BRPI1105705A2 - mÉtodos de controle de insetos - Google Patents

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BRPI1105705A2
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spp
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neonicotinoid
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BRPI1105705-0A
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C. Sparks Thomas
B. Watson Gerald
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Dow Agrosciences Llc
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    • A01AGRICULTURE; FORESTRY; ANIMAL HUSBANDRY; HUNTING; TRAPPING; FISHING
    • A01NPRESERVATION OF BODIES OF HUMANS OR ANIMALS OR PLANTS OR PARTS THEREOF; BIOCIDES, e.g. AS DISINFECTANTS, AS PESTICIDES OR AS HERBICIDES; PEST REPELLANTS OR ATTRACTANTS; PLANT GROWTH REGULATORS
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Abstract

MÉTODOS DE CONTROLE DE INSETOS. A presente invenção refere-se a métodos de controle de insetos que incluem a aplicação de pelo menos um composto espinosina a um focal de um inseto resistente a neonicotinoides, tal como uma cepa de Drosophila melanogaster resistente a um composto de neonicotinoides. O composto espinosina pode ser uma mistura de espinosina A e D. O composto espinosina pode causar até cerca de dez vezes mais de modalidade nos insetos resistentes a neonicotinoides em comparaçao com um inseto suscetível a um composto de neonicotinoides.

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODOS DE CONTROLE DE INSETOS".
Reivindicação de Prioridade
Este pedido de patente reivindica prioridade a partir de U.S. Pro- visional Patent Application Serial N0 61/428 118, depositado em 29 de de- zembro de 2010. Campo Técnico
A presente invenção refere-se a métodos de controle de insetos e, mais particularmente, a métodos de controle de insetos que desenvolve- ram resistência a compostos neonicotinoides. Antecedentes
Compostos espinosina são inseticidas de amplo espectro conhe- cidos terem atividade inseticida na direção de insetos que são pestes e cau- sam dano a colheitas. Compostos espinosina são fabricados usando um mé- todo de fermentação onde colônias de Saccharopolyspora spinosa são cres- cidas usando produtos naturais, como óleo de soja e farinha de semente de algodão. Compostos neonicotinoides são compostos que têm sido usados como inseticidas por cerca de vinte anos. Compostos neonicotinoides, como imidaclopride, são uma das classes de maiores vendas de inseticidas. Entre- tanto, com passar dos anos, insetos começaram a desenvolver resistência para compostos neonicotinoides. O desenvolvimento de resistência para in- seticidas é bem conhecido. É estimado existirem pelo menos 400 espécies de artrópodes que são resistentes a um ou mais inseticidas.
Inseticidas afetam um sítio alvo específico do inseto, tal como uma proteína. Muitos inseticidas atuando em sítios alvos identificados estão perdendo eficácia devido à aumentada resistência em populações de insetos no campo. Compostos espinosina e compostos neonicotinoides são acredi- tados atuarem em diferentes subtipos de receptores nicotínicos. Embora compostos espinosina sejam moduladores alostéricos no receptor acetil coli- na nicotínico (nAChR), compostos neonicotinoides são agonistas em nAChR. Compostos espinosina atuam em um sítio distinto a partir de sítio alvo dos compostos neonicotinoides. Exposição
Uma realização da presente exposição inclui um método de con- trole de insetos compreendendo aplicação de pelo menos um composto es- pinosina a um local de um inseto resistente a neonicotinoides.
Uma outra realização da presente exposição inclui um método
de controle de insetos compreendendo aplicação de um composto espinosi- na a um local de Drosophila melanogaster, a Drosophila melanogaster tendo pelo menos uma lesão emnACrR.
Ainda uma outra realização da presente exposição inclui um mé- todo de controle de insetos compreendendo aplicação de uma composição de espinosa de a um local de uma Drosophila melanogaster resistente a imi- daclopride.
Modo(s) Para Realização da Invenção
São mostrados métodos de controle de insetos. O termo "inseto", como aqui usado, significa e inclui um artrópode respirando ar da classe In- secta que tem seis pernas e tipicamente um ou dois pares de asas em al- gum estágio durante seu ciclo de vida. O inseto pode ser um inseto resisten- te a neonicotinoides. Como aqui usado, o termo "inseto resistente a neonico- tinoide" significa e inclui uma linhagem ou população de insetos que exibe uma resistência de sítio alvo para pelo menos um composto neonicotinoide. O composto neonicotinoide pode incluir, mas não é limitado a, acetamipride, clotianidina, dinottefurano, imidaclopride, nitenpiram, tiaclopride, tiametoxam, imidaclotiz, BYI-02960 (também conhecido por nome CA 2(5H)-furanona, 4- [[(6-cloro-3-piridinil) metil](2,2-diflúor etil) amino]- e também conhecido como flupiradifurona), ou suas combinações. Como conhecido na técnica, compos- tos neonicotinoides são convencionalmente usados como inseticidas. Entre- tanto, algumas linhagens ou populações de insetos desenvolveram resistên- cia para compostos neonicotinoides. A resistência a neonicotinoides é uma resposta relativa de populações de insetos geneticamente definidas para os efeitos do composto neonicotinoide. Uma linhagem ou população de insetos é considerada ser resistente ao composto neonicotinoide se o inseto exibe uma reduzida sensitividade para o composto neonicotinoide (avaliada como a dose de composto neonicotinoide utilizada para inativar ou matar 50% de uma população ou grupo tratado), ou seja, pelo menos aproximadamente duas vezes maior (tal como, por exemplo, de aproximadamente quatro vezes maior a mais que dez vezes maior) que a sensitividade de uma referência apropriada ou assim chamada linhagem ou população de insetos "suscetí- vel".
Em uma realização particular, o método inclui aplicação de pelo menos um composto espinosina ao inseto resistente a neonicotinoide ou a uma área a ser protegida contra o inseto resistente a neonicotinoide de mo- do a controlar o inseto resistente a neonicotinoide. Como aqui usado, o ter- mo "controle", ou suas variações gramaticais, significa e inclui causando uma diminuição no número de insetos resistentes a neonicotinoides ou uma diminuição no número de ovos viáveis do inseto resistente a neonicotinoide. O composto esponosina pode ser mais ativo na direção de inseto resistente a neonicotinoide que na direção de um inseto suscetível. Como aqui usado, o termo "inseto suscetível" significa e inclui um inseto carecendo de resis- tência para o composto neonicotinoide (por exemplo, um inseto suscetível ao composto neonicotinoide). O composto espinosina pode ser mais ativo ou potente na direção de inseto resistente a neonicotinoide que na direção de inseto suscetível.
O composto espinosina pode ser aplicado ao inseto resistente a neonicotinoide ou a uma área a ser protegida do inseto resistente a neonico- tinoide, que são aqui coletivamente referidos como um local do inseto resis- tente a neonicotinoide. Como aqui usado, o termo "local" significa e inclui um ambiente no qual o inseto resistente a neonicotinoide vive ou onde seus o- vos estão presentes, tal como o ar circundando o inseto resistente a neoni- cotinoide, o alimento que o inseto resistente a neonicotinoide come, ou obje- tos ou materiais que o inseto resistente a neonicotinoide contata. O local po- de incluir, mas não é limitado a, plantas, solo, animais ou humanos. A título de exemplo, se o inseto resistente a neonicotinoide come ou de outro modo danifica plantas, tais como colheitas, o composto espinosina pode ser apli- cado a plantas que o inseto resistente a neonicotinoide é conhecido comer. Alternativamente, o composto espinosina pode ser aplicado ao solo através do qual o inseto resistente a neonicotinoide se move ou à pele de um huma- no ou um animal (por exemplo, animais domesticados como gado ou ani- mais domésticos) infestado como inseto resistente a neonicotinoide. O com- posto espinosina também pode ser aplicado a outros objetos ou materiais em necessidade de proteção do inseto resistente a neonicotinoide, tais como têxteis, papel, grão estocado, sementes, outros alimentos ou construções. O composto espinosina pode ser aplicado ao local do inseto resistente a neo- nicotinoide em uma quantidade efetiva para controlar ou inibir o inseto resis- tente a neonicotinoide. A quantidade efetiva do composto espinosina aplica- da pode resultar em uma diminuição mensurável no número de insetos resis- tentes a neonicotinoide ou ovos viáveis do inseto resistente a neonicotinoide. A quantidade efetiva pode variar de aproximadamente 0,1 parte por milhão (ppm) do composto espinosina a aproximadamente 1000 ppm do composto espinosina. A específica diminuição em números de insetos resistentes a neonicotinoide ou números de ovos viáveis de insetos pode depender da taxa de aplicação do composto espinosina, o composto espinosina usado, e as espécies de insetos resistentes a neonicotinoides alvejadas.
Em realizações particulares, o composto espinosina pode ser até aproximadamente dez vezes mais ativo ou potente contra o inseto resistente a neonicotinoide do que contra o inseto suscetível. A diferença em atividade entre o inseto resistente a neonicotinoide e o inseto suscetível pode prover uma oportunidade para aperfeiçoado controle de insetos e gerenciamento de resistência. Em uma particular dose do composto espinosina, o composto espinosina pode prover um aumentado nível de controle (por exemplo, au- mentada mortalidade) contra o inseto resistente a neonicotinoide comparado a seu efeito contra o inseto suscetível. Alternativamente, devido à potência do composto espinosina, uma menor dose do composto espinosina pode ser usada para controlar o inseto resistente a neonicotinoide comparada à dose usada para controlar o inseto suscetível. Uso de uma menor dose do com- posto espinosina no método da presente exposição também pode prover um menor custo e vantagens ecológicas. Sem ser preso por qualquer teoria em particular, a resistência do inseto resistente a neonicotinoide ao composto neonicotinoide pode ser de- vida a pelo menos uma lesão em uma subunidade receptora do nAChR. Como aqui usado, o termo "subunidade receptora do nAChR" significa e in- clui uma proteína que é um constituinte de uma nAChR intacta (por exemplo, subunidades receptoras acetil colina nicotínica Da1, Da2, Da3, Da4, Da5, Da6, Da7, ϋβ1, D2, ou ϋβ3, e suas subunidades coexpressas). Por exem- plo, o inseto resistente a neonicotinoide pode ter pelo menos uma lesão em pelo menos uma das subunidades Da1 e ϋβ2 do nAChR. A lesão pode ser uma alteração molecular de um ácido nucleico em relação ao ácido nucleico parente do qual ele foi derivado ou para o ácido nucleico obtido de uma po- pulação tipo selvagem. Por exemplo, a lesão pode ser uma supressão, in- versão, inserção, duplicação, transição, transversão, ou um rearranjo em uma seqüência de ácidos nucleicos. A título de ainda exemplo, o inseto re- sistente a neonicotinoide pode ter uma lesão na subunidade Da1 do nAChR que resulta na perda da quarta estrutura transmembrana e uma extensão de aminoácidos de sentido trocado para a proteína. O inseto resistente a neoni- cotinoide pode, alternativamente, ter uma lesão na subunidade ϋβ2 do nAC- hR, que resulta na formação de uma proteína truncada devido a um códon de interrupção prematuro dentro de laço citoplásmico antes do quarto domí- nio transmembrana. O inseto resistente a neonicotinoide também pode ter lesões em ambas subunidades Dcrt e ϋβ2 do nAChR.
O composto espinosina pode ser um macrolideo tetra cíclico de- rivado - policetídeo sintético ou produzido naturalmente. O composto espi- nosinapode ser um produto de fermentação incluindo pelo menos um dos compostos produzidos por Saccharopolyspora spinosa e mostrado na paten- te US 5 362 634. Os compostos espinosina foram referidos como fatores ou componentes A, B, C, D, E, F, G, H, J, K, L, Μ, Ν, O, P, Q, R1 S, T, U, V, W, ou Y, e são aqui referidos como espinosina A, espinosina D, etc. O compos- to espinosina pode ser um sistema de anel 5,6,5-tricíclico, fundido a uma Iactona macrocíclica de 12 membros, um açúcar neutro (ramnose), e um amino açúcar (forosamina). Estes e outros compostos espinosina naturais, incluindo 21-butenil espinosina produzida por Saccharopolyspora pagona, podem ser produzidos via fermentação através de técnicas convencionais, que não são descritas em detalhes aqui. Outros compostos espinosina con- templados para uso no método da presente exposição são mostrados nas patentes US 5,496,931, 5,670,364, 5,591,606, 5,571,901, 5,202,242, 5,767,253, 5,840,861, 5,670,486, 5,631,155, e 6,001,981. O composto espi- nosina pode incluir, mas não é limitado a, espinosina A (2-((6-desóxi-2,3,4- tri-O-metil-alfa-L-manopiranosil) oxi)-13-((5-(dimetil amino) tetra-hidro-6- metil-2H-piran-2-il) oxi)-9-etil-2,3,3a,5a,5b,6,9,10,11,12,13,14,16a,16b-tetra decaidro-14-metil-1H-as-indaceno(3,2-d) oxa ciclo dodecin-7,15-diona), espinosina D (2-((6-desóxi-2,3,4-tri-0-metil-alfa-L-mano piranosil)óxi)-13-((5-(dimetil amino) tetra-hidro-6-metil-2H-piran-2-il) óxi)-9-etil-2,3,3a,5a,5b,6,9,10,11,12,13,14,16a, 16b- tetra deca-hidro-4,14-dimetil-1H-as-indaceno(3,2-d) oxa ciclo dodecin-7,15- diona), espinosade, espinetoram, ou suas combinações. Como aqui usado, o termo "espinosade" significa e inclui uma combinação de espinosina A e es- pinosina D, e o termo "espinetoram" significa e inclui uma combinação de 3'- etóxi-5,6-diidro espinosina J e 3'-etóxi espinosina L.
Antes de administração ao local do inseto resistente a neonicoti- noide, pelo menos um composto espinosina pode ser formulado em uma composição espinosina que inclui pelo menos um composto espinosina em um carreador. Composições espinosina são conhecidas na técnica e, por isso, não são aqui descritas em detalhes. O composto espinosina pode tota- lizar a aproximadamente 10% em peso a aproximadamente 90% em peso da composição espinosina. Por exemplo, uma composição espinosina vendida sob a marca registrada TRACER, que é comercialmente disponível de Dow AgroSciences LLC (Indianápolis, IN) inclui a partir de aproximadamente 44% a aproximadamente 48% espinosade em peso por volume (p/v), ou aproxi- madamente 4 libras (1,81 quilogramas)de espinosade por galão (3,78 litros). A composição espinosina pode ser um sólido ou um líquido, tal como um concentrado em suspensão, um grânulo dispersável em água, um pulveriza- do umedecível, um concentrado isca, ou uma isca de inseto sólida. Se a composição espinosina é um sólido, o carreador pode ser uma argila atapul- gita, uma argila montmorilonita, uma terra diatomácea, ou um silicato purifi- cado. Se a composição espinosina é um líquido, o carreador pode ser um solvente, tal como água, um solvente orgânico miscível em água, um solven- te orgânico imiscível em água, ou suas combinações. Apropriados solventes orgânicos são conhecidos na técnica, e, por isso, não são aqui descritos em detalhes. Formulações líquidas da composição espinosina podem incluir uma forma sólida do composto espinosina em suspensão em propileno gli- col, água ou outro solvente. A composição espinosina pode ser formulada através de técnicas convencionais, que não são descritas aqui em detalhes. A composição de espinosina pode, opcionalmente, incluir um tensoativo, um solvente, um emulsificante, sais inorgânicos, gomas sintéticas ou naturais, ou outros ingredientes convencionais.
Em uma realização, o composto espinosina é espinosade, que é formulado em uma composição espinosade. Espinosade é o ingrediente ati- vo em numerosas composições espinosade, que são comercialmente dispo- níveis de Dow AgroSciences LLC sob uma variedade de marcas registradas incluindo, mas não limitado a, Audienz, Biospin, Boomerang, Caribstar, CONSERVE®, ENTRUST^, Flipper, GF-120®, LASER®, MS Superspin, Moz- kill, Musdo Gold, Naturalure, Olgami, Spinoace, SPINTOR® 2SC, SpY, SUCCESS®, Syneis, ou TRACER®. Por exemplo, a composição espinosade pode incluir uma mistura de aproximadamente 50% em volume a aproxima- damente 90% em volume de espinosina A e de aproximadamente 10% em volume a aproximadamente 50% em volume de espinosina D. Em uma reali- zação, a composição espinosade inclui 85% em volume de espinosina A e 15% em volume de espinosina D. Em uma outra realização, o composto es- pinosina é espinetoram, que é formulado em uma composição espinetoram. Composições espinetoram são comercialmente disponíveis de Dow AgroS- ciences LLC sob uma variedade de marcas registradas incluindo mas não limitado a DELEGATE®, RADIANT® e EXALT™ Por exemplo, o composto/composição espinosina pode ser usa-
do para controlar pestes, por exemplo, besouros, forfículas, baratas, mos- cas, afídeos, cochonilhas, moscas brancas, cigarrinhas, formigas, vespas, térmites, mariposas, borboletas, piolhos, gafanhotos, cigarras, grilos, pulgas, tripés, bristletails, ácaros, carrapatos, nematódeos e gamofilos.
Em uma particular realização, o composto/composição espinosi- na pode ser usado para controlar pestes na Phyla Nematoda e/ou Arthropo- da. Em uma outra realização, o composto/composição espinosina pode ser usado para controlar pestes em Subphyla Chelicerata, Myriapoda, e/ou He- xapoda. Ainda em uma outra realização, o composto/composição espinosina pode ser usado para controlar pestes nas Classes de Arachnida, Symphyla, e/ou lnsecta. Em uma realização alternativa, o composto/composição espi- nosina pode ser usado para controlar pestes da Ordem Homóptera.
Em uma outra realização, o composto/composição espinosina pode ser usado para controlar pestes da Ordem Anoplura. Uma lista não exaustiva de particulares gêneros inclui, mas não é limitada a, Haematopi- nus spp., Hoplopleura spp., Linognathus spp., Pediculus spp., e Polyplax spp. Uma lista não exaustiva de particulares espécies inclui, mas não é limi- tada a, Haematopinus asini, Haematopinus suis, Linognathus setosus, Li- nognathus ovillus, Pediculus humanus capitis, Pediculus humanus humanus, e Pthims púbis.
Ainda em uma outra realização, o composto/composição espino- sina pode ser usado para controlar pestes na Ordem Coleóptera. Uma lista não exaustiva de particulares gêneros inclui, mas não é limitada a, Acan- thoscelides spp., Agriotes spp., Anthonomus spp., Apion spp., Apogonia spp., Aulacophora spp., Bruehus spp., Cerosterna spp., Cerotoma spp., Ceu- torhynehus spp., Chaetoenema spp., Colaspis spp., Ctenieera spp., Curculio spp., Cyeloeephala spp., Diabrotiea spp., Hypera spp., Ips spp., Lyetus spp., Megaseelis spp., Meligethes spp., Otiorhynehus spp., Pantomorus spp., Ph- yllophaga spp., Phyllotreta spp., Rhizotrogus spp., Rhynehites spp., Rhyn- chophorus spp., Seolytus spp., Sphenophorus spp., Sitophilus spp., e Tribo- Iium spp. Uma lista não exaustiva de particulares espécies inclui, mas não é limitada a, Acanthoscelides obteetus, Agrilus planipennis, Anoplophora gla- bripennis,
Ainda em uma outra realização, o composto/composição espino- sina pode ser usado para controlar pestes na Ordem Coleóptera. Uma lista não exaustiva de particulares gêneros inclui, mas não é limitada a, Aean- thoscelides spp., Agriotes spp., Anthonomus spp., Apion spp., Apogonia spp., Aulacophora spp., Bruchus spp., Cerosterna spp., Cerotoma spp., Ceu- torhynehus spp., Chaetoenema spp., Colaspis spp., Ctenieera spp., Curculio spp., Cyeloeephala spp., Diabrotiea spp., Hypera spp., Ips spp., Lyetus spp., Megaseelis spp., Meligethes spp., Otiorhynehus spp., Pantomorus spp., Ph- yllophaga spp., Phyllotreta spp., Rhizotrogus spp., Rhynehites spp., Rhyn- ehophorus spp., Seolytus spp., Sphenophorus spp., Sitophilus spp., and Tri- bolium spp. Uma lista não exaustiva de particulars que inclui, mas não é limi- tada a, Acanthoscelides obteetus, Agrilus planipennis, Anoplophora glabri- pennis, Anthonomus grandis, Ataenius spretulus, Atomaria linearis, Bothyno- deres punetiventrís, Bruehus pisorum, Callosobruchus maeulatus, Carpophi- Ius hemipterus, Cassida vittata, Cerotoma trifureata, Ceutorhynehus assimi- lis, Ceutorhynehus napi, Conoderus sealaris, Conoderus stigmosus, Cono- traehelus nenuphar, Cotinis nítida, Crioeeris asparagi, Cryptolestes ferrugi- neus, Cryptolestes pusillus, Cryptolestes tureieus, Cylindrocopturus adsper- sus, Deporaus marginatus, Dermestes lardaríus, Dermestes maeulatus, Epi- Iaehna varivestis, Faustinus eubae, Hylobius pales, Hypera postiça, Hypo- thenemus hampei, Lasioderma serrieorne, Leptinotarsa deeemlineata, Lio- genys fuseus, Liogenys suturalis, Lissorhoptrus oryzophilus, Maecolaspis joliveti, Melanotus eommunis, Meligethes aeneus, Melolontha melolontha, Oberea brevis, Oberea linearis, Oryetes rhinoeeros, Oryzaephilus mereator, Oryzaephilus surinamensis, Oulema melanopus, Oulema oryzae, Phyllopha- ga euyabana, Popillia japoniea, Prostephanus truneatus, Rhyzopertha domi- niea, Sitona lineatus, Sitophilus granarius, Sitophilus oryzae, Sitophilus zea- mais, Stegobium panieeum, Tribolium eastaneum, Tribolium eonfusum, Tro- goderma variabile, e Zabrus tenebrioides.
Em uma realização alternativa, o composto/composição espino- sina pode ser usado para controlar pestes da Ordem Dermaptera.
Em uma outra realização, o composto/composição espinosina pode ser usado para controlar pestes da ordem Blattaria. Uma lista não e- xaustiva de particulares espécies inclui, mas não é limitada a Blattella ger- manica, Blatta orientalis, Parcoblatta pennsylvanica, Periplaneta americana, Periplaneta australasiae, Periplaneta brunnea, Periplaneta fuliginosa, Pyc- noscelus surinamensis, e Supella longipalpa.
Ainda em uma outra realização, o composto/composição espino-
sina pode ser usado para controlar pestes da Ordem Díptera. Uma lista não exaustiva de particulares gêneros inclui, mas não é limitada a, Aedes spp., Agromyza spp., Anastrepha spp., Anopheles spp., Bactrocera spp., Ceratitis spp., Chrysops spp., Cochliomyia spp., Contarinia spp., Culex spp., Dasineu- ra spp., Delia spp., Drosophila spp., Fannia spp., Hylemyia spp., Liriomyza spp., Musea spp., Phorbia spp., Tabanus spp., ae Tipula spp. Uma lista não exaustiva de particulares espécies inclui, mas não é limitada a, Agromyza frontella, Anastrepha suspensa, Anastrepha ludens, Anastrepha obliqa, Bac- troeera eueurbitae, Baetroeera dorsalis, Baetroeera invadens, Baetroeera zo- nata, Ceratitis eapitata, Dasineura brassieae, Delia platura, Fannia canicula- ris, Fannia sealaris, Gasterophilus intestinalis, Graeillia perseae, Haematobia irritans, Hypoderma lineatum, Liriomyza brassieae, Melophagus ovinus, Musea autumnalis, Musea domestica, Oestrus ovis, Oscinella frit, Pegomya betae, Psila rosae, Rhagoletis cerasi, Rhagoletis pomonella, Rhagoletis mendax, Sitodiplosis mosellana, e Stomoxys ealcitrans.
Em uma particular realização, o composto/composição espinosi- na pode ser usado para controlar pestes da Ordem Hemíptera. Uma lista não exaustiva de particulares gêneros inclui, mas não é limitada a, Adelges spp., Aulacaspis spp., Aphrophora spp., Aphis spp., Bemisia spp., Ceroplas- tes spp., Chionaspis spp., Chrysomphalus spp., Coccus spp., Empoasca spp., Lepidosaphes spp., Lagynotomus spp., Lygus spp., Maerosiphum spp., Myzus spp., Nephotettix spp., Nezara spp., Philaenus spp., Phytocoris spp., Piezodorus spp., Planococcus spp., Pseudococcus spp., Rhopalosiphum spp., Saissetia spp., Therioaphis spp., Toumeyella spp., Toxoptera spp., Trialeurodes spp., Triatoma spp. e Unaspis spp. Uma lista não exaustiva de particulares espécies inclui, mas não é limitada a, Acrosternum hilare, Acyr- thosiphon pisum, Aleyrodes proletella, Aleurodicus dispersus, Aleurothrixus floccosus, Amrasca biguttula biguttula, Aonidiella aurantii, Aphis gossypii, Aphis glycines, Aphis pomi, Aulacorthum solani, Bemisia argentifolii, Bemisia tabaci, Blissus leucopterus, Brachycorynella asparagi, Brevennia rehi, Brevi- coryne brassicae, Calocoris norvegicus, Ceroplastes rubens, Cimex hemipte- rus, Cimex lectularius, Dagbertus fasciatus, Dichelops furcatus, Diuraphis noxia, Diaphorina citri, Dysaphis plantaginea, Dysdercus suturellus, Edessa meditabunda, Eriosoma lanigerum, Eurygaster maura, Euschistus heros, Euschistus servus, Helopeltis antonii, Helopeltis theivora, Ieerya purehasi, ldioseopus nitidulus, Laodelphax stríatellus, Leptoeorisa oratorius, Leptocori- sa varíeornis, Lygus hesperus, Maconellicoccus hirsutus, Maerosiphum eu- phorbiae, Maerosiphum granarium, Maerosiphum rosae, Maerosteles quadrí- lineatus, Mahanarva frimbiolata, Metopolophium dirhodum, Mietis longieornis, Myzus persieae, Nephotettix einetipes, Neurocolpus longirostris, Nezara virí- dula, Nilaparvata lugens, Parlatoria pergandii, Parlatoria ziziphi, Peregrinus maidis, Phylloxera vitifoliae, Physokermes pieeae,, Phytoeoris ealifornieus, Phytoeoris relativus, Piezodorus guildinii,
Poeeiloeapsus lineatus, Psallus vaecinieola, Pseudaeysta perseae, Pseudo- eoceus brevipes, Quadraspidiotus pernieiosus, Rhopalosiphum maidis, Rho- palosiphum padi, Saissetia oleae, Seaptoeoris eastanea, Sehizaphis grami- num, Sitobion avenae, Sogatella fureifera, Trialeurodes vaporariorum, Tria- Ieurodes abutiloneus, Unaspis yanonensis, and Zulia entrerriana.
Em uma outra realização, o composto/composição espinosina podse ser usado para controlar pestes da Ordem Himenóptera. Uma lista não exaustiva de particulares gêneros inclui, mas não é limitada a, Aerom- yrmex spp., Atta spp., Camponotus spp., Diprion spp., Formiea spp., Mono- morium spp., Neodiprion spp., Pogonomyrmex spp., Polistes spp., Solenop- sis spp., Vespula spp., and Xyloeopa spp. Uma lista não exaustiva de parti- culares espécies inclui, mas não é limitada a, Athalia rosae, Atta texana, Iri- domyrmex humilis, Monomorium minimum, Monomorium pharaonis, Sole- nopsis invicta, Solenopsis geminata, Solenopsis molesta, Solenopsis rieh- tery, Solenopsis xyloni, e Tapinoma sessile.
Em uma realização alternativa, o composto/composição espino- sina pode ser usado para controlar pestes da Ordem lsoptera. Uma lista não exaustiva de particulares gêneros inclui, mas não é limitada a, Coptotermes spp., Cornitermes spp., Cryptotermes spp., Heterotermes spp., Kalotermes spp., Incisitermes spp., Macrotermes spp., Marginitermes spp., Microeero- termes spp., Proeornitermes spp., Retieulitermes spp., Sehedorhinotermes spp., e Zootermopsis spp.
Uma lista não exaustiva de particulares espécies inclui, mas não é limitada a, Coptotermes eurvignathus, Coptotermes frenehi, Coptotermes formosanus, Heterotermes aureus, Mierotermes obesi, Retieulitermes banyu- lensis, Retieulitermes grassei, Retieulitermes flavipes, Retieulitermes hageni, Retieulitermes hesperus, Retieulitermes santonensis, Retieulitermes spera- tus, Retieulitermes tibialis, e Retieulitermes virginieus.
Em uma outra realização, o composto/composição espinosina pode ser usado para controlar pestes da Ordem Lepidóptera. Uma lista não exaustiva de particulares gêneros inclui, mas não é limitada a, Adoxophyes spp., Agrotis spp., Argyrotaenia spp., Caeoeeia spp., Caloptilia spp., Chilo spp., Chrysodeixis spp., Colias spp., Crambus spp., Diaphania spp., Diatraea spp., Earias spp., Ephestia spp., Epimeeis spp., Feltia spp., Gortyna spp., Helieoverpa spp., Heliothis spp., Indarbela spp., Lithocolletis spp., Loxagrotis spp., Malaeosoma spp., Peridroma spp., Phyllonoryeter spp., Pseudaletia spp., Sesamia spp., Spodoptera spp., Synanthedon spp., e Yponomeuta spp. Uma lista não exaustiva de particulares espécies inclui, mas não é limitada a, Aehaea janata, Adoxophyes orana, Agrotis ipsilon, Alabama argillaeea, Amorbia euneana, Amyelois transitella, Anaeamptodes detectaria, Anarsia lineatella, Anomis sabulifera, Anticarsia gemmatalis, Archips argyrospila, Ar- chips rosana, Argyrotaenia citrana, Autographa gamma, Bonagota cranao- des, Borbo cinnara, Bucculatrix thurberiella, Capua retieulana, Carposina niponensis, Chlumetia transversa, Choristoneura rosaeeana, Cnaphaloeroeis medinalis, Conopomorpha eramerella, Cossus cossus, Cydia earyana, Cydia funebrana, Cydia molesta, Cydia nigrieana, Cydia pomonella, Darna didueta, Diatraea saecharalis, Diatraea grandiosella, Earias insulana, Earias vittella, Eedytolopha aurantianum, Elasmopalpus lignosellus, Ephestia eautella, E- phestia elutella, Ephestia kuehniella, Epinotia aporema, Epiphyas postvitta- na, Erionota thrax, Eupoecilia ambiguella, Euxoa auxiliaris, Grapholita moles- ta, Hedylepta indicata, Helicoverpa armigera, Helicoverpa zea, Heliothis vi- rescens, Hellula undalis, Keiferia lycopersicella, Leucinodes orbonalis, Leu- coptera coffeella, Leucoptera malifoliella, Lobesia botrana, Loxagrotis albi- costa, Lymantria díspar, Lyonetia clerkella, Mahasena corbetti, Mamestra brassieae, Maruea testulalis, Metisa plana, Mythimna unipuneta, Neoleucino- des elegantalis, Nymphula depunetalis, Operophtera brumata, Ostrinia nubi- Ialis, Oxydia vesulia, Pandemis eerasana, Pandemis heparana, Papilio de- modoeus, Peetinophora gossypiella, Peridroma saueia, Perileucoptera coffe- ella, Phthorimaea opereulella, Phyllocnistis eitrella, Pieris rapae, Plathypena seabra, Plodia interpunetella, Plutella xylostella, Polychrosis viteana, Prays endoearpa, Prays oleae, Pseudaletia unipuneta, Pseudoplusia ineludens, Raehiplusia nu, Seirpophaga ineertulas, Sesamia inferens, Sesamia nonagri- oides, Setora nitens, Sitotroga eerealella, Sparganothis pilleriana, Spodopte- ra exigua, Spodoptera frugiperda, Spodoptera eridania, Theela basilides, Ti- neola bisselliella, Trichoplusia ni, Tuta absoluta, Zeuzera eoffeae, e Zeuzera pyrina.
Em uma particular realização, o composto/composição espinosi- na pode ser usado para controlar pestes da Ordem Mallophaga. Uma lista não exaustiva de particulares gêneros inclui, mas não é limitada a, Anatieola spp., Bovieola spp., Chelopistes spp., Goniodes spp., Menaeanthus spp., e Trichodeetes spp. Uma lista não exaustiva de particulares espécies inclui, mas não é limitada a, Bovieola bovis, Bovieola eaprae, Bovieola ovis, Chelo- pistes meleagridis, Goniodes dissimilis, Goniodes gigas, Menaeanthus stra- mineus, Menopon gallinae, e Trichodeetes canis.
Em uma outra realização, o composto/composição espinosina pode ser usado para controlar pestes da Ordem Orthoptera. Uma lista não exaustiva de particulares gêneros inclui, mas não está limitada a, Melano- plus spp., e Pterophylla spp. Uma lista não exaustiva de particulares espé- cies inclui, mas não é limitada a, Anabrus simplex, Gryllotalpa africana, Gryl- Iotalpa australis, Gryllotalpa brachyptera, Gryllotalpa hexadactyla, Loealta migratória, Microcentrum retinerve, Schistocerea gregaria, e Seudderia furea- ta.
Ainda em uma outra realização, o composto/composição espino- sina pode ser usado para controlar pestes da ordem Siphonaptera. Uma lista não exaustiva de particulares espécies inclui, mas não é limitada a, Cerato- phyllus gallinae, Ceratophyllus niger, Ctenocephalides canis, Ctenocephali- des felis, Pulex irritans.
Em uma realização alternativa, o composto/composição espino- sina pode ser usado para controlar pestes da Ordem Thysanoptera. Uma lista não exaustiva de particulares gêneros inclui, mas não é limitada a, Cali- othrips spp., Frankliniella spp., Seirtothrips spp., e Thrips spp. Uma lista não exaustiva de particulares espécies inclui, mas não é limitada a, Frankliniella fusca, Frankliniella occidentalis, Frankliniella schultzei, Frankliniella williamsi, Heliothrips haemorrhoidalis, Rhipiphorothrips cruentatus, Scirtothrips eitri, Scirtothrips dorsalis, ae Taeniothrips rhopalantennalis, Thrips hawaiiensis, Thrips nigropilosus, Thrips orientalis, Thrips tabaei.
Em uma outra realização, o composto/composição espinosina pode ser usado para controlar pestes da Ordem Thysanura. Uma lista não exclusiva de particulares gêneros inclui, mas não é limitada a,Lepisma spp. e Thermobia spp. Ainda em uma outra realização, o composto/composição espinosina pode ser usado para controlar pestes da ordem Acarina. Uma lista não exaustiva de particulares gêneros inclui, mas não é limitada a, Aea- rus spp., Aeulops spp., Boophilus spp., Demodex spp., Dermaeentor spp., Epitrimerus spp., Eriophyes spp., Ixodes spp., Oligonyehus spp., Panony- ehus spp., Rhizoglyphus spp., e Tetranyehus spp. Uma lista não exaustiva de particulares espécies inclui, mas não é limitada a, Aearapis woodi, Aearus siro, Aeeria mangiferae, Aeulops lyeopersiei, Aculus pelekassi, Aculus schle- ehtendali, Amblyomma amerieanum, Brevipalpus obovatus, Brevipalpus phoenieis, Dermaeentor variabilis, Dermatophagoides pteronyssinus, Eote- tranyehus carpini, Notoedres eati, Oligonyehus eoffeae, Oligonychus ilieis, Panonyehus eitri, Panonyehus ulmi, Phyllocoptruta oleivora, Polyphagotarso- nemus tatus, Rhipicephalus sanguineus, Sareoptes scabiei, Tegolophus per- seaflorae, Tetranychus urticae, and Varroa destructor.
Em uma realização particular, o composto/composição espinosi- na pode ser usado para controlar pestes da Ordem Symphyla. Uma lista não exaustiva de particulares spp. Inclui, mas não é limitada a, Scutigerella im- maculata.
Em uma outra realização, o composto/composição espinosina pode ser usado para controlar pestes do Phylum Nematoda. Uma lista não exaustiva de particulares gêneros inclui, mas não é limitada a, Aphelenehoi- des spp., Belonolaimus spp., Criconemella spp., Ditylenchus spp., Heterode- ra spp., Hirsehmanniella spp., Hoplolaimus spp., Meloidogyne spp., Pratylen- ehus spp., e Radopholus spp. Uma lista não exaustiva de particulares sp. inclui, mas não é limitada a, Dirofilaria immitis, Heterodera zeae, Meloidogy- ne incógnita, Meloidogyne javaniea, Onchocerea volvulus, Radopholus simi- lis, e Rotylenchulus reniformis. Em uma realização específica, o inseto resistente a neonicotinoi-
de é uma linhagem de Drosphila melanogaster que exibe resistência a um composto neonicotinoide.
Os exemplos que se seguem servem para explicar realizações da presente exposição em mais detalhes. Estes exemplos não são para se- rem construídos como sendo exaustivos ou exclusivos para o escopo desta invenção. Exemplos Exemplo 1
Testes de mortalidade de dosagem foram conduzidos sobre qua- tro linhagens de Drosophila melanogaster. Cada uma das linhagens de Dro- sophila testada teve pelo menos uma lesão em uma das subunidades nAC- hR ou foi uma linhagem controle com ausência de lesão. A linhagem de Dro- sophila Da1EMS1 teve uma lesão na subunidade Da1 (uma lesão na subu- nidade nAChR Dalfal que resultou na perda da quarta estrutura de trans- membrana e uma extensão de aminoácidos de sentido trocado para a prote- ína). A linhagem de Drosophila Dp2EMS2 teve uma lesão na subunidade ϋβ2 (uma proteína truncada devido a um códon de interrupção prematuro dentro de laço citoplásmico antes do quarto domínio de transmembrana). A linhagem de drosophila 4A4D foi um mutante duplo tendo lesões em am- bas subunidade Da1 e a subunidade ϋβ2. A linhagem de drosophila suscetí- vel ou linhagem de drosophila controle foi a linhagem de Drosophila tipo sel- vagem onde as lesões SEM foram geradas, e é referida em Tabelas 1-4 co- mo a linhagem "Linha 14".
Seleção foi realizada sobre larvas de primeiro instar com cinco réplicas de cinqüenta larvas por frasco em cada concentração para determi- nar a suscetibilidade de cada linhagem de drosophila para a composição espinosina e para uma composição imidaclopride. A composição espinosina (espinosade) incluiu espinosina A 85% e espinosina D 15% em uma solução de açúcar. Soluções estoques foram tipicamente fabricadas 0,1% pe- so/volume em acetona e então diluídas para menores concentrações. As composições de espinosina ou imidaclopride foram então aplicadas à dieta de insetos, deixadas secar e então infestada com as larvas de insetos.
As concentrações da composição de espinosina e a composição de imidaclopride foram selecionadas através de uma faixa para provimento de dados permitindo a efetiva dose (ED) que produz uma resposta em 50% das larvas do primeiro instar (ED50) e a dose efetiva que produz uma respos- ta em 90% das larvas do primeiro instar (ED90) ser calculada. Após adminis- tração de composição de espinosina ou a composição de imidaclopride, as larvas de primeiro instar foram monitoradas visualmente para mortalidade. Os dados foram analisados usando análise Probit para determinar a ED50 e a ED90 junto com limites 95% superior e inferior. A ED50 (em ppm) e ED90 (em ppm) são mostradas nas Tabelas
1-4, junto com limites 95% superior e inferior. As Tabelas 1 e 2 provêm a ED50 e ED90, e limites 95% superior e inferior para a composição espinosina. Para comparação, Tabelas 3 e 4 provêm a ED50, ED90 e limites 95% superior e inferior para a composição de imidaclopride.
30 Tabela 1: ED50 e limites 95% superior e inferior para a composição de espi- nosina.
Linhagem de Drosophila ED50 (ppm) inferior (ppm) Superior (ppm) Vezes de re- sistência Linha 14 0,0302 0,0235 0,0377 - DcrtEMSI 0,0038 0,0029 0,0049 0,1256 Dp2EMS2 0,0249 0,0197 0,0151 0,8264 4A4D 0,0224 0,0173 0,0282 0,7434
Tabela 2: ED90 e limites 95% superior e inferior para a composição de espi- nosina.
Linhagem de Drosophila ED90 (ppm) Inferior (ppm) Superior (ppm) Vezes de resistência Linha 14 0,0810 0,0653 0,1023 _ DcrtEMSI 0,0102 0,0080 0,0131 0,1256 D32EMS2 0,0528 0,0420 0,0673 0,6518 4A4D 0,0603 0,0482 0,0765 0,7434
Tabela 3: ED50 e limites 95% superior e inferior para a composição de imida- clopride._____
Linhagem de Drosophila ED50 (ppm) Inferior (ppm) Superior (ppm) Vezes de re- sistência Linha 14 0,14 0,11 0,17 - DcrtEMSI 2,91 2,24 3,56 20,63 DP2EMS2 4,04 3,22 4,87 28,69 4A4D 3,78 2,84 4,87 26,81 Tabela 4: ED90 e limites 95% superior e inferior para a composição de imida- clopride.___i_^_
Linhagem de Drosophila ED90 (ppm) Inferior (ppm) Superior (ppm) Vezes de re- sistência Linha 14 0,28 0,22 0,37 _ Da1EMS1 5,77 4,73 7,29 20,63 D32EMS2 8,02 6,64 10,19 28,70 4A4D 7,49 5,78 10,34 26,81
Como evidenciado pelos dados nas Tabelas 1-4, a composição de espinosina é aproximadamente dez vezes mais potente ou ativa contra linhagens de drosophila melanogaster que exibem resistência de sítio alvo (por exemplo, DaiEMSI, Dp2EMS2, 4A4D, que tiveram lesões no nAChR) comparado a linhagens de Drosophila melanogaster carecendo de resistên- cia de sítio alvo (por exemplo, Linha 14, que foi Drosophila melanogaster carecendo de lesões no nAChR). Embora a invenção possa ser suscetível a várias modificações e
formas alternativas, específicas realizações foram mostradas a título de e- xemplo nos desenhos e foram aqui descritas em detalhes. Entretanto, deve ser entendido que a invenção não é pretendida ser limitada às particulares formas mostradas. Antes, a invenção é para cobrir todas as modificações, equivalentes, e alternativas caindo dentro do escopo da invenção como defi- nido pelas seguintes reivindicações apostas e seus equivalentes legais.

Claims (19)

1. Método de controle de insetos, compreendendo: aplicação de pelo menos um composto espinosina a um local de um inseto resistente a neonicotinoide.
2. Método de acordo com a reivindicação 1, em que a aplicação de pelo menos um composto espinosina a um local de um inseto resistente a neonicotinoide compreende aplicação de pelo menos um composto espino- sina e um inseto da ordem de Lepidoptera, Diptera1 Homoptera, Thysanopte- ra, Coleoptera, Anoplura1 Dermaptera1 Blattaria1 Hemiptera1 Hymenoptera1 Isoptera1 Lepidoptera, Mallophaga1 Siphonaptera, Thysanoptera, Thysanura, Acarina, Symphyla, Nematoda, ou Orthoptera.
3. Método de acordo com a reivindicação 1, em que a aplicação de pelo menos um composto espinosina a um local de um inseto resistente a neonicotinoide compreende aplicação de uma composição espinosade ao local do inseto resistente a neonicotinoide.
4. Método de acordo com a reivindicação 3, em que a aplicação de uma composição espinosade ao local do inseto resistente a neonicotinoi- de compreende aplicação de uma composição compreendendo de aproxi- madamente 50% em volume a aproximadamente 90% em volume de espi- nosina A e de aproximadamente 10% em volume a aproximadamente 50% em volume de espinosina D ao local do inseto resistente a neonicotinoide.
5. Método de acordo com a reivindicação 1, em que a aplicação de pelo menos um composto espinosina a um local de um inseto resistente a neonicotinoide compreende aplicação de uma composição espinetoram ao local do inseto resistente a neonicotinoide.
6. Método de acordo com a reivindicação 1, em que a aplicação de pelo menos um composto espinosina a um local de um inseto resistente a neonicotinoide compreende aplicação de pelo menos um composto espino- sina ao local de um inseto resistente a pelo menos um de acetamipride, clo- tianidina, dinotefurano, flupiradifurona (BYI 02960), imidacloprida, imidaclo- tiz, nitenpiram, tiacloprida, e tiametoxam.
7. Método de acordo com a reivindicação 1, em que a aplicação de pelo menos um composto espinosina a um local de um inseto resistente a neonicotinoide compreende obtenção de mortalidade até aproximadamente dez vezes aumentada no inseto resistente a neonicotinoide comparado a um inseto suscetível a um composto neonicotinoide.
8. Método de controle de insetos, compreendendo: aplicação de uma composição espinosina a um local de uma Drosophila melanogaster, a Drosophila melanogaster tendo pelo menos uma lesão no receptor acetil colina nicotínico.
9. Método de acordo com a reivindicação 8, em que a aplicação de uma composição espinosina a um local de uma Drosophila melanogaster compreende aplicação de composição espinosina ao local de uma Drosophi- Ia melanogaster tendo uma lesão em uma subunidade Da do receptor acetil colina nicotínico.
10. Método de acordo com a reivindicação 8, em que a aplicação de uma composição espinosina a um local de uma Drosophila melanogaster compreende aplicação de composição espinosina ao local de uma Drosophi- Ia melanogaster tendo uma lesão em uma subunidade ϋβ2 do receptor acetil colina nicotínico.
11. Método de acordo com a reivindicação 8, em que a aplicação de uma composição espinosina a um local de uma Drosophila melanogaster compreende aplicação de composição espinosina ao local de uma Drosophi- Ia melanogaster tendo lesões em uma subunidade Da1 e uma subunidade ϋβ2 do receptor acetil colina nicotínico.
12. Método de acordo com a reivindicação 8, em que a aplicação de uma composição espinosina a um local de uma Drosophila melanogaster compreende aplicação de composição espinosina ao local de uma Drosophi- Ia melanogaster tendo lesões em uma subunidade Da1, Da2, Da3, Da4, Da5, Da6, Da7, ϋβ1, ϋβ2, ou ϋβ3 do receptor acetil colina nicotínico, ou suas subunidades coexpressas.
13. Método de controle de insetos, compreendendo: aplicação de uma composição de espinosade a um local de uma Drosophila melanogaster resistente a imidaclopride.
14. Método de acordo com a reivindicação 13, em que a aplica- ção de uma composição de espinosade a um local de uma Drosophila mela- nogaster resistente a imidaclopride compreende aplicação de uma composi- ção compreendendo espinosina A e espinosina D ao local da Drosophila me- Ianogaster resistente a imidaclopride.
15. Método de acordo com a reivindicação 13, em que a aplica- ção de uma composição espinosade a um local de uma Drosphila melano- gaster resistente a imidaclopride compreende aplicação de composição de espinosade à Drosophila melanogaster tendo uma mutação na subunidade Da1 do receptor acetil colina nicotínico.
16. Método de acordo com a reivindicação 13, em que a aplica- ção de uma composição espinosade a um local de uma Drosophila melano- gaster resistente a imidaclopride compreende aplicação de uma composição espinosade a uma Drosophila melanogaster tendo uma mutação na subuni- dade Dp2 do receptor acetil colina nicotínico.
17. Método de acordo com a reivindicação 13, em que a aplica- ção de uma composição espinosade a um local de uma Drosophila melano- gaster resistente a imidaclopride compreende aplicação de uma composição espinosade a uma Drosophila melanogaster tendo pelo menos uma lesão em pelo menos uma da subunidade Da1 e a subunidade ϋβ2 do receptor acetil colina nicotínico.
18. Método de acordo com a reivindicação 13, em que a aplica- ção de um composto espinosade a um local de uma Drosophila melanogas- ter resistente a imidaclopride compreende obtenção de até aproximadamen- te dez vezes mais potência contra Drosophila melanogaster resistente a imi- daclopride comparado a Drosophila melanogaster carecendo de resistência a imidaclorpride.
19. Método de controle de insetos, compreendendo aplicação de uma composição compreendendo de aproximadamente 50% em volume a aproximadamente 90% em volume de espinosina A e de aproximadamente 10% em volume a aproximadamente 50% em volume de espinosina D ao local de uma Drosophila melanogaster tendo lesões em uma subunidade Dcrt e uma subunidade ϋβ2 do receptor acetil colina nicotínico em uma quantidade efetiva para obter mortalidade aproximadamente 10 vezes au- mentada em uma Drosophila melanogaster resistente a neonicotinoide com- parado a uma Drosophila melanogaster que é suscetível a um composto ne- onicotinoide.
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