"APARELHO; MÉTODO DE ABERTURA DA PORTINHOLA DO APARELHO; MÉTODO PARA INSTALAR O EIXO MECÂNICO PEGADOR DO APARELHO; E MÉTODO PARA OPERAR O APARELHO".
CAMPO DA TÉCNICA
Esta invenção refere-se a caixas automáticos de bancos.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
As máquinas de caixa automático bancárias são conhecidas neste campo técnico. Um tipo de máquina bancária automática, conhecido como caixa automático (ATM), permite que um cliente de um banco conduza transações bancárias sem a necessidade de que um funcionário do banco tome parte diretamente. Tais transações poderiam incluir depósito em contas bancárias, verificação de saldo, transferência fundos, saque de dinheiro, ou obter outros itens. Como aqui utilizado, o termo "máquina bancária automática" (ou "máquina de transações bancárias") não pretende limitar o âmbito da invenção, mas pode incluir qualquer tipo de dispositivo que permite efetuar transações bancárias que envolvem transferências representativas de valores.
Outros tipos de máquinas bancárias automáticas podem ser usados para liberar dinheiro para um cliente, funcionário caixa, ou outro provedor de serviços. As máquinas bancárias automáticas podem ser usadas para liberar vários tipos de itens para os clientes. Alguns tipos de máquinas bancárias automáticas podem liberar itens tais como bilhetes, cupons, vales, ou outros itens de valor. As máquinas bancárias automáticas armazenam genericamente uma multiplicidade desses itens de maneira a permitir que a máquina entregue rapidamente um ou mais itens sem erro. Algumas máquinas bancárias automáticas podem aceitar depósitos na forma de envelopes, cheques, dinheiro em espécie, ou outros itens. Algumas máquinas bancárias automáticas podem ser usadas para conceder crédito, efetuar pagamentos de contas, ou para debitar ou depositar fundos em várias contas.
Os dispositivos que permitem a estocagem e entrega de itens em folhas de papel podem às vezes requerer reabastecimento, manutenção ou conserto. Em máquinas bancárias automáticas, tais como aquelas fabricadas por Diebold, Incorporated, cessionária da presente invenção, os itens em folha de papel que são liberados são mantidos geralmente em cassetes. Os cassetes podem ser substituídos por pessoal autorizado que tenham acesso a uma parte de cofre de segurança da máquina, que aloja os cassetes. Isto permite que o pessoal autorizado reabasteça rapidamente os itens a serem liberados. Isto pode ser feito substituindo os cassetes ou removendo os cassetes, adicionando folhas a eles, reinstalando os cassetes.
Embora o reabastecimento de itens em folhas de papel possa ser realizado facilmente, algumas vezes é necessário conduzir atividades extensas de manutenção ou conserto. Caso o conserto ou substituição de certos componentes da máquina seja necessário, o conjunto liberador de folhas pode precisar ser removido da carcaça. O peso e a natureza delicada de alguns componentes do conjunto liberador de folhas podem tornar difícil a remoção e reinstalação do mecanismo liberador. O mecanismo liberador pode incluir também inúmeros módulos de liberação empilhados para armazenar e liberar seletivamente os documentos armazenados nos cassetes. Os módulos de liberação empilhados podem precisar também ser desmontados. O posicionamento e o alinhamento muito precisos dos componentes do mecanismo de liberação são freqüentemente necessários para a operação adequada da máquina, o que necessita cuidado durante a reinstalação. O alinhamento e a fixação adequada de módulos de liberação empilhados também são necessários. Todos estes requisitos adicionam dificuldade ao efetuar a assistência técnica do mecanismo de liberação.
DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
Assim sendo, existe uma necessidade de se obter um aparelho e um método para operar, remover, desmontar, e reinstalar, mais facilmente e/ou eficientemente, um conjunto de liberação de folhas de uma máquina bancária automática, a fim de facilitar a operação e o conserto de componentes da máquina. É um objeto da uma modalidade exemplifreativa da presente invenção fornecer um conjunto de liberação para uma máquina bancária automática. É um - outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um módulo de liberação empilhável para um caixa automático de banco. É um outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um módulo de liberação multimídia empilhável para um caixa automático de banco. É um outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um módulo de liberação, que pode ser atado a outro módulo de liberação em uma relação empilhada. É ainda outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um módulo de liberação, que pode ser atádo a outro módulo de sacar dinheiro em uma relação alinhada. É um outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um módulo de liberação multimídia, que pode ser atado a outro módulo de liberação, em uma relação empilhada e alinhada, para uso em um caixa automático de banco. É um outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um aparelho que permite que um provedor de folhas de um caixa automático de banco seja consertado mais facilmente. É ainda outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um método para efetuar a assistência técnica de um caixa automático bancário. É ainda outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um método para montar módulos que fornecem folhas, em uma relação atada e empilhada para um arranjo fornecedor de folhas de um caixa automático de banco. É ainda outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um método para desmontar módulos para liberação de folhas a partir de uma relação atada e empilhada. É ainda outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um método para prestar assistência técnica de um fornecedor de folhas de uma máquina bancária automática, que reduz o tempo e o custo de remover e reinstalar módulos de liberação. É um outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um dispositivo de liberação com função avançada (AFD) , tendo um ou mais mecanismos de liberação que operam para transportar itens tais como notas de dinheiro. É ainda outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um arranjo de portinhola de cassete e pinto de travamento. É um outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer uma conexão desprendível de eixo mecânico pegador e pino acionador. É um outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer uma lingüeta de parede acionada por mola, que é capaz de reter um eixo mecânico pegador em conexão com um pino acionador. É um outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer detentores de arame formados em uma parede do módulo de liberação. É um outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um transportador de folhas que inclui correias sobre um eixo mecânico intermediário e um eixo mecânico de acionamento, como o eixo mecânico intermediário inclinado para longe do eixo mecânico de acionamento, para manter as correias sob tensão. É ainda outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer correias presas em uma placa de empuxo de pilha de folhas, com as correias sustentadas sobre roletes abaulados. É um outro objeto de uma modalidade exemplificativa da presente invenção fornecer um arranjo de portinhola apresentadora, que inclui uma portinhola móvel atuada por carne, e um trilho flexível para uma operação de relação rolante, a fim de gerar uma configuração ondulada às folhas que saem do apresentador.
Outros objetos de modalidades exemplificativas da presente invenção ficarão evidentes na seção "Melhor Modo para Conduzir a Invenção" e nas reivindicações apensadas.
Os objetivos precedentes são realizados em uma modalidade exemplificativa da invenção, que envolve um dispositivo para liberação de uma máquina bancária automática. Um dispositivo de liberação exemplificativo pode ter um cassete de dinheiro, um pegador de notas, um transportador de notas, e um apresentador de notas. Uma portinhola do cassete pode abrir automaticamente durante a inserção do cassete dentro dispositivo de liberação. O pegador pode pegar notas através da abertura. Um eixo mecânico pegador pode ser mantido em um engate de encaixe inclinado com um pino acionador. O transportador pode mover notas em direções perpendiculares (como por exemplo, vertical e horizontalmente). O transportador pode incluir um eixo mecânico intermediário e um eixo mecânico acionador com correias entre eles. O eixo mecânico intermediário pode ser móvel em relação a um eixo mecânico acionador para manter a tensão das correias. O transportador pode incluir também roletes afunilados que ajudam a centralizar uma correia sobre ele. O apresentador pode ter uma portinhola adjacente a uma saída de liberação. A portinhola pode ser aberta atuando uma alavanca ligada a um braço em conexão operacional com a portinhola. A ligação da alavanca ao braço pode incluir um pino relativamente móvel em uma fenda. O dispositivo de liberação pode incluir módulos de liberação que alojam documentos ou folhas (como por exemplo, itens) valiosos. Os itens podem incluir, por exemplo, dinheiro, cupons, bilhetes, malotes e cartões telefônicos. Os módulos de liberação incluem uma estrutura que permite sua fixação entre si, em uma relação empilhada e alinhada. Cada módulo inclui um par de paredes laterais. Cada módulo inclui uma placa de projeção e um braço de engate inclinável sobre cada parede lateral. As placas de projeção podem ser afixadas, às paredes laterais. Os engates podem ser desconectados das paredes laterais. Cada placa de projeção inclui um pino. Cada parede lateral inclui uma fenda adaptada para receber um pino.
As lingüetas inclináveis também podem ser desconectadas das paredes laterais. As lingüetas podem ser usadas para guiar e reter as placas de projeção durante o empilhamento firme dos módulos.
Durante a montagem empilhada, as placas operam para comprimir os engates. Os engates são arranjados para soltar quando uma placa deslizou para além da compressão do engate e na direção do alinhamento do módulo. Depois que um engate foi solto, a placa não é mais deixada se mover na direção oposta, para comprimir novamente o engate. Módulos adjacentes podem ser atados entre si devido a engates que impedem o movimento dos pinos para fora das fendas. Isto é, as placas de projeção são impedidas de se movimentarem em uma primeira direção porque os pinos engatariam nas paredes laterais, e de se movimentarem em uma segunda direção oposta porque as placas de projeção engatariam nos engates. As lingüetas podem ser usadas também para reter os pinos nas fendas.
Os módulos podem ser desatados comprimindo os engates, tal como se faz com uma ferramenta, para permitir o movimento relativo dos módulos.
Tendo capacidade mais fácil de alinhar e empilhar firmemente, os módulos de liberação podem facilitar consertos e/ou troca de componentes do mecanismo de liberação e/ou de componentes da máquina bancária automática pelo pessoal de assistência técnica. Algumas vezes é desejável ou necessário remover inteiramente e desmontar o mecanismo de liberação da máquina para conserto ou troca. A presente invenção fornece um método para desmontar e/ou montar módulos de liberação empilhados, para facilitar o conserto ou troca. O método exemplificativo da invenção facilita também a instalação de módulos de liberação novos ou recarregados na máquina. Os mecanismos de liberação existentes para caixas automáticos de bancos também podem se ajustar com os módulos de liberação de uma modalidade exemplificativa da invenção.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS A Figura 1 é uma vista isométrica de uma máquina bancária automática. A Figura 2 ilustra uma modalidade alternativa de uma máquina bancária automatizada.
As Figuras 3, 4 e 5 ilustram vistas frontal, de topo e lateral, respectivamente, da máquina da Figura 2. A Figura 6 ilustra uma outra modalidade alternativa de uma máquina bancária automática.
As Figuras 7 e 8 ilustram vistas de topo e lateral, respectivamente, da máquina da Figura 6. A Figura 9 ilustra uma parte de uma máquina bancária automática. A Figura 10 ilustra uma parte adicional de uma máquina bancária automática. A Figura 11 é uma vista isométrica explodida de uma parte de cofre de segurança com uma portinhola de acesso aberta e um mecanismo de liberação que tem módulos de liberação trancados, estendidos através da abertura. A Figura 12 ilustra uma vista parcial de módulos de liberação conectados de forma removível. A Figura 13 ilustra uma etapa em um processo de conectar módulos de liberação. A Figura 14 também ilustra outra etapa em um processo de conectar módulos de liberação. A Figura 15 ilustra uma vista parcial de extremidade de paredes laterais adjacentes de módulos de liberação conectados. A Figura 16 ilustra uma vista de extremidade alternativa de paredes laterais de módulos de liberação conectados. A Figura 17 ilustra um módulo de liberação com uma pluralidade de arranjos de atamento desprendível. A Figura 18 ilustra uma vista parcial de módulos de liberação alternativos conectados de forma removível. A Figura 19 ilustra uma forma alternativa de partes de módulos de liberação empilhados. A Figura 20 é uma vista angulada diferente de um módulo de liberação da Figura 19. A Figura 21 ilustra um cassete para itens. A Figura 22 ilustra uma vista de uma parte da portinhola circular de um cassete. A Figura 23 ilustra um pino de intertravamento. A Figura 24 ilustra outra vista do pino de intertravamento da Figura 23. A Figura 25 ilustra uma etapa em um processo de abertura de portinhola. A Figura 26 ilustra uma outra etapa no processo de abrimento da portinhola. A Figura 27 ilustra ainda outra etapa em um processo de abrimento da portinhola. A Figura 28 ilustra uma vista parcial de fundo de um cassete com uma portinhola em uma posição parcialmente aberta. A Figura 29 ilustra uma vista parcial de fundo de um cassete com uma portinhola em uma posição completamente aberta. A Figura 30 ilustra um arranjo do mecanismo pegador de módulo de liberação. A Figura 31 ilustra um pino de acionamento com uma chave. A Figura 32 ilustra uma vista alternativa do pino de acionamento da Figura 31. A Figura 33 ilustra um eixo mecânico pegador com um buraco de fechadura. A Figura 34 ilustra o pino de acionamento da Figura 32 e o eixo mecânico pegador da Figura 33 em um arranjo encaixado. A Figura 35 ilustra um arranjo de encaixe alternativo de eixo mecânico pegador e pino de acionamento. A Figura 36 ilustra um pino de acionamento com uma chave e um buraco de fechadura. A Figura 3 7 ilustra um eixo pegador com uma chave e um buraco de fechadura. A Figura 38 ilustra o pino de acionamento da Figura 3 6 e o eixo mecânico pegador da Figura 3 7 em um arranjo de encaixe. A Figura 39 ilustra um módulo de liberação sem o eixo mecânico pegador. A Figura 40 ilustra módulos de liberação empilhados, tendo suportes de arame formados. A Figura 41 ilustra uma vista de uma parte inferior de um mecanismo de transporte vertical. A Figura 42 ilustra uma vista de uma parte superior de um mecanismo de transporte vertical. A Figura 43 ilustra outra vista da parte superior. A Figura 44 ilustra uma vista adicional da parte superior. A Figura 45 ilustra uma vista de roletes de eixo mecânico de acionamento. A Figura 46 ilustra uma vista parcial de um mecanismo de transporte horizontal. A Figura 47 ilustra um arranjo de correia apresentadora e placa de empuxo. A Figura 48 ilustra um arranjo de portinhola apresentadora com uma portinhola em uma posição fechada. A Figura 49 ilustra uma vista adicional de uma portinhola em uma posição fechada. A Figura 50 ilustra um arranjo de portinhola apresentadora com uma portinhola em uma posição aberta. A Figura 51 ilustra uma vista alternativa de uma portinhola apresentadora em uma posição aberta. A Figura 52 ilustra outra vista de uma portinhola apresentadora em uma posição aberta. A Figura 53 ilustra ainda outra vista de úma portinhola apresentadora em uma posição aberta. A Figura 54 ilustra uma pilha de folhas adjacente a uma passagem de saída apresentadora. A Figura 55 ilustra uma pilha de folhas alternativa adjacente a uma passagem de saída apresentadora. A Figura 56 ilustra uma vista de uma extremidade de um trilho flexível. A Figura 57 ilustra uma vista alternativa do trilho flexível. A Figura 58 ilustra uma pilha de folhas recebendo um estado ondulado. A Figura 59 ilustra uma pilha de folhas alternativa, adjacente a trilhos alveolares. A Figura 60 ilustra uma vista alternativa de uma portinhola e um arranjo de portinholas. A Figura 61 ilustra uma vista angulada de um arranjo de braço com carne duplo. A Figura 62 ilustra uma vista alternativa do arranjo de braço com carne duplo. A Figura 63 ilustra um invólucro de moldura.
MELHOR MODO DE CONDUZIR A INVENÇÃO
Fazendo referência agora aos desenhos e particularmente à Figura 1, lá está ilustrada uma máquina bancária automática, indicada genericamente pelo número 10, usada em conjunto com uma modalidade exemplificativa da presente invenção. A máquina bancária automática 10 pode ser um caixa automático (ATM). A máquina bancária automática 10 inclui uma parte de interface com o cliente (como por exemplo, um painel) e uma parte de entrega de documentos. A parte da interface com o cliente pode ser sustentada por uma carcaça superior 11 e/ou uma carcaça inferior 20, tal como por fixação à carcaça superior 11. A parte da interface pode incluir um visor 12, tal como uma tela de tubos de raios catódicos (CRT) ou outros dispositivos de saída para fornecer saídas tais como mensagens e orientações visuais para um cliente ou usuário. A interface pode incluir também dispositivos de entrada, tal como um teclado 13, botões funcionais 14, e uma leitora de cartões 15. O painel do cliente pode incluir também uma saída de recibos 16 e pode incluir outros dispositivos de diferentes funções transacionais.
Uma parte de entrega de documentos da máquina 10 pode ficar contida dentro de uma carcaça de cofre de segurança ou inferior 20. Uma abertura 19 pode ser instalada para distribuir as folhas, tais como notas de papel-moeda, ou outros itens, para um usuário da máquina. A Figura 2 ilustra outra modalidade de uma máquina bancária automática 10, indicada genericamente como 110. A maquina bancária automática 110 pode ser um caixa automático . (ATM). Entretanto, outras modalidades exemplificativas da invenção podem usar outros tipos de máquinas bancárias automáticas. O caixa automático (ATM) 110 inclui um painel 112 que serve como interface do usuário ou cliente. O painel inclui uma fenda para cartões 114, um teclado 116, teclas de função 118, um visor 120, uma fenda de saída de recibos 122, uma saída para extratos resumidos 124, uma abertura para retirada de documentos (como por exemplo, dinheiro) 126, uma abertura para depósito de documentos 128, e uma prateleira para escrever 129. A fenda para cartões 114 pode ser usada para inserir um cartão que tem dados codificados sobre ele, que é utilizável para identificar o cliente e/ou as informações sobre a conta do cliente. A fenda para cartões 114 proporciona entrada para um dispositivo de entrada da leitora de cartões, para ler os dados codificados sobre o cartão. A máquina pode incluir também outros dispositivos de entrada, tais como leitoras biométricas que podem operar para receber entradas de identificação do cliente, tais como impressões digitais, leituras da íris, leituras da retina, dados topográficos faciais, dados de vozes, ou outras entradas que fornecem dados utilizáveis para identificar um usuário. Um exemplo de um caixa automático (ATM), que usa dispositivos de entrada biométricos e outros tipos de dispositivos de entrada, está ilustrado na patente n2 US 6.023.688, cujo teor é aqui inteiramente incorporado como referência. O teclado 116 inclui uma pluralidade de teclas que podem ser atuadas por um cliente para fornecer entradas para a máquina. As teclas funcionais 118 podem ser usadas para permitir que um cliente responda âs orientações da tela. O visor 120 pode ser um visor de tela de toque que permite saídas através de exibições sobre a tela e permite que os clientes forneçam entradas colocando um dedo perto de áreas da tela. As saídas 122, 124, podem ser usadas também para entregar outros itens a partir de mecanismos de impressão de bilhetes, mecanismos de impressão de cheques, e outros dispositivos que operam para aplicar inscrições sobre o item no curso da realização de transações conduzidas com a máquina. Vários tipos de dispositivos de entrada e saída podem ser incluídos nas interfaces com os usuários. Genericamente, no caso de uma máquina bancária automática, pelo menos um dispositivo de entrada é usado para receber entradas que identificam um usuário e/ou uma conta. Deve-se entender que estas características da interface do caixa automático (ATM) com o usuário são exemplificativas, e em outras modalidades da invenção, a interface do usuário pode incluir diferentes componentes e/ou características e/ou arranjos. Por exemplo, um arranjo diferente pode ter os locais da fenda de saída de recibos e de saída de extratos trocados. Similarmente, a fenda para cartões e a fenda de saída de recibos podem ser trocadas.
As Figuras 3, 4 e 5 ilustram as vistas frontal, de topo e lateral, respectivamente, do caixa automático (ATM) 110 da Figura 2.
A Figura 6 ilustra outra modalidade de uma máquina bancária automática indicada genericamente como 130. A máquina bancária automática tem uma interface do cliente que inclui uma fenda da leitora de cartões 132, um teclado 134, teclas funcionais 136, o visor 138, fenda de saída de recibos 144, abertura para depósito de documentos 146, e uma abertura para depósitos de documentos volumosos 148.
As Figuras 7 e 8 ilustram as vistas frontal, de topo e lateral, respectivamente, do caixa automático (ATM) 130 da Figura 6. A Figura 9 ilustra uma outra modalidade de uma parte de uma máquina bancária automática, indicada genericamente como 150 . A Figura 9 ilustra uma interface com o cliente 152 similar àquela da Figura 2, incluindo uma fenda da leitora de cartões 154, um teclado 156, uma fenda de saída de recibos 158, uma abertura para extratos resumidos 160, uma abertura para retirada de documentos (como por exemplo, dinheiro) 162, uma abertura para depósito de documentos (164) , e uma prateleira para escrever (ou bandeja de suprimentos) 166. Com o uso de uma tela de toque na área de exibição 168, pode não ser necessário ter teclas de função perto da tela. A Figura 10 ilustra uma modalidade adicional de uma parte de uma máquina bancária automática indicada genericamente como 170. A Figura 10 ilustra uma interface do cliente que inclui uma fenda da leitora de cartões 172, um teclado 174, uma área do visor da tela de toque 178, uma fenda de saída de recibos 180, uma saída de extratos resumidos 182, uma abertura para retirada de documentos (como por exemplo, dinheiro) 184, uma abertura para liberação (ou recebimento) de moedas 186, uma abertura para depósito de documentos 188, e uma abertura para depósito de documentos volumosos 189.
Evidentemente, deve-se entender que o tipo e os locais das entradas e saídas específicas dos painéis aqui ilustrados são exemplificativos, e que outros arranjos e configurações podem ser usadas. Isto é, as interfaces do usuário do caixa automático (ATM) descritas são exemplificat ivas em outras modalidades exemplificativas a interface do usuário pode incluir componentes e/ou características e/ou arranjos diferentes. Por exemplo, um arranjo diferente pode ter os locais da fenda de saída de recibos e de saída de extratos resumidos trocadas de posição. Similarmente, uma fenda para cartões e uma fenda de saída de recibos podem ser trocadas de posição. Um suporte para armazenamento de envelopes também pode ser adicionado ou trocado por outro elemento em outros arranjos.
Outras modalidades exemplificativas de máquinas bancárias automáticas podem ter um tipo diferente da parte da interface com o cliente. Por exemplo, outras modalidades exemplificativas podem não incluir um painel do cliente sobre a parte do cofre ou perto dele. Tais máquinas alternativas podem ser usadas para entregar folhas ou documentos para uma caixa, funcionário de banco ou outro provedor de serviços. Tais modalidades exemplificativas alternativas podem incluir também uma interface com o operador, posicionada distante, que pode fazer com que seletivamente os documentos sejam entregues a partir de uma máquina instalada. A Figura 11 ilustra uma modalidade exemplificativa de uma parte de cofre de segurança 21 de uma máquina bancária automática (como por exemplo, um caixa automático (ATM)). Qualquer uma das máquinas bancárias automáticas discutidas anteriormente pode incluir uma parte de cofre de segurança da maneira ilustrada na Figura 11. O cofre 21 encerra uma área de segurança 22. O cofre 21 inclui uma parede superior 23 que pode sustentar a carcaça superior e a parte da interface do cliente de uma máquina bancária automática. Por exemplo, a parede superior 23 poderia sustentar a carcaça superior 11 e a parte da interface do cliente da máquina bancária automática 10 ilustrada na Figura 1. O cofre 21 tem também uma abertura para manutenção 24, e uma portinhola 25 que pode fechar seletivamente a abertura 24. Quando a máquina bancária está em uso, a área 22 está fechada pela portinhola 25 e está segura e trancada através de um dispositivo de travamento 26. Pode-se usar qualquer um entre inúmeros dispositivos conhecidos como dispositivo de travamento, para fixar a porta em uma posição fechada. A área de segurança 22 do cofre 21 pode ser usada para alojar inúmeros componentes da máquina bancária. Um destes componentes pode ser um dispositivo de liberação, indicado genericamente pelo número 27. O dispositivo de liberação 27 pode incluir cassetes removíveis 28, 29, 30 e 31. Os cassetes podem portar documentos valiosos ou outros materiais ou itens em folhas, tais como dinheiro, cheques de viagem, cupons, vales, comprovantes, vales de apostas, selos, bilhetes, folhas, e cartões de telefone. Assim sendo, um dispositivo de liberação pode ser um dispositivo multimídia. Cada cassete pode ter um mecanismo pegador associado a ele, que pode operar seletivamente para remover itens, tais como notas de papel-moeda, do cassete. A construção da modalidade exemplificativa ilustrada é tal que dois cassetes possam ser montados de forma removível em um em uma moldura ou módulo de liberação 33. Embora o dispositivo de liberação 27 esteja ilustrado como tendo dois módulos de liberação 33, um módulo de liberação pode ter mais ou menos cassetes. Qualquer número de módulos de liberação pode ser incluído em uma máquina bancária. Evidentemente, o número de módulos de liberação pode ser limitado pelo tamanho físico do cofre 21. Embora uma modalidade exemplificativa tenha dois cassetes e pegadores de documentos por módulo de liberação, outras modalidades exemplificativas podem ter outros números ou arranjos de módulos de liberação, cassetes e pegadores.
Os módulos de liberação 33 podem ser afixados uns nos outros em uma relação empilhada. Um apresentador de documentos 35 pode ser afixado ao topo de uma pilha dos módulos de liberação. Um apresentador pode ser usado para apresentar um ou mais documentos a um usuário da máquina. Os módulos de liberação empilhados estão ilustrados na patente ne US 6.293.54 0, cujo teor é aqui incorporado como referência. As estruturas exemplificativas do cassete e do mecanismo pegador estão ilustradas nas patentes n— US 5.099.423 e US 5.141.127, cujos teores são aqui incorporados como referência. A relação empilhada permite que os documentos dos cassetes sejam pegados dos cassetes e entregues ao apresentador 35. Os documentos podem ser movidos seletivamente pelo apresentador através de uma abertura 32 até um usuário da máquina. Cada um dos cassetes 28, 29, 30 e 31 dentro do dispositivo de liberação 27 pode ser removido independentemente de dentro deles. Cada local que mantém um cassete no dispositivo de liberação 27 pode incluir um mecanismo pegador de documentos e alimentação de correias que pode operar para entregar documentos para o apresentador 35. O dispositivo de liberação da modalidade exemplificativa pode incluir uma pluralidade de rolos, correias e outros elementos móveis de alimentação, para engatar seletivamente e mover documentos. Motores e outros dispositivos de acionamento podem operar para mover esses elementos móveis. Os dispositivos de acionamento podem operar em resposta a sinais de um controlador do terminal, que pode incluir um ou mais computadores, que podem controlar a liberação de documentos da máquina. Uma modalidade exemplificativa de um controlador e um sistema de controle para uma máquina bancária automática está ilustrados na patente n- US 6.505.177, cujo teor é aqui incorporado como referência. O dispositivo de liberação 27, que pode incluir o apresentador de documentos (ou alimentador) 35 e os módulos de liberação 33, podem ser engatados de forma a se soltarem em um par de cursores 40. Os cursores podem ser montados em conexão de sustentação com o interior do cofre 21. Esta construção permite que os cursores, e assim sendo, o dispositivo de liberação 27 sejam estendidos e retraídos através da abertura 24, para dentro e para fora do cofre 21. Na posição operacional da máquina bancária, o dispositivo de liberação 27 é sustentado pelos cursores 40. Em uma modalidade exemplificativa do dispositivo de liberação 27 é engatado, de forma a se soltar, nos cursores e é removível dele quando o dispositivo de liberação está estendidos sobre os cursores fora do cofre. O dispositivo de liberação 27 pode ser desengatado dos cursores movendo o dispositivo de liberação para cima em relação aos cursores.
Quando a máquina bancária está em uso, a portinhola 25 está fechada. Os cursores 40 podem ser retraídos, resultando no fato de que o alimentador de documentos 35 e os módulos 33 do dispositivo de liberação fiquem dentro do cofre de segurança 21. A portinhola 25 pode ser protegida em uma posição fechada com o dispositivo de trancamento 26. Os documentos ou outros itens podem ser liberados em resposta a sinais vindos do controlador do terminal e entregues pelo apresentador 35 a um usuário através da abertura 32 que pode se estender através da portinhola 25.
Pode-se entender facilmente que a multiplicidade de acionadores, alimentadores, elementos móveis e dispositivos, que operam em conjunto, usados em um dispositivo de liberação para entregar documentos para um usuário poderíam não funcionar adequadamente. A troca ou manutenção periódica de certos componentes dentro do dispositivo de liberação também é desejável para assegurar uma operação confiável. Assim sendo, pode ser também desejável em algumas circunstâncias mudar o número e/ou o tipo de cassetes e mecanismos pegadores para se adaptarem a diferentes denominações de dinheiro, cupons, selos, ou outros documentos. Pode ser desejável também substituir ou fazer uma melhoria no dispositivo de liberação. Todas estas atividades podem requerer procedimentos para serem realizados no dispositivo de liberação da máquina. Alternativamente, pode ser desejável ter acesso a componentes no cofre da máquina bancária, que ficam difíceis de acessar devido à presença do dispositivo de liberação no cofre.
Os cursores 40 permitem que o pessoal de assistência técnica estendam o dispositivo de liberação 27 através da abertura 24 depois que a portinhola 25 foi aberta. Estender o dispositivo de liberação para fora possibilita melhor acesso aos componentes do dispositivo de liberação para assistência técnica. Entretanto, em alguns casos, o acesso a certos componentes do dispositivo de liberação ou componentes no cofre não pode ser facilmente conseguido, mesmo com o dispositivo de liberação estendido através da abertura 24. Nestes casos, seria desejável desengatar o dispositivo de liberação 27 dos cursores 40 e mover o dispositivo de liberação, para. que o serviço seja realizado, ou mesmo possivelmente substituir o dispositivo de liberação. Em outros casos, o dispositivo de liberação pode precisar ser desmontado, incluindo o desempilhamento de módulos do dispositivo de liberação.
Uma modalidade exemplificativa proporciona o alinhamento, empilhamento e proteção em conjunto de módulos do dispositivo de liberação, e ainda assim permitir que os módulos do dispositivo de liberação sejam desempilhados facilmente. Em alguns arranjos exemplificativos, os módulos do dispositivo de liberação podem ser montados em relação empilhada e desmontados rapidamente sem o uso de ferramentas. Os módulos do dispositivo de liberação podem ser montados em uma relação empilhada, seja inicialmente (como por exemplo, um novo módulo de liberação, um novo dispositivo de liberação, etc.) ou durante o processo de remontagem. Como aqui descrito abaixo mais detalhadamente, um arranjo de travamento removível pode ser usado para posicionar, alinhar e fixar módulos de liberação entre si. Um arranjo de travamento similar também pode ser usado para afixar o módulo de liberação do topo da pilha ao apresentador de documentos. A Figura 11 ilustra um arranjo de travamento removível, indicado genericamente pelo número 48, para módulos de liberação 33 adjacentes. A Figura 12 ilustra os módulos de liberação 50 e 51 afixados uns nos outros em uma relação ou arranjo empilhado. Cada módulo de liberação 50, 51, da modalidade exemplificativa da Figura 12 inclui pelo menos uma projeção 52, o engate 54 e a lingüeta 56. Os módulos de liberação podem ser idênticos ou eles podem diferir, tal como nas dimensões (como por exemplo, altura). Os módulos da Figura 12 podem ser empilhados sendo encaixados sob pressão uns nos outros. Em outras modalidades exemplificativas, um módulo de liberação designado do topo da pilha pode não ter uma projeção. Similarmente, em outras modalidades exemplificativas, um módulo de liberação designado, na parte inferior da pilha pode não ter um engate e/ou uma guia. Para facilitar a descrição, apenas uma parede lateral 55 de um módulo precisa ser descrita. A parede lateral oposta de um módulo pode ser simétrica à parede lateral descrita.
Os módulos de liberação 50 podem ter um corpo, ou uma parte dele, feita de material estruturalmente suficiente para agüentar os itens contidos dentro dele. Por exemplo, um corpo de módulo pode compreender metal, plástico, polímero, fibra de vidro, resina, madeira ou vidro, ou combinações deles. Um corpo de módulo pode compreender chapa metálica. Um corpo de módulo pode ser formado a partir de um material transparente que permite visualizar através dele.
Um módulo de liberação 50 pode incluir uma parte, abertura, passagem ou fenda 58 retalhada. Na modalidade exemplificativa da Figura 12, a fenda 58 tem o formato de um L invertido. Alternativamente, uma fenda pode ter outros formatos.
Uma projeção 52 pode compreender um elemento, tal como uma placa, que funciona para se estender a partir de um módulo. Um elemento de projeção 52 permite que um primeiro módulo 51 seja engatado ou travado de forma removível a um módulo adjacente 50 quando os módulos estão em alinhamento adequadamente empilhado. Um elemento de projeção 52 pode ser afixado a um módulo ou ser uma peça do módulo. A fixação ou atamento pode incluir técnicas conhecidas, tais como soldar, aparafusar, encavilhar, usar porcas, etc.
Como ilustrado mais detalhadamente nas Figuras 15 e 16, uma projeção pode se projetar ou estender a partir de um módulo relativamente encostada na parede lateral do módulo. Alternativamente, uma projeção pode se estender para fora, afastando-se de uma parede lateral do módulo em um ângulo predeterminado. Por exemplo, uma projeção pode ter uma inclinação para fora. Neste caso, uma lingüeta pode atuar para segurar, puxar ou reter um elemento de projeção adjacente a uma parede lateral. Um elemento de projeção pode ser também bisotado no seu topo, para auxiliar no engate deslizante em um módulo adjacente. O elemento de projeção 52 inclui um pino 60 que se projeta para dentro. O pino 60 que se projeta para dentro pode compreender um pino, cavilha ou tarugo de encaixe. O pino 60 tem um comprimento que permite sua extensão através de uma parede lateral 55 de um módulo adjacente. O pino 60 pode ser f langeado em uma ou ambas extremidades . Em uma modalidade exemplificativa, o pino tem uma extremidade flangeada 62 em conexão fixa com o elemento de placa de projeção 52. Alternativamente, o pino 60 pode ser livremente móvel em relação ao elemento da placa de projeção 52. O pino 60 é adaptado para se estender verticalmente e horizontalmente na fenda 58 de um módulo 50, 51. Uma extremidade flangeada interna 64 do pino 60 é adaptada para engatar e ficar travada na parede lateral de um módulo adj acente.
Um engate ou retentor ou braço 54 pode ser retalhado de um corpo de módulo 50, 51. Uma guia ou lingüeta 56 também pode ser retalhada de um corpo de módulo. Alternativamente, um engate e/ou guia pode ser afixada separadamente a um corpo de módulo. O engate 54 e também a guia 56 podem ser elementos de propensão. Por exemplo, um braço de engate 54 e uma lingüeta 56 podem ser molas (como por exemplo, mola de engate e mola de lingüeta) . Um engate 54 e também uma guia 56 podem ter uma posição sem propensão, tal como a posição ilustrada no módulo inferior dà Figura 12. Como aqui discutido mais detalhadamente, um engate 54 pode ser usado para engatar ou travar um elemento de projeção 52 do módulo de liberação em posição empilhada, e assim sendo, travar os módulos adjacentes em uma posição empilhada. Uma lingüeta 56 pode ser usada para guiar ou alinhar um elemento de projeção do módulo de liberação, e desta forma, os módulos, durante a fixação do empilhamento. Uma lingüeta 56 pode ser usada também para deter uma projeção 52 de um movimento (para fora) afastando-se da sua parede lateral.
Uma operação exemplificativa da montagem de módulos de liberação empilhados firmemente será agora descrita. Na operação exemplificativa, o engate e o movimento dos componentes de fixação podem ocorrer (simetricamente) simultaneamente em cada lado dos módulos.
Um primeiro módulo de liberação 51 pode ser colocado relativamente em cima de um segundo módulo de liberação 50, como ilustrado na Figura 13. Nesta etapa, um braço de engate 54 do primeiro módulo de liberação 51 é propendido ou comprimido de volta para dentro da parede lateral 55 do primeiro módulo de liberação 51. Esta posição propendida pode ser conseguida baixando o primeiro módulo para cima do segundo módulo na posição ilustrada. Alternativamente, o primeiro módulo 51 pode ser colocado em cima do segundo módulo acima da posição ilustrada (isto é, a projeção 52 sendo ainda mais afastada da lingüeta 56) e depois deslizada na direção da posição ilustrada. A posição de partida inicial também pode variar, baseado em quão longe uma projeção 52 fica angulada longe da sua parede lateral. Por exemplo, uma projeção 52 afixada encostada na sua parede lateral pode ter de iniciar em uma posição (ainda mais acima) , de tal modo que a projeção 52 evite o engate encostado com um braço de engate propendido 54 para fora. Isto é, um módulo pode precisar ser baixado (ou suspendido) em um local que permite seu abaixamento, isto é, a projeção 52 fica livre do contato com um braço de engate 54. Alternativamente, um módulo pode ser colocado em cima de outro módulo sem qualquer abaixamento, como por exemplo, os módulos podem ser deslizados horizontalmente, um em relação ao outro.
Em uma próxima etapa, como ilustrado na Figura 14, o primeiro módulo 51 pode ser deslizado ainda mais na direção de uma relação alinhada empilhada com o segundo módulo 50. Nesta posição, as projeções 52 do segundo módulo de liberação 50 entraram respectivamente entre as lingüetas 56 e as paredes laterais 55 do primeiro módulo 51. Similarmente, os pinos 60 entraram nas fendas 58. A lingüeta 56 pode ser usada para guiar, alinhar ou reter de forma propendida uma projeção 52 durante a operação de empilhamento afixado. Por exemplo, as lingüetas 56 podem ser usadas para inclinar as projeções 52 na direção de um arranjo encostado com as paredes laterais 55. Além disso, outros arranjos exemplificativos podem ser arranjos nos quais os pinos entram nas fendas antes ou depois que as projeções entram por trás das fendas.
Em uma etapa final, como ilustrado na Figura 12, o primeiro módulo 51 é deslizado ainda mais em relação empilhada alinhadas com o segundo módulo 50. Nesta posição, as projeções 52 do segundo módulo de liberação 50 permanecem atrás das lingüetas 56 do primeiro módulo 51. Além disso, os pinos 60 deslizaram (horizontalmente) nas fendas 58 e suas extremidades internas flangeadas 64 estão em engate retentor com as paredes laterais do primeiro módulo 51. Adicionalmente, as projeções 52 deslizaram para além dos braços de engate 54. Assim sendo, os braços de engate 54 (que não estão mais comprimidos) ficaram novamente propendidos para fora. Isto é, os braços de engate 54 encaixaram sob pressão para fora, a fim de impedir que as projeções 52 façam um movimento de desengate na direção dos braços de engate. Assim sendo, os braços de engate impedem o movimento dos pinos saindo das fendas 58. Segue-se que os arranjos pinos/fendas e os arranjos engates/projeções travam de forma firme os módulos 50 e 51 adjacentes em uma relação alinhada e empilhada.
Em uma modalidade exemplificativa de empilhar módulos, um segundo módulo de liberação é colocado em cima de um primeiro módulo de liberação, e travado nele, para criar uma parte da pilha de módulos de liberação. Depois disso, um terceiro módulo de liberação é colocado sobre a parte de pilha de módulos de liberação já criada, e travada nela. O processo pode ser repetido até que a pilha de módulos afixados e alinhados desejada esteja completa.
Uma operação exemplificativa de desmontar módulos de liberação empilhados afixados será agora descrita. Depois que os braços de engate 54 estão propendidos para dentro (isto é, comprimidos), depois as projeções. 52 podem ser novamente movidas para sair ou entrar em uma posição que se sobrepõe aos braços de engate 54 comprimidos. Os braços de engate podem ser comprimidos manualmente. Em outras modalidades exemplificativas, o uso de uma ferramenta pode ser mais conveniente ou necessário para comprimir os braços de engate. Os módulos de liberação podem ser então movidos (como por exemplo, horizontalmente), um em relação ao outro, até que os pinos 60 estejam alinhados em uma posição (como por exemplo, vertical) para sua remoção da fenda 5 8 (como por exemplo, a posição ilustrada na Figura 14) . Depois disso, os módulos de liberação podem ser movidos (como por exemplo, verticalmente) , um em relação ao outro (um se afastando do outro) , para desengatar os módulos. Os pinos podem ser removidos passando verticalmente através de uma parte inferior da fenda, parte esta que se estende (horizontalmente) para dentro.
Alternativamente, os módulos empilhados podem ser desmontados invertendo as etapas de montagem discutidas anteriormente. Por exemplo, o engate 54 pode ser comprimido em uma distância suficiente para permitir que a placa 52 (e o pino 60 com ela) passe deslizando. A Figura 15 ilustra vistas parciais da extremidade de paredes laterais adjacentes 70, 72, de módulos de liberação conectados. Também está ilustrada uma relação de um elemento de projeção 74, uma extremidade 76 do pino flangeado interno, uma lingüeta 78, e as paredes laterais adjacentes 70 e 72. A Figura 16 ilustra vistas parciais da extremidade de paredes laterais adjacentes 80, 82, de módulos de liberação conectados. Uma placa de projeção 84 também está lustrada, afixada a uma parede lateral 80 por intermédio de um parafuso 86. A placa de projeção 84 está ilustrada também com uma extremidade bisotada 8 8 e um pino 8 9 estendido. A Figura 17 ilustra uma parte de um módulo de liberação 90 que inclui uma pluralidade de arranjos de travamento que podem ser soltados. O módulo de liberação 90 inclui paredes laterais, cada uma tendo várias projeções 92, braços de engate 94, fendas 96, lingüetas 98 e pinos 99. A Figura 18 ilustra uma parte de módulos de liberação 100 e 102 alternativos, conectados de forma removível. Os módulos são similares àqueles da Figura 12, exceto que as lingüetas estão ausentes e (correspondentemente) as projeções 104 e 106 têm um tamanho menor. Deve-se entender que os tamanhos e as localizações das projeções, engates, lingüetas, pinos e fendas podem variar para módulos diferentes. Por exemplo, uma pilha de módulo pode projeções verticalmente alternadas (umas em relação às outras) com tamanhos pequenos e grandes. Isto é, o módulo mais inferior na pilha pode ter projeções com tamanho pequeno e o módulo do nível seguinte pode ter projeções maiores. As outras partes da estrutura dos módulos (como por exemplo, engates, fendas, etc.) também podem ter dimensões correspondentes às dimensões das projeções dos módulos adjacentes.
As Figuras 19 e 20 ilustram modalidades exemplificativas adicionais de uma parte do módulo de liberação 190. Os módulos da Figura 19 podem ser empilhados engatando por pressão uns aos outros. Cada uma das Figuras 19 e 20 inclui uma lingüeta modelada 192 e pelo menos ura pino 194 da parede lateral. A lingüeta 192 pode ser modelada (como por exemplo, flexionada, corrugada, ou curvada), para proporcionar uma força de engate ou propensão adicional, como por exemplo, uma força de mola. O pino 194, como ilustrado mais inteiramente na Figura 20, pode ser usado para proporcionar alinhamento do módulo com o dispositivo de liberação. Isto é, o pino 194 pode atuar como um pino-guia para engatar em uma fenda-guia correspondente (ou sulco, ou trilho) do dispositivo de liberação, dentro do qual o módulo é inserido. O pino 194 pode ser usado também durante o manuseio e suspensão do módulo. Isto é, o pino pode ser usado para guiar ou engatar no posicionamento do módulo durante o transporte. A Figura 19 ilustra também que os braços de engate 196 precisam ser adjacentes apenas a uma extremidade de um módulo. A extremidade do módulo sem braços de engate pode ter ainda uma fenda 198, tal como uma fenda com formato de L invertido. Um módulo de liberação 190 pode incluir também as paredes laterais 191, o elemento de projeção 193, e um pino 195 do elemento de projeção.
Além disso, os arranjos de travamento de todos módulos em uma pilha podem variar, de tal modo que a pilha possa ser montada apenas de uma maneira. Isto é, a ordem dos módulos em uma pilha pode ser determinada pelos seus arranjos de travamento predeterminados. Assim sendo, o pessoal da assistência técnica pode ser impedido de empilhar os módulos incorretamente.
Uma modalidade exemplificativa proporciona a capacidade de usar módulos de liberação multimídia que podem ser travados de forma removível, para facilitar a manutenção dos mecanismos do dispositivo de liberação das máquinas bancárias automáticas. O arranjo exemplificativo pode permitir um acesso mais fácil, mais rápido e menos oneroso aos componentes do dispositivo de liberação, para facilitar os consertos e/ou sua substituição pelo pessoal da assistência técnica. O arranjo exemplificativo pode proporcionar também um método para separar e remover módulos empilhados de um conjunto de dispositivo de liberação, para facilitar o conserto ou troca. Um método exemplificativo facilita também o alinhamento e o travamento de forma removível de um módulo no outro em um mecanismo do dispositivo de liberação de uma máquina bancária automática, tal como um caixa automático (ATM).
Embora as modalidades aqui descritas incluam estruturas específicas para atingir os resultados desejáveis, os versados nessas técnicas devem imaginar inúmeras outras modalidades exemplificativas com outras estruturas que empregam os mesmos princípios da invenção aqui descritos, e que estão englobadas pelo objeto em questão conforme reivindicado. Por exemplo, e sem limitação, outras modalidades podem incluir outros tipos e formatos de módulos, projeções, pinos, engates, fendas, lingüetas, prendedores, materiais, ou outras estruturas. Além disso, as estruturas aqui descritas não pretendem limitar o âmbito do presente pedido de patente às estruturas específicas aqui descritas.
Como discutido anteriormente, um cassete ou lata para itens pode ser montado de forma removível em um módulo de liberação de uma máquina bancária automática (como por exemplo, um caixa automático (ATM)). A Figura 21 ilustra uma modalidade exemplificativa de um cassete para itens (como por exemplo, notas de papel-moeda). O cassete 200 inclui pelo menos uma área de contato 202 do botão indicador, que compreende uma pluralidade de botões indicadores. Por exemplo, a área de botões pode incluir um botão indicador 204 de baixo número de itens. O uso e a operação de botões de indicação de informações para um cassete estão descritos detalhadamente no relatório descritivo da patente n2 US 4.871.085, que é aqui incorporada como referência. O cassete inclui também uma portinhola 208. A portinhola tem uma parte flexível ou flexionãvel. Em uma modalidade exemplificativa da invenção, a portinhola inclui uma seção 210 da portinhola circular. A seção circular 210 pode compreender um arranjo flexível corrugado ou semelhante a uma corrediça, tendo inúmeras tiras paralelas grossas afixadas integralmente entre si por uniões ou teias paralelas mais finas. A seção circular pode compreender uma construção integral em monobloco, tendo tiras e teias alternadas, sendo as tiras e uniões paralelas entre si. As tiras podem ser rígidas, enquanto que as uniões podem ser maleáveis. Assim sendo, a portinhola pode ser flexionada nas uniões mais finas. Os materiais da seção circular podem incluir plástico, metal, polímeros e/ou vinílicos, tal como poli(cloreto de vinila) ("PVC"). Entretanto, em modalidades exemplificativas alternativas, podem ser usados outros tipos de portinholas, seções flexíveis da portinhola (como por exemplo, não-circulares, lisas) e materiais da portinhola (como por exemplo, uma liga com memória de formato, polímeros diferentes de PVC, plásticos com metal embutido para aumentar a resistência, etc.). A portinhola circular 210 pode ser arranjada na carcaça do cassete para abrir de uma maneira em rebaixamento ou retração. Por exemplo, a portinhola circular ilustrada na Figura 21 pode ser aberta movendo em uma primeira direção (verticalmente) para baixo e depois curvando para outra direção (horizontalmente) por baixo do cassete. A portinhola flexível 210 pode ser capaz de se mover em duas direções substancialmente perpendiculares. A carcaça do cassete pode ter uma guia ou trilha na qual a portinhola circular 210 possa montar durante sua abertura e fechamento. Por exemplo, os lados da portinhola podem ser colocados em suportes ou sulcos da carcaça do cassete, que permitem que a portinhola deslize em relação à carcaça do cassete. O abrimento da portinhola pode permitir que um mecanismo pegador seja posicionado adequadamente para acessar um item para pegar (como por exemplo, notas de dinheiro) do cassete. Como explicado mais detalhadamente abaixo, uma portinhola circular do cassete de uma modalidade exemplificativa pode ser aberta automaticamente durante a inserção do cassete dentro da sua posição operacional em um módulo de liberação. Deve-se entender que a portinhola circular específica aqui discutida é exemplificativa e que outras portinholas circulares com outros tamanhos e formatos também podem ser usadas. Entretanto, as portinholas circulares podem funcionar de maneira similar durante a abertura e fechamento. A Figura 22 ilustra uma vista da seção 210 da portinhola circular em uma posição fechada. Uma parte do fundo 212 da moldura da carcaça do cassete também está ilustrada na Figura 22 . A carcaça do cassete inclui uma fenda (ou sulco) 214 dentro dela. A fenda se estende em uma direção para longe da portinhola circular fechada. Como explicado mais detalhadamente abaixo, a fenda opera para uso no abrimento da portinhola circular.
Como ilustrado na Figura 22, a portinhola circular 210 inclui uma abertura (ou furo, ou sulco) 216. A face da abertura pode ser substancialmente paralela à face da portinhola circular fechada, e substancialmente perpendicular à direção da fenda. A portinhola 210 inclui ainda um lábio ou flange 218 que se estende adjacente (como por exemplo, embaixo) à abertura. A face do lábio pode ser também substancialmente paralela à face da portinhola circular fechada e substancialmente perpendicular à direção da fenda. Uma parte do lábio 218 da portinhola opera para ser movida na fenda 214. A abertura 216 opera para receber uma parte de um pino de pressão 220. Vistas adicionais do pino 220 exemplificativo estão ilustradas nas Figuras 23 e 24. O pino pode ser afixado, tal como apertado (como por exemplo, encavilhado) para dentro de um módulo de liberação. Por exemplo, o pino pode ter furos para parafusos ou furos para cavilhas 226. O pino 220 funciona para empurrar relativamente a portinhola circular 210 até uma posição aberta. O pino 220 pode incluir uma parte da cabeça 222 e uma parte do corpo 224. O pino 220 opera para engrenar com uma seção da portinhola circular, a fim de causar o movimento relativo da portinhola circular. A cabeça 222 do pino opera para chavear ou salientar para dentro da abertura 216, de tal modo que o corpo 224 do pino possa engatar (ou encostar) no lábio 218 da portinhola. A relação de encaixe cabeça do pino-abertura do pino pode compreender respectivamente um tipo de relação macho-e-fêmea. A relação cabeça do pino-abertura ajuda a impedir o deslizamento do corpo do pino em relação ao lábio. Deve-se entender que a cabeça do pino pode atravessar a abertura 216 passando ou não inteiramente através da portinhola. Por exemplo, a portinhola pode ter um elemento fechado entalhado com um lado aberto (isto é, uma abertura) . A cabeça do pino 222 pode atravessar o lado aberto e ser recebida no elemento fechado. O elemento fechado pode ser semelhante a uma caixa, só que apenas com um lado aberto (como por exemplo, semelhante a uma cava). O lábio 218 pode ter flanges para guiar e/ou circundar parcialmente o corpo do pino. Por exemplo, o lábio pode ter flanges laterais bisotados 219. O pino pode ter um contorno relativamente liso e ondulado. Tal contorno pode ser benéfico durante o contato com as rugosidades de uma portinhola circular. A seção circular 210 da portinhola 208 pode ter também uma área de canaleta aberta que leva à abertura e à área do lábio. Uma canaleta 228 permite que o pino se estenda através da seção circular da portinhola para alcançar a abertura e o lábio enquanto a portinhola ainda está em uma posição completamente fechada. A canaleta pode ter também pelo menos um chanfro para ajudar a guiar o pino para dentro da canaleta e da abertura da portinhola. Por exemplo, um chanfro pode estar sobre uma parede lateral da canaleta. A cabeça do pino pode incluir também uma ou mais superfícies bisotadas para ajudar a guiar a cabeça do pino para dentro da canaleta e para dentro da abertura. A Figura 21 ilustra também uma canaleta 228, uma abertura 216, e um lábio 218, chanfrados.
Durante uma operação exemplificativa de abrimento da portinhola, à medida que o cassete 200 é inserido dentro de um módulo de liberação, uma cabeça 222 do pino se estende para dentro da abertura 216 da portinhola e o corpo 224 do pino engata no lábio 218 da portinhola. Com uma inserção adicional do cassete, o engate pino-lábio impede que a portinhola prossiga na direção da inserção junto com o cassete. Portanto, o movimento adicional do cassete para dentro do módulo de liberação resulta no fato de a portinhola 210 ser aberta ainda mais. O grau ou porcentagem de uma portinhola realmente aberta pode ser determinado baseado na distância da inserção do cassete no módulo de liberação. A magnitude do abrimento pode ser diretamente proporcional à distância de inserção do cassete. O pino 220 atua em relação ao cassete para empurrar contra lábio, a fim de abrir a portinhola do cassete. A relação cassete/pino pode ser predeterminada de tal modo que, quando o cassete está completamente inserido, a porta está inteiramente aberta. A fenda 214 do cassete pode ter também um comprimento predeterminado que permite que a portinhola seja inteiramente aberta. Com a cabeça 222 do pino localizada dentro ou através da abertura 216 na portinhola, o arranjo faz com que o pino 220 e a portinhola circular 210 estejam em uma relação de encaixe ou mutuamente travada. O travamento gerado pode ser impedido de ser removido (aberto) até que a portinhola esteja novamente em uma posição fechada. A Figura 25 ilustra uma primeira etapa em um processo de abrimento da portinhola. A Figura 25 é uma vista da seção transversal do cassete 200, tomada através da canaleta da portinhola. O cassete 200 foi movido na direção do pino 220, de tal modo que a cabeça 222 do pino esteja na canaleta 228 da portinhola. Isto é, a cabeça do pino está localizada embaixo de uma seção circular, antes de entrar na abertura da portinhola. A parte do fundo 212 do cassete, que inclui a fenda 214 discutida anteriormente, também está ilustrada. A Figura 26 ilustra uma segunda etapa no processo de abrimento da portinhola. A Figura 26, tal como a Figura 25, também é uma vista da seção transversal, tomada através da canaleta da portinhola. O cassete 200 foi movido ainda mais na direção do pino 22 0 que neste. exemplo é estacionário. A cabeça 222 do pino estende-se para dentro da abertura 216 da portinhola. O corpo 224 do pino começa a encostar no lábio 218 da portinhola. Entretanto, na Figura 26 a portinhola ainda está em uma posição fechada. A Figura 27 ilustra uma terceira etapa no processo de abrimento da portinhola. O cassete 200 foi inteiramente inserido. O pino 220 empurrou (relativamente) o lábio 2.18 da portinhola adjacente à extremidade distante da fenda 214. A portinhola circular 210 está em uma posição completamente aberta. A Figura 28 ilustra uma vista parcial do fundo 212 do cassete, tomada com o lábio 218 da portinhola posicionado perto da entrada da fenda 214. Isto é, a seção 210 da portinhola circular está em uma posição parcialmente aberta. A canaleta chanfrada 228 e uma parte 209 substancialmente plana (não-circular) da portinhola 208 também estão ilustradas. A parte plana 209 pode proporcionar uma cobertura segura para a fenda 214 quando a portinhola está fechada. O lábio 218 da portinhola pode ser formado de forma integrada com a parte plana 209. Uma parte do lábio 218 da portinhola pode se estender a partir da parte plana 209 em uma distância substancialmente igual à espessura do fundo 212 do cassete (e da fenda 214). Assim sendo, o lábio 218 da portinhola pode ser arranjado de tal modo que ele não se estenda para além do fundo 212 da carcaça do cassete. A Figura 29 ilustra uma vista parcial do fundo 212 do cassete, tomada com o lábio 218 da portinhola na extremidade da fenda 214. Isto é, a portinhola circular 210 está em uma posição completamente aberta. Uma cabeça 222 do pino cônico (em linhas tracejadas) e um corpo 224 do pino também estão ilustrados. Uma parte da porção mais inserida da portinhola circular 210 pode ser visualizada através da fenda 214, enquanto que o fundo 212 do cassete oculta o restante da parte mais inserida. A relação da portinhola com o pino inclui também um dispositivo de segurança. Caso a portinhola circular 210 tenha sido movida prematuramente em uma distância predeterminada, tal como devido ao chanframento, então o pino 220 não será capaz de entrar na canaleta 228 da portinhola. Uma portinhola que foi aberta ligeiramente (ou muito aberta) faz com que uma parte circular se curve para baixo, o que resulta no bloqueio da entrada da cabeça 222 do pino para dentro da canaleta. Portanto, o pino 220 não seria capaz de entrar na canaleta 228, engatar o lábio 218, e abrir a portinhola 210. Isto é, caso a portinhola esteja fora de alinhamento (como por exemplo, parcialmente aberta) antes da inserção, então o corpo 224 do pino não será capaz de engatar adequadamente no. lábio 218, e a portinhola não pode ser aberta pelo pino. Ao invés disso, o pino encostaria no exterior de uma seção da portinhola circular (como por exemplo, na parte curva). Isto é, o pino empurraria o exterior da portinhola (como por exemplo, em um ângulo substancialmente plano ou perpendicular), e não seria capaz de entrar na canaleta. O movimento relativo do pino seria interrompido pela seção circular. A portinhola não seria capaz de ser aberta por intermédio do pino. Como resultado, o cassete não poderia ser inteiramente inserido dentro de um módulo de liberação. Assim sendo, a relação portinhola/pino pode atuar como um indicador de chanfro. O indicador impede inerentemente o uso de um cassete potencialmente comprometido em um dispositivo de liberação. Asim sendo, um cassete que não pode ser inserido dentro de um módulo de liberação pode constituir um cassete comprometido com uma contagem imprecisa de dinheiro. Tal cassete problemático pode ser identificado para uma inspeção mais rigorosa, e caso necessário, recontar o dinheiro.
Um módulo de liberação 229 pode incluir com ele um arranjo pegador. Um arranjo pegador pode incluir um eixo mecânico pegador acionado por um motor de acionamento do pegador. Um arranjo de módulos empilhados pode incluir cada módulo com pelo menos um mecanismo pegador; Um mecanismo pegador pode ser posicionado adequadamente para acessar e pegar itens (como por exemplo, notas de papel-moeda) de um cassete. A função básica e a operação de um arranjo pegador que tem um rolete pegador, um rolete extrator, e um rolete tomador, são conhecidas, e não precisam ser aqui discutidas. A Figura 30 ilustra uma modalidade exemplificativa que inclui um eixo mecânico pegador removível 230 que tem os roletes pegadores 232, 234, 236, sobre ele. A garra 240 no rolete pegador central 234 é deslocada circunferencialmente das respectivas garras 238 e 242 dos roletes pegadores externos 232 e 236. Assim sendo, o rolete pegador central 234 pode operar para, em primeiro lugar, pegar uma nota de um cassete de itens (como por exemplo, dinheiro). Cada arranjo pegador pode estar associado a um cassete de itens correspondente.
A Figura 30 ilustra também uma área de relação 244 de chave e buraco de fechadura. O eixo mecânico pegador 230 pode ter um buraco de fechadura (ou entalhe, ou sulco, ou fenda) em uma sua primeira extremidade (acionamento). O buraco de fechadura pode ser dimensionado e modelado para receber uma chave dimensionada e modelada correspondentemente (como por exemplo, uma projeção) de um pino acionador 250. Por exemplo, o buraco de fechadura e a chave podem ter formatos em V encaixáveis. Isto é, o buraco da fechadura com formato em V do eixo mecânico pegador pode receber a chave com formato em V do pino acionador. O encaixe permite que o pino acionador acione (isto é, gire) o eixo mecânico pegador por intermédio do engate de pelo menos uma chave com um buraco de fechadura. Alternativamente, um arranjo de acionamento pode incluir o pino acionador com a fenda da chave, enquanto que o eixo mecânico pegador tem a chave encaixável . Uma chave pode ser uma projeção que se estende para fora, como por exemplo, uma projeção que se estende radial e axialmente a partir de uma superfície externa.
As Figuras 31-38 ilustram exemplos de arranjos de encaixe de eixo mecânico pegador e pino acionador. As Figuras 31, 32 e 34 ilustram um pino acionador 252 que tem uma chave 248. As Figuras 33 e 34 ilustram um eixo mecânico pegador 254 que tem um buraco de fechadura 246. O buraco da fechadura (fêmea) 246 opera para receber a chave (macho) 24 8, como ilustrado na Figura 34. O pino acionador 252 é capaz de entrar no eixo mecânico pegador 254 com a chave 248 encaixando no buraco da fechadura 246. A Figura 35 ilustra outro engate de encaixe de um eixo mecânico pegador 256 e um pino acionador 258. O eixo mecânico pegador e o pino acionador têm um diâmetro externo substancialmente igual. Uma chave com formato de V 260 projeta-se a partir do restante do corpo 262 do pino acionador. O eixo mecânico pegador inclui uma fenda 264 retalhada com formato em V.
As Figuras 36, 37 e 38 ilustram outra relação de encaixe de um eixo mecânico pegador e um pino acionador. A relação ilustra um eixo mecânico pegador 266 que tem uma chave axial central 268, e um pino acionador 270 que tem um buraco de fechadura de canaleta axial 272. O eixo mecânico pegador é capaz de engatar no pino acionador, com a chave 268 do eixo mecânico encaixando no buraco da fechadura 272 do pino. O eixo mecânico pegador 266 inclui também um buraco de fechadura 276 adjacente à sua superfície externa (como por exemplo, a circunferência), e o pino acionador 270 inclui uma chave projetante 274 adjacente à superfície externa. O buraco da fechadura 276 opera para receber a chave projetante 274. Assim sendo, o eixo mecânico pegador 266 é engatado de forma encaixável no pino acionador 270 em pelo menos dois locais.
Evidentemente, deve-se entender que podem ser usadas modalidades exemplificativas adicionais de relações de engate de chave e buraco de fechadura, que envolvem um pino acionador e um eixo mecânico pegador. Por exemplo, os arranjos de encaixe macho-e-fêmea do pino acionador e eixo mecânico pegador podem ser invertidos em qualquer uma das Figuras 31-38. Adicionalmente, uma chave pode ser uma projeção que se estende para dentro, como por exemplo, estendendo-se radial e axialmente a partir de uma superfície circunferencial interna.
Fazendo referência novamente à Figura 30, o eixo mecânico pegador 230 tem também uma segunda extremidade (livre) 233 (isto é, a extremidade oposta à extremidade de acionamento 231) . O eixo mecânico pegador pode ter um diâmetro constante ou um diâmetro variável. Por exemplo, a extremidade livre pode incluir um pino-guia com diâmetro menor, tal como um pino similar à chave axial central 268. A extremidade livre pode ser sustentada em uma abertura (ou fenda, ou furo) em uma parede lateral 280 do módulo 229. A abertura pode se estender até uma parte fechada da parede (como por exemplo, o lado da parede que se forma a partir do pino-guia). Por exemplo, a extremidade livre pode ser mantida ou sustentada em um furo na parede sem atravessar a parede fechada. Alternativamente, a parede pode ter um furo que atravessa inteiramente a parede, de tal modo que uma parte da extremidade livre se estenda para fora da parede lateral. A Figura 30 ilustra uma parede lateral 280 do módulo, tendo uma lingüeta 282. A lingüeta pode ser retalhada da parede lateral 280 do módulo de liberação. A lingüeta pode compreender uma lingüeta de parede metálica retalhada a laser. Assim sendo, a lingüeta pode ser parte integrante ou uma peça em monobloco da parede metálica do dispositivo de liberação. Alternativamente, a lingüeta pode ser afixada ou conectada separadamente ao corpo do módulo de liberação. A lingüeta pode ser um elemento elástico, ou resiliente, ou propendente, tal como uma lingüeta acionada por mola. A lingüeta 282 pode ter uma abertura ou furo 284. Como discutido anteriormente, a parte 233 da extremidade livre do eixo mecânico 230 pode ser mantida ou sustentada no furo 284 da lingüeta. O furo 284 da lingüeta permite que a extremidade 233 do eixo mecânico fique impedida de se movimentar de uma maneira que será aqui descrita adicionalmente abaixo. Em arranjos exemplificativos, a lingüeta 282 pode compreender um engate 54 ou lingüeta 56 discutida anteriormente.
A resiliência da lingüeta 282 opera para reter (ou prender) o eixo mecânico pegador 230 em conexão de encaixe com o pino acionador 250 (na chave). Isto é, a lingüeta 282 pode ficar posicionada para manter o eixo mecânico pegador em engate com o pino acionador aplicando um empuxo de força contínua contra o eixo mecânico pegador em uma direção no sentido do pino acionador. Alternativamente, a lingüeta 282 pode ficar posicionada para manter o eixo mecânico pegador em engate com o pino acionador, enquanto a lingüeta está em um estado não-propendido ou afrouxado. A lingüeta pode se tornar ativa quando necessário, para reter o eixo mecânico. Além disso, o eixo mecânico pode ou não ter uma certa quantidade de jogo axial em relação ao pino acionador. Contudo, qualquer tentativa do eixo mecânico para se mover axialmente (como ou sem jogo), saindo do engate de encaixe com o pino acionador, resulta em uma força retentora ser aplicada sobre o eixo mecânico pegador pela lingüeta. A lingüeta impede o desengate do eixo mecânico do pino acionador. A lingüeta 282, em arranjos exemplificativos diferentes, posições de descanso diferentes (estado normal não-propendido) em relação à parede 280 do dispositivo de liberação. Por exemplo, uma lingüeta pode ser propendida de forma neutra em uma posição que se estende (afunilada) para dentro a partir da parede 280 do dispositivo de liberação. Assim sendo, empurrando a lingüeta para fora em uma direção no sentido da parede 280 do dispositivo de liberação, coloca a lingüeta em um estado propendido, e a lingüeta tenta retornar (em uma direção para dentro) para seu estado não-propendido. Outro arranjo pode ter a lingüeta em seu estado não-propendido quando ela é substancialmente paralela à parede do dispositivo de liberação. Um outro arranjo pode ter a lingüeta não-propendida estendendo-se (afunilada) para fora da parede do dispositivo de liberação. A extremidade livre 233 do eixo mecânico pode forçar a extremidade livre da lingüeta 282 em uma direção para fora (afastando-se do pino acionador) durante a inserção manual do eixo mecânico pegador 230 para dentro do engate operacional com o pino acionador 250. A lingüeta resiliente empurrada para fora tenta retornar (para dentro) até sua posição de descanso. Isto é, a lingüeta propendida para fora tenta retrair-se para seu estado não-propendido (normal). Assim sendo, depois que o eixo mecânico pegador é inserido, a lingüeta de retenção 282 atua para produzir uma força de mola contra o eixo mecânico pegador. Esta força de mola resulta no fato de o eixo mecânico pegador ser retido (ou travado) em sua posição operacional. A remoção do eixo mecânico pegador 230 do dispositivo de liberação pode ocorrer movendo (como por exemplo, movendo manualmente) o eixo mecânico em uma direção axial (como por exemplo, em relação ao eixo geométrico do eixo mecânico) na direção da lingüeta 282, até que a chave do pino acionador seja desengatada do buraco da fechadura do eixo mecânico pegador. Este movimento faz com que a lingüeta sem mova (ainda mais) em uma direção que se afasta do pino acionador 250. Alternativamente, ao invés de usar o eixo mecânico pegador para mover a lingüeta para fora, a lingüeta pode ser movida diretamente manualmente pela pessoa da assistência técnica. Com o eixo mecânico pegador e o pino acionador desconectados, então a extremidade de acionamento do eixo mecânico 231 (que neste exemplo tem o buraco da fechadura) pode ser movida (como por exemplo, levantada ou abaixada) em uma direção que radialmente se afasta do pino acionador 250. A extremidade de acionamento do eixo mecânico 231 pode ser então movida para fora do alinhamento com o pino acionador. O eixo mecânico pode ser então movido em uma direção genericamente axial (e para cima) , afastando-se da lingüeta 282, para liberar a extremidade livre 233 do eixo mecânico da abertura de sustentação na lingüeta. A Figura 39 ilustra o módulo de liberação 229 da Figura 30 sem o arranjo de eixo mecânico pegador e pino acionador. A instalação do eixo mecânico pegador 230 no módulo de liberação 229 pode ser realizada como o inverso do procedimento de desengate. A extremidade oposta é inserida dentro da abertura localizada na extremidade livre da lingüeta 282. A lingüeta é forçada manualmente (seja diretamente com as mãos ou por intermédio do eixo mecânico) em uma direção que se afasta do pino acionador. Enquanto a lingüeta é mantida em uma condição propendida, a extremidade de acionamento do eixo mecânico pegador é encaixada no pino acionador. Depois disso, a lingüeta é liberada. A lingüeta liberada retrai (caso necessário) em uma direção no sentido do pino acionador, para reter o eixo mecânico pegador em engate de encaixe com o pino acionador. Assim sendo, o eixo mecânico pegador pode ser inserido rapidamente (como por exemplo, largado ou baixado) para dentro ou removido da sua posição operacional em um módulo do dispositivo de liberação. O arranjo de encaixe e o arranjo de lingüeta a mola permitem a fixação eficiente de um eixo mecânico pegador em um dispositivo de liberação. O uso de ferragens e peças de fixação adicionais pode ser eliminado. A função e a operação de um rolete pegador, rolete extrator, e um rolete tomador possibilitam pegar uma folha por vez da pilha de folhas no cassete. A Figura 30 ilustra também um rolete extrator 286 sobre um eixo mecânico pivotante 290, e um rolete tomador 288 sobre outro eixo mecânico pivotante 292 . Os roletes 286 e 288 podem ser montados de forma removível no seu respectivo eixo mecânico. O rolete extrator e também o rolete tomador são opostamente adjacentes ao rolete pegador central 234. O rolete extrator 286 pode operar para impedir genericamente a saída de todas menos a primeira das folhas de uma pilha de papel-moeda ou de outra folha em um cassete que mantém dinheiro ou outras folhas. O rolete extrator 286 pode ter uma embreagem unidirecional ou outro dispositivo para permitir ou restringir o movimento em apenas uma direção, como por exemplo, em uma direção para devolver um excesso de notas de papel-moeda. A embreagem unidirecional ou outro dispositivo opera para resistir à rotação do rolete extrator 286 em uma direção que facilitaria o movimento das folhas que não a folha da extremidade da pilha de dinheiro. O rolete tomador de uma modalidade exemplificativa pode girar livremente para ajudar a mover uma nota de papel-moeda para longe do rolete pegador central. O rolete tomador pode ser acionado através do engate com o rolete pegador central. O eixo mecânico pivotante 290 opera para girar (ou oscilar) o rolete extrator 286 em uma direção arqueada para longe do eixo mecânico pegador 23 0. Similarmente, o eixo mecânico pivotante 292 opera para girar (ou oscilar) o rolete tomador 288 em uma direção arqueada para longe do eixo mecânico pegador. Evidentemente, os eixos mecânicos 290 e 292 também podem girar os respectivos roletes 286 e 288 na direção do eixo mecânico pegador 230. A capacidade de mover os roletes 286 e 288 para longe do rolete pegador central 234 (e um do outro) permite que os roletes sejam consertados ou substituídos eficientemente.
Um elemento fixador 294 opera para manter o eixo mecânico pivotante 290 do rolete extrator 286 em uma posição operacional. Outro elemento fixador 296 opera similarmente para manter o eixo mecânico pivotante 292 do rolete tomador 288 em uma posição operacional. Os elementos fixadores ou retentores 294 e 296 operam para agarrar de forma desprendível um eixo mecânico pivotante em uma área ou limite operacional fixo. Os elementos fixadores 294 e 296 podem impedir um movimento substancial para cima (e para baixo) do seu respectivo eixo mecânico. Os elementos fixadores 294 e 296 podem ser usados também para limitar a extensão do movimento de um respectivo rolete na direção no sentido do rolete pegador central 234. Os elementos retentores 294 e 296 operam para limitar o movimento dos respectivos eixos mecânicos 290 e 292 em pelo menos duas direções perpendiculares. Os elementos fixadores 294 e 296 podem ser afixados ao módulo de liberação 229.
Um elemento fixador pode compreender um grampo de mola. Os elementos fixadores 294 e 296 podem ser propendidos a mola para produzir uma força de grampeamento. A força de grampeamento pode ser ajustada em um nível de força de tal modo que ela possa ser vencida manualmente. Por exemplo, um elemento fixador pode ter uma entrada chanfrada com dois flanges formando uma abertura. A abertura pode ter normalmente um diâmetro menor do que o diâmetro de -um eixo mecânico pivotante. Mover um eixo pivotante através da entrada pode fazer com que a abertura se expanda. Depois que o eixo mecânico pivotante atravessa a entrada, a abertura pode ser retrair para seu estado não-propendido (normal), retendo (ou travando) desta forma o eixo mecânico pivotante no elemento fixador.
Podem ser usados elementos de propensão ou de mola para propender os eixos mecânicos pivotantes na direção do eixo mecânico pegador. O elemento de mola resiliente 298 produz uma força (como por exemplo, um empuxo) contra o eixo mecânico pivotante 290, de tal modo que o rolete extrator 286 fique posicionado adequadamente adjacente ao rolete pegador central 234. Similarmente, outro elemento de mola resiliente 299 funciona para manter o rolete tomador 288 posicionado adequadamente adjacente (como por exemplo, encostado) ao rolete pegador central 234 . Os elementos de mola (como por exemplo, lingüetas de mola) podem ser retalhados do piso do módulo de liberação. Os elementos de mola podem compreender metal cortado a laser. Assim sendo, os elementos de mola podem ser parte integrante ou uma peça em monobloco do dispositivo de liberação. Evidentemente, este arranjo é meramente exemplificativo, e em outras modalidades, outros arranjos podem ser usados.
Os elementos de mola 298 e 299 e os elementos fixadores 294 e 296 podem funcionar em conjunto para posicionar adequadamente os roletes 286 e 288 adjacente ao rolete pegador central 234. Por exemplo, o elemento de mola 298 e o elemento fixador 294 possibilitam o jogo no eixo mecânico pivotante 290. Isto permite que o rolete extrator 286 se mova (caso necessário) guando várias notas de dinheiro estão sendo apanhadas simultaneamente. A Figura 40 ilustra um arranjo de módulos de liberação 300, 301, empilhados. Os módulos 300 e 301 podem ser similares aos módulos discutidos anteriormente. Cada módulo pode incluir suportes de lingüeta para arames, feixes de arames distintos, e ou cabos de fitas. A Figura 40 ilustra ainda as lingüetas 302, 304, 306, associadas aos módulos 300 e 301. As lingüetas podem ser usadas para direcionar ou guiar os arames, de tal modo que eles não fiquem emaranhados ou interfiram com as operações de liberação. Por exemplo, um arame conectado operacionalmente a um motor de acionamento pegador pode ser sustentado por uma ou mais lingüetas. As lingüetas podem compreender fixadores ou grampos direcionadores estampados no arame. Uma lingüeta pode ser formada a partir de um módulo. Por exemplo, uma lingüeta pode ser retalhada a laser a partir de uma parte 308 da parede do módulo (como por exemplo, uma parede metálica) . Assim sendo, uma lingüeta pode ser parte integrante ou uma peça em monobloco de uma parede do módulo. Uma lingüeta pode ser formada também com uma . parede não metálica (como por exemplo, uma parede de plástico), tal como em um processo de moldagem de plásticos.
Uma lingüeta pode ser flexível, com uma extremidade afixada a uma parede do módulo, enquanto que a outra extremidade é livremente móvel. Um grampo também pode ser propendido por mola para reter ou travar um arame em uma posição ou local específico. A força, de propensão de um grampo pode ser vencida manualmente. Uma extremidade livre de um grampo pode ter também um lábio ou flange direcionado para dentro, para ajudar na retenção do arame. Por exemplo, um grampo da parede do módulo pode ter um formato e um lábio similares a um grampo de caneta. Um módulo pode incluir lingüetas diferentes com vários formatos e tamanhos. A Figura 40 ilustra ainda os arames 310 sustentados por lingüetas 302, e arames 312 sustentados por lingüetas 304 e 306 no módulo 301. As lingüetas no módulo 301 podem sustentar similarmente arames adicionais. Os arames blindados podem ser direcionados contra- uma superfície de chapa metálica do módulo, usando as lingüetas formadas. Um arranjo de lingüetas formadas na parede pode eliminar a necessidade de peças adicionais (separadas) para direcionar e afixar os arames. Em conseqüência, o manuseio de peças adicionais também pode ser eliminado.
Além disso, as lingüetas formadas para afixar vários feixes de arames podem ser posicionadas, umas em relação às outras, de modo a permitir a fixação dos arames. O arranjo de lingüetas pode ser predeterminado, de tal modo que um feixe de arames de um primeiro módulo proporcione suporte para um ou mais feixes de arames de um segundo módulo adjacente. Por exemplo, as lingüetas podem ser arranjadas de tal modo que um feixe de arames de um módulo mais alto possa cruzar ou sobrepor-se a um ou mais feixes de arames direcionados a partir de um módulo inferior, de tal modo que ele segure adicionalmente os feixes inferiores à medida que eles continuem para cima (como por exemplo, em cima do lado dos módulos) . A Figura 40 ilustra um feixe de arames 314 cruzando sobre (no módulo 301) um feixe de arames inferior estendido 314, e um feixe de arames mais alto 310 sobrepondo-se (no módulo 301) a um feixe de arames inferior estendido 316. Outros arranjos para proporcionar fixação adicional de arames devido ao atravessamento ou sobreposição também podem ser utilizados. Por exemplo, feixes de arames inferiores podem ser usados para ainda mais feixes de arames mais altos. Adicionalmente, a mesma lingüeta em um módulo pode ser usada para sustentar feixes de arames diferentes do mesmo módulo ou de módulos diferentes.
Uma modalidade exemplificativa de uma máquina bancária automática inclui um dispositivo de liberação com função avançada (AFD). O dispositivo de liberação com função avançada (AFD) inclui um ou mais mecanismos de liberação que operam para transportar itens (como por exemplo, notas de papel-moeda) de uma área de armazenamento em um cassete de itens para um usuário (como por exemplo, um cliente) da máquina bancária automática. Em uma modalidade exemplificativa do dispositivo de liberação de notas de papel-moeda., uma nota de papel-moeda pode ser apanhada de um cassete por um mecanismo pegador de notas. Como discutido anteriormente, o mecanismo pegador pode incluir um eixo mecânico pegador e roletes pegadores. A nota apanhada pode ser então transportada em uma primeira direção (como por exemplo, vertical), por intermédio de correias, até um apresentador de notas. O apresentador opera para mover a nota (ou pilha de notas) em uma segunda direção (como por exemplo, horizontal), para apresentar as notas ao usuário.
Deve-se entender que os termos "vertical" e "horizontal" são meramente exemplificativos e que o mecanismo de liberação pode ser configurado para transportar notas em outras direções variadas. Por exemplo, um mecanismo de liberação pode estar posicionado de tal modo que uma nota apanhada seja transportada em uma direção angulada (como por exemplo, horizontal) por intermédio de correias, afastando-se de um mecanismo pegador, na direção de um apresentador de notas, e depois transportada em outra direção angulada (por exemplo, vertical) a partir do apresentador de notas até o usuário. Arranjos alternativos do transportador de notas podem ter uma nota transportada diretamente para o usuário sem uma mudança na direção do transporte.
As Figuras 41 e 42 ilustram um arranjo exemplificativo para transportar itens em uma primeira direção (como por exemplo, na direção vertical) em um dispositivo de liberação. O arranjo pode transportar itens de perto de um mecanismo pegador na direção de um mecanismo apresentador. A Figura 41 ilustra uma vista da parte inferior de um mecanismo de transporte vertical 320, enquanto que a Figura 42 ilustra uma vista da parte superior do mecanismo de transporte vertical 320. As Figuras 43 e 44 ilustram vistas adicionais da parte superior. O mecanismo de transporte vertical pode ser sustentado em dispositivo de liberação adjacente a uma pluralidade de módulos de liberação empilhados. Por exemplo, o mecanismo de transporte vertical pode ser arranjado adjacente a uma parede interna da carcaça do dispositivo de liberação, com a parede interna voltada para os mecanismos pegadores dos módulos. O mecanismo de transporte vertical 320 inclui uma pluralidade de correias 322, 324, 326, sobre roletes rotativos 330, 332, 334 correspondentes. As correias usadas no mecanismo de transporte vertical podem ser correias de sincronização. Cada rolete 330, 332, 334 sobre um eixo mecânico 328 superior do rolete é emparelhado com um rolete 338, 340, 342 correspondente sobre um eixo mecânico inferior 336 do rolete. O eixo mecânico superior 328 pode ser um eixo mecânico acionador, com os roletes superiores 330, 332, 334 sendo roletes acionadores. O eixo mecânico inferior 336 pode ser um eixo mecânico intermediário (como por exemplo, um eixo mecânico livremente rotativo ou eixo mecânico acionado), com os roletes inferiores 338, 340, 342 sendo roletes intermediários. Por exemplo, a correia 322 pode montar sobre o rolete o rolete acionador 330 e sobre o rolete livre 338. O eixo mecânico intermediário 336 pode ser acionado pelo eixo mecânico acionador 328 por intermédio das correias.
Os roletes inferiores e superiores podem ter flanges laterais 344, 346, para ajudar a reter uma correia sobre eles. Isto é, os roletes podem ter uma configuração superficial externa circunferencial côncava. A concavidade dos roletes ajuda a impedir o deslizamento das correias e serve para manter as correias em relação engatada com os roletes. O eixo mecânico acionador pode ter polias de sincronização sulcadas. Os roletes superiores do eixo mecânico, 330, 332, 334, podem ter também dentes (como por exemplo, ressaltos, fendas, projeções, pinças, elementos de fricção) 348, para ajudar no acionamento (como por exemplo, sujeição) das correias. O eixo mecânico intermediário pode ter hastes não sulcadas. Os roletes inferiores 338, 340, 342. do eixo mecânico podem ser lisos (como por exemplo, sem dentes). A Figura 45 ilustra uma vista de roletes superiores do eixo mecânico sem correias sobre eles.
As correias podem ser operadas para transportar verticalmente as notas de papel-moeda (ou outros tipos de itens em folhas) entre as correias e uma parede de transporte 350. A parede de transporte pode compreender paredes alinhadas de módulos de liberação empilhados. Uma face (como por exemplo, um lado plano da superfície) de uma nota pode deslizar contra a parede, enquanto que a outra face da nota fica engatada nas correias e direcionada por elas. Cada uma das correias pode ser arranjada de tal modo que todas as correias engatem simultaneamente na mesma nota individual. Deve-se entender que as correias podem também transportar simultaneamente notas espaçadas que são seqüenciadas pelo avesso. Por exemplo, uma segunda nota pode estar entrando nas correias antes que a primeira nota tenha saído delas. Em um arranjo exemplificativo, três correias são igualmente espaçadas, uma em relação à outra, para agarrar e mover uma folha de papel-moeda. Entretanto, deve-se entender que um número maior ou menor de correias pode ser usado para mover as folhas.
Em um arranjo exemplificativo, o eixo mecânico inferior 336 pode ser móvel verticalmente em relação ao eixo mecânico superior 328. Por exemplo, o eixo mecânico superior pode ser fixo contra um movimento em uma primeira direção (como por exemplo, a direção vertical) em relação a uma carcaça da máquina, enquanto que o eixo mecânico inferior pode ser móvel em relação à carcaça na primeira direção. Um arranjo de propensão pode ser usado para propender continuamente (como por exemplo, empurrar) o eixo mecânico inferior em uma direção que se afasta do eixo mecânico superior. A Figura 41 ilustra um arranjo de propensão 352 que inclui molas de torção 354 adjacentes às extremidades do eixo mecânico inferior 336. As molas 354 podem ser afixadas a blocos deslizantes 355 arranjados em trilhas ou guias. Um bloco pode ser afixado à extremidade superior de uma mola 354. Os blocos móveis verticalmente 3 55, propendidos com as molas 3 54, podem manter o eixo mecânico intermediário 336 sob tensão.
As extremidades do eixo mecânico inferior 336 podem ficar retidas em um respectivo flange de mancai 337, que é deslizável em uma fenda metálica 359 na carcaça do dispositivo de liberação. O flange 337 pode ser guiado na fenda 359 por intermédio de arranjos de língua e sulco 353. A Figura 41 ilustra um flange 337 que se estende sobre ambos lados de uma.fenda 359. Cada flange de mancai 337 pode ser afixado à extremidade inferior de' uma mola 354.. Uma guia de mola 356 é afixada aos flanges de mancai 337. Os blocos 355 também têm guias de molas 357. O eixo mecânico inferior 336 propendido a mola pode manter as correias em um estado de tensão (como por exemplo, mantendo as correias esticadas), muito embora elas possam ser esticadas durante um período de tempo. À medida que as correias esticam, os blocos (e os flanges de mancai) caem devido à gravidade, fazendo com que as correias sejam mantidas sob tensão. Ά força das molas, o peso dos blocos, e o peso do flange de mancai podem ser predeterminados para manter a tensão necessária nas correias. O arranjo de molas pode operar para manter as correias genericamente na mesma força de tensão durante todo movimento do eixo mecânico inferior. O arranjo de eixo mecânico inferior propendido a mola ajuda a impedir o deslizamento das correias. O arranjo de propensão 352 pode incluir também um arranjo de catracas. Um ou mais dispositivos de catracas podem ser em catraca unidirecional, de tal modo que o eixo mecânico inferior não possa se mover (como por exemplo, para cima) na direção de eixo mecânico superior, para reduzir a tensão das correias. Vários arranjos de catracas diferentes pode ser usados. Por exemplo, os blocos podem ser afixados a um dispositivo de catraca. Um dispositivo de catracas de blocos impede que o bloco ande para trás (como por exemplo, se mova para cima). Similarmente, os flanges de mancai podem ser afixados respectivamente a dispositivos de catracas para impedir seu andamento para trás. Em outros arranjos de catracas, o dispositivo de catraca pode incluir cames armados a mola que permitem somente um movimento unidirecional de um primeiro embolo (ou eixo mecânico, ou pino) em relação a um segundo embolo. Os êmbolos podem ser telescópicos. Novamente, o arranjo de propensão do eixo mecânico inferior permite que as correias sejam mantidas em um esticamento que permite que elas sejam acionadas para transportar as notas.
As Figuras 42-45 também ilustram que o eixo mecânico do rolete superior 328 pode ser posicionado em modo de sustentação em uma moldura de sustentação 358. Uma extremidade do eixo mecânico superior pode ficar posicionada em uma abertura 360 na moldura, enquanto que a outra extremidade pode ser assentada em uma abertura fendida 362 na moldura. Em outros arranjos, ambas extremidades do eixo mecânico acionador podem ser assentadas em aberturas fendidas. assim sendo, o eixo mecânico acionador pode ser posicionado rapidamente na moldura do dispositivo de liberação. Depois que o eixo mecânico acionador estã posicionado na moldura, ele pode ser retido ou preso em sua posição pelo fechamento de uma placa ou cobertura 364. A cobertura instalada 364 impede a remoção do eixo mecânico acionador da fenda 362.
As Figuras 42 e 45 ilustram ainda roletes guias rotativos 366, 368, 370. Os roletes guias podem ser parte de um mecanismo apresentador de notas. O apresentador pode incluir os roletes guias sobre um eixo mecânico. Os roletes guias operam para encostar ou empurrar para. dentro das correias 322, 324, 326, para direcionar ou guiar as notas a partir delas. Os roletes guias operam para proporcionar curvatura às correias. Os roletes guias conferem curvatura direcional a uma nota que deixa as correias. Os roletes guias podem girar em conformidade com as correias, para mover uma nota entre eles na mesma direção. As notas são guiadas pelos roletes guias na direção do apresentador.
Como ilustrado na Figura 42, os roletes guias 366, 368, 370 podem se estender respectivamente de forma parcial por baixo dos roletes guias 330, 332, 334. Assim sendo, as correias 322, 324, 326 também podem montar sobre os roletes guias. A curvatura e a posição dos roletes guias em relação aos roletes acionadores permitem que as notas sejam separadas (ou removidas) e. guiadas para longe das correias verticais. O posicionamento curvado dos roletes guias contra as correias permite que as notas deixem as correias e montem sobre os roletes guias. Em um arranjo exemplificativo, a gravidade faz com que as notas deixem as correias. Em outro arranjo exemplificativo, os roletes guias contêm um material de cobertura pegajoso para agarrar notas. Como ilustrado mais detalhadamente na Figura 45, os roletes guias 366, 368, 370 podem ter uma parte da superfície circunferencial externa em forma de disco (como por. exemplo, côncava) . A concavidade de um rolete guia pode ajudar a manter ou reter uma correia sobre ele. A Figura 46 ilustra um arranjo exemplificativo para transportar itens em uma direção (horizontal) substancialmente perpendicular à direção de transporte do mecanismo de transporte vertical 320. A Figura 46 ilustra uma vista de um mecanismo de transporte horizontal 372 de um dispositivo de liberação de itens. O mecanismo de transporte 372 pode ser parte de um apresentador de notas 375. O apresentador de notas pode ser afixado de forma removível ao topo de um módulo de liberação. O mecanismo de transporte 372 pode incluir os roletes guias 366, 368, 370 rotativos discutidos anteriormente. O transportador horizontal 372 inclui rodas de pás 374 girãveis sobre um eixo mecânico 376 comum das rodas de pás. As notas de papel-moeda que deixam as correias verticais 322, 324, 326 do mecanismo de transporte vertical 320 podem ser engatadas pelas rodas de pás 374. As rodas de pás 374 operam para fazer com que uma nota seja transferida do mecanismo de transporte vertical 320 para o mecanismo de transporte horizontal 372.
As rodas de pás 374 incluem, cada uma, uma pluralidade de pás individuais 378. As pás podem ser flexíveis e/ou semelhantes a macarrão, porém com resiliência suficiente para conferir uma força que impele as folhas a se moverem. Cada roda de pás pode ter suas pás alinhadas de forma angular com as pás das outras rodas. Portanto, pelo menos uma pá em cada roda pode entrar em contato com uma nota substancialmente na mesma hora {simultaneamente). O engate comum com uma nota permite que a nota permaneça em alinhamento relativamente fixo durante o engate com as rodas de pás. Este engate simultâneo de notas alinhadas permite que as rodas de pás movam uma nota sem torcer ou enviesar substancialmente a nota.
As pás 378 operam para engatar uma nota que deixa os roletes guias 366, 368, 370. As pás 378 podem direcionar a nota para uma bandeja de empilhamento de notas 380, onde várias notas podem ser empilhadas umas sobre as outras. A bandeja tem os trilhos 381 sobre os quais a pilha gerada pode assentar. Os trilhos 381 têm superfícies de extremidade reduzidas ou adelgaçadas 382 para a passagem correspondente da superfície da circunferência externa de uma pá 378 respectiva. Uma superfície adelgaçada permite que a ponta ou a extremidade distai de uma pá evite (ou contate ligeiramente) a bandeja durante sua rotação. O uso das superfícies de extremidade adelgaçadas 382 pode estender a vida útil das pás 378.
Em um arranjo exemplificativo, o apresentador 375 inclui um arranjo 420 de trilhos no piso do apresentador. Como ilustrado na Figura 46, as fendas 383 nos trilhos 381 da bandeja são configuradas para receber uma parte da extremidade 387 dos trilhos do piso 422, 423, 424. As fendas 383 podem ser abertas em uma extremidade. As extremidades adelgaçadas dos trilhos 381 da bandeja incluem uma parte estendida 379 que opera para ser alinhada de forma emparelhada com as partes separadas 371 dos trilhos do piso 422, 423, 424. Como se pode observar na Figura 46, as partes estendidas 379 dos trilhos 381 da bandeja são móveis axialmente em uma fenda 373 respectiva. As fendas 373 guiam também a bandeja 380 durante seu movimento axial.
Similarmente, as guias 369 da bandeja podem ficar posicionadas adjacentes à bandeja 380 para guiar a outra extremidade da bandeja 380 durante seu movimento axial. As fendas 383 permitem que a bandeja monte sobre as guias 369 da bandeja. Assim sendo, a bandeja 380 pode ser levantada para alinhar horizontalmente os trilhos 381 da bandeja com os trilhos do piso 422, 423, 424. Uma bandeja completamente levantada resulta no fato de que os trilhos da bandeja e os trilhos do piso compartilhem um plano comum. Uma bandeja inteiramente levantada faz com que cada conjunto de três trilhos alinhados horizontalmente (como por exemplo, os trilhos 371, 381, 422 na mesma elevação) atue como um único trilho.
Os trilhos-guia adjacentes elevados do piso 422, 423, 424 produzem uma canaleta ou sulco paralelo entre eles. O fundo ou a base do dispositivo de empuxo 3 90 pode ter projeções que podem encaixar correspondentemente dentro das canaletas. As relações macho-e-fêmea dos trilhos e da base permitem que o dispositivo de empuxo realinhe e recoloque as correias de modo a assegurar o engate da correia com os rolos de sustentação. O dispositivo de liberação pode incluir um recipiente (ou cassete) divergido. Um recipiente divergido opera para receber e armazenar itens divergidos dentro dele. Os itens divergidos (como por exemplo, notas de papel-moeda, folhas ou cédulas) podem ser os que se determinou terem algum tipo de problema (como por exemplo, uma condição inaceitável do item) pela máquina bancária automática, e não é apresentado para um usuário (como por exemplo, itens não apresentáveis). Por exemplo, uma nota que não passou em um teste por uma validador de notas pode ser enviada para um recipiente divergido. Um dispositivo de liberação pode incluir um recipiente divergido localizado adjacente (como por exemplo, embaixo) ao apresentador. A bandeja de notas 380 pode ser arranjada para girar, a fim de largar de forma removível notas inaceitáveis para dentro do recipiente divergido. Uma bandeja de notas pode ficar adjacente à estrutura de bloqueio que impede as notas de entrar inadvertidamente (ou cair) para dentro do recipiente divergido. Por exemplo, as guias 369 da bandeja podem ser usadas para impedir que as notas deixem a bandeja durante o empilhamento das notas, e ao mesmo tempo, permitam que a bandeja se incline para liberar as notas para dentro de um cassete divergido. As fendas 383 da bandeja com extremidades abertas permitem que a extremidade da bandeja atravesse as guias 369 da bandeja durante a inclinação da bandeja de notas 380. A Figura 47 ilustra um arranjo exemplificativo de correias apresentadoras. Depois que uma bandeja de notas do apresentador fica cheia com o número e/ou denominação desejada das notas, então a bandeja 380, com a pilha de notas sobre ela, pode ser levantada para prosseguir com a apresentação da pilha de notas para um usuário. O arranjo de correias apresentadoras opera para engatar em movimento o topo de uma pilha de notas suspensa. As correias apresentadoras 384,. 386, 388 giram sobre os roletes 394 dos eixos mecânicos 396, 398. A bandeja 380 é levantada com a pilha de notas, engatando eventualmente as correias apresentadoras. A Figura 47 ilustra também um dispositivo de empuxo 390 que inclui uma placa de empuxo 392. As correias apresentadoras 384, 386, 388 operam para mover o dispositivo de empuxo 390 com elas. Em arranjos alternativos, o dispositivo de empuxo pode ser movido independentemente das correias. A placa de empuxo 329 pode empurrar de forma engatada uma pilha de notas à medida que o dispositivo 390 se move paralelamente às correias alinhadas 384, 386, 388. As correias apresentadoras podem atravessar as respectivas aberturas 393 na placa de empuxo. A placa de empuxo pode circundar as correias. Isto é, as correias podem ficar presas na placa de empuxo. A placa de empuxo opera para se mover junto com as correias, a fim de empurrar pelo menos uma parte de uma pilha de notas em uma direção de apresentação ao usuário. Assim sendo, as correias apresentadoras podem funcionar em conjunto com a placa de empuxo 392, para transportar as notas como uma pilha. O dispositivo de empuxo 390 fica localizado em uma posição de partida atrás da pilha de notas levantada. O posicionamento permite que o dispositivo de empuxo receba e empurre a pilha de notas na direção da saída do apresentador. Durante o transporte, a pilha de notas pode entrar em contato com as correias 384, 386, 388, com a placa de empuxo 392, e com uma ou mais paredes (como por exemplo, o piso) do apresentador. O piso de um apresentador pode incluir um ou mais trilhos elevados sobre os quais uma pilha de notas pode montar ou deslizar. Os trilhos elevados podem engatar as notas com uma superfície menor, o que resulta em menos fricção e deslizamento mais suave das notas. O dispositivo de empuxo 390 pode incluir ainda as guias 391 para ajudar a manter uma pilha de notas em alinhamento com a placa de empuxo. Em um processo exempli f icativo de movimentação da pilha, uma pilha de notas é movida pelas correias 384, 386, 388, e pela placa de empuxo 392, da bandeja de notas 380 na direção de um usuário afastando-se das rodas de pás 374. O dispositivo de empuxo 390 é capaz de ajudar no realinhamento e retrilhamento das correias. As correias 384, 386, 388, os roletes 394 do eixo mecânico, e o dispositivo de empuxo 390 são arranjados, uns em relação aos outros, para causar o retrilhamento automático das correias. Isto é, o arranjo pode causar o auto-retrilhamento de uma correia em relação aos seus roletes.
Os roletes 394 do eixo mecânico são configurados para auxiliar no realinhamento das correias 384, 386, 388. Os roletes 394 podem arqueados (como por exemplo, afunilados de forma convexa). A superfície da circunferência externa de um rolete arqueado 394 inclui uma parte (trilho) central 397 localizada entre as partes afuniladas 395. A parte central 397 pode compreender uma plataforma ou trilho substancialmente plano não-afunilado, sobre o qual uma correia pode montar. O diâmetro de cada parte afunilada 395 estreita em uma direção que se estende para longe da parte central 397. A placa de empuxo 392 pode auxiliar no realinhamento das correias 384, 386, 388. Como discutido anteriormente, as correias podem ficar presas na placa de empuxo. Caso uma correia fique desengatada longe o suficiente de um ou ambos os seus roletes 394, então o movimento (horizontal) do dispositivo de empuxo 390 opera para mover de forma engatada ou devolver a correia para perto o suficiente de um chanfro 395 do rolete arqueado 394 vazio. Depois que a correia atinge o chanfro 395 do rolete, ela pode subir o chanfro até o centro 397 do rolete. Assim sendo, o arranjo de roletes arqueados 394 e da placa de empuxo 392 permite que as correias 384, 386, 388 sejam reajustadas, realinhadas e/ou retrilhadas automaticamente sobre os roletes arqueados 394.
Os eixos mecânicos dos roletes 396, 398, também podem ser móveis verticalmente para compensar a variação das-alturas ou espessuras das pilhas. Os eixos mecânicos podem ser propendidos por molas em um sentido (para baixo), na direção de uma pilha de notas. Por exemplo, pode ser usado um arranjo de propensão similar ao arranjo de propensão 352 discutido anteriormente para o eixo mecânico intermediário 336. Assim sendo, as correias operam para engatar pilhas com tamanhos diferentes. Segue-se que o apresentador opera para apresentar pilhas ou notas de papel-moeda com tamanhos diferentes.
Em um processo exemplificativo de transporte de = notas, as notas são guiadas para dentro da bandeja de empilhamento de notas 3 80 pelas rodas de pás 374, para formar uma pilha de notas no apresentador de notas 375. A pilha de notas fica assentada sobre os trilhos 381 da bandeja. A bandeja de notas 380 é levantada até que o fundo da bandeja esteja substancialmente alinhado com o fundo 426 do apresentador. Uma bandeja completamente levantada faz também com que os trilhos 381 da bandeja sejam alinhados respectivamente com os trilhos do piso 422, 423, 424. Com os trilhos em substancial alinhamento, o dispositivo de empuxo 390 opera para empurrar uma pilha de notas para fora da bandeja 380 e para cima dos trilhos do piso do apresentador de notas. O dispositivo de empuxo opera ainda para empurrar a pilha de notas ao longo dos trilhos do piso na direção do eixo mecânico dos roletes e da saída do apresentador.
Uma pilha de notas de papel-moeda pode ser apresentada para um usuário através de um arranjo de portinhola apresentadora. O arranjo de portinhola pode ser uma parte do apresentador 375. O arranjo de portinhola pode incluir um alçapão, uma portinhola.ou uma tampa. A Figura 48 ilustra um arranjo de alçapão apresentador 400 que tem um alçapão 402 em uma posição fechada. O alçapão 4 02 é móvel em uma direção substancialmente vertical (como por exemplo, para cima). O alçapão é móvel para cima até uma posição atrás de um elemento (ou parte) de moldura 404 da carcaça 421 do apresentador. O elemento de moldura 404 pode ser uma placa afixada ou sendo parte integrante de uma tampa de segurança 405. O arranjo de alçapão tem pelo menos um braço de carne 408 conectado operacionalmente {ou parte integral ou peça em monobloco) ao alçapão 402 . A carcaça 421 do apresentador inclui pelo menos uma alavanca atuadora 410 que tem uma fenda angulada 414. A alavanca 410 é unida ao braço 408. O braço 408 inclui uma projeção 412 (como por exemplo, um eixo mecânico, ou bucha ou pino) que opera para montar ou deslizar na fenda 414 da alavanca. Uma modalidade exemplificativa do arranjo de alçapão inclui duas alavancas atuadoras 410, dois braços (duplos) 408 afixados ao alçapão 402 em seus lados opostos respectivos, e cada braço 408 tem um eixo mecânico 412 deslizável em uma respectiva fenda 414 da alavanca. As figuras 61 e 62 ilustram um arranjo de braço de carne duplo.
Deve-se entender que outros arranjos de alçapão para operar o alçapão estão dentro do âmbito da invenção. Por exemplo, um arranjo de alçapão pode compreender apenas um carne e uma alavanca, em vez de um par. Outro arranjo de alçapão pode ter a fenda angulada diferentemente. Por exemplo, e contraste com a fenda 414 ilustrada, a extremidade mais alta da fenda angulada pode ficar posicionada mais longe do alçapão do que a extremidade mais baixa. Um outro arranjo de alçapão pode incluir a fenda angulada no braço do carne (ao invés da alavanca) , e tendo o eixo mecânico para montar na fenda sobre a alavanca atuadora (em vez do braço de came). Podem ser usadas configurações adicionais de eixo/fenda. A Figura 49 ilustra uma vista adicional do alçapão 402 em uma posição fechada. Na Figura 49, o elemento de moldura 404 não foi ilustrado por motivo de clareza. A Figura 50 ilustra uma vista do arranjo de alçapão 400 com o alçapão apresentador 402 em uma posição aberta. O alçapão 402 está parcialmente ocultado atrás do elemento de moldura 404. As Figuras 51-53 ilustram vistas alternativas do arranjo de alçapão 400 com o alçapão apresentador em uma posição aberta. Por razões de clareza, nem todos componentes do arranjo do alçapão estão ilustrados em cada uma das figuras. Por exemplo, na Figura 51, o elemento de moldura 404 não foi ilustrado, para que o alçapão 402 possa ser visualizado em uma posição aberta para cima.
Durante o procedimento de abrimento do alçapão, a atuação axial da alavanca 410 (como por exemplo, em uma direção para longe do alçapão) faz com que o eixo mecânico 412 do braço do alçapão se mova para cima ao longo da fenda angulada 414. O movimento do eixo mecânico 412 para cima da fenda 414 faz com que a extremidade do braço de came 408 adjacente ao alçapão 402 gire para cima. A extremidade do braço está afixada ao alçapão. O movimento da extremidade do braço para cima faz com que o alçapão se mova também para cima. Uma pilha de notas pode ser apresentada para um usuário quando o alçapão está em uma posição aberta. As notas conseguem atravessar a área ou passagem aberta 415 criada pelo alçapão movido. A alavanca atuadora 410 pode ser usada para acionar o dispositivo de empuxo de pilhas 390. O dispositivo de empuxo 3 90 e a alavanca 410 podem estar unidos em um arranjo de acionamento invertido. Por exemplo, o dispositivo de empuxo 390 pode engatar uma corrente, cabo ou corda de acionamento conectada à alavanca 410. A corrente pode ser arranjada para percorrer ao redor de uma polia ou rolete. À medida que o dispositivo de empuxo 390 se move na direção do alçapão 402, ele engata na corrente de acionamento. Um movimento adicional do dispositivo de empuxo 390 faz com que a corrente se mova ao redor da polia. O movimento da corrente resulta no fato de a alavanca 410 ser puxada em uma direção para longe do alçapão. A alavanca 410 pode ser propendida com uma mola para voltar para sua posição de fechamento original do alçapão.
Alternativamente, o dispositivo de empuxo 390 e a alavanca 410 podem ser unidos em um arranjo de acionamento direto. Tal acionamento direto é permitido, por exemplo, quando se tem a alavanca com a fenda angulada posicionada com sua extremidade mais alta localizada mais longe do alçapão do que sua extremidade inferior. O dispositivo de empuxo 390 pode engatar diretamente e empurrar a alavanca 410 na direção do alçapão. À medida que a alavanca 410 é empurrada, o pino do braço do carne 412 monta na fenda angulada causando a abertura do alçapão.
Outros mecanismos podem ser usados para acionar a alavanca 410, tal como um motor. Caso sejam usadas várias alavancas atuadoras 410 (como por exemplo, uma em cada lado da carcaça 421 do apresentador), então elas podem ser unidas de tal modo que elas sejam acionadas comumente, tal como por um motor comum. A atuação de uma alavanca 410 pôr um motor pode ser sincronizada, de tal modo que sua operação de abrimento do alçapão corresponda à chegada de uma pilha de notas. Sensores posicionais podem ser usados no apresentador 375 para indicar a chegada de uma pilha de notas. Os sensores podem notificar um controlador (como por exemplo, um computador) para fazer com que o motor abra o alçapão. A alavanca ou alavancas podem ser ajustadas para se moverem em uma distância axial predeterminada, para assegurar que o alçapão se mova em uma distância vertical predeterminada, para abrir completamente. A fenda angulada também pode ter um ângulo e comprimento predeterminados, para assegurar o movimento apropriado do alçapão.
Em outros arranjos exemplificativos, o alçapão pode ser aberto apenas parcialmente, baseado no tamanho (altura) da pilha. Isto é, o alçapão pode não precisar ser aberto completamente para permitir a saída da pilha de notas. Outros sensores ou contadores de cédulas podem informar ao controlador o tamanho da pilha de notas. O controlador pode determinara distância que o alçapão deve ser aberto para permitir a passagem de uma pilha de notas específica. Baseado na distância determinada do alçapão, o controlador pode determinar ainda a distância correspondente que a alavanca precisa ser movida. O controlador pode fazer com que a alavanca seja movida apenas na distância axial determinada. A capacidade de abrir o alçapão apenas em uma distância mínima ou necessária é uma característica de segurança adicional do arranjo de alçapão apresentador. Quanto menor a abertura da carcaça apresentada para um usuário, menor é a possibilidade de violação através da abertura.
Uma parte do alçapão pode ser arranjada de forma encaixada para mover-se sobre uma trilha ou trilho interno da moldura da carcaça para guiar e alinhar o alçapão durante seu movimento. A parte do alçapão pode permanecer também na trilha interna quando o alçapão está em uma posição fechada. O apresentador de notas 375 tem outras características de segurança para impedir e/ou reduzir a violação ilegal. Como mencionado anteriormente, o arranjo do alçapão pode incluir um tampa de segurança 405. A tampa pode incluir o elemento de moldura (frontal) 404 e os elementos de flanges laterais 406. O apresentador de notas 375 pode ficar posicionado em um caixa automático (ATM) de tal modo que o alçapão 402 fique voltado para uma abertura de saída acessível ao cliente no caixa automático (ATM). Os elementos de cobertura 404 e 406 podem ajudar a impedir o acesso do cliente aos componentes internos ou ao funcionamento do apresentador. O elemento de flange lateral da tampa 406 pode impedir também o acesso ao braço do carne 408, à alavanca atuadora 410, e à conexão entre o alçapão 402 e o braço de carne 408. A Figura 51 ilustra uma placa de segurança 416 que. tem uma extremidade com um lábio de flange 418 salientando-se para baixo. O lábio 418 pode impedir a entrada do usuário dentro de uma área abaixo do apresentador. A extremidade oposta da placa de segurança 416 pode ser afixada em um local dentro da moldura da carcaça do apresentador. Este local é não atingível por um usuário. A extremidade oposta pode ter um flange que se fixa dentro de uma fenda da carcaça.
Como mencionado anteriormente, o arranjo de trilhos do piso do apresentador, 420, pode incluir os trilhos 422, 423, 424, sobre os quais uma pilha de notas pode deslizar. Uma pilha de notas pode consistir em uma única nota ou uma pluralidade de cédulas empilhadas. As Figuras 54-55 ilustram outra vista do arranjo de trilhos do piso do apresentador, 420, tendo os trilhos externos 424 e os trilhos centrais 422 e 423 adjacentes ao piso do apresentador 426. Os trilhos centrais 422 e 423 podem ter um comprimento maior do que o dos trilhos externos 424 . . Os trilhos centrais 422 e 423 podem ter também pelo menos uma parte flexível, cujo uso está aqui descrito abaixo.
As figuras 56-57 ilustram vistas de uma extremidade do trilho central 423. A extremidade ilustrada pode ser colocada mais perto da área de passagem das notas 415. Cada trilho central tem uma extremidade do trilho que inclui um dedo flangeado 432 e um dedo flexível 434. O dedo flexível 434 é capaz de torcer (ou girar) em relação ao restante do corpo 423 do trilho. O dedo flexível 434 pode compreender um dedo de mola. O dedo de mola ode conferir uma propensão de mola para cima. O eixo mecânico do rolete 398, discutido anteriormente com respeito à figura 47, é móvel verticalmente em relação aos dedos do trilho, 432, 434. Uma pilha de notas que sai passa entre os dedos do trilho e os roletes arqueados 394. A Figura 54 (e a Figura 59) ilustra uma pilha de notas 430 relativamente grande (como por exemplo, várias notas empilhadas), adjacente a um eixo mecânico do rolete arqueado 3 98 e à área de passagem de notas 415. A figura 55 (e a Figura 58) ilustra uma vista similar à Figura 54, mas com uma pilha de notas 428 relativamente menor (como por exemplo, uma única nota) na área de passagem de notas 415. As Figuras 54 e 55 ilustram que o eixo mecânico 398 do rolete é móvel verticalmente para permitir a apresentação de pilhas de notas com tamanhos diferentes. As extremidades do eixo mecânico 398 do rolete podem ser móveis em relação às fendas-guia 419 na carcaça 421 do apresentador. Quanto maior a pilha, mais o eixo mecânico 398 do rolete é elevado. O eixo mecânico 398 do rolete pode ser arranjado para assentar na sua posição da fenda mais baixa. O eixo mecânico 3 98 pode ser arranjado para deslizar para cima nas fendas 419 até uma elevação correspondente ao tamanho de uma pilha de notas. A relação das correias 384, 386 e 388 em relação a uma pilha de notas pode ajudar a elevar (ou puxar para cima) o eixo mecânico 398 .
Como aqui explicado mais detalhadamente, as extremidades dos trilhos podem formar contornos ondulados ou alveolares nas folhas. Um lábio 436 do dedo flangeado 432 pode estender-se para se sobrepor ao lábio flangeado 418 discutido anteriormente (como por exemplo, na Figura 51) da placa de segurança 416. Isto é, uma extremidade do trilho felxível central 423 pode se projetar em uma- direção descendente fora do lábio de segurança 418 . O dedo flangeado 432 pode incluir também uma parte 431 que se estende transversalmente. A parte transversal 431 pode ser afixada ao trilho 423 ou ser parte integrante dele. A parte transversal inclui um segmento vertical 429 que tem uma saliência elevada 438 que se estende a partir dele.
Um processo para afixar um trilho central 423 no apresentador pode incluir ter o lábio do dedo flangeado 436 encostado firmemente no lábio de segurança 418, enquanto que a outra extremidade do trilho central é afixada na carcaça do apresentador adjacente à bandeja de empilhamento de notas-380. Além disso, os trilhos (isto é, os trilhos centrais e externos) podem ser mantidos no lugar tendo uma pluralidade de flanges fixadores espaçados, 437, 439, posicionados embaixo das lingüetas correspondentes (como por exemplo, lingüetas de mola) sobre o piso do apresentador 426. Quando o alçapão 402 está em um estado fechado, então os trilhos centrais 422 e 423, e a placa de segurança 416, estão posicionados atrás do alçapão, e são protegidos contra o acesso de um usuário pela estrutura do alçapão.
Uma pilha de notas pode sair do apresentador em um estado relativamente horizontal. Os trilhos flexíveis 422 e 423 operam, em conjunto com os roletes arqueados 394, para produzir uma configuração ondulada (ou "alveolada") para as notas que saem do apresentador. Os dedos dos trilhos centrais, 432, 434, ficam posicionados em uma posição oposta à parte do diâmetro menor 395 dos roletes arqueados 394. Os dedos de mola 434 são propendidos para cima, para dentro da área aberta do alçapão. A relação posicionai dos dedos de mola 434 no meio dos roletes arqueados pode causar uma configuração ondulada a ser conferida às notas e pilhas que saem do apresentador. Os dedos de mola podem ser alinhados em relação aos roletes arqueados, de tal modo que cada dedo de mola 434 fique alinhado em uma posição oposta a uma parte afunilada 395. A parte da saliência elevada 438 pode ser alinhada em oposição às partes afuniladas externas dos roletes mais externos. O efeito "alveolar" sobre uma pilha de notas adiciona ou causa rigidez às pilhas de notas flexíveis. A rigidez torna mais fácil mover uma pilha de notas através da área de passagem de notas 415. A rigidez pode impedir que a extremidade avançada de uma nota caia para baixo quando ela sai dos roletes arqueados. Contrariamente, as notas que saem do apresentador sem a configuração ondulada conferida tenderíam a encrespar imediatamente para baixo. Conferir a configuração ondulada às notas pode reduzir o emperramento de notas e também aumentar a segurança. Um exemplo de uma configuração ondulada conferida a uma pilha de notas 428 pode ser encontrado na Figura 55.
Um dedo de mola 434 opera para permitir que pilhas grandes de notas e folhas individuais passem sobre ele. Uma pilha grande de notas 430 (devido ao peso maior da pilha) pode comprimir o dedo de mola para baixo contra sua força de mola em uma distância maior do que uma pilha menor de notas 428 é capaz. Uma pilha pesada pode mesmo achatar (como por exemplo, pressionar o dedo de mola 434 até sua posição mais baixa) o arranjo alveolar dos trilhos. Entretanto, uma pilha grande de notas tem menos possibilidade de encrespar imediatamente para baixo. Isto é, a pilha grande de notas pode não requerer qualquer configuração ondulada. Contudo, a nota do fundo de uma pilha grande ainda ficaria em contato com a parte transversal 431. O arranjo dos dedos dos trilhos 432, 434, permite conferir ondulação às pilhas de notas que mais precisam de uma configuração ondulada. Isto é, os dedos flexíveis dos trilhos, 432 e 434, devido à maior extensão vertical dos dedos de mola 434, operam para conferir maior ondulação a uma pilha menor (mais fina) de notas. A quantidade de ondulação criada na pilha pode ser diretamente proporcional ao tamanho da pilha de notas.
As Figuras 58-59 ilustram vistas adicionais de pilhas de notas que saem de um apresentador. Está ilustrado também um arranjo de roletes arqueados. O rolete arqueado 394 inclui um chanfro convexo 395 e uma plataforma 397. A Figura 58 ilustra uma pilha pequena de notas 428 (que pode ser uma única nota) recebendo uma configuração ondulada grande. A Figura 59 ilustra uma pilha grande de notas 430 que recebe uma configuração pequena (se tanto) de ondulação.
As Figuras 58 e 59 ilustram também que os dedos dos trilhos flexíveis 422 e 423 podem estar posicionados de forma diferente. Por exemplo, como ilustrado na figura 58, o trilho 422 tem seu dedo de mola 435 no seu lado direito, enquanto que o trilho 423 tem seu dedo de mola 434 no seu lado esquerdo. Assim sendo, os dedos de mola 434 e 435 ficam no meio da distância entre os dedos flangeados 432 e 433. Outras combinações de arranjos de dedos flangeados e dedos de mola podem ser usadas. Por exemplo, um arranjo de trilhos flexíveis pode incluir trilhos que têm apenas a configuração dos trilhos 423. A Figura 60 ilustra uma vista adicional de um arranjo de alçapão apresentador 401 que tem um alçapão 403 em uma posição fechada.
As Figuras 61 e 62 ilustram vistas anguladas adicionais tomadas a partir de lados opostos de um arranjo de braços de carne duplos. Os braços de carne 409 e 411 estão ilustrados. Uma extremidade de cada braço de carne inclui um ponto pivotante 413. O ponto pivotante 413 pode compreender um pino pivotante ou um furo de eixo mecânico pivotante. O braço de carne opera para girar ao redor do eixo geométrico do ponto pivotante 413 conforme o pino do braço de carne 417 monta para cima na fenda angulada de uma alavanca atuadora. A Figura 63 ilustra uma vista em perspectiva de uma proteção 440 de uma moldura da carcaça do apresentador.
Assim sendo, as modalidades exemplificativas atingem um ou mais dos objetivos assinalados acima, eliminam as dificuldades encontradas no uso dos dispositivos e métodos anteriores, resolvem os problemas, e atingem os resultados desejados aqui descritos.
Na descrição precedente, certos termos foram utilizados por razões de concisão, clareza e compreensão; entretanto, nenhuma limitação deve ser inferida por causa disso porque tais termos têm propósitos meramente descritivos e não se pretende que sejam interpretados amplamente. Além disso, as descrições e as ilustrações aqui fornecidas são a título exemplificativo, e a invenção não está limitada aos detalhes exatos ilustrados e descritos.
Nas reivindicações que se seguem, qualquer característica descrita como um meio para realizar uma função deve ser interpretada como englobando qualquer meio conhecido pelos versados nessas técnicas para ser capaz de realizar a função enunciada, e não deve ser julgada limitada à estrutura específica aqui ilustrada ou seus equivalentes.
Tendo sido descritas as características, descobertas e princípios da invenção, a maneira pela qual ela é construída e operada, e as vantagens e resultados úteis atingidos, passa-se a enunciar as novas e úteis estruturas, dispositivos, elementos, arranjos, peças, combinações, sistemas, operações, métodos e relações nas reivindicações apensadas.