PT98958A - Processo para a preparacao de colas de fusao a base de poliarilenetercetonas - Google Patents

Processo para a preparacao de colas de fusao a base de poliarilenetercetonas Download PDF

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Description

HOECHST ίγ. REF.: HOE 90/F 270 "PROCESSO PARA A PREPARAÇÃO DE COLAS DE FUSÃO A BASE DE POLIARILENETERCETONAS"
DESCRIÇÃO A presente invenção refere-se a colas de fusão à base de poliarilenetercetonas (PAEK), cuja proporção de éter/cetona é menor do que 2 e à sua utilização para a ligação de partes de metal, plástico, vidro e cerâmica.
As colas de fusão são colas que são fundidas e que, por arrefecimento, fazem a ligação por processos físicos. O processo de arrefecimento decorre muito rapidamente, de modo que a ligação já pode ser submetida a uma carga ao fim de um curto intervalo de tempo.
Na literatura, conhece-se já a possibilidade (Derwent Report 36609E/18) de se conseguir uma ligação por cola de fusão a quente de metais com a utilização de uma poliarilenetercetona com a estrutura PEEK (jaoliéter-éter--cetona) que possui uma proporção de éter/cetona igual a 2:1 na sequência da cadeia de polímero. No entanto, as ligações de cola assim obtidas não são completamente satisfatórias relativamente 1
à resistência à temperatura. A utilização de poliarilenetercetonas que contêm enxofre como cola de fusão é igualmente conhecida (patente de invenção norte-americana US 4 616 056). O enxofre é intiraaraente misturado com a poliarilenetercetona nestas misturas e encontra--se sob a forma de enxofre elementar, de sulfureto inorgânico ou de um composto de enxofre orgânico. Por posterior endurecimento a alta temperatura, verifica-se a reticulação, por meio da qual se obtêm os elevados valores das propriedades.
As poliarilenetercetonas sem adição de enxofre não são consideradas apropriadas para o emprego como colas de fusão no estado actual da técnica. Na reticulação provocada pelo enxofre, deve entrar-se era linha de conta com uma fragilização da cola e, por consequência, com uma resistência à fadiga posterior inconvenientemente pequena. A boa adesão de copolicetonas com a estrutura PEEK a metal é conhecida (patente de invenção norte-americana US 3 516 966). No entanto, as policetonas deste tipo originam dificuldades provocadas pela decomposição pelo calor às temperaturas de processamento, de modo que se exclui a sua utilização como colas de fusão.
Portanto, pretendia-se ter à disposição uma cola de fusão não reticulada que possibilitasse a formação de ligações 2 de colas resistentes à temperatura que sejam estáveis até 200*C e que por causa da sua resistência a altas temperaturas possa ser utilizada, por exemplo, no campo dos motores de veículos automóveis e na construção de aviões.
Este objectivo foi atingido por utilização de determinadas poliarilenetercetonas com pequena proporção de éter para unidades de cetona, como 2:1, por exemplo, PEK, PEEKK e PEKEKK. A invenção refere-se, por consequência, a uma cola de fusão à base de uma poliarilenetercetona de fórmula geral (I). -[-O-Ar(-L-Ar)x-0-Ar-C0-(-Ar-M)y-Ar-]- (I) na qual o símbolo Ar representa ura grupo aromático e respectivamente, independentemente uns dos outros, ura grupo fenileno, difenilo ou naftilo; o símbolo L ou o símbolo M representara, respectivamente, um átomo de oxigénio ou um grupo -C0-; os símbolos x e y, independentemente do outro, representam 0 ou 1, 2, 3 ou 4; a proporção de éter/cetona está compreendida entre os valores 0,5 e 2 e, de preferência, está compreendida entre 0,66 e 1 e a capacidade de escoamento a massa em fusão (MVI 400/10 minutos) está compreendida entre 2 e 250.
As poliarilenetercetonas apropriadas possuem, de preferência, um índice de fusão em volume (MVI 400/10 minutos)
i de colas resistentes à temperatura que sejam estáveis até 200'C e que por causa da sua resistência a altas temperaturas possa ser utilizada, por exemplo, no campo dos motores de veículos automóveis e na construção de aviões.
Este objectivo foi atingido por utilização de determinadas poliarilenetercetonas com pequena proporção de éter para unidades de cetona, como 2:1, por exemplo, PEK, PEEKK e PEKEKK. A invenção refere-se, por consequência, a uma cola de fusão à base de uma poliarilenetercetona de fórmula geral (I) . -[-O-Ar(-L-Ar)x-0-Ar-C0-(-Ar-M)y-Ar-]- (I) na qual o símbolo Ar representa um grupo aromático e
respectivamente, independentemente uns dos outros, um grupo fenileno, difenilo ou naftilo; o símbolo L ou o símbolo M representam, respectivamente, um átomo de oxigénio ou um grupo -C0-; os símbolos x e y, independentemente um do outro, represen tam 0 ou 1, 2, 3 ou 4; a proporção de éter/cetona está compreendida entre os valores 0,5 e 2 e, de preferência, está compreendida entre 0,66 e 1 e a capacidade de escoamento da massa em fusão (MVI 400/10 minutos) está compreendida entre 2 e 250.
As poliarilenetercetonas apropriadas possuem, de preferência, um índice de fusão em volume (MVI 400/10 minutos) 3
compreendido entre 2 e 100.
Os compostos de colagem preparados com PEK, PEEKK e PEKEKK como colas de fusão preferidas são não só raais resistentes à temperatura mas também possuem maiores valores de resistência à tracção do que a poliarilenetercetona com unidades repetidas de fórmula PEEK. Ultrapassam também de longe as colas e as colas de fusão feitas de outras bases existentes à venda no comércio. São especialmente preferidas as poliarilenetercetonas das estruturas de PEEKK e de PEKEKK.
As poliarilenetercetonas são termoplastas parcialmente cristalinos com uma extraordinária resistência à temperatura. Os polímeros deste tipo têm temperaturas de transição vítrea superiores a 130*C e pontos de fusão compreendidos entre 330 e 400*C. As poliarilenetercetonas apropriadas de acordo com a presente invenção possuem em geral temperaturas de transição vítrea maiores do que 150*C, de preferência maiores do que 155*C. As suas elevadas temperaturas de transição térmica são a razão das elevadas resistências à deformação a quente destas matérias-primas. Por causa da sua constituição química e morfológica, as poliarilenetercetonas possuem vantagens essenciais era comparação cora outros polímeros resistentes a altas temperaturas. Assim, em relação às poli-imidas, que podem atingir também resistências à deformação a quente elevadas, têm a vantagem decisiva para os processadores de serem deformáveis a quente. 4
Em comparação com os polímeros resistentes a elevada temperatura amorfos, como poliéter-sulfonas ou poliéter--imidas, as poliarilenetercetonas parcialmente cristalinas têm a vantagem de possuirem uma elevada resistência mecânica, uma excelente resistência a dissolventes e uma muito boa resistência a produtos químicos. A combinação destas propriedades possibilita a utilização de poliarilenetercetonas na construção de motores e de máquinas. A proporção de éter/cetona desempenha um papel decisivo na resistência à deformação a quente dos polímeros do grupo das poliarilenetercetonas. Compostos adesivos que são preparados com PEK, PEEKK e PEKEKK como colas de fusão têm uma resistência às cargas mecânicas sob elevada temperatura cerca de 20 graus mais altos do que as que são preparadas com PEKK. No Quadro 2, estão indicados os valores das temperaturas de transição vitrea determinadas pela resistência à deformação a quente para poderem ser comparados.
Para a preparação de compostos adesivos resistentes a altas temperaturas, são apropriadas, portanto, as poliarilenetercetonas com uma proporção de éter/cetona menor do que 2. Isso é evidente, comparando, PEEK com PEEKK; em relação a PEEK - que corresponde ao estado actual da técnica - a PEEKK tem a vantagem de possuir uma deformação a quente cerca de 20 K mais alta. 5
As poliarilenetercetonas podem ser utilizadas não só sozinhas, mas também sob a forma de misturas. São também apropriadas copoliéter-cetonas que consistem em duas ou mais unidades repetidas de ΕΚ, EEKK, EKEKK e EKK, de que são possíveis quaisquer combinações.
Também as poliarilenetercetonas em que não mais do que 5% era moles dos grupos éter são substituídos por grupos tioéter e que não são submetidos a reticulação são apropriadas como agentes adesivos de fusão de acordo com a presente invenção. A cola de fusão pode ser utilizada sob a forma de pós, grânulos, folhas e fibras. A granulometria do agente adesivo de fusão tem apenas uma pequena influência sobre a resistência mecânica da ligação; prefere-se um pó com uma granulometria média igual a 20 micrómetros (valor de £50). A cola de fusão pode conter as cargas e/ou as substâncias de reforço usuais em quantidades tais que não influenciem as propriedades de adesão. A preparação de uma poliarilenetercètona a utilizar de acordo com a presente invenção, por exemplo PEEKK, pode realizar-se de acordo com a maneira de proceder conhecida, por exemplo de acordo com a patente de invenção europeia EP—B 0 143 407, por condensação nucleofílica de hidroquinona e l,4-bis-(4'- 6 -clorobenzoil)-benzeno ou 1,4-bis-(4'-fluorobenzoil)-benzeno. A poliarilenetercetona tem uma viscosidade inerente no mínimo igual a 0,5 e, de preferência, compreendida entre 0,7 e 1,5 e, em especial, compreendida entre 0,8 e 1,2.
Uma outra possibilidade para a preparação de poliarilenetercetonas de fórmula geral (I) consiste na reacção de Friedel-Crafts de halogenetos de diacilo com compostos aromáticos com pelo menos dois átomos de carbono na presença de um catalisador (memórias descritivas publicadas para inspecção pública da patente de invenção alemã DE-OS 16 45 153 e das patentes de invenção norte-americanas US-PS 3 953 400 e US-PS 3 956 240). Os materiais de partida típicos para a preparação de poliarilenetercetonas por meio de acilação de Friedel-Crafts são cloreto de tereftaloílo ou fosgénio e éter difenílico, eventualraente difenoxi-bifenilo, difenoxi-benzeno ou cloreto de p-fenoxi-benzoílo. A cola de fusão de acordo com a presente invenção pode ser utilizada para a fabricação de peças ligadas de matérias-primas metálicas, cerâmicas e poliméricas, como aço, alumínio, cobre, material cerâmico, vidro e/ou plástico. Prefere-se a ligação de chapa de aço, assim como de aço/material cerâmico. 7
EXEMPLOS 1) Introduzirara-se num vaso de reacção com agitador 7,708 quilogramas de hidroquinona, 15,3 quilogramas de hidrogenocarbonato de sódio e 70 quilogramas de difenil--sulfona. O ar foi deslocado por meio de azoto e aqueceu-se a mistura a 140*C. Em seguida, agitou-se a 140-150°C e, depois de terminada a libertação de gases, aqueceu-se a 210*C. Adicionaram-se 22,45 quilogramas de 1,4-bis-(4'-fluorobenzoíl)--benzeno (BFB). Durante uma hora, subiu-se a temperatura até 310“C. Depois de mais vinte minutos a esta temperatura, arrefeceu-se a mistura reaccional, triturou-se e lavou-se com água e ácido sulfúrico e com acetona alternadamente para se eliminarem os sais e a difenil-sulfona. Secou-se o pó polimérico a 120*C/100 mbar. A granulometria média do pó assim obtido era igual a 700 micrómetros, a viscosidade inerente (IV) do pó de polímero, medida de acordo com a Norma DIN 53 735 a 25‘C em ácido sulfúrico concentrado, era igual a 1,1 e o valor de MVI (400/10 minutos) = 15. 2) As tiras de chapa de aço (RV2A), PEEKK, alumínio e cobre empregadas nos ensaios de soldadura tinham respectivamente as seguintes dimensões: comprimento = 100 milímetros, largura = 25 milímetros e espessura = 1,5 milímetros. 8
Realizou-se um ensaio de colagem - respectivamente com cinco amostras - com tiras de chapa de aço (V2A), cujas superfícies de junção foram tornadas ásperas por abrasão com abrasivo com a granulometria 80. Ambas as peças a unir foram aquecidas com um elemento de aquecimento. A temperatura do elemento de aquecimento foi regulada por meio de um regulador. Para a preparação da colagem com o pó de PEEKK, por razões da sua mais rápida fusão, escolheu-se uma temperatura de colagem Tjç = 450*C. Depois de atingida esta temperatura, polvilhou-se o pó de PEEKK proveniente do Exemplo 1 sobre uma superfície de encaixe e plastificou-se. Fixou-se a segunda chapa de aço com um comprimento de sobreposição (1q) igual a 10 milímetros e carregou-se. Desta forma, em primeiro lugar, deslocou-se a parte superior de encontro à inferior para se conseguir a molhagem óptima. Em seguida, retirou-se o conjunto das amostras do elemento de aquecimento e arrefeceram-se sob carga constante até a massa fundida começar a solidificar. Realizou-se o ensaio de resistência à tracção correspondente à norma DIN 53 283, duas horas depois do início da colagem. A resistência à ruptura à ~ 2 tracçao foi igual a 26,96 N/mm . 3a) Repetiu-se o Exemplo 2 com um pó de PEEKK com um valor de MVI igual a 27, cujas dimensões das partículas foram diminuídas para um valor médio do diâmetro médio das partículas igual a 20 micrómetros. A resistência ao corte por tracção era 9 2 ίγ. igual a 35,81 N/mra . 3b) Como modificação em relação ao Exemplo 3a, aqueceram-se ambas as placas de aço, polvilharam-se respectivaraente com pó com a granulometria média de 20 micrómetros e juntaram-se as placas depois da plastificação do adesivo de fusão. A resistência ao corte por tracção foi igual a 2 40,2 N/mra (valor médio de três ensaios). 4) Um par de peças a unir foi constituído por aço/aço, como no Exemplo 2, mas preparou-se um grânulo de pó de PEEKK como se obteve a partir do Exemplo 1 e utilizou-se este
como cola de fusão, granulometria média 3 000 micrómetros. A 2 resistência de corte à tracçao foi igual a 30,28 N/mm . 5) Repetiu-se o Exemplo 2 cora pó de PEEKK com um valor de MVI igual a 6 e triturou-se até à granulometria média de 60 micrómetros. A resistência de corte à tracção foi igual a 32,96 N/mm2. 6) A partir do Quadro 1, reconhece-se a influência de granulometria e da capacidade de escoamento de fusão na utilização de PEEKK como cola de fusão, no caso dos pares de peças de união de aço/aço. 10 QUADRO 1
Capacidade de Resistência de escoamento Granulometria MVI corte à tracção Pó de PEEKK • 20 μπι 27 35,81 N/min Pó de PEEKK 60 μπι 26 30, 65 N/mm^ Pó de PEEKK 60 μπι 6 32,96 N/mm^ Grânulos de PEEKK 3000 μια 15 30,28 N/mm^ Os valores são valores médios de respectivamente cinco determinações. Dos resultados conclui-se que, no par de partes unidas de aço/aço, o pó com a granulometria mais fina pode originar resistências de corte mais elevadas. A comparação com os adesivos de fusão com a mesma granulometria, mas com diferentes capacidades de escoamento do adesivo de fusão, não mostra nenhuma influência nítida sobre a resistência ao corte por tracção. 7) No Quadro 2, comparam-se os valores das resistências ao corte por tracção de ligações de cola de poliarilenetercetonas com uma proporção de E/K menor do que 2, com PEEKK. 11
Os ensaios realizaram-se procedendo de maneira análoga à que se descreveu no Exemplo 2), temperatura de colagem, (Tr), respectivamente igual a 380*C (ligações com asas sobrepostas de amostras de fitas de aço; comprimento da sobreposição 1^ = 10 milímetros, medidos a 23*C, de acordo com a norma DIN 53 283). Os valores da resistência de corte à tracção indicados são valores médios de respectivamente cinco ensaios. & QUADRO 2
Comparação das Resistências de Corte de Tracção de Diferentes Adesivos
Capacidade de Ponto de fusão Tenperatura de íesistência de escoaiento |’C| ** [PiES-Sequência| ** transição vítrea**(Tg] corte à tracção iWi m *) 373 182 26,80 PEEKK 365 160 30,28 do Exemplo 4 PEKEKK *) 381 - 34,07 t peek ) (Conparaçlo) 334 143 20,03 12 ) Xs aeostras são produtos à venda no comércio e foram eupregadas sob a foria de fornecinento. *» ) Indicações da literatura do fabricaste.
Dos resultados apresentados, conclui-se que as colagens de fusão à base de compostos adesivos sólidos de PEEKK, PEK e PEKEKK actuam como cola de fusão à base de PEEK e também ** originam, a temperaturas elevadas, ligações sólidas. 8) Colaram-se chapas de aço (V2A) e placas de plástico de PEEKK, que é reforçado com 30% de fibras de vidro, com a granulometria dos grânulos de PEEKK com o valor médio igual a 3 000 micrómetros. O valor médio da resistência de corte - 2 a tracçao foi igual a 16,16 N/mm . 9) Colaram-se duas placas de alumínio (da assim chamada liga de AlMg 3) de acordo com o método descrito no
Exemplo 2, com pó de PEEKK com a granulometria média de 700 micrómetros. O valor médio da resistência de corte à tracçao foi 2 igual a 11,76 N/mm . 10) Repetiu-se o Exemplo 9, com a diferença de se ter utilizado pó finamente moído com a granulometria média de 20 micrómetros do Exemplo 3. A resistência de corte à tracçao foi 2 igual a 25,31 N/mm . 13 ι, 11) Repetiu-se ο Exemplo 9 cora o pó do Exemplo 1, preparado primeiramente a partir do granulado e submeteu-se em seguida este a extrusão de maneira a obter-se uma folha. Uma peça de folha com a espessura de 250 micrómetros serviu como adesivo de fusão. A resistência de corte à tracção foi igual a 16,31 N/mm2. 12) Colou-se uma chapa de alumínio (a assim chamada liga AIMg 3) e uma placa de plástico de PEEKK reforçado cora vidro como se descreveu no Exemplo 6, com o pó de PEEKK com a granulometria média de 700 micrómetros. O valor médio da 2 resistência ao corte por tracçao foi igual a 12,32 N/mm .
13) Repetiu-se o Exemplo 12 com grânulos de PEEK com a granulometria média de 3 000 micrómetros. A resistência ao 2 corte por tracção foi igual a 12,06 N/mm . 14) Colaram-se duas chapas de cobre de acordo cora o método descrito no Exemplo 2 com pó de PEEKK com a granulometria média de 700 micrómetros. 0 valor médio da resistência ao corte 2 por tracçao foi igual a 7,64 N/mm . 15) Repetiu-se o Exemplo 14, mas utilizou-se o pó finamente moído com a granulometria média de 20 micrómetros de acordo cora o Exemplo 3, como adesivo de fusão. A resistência de 2 corte à tracçao foi igual a 15,63 N/mm . 14 16) Repetiu-se o Exemplo 14 com os grânulos cora a
granulometria média igual a 3 000 micrómetros do Exemplo 4. A 2 resistência de corte sob tracçao foi igual a 12,29 N/mra . 17) Repetiu-se o Exemplo 14, muito embora cora
utilização da folha do Exemplo 11, como adesivo de fusão. A ~ 2 resistência de corte sob tracçao foi igual a 14,34 N/mm . 18) Colou-se uma chapa de cobre a uma chapa de plástico de PEEKK reforçado com vidro, como se descreveu no
Exemplo 8, com pó de PEEKK obtido no Exemplo 1, com a granulometria média igual a 700 micrómetros. O valor médio da - 2 resistência de corte sob tracçao foi igual a 10,74 N/mm . 19) Colou-se uma chapa de aço (V2A) a um cilindro de material cerâmico com as dimensões de 20 x 20 x 4,5 milímetros (material cerâmico HIP RBSN da firma Hoechst CeramTec, Selb, República Federal da Alemanha) com pó de PEEKK cora granulometria média de 20 micrómetros do Exemplo 3. Para o efeito, aqueceram-se as duas partes a encaixar a cerca de 440*C. Em seguida, aplicou-se o pó de PEEKK sobre as duas superfícies a encaixar e plastificou-se. Com molhagem uniforme das superfícies, colocaram-se as partes a encaixar uma sobre a outra e colaram-se com um comprimento de sobreposição de 16 milímetros. As resistências ao corte sob tracção foram iguais a 43,7 e 48,9 N/m (valores individuais de duas determinações). Era ambos os ensaios, verificou-se a interrupção da adesão no
material cerâmico. 20) Colou-se uma amostra de folha de alumínio cora um troço cilíndrico de cerâmica (HIP RBSN) como se descreveu no Exemplo 19. Os valores individuais das resistências de corte sob 9 tracção de três ensaios foram iguais a 23,9, 19,6 e 24,9 N/mra . Em todos os casos, a colagem manteve-se intacta, muito embora as folhas de alumínio apresentassem fendas no início da sobreposição. 21) A Figura 1 representa a variação com a temperatura das resistências de corte sob tracção das tiras encaixadas de V2A, de liga de alumínio e de cobre coladas com PEEKK como agente aderente de fusão.
As amostras tinham as dimensões referidas no
Exemplo 2 que se ensaiaram a diferentes temperaturas. Verifica—> se que as resistências de corte nas ligações individuais de metal/metal se mantiveram praticamente constantes a 200*C. 16

Claims (11)

1 ( REIVINDICAÇÕES 1·- Processo para a preparação de colas de fusão â ba se de poliarilenetercetonas, sob a forna de pó, grânulos, folhas ou fibras, caracterizado pelo facto de: a) se realizar a condensação nucleófila de hidroquino-na e 1,4-bis-(4'-clorobenzoil)-benzeno ou 1,4-bis-(4 '-f luoroben-zoil)-benzeno; ou b) se realizar uma reacçãc de Friedel-Crafts er.-re um halcgenetc de diacilo e um composto aromático ccm dois átomos de hidrpgénic, na presença de um catalisador; de forma a obtar-se uma poliariianetercetona de fórmula geral - [-O-Ar (-L-Ar) x-0-Ar-C0- (-Ar-M) T/-Ar-] - (I)
r.a quaj. c símbolo Ar representa um grupo aromático a, res-pectivamer.ue, independer.temente uns ccs outros, um grupe fer.iienc, diienilo ou nafuileno; os símbolos L e M, respectivanente, representam um átomo de oxigénio -O- cu um grupo de fórmula -C0-; e os símbolos x e y, independentemente um do outro, representam os números zero ou 1, 2, 3 ou 4, estando a relação êter/cetona compreendida entre 0,5 e 2 e estan do a escoabilidade da massa fundida (índice de fusão volumétrica 400/10 minutos) (MVI) compreendida entre 2 e 250.
2. - Processo de acordo com a reivindicação 1, carac terizado pelo facto de a escoabilidade MVI estar compreendida entre 2 e 100.
3. - Processo de acordo com a reivindicação 1 ou 2, caracterizado pelo facto de a relação éter/cetona estar compreen dica entre 0,66 e 1.
4. - Processo de acordo ccm uma qualquer ou mais reivindicações 1 a 3, caracterizado pelo facto de a poliarileneter-cetona ter a estrutura de polietercetona (PEX), polietercetonace J
tcna (ΡΕΞΚΧ) ou ce polietercetcnetercazonace_cna (ΡΕΚΞΧΚ) .
5. - Processo de acordo cor. ura qualquer ou ma is reivindicações 1 a 4, caracterizado peio facto de a po1iarilecerce— tona ser ur.a cccolietarcetona que consista em duas ou mais unida des de etaroetona (ΞΚ), etaretercetcnacatona (ZEXX), etercetonace tonacetona (ΞΚΕΚΚ) e etarcetonacetona (EKK).
6. - Processo de acordo con uma qualquer ou mais reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo facto de se utilizarem mis turas das poliarilenetercetonas.
7. - Processo de acordo com uma qualquer ou máis reivindicações 1 a 5, caracterizado pelo facto de até 5 por cento em moles dos grupos éter serem substituídos por grupos tioéter.
8. - Processo de acordo com uma qualquer ou mais reivindicações 1 a 7, caracterizado pelo facto de se adicionarem cargas e/ou agentes de reforço.
9. - Processo para a colagem de peças de substratos metálicos, cerâmicos e poliméricos, caracterizado pelo facto de se utilizar uma composição de cola de fusão quando preparada de acordo com uma qualquer ou mais reivindicações 1 a 8. 4
f peças de substratos e/ou de plástico, composição de cola qualquer ou mais
10.- Processo para a colaçam de de aço, alumínio, cobre, cerâmica, da vidro caracterizado pelo facto de se utilizar uma de fusão quando preparada de acordo com uma reivindicações 1 a 3.
11.- Processo para a colagem de peças de aço ou de aço/cerãmica de acordo com a reivindicação 10 ou 11, carac-eri-zado pelo facto de se utilizar uma composição de cola de fusão quando preparada de acordo com uma qualquer cu mais reivindicações 1 a 8. O AcgiQté Oftàai da Afopriedod· industrial 5 / ο USÃC Ã BASE DE PCLIARILS "PRCCESSO PARA A PREPARAÇÃO DE COLAS ^ NETERCETONAS" Descreve-se um processo para a preparação de colas de fusão â base de poliarilenetercetonas, sob a forma de pó, grânulos, folhas ou fibras que consiste em: a) realizar a condensação nucleófila de hidroquino na e 1,4-bis- (4 ' -clorobenzoil) -benzeno ou 1,4-bis-(4'-f luoro-benzoil)-benzeno; ou b) realizar uma reacção de Friedel-Crafts entre um halogeneto de diacilo e um composto aromático com dois átomos de hidrogénio, na presença de um catalisador, de forma a obter-se uma poliarilenotercetona de fórmula geral -[-O-Ar (-L-Ar) -O-Ar-CO-(-Ar-M) -Ar-]- (I) x y estando a relação de éter/cetona compreendida entre 0,5 e 2 e estando a escoabilidade da massa fundida expressa como índice de fusão, volumétrico MVI (400/10 minutos) compreendida entre 2 e 6Lr 230. gera cari. alt iccs Zsuas ceias temperatura ''cu cclimar a fusão pcssiciiitar. as ligações o e peças ligadas de surstratos meuá os com muito ocas resistãr.cias ã u cr cola licos, racção. O Ayaft Otiaoi 0o Proprie0od« lndusir«Dt^—wy
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