BRPI1101399A2 - fita dental revestida com múltiplas nervuras - Google Patents

fita dental revestida com múltiplas nervuras Download PDF

Info

Publication number
BRPI1101399A2
BRPI1101399A2 BRPI1101399-0A BRPI1101399A BRPI1101399A2 BR PI1101399 A2 BRPI1101399 A2 BR PI1101399A2 BR PI1101399 A BRPI1101399 A BR PI1101399A BR PI1101399 A2 BRPI1101399 A2 BR PI1101399A2
Authority
BR
Brazil
Prior art keywords
dental tape
ribs
milligrams per
tape
dental
Prior art date
Application number
BRPI1101399-0A
Other languages
English (en)
Inventor
Ochs Harold
Pannia Joseph
Original Assignee
Mcneil-Ppc, Inc
Priority date (The priority date is an assumption and is not a legal conclusion. Google has not performed a legal analysis and makes no representation as to the accuracy of the date listed.)
Filing date
Publication date
Application filed by Mcneil-Ppc, Inc filed Critical Mcneil-Ppc, Inc
Publication of BRPI1101399A2 publication Critical patent/BRPI1101399A2/pt
Publication of BRPI1101399A8 publication Critical patent/BRPI1101399A8/pt
Publication of BRPI1101399B1 publication Critical patent/BRPI1101399B1/pt

Links

Classifications

    • AHUMAN NECESSITIES
    • A61MEDICAL OR VETERINARY SCIENCE; HYGIENE
    • A61CDENTISTRY; APPARATUS OR METHODS FOR ORAL OR DENTAL HYGIENE
    • A61C15/00Devices for cleaning between the teeth
    • A61C15/04Dental floss; Floss holders
    • A61C15/041Dental floss
    • A61C15/042Dental floss comprising protuberances along its length, e.g. balls or knots

Landscapes

  • Health & Medical Sciences (AREA)
  • Public Health (AREA)
  • Epidemiology (AREA)
  • Life Sciences & Earth Sciences (AREA)
  • Animal Behavior & Ethology (AREA)
  • General Health & Medical Sciences (AREA)
  • Dentistry (AREA)
  • Veterinary Medicine (AREA)
  • Artificial Filaments (AREA)
  • Dental Tools And Instruments Or Auxiliary Dental Instruments (AREA)
  • Cosmetics (AREA)
  • Pharmaceuticals Containing Other Organic And Inorganic Compounds (AREA)
  • Dental Preparations (AREA)

Abstract

FITA DENTAL REVESTIDA COM MúLTIPLAS NERVURAS. A presente invenção refere-se a uma fita dental de monofilamento revestida, para a remoção de placa bacteriana e/ou restos de alimentos dos espaços interdentais de um mamífero, fitas dentais as quais têm uma estrutura de núcleo com uma razão de aspecto de cerca de 5:1 ou maior, uma primeira superfície limpadora e uma segunda superfície limpadora em oposição à primeira superfície limpadora, uma pluralidade de nervuras dispostas ao longo do comprimento de cada superfície limpadora, e um revestimento contendo cerca de 0,88 miligrama por metro (0,8 miligrama por jarda) de fita dental, ou mais, de um abrasivo e cerca de 0,88 miligrama por metro (0,8 miligrama por jarda) de fita dental, ou mais, de bicarbonato de sódio.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "FITA DEN- TAL REVESTIDA COM MÚLTIPLAS NERVURAS".
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a fitas dentais revestidas e com múltiplas nervuras, destinadas à remoção de partículas de alimentos ou su- jeira e placa bacteriana dos espaços entre os dentes. Antecedentes da Invenção
O fio dental tem sido usado durante mais de 100 anos para re- moção de placa bacteriana e partículas de alimentos presas entre os dentes, bem como para proporcionar uma sensação de limpeza na boca. O fio dental original consistia em seda torcida colocada em um recipiente de vidro. Des- de então, muitos aprimoramentos foram feitos ao fio dental, para tornar seu uso mais conveniente e menos problemático. A maioria dos aprimoramentos teve por alvo resolver os aspectos negativos do uso de fio dental. Estes in- cluem reduzir o puimento e a quebra, proporcionar maior facilidade de inser- ção entre os dentes, e oferecer um fio dental mais macio e menos agressivo às gengivas e às mãos. Com a invenção do náilon, um fio de alta tenacidade e resistente a puimento foi usado para substituir a seda, oferecendo maior resistência ao puimento. A adição de cera a fios multifilamentos torcidos aju- dou a ancorar as fibras umas às outras, ao mesmo tempo em que proporcio- nava um revestimento Iubrificado para inserção mais fácil. De maneira simi- lar, o uso de fibras entrelaçadas a ar em combinação com cera (vide a pa- tente US n° 5.908.039) resultou em um fio dental multifilamento mais macio, mais resistente a puimento e com melhor poder de limpeza. O fio de PTFE monofilamento de baixo atrito revestido com cera (vide a patente US n°5.518.012) oferece boa facilidade de inserção, dependendo da espessura e da ausência de torcimentos ou dobras, bem como melhor resistência ao pu- imento. Infelizmente, os monofilamentos de PTFE não limpam bem, nem removem facilmente as partículas de alimentos do espaço entre os dentes, devido ao baixo coeficiente de atrito do PTFE.
Uma otimização das características de limpeza e remoção de partículas foi tentada com a obtenção de um produto em pseudo-monofila- mento, mediante o encerramento de multifilamentos em um polímero macio (vide as patentes US n° 6.039.054 e 6.742.528). Esses fios dentais deslizam facilmente entre os dentes, e oferecem melhor resistência aos produtos de PTFE. Tentou-se aplicar outros aprimoramentos aos fios dentais, obtendo-se fitas monofilamento feitas de materiais elastoméricos que se empescoçam ao passar para dentro do espaço interdental e, então, se expandem ao ser aliviada a tensão. Uma variedade de baixo estiramento é apresentada na patente US n° 6.591.844. Embora essa fita monofilamento exiba uma faixa de alongamento mais alta que aquela do fio dental disponível comercialmen- te, a mesma é inferior em termos de maciez e sensação bucal, e deixa de proporcionar uma limpeza otimizada. Um fio dental de "gel" muito macio é apresentado na patente US n° 6.029.678, na qual o fio é capaz de ser esti- rado até pelo menos 200% de seu comprimento original, e tanto quanto 2.000% de seu comprimento original. Sob a forma de fita, esse fio dental tem
uma espessura de pelo menos 0,025 a 0,254 cm (0,010 a 0,100 polegada) e, mais geralmente, de 0,051 a 0,510 cm (0,020 a 0,200 polegada). Isso signifi- ca que, apesar da maciez, o usuário precisaria aplicar um estiramento signi- ficativo ao produto para fazê-lo passar entre os dentes. Uma vez colocado na cavidade interdental, esse fio dental se expande e preenche a mesma.
Entretanto, esse fio dental tem uma superfície lisa, sendo pouco provável que possa remover quantidades significativas de placa bacteriana ou partí- culas de alimentos presas entre os dentes. Com esse grau de alongamento, o consumidor pode achar difícil manter a tensão necessária para mover o fio dental para cima e para baixo durante o processo de limpeza.
Ao longo dos anos, muitos aprimoramentos foram feitos ao fio dental, para tornar seu uso mais conveniente e menos problemático. Entre- tanto, cada aprimoramento é tipicamente contrabalanceado por um efeito negativo. Os testes de uso pelo consumidor e os estudos clínicos mostraram que os fios dentais monofilamento deslizam melhor com menos puimento,
enquanto os produtos multifilamento limpam melhor e removem mais placa bacteriana, mas estão sujeitos a puimento e ruptura.
A presente invenção apresenta uma fita monofilamento que não só limpa e branqueia melhor que os fios dentais monofilamento convencio- nais, mas mantém as características positivas de fios dentais monofilamento que os tornam desejáveis para os consumidores, como sensação bucal, faci- lidade de deslizamento entre os dentes e resistência ao puimento ou à frag- mentação.
Sumário da Invenção
A presente invenção refere-se a fitas dentais monofilamento re- vestidas para remoção de placa bacteriana e/ou restos de alimentos do es- paço interdental de um mamífero, sendo que essas fitas incluem uma estru- tura de núcleo com uma razão de aspecto de cerca de 5:1 ou maior, uma primeira superfície Iimpadora e uma segunda superfície Iimpadora em oposi- ção à primeira superfície limpadora, sendo que cada uma dentre a primeira e a segunda superfícies Iimpadoras inclui uma pluralidade de nervuras dispos- tas ao longo do comprimento das mesmas, e sendo que a razão entre a Iar- gura e a espessura da fita dental é de cerca de 3:1 a cerca de 25:1. As fitas dentais compreendem um revestimento substancialmente uniforme, que compreende cerca de 0,88 miligrama por metro (0,8 miligrama por jarda) de fita dental, ou mais, de um abrasivo selecionado do grupo consistindo em sílica, fosfato di-cálcico e alumina, e cerca de 0,88 miligrama por metro (0,8 miligrama por jarda) de fita dental, ou mais, de bicarbonato de sódio. Breve Descrição dos Desenhos
A figura 1 é uma vista em seção transversal de uma modalidade de fita dental que pode ser usada na presente invenção,
A figura 2 é uma vista em perspectiva da figura 1, em observa- ção superior e frontal,
A figura 3 é uma vista em seção transversal ampliada da figura 1,
A figura 4 é uma vista em seção transversal ampliada de uma outra modalidade de uma fita dental que pode ser usada na presente inven- ção, e
A figura 5 é uma ilustração esquemática de uma modalidade da linha de produção para desenrolar, revestir e rebobinar a fita dental da pre- sente invenção.
Descrição Detalhada da Invenção
As fitas dentais da presente invenção estão sob a forma de um monofilamento único. Para uso na presente invenção, os termos "fita", "fio" e "fio dental" são intercambiáveis. A fita dental monofilamento de acordo com a presente invenção compreende uma estrutura de núcleo que tem uma pri- meira superfície Iimpadora e uma segunda superfície Iimpadora oposta à primeira, sendo que pelo menos uma dentre as superfícies Iimpadoras com- preende uma pluralidade de nervuras dispostas ao longo do comprimento da mesma. Para uso na presente invenção, o termo "nervura" significa um ele- mento estrutural integral à estrutura de núcleo da fita dental e projetando-se a partir da mesma, sendo que esse elemento tem configuração e dimensão eficazes para proporcionar a remoção de placa bacteriana e/ou restos de alimentos dos espaços interdentais de um mamífero. As nervuras podem se projetar de maneira substancialmente perpendicular a partir da estrutura de núcleo da fita dental, ou a um ângulo. Para uso na presente invenção, o ter- mo "superfície limpadora" significa a superfície da fita dental que entra em contato com a superfície do dente, quando a fita é colocada dentro do espa- ço interdental do mamífero, permitindo assim a remoção de placa bacteriana e/ou restos de alimentos do espaço interdental. A fita dental monofilamento oferece a resistência à tração e a estrutura de base necessárias à obtenção de boas propriedades do fio dental. A fita dental pode ser feita usando-se material disponível comercialmente e tecnologia e equipamento conhecidos para extrusão de massa fundida em monofilamento, e a mesma não sofre puimento ou quebra, é fácil de empunhar e aceita prontamente os revesti- mentos.
Opcionalmente, a fita dental é feita usando-se um material que oferece um alto grau de compressibilidade quando extrudado nas configura- ções em seção transversal da presente invenção, permitindo que a mesma deslize através dos espaços apertados entre os dentes. Uma vez na cavida- de entre os dentes, e dentro do espaço interdental, a fita dental recupera-se substancialmente da compressão, oferecendo superfícies Iimpadoras con- tendo nervuras que agem como raspadores para remover a placa bacteriana e as partículas de alimentos alojadas entre os dentes.
Em relação aos desenhos, uma fita dental monofilamento 10 e- xemplificadora é ilustrada nas figuras de 1 a 3. A figura 1 mostra uma vista β em seção transversal de uma modalidade de fita dental 10 que compreende uma estrutura de núcleo 12 com uma primeira superfície Iimpadora 14 e uma segunda superfície Iimpadora 16. Na modalidade apresentada, as nervuras 18 se projetam a partir tanto da primeira superfície Iimpadora 14 como da segunda superfície Iimpadora 16. Em outras modalidades, as nervuras po- dem se projetar a partir de somente uma superfície Iimpadora da fita dental monofilamento. A largura da fita dental 10 é representada por wt, enquanto a espessura da fita dental 10 é representada por tt.
A modalidade representada na figura 1 mostra um total de vinte e duas nervuras 18 projetando-se a partir das superfícies Iimpadoras 14 e 16 da fita dental monofilamento 10, sendo onze a partir da superfície Iimpadora 14 e onze a partir da superfície Iimpadora 16. Em outras modalidades da presente invenção, o número total de nervuras projetando-se a partir das superfícies Iimpadoras da fita dental pode ser de cerca de oito ou mais, ou cerca de vinte ou mais. A figura 1 mostra onze nervuras 18 projetando-se a partir tanto da primeira comno da segunda superfície limpadora, 14 e 16, da fita dental monofilamento 10. Deve-se compreender, porém, que em outras modalidades o número de nervuras projetando-se a partir da primeira super- fície limpadora da fita dental pode ser igual, quase igual, ou significativamen- te diferente do número de nervuras projetando-se a partir da segunda super- fície limpadora. Em algumas modalidades, todas as nervuras podem estar dispostas ao longo de uma dentre a primeira ou a segunda superfícies. Além disso, embora o perfil em seção transversal da fita dental monofilamento 10 mostrada na figura 1 seja plano, deve-se compreender que, em outras mo- dalidades, a fita dental pode ter outros perfis incluindo, mas não se limitando a, arco, onda ou zigue-zague.
A figura 2 mostra uma vista em perspectiva modalidade de fita dental 10 da figura 1, com a primeira superfície limpadora 14 e as nervuras 18 em observação superior frontal. 0 comprimento da fita dental 10 é repre- sentado por It.
A figura 3 mostra uma vista em seção transversal ampliada da modalidade de fita dental 10 da figura 1. A espessura do núcleo 12 da fita .5 dental 10 é representada por tc. A altura e a largura das nervuras 18 são re- presentadas por hr e wr, respectivamente. A figura 3 mostra uma modalidade na qual todas as nervuras são uniformes em termos de altura e largura. De- ve-se compreender que a altura e a largura da nervura podem variar ao lon- go doas superfícies Iimpadoras da fita dental. Por exemplo, em uma modali- dade as nervuras poderiam ser mais curtas e/ou mais finas nas bordas das superfícies Iimpadoras que no centro das mesmas.
O espaçamento entre nervuras 18 vizinhas sobre a primeira ou a segunda superfícies limpadoras, 14 e 16, da fita dental 10 é representado por sr. Nas figuras 3, sr é representado como o espaçamento entre nervuras 18 vizinhas sobre a primeira superfície Iimpadora 14 da fita dental 10. Entre- tanto, deve-se compreender que sr poderia ser usado para medir o espaça- mento entre nervuras 18 vizinhas sobre qualquer uma dentre a primeira ou a segunda superfícies limpadoras, 14 e 16, da fita dental 10. A figura 3 mostra uma modalidade na qual o espaçamento (sr) entre nervuras 18 vizinhas so- bre as superfícies limpadoras, 14 e 16, da fita dental 10 são quase iguais para todas as nervuras 18. Entretanto, deve-se compreender que o espaça- mento entre nervuras vizinhas sobre qualquer das superfícies limpadoras da fita dental não precisam ser quase iguais. Assim, por exemplo, o espaça- mento entre as primeiras duas nervuras vizinhas poderia ser representado como sri-2, enquanto o espaçamento entre as duas nervuras vizinhas seguin- tes poderia ser representado como Sr2-3> etc. É previsto que, em outras mo- dalidades alternativas da presente invenção, o espaçamento entre alguns conjuntos de nervuras vizinhas poderia ser quase igual, enquanto o espa- çamento entre outros conjuntos de nervuras vizinhas não seria quase igual.
O termo Sar é usado para mostrar o espaçamento entre nervuras alternadas, ou seja, o espaçamento entre uma nervura 18 na primeira super- fície Iimpadora 14 e uma nervura 18 adjacente na segunda superfície limpa- dora 16 da fita dental 10. A figura 3 mostra uma modalidade na qual o espa- çamento entre nervuras alternadas sar é de cerca de metade do espaçamen- to entre nervuras vizinhas sr. Assim, as nervuras sobre a segunda superfície Iimpadora 16 da fita dental 10 estão deslocadas de modo a ficarem posicio- nadas a cerca da metade da distância entre aquelas sobre a primeira super- fície Iimpadora 14. A figura 4 mostra uma modalidade na qual o espaçamen- to entre nervuras alternadas sar é igual ao espaçamento entre nervuras vizi- nhas sr. Assim, as nervuras sobre a segunda superfície Iimpadora 16 da fita dental 10 estão alinhadas àquelas sobre a primeira superfície Iimpadora 14.
Nas modalidades de fita dental monofilamento 10 exemplificado- ra ilustradas nas figuras de 1 a 4, o formato em seção transversal das nervu- ras 18 é mostrado como retangular, com uma única ponta arredondada na extremidade distai da nervura. Deve-se compreender que outros formatos em seção transversal da nervura também são modalidades contempladas da fita dental monofilamento com nervuras da presente invenção. O formato em seção transversal da nervura 18 pode ser retangular, com uma ponta circular na extremidade distai da nervura. Em outras modalidades não mostradas, a ponta da extremidade distai da nervura poderia ser oval ou semicircular. Os formatos em seção transversal podem ser retangulares e triangulares, res- pectivamente.
Deve-se compreender que todas as nervuras em uma dada mo- dalidade da presente invenção podem, mas não precisam, ter o mesmo for- mato em seção transversal. Uma mistura de formatos em seção transversal pode ser usada, conforme determinado pelo uso da fita dental monofilamen- to com nervuras.
A aplicação eficaz de fio dental aos dentes envolve colocar o fio dental dentro do espaço interdental e, então, puxar o fio dental para cima, contra as laterais de cada dente individual, para friccionar tanto da superfície dental quanto for possível. A fita dental monofilamento com nervuras da pre- sente invenção é inserida no espaço interdental e movimentada dessa ma- neira. Devido à configuração e às dimensões das nervuras, as mesmas a- gem como rodos para remover e capturar/prender placa bacteriana e restos de alimentos nos espaços entre as respectivas nervuras, com um grau de eficiência mais que, por exemplo, aquele de uma fita que não inclua essas nervuras dispostas ao longo do comprimento da mesma, oferecendo assim uma limpeza otimizada das superfícies irregulares dos dentes. fio dental precisa ser capaz de passar entre dentes apinhados, em um vão de alguns milésimos de 2,54 centímetro (polegada). O mesmo precisa ser dimensionado para passar através do vão, ou ser feito de um material e com uma construção que possa ser comprimir ao passar para dentro do espaço interdental. A fita dental monofilamento com nervuras da presente invenção é fina em uma dimensão, para permitir que a mesma des- lize entre dentes apinhados. A mesma é larga na outra direção, para ofere- cer duas superfícies Iimpadoras substanciais que entrem em contato com as superfícies dos dentes. Em certas modalidades, a razão de aspecto da es- trutura de núcleo será de cerca de 5:1 ou mais, ou de cerca de 10:1 ou mais, ou mesmo de cerca de 35:1 ou mais. A razão entre a largura da fita dental e a espessura da mesma pode situar-se na faixa de cerca de 3:1 a cerca de 25:1, ou de cerca de 10:1 a cerca de 20:1.
A fita dental monofilamento com nervuras da presente invenção pode ser feita usando-se inúmeros materiais conhecidos na técnica. Esses materiais podem ser elastoméricos ou não elastoméricos. Alguns materiais não elastoméricos a partir dos quais a fita dental pode ser feita incluem nái- lon ou politetrafluoroetileno (PTFE).
Em certas modalidades, a fita dental é feita de um material que pode comprimir-se ao passar para dentro do espaço interdental e, então, recuperar uma porcentagem de sua forma original depois de passar para dentro do espaço interdental. Consequentemente, as fitas dentais da presen- te invenção oferecem uma porcentagem de compressão de cerca de 50% ou mais, e uma porcentagem de recuperação de cerca de 40% ou mais ou, em certas modalidades, uma porcentagem de compressão de cerca de 60% ou mais e uma porcentagem de recuperação de cerca de 60% ou mais. Além disso, como as superfícies dos dentes não são regulares, o espaço interden- tal será irregular, tendo áreas que são mais ou menos abertas, dependendo da estrutura dos dentes adjacentes específicos. Desse modo, em certas mo- dalidades, as nervuras são flexíveis em relação à estrutura de núcleo, de modo que possam facilmente defletir-se para permitir a passagem para den- tro do espaço interdental. Para a obtenção de uma limpeza ótima, é desejá- vel que as nervuras recuperem substancialmente suas dimensões originais, uma vez que a força seja removida, e que recuperem a maior parte de sua altura original uma vez que a fita dental esteja na área maior do espaço in- terdental. Dessa maneira, a nervura irá se adaptar ao perfil em seção trans- versal do dente, removendo uma quantidade maior de placa bacteriana e alimentos.
Em certas modalidades, a fita dental é feita usando-se um mate- rial elastomérico. Os materiais elastoméricos oferecem um alto grau de compressibilidade quando extrudado nas configurações em seção transver- sal da presente invenção, permitindo a passagem através dos espaços aper- tados entre os dentes. Uma vez na cavidade entre os dentes, e dentro do espaço interdental, a fita dental recupera-se substancialmente da compres- são, oferecendo superfícies Iimpadoras que agem como raspadores para remover a placa bacteriana e as partículas de alimentos alojadas entre os dentes. Os materiais elastoméricos que podem ser usados para formar a fita dental da presente invenção incluem, mas não se limitam a, copolímeros em bloco de poliamida-poliéter vendidos sob o nome comercial PEBAX (Ato Chimie, de Hauts-de-Seine, França), como PEBAX 7033, 5533 MX1205, 4033, 3533 e 2533, copolímeros em bloco de poliéster-poliéter e copolímero em bloco de poliéster-poliéster vendidos sob o nome comercial HYTREL (E. I. du Pont de Nemours & Co., de Wilmington, DE, EUA), como HYTREL 7246, 5556 e 4056, elastômeros de poliuretano termoplástico alifático vendi- dos sob o nome comercial TECOFLEX (Lubrizol Advanced Materials, Inc., de Cleveland, OH, EUA), elastômeros de poliuretano termoplástico aromático vendidos sob o nome comercial PELLETHANE (Dow Chemical Co., de Mi- dland, Ml, EUA), e elastômeros de poliolefina termoplástica vendidos sob o nome comercial MULTI-FLEX (Dow Chemical Co., de Midland, Ml, EUA). Uma discussão mais detalhada com referência a esses materiais elastoméri- cos e seu uso na fabricação de fita dental pode ser encontrada na patente US n° 6.591.844 de Barlow et al., depositada em 23 de agosto de 2001, e na patente US n° 6.029.678 de Tsao et al., depositada em 21 de janeiro de 1998, estando ambas aqui incorporadas, a título de referência, em sua tota- lidade.
As dimensões da fita dental monofilamento com nervuras da presente invenção podem ser conforme exposto a seguir. A largura da fita dental, ou wt, é de cerca de 0,102 a cerca de 0,254 cm (de cerca de 0,040 a cerca de 0,100 polegada), ou de cerca de 0,178 a cerca de 0,229 cm (de cerca de 0,070 a cerca de 0,090 polegada). A espessura da fita dental, tt, é de cerca de 0,009 a cerca de 0,030 cm (de 0,0035 a cerca de 0,012 polega- da), ou de cerca de 0,0178 a cerca de 0,023 cm (de cerca de 0,007 a cerca de 0,009 polegada). A espessura da estrutura de núcleo da fita dental, tc, é de cerca de 0,003 a cerca de 0,010 cm (de cerca de 0,001 a cerca de 0,004 polegada), ou cerca de 0,005 cm (0,002 polegada). A altura das nervu- ras 18, hr, é de cerca de 0,001 a cerca de 0,010 cm (de cerca de 0,0005 a cerca de 0,004 polegada), ou cerca de 0,005 cm (0,002 polegada). A largura das nervuras, wr, é de cerca de 0,001 a cerca de 0,008 cm (de cerca de 0,0005 a cerca de 0,003 polegada), ou cerca de 0,004 cm (0,0015 polega- da). O espaçamento entre nervuras vizinhas sobre a superfície Iimpadora da fita dental, sr, dependerá da largura da fita dental e do número de nervuras sobre a superfície limpadora. Para a fita dental monofilamento com nervuras da presente invenção, o espaçamento entre nervuras vizinhas sobre uma superfície limpadora é de cerca de 0,008 a cerca de 0,051 cm (de cerca de 0,003 a cerca de 0,020 polegada), ou de cerca de 0,013 a cerca de 0,025 cm (de cerca de 0,005 a cerca de 0,010 polegada).
O termo s.sub.ar é usado para mostrar o espaçamento entre nervuras alternadas, ou seja, o espaçamento entre uma nervura sobre a primeira superfície limpadora e uma nervura sobre a segunda superfície Iim- padora da fita dental. Para os propósitos da presente descrição, a razão en- tre sar e sr define a relação especial entre nervuras alternadas. Essa razão pode variar desde um pouco maior que 0, quando as nervuras na segunda superfície Iimpadora estão ligeiramente fora de alinhamento com aquelas na primeira superfície limpadora, passando por 0,5, quando as nervuras na se- gunda superfície limpadora estão posicionadas a cerca da metade da dis- tância entre aquelas na primeira superfície limpadora (vide a figura 3), e até 1,0, quando as nervuras na segunda superfície limpadora estão alinhadas com aquelas na primeira superfície limpadora (vide a figura 4). Em uma mo- dalidade da fita dental monofilamento com nervuras da presente invenção, a razão entre Sar e sr é de cerca de 0,5.
A fita dental monofilamento com nervuras da presente invenção pode ser produzida por meio de um processo de fiação por fusão de uso comercial. Nesse processo, a resina é alimentada a uma rosca extrusora, na qual o material é aquecido, fundido e passado para uma bomba para materi- al fundido. A bomba para material fundido faz a dosagem do material fundido para dentro de uma matriz que tem um perfil desejado usinado em sua su- perfície, de modo que esse perfil seja conferido ao extrudado fundido con- forme o mesmo sai da matriz. O extrudado passa através da matriz e é dei- xado fluir para baixo, iniciando o processo de solidificação. É típica a ocor- rência de algum empescoçamento nesse ponto. O material passa para den- tro de um banho de água, no qual se completa a solidificação do material polimérico fundido em uma fita sólida. A fita passa, então, por um processo de estiramento, no qual a mesma é estirada no estado aquecido e as carac- terísticas finais são obtidas. A fita dental final é enrolada em carretéis. Os carretéis podem ser colocados em máquinas enroladoras nas quais a fita dental é enrolada em bobinas, as quais são colocadas em dispensadores ou, opcionalmente, os carretéis são colocados primeiro em máquinas para re- vestimento, nas quais podem ser aplicados revestimentos antes da operação de enrolamento.
Alternativamente, a fita dental com nervuras da presente inven- ção pode compreender múltiplos materiais formados por coextrusão ou por laminação mediante processos de rolagem ou adesão.
Alternativamente, a fita dental da presente invenção poderia, também, ser produzida a partir de folhas de material. A resina seria extruda- da através de uma matriz conformada com as dimensões corretas, conferin- do o formato ao filme. O extrudado passa através da matriz e é deixado fluir para baixo, iniciando o processo de solidificação. É típica a ocorrência de algum empescoçamento neste ponto. O material passa para dentro de um banho de água, no qual se completa a solidificação do material polimérico fundido em uma fita sólida. O filme poderia ser cortado nesse ponto e puxa- do até suas dimensões dimensões finais, ou poderia ser primeiro puxado e, então, cortado.
As composições para revestimento aplicadas à fita dental mono- filamento revestida da presente invenção precisam aderir de maneira confiá- vel à superfície da fita dental. A composição para revestimento precisa ter aderência suficiente para manter o revestimento sobre a superfície da fita dental durante os processos de revestimento, enrolamento, transporte e de- senrolamento da fita dental. As fitas dentais monofilamento revestidas da presente invenção compreendem um revestimento substancialmente unifor- me compreendendo cerca de 0,88 miligrama por metro (0,8 miligrama por jarda) de fita dental, ou mais, de um abrasivo selecionado do grupo consis- tindo em sílica, fosfato di-cálcico e alumina, e cerca de 0,88 miligrama por metro (0,8 miligrama por jarda) de fita dental, ou mais, de bicarbonato de sódio, ou cerca de 1,54 miligramas por metro (1,4 miligramas por jarda) de fita dental, ou mais, de um abrasivo selecionado do grupo consistindo em silica, fosfato dicálcico e alumina, e cerca de 1,54 miligramas por metro (1,4 miligramas por jarda), ou mais, de bicarbonato de sódio, ou cerca de 2,20 miligramas por metro (2 miligramas por jarda) de fita dental, ou mais, de um abrasivo selecionado do grupo consistindo em sílica, fosfato dicálcico e alu- mina, em particular sílica, e cerca de 2,20 miligramas por metro (2 miligra- mas por jarda) de fita dental de bicarbonato de sódio. Será compreendido pelos versados na técnica que, uma vez tendo o benefício da presente des- crição, podem ser usadas outras quantidades relativas de abrasivo e bicar- bonato de sódio, dentro das diretrizes acima, para se obter uma fita dental monofilamento revestida de acordo com a presente invenção.
Os revestimentos insolúveis adequados incluem, mas não se Ii- mitam a, cera microcristalina, cera de abelhas, ceras de parafina, polietilenos de baixo peso molecular, óleos de silicone, óleos essenciais e óleo mineral. Tipicamente, os revestimentos de cera insolúvel têm temperaturas de fusão na faixa de cerca de 25°C a cerca de 100°C, opcionalmente de cerca de 35°C a cerca de 80°C. As ceras podem ser combinadas com corantes inso- lúveis em água que tenham a aprovação do FD&C para uso bucal. Os coran- tes adequados incluem, mas não se limitam a, corantes sinteticamente deri- vados, como Laca Azul FD&C n° 1, Laca Azul FD&C n° 2, Laca Vermelha FD&C n° 40, Iaca de eritrosina, Iaca de amaranto, Iaca Ponceau 4R, Iaca de carmoisosina, Iaca carmim e colorantes gerados mediante a conversão de um corante de origem natural em um sal à base de alumínio ou cálcio. Tam- bém podem ser usados colorantes naturais, como dióxido de titânio e simila- res.
A composição para revestimento aplicada à fita dental pode ser um revestimento solúvel, isto é, o revestimento é tal que tende a se dissolver ou dispersar na saliva presente na cavidade bucal. Esses revestimentos so- lúveis incluem ceras solúveis ou similares, as quais incluem, mas não se limitam a, polietilenoglicóis de baixo peso molecular ("PEGs"), como PEG 1000 e PEG 1450. Podem ser usadas combinações de PEGs com peso mo- Iecular mais alto e PEGs com peso molecular mais baixo, como uma mistura de PEG 3350 e PEG 1000. Também podem ser usadas misturas de PEGs líquidos com PEGs de alto peso molecular.
Outros revestimentos incluem tensoativos passíveis de fusão, como Polyoxamer 407, sialagogos, estimulantes olfativos, elementos senso- riais, óleos essenciais, ativos, como fluoreto, cloreto de cetilpiridínio (CPC), pirofosfato tetrassódico, agentes branqueadores além do bicarbonato de só- dio, como peróxido de cálcio, peróxido de hidrogênio, peróxido de carbamida e outros compostos de peróxido capazes de gerar peróxido de hidrogênio in situ, microbicidas, antivirais e misturas dos mesmos.
Esses ingredientes podem ser usados sob a forma de sólidos, lí- quidos, partículas, géis ou similares, e podem ser encapsulados em materi- ais poliméricos convencionais usando-se técnicas convencionais de encap- sulação para formar materiais encapsulados tendo uma cápsula polimérica e um núcleo que compreende o ingrediente sob uma das formas menciona- das, conforem o caso. Esses ingredientes também podem ser aplicados dire- tamente às fitas dentais da presente invenção, sem a necessidade de usar um carreador para revestimento, quando for adequado.
Pode ser aplicado um revestimento que compreende uma cera insolúvel, sendo que o revestimento contém componentes encapsulados, como flavorizantes secos por aspersão, óleos essenciais ou outros ingredi- entes protegidos e liberados a partir de esferas solúveis dentro da cera inso- lúvel, ou um revestimento solúvel pode ser aplicado diretamente ao fio ou sobre o revestimento insolúvel. O revestimento solúvel pode conter ingredi- entes que são colocados diretamente na cera ou através do uso de secagem por aspersão ou outras tecnologias de encapsulação comumente praticadas na técnica.
Em certas modalidades, dois revestimentos insolúveis são apli- cados à fita dental. Nessas modalidades, a segunda composição de revesti- mento precisa ter um ponto de fusão mais baixo que aquele da primeira composição de revestimento.
Um revestimento solúvel pode ser usado por si só ou como um segundo revestimento sobre um revestimento insolúvel. Um ou ambos os revestimentos podem conter colorantes, flavorizantes, adoçantes, abrasivos, agentes antitártaro, ativos como sais de fluoreto, e aditivos similares conhe- cidos na técnica.
Componentes adicionais podem ser adicionados aos revesti- mentos, para a obtenção de vários benefícios. Estes incluem sistemas flavo- rizantes, como sabores secos por aspersão, acentuadores de sabor, e ado- çantes como sacarina sódica. A quantidade de sabor adicionado situa-se tipicamente na faixa de 10 a 25%, com base no peso total da composição para revestimento. A quantidade de adoçante situa-se tipicamente na faixa de 0,1 a 1%, com base no peso total da composição para revestimento.
Ao se formular um revestimento, é desejável limitar a quantidade de aditivos sólidos presentes na composição para revestimento abaixo de cerca de 30%, em peso. Revestir uma fita dental com uma composição para revestimento que tem um teor de aditivo sólido acima dessa quantidade po- de causar dificuldade na obtenção de uniformidade do revestimento, e redu- zir a capacidade do mesmo para aderir à superfície da fita. Os revestimentos contendo altas quantidades de aditivos sólidos podem tender a descascar durante o processamento e durante o uso do produto final.
O revestimento da fita dental pode ser anidro ou hidratado. Quando o revestimento é hidratado, a água é evaporada durante a secagem.
O revestimento pode ser aplicado sob a forma de um elemento adicional, tipicamente na faixa de cerca de 10% a cerca de 60%, opcional- mente de cerca de 20% a cerca de 50%, com base no peso do substrato de fibra.
Em certas modalidades, a fita dental é fabricada usando-se e- quipamentos e processos capazes de fazer o seguinte:
1. Alimentar fitas monofilamento feitas de material elastomérico a uma matriz de revestimento, com velocidade e tensão controladas, de mo- do a evitar problemas de comportamento telescópico,
2. Bombear a composição para revestimento de maneira unifor- me para dentro da matriz de revestimento,
3. Aplicar, de maneira uniforme e simultânea, a composição para revestimento a ambos os lados da fita dental, e
4. Proporcionar um período de tempo suficiente, durante o qual a composição para revestimento fica substancialmente em repouso sobre a fita dental, até que se solidifique intacta.
O termo "uniforme" ou "substancialmente uniforme" significa que, quando inspecionado manualmente (sem o auxílio de instrumentos de medi- ção) ou visualmente (sem a necessidade do uso de dispositivos de amplia- ção além de óculos corretivos), o revestimento deveria ter uma espessura uniforme (ou relativamente ou substancialmente uniforme) e ser isento (ou suficientemente [ou substancialmente] isento) de defeitos (como orifícios ou espaços vazios) na área revestida. O processo mencionado acima para fa- bricação da fita dental em monofilamento elastomérico da presente invenção é ilustrado na figura 5. Na primeira etapa, a composição para revestimento 5, tipicamente uma cera, é liqüefeita se necessário, como por meio de aqueci- mento, em um tanque de misturação 40. Um misturador de alto cisalhamento 42, como um Rotostat High Sheer Mixer Modelo #XPBL, produzido pela Ad- mix, pode ser usado para manter homogênea a composição para revesti- mento 5. Tipicamente, uma lâmina Rotosolver é usada no misturador de alto cisalhamento 42, funcionando a, por exemplo, 1.700 rpm.
A composição para revestimento é, então, deixada fluir do tan- que de misturação 40, por meio de um primeiro tubo 44, para dentro de uma bomba de deslocamento positivo 46 que, quando acionada a uma determi- nada velocidade, fornece uma quantidade constante de material para reves- timento, por meio de um segundo tubo 48, a uma matriz de revestimento 50. A bomba de deslocamento positivo pode ser uma bomba de lâmina, uma bomba de pistão ou bombas de tipos similares. Em certas modalidades, é usada uma bomba de pistão Kerr, disponível junto à Kerr Corp., de Sulfur, OK, EUA. De modo geral, as bombas de pistão facilitam a uniformidade dos revestimentos nos quais a composição para revestimento 5 contém particu- lados sólidos, como abrasivos. Em certas modalidades, são usadas bombas de deslocamento positivo, já que os orifícios, tubos, canais ou saídas para passagem usadas nessas modalidades para fornecer a composição de re- vestimento 5 ficam, geralmente, posicionados ou orientados de maneira que a trajetória direcional ou trilha dos orifícios, tubos, canais ou saídas para passagem aponte para cima e em direção a, ou horizontalmente nivelado com e em direção a, uma posição da fita dental 10 a ser revestida, de modo que a gravidade tenha pouco ou nenhum efeito sobre o fluxo da composição para revestimento, desde o tanque de misturação 40 até a fita dental 10.
Em certas modalidades, a fita dental 10 é simultaneamente ali- mentada e puxada através do processo por meio da combinação de um sis- tema de desenrolamento motorizado 20 e um sistema de rebobinagem do fio dental 70. A fita dental 10 é alimentada ou desenrolada a uma baixa tensão e, em certas modalidades, é puxada perpendicularmente do carretei de ali- mentação 22, ao longo do conjunto de braço sensor 30, ou através do mes- mo. O conjunto de braço sensor 30 é usado para monitorar a tensão da fita dental 10, conforme esta entra na matriz de revestimento 50. Em certas mo- dalidades, o conjunto de braço sensor 30 tem um braços 32, um ponto pivo- tante 34, e cilindros 36 sobre os quais passa a fita dental 10. O conjunto de braço sensor 30 é usado para manter uma baixa tensão substancialmente constante de alimentação ou desenrolamento na fita dental 10, mediante o ajuste da velocidade do sistema de desenrolamento motorizado 20, confor- me a mesma é simultaneamente alimentada e puxada para dentro do siste- ma para processo de revestimento. Em certas modalidades, nas quais a fita dental passa através do processo de revestimento a taxas de velocidade da linha maiores que cerca de 304,8 metros por minuto (1.000 pés por minuto) ou, opcionalmente, de cerca de 457,2 metros por minuto (1.500 pés por mi- nuto) a cerca de 762 metros por minuto (2.500 pés por minuto) ou, opcio- nalmente, de cerca de 609,6 metros por minuto (2.000 pés por minuto), sen- do que a baixa tensão constante de desenrolamento é geralmente mantida na faixa de cerca de 50 gramas-força a cerca de 100 gramas-força, opcio- nalmente de cerca de 60 gramas-força a cerca de 100 gramas-força para a fita dental 10 com denier de cerca de 400 a cerca de 1.200.
Após o revestimento, a fita dental 10 é coletada em um carretei de recolhimento 72. A velocidade de funcionamento do carretei de recolhi- mento 72 é controlada por um sistema controlador eletrônico. O controlador pode ser um computador, um controlador de lógica programável ou um dis- positivo similar. Na modalidade mostrada na figura 5, um cilindro sensor de velocidade 74 se apoia sobre a superfície da fita no carretei de recolhimento 72. O cilindro sensor de velocidade 74 gera um sinal que é alimentado a um controlador eletrônico, como um Fenner M-drive. O controlador controla a tensão do motor que comanda a velocidade do carretei de recolhimento 72. O uso do sinal gerado pelo cilindro sensor de velocidade 74 para controlar a velocidade do carretei de recolhimento 72 ajuda a manter uma velocidade constante da fita dental 10 ao longo do processo de revestimento, controlan- do e mantendo a tensão sobre a fita dental 10 em menos de 250 (ou cerca de 250) gramas-força. O controlador eletrônico controla, também, a veloci- dade da bomba de deslocamento positivo 46. Assim, é mantida a velocidade da fita dental 10, enquanto uma quantidade constante de composição para revestimento 5 é bombeada para dentro da matriz de revestimento 50.
Em certas modalidades, a matriz de revestimento 50 contém pe- lo menos dois cilindros em torno dois quais a fita dental elastomérica 10 se envolve pelo menos em parte. Em certas modalidades, o número de cilindros pode estar na faixa de 2, opcionalmente 3, opcionalmente 4 ou mais cilindros ou, opcionalmente, de 2 a 7 cilindros ou, opcionalmente, de 3 a 5 cilindros. Geralmente, a fita dental 10 se enrola em torno dos cilindros a um ângulo de cerca de 90° a cerca de 270°. Os cilindros ajudam a aplicar a composição para revestimento 5 à fita dental 10. A jusante dos cilindros, tipicamente há uma região de matriz em fenda, na qual a composição para revestimento 5 é alisada sobre a superfície da fita dental 10. Em certas modalidades, a matriz em fenda está sob a forma de um sulco que tem lados ou paredes paralelos, sendo que o sulco tem, opcionalmente, um raio no fundo para guiar a fita dental para dentro de uma fenda. Em certas modalidades, a fenda é dimen- sionada de modo que o excesso de revestimento seja removido da fita den- tal 10 conforme a mesma passa através da matriz, ao mesmo tempo em que minimiza qualquer tensão adicional sobre a fita dental 10 causada pela ma- triz em fenda, conforme a fita 10 passa através da mesma. Conforme ficará evidente para os versados na técnica, as dimensões do sulco e da fenda dependerão de fatores como o denier e o tipo de fita dental em monofilamen- to elastomérico 10, bem como da quantidade de composição para revesti- mento 5 sendo aplicada à mesma.
A composição para revestimento 5, uma vez aplicada à fita den- tal 10, precisa ser solidificada. A solidificação pode ser obtida mediante o uso de uma área de resfriamento 60. A área de resfriamento 60 pode ser uma área aberta na qual o revestimento 5 esfria sob condições ambientes. Alternativamente, a área de resfriamento 60 pode ser uma câmara na qual ar refrigerado ou à temperatura ambiente é soprado sobre a fita dental 10 para aumentar a taxa de resfriamento. Para evitar descontinuidades indesejáveis no revestimento 5, a fita dental 10 não deve entrar em contato com quais- quer superfícies até que o revestimento 5 tenha se solidificado. Uma vez que o revestimento 5 esteja suficientemente resfriado para impedir qualquer per- turbação da superfície externa, a fita é rebobinada pelo sistema de rebobi- nagem de fio dental 70. Em certas modalidades, o carretei 72 com fita dental 10 é, então, removido para processamento posterior em bobinas convencio- nais. Uma descrição mais detalhada dos processos e aparelhos úteis para a fabricação do fio dental revestido e com múltiplas nervuras da presente in- venção pode ser encontrada na publicação do pedido de patente número US 2009/0120454 A1, cujo conteúdo está aqui incorporado a titulo de referência, em sua totalidade.
Exemplos
As fitas dentais ilustradas nos exemplos apresentados a seguir ilustram modalidades específicas de fitas dentais que podem ser usadas na presente invenção, mas que não se destinam a limitar a mesma. Outras mo- dificações podem ser feitas pelo versado na técnica, sem que se desvie do caráter e âmbito da presente invenção. Exemplo 1
A fita dental que pode ser usada na presente invenção foi produ- zida usando-se resina PEBAX MX 1205. A resina foi seca ao longo de 3 horas a 75°C, alimentada a uma extrusora Haake de 20 mm conectada a uma bomba de engrenagem para material fundido Slack and Parr, e extru- dada através de uma matriz conformada feita de aço inoxidável, e tendo uma seção transversal similar àquela da fita dental mostrada na figura 1. A fita dental extrudada incluía onze nervuras projetando-se a partir tanto da primei- 25 ra como da segunda superfícies limpadoras. A largura geral da fenda (wt) era de 0,770 cm (0,303 polegadas). A espessura da estrutura de núcleo da ma- triz (tc) era de 0,009 cm (0,0035 polegadas). A altura e a largura das porções de nervura da matriz (hr e wr) eram de 0,019 cm (0,0075 polegadas) e 0,009 cm (0,0035 polegadas), respectivamente. O espaçamento entre nervuras 30 vizinhas em ambas as superfícies limpadoras (sr) era de 0,067 cm (0,026 polegadas), e a razão entre sar e sr era de 0,5, isto é, as nervuras na segun- da superfície Iimpadora estavam posicionadas a cerca da metade da distân- cia entre aquelas na primeira superfície limpadora.
A fita extrudada passou através de um banho de água à tempe- ratura ambiente e foi enrolado em um carretei.
Foi realizada uma extrusão usando-se a matriz conformada para preparar a fita dental da presente invenção. Para fins de comparação, foram realizadas duas extrusões através de uma matriz plana para preparar as fi- tas dentais comparativas sem nervuras. Para a Passagem 2, a espessura e a largura da matriz eram de 0,216 cm (0,085 polegada) e 1,245 cm (0,490 polegada), respectivamente. Para a Passagem 3, a espessura e a largura da matriz eram de 0,030 cm (0,012 polegada) e 0,889 cm (0,350 polegada), respectivamente.
As condições para as três extrusões são mostradas na tabela I: Tabela I: Condições de extrusão.
<table>table see original document page 21</column></row><table>
As fitas obtidas nas três passagens de extrusão foram submeti- das a operações de estiramento para produzir as fitas dentais finais. Na ope- ração de estiramento, a fita foi desenrolada do carretei, passada sobre um cilindro aquecido, através de uma placa quente e rebobinada em um segun- do cilindro. As condições para as três passagens de estiramento são mos- tradas na tabela II: Tabela II: Condições de estiramento.
<table>table see original document page 22</column></row><table>
A largura, a espessura e o denier gerais das fitas foram medidos e estão resumidos na tabela III: Tabela III: Dimensões da fita.
<table>table see original document page 22</column></row><table>
A compressão e a expansão de recuperação das fitas feitas con- forme exposto acima foram medidas usando-se um aparelho que compreen- de 2 hastes de aço que são usadas para simular duas superfícies de dentes adjacentes. Uma das hastes de aço era estacionária, enquantro a outra has- te era pivotante. Um indicador de espessura foi ajustado para zero quando a haste móvel estava apoiada sobre a haste fixa. A fita foi colocada em um ângulo de noventa graus em relação ao eixo geométrico da haste estacioná- ria. A haste móvel, construída de modo a exercer pouca pressão no ponto de estrangulamento, foi deixada repousar por cima da fita, e a leitura da espes- sura original (t0) foi tomada a partir do indicador. Em seguida, um peso de 453,9 gramas (uma libra) foi aplicado diretamente acima do ponto de estran- gulamento, e a leitura da espessura comprimida (tc) foi registrada. A porcen- tagem de compressão foi calculada como
Porcentagem de compressão = 100 χ (t0 - tc) /10 Obteve-se uma medição da expansão de recuperação da fita com o uso desse dispositivo, removendo-se toda a força e anotando-se a espessura de recuperação (tr) apresentada pelo indicador. A porcentagem de recuperação foi calculada conforme exposto:
Porcentagem de recuperação = 100 χ (tr - tc) / (t0 - tc) Mediu-se a porcentagem de compressão e a porcentagem de 5 recuperação de cada uma das fitas, e os resultados estão resumidos na ta-
bela IV:
Tabela IV: Compressão e recuperação da fita.
Passagem 1 Passagem 2 Passagem 3 Espessura original, cm (polegadas) 0,013 (0,005) 0,013(0,005) 0,005 (0,002) Compressão, % 70 31 25 Recuperação, % 67 93 100
Em seguida, mediu-se as propriedades de tração e a tenacidade
das fitas, usando-se uma máquina de testes universal Instron, com um com- primento de amostra de 25,4 cm (10 polegadas), e uma velocidade de cruze- ta de 25,4 cm (10 polegadas) por minuto.
A resistência à tração, a porcentagem de alongamento na ruptu- ra e a tenacidade de cada uma das fitas foi medida, e os resultados são re- sumidos na tabela V: Tabela V: Propriedades de tração da fita.
Passagem 1 Passagem 2 Passagem 3 Resistência à tração, kg (Ib) 3,4 (7,5) 4,4 (9,8) 2,9 (6,5) Alongamento na ruptura, % 64 87 52 Tenacidade, gramas/denier 3,7 2,8 3,1
Exemplo 2
A fita dental que pode ser usada na presente invenção foi produ- zida usando-se várias outras resinas. As resinas usadas estão relacionadas na tabela VI. Tabela VI: <table>table see original document page 24</column></row><table>
As resinas foram secas durante mais de 3 horas a 75°C. As mesmas foram processadas na extrusora do exemplo 1, usando-se a matriz com nervuras descrita no exemplo 1.
As condições de extrusão são mostradas na tabela VII:
Tabela VII: Condições de extrusão.
<table>table see original document page 24</column></row><table>
As fitas obtidas nas passagens de extrusão foram estiradas em seguida ao procedimento do exemplo 1. As condições para as três passa- gens de estiramento são mostradas na tabela VIII:
Tabela VIII: Condições de estiramento. <table>table see original document page 24</column></row><table> Passagem 4 Passagem 5 Passagem 6 Passagem 7 Passagem 8 dro 1, metros/min Velocidade do cilin- dro 2, metros/min 16 15 14 12 16 Razão de estira- mento 8 para 1 7,5 para 1 7 para 1 6 para 1 8 para 1
A largura, a espessura e o denier gerais das fitas foram medidos e estão resumidos na tabela IX: Tabela IX: Dimensões da fita.
Passagem 4 Passagem 5 Passagem 6 Passagem 7 Passagem 8 Largura, cm (polegadas) 0,203 (0,080) 0,203 (0,080) 0,229 (0,090) 0,178 (0,070) 0,152 (0,060) Espessura, cm (polegadas) 0,017 (0,0065) 0,017 (0,0065) 0,017 (0,0065) 0,018 (0,007) 0,011 (0,0045)
As propriedades de tração das fitas foram medidas conforme descrito no exemplo 1. A resistência à tração e a porcentagem de alonga- mento na ruptura estão resumidas na tabela X: Tabela X: Propriedades de tração da fita.
Passagem 4 Passagem 5 Passagem 6 Passagem 7 Passagem 8 Resistência à tra- ção, kg (Ib) 4,3 (9,5) 3,9 (8,7) 3,4 (7,6) 1,4 (3,1) 1,6 (3,5) St. Dev. 0,3 0,6 0,4 0,2 0,4 Alongamento na ruptura, % 102 87 105 25 68 St. Dev. 4 5 10 6 6
Exemplo 3
A fita dental que pode ser usada na presente invenção foi produ- zida usando-se a resina PEBAX MX 1205, em que as condições de estira- mento foram modificadas para alterar as dimensões da fita final. As resinas foram secas durante mais de 3 horas a 75°C, e foram processadas na extru- sora do exemplo 1, usando-se a matriz com nervuras descrita no exemplo 1.
As condições de extrusão são mostradas na tabela XI: Tabela XI: Condições de extrusão.
<table>table see original document page 26</column></row><table>
As fitas obtidas nas passagens de extrusão foram estiradas em seguida ao procedimento do exemplo 1. As condições para as três passa- gens de estiramento são mostradas na tabela XII: Tabela XII: Condições de estiramento.
<table>table see original document page 26</column></row><table>
A largura, a espessura e o denier gerais das fitas foram medidos e estão resumidos na tabela XIII: Tabela XIII: Dimensões da fita.
<table>table see original document page 26</column></row><table>
As propriedades de tração das fitas foram medidas conforme descrito no exemplo 1. A resistência à tração e a porcentagem de alonga- mento na ruptura estão resumidas na tabela XIV: Tabela XIV: Propriedades de tração da fita.
Passagem 9 Passagem 10 Passagem 11 Resistência à tração, kg (Ib) 2,9 (6,4) 3,0 (6,6) 2,3 (5,0) St. Dev. 0,1 0,5 0,5 Alongamento na ruptura, % 37 34 138 St. Dev. 4 6 10
Exemplo 4
A fita dental que pode ser usada na presente invenção foi produ- zida usando-se as resinas PEBAX MX 1205, 3533 e 2533. As resinas foram
secas durante mais de 3 horas a 75°C, e foram processadas na extrusora do exemplo 1, usando-se a matriz com nervuras descrita no exemplo 1.
As condições de extrusão são mostradas na tabela XV:
Tabela XV: Condições de extrusão.
Passagem 1 Passagem 12 Passagem 13 Resina PEBAX MX 1205 3533 2533 Temperatura do cilindro (Zonas de 1 a 6), 0C 195 220 200 Temperatura da matriz T, 0C 203 222 202 Vazão, cc/min 4,8 4,8 4,8 da matriz ao banho de água, cm (polegadas) 2,54 cm (1) 10,16(4) 7,62 (3) velocidade de recolhimento, me- tros/min (pés/min) 6,1 (20) 5,2 (17) 5,5(18)
As fitas obtidas nas passagens de extrusão foram estiradas em seguida ao procedimento do exemplo 1. As condições para as três passa- gens de estiramento são mostradas na tabela XVI: Tabela XVI: condições de estiramento.
Passagem 1 Passagem 12 Passagem 13 Temperatura do cilindro 1, 0C 60 60 70 Temperatura da placa, 0C 100 100 85 Velocidade do cilindro 1, metros/min 2 1 2 Velocidade do cilindro 2, metros/min 18 9 17 Razão de estiramento 9 para 1 9 para 1 8,5 para 1 A largura, a espessura e o denier gerais das fitas foram medidos e estão resumidos na tabela XVII: Tabela XVII: Dimensões da fita.
<table>table see original document page 28</column></row><table>
As propriedades de tração das fitas foram medidas conforme descrito no exemplo 1. A resistência à tração e a porcentagem de alonga- mento na ruptura estão resumidas na tabela XVIII: Tabela XVIII: Propriedades de tração da fita.
<table>table see original document page 28</column></row><table>
Exemplo 5
A fita dental que pode ser usada na presente invenção foi produ- zida usando-se a resina PEBAX MX 1205, em que o número de nervuras foi modificado para alterar a estrutura da fita final.
A matriz era feita de aço inoxidável, e tinha uma seção transver- sal similar àquela do exemplo 1. A diferenças é que, no exemplo 1, havia onze nervuras projetando-se a partir tanto da primeira como da segunda su- perfícies limpadoras. Neste caso, há cinco nervuras projetando-se tanto da primeira como da segunda superfícies limpadoras. A largura geral da fenda, ou wt, era de 0,775 cm (0,305 polegada). A espessura da estrutura de núcleo da matriz tc era de 0,009 cm (0,0035 polegada). A altura e a largura das por- ções de nervura da matriz (hr e wr, respectivamente) eram de 0,019 cm (0,0075 polegadas) e 0,009 cm (0,0035 polegadas). O espaçamento entre nervuras vizinhas (sr) em ambas as superfícies limpadoras é de 0,127 cm (0,050 polegadas), e a razão entre sar e sr é de 0,5, isto é, as nervuras na segunda superfície Iimpadora estavam posicionadas a cerca da metade da distância entre aquelas na primeira superfície limpadora.
A resina foi seca durante mais de 3 horas a 75°C, e processada na extrusora do exemplo 1. As condições de extrusão são mostradas na ta- bela XIX:
Tabela XIX: Condições de extrusão.
<table>table see original document page 29</column></row><table>
As fitas obtidas nas passagens de extrusão foram estiradas em seguida ao procedimento do exemplo 1. As condições para as três passa- gens de estiramento são mostradas na tabela XX: Tabela XX: Condições de estiramento.
<table>table see original document page 29</column></row><table>
Exemplo 6
A fita dental que pode ser usada na presente invenção foi produ- zida usando-se a resina PEBAX MX 1205, onde a largura das nervuras foi modificada para alterar a estrutura e as dimensões da fita final.
A matriz era feita de aço inoxidável, e tinha uma seção transver- sal similar àquela do exemplo 1. Havia onze nervuras projetando-se tanto da primeira como da segunda superfície limpadora. A largura geral da fenda, ou wt, era de 0,770 cm (0,303 polegada). A espessura da estrutura de núcleo da matriz tc era de 0,009 cm (0,0035 polegada). A altura e a largura das por- ções de nervura da matriz (hr e wr, respectivamente) eram de 0,019 cm (0,0075 polegadas) e 0,006 cm (0,0025 polegadas). No exemplo 1, a largura das porções de nervura da matriz (wr) era de 0,009 cm (0,0035 polegada). O espaçamento entre nervuras vizinhas (sr) em ambas as superfícies limpado- ras é de 0,067 cm (0,026 polegadas), e a razão entre sar e sr é de 0,5, isto é, as nervuras na segunda superfície Iimpadora estavam posicionadas a cerca da metade da distância entre aquelas na primeira superfície limpadora.
A resina foi seca durante mais de 3 horas a 75°C, e processada na extrusora do exemplo 1. As condições de extrusão são mostradas na ta-
bela XXI:
Tabela XXI: Condições de extrusão.
<table>table see original document page 30</column></row><table>
As fitas obtidas nas passagens de extrusão foram estiradas em seguida ao procedimento do exemplo 1. As condições para as três passa- gens de estiramento são mostradas na tabela XXII: Tabela XXII: Condições de estiramento.
<table>table see original document page 30</column></row><table>
Exemplo 7
A fita dental que pode ser usada na presente invenção foi produ- zida usando-se a resina PEBAX MX 1205, onde a altura das nervuras foi modificada para alterar a estrutura e as dimensões da fita final.
A matriz era feita de aço inoxidável, e tinha uma seção transver- sal similar àquela do exemplo 1. Havia onze nervuras projetando-se tanto da primeira como da segunda superfícies limpadoras. A largura geral da fenda, ou wt, era de 0,770 cm (0,303 polegada). A espessura da estrutura de núcleo da matriz tc era de 0,009 cm (0,0035 polegada). A altura e a largura das por- ções de nervura da matriz (hr e wr, respectivamente) eram de 0,010 cm (0,0038 polegadas) e 0,009 cm (0,0035 polegadas). No exemplo 1, a altura das porções de nervura da matriz (hr) era de 0,019 cm (0,0075 polegada). O espaçamento entre nervuras vizinhas (sr) em ambas as superfícies Iimpado- ras é de 0,067 cm (0,026 polegadas), e a razão entre sar e sr é de 0,5, isto é, as nervuras na segunda superfície Iimpadora estavam posicionadas a cerca da metade da distância entre aquelas na primeira superfície limpadora.
A resina foi seca durante mais de 3 horas a 75°C, e processada na extrusora do exemplo 1. As condições de extrusão são mostradas na ta-
bela XXIII:
Tabela XXIII: Condições de extrusão.
Passagem 1 Passagem 16 Altura das nervuras, cm (polegadas) 0,019(0,0075) 0,010(0,0038) Temperatura do cilindro (Zonas de 1 a 6), 0C 195 197 Temperatura da matriz T, 0C 203 199 Vazão, cc/min 4,8 4,3 da matriz ao banho de água, cm (polegadas) 2,54(1) 5,08 (2) velocidade de recolhimento, metros/min (pés/min) 6,1 (20) 6,1 (20)
As fitas obtidas nas passagens de extrusão foram estiradas em seguida ao procedimento do exemplo 1. As condições para as três passa- gens de estiramento são mostradas na tabela XXIV: Tabela XXIV: Condições de estiramento.
Passagem 1 Passagem 14 Temperatura do cilindro 1, cC 60 resfriado Temperatura da placa, 0C 100 85 Velocidade do cilindro 1, metros/min 2 2 Velocidade do cilindro 2, metros/min 18 18 Razão de estiramento 9 para 1 9 para 1 Exemplo 8
Os rolos de fita dental foram formados de acordo com os pro- cessos de revestimento e enrolamento aqui descritos, e usando-se os tama- nhos e/ou tipos de componente descritos abaixo e resumidos na tabela XXV. Tabela XXV <table>table see original document page 32</column></row><table>
do came
Ordenar seqüencialmente os tamanhos de polia acima (por e- xemplo, 82e está conectada a 82d, a qual está conectada a 82c etc., con- forme mostrado na figura 8), e determinar o produto das razões entre os ta- manhos das polias seqüencialmente ordenadas, ou Razão A (conforme mos- trado em I, abaixo)
Razão A = P1ZP2 X P3/P4 X Ρζ-1/Ρζ I em que Pi a Pz são os tamanhos das polias seqüencialmente ordenadas a partir do carretei 72 e até o carne cilíndrico transversal 86 do sistema de re- bobinagem 70, o que resulta na seguinte razão: Razão A =
(polia 82e/polia 82d) X (polia 82c/polia 82f) X (polia 82g/polia 82h) = (14/17) X (19/14) X (16/20) = 0,8941
Um carne cilíndrico transversal foi selecionado para oferecer um percurso da guia do carne transversal de 29,21 cm (11,5 polegadas), de uma extremidade a outra, para cada 6 revoluções do came cilíndrico transversal 86. Isso resulta em um avanço do came igual ao seguinte: Avanço do came
= percurso da guia do came transversal / 6 revoluções do came cilíndrico transversal
= 29,21/15,24= 4,868 cm (11,5 / 6 =1,9166 polegadas) por revo- lução do carne cilíndrico transversal
A razão A indica que, para cada revolução do carretei 72, o ca- me cilíndrico transversal percorre 0,8941 da revolução do carretei. Isso re- sulta na seguinte distância de percurso para a guia do carne transversal 76, por revolução do carretei 72:
Distância percorrida pela guia do carne transversal por revolução do carretei
= razão entre carne e polia X avanço do carne = 0,8941. vezes. 1,9166 = 4,343 cm (1,71 polegadas) por revo- lução do carretei
O diâmetro do núcleo ds do carretei 72 foi medido para ter 15,773 cm (6,21 polegadas), portanto a distância percorrida por qualquer ponto na superfície externa do núcleo do carretei 72 após uma revolução do carretei 72 ou a circunferência C pode ser calculada conforme exposto a se- guir:
Circunferência C = 15,773 cm (6,21 polegadas) X π = (6,21)3,1411 =49,53 cm (19,5 polegadas)
O ângulo de hélice θ (o ângulo formado por um fio de fita dental e o plano r<P do carretei, que é perpendicular ao eixo longitudinal ζ do carre- tei 72, conforme mostrado na figura 25), formado pela fita dental 10 confor- me a mesma é inicialmente enrolado em torno do núcleo do carretei 72, po- de então ser calculado da seguinte maneira:
Distância percorrida pela guia do carne transversal por revolução do carretei/circunferência C = 1,71/19,5
1,71 /19,5 = 0,0876 = sm1 θ (ângulo de hélice) em que o ângulo de hélice & = 5,03°
Conforme será compreendido pelo versado na técnica, à medida em que cresce o cilindro do carretei 72, diminui o ângulo de hélice Θ. Por exemplo, conforme 2,54 cm (uma polegada) de fita dental são enrolados so- bre o núcleo do carretei 72, o ângulo de hélice diminui. Isso é exemplificado conforme apresentado a seguir:
O diâmetro do carretei após a adição de uma camada de 1 polegada de fita = 15,773 cm (6,21 polegadas) + 5,08 cm (2 polegadas) (2,54 cm (1 polegada) de camada adicionada resulta em um aumento de 5,08 cm (2 polegadas) no diâmetro) = 20,853 cm (8,21 polegadas), portanto: Circunferência do carretei com fita = diâmetro do carretei com fi- ta X π
= (8,21)3,1411
= 65,278 cm (25,7 polegadas), portanto
Distância percorrida pela guia do carne transversal por revolução do carretei / circunferência do carretei com a fita =
4,343/65,278 = 0,168 cm (1,71 / 25,7 polegadas = 0,066) = sin"1 6'(ângulo de hélice) em que o ângulo de hélice Θ'= 3,8°
Portanto, conforme cerca de 2,54 cm (uma polegada) de materi- al é enrolado em torno do carretei, o ângulo de hélice se altera em cerca de 1°(0-θ' = 5,03°-3,8° = 1,5°). Exemplo 9
Os carretéis de fita dental foram formados de acordo com os processos de revestimento e enrolamento do exemplo 8. Os revestimentos compreendiam cera microcristalina (Multiwax-W445, Crompton Corp. Petro- lia, PA, EUA), sabor (Virgínia Dare, Brooklyn, NY, EUA), sacarina sódica (PMC Specialties, Cincinnati, OH, EUA), bicarbonato de sódio (bicarbonato de sódio, Church and Dwight, Old Fort, OH, EUA), e uma dentre duas sílicas (Sident 10, Degussa GmbH, de Wesseling, Alemanha, ou Zeodent, J.M. Hu- ber Corporation, de Atlanta, GA, EUA). A porcentagem de adição de reves- timento para todas as amostras foi de aproximadamente 33% peso/peso. O fio usado era um fio dental de 865 denier com múltiplas nervuras, feito de PEBAX 1205 conforme anteriormente descrito. Todas as formulações de revestimento consistiam em 17% peso/peso de flavorizante, e 1% peso/peso de sacarina sódica. As porcentagens peso/peso restantes das formulações de revestimento são mostradas na tabela XXVI.
Tabela XXVI: Formulações para revestimento
Formulação Cera Bicarbonato de sódio Sílica Sident 10 Sílica Zeodent 9-1 82 0 0 0 9-2 72 0 10 0 9-3 72 2,5 7,5 0 9-4 72 5 5 0 9-5 72 5 0 5 9-6 72 7,5 2,5 0 9-7 72 10 0 0 9-8 75 3,5 3,5 0
As amostras dentais foram preparadas e coradas seguindo os
métodos discutidos em M. Moore, et ai, BMC Oral Health 2008, 8:23, e re- sumidos abaixo. Quadrados de quatro milímetros de esmalte dental proveni- ente de incisores permanentes bovinos, que são um modelo representativo para dentes humanos, foram recortados usando-se um disco de corte em diamante. Os quadrados de esmalte foram engastados em acrílico transpa- rente, autocurável, destinado a reparos em bases de dentadura (Patterson Dental Supply, St. Paul, MN1 EUA) para se obter um bloco quadrado de 1,5 cm tendo exposta a superfície Iabial do esmalte dental. A superfície de es- malte foi, então, alisada por Iixamento à mão e, então, polida à mão até se obter um acabamento espelhado usando-se uma pasta aquosa de á- gua/cerâmica. As amostras acabadas foram examinadas sob um microscó- pio de dissecção e descartadas caso fossem observadas imperfeições na superfície.
Para tornar as superfícies de dente polido mais similares aos dentes naturais, e para promover a formação de manchas no esmalte, as amostras foram expostas a corrosão durante 60 segundos em HCI a 0,2 M, seguido de uma imersão durante 30 segundos em uma solução saturada de carbonato de sódio. Uma etapa final de corrosão foi realizada com ácido fíti- co a 1%, durante 60 segundos.
As amostras foram, então, enxaguadas com água desionizada e fixadas a um aparelho para formação de manchas, o qual foi projetado de modo a proporcionar às amostras, alternadamente, imersão no caldo para manchamento e secagem a ar. O aparelho para manchamento tinha uma vara de Teflon conectada a um motor elétrico. As amostras foram fixadas à vara de modo que, quando a vara fosse girada, as amostras fossem mergu- lhadas em uma calha contendo o caldo para manchamento.
O caldo para manchamento foi preparado usando-se 1,02 g de café instantâneo, 1,02 g de chá instantâneo, 10 ml de vinho tinto, 0,75 g mu- cina gástrica (Nutritional Biochemicals Corp., Cleveland, OH, EUA) e 50 ml de uma cultura de Micrococcus Iuteus incubada durante 24 horas em 250 ml de caldo de soja tripticase esterilizado. O aparelho, contendo as amostras de esmalte fixadas e o caldo para manchamento, foi então colocado em uma incubadora a 37°C com as amostras girando continuamente através do caldo para manchamento e o ar. O caldo para manchamento foi substituído com caldo sem uso prévio uma vez a cada 24 horas, durante dez dias consecuti- vos. A calha e as amostras foram enxaguadas e escovadas com água desi- onizada para remover quaisquer depósitos soltos, a cada troca de caldo. No décimo-primeiro dia, adicionou-se FeCh, 6H20 ao caldo para manchamento. Isso prosseguiu, com trocas diárias de caldo, até que a mancha nas amos- tras estivesse suficientemente escura (L* < 35). As amostras foram, então, removidas do caldo para manchamento, escovadas cuidadosamente com água desionizada, e refrigeradas em um umidificador até o momento do uso.
A unidade de aplicação de fio dental usada foi construída inter- namente. Cada amostra de esmalte foi posicionada verticalmente em um suporte. Uma tira de fio dental, colocada sob uma tensão de 340 gramas (% de libra), foi enrolada em torno e através de hastes que mantinham o fio den- tal em seu lugar e em contato com a amostra. A unidade foi ativada, e um movimento com 5 passagens para cima e para baixo foi realizado. A primeira tira de fio dental foi substituída, e a ativação da unidade foi repetida. O pro- cesso foi repetido na mesma amostra de esmalte, até que 150 passagens fossem realizadas, sendo testadas 30 tiras de fio dental. As amostras foram removidas da unidade de aplicação de fio dental e limpas com álcool. A avaliação da remoção de manchas foi feita medindo-se a mancha extrínseca sobre as amostras de esmalte, antes e depois da aplica- ção de fio dental. A cor da mancha extrínseca sobre a amostra de esmalte foi medida tomando-se leituras da absorbância de reflectância difusa com um espectrofotômetro Minolta CM-503Í (Minolta Camera Co., Ramsey, NJ1 EUA). As medições de absorbância sobre todo o espectro de cores visíveis foram obtidas usando-se a escala de cores CIELAB. Essa escala quantifica as cores de acordo com 3 parâmetros, L* (escala de Iuminosidade- escuridão), a* (croma vermelho-verde), e b* (croma amarelo-azul). Tomou- se uma média de 3 leituras de absorbância para cada amostra, usando-se a escala L*a*b*. A alteração geral na cor da amostra de esmalte corada foi calculada usando-se a equação CIELAB: ΔΕ = [(AL*)2 + (Aa*)2 + (Ab*)2]1'2. A remoção de manchas está relacionada à pontuação ΔΕ ou AL após o trata- mento. Aumentos nas pontuações de ΔΕ ou AL indicam maior remoção de manchas.
A tabela XXVII resume os valores médios de ΔΕ e Δί para os fi- os dentais revestidos com as formulações para revestimento da tabela XXVI. O número de amostras usadas para cada ΔΕ e AL registrado abaixo é 8 (n=8).
Tabela XXVII: Remoção de manchas
Formulação Bicarbonato de só- dio, mg/metro (mg/jarda) de fita Sílica Sident 10, mg/metro (mg/jarda) de fita Sílica Zeodent, mg/meter (mg/jarda) de fita AL ΔΕ 9-1 0(0) 0(0) 0(0) 0,55 0,95 9-2 0(0) 4,40 (4) 0(0) 3,03 3,54 9-3 1,10(1) 3,30 (3) 0(0) 2,78 3,18 9-4 2,20 (2) 2,20 (2) 0(0) 3,05 3,59 9-5 2,20 (2) 0(0) 0(0) 3,48 4,17 9-6 3,30 (3) 1,10(1) 0(0) 2,13 2,65 9-7 4,40 (4) 0(0) 0(0) 0,69 1,00 9-8 1,54(1,4) 1,54(1,4) 0(0) 1,56 1,83
A tabela XXVII mostra que o fio dental sem revestimento (formu-
lação 9-1), ou com 10% peso/peso de bicarbonato de sódio (formulação 9-7) apresentam uma leve remoção de manchas (ΔΕ de aproximadamente 1). Conforme aumentou a quantidade de sílica Sident 10, aumentou a remoção de manchas. Surpreendentemente, a formulação 9-4 apresentou a melhor remoção de manchas dentre os fios dentais revestidos com sílica Sident 10.
A formulação 9-5 apresentou a melhor remoção de manchas de qualquer uma formulação testada.

Claims (12)

REIVINDICAÇÕES
1. Fita dental em monofilamento elastomérico, que compreende: uma estrutura de núcleo compreendendo uma primeira superfí- cie Iimpadora e uma segunda superfície Iimpadora em oposição à dita pri- meira superfície limpadora, em que a dita estrutura de núcleo tem uma razão de aspecto maior que cerca de 5:1, uma pluralidade de nervuras dispostas ao longo de cada uma das ditas primeira e segunda superfícies limpadoras, em que a razão entre a largura da dita fita dental e a espessura da dita fita dental é de cerca de 3:1 a cerca de 25:1, e um revestimento substancialmente uniforme que compreende cerca de 0,88 miligrama por metro (0,8 miligrama por jarda) de fita dental, ou mais, de um abrasivo selecionado do grupo consistindo em sílica, fosfato di- cálcico e alumina, e cerca de 0,88 miligrama por metro (0,8 miligrama por jarda) de fita dental, ou mais, de bicarbonato de sódio.
2. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 1, em que as ditas nervuras sobre a dita primeira superfície limpadora são desloca- das em relação às ditas nervuras sobre a dita segunda superfície limpadora.
3. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 1, em que o dito revestimento compreende, adicionalmente, um ingrediente sele- cionado do grupo que consiste em um agente lubrificante, um agente de libe- ração, um agente branqueador selecionado do grupo consistindo em peróxi- do de cálcio, peróxido de hidrogênio, peróxido de carbamida e outros com- postos de peróxido capazes de gerar peróxido de hidrogênio in-situ, um a- gente ativo, um estimulante olfativo, um sialagogo, um elemento sensorial, um óleo essencial, um sabor, um agente microbicida e um agente antiviral.
4. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 1, em que a dita pluralidade de nervuras compreende cerca de 10 nervuras dispos- tas ao longo de cada uma da dita primeira e a dita superfície limpadora.
5. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 1, em que o material elastomérico é selecionado do grupo consistindo em copolí- meros em bloco de poliamida-poliéter, copolímeros em bloco de poliéster- poliéter, copolímero em bloco de poliéster-poliéster, elastômeros de poliure- tano termoplástico alifático, elastômeros de poliuretano termoplástico aromá- tico e elastômeros de poliolefina termoplástica.
6. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 1, em que a dita pluralidade de nervuras compreende cerca de 8 nervuras dispostas ao longo de cada uma dentre a dita primeira e a dita superfície limpadora.
7. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 6, em que a razão entre a largura e a espessura da dita fita dental é de cerca de .10:1 acerca de 20:1.
8. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 6, em que as nervuras têm uma configuração em seção transversal que é substan- cialmente retangular, e a razão entre a altura das ditas nervurase a largura das ditas nervuras é de cerca de 1,5:1 a cerca de 8:1.
9. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 8, em que o espaçamento entre as ditas nervuras é substancialmente igual, em que as ditas nervuras sobre a dita primeira superfície limpadora são desloca- das em relação às ditas nervuras sobre a dita segunda superfície limpadora.
10. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 1, em que o dito revestimento compreende, adicionalmente, uma cera micro- cristalina, cerca de 1,54 miligrama por metro (1,4 miligrama por jarda) de fita dental, ou mais, do dito bicarbonato de sódio, e cerca de 1,54 miligrama por metro (1,4 miligrama por jarda) de fita dental, ou mais, da dita sílica.
11. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 10, que compreende cerca de 2,20 miligramas por metro (2 miligramas por jar- da) de fita dental do dito bicarbonato de sódio, e cerca de 2,20 miligramas por metro (2 miligramas por jarda) de fita dental da dita sílica.
12. Fita dental elastomérica, de acordo com a reivindicação 1, que compreende cerca de 2,20 miligramas por metro (2 miligramas por jar- da) de fita dental do dito bicarbonato de sódio, e cerca de 2,20 miligramas por metro (2 miligramas por jarda) de fita dental da dita sílica.
BRPI1101399-0A 2010-03-29 2011-03-29 Fita dental em monofilamento elastomérico BRPI1101399B1 (pt)

Applications Claiming Priority (2)

Application Number Priority Date Filing Date Title
US12/748,723 US8522796B2 (en) 2007-11-08 2010-03-29 Coated multi-ribbed dental tape
US12/748,723 2010-03-29

Publications (3)

Publication Number Publication Date
BRPI1101399A2 true BRPI1101399A2 (pt) 2012-12-04
BRPI1101399A8 BRPI1101399A8 (pt) 2022-08-16
BRPI1101399B1 BRPI1101399B1 (pt) 2023-08-29

Family

ID=

Also Published As

Publication number Publication date
CA2735075C (en) 2019-04-30
EP2371322A2 (en) 2011-10-05
RU2011111663A (ru) 2012-10-10
EP2371322A3 (en) 2012-10-24
AU2011201249B2 (en) 2014-05-01
BRPI1101399A8 (pt) 2022-08-16
CA2735075A1 (en) 2011-09-29
US8522796B2 (en) 2013-09-03
JP2011206541A (ja) 2011-10-20
US20100180912A1 (en) 2010-07-22
AU2011201249A1 (en) 2011-10-13
CN102247216A (zh) 2011-11-23

Similar Documents

Publication Publication Date Title
US8522796B2 (en) Coated multi-ribbed dental tape
JP5591495B2 (ja) 多リブ付きデンタルテープ
ES2393837T3 (es) Procedimiento para devanar cinta dental
AU611544B2 (en) Dental floss
US5209251A (en) Dental floss
BRPI0804992B1 (pt) Fita dental munida de monofilamentos
BR112012009875B1 (pt) composição de fio dental elastomérica
GB2278283A (en) Dental floss
BRPI0902463A2 (pt) processo para revestir fita dental
BRPI1101399B1 (pt) Fita dental em monofilamento elastomérico
BRPI0902619B1 (pt) matriz de revestimento compreendendo uma base e um bloco de entrada
BRPI0902851B1 (pt) matriz de revestimento de fita dental
ES2370144T3 (es) Procedimiento de revestimiento de cinta dental.
BRPI0905828A2 (pt) fio dental
GB2289421A (en) Coated P.T.F.E. dental floss

Legal Events

Date Code Title Description
B03A Publication of a patent application or of a certificate of addition of invention [chapter 3.1 patent gazette]
B06F Objections, documents and/or translations needed after an examination request according [chapter 6.6 patent gazette]
B06U Preliminary requirement: requests with searches performed by other patent offices: procedure suspended [chapter 6.21 patent gazette]
B07A Application suspended after technical examination (opinion) [chapter 7.1 patent gazette]
B06G Technical and formal requirements: other requirements [chapter 6.7 patent gazette]
B25D Requested change of name of applicant approved

Owner name: JOHNSON AND JOHNSON CONSUMER INC. (US)

B25A Requested transfer of rights approved

Owner name: CHENANGO ZERO LLC (US)

B25A Requested transfer of rights approved

Owner name: CHENANGO TWO LLC (US)

B25A Requested transfer of rights approved

Owner name: CURRAHEE HOLDING COMPANY INC. (US)

B25D Requested change of name of applicant approved

Owner name: JOHNSON AND JOHNSON CONSUMER INC. (US)

B09A Decision: intention to grant [chapter 9.1 patent gazette]
B16A Patent or certificate of addition of invention granted [chapter 16.1 patent gazette]

Free format text: PRAZO DE VALIDADE: 20 (VINTE) ANOS CONTADOS A PARTIR DE 29/03/2011, OBSERVADAS AS CONDICOES LEGAIS. PATENTE CONCEDIDA CONFORME ADI 5.529/DF, QUE DETERMINA A ALTERACAO DO PRAZO DE CONCESSAO.

B25A Requested transfer of rights approved

Owner name: JOHNSON AND JOHNSON CONSUMER INC. (US)

B25D Requested change of name of applicant approved

Owner name: JOHNSON AND JOHNSON CONSUMER INC. (US)

B25G Requested change of headquarter approved

Owner name: JOHNSON AND JOHNSON CONSUMER INC. (US)

B25D Requested change of name of applicant approved

Owner name: KENVUE BRANDS LLC (US)