BRPI0402525B1 - Derivação e sistema de cateter conectado a um alojamento - Google Patents

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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "DERIVAÇÃO E SISTEMA DE CATETER CONECTADO A UM ALOJAMENTO".
CAMPO DA INVENÇÃO A presente invenção refere-se em geral a uma derivação e um cateter tendo um sistema para limpar um bloqueio ou obstrução das abertu- ras do cateter.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Hidrocefalia é uma condição neurológica que é causada pelo acúmulo anormal de fluido cerebrospinal (CSF) dentro dos ventrículos, ou cavidades, do cérebro. CSF é um fluido sem cor, claro que é primeiramente produzido pelo plexo coróide e circunda o cérebro e a medula espinhal. CSF constantemente circula através do sistema ventricular do cérebro e é final- mente absorvido na corrente sangüínea. CSF ajuda na proteção do cérebro e medula espinhal. Porque o CSF mantém o cérebro e a medula espinhal flutuante, ele atua como um acolchoado protetor ou "amortecedor" para evi- tar ferimentos no sistema nervoso central. A hidrocefalia, que afeta crianças e adultos, surge quando a drenagem normal de CSF no cérebro é bloqueada de alguma maneira. Tal bloqueio pode ser causado por um número de fatores, incluindo, por exem- plo, predisposição genética, hemorragia intraventricular ou intracraniana, infecções tais como meningite, traumatismo craniano, ou similar. O bloqueio do fluxo de CSF cria conseqüentemente um desequilíbrio entre a quantidade de CSF produzida pelo plexo coróide e a taxa na qual o CSF é absorvido na corrente sangüínea, desse modo aumentando a pressão no cérebro, o que faz os ventrículos dilatarem. A hidrocefalia é mais freqüentemente tratada inserindo cirurgi- camente um sistema de derivação que desvia o fluxo de CSF do ventrículo para outra área do corpo onde o CSF pode ser absorvido como parte do sis- tema circulatório. Tais sistemas de derivação chegam em uma variedade de modelos, e tipicamente compartilham componentes funcionais similares. Es- tes componentes incluem um cateter ventricular que é introduzido através de um furo de broca no crânio e implantado no ventrículo do paciente, um cate- ter de drenagem que transporta o CSF para seu último local de drenagem, e opcionalmente um mecanismo de controle de fluxo, por exemplo, válvula de derivação, que regula o fluxo de um sentido de CSF do ventrículo para o lo- cal de drenagem para manter pressão normal dentro dos ventrículos. O cate- ter ventricular contém tipicamente múltiplos furos ou aberturas posicionados ao longo do comprimento do cateter ventricular para permitir que o CFS en- tre no sistema de derivação.
Derivação é considerada um dos procedimentos neurocirúrgicos básicos, contudo possui a maior taxa de complicação. A complicação mais comum com a derivação é a obstrução do sistema. Embora a obstrução ou entupimento possa ocorrer em qualquer ponto ao longo do sistema de deri- vação, ocorre de modo mais freqüente na extremidade ventricular do siste- ma de derivação. Enquanto existem várias maneiras de que o cateter ventri- cular possa se tornar bloqueado ou entupido, a obstrução é tipicamente cau- sada por crescimento de tecido, tal como o plexo coróide, em torno do cate- ter e nas aberturas. As aberturas do cateter ventricular podem também ser obstruídas por detritos, bactérias, ou sangue coagulado.
Alguns destes problemas podem ser tratados por retrolavagem, que é um processo que utiliza o CSF presente no sistema de derivação para remover a substância que está obstruindo. Este processo pode ser ineficaz, no entanto, devido ao tamanho pequeno das aberturas do cateter ventricular e devido à pequena quantidade de líquido de lavagem disponível no sistema de derivação. Outros sistemas de derivação foram designados para incluir um mecanismo para lavar o sistema de derivação. Por exemplo, alguns sis- temas de derivação incluem um dispositivo de bombeamento dentro do sis- tema que faz o fluido no sistema fluir com pressão e velocidade considerá- veis, desse modo lavando o sistema. Como com o processo de retrolava- gem, usar um mecanismo embutido para lavar o sistema de derivação pode também falhar em remover a obstrução devido a fatores tais como o tama- nho das aberturas e o grau e extensão no qual as aberturas foram entupi- das.
Os cateteres ventriculares obstruídos podem também ser repa- rados cauterizando o cateter para remover o tecido de bloqueio, desse modo reabrindo as aberturas existentes que se tornaram obstruídas. Alternativa- mente, novas aberturas podem ser criadas no cateter. Estes reparos, no en- tanto, podem ser incapazes de remover as obstruções do cateter ventricular dependendo da localização das aberturas obstruídas. Adicionalmente, a ex- tensão de crescimento de tecido dentro e em torno do cateter pode também impedir a criação de aberturas adicionais, por exemplo, em situações onde o crescimento de tecido cobre uma parte substancial do cateter ventricular.
Outra desvantagem de criar novas aberturas para reparar um cateter ventri- cular obstruído é que este método falha em impedir ou reduzir o risco de obstruções repetidas.
Porque tentativas de lavar ou reparar um cateter ventricular blo- queado são freqüentemente fúteis e ineficazes, a oclusão é mais freqüente- mente tratada substituindo o cateter. Embora isto possa ser realizado remo- vendo o cateter obstruído do ventrículo, o crescimento do plexo coróide e outros tecidos em torno do cateter e nas aberturas pode atrapalhar a remo- ção e substituição do cateter. Deve ser tomado cuidado para evitar dano ao plexo coróide, o que pode causar ferimento grave no paciente, tal como, por exemplo, hemorragia. Não somente estes procedimentos propõem um risco significante de ferimento ao paciente, podem também ser muito dispendio- sos, especialmente quando a obstrução de derivação é um problema recor- rente.
Conseqüentemente, existe uma necessidade de um sistema de derivação que minimize ou elimine o risco de bloqueio ou obstrução das a- berturas do cateter e reduza a necessidade de reparo repetido e/ou substitu- ição.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO A presente invenção fornece uma derivação tendo um alojamen- to e uma base. A base possui um primeiro conjunto de eletrodos se esten- dendo através da base. Um cateter é conectado ao alojamento. O cateter possui um comprimento longitudinal, uma extremidade proximal e uma ex- tremidade distai. O cateter possui um segundo conjunto de eletrodos se es- tendendo ao longo do comprimento longitudinal do cateter. Pelo menos dois dos eletrodos do dito primeiro conjunto são conectados eletricamente nos dois dos eletrodos do segundo conjunto.
Em outra modalidade, a presente invenção fornece um sistema para limpar um cateter implantado que é conectado a uma derivação. O sis- tema inclui um alojamento tendo uma base. A base possui um primeiro con- junto de eletrodos se estendendo através da base. O alojamento que inclui uma parede de alojamento externa penetrável por agulha autovedante. Um cateter é conectado ao alojamento. O cateter tem um comprimento longitudi- nal, uma extremidade proximal e uma extremidade distai. O cateter possui um segundo conjunto de eletrodos se estendendo ao longo do comprimento longitudinal do cateter. Pelo menos dois dos eletrodos do primeiro conjunto são eletricamente conectados nos dois eletrodos do segundo conjunto. O sistema inclui uma montagem de sonda que é seletivamente penetrável a- través da parede de alojamento externa.
Em ainda outra modalidade, a presente invenção fornece um método de limpar um cateter implantado que está conectado a uma deriva- ção. O método inclui as etapas de perfurar a parede externa, inserir uma sonda tendo uma pluralidade de contatos na extremidade distai da mesma no soquete tal que a pluralidade de contatos contata o primeiro conjunto de eletrodos, fornecer energia eletrocirúrgica bipolar ao segundo conjunto de eletrodos por meio da pluralidade de contatos e o primeiro conjunto de ele- trodos, e limpar um bloqueio de fluido no cateter.
BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS DO DESENHO A Figura 1 é uma vista em perspectiva de topo da derivação de acordo com a presente invenção; A Figura 2 e uma vista em perspectiva parcial, com partes recor- tadas, mostrando o interior do alojamento de derivação; A Figura 3 é uma vista em seção transversal tomada ao longo das linhas 3-3 da Figura 2 e olhando na direção das setas; A Figura 4 é uma vista em seção transversal tomada ao longo das linhas 4-4 da Figura 1 e olhando na direção das setas; A Figura 5 é uma vista em seção transversal tomada ao longo das linhas 5-5 da Figura 1 e olhando na direção das setas; A Figura 5A é uma vista em seção transversal similar à Figura 5, mas mostrando os eletrodos se projetando parcialmente em uma abertura; A Figura 6 é uma vista em perspectiva parcial dos eletrodos; A Figura 7 é uma vista em perspectiva parcial da sonda; A Figura 8 é uma vista de fundo da sonda; A Figura 9 é uma vista em perspectiva parcial de outra modali- dade da sonda; A Figura 10A é uma vista em seção transversal parcial do aloja- mento de derivação mostrando a cúpula do alojamento sendo penetrada por uma montagem de agulha e bainha; A Figura 10B é uma vista em seção transversal parcial do aloja- mento de derivação mostrando a cúpula do alojamento sendo penetrada pe- la bainha com a agulha sendo retirada;e A Figura 10C é uma vista em seção transversal parcial do aloja- mento de derivação mostrando a cúpula do alojamento sendo penetrada pe- la bainha e a sonda sendo inserida no alojamento.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA PRESENTE INVENÇÃO
Referindo-se agora às Figuras 1-6, uma derivação 10 é ilustrada. A derivação 10 inclui um alojamento 12 tendo uma base 14. A base 14 pos- sui um primeiro conjunto de eletrodos 16 se estendendo através da base 14.
Um cateter 18 é seletivamente conectável ao alojamento 12. O cateter 18 tem um comprimento longitudinal, uma extremidade proximal 20, e uma ex- tremidade distai 22. O cateter 18 tem um segundo conjunto de eletrodos 24 se estendendo ao longo do comprimento longitudinal do cateter. Cada um dos eletrodos do primeiro conjunto 16 é eletricamente conectado a um res- pectivo dos eletrodos do segundo conjunto 24 em uma maneira conhecida daqueles versados na técnica. De preferência, o primeiro conjunto de eletro- dos e o segundo conjunto de eletrodos incluem cada quatro eletrodos.
Como ilustrado nas Figuras 1 e 4, a extremidade proximal do cateter 20 é conectada ao alojamento 12. A extremidade distai do cateter 22 está disposta afastada do alojamento 12 e tem uma pluralidade de aberturas 26 adjacentes à extremidade distai para receber de preferência o fluido ce- rebrospinal (CSF) quando em uso. Como ilustrado na Figura 5A, uma parte 28 de cada um dos eletrodos do segundo conjunto 24 se estende ou se pro- jeta em pelo menos uma da pluralidade de aberturas 26. A parte 28 é relati- vamente pequena com respeito ao tamanho da abertura 26, de modo a não interferir com a função normal da derivação. Pelo menos um primeiro dos elementos do segundo conjunto 24 se estende em uma primeira da plurali- dade de aberturas 26, e pelo menos um segundo dos eletrodos do segundo conjunto 24 se estende em uma segunda da pluralidade de aberturas, tal que a primeira da pluralidade de aberturas está disposta aproximadamente oposta diametralmente a uma segunda da pluralidade de aberturas. Assim, o lúmen de cateter pode ser limpo quando ambos destes eletrodos são ativa- dos.
Em adição, pelo menos um primeiro dos eletrodos do segundo conjunto 24 se estende em uma primeira da pluralidade de aberturas, e pelo menos um segundo dos eletrodos do segundo conjunto 24 se estende na mesma primeira da pluralidade de aberturas, mas de preferência diametral- mente oposto ao primeiro da pluralidade de eletrodos como ilustrado na Fi- gura 5A. Assim, a abertura propriamente dita pode ser limpa quando ambos destes eletrodos são ativados. De preferência, um eletrodo se projeta em cada uma das aberturas, ou substancialmente todas as aberturas de modo que o cateter pode efetivamente ser limpo de qualquer bloqueio. O alojamento de derivação 12 ainda inclui uma parede de aloja- mento externa penetrável por agulha, autovedante 30. O alojamento 12 ain- da inclui um soquete 32 para receber uma sonda 42. O primeiro conjunto de eletrodos 16 se estende pelo menos parcialmente através de uma base de soquete 32. O primeiro conjunto de eletrodos possui uma primeira extremi- dade 36 que termina na base do soquete. O soquete 32 é ilustrado como tendo uma seção transversal em formato de D duplo interno de modo que pode somente combinar com a sonda 42 em uma das duas posições. No entanto, a sonda e o soquete podem ter qualquer formato geométrico cor- respondentemente combinado para assegurar a orientação e o alinhamento desejados dos contatos na extremidade distai da sonda (a ser descrita abai- xo) com eletrodos respectivos do primeiro conjunto de eletrodos.
Como ilustrado nas figuras 10A-10C, a montagem de sonda 34 é seletivamente penetrável através da parede de alojamento externo 30, que é de preferência em formato de cúpula. A montagem de sonda 34 inclui uma luva ou bainha 38, uma agulha retrátil 40, e uma sonda retrátil 42. Para inse- rir a montagem de sonda no alojamento 12, a agulha 40, que está dentro da bainha 38, penetra inicialmente a parede 30 até que a bainha 38 esteja em contato vedante com a parede 30, como ilustrado na Figura 10A. A agulha 40 é então retirada da bainha 38, como ilustrado na Figura 10B. A sonda 42 é então inserida dentro da bainha 38 até que a extremidade distai 44 da sonda 42 seja correspondentemente recebida dentro do soquete 32. Como ilustrado nas figuras 7 e 8, a extremidade distai 44 da sonda 42 possui uns quatro contatos 46, cada um dos quais contata um dos eletrodos 16 do pri- meiro conjunto de eletrodos para fechar o circuito a partir da montagem de sonda nos eletrodos no segundo conjunto de eletrodos. Como ilustrado na Figura 9, a sonda 42 pode incluir somente dois contatos em sua extremidade distai 44. Os contatos 46 são de preferência orientados de modo resiliente na direção distai para assegurar o contato com os eletrodos 16.
Uma vez que a sonda 42 foi completamente inserida no aloja- mento 12 tal que os contatos 46 estão em contato com os eletrodos 16, a energia eletrocirúrgica bipolar de um gerador eletrocirúrgico pode então ser fornecida ao segundo conjunto de eletrodos 24 por meio da pluralidade de contatos 46 e o primeiro conjunto de eletrodos 16. Referindo-se agora à Fi- gura 5A, a energia bipolar pode ser aplicada a quaisquer dois dos eletrodos 24 tal que quaisquer duas das quatro partes 28 são suficientemente carre- gadas para fazer um arco através das mesmas, que pode limpar um blo- queio de fluido no cateter 18. Por exemplo, o arco pode ser criado através da abertura 26, como ilustrado por linhas tracejadas 48, para limpar um blo- queio que ocorre na abertura. Adicionalmente, o arco pode ser criado atra- vés do lúmen de cateter, como ilustrado por linhas tracejadas 50, para limpar um bloqueio que ocorre dentro do lúmen. De preferência, a abertura e o lú- men serão carregados com energia eletrocirúrgica bipolar para assegurar que o bloqueio dentro do cateter foi removido. No entanto, dependendo das necessidades do cirurgião, somente aberturas seletivas e/ou o lúmen podem ser limpos. Alguém versado na técnica facilmente reconhecerá que isto pode simplesmente ser realizado com comutadores apropriados conectados ao gerador eletrocirúrgico.
Será entendido que o precedente é somente ilustrativo dos prin- cípios da invenção, e que várias modificações podem ser feitas por aqueles versados na técnica sem se afastar do escopo e espírito da invenção. Todas as referências citadas aqui são expressamente incorporadas por referência em sua totalidade.

Claims (23)

1. Derivação (10) compreendendo: um alojamento (12) tendo uma base (14); e um cateter implantado (18) sendo conectado ao alojamento (12), o cateter (18) tendo um comprimento longitudinal, uma extremidade proximal (20) e uma extremidade distai (22), caracterizado pelo fato de que a base (14) possui um primeiro conjunto (16) de eletrodos se estendendo através da base (14); e o cateter (18) tendo um segundo conjunto (24) de eletrodos se estendendo ao longo do comprimento longitudinal do cateter (18), pelo me- nos dois dos eletrodos do primeiro conjunto (16) sendo conectados eletrica- mente nos dois dos eletrodos do segundo conjunto (24) para aplicar energia elétrica para limpar o cateter implantado (18).
2. Derivação, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a extremidade proximal do cateter (20) está conectada ao alojamento (12), e a extremidade distai do cateter (22) está disposta afasta- da do alojamento (12), o cateter (18) tendo uma pluralidade de aberturas (26) adjacentes à extremidade distai (22).
3. Derivação, de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelo fato de que uma parte de cada um dos eletrodos do segundo conjunto (24) se estende para dentro de pelo menos uma da pluralidade de aberturas (26).
4. Derivação, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que pelo menos um primeiro dos eletrodos do segundo conjun- to (24) se estende par adentro de uma primeira da pluralidade de aberturas (26), e pelo menos um segundo dos eletrodos do segundo conjunto (24) se estende para dentro de uma segunda da pluralidade de aberturas (26).
5. Derivação, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que a primeira da pluralidade de aberturas (26) está disposta aproximadamente oposta diametralmente à uma segunda da pluralidade de aberturas (26).
6. Derivação, de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo fato de que pelo menos um primeiro dos eletrodos do segundo conjun- to (24) se estende para dentro de uma primeira da pluralidade de aberturas (26), e pelo menos um segundo dos eletrodos do segundo conjunto (24) se estende para dentro de uma primeira da pluralidade de aberturas (26).
7. Derivação, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que o primeiro dos eletrodos do segundo conjunto (24) está disposto aproximadamente oposto diametralmente dentro de uma primeira da pluralidade de aberturas (26) com relação ao segundo dos eletrodos do segundo conjunto (24).
8. Derivação, de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo fato de que pelo menos um terceiro dos eletrodos do segundo conjunto (24) se estende para dentro de uma primeira da pluralidade de aberturas (26).
9. Derivação, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o primeiro dos eletrodos do segundo conjunto (24) está disposto aproximadamente oposto diametralmente dentro de uma segunda da pluralidade de aberturas (26) com relação ao terceiro dos eletrodos do segundo conjunto (24).
10. Derivação, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que pelo menos um quarto dos eletrodos do segundo conjunto (24) se estende para dentro de uma segunda da pluralidade de aberturas (26).
11. Derivação, de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que o segundo dos eletrodos do segundo conjunto (24) está disposto aproximadamente oposto diametralmente dentro de uma segunda da pluralidade de aberturas (26) com relação ao um quarto dos eletrodos do segundo conjunto (24).
12. Derivação, de acordo com qualquer uma das reivindicações 3 a 11, caracterizado pelo fato de que o alojamento (12) ainda inclui uma parede de alojamento autovedante externa penetrável por agulha (30).
13. Derivação, de acordo com a reivindicação 12, caracterizado pelo fato de que o alojamento (12) ainda inclui um soquete (33) para rece- ber uma sonda (42).
14. Derivação, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que o primeiro conjunto (16) dos eletrodos se estende pelo menos parcialmente através de uma base do soquete (32).
15. Derivação, de acordo com a reivindicação 13, caracterizado pelo fato de que o primeiro conjunto (16) dos eletrodos possui uma primeira extremidade que termina em uma base do soquete (32).
16. Derivação, de acordo com qualquer uma das reivindicações 13 a 15, caracterizado pelo fato de que o primeiro conjunto (16) dos ele- trodos inclui pelo menos quatro eletrodos, e o segundo conjunto (24) dos eletrodos inclui pelo menos quatro eletrodos.
17. Derivação, de acordo com qualquer uma das reivindicações 13 a 16, caracterizado pelo fato de que o soquete (32) possui uma seção transversal em formato de D duplo interna.
18. Sistema de cateter que é conectado a um alojamento (12) em uma derivação (10) caracterizado pelo fato de que compreende: uma derivação (10) conforme definida em qualquer uma das rei- vindicações 1 a 17; e uma montagem de sonda (34) seletivamente penetrável através da parede de alojamento externa (30).
19. Sistema, de acordo com a reivindicação 18, caracterizado pelo fato de que a montagem de sonda (34) inclui uma agulha retrátil (40) para penetrar a parede de alojamento externa (30) e uma bainha (38) dis- posta em torno da agulha (40).
20. Sistema, de acordo com a reivindicação 19, caracterizado pelo fato de que a montagem de sonda (34) inclui uma sonda retrátil (42), a sonda (42) tendo uma extremidade distai (44) que inclui uma pluralidade de contatos (46).
21. Sistema, de acordo com a reivindicação 20, caracterizado pelo fato de que a pluralidade de contatos (46) são resilientemente orienta- dos na direção distai.
22. Sistema, de acordo com a reivindicação 20 ou 21, caracteri- zado pelo fato de que a pluralidade de contatos (46) inclui pelo menos dois contatos.
23. Sistema, de acordo com a reivindicação 22, caracterizado pelo fato de que a pluralidade de contatos (46) inclui pelo menos quatro contatos (46).
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