BRPI0708640A2 - composição farmacêutica, e, métodos para tratar um paciente com dor de cabeça de enxaqueca, para tratar um paciente com dor e para tratar um paciente com enxaqueca - Google Patents

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Abstract

COMPOSIçãO FARMACêUTICA, E, METODOS PARA TRATAR UM PACIENTE COM DOR DE CABEçA DE ENXAQUECA, PARA TRATAR UM PACIENTE COM DOR E PARA TRATAR UM PACIENTE COM ENXAQUECA. A presente invenção diz respeito a formas de dosagem que podem ser usadas em métodos terapêuticos que envolvem a co-administração oral de uma combinação de pelo menos dois medicamentos, um dos quais prejudica a absorção gastrintestinal e um dos quais não prejudica. As formas de dosagem são projetadas de maneira tal que o medicamento que prejudica a absorção não é liberado no trato gastrintestinal de um paciente até que os medicamentos que não prejudicam a absorção tenham sido liberados e substancialmente absorvidos. A invenção pode ser usada no tratamento de enxaqueca usando uma combinação de triptanos e NSAIDs ou no tratamento de dor usando uma combinação de NSAIDs e analgésicos opióides.

Description

"COMPOSIÇÃO FARMACÊUTICA, Ε, MÉTODOS PARA TRATAR UMPACIENTE COM DOR DE CABEÇA DE ENXAQUECA, PARA TRATARUM PACIENTE COM DOR E PARA TRATAR UM PACIENTE COMENXAQUECA"
Referência Cruzada aos Pedidos de Patente Relacionados
O presente pedido de patente reivindica prioridade e benefíciodo pedido de patente provisório dos Estados Unidos 60/779.373 depositadoem 6 de março de 2006, cujos conteúdos estão aqui incorporados pelareferência na sua íntegra.
Campo da Invenção
A presente invenção diz respeito a formas de dosagem para co-administração oral de medicamentos em casos onde pelo menos ummedicamento prejudica a absorção do trato gastrintestinal de pacientes e pelomenos um outro medicamento não prejudica. As formas de dosagem atrasama liberação do medicamento que prejudica a absorção até depois que omedicamento que não prejudica a absorção tenha sido absorvido pelo menosparcialmente. Assim, a velocidade e eficiência da distribuição global sãomelhores. As formas de dosagem serão de particular valor para composiçõesfarmacêuticas em que analgésicos não narcóticos são combinadas comtriptanos ou analgésicos opióides.
Fundamentos da Invenção
Métodos terapêuticos que envolvem a co-administração demedicamentos podem ser usados em casos onde maiores doses de um únicoagente não teriam um efeito terapêutico benéfico ou resultariam emtoxicidade ou efeitos colaterais inaceitáveis, ou onde múltiplos mecanismosde ação podem ser benéficos. Esta abordagem é comumente usada notratamento de dor, infecção viral ou bacteriana, asma, hipertensão e câncer.
Por exemplo, analgésicos opióides podem ser combinados com outrosanalgésicos, tais como acetaminofeno ou medicamentos antiinflamatórios nãoesteroidais (NSAIDs, ver geralmente, U.S. 6.451.806). Similarmente, nocampo de terapêuticas de enxaqueca, reportou-se que a co-administração detriptanos junto com NSAIDs resulta em melhor alívio geral que aadministração de ambos sozinhos (U.S. 6.586.458).
Infelizmente, existem exemplos em que um medicamento emuma combinação prejudica a absorção de outros medicamentos do tratogastrintestinal do paciente. Isto parece ser verdade tanto para combinações demedicamentos que envolvem o uso de opióides (Crighton, et al., Anesth.Analg. 87:445-449 (1998)), quanto para os que envolvem o uso de triptanos(Seaber, et al, Eur. J. Clin. Pharm. 53:229-234 (1997)). A pior absorção podelevar a um início de ação atrasado do medicamento e a um efeito terapêuticoinferior ao esperado.
Inúmeras abordagens foram consideradas em uma tentativa decompensar a fraca absorção de medicamentos pelo trato gastrintestinal depacientes. Estas incluíram a co-administração de um agente que melhora aabsorção (U.S. 5.968.972) ou que aumenta a motilidade gástrica (U.S.6.479.551). Alternativamente, medicamentos podem ser administrados poruma via que evita o trato gastrintestinal do paciente, por exemplo, usandodistribuição transmucosa ou transdérmica (U.S. 5.624.677; U.S. 6.143.278).Embora estes métodos possam ser usados para certas terapias, abordagensalternativas podem ser desejadas.
Sumário da Invenção
A presente invenção diz respeito a formas de dosagem paracomposições farmacêuticas contendo pelo menos dois medicamentos, um queprejudica a absorção pelo trato gastrintestinal do paciente e um que nãoprejudica. Projetando as formas de dosagem de maneira tal que a liberação domedicamento que prejudica a absorção seja atrasada até depois que omedicamento que não prejudica tenha sido absorvido pelo menosparcialmente, uma distribuição mais eficiente e rápida da medicação pode seralcançada. A invenção deve ser de valor no tratamento de dor de cabeça deenxaqueca usando uma combinação de um triptano que prejudica a absorção eum NSAID que não prejudica a absorção. Também deve ser de valor paracombinações que envolvem analgésicos opióides e outros medicamentos, taiscomo analgésicos não narcóticos.
Em seu primeiro aspecto, a invenção diz respeito a umacomposição farmacêutica em forma de dosagem unitária para administraçãooral a um paciente. A composição contém pelo menos dois medicamentosdiferentes: um primeiro medicamento que prejudica a absorção pelo tratogastrintestinal do paciente e um segundo medicamento que não prejudica aabsorção. Ambos estes medicamentos devem estar presentes em umaquantidade terapeuticamente eficaz, isto é, mediante ingestão de uma ou maisformas de dosagem unitária por um paciente, medicamento suficiente deveestar presente para alcançar o efeito terapêutico desejado. Por exemplo, umaquantidade terapeuticamente eficaz de um medicamento antiinflamatório deveser uma dosagem suficiente para reduzir o inchaço ou dor associados àinflamação. Similarmente, uma dose terapeuticamente eficaz de ummedicamento administrado para tratar enxaqueca, deve ser uma quantidadesuficiente para reduzir a dor ou outros sintomas associados a uma ataque deenxaqueca. Também, será entendido que, para os propósitos da presenteinvenção, qualquer forma farmaceuticamente aceitável de um medicamentopode ser usada incluindo, mas sem limitações, cloridratos, bromidratos;benzoatos; mesilato; fosfato; succinatos; e malatos. A menos que de outraforma indicado, será entendido que referência aqui feita a um medicamento,tal como um triptano, NSAID, analgésico opióide etc., engloba todas estasformas farmaceuticamente aceitáveis similares dos medicamentos,especialmente todos os sais farmaceuticamente aceitáveis.
A principal característica da forma de dosagem da presenteinvenção é que ela é projetada para distribuir os medicamentos na composiçãofarmacêutica de uma maneira coordenada específica. Em particular, medianteingestão por um paciente, o segundo medicamento, isto é, o medicamento quenão prejudica a absorção gastrintestinal, é liberado da forma de dosagemunitária antes do primeiro medicamento que prejudica a absorção. O tempo dedistribuição também é muito importante. Em geral, essencialmente nada doprimeiro medicamento deve ser liberado da forma de dosagem unitária notrato gastrintestinal de um paciente por um período que é igual ou maior queum quarto de Tmax2, onde Tmax2 é o intervalo de tempo necessário paraalcançar uma concentração plasmática de pico do segundo medicamento quenão prejudica a absorção quando administrado a um paciente como o únicoagente ativo. Em outras palavras, Tmax2 é o intervalo de tempo da ingestãode um comprimido contendo o segundo medicamento sozinho, até que o nívelplasmático do medicamento em um paciente alcance um máximo. Este é umparâmetro farmacocinético comum que pode ser determinado usandometodologia bem conhecida na tecnologia e cujos valores para diferentesmedicamentos são fornecidos em trabalhos referência padrão, tal como oPhysician's Desk Reference (Medicai Economics, Montvale NJ). ValoresTmax tipicamente variam um pouco entre as pessoas e, conseqüentemente,eles são pouco expressos como uma faixa com base nos efeitos observadosem muitos indivíduos: Para os propósitos da presente invenção, a menos quede outra forma indicado, Tmax será considerado o meio de qualquer faixacomo esta. Por exemplo, se Tmax for reconhecido na tecnologia como sendo1-2 horas, para os propósitos da presente invenção deve-se considerar 90minutos e 1/4 Tmax seria cerca de 22 minutos. Assim, a frase "período que éigual ou maior que um quarto de Tmax2" significaria 22 minutos ou mais.Para formas de dosagem em que um NSAID ou outro analgésico nãonarcótico está presente como o componente que não prejudica a absorção, aliberação do medicamento que prejudica a absorção deve ser atrasada por ummínimo de 10 minutos, e mais preferivelmente o atraso deve ser por ummínimo de 20, 30 ou 60 minutos. A menos que de outra forma indicado pelocontexto, o termo "é liberado" significa o tempo quando uma porçãosubstancial de um medicamento (por exemplo, maior que 1%) é descarregadade uma forma de dosagem e entra no trato gastrintestinal de um paciente.
Em uma modalidade preferida, a composição farmacêuticadescrita anteriormente é na forma de um comprimido de múltiplas camadas,preferivelmente onde essencialmente todo o primeiro medicamento queprejudica a absorção é envolto por uma membrana que não o libera, ou que éformulada com componentes que atrasam sua liberação, por um período detempo pelo menos equivalente a um quarto de Tmax2 e, preferivelmente, porum período de pelo menos metade de Tmax2.
O termo "essencialmente todo"da forma aqui usada refere-se a mais que 90% da quantidade total domedicamento em uma forma de dosagem unitária, preferivelmente mais que95%, e ainda mais preferivelmente a mais que 99%. O termo "essencialmentenenhum" refere-se a menos que 10% da quantidade total de medicamento emuma forma de dosagem, preferivelmente menos que 5% e maispreferivelmente menos que 1%.
Em uma modalidade preferida, essencialmente todo doprimeiro medicamento é encontrado em uma camada de núcleo único de umcomprimido envolto por uma membrana descrita anteriormente eessencialmente todo do segundo medicamento é localizado em uma ou maiscamadas fora deste núcleo. Alternativamente, um agente que atrasa aliberação do medicamento, pode ser misturado com o medicamento queprejudica a absorção. O agente que atrasa a liberação deve tipicamente estarpresente em composições em uma faixa entre 10% e 70% em peso econstituirá tanto de uma substância polimérica que incha e/ou um gel.
Exemplos de agentes apropriados são: hidroxipropilmetilcelulose;polivinilpirrolidona reticulada; carboximetilcelulose de sódio reticulada;polímeros de carboxivinila; álcoois polivinílicos e derivados destes incluindoderivados de etilcelulose, metilcelulose e celulose. Destes, o acima de tudo preferido é hidroxipropilmetilcelulose.
Em uma modalidade alternativa, a forma de dosagem pode seruma cápsula, preferivelmente em que essencialmente todo do primeiromedicamento é localizado em uma ou mais partículas envoltas por umamembrana que não libera este medicamento ou é formulada com componentesque atrasam a liberação por um período de pelo menos Y2 Tmax2 epreferivelmente por um período de pelo menos Tmax2. No geral, as cápsulasconterão múltiplas partículas do primeiro medicamento envolto pormembrana com essencialmente todo do segundo medicamento sendolocalizado fora destas partículas.
Entre os medicamentos que prejudicam a absorção preferidospara uso nas formas de dosagem estão os triptanos, por exemplo,sumatriptano, eletriptano, rizatriptano, frovatriptano, almotriptano,zolmitriptano e naratriptano. O acima de tudo preferido destes é sumatriptanopresente nas formas de dosagem em uma quantidade entre 25 e 100 mg, juntocom um analgésico não narcótico, tais como acetaminofeno ou um NSAID,tais como naproxeno ou naproxeno sódico a 200-600 mg. Quando naproxenoé usado, membranas devem ser projetadas de maneira tal que essencialmentenenhum triptano seja liberado por um período de pelo menos 45 minutosdepois de a forma de dosagem ser ingerida por um paciente. No caso denaproxeno sódico, nenhum triptano deve ser liberado por um período de pelomenos 20 minutos. Se desejado, estes mesmos parâmetros podem ser usadospara outras combinações de NSAIDs e triptanos ou para combinações queenvolvem analgésicos opióides e analgésicos não narcóticos. Formas dedosagem contendo triptanos e analgésicos podem ser usadas para tratarpacientes para dor de cabeça de enxaqueca.
Existe uma segunda consideração importante associada ao usode naproxeno sódico em combinação de medicamentos. Embora estemedicamento não diretamente confira absorção de outros medicamentos,acredita-se que, em virtude de suas características de dissolução relativamentefracas no ácido estomacal, ele tem o potencial para aprisionar outrosmedicamentos que dissolvem mais rápido (ver, por exemplo, pedido depatente US publicado 2004-0180089) e para, desta forma, prejudicar sualiberação. Isto é o que algumas vezes um versado na tecnologia pode quererpara levar em consideração no preparo de uma forma de dosagem para umobjetivo clínico particular. Por exemplo, se um versado quiser que triptanoseja liberado rapidamente, então a manutenção dele separado do naproxenosódico (por exemplo, em um comprimido onde triptano e NSAID estão emum arranjo lado a lado) seria desejável. Se, ao contrário, o objetivo for liberaro triptano até que uma porção substancial do naproxeno possa ser absorvida,então colocando o triptano em um núcleo envolto por naproxeno seria umarranjo aceitável.
Um outro grupo de medicamentos que prejudicam a absorçãopreferido para uso nas formas de dosagem são os analgésicos opióides, porexemplo, alfentanil, buprenorfina, butorfanol, codeína, dezocina,diidrocodeína, fentanila, hidrocodona, hidromorfona, levorfanol, meperidina,metadona, morfina, nalbufina, oxicodona, oximorfona, pentazocina, propiram,propoxifeno, sufentanil e tramadol. Analgésicos opióides podem sercombinados com analgésicos que não prejudicam a absorção gastrintestinal eadministrados a pacientes em uma quantidade terapeuticamente eficaz para otratamento de dor.
Será entendido que as formas de dosagem descritasanteriormente também podem ser usadas para composições com mais que ummedicamento que prejudica a absorção e/ou mais que um medicamento quenão prejudica a absorção. Nestes casos, essencialmente todos osmedicamentos que prejudicam a absorção devem estar contidos em uma oumais membranas que atrasam sua liberação até depois que todo medicamentoque não prejudica a absorção tenha sido liberado. O Tmax usado nadeterminação do tempo de liberação, isto é, Tmax2 deve ser o domedicamento que não prejudica que leva o mais longo para alcançar umaconcentração plasmática de pico, isto é, a concentração com o maior Tmax.
Descrição Resumida dos Desenhos
Figura 1: A figura mostra uma configuração de comprimidoem que existe um núcleo contendo um medicamento que prejudica a absorçãoenvolta por uma camada externa contendo um medicamento que nãoprejudica a absorção. A: Medicamento no núcleo (camada interna); B:Medicamento na camada externa.
Figura 2: A figura 2 mostra uma configuração de comprimidobicamada em que um medicamento que prejudica a absorção está em umacamada e um medicamento que não prejudica a absorção está na outracamada. C: Medicamento na camada 1; D: Medicamento na camada 2.
Figura 3: A figura mostra um arranjo de comprimido em queexiste um núcleo que contém um medicamento que prejudica a absorção eeste núcleo é envolto por um revestimento de película contendo ummedicamento que não prejudica a absorção. E: Medicamento no núcleo; F:Medicamento no revestimento de película.
Figura 4: A figura 4 mostra um comprimido com um núcleoque contém um medicamento que prejudica a absorção e que é envolto porum revestimento entérico. Além do mais, existe uma camada externa querodeia o núcleo revestido entérico e que contém um medicamento que nãoprejudica a absorção. G: Medicamento no núcleo; H: Revestimento depelícula de liberação entérica ou controlada; I: Medicamento no revestimentode película.
Figura 5: A figura 5 mostra uma configuração de comprimidobicamada em que um medicamento que prejudica a absorção está emprecipitados revestidos em uma camada e um medicamento que não prejudicaa absorção está na outra camada. J: Medicamento nos precipitados na camada1; K: Medicamento na camada 2.
Definições
A. "Ação a longo prazo," deve referir-se a um medicamentocom uma meia vida farmacocinética de pelo menos 4 horas, e preferivelmentepelo menos 8-14 horas e uma duração da ação igual ou maior que cerca de 6-8horas. Exemplos de NSAIDs de ação a longo prazo são: flurbiprofeno comuma meia vida de cerca de 6 horas; naproxeno e naproxeno sódico commeias-vidas de cerca de 12 a 15 horas e cerca de 12 a 13 horasrespectivamente; oxaprozina com uma meia vida de cerca de 42 a 50 horas;etodolac com uma meia vida de cerca de 7 horas; indometacina com umameia vida de cerca de 4 a 6 horas; cetorolac com uma meia vida de até cercade 8-9 horas; nabumetona com uma meia vida de cerca de 22 a 30 horas;ácido mefenâmico com uma meia vida de até cerca de 4 horas; e piroxicamcom uma meia vida de cerca de 4 a 6 horas. Se um analgésico ou outromedicamento não tiver naturalmente uma meia vida suficiente para ser deação a longo prazo, ele pode ser preparado agindo a longo prazo pela formaem que ele é formulado. A menos que de outra forma indicado, referência aum medicamento "de ação a longo prazo" deve incluir medicamentosespecialmente formulados para ser de ação a longo prazo. Métodos parapreparar formulações de ação a longo prazo apropriadas são bem conhecidosna tecnologia (ver, por exemplo, Remington's Pharmaceutical Sciences, 16aed., A. Oslo editor, Easton, Pa. (1980); Controlled Drug Delivery, EdithMathiowitz, John Wiley & Sons (1999), ISBN: 0471148288).
B. "Quantidade terapeuticamente eficaz" como para dosagemde medicamento deve significar uma dosagem que fornece a respostafarmacológica específica para qual o medicamento é administrado em umnúmero significativo de sujeitos em necessidade de tal tratamento. Paramedicamentos já no mercado, uma quantidade terapeuticamente eficaz deveincluir dosagens que foram determinadas como seguras e eficazes paraqualquer indicação. No entanto, isto não necessariamente exclui dosagenssubstancialmente menores (ou maiores) que dosagens mínimas estabelecidas(ou máximas) em casos particulares.
C. "Co-oportuno" com relação à administração domedicamento significa administração de um segundo medicamento enquantoque um primeiro medicamento ainda está presente em uma quantidadeterapeuticamente eficaz.
D. "Coordenado" na prática da presente invenção significaadministração de medicamentos de uma maneira tal que níveis plasmáticosefetivos do medicamento que não prejudica a absorção (ou medicamentos)estão presentes em um sujeito antes que o medicamento que prejudica aabsorção seja liberado.
E. "Forma de dosagem unitária" deve significar uma únicaadministração da entidade do medicamento. A título de exemplo, umcomprimido ou cápsula únicos seria uma forma de dosagem unitária.
Descrição Detalhada da Invenção
A presente invenção diz respeito a formas de dosagem oralpara a co-administração de pelo menos dois medicamentos, um que prejudicaa absorção gastrintestinal e um que não prejudica. As formas de dosagem sãoprojetadas de maneira tal que o medicamento que prejudica a absorção não éliberado até depois que o medicamento que não prejudica tenha sido liberadoe tenha uma oportunidade de ser absorvido pelo menos parcialmente.
Por conveniência, a taxa na qual o medicamento que nãoprejudica a absorção é absorvido é expressa como Tmax2, que é definidocomo o intervalo de tempo entre a ingestão do medicamento quandoadministrado como o único agente terapêutico, e o tempo no qual aconcentração plasmática do medicamento atinge o pico. A liberação domedicamento que prejudica a absorção deve, no geral, ser atrasada por umperíodo equivalente a, no mínimo, um quarto de Tmax2. Uma forma preferidade atrasar a liberação é rodear o medicamento que prejudica a absorção comuma membrana que degrada ou dissolve em uma taxa pré-selecionada.Entretanto, outras alternativas também podem ser usadas. Por exemplo,mistura em polímeros (por exemplo, hidroxipropilmetilcelulose) que atrasama liberação de medicamento (por exemplo, por inchaço) com ummedicamento, tal como um triptano ou analgésico opióide, pode ser usada.
Preparo de Preparações Farmacêuticas
As composições farmacêuticas da invenção incluemcomprimidos e cápsulas que podem ser preparadas de acordo com métodosque são padrão na tecnologia (ver, por exemplo, Remington1S PharmaceuticalSciences, 16a ed., A Oslo editor, Easton, Pa. (1980)). Medicamentos ecombinação de medicamentos serão tipicamente preparados em mistura comexcipientes convencionais. Veículos adequados incluem, mas sem limitações:água; soluções de sal; álcoois; goma arábica; óleos vegetais; álcooisbenzílicos; polietileno glicóis; gelatina; carboidratos, tais como lactose,amilose ou amido; estearato de magnésio; talco; ácido silícico; parafina; óleode perfume; ésteres de ácido graxo; hidroximetilcelulose; polivinilpirrolidona; etc. As preparações farmacêuticas podem ser esterilizadas e, sedesejado, misturadas com agentes auxiliares, tais como: lubrificantes,conservantes, desintegrantes; estabilizantes; agentes umectantes;emulsificantes; sais; tampões; agentes corantes; agentes flavorizantes; ousubstâncias aromáticas.
Membranas que atrasam a liberação de medicamentos queprejudicam a absorção podem ser aplicadas a um núcleo ou camada contendoo medicamento usando técnicas de revestimento padrão. Os materiais derevestimento podem ser dissolvidos ou dispersos em solventes orgânicos ouaquosos e podem incluir um ou mais dos seguintes materiais: copolímeros deácido metacrílico, goma-laca, hidroxipropil-ftalato de metcelulose, ftalato deacetato de polivinila, trimelitato de hidroxipropilmetilcelulose,carboximetiletil-celulose, ftalato de acetato de celulose, etilcelulose ou outropolímero(s) de revestimento adequado. A taxa na qual as membranasdissolvem pode ser controlada pelo polímero ou combinação de polímerosselecionados e/ou razão de grupos pendentes, e pode depender do pH. Porexemplo, características de dissolução da película do polímero podem seralteradas pela razão de grupos carboxila livres para grupos éster. Membranastambém podem conter plastificantes farmaceuticamente aceitáveis, tais comocitrato de trietila, ftalato de dibutila, triacetina, polietileno glicóis,polissorbatos ou outros plastificantes. Aditivos, tais como agentesdispersantes, corantes, antiaderentes e antiespumantes também podem serincluídos. O grau para o qual uma membrana atrasa a liberação domedicamento também pode ser controlado alterando a espessura damembrana. Os mesmos polímeros também podem ser misturados commedicamentos para atrasar a liberação.
Para qualquer dada composição de membrana, o tempo deliberação pode ser empiricamente determinado usando técnicas experimentaisin vitro que são bem conhecidas na tecnologia (ver, por exemplo,procedimentos descritos na farmacopéia dos Estados Unidos, ver <721> e<724>). Por exemplo, a liberação de uma substância marcadora em um meioque simula condições in vivo pode ser determinada para membranas de váriasespessuras. Desta maneira, uma correlação entre, por exemplo, espessura eliberação pode ser estabelecida e usada na construção de uma membrana queliberará medicamento em um tempo desejado.
A Preparação de Formas de Dosagem de Comprimido
Preferivelmente, combinação de medicamentos será na formade um comprimido bi ou multicamadas. Em uma configuração bi-camada,uma porção do comprimido contém o medicamento que não prejudica aabsorção (por exemplo, um analgésico não narcótico, tal como um NSAID)na dosagem necessária junto com excipientes apropriados, agentes paraauxiliar dissolução, lubrificantes, cargas, etc. A segunda porção docomprimido conterá o medicamento que prejudica a absorção (por exemplo,um analgésico opióide ou triptano) na dosagem necessária junto com outrosexcipientes, agentes de dissolução, lubrificantes, cargas, etc. O medicamentoque prejudica a absorção pode ser envolto por uma membrana que nãodissolve até pelo menos um quarto de Tmax do medicamento que nãoprejudica a absorção. Alternativamente, a liberação do medicamento queprejudica a absorção pode ser atrasada misturando este medicamento com umagente que atrasa sua liberação, por exemplo, um polímero que incha quandoentra em contato com fluido no trato gastrintestinal. A quantidade de polímeroa ser incluída pode ser determinada usando testes de dissolução da formadescrita anteriormente.
Em geral, comprimidos serão projetados, de maneira tal que omedicamento que não prejudica seja liberado imediatamente depois daingestão por um paciente. Entretanto, existem exemplos em que, em virtudeda instabilidade no estomago do paciente, o medicamento está dentro de umrevestimento entérico que não o libera até que o medicamento tenha atingidoo intestino do paciente. Nestes casos o valor de Tmax2 corresponderá aoperíodo entre a liberação do medicamento e a obtenção de uma concentraçãoplasmática de pico, mais o período de tempo necessário para que omedicamento chegue no intestino do paciente.
Formas de Dosagem Contendo Analgésicos em Combinação comTriptanos ou Analgésicos Opióides
As duas combinações acima de tudo preferidas para uso emformas de dosagem são analgésicos não narcóticos (particularmente NSAIDs,NSAIDs com ação a longo prazo sendo preferidos) junto tanto com triptanosquanto com analgésicos opióides. Em ambos os casos, o analgésico nãonarcótico deve ser liberado primeiro, preferivelmente em 5 minutos depois daingestão, e a liberação de triptano ou analgésico opióide é atrasada por pelomenos 10 minutos depois da ingestão e preferivelmente por pelo menos 20,30 ou 60 minutos. As combinações triptano/NSAID serão usadasprincipalmente no tratamento de enxaqueca e combinações que envolvemanalgésicos opióides serão usadas no tratamento de outros tipos de dor agudaou crônica. O guia com relação à quantidade destes agentes a ser usada noscomprimidos ou cápsulas e a dosagem diária que deve ser administrada aospacientes são fornecidos nas tabelas 1-3. Todos dos agentes listados são bemconhecidos na tecnologia e podem ser tanto adquiridos comercialmentequanto fabricados usando metodologia estabelecida. Os números fornecidosnas tabelas referem-se ao componente ativo nos compostos de medicamento.
Entretanto, será entendido que qualquer uma das formas farmaceuticamenteaceitáveis de um medicamento pode ser usada. Também será entendido que ainformação nas tabelas é para guia somente. Dosagens reais e quantidades decomprimido podem ser alteradas pelos médicos e outra equipe de médica combase em considerações clínicas e práticas.
Tabela 1: Informação de dosagem para analgésicos opióides
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Tabela 2: Informação de dosagem para triptanos<table>table see original document page 16</column></row><table>
NSAIDs compatíveis com a presente invenção são bemconhecidos na tecnologia e são tanto comercialmente disponíveis quantopodem ser sintetizados usando técnicas padrão da química medicinal. Emboraa dosagem de NSAID possa ser ajustada por um médico em uma base caso-a-caso, guias gerais foram estabelecidos na tecnologia para muitos destescompostos.
Exemplos de NSAIDs (com dosagens diárias típicas emparênteses) são como se segue: ácidos propiônicos (fenoprofeno (1.500 mg);flurbiprofeno (200 mg); suprofeno; benoxaprofeno; ibuprofeno (1.600 mg);cetoprofeno (200 mg); naproxeno (750 mg); oxaprozina (1.200 mg)); ácidosacéticos (diclofenac (100 mg); aceclofenac (200 mg); etodolac.(1200 mg);indometacina (75 - 150 mg); cetorolac (10 - 30 mg)); cetonas (nabumetona(1.500 mg); sulindac (300 mg); tolmetin (800 mg)); fenamatos(meclofenamato (400 mg); ácido tolfenâmico (400 mg); ácido mefanâmico);oxicams (droxicam; piroxicam (20 mg); lomoxicam (30 mg); meloxicam (15mg); tenoxicam) salicilatos (aspirina; diflunisal); pirazolinatos(oxifenbutazona; azapropazona; fenilbutazona); inibidores da COX-2(rofecoxib (50 mg); valdecoxib (20 - 40 mg); etorocoxib (60 -120 mg);celecoxib (200 mg); lumiracoxib (100 - 200 mg); M-522; NS-398; e CS-502).
Embora o médico experiente seja capaz de monitorar e ajustardosagens para cada paciente com relação à severidade da dor e a presença deefeitos colaterais, dosagens diárias máximas aproximadas são como se segue:flurbiprofeno 300 mg; naproxeno 1.500 mg; naproxeno sódico 1.650 mg;oxaprozina 1.800 mg; etodolac 1.200 mg; indometacina 150-200 mg;cetorolac 120 mg i.m. e 40 mg quando tomado oralmente; nabumetona 2.000mg; ácido mefenâmico 1.000 mg; e piroxicam 20 mg. Em exemplosparticulares, entretanto, exceder estas dosagens "máximas" pode ser a escolhade um profissional médico.
Tabela 3: Informação de dosagem para NSAIDs seletivos
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Uso em Métodos Terapêuticos
As formas de dosagem descritas anteriormente podem serusadas como uma melhora em qualquer terapia já existente que envolve a co-administração de um medicamento que prejudica a absorção gastrintestinaljunto com um ou mais medicamentos que não prejudicam a absorção. Assim,os comprimidos e cápsulas podem ser usados para substituir formas dedosagem contendo um componente da combinação ou formas de dosagem quecontêm ambos os componentes, mas em que a liberação dos medicamentosnão é coordenada da maneira descrita aqui. As dosagens administradasusando os comprimidos e cápsulas da presente invenção devem seraproximadamente as mesmas dadas quando medicamentos individuais dacombinação são separadamente administrados. No caso de combinaçõesenvolvendo triptanos e analgésicos não narcóticos, o guia com relação àsdosagens e a quantidade presente nos comprimidos ou cápsulas pode serencontrado nas tabelas 2 e 3 anteriores. Estas formas de dosagem serão usadasprincipalmente para tratar pacientes com dor de cabeça de enxaqueca e podemser tomadas no início de ação dos sintomas associados a um ataque deenxaqueca.
Combinações envolvendo analgésico opióide e analgésicosnão narcóticos podem ser usadas no tratamento de uma ampla variedade detipos diferentes de dor aguda ou crônica, incluindo dos pós operatória e dorassociada a doença crônica, tal como câncer. O guia com relação às dosagense à quantidade de cada medicamento presente nos comprimidos ou cápsulaspode ser encontrado nas tabelas 1 e 3. Em todos os casos, medicamentosuficiente deve ser administrado para atingir o benefício terapêuticopretendido, isto é, alívio da dor.
Exemplos
Exemplo 1: Triptano e NSAID
O presente exemplo descreve um comprimido revestido porcompressão ou revestido por prensagem consistindo em succinato desumatriptano no núcleo e naproxeno sódico em volta do núcleo. Referir-se àfigura 1 para esquema do comprimido.
Tabela 4: Composição para núcleo (40 mg de sumatriptano)
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1 56,0 mg de succinato de sumatriptano é equivalente a 40 mg de sumatriptano2 Agua purificada, USP é removida durante o processo de secagem
Tabela 5: Composição da camada fora do núcleo (500 mg de naproxenosódico)
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Agua purificada, USP é removida durante o processo de secagem
Os ingredientes intragranulares da tabela 4 (succinato desumatriptano) são carregados no granulador de alto cisalhamento (isto é, Gral,PMA). Os ingredientes são misturados a seco e uma solução de granulação(água purificada) é então adicionada agitando continuamente ao mesmotempo. A mistura continua até que uma granulação desejada seja obtida. Osgrânulos úmidos são removidos do granulador de alto cisalhamento e sãosecos em um secador de leito fluídico (isto é, Glatt) para atingir uma umidade< 1%. A granulação seca é moída usando um moinho adequado (isto é,Quadro Comil, Fitzmill). A granulação moída e os ingredientesextragranulares da tabela 4 são então adicionados a um misturador (porexemplo, misturador- V, misturador tote) e misturados até que uniformidade.Lubrificantes, estearato de magnésio e talco são então adicionados emisturados. A mistura é descarregada nos recipientes (por exemplo,tambores).
Similarmente, os ingredientes intragranulares da tabela 5(naproxeno sódico) são carregados em um granulador de alto cisalhamento(por exemplo, Gral, PMA) e misturados a seco. A solução de granulação(água purificada) é então adicionada misturando continuamente ao mesmotempo a uma granulação desejada. Os grânulos úmidos são removidos dogranulador de alto cisalhamento e secos em um secador de leito fluídico paraatingir uma umidade de 1-5%. A granulação seca é moída usando um moinhoadequado (por exemplo, Quadro Comil, Fitzmill). A granulação moída e osingredientes extragranulares da tabela 5 são então adicionados a ummisturador (por exemplo, misturador-V, misturador tote) e misturados até queuniformidade.. Lubrificantes, estearato de magnésio e talco são entãoadicionados e misturados. A mistura é descarregada nos recipientes (porexemplo, tambores).
Comprimidos são prensados usando uma prensa decomprimido revestido por compressão (por exemplo, Manesty Drycota) com amistura dos ingredientes na tabela 4 como o núcleo ou camada interna eingredientes na tabela 5 fora do núcleo em uma camada externa. Oscomprimidos podem ser revestidos por película em uma panela derevestimento (por exemplo, Accela Cota) com propósitos estéticos.
Exemplo 2: Analgésico opióide e NSAID
Este exemplo descreve um comprimido bicamada consistindoem hidrocodona e naproxeno sódico de liberação prolongada. Referir-se àfigura 2 para um esquema do comprimido ou à figura 5 para comprimidocontendo precipitados.
Tabela 6: Composição para uma camada (10 mg de bitartrato dehidrocodona)
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Agua purificada, USP é removida durante o processo de secagem
Tabela 7: Composição para 2 camadas (400 mg de naproxeno sódico)
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1Agua purificada, USP é removida durante o processo de secagem
Os ingredientes intragranulares da tabela 6 (bitartrato dehidrocodona) são carregados em um granulador de alto cisalhamento (porexemplo, Gral, PMA) e misturados a seco. Solução de granulação (águapurificada) é então adicionada misturando continuamente ao mesmo tempo. Amistura continua até que uma granulação adequada seja atingida. Os grânulosúmidos são então removidos do granulador de alto cisalhamento e secos emum secador de leito fluídico (por exemplo, Glatt) para atingir uma umidade de1-5%. A granulação seca é moída usando um moinho (por exemplo, QuadroComil, Fitzmill). A granulação moída e os ingredientes extragranulares databela 6 são então adicionados a um misturador (por exemplo, Misturador-V,misturador-tote) e misturados até uniformidade. Estearato de magnésio éentão adicionado e misturado. A mistura é descarregada em recipientesadequados (por exemplo, tambores). Alternativamente, precipitados sãoproduzidos usando um processador rotatório para os processos de extrusão,esferonização e secagem. Os ingredientes intragranulares listados no comprimido6, incluindo bitartrato de hidrocodona, celulose microcristalina, povidona e águapurificada são formados em precipitados. Estes precipitados são então revestidospor película com Surelease que é uma dispersão aquosa de etilcelulose eplastificantes. Os precipitados e os ingredientes extragranulares da tabela 6 sãoentão adicionados a um misturador e misturados até uniformidade.
Similarmente, os ingredientes intragranulares da tabela 7(naproxeno sódico) são carregados em um granulador de alto cisalhamento(por exemplo, Gral, PMA) e misturados a seco. Solução de granulação (águapurificada) é então adicionada misturando continuamente ao mesmo tempo. Amistura continua até que uma granulação adequada seja obtida. Os grânulosúmidos são removidos do granulador de alto cisalhamento e secos em umsecador de leito fluídico para atingir uma umidade de 1-5%. A granulaçãoseca é moída usando um moinho adequado (por exemplo, Quadro Comil,Fitzmill). A granulação moída e ingredientes extragranulares da tabela 7 sãoentão adicionados a um misturador (por exemplo, V - Misturador, misturador-tote) e misturados até uniformidade. Lubrificantes, estearato de magnésio etalco, são então adicionados e misturados. A mistura é descarregada emrecipientes adequados (por exemplo, tambores).
Comprimidos são prensados em comprimidos bicamadausando uma prensa de comprimido de múltiplas camadas (por exemplo,Courtoy, Stokes) com mistura (ou mistura contendo precipitados) deingredientes na tabela 6 e ingredientes na tabela 7. Uma camada de barreira,consistindo em uma mistura 80:20 de lactose anidra, NF e celulosemicrocristalina, NF pode ser incluída entre as camadas de bitartrato dehidrocodona e naproxeno sódico, de maneira tal que um comprimidotricamada seja prensado. Os comprimidos podem ser revestidos por películacom propósitos estéticos.
Exemplo 3: Analgésico opióide e NSAID
O presente exemplo descreve um comprimido com núcleo dehidrocodona com lomoxicam em um revestimento de película. Referir-se àfigura 3 para um esquema do comprimido.
Tabela 8: Composição para comprimido de núcleo (10 mg de bitartratode hidrocodona)
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Agua purificada, USP é removida durante o processo de secagem
Tabela 9. Composição de revestimento de película contendo lomoxicam
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Os ingredientes intragranulares da tabela 8 (bitartrato dehidrocodona) são carregados em um granulador de alto cisalhamento (por exemplo,Gral, PMA) e misturados a seco. Solução de granulação (água purificada) é entãoadicionada misturando continuamente ao mesmo tempo. A mistura continua até quea granulação desejada seja atingida. Os grânulos úmidos são removidos dogranulador de alto cisalhamento e secos em um secador de leito fluídico (porexemplo, Glatt) para atingir uma umidade de 1-5%. A granulação seca é moídausando um moinho adequado (por exemplo, Quadro Comil, Fitzmill). Agranulação moída e ingredientes extragranulares da tabela 8 são então adicionadosa um misturador (por exemplo, Misturador-V, misturador-tote) e misturados atéuniformidade. Estearato de magnésio é então adicionado e misturado. A mistura édescarregada em recipientes adequados (por exemplo, tambores). Comprimidossão prensados a partir da mistura em uma prensa de comprimido.
A suspensão de revestimento ativo (Tabela 9) é preparadamisturando polissorbato 80, tampão de fosfato de sódio, e lomoxicam. Águapurificada é adicionada e misturada. Opadry Clear é adicionado à suspensão emisturado. Os comprimidos de núcleo são carregados em uma panela derevestimento e a suspensão de revestimento ativa é aplicada aos comprimidosde núcleo. Alternativamente, os comprimidos de núcleo podem ser revestidoscom película com um sub-revestimento consistindo em Opadry Clear antes dorevestimento de película ativa. Uma outra alternativa é que os comprimidosde núcleo podem ser revestidos com película com uma camada consistindoem Surelease que é uma dispersão aquosa consistindo em etilcelulose eplastificantes. Uma suspensão de revestimento branca é preparadacombinando Opadry White e água purificada e misturando até dispersão. Asuspensão de revestimento branca é então aplicada aos comprimidos.Exemplo 4:. Analgésico opióide e NSAID
O exemplo 4 é um comprimido de hidrocodona de liberaçãoatrasada com lomoxicam no revestimento de película. Referir-se à figura 4para um esquema do comprimido.
Tabela 10 — Revestimento de película entérico
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Água purificada, USP é removida durante o processo de revestimento de película
O comprimido de núcleo descrito no exemplo 3 é revestidocom película com um revestimento de película entérica. Os ingredientes parao revestimento entérico são listados na tabela 10. Monoestearato de glicerila éfundido em água purificada em aproximadamente 60 °C. Polisorbato 80 éadicionado e a mistura é resfriada a temperatura ambiente. Citrato de trietila éadicionado à dispersão de copolímero de ácido metacrílico e misturado. Adispersão de monoestearato de glicerila é adicionada à dispersão decopolímero de ácido metacrílico e misturado até uniformidade. A dispersãoresultante é aplicada aos comprimidos de núcleo em uma panela derevestimento. O revestimento de película ativa e revestimento de cor brancodescritos na tabela 9 são então aplicados aos comprimidos.
Exemplo 5: Analgésico opióide e NSAID
O exemplo 5 é um comprimido de hidrocodona de liberaçãocontrolada com lomoxicam no revestimento de película. Referir-se à figura 4para um esquema do comprimido.
Tabela 11 - Revestimento de película de liberação controlada
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Agua purificada, USP é removido durante o processo de revestimento de películaO comprimido de núcleo descrito no exemplo 3 é revestidocom película com um revestimento de película contendo Surelease, da formaapresentada na tabela 11. Surelease é fornecido por Colorcon como umadispersão aquosa 25% p/p contendo etilcelulose e plastificantes. Surelease émisturada com água purificada adicional, da forma apropriada e a dispersãoresultante é aplicada aos comprimidos de núcleo em uma panela derevestimento. O revestimento de película ativa e revestimento de cor brancodescrito na tabela 9 são então aplicados aos comprimidos.
Todas as referências aqui citadas estão completamenteincorporadas pela referência. A invenção agora completamente descrita, seráentendido por um versado na tecnologia que a invenção pode ser praticada emuma ampla e equivalente faixa de condições, parâmetros e similares, semafetar o espírito e escopo da invenção ou qualquer modalidade desta.

Claims (33)

1. Composição farmacêutica em forma de dosagem unitáriapara administração oral, caracterizada pelo fato de que compreende:a) uma quantidade terapeuticamente eficaz de um primeiromedicamento, em que o dito primeiro medicamento prejudica a absorção damedicação do trato gastrintestinal de pacientes e essencialmente todos os ditosprimeiros medicamentos são tanto envoltos por uma membrana que atrasa sualiberação depois da ingestão quanto são formulados com componentes queatrasam sua liberação depois da ingestão; eb) uma quantidade terapeuticamente eficaz de um segundomedicamento, em que o dito segundo medicamento não prejudica a absorçãoda medicação do trato gastrintestinal de pacientes;e em que, mediante ingestão da dita forma de dosagem unitária por umpaciente,i) o dito segundo medicamento é liberado da dita forma dedosagem unitária no trato gastrintestinal do dito paciente antes do ditoprimeiro medicamento; eii) o dito primeiro medicamento não é liberado da dita formade dosagem unitária por um período de tempo igual a pelo menos um quartode Tmax2, em que Tmax2 é o tempo necessário para o dito segundomedicamento atingir a concentração plasmática de pico quando o ditosegundo medicamento é administrado a um paciente como o único agenteativo.
2. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que a dita forma de dosagem unitária é umcomprimido de múltiplas camadas.
3. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 2,caracterizada pelo fato de que a liberação do dito primeiro medicamento éatrasado por um mínimo de 15 minutos depois da ingestão e o dito segundomedicamento é liberado da dosagem em 5 minutos depois da ingestão.
4. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 3,caracterizada pelo fato de que essencialmente todo dito primeiromedicamento está em uma camada de núcleo único e essencialmente todo ditosegundo medicamento está localizado em uma ou mais camadas fora da ditacamada do núcleo.
5. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que a dita forma de dosagem é uma cápsula.
6. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 5,caracterizada pelo fato de que a liberação do dito primeiro medicamento éatrasada por um mínimo de 15 minutos depois da ingestão e o dito segundomedicamento é liberado da dita dosagem em 5 minutos depois da ingestão.
7. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 6,caracterizada pelo fato de que a dita cápsula compreende múltiplas partículasdo dito primeiro medicamento e essencialmente todo o dito segundomedicamento é localizado fora das ditas partículas.
8. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que dito primeiro medicamento é um triptano.
9. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 8,caracterizada pelo fato de que o dito triptano é selecionado do grupo queconsiste em: sumatriptano, eletriptano, rizatriptano, frovatriptano,almotriptano, zolmitriptano e naratriptano.
10. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 9, caracterizada pelo fato de que o dito triptano é sumatriptano presente nadita forma de dosagem unitária em uma quantidade entre 25 e 100 mg.
11. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de que o dito segundo medicamento é umanalgésico não narcótico.
12. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-11, caracterizada pelo fato de que o dito analgésico é tanto acetaminofenoquanto um NSAID.
13. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-12, caracterizada pelo fato de que o dito analgésico é um NSAID selecionadodo grupo que consiste em: ibuprofeno; flurbiprofeno; cetoprofeno;oxaprozina; etodolac; cetorolac; nabumetona; ácido mefenâmico;indometacina; piroxicam; celecoxib; e rofecoxib.
14. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-12, caracterizada pelo fato de que o dito NSAID é naproxeno, presente na ditaforma de dosagem unitária em uma quantidade entre 200 e 600 mg.
15. Método para tratar um paciente com dor de cabeça deenxaqueca, caracterizado pelo fato de que compreende administrar ao ditopaciente uma dose terapeuticamente eficaz da composição farmacêutica,como definida na reivindicação 11.
16. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-1, caracterizada pelo fato de que dito primeiro medicamento é um analgésicoopióide.
17. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-16, caracterizada pelo fato de que o dito analgésico opióide é selecionado dogrupo que consiste em: alfentanil; buprenorfina; butorfanol; codeína;dezocina; diidrocodeína; fentanila; hidrocodona; hidromorfona; levorfanol;meperidina; metadona; morfina; nalbufina; oxicodona; oximorfona;pentazocina; propiram; propoxifeno; sufentanil; e tramadol.
18. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-16, caracterizada pelo fato de que o dito segundo medicamento é umanalgésico não narcótico.
19. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-18, caracterizada pelo fato de que o dito analgésico é tanto acetaminofenoquanto um NSAID.
20. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-19, caracterizada pelo fato de que o dito analgésico é um NSAID selecionadodo grupo que consiste em: naproxeno; ibuprofeno; flurbiprofeno; cetoprofeno;oxaprozina; etodolac; cetorolac; nabumetona; ácido mefenâmico;indometacina; piroxicam; celecoxib; e rofecoxib.
21. Método para tratar um paciente com dor, caracterizadopelo fato de que compreende administrar ao dito paciente uma doseterapeuticamente eficaz da composição farmacêutica, como definida nareivindicação 20.
22. Composição farmacêutica em forma de dosagem unitáriapara administração oral, caracterizada pelo fato de que compreende:a) uma quantidade terapeuticamente eficaz de um triptano; eb) uma quantidade terapeuticamente eficaz de um analgésicoselecionado do grupo que consiste em acetaminofeno e um NSAID;e em que,i) o dito analgésico é liberado da dita forma de dosagemunitária no trato gastrintestinal do dito paciente em 5 minutos depois de a ditaforma de dosagem ser ingerida; eii) o dito triptano é tanto envolto por uma membrana que não olibera da dita forma de dosagem unitária por pelo menos 20 minutos depois dea dita forma de dosagem ser ingerida quanto o dito triptano é formulado comcomponentes que atrasam sua liberação em pelo menos 20 minutos depois dea dita forma de dosagem ser ingerida.
23. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-22, caracterizada pelo fato de que o dito triptano é selecionado do grupo queconsiste em: sumatriptano, eletriptano, rizatriptano, frovatriptano,almotriptano, zolmitriptano e naratriptano.
24. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-23, caracterizada pelo fato de que o dito analgésico é um NSAID selecionadodo grupo que consiste em: naproxeno; ibuprofeno; flurbiprofeno; cetoprofeno;oxaprozina; etodolac; cetorolac; nabumetona; ácido mefenâmico;indometacina; piroxicam; celecoxib; e rofecoxib.
25. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 24, caracterizada pelo fato de que o dito triptano é sumatriptano presente nadita forma de dosagem unitária em uma quantidade entre 25 e 100 mg.
26. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação 25,caracterizada pelo fato de que o dito NSAED é naproxeno, presente na ditaforma de dosagem unitária em uma quantidade entre 200 e 600 mg.
27. Método para tratar um paciente com enxaqueca,caracterizado pelo fato de que compreende administrar ao dito paciente umaquantidade terapeuticamente eficaz da composição farmacêutica, comodefinida na reivindicação 22.
28. Composição farmacêutica em forma de dosagem unitáriapara administração oral, caracterizada pelo fato de que compreende:a) uma quantidade terapeuticamente eficaz de um analgésicoopióide; eb) uma quantidade terapeuticamente eficaz de um analgésiconão narcótico selecionado do grupo que consiste em: acetaminofeno e umNSAID;e em que,i) o dito analgésico não narcótico é liberado da dita forma dedosagem unitária no trato gastrintestinal do dito paciente em 5 minutos depoisde a dita forma de dosagem ser ingerida; eii) o dito analgésico opióide é envolto por uma membrana quenão o libera da dita forma de dosagem unitária em pelo menos 20 minutosdepois de a dita forma de dosagem ser ingerida ou o dito analgésico opióide éformulado com componentes que atrasam sua liberação em pelo menos 20minutos depois de a dita forma de dosagem ser ingerida.
29. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-28, caracterizada pelo fato de que o dito analgésico opióide é selecionado dogrupo que consiste em: alfentanila; buprenorfina; butorfanol; codeína;dezocina; diidrocodeína; fentanila; hidrocodona; hidromorfona; levorfanol;meperidina; metadona; morfina; nalbufina; oxicodona; oximorfona;pentazocina; propiram; propoxifeno; sufentanil; e tramadol.
30. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-29, caracterizada pelo fato de que o dito analgésico não narcótico é umNSAID selecionado do grupo que consiste em: naproxeno; ibuprofeno;flurbiprofeno; cetoprofeno; oxaprozina; etodolac; cetorolac; nabumetona;ácido mefenâmico; indometacina; piroxicam; celecoxib; e rofecoxib.
31. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-30, caracterizada pelo fato de que o dito NSAID é naproxeno, presente na ditaforma de dosagem unitária em uma quantidade entre 200 e 600 mg.
32. Composição farmacêutica de acordo com a reivindicação-31, caracterizada pelo fato de que a dita forma de dosagem unitária é umcomprimido em que o dito naproxeno e o dito analgésico opióide sãoseparados um do outro por uma membrana e o dito naproxeno não está emuma camada que envolve completamente uma camada ou núcleo contendo odito analgésico opióide.
33. Método para tratar um paciente com dor, caracterizadopelo fato de que compreende administrar ao dito paciente uma quantidadeterapeuticamente eficaz da composição farmacêutica como definida nareivindicação 30.
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