BRPI0621974A2 - Adoçante de alta intensidade encapsulado de resina. - Google Patents

Adoçante de alta intensidade encapsulado de resina. Download PDF

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Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "ADOÇANTE DE ALTA INTENSIDADE ENCAPSULADO DE RESINA".
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção refere-se a composições de confeitaria 5 compreendendo um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação con- tendo adoçantes de alta intensidade e resinas naturais. A invenção além dis- so refere-se ao sistema de distribuição de encapsulação tal como também aos métodos de preparar o sistema de distribuição de encapsulação e a composição para confeitaria.
ANTECEDENTES TÉCNICOS DA INVENÇÃO
Adoçantes de alta intensidade têm muitas funções importantes nos produtos de confeitaria. Uma dessas funções é que adoçantes de alta intensidade podem intensificar a percepção de outros ingredientes no produ- to de confeitaria. Em particular, se os adoçantes de intensidade estão pre- 15 sentes junto com agentes flavorizantes, a percepção dos agentes flavorizan- tes pode ser intensificada pela presença dos adoçantes de alta intensidade.
Em relação aos vários produtos de confeitaria mastigáveis, en- tretanto, a liberação de adoçantes de alta intensidade e outros ingredientes tais como agentes flavorizantes não seguem estritamente o mesmo perfil de 20 liberação mediante a mastigação. Usualmente, os adoçantes de alta intensi- dade tendem a liberar-se bem rapidamente do produto para confeitaria me- diante mastigação, enquanto certos outros ingredientes tais como os agen- tes flavorizantes tendem a permanecer no produto de confeitaria por um pe- ríodo mais longo. Consequentemente, se os adoçantes de alta intensidade 25 são liberados do produto de confeitaria bem rapidamente, a percepção dos outros ingredientes na base da confeitaria pode ser significativamente redu- zida.
Seguindo essa observação, diversas tentativas têm sido sugeri- das na técnica anterior a fim de retardar a liberação de adoçantes alta inten- sidade em produtos de confeitaria mastigáveis. A liberação retardada de a- doçantes de alta intensidade tem tradicionalmente sido realizada através de um método de encapsular os adoçantes de alta intensidade em um material 9
ο
de encapsular, e subsequentemente incorporando o material de encapsular e o produto de confeitaria mastigável como encapsulações discretas para distribuição dos adoçantes de alta intensidade mediante mastigação.
Além da função de retardar a liberação de adoçantes de alta in- 5 tensidade, outra vantagem de encapsular adoçantes de alta intensidade é que ele pode tamponar os adoçantes de alta intensidade de outros ingredi- entes, e vice versa, o que pode ser de grande ajuda em situações em que os adoçantes de alta intensidade e os ingredientes podem interagir ou reagir juntos de uma maneira que degrada o produto se o adoçante de alta intensi- 10 dade não é encapsulado.
Um número limitado de diferentes materiais de encapsular, tais como acetato de polivinila (PVAc) ou zein, foi sugerido na técnica anterior. A despeito dos efeitos relatados na técnica anterior, diversos problemas sur- gem em relação à aplicabilidade esses materiais de encapsulação em produ- tos de confeitaria mastigáveis tais como gomas de mascar.
Uma vez que o material de encapsulação tem propriedades es- pecíficas, a escolha de material de encapsulação pode influenciar a textura ou sensação bucal do produto final de confeitaria. Para obter uma textura ou sensação bucal desejada produto final de confeitaria, uma possibilidade é 20 modificar os componentes do sistema de base da confeitaria ou modificar o conteúdo de outros ingredientes de confeitaria. Uma vez que o material de encapsulação forma parte do produto de confeitaria final, a textura final ou sensação bucal do produto de confeitaria depende da escolha do material de encapsulação. Dessa maneira, é desejado ter materiais de encapsulação 25 adequados para a textura ou sensação bucal desejadas do produto de con- feitaria final. Além disso, é desejado ter materiais de encapsulação que exi- jam uma modificação reduzida do sistema de base da confeitaria ou outros ingredientes de confeitaria a fim de obter a textura ou sensação bucal dese- jadas do produto final.
Similarmente, a incorporação de ingredientes de sensação dife-
rentes, tais como ingredientes de sabor no produto final de confeitaria, pode altamente interagir com o sistema de base da confeitaria ou os outros ingre- dientes de confeitaria. Por exemplo, a adição de certos ingredientes de sa- bor tais como essências pode requerer a modificação do sistema de base da confeitaria ou os ingredientes de confeitaria a fim de alcançar o produto final desejado. Por sua vez, desde que o material de encapsulação faz parte do 5 produto final de confeitaria, as propriedades finais do produto de confeitaria dependem da escolha do material de encapsulação. Dessa maneira, deseja- se ter materiais de encapsulação adequados para as propriedades deseja- das do produto final de confeitaria. Além disso, Deseja-se ter materiais de encapsulação que exijam modificação reduzida do sistema de base da con- 10 feitaria ou de outros ingredientes de confeitaria a fim de obter a sensação desejada do produto final.
Além do mais, os materiais de encapsulação da técnica anterior limitam a oportunidade de projetar produtos de confeitaria que tenham perfis de liberação de adoçante de alta intensidade aceitável pelo cliente. Em al- 15 gumas aplicações pode ser desejado ter uma liberação um pouco retardada de adoçantes de alta intensidade no produto de confeitaria, enquanto que em algumas outras aplicações pode ser desejado ter outro perfil de liberação de adoçantes de alta intensidade dependendo das necessidades do cliente. Consequentemente, existe uma necessidade de materiais de encapsulação 20 alternativos, em particular capazes de controlar a liberação de adoçantes de alta intensidade de acordo com as demandas do cliente.
Adicionalmente, o uso de adoçantes de alta intensidade em produtos de confeitaria pode comprometer o tempo de validade do produto de confeitaria se precauções especiais não forem tomadas. Os adoçantes de 25 alta Intensidade podem reduzir a estabilidade do produto de confeitaria, por exemplo, alterando as propriedades da base de confeitaria, o revestimento (se o doce é revestido), ou dos ingredientes de confeitaria tais como flavori- zantes.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO Em conseqüência, em um aspecto da presente invenção é pro-
vida uma composição para confeitaria mastigável que tem liberação modifi- cada. A composição compreende uma base de confeitaria, pelo menos um ingrediente de confeitaria, e um ou mais sistemas de liberação de sistemas de distribuição de encapsulação compreendendo pelo menos um adoçante de alta intensidade e pelo menos uma resina natural.
Outro aspecto da presente invenção relacionado ao sistema de distribuição de encapsulação como tal. O sistema de distribuição de encap- sulação compreende pelo menos um adoçante de alta intensidade e pelo menos uma resina natural.
Ainda outro aspecto da invenção refere-se aos métodos para preparar o sistema de distribuição de encapsulação e a composição para confeitaria.
BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS
Em algumas das modalidades a seguir da presente invenção serão descritas com referência às figuras, em que
A Figura 1 (A) é uma ilustração esquemática de partículas de um sistema de distribuição de encapsulação e
A Figura 1 (B) é uma ilustração esquemática de uma seção cru- zada de uma composição para confeitaria compreendendo partículas de um sistema de distribuição de encapsulação;
A Figura 2 mostra uma figura de Microscópio de Elétron de Es- caneamento de partículas de um sistema de distribuição de encapsulação;
A Figura 3 mostra in vivo estudos de mastigação de liberação de Acesulfame K. O sistema de encapsulação consistindo em Piccoly- te®C115 de resina de Politerpeno e 10% de elastômero;
A Figura 4 mostra in vivo estudos de mastigação de liberação de Acesulfame K. O sistema de distribuição de encapsulação que consiste em resina de politerpeno em combinação com PVAc, cera microcristalina e elastômeros;
A Figura 5 mostra a avaliação sensorial (Teste de Intensidade de Tempo) de intensidade de adoçantes de Acesulfame K. O sistema de dis- tribuição de encapsulação 410 consistiu de PVAc somente (peso molecular alto e baixo) e cera microcristalina e sistema de distribuição de encapsula- ção 415 consistido de uma combinação de PVAc (peso molecular alto e bai- xo) com resina de poiiterpeno e cera microcristalina;
A Figura 6 mostra a avaliação sensorial (Teste de Intensidade de Temo) de intensidade de doçura do sistema de distribuição de encapsu- lação de Acesulfame K. O sistema de distribuição de encapsulação 424 con- 5 sistiu de PVAc sozinho (peso molecular alto e baixo) junto com elastômero e cera microcristalina e o sistema de distribuição de encapsulação 425 consis- tiu em PVAc (peso molecular alto e baixo) junto com resina de poiiterpeno e cera microcristalina;
A Figura 7 mostra a avaliação sensorial (Teste da Intensidade 10 do Tempo) de intensidade da doçura de Acesulfame K. O sitema de distribu- ição de encapsulação 358 consistiu em resina de poiiterpeno junto com elas- tômero e cera microcristalina e o sistema de distribuição de encapsulação 381 consistiu de PVAc (peso molecular alto e baixo) junto com resina de po- literpeno, elastômero e cera microcristalina;
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
A presente invenção é baseada na descoberta de que uma composição para confeitaria mastigável, que compreende um ou mais siste- ma de distribuição de encapsulação, compreendendo pelo menos um ado- çante de alta intensidade e pelo menos uma resina natural, tem uma Iibera- 20 ção modificada do adoçante de alta intensidade quando a composição para confeitaria é mastigada.
Um aspecto da invenção refere-se à composição para confeita- ria mastigável que tem liberação modificada, a dita composição compreen- dendo uma base de confeitaria, pelo menos um ingrediente de confeitaria, e um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compreendendo pelo menos um adoçante de alta intensidade e pelo menos uma resina natural.
Em uma modalidade preferida da invenção, o um ou mais sis- tema de distribuição de encapsulação compreende uma quantidade de pelo menos uma resina natural na faixa de 5 a 100% em peso, tal como na faixa de 10 a 90% em peso, preferivelmente na faixa de 20-80% em peso, e ainda mais preferido na faixa de 40 a 60% em peso.
Está previsto que um ou mais sistema de distribuição de encap- sulação podem compreender uma quantidade da pelo menos uma resina natural na faixa de 10 a 100% em peso, tal como na faixa de 15 a 100% em peso, preferivelmente na faixa de 20 a 100% em peso, tal como na faixa de a 100% em peso, na faixa de 30 a 100% em peso, na faixa de 40 a 100% em peso, ou na faixa de 60 a 100% em peso.
Alternativamente, o um ou mais sistemas de distribuição de en- capsulação pode compreender uma quantidade da pelo menos uma resina natural na faixa de 5 a 60% em peso, tal como na faixa de 5 a 40% em peso, por exemplo na faixa de 5 a 20% em peso.
Em uma modalidade preferida da invenção, o um ou mais sis-
temas de distribuição de encapsulação compreende uma quantidade total de resina natural na faixa de 5 a 100% em peso, tal como na faixa de 10 a 90% em peso, preferivelmente na faixa de 20 a 80% em peso, e ainda mais prefe- rido na faixa de 40 a 60% em peso.
Por exemplo, o um ou mais sistemas de distribuição de encap-
sulação pode compreender uma quantidade total de resina natural na faixa de 10 a 100% em peso, tal como na faixa de 15 a 100% em peso, preferi- velmente na faixa de 20 a 100% em peso, tal como na faixa de 40 a 100% em peso, ou na faixa de 60 a 100% em peso.
Alternativamente, o um ou mais sistemas de distribuição de en-
capsulação pode compreender uma quantidade total de resina natural na faixa de 5 a 60% em peso, tal como na faixa de 5 a 40% em peso, por e- xemplo na faixa de 5 a 20% em peso.
A pelo menos uma resina natural compreende em um ou mais 25 sistemas de distribuição de encapsulação pode compreender pelo menos uma resina de poiiterpeno. Alternativamente, a pelo menos uma resina natu- ral pode compreender pelo menos uma resina hidrogenada. Além disso, a pelo menos uma resina natural pode compreender pelo menos uma resina polimerizada. Está também previsto que a resina natural pode compreender 30 misturas de resinas naturais, tais como pelo menos uma resina hidrogenada e pelo menos uma resina de poiiterpeno; pelo menos uma resina polimeriza- da e pelo menos uma resina de poiiterpeno; pelo menos uma resina hidro- genada e pelo menos uma resina polimerisada; ou pelo menos uma resina hidrogenada, pelo menos uma resina de poiiterpeno, e pelo menos uma re- sina polimerisada.
Resinas naturais tais como resinas hidrogenadas ou resinas po- Iimerisadas são bem conhecidas da pessoa versada na técnica, e podem por exemplo ser baseadas em ácido abiético.
Os sistemas de distribuição de encapsulação e a composição para confeitaria da invenção oferecem uma barreira do adoçante encapsula- do de alta intensidade que tem uma hidrofobicidade melhorada. A barreira 10 melhorada eficientemente protege o adoçante encapsulado de alta intensi- dade contra umidade e outros componentes que podem afetar a estabilidade do adoçante de alta intensidade e a composição para confeitaria resultante.
Outra vantagem dos sistemas de distribuição de encapsulação da invenção é que as resinas naturais são de estrutura química similar, tais 15 como algumas bases de confeitaria, tais como bases de goma, que tornam o sistema de distribuição de encapsulação mais fácil de misturar e mais fácil de uniformemente distribuir na base de confeitaria. A similaridade em estru- tura química tem o efeito adicional que o sistema de distribuição de encapsu- lação liga facilmente à base de confeitaria, tal como bases de goma.
Acredita-se que ambos, distribuição uniforme dos sistemas de
distribuição de encapsulação e a ligação eficiente à base da confeitaria con- tribuem para uma coerência melhorada e uma sensação bucal melhorada da composição para confeitaria resultante.
Ainda uma vantagem dos sistemas de distribuição de encapsu- lação da invenção é sua estabilidade para eficientemente retardar a libera- ção do adoçante de alta intensidade da composição para confeitaria.
Em uma modalidade da invenção, o um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação ainda compreendem pelo menos um agente de modificação da textura.
O um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação tipica-
mente compreendem o agente de modificação da textura em uma quantida- de na faixa de 1 a 25% em peso, preferivelmente em uma quantidade na faixa de 2 a 20% em peso, tal como em uma quantidade na faixa de 5 a 15% em peso.
Em uma modalidade da invenção, o agente de modificação da textura compreende um elastômero. Em outra modalidade da invenção, o agente de modificação da textura compreende um sistema de amolecimento, e ainda em outra modalidade da invenção, o agente de modificação da textu- ra compreende ambos um elastômero e um sistema de amolecimento.
Dessa maneira, em uma modalidade preferida da invenção, o um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação ainda compreende pelo menos um elastômero.
Em outra modalidade da invenção, o um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação além disso compreende um sistema de amole- cimento.
O sistema de amolecimento pode, por exemplo, estar presente em uma quantidade de 3 a 10% em peso de um ou mais sistema de distribu- ição de encapsulação.
A liberação modificada da composição para confeitaria refere-se a uma liberação modificada de adoçante de alta intensidade quando a com- posição para confeitaria é mastigada. Uma vantagem única do um ou mais 20 sistemas de distribuição de encapsulação, que compreendem resina natural e adoçante de alta intensidade, é que eles podem liberar o adoçante de alta intensidade muito lentamente.
O sistema de distribuição de encapsulação da presente inven- ção pode compreender pelo menos um adoçante de alta intensidade encap- 25 sulado em uma matriz de encapsulação. Em algumas modalidades, a matriz de encapsulação pode compreender algum ou todos dos adoçantes de in- tensidade alta. A matriz de encapsulação pode compreender pelo menos uma resina natural. A matriz de encapsulação pode, além disso, compreen- der componentes tais como um sistema de amolecimento como descrito aqui 30 a seguir e/ou um elastômero como descrito aqui a seguir. Em algumas mo- dalidades, a matriz de encapsulação pode compreender ainda materiais e ingredientes. Em particular a matriz de encapsulação pode compreender )<e
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ainda componentes resinosos ou elastoméricos. Além disso, a matriz de en- capsulação pode compreender ingredients adoçantes de intensidade não alta, que serão bem conhecidos da pessoa versada na técnica tal como por exemplos ingredientes ativos.
Um sistema de distribuição de encapsulação é tipicamente um
sistema de particulado, isto é, que contém uma ou mais partículas compre- endendo a matriz de encapsulação encapsulando pelo menos um adoçante de alta intensidade. Quando presente na composição para confeitaria, um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação podem ser dispersos como 10 partículas através da composição para confeitaria como ilustrado na Figura 1.
A composição para confeitaria de acordo com a presente inven- ção tem mostrado ter uma estabilidade aumentada e dessa maneira um pra- zo de validade mais longo em relação às composições de confeitaria da téc- 15 nica anterior. Sem estar preso pela teoria, acredita-se que a estabilidade aumentada é devida à presença da resina natural, e em particular a resina de poiiterpeno, que tem permeabilidade na água mais baixa do que os mate- riais da encapsulação da técnica anterior.
Em uma modalidade da invenção, pelo menos uma resina natu- ral tem um ponto de amolecimento (Sp.) de no máximo 200°C, preferivel- mente no máximo 130°, e ainda mais preferivelmente de no máximo 100°C.
Em outra modalidade da invenção, pelo menos uma resina natu- ral tem um ponto de amolecimento de pelo menos 70°C, tal como pelo me- nos 80°C, preferivelmente pelo menos 100°C, e ainda mais preferivelmente de pelo menos 110°C, tal como pelo menos 120°C.
Por exemplo, pelo menos uma resina natural pode ter um ponto de amolecimento na faixa de 70 a 200°C, preferivelmente na faixa de 70 a 130°C°, e ainda mais preferivelmente na faixa de 75 a 95°C°.
Em uma modalidade preferida da invenção, a pelo menos uma resina de poiiterpeno compreende monoterpenos polimerisados. Está previs- to que pelo menos uma resina de poiiterpeno pode consistir essencialmente de monoterpenos polimerisados. Em uma modalidade preferida da invenção, a pelo menos uma resina de poiiterpeno compreende monoterpenos cíclilcos polimerisados, e é previsto que pelo menos uma resina de poiiterpeno pode consistir essenci- almente de monoterpenos cíclilcos polimerisados.
Em uma modalidade preferida da invenção, a, pelo menos uma,
resina de poiiterpeno compreende Iimoneno polimerisado. A pelo menos uma resina de poiiterpeno pode consistir essencialmente de Iimoneno po- limerisado.
Em uma modalidade preferida da invenção a, pelo menos uma, resina de poiiterpeno compreende alfapineno polimerisado. Pelo menos uma resina de poiiterpeno consiste essencialmente em alfapineno polimerisado.
Em uma modalidade preferida da invenção, a, pelo menos uma resina, de poiiterpeno compreende betapineno polimerisado. A, pelo menos uma, resina de poiiterpeno pode consistir essencialmente em betapineno po- limerisado.
Além disso, a, pelo menos uma resina, de poiiterpeno pode compreender resina de poiiterpeno estirenada.
Um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação podem compreender uma combinação de duas ou mais resinas de poiiterpeno. Por 20 exemplo o sistema de distribuição de encapsulação pode compreender úma combinação de alfapineno polimerisado e betapineno polimerisado; uma combinação de alfapineno polimerisado e Iimoneno polimerisado; uma com- binação de alfapineno polimerisado e resina estirenada de poiiterpeno.
Em uma modalidade da invenção, a, pelo menos uma, resina de poiiterpeno compreende pelo menos 50% em peso de monoterpenos polime- risados, preferivelmente pelo menos 75% em peso de monoterpenos polime- risados, ainda mais preferivelmente pelo menos 95% em peso de monoter- penos polimerisados.
Em outra modalidade da invenção, a, pelo menos uma, resina de poiiterpeno compreende pelo menos 50% em peso de monoterpenos cí- clicos polimerisados, preferivelmente pelo menos 75% em peso de monoter- penos cíclicos polimerisados, ainda mais preferivelmente pelo menos 95% em peso de monoterpenos cíclicos polimerisados.
Em algumas modalidades, o elastômero pode ser ou incluir um ou mais dos seguintes: borracha de butila, poliisobutileno, copolímero de isobutileno-isopreno, copolímero de estireno-butadieno, copolímero de esti- reno-isopreno-estireno, poliisopreno, polietileno, copolímero de acetao de vinila- Iaurato de vinila e combinações dos mesmos.
Elastômeros sintéticos úteis incluem, mas não estão limitados a, elastômeros sintéticos listados em U.S. Food and Drug Administration, CFR, Título 21, Seção 172,615, as Substâncias Mastigatórias, Sintéticas, os con- 10 teúdos dos quais são incorporados aqui a seguir por referência para todos os fins) tal como poliisobutileno, por exemplo, tendo um peso molecular mé- dio de cromatografia de pressão de gás (GPC) na faixa de cerca de 10.000 a
1.000.000 incluindo a faixa de 50.000 a 80.000, copolímeros de isobutileno- isopreno (elastômero de butila), copolímeros de estireno- butadieno por e- 15 xemplo tendo proporções de estireno-butadieno de cerca de 1:3 a 3:1, copo- límeros de poliisopreno, polietileno, acetato de vinila-laurato de vinila por exemplo tendo um conteúdo de Iaurato de vinila de cerca de 5 a 50% em peso tal como 10 a 45% em peso do copolímero, e combinaçãos dos mes- mos.
É possível combinar um elastômero sintético que tem um peso
molecular alto e um elastômero sintético que tem um peso molecular baixo. Presentemente as combinações preferidas de elastômeros sintéticos inclu- em, mas não são limitadas a, copolímero de poliisobutileno e estireno- butadieno, poliisobutileno e poliisopreno, poliisobutileno e isobutileno- 25 isopreno (borracha de butila) e uma combinação de copolímero poliisobutile- no, estireno-butadieno e copolímero isobutileno isopreno, e todos os políme- ros sintéticos individuais acima em mistura com acetato de polivinila, copolí- meros de acetato de vinila -Iaurato de vinila, respectivamente e misturas dos mesmos.
Os elastômeros presentemente preferidos são borracha de buti-
la e poliisobutileno, que por exemplo podem ser usados separadamente ou em combinação em um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação. De acordo com a presente invenção a composição mastigável de confeitaria compreende pelo menos um ingrediente de confeitaria.
Em uma modalidade útil, pelo menos um ingrediente de confei- taria da composição para confeitaria pode compreender pelo menos um a- doçante de intensidade alta.
No contexto da presente invenção, o termo "adoçante alta in- tensidade" ou "adoçante de potência alta" refere-se a adoçantes que têm uma doçura mais intensa que a sacarose.
Adoçantes de alta intensidade úteis podem ter uma intensidade 10 de doçura que é pelo menos 30 vezes mais alta do que a intensidade de do- çura da sacarose, e preferivelmente pelo menos 50 vezes mais alta do que a intensidade de doçura da sacarose, tal como pelo menos 200 vezes mais alta do que a intensidade de doçura da sacarose, ou pelo menos 500 vezes mais alta do que a intensidade de doçura da sacarose.
Em uma modalidade preferida da invenção, pelo menos um a-
doçante de alta intensidade é selecionado do grupo que consiste em sacra- lose, neotame, NEPH, aspartame, sais de acessulfame (tal como acessulfa- me-K), alitame, sacarina e seus sais, ácido ciclâmico e seus sais, glicirrizina, diidrocalconas, taumatina, monelina, estevioside, e misturas dos mesmos.
Pelo menos um adoçante de alta intensidade adicional da com-
posição para confeitaria pode ser o mesmo que pelo menos um adoçante de alta intensidadede pelo menos um sistema de distribuição de encapsulação. Alternativamente, pelo menos um adoçante de alta intensidade da composi- ção para confeitaria pode ser diferente de pelo menos um adoçante de alta intensidade de pelo menos um sistema de distribuição de encapsulação.
Pelo menos um adoçante de alta intensidade estará tipicamente em uma forma particulada e pode, por exemplo, compreender um adoçante moído de alta intensidade.
Em uma modalidade preferida da invenção, o tamanho médio de partícula de pelo menos um adoçante de alta intensidade está na faixa de 0,1 a 100 μιτι, preferivelmente na faixa de 1 a 50 μιτι.
O um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação pode C
compreender uma quantidade de resina de poiiterpeno na faixa de 5 a 100% em peso, preferivelmente na faixa de 20 a 80% em peso, e ainda mais prefe- rido na faixa de 30 a 60% em peso.
O um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação podem compreender uma quantidade de pelo menos uma resina de poiiterpeno na faixa de 5 a 100% em peso, preferivelmente na faixa de 20 a 80% em peso, e ainda mais preferido na faixa de 30 a 60% em peso.
O um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação podem conter um alto conteúdo de resina de poiiterpeno, por exemplo uma quanti- dade de resina de poiiterpeno na faixa de 50 a 100% em peso do sistema de distribuição de encapsulação, por exemplo na faixa de 60 a 95% em peso, tal como na faixa de 65 a 80% em peso.
O um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação podem também conter uma quantidade de resina de poiiterpeno na faixa de 5 a 60% em peso do sistema de distribuição de encapsulação, por exemplo na faixa de 15 a 50% em peso, tal como na faixa de 25 a 40% em peso.
O um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação podem, por exemplo, compreender uma quantidade de pelo menos um elastômero na faixa de 0 a 30% em peso, preferivelmente na faixa de 5 a 20% em peso, ainda mais preferido na faixa de 7 a 15% em peso.
O um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação pode- rão por exemplo compreender uma quantidade de pelo menos um adoçante de alta intensidade na faixa de 0,1 a 50% em peso, preferivelmente na faixa de 10 a 45% em peso, ainda mais preferido na faixa de 20 a 40% em peso. Normalmente, a composição para confeitaria compreende uma
quantidade de pelo menos um adoçante de alta intensidade na faixa de 0,1 a 10% em peso, preferivelmente na faixa de 0,2 a 5% em peso, ainda mais preferido na faixa de 0,3 a 3% em peso.
Quando a percentagem de peso de um componente da compo- sição para confeitaria é descrita aqui a seguir, a percentagem de peso é re- lacionada à composição para confeitaria não revestida a menos que seja estabelecido de outra maneira. Em uma modalidade da invenção, a composição para confeita- ria compreende uma quantidade total de adoçante de alta intensidade na faixa de 0,1 a 10% em peso, preferivelmente na faixa de 0,5 a 5% em peso, ainda mais preferido na faixa de 1 a 3% em peso.
Em uma modalidade da invenção, um ou mais sistemas de dis-
tribuição de encapsulação além disso compreendem pelo menos um ácido alimentício.
Em outra modalidade da invenção, o pelo menos um ingrediente de confeitaria compreende pelo menos um ácido alimentício.
No contexto da presente invenção, o termo "ácido alimentício"
pertence aos ácidos que são seguros para uso em produtos alimentícios. Os ácidos de alimento são tipicamente ácidos mono-, di-, ou tri-carboxilicos. O ácido de alimento, que é, pelo menos um ácido de alimento pode, por exem- plo, ser selecionado do grupo que consiste em ácido cítrico, ácido tartárico, 15 ácido málico, ácido fumárico, ácido succínico, ácido ascórbico, ácido adípico e ácido lactico, e misturas dos mesmos. O ácido fosfórico pode também ser um ácido de acordo de alimento de acordo com a presente invenção.
Pelo menos um ácido de alimento é tipicamente selecionado do grupo que consiste de ácido cítrico, ácido tartárico, ácido málico, ácido fumá- rico, ácido succínico, ácido ascórbico, ácido adípico, e ácido lactico, e mistu- ras dos mesmos.
Um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação pode compreender uma quantidade de pelo menos um ácido de alimento na faixa de 1 a 50% em peso, preferivelmente na faixa de 5 a 45% em peso, ainda mais preferido na faixa de 20 a 40% em peso.
É previsto que a composição para confeitaria pode compreender uma quantidade de pelo menos um ácido alimentício na faixa de 0,1 a 10% em peso, preferivelmente na faixa de 0,5 a 5% em peso, ainda mais preferi- do na faixa de 1 a 3% em peso.
Pelo menos um ácido de alimento pode, por exemplo, compre-
ender um ácido alimentício básico.
A composição para confeitaria pode compreender uma quanti- Ls
dade de um ou mais sistema de distribuição de encapsulação na faixa de 0,5 a 20% em peso, preferivelmente na faixa de 1 a 10% em peso, ainda mais preferido na faixa de 1,5 a 6% em peso.
Uma faixa de tamanho de partícula diferentes de um ou mais 5 sistemas de distribuição de encapsulação são previstos. Entretanto, o tama- nho médio de partícula de um ou mais sistemas de distribuição de encapsu- lação é normalmente na faixa de 100 a 2000 μιτι, preferivelmente na faixa de 100 a 1000 μιτι, e ainda mais preferido na faixa de 100 a 800 μιτι. O tamanho de uma partícula é medido com o comprimento da dimensão mais longa da 10 partícula.
Em modalidades preferidas da invenção, um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compreende acetato de polivinila. Em algu- mas modalidades, o acetato de polivinila pode por exemplo ter peso molecu- lar médio de GPC na faixa de 2.000 a 90.000 tal como a faixa de 3.000 a 80.000 incluindo a faixa de 30.000 a 50.000.
O um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação pode por exemplo compreender pelo menos uma resina de poiiterpeno e pelo me- nos um acetato de polivinila.
Em algumas modalidades da invenção, pelo menos um polivinil acetato tem um peso molar na faixa de 5.000 a 40.000 g/mol, preferivelmen- te na faixa de 7.500 a 20.000 g/mol, e ainda mais preferivelmente na faixa de 10.000 a 15.000 g/mol.
Os pesos molares dos polímeros mencionados aqui a seguir são os pesos molares médios do peso, a menos que estabelecido de outra maneira.
Em outras modalidades da invenção, pelo menos um acetato de polivinil tem um peso molar (Mw) na faixa de 40.000 a 100.000 g/mol, preferi- velmente na faixa de 45.000 a 85.000 g/mol, e ainda mais preferivelmente na faixa de 50.000 a 70.000 g/mol.
Em uma modalidade da invenção, pelo menos um acetato de
polivinila compreender um primeiro acetato de polivinila que tem um peso molar (Mw) na faixa de 5.000 a 40,000 g/mol e um segundo acetato de poli- ω £_
16
vinila que tem um peso molar (Mw) na faixa de 40.000 a 100.000 g/mol.
Em uma modalidade preferida da invenção, pelo menos um ace- tato de polivinila compreender um primeiro acetato de polivinila que tem um peso molar (Mw) na faixa de 7.500 a 30.000 g/mol e um segundo acetato de polivinila que tem um peso molar (Mw) na faixa de 45.000 a 85.000 g/mol.
Em uma modalidade ainda mais preferida da invenção, pelo menos um acetato de polivinil compreende um primeiro acetato de polivinilz que tem um peso molar (Mw) na faixa de 10.000 a 15.000 g/mol e um segun- do polivinil acetato de polivinil\ que tem um peso molar (Mw) na faixa de 50.000 a 70.000 g/mol.
Em uma modalidade preferida da invenção, o um ou mais sis- tema de distribuição de encapsulaçãos compreender resina de poiiterpeno em uma quantidade na faixa de 5 a 80% em peso e acetato de polivinila em uma quantidade na faixa de 5 a 80% em peso.
Em outra modalidade preferida da invenção, o um ou mais sis-
tema de distribuição de encapsulaçãos compreendem resina de poiiterpeno em uma quantidade na faixa de 20 a 40% em peso e acetato de polivinila em uma quantidade na faixa de 20 a 40% em peso.
Em outra modalidade preferida da invenção, o um ou mais sis- tema de distribuição de encapsulação compreende resina de poiiterpeno em uma quantidade na faixa de 25 a 35% em peso e acetato de polivinila em uma quantidade na faixa de 25 a 35% em peso.
Em uma modalidade preferida da invenção, o um ou mais sis- tema de distribuição de encapsulação compreende resina de poiiterpeno em uma quantidade na faixa de 10 a 30% em peso, o primeiro acetato de polilvi- nila em uma quantidade na faixa de 10 a 30% em peso, e o segundo acetato de polilvinila em uma quantidade na faixa de 10 a 30% em peso.
Em outra modalidade preferida da invenção, um ou mais siste- mas de distribuição de encapsulação compreendem resina de poiiterpeno em uma quantidade na faixa de 15 a 25% em peso, o primeiro acetato de polilvinila em uma quantidade na faixa de 15 a 25% em peso, e o segundo acetato de polilvinila em uma quantidade na faixa de 15 a 25% em peso. SM c
Para algumas dessas modalidades pode ser preferido que a re- sina de poiiterpeno tem um ponto de amolecimento na faixa de 70 a 100 graus C, preferivelmente na faixa de 75 a 95 graus C1 e ainda mais preferi- velmente na faixa de 80 a 90 graus C.
Geralmente é previsto que o um ou mais sistemas de distribui-
ção de encapsulação podem compreender acetato de polivinila em uma quantidade na faixa de 10 a 90% em peso do um ou mais sistemas de distri- buição de encapsulação. Por exemplo, o um ou mais sistemas de distribui- ção de encapsulação podem compreender acetato de polivinila em uma 10 quantidade na faixa de 15 a 85% em peso do um ou mais sistemas de distri- buição de encapsulação, na faixa de 20 a 80% em peso, na faixa de 25 a 75% em peso, na faixa de 30 a 70% em peso, na faixa de 35 a 65% em pe- so, ou na faixa de 40 a 60% em peso, tal como na faixa de 45 a 55% em pe- so.
Em uma modalidade da invenção, o um ou mais sistema de dis-
tribuição de encapsulação compreende acetato de polivinila em uma quanti- dade na faixa de 10 a 90% em peso do um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação e resina natural em uma quantidade na faixa de 10 a 90% em peso do um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação. Por e- 20 xemplo, o um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação podem compreender acetato de polivinila em uma quantidade na faixa de 15 a 60% em peso do um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação e resina natural em uma quantidade na faixa de 15 a 50% em peso do um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação.
Em outra modalidade da invenção, o um ou mais sistemas de
distribuição de encapsulação compreendem acetato de polivinila em uma quantidade na faixa de 10 a 90% em peso do um ou mais sistemas de distri- buição de encapsulação e resina de poiiterpeno em uma quantidade na faixa de 10 a 90% em peso do um ou mais sistemas de distribuição de encapsula- 30 ção. O um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação podem por exemplo compreender acetato de polivinila em uma quantidade na faixa de 15 a 60% em peso do um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação SS
e resina natural em uma quantidade na faixa de 15 a 50% em peso do um ou mais sistema de distribuição de encapsulação.
Em uma modalidade da invenção, o um ou mais sistema de dis- tribuição de encapsulação compreender - pelo menos uma resina de poiiterpeno que têm um ponto de
amolecimento na faixa de 75 a 95 graus C em uma quantidade na faixa de 10 a 30% em peso,
- um primeiro acetato de polivinila que tem um peso molar (Mw) na faixa de 7.500 a 30.000 g/mol em uma quantidade na faixa de 10 a 30%
em peso, e
- um segundo acetato de polivinila que tem um peso molar (Mw) na faixa de 45.000 a 85.000 g/mol em uma quantidade na faixa de 10 a 30% em peso.
Em outra modalidade da invenção, o um ou mais sistema de distribuição de encapsulação compreende
- pelo menos uma resina de poiiterpeno que tem um ponto de amolecimento na faixa de 105 a 125 graus C em uma quantidade na faixa de 10 a 30% em peso,
- um primeiro acetato de polivinila que tem peso molar (Mw) na faixa de 7.500 a 30.000 g/mol em uma quantidade na faixa de 10 a 30% em
peso,
- um segundo acetato de polivinila que tem um peso molar (Mw) na faixa de 45.000 a 85.000 g/mol em uma quantidade na faixa de 10 a 30% em peso, e
- um de modificação de textura, preferivelmente uma cera, em
uma quantidade na faixa de 1 a 15% em peso.
Em ainda outra modalidade da invenção, o um ou mais sistema de distribuição de encapsulação compreender
- pelo menos uma resina de poiiterpeno que tem um ponto de amolecimento na faixa de 75 a 95 graus C em uma quantidade na faixa de
a 40% em peso,
- um acetato de polivinila que tem um peso molar (Mw) na faixa 24>
de 45.000 a 85.000 g/mol em uma quantidade na faixa de 20 a 40% em pe- so,
- um elastômero em uma quantidade na faixa de 1 a 15% em
peso, e
- um sistema de amolecimento em uma quantidade na faixa de
1 a 15% em peso.
Em uma modalidade adicional da invenção, o um ou mais sis- tema de distribuição de encapsulação compreende
- pelo menos uma resina de poiiterpeno que tem um ponto de amolecimento na faixa de 105-125 graus C em uma quantidade na faixa de
20 a 40% em peso,
- um acetato de polivinila que tem um peso molar (Mw) na faixa de 45.000 a 85.000 g/mol em uma quantidade na faixa de 20 a 40% em pe- so, e
- um elastômero em uma quantidade na faixa de 1 a 15% em
peso,e
- um sistema de amolecimento em uma quantidade na faixa de
1 a 15% em peso.
Em uma modalidade adicional da invenção, o um ou mais sis- tema de distribuição de encapsulação compreende
- pelo menos uma resina de poiiterpeno que tem um ponto de amolecimento na faixa de 105 a 125 graus C em uma quantidade na faixa de 20 a 40% em peso,
- um acetato de polivinila que tem um peso molar (Mw) na faixa de 45.000 a 85.000 g/mol em uma quantidade na faixa de 20 a 40% em pe- so, e
- um sistema de modificação em uma quantidade na faixa de 1 a 15% em peso.
Em outra modalidade da invenção, o um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compreendem
- pelo menos uma resina de poiiterpeno que tem um ponto de amolecimento na faixa de 105 a 125 graus C em uma quantidade na faixa de ο
20 a 40% em peso,
- um acetato de polivinila que tem um peso molar (Mw) na faixa de 45.000 a 85.000 g/mol em uma quantidade na faixa de 20 a 40% em pe- so,
- um elastômero em uma quantidade na faixa de 1 a 15% em
peso,e
- um sistema de amolecimento em uma quantidade na faixa de
1 a 15% em peso.
Em ainda outra modalidade da invenção, o um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compreendem
- pelo menos uma resina de poiiterpeno que tem um ponto de amolecimento na faixa de 105 a 125 graus C em uma quantidade na faixa de 20 a 40% em peso,
- um acetato de polivinila que tem um peso molar (Mw) na faixa de 45.000 a 85.000 g/mol em uma quantidade na faixa de 20 a 40% em pe- so, e
- um elastômero em uma quantidade na faixa de 1 a 15% em
peso, e
- uma cera em uma quantidade na faixa de 1 a 15% em peso.
As resinas naturais compreendidas no sistema de distribuição
de encapsulação podem incluir, mas não estão limitadas a, ésteres de rosina natural, muitas vezes referidos como gomas de éster incluindo como exem- plos glicerol ésteres de rosinas parcialmente hidrogenadas, glicerol ésteres de rosinas polimerisadas, glicerol ésteres rosinas dimerisadas parcialmente, 25 glicerol ésteres de rosinas de óleo de pinho, pentaeritritol ésteres de rosinas parcialmente hidrogenadas, metil ésteres de rosinas, metil ésteres parcila- mente hidrogenados de rosinas e pentaeritritol ésteres de rosinas.
Em uma modalidade preferida da invenção, a composição para confeitaria compreender dois ou mais sistemas de distribuição de encapsu- lação, tal como três ou mais sistemas de distribuição de encapsulação. O sistema de distribuição de encapsulação diferente preferivelmente tem ca- racterísticas de liberação diferentes. η
ο
Em uma modalidade, o sistema de distribuição de encapsulação de acordo com a invenção adicionalmente compreende pelo menos um sis- tema de distribuição de encapsulação compreendendo pelo menos um ado- çante de alta intensidade e pelo menos um acetato de polivinila.
Por exemplo, o sistema de distribuição de encapsulação pode
compreender pelo menos um primeiro sistema de distribuição de encapsula- ção compreendendo a pelo menos uma resina de poiiterpeno e pelo menos um segundo sistema de distribuição de encapsulação compreendendo o pe- lo menos um acetato de polivinila.
Além disso, o sistema de distribuição de encapsulação pode
compreender pelo menos um primeiro sistema de distribuição de encapsula- ção compreendendo a pelo menos uma resina hidrogenada e pelo menos um segundo sistema de distribuição de encapsulação compreendendo o pe- lo menos um acetato de polivinila.
Alternativamente, os sistemas de distribuição de encapsulação
podem compreender pelo menos um primeiro sistema de distribuição de en- capsulação compreendendo a pelo menos uma resina polimerisada e pelo menos um segundo sistema de distribuição de encapsulação compreenden- do o pelo menos um acetato de polivinila.
Sistemas de distribuição de encapsulação útil compreendendo
polivinil acetato são descritos no pedido de patente U.S. com a publicação No. 2005/0 260 266, os conteúdos dos quais são incorporados aqui a seguir por referência para todos os fins.
É preferido que os ditos sistemas de distribuição de encapsula- ção, se mais de um, forneçam propriedades de liberação diferentes.
Em uma modalidade preferida da invenção, o um ou mais sis- temas de distribuição de encapsulação compreendem pelo menos um siste- ma de liberação retardada de distribuição de encapsulação liberando pelo menos 25% de seu adoçante de alta intensidade durante o período de 6 mi- nutos a 15 minutos de mastigação da composição para confeitaria.
Em outra modalidade preferida da invenção, o um ou mais sis- temas de distribuição de encapsulação compreendem pelo menos um siste- ma de distribuição de encapsulação de liberação demorada liberando pelo menos 30% de seu adoçante de intensidade alta, preferivelmente pelo me- nos 30%, tal como pelo menos 35% ou pelo menos 40%, e ainda mais prefe- rido pelo menos 50% tal como pelo menos 60%, durante o período de 6 mi- nutos a 15 minutos de mastigação da composição para confeitaria.
A liberação é preferivelmente medida de acordo com o método descrito no Exemplo 3.1.
O sistema de amolecimento compreendido no um ou mais sis- temas de distribuição de encapsulação pode compreender um emulsificador. Um número de emulsificadores diferentes pode ser usado nos
sistemas de distribuição de encapsulação. Por exemplo, emulsificadores a- niônicos, catiônicos, anfotéricos ou não aniônicos podem ser usados. Emul- sificadores apropriados incluem lecitinas, estearato de polioxietileno, ésteres de ácido graxo de polioxietileno sorbitan, sais de ácido graxo, ésteres de 15 ácido graxo mono e diacetil tartárico de mono e diglicerídeos de ácidos gra- xos comestíveis, ésteres de ácido cítrico de mono e diglicerídeos de ácidos graxos comestíveis, ésteres de sacarose de ácidos graxos, ésteres de poli- glicerol de ésteres de ácidos graxos, ésteres de poliglicerol de ácido de óleo de rícino interesterificado (E476), estearoilatilato de sódio, sulfato de Iaurila 20 de sódio e ésteres de sorbitan de ácidos graxos e óleo de rícino de polioxieti- Iado hidrogenado (por exemplo o produto vendido sob o nome comercial CREMOPHOR), copolímeros em bloco de óxido de etileno e óxido de propi- Ieno (por exemplo produtos vendidos sob os nomes comerciais PLURONIC e POLOXAMER), ésteres de éteres de álcool graxo de polioxietileno, éteres 25 de ácido graxo de polioxietileno sorbitan, ésteres de sorbitan de ácidos gra- xos e ésteres de ácido esteárico de polioxietileno.
Os emulsificadores presentemente preferidos compreendidos nos sistemas de distribuição de encapsulação são selecionados do grupo que consiste em mono diglicerideo, lecitina, e triacetina.
O sistema de amolecimento compreendido no um ou mais sis-
temas de distribuição de encapsulação podem compreender uma cera.
A cera pode ser selecionada do grupo que consiste em cera de âo
parafina, cera de abelha, cera vegetal, cera de candelila, cera de canauba, ceras de petróleo e similares e misturas das mesmas.
Em uma modalidade preferida da invenção, a cera tem um pon- to de fusão alto, por exemplo, um ponto de fusão na faixa de 70 a 100°C.
Preferivelmente, a cera é uma cera microcristalina.
O sistema de amolecimento compreendido no um ou mais sis- temas de distribuição de encapsulação pode compreender uma gordura.
A gordura é preferivelmente uma gordura de ponto de fusão al- to, por exemplo, que tem um ponto de fusão na faixa de 30 a 1009C.
A gordura pode, por exemplo, incluir gorduras animal ou vegetal
parcialmente ou totalmente hidrogenadas, tais como óleo de rícino parcial- mente ou totalmente hidrogenado, óleo de palma parcialmente ou totalmente hidrogenado, óleo de miolo de semente de palma parcialmente ou totalmen- te hidrogenado, óleo de semente de colza parcialmente ou totalmente hidro- 15 genado, óleo de rícino parcialmente ou totalmente hidrogenado, óleo de mi- lho parcialmente ou totalmente hidrogenado, óleo de caroço de algodão par- cialmente ou totalmente hidrogenado, óleo de oliva parcialmente ou total- mente hidrogenado, óleo de girassol parcialmente ou totalmente hidrogena- do, óleo de açafrão parcialmente ou totalmente hidrogenado, óleo de gerge- 20 Iim parcialmente ou totalmente hidrogenado, óleo de soja parcialmente ou totalmente hidrogenado, sebo de boi parcialmente ou totalmente hidrogena- do, banha de porco, e banha de porco parcialmente ou totalmente hidroge- nada, e qualquer mistura dos mesmos ou qualquer derivado dos mesmos.
O um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação podem além disso compreender um detackifier, por exemplo se o elastômero está presente.
O detackifier pode, por exemplo, ser selecionado do grupo que consiste em pó de talco, carbonato de cálcio, amidos, tais como amido de milho; e agentes de enchimento minerais, tais como dióxido de titânio.
Em uma modalidade da invenção, o um ou mais sistemas de
distribuição de encapsulação compreendem:
- um primeiro sistema de distribuição de encapsulação compre- Jf
C
endendo um primeiro adoçante de alta intensidade, e
- um segundo sistema de distribuição de encapsulação compre- endendo um segundo adoçante de alta intensidade, cujo segundo adoçante de alta intensidade é diferente do primeiro adoçante de alta intensidade.
Em outra modalidade da invenção, o um ou mais sistemas de
distribuição de encapsulação compreendem um sistema de distribuição de encapsulação compreendendo um primeiro adoçante de alta intensidade e um segundo adoçante de alta intensidade, cujo segundo adoçante de alta intensidade é diferente do primeiro adoçante de intensidade.
Em ainda uma modalidade da invenção, o primeiro adoçante de
alta intensidade é aspartame e o segundo adoçante de alta intensidade é um sal de acessulfame, tal como acesulfame-K.
A composição para confeitaria pode ser uma goma de mascar, um puxa-puxa, um caramelo, um doce viscoso, ou um doce de gelatina, e combinações dos mesmos. No presente contexto, as composições para con- feitaria não são limitadas a essas composições específicas.
Em uma modalidade preferida da invenção, a composição para confeitaria é uma goma de mascar.
Doces mastigáveis incluem caramelo, e balas do tipo puxa-puxa 20 e melado. Estes são produtos baseados em Ieiteria e frequentemente con- têm um creme fresco, mas também podem ser feitos de leite desnatado ou leite integral fresco, leite evaporado não adoçado, leite condensado adoçado ou sólidos de leite reconstituído. Os puxa-puxa são basicamente caramelos de cozimento alto.
Balinhas de goma com cobertura de açúcar ("Gummy and jelly
candies") são tipicamente preparadas a partir de mistura fervida de açúca- res misturados que são depois combinados com agente de gelificação e pro- cessados em qualquer uma de uma faixa ampla de formas depositando den- tro de formas de amido. Diversos agentes de gelificação podem ser utiliza- 30 dos entre os quais amido, gelatina, pectina, goma arábica e agar. Os anterio- res são conhecidos como um processo de Mogul. Os doces podem também ser extrudados ou simplesmente fundidos sobre uma placa ou fundidos em 3%
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moldes de borracha. As peças são depois conservadas para assentar e se- car. Para uma descrição geral desse tipo de processo, veja Lees and Jack- son; Sugar Confectionary and Chocolate Manufacture; 1973 (ISBN 0249 44120 9); páginas 226 a 268, que está incorporado por referência aqui a se- guir para todos os usos.
As pastihas compreendem uma massa ("dough") de açúcar que foi flavorizada, cortada para fazer o formato e subsequentemente secada para remover a água adicionada. A massa normalmente contém uma muci- lagem, ou aglutinante, usualmente uma solução de goma e gelatinas, que é adicionada para ajudar na retenção da forma.
Esses doces são tipicamente preparados empregando um pro- cesso simples que envolve misturar a mucilagem de goma e gelatina com açúcar em pó e agente flavorizante, seguido por secagem no ar.
Alcaçuz ("Liquorice") é uma confecção fabricada de uma pasta, que usualmente inclui melado, farinha de trigo, extrato de alcaçuz e carame-
lo, junto com muitos outros ingredientes opcionais. Melado é um líquido es- curo, viscoso e com um sabor ruim ("black-taste") amargo distinto. Ele com- preende melaços de cana aos quais os xaropes de açúcar foram adiciona- dos. A farinha de trigo atua como um agente de volume e gelificação. O al- 20 caçuz é tipicamente preparado pela premixagem dos ingredientes e depois cozinhado a 120° C a 145° C em um fogão tal como um trocador de calor de superfície raspada. O alcaçuz cozido pode depois ser extrudado como cor- das e cortados em cilindros.
Os doces feitos na panela são tipicamente processados a frio em panelas de rotação sem calor ou moderadamente aquecidas. Incluídos nesta categoria estão as bolinhas de goma com cobertura de calda de açú- car, marshmallows e gomas de mascar revestidas.
A composição para confeitaria pode, além disso, compreender um revestimento, por exemplo um revestimento duto, um revestimento mole ou um revestimento de película.
Tipicamente a composição para confeitaria compreende o re- vestimento em uma quantidade na faixa de 1 a 80% em peso, tal como em 33
uma quantidade na faixa de 10 a 50%, ou 15 a 45% em peso da composição para confeitaria revestida. Preferivelmente, a composição para confeitaria compreende o revestimento em uma quantidade na faixa de 20 a 40% em peso da composição para confeitaria revestida.
O revestimento pode ser um revestimento duro, termo que é u-
sado no significado convencional desse termo incluindo revestimentos de açúcar e revestimentos livres de açúcar (ou sem açúcar) e combinações dos mesmos. Os objetivos do revestimento duro são para obter uma camada doce, crocante, que é apreciada pelo consumidor, e para proteger a mistura 10 por vários motivos. Em um processo típico para prover a mistura com um revestimento de açúcar protetor, os centros de confeitaria são consecutiva- mente tratados em equipamento de revestimento apropriado com soluções aquosas de açúcar cristalizado tal como sacarose ou dextrose, que, depen- dendo do estágio de revestimento alcançado, podem conter outros ingredi- 15 entes funcionais, por exemplo, agentes de enchimento, corantes etc. No presente contexto, o revestimento de açúcar pode conter ainda compostos funcionais ou ativos incluindo agente flavorizantes, compostos farmaceuti- camente ativos e/ou substâncias de degradação de polímero.
Na produção de composição para confeitarias pode, entretanto, 20 ser preferido substituir os compostos de açúcar cariogênicos no revestimen- to por outro, preferivelmente compostos cristalizáveis, de adoçamento que não têm efeito cariogênico. Na técnica, tal revestimento é geralmente referi- do como revestimento de menos açúcar ou sem açúcar. Presentemente substâncias duras de revestimento não- cariogênico preferidas incluem poli- 25 óis, por exemplo sorbitol, maltitol, manitol, xilitol, eritritol, lactitol, isomalte e tagatose que são obtidos através de métodos industriais pela hidrogenação de D-glicose, maltose, frutose ou levulose, xilose, eritrose, lactose, isomaltu- Iose e D-galactose, respectivamente.
Em um processo de revestimento duro típico, um xarope con- tendo açúcar cristalizado e/ou poliol é aplicado na composição para confeita- rias e a água que ele contém é evaporada por sopro com ar morno, seco. Este ciclo pode ser repetido diversas vezes, tipicamente 10 a 80 vezes, a fim de alcançar o entumescimento requerido. O termo "entumescimento" refere- se ao aumento em peso dos produtos, como considerado no fim da opera- ção de revestimento por comparação com o início, e em relação ao peso final da composição para confeitaria revestida.
Artigos para confeitarias incluem balhinhas de goma com cober-
tura de calda de açúcar ("jelly eggs, jelly beans"), marshmallows, e gomas de mascar revestidas.
Alternativamente, o revestimento pode ser um revestimento mo- le. Tal revestimento mole á aplicado usando métodos convencionais e pode vantajosamente consistir em uma mistura de um açúcar ou qualquer um dos compostos de adoçamento com menos açúcar, não cariogênicos, e um hi- drolisato de amido.
O revestimento pode ser um revestimento de película. O reves- timento de película pode ser obtido submetendo a mistura a um processo de revestimento de película e que, dessa maneira, compreende um ou mais agentes poliméricos para formação da película e, opcionalmente, um ou mais compostos auxiliares, por exemplo plastificantes, pigmentos e opacifi- cantes. Um revestimento de película é um revestimento fino baseado em polímero aplicado para uma composição para confeitaria de qualquer uma das formas acima. A espessura de tal revestimento de película é usualmente entre 20 e 100 μιτι. Geralmente, o revestimento de película é obtido passan- do a composição para confeitaria por uma zona de spray com gotículas ato- mizadas dos materiais de revestimento em um veículo solvente aquoso ou orgânico apropriado, depois do que o material aderente à composição para confeitaria é secado antes da próxima porção de revestimento ser recebida. Esse ciclo é repetido até o revestimento estar completo.
No presente contexto, polímeros de revestimento de película a- propriados incluem derivados de celulose comestíveis tais como éteres de celulose incluindo metilcelulose (MC), hidroxietil celulose (HEC), hidroxipropil 30 celulose (HPC) e hidroxipropil metilcelulose (HPMC). Outros agentes de re- vestimento de película úteis são polímeros e copolímeros de acrílico, por exemplo, copolímero de aminoéster de metilacrilato ou misturas de deriva- 15
O
dos de celulose e polímeros de acrílico. Um grupo particular de polímeros para revestimento de película também referido, como polímeros funcionais são os polímeros que, em adição às suas características para formação de película, conferem um desempenho de liberação modificado com respeito 5 aos componentes ativos da formulação da goma de mascar. Tais polímeros de liberação modificada incluem copolímeros de éster de metilacrilato, de etilcelulose (EC) e polímeros entéricos projetados para resistir ao ambiente de estomago acídico, ainda dissolvem prontamente no duodeno. O último grupo de polímeros inclui: ftalado de acetato de celulose (CAP), ftalato de 10 acetato de polivinila (PVAP), laca, copolímeros de ácido metacrílico, trimeli- tato de acetato de celulose (CAT) e HPMC. Será evidente que o revestimen- to de película externo, de acordo com a presente invenção, pode compreen- der qualquer combinação dos polímeros de revestimento de película acima.
Em outras modalidades da invenção, a camada de revestimento de película da composição para confeitaria compreende um agente plastifi- cante que tem capácidoade de alterar as propriedades físicas de
um polímero para entregar ele mais útil no desempenho de sua função como material para formar película. Em geral, o efeito dos plastifican- tes será tornar o polímero mais mole e mais maleável como plastificante de 20 moléculas interpondo-se entre os filamentos do polímero individual déssa maneira esgotando as interações polímero-polímero. A maioria dos plastifi- cantes usados em revestimento de película é amorfa ou tem muito pouca cristalinidade.
No presente contexto, plastificantes apropriados incluem polióis tais como glicerol, propileno glicol, polietileno glicol, por exemplo, os graus de 200 a 6000 destes, ésteres orgânicos tais como ésteres de ftalato, dibutil sebacato, ésteres de citrato e tiacetina, óleos/glicerídeos incluindo óleo de rícino, monoglicerideos acetilados e óleo de coco fracionado.
A escolha de polímero(s) para formação de películas e agen- te(s) plastificantes para o revestimento da película da mistura é feita com a devida consideração para alcançar as melhores propriedades de barreira possíveis do revestimento, com respeito a dissolução e difusão pela película de umidade e gases.
O revestimento de película da mistura pode também conter um ou mais corantes ou opacificantes. Além de prover um matiz de cor deseja- do, tais agentes podem contribuir para proteger a composição para confeita- 5 ria contra reações de pré-mastigação, em particular formando uma barreira contra umidade e gases. Corantes/opacificadores apropriados incluem tintu- ras orgânicas e suas lacas, agentes de coloração inorgânicos, por exemplo óxido de titânio e cores naturais tais como por exemplo betacaroteno.
Adicionalmente, os revestimentos de película podem conter uma ou diversas substâncias auxiliares tais como agentes flavorizantes e cereais, ou compostos de sacarídeo tais como polidextrose, dextrinas incluindo mal- todextrina, lactose, amido modificado, uma proteína tal como gelatina ou zei- na, uma goma vegetal e qualquer combinação das mesmas.
O revestimento, em geral, tipicamente compreende uma ou mais camadas. Por exemplo, o número de camadas do revestimento pode ser na faixa de 1 a 100 camadas, tal como 3 a 75 camadas, 10 a 60 cama- das, e 20 a 40 camadas.
O revestimento pode compreender uma camada de cera. Em uma modalidade da invenção, a camada mais externa do revestimento é uma camada de cera.
Em uma modalidade, a goma de mascar não compreende um revestimento.
Em uma modalidade preferida da invenção, a composição para confeitaria é uma goma de mascar. Uma goma de mascar pode compreen- der uma base de goma.
A base de goma tipicamente compreende um elastômero. Além disso, a base de goma tipicamente compreende uma resina.
A base de goma da mistura normalmente compreende um elas- tômero. Elastômeros sintéticos úteis incluem, mas não estão limitados a, elastômeros sintéticos listados na U.S. Food and Drug Administration, CFR, Título 21, Seção 172,615, as Substâncias Mastigatoriass, Sintéticas, cujos conteúdos são incorporados aqui a seguir por referência para todos os fins) Ja-
c-
tais como poliisobutileno, por exemplo que tem um peso molecular médio de uma cromatografia por pressão a gás (GPC) na faixa de cerca de 10.000 a
1.000.000 incluindo a faixa de 50.000 a 80.000, copolímero de isobutileno- isopreno (elastômero de butila), copolímeros de estireno- butadieno por e- 5 xemplo tendo proporções de estireno- butadieno de cerca de 1:3 a 3:1, copo- límero de poliisopreno, polietileno, Iaurato de vinila acetato-vinila por exem- plo tendo um teor de Iaurato de vinila de cerca de 5 a 50% em peso tal como 10 a 45% em peso do copolímero, e combinações dos mesmos.
É possível combinar um elastômero sintético que tem um peso 10 molecular alto e um elastômero sintético que tem um peso molecular baixo em uma base de goma. Presentemente as combinações preferidas de elas- tômeros sintéticos incluem, mas não são limitadas a, copolímero de poliiso- butileno e estireno-butadieno, poliisobutileno e poliisopreno, poliisobutilen e copolímero de isobutileno-isopreno (borracha de butila) e uma combinação 15 de copolímero de poliisobutileno, copolímero de estireno-butadieno e copo- límero de isobutileno isopreno e todos os polímeros sintéticos individuais acima na mistura com acetato de polivinila, copolímeros de acetato de vinila
- Iaurato de vinila, respectivamente, e misturas dos mesmos.
Tipicamente, a base de goma compreende pelo menos um elas- tômero em uma quantidade na faixa de 3 a 80% em peso da base de goma, preferivelmente em uma quantidade na faixa de 4 a 60% em peso da base de goma, e ainda mais preferido na faixa de 5 a 40% em peso da base de goma, tal como na faixa de 8 a 20% em peso da base de goma.
A base de goma pode compreender uma ou mais resinas que 25 contribuem para obter as propriedades mastigadoras desejadas e atuando como plastificantes para os elastômeros da base de goma. No presente con- texto, resinas úteis incluem, mas não são limitadas a, ésteres de rosina natu- ral, geralmente referidos como gomas de éster incluindo como exemplos ésteres de glicerol de rosinas parcialmente hidrogenadas, ésteres de glicerol 30 de rosinas polimerisadas, ésteres de glicerol de rosinas parcialmente dimeri- sadas, ésteres de glicerol de rosinas de óleo de "tall", ésteres de pentaeritri- tol de rosinas parcialmente hidrogenadas, metil ésteres de rosinas, metil és- 3«
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teres de rosinas parcialmente hidrogenadas e ésteres de rotinas de pentaeri- tritol, acetato de polivinila, por exemplo que tem um peso molecular médio de GPC na faixa de 2.000 a 90.000 tal como na faixa de 3.000 a 80.000 in- cluindo a faixa de 30.000 a 50.000, em que os acetatos de polivinila de peso 5 molecular mais alto são tipicamente usados em borbulhado de base de go- ma. Outros compostos resinosos úteis incluem resinas sintéticas tais como resinas de terpeno derivadas de alfa-pineno, beta-pineno, e/ou d-limoneno, resinas de terpeno naturais; e quaisquer combinações apropriadas dos pre- cedentes. A escolha de resinas vai variar dependendo da aplicação específi- 10 ca, e do(s) tipo(s) de elastômero(s) que está(ao) sendo usado(s).
Usualmente, a base de goma compreende pelo menos uma re- sina em uma quantidade na faixa de 10 a 90% em peso da base de goma, preferivelmente na faixa de 20 a 80% em peso, ainda mais preferido na faixa de 30 a 70% em peso da base de goma, tal como na faixa de 40 a 60% em peso da base de goma.
A base de goma pode, além disso, compreender uma cera. Quando uma cera está presente na base de goma, ela amolece a mistura de elastômero polimérico e melhora a elasticidade da base de goma. Os cereais empregados terão um ponto de fusão abaixo de cerca de 60°C, e preferivel- 20 mente entre cerca de 45°C e cerca de 55°C. A cera de fusão baixa pode ser uma cera de parafina. A cera pode estar presente na base de goma em uma quantidade de cerca de 6% a cerca de 10%, e preferivelmente de cerca de 7% a cerca de 9,5%, em peso da base de goma.
Em adição aos cereais de ponto de fusão baixo, os cereais que 25 têm um ponto de fusão mais alto podem ser usados na base de goma em quantidades até cerca de 5%, em peso da base de goma. Tais cereais de fusão alta incluem cera de abelha, cera vegetal, cera de candelila, cera de canaúba, a maioria de cereais de petróleo e similares, e misturas dos mes- mos.
Em adição aos componentes exibidos acima, a base de goma
pode incluir uma variedade de outros componentes, tais como componentes selecionados de solventes de elastômero, emulsificadores, plastificadores, agentes de enchimento e misturas dos mesmos.
A base de goma pode também incluir emulsificadores, que aju- dam na dispersão de quaisquer componentes imiscíveis em um sistema es- tável único. Os emulsificadores úteis nesta invenção incluem monostearato 5 de glicerila, lecitina, monoglicerídeos de ácido graxo, diglicerídeos, monos- tearato de propyleno glicol e similares e misturas dos mesmos. O emulsifica- dor pode ser empregado em quantidades de cerca de 2% a cerca de 15%, e mais especificamente de cerca de 7% a cerca de 1%, em peso da base de goma.
A base de goma pode também incluir plastificadores ou amole-
cedores para prover uma variedade de texturas desejáveis e propriedades de consistência. Por causa do peso molecular baixo desses componentes, os plastificadores e amolecedores são capazes de penetrar na estrutura fun- damental da base de goma tornando-a plástica e menos viscosa. Plastifica- 15 dores e amolecedores úteis incluem lanolina, ácido palmítico, ácido oléico, ácido esteárico, estearato de sódio, estearato de potássio, triacetato de gli- cerila, lecitina de glicerila, monostearato de glicerila, monostearato de propi- Ieno glicol, monoglicerídeo acetilado, glicerina e similares, e misturas dos mesmos. Cereais, por exemplo, cereais naturais e sintéticos, óleos vegetais 20 hidrogenados, cereais de petróleo tais como cereais de poliuretano, cereais de polietileno, cereais de parafina, cereais, microcristalinos, cereais graxos, monostearato de sorbitan, sebo, propileno glicol, misturas dos mesmos e similares, podem também ser incorporado na base de goma. Os plastificado- res e amolecedores empregados na base de goma em quantidades até cer- 25 ca de 20% em peso da base de goma, e mais especificamente em quantida- des de cerca de 9% a cerca de 17%, em peso da base de goma.
Plastificadores também incluídos são os óleos vegetais hidroge- nados e incluem óleo de soja e óleo de caroço de algodão que podem ser empregados sozinhos ou em combinação. Esses plastificadores provêm 30 uma base de goma com boa textura e características de mastigação moles. Esses plastificadores e amolecedores são geralmente empregados em quantidades de cerca de 5% a cerca de 14%, e mais especificamente em k)
C
quantidades de cerca de 5% a cerca de 13.5%, em peso da base de goma.
A glicerina anidra pode também ser empregada como agente de amolecimento, tal como o grau comercialmente disponível da United States Pharmacopeia (USP). A glicerina é um xarope líquido com um sabor cálido 5 doce e tem uma doçura de cerca de 60% daquela do açúcar de cana. Devi- do a glicerina ser higroscópica, a glicerina anidra pode ser mantida sob con- dições anidrosas durante toda a preparação da composição da goma de mascar.
Embora os amolecedores possam estar presentes para modifi- 10 car a textura da composição da goma, eles podem estar presentes em quan- tidades reduzidas quando comparado com composições de goma típicas. Por exemplo, eles podem estar presentes de cerca de 0,5 a cerca de 10% em peso com base no peso total da composição, ou eles podem não estar presentes na composição, uma vez que um surfactante ativo pode atuar co- 15 mo um amolecedor.
A base de goma desta invenção pode também incluir quantida- des eficazes de agentes de volume tais como adjuvantes minerais, que po- dem servir como agentes de enchimento e agentes de textura. Adjuvantes minerais úteis incluem carbonato de cálcio, carbonato de magnésio, alumina, 20 hidróxido de alumínio, silicato de alumínio, talco, fosfato de tricálcio, fosfato de dicálcio, sulfato de cálcio e similares, e misturas dos mesmos. Esses a- gentes de enchimento ou adjuvantes podem ser usados nas composições da base de goma em várias quantidades. Preferivelmente, a quantidade de a- gente de enchimento, quando usado, estará presente em uma quantidade de 25 cerca de 15% a cerca de 40%, e desejavelmente de cerca de 20% a cerca de 30%, em peso da base de goma.
Em uma modalidade da invenção, a composição compreende uma quantidade da base de goma na faixa de 10 a 90% em peso, preferi- velmente na faixa de 20 a 70% em peso, ainda mais preferida na faixa de 40 a 60 em peso.
O pelo menos um ingrediente de confeitaria da composição para confeitaria é selecionado do grupo que consiste em um adoçante de volume, um adoçante de alta intensidade, um agente flavorizante, um agente de res- friamento, um agente de aquecimento, um amolecedor, um emulsificador, um agente de coloração, um agente de ligação, um acidulante, um agente de enchimento, um antioxidante.
Os agentes flavorizantes são importante para as propriedades
organolépticas da composição para confeitaria. Os ácidos podem prolongar o sabor percebido dos agentes flavorizantes e em particular de agentes fla- vorizantes de frutas. A liberação baixa de adoçantes de alta intensidade, que podem ser obtidos quando usar um ou mais sistemas de distribuição de en- 10 capsulação da presente invenção em uma composição para confeitaria, pa- rece ser particularmente útil parar prolongar a sensação de sabor dos agen- tes flavorizantes, tais como agentes flavorizantes de frutas.
Dessa maneira, em uma modalidade preferida da invenção, a composição para confeitaria compreende um agente flavorizante, por exem- pio, um agente flavorizante de fruta.
Os agentes flavorizantes que podem ser usados incluem aque- les agentes flavorizantes conhecidos do técnico versado, tais como os agen- tes flavorizantes naturais e artificiais. Esses agentes flavorizantes podem ser escolhidos de óleos sintéticos e/ou óleos flavorizantes aromáticos, oleoresi- 20 nas e extratos derivados de plantas, folhas, flores, frutas etc. e combinações dos mesmos.
Óleos de sabor representativos não Iimitante incluemg represen- teative flavour oils include óleo de menta spicata, óleo de canela, óleo de gualitéria (salicilato de metila), óleo de menta, óleo de cravo-da-índia, óleo 25 de louro, óleo de aniz, óleo de eucalipto, óleo de tomilho, óleo de folha de cedro, óleo de noz-moscada, pimenta inglesa, óleo de salva, clava, óleo de amêndoas amargas, e óleo de cássia. Agentes flavorizantes também úteis são sabores de fruta artificiais, naturais e sintéticos tais como baunilha, e óleos cítrico incluindo limão, laranja, lima, toranja, e essências de frutas in- 30 cluindo maçã, pera, pêsego, uva, morango, framboesa, cereja, ameixa, aba- caxi, abrico etc. Esses agentes flavorizantes podem ser úteis em forma líqui- da ou sólida e podem ser usados individualmente ou em mistura. Agentes Á 35
flavorizantes comumente usados incluem hortelãs tais como hortelã pimenta, mentol, menta, baunilha artificial, derivados de canela, e vários agentes fla- vorizantes de fruta, quer empregados individualmente ou em mistura.
Outros agentes flavorizantes úteis incluem aldeídos e ésteres 5 tais como acetato de cinamil, cinnamaldeído, dietilacetal citral, acetato de diidrocarvila, eugenil formato, p-metilamisol etc podem ser usados. Geral- mente qualquer agente flavorizante ou aditivo alimentício tais como esses descritos em Chemicals Used in Food Processing, publicação 1274, páginas 63 a 258, pela National Academy of Sciences, podem ser usados. Essa pu- 10 blicação está incorporada aqui a seguir por referência.
Exemplos adicionais de agentes flavorizantes de aldeído inclu- em mas não são limitados a acetaldeído (maçã), benzaldeído (cereja, amên- doa), citral, isto é, alfa-citral (limão, lima), neral, isto é, beta-citral (limão, li- ma), decanal (laranja, limão), etil vanilina (baunilha, creme), heliotropo, isto 15 é, piperonal (baunilha, creme), vanilina (baunilha, creme), alfa-amil cinamal- deído (sabores de frutas picantes), butiraldeído (manteiga, queijo), valeralde- ído (manteiga, queijo), citronela (modifica, muitos tipos), decanal (frutas cítri- cas), aldeído C-8 (frutas cítricas), aldeído C-9 (frutas cítricas), aldeído C-12 (frutas cítricas), 2-etil butiraldeído (frutas de baga), hexenal, isto é, trans-2 20 (frutas de baga), aldeído de tolila (cereja, amêndoa), veratraldeído (bauni- lha), 2,6-dimetil-5-heptenal, isto é, melonal (melão), 2,6-dimetiloctanal (fruta verde), e 2-dodecenal (cítricos, mandarin), cereja, uva, bolo pequeno de mo- rango, e misturas dos mesmos.
Em algumas modalidades, o agente flavorizante pode ser em- 25 pregado tanto em forma líquida e/ou forma seca. Quando empregado na úl- tima forma, secagem apropriada significa tal como secando por spray o óleo pode ser usado. Alternativamente, o agente flavorizante pode ser absorvido em materiais solúveis na água, tais como celulose, amido, açúcar, maltodex- trina, goma arábica etc., ou podem ser encapsulados. As técnicas atuais pa- 30 ra preparar tais formas secas são bem conhecidas.
Em algumas modalidades, os agentes flavorizantes podem ser usados em muitas formas distintas bem conhecidas na técnica para prover
C uma explosão de sabor inicial e/ou uma sensação prolongada de sabor. Sem ser limitado para esse fim, tais formas físicas incluem formas livres, tais co- mo secar por spray, pulverizada, formas em contas, formas encapsuladas e, misturas das mesmas.
A quantidade de agente flavorizante empregado aqui a seguir
pode ser um material de preferência para tais fatores como o tipo da compo- sição final da goma de mascar, o sabor individual, a base de goma empre- gada, e a resistência do sabor desejado. Dessa maneira, a quantidade de flavorizante pode ser variada a fim de obter o resultado desejado no produto 10 final e tais variações estão dentro da capacidade daqueles versados na téc- nica sem necessidade de experimentação indevida. Nas composições de goma de mascar, o agente flavorizante está geralmente presente em quanti- dades de cerca de 0,02% a cerca de 5%, e mais especificamente de cerca de 0,1% a cerca de 2%, e ainda mais especificamente, de cerca de 0,8% a 15 cerca de 1,8%, em peso da composição da goma de mascar.
Os agentes corantes podem ser usados em quantidades efica- zes para produzir a cor desejada. Os agentes corantes podem incluir pig- mentos, que podem ser incorporados em quantidades até cerca de 6%, em peso da composição de goma. Por exemplo, dióxido de titânio pode ser in- 20 corporado em quantidades até cerca de 2%, e preferivelmente menos de cerca de 1%, em peso da composição da goma. Os corantes podem tam- bém incluir corantes de alimentos naturais e corantes apropriados para ali- mento, aplicações de fármaco e cosméticos. Esses corantes são conhecidos como corante e lacas de F.D.& C. Os materiais aceitáveis para os usos ante- 25 riores são preferivelmente solúveis na água. Exemplos ilustrativos não Iimi- tantes incluem o corante indigóide conhecido como F.D.& C. Azul No. 2, que é o sal de dissódio de ácido 5,5-indigotin dissulfônico. Similarmente, o coran- te conhecido como F.D.& C. Verde No. 1 compreende um corante de trife- nilmetano é PE o sal monossódio de 4-[4-(N-etil-p-sulfoniobenzilamino) dife- 30 nilmetileno]-[1-(N-etil-N-p-- sulfoniobenzil)-delta-2,5-cicloexadieneimina]. Um recitação total de todos os corantes F.D.& C. e suas estruturas químicas cor- respondentes pode ser encontrada na Kirk-Othmer Encyclopedia of Chemi- cal Technology, 3â Edição, no volume 5 nas páginas 857 a 884, cujo texto está incorporado aqui a seguir por referência.
O pelo menos um ingrediente de confeitaria pode compreender um adoçante de volume ("bulk").
O adoçante de volume pode ser selecionado do grupo que con-
siste em monossacarídeos, dissacarídeos, polissacarídeos, alcoóis de açú- car e misturas dos mesmos; polímeros de glicose aleatoriamente ligados tais como aqueles polímeros distribuídos sob a marca registrada POLYDEX- TROSE por Pfizer, Inc., Groton, Conn.; isomalte, tal como isomalte ST ou 10 isomalte GS, maltodextrinas; hidrolisados de amido hidrogenado; hexoses hidrogenadas; e dissacarídeos hidrogenados.
Por exemplo, o adoçante de volume pode ser selecionado do grupo que consiste em dextrose, sacarose, lactose, hidrolisatos de amido hidrogenados, xilitol, manitol, sorbitol, maltitol, isomalte, eritritol, lactitol, e maltodextrina.
A composição para confeitaria normalmente compreende o ado- çante de volume em uma quantidade na faixa de 5 a 95% em peso, tal como em uma quantidade n faixa SW 10 a 80% em peso.
A composição para confeitaria pode compreender o adoçante de volume em uma quantidade na faixa de 30 a 70% em peso, tal como na faixa de 40 a 55% em peso, ou na faixa de 30 a 50% em peso.
O adoçante de alta intensidade compreendido pelo dito pelo menos um ingediente de confeitaria pode ser selecionado do grupo que con- siste em sucralose, neotame, NEPH, aspartame, sais de acessulfame, alita- me, sacarina e seus sais, ácido ciclâmico e seus sais, glicirrizina, dii- drocalconas, taumatina, monelina, estevioside, e combinações dos mesmos.
Com respeito aos agentes de resfriamento, uma variedade de agentes de resfriamento bem conhecidos pode ser empregada. Por exem- plo, entre os agentes de resfriamento úteis estão incluídos mentol, xilitol, 30 mentano, mentona, acetato de mentila, silicato de mentila, N,2,3-trimetil-2- isopropil butanamida (WS-23), N-etil-p-mentano-3-carboxamida (WS-3), su- cinato de mentila, 3,1-mentoxipropano 1,2-diol, entre outros. Esses e outros agentes de resfriamento apropriados são ainda descritos nas patentes a se- guir, as quais estão todas incorporadas em sua inteireza por referência para esse fim: Patentes U.S. Nos. 4.230.688 e 4.032.661 para Rowsell et al.; 4.459.425 para Amano et al.; 4.136.163 para Watson et al.; e 5.266.592 para 5 Grub et al. Os agentes de resfriamento estão tipicamente presentes em quantidades de cerca de 0,001 a cerca de 10% em peso da composição total para confeitaria.
Os componentes de aquecimento podem ser selecionados de uma ampla variedade de compostos conhecidos para prover o sinal sensori- al de aquecimento para o usuário. Esses compostos oferecem a sensação percebida de calor, particularmente na cavidade oral e muitas vezes intensi- fica a percepção de sabores, adoçantes e outros componentes organolépti- cos. Entre os compostos de aquecimento úteis estão incluídos álcool de va- nilila n-butileter (TK-1000) fornecido pela Takasago Perfumary Company Li- mited, Tokio, Japão, álcool de vanilila n-propileter, álcool de vanilila iso- propileter, álcool de vanilila isobutileter, álcool de vanilila n-aminoeter, álcool de vanilila isoamileter, álcool de vanilila n-hexileter, álcool de vanilila metile- ter, álcool de vanilila etil eter, gingerol, sogaol, paradol, zingerona, capsaici- na, diidrocapsaicina, nordiidrocapsaicina, homocapsaicina, homodiidrocap- saicina, etanol, isopropol álcool, iso-amilálcool, álcool de benzila, glicerina e combinações dos mesmos.
Em uma modalidade da invenção, a composição para confeita- ria compreende a um agente de enchimento de centro.
A composição para confeitaria pode ser processada em diver- sas formas diferentes tais como um bastão, um caroço, um comprimido, uma placa, uma conta, uma pelete, uma fita, ou uma bola.
Uma composição para confeitaria de acordo com a presente in- venção, tem tipicamente um peso na faixa de 0,1 a 100 g, tal como na faixa de 0,5 a 5 g ou na faixa de 0,75 a 2,5 g, preferivelmente na faixa de 0,8 a 2 30 g, e ainda mais preferido na faixa de 1 a 1,5 g. A composição para confeita- ria preenchida no centro normalmente tem pesos na faixa de 0,5 a 5 g, pre- ferivelmente na faixa de 1 a 4 g, e ainda mais preferido na faixa de 2 a 3 g. kç
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Tipicamente pesos para composição para confeitaria em formato de conta estão na faixa de 0,1 a 0,6 g, preferivelmente na faixa de 0,2 a 0,5 g, e ainda mais preferido na faixa de 0,3 a 0,4 g.
Deverá ser compreendido que quaisquer modalidades e/ou ca- racterística discutida acima em conexão com a composição para confeitaria mastigável, de acordo com a invenção, se aplica por analogia aos aspectos abaixo da presente invenção.
Outro aspecto da presente invenção refere-se a um sistema de distribuição de encapsulação para confeitaria que consiste essencialmente no sistema de distribuição de encapsulação como descrito aqui a seguir.
Um aspecto adicional da invenção refere-se ao método de pre- parar uma composição para confeitaria, o método compreendendo a etapa de misturar um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação com uma base de confeitaria. Tal composições para confeitaria podem ser uma goma 15 de mascar, um "toffee", um caramelo, um doce de goma, ou um doce de ge- latina.
Ainda um aspecto adicional da invenção refere-se a um método de preparar um sistema de distribuição de encapsulação particulado com- preendendo pelo menos um adoçante de alta intensidade e pelo menos uma 20 resina natural. O sistema de distribuição de encapsulação pode ser prepara- do por primeiro fundir a resina natural do sistema de distribuição de encap- sulação, por exemplo, um misturador de alto cisalhamento. Um sistema de amolecimento pode depois ser adicionado ao polímero fundido. O adoçante de alta intensidade pode depois ser adicionado à mistura resultante e mistu- 25 rado, por exemplo, sob cisalhamento alto.
O polímero de enchimento resultante é depois resfriado e for- mado em um tamanho apropriado, por exemplo, por meios tais como cortan- do em pedaços, pulverizando, triturando ou moendo ou triturando. O sistema de distribuição de encapsulação pode ser armazenado em um recipiente de 30 ar calafetado com baixa umidade e é para ser empregado em uma composi- ção para confeitaria.
Em outras palavras, o método compreende a etapa de: a) misturar o pelo menos um adoçante de alta intensidade com pelo menos uma resina natural,
b) converter a mistura da etapa a) em partículas, dessa maneira obtendo o sistema de distribuição de encapsulação.
Etapa a) pode também envolver misturar componentes tais co-
mo um sistema de amolecimento e/ou pelo menos um elastômero com pelo menos um adoçante de alta intensidade e pelo menos uma resina natural.
A mistura da etapa a) é preferivelmente realizada a ou acima do ponto de amolecimento da pelo menos uma resina natural, por exemplo 0 a 1 OqC acima do ponto de amolecimento da pelo menos uma resina natural.
Etapa b) tipicamente compreende uma etapa de resfriar a mistu- ra da etapa a) antes de converter a mistura em partículas. O resfriamento pode, por exemplo, ser realizado por meio de ar, gás ou líquido.
O método para preparar um sistema de distribuição de encapsu- lação particulado pode, além disso, compreender um processo de extrusão e/ou um processo de corte como descrito na patente U.S. No. 5.789.002, cujos conteúdos estão incorporados aqui a seguir por referência para todos os fins.
Outros métodos para preparar um sistema de distribuição de encapsulação podem ser encontrados no pedido de patente U.S. com a pu- blicação No. 2005/0 260 266, cujos conteúdos estão incorporados aqui a seguir por referência para todos os fins.
Deverá ser observado que, de acordo com a presente invenção, as modalidades e características descritas no contexto de um dos aspectos da presente invenção também se aplicam aos outros aspectos da invenção a menos que estabelecido de outra maneira.
Os exemplos a seguir estão incluídos para demonstrar modali- dades particulares da invenção. Entretanto, aqueles versados na técnica devem, em vista da presente descrição, apreciar que muitas mudanças po- 30 dem ser feitas nas modalidades específicas que são descritas e ainda obter um resultado semelhante ou similar sem se afastar do espírito e escopo da invenção. Os exemplos a seguir são oferecidos a título de ilustração e não pretendem limitar a invenção de alguma maneira. A invenção será agora descrita em maiores detalhes nos exemplos não Iimitantes a seguir.
EXEMPLOS
O objetivo dos estudos descritos nos exemplos a seguir foi tes- tar sistemas de distribuição de encapsulação diferentes compreendendo combinações de adoçantes de alta intensidade, materiais de encapsulação, sistemas de amolecimento, elastômeros e outros ingredientes.
Além disso, foi um objetivo desses estudos testar uma simples composição de goma de mascar compreendendo sistemas de distribuição de encapsulação diferentes e tamanhos de partículas diferentes dos siste- mas de distribuição de encapsulação.
Exemplo 1: Preparação de Sistemas de Distribuição de Encap- sulação
Para a preparação dos diferentes sistemas de distribuição de encapsulação, os materiais a seguir foram usados:
Tabela 1.0: Sistemas de Amaciamento
Nome da matéria-prima Ponto de fusão Lecitina sólida - Lecitina de Girassol Líquido Monoglicerídeo 60 - 65°C Triacetato de glicerila Líquido Cera microcristalina A 72 - 84°C Cera microcristalina B 88 - 102°C Óleos vegetais hidrogenados 69 - 73°C Óleos vegetais parcialmente hidrogena- 42 - 50°C dos Óleo de semente de colza hidrogenada O O IO CO I CM CO Monoglicerídeo acetilado 38 -41 °C Materiais de encapsulação:
PVAc com um Pm baixo, 10,000 - 15,000 PVAc com um Pm alto, 50,000 - 70,000 Piccolite® C 85, uma resina de politerpeno de delta- Limoneno (Sp. 82 - 88°C)
Piccolite® C115, uma resina de politerpeno de delta- Limoneno (Sp. 112- 118°C)
Piccolite® C135, uma resina de politerpeno de delta- Limoneno
(Sp. 133 - 138°C)
Piccolite® A115, uma resina de politerpeno de alfa-pineno (Sp. 112- 118°C)
Piccolite® HM115, resina de politerpeno estirenada (Sp. 112 -
118°C)
Piccolite® S125, uma resina de politerpeno de beta - pineno (Sp. 122- 128°C)
Resina polimerizada, Éster de glicerol de rosina de goma poli- merizada (Sp. 95 - 105°C)
Resina hidrogenada, Éster de glicerol de rosina de goma parci-
almente hidrogenada (Sp. 77 - 81 °C)
Além disso, em alguns sistemas de distribuição de encapsula- ção, a borracha de butila foi usada como o elastômero e o pó de talco foi usado como o agente contra a formação de torta.
Os três adoçantes de alta intensidade a seguir foram usados no
sistema de distribuição de encapsulação: Acesulfame - K, Aspartame e Su- cralose.
Os sistemas de distribuição de encapsulação foram preparados primeiro pela adição de elastômero e pó de talco a um misturador de lâmina 25 Z a 90 -120°C. Subsequentemente, a resina de politerpeno (Piccolite®) foi adicionada lentamente para assegurar que o elastômero fosse misturado totalmente. Após isto, o sistema de amaciamento foi adicionado ao mistura- dor, e finalmente o adoçante de alta intensidade foi adicionado. A mistura foi tirada da caldeira de amassar, e rolando e retalhando foi dividida em peda- 30 ços pequenos. A mistura foi armazenada à temperatura ambiente até a mo- agem.
Antes da moagem, os pedaços pequenos foram resfriados com 30
c
dióxido de carbono por pelo menos 2 horas.
Os pedaços pequenos foram moídos através de uma peneira de 3 mm no granulador. Durante o processo de moagem, um pouco de gelo seco foi adicionado. O dióxido de carbono foi adicionado para evitar que os pedaços se tornassem quentes e grudentos durante o processo de moagem.
As Tabelas 1.1 - 1.5 abaixo mostram as combinações de ado- çantes de alta intensidade, materiais de encapsulação, sistemas de amole- cimento, elastômeros e outros ingredientes no sistema diferente do de distri- buição de encapsulação.
_Tabela 1.1: Sistema de Distribuição Encapsulado_
NO do lote_234 235 236 237 238 239 240 241 242
Adoçante de alta inten- sidade
Acesulfame -K 30 30 30 30 30 30 30 30 30
Material Encapsulado
Resina
PVAc ( Pm baixo) .........
PVAc(PmaIto) .....48 -
Piccolite C85 ......
PiccoIiteC115 45 50 48 43 43 - 39 40 40
Sistema de amoleci- mento
Lecitina (Girassol) ......3 -
CeramicrocristaIinaB - - 7 - - 7 - - 10
CeramicrocristaIinaA - 5.....10
Monodiglicerídeo 10.......
Óleo vegetal hidroge-
nado - - - 12 - - 10 -
Monodiglicerídeo aceti-
Iado 33 .... 12 - - -
Elastômero
Butila 10 10 10 10 10 10 10 10 10 SI
C
Poliisobutileno ......5 5 5
Outros
Talco 555555355
Tabela 1.2: Sistema de distribuição encapsulado_
NOdoIote 284 285 286 287 288 289 290 291 346
Adoçante de alta intensidade Acesulfame -K Material encapsu- lado Resina Piccolite C85 Piccolite C115 PVAc de Pm alto
Sistema de amo- lecimento Triacetina Cera microcrista- lina B
Óleo vegetal hi- drogenado Óleo de semente de colza hidroge- nada
Cera de carnaúba
Elastômero
Butila
Poliisobutileno
Outros
30 30
50 24 24
24 24
7
7
5
10 10
30 30
48 - 50 48
7 7
5
10 10
30 30
52,5
50 -
50 -
7,5
5
10 10 Talco 5 5 5 555555 Tabela 1.3: Sistema de distribuição encapsulado
NO do lote 347 367 368 369 370 371 372 373 374 Adoçante de alta intensidade Acesulfame - K 30 30 30 30 30 30 30 30 30 Material encapsu¬ lado Resina Piccolite C85 - - - - 45 23,75 50 Piccolite C115 - - 45 23,75 - - - - PVAc de Pm alto 26,25 45 50 - 23,75 50 - 23,75 - PVAc de Pm bai¬ xo 26,25 - - - - - - Sistema de amo¬ lecimento Cera microcrista¬ lina B 7,5 10 5 10 7,5 5 10 7,5 5 Elastômero Butila 5 10 10 10 10 10 10 10 10 Outros Talco 5 5 5 5 5 5 5 5 5 Tabela 1.4: Sistema de distribuição encapsulado NO do lote 397 398 399 400 I 401 402 403 Adoçante de alta intensi¬ dade Acesulfame - K 30 30 30 30 30 30 30 Material encapsulado Resina Piccolite C85 _ 30 _ _ _ 20 C
46 Piccolite C115 _ _ 30 - _ - PVAc de Pm alto 60 30 30 30 - 55 20 PVAc de Pm baixo - 30 60 - 20 Sistema de amolecimento Cera microcristalina B 60 10 10 10 10 10 10 10 Elastômero Poliisobutileno - - - 5 - Tabela 1.5: Sistema de distribuição encapsulado NOdoIote 718 719 720 721 722 723 724 725 726 Adoçante de alta intensidade Acesulfame - K 30 30 15 15 30 15 10 - Aspartame 15 15 30 - 15 20 - Sucralose - - - - 30 Material encap¬ sulado Resina Piccolite C85 30 30 - 16,25 16,25 16,25 16,25 16,25 PVAc de Pm alto 35 65 35 65 48,75 48,75 48,75 48,75 48,75 PVAc de Pm baixo Sistema de amolecimento Cera microcris¬ talina B 5 5 5 5 5 5 5 5 5 Exemplo 2: Preparação de composições de goma de mascar Composições de goma de mascar diferentes compreendendo os sistemas de distribuição de encapsulação descritos acima foram preparadas, incluindo a composição padrão com Acesulfame-K moído. Além das combinações di- ferentes de adoçante de alta intensidade, materiais de encapsulação e sis- temas de amolecimento, diferentes tamanhos de partícula do sistema de distribuição de encapsulação foram testados.
Todas as composições de goma de mascar continham base de goma, sorbi- tol (adoçante de volume ("bulk")), xarope de maltitol, ácidos alimentícios, sa- bor de limão, e sistemas de distribuição do adoçante de alta intensidade en- capsulado ou dos adoçantes de alta intensidade moídos.
Tabela 2.1: Composição de goma de mascar simples
Matéria-prima Sem adoçante de alta in¬ Com adoçante de alta tensidade encapsulado intensidade encapsulado Conteúdo, % em peso Base de goma 40 40 Sorbitol 51,2 49,8 Xarope de maltitol 6 6 Sabor de limão 1,5 1,5 Adoçante de alta intensidade 0,7 2,3 Ácido málico 0,3 0,3 Ácido cítrico 0,3 0,3 Na composição padrão (referência), isto é, lote 257, 349 e 422,
o Acesulfame - K foi adicionado como o adoçante de alta intensidade não encapsulado, moído, enquanto que os adoçantes de alta intensidade nas composições de teste foram adicionados como adoçante de alta intensidade encapsulado, moído, isto é, sistema de distribuição de encapsulação, A 15 quantidade teórica de adoçante de alta intensidade na composição de goma de mascar foi de 0,7 % (p/p). No presente contexto, o valor teórico de 0,7 % (p/p) implica que a porcentagem total de adoçante de alta intensidade é de 2,33 % (p/p) desde que o conteúdo de ácido na encapsulação seja de 30% (p/p)·
As composições de goma de mascar foram preparadas como a 55
Lj
seguir. Os componentes da goma de mascar foram misturados nas caldeiras de amassar (misturadores) com braços fortes em forma de Z colocados hori- zontalmente, os quais processam as matérias-prima e produzem uma massa de goma de mascar homogênea.
As caldeiras de amassar foram aquecidas até uma temperatura
de aproximadamente 45°C. A base de goma e o adoçante de volume foram misturados por cerca de 6 a 7 minutos. Subsequentemente, o xarope de maltitol foi adicionado e misturado, e após aqueles, ácidos alimentícios, sa- bor de limão e o sistema de distribuição encapsulado foram adicionados. A mistura foi amassada por 15 minutos.
Após o amassamento estar completo, a composição da goma de mascar foi retirada. Após o resfriamento, a goma de mascar foi formada rolando e retalhando em centros de goma de mascar (núcleos).
As Tabelas 2.2 - 2.11 abaixo mostram as combinações de ado- çantes de alta intensidade, tamanho de partícula dos sistemas de distribui- ção de encapsulação, e NO do lote do sistema de distribuição de encapsula- ção (que corresponde aos números do lote nas tabelas 1.1 -1.5 acima) usado em diferentes composições de goma de mascar.
_Tabela 2.2: Composições de goma de mascar_
NO do lote 257 258 259 260 261 262 263 264 Sabor Limão Limão Limão Limão Limão Limão Limão Limão Adoçante de alta intensi¬ dade Acesulfame - K 0,30 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 Tamanho de partícula, mí- 500- 500- 500- 500- 180- 500- 500- cron 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 NO do lote do sistema de distribuição Ref. 234 235 236 237 237 238 239 sç 49
Tabela 2.3: Composições de goma de mascar
NO do lote 265 266 267 292 293 294 295 296 Sabor Limão Limão Limão Limão Limão Limão Limão Limão Adoçante de alta in¬ tensidade Acesulfame - K 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 Tamanho 500- 500- 500- 500- 500- 500- 500- 500- de partícula 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 NO do lote do sistema de distribu¬ ição 240 241 242 284 285 286 287 288 Tabela 2.4: Composições de goma de mascar NO do lote 297 298 299 Sabor Limão Limão Limão Adoçante de alta intensidade Acesulfame - K 1,00 1,00 1,00 Tamanho de partícula 500-1000 500-1000 500-1000 NO do lote do sistema de distri¬ buição 289 290 291 Tabela 2.5: Composições de goma de mascar_
NOdoIote 349 350 351 352 353 354 355 356
Sabor Limão Limão Limão Limão Limão Limão Limão Limão
Adoçante de alta intensi- dade
Acesulfame
- K 0,70 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 Tamanhode 500- 500- 500- 500- 500- 500- 500- 500- partícula 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 NO do lote do sistema de distribui- ção_Ref. 234 235 236 237 238 239 240
Tabela 2.6 Composição da goma de mascar
NO do lote 357 358 359 360 361 362 363 364 Sabor Limão Limão Limão Limão Limão Limão Limão Limão Adoçante de alta intensidade Acesulfame - K 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 Tamanho de 500- 500- 500- 500- 500- 500- 500- 500- partícula 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 NO do lote do sistema de dis¬ tribuição 241 242 284 285 287 289 290 291 Tabela 2.1 Composição da goma de mascar
NO do lote 365 366 375 376 377 378 379 380 Sabor Limão Limão Limão Limão Limão Limão Limão Limão Adoçante de alta intensidade Acesulfame - K 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 Tamanho de 500- 500- 180- 180- 180- 180- 180- 180- partícula 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 NO do lote do 346 347 367 368 369 370 371 372 sistema de dis¬ tribuição Tabela 2.8 Composição da goma de mascar NO do lote 381 382 409 410 411 412 413 414 Sabor Limão Limão Limão Limão Limão Limão Limão Limão Adoçante de alta intensidade Acesulfame - K 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 Tamanho de 180- 180- 500- 500- 500- 500- 500- 500- partícula 1000 1000 1000 1000 1000 1000 1000 100< NO do lote do sistema de dis¬ tribuição 373 374 397 398 399 400 401 402 Tabela 2.9 Composição da goma de mascar NO do lote 415 421 422 423 424 425 426 427 Sabor Limão Limão Pep. Pep. Pep. Pep. Pep. Pep. Adoçante de alta intensidade Acesulfame - K 2,33 0,70 0,70 2,33 2,33 2,33 2,33 2,33 Tamanho de 180- 180- 500- 500- 180- 500- partícula 1000 - - 1000 1000 1000 1000 1000 NO do lote do sistema de dis¬ tribuição 403 Ref. Ref. 368 347 403 373 399 Tabela 2.10 Composição da goma de mascar
NO do lote 428 429 430 431 434 435 436 437 Sabor Pep. Pep. Pep. Pep. Limão Limão Limão Limão Adoçante de alta intensidade Aspartame - - - - 0,35 1,17 - 1,17 Acesulfame - K 2,33 0,70 0,35 1,17 1,17 Acesulfame - K Aspartame 1:1 - - 2,33 2,33 - - 2,33 - Tamanho de 180- 500- 180- 500- 500- 180- 500- partícula 1000 - 1000 1000 1000 1000 1000 1000 NO do lote do 718 719 720 721 Ref. 722+ 724 722+ sistema de dis- 723 723 tribuição_
Tabela 2.11 Composição da goma de mascar
NO do lote 438 439 440 441 Sabor Limão Limão Limão Limão Adoçante de alta intensidade Aspartame 0,47 - - - Acesulfame - K 0,23 - - - Acesulfame - K:Aspartame 1:2 - 2,33 - - Sucralose - 500- 0,35 1,17 Tamanho de partícula, mícron - 1000 “ 500-1000 NO do lote do sistema de distri¬ buição Ref. 725 Ref. 726 Exemplo 3: Experimentos e análise da liberação 3.1 Análise de HPLC As composições de goma de mascar acima foram examinadas
quanto à liberação do adoçante in vivo. Duas pessoas de teste saudáveis, não fumantes, mastigaram uma composição da goma de mascar por 0, 3, 6,10 e 15 minutos. As pessoas de teste não foram deixadas beber ou comer por 10 minutos antes de mastigar ou durante a mastigação. As pessoas de 10 teste foram instruídas a mastigar uma vez por segundo e tinham um relógio a sua disposição durante o teste de mastigação. A quantidade restante de adoçante de alta intensidade na goma de mascar foi analisada quantitativa- mente pelo uso de HPLC. A percentagem de liberação de adoçante de alta intensidade foi calculada.
3.2: Avaliação sensorial (teste da intensidade do tempo)
Intensidade do tempo, procedimento de teste:
Objetivo: O objetivo de um teste de intensidade do tempo é des- crever um produto em detalhes com relação a sua doçura. As intensidades da doçura são avaliadas semicontinuamente (isto é, tipicamente com um intervalo de 15-25 segundos).
Treinamento do painel (mesa-redonda) e calibração: o treina- mento do painel envolve o treinamento da intensidade com relação aos atri- 5 butos escolhidos usando uma escala não estruturada unipolar de 15 cm com pontos de âncora de 10% de cada extremidade da escala. Com relação às referências, preferivelmente as gomas com características extremas (seja máxima ou mínima) com relação à doçura são aplicadas para ajudar o painel a compreender/reconhecer a intensidade da doçura. Em certos casos, outras 10 substâncias podem ser aplicadas, por exemplo, soluções químicas ou gêne- ros alimentícios. A discussão das intensidades ocorre e os assessores prefe- rivelmente chegam a um consenso. O objetivo por trás da organização ("set- up") é desconhecido pelo painel.
Organização do teste: um líder do painel organiza o teste feito
sob medida.
Protocol de teste de um traçamento de perfil sensorial
Um traçamento de perfil sensorial é tipicamente realizado usan- do 8-12 assessores treinados externos. A testagem é realizada em cabinas com lâmpadas de Iuz do dia e um computador com o Fizz® para Windows version 2.10 A, Copyright© 1994-2005 BIOSISTEMES, France como ferra- menta de aquisição de dados.
Uma peça de goma de mascar é testada em um momento, e amostras marcadas com um código de três dígitos são servidas em uma or- dem balanceada. As amostras são avaliadas semicontinuamente (tipicamen- te 15-25 segundos de intervalo) com relação à intensidades de doçura. A escala de intensidade é a escala não estruturada unipolar de 15 cm.
Há uma parada de 3 minutos entre as duas amostras e aproxi- madamente uma parada de 10 minutos após duas ou três amostras depen- dendo da resistência da goma que tem influência sobre a fadiga sensorial. 30 Os assessores limpam suas espátulas entre cada amostra com biscoitos sem sabor, pepino, chá de hibisco fino, leite com chocolate diluído à tempe- ratura ambiente e água. As amostras são testadas por 10-30 min e todas as amostras são replicadas. O mesmos painel tipicamente avalia todas as réplicas.
Análise
Se o desempenho do assessor for aceito, os resultados são su- 5 jeitos à análise adicional. Nos testes, contendo menos do que 8-10 amos- tras, a análise é baseada no ANOVA usando o nível de 5% de Duncan para discriminar os produtos. Os resultados médios e o nível de significância são ilustrados nos gráficos e tabelas. Mos testes que contêm mais do que 8-10 amostras, ANOVA é suplementado com análise multivariada a fim de obter 10 um vista mais clara das diferenças e similaridades entre as amostras.
Exemplo 4: Efeito do sistema de amaciamento Nestes exemplos de sistemas de amaciamento foi incorporado no sistema de distribuição do ácido de encapsulação, em particular para prover uma melhor sensação na boca da goma de mascar final.
As Tabela 4.1 e Fig.3 mostram o efeito dos diferentes sistemas
de amolecimento.
Todas as encapsulações foram feitas com Piccolite® C115 e 10% (p/p) de elastômero.
Tabela 4.1: Estudos da mastigação in vivo, % de liberação de Acesulfame-K, sistema de amolecimento diferente, Piccolite ®C115. Análise
de HPLC.__
Goma de
mascar Amaciante
No. Sistema de distribuição encap¬ 0 min 1 min 3 min 6 min 10 min sulado 349 Acesulfame - K moído padrão 0 68 84 92 258 10% de Monodiglicerídeo (234) 0 9 43 59 78 259 5% de cera A (235) 0 12 27 41 49 260 7% de cera B (236) 0 18 41 48 12% de Óleo vegetal hidroge- 261 nado (237) 0 30 53 74 85 263 12% de Monodiglicerídeo aceti-0 25 56 71 83 <£3-
lado (238)
295 7% de Triacetina (287) 0 37 63 83 88
5% de Óleo de semente de
297 colza hidrogenada (289) 0 9 44 51 55
298 5% de Cera de carnaúba (290) 0 31 46 54 60
Como descrito na Tabela 4.1 e na figura 3, a liberação de Ace- sulfame-K é dependente do sistema de amolecimento. Após 10 minutos de mastigação, as amostras no. 259 e 260 (sistema de distribuição encapsulado NO do lote 235 e 236) liberaram cerca de 50% do adoçante enquanto que a 5 liberação do adoçante onde o monodiglicerídeo estava presente foi de cerca de 80% após 10 minutos de mastigação.
Exemplo 5: Efeito das resinas de politerpeno sozinhas e em combinação com PVAc.
O peso molecular diferente das resinas de politerpeno foram testadas sozinhas ou em combinação com PVAc na presença de 5-10 % de cera B (sistema de amolecimento ) e para algumas das amostras de borra- cha de butila.
Tabela 5.1: Estudos da mastigação in vivo, % de liberação de Acesulfame-K, sistemas de resina diferentes, cera B como um amaciante. Análise de HPLC.
Goma Minutos de Mastigação
de mas¬ Combinações de Resinas 0 3 6 10 15 car No. 349 Acesulfame-K moído padrão 0 68 84 92 97 355 PVAc + 10% de Butila + 7% de cera B 0 26 42 66 76 (239) 366 PVAc de Pm alto : Pm baixo 1:1 (347) 0 27 44 57 87 375 PVAc de Pm alto + 10% de Butila (367) 0 27 27 51 77 378 C115 : PVAc de Pm alto 1:1 + 10% de 0 24 40 51 84 381 butila (370) 0 13 20 26 53 C85:PVAc de Pm alto 1:1 +10% de 412 Butila (373) 0 21 32 42 65 C115:PVAc de Pm alto 1:1 (400) 414 PVAc de Pm alto + 5 % de PIB (402) 0 17 30 46 57 415 C85:PVAc de Pm alto: PVAc de Pm 0 5 13 49 74 baixo 1:1:1 (403) Como descrito na Tabela 5.1 e na Figura 4, a liberação de Ace- suIfame-K é em particular retardada para a combinação de PVAc com Picco- lite® C85 ou Piccolite® C115 após 10 e 15 minutos com os sistemas de a- maciamento particulares com ou sem elastômero.
Exemplo 6: Avaliação sensorial, teste de intensidade do tempo
Os resultados de uma avaliação sensorial da goma de mascar 349, 410, e 415 são apresentados na Tabela 6.1 e na Figura 5. A goma de mascar 410 contém o sistema de distribuição No. 398 que compreende o adoçante de alta intensidade encapsulado em uma combinação de PVAc 10 tendo peso molecular alto e baixo e cera. A goma de mascar 415 contém o sistema de distribuição No. 403 que compreende o adoçante de alta intensi- dade encapsulado em uma combinação de resina de politerpeno, PVAc ten- do tanto peso molecular baixo quanto alto, e cera.
Tabela 6.1: Intensidade da doçura como uma função do tempo. Os números em parênteses referem-se aos sistemas de distribuição usados. 45
75
105
135
165
315
345
375
405
555
585
615
645
795
825
855
885
1065
1095
1125
1155
1185
1215
57
<th
U
Doçura da goma de mascar no.
349
Ref. 410-(398) 415-(403)
6,6 6,0 5,9 7,7 6,9 7,4 8,2 7,4 7,8 7,7 7,3 7,7 7,2 6,9 7,4 6,8 6,6 7,2 5,8 5,4 6,0 5,5 5,3 5,6 5,0 5,2 5,5 4,8 4,9 5,3 4,4 4,8 4,9 4,2 4,6 5,0 4,0 4,2 4,6 3,8 4,1 4,7 3,2 3,8 4,5 3,1 3,6 4,2 2,8 3,4 3,9 2,6 3,3 3,8 2,4 3,2 3,5 2,3 3,1 3,3 2,2 2,7 3,0 2,1 2,5 2,8 2,1 2,3 2,7 2,0 2,2 2,6 Exemplo 7: Avaliação sensorial, Teste de intensidade do tempo Os resultados de uma avaliação sensorial da goma de mascar 422, 424, e 425 são apresentados na Tabela 7.1 e na Figura 6. A goma de mascar 424 contém o sistema de distribuição No. 347 que compreende o 5 adoçante de alta intensidade encapsulado em uma combinação de PVAc tendo peso molecular alto e baixo, cera, e elastômero. A goma de mascar 425 contém o sistema de distribuição No. 403 que compreende o adoçante de alta intensidade encapsulado em uma combinação de resina de politer- peno, PVAc tendo tanto peso molecular alto quanto baixo, e cera.
Tabela 7.1: Intensidade da doçura como uma função do tempo.
Os números em parênteses referem-se aos sistemas de distribuição usados
Doçura da goma de mascar no.
Tempo (se- _
422
gundos)
Ref. 424-(347) 425-(403)
6.5 5.4 6.1 45 7.3 6.4 6.9 75 8.1 6.8 7.5 105 8.2 6.9 7.6 135 8.0 7.0 7.4 165 8.1 6.7 7.3 315 6.6 5.5 6.1 345 6.1 4.9 5.7 375 5.7 4.7 5.5 405 5.3 4.5 5.3 555 4.1 4.1 5.3 585 3.8 4.2 5.1 615 3.6 4.0 5.0 645 3.4 4.0 5.0 795 2.8 3.3 4.1 825 2.6 3.3 3.9 855 2.5 3.1 3.7 885 2.3 3.1 3.6 1065 1.7 2.5 3.0 1095 1.5 2.2 2.9 1125 1.4 2.0 2.7 1155 1.4 2.0 2.5 1185 1.3 2.0 2.3 1215 1.2 2.0 2.1 Exemplo 8: Avaliação sensorial, Teste de intensidade do tempo Os resultados de uma avaliação sensorial da goma de mascar 349, 358, e 381 são apresentados na Tabela 8.1 e na Figura 7. A goma de 5 mascar 358 contém o sistema de distribuição No. 242 que compreende o adoçante de alta intensidade encapsulado em politerpeno, cera, e elastôme- ro. A goma de mascar 381 contém o sistema de distribuição No. 373 que compreende o adoçante de alta intensidade encapsulado em resina de poli- terpeno, um PVAc de peso molecular alto, cera, e elastômero.
Tabela 8.1: Intensidade da doçura como uma função do tempo.
Os números em parênteses referem-se aos sistemas de distribuição usados.
Doçura da goma de mascar no.
Tempo(Segundos) 349 Ref. 358-(242) 381-(373)
6.5 6.0 5.4 45 7.4 6.2 6.0 75 7.7 6.4 6.8 105 7.5 6.3 6.9 135 7.0 6.1 6.4 165 6.6 5.7 6.3 315 5.4 4.8 5.1 345 5.2 4.7 4.9 375 4.9 4.6 4.7 405 4.7 4.4 4.4 555 3.8 4.0 4.1 585
615
645
795
825
855
885
1065
1095
1125
1155
1185
1215
3.5
3.3
3.2
2.6 2.6
2.5
2.2 1.8
1.6 1.6 1.5
1.4 1.3
3.9
3.8
3.7
3.2 3.0
2.8 2.8
2.5
2.5
2.5 2.4
2.3 2.2
3.7
3.6
3.7 3.4 3.3
3.2
3.2 3.1 3.0
2.8 2.7 2.6 2.6

Claims (34)

1. Composição para confeitaria mastigável tendo liberação mo- dificada, a dita composição compreendendo: - uma base para confeitaria, - pelo menos um ingrediente para confeitaria, e - um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação com- preendendo pelo menos um adoçante de alta intensidade, pelo menos um acetato de polivinila e pelo menos uma resina natural, em que o ditUm ou mais sistemas de distribuição de encapsula- ção compreende uma quantidade total de resina natural na faixa de 5-60% em peso.
2. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação 1, em que Um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compreen- de uma quantidade total de resina natural na faixa de 5-40% em peso.
3. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação 1 ou 2, em que um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação é um sistema de partículas.
4. Composição para confeitaria de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, em que a, pelo menos uma, resina natural compre- endida em um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compreen- de pelo menos uma resina de politerpeno.
5. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação 4, em que pelo menos uma resina de politerpeno é selecionado do grupo que consiste em monoterpenos polimerizados, monoterpenos cíclicos poli- merizados, Iimoneno polimerizado, alfa-pineno polimerizado, beta-pineno polimerizado, resina de politerpeno estirenada.
6. Composição para confeitaria de acordo de acordo com a rei- vindicação 4 ou 5, em que Um ou mais sistemas de distribuição de encapsu- lação compreendem uma combinação de duas ou mais resinas de politerpe- no.
7. Composição para confeitaria de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, em que a, pelo menos uma, resina natural compre endida em um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compreen- de pelo menos uma resina hidrogenada.
8. Composição para confeitaria de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 7, em que a, pelo menos uma, resina natural compre- endida em um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compreen- de pelo menos uma resina polimerizada.
9. Composição para confeitaria de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, em que o acetato de polivinila tem um peso molar (Pm) na faixa de 5.000-40.000 g/mol.
10. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação 9, em que o acetato de polivinila tem um peso molar (Pm) na faixa de 7.500 - 20.000 g/mol.
11. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação10, em que o acetato de polivinila tem um peso molar (Pm) na faixa de10.000 - 15.000 g/mol.
12. Composição para confeitaria de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 11, em que o acetato de polivinila tem um peso molar (Pm) na faixa de 40.000 - 100.000 g/mol.
13. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação12, em que o acetato de polivinila tem um peso molar (Pm) na faixa de 45.000 - 85.000 g/mol.
14. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação 13, em que o acetato de polivinila tem um peso molar (Pm) na faixa de50.000 - 70.000 g/mol.
15. Composição para confeitaria de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 14, em que Um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compreende um primeiro acetato de polivinila tendo um peso molar (Pm) na faixa de 5.000-40.000 g/mol e um segundo acetato de polivini- la tendo um peso molar (Pm) na faixa de 40.000-100.000 g/mol.
16. Composição para confeitaria de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 15, em que Um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compreende de acetato de polivinila de 10-90% em peso.
17. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação 16, em que Um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compre- ende de acetato de polivinila de 15-85% em peso.
18. Composição para confeitaria de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 17, em que o, pelo menos um, adoçante de alta in- tensidade é selecionado do grupo que consiste em sucralose, neotame, NE- PH, aspartame, sais de acesulfame (acesulfame-K), alitame, sacarina e seus sais, ácido ciclâmico e seus sais, glicirrhizina, dihidrocalconas, taumatina, monelina, esteviosídeo, e misturas dos mesmos.
19. Composição para confeitaria de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 18, em que o tamanho de partícula médio do, pelo menos um, adoçante de alta intensidade está na faixa de 0,1-100 μιτι.
20. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação 19, em que o tamanho de partícula médio do, pelo menos, adoçante de alta intensidade está na faixa de 1-50 μιτι.
21. Composição para confeitaria de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 20, em que Um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compreende uma quantidade do pelo menos um adoçante de alta intensidade na faixa de 0,1-50% em peso.
22. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação 21, em que Um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compre- ende uma quantidade do pelo menos um adoçante de alta intensidade na faixa de 10-45% em peso.
23. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação 22, em que Um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compre- ende uma quantidade do pelo menos um adoçante de alta intensidade na faixa de 20-40% em peso.
24. Composição para confeitaria de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 23, em que Um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação ainda compreende pelo menos um agente de modificação de textura.
25. Composição para confeitaria de acordo a reivindicação 24, em que agente de modificação de textura compreende um elastômero.
26. Composição para confeitaria de acordo a reivindicação 25, em que Um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compreende uma quantidade do pelo menos um elastômero na faixa de 5-20% em peso.
27. Composição para confeitaria de acordo a reivindicação 26, em que um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compreende uma quantidade do pelo menos um elastômero na faixa de 5-10% em peso.
28. Composição para confeitaria de acordo com qualquer uma das reivindicações 25 a 27, em que o elastômero é selecionado do grupo que consiste em borracha de butila, poliisobutileno, copolímero de isobutile- no-isopreno, copolímero de estireno-butadieno, copolímero de estireno- isopreno-estireno, poliisopreno, polietileno, copolímero de acetato de vinila - copolímero de Iaurato de vinila, e combinações dos mesmos.
29. Composição para confeitaria de acordo com qualquer uma das reivindicações 24 a 28, em que o agente de modificação de textura compreende um sistema de amolecimento.
30. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação 29, em que o sistema de amolecimento está presente em uma quantidade de 3-10% em peso de um ou mais sistemas de distribuição de encapsula- ção.
31. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação 24, em que Um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compre- ende o agente de modificação de textura em uma quantidade na faixa de 125% em peso.
32. Composição para confeitaria de acordo com a reivindicação 31, em que Um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação compre- ende o agente de modificação de textura em uma quantidade na faixa de 5- 15% em peso.
33. Sistema de distribuição de encapsulação para confeitaria compreende pelo menos um adoçante de alta intensidade, pelo menos um acetato de polivinila e pelo menos uma resina natural, em que o dito sistema de distribuição de encapsulação compreende uma quantidade total de resina natural na faixa de 5-60% em peso.
34. Sistema de distribuição de encapsulação de acordo com a reivindicação 33, em que o sistema de distribuição de encapsulação é como definido em qualquer uma das reivindicações 2 a 32. <image>image see original document page 67</image> <image>image see original document page 68</image> <table>table see original document page 69</column></row><table> <table>table see original document page 70</column></row><table> <table>table see original document page 71</column></row><table> <table>table see original document page 72</column></row><table> <table>table see original document page 73</column></row><table> RESUMO Patente de Invenção: "ADOÇANTE DE ALTA INTENSIDADE ENCAPSU- LADO DE RESINA". A presente invenção refere-se às composições para confeitaria compreendende um ou mais sistemas de distribuição de encapsulação que contêm adoçantes de alta intensidade e resinas naturais. A invenção ainda se refere ao sistema de distribuição de encapsulação assim como aos méto- dos de preparação do sistema de distribuição de encapsulação e da compo- sição para confeitaria.
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