BRPI0612692A2 - aparelho de detecção de móvel de óleo em um motor e método para detectar o nìvel de óleo no cárter de um motor - Google Patents
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Abstract
APARELHO DE DETECçãO DE MóVEL DE óLEO EM UM MOTOR E MéTODO PARA DETECTAR O NìVEL DE óLEO NO CáRTER DE UM MOTOR. A presente invenção refere-se a um aparelho de detecção de nível de óleo dotado de um detector de nível de óleo do tipo com bóia (50) e uma unidade de comutação de modo. O detector de nível de óleo emite um sinal que indica que o nível de óleo caiu no momento em que um contato móvel disposto em uma bóia (54) estabelece contato com contatos fixos, uma vez que o nível do dito óleo (Lu) tenha caído a um nível de limite inferior. A unidade de comutação de modo comuta entre um de dois modos sele-cionados a partir de um primeiro modo para acionamento do alarme e parada o motor (10), de acordo com o sinal de queda de nível, e um segundo modo para acionamento do alarme e continuação da operação do motor(10), de acordo com o sinal de queda de nível.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "APARELHODE DETECÇÃO DE MÓVEL DE ÓLEO EM UM MOTOR E MÉTODO PARADETECTAR O NÍVEL DE ÓLEO NO CÁRTER DE UM MOTOR".
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se a um aparelho para detectar onível de óleo no cárter de um motor e um método para o mesmo.
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
A estrutura de lubrificação de um motor é configurada de modoque as partes móveis do motor sejam Iubrificadas por óleo no cárter. Têmsido descritos vários tipos de aparelhos para detectar o nível de óleo acumu-lado no cárter, tais como aqueles do Pedido-Modelo de Utilidade Aberto àInspeção Pública Japonesa número 58-163826, do Pedido de Patente Aber-ta à Inspeção Pública Japonesa (Kokai) número 60-331, e da Publicação dePatente Japonesa (Kokoku) número 55-45733.
Os aparelhos de detecção de nível de óleo conhecidos no Pedi-do-Modelo de Utilidade Aberto à Inspeção Pública Japonesa número 58-163826, no Pedido de Patente Aberta à Inspeção Pública Japonesa (Kokai)número 60-331, e na Publicação de Patente Japonesa (Kokoku) número 55-45733 possuem uma chave de bóia magnética. A chave de bóia magnéticacompreende uma bóia, um imã permanente alojado na bóia, e uma chave depalheta para leitura da força magnética do magneto permanente.
Em conformidade com estes aparelhos de detecção de nível deóleo, uma queda no nível do óleo a um nível limite inferior predefinido faz abóia mover-se para baixo em conformidade com esta queda e, em conse-qüência, a chave de palheta sente a força magnética do magneto permanen-te alojado na bóia, em função do que a queda de nível é detectada, são ace-sas luzes de indicação, e um alarme é emitido.
Porém, nos aparelhos de detecção de nível de óleo conhecidosno Pedido-Modelo de Utilidade Aberto à Inspeção Pública Japonesa número58-163826, no Pedido de Patente Aberta à Inspeção Pública Japonesa (Ko-kai) número 60-331, e na Publicação de Patente Japonesa (Kokoku) número55-45733 deve ser levado em consideração que a chave de palheta sejaimpedida de ser afetada por um campo magnético externo.
Em vista do acima mencionado, estão sendo feitos esforços paradesenvolver um aparelho de detecção de nível de óleo para um motor noqual a chave flutuante não utilize uma chave de palheta. Semelhante apare-lho de detecção de nível de óleo está proposto no Registro de Modelo deUtilidade Japonês número 2532891. Um sumário do aparelho de detecçãode nível de óleo revelado no Registro de Modelo de Utilidade Japonês núme-ro 2532891 é descrito tendo como referência as figuras 11A e 11B.
A figura 11A mostra um motor com um aparelho de detecção denível de óleo, e a figura 11B mostra um diagrama esquemático do aparelhode detecção de nível de óleo mostrado na figura 11 A.
O motor 100 mostrado na figura 11A é um motor de uso geral noqual é acumulado óleo 102 no fundo do cárter 101. O motor 100 possui ummergulhador de óleo 104 para levantar e suprir o óleo 102 às partes móveisacompanhando a rotação do eixo de manivela 103, e um detector de nívelde óleo tipo bóia 111 para detectar o nível de óleo 102 no cárter 101.
Os níveis de óleo 102 são estabelecidos cada tal que o nível li-mite superior L1. é marcado no ponto mais alto, o nível limite inferior L2 émarcado abaixo do nível limite superior L1, e o nível limite mínimo L3 é mar-cado abaixo do nível limite inferior L2. A figura 11B mostra o aparelho dedetecção de nível de óleo 110 quando o óleo 102 tem se elevado para o ní-vel limite superior L1.
O aparelho de detecção de nível de óleo 110 proporciona notifi-cações de maneira simples em conformidade com os níveis L1 a L3 detecta-dos pelo detector de nível de óleo tipo bóia 111, ou proporciona notificação epára o motor 100, como mostrado nas figuras 11A e 11B. Mais especifica-mente, o detector de nível de óleo tipo bóia 111 possui uma bóia 113 em umestojo 112, e uma haste vertical eletrocondutiva que é fixada à bóia 113. Aseguir, uma descrição das ações do aparelho de detecção de nível de óleo 110.
Com o motor 100 em operação, uma queda no óleo 102 para onível limite inferior L2 faz a haste vertical 114 descer junto com a bóia 113 efazer contato com a superfície inferior 101 a do cárter 101. Como resultado, ocaminho através da bateria 115, da lâmpada de alarme 116, do anel eletro-condutivo 112a do estojo 112, da haste vertical 114, e da superfície inferior101a do cárter 101 torna-se condutivo eletricamente. Como resultado, alâmpada de alarme 116 é acesa e é proporcionado notificação de que o nívelde óleo está no nível limite inferior L2.
Além disso, quando o óleo 102 tem caído ao nível limite maisbaixo L3, o contato móvel 117 colocado na superfície inferior da bóia 113 fazcontato com os contatos fixos 118 e 118. Como resultado, o motor 100 páraporque o aparelho de ignição 119 pára a operação de ignição.
Segue-se o caso no qual o motor 100 é montado em uma má-quina de trabalho. O termo "máquina de trabalho" inclui equipamento esta-cionário e móvel (portátil).
Geradores elétricos, lavadoras de alta pressão, e outras máqui-nas de trabalho estacionárias não são movidas, e a própria máquina de tra-balho não se agita significativamente. O motor 100 montado em uma máqui-na de trabalho estacionária também não se agita significativamente. Por estarazão, o nível de óleo 102 não varia de modo considerável. Em conseqüên-cia, quando o nível de óleo cai a um nível fixado ou mais baixo, o motor au-tomaticamente pára.
Cultivadores ou outras máquinas de trabalho móveis agitam-seconsideravelmente durante o movimento. O motor 100 montado em umamáquina de trabalho móvel também se agita consideravelmente. Por estarazão, o nível do óleo 102 agita-se consideravelmente em comparação comum motor montado em uma máquina de trabalho estacionária. Além disso,visto que o óleo 102 é levantado pelo mergulhador de óleo 104, as subidas edescidas no nível de óleo são consideráveis.
Quando a bóia 113 movimenta-se verticalmente de acordo comas flutuações no nível de óleo, o contato móvel 117 também se move.Quando o contato móvel 117 movimenta-se consideravelmente na direçãovertical com o óleo 102 em uma situação de queda, o nível é detectado co-mo se tendo caído muito, embora o nível real (nível corrente) não tem caídopara o nível limite mais baixo L3. Como resultado, o motor 100 pára. Devidoa esta situação, o motor 100 não pode parar automaticamente mesmo se onível do óleo tem caído a um nível fixado ou mais baixo, no caso em que omotor 100 esteja montado em uma máquina de trabalho móvel.
Portanto, um tipo de aparelho de detecção de nível de óleo 100que pode parar automaticamente o motor 100 deve ser proporcionado quan-do o motor 100 é montado em uma máquina de trabalho estacionária.
Além disso, deve ser proporcionado um tipo de aparelho de de-tecção de nível de óleo 100 no qual o motor 100 não é parado automatica-mente quando o motor 100 é montado em uma máquina de trabalho móvel.Em tais condições, devem ser proporcionados dois tipos de aparelhos dedetecção de nível de óleo 110 para um motor de acordo com o tipo de im-plemento tipo uma máquina de trabalho, é necessário mais tempo para ope-rar a máquina, e o custo de fabricação aumenta. Em conseqüência, há es-paço para aperfeiçoamento.
Em vista do acima, há a necessidade de uma técnica que podeser empregada em ambos os casos, quando o motor é parado automatica-mente ou quando o motor não é parado automaticamente uma vez que onível de óleo no cárter tem caído a um nível fixado ou mais baixo, pela utili-zação de apenas um tipo de aparelho de detecção de nível de óleo.
Mais ainda, o nível do óleo 102 agita-se devido às vibrações domotor 100 quando o motor 100 está operando, como mostrado nas figuras11A e 11B. Também, uma vez que o óleo 102 é levantado pelo mergulhadorde óleo 104, são geradas ondas na superfície do óleo. Em outras palavras,as flutuações do nível de óleo são consideráveis. A haste vertical 114 e ocontato móvel 117 (doravante os dois são referidos como "contato móvel117") também se movem verticalmente acompanhando o movimento verticalda bóia 113 em conformidade com as flutuações do nível de óleo.
O contato móvel 117 é um componente de comutação que émontado diretamente na bóia 113 e não possui características de operaçãode chave histerética como as de uma chave de bóia magnética. Por estarazão, se o nível real cai até à proximidade do nível limite mais baixo L3quando o nível de óleo tem caído enquanto se move consideravelmente paracima e para baixo, o contato móvel 117 faz contatos intermitentes com oscontatos fixos 118 e 118. Em outras palavras, o contato móvel 117 pode fa-zer contato intermitente com os contatos fixos 118 e 118 apesar de o nívelreal não tem caído ao nível limite mais baixo L3. Além disso, quando o nívelreal tiver caído ao nível limite mais baixo L3, o contato móvel 117 repete demodo intermitente contatos muito curtos com os contatos fixos 118 e 118.
Quando o motor 100 é parado, o nível de óleo não muda. O con-tato móvel 117 permanece em contínuo contato com os contatos fixos 118 e118 quando o óleo tem caído ao nível limite mais baixo L3.
A operação de detecção de nível pelo contato móvel 117 e o parde contatos fixos 118 e 118 é completamente diferente dependendo se omotor 100 está parado ou operando. Graças a este fato, uma detecção maisacurada e confiável deve ser levada em consideração independente da situ-ação de operação do motor.
Em vista do acima, há a necessidade de uma técnica que possapermitir que o nível de óleo de um motor seja detectado de forma mais acu-rada e mais confiável quando o motor está parado ou operando.
DESCRIÇÃO DA INVENÇÃO
A presente invenção proporciona um aparelho de detecção denível de óleo utilizado em um motor no qual um mergulhador de óleo levantaóleo no cárter e executa lubrificação acompanhando a rotação de um eixo demanivela, o aparelho compreendendo um detector de nível de óleo para e-missão de um sinal indicando que o nível de óleo tem caído quando um con-tato móvel disposto em uma bóia que se move verticalmente de acordo como nível de óleo faz contato com contatos fixos quando o nível de óleo temcaído a um nível limite inferior predefinido; e unidades de comutação de mo-do para selecionar um de dois modos selecionados de um primeiro modopara acionar um alarme de acordo com o sinal de queda de nível, e trazendoo motor a uma parada, e um segundo modo para acionar o alarme de acordocom o sinal de queda de nível e permitindo ao motor continuar operando.
Deste modo, no aparelho de detecção de nível de óleo acimadescrito, os modos de controle para controlar o alarme e o motor podem sercomutados pela unidade de comutação de modo para um modo selecionadodo primeiro modo e do segundo modo. Quando a unidade tem comutadopara o primeiro modo, o alarme pode ser ativado e o motor pode ser paradode acordo com o sinal de queda de nível. Além disso, quando a unidade temcomutado para o segundo modo, o alarme pode ser ativado e o motor podecontinuar a ser operado de acordo com o sinal de queda de nível.
Portanto, um tipo único de aparelho de detecção de nível de óleopode ser usado em ambos os casos em que o motor é parado automatica-mente quando o nível do óleo no cárter tem caído a um nível fixado ou maisbaixo, e em que o motor não é parado automaticamente quando o nível deóleo no cárter tem caído a um nível fixado ou mais baixo. Assim, apenas umtipo de aparelho de detecção de nível de óleo necessita ser fornecido, me-nos tempo é necessário para operar o aparelho de detecção de nível de óleodo motor, e podem ser reduzidos custos de produção. Mais ainda, qualquertipo de implemento (por exemplo, máquinas capazes de desempenhar váriastarefas, ou semelhante) pode ser manuseado com um tipo de aparelho dedetecção de nível de óleo.
A unidade de comutação de modo tem preferivelmente umachave de operação manual que pode ser montada em um painel de opera-ção do motor. Por esta razão, o operador pode comutar para o primeiro ousegundo modo simplesmente pela operação da chave de operação manual.
A unidade de comutação de modo tem preferivelmente um acio-nador de comutação e uma memória fornecidos ao motor, a memória sendoconfigurada de modo a que dados de comutação de modo possam ser regis-trados em conformidade com comunicação de uma unidade de comunicaçãoexterna, e o acionador de comutação pode ser comutado entre um de doismodos selecionados do primeiro modo e do segundo modo com base nosdados de comutação de modo armazenados na memória. Portanto, a unida-de de comutação de modo comuta automaticamente para o primeiro ou se-gundo modo com base nos dados de comutação de modo ao registrar osdados de comutação de modo para a memória fornecida ao motor, com aajuda da unidade de comunicação externa. Assim, o usuário não é solicitadoa comutar para um ou outro primeiro modo ou segundo modo.
O aparelho de detecção de nível de óleo descrito acima tem,além disso, preferivelmente uma primeira unidade de determinação e umasegunda unidade de determinação para definir se o nível do óleo tem real-mente caído, caracterizado no fato de que a primeira unidade de determina-ção define que o nível real do óleo tenha caído para o nível limite inferiorquando duas condições tenham sido satisfeitas, isto é, a condição em que omotor tenha parado, e a condição em que a duração do sinal de queda denível tem atingido um tempo de referência predefinido; e a segunda unidadede determinação define que o nível real do óleo tem caído ao nível limite in-ferior quando duas condições tenham sido satisfeitas, isto é, a condição deque o motor está operando, e a condição de que o número de vezes que osinal de queda de nível tem sido recebido tem alcançado um número de ve-zes de referência predefinido.
Assim, a primeira unidade de determinação define que o nívelreal tem caído quando o motor é parado e o sinal de queda de nível (isto é, asituação na qual o ponto móvel está em contato com os contatos fixos) con-tinua durante um período de tempo fixado. A primeira unidade de determina-ção é mais a adequada para determinar uma queda do nível real quando omotor é parado. A segunda unidade de determinação define que o nível realtem caído quando o motor está operando e o sinal de queda de nível conti-nua durante um período de tempo fixado. A segunda unidade de determina-ção é a mais adequada para determinar uma queda do nível real durante aoperação do motor. Por conseqüência, o nível de óleo de um motor pode serdetectado de modos mais acurado e confiável quando o motor está parado equando ele está operando, por somente utilizar uma configuração simples naqual são proporcionadas duas unidades de determinação ao aparelho dedetecção de nível de óleo.
A segunda unidade de determinação é composta preferencial-mente por uma unidade de reajuste a zero para zerar o número de vezesque o sinal de queda de nível tem sido recebido quando tem sido satisfeita acondição de que o sinal de queda de nível seguinte não tem sido recebidoquando tem decorrido um tempo fixado predefinido após tendo recebido osinal anterior de queda de nível. Neste caso, os sinais de queda de nível an-terior e seguinte refletem a ordem relativa dos sinais de queda de nível quesão recebidos intermitentemente. Por esta razão, quando a segunda unidadede determinação está detectando o nível enquanto o motor está operando, aunidade determina que o sinal de queda de nível não é um sinal de queda denível que acompanha a subida e descida normal da superfície de óleo (porexemplo, ruído temporário) quando o intervalo de tempo entre os sinais dequeda de nível é considerável, e o número de vezes que é recebido o sinalde queda de nível pode ser zerado. Assim, o nível de óleo durante a opera-ção do motor pode ser detectado de modo mais acurado e confiável peloreajuste a zero do sinal.
A presente invenção também proporciona um método para adetecção do nível de óleo do cárter de um motor, o método tendo uma etapapara detectar o nível do óleo utilizando um detector de nível de óleo possu-indo uma bóia, um contato móvel e contatos fixos; uma etapa na qual o de-tector de nível de óleo tipo bóia emite um sinal de queda de nível quando onível do óleo tem caído para um nível limite inferior predefinido; uma etapapara determinação de que o nível real do óleo tem caído ao nível limite infe-rior quando um primeiro critério de determinação compreendendo duas con-dições tenha sido satisfeito, isto é, a condição em que o motor está parado,e a condição em que a duração do sinal de queda de nível tem alcançadoum tempo de referência predefinido; e uma etapa para determinar que o ní-vel real do óleo tem caído para o nível limite inferior quando um segundocritério de determinação compreendendo duas condições tem sido satisfeito,isto é, a condição em que o motor está operando, e a condição em que onúmero de vezes que o sinal de queda de nível tem sido recebido tem al-cançado um número de vezes de referência predefinido.
Desta maneira, o método de detecção de nível de óleo da pre-sente invenção concentra-se no fato de que uma vez que o estado da super-fície do óleo é geralmente diferente durante a operação do motor e quando omotor está parado, em acordo com isso o comportamento da bóia é tambémdiferente. Em outras palavras, a superfície do óleo não varia quando o motorestá parado, e a superfície do óleo experimenta movimento vertical conside-rável quando o motor está operando.
Por esta razão, no método de detecção de nível de óleo de mo-tor do segundo aspecto da presente invenção, há dois critérios, isto é, umprimeiro critério de determinação e um segundo critério de determinaçãopara definir uma queda real no nível de óleo.
O primeiro critério de determinação define que o nível real deóleo tem caído quando o motor é parado e o sinal de queda de nível (isto é,a situação em que o ponto móvel está em contato com os contatos fixos)continua durante um espaço de tempo fixado. O primeiro critério de determi-nação é o mais adequado para determinar uma queda de nível real quandoo motor é parado. Inversamente, o segundo critério de determinação defineque o nível real de óleo tem caído quando o motor está operando e o sinalde queda de nível continua durante um espaço de tempo fixado. O segundocritério de determinação é o mais adequado para a determinação de um ní-vel real de óleo durante a operação do motor. Desse modo, o nível de óleode um motor pode ser detectado de modo mais acurado e confiável quandoo motor é parado e quando está operando, pelo uso de um método simplesno qual dois critérios de determinação são estabelecidos no método de de-tecção de nível de óleo.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Certas modalidades preferenciais da presente invenção serãodescritas em detalhes abaixo, apenas para exemplificação, com referênciaaos desenhos anexos, nos quais:
A figura 1 é uma vista em corte transversal do corpo principal domotor suprido com o detector de nível de óleo da presente invenção;
As figuras 2A e 2B são vistas detalhadas em corte transversal dodetector de nível de óleo mostrado na figura 1;
A figura 3 é uma vista posterior de um motor de uso geral;
A figura 4 é um diagrama em bloco elétrico do aparelho de de-tecção de nível de óleo da presente invenção;
As figuras 5 e 6 são fluxogramas de controle do controladormostrado na figura 4;
A figura 7 é um diagrama que mostra os efeitos do aparelho dedetecção de nível de óleo para um motor mostrado na figura 4, e seu gráficode sincronização quando o motor é parado;
A figura 8 é um diagrama que mostra os efeitos de um aparelhode detecção de nível de óleo para um motor mostrado na figura 4, e é umgráfico de sincronização de um motor em operação;
A figura 9 é uma vista conceituai da unidade de comunicação e omotor suprido com a unidade de comutação de modo de um exemplo modifi-cado da presente invenção;
A figura 10 é um fluxograma de controle no controlador supridocom a unidade de comutação de modo de um exemplo modificado da pre-sente invenção; e
As figuras 11A e 11B são diagramas esquemáticos de um motorsuprido com um aparelho de detecção de nível de óleo de motor convencional.
MELHOR MODO PARA EXECUTAR A INVENÇÃO
A unidade de motor mostrado na figura 1 é um exemplo de ummotor de combustão interna monocilindro refrigerado a ar tipo OHC no qualo cilindro 21 é inclinado em relação a um eixo de manivela consideravelmen-te horizontal 14.
O motor 10 é descrito abaixo em detalhe.
O cárter 11 do motor 10 é configurado para formar integralmenteuma câmara de manivela 12 e um bloco de cilindro 13. A câmara de manive-la 12 acomoda de modo rotatório e apóia o eixo de manivela 14. O eixo demanivela 14 é articulado a uma haste de conexão 16 em um pino da manive-la 15 na câmara de manivela 12, e um pistão 17 é articulado à haste de co-nexão16.
O bloco de cilindro 13 é configurado com um cilindro 21 neleformado, uma cabeça de cilindro 22 parafusada para a parte da extremidadedistai, uma câmara de combustão 23 é formada entre a parte final distai docilindro 21 e a cabeça de cilindro 22, e uma porta de admissão de ar (nãomostrada) e uma porta de exaustão 25 são formadas na cabeça de cilindro22. O pistão 17 movimenta-se de modo recíproco dentro do cilindro 21.
Uma câmara de movimento de válvula 27 é formada pela veda-ção da parte final distai da cabeça de cilindro 22 com uma tampa de cabeça26. Um mecanismo de movimento de válvula 30 é montado na câmara demovimento de válvula 27. O mecanismo de movimento de válvula 30 é com-posto principalmente de um único eixo de comando de válvula 31, um braçooscilante 32, um braço oscilante de válvula de admissão de ar 33, uma vál-vula de admissão de ar 34, um braço oscilante de válvula de exaustão 35, euma válvula de exaustão 36, e é montado na cabeça de cilindro 22.
O eixo de comando de válvulas 31 é apoiado de modo rotatóriopela cabeça de cilindro 22, é configurado para ser acionado pelo eixo demanivela 14 por intermédio de um mecanismo de transmissão de força (nãomostrado), e é munido com um eixo de comando de válvula de admissão dear 37 e um eixo de comando de válvula de exaustão 38. O eixo de comandode válvula de admissão de ar 37 e o eixo de comando de válvula de exaus-tão 38 são movimentados acompanhando a rotação do eixo de comando deválvula 31, fazendo oscilar o braço oscilatório da válvula de admissão de ar33 e o braço oscilatório da válvula de exaustão 35. Com resultado, a válvulade admissão de ar 34 e a válvula de exaustão 36 fecham e abrem de acordocom uma sincronização aberta/ fechada prescrita.
O motor 10 é suprido com um mergulhador de óleo 40 para Ie-vantar o óleo lubrificante acompanhando a rotação do eixo de manivela 14 efornecendo óleo às partes móveis, e um detector de nível de óleo tipo bóia(alerta de óleo) 50 para detectar o nível de óleo Lu.
Mais especificamente, a haste de conexão 16 possui um mergu-lhador de óleo 40 para levantar o óleo Lu no fundo (reservatório de óleo) dacâmara de manivela 12. Por rotação, o mergulhador de óleo 40 pode levan-tar o óleo Lu acumulado no fundo da câmara de manivela 12 e dispersar oóleo na câmara de manivela 12 e cilindro 21. O óleo Lu dispersado pode en-trar e Iubrificar as partes móveis de cada parte na câmara de manivela 12 ecilindro 21.
A figura 2A mostra o detector de nível de óleo 50 na situação emque o óleo Lu está suficientemente acumulado a um nível limite superiorL11. A figura 2B mostra um detector de nível de óleo 50 na situação na qualo óleo Lu tem caído a um nível limite inferior L12.
O detector de nível de óleo 50 é um sensor que é configuradopara emitir um sinal de detecção de queda de nível (isto é, sinal de queda denível) quando o contato móvel 55 disposto na bóia 54 faz contato com umpar de contatos 56 e 56 quando o nível real Lr (altura Lr da superfície de ó-leo) do óleo Lu tem caído a um nível limite inferior predefinido L12, comomostrado na figura 2A.
Mais especificamente, o detector de nível de óleo 50 é compostopor um corpo principal do estojo 51, uma tampa 52 que cobre a abertura daextremidade superior do corpo principal do estojo 51, uma câmara de bóia53 moldada para ser encerrada no corpo principal de estojo 51 e tampa 52,uma bóia 54 que é acomodada de forma elevável na câmara de bóia 53, umcontato móvel 55 disposto na superfície inferior da bóia 54, e um par de con-tatos fixos 56 e 56 dispostos na placa inferior 51a do corpo principal do esto-jo 51 de modo a fazer face ao contato móvel 55.
A placa inferior 51a tem um furo trespassante 51b, e a tampa 52tem um furo trespassante 52a. Os furos trespassantes 51b e 52a permitemao óleo Lu passar para dentro e para fora da câmara de bóia 53. Uma tampa57 cobre a placa inferior 51a com um espaço fixo (entre elas). A tampa 57tem uma abertura traseira 57a e um furo trespassante 57b através do qual oóleo Lu passa. A abertura traseira 57a é aberta lateralmente para o lado o-posto da direção de rotação do mergulhador de óleo 40 (ver figura 1). Poresta razão, os efeitos das flutuações na superfície do óleo causadas pelolevantamento do óleo Lu pelo mergulhador de óleo 40 podem ser inibidos namedida do possível.
A bóia 54 é uma bóia isolada eletricamente e substancialmenteem forma de anel que flutua na superfície do óleo e sobe e desce de acordocom a superfície do óleo. O contato móvel 55 é um disco chato, horizontal,eletrocondutivo. O par de contatos fixos 56 e 56 são partes eletrocondutivasque ficam eretas a partir da placa inferior 51a. Um comutador de nível deóleo 58 é uma combinação do contato móvel 55 e os contatos fixos 56 e 56.
Os efeitos do detector de nível de óleo 50 são descritos em se-guida.
Em uma situação na qual o óleo Lu é acumulado suficientemen-te até o nível limite superior L11, como mostrado na figura 2A, a bóia 54 flu-tua na superfície do óleo. Nesta situação, o contato móvel 55 é separado dopar de contatos fixos 56 e 56. Com resultado, o comutador de nível de óleo58 está DESLIGADO (OFF).
Na situação na qual a superfície do nível do óleo Lu tem conse-qüentemente caído ao nível limite inferior L12, como mostrado na figura 2B,a bóia 54 cai para a parte mais inferior da câmara de bóia 53. Nesta situa-ção, o contato móvel está em contato com o par de contatos fixos 56 e 56.Como resultado, o comutador de nível de óleo é comutado ON, e é emitidoum sinal de queda de nível (sinal comutador-ligado - comutador-ON).
O motor 10 é equipado com um comutador principal 62, um a-larme 63, e um comutador de câmbio 64 no painel de operação 61 que édisposto na superfície traseira, como mostrado na figura 3.
O comutador principal 62 é uma chave operada manualmentepara partida e parada do motor 10 girando o botão. O alarme 63 é compostode uma lâmpada de visor ou outro indicador, e uma campainha ou outro a-larme sonoro de advertência. O comutador de câmbio 64 é uma chave desli-zante operável manualmente, um interruptor de botão de pressão, ou outrointerruptor operável manualmente. O motor 10 é equipado com um controla-dor 65 no painel de operação 61 ou em qualquer posição, como mostrado nafigura 3.
Um aparelho de detecção de nível de óleo 60 para um motor noqual é utilizado o detector de nível de óleo 50 é descrito abaixo com referên-cia à figura 4.
O aparelho de detecção de nível de óleo 60 para um motor temum detector de nível de óleo tipo bóia 50, um comutador principal 62, umalarme 63, um comutador de câmbio 64, um controlador 65, um gerador depulso de disparo 66, um aparelho de ignição 67 para o motor 10, e um sen-sor de rotação 68, como mostrado na figura 4.
O controle 65 recebe sinais do detector de nível de óleo 50, co-mutador principal 62, comutador de câmbio 64, gerador de pulso de disparo66, e sensor de rotação 68, e emite sinais de controle para o alarme 63 e oaparelho de ignição 67.
O gerador de pulso de disparo 66 emite sinais de pulso de dispa-ro baseado nos sinais de detecção do detector de nível de óleo tipo bóia 50.O gerador de pulso de disparo 66 é composto, por exemplo, de um únicomultivibrador estável ou outro dispositivo que emite um sinal de pulso únicocada vez que um sinal ON é recebido do comutador de nível de óleo 58; istoé, cada vez que o comutador de nível de óleo 58 é revertido de OFF para ON.
O aparelho de ignição 67 envia eletricidade de alta voltagem pa-ra a vela de ignição (não mostrada) do motor 10. O sensor de rotação 68detecta a velocidade rotacional do motor 10.
O fluxo de controle é descrito a seguir com referência às figuras5 e 6 para um caso no qual um microcomputador é utilizado como o contro-lador 65 mostrado na figura 4. O fluxo de controle inicia o controle quando,por exemplo, o comutador principal 62 é comutado ON, e a rotina de controleé finalizada quando o comutador principal 62 é comutado OFF. O controla-dor 65 abriga o primeiro temporizador 71 mostrado na figura 5, e o contador72 e segundo temporizador 73 mostrado na figura 6. Em seguida, uma des-crição baseada nas figuras 5 e 6 com referência às figuras 2 e 4.
Etapa (doravante abreviada ST) 01: As configurações são inicia-lizadas. Mais especificamente, a contagem de tempo Tc1 do primeiro tempo-rizador 71 é ajustada para 0, a contagem de número de pulso (Cu) do conta-dor 72 é ajustada para 0, e a contagem de tempo Tc2 do segundo tempori-zador 73 é ajustada para 0.
Etapa 02: são lidos os sinais do detector de nível de óleo tipobóia 50, comutador principal 62, comutador de câmbio 64, gerador de pulsode disparo 66, e sensor de rotação 68.
Etapa 03: É determinado se o motor 10 está parado. Se SIM, oprocesso vai para a Etapa 04. Se NÃO, o motor 10 é determinado para seroperado, e o processo vai para a Etapa 21 da figura 6. A Etapa 21 é descritaa seguir. Na Etapa 03, o motor é determinado para ser parado quando, porexemplo, a velocidade rotacional do motor 10 detectada pelo sensor de rota-ção 68 cai abaixo de uma velocidade rotacional predefinida (baixa velocida-de rotacional em uma situação de quase parada).
Etapa 04: É determinado se o comutador de nível de óleo 58está ON. Se SIM, o processo vai para a Etapa 05. Se NÃO, o processo vaipara a Etapa 10. A Etapa 10 é descrita a seguir.
Etapa 05: É determinado se a contagem de tempo Tc1 do pri-meiro temporizador 71 é igual a 0. Se SIM, o primeiro temporizador 71 é de-terminado para ser parado, e o processo vai para a Etapa 06. Se NÃO, acontagem é determinada para permanecer em andamento, e o processo vaipara a Etapa 07.
Etapa 06: O primeiro temporizador 71 é inicializado.
Etapa 07: É determinado se a contagem de tempo Tc1 (isto é, otempo decorrido Tc1) tem excedido a um tempo de referência predefinidoTs1. Se SIM, o processo vai para a Etapa 08. Se NÃO, retorna à Etapa 02.Uma determinação de SIM é feita quando a duração Tc1 da situação ON docomutador de nível de óleo 58 tem satisfeita a condição em que o primeirotempo de referência Ts1 tem decorrido.
Etapa 08: O primeiro temporizador 71 é inicializado.
Etapa 09: O alarme 63 é ativado, e o controle pelo controlador éentão finalizado. O alarme 63 proporciona notificação que o nível real do ó-Ieo Lu tem caído para o nível limite inferior L12, como mostrado na figura 2B.
Etapa 10: O primeiro temporizador 71 é parado ou mantido emsituação de parado.
Etapa 11: A contagem de tempo Tc1 é reajustada para Oeoprocesso retorna à Etapa 02.O fluxograma mostrado na figura 6 é descrito em seguida.
Etapa 21: Uma vez que o motor 10 está operando, é determina-do se nesse ponto tem ocorrido um sinal de pulso de disparo do gerador depulso de disparo 66. Se SIM, o processo vai para a Etapa 22. Se NÃO, oprocesso vai para a Etapa 28. A etapa 28 é descrita em seguida.
Etapa 22: Uma vez que houve um sinal de pulso de disparo,uma contagem de pulso Cu é somada (o número de sinais de pulso de dis-paro é contado).
Etapa 23: É determinado se a contagem de pulso Cu tem atingi-do a uma contagem de pulso de referência predefinida Cs. Se SIM, o pro-cesso vai para a Etapa 24. Se NÃO, o processo vai para a Etapa 33. A Eta-pa 33 é descrita a seguir.
Etapa 24: É determinado se o comutador de câmbio 64 está ON.Se SIM, é determinado que o primeiro modo tem sido selecionado e o pro-cesso vai para a Etapa 25. Se NÃO, é determinado que o segundo modotem sido selecionado, e o processo vai para a Etapa 27.
Etapa 25: O alarme 63 é acionado. O alarme 63 proporciona no-tificação que o nível real Lr do óleo Lu tem caído ao nível limite inferior L12,como mostrado na figura 2B.
Etapa 26: O aparelho de ignição 67 é parado, e o controle pelocontrolador 65 é então finalizado. Como resultado, o motor 10 parará porquenão é aplicada eletricidade de alta voltagem do aparelho de ignição 67 paraa vela de ignição (não mostrada).
Etapa 27: O alarme 63 é acionado, e o controle pelo controlador65 é finalizado. O alarme 63 proporciona notificação que o nível real Lr doóleo Lu tem caído para o nível limite inferior L12, como mostrado na figura 2B.
Etapa 28: Uma vez que um sinal de pulso de disparo não temsido recebido, é determinado se a contagem de tempo Tc2 do segundo tem-porizador 73 é 0. Se SIM, é determinado que o segundo temporizador 73tem sido parado, e o processo vai para a Etapa 29. Se NÃO, é determinadoque a contagem está em andamento, e o processo vai para a Etapa 30.Etapa 29: o segundo temporizador 73 é inicializado.
Etapa 30: É determinado se a contagem de tempo Tc2 (isto é,tempo decorrido Tc2) tem excedido um segundo tempo de referência prede-finido Ts2. Se SIM, o processo vai para a Etapa 31. Se NÃO, o processoretorna à Etapa 02 da figura 5. Uma determinação de SIM é feita quando otempo Tc2 (isto é, o intervalo de tempo Tc2 no qual um sinal de pulso dedisparo é recebido) tem satisfeito a condição de que o segundo tempo dereferência Ts2 tem decorrido. Tc2 é o tempo que começa quando o geradorde pulso de disparo 66 emite o sinal de pulso de disparo anterior e terminaquando o sinal de pulso de disparo subseqüente é emitido. Neste caso, ossinais de pulso de disparo anterior e seguinte refletem a ordem relativa dossinais de pulso de disparo emitidos de modo intermitente pelo gerador depulso de disparo 66.
Etapa 31: O segundo temporizador 73 é parado.
Etapa 32: A contagem de pulso Cu é reajustada para 0, e o pro-cesso retorna à Etapa 02.
Etapa 33: O segundo temporizador 73 é parado ou mantido emsituação de parado.
Etapa 34: A contagem de tempo Tc2 é reajustada para 0, e oprocesso retorna à Etapa 02.
Em seguida, um sumário da descrição acima.
O primeiro temporizador 71 mostrado na figura 5 é uma combi-nação da Etapa 05 a Etapa 08, Etapa 10, e Etapa 11.0 contador 72 mostra-do na figura 6 é uma combinação da Etapa 22 e Etapa 23. O segundo tem-porizador 73 mostrado na figura 6 é uma combinação da Etapa 28 para aEtapa 31, Etapa 33, e Etapa 34. A Etapa 03 mostrada na figura 5 constituiuma unidade de determinação de operação de motor 74 que determina se omotor 10 está operando ou parado. O método para detectar o nível de óleoutilizando o aparelho de detecção de nível de óleo 60 para um motor é ca-racterizado pelo fato de que são estabelecidos os critérios primeiro e segun-do para determinar o nível real de queda do óleo Lu.
O primeiro critério de determinação é um critério para determinarque o nível real Lr do óleo Lu tem caído para o nível limite inferior L12 quan-do duas condições tenham sido satisfeitas, isto é, a condição em que o mo-tor 10 é parado (Etapa 03), e a condição em que a duração Tc 1 do nível dequeda de sinal tem alcançado um tempo de referência predefinido Ts1 (Eta-pa 04 e Etapa 07).
O segundo critério de determinação é um critério para determi-nar que o nível real Lr do óleo Lu tem caído para o nível limite inferior L12quando duas condições tenham sido satisfeitas, isto é, a condição em que omotor 10 está operando (Etapa 03) e a condição em que o número de vezesCu que o sinal de queda de nível tem sido recebido tem alcançado um nú-mero de vezes de referência predefinido Cs (Etapa 21 a Etapa 23).
O aparelho de detecção de nível de óleo 60 para um motor éprovido de uma primeira unidade de determinação 75 para determinar o ní-vel real de queda do óleo Lu com base no primeiro critério de determinação(ver figura 5), e uma segunda unidade de determinação 76 para determinar onível real de queda do óleo Lu com base no segundo critério de determina-ção (ver figura 6).
A primeira unidade de determinação 75 é uma combinação daEtapa 03, Etapa 04, e o primeiro temporizador 71 (particularmente Etapa 07)mostrado na figura 5. Em outras palavras, a primeira unidade de determina-ção 75 é configurada para determinar que o nível real Lr do óleo Lu tem caí-do para o nível limite inferior L12 quando duas condições têm sido satisfei-tas, isto é, a condição em que o motor 10 é parado, e a condição em que aduração Tc1 do sinal de queda de nível tem atingido um tempo de referênciapredefinido Ts1.
A segunda unidade de determinação 76 é uma combinação daEtapa 03, Etapa 21, o contador 72, e o segundo temporizador 73 mostradonas figuras 5 e 6. Em outras palavras, a segunda unidade de determinação76 é configurada para determinar que o nível real Lr do óleo Lu tem caídopara o nível limite inferior L12 quando duas condições têm sido satisfeitas,isto é, a condição em que o motor 10 está operando, e a condição em que onúmero de vezes Cu que o sinal de queda de nível tem sido recebido temalcançado um número de vezes de referência predefinido Cs.
A segunda unidade de determinação 76 é uma combinação dosegundo temporizador 73 e Etapa 32 mostrada na figura 6, e é provida comuma unidade de reajuste a zero 77. A unidade de reajuste a zero 77 é confi-gurada para reajustar a zero o número de vezes Cu que o sinal de queda denível tem sido recebido quando tem sido satisfeita a condição na qual o sinalde queda de nível seguinte não tem sido recebido no intervalo de tempo quecomeça quando o sinal de queda de nível anterior é recebido e finalizaquando tem decorrido um período de tempo predefinido Ts2 (segundo tempode referência Ts2). Os termos "anterior" e "próximo" sinais de queda de nívelrefletem a ordem relativa dos sinais de queda de nível que são recebidosintermitentemente.
Mais especificamente, a unidade de reajuste a zero 77, reajustao número de vezes Cu que o sinal de queda de nível tem sido recebidoquando o intervalo de tempo Tc2 durante o qual o sinal de queda de nível érecebido tem alcançado um intervalo de tempo de referência predefinido Ts2(segundo tempo de referência Ts2).
A estrutura combinada do comutador de câmbio 64 mostrado nafigura 4 e da Etapa 24 mostrada na figura 6 forma uma unidade de comuta-ção de modo 78 que comuta subseqüentemente entre o primeiro modo esegundo modo descritos.
O primeiro modo é um modo de controle para acionar o alarme63 (Etapa 25) e parar o motor 10 (Etapa 26) de acordo com a determinaçãoda segunda unidade de determinação 76, quando a unidade tem detectadauma queda real no nível de óleo lubrificante (Etapa 03 e Etapa 23).
O segundo modo é um modo de controle para acionar o alarme63 e continuar a situação de acionamento (situação de operação) do motor10, isto é, um modo que apenas aciona o alarme 63 (Etapa 27) de acordocom a determinação da segunda unidade de determinação 76, quando aunidade tem detectado uma queda real no nível do óleo Lu (Etapa 03 e Eta-pa 23).
Os efeitos do aparelho de detecção de nível de óleo 60 para ummotor são descritos em seguida de acordo com o fluxo de controle das figu-ras 5 e 6 descrito acima. Os efeitos são descritos baseados nas figuras 7 e 8com referência às figuras 2A, 2B, e 4.
A figura 7 é um diagrama de distribuição de tempo no qual o eixohorizontal indica o tempo decorrido. O desenho mostra a operação do apare-lho de detecção de nível de óleo 60 de um motor parado.
No caso em que o motor é parado, a determinação do nível deóleo é o nível de tolerância (o nível no qual o nível limite inferior L12 tem sidoultrapassado) de uma condição na qual o comutador de nível de óleo 56 éOFF. Em conseqüência, o alarme 63 é desligado (parado).
Quando o comutador de nível de óleo 58 é posteriormente ligadoON1 o primeiro temporizador 71 é ligado, e a contagem do temporizador co-meça. Quando a duração Tc1 (contagem de tempo Tc1) da situação ON docomutador de nível de óleo 58 não tem alcançado um tempo de referênciapredefinido Ts1, a determinação do nível de óleo permanece no nível de to-lerância.
Quando a duração Tc1 da situação ON do comutador de nívelde óleo 58 tem alcançado o tempo de referência Ts1, a determinação donível de óleo reverte para o nível limite inferior L12. O alarme 63 é em con-seqüência ligado ON (ativado) e é proporcionada notificação de que o nívelreal Lr do óleo Lu mostrado na figura 2B tem caído para o nível limite inferiorL12. A situação OFF do motor 10 é mantida.
A figura 8 é um diagrama de distribuição de tempo no qual o eixohorizontal indica o tempo decorrido. O desenho mostra a operação do apare-lho de detecção de nível de óleo 60 de um motor em operação.
O comutador de câmbio 64 está na posição ON e o motor 10está operando. Nesta situação, uma vez que a superfície do óleo Lu é agita-da pela vibração do motor, o comutador de nível de óleo 58 alterna ON eOFF. O gerador de pulso de disparo 66 emite um sinal de pulso de disparoque tem uma largura de pulso muito estreita, e o sinal é emitido apenasquando o comutador de nível de óleo está em ON.
Depois que o comutador de nível de óleo 58 foi ligado ON umaúnica vez, a determinação do nível de óleo é deixado no nível de tolerânciaquando o comutador de nível de óleo 58 não é ligado novamente quandotem decorrido o segundo tempo de referência Ts2 registrado pelo segundotemporizador. Mais especificamente, no caso em que o sinal de queda denível seguinte não é recebido quando o segundo tempo de referência Ts2tem decorrido depois que o sinal de queda de nível anterior é recebido, adeterminação do nível de óleo é deixada inalterada no nível de tolerância.Por esta razão, o alarme 63 é desligado (parado) e o motor 10 é mantido emuma situação de operação.
Por outro lado, o número Cu de operações ON é contado noscasos em que o comutador de nível de óleo 58 liga e desliga repetidamenteem um período de tempo Tc2 que é mais curto que o segundo tempo de re-ferência Ts2. Quando o número de vezes Cu alcança um número de vezesde referência predefinido Cs, a determinação do nível de óleo é revertidapara o nível limite inferior L12. Por esta razão, o alarme 63 é ligado (ativado),e é fornecida notificação que o nível real Lr do óleo Lu tem caído para o nívellimite inferior L12, como mostrado na figura 2B. Adicionalmente, o motor 10é parado.
Em seguida, um sumário do método de detecção de nível deóleo e os efeitos do aparelho de detecção de nível de óleo 60 para um motor.
Uma vez que a situação da superfície do óleo Lu difere quando omotor está parado ou operando, o comportamento da bóia 54 também diferede maneira correspondente, como mostrado nas figuras 1, 2A e 2B.
Em outras palavras, a superfície do óleo não varia quando o mo-tor 10 está parado, e a superfície do óleo experimente considerável movi-mento vertical quando o motor 10 está operando.
Em contraste, o aparelho de detecção de nível de óleo 60 paraum motor de acordo com a presente invenção é provido com duas unidadesde determinação para determinar uma queda real no nível do óleo Lu, isto é,a primeira unidade de determinação 75 e segunda unidade de determinação76 (ver figuras 5 e 6).A primeira unidade de determinação 75 determina uma queda denível real quando o motor é parado e o sinal de queda de nível (situação naqual o contato móvel 55 está em contato com os contatos fixos 56 e 56) temcontinuado em um período fixo de tempo Ts1. A primeira unidade de deter-minação 75 é a mais adequada para determinar uma queda de nível realquando o motor 10 está parado.
Por outro lado, a segunda unidade de determinação 76 determi-na que o nível real tem caído quando o motor 10 está operando e o sinal dequeda de nível tem sido recebido um número de vezes fixado Cs (Cu > Cs).A segunda unidade de determinação é a mais adequada para determinaruma queda de nível real quando o motor 10 está operando.
Em outras palavras, o método de detecção de nível de óleo deum motor é caracterizado pelo fato de que são estabelecidos dois critériospara determinar uma queda real no nível do óleo Lu, isto é, um primeiro cri-tério de determinação e um segundo critério de determinação. O primeirocritério de determinação é utilizado para determinar que o nível real tem caí-do quando o motor tem parado e o sinal de queda de nível continua duranteum espaço de tempo fixado Ts1. O segundo critério de determinação é utili-zado para determinar que o nível real tem caído quando o motor 10 está o-perando e o sinal de queda de nível tem sido recebido um número de vezesfixado Cs (Cu > Cs).
Além disto, a segunda unidade de determinação 76 é equipadacom uma unidade de reajuste a zero 77, como mostrado na figura 6. Emconseqüência, quando o intervalo de tempo Tc2 no qual o sinal de queda denível é recebido é considerável, a segunda unidade de determinação 76 de-termina que o sinal de queda de nível não é (por exemplo, ruído temporário)um sinal de detecção que acompanha o movimento vertical normal da super-fície de óleo quando o nível é detectado durante a operação do motor 10, e onúmero de vezes Cu que o sinal de queda de nível tem sido recebido podeser reajustado a zero.
Uma unidade de comutação de modo 78 é ainda fornecida aoaparelho de detecção de nível de óleo 60 para um motor. Em conseqüência,a unidade de comutação de modo 78 pode ser utilizada para comutar entreum primeiro modo para acionamento do alarme 63 e parar o motor 10 deacordo com o sinal de queda de nível, e um segundo modo para acionar oalarme 63 e continuar a operar o motor 10 de acordo com o sinal de quedade nível. Em outras palavras, um único tipo de aparelho de detecção de nívelde óleo 60 para um motor pode ser utilizado para comutar o modo, com aajuda da unidade de comutação de modo 78, entre parar ou não parar auto-maticamente o motor 10 quando o nível de óleo Lu no cárter 11 tem caídopara um nível fixado ou mais baixo.
Uma parte da unidade de comutação de modo 78 é, além disso,configurada com um comutador de câmbio 64 que é composto de um comu-tador manual de operação, e o comutador de câmbio 64 é montado no painelde operação 61 do motor 10. Em outras palavras, a unidade de comutaçãode modo 78 é composta por um comutador de câmbio de operação manual 64.
Um exemplo modificado da unidade de comutação de modo éem seguida descrito, com base nas figuras 9 e 10. O motor 10 e o aparelhode detecção de nível de óleo 60 possuem a mesma configuração como a-quelas mostradas nas figuras 1 a 8 descritas acima, e os mesmos numeraisde referência são atribuídos para este fim. É omitida uma descrição disto.
No fluxo de controle mostrado na figura 10, as Etapas 24A e 24Bdo exemplo modificado são utilizadas em lugar da Etapa 24 da figura 6 aci-ma descrita.
O exemplo modificado da unidade de comutação de modo 80 écomposto de uma memória 81 e um ativador de comutação 82 (ver figura10) projetado para o motor 10, como mostrado na figura 9. A memória 81 éuma unidade de armazenamento na qual podem ser registrados dados decomutação de modo SW de acordo com a comunicação de uma unidadeexterna de comunicação, isto é, uma primeira unidade de comunicação 83 euma segunda unidade de comunicação 84. A memória pode, por exemplo,ser composta de uma RAM (memória de acesso aleatório). Mais especifica-mente, o controlador 65 acomoda a memória 81. O ativador de comutação82 comuta para um de dois modos, isto é, um primeiro modo e um segundomodo, baseado nos dados de comutação de modo SW armazenados namemória 81.
A primeira unidade de comunicação 83 é um dispositivo de ins-peção/operação que é utilizado na inspeção completa ou etapa de remessade fábrica depois que o motor 10 ou a máquina de trabalho fornecida com omotor 10 têm sido fabricados. A unidade é composta de um computador re-ferido como um computador de mesa, por exemplo.
A segunda unidade de comunicação 84 é um dispositivo de ges-tão de vendas que pode ser utilizado em uma escala comercial com o mer-cado para a máquina de trabalho fornecida com o motor 10. A unidade écomposta de um computador referido como um computador portátil, por e-xemplo.
O procedimento seguinte pode ser utilizado para registrar dadosde comutação de modo SW na memória 81 utilizando as unidades de comu-nicação 83 e 84.
Primeiro, um cabo 83a da primeira unidade de comunicação 83ou um cabo 84a da segunda unidade de comunicação 84 é inserido e conec-tado ao terminal 85 do motor 10.
Em seguida, a unidade de comunicação (primeira unidade decomunicação 83 ou segunda unidade de comunicação 84) conectada aoterminal 85 é operada e são transmitidos dados de comutação de modo SWà memória 81 por intermédio do controlador 65 utilizando um modo de co-municação prescrito. Como resultado, dados de comutação de modo SWpodem ser registrados e armazenados na memória 81.
Como aqui utilizado, o termo "dados de comutação de modoSW" é, por exemplo, um indicador que é utilizado no fluxo de controle dafigura 10. Em benefício da conveniência, os dados de comutação de modoSW são referidos abaixo como "indicador SW". Se o indicador SW está ON,o primeiro modo foi selecionado, e se o indicador SW está OFF, o segundomodo foi selecionado.
O ativador de comutação 82 é uma combinação das Etapas 24Ae 24Β, como mostrado na figura 10. O fluxo de controle do controlador 65 édescrito baseado na figura 10.
Etapa 23: É determinado se a contagem de pulso Cu atingiu auma contagem de pulso de referência predefinida Cs. Se SIM, o processovai para a Etapa 24A. Se NÃO, o processo vai para a Etapa 33 (ver figura 6).
Etapa 24A: O conteúdo do indicador SW (dados de comutaçãode modo SW) é lido da memória 81.
Etapa 24B: É determinado se o indicador SW está ON. Se SIM,é determinado que o primeiro modo seja selecionado, e o processo vai paraa Etapa 25. Se NÃO, é determinado que o segundo modo seja selecionado,e o processo vai para a etapa 27.
Etapa 25: O alarme 63 é ativado.
Etapa 26: O aparelho de ignição 67 é parado, e o controle pelocontrolador 65 é finalizado.
Etapa 27: O alarme 63 é ativado, e o controle pelo controlador65 é finalizado.
De acordo com o exemplo modificado como descrito acima, oativador de comutação 82 pode comutar automaticamente para o primeiromodo ou segundo modo com a ajuda das unidades externas de comunica-ção 83 e 84 com base nos dados de comutação de modo SW registrando osdados de comutação de modo SW na memória 81 fornecida para o motor10. Por esta razão, o usuário não é solicitado a comutar entre o primeiromodo e segundo modo.
Na presente invenção, a Etapa 21 mostrada na figura 6 pode serconfigurada para determinar se o comutador de nível de óleo 58 foi revertidode OFF para ON. Em conseqüência, o gerador de pulso de disparo 66 não énecessariamente requerido.
Pode ser determinado na Etapa 21 que o sinal de comutaçãotenha sido revertido de OFF para ON pela execução de uma rotina de inter-rupção no controlador 65 cada vez que o sinal de comutação emitido do co-mutador de nível de óleo é revertido de um sinal OFF para um sinal ON.
A unidade de comutação de modo 78 não é limitada a uma con-figuração na qual o comutador de câmbio 64 seja comutado manualmente,e, por exemplo, também pode ser utilizada uma configuração na qual a co-mutação é obtida automaticamente de acordo com a natureza do trabalho domotor 10.
A unidade de comutação de modo 78 pode ou não estar presen-te. No caso em que a unidade de comutação de modo não é necessária,pode ser utilizada uma configuração na qual um SIM na determinação naEtapa 23 ativa (1) as Etapas 25 e 26, de forma que o alarme 63 é ativado e omotor 10 é parado, ou (2) Etapa 27 de forma que o alarme 63 é ativado e aomotor 10 é permitido continuar inalterada a operação.
As Etapas 25 e 26 podem ser configuradas pelo menos uma deduas opções. No caso em que a Etapa 25 não é necessária, o motor 10 ésimplesmente parado na Etapa 26. No caso em que a Etapa 26 não é ne-cessária, o alarme 63 é simplesmente ativado na Etapa 25.
A determinação quanto a se o motor 10 é parado pode ser feitadependendo das características do implemento no qual o motor 10 estámontado, assim como as características das máquinas de trabalho.
Em seguida as possíveis configurações para proporcionar notifi-cação do alarme 63 de que o nível real Lr do óleo Lu tem caído para o nívellimite LI 2.
(i) Um alarme 63 composto de uma lâmpada de visualizaçãoé aceso.
(ii) Um alarme 63 composto de uma lâmpada de visualizaçãoé normalmente mantida constantemente aceso para notifi-car que o motor 10 está em uma situação normal, e a lâm-pada é feita para piscar ou acender um aviso de cor dife-rente quando o nível real Lr tiver caído ao nível limite infe-rior L12.
(iii) Um alarme 63 composto de uma campainha, gerador devoz, ou outro dispositivo de alarme sonoro, emite um somde advertência ou uma mensagem de advertência.
APLICAÇÃO INDUSTRIALNa presente invenção, um único tipo de aparelho de detecção denível de óleo 60 para um motor é utilizado para selecionar um de dois modoscom a ajuda de unidades de comutação de modo 78 e 80 e para parar ounão parar automaticamente o motor 10 quando o nível do óleo Lu no cárter11 tem caído para um nível fixado ou mais baixo. Em conseqüência, a pre-sente invenção pode ser utilizada em um motor 10 montado em qualquertipo de implemento (por exemplo, máquinas capazes de desempenhar váriastarefas, ou semelhantes).
O aparelho de detecção de nível de óleo 60 de acordo com apresente invenção pode detectar o nível do óleo Lu acumulado no cárter 11de maneira acurada e confiável quando o motor 10 está operando ou para-do. Em conseqüência, a presente invenção pode ser adotada em todos ostipos de motores 10, e pode ser utilizada para detectar o nível de óleo Lu deum motor de automóvel e motores de emprego geral que são montados emmáquinas de agricultura e de trabalho em particular, e em outros tipos demáquinas.
Claims (6)
1. Aparelho de detecção de nível de óleo (60) utilizado em ummotor (10), no qual um imersor de óleo (40) levanta óleo no cárter (11) e rea-liza a lubrificação, além da rotação de um eixo de manivela (14), sendo queo dito aparelho compreende:um detector de nível de óleo (50) para emitir um sinal que indicaque o nível de óleo caiu no momento em que um contato móvel (55) dispostoem uma bóia (54), que se movimenta verticalmente, de acordo com o níveldo dito óleo, faz contato com contatos fixos (56, 56), uma vez que o nível dodito óleo caiu para um nível de limite inferior predefinido (L12); eunidades de comutação de modo (78, 80) para selecionar um dedois modos selecionado a partir de um primeiro modo para acionamento deum alarme (63), de acordo com o dito sinal de queda de nível e fazendo comque o dito motor (10) pare, e um segundo modo para acionamento do ditoalarme (63), de acordo com o dito sinal de queda de nível, e que permite queo motor (10) continue operando.
2. Aparelho de detecção de nível de óleo (60), de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a dita unidade de comutaçãode modo (78) compreende um interruptor de operação manual (65) que podeser montado em um painel operacional (61) do dito motor.
3. Aparelho de detecção de nível de óleo (60), de acordo com areivindicação 1, caracterizado pelo fato de que:a dita unidade de comutação de modo compreende um aciona-dor de comutação (82) e uma memória (81) proporcionada ao dito motor(10);a dita memória (81) é configurada de modo que dados de comu-tação de modo (Sw) possam ser registrados de acordo com comunicação apartir de uma unidade externa de comunicação; eo dito acionador de comutação (82) pode ser comutado entre umde dois modos selecionados do dito primeiro modo e do dito segundo modocom base nos ditos dados de comutação de modo (Sw) armazenados nadita memória (81).
4. Aparelho de detecção de nível de óleo (60), de acordo com areivindicação 1, que compreende, adicionalmente, a uma primeira unidadede determinação (75) e uma segunda unidade de determinação (76) paradeterminar que o nível do dito óleo tenha realmente caído, sendo que o ditoaparelho (60) é caracterizado pelo fato de que:a dita primeira unidade de determinação (75) determina que onível real (Lr) do dito óleo (Lu) caiu para o dito nível de limite inferior quandoduas condições foram satisfeitas, isto é, a condição de que o dito motor (10)está parado, e a condição de que a duração do dito sinal de queda de nívelatingiu um tempo de referência predefinido (T51); ea dita segunda unidade de determinação (76) determina que onível real (Lr) do dito óleo (Lu) caiu para o dito nível de limite inferior (L12)quando satisfeitas as condições, em que o dito motor (10) está operando,como também, em que o número de vezes (Cu) do recebimento do sinal dequeda de nível tenha atingido um número de vezes de referência predefinido(Cs).
5. Aparelho de detecção de nível de óleo (60), de acordo com areivindicação 4, onde proporciona-se a dita segunda unidade de determina-ção (76) com uma unidade de reajuste (77) para reajustar o número de ve-zes (Cu) do recebimento do dito sinal de queda de nível, quando satisfaz-sea condição em que o próximo sinal de queda de nível não tenha sido recebi-do quando um período fixo predefinido (T51) tenha decorrido após ter rece-bido o dito sinal de queda de nível anterior.
6. Método para detectar o nível de óleo no cárter de um motor,sendo o método caracterizado por compreender:uma etapa para detectar o nível do dito óleo através do uso deum detector de nível de óleo (51) dotado de uma bóia (54), um contato mó-vel (55) e contatos fixos (56, 56);uma etapa, na qual o dito detector de nível de óleo (50) do tipocom bóia emite um sinal de queda de nível quando o nível do dito óleo (Lu)tenha caído para um nível de limite inferior (L12) predefinido;uma etapa para determinar que o nível real (Lr) do dito óleo (Lu)caiu para o dito nível de limite inferior (L12) quando um primeiro critério dedeterminação, que compreende duas condições, tenha sido satisfeito, isto é,a condição em que o dito motor (10) está parado, e a condição em que aduração (Tc1) do dito sinal de queda de nível alcançou um período de refe-rência predefinido (Ts1); euma etapa para determinar que o nível real (Lr) do dito óleo (Lu)caiu para dito nível de limite inferior (L12) quando um segundo critério dedeterminação, que compreende duas condições, tenha sido satisfeito, isto é,a condição em que o dito motor (10) está operando e a condição em que onúmero de vezes (Cu) do recebimento do dito sinal de queda de nível tenhaalcançado um número de vezes de referência predefinido (Cs).
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