BRPI0708121A2 - torneira aperfeiçoada com membro de vedação flutuante - Google Patents
torneira aperfeiçoada com membro de vedação flutuante Download PDFInfo
- Publication number
- BRPI0708121A2 BRPI0708121A2 BRPI0708121-9A BRPI0708121A BRPI0708121A2 BR PI0708121 A2 BRPI0708121 A2 BR PI0708121A2 BR PI0708121 A BRPI0708121 A BR PI0708121A BR PI0708121 A2 BRPI0708121 A2 BR PI0708121A2
- Authority
- BR
- Brazil
- Prior art keywords
- flow
- lever
- tap according
- tap
- cavity
- Prior art date
Links
- 238000007789 sealing Methods 0.000 title claims abstract description 78
- 239000007788 liquid Substances 0.000 claims abstract description 51
- 239000012530 fluid Substances 0.000 claims description 39
- 230000007704 transition Effects 0.000 claims description 32
- 230000000903 blocking effect Effects 0.000 claims 1
- 238000009423 ventilation Methods 0.000 claims 1
- 238000013022 venting Methods 0.000 claims 1
- 239000003570 air Substances 0.000 description 17
- 239000000463 material Substances 0.000 description 8
- 235000013405 beer Nutrition 0.000 description 7
- 239000002244 precipitate Substances 0.000 description 4
- 241000894006 Bacteria Species 0.000 description 3
- 230000003466 anti-cipated effect Effects 0.000 description 3
- 230000008901 benefit Effects 0.000 description 3
- 238000003780 insertion Methods 0.000 description 3
- 230000037431 insertion Effects 0.000 description 3
- 238000012986 modification Methods 0.000 description 3
- 230000004048 modification Effects 0.000 description 3
- 230000002411 adverse Effects 0.000 description 2
- 239000012080 ambient air Substances 0.000 description 2
- 230000015572 biosynthetic process Effects 0.000 description 2
- 238000004519 manufacturing process Methods 0.000 description 2
- 239000007787 solid Substances 0.000 description 2
- 238000011144 upstream manufacturing Methods 0.000 description 2
- 238000004140 cleaning Methods 0.000 description 1
- 239000000356 contaminant Substances 0.000 description 1
- 230000000694 effects Effects 0.000 description 1
- 239000006260 foam Substances 0.000 description 1
- 238000005187 foaming Methods 0.000 description 1
- 238000009499 grossing Methods 0.000 description 1
- 235000015097 nutrients Nutrition 0.000 description 1
- 239000011236 particulate material Substances 0.000 description 1
- 239000013618 particulate matter Substances 0.000 description 1
- 230000000704 physical effect Effects 0.000 description 1
- 230000002035 prolonged effect Effects 0.000 description 1
- 238000006467 substitution reaction Methods 0.000 description 1
- 238000004073 vulcanization Methods 0.000 description 1
Classifications
-
- F—MECHANICAL ENGINEERING; LIGHTING; HEATING; WEAPONS; BLASTING
- F16—ENGINEERING ELEMENTS AND UNITS; GENERAL MEASURES FOR PRODUCING AND MAINTAINING EFFECTIVE FUNCTIONING OF MACHINES OR INSTALLATIONS; THERMAL INSULATION IN GENERAL
- F16K—VALVES; TAPS; COCKS; ACTUATING-FLOATS; DEVICES FOR VENTING OR AERATING
- F16K1/00—Lift valves or globe valves, i.e. cut-off apparatus with closure members having at least a component of their opening and closing motion perpendicular to the closing faces
- F16K1/16—Lift valves or globe valves, i.e. cut-off apparatus with closure members having at least a component of their opening and closing motion perpendicular to the closing faces with pivoted closure-members
-
- B—PERFORMING OPERATIONS; TRANSPORTING
- B67—OPENING, CLOSING OR CLEANING BOTTLES, JARS OR SIMILAR CONTAINERS; LIQUID HANDLING
- B67D—DISPENSING, DELIVERING OR TRANSFERRING LIQUIDS, NOT OTHERWISE PROVIDED FOR
- B67D1/00—Apparatus or devices for dispensing beverages on draught
- B67D1/08—Details
- B67D1/12—Flow or pressure control devices or systems, e.g. valves, gas pressure control, level control in storage containers
- B67D1/14—Reducing valves or control taps
- B67D1/1405—Control taps
- B67D1/145—Control taps comprising a valve shutter movable in a direction perpendicular to the valve seat
- B67D1/1466—Control taps comprising a valve shutter movable in a direction perpendicular to the valve seat the valve shutter being opened in a direction opposite to the liquid flow
-
- F—MECHANICAL ENGINEERING; LIGHTING; HEATING; WEAPONS; BLASTING
- F16—ENGINEERING ELEMENTS AND UNITS; GENERAL MEASURES FOR PRODUCING AND MAINTAINING EFFECTIVE FUNCTIONING OF MACHINES OR INSTALLATIONS; THERMAL INSULATION IN GENERAL
- F16K—VALVES; TAPS; COCKS; ACTUATING-FLOATS; DEVICES FOR VENTING OR AERATING
- F16K1/00—Lift valves or globe valves, i.e. cut-off apparatus with closure members having at least a component of their opening and closing motion perpendicular to the closing faces
- F16K1/14—Lift valves or globe valves, i.e. cut-off apparatus with closure members having at least a component of their opening and closing motion perpendicular to the closing faces with ball-shaped valve member
-
- F—MECHANICAL ENGINEERING; LIGHTING; HEATING; WEAPONS; BLASTING
- F16—ENGINEERING ELEMENTS AND UNITS; GENERAL MEASURES FOR PRODUCING AND MAINTAINING EFFECTIVE FUNCTIONING OF MACHINES OR INSTALLATIONS; THERMAL INSULATION IN GENERAL
- F16K—VALVES; TAPS; COCKS; ACTUATING-FLOATS; DEVICES FOR VENTING OR AERATING
- F16K24/00—Devices, e.g. valves, for venting or aerating enclosures
- F16K24/02—Devices, e.g. valves, for venting or aerating enclosures the enclosure being itself a valve, tap, or cock
Landscapes
- Engineering & Computer Science (AREA)
- General Engineering & Computer Science (AREA)
- Mechanical Engineering (AREA)
- Domestic Plumbing Installations (AREA)
- Mechanically-Actuated Valves (AREA)
- Devices For Dispensing Beverages (AREA)
- Lift Valve (AREA)
- Nozzles (AREA)
- Multiple-Way Valves (AREA)
- Valve Housings (AREA)
Abstract
TORNEIRA APERFEIçOADA COM MEMBRO DE VEDAçãO FLUTUANTE. A presente invenção refere-se a uma torneira distribuidora de líquido que inclui uma alavanca de controle de fluxo encaixando um membro de vedação dentro de uma cavidade interna de um corpo de torneira. O membro de vedação é mantido dentro do corpo de torneira em uma reen-trância sobredimensionada, permitindo que o líquido circule em torno de todos os lados do membro de vedação, quando o cabo de controle de fluxo é colocado em uma posição aberta e líquido flui através do corpo de torneira. O corpo de torneira pode ter uma calha removível montada em uma segunda extremidade do corpo. Uma entrada de ar pode ser incluída dentro de um curso de fluxo do líquido a jusante do membro de vedação. Essa entrada de ar promove a remoção de líquido residual do curso de fluxo, quando a alavanca de fluxo está em uma posição fechada e é posicionada para desencorajar o fluxo de líquido através da entrada de ar quando a alavanca de fluxo está em uma posição aberta.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "TORNEIRAAPERFEIÇOADA COM MEMBRO DE VEDAÇÃO FLUTUANTE".
REFERÊNCIA CRUZADA A PEDIDO RELACIONADO
O presente pedido reivindica o benefício de pedido de utilidadedos Estados Unidos 11/358.739, depositado em 21 de fevereiro de 2006,que é aqui incorporado através de referência.
Antecedentes
Torneiras convencionais para uso com fluidos pressurizados,tais como torneiras para cerveja ou outros dispositivos similares para distri-buir líquidos para consumo humano, podem ter uma alavanca operacionalexterna que atua uma válvula interna para controlar a distribuição do fluidosob pressão. Dentro dessas torneiras, podem existir espaços a montante e ajusante da válvula interna. Os fluidos, tipicamente, distribuídos com essastorneiras podem ser perecíveis e o contato prolongado com o ar pode des-truir o gosto ou a qualidade do fluido.
Dentro dessas torneiras convencionais, os fluidos que estão amontante da válvula interna são protegidos, tipicamente, da exposição ao arambiente, enquanto fluidos a jusante da válvula podem ser expostos ao arambiente. Fluidos a jusante da válvula podem ser residuais, aderindo aosmembro de vedação ou outras porções da válvula, ou podem ser presos poratrito ou sucção dentro de uma calha de distribuição posicionada para dirigirfluido para um recipiente servidor. Fluidos presos em torno das vedações oudentro da calha podem ser expostos ao ar ambiente e podem proporcionar ocrescimento de bactérias ou outros contaminantes. A distribuição continuadaatravés dessa válvula contaminada pode resultar em todo o fluido subse-qüentemente distribuído sendo afetado adversamente ou mesmo não sanitá-rio para consumo.
É desejável aperfeiçoar torneiras para distribuição de fluidospressurizados a fim de auxiliar na liberação de fluido presos que podem serexpostos ao ar ambiente.
Sumário
A presente invenção refere-se, de um modo geral, a torneirasdistribuidoras de líquido e, mais especificamente, refere-se a uma torneira dedistribuição de líquido incluindo uma alavanca de controle de fluxo encaixan-do um membro de vedação dentro da cavidade interna de um corpo de tor-neira. O membro de vedação é mantido dentro do corpo de torneira em umareentrância sobredimensionada, permitindo que líquido flua em torno de to-dos os lados do membro de vedação quando o cabo de controle de fluxo écolocado em uma posição aberta e o líquido fluir através do corpo da tornei-ra. O corpo de torneira pode ter uma calha removível, montada em uma se-gunda extremidade do corpo. Uma entrada de ar pode ser incluída dentro deum curso de fluxo do líquido a jusante do membro de vedação. Essa entradade ar promove a remoção de líquido residual do curso de fluxo, quando aalavanca de fluxo está em uma posição fechada e é posicionada para de-sencorajar o fluxo do líquido através da entrada de ar, quando a alavanca defluxo está em uma posição aberta.
Breve Descrição dos Desenhos
Os desenhos anexos, que são incorporados e constituem umaparte da descrição, ilustram diversos aspectos da invenção e junto com adescrição servem para explicar os princípios da invenção. Uma breve des-crição dos desenhos é como segue:
A figura 1 é uma vista em perspectiva de uma primeira modali-dade de uma torneira aperfeiçoada de acordo com a presente invenção.
A figura 2 é uma vista lateral da torneira da figura 1.
A figura 3 é uma vista frontal da torneira da figura 1.
A figura 4 é uma vista posterior da torneira da figura 1.
A figura 5 é uma vista de topo da torneira da figura 1.
A figura 6 é uma vista de fundo da torneira da figura 1.
A figura 7 é uma vista em perspectiva explodida da torneira dafigura 1.
A figura 8 é uma vista seccional transversal da torneira da figura 1, com a alavanca de fluxo em uma posição fechada.
A figura 9 é uma vista seccional transversal da torneira da figura 1, com a alavanca de fluxo em uma posição aberta.A figura 10 é uma vista mais próxima da porção da torneira dafigura 9 dentro do círculo rotulado A.A figura 11 é uma vista em perspectiva frontal da torneira da fi-gura 1, com um pegador sustentando uma calha removível no lugar.A figura 12 é uma vista em perspectiva frontal da tornejra da fi-gura 11, com o pegador movido e a calha removível removida do corpo detorneira.A figura 13 é uma vista em perspectiva de um corpo de torneirada torneira da figura 1.A figura 14 é uma vista lateral do corpo de torneira da figura 13.A figura 15 é uma vista frontal do corpo de torneira da figura 13.A figura 16 é uma vista de topo do corpo de torneira da figura 13.A figura 17 é uma vista seccional transversal do corpo de tornei-ra da figura 13.A figura 18 é uma vista em perspectiva frontal da alavanca defluxo da torneira da figura 1.A figura 19 é uma vista lateral da alavanca de fluxo da figura 18.A figura 20 é uma vista frontal da alavanca de fluxo da figura 18A figura 21 é uma vista traseira da alavanca de fluxo da figura 18.A figura 22 é uma vista de topo da alavanca de fluxo da figura 18.A figura 23 é uma vista de fundo da alavanca de fluxo da figura 18.A figura 24 é uma vista seccional transversal da alavanca de flu-xo da figura 18, tomada ao longo da linha A-A da figura 20.A figura 25 é uma primeira vista em perspectiva de um grampo -u da torneira da figura 1.A figura 26 é uma segunda vista em perspectiva do grampo -uda figura 25.A figura 27 é uma vista lateral do grampo -u da figura 25.A figura 28 é uma vista frontal do grampo -u da figura 25.A figura 29 é uma vista traseira do grampo -u da figura 25.A figura 30 é uma vista de topo do grampo -u da figura 25.A figura 31 é uma vista de fundo do grampo -u da figura 25.A figura 32 é uma vista seccional transversal do grampo -u dafigura 25, tomada ao longo de uma linha central da abertura de alavanca.
A figura 33 é uma vista em perspectiva de uma modalidade al-ternativa de uma torneira de acordo com a presente invenção, com um pe-gador sustentando uma modalidade alternativa de uma torneira, com umpegador sustentando uma modalidade alternativa de uma calha no lugar.
A figura 34 é uma vista em perspectiva da torneira da figura 33,com o pegador movido e a calha móvel removível removida do corpo.
A figura 35 é uma vista em perspectiva do corpo de torneira e dacalha removível da torneira da figura 33.
A figura 36 é uma vista frontal do corpo de torneira e da calharemovível da figura 35.
A figura 37 é uma vista de topo do corpo de torneira e da calharemovível da figura 35.
A figura 38 é uma vista seccional transversal do corpo de tornei-ra e da calha removível da figura 35.
A figura 39 é uma vista mais perto da porção do corpo de tornei-ra e da calha removível da figura 38 dentro do círculo rotulado A.
A figura 40 é uma vista em perspectiva de uma segunda modali-dade alternativa de uma torneira de acordo com a presente invenção, comuma segunda modalidade alternativa de uma calha removível rosqueada emum corpo de torneira.
A figura 41 é uma vista seccional transversal da torneira da figu-ra 40, com a alavanca de fluxo em uma posição fechada.
A figura 42 é uma vista seccional transversal da torneira da figu-ra 40, com a alavanca de fluxo em uma posição aberta.
A figura 43 é uma vista mais perto da porção da torneira da figu-ra 43 dentro do círculo rotulado C.
A figura 44 é uma vista em perspectiva de uma modalidade al-ternativa de uma alavanca de fluxo de acordo com a presente invenção.
A figura 45 é uma vista lateral explodida da alavanca de fluxo dafigura 44.A figura 46 é uma vista final de uma porção esférica removívelda alavanca de fluxo da figura 44.
A figura 47 é uma vista lateral de uma modalidade alternativa deuma porção inferior removível para uso com a alavanca de fluxo da figura 44.
A figura 48 é uma vista seccional transversal de uma vedaçãoflutuante circunferencial de acordo com a presente invenção.
A figura 49 é uma vista final da vedação flutuante da figura 48.
A figura 50 é uma vista traseira de uma terceira modalidade al-ternativa de um corpo de torneira de acordo com a presente invenção, comranhuras de montagem posicionadas apenas perto de uma porção de umacircunferência de uma abertura de montagem.
A figura 51 é uma vista seccional transversal do corpo de tornei-ra da figura 50.
A figura 52 é uma vista traseira de uma quarta modalidade deum corpo de torneira de acordo com a presente invenção com ranhuras cir-cunferencialmente espaçadas posicionadas em torno de uma abertura demontagem.
A figura 53 é uma vista seccional transversal do corpo de tornei-ra da figura 52.
A figura 54 é uma vista seccional transversal de uma quarta mo-dalidade alternativa de um corpo de torneira de acordo com a presente in-venção, com uma porção de fluxo em ângulo, intermediária, a jusante davedação flutuante.
A figura 55 é uma vista traseira de uma terceira modalidade al-ternativa de uma calha removível de acordo com a presente invenção, comuma porção de fluxo em ângulo, intermediária, a jusante da vedação flutuante.
A figura 56 é vista seccional transversal dá calha removível dafigura 54.
A figura 57 é uma vista traseira de uma quinta modalidade alter-nativa de uma calha removível de acordo com a presente invenção, com umdefletor de fluxo posicionado com a área de transição da calha.
A figura 58 é uma vista seccional transversa! da calha removívelda figura 57.
A figura 59 é uma vista traseira de uma quinta modalidade deuma calha removível de acordo com a presente invenção, com um defletorde fluxo alternativo posicionado com a área de transição da calha.
A figura 60 é uma vista seccional transversal da calha removívelda figura 59.
A figura 61 é uma vista em perspectiva de uma quinta modalida-de alternativa de uma torneira com uma calha removível de acordo com apresente invenção.
Descrição Detalhada
Será feita agora referência, em detalhes, aos aspectos exempli-ficativos da presente invenção que são ilustrados nos desenhos anexos.Onde possível, os mesmos números de referência serão usados por todosos desenhos para referência às mesmas ou às partes similares.
Fazendo referência agora às figuras de 1 a 7, uma torneira dedistribuição de líquido 100 inclui um corpo de torneira 102, uma calha de dis-tribuição 104 e uma alavanca de fluxo 106. Conforme mostrado, a alavancade fluxo 106 está em uma posição fechada ou de não permissão de fluxo.Em uma posição aberta ou pouca permissão (tal como mostrado na figura 9,abaixo), fluxo de um líquido é permitido através do corpo de torneira 102 deuma fonte de líquido (não-mostrada) presa a uma extremidade posterior 108do corpo de torneira 102 através de uma extremidade frontal 110 do corpode torneira 102. Presa à extremidade frontal 110 está a calha de distribuiçãoremovível 104, que é mantida Iiberavelmente no corpo de torneira 102 porpegador de calha 112.
A figura 7 ilustra uma vista explodida da torneira 100 com mem-bro adicionais mostrados. Dentro da extremidade posterior 108 está ummembro de vedação 114, que proporciona uma vedação contra vazamentoentre a torneira 100 e a fonte de líquido. Por exemplo, a torneira 100 podeser uma torneira de cerveja e a extremidade traseira 108 é conectada a umencaixe em comunicação de líquido com um barril de cerveja pressurizada.
O membro de vedação 114 auxilia na vedação de uma conexão entre o cor-po de torneira 102 e o encaixe conectado com o keg de cerveja.
O corpo de torneira 102 inclui uma abertura superior 116 parareceber alavanca de fluxo 106. Uma porção externa 118 de abertura superior116 pode ser rosqueada para receber uma tampa externa 120, que servepara manter a alavanca de fluxo 106 dentro do corpo de torneira 102 e tam-bém para conter vários membro de vedação ou outros membro associadoscom a alavanca de fluxo 102. Entre esses vários membro de vedação e ou-tros membro estão vedações superiores e inferiores 122, que se encaixamem torno e sustentam, cativamente, uma porção esférica 124 de alavanca defluxo 106. Um ou mais membro de vedação, tais como anéis-0 126 podemser mantidos entre vedações superior e inferior 122 e em torno da porçãoesférica 124, para vedar contra o líquido que sai do corpo de torneira 102através da abertura superior 118.
A alavanca de fluxo 106 inclui uma porção de eixo superior 128,que pode ser rosqueada ou de outro modo adaptada para receber uma ala-vanca de atuação separada. Um colar superior 146 pode ser rosqueado emtorno da porção de eixo superior 128. Em uma extremidade oposta da ala-vanca de fluxo 106 da porção de eixo superior 128 está uma porção semi-esférica 130, que se estende em uma cavidade interna do corpo de torneira106 através da abertura superior 116. A calha 104 é montada Iiberavelmentena extremidade frontal 110 do corpo de torneira 102 pelo pegador 112, quetambém pode incluir uma abertura 136 para recebimento de um parafusoborboleta 138. A calha 104 pode incluir uma reentrância 140 ou característi-ca similar destinada a encaixar o parafuso borboleta 138 e prender a calha104 no corpo de torneira 102.
Através de uma abertura frontal 134 da extremidade frontal 110do corpo de torneira está um membro de vedação 132, que encaixa a porçãosemi-esférica 130 da alavanca de fluxo 106 para, seletivamente, permitir ouimpedir fluxo de líquido através da torneira 100. A extremidade frontal 110também pode incluir um canal de membro de vedação 144, que é configura-do para receber e corresponder com o membro de vedação 142, posiciona-do entre o corpo de torneira 102 e a calha 104, Um grampo-u 148 é posicio-nado em torno de uma porção intermediária 150 da alavanca de fluxo 106.
Fazendo referência agora às figuras 8 e 9, vistas seccionaistransversais do lado de torneira 100 mostram a posição da porção semi-esférica 130 à medida que a alavanca de fluxo 106 é movida de uma posi-ção fechada (figura 8) e uma posição aberta (figura 9). Na posição fechada,a porção semi-esférica 130 engata no elemento de vedação 132 dentro deuma cavidade de fluxo central 152 de um corpo de torneira 102. O membrode vedação 132 é mantido dentro de um canal sobredimensionado 156, ge-ralmente centralizado em torno de um eixo geométrico de fluxo 154 atravésda cavidade 152. Quando na posição fechada, a porção semi-esférica 130prende o membro de vedação 132 contra uma parede externa de canal 156e impede o fluxo de fluido de dentro da cavidade 154 na calha 104. Nessaposição fechada, o elemento de redação também previne que o fluxo de arentre na cavidade 152 através da extremidade frontal 110.
Conforme mostrado na figura 9, na posição aberta, a porçãosemi-esférica 130 não mais encaixa o membro de vedação 132 e o fluidodentro da cavidade 152 está livre para fluir em torno da alavanca de fluxo106 através da extremidade frontal 110 e na calha 104. À medida que o flui-do dentro da cavidade 152 passa através da extremidade frontal 110 atravésda abertura 134, ele passa em uma primeira extremidade 158 da calha 104,ainda se movendo em geral paralelo ao eixo geométrico 154. Então, ele en-tra em uma zona de transição 160 e é virado para fluir ao longo de um eixogeométrico 164 através da calha 104 e para fora da segunda extremidade162 da calha 104. Essa disposição permite que o corpo de torneira 102 sejamontado em um anteparo geralmente vertical ou outra parede, enquantopermite que líquido a fluir da calha 104 e seja em uma direção para baixogeralmente desejável.
A disposição flutuante do membro de vedação 132 dentro docanal 156 permite que a circulação de fluido através da extremidade frontal110 passe em torno de todas as superfícies do membro de vedação 132,quando a alavanca 106 está na posição aberta. A vantagem dessa disposi-ção do membro de vedação 132 e do canal 156 é que esse fluxo de fluidoem torno do membro de vedação 132 tende a nivelar os sólidos de cervejaou outra matéria em partículas que possa ter ficado presa ou solidificadaadjacente à extremidade frontal 110. O nivelamento desses materiais empartículas com cada abertura da torneira ajuda a impedir acúmulo excessivodesse material e também ajuda a impedir a estagnação em áreas adjacentesà extremidade frontal 110.
Dentro da zona de transição 160 dentro da calha 104, é desejá-vel ter uma maneira de proporcionar uma entrada de ar que encorajará qual-quer líquido residual dentro da calha 104 para queda da segunda extremida-de 162. Sem essa entrada de ar, quando a alavanca de fluxo 106 está naposição fechada, não há espaço para ar entrar na zona de transição 160,exceto da segunda extremidade 162. A tensão de superfície ou outras pro-priedades físicas do líquido pode encorajar o fluido a resistir à queda atravésda segunda extremidade 162. Esse líquido residual dentro da calha 104 po-de, assim, ser exposto ao ar, mas pode permanecer dentro da calha 104.Para líquidos tais como cerveja ou outros líquidos ricos em nutrientes, issopode fazer o interior da calha 104 um território de criação para bactérias ououtros organismos que possam ser prejudiciais ou nocivos às pessoas quebebem o fluido.
Uma entrada de ar 166 pode ser incluída dentro da calha 104para permitir que ar entre dentro da calha 104 em uma localização bem ad-jacente à extremidade frontal 110 do corpo de torneira 102 para encorajarqualquer fluido residual a fluir para fora da calha 104. Para assegurar que olíquido que flui através da torneira 100 não é dirigido para fora da entrada dear 166, a entrada 166 está localizada, de preferência, dentro da zona detransição 160, ao longo de uma parede interna. Nesta localização, enquantolíquido está transicionando da circulação geralmente paralela ao eixo geo-métrico 154 para circulação geralmente paralela ao eixo geométrico 164, umredemoinho ou área de menor pressão pode ser criada exatamente além deum primeira parede 168 do corpo de torneira 102 gira para satisfazer umaparede interna 170 da calha 104. Esse redemoinho impede líquido de fluirpara fora da entrada de ar 166, quando a alavanca de fluxo 106 está na po-sição aberta e ainda permite limpar o ar a ser introduzido dentro da calha104 adjacente ã primeira extremidade 158 quando a alavanca de fluxo 106está na posição fechada.
Embora a entrada de ar 166 possa encorajar líquido residual asair da calha 104, pode! ainda ser desejável remover a calha 104 para limpe-za ou substituição. Como é desejável assegurar que a entrada de ar 166, sepresente, está localizada corretamente, é desejável proporcionar a remoçãoe a substituição da calha 104, que resultará nessa localização correta. Con-forme mostrado na figura 11, o pegador 112 é montado giravelmente, emtorno da porção externa 118 da abertura superior 116 e mantida no lugarpela tampa externa 120. O parafuso de aperto manual 138 se estende atra-vés do pegador 112 e encaixa a reentrância 140. Conforme mostrado nafigura 12, para remover ou substituir a calha 104, o parafuso de aperto ma-nual 138 pode ser retraído da reentrância 140 e a tampa externa 120 afrou-xada em torno de sua porção externa 118. O pegador 112 pode, então, sergirado livre da calha 104 e a calha 104 pode ser removida do corpo de tor-neira 102. A calha 104 pode, então, ser limpa e substituída, ou uma novacalha pode ser montada e presa ao corpo de torneira 102 com o pegador 112.
Fazendo referência agora às figuras 13 a 17. o corpo de torneira102 pode incluir uma porção rosqueada externa adjacente à extremidadetraseira 108 para permitir que um anel de travamento ou outro dispositivo defixação seja colocado em torno do corpo de torneira 102 para prender o cor-po a uma fonte de líquido pressurizado. A abertura superior 116 pode tam-bém incluir um assento de grampo-u 174 flanqueado em ambos os lados porum par de flanges 176. O grampo-u 148 pode ser posicionado no assento174 e mantido em uma orientação particular por flanges 176 em torno daalavanca de fluxo 106.
Dentro do corpo de torneira 102 está o canal 156 onde o mem-bro de vedação 132 pode ser posicionado. Uma parede externa 178 propor-ciona uma superfície de vedação para o membro de vedação 132, quando aporção semi-esférica 130 encaixa o membro de vedação 132 na posiçãofechada. Uma parede interna oposta 180 é posicionada inserida da paredeexterna 178, de preferência, uma distância maior do que uma espessura nãocomprimida do membro de vedação 132. Adicionalmente, uma superfícieanular 182 dentro do canal 156 é, de preferência, maior em diâmetro do queum diâmetro não comprimido de membro de vedação 132. Paredes internase externas 180, 178, respectivamente, são, de preferência, dimensionadospara encaixar cativamente o membro de vedação 132 em uma condição denão comprimido de modo que o entrada de fluido 132 será ejetado de dentrodo corpo de torneira 102. Contudo, também é preferível que o canal· 156 sejasobredimensionado o bastante com relação ao tamanho não comprimido domembro de vedação 132 para permitir que líquido flua através do corpo detorneira 102 e na calha 104 para fluir em torno de todos os lados ou superfí-cies do membro de vedação 132. Essa disposição pode ajudar à nivelar á-reas de fluxo de outro modo mortas, em torno da abertura 134 onde líquidopode se estagnar e permitir o crescimento de bactérias ou outras condiçõesindesejáveis.
Dentro da abertura superior 116, aberturas geralmente concên-tricas 184 e 186, de diâmetros diferentes, podem ser formadas para permitira inserção e a captura da alavanca de fluxo 106. A abertura 186 proporcionaum espaço para recebimento de porção esférica 124 da alavanca de fluxo106 e dos membro de vedação 126. Espaços de diâmetros menores 188acima e abaixo da abertura 186 proporcionam espaços para recebimento devedações superiores e inferiores 122. A abertura 184 é menor em diâmetrodo que a abertura de porção esférica 186 e a abertura de vedação 188 eproporciona uma abertura para entrada da porção semi-esférica 130 na ca-vidade 152 adjacente à abertura frontal 134. Essas aberturas geralmenteconcêntricas proporcionam a inserção de alavanca de fluxo no corpo de tor-neira 102 bem como uma superfície 190 contra a qual montar vedações 122e membro de vedação 126 sob a tampa 120.
Fazendo referência agora às figuras 18 a 24, a alavanca de fluxo106 inclui porção semi-esférica 132 tendo uma face com um diâmetro geral-mente igual ao diâmetro da porção esférica 124. É desejável ter um diâmetrotão grande de porção semi-esférica 130 que permita um diâmetro de abertu-ra 134 tão grande entre o corpo de torneira 102 e a calha 104. Quanto maiora abertura, maior a quantidade de líquido que pode fluir através da torneira100 para uma dada pressão sendo aplicada ao líquido. Contudo, o desejo deter uma superfície de diâmetro menor 190 dentro da abertura superior 116para a vedação inferior 122, poderia indicar que a porção 130 seja menor emdiâmetro do que a porção 124. Com a liberação da porção 130, conformemostrado nas figuras 18 a 24, a porção semi-esférica 130 pode ser feita paraencaixar dentro da abertura de diâmetro menor 184, enquanto ainda propor-ciona um diâmetro tão grande quanto possível para encaixe do membro devedação 132 e da abertura de fechamento 134. A porção de liberação 130também proporciona uma vantagem adicionada de fornecimento de menosde um obstáculo para fluir ao longo do eixo geométrico 154 e através da a-bertura 134. Embora uma superfície de vedação 192 da porção 130 sejamostrada em geral com o mesmo diâmetro que a porção esférica 124, isso éapenas por conveniência. Os diâmetros relativos da porção esférica 124 eda superfície de vedação 192 de porção semi-esférica 130 podem ser adap-tados, conforme desejado.
A porção intermediária 150 é posicionada entre a porção esféri-ca 124 e á porção rosqueada 128 e pode incluir um par de partes planasopostas 194. Essas partes planas podem encaixar características de gram-po-u 148, descritos abaixo.
Fazendo referência agora às figuras 25 a 32, o grampo-u 148inclui uma fenda 200 através da qual a porção intermediária 150 da alavancade fluxo 106 é recebida. O grampo-u 148 também inclui uma porção de anelem geral fluir 202, que pode incluir partes planas 204 ao longo de lados o-postos. Quando o grampo-u 148 é posicionada na abertura superior 116 docorpo de torneira 102, as partes planas 2o4 são configuradas para encaixarflanges 176 a fim de orientar o grampo-u 148 conforme desejado e impedir arotação do grampo-u 148. Dentro de cada parte plana 204 uma reentrância206 pode ser incluída, a qual pode se estender através da porção de anel202 e em uma porção de centro elevado 208. Em um lado inferior da porçãocentral 208 pode ser formada uma reentrância esférica 210 dentro da qualuma superfície superior da porção esférica 124 da alavanca de fluxo 106pode ser recebida (conforme mostrado na figura 7).
Dentro da fenda 200 pode estar um par de detentores 212 e umsegundo par de detentores 214. Esses detentores são configurados paraencaixar partes planas 194 de porção intermediária 150 da alavanca de fluxo106. Os detentores 212 são posicionados para corresponder à posição fe-chada da alavanca de fluxo 106, conforme mostrado na figura 8, e detento-res 214 são posicionados para corresponder a posição aberta da alavancade fluxo 106, como mostrado na figura 9. É preferível que o grampo-u 148seja formado de um material deformável, resiliente, de modo que o movi-mento da alavanca de fluxo 106 entre as posições aberta e fechada forçaráo grampo-u 148 para se deformar para fora à medida que uma porção inter-mediária 150 se move dentro da fenda 200 e voltará para a forma a fim desustentar, cativamente, a alavanca de fluxo 126 na posição desejada. Asreentrâncias 206 na porção de anel 202 e na porção central 208 podem pro-porcionar uma área em ambos os lados do grampo-u 148 para material des-locado por essa deformação, para movê-la à medida que a alavanca de fluxo106 é movida entre as posições. A natureza do material do qual o grampo-u148 é formado pode remover a necessidade dessas reentrâncias.
Fazendo referência agora às figuras 33 e 34, uma abordagemalternativa para montagem, liberavelmente, de uma calha removível alterna-tiva 304 para um corpo de torneira alternativo 302 de uma torneira alternati-va 300 é mostrado. Um pegador 312 é montado giravelmente no corpo detorneira 302 em um par de pinos de oposição 306 no lado do corpo de tor-neira 302. O corpo de torneira 302 é configurado, similarmente ao corpo detorneira 102, com a exceção do fornecimento para uso de pegador 312 nolugar de pegador 112. A calha 304 inclui uma reentrância 340 para receberparafuso de aperto 138. Para remover a calha 304 do corpo de torneira 302,o parafuso de aperto manual 138 é retraído da reentrância 340 e o pegador312 girado para cima, para longe da calha 304. A calha 304 pode, então, serremovida do corpo 302. A calha 304 é configurada similarmente à calha 104,com a exceção da natureza do interfaceamento com o pegador de galha.Um membro dè vedação 142 (não-mostrado) pode ser posicionado entre ocorpo de torneira 302 e a calha 304 e recebido dentro do canal 144 do corpo302.
Fazendo referência agora também às figuras 35 a 39, o corpo detorneira 302 e a calha 304 são mostrados com características internas simi-larmente configuradas ao corpo de torneira 102 e à calha 104. A calha 304inclui entrada de ar 166 similarmente posicionada ao longo da parede interna170 dentro da porção de transição 160, onde o fluxo de líquido dentro dacalha 304 é transicionado do fluxo geralmente paralelo ao eixo geométrico154 para fluir em geral paralelo ao eixo geométrico 164 da calha 304. Con-forme mostrado, com a exceção da natureza do pegador de calha e caracte-rísticas externas correspondentes, a configuração da calha 304 e do corpode torneira 302 são funcionalmente idênticas à calha 104 e ao corpo de tor-neira 102.
Fazendo referência às figuras 40 a 43, a segunda modalidadealternativa de uma torneira 400 inclui um corpo de torneira 402 e uma calharemovível 404. A alavanca de fluxo 106 também é incluída com a torneira400. O corpo de torneira 402 difere dos corpos de torneira anteriores divul-gados acima pelo fato de que o corpo de torneira 402 inclui porção de transi-ção de fluxo 460 dentro de uma cavidade de fluxo interna 408. Nessa porçãode transição 460, líquido é transicionado de circulando em geral paralelo aoeixo geométrico 154 para circulando em geral paralelo ao eixo geométrico164, similar ao que é descrito acima, com uma diferença sendo que a transi-ção está ocorrendo dentro do corpo de torneira 402, em lugar de dentro dacalha 404. Similarmente, uma entrada de ar 466 é posicionada dentro daporção de transição 460 ao longo de uma parede interna 470, em geral para-leio ao eixo geométrico 164 e a jusante de uma parede interna 468 geral-mente paralela ao eixo geométrico 154.
Outras características internas do corpo de torneira 402 são si-milares às características dos corpos de torneira descritos acima, com rela-ção à interface e à relação entre a alavanca de fluxo 106 e o membro de ve-dação 132 dentro da cavidade 408. A calha 404 pode ser uma calha con-vencional rosqueavelmente montada no corpo de torneira 402, permitindoaos usuários adotar o uso de um corpo de torneira e outros membro de a-cordo com a presente invenção e ser capaz de usar algum equipamentoconvencional.
As figuras 44 e 45 mostram uma alavanca de fluxo alternativa506 com porção esférica 124 e uma porção esférica inferior removível 530.Enquanto a alavanca de fluxo 106 inclui uma porção semi-esférica 130, queé reduzida em corte transversal para encaixar através de uma abertura naabertura superior 116 na cavidade 134 ou 408, a alavanca de fluxo 506 pro-porciona uma abordagem diferente para permitir a inserção nessas cavida-des internas. A porção esférica inferior 530 é montada, removivelmente, emuma haste inferior 532 da alavanca 506 e pode ser mantida no lugar por umprendedor removível, tal como um parafuso de chaveta 534. A haste inferior532 pode incluir uma reentrância 536 para encaixar o prendedor removível,tal como um parafuso de chaveta 534 ou o parafuso de chaveta 534 podeencaixar a haste inferior pela criação de uma deformação ou dente em umasuperfície externa da haste inferior 532.
Para posicionar a alavanca de fluxo 506 dentro de um dos cor-pos de torneiras mostrados acima, a porção esférica inferior 530 é removidada haste inferior 532 pelo afrouxamento do parafuso de chaveta 534 dentrode uma abertura de parafuso de chaveta 538 (mostrada em linhas tracejadasna figura 45). A haste inferior 532 é inserida através da abertura superior 116na cavidade interna e a porção esférica inferior é inserida na mesma cavida-de através da extremidade traseira 108. A haste inferior 532 é inserida den-tro a abertura de haste 540 (mostrada em linhas tracejadas na figura 45) daporção esférica inferior 530. O parafuso de chaveta 534 é acessado atravésde uma das extremidades frontal ou traseira do corpo de torneira e avançadoaté encaixar a reentrância 536 ou a superfície da haste inferior 532. Uma vezque a porção esférica inferior 530 é presa à alavanca de fluxo 506, a alavan-ca de fluxo 506 pode ser orientada conforme desejado dentro da abertura116 e o grampo-u 148 posicionado em torno da porção intermediária 150encaixando partes planas 194.
É sabido que uma forma que se aproxima daquela de uma gota,com uma extremidade arredondada a montante e uma extremidade maislonga, afunilada, a jusante, permite fluxo mais uniforme, menos turbulento,de um fluido em torno de um objeto. O fluxo mais uniforme dentro de qual-quer um dos carnes de travamento (9-16) de acordo com a presente inven-ção pode ser obtido dentro do uso de uma porção inferior moldada comoaquela da porção inferior 630, mostrado nas figuras 46 e 47. A porção inferi-or 630 inclui superfície de vedação 192 para permitir abertura e fechamentode uma torneira em coordenação com o membro de vedação 132, similaràquele descrito acima. Contudo, uma porção afunilada, estendida, 552 seestende em geral oposto da superfície de vedação 192 e proporciona formaem fluxo de fluido através de uma torneira, que pode ter menos turbulênciae, assim, reduzir a formação de espuma do fluido distribuído. Conforme mos-trado, a porção inferior 630 é adaptada para uso com a alavanca de fluxo506 e pode ser montada removivelmente na haste inferior 532. Alternativa-mente, porções esféricas inferiores moldadas similarmente à porção inferior630 podem ser incluídas nas várias alavancas de fluxo aqui divulgadas.
• As figuras 48 e 49 ilustram uma modalidade alternativa de ummembro de vedação 232 com uma face de vedação frontal arredondada 234para encaixe da superfície de vedação 192 de uma alavanca de fluxo e umaface traseira plana oposta 236. Embora o membro de vedação 132 sejamostrado como geralmente arredondado em corte transversal (vide as figu-ras 7 a 9, acima) apenas um lado do membro de vedação 132 encaixa a su-perfície de vedação 192. O lado oposto do membro de vedação 132 está seapoiando contra uma parede externa geralmente plana 178 da reentrância156. Sólidos de cerveja e outros precipitados podem se coletar entre omembro de vedação 132 e a parede de reentrância 156. Embora o fluxo defluido em torno de todos os lados do membro de vedação 132 possa auxiliarno nivelamento desses materiais de perto do membro de vedação 132, de-senhos alternativos podem ser desejáveis para o membro de vedação 132.
O membro de vedação 232 inclui um desses desenhos alternativos. O mem-bro de vedação 132 apresenta uma superfície arredondada para a paredeexterna 178 e forma uma vedação geralmente estreita entre a superfície ge-ralmente redonda e a parede externa 178. Quaisquer precipitados ou outrosmateriais que se reúnam nessa localização podem danificar a capacidade domembro de vedação 132 para proporcionar uma vedação hermética. Nemtodos os fluidos a serem distribuídos de uma torneira de acordo com estaexposição demonstrarão esses problemas com precipitados. Para distribui-ção daqueles fluidos que incluem esses precipitados potenciais, o membrode vedação 232 proporciona uma superfície de vedação muito mais largacontra a parede externa 178 e auxilia na formação de uma vedação apesarda presença desse material.
Pelo fornecimento de uma superfície de vedação mais larga, omembro de vedação 232 também dispersa a pressão que forma a vedaçãosobre uma superfície maior. Embora a força de vedação geral possa perma-necer a mesma, ela é dispersa através de uma grande área, reduzindo aforça por polegada quadrada. Pressão maior por área unitária pode causarvulcanização com o tempo do material do qual o membro de vedação é for-mado e uma redução na pressão por área unitária pode ajudar a reduzir avulcanização, resultando em maior duração de vida útil para o membro devedação.
A extremidade traseira adjacente 108 de cada uma das torneiras102, 22, 302 e 402 pode ser um anel circunferencial interno 508 de ranhuras510, que podem ser usadas para auxiliar no posicionamento e na fixaçãodas torneiras com relação a um suporte. Essas ranhuras permitem que astorneiras sejam orientadas como desejado ou requerido rotacionalmente pe-lo encaixe de ranhuras correspondentes do suporte e, então, fixados naque-la posição, por exemplo, através de um anel de travamento rosqueado emtorno de roscas 512, conforme mostrado nas figuras 50 e 51. Embora essasranhuras tenham sido formadas convencionalmente em torno de toda a cir-cunferência da extremidade traseira 108 para encaixar esse suporte ranhu-rado, as ranhuras 510 podem ser formadas descontinuamente em tornodessa circunferência interna, conforme mostrado no corpo de torneira alter-nativa 502. As ranhuras 510 no corpo de torneira 502 são posicionadas emtorno da circunferência interna 506 da extremidade traseira 108 em trêssegmentos distintos 504. É antecipado que mais de menos números desegmentos 504 podem ser usados dentro da circunferência 506 ao mesmotempo em que ainda se mantém a capacidade de posicionar e fixar a posi-ção do corpo de torneira 502 na montagem em um suporte ranhuras corres-pondente convencional.
Outra modalidade de uma disposição descontínua de ranhuras510 é mostrada nas figuras 52 e 53. Um corpo de torneira alternativo 520inclui ranhuras 510, que foram espaçadas em duas vezes a distância dasranhuras 510 das torneiras 102, 202, 302 e 402. Embora as ranhuras for-mem uma circunferência em torno de um anel geralmente contínuo 506, a-penas metade do número de ranhuras 510 estão incluídos. É antecipado queoutros múltiplos regulares do espaçamento de ranhuras 510 podem ser usa-dos dentro do escopo desta descrição. O espaçamento comum de ranhurasde um suporte convencional para recebimento de qualquer uma das tornei-ras aqui divulgadas é, em geral, seis graus entre ranhuras do centro até ocentro. Conforme mostrado nas figuras 52 e 53, o espaçamento de ranhurasdo centro até o centro é, em geral, doze graus.
Também mostrada na figura 53 está uma disposição alternativade uma linha central, de fluxo ou eixo geométrico dentro da torneira 520.Conforme mostrado nas torneiras 102, 202, 302 e 402, acima, a linha centralde fluxo ou eixo geométrico 154 se estende através da cavidade de fluxocentral 152. Contudo, a abertura frontal adjacente 134 , uma linha central defluxo intermediária ou eixo 522 é definida, o que está em um ângulo à linhacentral de fluxo 154. A linha central de fluxo intermediária 522 auxilia natransição de fluido que circula em geral paralelo à linha central de fluxo 154com o corpo de torneira 520 e circulando, em geral, paralelo à linha centralde fluxo ou eixo geométrico 164 de uma calha removível, tal como a calha304, mostrada na figura 38, acima. A uniformidade da transição entre o fluxodentro do corpo de torneira 520 e uma calha, tal como a calha 304, podeauxiliar na distribuição de fluido , pode reduzir a turbulência do fluido queestá sendo distribuído , o que pode, por sua vez, reduzir a formação de es-puma indesejada ou outros efeitos adversos. Note que o corpo de torneira520 inclui uma superfície de vedação frontal 524, que é em geral perpendi-cular à linha central intermediária 522. Embora a superfície de vedação fron-tal 524 possa ser em geral perpendicular, em ângulo, ao eixo geométrico defluxo intermediário 522, outras orientações em ângulo de superfície de veda-ção frontal 524 são antecipadas dentro do escopo da presente invenção empodem ser selecionadas para ajudar na produção ou fabricação de torneirasde acordo com a presente invenção.
Uma torneira alternativa 530 é mostrada na figura 54, incluindoum corpo de torneira 532, com linha central de fluxo 154 dentro da cavidade152 e uma linha central de fluxo intermediária em ângulo 522 adjacente àabertura frontal 134. Uma superfície de vedação frontal 526 é proporcionadaa qual é, em geral, perpendicular à linha central de fluxo 154. Uma calha re-movível 528 é montada na superfície de vedação frontal 526 em torno daabertura 134 e define a linha central 164. Note como a linha central de fluxoem ângulo intermediária 522 proporciona uma transição menos abrupta defluxo paralelo à linha central 154 dentro do corpo de torneira 532 e fluxo pa-ralelo à linha central 164 dentro da calha 528.
As figuras 55 e 56 ilustram uma modalidade alternativa de umacalha removível 600 que proporciona uma abordagem ligeiramente diferentepara uniformização de uma transição de fluido de dentro de um corpo detorneira e fluxo dentro da calha 600. Dentro da calha 600 na zona de transi-ção 160, uma superfície interna mais gradualmente ou uniformemente curva602 é proporcionada para auxiliar na transição de fluxo de em geral paraleloà linha central de fluxo 154 dentro de um corpo de torneira e, em geral, para-lelo à linha central de fluxo 164 como fluido circula na primeira extremidade158 e fora da segunda extremidade 162. O perfil exato da curvatura da su-perfície 602 pode ser um raio constante, uma curva elíptica ou algum outroperfil que possa ser correspondido com as características do fluido que estásendo distribuído.
Outras modalidades alternativas de calhas removíveis 610 e 620são mostradas nas figuras 57 e 58 e 59, 60, respectivamente. As calhas 610e 620 proporcionam fluxo desviador, em geral, posicionado ao longo daslinhas centrais de fluxo para auxiliar na transição de fluxo de fluido. Na zonade transição 160 da calha 610, um par de desviadores de fluxo são propor-cionados, um primeiro desviador 612 em geral paralelo à linha central defluxo 154 e um segundo desviador de fluxo, em geral, paralelo à linha centralde fluxo 164. Os dois desviadores de fluxo podem ser unidos, conformemostrado, ou podem ser configurados para permitir fluxo entre eles. Os des-viadores de fluxo proporcionam uma superfície ou superfícies, posicionadascentralmente, para auxiliar a transição de fluxo dentro da zona de transição160. Pode ser menos do que ótimo permitir fluido circulando dentro da calha610 para contar somente com uma superfície externa 616 da zona de transi-ção 160, a fim de proporcionar re-direção de fluxo para a linha central 164.Os desviadores de fluxo 612 e 614 proporcionam uma superfície posiciona-da centralmente para re-direcionar pelo menos uma porção de fluido quecircula através da calha 610 e aperfeiçoar a curva de pressão dentro da ca-lha 610. Similarmente, a calha 620 inclui um único desviador de fluxo 614,em geral paralelo à linha central de fluxo 164 da calha 620.
A figura 61 ilustra uma quinta modalidade alternativa de umatorneira 560 tendo uma calha removível 562 montada em uma extremidadefrontal da torneira. A ,torneira 560 é configurada, interna e geralmente, damesma maneira que as modalidades antes descritas. Uma diferença entre atorneira 560 e as modalidades antes descritas é como a calha removível562 é presa a uma extremidade frontal 568 de um corpo de torneira 570. Acalha removível 562 é presa removivelmente ao corpo de torneira 570 porum par de parafusos 564, estendendo-se através de furos ao longo de ladosopostos da calha 562 e encaixando aberturas rosqueadas correspondentesde corpo de torneira 570.
As modalidades da invenção divulgadas aqui foram discutidaspara fins de familiarização do leitor com novos aspectos da presente inven-ção. Embora modalidades preferidas tenham sido mostradas e descritas,muitas mudanças, modificações e substituições podem ser feitas por alguémversado na técnica, sem afastamento, desnecessariamente, do espírito e doescopo da presente invenção. Tendo descrito aspectos e modalidades prefe-ridas da presente invenção, modificações e equivalentes dos conceitos di-vulgados podem prontamente ocorrer para alguém versado na técnica. Con-tudo, é pretendido que essas modificações e equivalentes estejam incluídosdentro do escopo das reivindicações que estão anexas.
Claims (30)
1. Torneira para distribuição de líquidos pressurizados, a torneiracompreendendo:um corpo com uma primeira extremidade aberta e uma segundaextremidade aberta, o corpo definindo uma cavidade que se estende entreas primeira e segunda extremidades;uma abertura de alavanca estendendo-se na cavidade atravésdo corpo entre as primeira e segunda extremidades, uma alavanca esten-dendo-se através da abertura da alavanca na cavidade, uma extremidadedistal da alavanca dentro da cavidade e uma extremidade proximal da ala-vanca fora da cavidade;a extremidade distai da alavanca móvel entre uma primeira posi-ção bloqueando a fluxo de um líquido através da cavidade da primeira ex-tremidade através da segunda extremidade e uma segunda posição, permi-tindo que o líquido flua através da segunda extremidade;a extremidade distai da alavanca configurada para encaixar ummembro de vedação dentro da cavidade, adjacente à segunda extremidadena primeira posição, o membro de vedação também encaixando um assentodentro da cavidade e proporcionando uma vedação contra o líquido que saida segunda extremidade;o assento dentro da cavidade substancialmente maior do que omembro dé vedação, de modo que, quando a alavanca é colocada na se-gunda posição, o líquido pode fluir em torno do membro de vedação à medi-da que ele circula através da segunda extremidade do corpo.
2. Torneira, de acordo com a reivindicação 1, em que a alavancaé articuladamente montada dentro da abertura de alavanca e o movimentoda extremidade distai da alavanca da primeira posição para a segunda po-sição move a extremidade proximal da alavanca na direção oposta.
3. Torneira, de acordo com a reivindicação 2, em que a alavancainclui uma porção esférica posicionada entre as extremidades distai e proxi-mal, a porção esférica mantida cativamente dentro da abertura de alavancado corpo e em que o movimento da extremidade distai entre as primeira esegunda posições gira a alavanca em torno da porção esférica.
4. Torneira, de acordo com a reivindicação 3. em que uma por-ção da extremidade distai da alavanca encaixando o membro de vedação éesférica na forma.
5. Torneira, de acordo com a reivindicação 4, em que a porçãode forma esférica da extremidade distai da alavanca pode ser inserida atra-vés da abertura da alavanca do corpo.
6. Torneira, de acordo com a reivindicação 4, em que a alavancainclui uma porção esférica central posicionada entre as extremidades distai eproximal, a porção esférica central mantida cativamente dentro da aberturada alavanca do corpo, e em que o movimento da extremidade distai entre asprimeira e segunda posições gira a alavanca em torno da porção esféricacentral, em que a porção de forma esférica da extremidade distai define, a-proximadamente, o mesmo raio que a porção esférica central e em que aextremidade distai da alavanca é dimensionada para ser inserida através daabertura de alavanca do corpo.
7. Torneira, de acordo com a reivindicação 1, em que o membrode vedação é um anel-O.
8. Torneira, de acordo com a reivindicação 1, em que o membrode vedação é um anel com um lado arredondado posicionado para encaixara alavanca e um lado geralmente plano oposto ao lado arredondado, o ladoplano encaixando o corpo.
9. Torneira, de acordo com a reivindicação 1, ainda compreen-der uma calha presa removivelmente à segunda extremidade do corpo.
10. Torneira, de acordo com a reivindicação 9, em que a calhainclui uma primeira extremidade adjacente à segunda extremidade do corpoe uma segunda extremidade oposta à primeira extremidade, em que a cavi-dade define um primeiro eixo de fluxo para o líquido entre as primeira e se-gunda extremidades do corpo, e a segunda extremidade da calha define umsegundo eixo de fluxo, com os primeiro e segundo eixos em ângulo relaçãoum ao outro.
11. Torneira, de acordo com a reivindicação 10, a calha aindacompreendendo um interior através do qual o líquido pode fluir da primeiraextremidade para a segunda extremidade, o interior da calha incluindo umaárea de transição onde o líquido é girado do fluir geralmente paralelo ao pri-meiro eixo geométrico para fluir geralmente paralelo ao segundo eixo geo-métrico adjacente à segunda extremidade, a área de transição tendo umaventilação que se estende através de uma parede da calha e permitindo quear entre no interior através da parede.
12. Torneira, de acordo com a reivindicação 11, em que a áreade transição inclui uma borda interna e uma borda externa, a ventilação seestende através da parede na borda interna.
13. Torneira, de acordo com a reivindicação 12, em que a bordainterna da área de transição define um ponto de deflexão entre os primeiro esegundo eixos de fluxo e a ventilação está localizada entre o ponto de defle-xão e a segunda extremidade da calha.
14. Torneira, de acordo com a reivindicação 9, ainda compreen-dendo um grampo liberável sustentando a calha removível na segunda ex-tremidade do corpo.
15. Torneira, de acordo com a reivindicação 9, ainda compreen-dendo pelo menos um prendedor removível que se estende através da calharemovível e encaixando o corpo, sustentando a calha removível no corpo.
16. Torneira, de acordo com a reivindicação 9, ainda compreen-dendo um membro de vedação posicionado entre a calha removível e a se-gunda extremidade do corpo.
17. Torneira, de acordo com a reivindicação 1, em que a cavida-de define um primeiro eixo geométrico de fluxo para o líquido através daprimeira extremidade do corpo e um segundo eixo geométrico de fluxo parao líquido que flui através da segunda extremidade do corpo, os primeiro esegundo eixos geométricos de fluxo são em ângulo com relação um ao ou-tro.
18. Torneira, de acordo com a reivindicação 17, a cavidade docorpo ainda compreendendo um interior através do qual o líquido pode fluirda primeira extremidade para a segunda extremidade, o interior da cavidadeincluindo uma área de transição onde o líquido é girado do fluir geralmenteparalelo ao primeiro eixo geométrico para circulando geralmente paralelo aosegundo eixo geométrico adjacente à segunda extremidade, a área de tran-sição tendo uma ventilação estendendo-se através de uma parede do corpoe permitindo que ar entre no interior através da parede.
19. Torneira, de acordo com a reivindicação 18, em que a áreade transição inclui uma borda interna e uma borda externa, a ventilação seestende através da parede do corpo na borda interna.
20. Torneira, de acordo com a reivindicação 19, em que a bordainterna da área de transição define um ponto de deflexão entre os primeiro esegundo eixos geométricos de fluxo e a ventilação está localizada entre oponto de deflexão e a segunda extremidade do corpo.
21. Torneira, de acordo com a reivindicação 17, ainda compre-endendo uma calha removivelmente montada na segunda extremidade docorpo, a calha definindo um eixo de fluxo geralmente paralelo ao segundoeixo geométrico de fluxo.
22. Torneira, de acordo com a reivindicação 17, ainda compre-endendo um eixo geométrico de fluxo intermediário dentro de uma área detransição onde o fluido é transicionado de fluxo ao longo do primeiro eixogeométrico para fluxo ao longo do segundo eixo geométrico, o eixo geomé-trico de fluxo intermediário, o eixo geométrico de fluxo intermediário sendoem ângulo com relação ao primeiro e ao segundo eixos geométricos de flu-xo.
23. Torneira, de acordo com a reivindicação 22, ainda compre-endendo uma calha removível, com a área de transição e o eixo geométricode fluxo intermediário definidos no corpo e na calha removível.
24. Torneira, de acordo com a reivindicação 1, em que a alavan-ca inclui um par de partes planas opostas adjacentes à abertura da alavancae um grampo-u é posicionado em torno da alavanca que encaixa as partesplanas da alavanca dentro da abertura de alavanca do corpo, o grampo-uencaixando as partes planas e impedindo a rotação da alavanca em torno deum eixo geométrico longitudinal.
25. Torneira, de acordo com a reivindicação 24, em que o gram-po-u inclui uma pluralidade de posições de detenção, uma primeira posiçãode detenção correspondendo à primeira posição da alavanca e uma segun-da posição de detenção correspondendo à segunda posição da alavanca, ogrampo-u configurado para sustentar, liberavelmente, a alavanca em umadas posições de detenção.
26. Torneira para distribuir líquidos pressurizados, a torneiracompreendendo:um corpo tendo uma extremidade traseira e uma extremidadedianteira e uma cavidade de fluxo definida entre as extremidades dianteira etraseira;uma alavanca de controle de fluxo móvel entre uma posição a-berta, permitindo que um fluido circule através do corpo da extremidade pos-terior através da extremidade dianteira e uma posição fechada, impedindo ofluxo através do corpo;a extremidade traseira tendo uma circunferência interna incluin-do uma pluralidade de ranhuras que se estendem em direção à linha centralda cavidade, as ranhuras sendo descontinuamente espaçadas em torno dacircunferência interna .
27. Torneira, de acordo com a reivindicação 26, em que as ra-nhuras são agrupadas em dois ou mais grupos espaçados em torno da cir-cunferência interna e dentro de cada grupo, as ranhuras são espaçadas a-proximadamente seis graus.
28. Torneira, de acordo com a reivindicação 26, em que as ra-nhuras são distribuídas em geral igualmente em torno da circunferência in-terna e são espaçadas aproximadamente doze graus.
29. Torneira para distribuir líquidos pressurizados, a torneiracompreendendo:um corpo tendo uma extremidade traseira e uma extremidadedianteira e uma cavidade de fluxo definida entre as extremidades dianteira etraseira, a cavidade de fluxo definindo um primeiro eixo de fluxo;uma alavanca de controle de fluxo móvel entre uma posição a-berta, permitindo que um fluido circule através do corpo da extremidade tra-seira através da extremidade dianteira e uma posição fechada, impedindo ofluxo através do corpo;uma calha removível montada na extremidade frontal do corpo,a calha definindo um segundo eixo geométrico de fluxo;uma área de transição definida entre o primeiro eixo geométricode fluxo e o segundo eixo geométrico de fluxo;a calha incluindo um desviador de fluxo posicionado dentro daárea de transição com uma porção do desviador de fluxo geralmente parale-la ao segundo eixo geométrico de fluxo.
30. Torneira, de acordo com a reivindicação 29, a calha aindacompreendendo um segundo desviador de fluxo dentro da área de transição,o segundo desviador de fluxo geralmente paralelo ao primeiro eixo geométri-co de fluxo.
Applications Claiming Priority (3)
| Application Number | Priority Date | Filing Date | Title |
|---|---|---|---|
| US11/358,739 US8066257B2 (en) | 2006-02-21 | 2006-02-21 | Faucet with floating seal member |
| US11/358,739 | 2006-02-21 | ||
| PCT/US2007/062504 WO2007120984A2 (en) | 2006-02-21 | 2007-02-21 | Improved faucet with floating seal member |
Publications (1)
| Publication Number | Publication Date |
|---|---|
| BRPI0708121A2 true BRPI0708121A2 (pt) | 2011-05-17 |
Family
ID=38427260
Family Applications (1)
| Application Number | Title | Priority Date | Filing Date |
|---|---|---|---|
| BRPI0708121-9A BRPI0708121A2 (pt) | 2006-02-21 | 2007-02-21 | torneira aperfeiçoada com membro de vedação flutuante |
Country Status (11)
| Country | Link |
|---|---|
| US (1) | US8066257B2 (pt) |
| EP (1) | EP1994318B1 (pt) |
| JP (1) | JP5179385B2 (pt) |
| KR (1) | KR20080095282A (pt) |
| CN (1) | CN101426716B (pt) |
| AU (1) | AU2007238478B2 (pt) |
| BR (1) | BRPI0708121A2 (pt) |
| CA (1) | CA2643007C (pt) |
| RU (1) | RU2008134010A (pt) |
| WO (1) | WO2007120984A2 (pt) |
| ZA (1) | ZA200806923B (pt) |
Families Citing this family (15)
| Publication number | Priority date | Publication date | Assignee | Title |
|---|---|---|---|---|
| US8371103B2 (en) * | 2008-06-19 | 2013-02-12 | Zajac Optimum Output Motors, Inc. | Valve assembly and method for high temperature internal combustion engines |
| KR101116953B1 (ko) * | 2009-05-14 | 2012-03-14 | 강남진 | 수도용 콕 |
| JP5367472B2 (ja) * | 2009-06-15 | 2013-12-11 | ホシザキ電機株式会社 | 飲料注出コック |
| US9249696B2 (en) | 2009-06-16 | 2016-02-02 | Zajac Optimum Output Motors, Inc. | Valve assembly and method for high temperature engines |
| JP5601448B2 (ja) * | 2010-02-26 | 2014-10-08 | 株式会社ノーリツ | 飲料水供給装置 |
| US8656952B2 (en) * | 2010-09-29 | 2014-02-25 | Perlick Corporation | Beverage faucet and flow reducer |
| ITMI20102363A1 (it) * | 2010-12-22 | 2012-06-23 | Vin Service Srl | Rubinetto per l' erogazione di bevande |
| KR101858926B1 (ko) * | 2013-02-06 | 2018-05-18 | 삿뽀로 홀딩스 가부시키가이샤 | 카란, 서버, 주출 부재 및 탈착 공구 |
| AT515295B1 (de) * | 2013-09-17 | 2015-08-15 | Ramsauer Alfred | Bierzapfventil |
| US10144630B1 (en) | 2015-04-06 | 2018-12-04 | Steven P. Keeling | Beverage dispensing system |
| US10703620B1 (en) * | 2015-04-06 | 2020-07-07 | Steven P. Keeling | Beverage dispensing system |
| JP2018161773A (ja) * | 2017-03-24 | 2018-10-18 | セイコーエプソン株式会社 | 液体供給装置、液体吐出装置及び容器 |
| IT201700037089A1 (it) | 2017-04-04 | 2018-10-04 | Illycaffe Spa | Assieme di erogazione di una bevanda fredda |
| CN110925456B (zh) * | 2019-11-25 | 2024-07-05 | 广州麦百利科技有限公司 | 一种易清洗流体阀及啤酒机 |
| BR102022010428A2 (pt) | 2022-05-27 | 2023-12-05 | Aviel Dafna | Sistema, método e dispositivo para controle total de cervejarias artesanais |
Family Cites Families (34)
| Publication number | Priority date | Publication date | Assignee | Title |
|---|---|---|---|---|
| US516438A (en) | 1894-03-13 | Faucet | ||
| US1077387A (en) | 1912-09-24 | 1913-11-04 | Jessie E Beggs | Beer-faucet. |
| US2057231A (en) | 1935-09-07 | 1936-10-13 | Lester J Dawson | Faucet |
| US2169393A (en) | 1938-01-17 | 1939-08-15 | American Tap Bush Company | Direct tapping faucet structure |
| US2262062A (en) * | 1940-11-06 | 1941-11-11 | Strong Mfg Company | Faucet-type valve |
| US2627388A (en) * | 1949-07-01 | 1953-02-03 | Weatherhead Co | Transfer check valve |
| US3096001A (en) | 1959-03-09 | 1963-07-02 | Boe | Pressure-packed polymerizable materials |
| US3386700A (en) | 1965-01-07 | 1968-06-04 | Gordon Z. Greene | Pressure seal bib |
| GB1135971A (en) * | 1965-02-12 | 1968-12-11 | British Oxygen Co Ltd | Valve assembly and mechanism for dispensing liquids by gaseous pressure |
| FR1567210A (pt) * | 1968-02-27 | 1969-05-16 | ||
| FR2244948A1 (en) * | 1973-09-21 | 1975-04-18 | Guilbert Fils Anciens Ets Leon | Stop cock having special flow path for low rate setting - formed by recess in valve member |
| IE43032B1 (en) | 1976-06-28 | 1980-12-03 | Murphy J & Co Ltd | Beer tap |
| US4291821A (en) * | 1979-10-04 | 1981-09-29 | The Perlick Company, Inc. | Keg tapping system unit and valve interlock |
| GB8430324D0 (en) | 1984-11-30 | 1985-01-09 | Alumasc Ltd | Dispense tap |
| US4621750A (en) * | 1985-04-12 | 1986-11-11 | The Meyer Company | Dispenser valve |
| US4742942A (en) | 1985-05-17 | 1988-05-10 | Anheuser-Busch Companies, Inc. | Foam producing malt beverage faucet |
| IT206816Z2 (it) | 1985-07-26 | 1987-10-01 | Carpigiani Bruto Mach | Dispositivo a pistone erogatore per macchine per la fabbricazione di gelati |
| JPH0632530Y2 (ja) * | 1986-08-15 | 1994-08-24 | 東洋ステンレス工業株式会社 | サニタリ−自動ガス抜き装置 |
| US4685598A (en) | 1986-09-02 | 1987-08-11 | The Perlick Company | Keg valve assembly improved for fast filling |
| US4850388A (en) | 1988-09-19 | 1989-07-25 | Accurate Gas Control Systems, Inc. | Double valve for emptying a cylinder |
| US4942976A (en) | 1988-10-17 | 1990-07-24 | Tapour, Inc. | Container closure with spigot valve |
| DE3902527C1 (pt) * | 1989-01-28 | 1990-06-21 | Joachim 7100 Heilbronn De Mogler | |
| SU1726885A1 (ru) | 1990-01-18 | 1992-04-15 | Казанский сельскохозяйственный институт им.М.Горького | Быстроразъемное соединение |
| GB2247881A (en) * | 1990-09-17 | 1992-03-18 | Leer Koninklijke Emballage | Dispense heads |
| JPH07293717A (ja) * | 1994-04-20 | 1995-11-10 | Hisaka Works Ltd | ボールバルブ |
| EP0745556A1 (en) | 1995-05-31 | 1996-12-04 | CELLI S.p.A. | Rapid connection head for pressurized containers in a drink dispenser |
| US5794823A (en) | 1996-07-31 | 1998-08-18 | Stainless One Dispensing Systems | Limited action flow control fluid dispenser |
| JPH11325663A (ja) | 1998-05-08 | 1999-11-26 | Matsushita Seiko Co Ltd | 膨張弁 |
| US6109485A (en) | 1998-06-16 | 2000-08-29 | Vent-Matic Co., Inc. | Self regulating valve assembly for controlling fluid ingress and egress from a transportable container which stores and distributes liquid under pressure |
| US6435382B1 (en) | 1999-07-09 | 2002-08-20 | Unilever Home & Personal Care Usa, Division Of Conopco, Inc. | Spigot assembly for container |
| DE10107111B4 (de) * | 2001-02-14 | 2004-07-01 | Cmb Schankanlagen Gmbh | Zapfhahn für Getränke |
| US6626420B2 (en) * | 2001-12-13 | 2003-09-30 | Vent-Matic Company, Inc. | Dispensing faucet for a pressurized source |
| US6457614B1 (en) | 2001-12-13 | 2002-10-01 | Vent-Matic Co., Inc. | Dispensing faucet for a pressurized source |
| US7278454B2 (en) | 2003-03-13 | 2007-10-09 | Laminar Technologies, Llc | Beverage dispensing apparatus |
-
2006
- 2006-02-21 US US11/358,739 patent/US8066257B2/en active Active
-
2007
- 2007-02-21 CA CA2643007A patent/CA2643007C/en active Active
- 2007-02-21 BR BRPI0708121-9A patent/BRPI0708121A2/pt not_active IP Right Cessation
- 2007-02-21 EP EP07778426.2A patent/EP1994318B1/en not_active Not-in-force
- 2007-02-21 WO PCT/US2007/062504 patent/WO2007120984A2/en not_active Ceased
- 2007-02-21 CN CN200780006179.XA patent/CN101426716B/zh not_active Expired - Fee Related
- 2007-02-21 RU RU2008134010/06A patent/RU2008134010A/ru not_active Application Discontinuation
- 2007-02-21 KR KR1020087022328A patent/KR20080095282A/ko not_active Withdrawn
- 2007-02-21 JP JP2008556527A patent/JP5179385B2/ja not_active Expired - Fee Related
- 2007-02-21 AU AU2007238478A patent/AU2007238478B2/en not_active Ceased
-
2008
- 2008-08-12 ZA ZA200806923A patent/ZA200806923B/xx unknown
Also Published As
| Publication number | Publication date |
|---|---|
| WO2007120984A8 (en) | 2008-07-10 |
| CA2643007A1 (en) | 2007-10-25 |
| US8066257B2 (en) | 2011-11-29 |
| CN101426716A (zh) | 2009-05-06 |
| AU2007238478B2 (en) | 2012-08-23 |
| WO2007120984A3 (en) | 2008-11-06 |
| CA2643007C (en) | 2016-11-15 |
| JP2009527713A (ja) | 2009-07-30 |
| ZA200806923B (en) | 2009-07-29 |
| US20070194264A1 (en) | 2007-08-23 |
| KR20080095282A (ko) | 2008-10-28 |
| CN101426716B (zh) | 2015-04-01 |
| EP1994318B1 (en) | 2014-11-05 |
| JP5179385B2 (ja) | 2013-04-10 |
| EP1994318A2 (en) | 2008-11-26 |
| AU2007238478A1 (en) | 2007-10-25 |
| RU2008134010A (ru) | 2010-03-27 |
| EP1994318A4 (en) | 2013-01-09 |
| WO2007120984A2 (en) | 2007-10-25 |
Similar Documents
| Publication | Publication Date | Title |
|---|---|---|
| BRPI0708121A2 (pt) | torneira aperfeiçoada com membro de vedação flutuante | |
| ES2267927T3 (es) | Valvula semiesferica. | |
| WO2000063597A2 (en) | Self draining valve | |
| CN113266683B (zh) | 具有不受阻挡的流动路径且具有增大的流量系数的阀 | |
| BR112014026845B1 (pt) | válvula de controle | |
| BR102013004247A2 (pt) | Válvula macho | |
| ES3055773T3 (en) | Valve with unobstructed flow path having increased flow coefficient | |
| JP2020143712A (ja) | 偏心回転弁 | |
| CN201651438U (zh) | 一种三通双向止回阀 | |
| CN205125957U (zh) | 一种注液用连接器装置及饮水机 | |
| AU2012101250B4 (en) | Improved faucet with floating seal member | |
| CN217081453U (zh) | 蝶阀 | |
| WO2020119834A1 (es) | Válvula de compuerta antifraude | |
| CN206716243U (zh) | 一种带开关可调节温度的淋浴头 | |
| KR102081532B1 (ko) | 탈부착이 용이한 수도 계량기 | |
| CN214789142U (zh) | 一种油箱排水球阀结构 | |
| CN220302855U (zh) | 一种耐磨耐腐蚀的空调止回阀 | |
| ES2302318T3 (es) | Grifo con salidas orientables. | |
| ES1077899U (es) | Válvula de interrupción con sistema anti helada. | |
| CN213117510U (zh) | 一种pp机械阀门 | |
| KR102171328B1 (ko) | 탈부착이 용이한 수도 계량기 | |
| KR101823750B1 (ko) | 마모 교체식 볼밸브 | |
| CN208457246U (zh) | 一种球阀及硫化机集成阀组 | |
| CA2949445C (en) | Pneumatic plug for clean-out tees | |
| BR202024013682U2 (pt) | Disposição construtiva aplicada em torneira para bebedouro com bico giratório |
Legal Events
| Date | Code | Title | Description |
|---|---|---|---|
| B08F | Application dismissed because of non-payment of annual fees [chapter 8.6 patent gazette] |
Free format text: REFERENTE A 9A ANUIDADE. |
|
| B08K | Patent lapsed as no evidence of payment of the annual fee has been furnished to inpi [chapter 8.11 patent gazette] |
Free format text: EM VIRTUDE DO ARQUIVAMENTO PUBLICADO NA RPI 2364 DE 26-04-2016 E CONSIDERANDO AUSENCIA DE MANIFESTACAO DENTRO DOS PRAZOS LEGAIS, INFORMO QUE CABE SER MANTIDO O ARQUIVAMENTO DO PEDIDO DE PATENTE, CONFORME O DISPOSTO NO ARTIGO 12, DA RESOLUCAO 113/2013. |