PT97760B - Recipinete de cozinha para cozinhar sob pressao - Google Patents
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Description
DESCRIÇÃO
A presente invenção refere-se a um recipiente de cozinha que apresenta um receptãculo com uma borda a toda a volta, dobrada para fora, e uma tampa que pode ser colocada no recipiente, bem como um dispositivo de fecho com pelo menos um orgão de fecho, que ê susceptível de oscilar na tampa, de preferência na zona da borda da tampa, de uma posição de abertura que liberta a tampa em relação ao recipiente, em torno de um eixo de oscilação mais ou menos paralelo â aresta exterior para ele voltada ou ã tangente desta aresta exterior da borda do recipiente, para uma posição de bloqueio, na qual se prende por baixo da bor da do recipiente, para o bloqueio, estanque â pressão, da tampa em relação ao recipiente.
É conhecido um recipiente de cozinha deste género no qual elementos de fecho em forma de gancho individuais, apoiados de maneira oscilante em torno de um eixo na tampa, pode □om a tampa posta, prender-se com as suas secções em forma de gan zho por baixo da borda do recipiente. Deste modo não pode no entanto obter-se uma vedação fiável do recipiente de cozinha. Além iisso, os orgãos de fecho individuais têm de ser fechados sobre ’ a roda do recipiente de uma maneira complicada. Falta uma seguran • ja contra a abertura do recipiente enquanto este está ainda sob
pressão.
recipiente de cozinha conhecido da patente DE-OS 32 32 907 tem um recipiente para os produtos a cozinhar, com uma borda a toda a volta e uma tampa que está dividida e ê constituida essencialmente por uma cobertura circular bem como uma moldura concêntrica com esta que se prende por baixo da cobertura e se sobrepõe ã mesma. Na zona da moldura estão colocados na tampa, na sua periferia e distribuídos uniformemente, vários grampos, os quais, na posição de fecho se prendem em torno da moldura e da borda do recipiente. Entre a moldura e a borda do recipiente está colocado um perfilado de vedação. Através de molas que se distribuem pela periferia da tampa, apertam-se uma contra a outra a cobertura e a moldura, enquanto que as molas ac tuam simultaneamente na direcção axial nos grampos. Para abrir esta panela de pressão ê necessário em primeiro lugar fazer pres são de cima para baixo na pega da tampa. Em seguida pode empurrar-se a cobertura para baixo, relativamente â moldura, contra a forma das molas. Deste modo desprende-se a perna inferior dos grampos em forma de U da borda do recipiente. Fazendo mais pressão na pega, e portanto na cobertura, orgãos de bloqueio saem de furos na moldura. Pode então rodar-se a cobertura relativamente ã armação. Então os grampos movem-se substancialmente radialmente para fora e podem libertar a sua perna inferior da borda do recipiente, de modo que pode retirar-se a tampa. Este mecanismo de fecho ê portanto um mecanismo com peças muito complicadas, com um elevado custo de fabricação. Como os grampos são deslocados paralelamente à superfície superior da tampa eles sõ podem prender-se na bordã exterior da panela dobrada para baixo. Resulta então um braço de alavanca activo grande para a aplicação da pres são interior do recipiente. Por este motivo, as panelas têm de ser formadas correspondentemente estáveis com uma borda larga.
Na panela de pressão conhecida, o deslizamento necessário em prir cípio dos grampos sob a pressão das molas conduz a forças de fecho relativamente elevadas, que na pratica dificultam a abertura e o fecho. As operações de fecho e abertura são além disso pouco cômodas visto que ê necessário fazer pressão e rodàr simultanea[ mente. Finalmente, ê necessário que a vedação tenha um elevado ú valor dé atrito para manter a moldura na sua posição em relação
â panela. Por outro lado, se chegar óleo ou qualquer outro produ to lubrificante entre a vedação e a borda da panela, esta pode não se fechar ou não se abrir.
objectivo da presente invenção consiste em proporcionar um recipiente de cozinha do género indicado na introdução que possa ser fechado e aberto de maneira cómoda, segura e com um pequeno esforço, que apresente um mecanismo de fecho de construção simples e que portanto possa ser fabricado economi camente.
Segundo a presente invenção, este problema resolve-se essencialmente se o órgão de fecho for formado como um corpo ôco com paredes substancialmente paralelas â direeção do eixo de oscilação, substancialmente cilindricas ou prismáticas, as quais abrangem apenas uma parte da sua periferia e que possa oscilar com uma secção de parede de bloqueio de uma posição de abertura para uma posição de bloqueio e se o orgão de fecho se apoiar num corpo moldado.
Devido à configuração especial do orgão de fecho e ao seu apoio oscilante, de preferência com o seu eixo de oscilação na vizinhança imediata da aresta exterior da borda do recipiente, pode este oscilar em torno da borda do recipiente e desse modo prender-se no bordo do recipiente muito dentro, junto da parede do recipiente, embora a borda do recipiente esteja dobrado exteriormente para baixo. Como não actua qualquer força de uma mola nem qualquer pressão interior do recipiente, actuando portanto no orgão de fecho forças de atrito pequenas, podem realizar-se as operações de abertura e de fecho pelo operador de ma neira cómoda e com pouco esforço, de maneira segura, em especial quando o corpo moldado fôr feito de um material com pequeno coeficiente de atrito, tal como material plástico. 0 princípio do fecho segundo a presente invenção pode ser usado, quer para reci pientes de cozinha circulares ou ovais, quer para recipientes de cozinha poligonais, em especial quadrados ou rectangulares, podendo as diferentes formas de recipientes ser equipadas sempre com os mesmos orgãos de fecho e os mesmos corpos moldados, apenas com adaptação dos diferentes contornos exteriores de dispositivos diferentes. 0 mecanismo de fecho completo, com os orgãos
ÍT
de fecho pode ser colocado como uma unidade na tampa, não causan do perturbações no manejo do recipiente, por exemplo quando do enchimento e do esvaziamento do produto cozinhado. Devido â disposição do orgão de fecho na zona da borda da tampa consegue-se alem disso que - com uma disposição apropriada do eixo de oscila çao - para o movimento de oscilação de um ângulo apropriado o or gão de fecho possa prender-se por baixo da borda da panela com uma mecânica de actuação mais simples. A zona exacta de aplicação do orgão de fecho oscilante na borda da panela pode ser determinada pela escolha da posição do eixo de oscilação. A estrutura do orgão de fecho garante além disso que ele pode resistir a pressões relativamente elevadas. Mediante o apoio do orgão de fecho num corpo moldado adaptado ao contorno interior do orgão de fecho pode conseguir-se um movimento de oscilação fiãvel para a abertura e o fecho do recipiente de cozinha.
Gonsegue-se uma construção com particular economia de espaço se o corpo moldado fôr colocado na borda da tampa e receber, numa eava em forma de sector ou de segmento circular, a borda do recipiente e a borda da tampa.
Se em qualquer caso se formar uma parte da superfície do corpo moldado que serve de superfície de apoio adaptada à aresta interior do orgão de fecho com a forma cilíndrica circular, são necessárias para a aetuação do orgão de fecho apenas forças de actuação pequenas, para abrir ou fechar o recipien te.
Numa forma de realização aperfeiçoada da ideia da presente invenção, a superfície de apoio do corpo moldado apresenta pelo menos uma superfície plana ou uma concavidade que, na posição de bloqueio do elemento de fecho, colabora com uma sec ção de parede de segurança correspondentemente plana ou com cur-_ vatura complementar do elemento de fecho. Neste caso, o corpo mol dado e o orgão de fecho são dimensionados de modo tal, que na posição de bloqueio do orgão de fecho a tampa pode ser retirada do recipiente sob a pressão reduzida que se estabelece no interior do recipiente; a vedação da tampa relativamente ao recipiente continua então a ser garantida por meio de um anel de vedação,co mo anteriormente. Deste modo consegue-se que o elemento de fecho
só possa oscilar de novo para a sua posição de abertura quando se estabelecer a pressão interior do recipiente. Esta disposição forma portanto uma protecção de pressão nula.
A vedação da tampa relativamente ao recipiente pode de preferência ser assegurada por meio de um lãbio de vedação de um anel de vedação colocado na borda do recipiente que, sob a acção da pressão interna do recipiente, se aplica contra o recipiente ou contra a tampa, respectivamente.
mecanismo de fecho segundo a presente invenção é susceptível de ser actuado de maneira ainda mais simples se, de acordo com uma outra característica da presente invenção, a superfície de apoio do corpo moldado para o orgão de fecho fór feito de um material, em especial material plástico, com um pequeno coeficiente de atrito.
No caso extremo, basta um orgão de fecho único por exemplo quando a tampa estiver articulada no recipiente do lado oposto ao do elemento de fecho.
Mas ê conveniente dispor vários orgãos de fecho distribuídos pela periferia da borda do recipiente. A fim de todos os orgãos de fecho e o corpo moldado, mesmo quando o contorno exterior da borda do recipiente fór circular ou oval, pode rem ter a mesma configuração, os orgãos de fecho, quando vistos de cima, estão dispostos de preferência poligonalmente na zona da borda do recipiente. Nesse easo, os orgãos de fecho podem ter uma distância maior ou menor uns dos outros, podendo o comprimen to do respectivo corpo moldado ser limitado ao comprimento do or gâo de fecho. Os corpos moldados podem no entanto também estender-se para alem dos orgãos de fecho e entre os mesmos, podendo em especial também prever-se que os orgãos de fecho sejam apoiados em pequenos eixos que ficam salientes para dentro, lateralmente, de cavidades dos corpos moldados colocados entre os orgãos de fecho. A disposição em linha poligonal dos orgãos de fecho re sulta em especial quando os orgãos de fecho são formados por sec ções de tubos. Nos recipientes de cozinha com zonas da borda rec tilíneas, os orgãos de fecho do mecanismo de fecho-segundo a pre sente invenção podem dispór-se directamente paralelos ao bordo • do recipiente com eles associados. Verificou-se que, num recipi- ente de cozinha com um diâmetro usual e contorno exterior circu5
lar, com doze orgaos de fecho dispostos numa linha poligonal, se consegue uma prisão completa por baixo da borda da panela, recebendo cada um dos orgãos de fecho apenas forças proporcionais du rante a utilização do recipiente de cozinha.
A abertura e o fecho do recipiente de cozinha segundo a presente invenção podem simplificar-se pelo facto de os orgãos de fecho serem actuados em sincronismo por meio de um mecanismo de actuação comum.
Numa forma de realização particularmente simples esta ideia inventiva, o mecanismo de actuação apresenta um veio flexível - que se segue à borda do recipiente - para a actua ção comum dos orgãos de fecho.
Para a oscilação dos orgãos de fecho podem então fixar-se no veio braços de arrasto que actuam nos orgaos de fecho.
Obtém-se uma disposição particularmente conveniente e com economia de espaço se o veio fôr colocado rotativamente nos corpos moldados na zona do eixo de oscilação, de prefe rência coaxialmente com este. Prevê-se nesse caso, em cada corpo moldado, uma cavidade para o movimento de oscilação do respectivo braço de arrasto. Devido a esta configuração particular do me canismo de actuação ê apenas necessário aplicar as forças de fecho e abertura num ponto no veio flexível ou num orgão de fecho, visto gue os orgãos de fecho estão em ligação com os outros orgãos de fecho através do veio flexível e oscilam desse modo em conjunto com eles.
A operação de abertura e fecho pode ser então feita pela pessoa que trabalha com o recipiente de maneira parti cularmente simples, se o veio ou pelo menos um dos orgãos de fecho forem susceptiveis de ser actuados através, por exemplo, de um meio de actuação gue apresenta uma barra de actuação, a partii da face superior da tampa, de preferência a pega da tampa. Não ê necessário exercer simultaneamente uma rotação e uma pressão comc sucedia nos recipientes de cozinha conhecidos atrás mencionados.
Se os meios de actuação actuarem em pelo menos uma alavanca oscilante fixada no veio ou pelo menos num orgão de fecho, as operações de abertura e fecho podem fazer-se, por exem pio, por um simples movimento de vai-e-vem de uma alavanca de ac
tuação ou pela rotação ou a pressão de um botão de actuação, etc,,
Uma outra forma de realização da presente invenção prevê que, no veio, ou pelo menos num dos orgãos de fecho se fixa uma alavanca de actuação manual voltada para fora, com a qual pode fechar-se ou abrir-se directamente o recipiente de cozinha sem aplicar uma força especial.
No quadro da presente invenção ê também possível que o mecanismo de actuação seja protegido por meio de um or gão de bloqueio que actua em função da pressão interior do recipiente, como protecção de pressão nula, contra a abertura dos dispositivos de fecho, de modo que o recipiente de cozinha só po de abrir-se quando se retirar a pressão do interior do recipiente.
Este orgão de bloqueio pode por exemplo ser formado sob a forma de uma cavilha de bloqueio, montada na tampa móvel para cima e para baixo, sob a acção da pressão interior do recipiente ou pelo seu peso próprio, impedindo essa cavilha, na posição de bloqueio, o movimento dos meios de actuação dos orgãos de fecho para a posição de abertura.
De acordo com uma outra forma de realização vantajosa da presente invenção, o recipiente de cozinha apresenta meios de actuação dos orgãos de fecho que são actuados pela pressão que se estabelece no interior do recipiente. Deste modo, os orgãos de fecho fecham-se automaticamente com o estabelecimen to da pressão interior, enquanto que só podem abrir-se quando es sa pressão tiver sido reduzida atê um valor prê-determinado. Nes. ta forma de realização, jã não ê possível o fecho e a abertura do recipiente manualmente - as operações de fecho e abertura efectuam-se automaticamente. 0 utilizador apenas tem que colocar a tampa no recipiente ou, terminada a cozedura e tendo a pressão sido reduzida, retirã-la do recipiente.
Neste caso previu-se que, de preferência, os meios de actuação tenham meios de transmissão que transmitam o movimento de uma tampa interior que, sob a acção da pressão interior do recipiente, suba e, sob a acção do peso próprio desça, aos orgãos de fecho ou ao veio. Nesta forma de realização, a pre • ssão interior que se cria no recipiente ê utilizada para a subi-da da tampa interior, de modo que, por sua vez, o orgão de fecho oscile para a posição de bloqueio. Depois de terminar a operação de cozinhar e de ter baixado a pressão interior no recipiente, a tampa interior cai de novo, devido ao seu peso próprio e transmi te, por meio dos meios de transmissão, este movimento também aos orgãos de fecho, que oscilam então automaticamente para a sua po sição de abertura.
Uma forma de realização simples desta ideia da invenção prevê que os meios de transmissão tenham pelo menos um orgão de ligação que se encaixa na tampa interior e no veio ou pelo menos num orgão de fecho, por exemplo sob a forma de um anel de arame que envolve a tampa interior.
Consegue-se um suporte particularmente simples e conveniente do orgão de fecho se, por um lado, ele se ligar ri gidamente com a tampa interior numa ranhura periférica da tampa interior e, por outro lado, se apoiar rotativamente num olhai do orgão de fecho.
Numa forma de realização ainda particularmente simples do mecanismo automático de bloqueio, a tampa tem uma sec ção anular exterior que forma a borda da tampa na qual estão colocados os orgãos de fecho e na qual a tampa interior ê guiada no seu movimento para cima e para baixo.
Nesse caso, a tampa interior ê guiada de prefe rência por meio de um lãbio de vedação, que eventualmente apresenta aberturas de passagem, na secção anular. As forças de atri to exercidas pelo iãbio de vedação na tampa interior devem então manter-se mais pequenas do que as forças com as quais se mantém a secção anular por meio de uma vedação no recipiente, por exemplo por meio de um lãbio de vedação que se aplica â parede interior do recipiente e que actua entre a tampa e o recipiente. Des te modo garante-se que a tampa interior sobe progressivamente re lativamente à secção anular quando se estabelece a pressão no in terior do recipiente, enquanto que, através das aberturas de pa£ sagem que se mantêm livres o ar que se encontra no interior do recipiente no início do cozinhado pode sair do interior do recipiente, de modo que a tampa desempenha a função de uma válvula dos aromas.
De preferência, a tampa interior prende-se por baixo da secção anular, nesta forma de realização, com uma borda
de vedação dobrada em ângulo para fora, a qual sô na posição mais elevada de fecho da tampa interior, ou seja quando se tiver formado uma pressão suficiente no interior do recipiente, se encosta de maneira estanque à secção anular, eventualmente com inter posição de uma vedação anular. Garante-se deste modo uma boa vedação entre a secção anular e a tampa interior, de modo que du rante a cozedura, isto ê, ao ultrapassar-se um determinado valor da pressão no interior do recipiente, jã não pode sair qualquer vapor.
lãbio de vedação, por meio do qual a tampa interior ê guiada na secção anular, que serve também para o encosto da borda de vedação da tampa interior na posição de fecho.
A vedação anular pode ser colocada de maneira amovível no bordo interior da secção anular quando esta se encai xa na mesma, o que ê importante para uma peça de desgaste deste gênero.
De preferência, a vedação anular apresenta então um lãbio de vedação que se encosta, sob a acção da pressão interior do recipiente, à superfície interior da parede do recipiente, de modo que se aumenta ainda mais a estanqueidade do recipiente de cozinha com o aumento da pressão interior do recipiente.
Para que a tampa do recipiente de cozinha segundo a presente invenção proporciona uma aparência agradável e para proteger os orgãos de fecho e os corpos moldados contra a sujidade, numa outra forma de realização da presente invenção uma cobertura em torno da tampa fica saliente em relação aos orgãos de fecho. Uma cobertura deste tipo em forma de capuz tem alêm disso a vantagem essencial de, quando se alivia a pressão do recipiente sob água fria, a ãgua ser desviada para fora.
Nesse caso, pode a cobertura formar uma unidade; independente, montãvel e desmontável, com a borda da tampa ou com a secção anular que forma a borda da tampa ou outra parte da mesma. Esta unidade pode então ser desprendida da tampa de manei ra simples, para limpeza, e de novo fixada na tampa, depois de limpa.
Mas é também possível que a tampa apresente uma tampa superior que se prende por cima dos orgãos de fecho e
eventualmente da tampa interior, de modo que o mecanismo de fecho fique completamente tapado para fora e para cima e seja retirada ao recipiente de cozinha uma aparência técnica'.'
Numa forma de realização particularmente simples da presente invenção, os corpos moldados são formados pela própria secção periférica da tampa superior, que nesse caso pode também ser feita por exemplo de material plástico.
Em especial quando os orgãos de fecho e a tampa interior são cobertos por uma tampa superior, ê vantajoso que a tampa interior colabore com uma cavilha indicadora, que indica a posição da tampa interior relativamente â secção anular. Pode deste modo, também neste caso, verificar-se se o recipiente de cozinha está na situação de fechado ou aberto.
Então, a cavilha indicadora pode de preferência estar apoiada de maneira móvel axialmente na pega da tampa e formar com esta uma unidade construtiva.
No quadro da presente invenção ê além disso vantajoso que se coloque um termómetro numa pega da tampa previs ta a meio da tampa superior, o qual é conduzido, com um prolonga mento, através da parede da tampa superior. Deste modo ê possível, efectuar a ventilação no ponto mais elevado da tampa e rio termómetro, garantindo-se assim uma melhor transferência do calor e uma medição fiável da temperatura.
Nesse caso, de preferência o prolongamento apoia-se de maneira desli2ante na parede da tampa interior.
Uma outra característica da presente invenção consiste neste caso em que a pega da tampa leva na sua face infe rior uma vedação anular periférica, contra a qual se encosta de maneira estanque a parede da tampa interior na sua posição de fe cho. Pode deste modo garantir-se que o espaço entre a pega da tampa e a tampa interior está, na posição de fecho, vedada para o exterior.
De preferência está colocada na parede da tampa interior uma manga de guia para o prolongamento, deixando um espaço para ventilação, apresentando a manga de guia um ressalto de apoio interior ao qual se encosta de maneira estanque o prolongamento, na posição de fecho da tampa interior. Garante-se des te modo que até ao fecho complero da tampa interior, o ar que se
acumula em cima sob a tampa interior pode sair do espaço interior do recipiente passando pelo prolongamento do termómetro para esvaziar completamente o espaço interior do recipiente, mas por outro lado o espaço interior do recipiente, quando a tampa interior estiver completamente levantada, pode vedar hermeticamente também a zona do termómetro.
Com a mesma finalidade, numa outra forma de realização da presente invenção previu-se que o prolongamento, sem prejuízo de um intervalo para ventilação, seja conduzido atravês da parede da tampa interior e que a pega da tampa leve na sua face inferior uma vedação anular que envolve direetamente o prolongamento, contra a qual se encosta de maneira estanque a pa rede da tampa interior na sua posição de fecho.
Num aperfeiçoamento da presente invenção, numa outra forma de realização, pode por exemplo a pega da tampa suportar rotativamente na parede da tampa superior uma vãlvula de saída do vapor, saliente, que apresente uma came de actuação por meio da qual, quando se roda a pega da tampa do corpo de fecho pode ser levada da sua posição de fecho para uma posição de aber tura.
Nesse caso, a pega da tampa tem na zona da vãl vula de sãida do vapor de preferência uma abertura de saída, que desvia para o lado o vapor que sai da válvula, de modo que o uti lizador não queima a mão pelo vapôr que sai, quando da actuação da vãlvula de saída do vapór por rotação da pega da tampa.
A vãlvula de sãida do vapôr propriamente dita pode ser colocada por exemplo na parede da tampa interior e ser assim protegida.
Outros objectivos, características e vantagens e possibilidades de utilização da presente invenção resultam da descrição seguinte de exemplos de realização com referência aos desenhos anexos. Todas as características descritas e/ou ilustra das, individualmente ou em qualquer combinação, são objecto da presente invenção, mesmo independentemente do seu resumo e referência nas reivindicações.
As figuras dcs desenhos representam:
As fig. la e lb, esquematicamente, uma representação em corte de um mecanismo de fecho de acordo com uma for ma de realização da presente invenção, sendo o corte feito perpendicularmente ao eixo de oscilação do orgão de fecho, na fig.lá na posição de abertura e na fig. lb na posição de fecho dos orgãos de fecho;
As fig. 2a e 2b, representações correspondentes âs das fig. la e lb, para outra forma de realização da presente invenção;
As fig. 3a e 3b, ilustrações correspondentes âs das fig. la e lb, para outra forma de realização ainda da pre sente invenção;
As fig. 4a e 4b, ilustrações correspondentes ãS fig. la e lb, para uma quarta forma de realização da presente invenção;
A fig. 5, uma forma de realização da presente invenção, na qual o mecanismo de fecho pode ser actuado a partir da tampa;
As fig. 6a e 6b, ilustrações análogas âs das fig. IA e 1B para uma forma de realização da presente invenção na qual o fecho e a abertura do mecanismo de fecho se fazem automaticamente em função da pressão interior do recipiente;
A fig. 6c, uma vista de cima de um recipiente de cozinha segundo a presente invenção correspondente â forma de realização das fig. 6a e 6b, com arranque parcial e com a tampa superior retirada;
A fig. 6d, um corte vertical completo de um re cipiente de cozinha segundo a presente invenção de acordo com a forma de realização das fig. 6a a 6c, com uma pega de configuração especial da tampa; e
A fig. 7, uma ilustração correspondente â fig. 6c, mas para uma outra forma de realização da presente invenção.
recipiente de cozinha representado em corte nas fig. la e lb apresenta um recipiente (1), aberto em cima, por exemplo sob a forma de panela, tacho ou frigideira, para receber um produto para cozinhar. Na borda (2) do recipiente pode assentar uma tampa (3) com uma borda (7). Na borda (7) da tampa é encaixada uma vedação anular (26) com uma secção transversal subs12
Ι\ jííí-iT'Ι'Ό'ΐηΐ·»mm-.·V ^‘^3ra-5rAS; ilJt,r .) to1'' ' tancialmente em forma de U. A zona de encaixe da borda (7) da tampa estã dobrada para baixo de modo tal que a face superior da vedação anular (26) fica alinhada com a face superior na zona que lhe ê adjacente da borda (7) da tampa. A perna inferior da vedação anular (26) que vai situar-se entre a borda (2) do recipiente e a borda (7) da tampa, prolonga-se por um lãbio de vedação (28) que ê apertado contra a face superior da borda (2) do recipiente sob a acção da pressão que reina no interior (15) do recipiente.
recipiente de cozinha estã equipado com um dispositivo de fecho que apresenta um certo número de orgãos de fecho (4) distribuídos a distâncias iguais na periferia do recipiente. Os orgãos de fecho (4) estão colocados na zona da borda (7) da tampa e podem oscilar de uma posição de abertura (fig. la) que liberta a tampa (3) relativamente ao recipiente (1), em torno de um eixo de oscilação (S) que se estende mais ou menos para lelamente à aresta exterior (5) voltada para o mesmo ou âs tangentes desta aresta exterior (5) da borda (2) do recipiente, para uma posição de bloqueio (fig. lb), na qual o orgão de fecho (4) se prende por baixo, para o bloqueio de maneira estanque â pressão da tampa (3) em relação ao recipiente (2). 0 eixo de oscilação (S) estã, no caso representado, situado um pouco acima da borda (7) da tampa, mais ou menos na zona da aresta exterior da mesma. A posição do eixo de oscilação (S) é determinada por um corpo moldado (6) de material plástico ou outro material com pequeno coeficiente de atrito, no qual estã apoiado de maneira oscilante o respectivo orgão de fecho (4). 0 orgão de fecho (4) ê, nesta forma de realização, formado como corpo ôco recortado numa parte da sua periferia, sendo a sua parede cilíndrica circu lar substancialmente paralela ao eixo de oscilação (S). Uma parte, que limita o recorte do corpo ôco, da parede periférica forma uma secção de parede de bloqueio (13), que a partir da posição de abertura representada na fig. la, na qual a extremidade desta secção de parede de bloqueio se situa fora da periferia da borda (2) do recipiente, vai para uma posição de bloqueio, segundo a fig. lb, na qual a extremidade exterior da secção de parede de . bloqueio (13) se encosta â face inferior -da borda (2) do recipi I ente.
6ϊ «m*n^t^(miíWasiWW ,?, '^Tpi»«v__ κ«οχ:η;.ΐ:Α·ϋΑχ*^* · corpo moldado (6) estã provido de uma cavida de (23) que estã disposta e ê dimensionada de modo tal que a superfície do corpo (6) que limita em cima a cavidade (23) se encos·, ta â perna superior da vedação anular (26) e â parte da borda (7) da tampa adjacente para dentro, 3nquanto que a superfície que limita a cavidade (23) para fora se encosta exteriormente ã vedação anular (26). Para baixo, a cavidade (23) ê aberta. A cavidade (23) é dimensionada, na sua largura e na sua altura, de modo tal que, com a tampa (3) colocada no recipiente (1), a borda (7) da tampa e a borda (2) do recipiente, incluindo a vedação anular (26) são por ela recebidos e a secção de parede de bloqueio (13) pode oscilar sem obstáculo por baixo da borda (2) do recipiente. 0 corpo moldado (6) com os orgãos de fecho (4) nele apoiados estão fixados na borda (7) da tampa, de uma maneira não representada em pormenor. Numa vista de cima, os orgãos de fecho (4) têm a forma de um troço de tubo. Os orgãos de fecho (4) e o corpo moldado (6) são constituídos respectivamente por peças rec tilíneas iguais entre si, formando desse modo, numa vista de cima, numa tampa (3) com periferia circular ou numa borda (7) da tampa circular, uma linha poligonal.
Da representação dos desenhos pode ver-se que mediante a escolha da posição do eixo de oscilação (S) e por mei<j> do diâmetro do orgão de fecho (4), pode determinar-se onde a sec ção de parede de bloqueio (13) se vai aplicar na face inferior da borda (7) do recipiente; pode portanto, por exemplo determinar-se que essa zona de aplicação se situe o mais próximo possível da parede (24) do recipiente, de modo que a borda (2) do recipiente não se deforme, mesmo no caso de grandes solicitações de pressão.
A partir dos desenhos pode também ver-se que, com base na disposição do eixo de oscilação (S) e na configuração do orgão de fecho (4) como corpo oco, uma dobra da borda (2) do recipiente ê presa por baixo na aresta exterior (5).
A forma de realização da presente invenção representada nas figuras 2a e 2b difere da das fig. la e lb apenas por os orgãos de fecho (4) não terem uma secção transversal cilindrica circular, mas sim serem formados com a configuração poligonal. Os orgãos de fecho (4) têm portanto uma parede prismãti
Μ ca com zonas de parede que também se estendem essencialmente paralelas ao eixo de oscilação (S). Também aqui a parede ê recorta da numa parte da sua periferia, de modo que a secção de parede de bloqueio (13), por oscilação, pode ser levada da posição de abertura representada na fig. 2a, para a posição de bloqueio representada na fig. 2b. A superfície de apoio (31) do corpo molda do (6) ê também aqui cilíndrica circular. Ela colabora com as vã rias secções de parede dos orgãos de fecho (4).
Também na forma de realização da presente invenção representada nas fig. 3a e 3b, os orgãos de fecho (4) têm uma secção transversal prismática, no caso representado substancialmente uma forma quadrada. A superfície de apoio (31) do corpo moldado (6) não é completamente cilíndrica circular, mas sim tem respectivamente, segundo ângulos de 45° com a horizontal, a uma distância de 90°, respectivamente, faces planas (32) . Isso tem como consequência que o eixo longitudinal do orgão de fecho (4) se situa, na posição de abertura ilustrada na fig. 3a, um pouco mais acima que na posição de bloqueio representada na fig. 3b. Isso resulta de que as duas secções de parede de segurança (33) superiores adjacentes do orgão de fecho (4), na posição de bloqueio, não se encostam â parte cilíndrica circular da superfí cie de apoio (31), mas sim na zona das faces planas (32), que es tão a uma distância menor do eixo de oscilação (S). Isso signifi ca, como pode ver-se a partir da fig. 3b, que a borda (2) do receptãculo e a borda (7) da tampa podem, sob a acção da pressão que se estabelece no espaço interior (15) do recipiente, estar a uma distância mutua maior que na posição inicial segundo a fig. 3a. Mas a estanqueidade do recipiente de cozinha é garantida pelo facto de o lábio de vedação (28) da vedação anular (26) , quan to maior fôr a pressão que se estabelece no in-terior do recipiente mais comprime a face superior da borda (2) do receptãculo. Das relações geométricas da fig. 3b pode também deduzir-se que, sob a acção de uma tal pressão no interior do recipiente, o orgãc de fecho (4) jã não pode, sem mais, oscilar de novo para a sua posição de abertura na fig. 3a. Isso sõ seria possível vencendo a pressão interna no recipiente, isto ê, sob a acção de uma ligel ra compressão do receptãculo (1) e da tampa (3). Portanto, a for ma de realização segundo as fig. 3a e 3b representa uma segurança de pressão nula.
A forma de realização da presente invenção segundo as fig. 4a e 4b é anãloga â tratada anteriormente. Na realidade, os orgãos de fecho (4) são aqui mais uma vez substancial mente cilíndricos circulares. Mas têm, na sua posição de fecho, respectivamente a 45° em relação à horizontal e portanto separadas entre si por 90°, secções de parede de segurança (33) abaúla das para dentro, as quais, na posição de bloqueio representada na fig. 4b, podem fixar-se por encaixe em cavidades (32) convenientemente colocadas do corpo moldado (6). Também deste modo se obtêm como anteriormente uma protecção de pressão nula.
Segundo a forma de realização representada na fig. 5, os orgãos de fecho (4) podem ser actuados em sincronismo por um mecanismo de actuação comum. O mecanismo de actuação apre senta um veio flexível (8) que se segue â borda do recipiente.
O veio (8) ê recebido nos corpos moldados (6) de modo tal que o seu eixo de rotação coincide com o eixo de oscilação (S) dos orgãos de fecho (4). 0 veio (8) tem, a certas distâncias dos orgãos de fecho, braços de arrasto (9) substancialmente radiais, para a actuação dos vários orgãos de fecho. Os braços de arrasto (9) encaixam-se então em aberturas (29) dos orgãos de fecho (4). Cada um dos corpos moldados (6) está dotado com uma cavidade (10) em forma de ranhura para a oscilação dos braços de arrasto (9). No veio (8) ou em pelo menos um orgão de fecho (4) está fixada uma alavanca de oscilação (12) que está encaixada em meios de ac tuação (11) formados, no exemplo de realização representado sob a forma de barras de actuação. As barras de actuação são conduzi das para o meio da tampa (3), portanto, por exemplo, para uma pe ga da tampa aí prevista, a partir da qual podem ser deslocadas para um lado e para o outro, na direcção indicada pela seta, pelo utilizador, de modo tal que todos os orgãos de fecho (4) podem· ser oscilados em conjunto para a sua posição de abertura representada ou para a posição de bloqueio representada a traço-ponto.
Os orgãos de fecho (4) são cobertos por uma co bertura (36) à volta da tampa (3). Na parede da tampa (3) há um orgão de bloqueio (35) que pode deslocar-se sob a acção da pressão interior do receptãculo ou pelo seu prõprio peso, respectiva
mente para cima e para baixo. Na posição inferior de libertação representada na fig. 5, o movimento dos meios de actuação (11) não ê estorvado. Com o estabelecimento da pressão no espaço inte rior (15) do recipiente, o orgão de bloqueio (36) sobe, ate se encostar com o anel de vedação (54) de maneira estanque ao lado de topo de uma manga de guia (36) colocada na parede da tampa (3). Nesta posição de bloqueio, o orgão de bloqueio (35) impede, como se indica a tracejado, o movimento dos meios de actuação ( (11), de modo que se impede a abertura do mecanismo de fecho com a pressão interior que reina no recipiente de cozinha.
A borda (7) da tampa e, na forma de realização representada na fig. 5, formada como elemento anular pelo própri o corpo da tampa. Pode, juntamente com os corpos moldados (6) a ela fixados, os orgãos de fecho (4) nela apoiados, incluindo o veio flexível (8), os braços de arrasto e a alavanca oscilante e a cobertura (36), ser formada como unidade construtiva indepen dente que pode montar-se e desmontar-se. 0 corpo da tampa (3) tem um flange periférico (56) dobrado em ângulo, para fora, no qual se encaixa a vedação anular (22) de secção transversal em U A perna superior da vedação anular (22) situa-se entre o flange periférico (56) e a borda (7) da tampa colocada. Um lãbio de vedação (30) perpendicular e voltado para cima, da vedação anular (22), ê empurrado pela pressão interior do recipiente para a parede (24) do receptâculo.
Na forma de realização ilustrada nas fig. 6a a 6c da presente invenção, a tampa (3) está dividida numa secção anular (20) , que forma a borda (7) da tampa, e uma tampa interior (19), que sobe sob a acção da pressão interior do recipiente e desce pelo seu peso próprio. Os orgãos de fecho (4) estão montados na borda (7) da tampa por meio dos corpos moldados (6). Pa ra suportar os corpos moldados (6) estes sao encaixados com uma ranhura (57) em secções periféricas dobradas para cima, da borda (7) da tampa. A tampa interior (19) ê guiada na secção anular (20) por meio de um lãbio de vedação (37), o qual estã provido, a determinadas distâncias, com aberturas de passagem (38). O lãbio de vedação (37) forma uma parte da vedação anular (22) que, na posição de fecho, serve também para encosto de uma borda de
Μ ssl^SSSssSSK^^ Λ..^ t,*P‘ vedação (31) na extremidade inferior e dobrada para fora, da tam pa interior (19). As forças de atrito que actuam entre o lãbio de vedação (37) e a superfície exterior da tampa interior (19) são menores do que as forças de atrito com as quais a secção anu lar (20) é mantida, por meio da vedação anular (22) através do lãbio de vedação (25) no receptãculo (1). Por conseguinte, quando aumentar a pressão interior no recipiente, a tampa interior (19) pode elevar-se relativamente à secção anular (20). As aberturas de passagem (38) são dimensionadas tão pequenas que de fac to o ar que ê forçado a sair do espaço interior do recipiente (15) quando aumenta a pressão, pode escapar-se, mas por outro la do gera-se uma pressão suficiente para levantar a tampa interior (19) até um ponto em que atinge a posição de fecho representada na fig. 6, na qual a borda de vedação (21) se encosta ao lãbio de vedação (37). A vedação anular (22) ê neste caso encaixada nu ma secção periférica (59) da secção anular (20).
Nesta forma de realização previram-se meios de aetuação (14) para os orgãos de fecho (4), que são actuados pela pressão interior do recipiente que se gera no interior (15) do recipiente. 0 movimento de subida e de descida da tampa interior (19) ê transmitido a pelo menos um dos orgãos de fecho (4) ou ao veio (8) designadamente por meios de transmissão (16). Qs meios de transmissão (16) apresentam, como orgãos de ligação um anel de arame que envolve a tampa interior (19) e que se encaixa na tampa interior (19) e no veio (8) ou em pelo menos um dos orgãos de fecho (4), como pode ver-se na fig. 6c. O meio de transmissão (16) formado como anel de arame estã, por um lado ligado rigidamente com a tampa, interior (19) numa cava periférica (17) da tam pa interior (19) e, por outro lado, apoia-se rotativamente num olhai (18) do orgão de fecho (4).
Como pode ver-se pela comparação das fig. 6a e 6b, a tampa interior (19), quando sob a pressão, arrasta então o orgão de fecho (4) e fã-lo oscilar da posição de abertura para a posição de feeho. Quando diminuir a pressão no interior do reci piente efectua-se automaticamente uma oscilação de reposição do orgão de fecho (4) da posição de bloqueio para a posição de aber tura, de modo que a tampa (3) pode ser levaniada facilmente do re
ceptãculo (1).
Na forma de realização ilustrada nas fig. 6a e 6b da presente invenção, a tampa interior (19) e a secção anular (20) com o mecanismo de fecho, incluindo os orgãos de fecho (4), são cobertos por uma tampa superior (34) ligada com a secção anu lar (20). Isso pode ver-se em especial na fig. 6d. Na forma de realização da presente invenção aí representada, numa cavidade média (60) da tampa superior (34) estã apoiada rotativamente uma pega (40) da tampa. Numa secção da pega (40) da tampa está monta da uma cavilha indicadora (39) de modo tal que, quando da transferência da tampa interior (19) para a posição de fecho superior é deslocada axialmente de uma posição de repouso inferior para uma posição superior indicadora. Pela posição da cavilha indicadora (39) pode portanto ler-se a posição da tampa interior (19) relativamente à secção anular (20) suportada na borda (2) do receptáculo, e portanto determinar-se se o recipiente de cozinha está ou não ainda sob pressão. Numa cavidade média (42) da pega (40) da tampa está montado um termómetro (41) que está fixado
com um prolongamento (44), de metal ou de outro material qualquer condutor do calor, inferior e em forma de manga, na parede da tampa superior (34). 0 fundo da cavidade (42) ê formado na sua zona media por uma secção de flange (43) do prolongamento (44).
prolongamento (44) fica saliente com a sua extremidade inferior, mantendo um intervalo de ventilação (53) numa manga de guia (50) recebida numa cava média da parede da tampa interior (19). Como o prolongamento (44) ê formado como uma manga, o interior do prolongamento (44) está em ligação hidráulica com o interior (15) do recipiente, obtendo-se assim além disso uma boa transmis são do calor. Essa boa transmissão do cãlor ê ainda garantida pe lo faeto de o ar que sobe quando se aquece o recipiente de cozinha poder passar pelo intervalo anular (53) e pelo prolongamento (44), para fora, até a tampa interior (19) chegar à sua posição superior de fecho e a superfície de topo inferior do prolongamen to (44) se encostar a um anel de vedação (61), que ê recebido num ressalto de apoio interior (51) da manga de guia (50) . Impede-se desse modo a continuação da saída do ar ou do vapor logo que a borda de vedação (21) se encoste ao lábio de vedação (37).
A pega (40) da tampa leva, numa secção anular (62) voltada para baixo, uma vedação periférica (49) que, na posição de fecho da tampa interior (19), assenta de maneira estanque na sua face superior. No interior da vedação periférica (49) estã colocada na parede da tampa interior (19), uma válvula de saída do vapor (45). A pega (40) da tampa apoiada rotativamente apresenta uma carne de actuação (46) associada â válvula de saída do vapor (45), por meio da qual, quando se roda a pega (40) da tampa, o corpo de fecho (47) da válvula de saída do vapor (45) pode ser levada de uma posição de fecho para a posição de abertura, quando a tampa interior (19) se encontrar na sua posição de fecho superior. O vapor que se escapa da válvula (45) pode desviar-se para o lado, por meio de uma abertura de saída lateral (48), de modo que a mão do utilizador que pega na pega (40) da tampa não fica nunca em contacto com o vapor.
Na forma de realização representada na fig. 7 da presente invenção a própria tampa superior (34) forma na sua borda exterior o corpo moldado (6). A tampa superior (34), inclu indo o corpo moldado (6), podem então ser feitos de plástico.
No restante, a forma de realização da presente invenção segundo a fig. 7 difere da representada na fig. 6c apenas na zona de passagem do termómetro da pega (40) da tampa para o espaço interior (15) do recipiente. 0 apêndice (44) fica saliente, mantendo um espaço (53) para ventilação através da parede da tampa interior (19). Na face inferior da pega (40) da tampa previu-se uma vedação anular (52) que envolve directamente o apêndice (44), de modo que o intervalo de ventilação (53) ê vedado na posição superior de fecho da tampa interior (19) pela veda ção anular (52). Também neste exemplo de realização se faz uma medição fiável da temperatura, visto que o apêndice (44) fica sa liente para o interior do espaço interior (15) e quando do aquecimento o ar que sobe passa pelo apêndice (44), e também visto que o espaço de ventilação (53) estã colocado a meio e portanto o ar que sobe até â saída do vapor ê expulso praticamente de maneira completa.
Claims (1)
- Recipiente de cozinha que apresenta um receptãculo (1) com uma borda (2) a toda a volta, dobrada em ângulo para fora, e uma tampa (3) que pode assentar no receptãculo (1), bem como um dispositivo de fecho com pelo menos um orgão de fecho (4) , que estã montado na tampa (3), de preferência na zona da borda (7) da tampa, podendo oscilar a partir de uma posição de abertura que liberta a tampa (3) relativamente ao receptãculo (1), em torno de um eixo de oscilação (S) mais ou menos paralelo â aresta exterior (5) voltada para a mesma ou âs tangentes desta aresta exterior (5) da borda do receptãculo (2), para uma posição de bloqueio, na qual se encaixa por baixo da borda (2) do re cipiente para o bloqueio, de maneira estanque aos gases, da tampa (3) relativamente ao receptãculo (2), caracterizado por o orgão de fecho (4) ser formado como um corpo ôco com paredes substancialmente cilíndricas ou prismáticas, substancialmente parale las â direcção do eixo de oscilação (S), as quais abrangem apena^ uma parte da sua periferia e podem oscilar com uma secção (13) da parede de bloqueio de uma posição de abertura para uma posição de fecho, e por o orgão de fecho (4) se apoiar num corpo mol dado (6).- 2a Recipiente de cozinha de acordo com a reivindi cação 1, caracterizado por o corpo moldado (6) estar montado na borda (7) da tampa e recebernuma cava (23) a borda (2) do receptãculo e a roda da tampa (7).- 3a Recipiente de cozinha de acordo com as reivindicações 1 ou 2, caracterizado por em todos os casos uma parte da superfície de apoio (31) do corpo moldado (6) para o orgão de • fecho (4) ser formada cilíndrica circular.X*'- 4a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 3, caracterizado por a superfície de apoi o (31) apresentar pelo menos uma face plana ou uma concavidade (32), que colabora, na posição de bloqueio do elemento de fecho (4) com uma secção de segurança (33) da parede do elemento de fe cho (4) correspondente plana ou com uma curvatura complementar.- 5a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 4, caracterizado por a tampa (3), sob a acção da pressão interha do recipiente, se levantar em relação ao receptãculo (1) e garantir a vedação do espaço interior (15) do recipiente por meio de um lábio de vedação (28) de um anel de vedação (36) montado na borda (2,7) do recipiente, e que, sob a acção da pressão interior do recipiente, se encosta ao receptâeulo (1) ou à tampa (3).- 6a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 5, caracterizado por em todos os casos a superfície de apoio do corpo moldado (6) para o orgão de bloquei o (4) ser feito de um material, em particular um material plãsti eo, com pequeno coeficiente de atrito._ y®·Recipiente de cozinha de acordo com as reivindicações 1 a 5, caracterizado por se colocarem vãrios orgãos de fecho (4), na zona da borda (2,7) do recipiente, numa disposição poligonal numa vista em planta da tampa (3).- 8a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 7, caracterizado por os orgãos de fecho (4) poderem ser actuados em sincronismo por um mecanismo de actuação comum.Recipiente de cozinha de acordo com a reivindi cação 8, caracterizado por o mecanismo de actuação apresentar um veio flexível (8) para a actuação, que se segue â borda (2,7) do recipiente - para a actuação dos orgãos de fecho (4).- 10a Recipiente de cozinha de acordo com a reivindi cação 9, caracterizado por no veio (8) estarem fixados braços de arrasto (9) que actuam nos orgãos de fecho (4).- 11a Recipiente de cozinha de acordo com as reivindicações 9 ou 10, caracterizado por o veio (8) estar montado ro tativamente nos corpos moldados (6), na zona do eixo de oscilação (S), de preferência coaxialmente com este, e por se prevêr em cada corpo moldado (6) uma cava (10) para o movimento de osci lação de um braço de arrasto (9).- 12a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 9 a 11, caracterizado por os veios (8) ou pelo menos um dos orgãos de fecho (4) serem susceptíveis de ser ac tuados centralmente através por exemplo de um dispositivo de actuação (11) que apresenta uma barra de actuação, da face superior da tampa (3) de preferência a pega da tampa (40).- 13a Recipiente de acordo com a reivindicação 12, caracterizado por o dispositivo de actuação (11) se aplicar a pe lo menos a uma alavanca oscilante fixada num dos veios (8) ou pe lo menos a um dos orgãos de fecho (4).- 14a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 9 a 11, caracterizado por uma alavanca de actuação manual, voltada para fora estar fixada ao veio (8) ou a pelo menos um dos orgãos de fecho (4).Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 8 a 14, caracterizado por o mecanismo de actuação poder ser protegido contra a abertura dos orgãos de fecho (4) por meio de um orgão de bloqueio (35) , que actua como protec ção de pressão nula sob a acção da pressão interior do recipiente.- 16a Recipiente de cozinha de acordo com a reivindi cação 15, caracterizado por o orgão de bloqueio (35) ser formado como cavilha de bloqueio montada na tampa (3), a qual se move pa ra baixo e para cima sob a acção respectivamente do seu peso pró prio e da pressão interior do recipiente e que impede, na posição de bloqueio, um movimento do dispositivo de actuação (11) dos orgãos de fecho (4) para a posição de abertura.- 17a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 16, caracterizado por apresentar dispositivos de actuação (14) dos orgãos de fecho (4) que são actuados pela pressão interior do recipiente que se forma no espaço interior (15) do recipiente.- 18a Recipiente de cozinha de acordo com a reivindi cação 17, caracterizado por os meios de actuação (14) apresentarem meios de transmissão (16) que transmitem o mivimento de uma tampa interior (19), que sobe sob a acção da pressão interior do recipiente e desce sob a acção do peso próprio, para pelo menos um dos orgãos de fecho (4) ou ao veio (8).- 19a Recipiente de cozinha de acordo com a reivindi cação 18, caracterizado por os meios de transmissão (18) apresen tarem pelo menos um orgão de ligação formado como um anel de ara me que envolve a tampa interior (19), que se aplica pelo menos â tampa interior (19) e ao veio (8) ou a pelo menos um dos orgãos de fecho (4).Recipiente de cozinha de acordo com a reivindi cação 19, caracterizado por o orgão de ligação, por um lado, se ligar rigidamente â tampa interior (19), numa ranhura periférica (17) da tampa interior (19) e, por outro lado, se apoiar rotativamente numa argola (18) do orgão de fecho (4).- 21a Recipiente de acordo com qualquer das reivindi cações 17 a 20, caracterizado por a tampa (3) apresentar uma sec çâo anular (20) , exterior que forma a borda (7), da tampa, na qual estão colocados os orgãos de fecho (4) e na qual ê guiada a tampa interior (19) no seu movimento para cima e para baixo.- 22a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 21, caracterizada por a tampa interior (19) ser guiada por meio de um lábio de vedação (37) que eventualmente apresenta aberturas de passagem (38), na secção acular (20) .- 23a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações (21) ou (22) , caracterizado por a tampa interior (19) se eneaixar por baixo da secção anular (20) com uma bor da de vedação (21) dobrada em ângulo para fora, a qual em primeiro lugar se encosta, na posição mais elevada de fecho da tampa interior (19), de maneira estanque sob a acção da pressão interior do recipiente na secção anular (20) - eventualmente com interposição de um anel de vedação (22).- 24a Recipiente de cozinha de acordo com a reivindi cação 23, caracterizado por o lábio de vedação (37) formar uma parte do anel de vedação (22) , que serve para o encosto da borda de vedação (21) da tampa interior (19).,r^;·- 25a Recipiente de cozinha de acordo com a reivindi cação 24, caracterizado por o anel de vedação (22) estar encaixa do no bordo interior da secção anular (20).- 26a Recipiente de acordo com as reivindicações 24 ou 25, caracterizado por o anel de vedação (22) apresentar um lã bio de vedação (26) que se encosta â superfície interior da pare de do receptãculo (24) sob a acção da pressão interior do recipiente.- 27a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 26, caracterizado por os orgãos de fecho (4) ficarem salientes de uma cobertura (36) que se estende em torno da tampa (3).- 28a Recipiente de cozinha de acordo com a reivindi cação 27, caracterizado por a cobertura (36) formar com a borda (7) da tampa ou com a secção anular (20) que forma a borda (7) da tampa ou uma parte da mesma, uma unidade construtiva independente que pode ser montada e desmontada.- 29a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 28, caracterizado por a tampa (3) apresen tar uma tampa superior (34) que prende por cima os orgãos de fecho (4) e eventualmente a tampa interior (19).- 30a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 29, caracterizado por os corpos moldados (6) serem formados pela secção periférica da tampa superior (34)- 31a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 18 a 30, caracterizado por a tampa interior (19) colaborar com uma cavilha indicadora (39), que indica a posição da tampa interior (19) relativamente à secção anular (20).- 32a Recipiente de cozinha de acordo com a reivindi cação 31, caracterizado por a cavilha indicadora (39) estar apoia da mõvel axialmente na pega (40) da tampa.- 33a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 1 a 32, caracterizado por um termõmetro (41) estar colocado numa pega (40) da tampa prevista a meio na tampa superior (34) e passar, com um apêndice (44), através da parede da tampa superior (34) e eventualmente da parede da tampa interior (19) até ao espaço interior (15) do recipiente.- 34a Recipiente de acordo com a reivindicação 33, caracterizado por o apêndice (44) estar apoiado de maneira desli zante na parede da tampa interior (19).- 35a Recipiente de cozinha de acordo com as reivindicações 33 ou 34, caracterizado por a pega (40) da tampa suportar na sua face inferior um anel de vedação periférica (49) , con tra 0 qual se encoata a parede da tampa interior (19) na sua posição de fecho.- 36a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 33 a 35, caracterizado por na parede da tampa interior (19) estar colocada uma manga de guia (50) para o apêndice (44) com rotação de uma fenda de ventilação, e a manga de guia (50) apresentar um ressalto de apoio interior (51), contra O qual se encosta o apêndice (44) na posição de fecho da tampa interior (19).- 37a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 33 a 35, caracterizado por o apêndice (44), sem prejuízo de uma fenda de ventilação (53), passar através da parede da tampa interior (19) e a pega (40) da tampa levar na sua face inferior um anel de vedação (52) que envolve directamen te o apêndice (44), contra o qual se aplica de maneira estanque a parede da tampa interior (19) na sua posição de fecho.- 38a Recipiente de cozinha de acordo com qualquer das reivindicações 33 a 37, caracterizado por a pega (40) da tampa ser retida rotativamente na parede da tampa superior (34), saliente de uma válvula de saída do vapor (45) e apresentar uma came de actuação (45), por meio da qual, rodando a pega (40) da tampa, o corpo de fecho (47) da válvula de saída do vapor (45) pode ser levado da sua posição de fecho para uma posição de aber tura.- 39a Recipiente de cozinha de acordo com a reivindi cação 38, caracterizado por a pega (40) da tampa apresentar na zona da válvula de saída do vapor (45) uma abertura de saída (48) que desvia para o lado o vapor que sai da válvula (45).- 40a Recipiente de cozinha de acordo com as reivindicações 38 ou 39, caracterizado por a válvula de saída do vapõr (45) estar montada na parede da tampa interior (19).0 requerente reivindica a prioridade do pedido de patente alemão apresentado em 26 de Maio de 1990, sob o N$.P 40 17 067.5.
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