BRPI1101092A2 - dispositivo de respiro de motor - Google Patents

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BRPI1101092A2
BRPI1101092A2 BRPI1101092-4A BRPI1101092A BRPI1101092A2 BR PI1101092 A2 BRPI1101092 A2 BR PI1101092A2 BR PI1101092 A BRPI1101092 A BR PI1101092A BR PI1101092 A2 BRPI1101092 A2 BR PI1101092A2
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BR
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check valve
valve
chamber
breather
engine
Prior art date
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BRPI1101092-4A
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English (en)
Inventor
Taki Masafumi
Tawara Hideyuki
Narushima Masaji
Nishi Toru
Original Assignee
Honda Motor Co., Ltd
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Publication date
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    • FMECHANICAL ENGINEERING; LIGHTING; HEATING; WEAPONS; BLASTING
    • F01MACHINES OR ENGINES IN GENERAL; ENGINE PLANTS IN GENERAL; STEAM ENGINES
    • F01MLUBRICATING OF MACHINES OR ENGINES IN GENERAL; LUBRICATING INTERNAL COMBUSTION ENGINES; CRANKCASE VENTILATING
    • F01M13/00Crankcase ventilating or breathing
    • F01M13/0011Breather valves

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  • Mechanical Engineering (AREA)
  • General Engineering & Computer Science (AREA)
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Abstract

DISPOSITIVO DE RESPIRO DE MOTOR. A invenção refere-se a um dispositivo de respiro de um motor o qual permite a montagem de uma válvula de retenção sem impedir a miniaturização do motor e pode ser fabricado a um baixo custo devido a uma estrutura simples, sendo que no dispositivo de respiro de motor no qual uma passagem de respiro (87) a qual abre uma câmara de manivela (5) para o exterior é formada em um corpo de motor (Ea), e uma válvula de retenção (63) a qual permite um fluxo unidirecional de um gás da câmara de manivela (5) para um lado de passagem de respiro (87) está interposta entre a câmara de manivela (5) e a passagem de respiro (87), a válvula de retenção (63) é formada de uma válvula do tipo responsivo à pressão, e a válvula de retenção (63) está montada sobre uma parede lateral (62) do corpo de motor Ea ao redor de uma camisa de cilindro (2a).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DISPOSITIVO DE RESPIRO DE MOTOR"
CAMPO TÉCNICO
A presente invenção refere-se a um aperfeiçoamento de um dis- positivo respiro de um motor no qual uma passagem de respiro a qual abre uma câmara de manivela para o exterior é formada em um corpo de motor, e uma válvula de retenção a qual permite um fluxo unidirecional de um gás da câmara de manivela para um lado de passagem de respiro está interposta entre a câmara de manivela e a passagem de respiro.
ANTECEDENTES DA TÉCNICA
Com relação a tal dispositivo de respiro de um motor, como des- crito na literatura de patente 1 seguinte, por exemplo, já é conhecido um dis- positivo de respiro de um motor no qual a válvula de retenção está formada em um tipo rotativo fazendo uso de um eixo de balanceador o qual é girado intertravadamente com um eixo de manivelas.
LITERATURA DA TÉCNICA ANTERIOR
LITERATURA DE PATENTE
Literatura de Patente 1 Patente Japonesa Número 4175816
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
PROBLEMAS A SEREM RESOLVIDOS PELW INVENÇÃO
No dispositivo de respiro de um motor, a montagem da válvula de retenção do tipo rotativo requer um espaço relativamente grande, e é ne- cessário prover especialmente uma luva de válvula estacionária a qual é o- perada cooperativamente com uma válvula rotativa e, com isto, uma miniatu- rização do motor é impedida, e é também difícil reduzir um custo devido a uma estrutura complicada.
A presente invenção foi feita sob tais circunstâncias, e é um ob- jetivo da presente invenção prover um dispositivo de respiro de um motor o qual permite a montagem de uma válvula de retenção sem impedir a minia- turização do motor e pode ser fabricado a um baixo custo devido a uma es- trutura simples.
MEIOS PARA RESOLVER OS PROBLEMAS Para alcançar o objetivo acima mencionado, em um dispositivo de respiro de um motor no qual uma passagem de respiro a qual abre uma câmara de manivela para o exterior é formada em um corpo de motor, e uma válvula de retenção a qual permite um fluxo unidirecional de um gás da câ- mara de manivela para um lado de passagem de respiro está interposta en- tre a câmara de manivela e a passagem de respiro, uma primeira caracterís- tica técnica da presente invenção reside em que a válvula de retenção é formada de uma válvula do tipo responsivo à pressão, e a válvula de reten- ção está montada sobre uma parede lateral do corpo de motor ao redor de uma camisa de cilindro.
A presente invenção também tem, além da primeira característi- ca técnica, uma segunda característica técnica que uma câmara de trans- missão de potência de tempo a qual aloja um dispositivo de transmissão de potência de tempo para operar uma válvula na mesma está formada adja- cente à camisa de cilindro em um modo estendido entre uma caixa de mani- velas e um bloco de cilindro o qual constitui o corpo de motor, e para permitir que a câmara de transmissão de potência de tempo funcione também como uma parte da passagem de respiro, a válvula de retenção está montada em uma parede lateral da caixa de manivelas a qual está interposta entre a câ- mara de transmissão de potência de tempo e a câmara de manivela.
A presente invenção também tem, além da segunda característi- ca técnica, uma terceira característica técnica que uma porção de extremi- dade inferior da camisa de cilindro é feita para projetar na direção de um la- do de caixa de manivelas do bloco de cilindros, uma ranhura de ventilação a qual é comunicada com a câmara de manivela está formada entre uma su- perfície periférica externa da porção de extremidade inferior da camisa de cilindro e uma superfície periférica interna da caixa de manivelas a qual fa- ceia a superfície periférica externa em um modo oposto, e a válvula de re- tenção a qual permite o fluxo unidirecional de um gás de um lado de ranhura de ventilação para o lado de passagem de respiro está montada sobre a pa- rede lateral da caixa de manivelas a qual está interposta entre a ranhura de ventilação e a passagem de respiro. A presente invenção também tem, além da segunda ou terceira característica técnica, uma quarta característica técnica que a válvula de retenção é formada de uma válvula do tipo válvula flexível (reed valve) a qual inclui uma placa de base que tem um furo de válvula e uma placa de válvula reed a qual tem uma sua extremidade fixamente montada sobre a placa de base tem uma elasticidade em uma direção de fechamento do furo de válvula, e tem uma espessura de parede menor do que uma espessura de parede da parede lateral, e a válvula de retenção inteira está alojada den- tro da parede lateral.
A presente invenção também tem, além da quarta característica técnica, uma quinta característica técnica que uma janela de montagem a qual permite a montagem da válvula de retenção de um lado de superfície de extremidade superior da parede lateral está formada na parede lateral, e uma posição de montagem da válvula de retenção sobre a janela de monta- gem é mantida pelo bloco de cilindros unido a uma superfície de extremida- de superior da parede lateral.
VANTAGENS DA INVENÇÃO
De acordo com a primeira característica técnica da presente in- venção, a válvula de retenção do tipo responsivo à pressão a qual é relati- vãmente pequena em tamanho e tem uma estrutura simples pode ser facil- mente montada fazendo uso da parede lateral do corpo de motor o qual tem um volume morto relativamente grande ao redor da camisa de cilindro e, com isto, a primeira característica técnica pode contribuir para a simplifica- ção e a miniaturização da estrutura do dispositivo de respiro levando à mi- niaturização do motor e também à redução de custo.
De acordo com a segunda característica técnica da presente in- venção, a câmara de transmissão de potência de tempo funciona também como uma parte da passagem de respiro e, com isto, é completamente des- necessário formar uma passagem de respiro dedicada no interior do corpo de motor de modo que a segunda característica técnica pode contribuir para a simplificação da estrutura do dispositivo de respiro.
De acordo com a terceira característica técnica da presente in- venção, a ranhura de ventilação a qual é comunicada com a câmara de ma- nivelas é formada entre a superfície periférica externa da porção de extremi- dade inferior da camisa de cilindro e a superfície periférica interna da caixa de manivelas a qual faceia a superfície periférica externa em um modo opos- to, e a válvula de retenção está montada sobre a parede lateral da caixa de manivelas a qual está interposta entre a ranhura de ventilação e a câmara de transmissão de potência de tempo. Consequentemente, é difícil que o óleo que respinga, o qual respinga dentro da câmara de manivelas, penetre na ranhura de ventilação relativamente estreita de modo que é possível im- pedir que o óleo que respinga passe através da válvula de retenção tanto quanto possível.
De acordo com a quarta característica técnica da presente in- venção, a válvula de retenção é formada de uma válvula do tipo de válvula reed a qual é uma válvula do tipo responsivo à pressão e a espessura de parede da válvula de retenção é determinada menor do que a espessura de parede da parede lateral, e a válvula inteira está alojada dentro da parede lateral. Consequentemente, a válvula de retenção pode ser facilmente mon- tada sobre a parede lateral da caixa de manivelas que tem uma espessura de parede relativamente pequena e, com isto, a quarta característica técnica contribui grandemente para a miniaturização do motor.
De acordo com a quinta característica técnica da presente in- venção, um meio de retenção especial para reter a posição de montagem da válvula de retenção na janela de montagem da parede lateral é desnecessá- rio de modo que a quinta característica técnica contribui para a simplificação da estrutura de montagem da válvula de retenção.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Figura 1 é uma vista lateral com uma parte partida de um motor de utilização de motocicleta.
Figura 2 é uma vista em corte transversal feita ao longo da linha 2-2 na figura 1.
Figura 3 é uma vista em corte transversal feita ao longo da linha 3-3 na figura 1. Figura 4 é uma vista em corte transversal feita ao longo da linha 4-4 na figura 1.
Figura 5 é uma vista em perspectiva de um corpo de carcaça esquerdo o qual constitui uma parte de uma caixa de manivelas do motor.
Figura 6 é uma vista em perspectiva de uma cobertura de carca- ça esquerda a qual constitui uma parte de uma caixa de manivelas do motor.
Figura 7 é uma vista em perspectiva de um corpo de carcaça di- reito o qual constitui uma parte de uma caixa de manivelas do motor.
Figura 8 é uma vista em corte transversal feita ao longo da linha 8-8 na figura 2.
MELHOR MODO PARA EXECUTAR A INVENÇÃO
Daqui em diante, uma modalidade da presente invenção será explicada em conjunto com os desenhos anexos.
Primeiramente, na figura 1 e na figura 2, um corpo de motor Ea de um motor E o qual está montado em uma motocicleta é constituído de uma caixa de manivelas 1, um bloco de cilindros 2 o qual está unido a uma superfície superior da caixa de manivelas 1 em um modo ereto utilizando parafusos, e um cabeçote de cilindro 3 o qual está unido a uma superfície de extremidade superior do bloco de cilindros 2 utilizando parafusos. Uma tam- pa de cabeçote 4 está unida a uma superfície de extremidade superior do cabeçote de cilindro 3 utilizando parafusos. Aqui, na explicação feita daqui em diante, as direções de "dianteira e traseira" e "esquerda e direita" corres- pondem às direções de "dianteira e traseira" e "esquerda e direita" da moto- cicleta a qual monta o motor E na mesma.
Mais ainda, a caixa de manivelas 1 acima mencionada é consti- tuída de um corpo de carcaça esquerdo 1a e um corpo de carcaça direito 1b, os quais são unidos um no outro utilizando parafusos, uma cobertura de car- caça esquerda 1c a qual é unida a uma superfície de extremidade externa do corpo de carcaça esquerdo 1a utilizando parafusos, e uma cobertura de carcaça direita 1d (vide figura 4) a qual é unida a uma superfície de extremi- dade externa do corpo de carcaça esquerdo 1b utilizando parafusos.
Entre os corpos de carcaça esquerdo e direito 1a, 1b, uma câ- mara de manivela 5 e uma câmara de transmissão 6 a qual está disposta atrás e adjacente à câmara de manivela 5 com uma parede divisória interca- lada entre estas estão definidas. Dentro da câmara de manivela 5, um eixo de manivelas 7 o qual tem ambas as suas porções de extremidade suporta- das sobre os corpos de carcaça esquerdo e direito 1a, 1b está alojado. Den- tro da câmara de transmissão 6, uma transmissão 10 a qual está provida com um eixo de entrada 8 e um eixo de saída 9 que tem ambas as suas por- ções de extremidade suportadas sobre os corpos de carcaça esquerdo e direito 1a, 1b está alojado. Uma porção inferior da câmara de transmissão 6 é formada mais profunda do que a câmara de manivela 5 assim formando um reservatório de óleo 11 para armazenar uma quantidade predeterminada de óleo lubrificante 12.
Como mostrado na figura 1 até a figura 3, uma câmara de má- quina auxiliar 13 está definida entre o corpo de carcaça esquerdo 1a e a co- bertura de carcaça esquerda 1c, e uma primeira câmara de transmissão de potência 14 está definida entre o corpo de carcaça direito 1b e a cobertura de carcaça direita 1d, respectivamente. Como mostrado na figura 1 e na fi- gura 3, dentro da câmara de máquina auxiliar 13, um gerador 15 o qual é acionado pelo eixo de manivelas 7, e um mecanismo de engrenagem de par- tida 17 o qual conecta um eixo de saída 16a de um motor de partida 16 o qual está montado sobre uma parede externa superior da caixa de manivela 1 e o eixo de manivelas 7 um no outro estão alojados. Dentro da primeira câmara de transmissão de potência 14, uma embreagem de múltiplos discos do tipo molhado 18 está montada sobre o eixo de entrada 8, e um trem de engrenagens de transmissão de potência primário 19 o qual conecta um ex- terior de embreagem 18a o qual constitui um membro de entrada da embre- agem 18 e o eixo de manivelas 7 um no outro estão alojados.
Como mostrado na figura 1 e na figura 4, a transmissão 10 é formada de uma transmissão do tipo de múltiplos estágios conhecida e é constituída de trens de engrenagens de transmissão 20a a 206 em estágios plurais os quais estão dispostos sobre o eixo de entrada 8 e o eixo de saída 9 em um modo estendido e cada um dos quais é estabelecido por seleção, uma pluralidade de garfos de troca 72 os quais são operados estabelecendo seletivamente os trens de engrenagens de transmissão 20a a 20e, um tam- bor de troca 73 o qual aciona os garfos de troca 72, e um mandril de mudan- ça 74 o qual opera rotativo o tambor de troca 73.
Retornando à figura 1 e à figura 2 novamente, uma camisa de ci- lindro 2a está inserido no bloco de cilindros 2 por fundição, e um pistão 23 o qual está conectado no eixo de manivelas 7 por meio de uma biela 22 está montado dentro da camisa de cilindro 2a. Uma câmara de transmissão de potência de tempo 21 a qual está disposta adjacente a um lado direito da camisa de cilindro 2a e comunicada com a primeira câmara de transmissão de potência 14 é formada em um modo estendido entre e sobre a caixa de manivelas 1 e o bloco de cilindros 2.
Dentro do cabeçote de cilindro 3, uma câmara de combustão 24 a qual é comunicada com o interior da camisa de cilindro 2a, um orifício de admissão 25 o qual é aberto dentro da câmara de combustão 24 de um lado traseiro e um orifício de descarga 26 o qual é aberto dentro da câmara de combustão 24 de um lado dianteiro são formados. Devido a tal constituição, uma extremidade a montante do orifício de admissão 25 é aberta sobre uma superfície traseira do cabeçote de cilindro 3, e um corpo de acelerador 80 que tem um duto de ar de admissão 81 o qual está comunicado com a ex- tremidade a montante do orifício de admissão 25 está montado sobre a su- perfície traseira do cabeçote de cilindro 3. O corpo de acelerador 80 está provido com uma válvula de acelerador 82 a qual abre e fecha o duto de ar de admissão 81 e uma válvula de injeção de combustível 83 a qual injeta o combustível na direção do orifício de admissão 25. Por outro lado, uma ex- tremidade a jusante do orifício de descarga 26 é aberta sobre uma superfície dianteira do cabeçote de cilindro 3, e um tubo de descarga (não mostrado no desenho) o qual é comunicado com a extremidade a jusante do orifício de descarga 26 está montado sobre a superfície dianteira do cabeçote de cilin- dro 3.
Ainda, um par de velas de ignição 29a, 29b as quais fazem os respectivos eletrodos das mesmas facearem a câmara de combustão 24 estão montadas roscadas sobre o cabeçote de cilindro 3.
Uma câmara de operação de válvula 30 a qual está em comuni- cação com câmara de transmissão de potência de tempo 21 é definida entre o cabeçote de cilindro 3 e a tampa de cabeçote 4, e um mecanismo de ope- ração de válvula 31 o qual abre e fecha as válvulas de admissão e de des- carga 27, 28 está alojado dentro da câmara de operação de válvula 30. Um dispositivo de transmissão de potência de tempo do tipo de corrente 33 o qual conecta o eixo de manivelas 7 a um eixo de carnes 32 do mecanismo de operação de válvula 31 para a transmissão de potência está alojado den- tro da câmara de transmissão de potência de tempo 21.
O gerador 15 é formado de um gerador do tipo de rotor externo e é constituído de um rotor externo cilíndrico 35 o qual está montado sobre uma porção de extremidade esquerda do eixo de manivelas 7 por um ajuste cônico e é fixado na porção de extremidade esquerda do eixo de manivelas 7 por uma chaveta 58 e um parafuso 59, e um estator 36 o qual é conectado na parede interna da cobertura de carcaça esquerda 1c utilizando um para- fuso e está disposto no interior do rotor externo 35.
Como mostrado na figura 1 e na figura 3, o mecanismo de en- grenagem de partida 17 inclui um limitador de torque 37 o qual é acionado pelo eixo de saída 16a do motor de partida 16. Uma engrenagem de saída 38 do limitador de torque 37 está engrenada com uma engrenagem de anel 39 a qual é suportada rotativa sobre o eixo de manivelas 7 por meio de uma engrenagem intermediária 40. A engrenagem de anel 39 inclui um cubo 39a o qual é suportado rotativo sobre o eixo de manivelas 7 por meio de um ro- lamento de agulhas 41. O cubo 39a e um anel externo 42 o qual circunda concentricamente o cubo 39a são fixos no rotor externo 35 utilizando um parafuso 43. O cubo 39a, o anel externo 42 e um grande número de supor- tes 44 os quais estão interpostos entre o cubo 39a e o anel externo 42 cons- tituem uma embreagem unidirecional 45 a qual assume um estado de aco- plamento somente quanto a engrenagem de anel 39 é girada na direção normal (em uma direção rotacional A do eixo de manivelas 7, vide figura 1). Consequentemente, quando a engrenagem de anel 39 é girada na direção normal pela operação do motor de partida 16, um torque rotacional da en- grenagem de anel 30 é transmitido para o rotor externo 35 e o eixo de mani- velas 7 por meio da embreagem unidirecional 45 assim engrenando o motor E por meio de que o motor E pode ser ligado. Após a partida do motor E, como a embreagem unidirecional 45 está em um estado de desacoplamento, não há transmissão de rotação do eixo de manivelas 7 para a engrenagem de anel 39.
Como mostrado na figura 1, na figura 5 e na figura 6, pelo me- nos uma porção inferior de uma superfície periférica interna da câmara de máquina auxiliar 13 é formada em uma forma arqueada de modo a facear uma superfície periférica externa do rotor externo 35 com uma folga S1 pre- determinada entre estas. Ainda, sobre uma porção traseira da superfície pe- riférica interna da câmara de máquina auxiliar 13, uma porção rebaixada 48 a qual estende na direção vertical enquanto dispondo uma posição de uma superfície de óleo 12a dentro do reservatório de óleo 11 dentro de um com- primento da porção rebaixada 48 e uma barreira 49 a qual é levantada verti- cal de uma superfície inferior da porção rebaixada 48 sobre um lado de ad- missão da porção rebaixada 48 são formadas em um estado onde a porção rebaixada 48 e a barreira 49 estendem sobre a largura inteira da câmara de máquina auxiliar 13 na direção lateral. Devido à barreira 49, uma ranhura de barreira 50 que tem uma profundidade predeterminada é definida em uma porção inferior da porção rebaixada 48. A barreira 49 é formada de modo que, no mesmo modo que a superfície periférica interna arqueada da porção inferior da câmara de máquina auxiliar 13, a barreira 49 é formada em uma forma arqueada de modo a facear a superfície periférica externa do rotor externo 35 com a folga S1 predeterminada entre estas, e também uma ex- tremidade superior da barreira 49 está disposta em uma posição mais alta do que uma posição da superfície de óleo 12a dentro do reservatório de óleo 11 por uma distância predeterminada.
Por outro lado, em uma parede divisória 51 entre a câmara de transmissão 6 e a câmara de máquina auxiliar 13, um furo de retorno de óleo 52 o qual permite que a câmara de transmissão 6 e a porção rebaixada 48 sejam comunicadas uma com a outra está formado em um estado onde o furo de retorno de óleo 52 faceia a superfície de óleo 12a dentro do reservatório de óleo 11 formado sobre a porção inferior da câmara de transmissão 6. O furo de retorno de óleo 52 é formado em uma forma de furo alongado que estende da ranhura de barreira 50 para uma porção verticalmente intermediária da porção rebaixada 48 passando a posição da superfície de óleo 12a.
Ainda, sobre uma porção traseira da superfície periférica interna da câmara de máquina auxiliar 13, uma porção de inversão de óleo 53 a qual estende para baixo de uma superfície de teto da porção rebaixada 48 no lado de admissão da porção rebaixada 48 é formada sobre a largura intei- ra da câmara de máquina auxiliar 13 na direção lateral. Uma folga S2 forma- da entre a porção de inversão de óleo 53 e a superfície periférica externa do rotor externo 35 as quais faceiam uma à outra em um modo oposto é deter- minada menor do que a folga S1 formada entre a barreira 49 e a superfície periférica externa do rotor externo 35 as quais faceiam uma à outra em uma maneira oposta. A porção rebaixada 48, a barreira 49 e a porção de inversão de óleo 53 são integralmente formadas uma com as outras sobre o corpo de carcaça esquerdo 1a e a cobertura de carcaça esquerda 1c.
Mais ainda, acima da porção de inversão de óleo 53, dentro da câmara de máquina auxiliar 13, uma passagem de ventilação 55 a qual é comunicada com uma passagem de respiro de câmara de transmissão (não mostrado no desenho) formada em uma porção superior da câmara de transmissão 6 é aberta. A passagem de respiro de câmara de transmissão é comunicada com uma junta de tubo 57 a qual está montada sobre uma pa- rede superior da câmara de transmissão 6 e um tubo de respiro 56 o qual é aberto para a atmosfera está conectado na junta de tubo 57.
Durante o acionamento do motor Ε, o óleo armazenado dentro do reservatório de óleo 11 é aspirado por uma bomba de óleo não mostrada no desenho e o óleo aspirado é suprido para as respectivas partes do motor E, e algum óleo é suprido para a câmara de máquina auxiliar 13 de um bocal de óleo 46 não mostrado no desenho e serve para a lubrificação e o resfria- mento do gerador 15 e da embreagem unidirecional 45. O óleo armazenado em uma porção inferior da câmara de máquina auxiliar 13 é raspado para cima na direção de um lado de barreira 49 principalmente pela superfície periférica externa do rotor externo 35 do gerador 15 o qual é acionado rotati- vo pelo eixo de manivelas 7, e o óleo que passa sobre a barreira 49 cai den- tro da ranhura de barreira 50 e, posteriormente, o óleo é retornado para o reservatório de óleo 11 da câmara de transmissão 6 através do furo de re- torno de óleo 52. Um contrafluxo de óleo na direção de um lado de câmara de máquina auxiliar 13 de um lado de furo de retorno de óleo 52 pode ser impedido pela barreira 49. Como um resultado, somente uma quantidade de óleo necessária para a lubrificação e o resfriamento do gerador 15 e da em- breagem unidirecional 45 permanece dentro da câmara de máquina auxiliar 13 o tempo todo e com isto, é possível manter a geração de atrito entre o óleo e o rotor externo 35 em um mínimo, assim diminuindo a perda de po- tência atribuída a tal atrito.
Além disso, devido à presença da ranhura de barreira 50 entre a barreira 49 e o furo de retorno de óleo "52, mesmo quando a superfície de óleo dentro do reservatório de óleo 11 ondula, a ondulação de óleo é atenu- ada pela ranhura de barreira 50 e, com isto, é possível impedir que o óleo ondulado passe sobre a barreira 49 na direção do lado de câmara de máquí- na auxiliar 13.
Ainda, o óleo o qual é vigorosamente raspado para cima na dire- ção de uma área acima da barreira 49 pela superfície periférica externa do rotor externo 35 é captado pela porção de inversão de óleo 53 a qual está disposta acima da barreira 49, é guiado para a superfície de teto da porção rebaixada 48, cai para dentro da ranhura de barreira 50 após perder energia, e retorna para o reservatório de óleo 11 através do furo de retorno de óleo 52. Consequentemente, é possível impedir que o óleo o qual é vigorosamen- te raspado para cima na direção da área acima da barreira 49 pela superfície periférica externa do rotor externo 35 retorne para a câmara de máquina au- xiliar 13 assim efetivamente impedindo um atrito indesejado entre o óleo e o rotor externo 35.
Ainda, a câmara de máquina auxiliar 13 é comunicada com a passagem de respiro de câmara de transmissão formada na porção superior da câmara de transmissão 6 por meio da passagem de ventilação 55 e, com isto, mesmo quando uma flutuação de pressão ocorre devido a uma mudan- ça de temperatura dentro da câmara de máquina auxiliar 13, a câmara de máquina auxiliar 13 respira fazendo uso da passagem de respiro de câmara de transmissão que corresponde a tal flutuação de pressão assim mantendo uma pressão no interior da mesma a uma pressão atmosférica o tempo todo. Consequentemente, é possível impedir seguramente um vazamento de óleo de respectivas porções de vedação. Ainda, uma porção de abertura da pas- sagem de ventilação 45 a qual abre dentro da câmara de máquina auxiliar 13 está disposta acima da porção de inversão de óleo 53 e, com isto, o óleo o qual é raspado para cima pelo rotor externo 35 é captado pela porção de inversão de óleo como acima descrito por meio de que é possível impedir um movimento indesejado de óleo respingado da câmara de máquina auxili- ar 13 para a passagem de ventilação 55 tanto quanto possível.
Ainda, a barreira 49 e a porção de inversão de óleo 53 são inte- gralmente formadas com a caixa de manivelas 1, isto é, com o corpo de car- caça esquerdo 1a e a cobertura de carcaça esquerda 1c e, com isto, torna- se desnecessário aumentar o número de peças do motor E, e isto contribui para a redução de custo.
Retornando novamente para a figura 2, a camisa de cilindro 2a a qual é inserida no bloco de cilindros 2 por fundição é formada de modo que uma porção de extremidade inferior da camisa de cilindro passe sobre uma superfície de união do bloco de cilindros 2 e da caixa de manivelas 1 e projete na direção de um lado de câmara de manivela 5. Uma ranhura de ventilação anular 61 a qual tem uma extremidade inferior da mesma aberta dentro da câmara de manivela 5 é formada entre a porção de extremidade inferior da camisa de cilindro 2a e uma superfície periférica interna da caixa de manive- las 1 a qual faceia uma superfície periférica externa da porção de extremidade inferior da camisa de cilindro 2a em um modo oposto. Uma válvula de reten- ção do tipo responsivo à pressão 63 a qual permite um fluxo de um gás em uma direção na direção de um lado de câmara de transmissão de potência de tempo 21 de um lado de ranhura de ventilação 61 que corresponde à pulsa- ção de pressão dentro da câmara de manivela 5 está montada sobre uma pa- rede lateral 62 da caixa de manivelas 1 a qual está interposta entre a ranhura de ventilação 61 e a câmara de transmissão de potência de tempo 21.
A válvula de retenção 63 e uma estrutura de montagem da mesma são explicadas em conjunto com a figura 2 a figura 8.
A válvula de retenção 63 é constituída de uma válvula do tipo de válvula reed a qual é uma das válvulas do tipo responsivo à pressão. Isto é, a válvula de retenção 63 é constituída de uma placa de base 64 a qual tem um furo de válvula 65, uma placa de válvula reed de parede fina 66 a qual está empilhada sobre uma superfície lateral da placa de base 64 de modo a cobrir o furo de válvula 65, e uma placa de batente 67 a qual restringe a pos- tura de abertura de válvula da válvula reed 66 enquanto fixando uma extre- midade da placa de válvula reed 66 na placa de base 64 em um modo inter- calado. Um rebite 68 é utilizado para fixar a placa de batente 67 na placa de base 64. Aqui, uma espessura de parede da válvula de retenção 63 é deter- minada menor do que uma espessura de parede da parede lateral 62.
Por outro lado, a uma superfície de extremidade superior da pa- rede lateral 62 disposta entre a ranhura de ventilação 61 e a câmara de transmissão de potência de tempo 21, isto é, a uma superfície de extremida- de superior da caixa de manivelas 1, uma superfície inferior do bloco de ci- lindros 2 é unida. Na parede lateral 62, uma janela de montagem 69 está formada cortando a parede lateral 62 em uma forma de U de um lado de su- perfície de extremidade superior da parede lateral 62. A janela de montagem 69 permite que a ranhura de ventilação 61 a câmara de transmissão de po- tência de tempo 21 sejam comunicadas uma com a outra. Sobre uma super- fície periférica interna da janela de montagem 69, uma ranhura de acopla- mento 70 com a qual uma porção de borda periférica externa da válvula de retenção 63 está acoplada é formada.
Na montagem da válvula de retenção 63, a porção de borda peri- férica externa da válvula de retenção 63 é inserida na ranhura de acoplamen- to 70 da janela de montagem 69 em um estado onde a placa de base 64 é direcionada para um lado de ranhura de ventilação 61. Aqui, uma superfície de extremidade superior da válvula de retenção 63 está disposta substancial- mente coplanar com a superfície de extremidade superior da caixa de manive- las 1. Consequentemente, quando o bloco de cilindros 2 é unido na caixa de manivelas 1, uma superfície de abertura superior da janela de montagem 69 é fechada pela superfície de extremidade inferior do bloco de cilindros 2, e a superfície de extremidade superior da válvula de retenção 63 é empurrada pela superfície de extremidade inferior do bloco de cilindros 2 de modo que a montagem da válvula de retenção 63 sobre a janela de montagem 69 está completa.
Como mostrado na figura 2, uma junta de tubo 85 a qual é comu- nicada com a câmara de operação de válvula 30 está montada sobre a tampa de cabeçote 4, e um tubo de respiro 86 o qual está comunicado com um filtro de ar (não mostrado no desenho) o qual está conectado a um lado a montante do corpo de acelerador 80 é conectado na junta de tubo 85. O tubo de respiro 86, a câmara de operação de válvula 30 e a câmara de transmissão de potên- cia de tempo 21 constituem uma passagem de respiro 87 a qual permite que um lado de saída da válvula de retenção 63 seja comunicado com o exterior.
Durante o acionamento de motor E, uma pressão dentro da câ- mara de manivela 5 é pulsada repetidamente entre uma pressão positiva e uma pressão negativa devido a um movimento alternante vertical do pistão 23. Quando a pressão positiva é gerada dentro da câmara de manivela 5, um gás no interior da câmara de manivela 5 que contém um gás de escape de combustão passa através do furo de válvula 65 da válvula de retenção 63 por meio da ranhura de ventilação 61 da câmara de manivela 5 enquanto abrindo a placa de válvula reed 66 por impulsão. O gás flui para fora do filtro de ar não mostrado no desenho o qual constitui um sistema de admissão através da câmara de transmissão de potência de tempo 21, da câmara de operação de válvula 30, e do tubo de respiro 86 nesta ordem, e é aspirado para dentro do motor E juntamente com uma mistura de ar - combustível e, posteriormente, é sujeito a um tratamento de combustão. Por outro lado, quando a pressão negativa é gerada dentro da câmara de manivela 5, a pia- ca de válvula reed 66 da válvula de retenção 63 fecha o furo de válvula 65 por uma sua força de fechamento de válvula resiliente e uma força de fe- chamento de válvula gerada pela pressão negativa a qual sobre a placa de válvula reed 66 através do furo de válvula 65 e, com isto, é possível impedir um contrafluxo de um gás do lado de câmara de transmissão de potência de tempo 21 na direção do lado de ranhura de ventilação 61, isto é, na direção do lado de câmara de manivela 5. Consequentemente, a câmara de trans- missão de potência de tempo 21 e a câmara de operação de válvula 30 constituem uma parte da passagem de respiro 87 a qual abre o lado de saí- da da válvula de retenção 63 para o exterior.
A válvula de retenção 63 é formada da válvula do tipo responsivo à pressão e é montada sobre a parede lateral 62 ao redor da camisa de cilin- dro 2a da caixa de manivelas 1 e com isto, a válvula de retenção 63 do tipo responsivo à pressão a qual é relativamente pequena em tamanho e tem uma estrutura simples pode ser facilmente montada fazendo uso da parede lateral 62 da caixa de manivelas 1 a qual tem um volume morto relativamente grande ao redor da camisa de cilindro 2a e, com isto, a presente invenção pode con- tribuir para a simplificação e a miniaturização da estrutura do dispositivo de respiro que leva à miniaturização do motor E e também à redução de custo.
A câmara de transmissão de potência de tempo 21 é formada adjacente à camisa de cilindro 2a em um modo estendido entre a caixa de manivelas 1 e o bloco de cilindros 2, e para permitir que a câmara de trans- missão de potência de tempo 21 funcione também uma parte da passagem de respiro 87, a válvula de retenção 63 está montada sobre a parede lateral 62 da caixa de manivelas 1 a qual está interposta entre a câmara de trans- missão de potência de tempo 21 e a câmara de manivela 5 e com isto, é completamente desnecessário formar uma passagem de respiro dedicada no interior do corpo de motor Ea de modo que a presente invenção pode contribuir para a simplificação da estrutura do dispositivo de respiro.
Ainda, entre a superfície periférica externa da porção de extre- midade inferior da camisa de cilindro 2a a qual projeta na direção do lado de caixa de manivelas 1 e a superfície periférica interna da caixa de manivelas 1 a qual faceia a superfície periférica externa em um modo oposto, a ranhura de ventilação 61 a qual é comunicada com a câmara de manivela 5 é forma- da, e a válvula de retenção 63 é montada sobre a parede lateral 62 da caixa de manivelas 1 a qual está interposta entre a ranhura de ventilação 61 e a câmara de transmissão de potência de tempo 21 e com isto, é difícil que o óleo que respinga, o qual respinga dentro da câmara de manivelas 5 penetre na ranhura de ventilação relativamente estreita de modo que é possível im- pedir que o óleo que respinga passe através da válvula de retenção 63 tanto quanto possível.
Ainda, a válvula de retenção 63 do tipo responsivo à pressão é constituída do tipo de válvula reed a qual é formada empilhando a placa de base 64 que tem o furo de válvula 65, a placa de válvula reed 66 a qual abre e fecha o furo de válvula 65, e a placa de batente 67 uma sobre a outra, a es- pessura de parede da válvula de retenção 63 é determinada menor do que a espessura da parede da parede lateral 62, e toda a válvula fica alojada dentro da parede lateral 62. Consequentemente, a válvula de retenção 63 pode ser facilmente montada sobre a parede lateral 62 da caixa de manivelas 1 que tem uma espessura de parede relativamente pequena e, com isto, a presente invenção pode contribuir grandemente para a miniaturização do motor E.
Mais ainda, a janela de montagem 69 a qual permite a monta- gem da válvula de retenção 63 do lado de superfície de extremidade superi- or da parede lateral 62 está formada sobre a parede lateral 62, e uma posi- ção de montagem da válvula de retenção 63 sobre a janela de montagem 69 é mantida pelo bloco de cilindros 2 unido na superfície de extremidade supe- rior da parede lateral 62 e, com isto, um meio de retenção especial para manter a posição de montagem da válvula de retenção 63 sobre a janela de montagem 69 é desnecessário de modo que a presente invenção pode con- tribuir para a simplificação da estrutura de montagem da válvula de retenção.
Apesar da modalidade da invenção ter sido explicada até agora, a presente invenção não está limitada à modalidade acima descrita e várias mudanças de projeto são concebíveis sem afastar da essência da presente invenção. DESCRIÇÃO DE NÚMERAIS E SÍMBOLOS DE REFERÊNCIA
E: motor
Ea: corpo de motor
1: caixa de manivelas
2: bloco de cilindros
2a: camisa de cilindro
5: câmara de manivela
33: câmara de transmissão de potência de tempo
61: ranhura de ventilação
52: parede lateral
63: válvula de retenção
64: placa de base
65: furo de válvula
66: placa de válvula reed
87: passagem de respiro

Claims (5)

REIVINDICAÇÕES
1. Dispositivo de respiro de motor, no qual uma passagem de respiro (87), a qual abre uma câmara de manivela (5) para o exterior é for- mada em um corpo de motor (Ea), e uma válvula de retenção (63), a qual permite um fluxo unidirecional de um gás da câmara de manivela (5) para um lado de passagem de respiro (87) está interposta entre a câmara de ma- nivela (5) e a passagem de respiro (87), caracterizado pelo fato de que a válvula de retenção (63) é formada de uma válvula do tipo responsivo à pressão, e a válvula de retenção (63) está montada sobre uma parede lateral (62) do corpo de motor (Ea) ao redor de uma camisa de cilindro (2a).
2. Dispositivo de respiro de motor de acordo com a reivindicação .1, caracterizado pelo fato de que uma câmara de transmissão de potência de tempo (21) a qual aloja um dispositivo transmissão de potência de tempo (33) para operar uma válvula na mesma está formada adjacente à camisa de cilindro (2a) em um modo estendido entre uma caixa de manivelas (1) e um bloco de cilindros (2) o qual constitui o corpo de motor (Ea)1 e para permitir que a câmara de transmissão de potência de tempo (21) funcione também como uma parte da passagem de respiro (87), a válvula de retenção (63) está montada em uma parede lateral (62) da caixa de manivelas (1) a qual está interposta entre a câmara de transmissão de potência de tempo (21) e a câmara de manivela (5).
3. Dispositivo de respiro de motor de acordo com a reivindicação .2, caracterizado pelo fato de que uma porção de extremidade inferior da ca- misa de cilindro (2a) é feita para projetar na direção de um lado de caixa de manivelas (1) do bloco de cilindros (2), uma ranhura de ventilação (61) a qual é comunicada com a câmara de manivela (5) está formada entre uma superfície periférica externa da porção de extremidade inferior da camisa de cilindro (2a) e uma superfície periférica interna da caixa de manivelas (1) a qual faceia a superfície periférica externa em um modo oposto, e a válvula de retenção (63) a qual controla a comunicação e a interrupção de comuni- cação entre a ranhura de ventilação (61) e a passagem de respiro (87) está montada sobre a parede lateral (62) da caixa de manivelas (1) interposta entre a ranhura de ventilação (61) e a passagem de respiro (87).
4. Dispositivo de respiro de motor de acordo com a reivindicação - 2 ou 3, caracterizado pelo fato de que a válvula de retenção (63) é formada de uma válvula do tipo válvula reed a qual inclui uma placa base (64) que tem um furo de válvula (65) e uma placa de válvula reed (66) a qual tem uma extremidade da mesma fixamente montada sobre a placa base (64) tem uma elasticidade em uma direção de fechamento do furo de válvula (65), e tem uma espessura de parede menor do que uma espessura de parede da pare- de lateral (62), e a válvula de retenção (63) inteira está alojada dentro da parede lateral (62).
5. Dispositivo de respiro de motor de acordo com a reivindicação - 4, caracterizado pelo fato de que uma janela de montagem (69) a qual per- mite a montagem da válvula de retenção (63) de um lado de superfície de extremidade superior da parede lateral (62) está formada na parede lateral (62), e uma posição de montagem da válvula de retenção (63) sobre a janela de montagem (69) é mantida peio bloco de cilindros (2) unido a uma superfí- cie de extremidade superior da parede lateral (62).
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