PT96790B - Serra de fita vertical - Google Patents
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Description
RESUMO presente invento refere-se a uma serra de fita vertical com um corpo e com um alojamento para o material a cortar, que compreende uma cavidade, assim como com um suporte de polias sensivelmente vertical, polias sobre as quais passa longitudinalmente a fita de serra, que é ao mesmo tempo guiada, por cima e por baixo da zona onde se encontra o material a cortar, por guias ligadas ao suporte de polias, destinadas a torcer a fita de serra no plano de corte, sendo a fita de serra e o material móveis um em relação ao outro com uma deslocação horizontal para efectuar a operação de corte» Neste contexto prevê-se que o suporte de polias possa oscilar em torno de um eixo vertical e ser fixado em qualquer posição»
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| MEMÓRIA DES | CRITIVA | ||||
| 0 | presente | invento refere-se | a uma serra de | fita vertical | |
| com um | corpo e | com um alojamento | para o material | a cortar, que | |
| compreende uma | cavidade, para pas | sagem da fita | de serra assim |
como um suporte de polias, sensivelmente vertical sobre cujas polias, colocadas por cima e por baixo da zona ocupada pelo material, que rodam em torno de eixos horizontais inclinados em relação ao plano de corte de um ângulo igual ou inferior a 90% sob as quais passa a fita de serra sem-fim, que é guiada por cima e por baixo da .zona de corte por guias ligadas ao suporte de polias, destinadas a torcer a fita de serra, fazendo-se a deslocação relativa entre a fita de serra e o material, sensivelmente na horizontal, para execução do corte por ataque da fita de serra no material.
Nas serras de fita verticais deste tipo, conhecidas, os eixos de rotação da polia estão, de preferência, inclinados em relação ao plano de corte com ângulos de 45°, não devendo porém nesta matéria verificar-se qualquer limitação. Além disso, encontram-se, em regra, previstos meios de aperto para o material que, de preferência, se encontram dispostos nos dois lados do plano de corte, para garantir uma fixação segura.
As serras de fita verticais conhecidas permitem o seccionamento do material a cortar, dispondo o plano de corte perpendicularmente â direcção de avanço do material. Os cortes sutados, nos quais o plano de corte é inclinado em relação à direcção de avanço do material não são, neste caso, possíveis.
Por outro lado, as serras de fita verticais conhecidas, em que a mesa de trabalho do corpo da máquina não está provida de meios de aperto permitem, dentro de certos limites o corte livre, em que a peça de material a trabalhar é passada com determinados ângulos através do plano de corte definido pela fita de serra.
Para efectuar cortes sutados, utilizam-se serras de disco de corte a frio, nas quais a serra, e portanto o plano de corte, sâo colocados na posição que corresponde ao ângulo de sutamento do ·»
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corte. Estas serras de disco de corte a frio têm, porém, o inconveniente da secção do material a cortar ser limitada, pelo raio do disco de serra, o que em confronto com as possibilidades oferecidas pelas serras de fita verticais do tipo referido é uma desvantagem, havendo ainda que considerar que um disco de corte nâo efectua um corte rectílíneo, produzindo pelo contrario um corte arqueado, não proporcionando portanto cortes rectilineos, ou seja não é possível efectuar cortes completos com uma linha de corte rectílínea»
As serras de disco de corte a frio nâo se prestam, de resto a trabalhos de corte livre de peças, como os anteriormente referidos.
Constitui assim o objectivo do invento proporcionar uma serra de fita vertical, do tipo atrás referido, construída de modo que, além de poder efectuar cortes rectilineos, possa também efectuar cortes sutados e, designadamente, efectuar cortes com sutamento negativo ou positivo, em relação à direcção do avanço do material. Além disso, deverá, de acordo com outra concepção, possibilitar a interrupção da operação de corte ou seja, serem efectuados cortes parciais, com um desenvolvimento rectilíneo. Ao mesmo tempo, a serra de fita vertical deverá ser de construção compacta e simples, e simultaneamente leve para as condições de solicitação a que é submetida e, para terminar, ter uma disposição que facilite, particularmente, a sua utilização, quanto às peças que se encontrem directamente envolvidas na operação de corte, mantendo, no entanto, as possibilidades de utilização até agora proporcionadas pelas serras de fita, no que respeita às possibilidades de corte livre.
Este objectivo é atingido, fundamentalmente, pela concepção de suporte das polias, de modo a que este possa rodar em torno de um eixo de rotação vertical e possa ser fixado em qualquer posição.
Pela adopçao das medidas preconizadas pelo invento pode regular-se a posição do suporte das polias e, consequentemente,
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338 Ne-ro do piano de corte - em relação à direcção de avanço do material a cortar - para vários ângulos de sutamento, sem gue se verifiquem desvios do centro de gravidade do suporte das polias, com os consequentes problemas estáticos e de guiamento, visto que o suporte das polias se mantém, independentemente da regulação dos vários ângulos de sutamento, sempre na sua posição vertical, de equilíbrio original o que, especialmente para a concepção de uma guia de avanço do suporte das polias, tem grande importãncia.
Á regulação, possibilitada pelo invento, de vários ângulos de sutamento, em relação à direcção de corte, perpendicular à direcção de avanço do material, origina que o material com estes ângulos de sutamento seja cortado, segundo um plano oblíquo, em relação às geratrizes das suas formas geométricas que, até agora, se evitava, em absoluto, por se recear que os cortes ficassem imperfeitos. Verificou-se, no entanto, que é perfeitamente possível, realizar um corte inclinado com bons resultados.
Dado que desapareceram os problemas de deslocação de peso, correlacionados com a regulação do ângulo de sutamento do suporte das polias, existe agora a possibilidade de construir o suporte das polias de forma aligeirada, como uma unidade compacta, que compreende todas as peças necessárias ao funcionamento da fita de serra, como sejam, principalmente, o motor de accionamento flangeado do suporte das polias, as guias para passagem da fita de serra, o comando e a regulação das condições de corte, incluindo os meios de manobra, etc. Deste modo, a serra de fita vertical pode ser concebida como uma unidade ou sub-conjunto de montagem, que consiste no suporte das polias com todas as peças necessárias à realização da operação de corte, sendo esta unidade rotativa, como um conjunto em torno de um eixo de rotação vertical e com posição regulável em relação ao corpo da máquina ou ao material, sem que se verifiquem quaisquer problemas estáticos decorrentes das diversas regulações associadas ao ângulo de sutamento. Por outras palavras, através do conteúdo do invento consegue-se realizar uma serra de fita, equipada com todas as peças importantes concentradas no suporte das polias, a quai em relação ao corpo da máquina e, portanto, em relação
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λ
ao alojamento para a peça a trabalhar, se pode manejar Jivremente, tanto no que respeita ao avanço em direcção ao material a cortar, como aos diferentes ângulos de sutamento, que se escolham.
Com as condições referidas, que se conseguem pela utilização do presente invento, torna-se ainda possível construir o suporte das polias de forma fácil e aligeirada, características estas que sáo também extensíveis às guias e apoio do suporte das polias, em relação ao corpo da máquina.
Neste contexto é, especialmente, importante o facto de serem diminutos os esforços necessários para manejar ou mover o suporte das polias, que necessita, em consequência, apenas de órgãos de fixação e guia, de construção também aligeirada.
Verificou-se ser adequado que o eixo de rotação ficasse disposto na vertical. Quando o eixo de rotação passa pelo ponto de corte constitui praticamente a linha de intercepção, formada, por um lado, pelo plano de corte e, por outro, pelo plano de encosto vertical do suporte das polias sobre o material. Isto tem a vantagem do ponto de corte, da fita de serra, em relação ao material a cortar não se alterar com a regulação do ângulo de sutamento escolhido, de modo que a este respeito nâo terão que se tomar medidas correctívas, quanto à disposição longitudinal do material a trabalhar.
Para facilitar a operação da serra de fita vertical, de acordo com o invento, o material pode ser deslocado, na direcção de corte, de encontro à fita de serra, o que se pode conseguir por meio de um patim móvel na horizontal, sobre o qual se coloca o material. 0 material é, em seguida, conduzido de encontro â fita de serra, segundo a direcção de corte, quer manualmente, quer por outro processo de movimentação que seja adoptado.
A outra possibilidade, permitida pelos princípios do invento, consiste em conseguir que o suporte das polias seja deslocável por meios de avanço, de modo a fazer avançar a fita de d*
338 Ne-ro óou seja na direcção de corte, admite a hipótese da colocação a deslocação do suporte serra em direcção ao material,
Este procedimento, em si vulgar, estacionária do material, o que implica das polias por meios adequados, e que a fita de serra passe consequentemente, através do material, na direcção do corte.
Para ambos os casos, anteriormente referidos, pode prevei—se que o alojamento para o material seja constituído por uma mesa de máquina móvel, na direcção de corte, com uma superfície de encosto, sensivelmente horizontal, e a qual é formada pelo corpo da máquina ou disposta nele.
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A mesa de máquina pode ser uma mesa rotativa, que roda em conjunto com o suporte das polias, e pode também prever-se que o eixo de rotação, da mesa rotativa, coincida com o eixo de rotação do suporte das polias.
Para o alojamento do material a cortar é conveniente que este apresente, do lado do material voltado para o suporte das polias e, pelo menos, de um dos lados do plano de corte da fita de serra, uma ponte de encosto fixa, com uma superfície de aperto, sensivelmente vertical, para o material. Deste modo, o material pode ser posicionado longítudinalmente, de forma bem definida, para em seguida, quer por movimentação do alojamento de material em direcção à fita de serra e paralelamente à direcção de corte, se efectuar o corte, ou para permitir o avanço do suporte das polias e, portanto, da fita de serra, de modo a efectuar-se o corte, de modo tal que o material fica numa determinada posição, definida pela ponte de encosto.
Tendo em mente o que, em seguida, será explicado, é conveniente, que o eixo de rotação do suporte das polias se encontre no plano da. superfície de aperto da ponte de encosto. Deste modo, o plano de encosto vertical é, portanto, a superfície de aperto sobre o material a cortar, ficando o eixo de rotação do suporte das polias colocado de modo que, independentemente da posição escolhida por rotação do suporte das polias, o ponto de corte da fita de serra no material se mantém, não se tornando
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7necessário qualquer correcção, dependente escolhido» do ângulo de sutamento
Para que o aperto do material, durante o corte, seja melhor assegurado, é vantajoso que em frente da ponte de encosto, seja disposta uma maxila com uma superfície de aperto, sensivelmente vertical, que possa abrir e fechar e encoste horizontairriente o material contra a superfície de aperto da ponte de encosto. Por meio desta maxila de aperto, o material pode também ser apertado contra a superfície de aperto da ponte de encosto»
Neste contexto, a superfície de aperto pode, porém, ser inclinada em relação à vertical, afastando-se da fita de serra no sentido de corte da fita de serra» Uma construção deste tipo permite criar um efeito de cunha, provocado pelo esforço de corte aplicado pela fita de serra, entre o material e a maxila de aperto, ou a respectiva superfície de aperto, o qual permite, adicionalmente, que o material não possa ser removido durante o corte»
De modo a permitir que a fita de serra tenha suficiente liberdade de movimento em relação à maxila de aperto, perpendicularmente ao plano de corte, por razões que a seguir se explicarão, é conveniente que a maxila de aperto tenha no lado voltado para a fita de serra, um material substituível, em que a fita de serra entre com facilidade, de modo que esta não tenha qualquer dificuldade em atravessar completamente o material, mesmo quando a fita de serra se encontre ligeiramente inclinada, em relação â maxila de aperto»
Alternativamente a esta solução, pode prevei—se na ponte de encosto, junto do plano de corte, pelo menos, uma maxila de aperto de abrir e fechar, que aperte o material, na vertical, contra a mesa de máquina» Uma maxila de aperto vertical deste tipo, que, por exemplo, pode ser combinada dimensionalmente com a ponte de encosto, proporciona outras possibilidades, especialmente tendo em vista peças de material a cortar com superfícies superiores complicadas, que eventualmente sejam
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-8- W tf difíceis de agarrar por uma maxila de aperto horizontal»
Evidentemente, a serra de fita vertical, de acordo com o invento pode munida, simultaneamente, com a maxila de aperto horizontal e com a maxila de aperto vertical, para utilização alternativa ou conjunta»
Além disso, é conveniente que a guia da fita de serra, situada por debaixo da zona ocupada pelo material, seja fixa em relação ao suporte das polias e que a guia da fita de serra, situada por cima da zona ocupada pelo material, tenha posição regulável na direcção da passagem da fita de serra, e possam ser fixadas» em qualquer posição, no suporte das polias. Ambas as guias da fita de serra podem ser de qualquer das concepções acima referidas, em relação ao seu posicionamento no suporte das polias, rnas deverão permitir, por outro lado, a afinação mais precisa possível, no que respeita à secção transversal do material a cortar, de modo que a fita de serra fique sempre guiada, na proximidade imediata do material, e apoiada para resistir aos esforços de corte envolvidos- Contrariando este objectivo, existe a necessidade de se prever quer a maxila de aperto horizontal quer a maxila de aperto vertical.
Para determinar a grandeza do avanço, no sentido do corte, entre o suporte das polias, respectivamente da fita de serra, por um lado, e o material, por outro, o suporte das polias pode deslizar sobre guias sensivelmente horizontais, que podem, por sua vez, rodar em torno de um eixo de rotação vertical, prevendo-se a sua fixação em qualquer ponto desejado. Deste modo, é possível fazer-se a translação do suporte das polias no sentido de corte, de encontro ao material»
Uma outra possibilidade, consiste em proporcionar ao suporte das polias a possibilidade de oscilar para a frente, no sentido de corte, em torno de um eixo de oscilação horizontal que, por sua vez, roda em torno de um eixo de rotação vertical, podendo ser fixado em qualquer posição desejada.
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Enquanto, num dos casos, o suporte das polias segue um movimente de translação em direcção ao material e, por isso, a fita de serra, mantendo esse sentido de deslocação, passa através do material, no outro caso, prevê-se uma oscilação do suporte das polias, em torno de um eixo de chumaceira situado por debaixo do material, para provocar uma deslocação da fita de serra através do material, descrevendo um arco durante a operação de corte.
Para ambas as possibilidades de realização do avanço pode prever-se, que a guia horizontal, respectivamente o eixo de oscilação, dispostos num corpo de máquina, que estã disposto numa peça de máquina, rodem em torno do eixo de rotação vertical. Para este efeito, existe no corpo de máquina uma peça de máquina destinada ao apoio e guia do suporte das polias, a qual pode, ela própria, rodar em torno do eixo de rotação vertical, preconizado pelo presente invento, arrastando, em consequência, através da guia respectivamente do apoio de oscilação do suporte das polias, este último na sua rotação em torno do eixo vertical, tendo em vista a regulação da posição angular desejada.
Como configuração das peças de máquina podem admitir-se inúmeras formas- Em seguida, apresentai—se-ão algumas possibilidades, sem com isso se limitar o âmbito do invento.
Estas possibilidades têm em comum, no entanto, a característica de uma peça de máquina, para poder apoiai—se e rodar facilmente no corpo de máquina, através de meios conhecidos sem que tenham que se respeitar grandes exigências, quanto a precisão e folgas.
Assim, a peça de máquina pode ser a mesa rotativa, atrás referida, na qual, simultaneamente, esteja sempre o alojamento para o material, que constitui uma unidade que roda solidária com a mesa e, portanto, é, em grande medida, independente do ângulo de sutamento.
Na realidade, para os casos normais, pode coriceber-se que o alojamento para o material seja incluído no corpo da máquina, de ' í^iESBW ϋ«Γ'·
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338 Ne-ro modo que apresente um alojamento para a fita de serra, que deixa livre todo o espaço necessário ao curso da fita de serra, e inclusivamente o espaço necessário à regulação dos vários ângulos de sutamento- Na configuração em que peça de máquina que se apoia na guia horizontal, respectivamente no eixo de oscilação do suporte das polias, com a forma de mesa rotativa, esta pode apresentar, partindo do centro respectivamente do eixo de rotação vertical, no sentido do avanço da fita de serra, uma fenda para passagem da fita de serra, uma vez que a colocação da fenda acompanha a regulação do ângulo de sutamento do suporte das polias, deixando sempre livre a passagem da fita de serra e, por outro lado, limita apenas a interrupção do alojamento do material à dimensão da fenda tornando assim possivel trabalharem-se também peças curtas.
Para se conseguir a necessária liberdade de movimento do suporte das polias, em relação à mesa rotativa, é apenas necessário que a mesa rotativa tenha um alojamento, sensivelmente com a forma de um sector de quarto de circulo, partindo do seu centro de rotação e abrindo em direcção ao suporte das polias, para receber o suporte das polias e as peças a ele ligadas, no plano da mesa rotativa, assim como para deixar livre o espaço para a deslocação do suporte das polias, entre os dois pontos mortos do seu curso. A alojamento existente na mesa rotativa tem, portanto, uma configuração adaptada ao contorno exterior do suporte das polias, incluindo as peças a ele ligadas, no plano da mesa rotativa de modo que, aproximadamente, o suporte das polias se pode deslocar livremente no interior da mesa rotativa, que suporta, como se disse, a guia horizontal respectivamente a guia de oscilação do suporte das polias, ao longo de todo o curso de deslocação. Dado que este alojamento da mesa rotativa se encontra por detrás da ponte de encosto fixa, relativamente, à posição do material ou peça a trabalhar, o alojamento ou assentamento do material ou a peça a trabalhar sobre a mesa rotativa não ficam prejudicados.
No que respeita ao apoio da peça de máquina ou mesa rotativa que suporta a guia horizontal, ou oscilante, é conveniente que a
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-11peça de máquina ou a mesa rotativa se apoie no corpo de maquina ac< longo da sua periferia, de modo a poder rodar. Para o efeito,, pode prever-se na peça de máquina, ou na mesa rotativa, uma extensão cilíndrica e esta extensão apresentar interior e exteriormente na extremidade inferior ranhuras horizontais e ainda nestas ranhuras de guia se inserirem roletes de guia, que ficam apoiados no corpo de maquina, por meio de eixos verticais em torno dos quais, rodam livremente.
Deste modo, consegue-se uma guia, com um perímetro relativamente grande, da peça de máquina respectivamente da mesa rotativa, tanto na horizontal como na vertical, que pode ser concebido de forma a conferir ao conjunto estabilidade e segurança, contra as oscilações laterais e, por outro lado, assegura também que nâo fique empapado, ou o seu funcionamento seja prejudicado pelas aparas, formadas durante a operação de corte.
Outra possibilidade consiste em apoiar a peça de máquina respectivamente a mesa rotativa, no pedestal do corpo da máquina, de modo a poder rodar, podendo nesse caso prevei—se que a peça de máquina respectivamente a mesa rotativa fique ligada a uma placa base horizontal através de meios de apoio verticais, e que esta placa base fique apoiada no corpo da máquina, por meio de um rolamento radial-axial podendo, portanto, rodar livremente. Para este tipo de apoio são igualmente válidas as vantagens anteriormente referidas.
Enquanto que até aqui se tem tratado de uma guia essencialmente horizontal, para o suporte das polias pode prever-se, que esta guia horizontal do suporte das polias possa ser constituído por uma barra de guia, que é abraçada por uma peça de guia correspondente, pertencente ao suporte das polias, assim como por uma guia que assegura a oscilação e impede a rotação, disposta paralelamente, na qual se introduz um braço de apoio com a sua extremidade deslocada, que saí da peça de guia.
Com esta concepção da guia horizontal consegue-se uma
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338 Nfô-ro
.. / — /„ ,&'--
-12construção da guia horizontal particularmente fácil, utilizando peças de construção vulgares, que por outro lado asseguram uma grande estabilidade e robustez do suporte das polias, no que se refere a. sua oscilação em relação â posição vertical»
Neste contexto a barra de guia pode ter secção transversal circular, o que permite uma construção particularmente conveniente da guia horizontal.
Para a oscilação para a frente do suporte das polias na direcção do corte, em torno de um eixo de oscilação é vantajoso que este eixo de oscilação possa deslizar horizontalmente na direcção de corte da fita de serra, e possa ser fixado em qualquer posição nesse percurso» Deste modo, consegue-se que a fita de serra, depois de cortado o material, ou seja, acabada a operação de corte fique na vertical, e que quando se utiliza, por exemplo, uma maxila vertical é particularmente conveniente. Para o efeito, a regulação do eixo de oscilação pode ser feita por meio de um fuso de regulação, que se apoia na peça de máquina oscilante de modo a poder rodar, mas impedido de se deslocar axialmente.
Para ambas as possibilidades anteriores de se efectuar o avanço da fita de serra em direcção ao material, tanto para o avanço horizontal como para o avanço obtido pela oscilação é conveniente que os meios de avanço sejam articulados, num lado na peça de máquina e no outro no suporte das polias, podendo os meios de avanço ser, por exemplo, constituídos por um macaco hidráulico ou um fuso de regulação»
A fim de regular a grandeza do avanço do suporte das polias, de acordo com a secção do material a cortar, no caso da guia horizontal do suporte das polias, é vantajoso que se preveja, na peça de máquina paralela à guia horizontal, pelo menos um batente, para limitação e eventualmente para a inversão do movimento do suporte das polias. A posição do batente pode ser regulada por meio de um fuso de regulação disposto na peça de máquina de forma a poder rodar, podendo também prever-se
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-13ressaltos que trabalham em conjunto com a espera, ressaltos estes que se encontram ligados ao suporte das polias.
Estas esperas permitem, em especial, limitar o avanço da fita de serra de modo que o material seja cortado apenas parcialmente, ou seja que o corte nâo se dê a toda a largura do material, como é importante, especialmerite, para a execução de cortes no material, efectuando-se estes cortes com a serra de fita vertical, de acordo com o presente invento, por variação do ângulo de posicionamento do suporte das polias, em combinação com a regulação do avanço longitudinal do material, darido-se portanto o corte do material em dois pontos diferentes sob ângulos de sutamerito diferentes da fita de serra.
As peças de material a cortar têm as mais variadas secções transversais. Por outro lado com a serra de fita vertical parte-se de uma linha de corte vertical. Na conjugação linha de corte/secção transversal do material a cortar pode dar-se que a fita de serra ao iniciar o corte depare com uma superfície da peça de grandes dimensões, entrando consequentemente vários dentes da fita de serra, simultaneamente, em contacto com a peça de material a cortar, o que fundameritalmerite para um corte com bom acabamento é problemático, qualquer que seja o ângulo de corte com que a fita de serra incide no material.
Do mesmo modo nos cortes, na vertical, de vários perfis aparecem relações inconvenientes entre o maior e o menor comprimento de corte, o que origina a diminuição da capacidade de corte.
No âmbito de aplicação do invento aos suportes das polias guiados horizoritalmente, e para resolução deste problema, prevêse de acordo oom um outro aspecto caracterizante, que o suporte das polias possa oscilar em relação à sua guia horizontal, em torno de um eixo disposto horizontalmente e perpendicular à linha de corte, podendo ser fixado em qualquer posição. Para tal é vantajoso que o eixo de oscilação do suporte das polias se encontre na região intermédia dos dois troços verticais da fita
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338 Ne-ro de serra.
14~
Consegue-se assim que o suporte das polias, qualquer que seja a configuração da secção transversal do material a cortar, possa oscilar com um angulo que normalmente varia entre 0'·’ e 3o, podendo-se admitir também valores da ordem de por exemplo 5o a 10', no sentido da peça a trabalhar, de modo que a fita de serra ataque a peça a trabalhar apenas ao longo de um comprimento reduzido, o que significa que apenas poucos dentes da fita de serra entram em contacto com a peça de material a cortar proporcionando-se portanto um bom guiamento da fita de serra e um corte com bom acabamento. Pelas alterações das condições de corte longitudinal conseguidas deste modo, obtém-se um aumento da capacidade de corte em perfis.
No projecto dos aspectos construtivos, referentes a esta possibilidade de oscilação do suporte das polias, é de considerar, que há vantagem em que o suporte das polias possa oscilar ou rodar na sua peça de guia que trabalha em conjunto com a guia longitudinal e possa ser fixada em qualquer posição, relativamente a essas duas possibilidades. Para tal, pode prever-se que, para a regulação do posicionamento e para a fixação do suporte das polias, se utilize um dispositivo de regulação, por exemplo, constituído por um fuso de regulação.
A problemática anterior, relativa ao corte eutado eventualmente desejado do material, está essencialmente associada ao suporte das polias com guia horizontal- Com um suporte das polias oscilante em torno de um eixo, situado por debaixo da peça de material a cortar e deslocando-se no sentido do corte, respectivamente do avanço, sendo o problema resolvido, automaticamente, pela inclinação da fita de serra em relação ao material, determinada pela oscilação assumida pelo suporte das polias.
Para a limitação do avanço do suporte das polias, indiferentemente deste avanço ser efectuado deslizando horizontalmente ou por oscilação em torno de um eixo de oscilação, no ?1 933
338 Ne-ro corpo da máquina pode-se prever um braço de comutação com uma aresta, respectivamente uma superfície saliente regulável, de acordo com a grandeza do avanço necessário, em função da secção transversal do material a cortar. Neste caso, trata-se, contrariamente ao batente anteriormente explicado, de um batente de fim de curso cuja regulação depende da secção transversal do material a trabalhar que quando este tenha sido completamente cortado provoca a paragem do avanço do suporte das polias e eventualmente o seu retorno.
referido braço de comutação montado no corpo da máquina pode trabalhar em conjunto com uma aresta ou superfície dianteira do suporte das polias, abaixo do alojamento para o material. Do mesmo modo, por exemplo, no caso da mesa rotativa anteriormente referida, pode ser montado por debaixo desta, com regulação do seu posicionamento Como anteriormente se referiu repetidas vezes, a serra de fita vertical, de acordo com o invento encontra-se particularmente indicada, pela sua construção, principalmente para a execução dos chamados cortes livres manuais, ou seja operações de corte, em que o material é movimentado, à mão no alojamento do material, em direcção à fita de serra. Para este efeito, é particularmente conveniente, que o suporte das polias possa ser travado na sua posição de curso máximo, no sentido de avanço do corte, uma vez nessa posição se pode efectuar o trabalho sem impedimentos provocados pelos outros componentes da serra de fita vertical, podendo-se movimentar livremente o material em relação a fita de serra.
Em resumo, pelo presente invento proporciona-se uma serra de fita vertical, que permite efectuar todos os trabalhos de corte de material, em especial de material na forma de barras, de um modo fácil, sem que a máquina tenha uma construção complicada e dispendiosa e o seu manuseamento se torne difícil.. Pelo contrário, de acordo com os conceitos do presente invento a máquina proporcionada tem construção ligeira e o seu manuseamento consegue-se sem complicações, além de ser ter custos de
338 Ne-ro . - - - _í * “16— s ’’ construção baixos sem que se tenham, que admitir compromissos no que respeita à sua versatilidade de aplicação e campo de utilização.
Outras características e particularidades importantes do invento podem depreender-se da descrição seguinte de formas de concretização representadas nos desenhos, nos quais se omitem alguns detalhes, focando-se apenas as peças principais. Os desenhos mostram:
na Fig. 1 uma vista geral em perspectiva da serra de fita de acordo com o invento;
| na | Fig- | 2 | um | alçado lateral | da | máquina | da Fig. | 1; |
| na | Fig. | 3 | um | alçado frontal | da | máquina | da Fig. | 1; |
| ria | Fig- | 4 | uma | ι planta da máquina | da Fig. | 1; | ||
| na | Fig. | 5 | um | corte vertical | da | máquina | pela linha de corte |
V-V da Fig. 4;
na Fig. 6 um pormenor em corte da máquina pela linha de corte VI-VI da Fig. 4;
na Fig. 7 uma variante da máquina como representada na Fig.
na Fig. 8 um corte da máquina pela linha de corte VIIIVIII da Fig. 4;
na Fig. 9 uma planta da máquina da Fig. 4 com aperfeiçoamentos ou diferenças de concepção;
na Fig. 10 a 15 várias posições de trabalho da máquina de acordo com as Fig. 1 a 9 em plantas simplificadas;
na Fig. 16 uma variante da construção da serra de fita numa vista em corte do tipo mostrado na Fig. 5;
na Fig. 17 um alçado lateral em corte da máquina da Fig. 16 numa vista em corte do tipo mostrado na Fig. 8;
na Fig. 18 uma variante da construção da máquina numa vista em corte do tipo mostrado na Fig. 5;
na Fig. 19 e 20 alçados laterais da máquina da Fig. 18 em duas posições de trabalho diferentes e em corte do tipo mostrado na Fig. 8:
na Fig. 21 uma variante da construção da serra de fita vertical, em alçado lateral e em corte do tipo mostrado na Fig. 8;
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338 Ne-ro ~ £Λ-17e na Fig. 22 urna outra variante da máquina segundo a forma de construção da Fig. 21.
Em primeiro lugar serão tratadas as vistas da serra de fita vertical de acordo com o invento conforme as fig. 1 a 4.
Vê-se ai um corpo de máquina 1, para cuja mesa de trabalho com a forma de uma mesa rotativa 2, é passado o material a cortar 3, com a forma de uma barra, por meio de urn caminho de guia, por exemplo, um transportador de rolos, saindo posteriormente o material seccionado pelo caminho de guia 5, por exemplo um transportador de rolos.
No corpo da máquina 1 estã montado um suporte de polias 6. Este apresenta, uma polia superior 7 e uma polia inferior 8, sobre as quais corre uma serra de fita sem-fim 9. Os eixos de rotação 10 das polias estão inclinados em relação ao plano de corte 11, de um ângulo inferior a 90° como se vê nas Fig. 1 a 4, no caso vertente, de 45^.
Para torcer a fita de serra 9, no plano de corte ll encontram-se previstas guias 12 (vejam-se também as Fig. 5 e 7) e 13 encontrando-se a guia 12 abaixo do plano de encosto da. peça a trabalhar 3, fixada ao suporte das polias 6, enquanto a guia 13, conforme se representa pela seta 14 na Fig. 1, pode deslizar no suporte das polias, verticalmente, numa guia 15 e pode ser fixada em qualquer ponto. A possibilidade de fixação da guia 13 da fita de serra na gula 15, não estã representada em pormenor. Isto pode conseguir-se, por exemplo, por meio de um parafuso de aperto ou órgão semelhante.
Para segurar o material a cortar 3 na mesa rotativa 2 serve, do lado do suporte das polias 6, uma porite de encosto 16 fixada ao corpo da máquina 1, que no caso presente é constituída por dois troços, que a meio permitem a passagem da fita de serra 9 em direcção ao material 3, através do rasgo 17. As peças da ponte de encosto .16, fora da mesa rotativa 2, estão rigidamente ligadas
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18ao corpo da máquina 1 e permitem que a mesa livremente entre estas ligações rotativa
se mova
Das extremidades exteriores das peças da ponte de encosto 16 prolongam-se, perpendicularmente à direcção de avanço do material 3, as barras de guia 17’ e 18, nas quais desliza uma maxila 19 que aperta o material 3 contra uma superfície de aperto 20 da ponte de encosto, por meio de uma superfície de aperto 21 igualmente vertical- A posição da maxila 19 pode ser fixada, sobre as barras de guia 17’ e 18, por exemplo, por meio de parafusos de aperto 22- 23 accionados manualmenteJ
A maxila 19 pode, como se vê na Fig- 2, apresentar também uma superfície de aperto 21’, que vista no sentido de corte da fita de serra de cima para baixo, se encontra inclinada em relação á vertical, afastando-se da folha de serra. Deste modo, aproveita-se o efeito de cunha provocado pela fita de serra, entre o material e a maxila, para obter uma melhor prisão do material Em alternativa, ou em complemento da maxila 19, pode prever-se uma maxila vertical 55 que, como se vê na Fig. 2 se pode deslocar na vertical por meio de um fuso 57 que se enrosca num suporte 56, ligado à ponte de encosto 16, accionado-se o fuso manualmente por meio de um manipulo de cruzeta 58- Para este efeito o apoio 59, do fuso e do suporte 56, pode ser concebido, de modo a que o suporte 56 possa rodar e possa variar em comprimento na horizontal, de modo a que a distância entre o suporte 56 e o fuso 57 seja variável.
Para a realização da operação de corte o suporte das polias 6 pode deslizar horizontalmente no sentido da seta 24, em direcção ao material a cortar 3, como se assinalou logo de início, apenas na Fig. 1 pela seta dupla. Para conseguir a liberdade de movimentos necessária do suporte das polias dentro da zona ocupada pela mesa rotativa 2, esta apresenta um alojamento 25 sensivelmente com a forma de um sector circular de um quarto de círculo, que corresponde ao contorno exterior
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-19- ,, ------ ti». 3 horizontal do suporte das polias 6, cotn as peças que lhe estão ligadas no piano a que se encontra a mesa rotativa»
Além disso o suporte das poiias pode tomar posições inclinadas, em relação à vertical, segunde cs sentidos definidos pela seta 26, mantendo-se nesta oscilação o troço da fita de serra 9, compreendido entre as guias 12, 13, no plano de corte.
Para terminar a mesa rotativa 2 pode rodar nos sentidos indicados pela seta .27, acompanhando o suporte das poiias 6 esta rotação, podendo-se assim regular o ângulo de sutamento do corte, em relação ao material 3. A posição angular da. mesa rotativa 2 pode ser travada em qualquer porito» Para este travamento podem utilizar-se os meios normais conhecidos. Por razões de simplificação, representou-se no desenho a alavanca 28 de um dispositivo de bloqueio correspondente»
Firialmente deverá realçai—se, em especial, que o eixo de rotação 29 da mesa rotativa 2, e com ele o plano de corte da fita de serra 9 fica sobre a superfície de aperto 20 da ponte de encosto 16, ou seja coincide com a linha, segundo a qual o material vai ser cortado» Por esta razão o ponto do início do corte da peça 3 mantém-se sempre no mesmo sítio independentemente da posição angular da mesa rotativa 2 e do suporte das polias 6. Evita-se assim terem que se tomar em consideração diferentes pontos de início de corte no material, conforme as diferentes posições da mesa rotativa 2 e do suporte das polias 6. Este aspecto é importante para o posicionamento dos esbarros de medida para o material, uma vez que não tem que se proceder a qualquer correcção de comprimento dependente do ângulo escolhido.
Para que a fita de serra 9 durante o avanço do corte se possa mover livremente no interior da mesa rotativa 2, esta apresenta uma ferida 30 para passagem da fita de serra, que roda conjuntamente, como anteriormente se disse, com a mesa rotativa e o suporte das polias, para a posição angular escolhida» Esta fenda proporciona ainda que a superfície de assentamento do material seja a maior possivel»
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-20.....!· -*
Em correlação com os restantes desenhos serão em seguida explicados em pormenor outros detalhes da construção da serra de fita vertical, incluindo o essencial da sua modo de funcionamento.
Consideremos primeiro, com o auxílio das Fig. 5 a 8 o apoio do suporte das polias 6 no que respeita ao seu movimento de avanço ao longo da seta 24 da Fig. 1.
Como se vê nas Fig. 5, 7 e 8 à mesa rotativa 2 enooritra-se ligada uma barra de guia 31 com uma secção transversal circular, através de uma extensão 32 cilíndrica ou de um meio de apoio 32’, que se prolonga para baixo da zona de assentamento do material.
suporte das polias 6 pode deslizar sobre a barra de guia 31, por meio da peça de guia 33, que abraça completamente a barra de guia 31, fazendo-se esta deslocação paralelamente ao plano de corte. A fim de evitar que o suporte das polias 6 não oscile, em torno da barra de guia 31, um braço de apoio 34, saliente da peça de guia 33, vai encaixar—se pela sua extremidade livre numa guia de segurança contra torções 35, disposta paralelamente à barra de guia 31, na mesa rotativa 2.
movimento de avanço é efectuado por meio de um macaco 36, articulado, por um lado, na extensão 32’ e, por outro, na peça de guia 33 ligada ao suporte das polias 6.
Deste modo consegue-se uma guia de avanço simples e económico do suporte das polias 6.
As Fig. 5 a 7 mostram, ao mesmo tempo, diferentes apoios da mesa rotativa 2 e também do suporte das polias 6, essencialmente, sobre a barra de guia 31.
Assim de acordo com a Fig. 5, a mesa rotativa 2 apresenta, na extremidade inferior da. sua extensão cilíndrica 32, ranhuras de guia 37, 38, exterior e interior horizontais, e acompanhando a periferia, nas quais se inserem roletes de guia 39, 40’, que
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-21- rodam em torno de eixos verticais fixados no corpo da máquina 1. Como se vê na Fig- 9, estes roletes de guia estão espalhados ao longo da periferia da mesa rotativa- Consegue-se assim, ao iongo de uma periferia, de considerável dimensão, por um lado, um apoio particularmente estável da mesa e, por outro, do suporte das polias 6, com as peças a ele ligadas.
Outra forma de construção está representada na Fig. 7. Ai a mesa rotativa 2 apresenta meios de apoio 32s, que se prolongam para baixo e se ligam a uma placa de pedestal 40, que por sua vez se apoia no corpo de máquina 1, através de um rolamento radial-axial 41. 0 eixo de rotação e do mesmo modo o eixo 29, que se vê na Fíg„ 7, é correspondente ao já referido em relação à Fig. 1As Fig. 5 e 7 mostram ainda esbarros 42, dispostos paralelamente à guia horizontal do suporte das polias 6, montados na mesa rotativa 2, os quais servem para limitar o movimento ou inverter o movimento do suporte das polias 6 nas suas deslocações na direcção de avanço ao longo da barra de guia 31. Estes esbarros, que deslizam sobre uma guia 61 podem ser deslocados e posicionados através de um fuso de posicionamento 60, apoiado na mesa rotativa 2. Em conjunto com os esbarros trabalham os ressaltos 62, ligados à peça de guia 33 e portanto através desta ao suporte das polias. Deste modo, pode limitai—se à vontade o avanço do suporte das polias 6, podendo efectuar-se cortes parciais no material com a profundidade que se quiser, ou seja cortes em que o material não fica completamente separado. Se então, por exemplo, depois de avançado o material 3 se efectuar um outro corte parcial, com um outro ângulo do plano de corte 11, e com a mesma profundidade, pode realizar-se no material uma reentrância em forma de cunha.
Nas Fig. 1 a 4 mostra-se ainda a possibilidade de inclinar o suporte das polias 6, nos sentidos da seta 26. Para tal, como se mostra, em particular, na Fig. 6 em conjunto com a Fig. 8 a peça de guia 33 é interrompida, de modo a que o suporte das polias fique articulado nas peças de guia e possa ser fixado em qualquer posição. Para este efeito, conforme se mostra na Fig- 6, a peça
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--22- // - ;' de guia 33, através da qual o suporte das polias 6 está ligado à barra de guia 31, é interrompida por uma rótula 43, ficando, como se vê, por exemplo na Fig.2, o eixo 44 da rótula na zona media, entre os dois troços verticais da fita de serra 9.
Para regular a inclinação do suporte das polias 6 em relação à guia horizontal utiliza-se um dispositivo de regulação 45 disposto entre a parte da. rotula 43 da peça de guia 33, do lado do suporte das polias, à qual também se vai ligar o macaco 36, e o suporte das polias, dispositivo esse constituído por um garfo fixado ao suporte das polias com os dentes 46 sobressaindo deste fazendo-se a regulação da inclinação do suporte das polias 6 por exemplo por meio de um fuso 47' que enrosca na peça 33 e pode rodar em relação aos dentes do garfo, de forma não representada em pormenor nos desenhos, mas apoiado de modo a não poder deslocar-se axialmente. Ao fazer a regulação por meio do dispositivo de regulação 45 a inclinação fica também simultâneamente fixada na rótula 43.
No que se refere a limitação normal do curso da fita de serra 9, dependente da secção do material 3 referimo-nos de novo à Fig. 4. Nessa figura pode ver-se a tracejado uma alavanca 49 montada de modo oscilante no corpo da máquina 1, por baixo da mesa rotativa 2. Esta alavanca que pode ser posicionada do modo usual e fixada por meio de um parafuso de aperto 63, pode trabalhar em conjunto com uma parte do suporte das polias 6, de modo que, quando se dá o encosto desta peça do suporte das polias, o avanço da fita de serra é interrompido ou mesmo invertido, através de meios de comutação conhecidos.
Na introdução da descrição fez-se ainda referência à possibilidade de efectuar cortes livres. Para esse fim, e necessário soltar a maxila de aperto deslizante 19 dos seus barramentos 50, visíveis na Fig. 1, desapertando os parafusos 22, 23, de modo que, soltando correspondentemente, o dispositivo de aperto da mesa rotativa 2 e actuando na alavanca 28, pode-se fazer avançar o material 3 manualmente, ao mesmo tempo que o operador, rodando â mão a mesa rotativa 2 e portanto a guia 6 da
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fita de serra, pode efectuar, na peça a cortar, os contornos que quiser. Para a execução destes cortes livres, a maquina descrita, uma vez retirada a maxila de aperto 19, não põe quaisquer limitações» Para efectuar os cortes livres, o suporte das polias 6 é levado à. sua posição mais avançada e fixo aí, de modo que o acesso à fita de serra fique livre de todos os lados»
A Fig» 9 mostra de novo, em planta, a serra de fita vertical objecto do presente invento, representando o mais completamente possivel os componentes da máquina, situados por baixo do plario de trabalho. Pode-se aí ver que ao suporte das polias se encontra, em especial, ligado o motor de accionamento 57, como unidade da montagem. Como outras unidades da montagem, não representadas no desenho, encontram-se ainda o quadro de comando para regulação do funcionamento e do avanço» A Fig» 9 mostra de forma muito clara, como o suporte das polias juntamente com todos os dispositivos e unidades, necessários ao funcionamento da fita de serra, constitui uma unidade de corte quase independente, móvel na mesa rotativa e portanto no corpo da máquina, a qual na sua liberdade de movimentos, não tem limitações de qualquer espécie, em relaçao à sua actuação sobre a peça a trabalhar, podendo executar cortes sutados, cortes parciais, contornos efectuados livremente à mão, etc» Deste modo, a serra de fita vertical, de acordo com o invento» mostra-se como uma máquina que preenche todos os requisitos de utilização usual, mantendo, em condições óptimas, todas as caracteristicas exigidas pelo corte de materiais»
As Fig» 10 a 15 mostram novamerite em planta simplificada, as diversas possibilidades de execução de cortes sutados, terido-se retirado, rio entanto, a maxila de aperto ajustável 19, a fim de evidenciar as correspondentes possibilidades de cortes manuais 1ivres.
De acordo com as Fig» 10 e 11, a serra de fita vertical está representada, por um lado, no início do corte e„ por outro, no final do corte, para a secção transversal máxima da peça a cortar. Assim, o suporte das polias 6 está representado, primeiro
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-24na sua posição de partida e depois na posição, que ocupa' depèis. de efectuado o curso máximo possivel, mostrando-se também na posição de curso máximo da Fig. 11, como o contorno exterior do suporte das polias, para que, juntamente com peças que lhe estão ligadas, se ajuste ao alojamento 25 um quarto de círculo previsto na mesa rotativa 2.. As Fig. 10 e 11 mostram um plano de corte perpendicular à superfície de aperto 20 da ponte de encosto 16, ou seja perpendicular ao eixo do material a cortar.
Em contraposição, as Fig. 12 e 13 mostram uma disposição em ângulo, em que o plano de corte faz com a direcção de avanço do material um ângulo de cerca de 45°, medindo-se este ângulo em sentido retrógrado em relação à direcção de avanço do material.
Por outro lado as Fig. 14 e 15 mostram uma outra posição angular do suporte das polias 6, em que o plano de corte da fita de serra estã inclinado em relação à direcção de avanço do material de um ângulo de cerca de 20°, medido em relação à perpendicular designadamente, medido apenas no sentido directo em relação à direcção de avanço do material.
Em especial, as Fig. 12 e 13 tornam claro que: quando a fita de serra tem que ser substituída, terá que se dispor de acesso e liberdade de movimentos, para retirar a fita de serra usada e colocar a nova. Para o efeito pode-se, na posição mostrada nas Fig. 12 e 13, chegar pelo lado da serra, de modo particularmente conveniente ao suporte das polias, sem que a ponte de encosto 16, a maxila de aperto 19, etc, constituam obstáculos. Isto é particularmente válido, quando a máquina está com as costas, ou seja com o lado esquerdo, representado nas Fig. 12 e 13, encostada a uma parede, situação não representada nos desenhos, que nâo permite o acesso â máquina pelo lado de trás.
Em seguida, serão descritas outras formas de realização do presente invento, como as representadas de modo simplificado nas Fig. 16 a 22, para as quais são essencialmente válidas as explicações e conceitos de funcionamento referidos, em correlação com as Fig. 1 a 15.
• 71 933 , 7'
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-25- '7. '
Se bem que, na construção descrita em correlação com as Fig.
a 15, o suporte das polias 6 deslize sensivelmente na horizontal, numa peça de máquina com a torma de uma mesa rotativa em direcção ao material, podem conceber-se para esta deslocação relativa outras soluções. Uma delas encontra-se representada nas Fig. 16 e 17.
Neste caso, o suporte das polias 6 estã apoiado pela sua extremidade inferior num veio 65, que pode oscilar em torno de um eixo 66, sendo este eixo 66 horizontal e perpendicular ao plano de corte definido pela fita de serra 9.
J veio 65 apoia-se, por seu lado, em meios de apoio 67 com a forma de faces verticais, dispostas em ambos os lados do suporte das polias 6, que por seu lado se encontram fixadas, embora não representadas no desenho, no lado inferior da mesa rotativa 2.
suporte das polias 6 pode oscilar em torno do eixo 66, como se vê, em especial, na Fig. 17, incluindo a secção transversal do material a cortar 3, efectuando-se esta oscilação por meio de um macaco 67, articulado num lado na mesa rotativa e no outro no suporte das polias 6.
Como se pode ver, também neste caso o suporte das polias 6, pode rodar em torno do eixo vertical 29, anteriormente descrito em pormenor, em conjunto com a mesa rotativa 2, da maneira igualmente descrita atrás.
Nesta forma de construção existe, do mesmo modo, a vantagem da peça de material 3 a ser cortado pela fita de serra 9 inclinada, de modo que no início do corte apenas poucos dentes da. fita de serra 9 entram em contacto com o material 3.
No entanto, a forma de construção de acordo com as Figs 16 e 17 tem como resultado, que no fim do corte a fita de serra 9 não apresenta também qualquer inclinação em relação ao material 3 de modo que a maxila 19, não representada em pormenor,- já referida em correlação com as Fig. 1 a 5, tem que ser feita de um
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,./J. ti* material facilmente cortável à serra, a fim de que a fita de serra, possa, entrar neste material, que depois de algum tempo de utilização se substitui.„
Para obviar estes aspectos, são previstas as medidas adoptadas na variante de forma de construção representada nas Fig. 18 a 20.
Nestes exemplos, o suporte das polias 6 encontra-se novamente apoiado, pela sua extremidade inferior num veio 70, podendo oscilar em torno de um eixo 71, podendo o veio 70 deslizar na horizontal, por meio de blocos de guia 72, 73, em meios de apoio 74 que por sua vez estão ligados ao lado inferior da mesa rotativa 2, de modo não detalhado no desenho.
eixo 71 encontra-se de novo disposto perpendicularmente ao plano de corte, definido pela fita de serra 9. A deslocação dos blocos 72, 73 faz-se por meio de fusos de regulação 75, 76, que se podem fazer rodar e se encontram apoiados no corpo da máquina 1, de modo não detalhado nos desenhos.
Como se pode ver nas Fig. 19 e 20 é possível regular, por meio do fuso de regulação 75, 76, a posição do suporte das polias 6, para posições de base, em que a fita de serra 9, no fim da operação de corte fica na vertical.
A Fig. 19 mostra um exemplo de um corte parcial, ou seja uma operação de corte, em que a peça a cortar 3 é apenas parcialmente serrada. F^elo contrário, no caso da Fig. 20, mostra-se o caso em que a fita de serra, na sua posição vertical acabou de cortar a peça a cortar 3 de um lado ao outro.
Também, no caso da construção de acordo com as Fig. 18 a 20 sâo válidas as condições vulgares secundárias da. construção já enunciada, em correlação com as Fig. 1 a 4, e que aqui se assinalam pelas mesmas referências numéricas aí aplicadas.
avanço do suporte das polias 6 efectua-se, também, no caso /
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27do exemplo das Fig» 18 a 20, por meio de um macaco 77, gue se encontra articulado num lado na peça de máquina, constituída pela mesa rotativa 2 e no outro rio suporte das polias o»
Se bem que nas formas de construção descritas até agora a possibilidade de fazer rodar o suporte das polias 6, em torno do eixo vertical 29, tem sido assegurada, sempre por meios representados pela peça de máquina rotativa com a configuração da mesa rotativa 2, existem para este efeito várias soluções» Uma delas encontra-se representada na Fig» 21» A referida peça de máquina está conformada como um quadro 80, com a forma de um C, cujo ramo inferior 81 se apoia no corpo de máquina 1, podendo rodar através da sua extremidade livre numa chumaceira 82, em torno do eixo 29» suporte das polias 6 pode deslizar no ramo superior horizontal 83 por meio de um casquilho 84 \ montado no suporte das polias 6, podendo esta guia deslizante ser construída de modo que, como já se referiu em correlação com as Figs. 5 a 8, inclusivamente se resolva adicionalmente o modo de fazer oscilar o suporte das polias 6 em torno do eixo 44, repartindo a peça de guia 33 pela peça 43, que sobre ela se apoia e pode rodar em torno do eixo 44, efectuando-se a oscilação por meio do dispositivo de regulação 45, que compreende o fuso de regulação 47.
No caso da Fig» 21 o avanço do suporte das polias 6 efectua-se por meio de um macaco 84, que por um lado se articula na extremidade livre do ramo superior 83 do quadro 80 em forma de C e por outro no suporte das polias 6»
A forma de construção da Fig» 21 constitui nitidamente um exemplo, em que a peça de material a cortar só pode ser apoiada em caminhos de guia 4, 5 como os representados na Fig» 1, de modo que fique portanto livre na zona do corpo de máquina 1.
A Fig» 22 mostra, finalmente de novo, de modo fortemerite simplificado, uma variante do invento, de acordo com a Fig- 21
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-28- /
-- r, 9 que se diferencia pelo facto do ramo superior 83” do quadro 80, em forma de C apresentar, no sentido do avanço do suporte das polias 6, ou da fita de serra 9, uma inclinação para baixo, pela qual se consegue um deslizamento no sentido do avanço, auxiliado de certo modo por uma componente de gravidade. De resto, para a forma de construção da fig. 22 são válidas as explicações dadas em relação às restantes figuras e, em especial, em relação à Fig. 21.
Em relação a todas as serras de fita verticais, representadas nas Fig. 1 a 22, faz-se referência especial ao facto de na zona da ponte de encosto 16 ou seja, fundamentalmerite na zona antes do suporte das polias, quando este se encontra na sua posição recuada, a região a ocupar pelo material a trabalharse encontra completamente livre e que, portanto, se nao encontram quaisquer peças da máquina, que constituam obstáculos, o que, para o tão discutido corte livre à mão é de especial importância. No que respeita ao corpo da máquina JL, este é, como se pode verem particular na Fig. 2, conformado de modo especialmente adequado ao operador, de modo que este se possa chegar sem dificuldade à máquina e manusear a peça de material a trabalhar.
Nas formas de construção atrás referidas, de acordo com as Fig. 21 e 22, fez-se especial referência ao facto de se poder trabalhar sem uma mesa rotativa, ou um componente que forme uma mesa de máquina. Isto pode ser muito conveniente, para casos especiais, devido às aparas que se formam durante o corte e outras sujidades e desperdícios de material caírem livremente no corpo da máquina 1. Como caso especial de aplicação menciona-se o corte de troços de material compridos, por exemplo, perfis em conjugação oom guias de material em transportadores de rolos.
933
338 Ne-ro
-29·· »*
Claims (41)
- R.....E.....I.....V.....I.....N.....D.....I.....C.....A.....Ç.....Õ.....E.....S1 - Serra de fita vertical corn um corpo e com um alojamento para o material a cortar, que compreende uma cavidade por onde passa a fita de serra, assim como com um suporte de polias, sensivelmente vertical sobre o qual, por cima e por baixo da zona onde se encontra o material a cortar, se encontrem dispostas polias cujos eixos sensivelmente horizontais podem rodar em relação ao plano de corte de ângulos iguais ou menores a 90', envolvendo a fita de serra longitudinalmente as referidas polias, sendo ao mesmo tempo guiada por guias montadas no suporte de polias, por cima e por baixo da zona de corte do material, as quais servem para torcer a fita de serra na zona do corte, sendo a fita de serra e o material móveis um em relação ao outro, com uma deslocação horizontal, para se efectuar a operação de corte que se faz pelo ataque da fita de serra no material, no ponto de corte, caracterizada por a polia (6) poder oscilar em torno de um eixo de rotação vertical (29) e poder ser fixada em qualquer posição.
- 2 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o eixo de rotação (29) ser vertical.
- 3 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizada por o eixo de rotação (29) passar pelo porito de corte.
- 4 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o material (3) se poder deslocar na direcção de corte (24) de encontro à fita de serra (9).
- 5 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o suporte de polia (6) ser deslocável por meios de avanço que permitem o avanço da fita de serra (9) ern direcção ao material (3) segundo a direcção do corte.
- 6 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o alojamento para o material (3) ser constituído por uma mesa de máquina móvel na direcção do corte e71. 93315 338 Ne-ro-30ter uma superfície de assentamento horizontal
- 7 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 6, caracterizada por a mesa da máquina ser formada no corpo da mesma ou montada sobre ele.
- 8 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 6, caracterizada por a mesa da maquina ser uma mesa rotativa (2), oscilável solidariamente com o suporte de polia (6), e por o eixo de oscilação da mesa rotativa coincidir com o eixo de rotação (29) do suporte de polia.J
- 9 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por o alojamento do material a cortar (3) apresentar, do lado do suporte de polia (6) voltado para o material e, pelo menos, de um lado do plano de corte (11) da fita de serra (9) uma ponte de encosto (16) com uma superfície de aperto vertical (20) para o material.
- 10 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 9, caracterizada por o eixo de rotação (29) do suporte de polia (6) se encontrar sobre o plano da superfície de aperto (20).
- 11 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 9, caracterizada por a ponte de encosto (16) ter à sua frente, pelo menos, uma maxila de aperto (19) de abrir e fechar, igualmente com uma superficie de aperto vertical (21) que aperta o material (3) contra a superfície de aperto da ponte.
- 12 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação11, caracterizada por a superfície de aperto (21”), no sentido do avanço da fita de serra (9), se inclinar em relação á vertical, afastando-se da fita de serra.
- 13 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação12, caracterizada por a maxila de aperto (19), no lado voltado para a fita de serra (9), apresentar um material substituível para facilitar a entrada de corte da fita de serra.71 93315 338 Ne-ro , ; .. ·α —ól—
- 14 - Serra de fita vertical de acordo com as reivindicações 6 e 9, caracterizada por na ponte de encosto (16), junto ao plano de corte se encontrar previsto,, pelo menos, uma maxila de aperto (55) de abrir e fechar para apertar o material (3), na vertical, de encontro à mesa de máquina (2).
- 15 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por a guia da fita de serra (12), disposta por baixo da .zona onde fica o material, fixada ao suporte de polia (6) e a guia da serra de fita (13), disposta por cima da zona onde fica o material, fixada ao suporte de polia, terem afinação no sentido de avanço da fita de serra & poderem ser fixadas.
- 16 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 5, caracterizada por o suporte de polia (6) poder deslizar ao longo de uma guia horizontal (31, 33-35, 83, 83’), que pode oscilar em torno de um eixo de rotação vertical (29), a ser f ixada»
- 17 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 5, caracterízada por o suporte de polia (6) poder oscilar, no sentido do avanço do corte, em torno de um eixo de oscilação (66, 71) disposto perpendicularmente à direcção do corte e horizontal que, por sua vez, pode oscilar em torno do eixo de rotação (29) e ser fixado»
- 18 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação16 ou 17, caracterizada por o eixo de oscilação ou a guia horizontal se encontrarem montados numa peça (2, 80) que pode rodar no corpo da máquina em torno de um eixo de rotaçao (29).
- 19 - Serra de fita vertical de acordo com as reivindicações 8 e 18, caracterizada por a peça referida ser a mesa rotativa (2).
- 20 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 19, caracterizada por a mesa rotativa (2) apresentar, partindo do centro ou do eixo de rotação vertical (29) e no sentido do avanço71 933 .15 338 Ne-ro ~32” (24) da fita de serra (9), um entalhe (30) para passagem da fita de serra.
- 21 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 19, caracterizada por a mesa rotativa (2) apresentar, partindo do centro, etn direcção ao suporte de polia (6) uma abertura (25) em forma de quarto de círculo, para receber o suporte de polia e as peças a ele ligadas que se encontram no plano da mesa rotativa, assim como para deixar livre o espaço onde se movimenta o suporte de polia entre os dois pontos mortos do seu curso.
- 22 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 18 ou 19, caracterizada por a peça ou a mesa rotativa (2) se apoiarem no corpo da máquina (1) na sua periferia.
- 23 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 22, caracterizada por a peça ou a mesa rotativa (2) apresentarem um acrescento cilíndrico (32) que se prolonga para baixo, o acrescento cilíndrico apresentar no extremo inferior uma ranhura de guia horizontal (37, 38) e se encontrarem previstos roletes de guia (39, 40’) que engrenam nas ranhuras de guia e rodam em torno de eixos verticais previstos no corpo de máquina (1).
- 24 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 18 ou 19, caracterizada por a peça ou a mesa rotativa (2), poderem rodar na zona do pedestal do corpo de máquina (1).
- 25 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 24, caracterizada por a peça ou a mesa rotativa (2) se encontrarem ligadas por meio de apoios verticais (32’) a uma placa base horizontal (40) e por a placa base poder rodar em relação ao corpo de máquina (1) por meio de um rolamento radial—axial (41).
- 26 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 16, caracterizada por a guia horizontal do suporte de polia (6) ser constituída por uma barra de guia (31) abraçada por uma peça de guia (33), correspondente, do suporte de polia, assim como por uma guia de travamerito contra oscilação e torção (35), dispostaΛφ71 9331.5 338 Ne-ro —χχ, 'ί» lateral e paralelamente, na qual entra, deslizante, o topo de um braço (34) que sobressai da peça de guia do suporte de polia»
- 27 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 26, caracterizada por a barra de guia (31) ter uma secção transversal circular»
- 28 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 17, caracterizada por o eixo de oscilação (71) ser guiado horizontalmente na direcção do corte da fita de serra (9) por meios para o seu deslizamento e a regulação da sua posiçãoJ
- 29 ~ Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 28, caracterizada por a regulação da posição do eixo de oscilação (71) se fazer, pelo menos, por meio de um fuso de regulação (75, 76) apoiado na peça (2) de forma a poder rodar, embora impedido de se deslocar axialmente»
- 30 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 16 ou 17, caracterizada por os meios que efectuam o avanço se encontrarem «articulados na peça (2, 80) por um lado e por outro no suporte de polia (6).
- 31 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 30, caracterizada por os meios que efectuam o avanço serem constituídos por um cilindro hidráulico (36, 67, 77, 84) ou por um fuso roscado.
- 32 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 16, caracterizada por, paralelamente à guia horizontal, na peça (2) se encontrar previsto, pelo menos, um batente (42) para limitação do movimento e, eventualmente, promover o retrocesso do suporte de polia (6)»
- 33 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 32, caracterizada por a posição do batente (42) poder ser regulada por um fuso roscado (60) apoiado na peça (2) e por existirem ressaltos (62) que engatam no batente, ressaltos que se71 93315 338 Ne-ro encontram firmemente ligados ao suporte de polia (6) (poça de guia 33)»
- 34 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 16, caracterizada por o suporte de polia (6) poder oscilar em relação â guia horizontal, em torno de um eixo horizontal (44), perpendicular ao plano de corte (11) e poder ser fixado em qualquer posição inclinada»
- 35 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 34, caracterizada por o eixo de oscilação (44) do suporte de polia (6) se encontrar colocado na zona a meio das duas porções verticais de fita de serra (9).
- 36 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 34, caracterizada por no suporte de polia (6) se encontrar articulada a peça de guia (33) que trabalha em conjunto com a guia longitudinal podendo esta bascular ou oscilar e ser fixada em qualquer posição.
- 37 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação36, caracterizada por se encontrar prevista, entre o suporte de polia e a peça de guia (33), um dispositivo de afinação (45) para regulação e fixação do ângulo de basculamento do suporte de polia (6)»
- 38 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação37, caracterizada por o dispositivo de afinação ser constituído por um fuso de afinação (47).
- 39 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 1, caracterizada por se encontrar previsto um braço comutador (49) que se encontra no percurso de uma aresta ou superfície do suporte de polia (6), para limitação do avanço do suporte de polia e por o braço comutador poder ser ajustado em função do curso necessário ao suporte de polia para cortar a secção transversal do material a cortar.3515 338 Ne-ro
- 40 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 39, caracterizada por o braço comutador (49) se encontrar montado no corpo de máquina (1) abaixo do alojamento (2) para o material (3), de modo a trabalhar em conjunto com uma aresta ou superfície dianteira do suporte de polia (6).
- 41 - Serra de fita vertical de acordo com a reivindicação 5, caracterizada por o suporte de polia poder ser travado na posição rnais avançada do seu curso no sentido do avanço do corte (24) .Por KEURO MASCHINENBAU GmbH &. Co. KG0 AGENTE OFICIAL.1/18 /-Λ·/’2/18Γ srfFIG.23/184/18 vi^-lFIG.45/18JJ-JFIG.56/18FIG.77/18FIG.81^328/18--/75023 50 18FIG.9-???9/18FIG.1110/18FIG.13
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