BRPI0608639A2 - método para determinar a configuração de um sistema de alarme de perigo, e sistema de alarme de perigo - Google Patents
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Abstract
MéTODO PARA DETERMINAR A CONFIGURAçãO DE UM SISTEMA DE ALARME DE PERIGO, E SISTEMA DE ALARME DE PERIGO. A presente invenção refere-se a um sistema de alarme de perigo compreendendo uma estação central (Z) e dispositivos (Mv) que estão conectados ao mesmo por meio de uma linha de monitoração (ML). Cada dispositivo (Mm) compreende um comutador isolador (s), um número de identificação inquestionável, e um endereço de comunicação. Para determinar a configuração do sistema de alarme de perigo, os dispositivos (Mm), que podem ser desacoplados por meio do comutador isolador (S), são iniciados seqúencialmente e introduzidos na estação central (Z). Na eventualidade de introduções simultâneas de mais de um dispositivos (Mm), é aceita apenas um introdução de um dos ditos dispositivos (Mm). Durante a introdução dos dispositivos (Mm) na estação central (Z) com os endereços de comunicação dos mesmos, quando os dispositivos (Mm) com endereços de comunicação diferentes são introduzidos simuitaneamente, os endereços de comunicação são diferenciados de acordo com um método arbitrário, e os dois endereços de comunicação diferentes são introduzidos seqOencialmente. Quando os dispositivos (Mm) com os mesmos endereços de comunicação são introduzidos seqúencialmente, a colisão dos ditos mesmos endereços de comunicação é identificada e solucionada.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "MÉTODO PARA DETERMINAR A CONFIGURAÇÃO DE UM SISTEMA DE ALARME DE PERIGO, E SISTEMA DE ALARME DE PERIGO".
Descrição
A presente invenção refere-se a um método para determinar a
configuração de um sistema de alarme de perigo compreendendo uma estação central e dispositivos conectados ao mesmo, através de uma linha de sinal, no qual o cada dispositivo do sistema de alarme de perigo é dotado de um comutador isolador, um número de identificação e um endereço de co-
municação únicos, e os dispositivos, desconectáveis através dos comutado-res isoladores, podem ser iniciados seqüencialmente.
Neste contexto, "dispositivos" devem ser compreendidos, especificamente, como detectores de risco, mas podem também ser acionadores, tais como transmissores de alarme visuais ou acústicos, interruptores ele-
tromagnéticos, exibição de alarme, dispositivos de transmissão para transmitir alarmes e similares. Quando se fizer referência aos "detectores" na descrição que se segue, isto não deve, em hipótese alguma, ser compreendido de maneira restritiva.
Tais métodos, conhecidos pelos termos sincronização de cadeia
ou cadeia margarida, são usados há muito tempo para determinar meramente a disposição dos detectores em uma linha de toque ou meramente em uma linha anular. No Documento EP-A-0 093 872 está descrito um método desse tipo no qual, ao ativar o sistema, todos os detectores são desconecta-dos por uma alteração na voltagem da linha de sinal e então são reconecta-
dos para a linha de sinal em um modo de tempo escalonado pelos comuta-dores de tal maneira que cada detector reconecte adicionalmente um detec-tor subseqüente para a voltagem de linha após um retardo de tempo predeterminado. Os detectores contêm memórias de endereço que são carregadas em uma seqüência predeterminada pela estação central com os endere-
ços de comunicação dos detectores individuais.
No método descrito no Documento EP-A-0 093 872 o tratamento das seções pode ser problemático porque, após o comutador isolador locadoantes de uma seção ser fechado, dois detectores ou, no caso de múltiplas seções, mais de dois detectores iniciam repentina e simultaneamente, especialmente se ainda não são dotados de um único endereço de comunicação. Aqui, deve ser compreendido que nas permuta dos detectores entre as linhas de sinal diferentes são possíveis para os endereços de comunicação duplos mesmo para os detectores pré-endereçados.
O Documento EP-A-0 485 878 descreve um método para determinar a configuração de detectores para um sistema de alarme de perigo no qual, antes de alocar o endereço de comunicação para os detectores, a estação central precisa realizar um grande número de etapas, que requer relativamente muito tempo. A determinação da posição do detector recém instalado pelo reinicio de todo o sistema é muito demorada, especialmente com as redes relativamente grandes, e certamente não é eficiente. À parte disto, este método não funciona com seções simétricas.
O Documento EP-A-0 880 117 descreve uma método para locar automaticamente os detectores nos quais os detectores são equipados de meios para comunicação com os detectores contíguos. Para locar um detector, todos os detectores abrem seus desconectadores e o detector a ser locado transmite uma mensagem correspondente que é recebida pelos detectores contíguos. Os desconectadores são então fechados e é determinado quais são os detectores contíguos, possibilitando uma determinação não ambígua da posição do detector que a ser locado. Este método é relativamente rápido, mas requer que todos os detectores estejam equipados com os meios de comunicação mencionados.
É um objetivo da invenção especificar um método para determinar a configuração de um sistema de alarme de perigo que, mesmo no caso de topologias de seção, possibilite a configuração da rede de linha a ser determinada e que funcione mais rapidamente e mais simplesmente do que os métodos conhecidos.
Este objetivo é alcançado de acordo com a invenção em que, ao iniciar, os dispositivos entram seqüencialmente no sistema da estação central e, na eventualidade da entrada simultânea no sistema de mais de umdispositivo, é aceita apenas a entrada de um desses dispositivos no sistema.
Uma primeira modalidade preferida é caracterizada pelo fato de que a entrada dos dispositivos do sistema da estação central com seu endereço de comunicação, e de que, na eventualidade da entrada simultânea de dispositivos no sistema com endereços de comunicação diferentes, os endereços de comunicação são identificados por meio de um método arbitrário e os dois endereços de comunicação diferentes são registrados seqüencialmente.
Uma segunda modalidade preferida do método de acordo com a invenção é caracterizada pelo fato de que a entrada dos dispositivos no sistema da estação central com seu endereço de comunicação, e de que, na eventualidade de entrada simultânea de dispositivos com endereços de comunicação idênticos no sistema, a colisão desses endereços de comunicação idênticos é identificada e solucionada. Uma terceira modalidade preferida do método de acordo com a
invenção é caracterizada pelo fato de que a entrada dos dispositivos no sistema da estação central com seus números de identificação, e de que a entrada seqüencial no sistema é assegurada por meio de um procedimento arbitrário, via o número de identificação, e é locado um único endereço de comunicação nos dispositivos através do número de identificação.
Um primeiro método alternativo para alcançar o objetivo está caracterizado pelo fato de que, ao iniciar, os endereços de comunicação de todos os dispositivos são sondados pela estação central e endereços de comunicação recém adicionados são, por meio disso, identificados, e pelo fato de que, na eventualidade de múltipla ocupação dos endereços de comunicação, a colisão desses endereços de comunicação idênticos é identificada e solucionada.
Um segundo método alternativo para alcançar o objetivo está caracterizado pelo fato de que, ao iniciar, os números de identificação des-ses dispositivos recém iniciados são sondados pela estação central e apenas um único endereço de comunicação é locado para cada dispositivo encontrado.A invenção se refere adicionalmente a um sistema de alarme de perigo com uma estação central de programa controlada ao qual estão conectados uma pluralidade de dispositivos em paralelo, através de uma linha de sinal, cada um dos dispositivos sendo dotado de pelo menos um sensor, um comutador isolador, eletrônico de avaliação com pelo menos uma memória e um número de série individual e inalterável alocado pelo fabricante. O sistema de alarme de perigo, de acordo com a invenção, é caracterizado pelo fato de que a estação central inclui meios para executar as etapas do processo mencionado. Uma modalidade preferida do sistema de alarme de perigo de
acordo com a invenção é caracterizado pelo fato de que os dispositivos mencionados são formados por detectores de risco e/ou acionadores, tais como transmissores de alarme visual ou acústico, e/ou interruptores eletromagnéticos e/ou exibições de alarme e/ou dispositivos de transmissão para transmitir alarmes.
A invenção está explicada mais detalhadamente abaixo com referência a uma modalidade exemplificativa e aos desenhos, nos quais:
A figura 1 é uma representação esquemática de um sistema de alarme de perigo, e
A figura 2 é um gráfico de fluxo para esclarecer a determinação
da configuração de uma rede de linha.
O sistema de alarme de perigo representado na figura 1 consiste em uma estação central Z, uma linha de sinal ML em forma de anel iniciando a partir da dita estação central Z com os detectores M2 e M5 a M10 co-
nectados à dita linha de sinal ML, e uma seção de linha SL ramificando a partir da linha de sinal ML com os detectores M3 e M4 conectados às mesma. O detector Mi deve ser dotado do endereço de comunicação 1, o detector M2 deve ser dotado do endereço de comunicação 2, e assim por diante. Cada detector Mn inclui pelo menos um sensor para um critério de risco, tal co-
mo fumaça, temperatura ou um gás inflamável, a eletrônica de avaliação (nenhum dos dois ilustrado) e um comutador isolador S.
No caso de um sistema de alarme de perigo ilustrado entende-se que cada detector Mn seja dotado de um endereço de comunicação e de um único número de identificação. O último foi alocado ao detector respectivo pelo fabricante; é inalterável e ocorre precisamente uma vez.
Conforme já mencionado na introdução da descrição, um detec-5 tor M deve ser compreendido não apenas como um detector de risco mas geralmente como um dispositivo endereçável instalado em uma linha de sinal. Independentemente de um detector de risco, este pode ser um aciona-dor, tal como um transmissor de alarme visual ou acústico, um interruptor eletromagnético, uma exibição de alarme, um dispositivo de transmissão
para transmitir alarmes, e similares.
Para determinar a configuração dos detectores Mn na rede formada pela linha de sinal ML e pela seção de linha SL, os detectores Mn, que são desconectáveis através dos comutadores isoladores S, são iniciados seqüencialmente pela estação central Z, um endereço de comunicação úni-
co estando opcionalmente alocado no detector. Adicionalmente, a informação proveniente dos detectores Mn, se existente, tal como tipo detector, número de identificação tal como um número de série de um endereço de comunicação existente, pode ser lida dentro da estação central Z para determinação completa da configuração dos detectores na rede. Sempre que um
detector Mn tiver fechado um comutador isolador S e entrado no sistema, o próximo detector sucessivo fecha seu comutador isolador mediante um comando proveniente da estação central Z. Após cada fechamento de um comutador isolador S a estação central Z aguarda até que não haja nenhum detector Mn ligados, e então sabe também quantos detectores estão direta-
mente conectados atrás daquele que fechou por último seu comutador isolador S. Se apenas um detector tiver entrado no sistema após o último fechamento de um comutador isolador S, nenhuma seção está presente; se dois detectores tiverem entrado no sistema há apenas uma única seção, e assim por diante.
O tratamento das seções é especialmente problemático se os
detectores em uma seção ainda não forem dotados de um único endereço de comunicação. Adicionalmente, deve ser compreendido que, através daalteração dos detectores entre linhas diferentes, são possíveis endereços de comunicação duplos mesmo no caso dos detectores pré-endereçados, que deve ser evitado sob qualquer circunstância. Portanto, para controlar uma situação desse tipo, o sistema precisa ser capaz de identificar a presença de uma seção, isto é, que uma pluralidade de detectores foram iniciados. Para isto são propostos os métodos que se seguem:
1. Os detectores transmitem seus endereços de comunicação para a estação central Z, que, ao receber dois ou mais endereços de comunicação simultaneamente, impedem a entrada simultânea de uma pluralidade de detectores com endereços de comunicação diferentes no sistema por meio de um procedimento arbitrário. No procedimento arbitrário os endereços são comparados bit a bit e é preferido, por exemplo, o detector que é dotado de um conjunto de bit. Este detector recebe, então, um comando da estação central Z e fecha o seu comutador isolador. Então o endereço de comunicação do detector não preferido na arbitragem está vermelho para a estação central Z; o detector recebe um comando da estação central Z e fecha seu comutador isolador S. Então, o próximo conector entra no sistema, e assim por diante.
2. Os detectores transmitem seus endereços de comunicação para a estação central Z, que identifica a chega simultânea de dois endereços de comunicação idênticos como uma colisão e soluciona a colisão. A resolução é afetada visto que a estação central Z aloca um endereço de comunicação inválido para todos os detectores envolvidos na colisão, depois do que os detectores com um endereço de comunicação inválido entram novamente no sistema de acordo com a variante 3 (figura 2).
3. Os detectores entram no sistema da estação central Z com o seu número de identificação. A entrada seqüencial no sistema é assegurada por um procedimento de arbitragem do tipo descrito e endereços de comunicação únicos são alocados para os detectores através dos números de identificação.
4. Os endereços de comunicação de todos os detectores são sondados pela estação central Z, por meio disso, são identificados os detec-tores recém adicionados. A múltipla ocupação dos endereços de comunicação é identificada como uma colisão e a colisão é solucionada da maneira já descrita.
. Os números de identificação dos detectores recém iniciados 5 são sondados pela estação central Z (na prática nem todos os possíveis números de identificação podem ser sondados, porque o tempo requerido para um grande número de números de identificação de múltiplos dígitos seria longo demais), um método baseado em uma pesquisa binaria, sendo apropriado três. É então alocado um endereço de comunicação único para
cada detector encontrado.
Por meio do uso de um dos métodos descritos, todos os detectores diretamente conectados a origens de seção são conhecidos e o início de cada seção pode ser continuada seqüencialmente, de maneira que finalmente possa ser registrada a topologia de toda a rede.
Quando o sistema de alarme de perigo ilustrado na figura 1 é
acionado, os comutadores isoladores S de todos os detectores Mn são abertos. O detector Mi, por exemplo, entra, então, no sistema da estação central Z com seu endereço de comunicação 1, a estação central envia um comando para o detector para fechar o seu comutador isolador S e aguarda que
o próximo detector M2 entre no sistema, cuja entrada no sistema ocorre analogamente. Após o detector M2 ter entrado no sistema, os detectores M3 e M5 enviam seus respectivos endereços de comunicação 3 e 5 para a estação central Z. A estação central registra que uma seção deve estar presente e também registra que dois detectores com endereços de comunicação dife-
rentes estão entrando simultaneamente no sistema, e aplica o procedimento de arbitrem descrito de acordo com o ponto 1, no qual, é preferido, por e-xemplo, o detector M3.
Uma vez que o detector M3 tenha entrado no sistema, o detector M4 entra no sistema da estação central Z, então o detector M5, etc. Quando
o detector M10 tiver entrado no sistema, nenhum conector adicional entra no sistema e a estação central Z conhece agora a configuração da rede do sistema de alarme de perigo de incêndio. Se, por exemplo, devido a uma alte-ração de um detector durante o trabalho de manutenção / revisão, o detector M8 que era dotado do endereço de comunicação 3, a estação central Z identificaria quando aquele detector entrasse no sistema que o endereço de comunicação 3 já estava alocado para o detector M3, e iria reendereçar o detector M8com um endereço de comunicação disponível.
Conforme já mencionado, as seções múltiplas podem ser também identificadas com o método descrito; naturalmente, uma extensão de uma seção pode ela própria conter uma seção.
Claims (10)
1. Método para determinar a configuração de um sistema de a-larme de perigo compreendendo uma estação central (Z) e dispositivos (Mn) conectados ao mesmo através de uma linha de sinal (ML), na qual cada dis- positivo de sistema de alarme de perigo (Mn) é dotado de um comutador iso-lador (S), um único número de identificação e um endereço de comunicação, e os dispositivos (Mn), desconectáveis através dos comutadores isoladores (S), são iniciados seqüencialmente, caracterizado pelo fato de que ao iniciar, os dispositivos (Mn) entram seqüencialmente no sistema da estação central 10 (Z) e, na eventualidade de uma entrada simultânea no sistema de mais de um dispositivo (Mn), é aceita apenas a entrada no sistema de um desses dispositivos (Mn).
2. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os dispositivos (Mn) entram no sistema da estação central (Z)com seu endereço de comunicação e de que, na eventualidade da entrada simultânea no sistema de dispositivos (Mn) com endereços de comunicação diferentes, os endereços de comunicação são identificados por meio de um procedimento arbitrário e os dois endereços de comunicação diferentes são registrados seqüencialmente.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que os dispositivos (Mn) entram no sistema da estação central (Z) com seu endereço de comunicação, e de que, na eventualidade da entrada simultânea dos dispositivos (Mn) com endereços de comunicação idênticos no sistema, a colisão desses endereços de comunicação idênticos é identifi- cada e solucionada.
4. Método, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que os dispositivos (Mn) entram no sistema da estação central (Z) com seu número de identificação e de que a entrada seqüencial no sistema é assegurada por meio de um procedimento arbitrário através dos números de identificação e um único endereço de comunicação é locado para os dispositivos (Mn) através do número de identificação.
5. Método para determinar a configuração de um sistema de a-larme de perigo compreendendo uma estação central (Z) e dispositivos (Mn), conectados ao mesmo através de uma linha de sinal (ML), no qual cada dispositivo (Mn) do sistema de alarme de perigo é dotado de um comutador iso-lador (S), um único número de identificação e um endereço de comunicação, e os dispositivos (Mn), desconectáveis através dos comutadores isoladores (S), são iniciados seqüencialmente, caracterizado pelo fato de que ao iniciar a estação central (Z) os endereços de comunicação de todos os dispositivos (Mn) são sondados, resultando na identificação de endereços de comunicação recém adicionados, e de que na eventualidade de múltipla ocupação de endereços de comunicação a colisão desses endereços de comunicação idênticos é identificada e solucionada.
6. Método para determinar a configuração de um sistema de a-larme de perigo compreendendo uma estação central (Z) e dispositivos (Mn) conectados ao mesmo, através de uma linha de sinal (ML), no qual cada dispositivo (Mn) do sistema de alarme de perigo é dotado de um comutador isolador (S), um único número de identificação e um endereço de comunicação, e os dispositivos (Mn), desconectáveis através dos comutadores isoladores (S), são iniciados seqüencialmente, caracterizado pelo fato de que ao iniciar a estação central (Z) os números de identificação dos dispositivos (Mn) recém iniciados são sondados e é locado um único endereço de comunicação para cada dispositivo (Mn) encontrado.
7. Método, de acordo com a reivindicação 3 ou 5, caracterizado pelo fato de que a colisão é solucionada e de que é locado um endereço de comunicação inválido para todos os dispositivos (Mn) envolvidos na colisão e os dispositivos (Mn) entram então no sistema, sendo assegurada a entrada seqüencial no sistema por um procedimento arbitrário através do número de identificação, e de que é locado um único endereço de comunicação para os dispositivo (Mn) através do número de identificação.
8. Método, de acordo com qualquer uma das reivindicações 2, 4 ou 7, caracterizado pelo fato de que o procedimento arbitrário é realizado poruma comparação bit a bit dos endereços de comunicação ou dos números de identificação, sendo preferidos os dispositivos (Mn) que são dotados deum conjunto de bit.
9. Sistema de alarme de perigo, de acordo com qualquer uma das reivindicações de 1 a 8, compreendendo uma estação central de programa controlado (Z) a qual está conectada em paralelo uma pluralidade de dispositivos (Mn), através de uma linha de sinal (ML), cada um dos dispositivos (Mn) inclui pelo menos um sensor, um comutador isolador (S), eletrônico de avaliação com pelo menos uma memória e um número de série inalterável individual locado pelo fabricante, caracterizado pelo fato de que a estação central (Z) inclui meios para realizar as etapas do processo mencionado.
10. Sistema de alarme de perigo, de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que os dispositivos (Mn) mencionados são formados pelos detectores de risco e/ou acionadores tais como transmissores de alarme visual ou acústico, e/ou interruptores eletrônicos e/ou exibidores de alarme e/ou aplicações de transmissão para transmissão de alarmes.
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