencionado se destaca especial- mente também pelo fato de que mantém aproximadamente em nível cons- tante o tempo pós-abertura para o ar e o volume da porção de águas servi- das aspiradas será tanto menor, quanto mais fraca for a subpressão aplica- da. Outra vantagem deste conjunto de comando reside em que um estado alterado de modo saltiforme do comando seria produzido no sentido de que a ligação para a segunda válvula que comanda a válvula de bloqueio seja reversível de modo saltiforme.
Além disso, a partir do documento US-A-4.373.838 passou a ser conhecido um conjunto de comando sob a designação "AIRVAC". A fim de viabilizar nesta unidade um comando temporal, através de uma câmara re- gulável por pressão, são necessárias mangueiras de reduzido diâmetro que podem ficar facilmente obstruídas, de maneira que uma eficácia funcional nem sempre é garantida, especialmente não quando o ar ambiente alimen- tado estiver sujo ou úmido. Também não existe uma regulagem abrir/fechar de uma válvula que regula a subpressão até a válvula de bloqueio. Isto signi- fica que no caso de subpressão fraca pode se verificar uma trepidação da válvula de bloqueio. Além disso, as quantidades das águas servidas, ou se- ja, da mistura de ar-água servida por cadência de abertura da válvula de bloqueio não está definida de modo claro. Isto pode conduzir a falhas fun- cionais, especialmente no caso de maior incidência de águas servidas. Além disso, constitui desvantagem que o tempo de aspiração depende da sub- pressão presente, de uma maneira desvantajosa para o sistema menciona- do, porque os tempos de abertura, por sua vez, dependem da subpressão exercente. Assim sendo, o tempo de abertura, com reduzida subpressão, é mais curto do que no caso de subpressão intensa. Desta maneira, existe especialmente, no caso de fraca subpressão e grandes quantidades de água acumuladas nos coletores, o perigo de ser inundada a rede condutora e, por- tanto, não mais existe um funcionamento ordenado, porque no caso de um sistema inundado, continua a diminuir a intensidade da subpressão.
Além disso, também é desvantajoso que uma abertura da se- gunda válvula que libera a subpressão até a válvula de bloqueio, já com re- duzida subpressão, pode se verificar, a qual, todavia, nem sempre é sufici- ente para a aspiração rápida. Desta maneira, aumenta o perigo de que a água servida seja elevada até a região de congelamento da linha, onde pode congelar.
A partir do documento DE-A-37 27 661 passou a ser conhecido um dispositivo de comando pneumático para uma válvula de bloqueio de um conjunto condutor de águas servidas de subpressão. Para assegurar uma regulagem precisa e um funcionamento confiável do dispositivo de comando, além de uma primeira válvula, ativada por uma pressão de recalque e de um conjunto de comando temporal, de construção complexa, torna-se necessá- ria ao menos uma válvula de comando, bem como uma válvula de subpres- são mínima.
Um conjunto de comando da espécie inicialmente citada pode ser depreendido do documento EP-A-1 091 053 que é de construção simples e assegura que na câmara que pode ser sujeita por subpressão, não possa penetrar líquido.
Outros conjuntos de comando para uma válvula de aspiração que pode ser ativada por subpressão são conhecidos, por exemplo, no do- cumento EP-A-O 649 946, ou DE-A-100 26 843, ou DE-U-296 16 003 ou de DE-B-10 2006 028 732.
A presente invenção tem como tarefa ampliar de tal maneira um conjunto de conjunto da espécie inicialmente mencionada que com uma construção mais simplificada, em comparação com os conjuntos de coman- dos convencionais, é proporcionado um elevado grau de confiabilidade. Ao mesmo tempo, deve ser assegurado que o líquido não possa penetrar, ou seja, ser acumulado dentro do conjunto de comando que pudesse afetar a capacidade funcional. De acordo com outro aspecto, deve ser dada a possi- bilidade de poder modificar, de maneira simples, uma comutação da válvula de comando e, portanto, da válvula de aspiração, de maneira que se possa produzir uma comutação com pressões de recalque desejadas. Também, em caso de necessidade, deverá ser viabilizada uma comutação manual do conjunto de comando para a ativação da válvula de aspiração.
Para solucionar a tarefa, está previsto essencialmente que a primeira válvula possua uma membrana separadora, através da qual pode ser bloqueada a primeira ligação na primeira posição da primeira válvula, e uma segunda membrana, unida através de um elemento distanciador com a membrana separadora, através da qual a segunda ligação, na segunda po- sição da primeira válvula, pode ser bloqueada, sendo que um espaço inter- mediário entre a membrana de separação e a segunda membrana pode ser sujeito por pressão de recalque.
De uma maneira geral, é objeto da invenção um conjunto de comando para uma válvula de aspiração que pode ser ativada por subpres- são, determinada para um sistema de águas servidas de subpressão, a- brangendo uma primeira válvula, bem como uma segunda válvula, na de- pendência de cuja posição pode ser ativada a válvula de aspiração e, atra- vés da qual as águas servidas acumuladas podem ser aspiradas através do sistema de águas servidas. Para a comutação da primeira válvula, funcio- nalmente unida com a segunda válvula, age sobre esta uma seção de recal- que, formada pelas águas servidas acumuladas, a qual sujeita um compar- timento intermediário entre um diafragma de separação e um diafragma de pressão de recalque que formam uma unidade e a primeira válvula.
Divergente de construções anteriores conhecidas, duas mem- branas que constituem uma unidade, ou seja, a membrana de separação e a segunda membrana que também pode ser designada como membrana de pressão de recalque, a primeira válvula, através da qual na dependência da pressão de recalque exercente entre as membranas, a primeira câmara po- de ser de tal modo sujeita com subpressão ou pressão atmosférica que a segunda válvula, a ser designada como válvula de comando, viabiliza o blo- queio a uma ligação entre a conexão de subpressão e a válvula de aspiração.
Uma característica de construção específica da invenção prevê que a membrana de separação, na dependência de sua posição, fecha ou abre uma segunda câmara, a qual se encontra no percurso de fluxo entre a fonte de subpressão e a primeira câmara na primeira ligação e estando tam- bém unido com a fonte de subpressão na primeira posição da primeira válvu- la. No caso, para regular o processo comutador na dependência da pressão de recalque exercente, está previsto, em conformidade com a invenção, que a segunda câmara possa ser regulada através de um elemento que pode ser ativado pelo exterior através do alojamento, em sua superfície que pode ser sujeita por pressão atuante sobre a membrana de separação.
Está previsto, especialmente, que a segunda câmara do lado da membrana de separação, apresenta uma superfície de fundo em formato circular que é limitada circunferencialmente por um elemento vedante como um anel-0 e sobre o elemento vedante atua um elemento de regulagem, com acesso pelo exterior do alojamento, com a finalidade de regular o elemento de vedação. Se, por exemplo, a superfície da segunda câmara for reduzida, então uma separação da membrana de separação da vedação e, portanto, uma regulagem da primeira válvula, com reduzida pressão de recalque do que no caso de superfície de fundo maior da segunda câmara será viabilizado.
Preferencialmente, o elemento de regulagem está disposto em uma abertura em formato de canal, como uma perfuração e de modo deslo- cável, abertura esta que pelo lado externo pode ser fechada de modo vedan- te. Para viabilizar uma regulagem definida, podem ser engastados na perfu- ração elementos em forma de pinos, de comprimento definido. Todavia, exis- te também a possibilidade de usar um elemento atarraxável, dentro da perfu- ração, a fim de que através de uma espécie de fuso, alterar a superfície su- jeita por pressão, através da subpressão, atuando sobre a segunda câmara.
A membrana de separação apresenta uma geometria de uma vedação de formato ondular com um segmento periférico circunferencial, em forma de U, ou seja, um segmento externo e um segmento interno, confor- mado no setor plano, como uma vedação achatada, que pode ser aplicado na vedação que limita a segunda câmara.
A membrana de separação pode também ser caracterizada no sentido de que na sua posição que veda a segunda câmara, em corte, apre- sente uma geometria em U ou duplo U com uma borda em formato de L, preferencialmente circunferencial, através da qual a membrana de separa- ção pode ser fixada em uma primeira parede intermediária do alojamento. É proporcionada uma geometria quase em formato de gamela com uma pa- rede circunferencial arqueada para o exterior.
Da parede de fundo da membrana de separação, designada como vedação achatada, aproximadamente no centro, se projeta o elemento distanciador, ligado com a segunda membrana para a regulagem conjunta da unidade. Para a fixação segura, está previsto, neste sentido, que da se- ção central da parte interna da parede de fundo se projete uma saliência in- terna, apresentando uma abertura de passagem que atravessa de modo ve- dante um elemento de pino, preferencialmente como uma cavilha, estando unido com uma primeira retenção, da qual se projeta a segunda membrana.
Está previsto especialmente que a segunda membrana se proje- ta de uma primeira retenção em forma de uma placa que está unida com a membrana de separação através do elemento distanciador, ou seja, elemen- to de pino.
A primeira membrana que limita a primeira câmara deverá, além disso, também se projetar a partir de uma retenção, designada como segun- da retenção, a qual, através de um elemento molar que se estende na pri- meira câmara, na direção de uma segunda parede intermediária é sujeita por força que se projeta distante, em relação à primeira válvula, sendo transfixa- da pelo pistão da segunda válvula.
A primeira membrana e a segunda parede intermediária, atra- vessadas pelo pistão, limitam uma terceira câmara, unida com uma conexão condutora até a atmosfera. O pistão que se origina da segunda retenção que recebe a primeira membrana representa, portanto, na dependência da posi- ção da segunda válvula, uma ligação entre a terceira câmara e uma quarta câmara que pode ser bloqueada através da segunda válvula, em relação à conexão de subpressão ou com ela pode ser unida. A partir da quarta câma- ra também se projeta uma conexão para a válvula de aspiração.
Com a segunda válvula fechada, passa através da conexão de subpressão, a subpressão para o interior da segunda câmara, fechada pela membrana de separação na primeira posição da primeira válvula. A primeira câmara e a terceira câmara são sujeitas com pressão atmosférica. A pres- são atmosférica exerce também no lado da segunda membrana, afastada em relação à membrana de separação, a qual limita uma quinta câmara que, no lado externo, está fechada por uma parede do alojamento. Uma ligação entre a conexão atmosférica e a quinta câmara se verifica através de canais existentes na parede do alojamento, sendo que a atmosfera atravessa um filtro que interliga a quinta câmara com os canais.
A quinta câmara está unida com a primeira câmara, através de um canal que também se estende na parede do alojamento. Esta câmara é, além disto, unida através de um canal que transfixa a primeira parede inter- mediária, com um espaço que se estende entre o lado externo da membrana de separação e a primeira parede intermediária. Se no espaço intermediário, entre a membrana de separação e a segunda membrana, estiver aplicada uma pressão de recalque suficiente, então a unidade, formada por membrana de separação - segunda membra- na será, de tal modo regulada em relação à vedação que limita a segunda câmara, que o vácuo pode ter continuação na primeira câmara. Ao mesmo tempo, pela segunda membrana será fechado o canal de ligação entre a quinta câmara e a primeira câmara. Pela neutralização da pressão na primei- ra câmara, com simultânea adicional sujeição de pressão atmosférica da primeira membrana, no lado afastado em relação à primeira câmara, bem como um disco de válvula da segunda válvula, regulável na quarta câmara, sobre o qual também age pressão atmosférica, porém apresenta uma super- fície menor do que a primeira membrana com a superfície com ação de pressão da segunda retenção, a força molar atuante, a partir da mola sobre a primeira membrana, ou seja, a sua retenção poderá ser vencida, de manei- ra que a segunda válvula é regulada, isto é, é aberta. Ao mesmo tempo será bloqueada a ligação entre a terceira e a quarta câmaras através do pistão de válvula, de maneira que agora, através da segunda válvula aberta, a sub- pressão pode alcançar a válvula de aspiração, fazendo, portanto, a sua co- mutação; ocorre que o disco da válvula fecha a primeira ligação que pode ser sujeita com subpressão entre a fonte de subpressão e a primeira câma- ra, com simultânea sujeição de pressão da primeira câmara, com pressão atmosférica.
Após a neutralização desejada da pressão de recalque, a unida- de constituída pela membrana de separação - segunda membrana, forman- do a primeira válvula, alcançam a sua posição básica, vedando, por conse- guinte, a segunda câmara, em relação à primeira câmara, de maneira que não se verifica outra sujeição de subpressão desta câmara. A própria sub- pressão será agora neutralizada através do canal não mais fechado pela segunda membrana, canal este que interliga a quinta câmara, ligada com a pressão atmosférica, com a primeira câmara. Desta maneira, a força da mo- la pode de tal modo agir sobre a primeira membrana, ou seja, sobre a sua retenção que, a segunda válvula será fechada. Ao mesmo tempo, a pressão atmosférica flui por um canal não mais bloqueado pelo pistão da válvula na segunda parede intermediária até a conexão originada da quarta câmara da válvula de aspiração, de maneira que esta reverte e bloqueia.
Em ampliação da invenção está previsto que o pistão da válvula axialmente apresenta uma saliência sobre o seu disco de válvula, por meio da qual, através de uma abertura de alojamento vedada, é viabilizado um regulamento axial do pistão da válvula com a segunda válvula fechada, com a conseqüência de que é viabilizada uma ativação manual do conjunto de comando e, portanto, reversão da válvula de aspiração.
Além disso, o conjunto de comando, de acordo com a invenção, se diferencia de construções anteriores conhecidas no sentido de que as conexões, unidas através das luvas de conexão com o alojamento, destina- das à subpressão, à válvula de aspiração e à atmosfera, em posição de ser- viço do conjunto de comando, estão em posição vertical e as câmaras, com elas em ligação, estão de tal modo alinhadas no sentido da luva de conexão que líquido ou condensado, eventualmente acumulado, podem escoar devi- do à força de gravidade. Isto se aplica ao menos para a terceira e a quarta câmaras.
Outros detalhes, vantagens e características da invenção resul- tam não somente das reivindicações, das características que ali podem ser depreendidas - e que, por si ou em combinações - como também da se- guinte descrição, podem ser depreendidos à base do desenho e de modali- dades preferidas.
As figuras mostram:
Figura 1 uma primeira representação em corte por um con- junto de comando, com pressão de recalque ausente,
Figura 2 o conjunto de comando da figura 1, em outra repre- sentação de corte,
Figura 3 um conjunto de comando das figuras 1 e 2, na pre- sença de uma pressão de recalque, antes da ativação de uma válvula de comando integrada no conjunto de comando,
Figura 4 um conjunto de comando de acordo com as figuras 1 até 3, com a válvula de comando aberta,
Figura 5 conjunto de comando de acordo com a figura 4, com a válvula de comando aberta, porém com pressão de recalque neutralizada,
Figura 6 um conjunto de comando de acordo com a figura 1, porém com válvula de comando de ativação manual aberta, e
Figura 7 representação ampliada de um conjunto de coman- do para a regulagem da altura da pressão de recalque, a fim de ativar o con- junto de comando.
As figuras de 1 a 6 são representações em corte longitudinal de um conjunto de comando 10, de acordo com a invenção, através do qual pode ser ativada uma válvula de aspiração, destinada para um sistema de águas servidas de subpressão.
O conjunto de comando 10 que pode ser designado como isento de corrente, porém de operação pneumática, e que também pode ser desig- nado como comando universal, apresenta um alojamento 12 cilíndrico esca- lonado, com uma parede circunferencial 14, bem como paredes frontais 16, 18. Na figura 1, o conjunto de comando 10 está representado na sua posição montada, de maneira que as luvas tubulares e de conexão 20, 22, 24 estão alinhadas em sentido vertical descendente. A luva de conexão 20 que se estende na região da parede frontal 18 direita no desenho apresentado está unida com a fonte de subpressão do sistema de águas servidas de subpres- são. A subpressão será, em seguida, também designada como vácuo.
A luva 22 contígua conduz para a válvula de aspirarão e a luva 24, que se estende na região da parede frontal 16 esquerda forma uma liga- ção para a pressão atmosférica. Além disso, está prevista uma conexão 26 que está ligada com um primeiro recipiente coletor, no qual é formada uma pressão de recalque na dependência das águas servidas acumuladas e a serem aspiradas. A intensidade da pressão de recalque determina a comu- tação da válvula de aspiração, na forma a seguir descrita.
O alojamento 12 apresenta uma primeira parede intermediária 28, que no desenho está próximo da parede frontal 16, esquerda, bem co- mo uma segunda parede intermediária 30 que se estende entre a primeira parede intermediária 28 e a parede frontal direita 18.
Componentes essenciais do conjunto de comando 10 são desig- nados como primeira válvula, ou seja, válvula de disparo 32, bem como uma segunda válvula 34 que é uma válvula de comando, através da qual pode ser produzida ou bloqueada uma ligação entre a conexão de vácuo 20 e a conexão 22, para a válvula de bloqueio e isto na dependência da pressão de recalque.
A válvula de separação 32 consiste de uma membrana de sepa- ração 36 e de uma segunda membrana 38, interligadas para que seja obtida uma movimentação na mesma direção, através de um elemento conector ou distanciador 40.
Na válvula de separação 32 fechada, através de um segmento de fundo, 42 da membrana de separação 36, será fechada uma segunda câmara 44 a qual, através de um canal 46 que se projeta na primeira parede intermediária 28 da parede circunferencial 14, bem como na parede frontal 18 direita, estando unida com a luva conectora de vácuo, 20. O canal 46, o qual nas figuras é constituído dos segmentos 45, 47, 49, no caso com a vál- vula de comando 34 fechada será fechado através de um disco de válvula 50 da válvula de comando 34, encostada em uma serie de válvulas 48, dian- te da câmara 64, designada como quarta câmara, a partir da qual se proje- tam as luvas tubulares 20, 22 para o vácuo, ou seja, para a válvula de aspi- ração. Com a segunda câmara 44 fechada, o segmento de fundo 42 encosta em uma vedação 86 circunferencial como um anel-O, que limite periferica- mente a segunda câmara 44.
O compartimento intermediário 52, entre a membrana de sepa- ração 36 e a segunda membrana 38, está em ligação com a conexão 26 que é sujeita com a pressão de recalque.
A segunda membrana 38, também a ser designada como mem- brana de pressão de recalque que se origina de uma primeira retenção 54 em forma de placa, através de um elemento de ligação 56, está unida com a membrana de separação 36, a qual, portanto, forma o elemento de suporte 40, ou seja, parte deste elemento. Para a ligação segura, a membrana de separação 36 apresenta internamente uma saliência 58, cilíndrica com uma abertura de passagem que é transfixada de modo vedado pelo elemento de ligação 56 em forma de pino e que é protegida através de um alargamento 60 terminal, em forma de cone obtuso. A extremidade oposta do elemento de ligação 56 em forma de pino encosta no lado externo 62 da primeira re- tenção 54 em forma de placa da segunda membrana 38, estando conforma- da quase como cabeça de parafuso.
A membrana de separação 36 apresenta a forma de uma veda- ção ondular que apresenta um segmento circunferencial periférico em corte de U que está fixado na primeira parede intermediária 28. O segmento de fundo 42 que fecha de modo vedante a segunda câmara 44 age, no caso, como uma vedação achatada.
No segundo lado da primeira parede intermediária 28, em rela- ção à válvula de separação 32, está prevista uma câmara 72, designada como primeira câmara, que está fechada em um lado pela parede intermedi- ária 28 e no outro lado, por uma membrana 74, designada como primeira membrana, que se origina de uma segunda retenção 76. Sobre a segunda retenção 76 age um elemento molar 75 que se apoia na parede intermediá- ria 28 ou que se apóia no segmento dela originado, de maneira que a se- gunda retenção 76 pode ser sujeita com força na direção da segunda parede intermediária 30.
A partir da segunda retenção 76, além disso, o pistão 78 da vál- vula de comando 34 se origina, o qual transfixa a segunda parede intermedi- ária 30.
Na válvula de separação fechada 32 (figuras 1 e 2) passa pres- são atmosférica, através da conexão 24, um canal 66 em uma câmara 90, designada como quinta câmara, na qual está limitada, por um lado, pelo lado externo da segunda membrana 38, ou seja, da primeira retenção 54 e, por outro lado, pela parede frontal 16 ou por uma parede contígua. Entre o canal 66 e a quinta câmara 90 está previsto um filtro 92. Da quinta câmara 90 se projeta, de preferência, em sentido diametral para com a luva tubular 24 e em paralelo para com a parede frontal 16, outro canal 94, o qual, em relação à região marginal ondulada da segunda membrana 38, se projeta de tal ma- neira que o canal 94, com a válvula de separação 32 fechada, pode ser atra- vessada pela correnteza e com a válvula de separação 32 aberta, se encon- tra bloqueado. Sobre segmentos de canal 96, 98 que ultrapassam a parede do alojamento 12 e uma fenda de bocal 100 que serve para a reversão tem- porizada da válvula de comando 34, a primeira câmara 72, com o canal 94 aberto, poderá então ser sujeito a compressão atmosférica, quando a válvula de compressão 32 se encontrar fechada. A primeira câmara 72 pode ser u- nida através de um canal 102 com um espaço entre o lado externo da mem- brana de separação 36 e da primeira parede intermediária 28. Esta região, a qual com a válvula de separação fechada 31 forma um compartimento ane- lar, está caracterizada com o número de referência 104.
Além disso, exerce pressão atmosférica sobre a luva de conexão 24 em uma terceira câmara 82 que se projeta entre a primeira retenção 76, na qual se apóia a mola 105 e a segunda parede intermediária 30. Através de fendas longitudinais 84, projetadas em direção longitudinal do pistão 78, com a válvula de comando 34 fechada, a pressão atmosférica poderá fluir para a quarta câmara 64, a partir da qual se origina a luva tubular 22 que é unida com a válvula de aspiração. Por conseguinte, na válvula de aspiração está aplicada pressão atmosférica com a conseqüência de que esta se en- contra fechada.
Caso seja formada uma pressão de recalque no compartimento intermediário 52 entre a membrana de separação 36 e a segunda membrana 38 em uma extensão que a subpressão exercente na segunda câmara 44 que atrai a membrana de separação 36 e, portanto, deixa encostar o seu segmento de fundo 42 na vedação 86 e, portanto, é vencida a força de re- tenção gerada pela subpressão, então a unidade, representada pela segun- da membrana ou membrana de pressão de recalque 38 / membrana de se- paração 36 no desenho mostrado, se movimenta para a esquerda (ver figura 3) com a conseqüência de que por um lado o canal 94, que também pode ser designado como canal de ventilação, é fechado pela segunda membrana 38 e, por outro lado, a subpressão aplicada na segunda câmara 44, através de uma ranhura, ou seja, de uma fenda 120 que se estende do lado da membrana na primeira parede intermediária 22, se prolonga através do ca- nal 102 na primeira câmara 72, de maneira que a pressão atmosférica é as- pirada. Em conseqüência desta situação, em virtude da pressão atmosférica exercente na terceira câmara 82, limitada pela primeira membrana 74 e pela segunda retenção 76 por um lado, e pela segunda parede intermediária 30 por outro lado, é vencida a força atuante da mola 75 sobre a segunda reten- ção 76, com a conseqüência de que a válvula de comando 34 se abre, já que o seu pistão 78 está ligado com a segunda retenção 76. Deste modo, o disco de válvula 50, com sua vedação 124, pode se separar da série de vál- vulas 48, de maneira que o canal 46, sujeito com subpressão para a quarta câmara 64, não mais está fechado, de maneira que através da luva de cone- xão 22 a válvula de aspiração passa a ser sujeita com subpressão. Pela re- gulagem do pistão 78 simultaneamente serão fechadas as fendas Iongitudi- nais 84, previstas longitudinalmente na sua parede circunferencial, de ma- neira que a quarta câmara 64 não mais pode ser sujeita com pressão atmos- férica.
A comutação da válvula de comando 34 se verifica, não obstan- te, o fato de que tanto o disco de válvula 50 como também a primeira mem- brana 74 e sua retenção 76 (segunda retenção) são sujeitos com pressão atmosférica, porque a face da membrana de comando 74 com a face atuante da retenção 76 é maior do que a face do disco de válvula 50.
O dimensionamento das superfícies e das forças molares é de tal ordem que a subpressão na primeira câmara 72 deve ser aproximada- mente 0,021 a 0,024MPa (0,21 até 0,24 bar) absolutos, a fim de viabilizar uma comutação da válvula de comando 34.
Tão logo, depois de a válvula de aspiração ser aberta, a pressão de recalque esteja neutralizada no compartimento intermediário 52, designa- do como câmara de pressão de recalque, se movimentará no desenho a vál- vula de separação 34 em virtude da protensão da membrana de separação 36, em sentido para o lado direito, de maneira que a segunda câmara 44, pelo encosto vedante da face de fundo 42, da membrana de separação 36 está fechada na vedação 86 que circunda perifericamente a segunda câma- ra, de maneira que não mais existe uma ligação para a atmosfera; ocorre que a fenda 120, condutora para a primeira câmara 72, se projeta na primei- ra parede intermediária 28, fora da segunda câmara 44. Simultaneamente, pela regulação da segunda membrana 38, isto é, do seu boleado periférico, será aberto um canal 94, de maneira que a atmosfera poderá fluir através dos canais 96, 98 e pela fenda de bocal 100, dentro da primeira câmara 72.
Pela seqüência acima descrita, se torna evidente que a mem- brana de separação 36 e a segunda membrana 38 exercem a função de uma válvula.
A seção transversal da fenda de bocal 100 pode ser modificada por giro de um parafuso 142, com o que o espaço de tempo com o que a primeira câmara 72 é sujeita com pressão atmosférica, pode ser regulado. Como agora em ambos os lados da primeira membrana 74, ou seja, de sua retenção 76, exercem condições de pressão idênticas, a mola 75 pode regu- lar a segunda retenção 76 na direção da segunda parede intermediária 30 e, portanto, o pistão 78 da válvula de comando 34, de tal maneira que a válvula de comando 34 será fechada, estando, portanto, situada a vedação 124 do disco de válvula 50 na sede da válvula 48. Neste momento, o canal 46, aco- piado na subpressão, será bloqueado eventualmente através da quarta câ- mara 64. Simultaneamente, pelas fendas longitudinais 84 existentes na pa- rede circunferencial do pistão 78, pressão atmosférica poderá fluir na quarta câmara 64, com a conseqüência de que, de modo correspondente, através da luva de conexão 22, a válvula de aspiração é sujeita, de maneira que ela fecha.
Como se pode depreender da figura 6, existe também a possibi- lidade de abrir a válvula de comando 34, sem que a pressão de recalque para tanto necessária esteja atuante no espaço intermediário 52, entre a membrana de separação 36 e a segunda membrana 38. Está previsto para tanto que a partir do pistão 78 se projete uma saliência 160, saliente sobre o plano existente no disco de válvula 50, que está alinhado para a abertura 162 na parede frontal 18, sendo que a abertura 162 é vedada para um ele- mento flexível como um elemento de borracha 164. Através do elemento 164 pode, portanto, atuar uma força axial com a conseqüência de que o pistão de válvula 78 é regulado para o interior do alojamento 12, a fim de abrir a válvula de comando 34. Caso seja eliminada a força axial atuante sobre o pistão 78, então será percebida a força da mola helicoidal 75, com a conse- qüência de que sobre a segunda retenção 76, o pistão 78 é retornado para a sua posição básica, para o fechamento da válvula de comando 34.
Uma característica própria da invenção do conjunto de comando 10 é a possibilidade construtiva de regular a superfície da segunda câmara 44, atuante sobre a membrana de separação 36, de maneira que se produz uma liberação do conjunto de comando 10 com pressões de recalque dese- jadas. Para tanto, existe a possibilidade de deslocar a vedação 86 como o anel-0 que limita perifericamente a segunda câmara 44. De acordo com a figura 6, isto pode ocorrer através de elementos reguladores que podem ser introduzidos no alojamento como, por exemplo, pinos 200, pelos quais a ve- dação 86 é pressionada mais ou menos para o interior em determinadas re- giões (região 87). Os elementos de regulagem 200 podem apresentar um comprimento desejado e serão introduzidos em um canal não representado do alojamento 12 que é vedado pelo exterior.
Ao invés da previsão de pinos em comprimentos diversos, tam- bém poderá ser atarraxado um pino dentro do canal, de maneira que é viabi- lizado um deslocamento à semelhança de um fuso.
A partir do desenho da figura 7 também se pode reconhecer que na segunda câmara 44 desemboca um segmento de canal 49, através de uma abertura 202, através da qual a câmara 44 pode ser sujeita com sub- pressão.

Claims (13)

1. Conjunto de comando (10) para uma válvula de aspiração ati- vável por subpressão, destinada para um sistema de subpressão de águas servidas, abrangendo um alojamento (12) com parede externa, uma primeira válvula (32) nele integrada e que pode ser comutada por uma pressão de recalque produzida por águas servidas acumuladas de uma primeira para uma segunda posição, uma primeira câmara (72), regulável sobre a primeira válvula e limitada pela primeira membrana (74), a qual está funcionalmente unida com uma segunda válvula (34), através da qual, na dependência de sua posição, subpressão ou pressão atmosférica alcançam a válvula de as- piração, uma primeira ligação (46), através da qual a primeira câmara pode ser unida com uma fonte de subpressão, a qual no caso de pressão de re- calque ausente ou demasiado reduzida é bloqueada pela primeira válvula que se encontra na sua primeira posição e no caso de suficiente pressão de recalque é liberada pela primeira válvula que se encontra na sua segunda posição, uma segunda ligação condutora até a pressão atmosférica, unida com a primeira câmara e, de preferência, regulável na sua seção transversal (90, 94, 96, 98), sendo que com a primeira câmara sujeita com suficiente subpressão, a primeira membrana, juntamente com a segunda válvula, pode ser comutada de uma primeira posição que liga a válvula de aspiração com pressão atmosférica para uma segunda posição que liga a válvula de aspira- ção com subpressão, sendo que a primeira válvula, na sua segunda posição que libera a primeira ligação entre a fonte de subpressão e a primeira câma- ra, bloqueia a segunda ligação condutora até a primeira câmara e que pode ser sujeita com pressão atmosférica caracterizado pelo fato de que a primei- ra válvula (32) apresenta uma membrana de separação (36), através da qual a primeira ligação (46) pode ser bloqueada na primeira posição da primeira válvula e uma segunda membrana (38) que, através de um elemento distan- ciador (40), está unida com a membrana de separação, através da qual a segunda ligação (90, 94, 96, 98) pode ser bloqueada na segunda posição da primeira válvula, sendo que um compartimento intermediário (52), entre a membrana de separação e a segunda membrana, pode ser sujeito com pressão de recalque.
2. Conjunto de comando de acordo com a reivindicação 1, carac- terizado pelo fato de que a membrana de separação (36) fecha ou abre uma segunda câmara (44) na dependência da posição da primeira válvula (32), a qual se encontra no percurso do fluxo, entre a fonte de subpressão e da pri- meira câmara (72), na primeira ligação (46).
3. Conjunto de comando de acordo com a reivindicação 2, carac- terizado pelo fato de que a segunda câmara (44), através de um elemento regulador (200), ativável pelo exterior através de um alojamento (12) do con- junto de comando (10), pode ser regulada na sua superfície que pode ser sujeita por pressão atuante, em relação à membrana de separação (36).
4. Conjunto de comando de acordo com a reivindicação 3, carac- terizado pelo fato de que a segunda câmara (44), do lado da membrana de separação, apresenta uma superfície de fundo circular, a qual está circunfe- rencialmente limitada por um primeiro elemento vedante (86) como seja um anel-0, atuando sobre o elemento de vedação, o elemento de regulagem (200), acessível pelo exterior do alojamento, com a finalidade de reajustar o elemento vedante.
5. Conjunto de comando de acordo com a reivindicação 3 ou 4, caracterizado pelo fato de que o elemento de regulagem (200) está integra- do em uma abertura em formato de canal como uma perfuração do aloja- mento (12), de modo deslocável, que é fechado pelo lado externo com ação vedante.
6. Conjunto de comando de acordo com a reivindicação 2, carac- terizado pelo fato de que a membrana de separação (36), em uma posição que veda a segunda câmara (44), apresenta em corte uma geometria em U ou de duplo U, com uma borda L circunferencial, em corte preferencial de L, através da qual a membrana de separação está fixada em uma primeira pa- rede intermediária (28) do alojamento (12).
7. Conjunto de comando de acordo com a reivindicação 1, carac- terizado pelo fato de que a segunda membrana (38) está alinhada com um segmento marginal em um segmento (94) semelhante a canal que se esten- de na parede do alojamento (12), referente à segunda ligação (90, 94, 96, 98) que é fechada com a primeira válvula aberta.
8. Conjunto de comando de acordo com a reivindicação 1 ou 7, caracterizado pelo fato de que a segunda membrana (38) se origina de uma primeira retenção (54) em forma de placa que através do elemento distanci- ador (40) está unido com a membrana de separação (36).
9. Conjunto de comando de acordo com a reivindicação 1, carac- terizado pelo fato de que a primeira membrana (74) se origina de uma se- gunda retenção (76), sendo que um lado da segunda retenção que limita a primeira câmara (72) pode ser sujeito por força por um elemento molar (75) que se estende dentro da primeira câmara, em direção de uma segunda pa- rede intermediária do alojamento (30), sendo que a partir da segunda reten- ção se origina um pistão (78) que transfixa uma segunda parede intermediá- ria do alojamento da segunda válvula (34) que com o seu disco de válvulas (50) é regulável dentro de uma quarta câmara e de modo vedante pode ser aplicada uma série de válvulas (48), sendo que na quarta câmara desembo- ca uma conexão (20) da fonte de subpressão e uma conexão (22) para a válvula de aspiração, sendo que com a primeira câmara que pode ser sujeita com subpressão e com o deslocamento da segunda retenção, contrário à força do elemento molar (75), o disco de válvula está previsto distanciado em relação à sede da válvula, existindo uma ligação entre as conexões.
10. Conjunto de comando de acordo com a reivindicação 9, ca- racterizado pelo fato de que a segunda retenção (76) limita com a primeira membrana (74) e com a segunda parede intermediária (30) uma terceira câmara (82), a qual através de uma conexão (24) pode ser sujeita com pressão atmosférica, sendo que a terceira câmara está unida através do pis- tão (78) da segunda válvula (34) com a segunda válvula fechada, com a quarta câmara 64 e com a segunda válvula aberta, a terceira câmara está fechada diante da quarta câmara.
11. Conjunto de comando de acordo com a reivindicação 1, ca- racterizado pelo fato de que a segunda válvula (34) apresenta o pistão de válvula (78) que transfixa com um segmento (160) de tal maneira um plano formado sobre o disco de válvula (50) que, através dos segmentos da parte externa do alojamento pode ser aplicada uma força axial para abrir a segun- da válvula.
12. Conjunto de comando de acordo com a reivindicação 1, ca- racterizado pelo fato de que na posição funcional do conjunto de comando (10), a primeira conexão condutora até a fonte de subpressão, a segunda conexão condutora até a válvula de aspiração, bem como a terceira conexão unida com a atmosfera convergem em luvas conectoras (20, 22, 24) tubula- res que se projetam de modo vertical ou essencialmente vertical e com as quais a terceira e quarta câmaras (82, 64) estão de tal modo unidas que o líquido acumulado escoa em virtude da força de gravidade.
13. Conjunto de comando para uma válvula de aspiração ativá- vel por subpressão, destinada para um sistema de subpressão para águas servidas, abrangendo uma primeira válvula (32), bem como uma segunda válvula (34) com ela unida funcionalmente, na dependência de cuja posição a válvula de aspiração pode ser ativada e através da qual a água servida acumulada pode ser aspirada através do sistema de águas servidas, carac- terizado pelo fato de que sobre a primeira válvula (32) age uma pressão de recalque, formada pelas águas servidas acumuladas, sujeitando um espaço intermediário (52) entre uma membrana de separação (36) e uma membrana de pressão de recalque (38) que formam uma unidade e a primeira válvula.
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