BRPI0708741A2 - inalador para substÂncias em forma de pà - Google Patents

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Schuckmann Alfred Von
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Astrazeneca Ab
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Abstract

INALADOR PARA SUBSTÂNCIAS EM FORMA DE Pà. A presente invenção refere-se a um inalador (1) para substâncias em pó (33), especialmente substâncias medicinais, com uma câmara de depósito de substâncias (27) e uma câmara de dosagem (34) que está projetada como perfuração transversal (35) de uma barra (36) e que é deslocável de uma posição de enchimento (B) para uma posição de esvaziamento (E), em cuja posição de esvaziamento (E) a câmara de dosagem (34) se situa em um canal de fluxo de ar (21). Para aperfeiçoar um inalador desse gênero especialmente quanto ao enchimento e também ao esvaziamento da câmara de dosagem - e também para garantir isso com partículas da menor granulação de pó possível - a invenção propõe que pelo menos uma parte da parede de câmara de depósito (28) se desloque na direção da barra (36) ao ser acionado o inalador (1).

Description

Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "INALADORPARA SUBSTÂNCIAS EM FORMA DE PÓ".
A presente invenção refere-se a um inalador para substânciasem forma de pó, especialmente substâncias medicinais, segundo o gêneroda reivindicação principal.
Inaladores do tipo em questão são conhecidos. Nesse sentido,por exemplo, cabe se remeter a US 5.239.992. Nesse documento de patentee exposto e descrito um inalador que possui uma barra que apresenta umacâmara de dosagem, barra esta que é deslocável de uma posição de enchi-mento para uma posição de esvaziamento. O deslocamento da câmara dedosagem e o esvaziamento da câmara de dosagem são dependentes deuma aspiração pelo paciente no decorrer de uma inspiração profunda. O en-chimento da câmara de dosagem e o seu esvaziamento por meio de ar cor-rente são inseguros.
No que se refere ao estado da técnica conhecido, a invençãotem como objetivo de melhorar ainda mais um inalador do gênero, especial-mente quanto ao enchimento e especialmente ao esvaziamento da câmarade dosagem na posição de esvaziamento.
Esse objetivo é alcançado, em primeiro lugar e no essencial, pormeio do objeto da reivindicação 1. Devido a essa configuração torna-se pos-sível encher e esvaziar com segurança também uma - ou mais - câmara dedosagem que seja menor quanto à seção transversal, e isso mesmo com póde granulação a menor possível. Nesse contexto é ótima a solução segundoa reivindicação 2. Quando a barra possuir várias câmaras de dosagem Ioca-lizadas sucessivamente na barra, as quais entram para a posição de esvazi-amento durante um acionamento de saída e podem ser sopradas para forapor uma sobrepressão de ar no canal de fluxo de ar, então será obtido umesvaziamento total ativo de cada câmara de dosagem. A emissão da subs-tância assemelha-se à dos inaladores equipados com cartuchos de aerossol,já pelo fato de que uma ou mais câmaras de dosagem podem ser enchidasexatamente quanto às porções, mesmo com pó que tenha a granulaçãomais fina possível. Devido à sobrepressão de ar aplicada no decorrer doacionamento do inalador, a substância em porções é expulsa ativamente dacâmara de dosagem, sendo que ainda devido à disposição de várias câma-ras de dosagem uma depois da outra, que no decorrer de um deslocamentoda barra que apresenta as câmaras de dosagem passam, em sua extensãolongitudinal, uma após a outra pela posição de esvaziamento, elas são so-pradas para fora como se fosse uma arma. Além disso, por meio da expul-são por sopro do ar comprimido das câmaras de dosagem obtém-se umadistribuição fina da substância descarregada, o que também possibilita oemprego de substância em pó em tamanho micro, as quais encontram-seajustadas de modo acessível aos pulmões por um caminho direto. Nessesentido, as câmaras de dosagem também podem ser selecionadas em umaordem de grandeza tal que por cada câmara se possa admitir aproximada-mente 0,03 a 0,2 mg de substância. Em um aperfeiçoamento preferencial éprevisto que a corrente de ar de aspiração necessária para a inalação dasubstância a ser emitida percorra ou circule em torno, de modo indireto, aregião de esvaziamento do canal de fluxo de ar, isto é, a região atravessadapela barra equipada com as câmaras de dosagem. Em vez disso, a correntede ar de aspiração condicionada à sobrepressão é aplicada, ao ocorrer ainspiração, apenas na região de uma seção de misturação a ser alocada àboca ou ao nariz, seção esta para dentro da qual a substância repartida éatirada ativamente por meio da sobrepressão de ar.
Os objetos das demais reivindicações serão explicados em se-guida, embora também possam ser importantes em sua formulação inde-pendente.
Nesse sentido, em um aperfeiçoamento do objeto é previsto quea barra seja projetada como barra achatada, com um comprimento medidona seção transversal, o qual corresponde a um múltiplo, como por exemplodez vezes a vinte vezes a largura medida transversalmente para isso. Nessesentido, é prevista uma barra de preferência com uma espessura de cercade 0,3 a 0,7 mm, de preferência 0,5 mm ou 0,3 mm. A barra achatada podeser constituída de um material sintético, especialmente de um material sinté-tico duro. Dá-se preferência a uma solução na qual a barra achatada sejaproduzida de um material metálico. As câmaras de dosagem localizadas su-cessivamente na extensão longitudinal da barra achatada são previstas, emsua forma mais simples, como perfurações em forma de disco circular emseu plano horizontal, respectivamente com um eixo central que fica alinhadoperpendicularmente aos lados achatados da barra achatada.
A barra, especialmente por meio da seção que apresenta ascâmaras de dosagem, atravessa as câmaras de depósito de substânciasmediante imersão através da substância em pó armazenada na câmara dedepósito. A parede da câmara de depósito é constituída, neste caso, de pre-ferência de um material elástico, como por exemplo um material do tipo bor-racha, ou ainda por exemplo um elastômero termoplástico. Ao se acionar oinalador, essa parede de câmara de depósito ajustada elasticamente é abau-Iada para dentro na direção da barra e, conseqüentemente, na direção dascâmaras de dosagem. Isso ocorre, inicialmente, por meio de um impacto desobrepressão atuante radialmente por fora sobre a parede de câmara dedepósito, sobrepressão esta que também serve para o esvaziamento dascâmaras de dosagem na posição de esvaziamento. Essa sobrepressão éformada no decorrer do acionamento do inalador, de preferência sob a formade uma sobrepressão de ar. Quanto a isso, é ainda previsto que a parede decâmara de depósito seja abaulada para dentro no mínimo na região do furode dosagem até encostar na barra e, desse modo, produza uma compressãoda substância armazenada na câmara de depósito para dentro das câmarasde dosagem. No estado abaulado para dentro, sobre cada lado plano da bar-ra, voltado para as respectivas seções transversais de abertura das câmarasde dosagem, encostam seções de parede de câmara de depósito. Nessaposição de contato, as seções de parede de câmara de depósito atuam co-mo limpadores no decorrer de um deslocamento da barra para a posição deesvaziamento. Uma limpeza desse tipo para o posicionamento exato dasubstância a ser expelida ocorre, ainda de preferência, antes de se alcançara posição de esvaziamento.
Em uma configuração preferencial do objeto da invenção, a pa-rede de câmara de depósito é abaulada adicionalmente para dentro em rela-ção ao impacto descrito da sobrepressão, também de modo ativo na direçãoda barra. Para isso são previstas unidades de pressão que atuam desde forasobre a parede de câmara de depósito, para contato preferencial das seçõesde parede nos lados achatados da barra. Esse impacto ativo na parede decâmara pelas unidades de pressão apóia ainda mais o enchimento das câ-maras de dosagem deformadas na barra mantida centralizadamente.
O deslocamento da barra que apresenta a câmara de dosagempara a posição de esvaziamento e o impacto de pressão da parede de câ-mara de depósito para o enchimento das câmaras de dosagem ocorrem nodecorrer de um acionamento do inalador. Quanto a isso, é previsto um cursoem vazio entre a tecla de acionamento do inalador e a barra, o qual faz comque, antes do arrasto da barra, ocorra o abaulamento para dentro da paredede câmara de depósito por meio das unidades de pressão externas e even-tualmente por impacto de pressão de ar. De modo correspondente, as câma-ras de dosagem são enchidas por meio das unidades de pressão mediante aintercalação da parede de câmara de depósito, de preferência ainda na po-sição de repouso da barra. Somente depois desse enchimento e do corres-pondente final do curso em vazio, é que a barra será arrastada por meio dacontinuação do deslocamento da tecla de acionamento, a fim de se levar ascâmaras de dosagem para a posição de esvaziamento.
As unidades de pressão são equipadas, de preferência, commordentes que possuem áreas de choque, as quais, na posição totalmentepivotada para dentro, respectivamente totalmente comprimida, das unidadesde pressão se localizam paralelamente à área de parede de lados largos dabarra, o que tem como conseqüência, por um lado, o enchimento correto dascâmaras de dosagem. Além disso, consegue-se assim uma posição de lim-peza. As áreas de choque pelo lado dos mordentes são projetadas achata-das e abertas de modo correspondente a um plano.
A tecla de acionamento do inalador é projetada, pelo lado dacabeça da caixa de inalador, sobressaindo em relação a esta e de mododeslocável contra uma mola de reajuste. Nesse sentido, o inalador como umtodo deve ser agarrado, de preferência, entre o polegar e, por exemplo, odedo médio, sendo que o dedo médio repousa sobre a tecla de acionamentoe o polegar apoia uma área de caixa oposta à tecla de acionamento. O acio-namento do inalador ocorre por pressão sobre a tecla de acionamento, sen-do que por meio das obliqüidades de acesso da tecla de acionamento, asunidades de pressão são giradas na direção da barra. Depois de um curtocurso em vazio, a tecla de acionamento empurra a barra para a sua frentemediante deslocamento das câmaras de dosagem desde a posição de en-chimento na câmara de depósito para a posição de esvaziamento. No casode uma disposição pivotável das unidades de pressão, as obliqüidades deacesso da tecla de acionamento atuam sobre esta de modo pivotante. Alter-nativamente a isso, as unidades de pressão também podem ser dispostasde modo deslocável bastante linearmente em direção radial, sendo que pormeio de ação de cunha obtém-se esse deslocamento radial em relação àbarra. Especialmente no caso de uma configuração pivotável das unidadesde pressão, estas são projetadas de modo a se reajustarem elas próprias,ou seja, especialmente devido a uma correspondente característica de molados braços que sustentam as unidades de pressão. De modo corresponden-te, depois da suspensão do esforço de carga atuante através das obliqüida-des de acesso, as unidades de pressão se deslocam novamente de voltapara sua posição de origem, liberando a parede de câmara de depósito, aqual se reajusta de volta para sua posição de origem devido às suas propri-edades elásticas.
No caso do deslocamento ativo da tecla de acionamento na cai-xa de inalador, forma-se uma sobrepressão de ar que, por meio de desloca-mento da barra no canal de corrente de ar, se propaga na parte do canal defluxo que se segue concretamente à barra na direção de fluxo, para a expul-são por sopro da substância. De modo correspondente, a sobrepressão sódiminui, ao menos em parte, com um deslocamento da câmara de dosagemno canal de fluxo de ar mediante a expulsão por sopro da substância. Aindade modo correspondente à disposição sucessiva de várias câmaras de do-sagem na barra e à respectiva conexão sucessiva das respectivas câmarasde dosagem ao canal de fluxo de ar, ocorrer a diminuição parcial da sobre-pressão de ar mediante a ejeção da substância para fora da respectiva câ-mara de dosagem em forma de staccato, o que produz uma expulsão porsopro ótima da substância e uma emissão em forma de nuvem no ambiente,bem como na corrente de ar gerada por meio de inspiração.
A sobrepressão de ar a ser formada para a expulsão por sopro éobtida por meio de uma disposição de êmbolo/caixa. Isso é obtido por meiode um anel elástico de êmbolo na região terminal, localizada para dentro, daparede em forma de panela da tecla de acionamento, o qual coopera comuma parede interna da caixa externa de inalador, caixa externa esta queforma de modo correspondente um cilindro de ar comprimido para o anel deêmbolo. A própria tecla de acionamento molda, na parede interna, a superfí-cie de êmbolo. Em uma disposição preferencial, as unidades de pressão eas câmaras de depósito estão dispostas na região do cilindro de ar compri-mido assim criado, o que reforça a indução externa da câmara de depósito eo deslocamento das unidades de pressão para a posição de enchimento dacâmara de dosagem.
A barra deslocável linearmente que apresenta as câmaras dedosagem possui uma característica de válvula. A seção transversal da barrafecha a saída de ar na região do canal de fluxo de ar, em função do que, emsentido contrário ao lado de saída do canal de fluxo de ar, a sobrepressãode ar pode se formar no decorrer do deslocamento para baixo da tecla deacionamento. Somente a entrada de uma câmara de dosagem da barra nocanal de fluxo de ar é que produz uma abertura do tipo válvula e uma cor-respondente expulsão por sopro do ar comprimido. Quando as câmaras dedosagem estiverem distanciadas uma da outra na direção de deslocamentoda barra, então ocorrerá, entre as fases de sopro para fora, em forma deabertura de válvula, das câmaras de dosagem sempre um fechamento decurta duração do curso de fluxo através do material maciço da barra entreduas câmaras de dosagem.
Entre o ponto de fechamento da saída de ar, que é formado pelaregião de cooperação do canal de fluxo de ar e a barra que atravessa estetransversalmente, e o espaço de caixa que aloja as câmaras de depósito,respectivamente o cilindro de ar comprimido, acha-se conectada uma válvulade entrada de ar que permite a passagem de ar no decorrer de um desloca-mento para trás, apoiado por mola,da tecla de acionamento e de um corres-pondente aumento do compartimento cilíndrico formado, embora fique fe-chada no decorrer de um acionamento ativo para a emissão de uma subs-tância de inalação.
Comprovou-se que é particularmente vantajoso um aperfeiçoa-mento do objeto da invenção, no qual é previsto um dispositivo de ajustepara a determinação da quantidade das câmaras de dosagem que podemser levadas para a posição de esvaziamento. Nesse sentido, especialmenteno caso de uma configuração desse tipo, são previstas na barra várias - porexemplo três a dez ou mais - câmaras de dosagem localizadas sucessiva-mente distanciadas uma da outra uniformemente quando observadas na di-reção do deslocamento. Dependendo da necessidade, pode-se selecionaruma dosagem que limite o deslocamento da barra na extensão longitudinal.Conforme a necessidade de dosagem, apenas poucas ou mais câmaras dedosagem são levadas para a posição de esvaziamento, isto é, para a regiãoda indução de sopro para fora por ar comprimido. Devido à pouca quantida-de de substância por cada câmara de dosagem, pode-se assim obter umadosagem variável bastante precisa. Nesse sentido, por exemplo, é previstoum anel de ajuste acessível, que é provido de vários estágios para parar omovimento de deslocamento da tecla de acionamento. De modo correspon-dente ao curso de deslocamento da tecla limitado por batente, uma determi-nada quantidade de câmaras de dosagem passam pela posição de esvazi-amento. Para a cooperação com os estágios pelo lado de ajuste, a tecla deacionamento é provida de contra-elementos, de preferência de uma saliênciade parada.
Por meio de redução da seção transversal do canal de fluxo dear, especialmente da seção terminal voltada para o final do sopro para fora,pode-se obter uma configuração em forma de pulverizador. Nesse sentido,essa seção transversal reduzida de uma seção terminal do canal de fluxo dear corresponde aproximadamente a 0,5 a 0,9 vezes a seção transversal ori-ginal. Em um aperfeiçoamento do objeto da invenção é previsto que o canalde fluxo de ar dirigido transversalmente em linha reta continue em uma se-ção de canal terminal com menor seção transversal e dirigida obliquamentepara cima, a qual termina dentro de um bico para narina em forma recuada para a sua extremidade livre. Devido a essa configuração, o inalador propos-to também pode ser empregado para uma aplicação nasal. Em conseqüên-cia do esvaziamento ativo das câmaras de dosagem, o medicamento a serinalado é soprado de forma dirigida para a cavidade do nariz. A inspiraçãosimultânea pelo nariz reforça vantajosamente a distribuição do medicamen-to. Devido ao alinhamento da seção de canal terminal dirigido obliquamentepara cima e, conseqüentemente, também do bico para nariz que aloja essaseção de canal terminal, torna-se possível empregar confortavelmente o ina-lador, eventualmente mediante um alinhamento aproximadamente vertical doeixo do inalador durante o processo de inalação.
Para se proporcionar ao usuário um meio para possibilitar umcontrole do enchimento ou da emissão, em um aperfeiçoamento do objetoda invenção é previsto um mecanismo compassado que é acionado ao sealcançar a pressão do ar de sopro para fora. Esse mecanismo compassadoconta cada acionamento do inalador em que ocorre uma emissão do medi-camento. Nesse sentido, esse mecanismo compassado apresenta uma es-cala, como por exemplo um anel de escala, sobre o qual são indicados osprocessos de inalação já executados ou então, alternativamente, as emis-sões de inalação ainda disponíveis, contando para baixo a partir de um nú-mero máximo de inalação. O mecanismo compassado é acionado em funçãode se ter alcançado a pressão de ar de sopro para fora, pressão esta que éformada imediatamente antes da câmara de dosagem cheia alcançar a regi-ão de transferência para o canal de fluxo de ar. Conseqüentemente, o me-canismo compassado é conectado imediatamente antes da transferência domedicamento para o canal de fluxo de ar e, correspondentemente, imedia-tamente antes de um sopro ativo do medicamento para fora. Se, ao contrá-rio, o manejo for acionado somente até que não ocorra uma ejeção do medi-camento, isto é, eventualmente apenas para um enchimento das câmaras dedosagem e para um deslocamento de volta subseqüente do manejo, entãonão ocorrerá uma conexão do mecanismo compassado. Em uma configura-ção de exemplo, isso é feito por um dedo contador que atua sobre o meca-nismo compassado, dedo este cuja ponta alcança a roda de conexão com-passada do mecanismo compassado aproximadamente ao início do deslo-camento da barra, com as câmaras de dosagem cheias, para a região docanal de fluxo de ar. O dedo contador fica posicionado, correspondentemen-te, à distância da roda de conexão compassada, distância esta que é supe-rada por meio de acionamento manual mediante um deslocamento simultâ-neo da barra que apresenta as câmaras de dosagem, com uma simultâneaformação da pressão de ar de sopro.
Em uma configuração preferencial, o mostrador do mecanismocompassado é um anel de escala alinhado concentricamente ao eixo do ina-lador, anel este que se acha moldado, pelo lado de dentro, em forma de co-roa dentada para o deslocamento compassado na direção periférica de rota-ção, para a cooperação com a roda de conexão compassada. Esta, em umaconfiguração preferencial, é moldada de tal forma que ela gire o anel de es-cala do mecanismo compassado como se fosse uma roda helicoidal. Demodo correspondente, não é necessária nenhuma outra conversão interme-diária para que o acionamento compassado por dedo, que ocorre a partir deum movimento linear, da roda de conexão compassada seja convertido emum movimento circular dirigido transversalmente ao eixo. A transmissão so-bre o anel de escala pode ser decrescente ou crescente, dependendo daconfiguração especialmente do mecanismo compassado.
A seguir, a invenção será explicada em detalhes com base nodesenho anexo, que mostra tão somente vários exemplos de execução.
Mostra-se:
a figura 1: um corte vertical através de um inalador para subs-tâncias em pó, em uma primeira forma de execução, que correspondente àposição básica sem carga;
a figura 2: uma exposição em corte correspondente à figura 1,embora depois da retirada de uma tampa de proteção de um bocal, corres-pondente a uma primeira posição intermediária no decorrer de um aciona-mento do inalador, onde as câmaras de dosagem são enchidas com a subs-tância;
a figura 3: a ampliação da região Ill na figura 2;
a figura 4: o corte segundo a linha IV-IV na figura 3;
a figura 5: uma exposição em seqüência à figura 2, após a conti-nuação do acionamento e a emissão subseqüente da substância;
a figura 6: a região IV ampliada na figura 5;
a figura 7: uma exposição em seqüência à figura 5, referente auma posição intermediária no decorrer do deslocamento para trás;
a figura 8: uma exposição em detalhe em perspectiva de um su-porte com câmara de depósito e unidades de pressão instaladas nele, bemcomo uma barra que apresenta câmaras de dosagem e uma mola helicoidalde reajuste;
a figura 9: uma exposição baseada na figura 8, embora des-membrada;
a figura 10: o inalador em perspectiva, em uma segunda formade execução;
a figura 11: o inalador da figura 10 em uma exposição parcial-mente desmembrada;
a figura 12: uma exposição em corte vertical correspondente àfigura 1, referente ao inalador em uma outra forma de execução para a ina-lação nasal;
a figura 13: o inalador em uma exposição em corte vertical, emuma outra forma de execução com um mecanismo compassado, referente àposição básica;
a figura 14: a região XIV na figura 13, em exposição ampliada;
a figura 15: uma exposição essencialmente correspondente àfigura 14, embora em uma posição de acionamento do inalador, na qual omecanismo compassado encontra-se acionado por um dedo contador;
a figura 16: uma exposição em corte parcial em perspectiva se-gundo a figura 15;a figura 17: o corte segundo a linha XVII-XVII na figura 15;a figura 18: a roda de conexão compassada do mecanismo com-passado em uma exposição em detalhe de vista lateral;
a figura 19: a roda de conexão compassada em exposição emdetalhe em perspectiva.
É mostrado e descrito um inalador 1, o qual se acha concretiza-do como aparelho de bolso que pode ser levado confortavelmente, com umacaixa cilíndrica 2 da qual sai um bocal 3 que se projeta para baixo de modoaproximadamente radial. A forma geral do inalador 1 corresponde, em traçosessenciais, à dos inaladores equipados com cartuchos de aerossol. De mo-do correspondente o modo de manejo do inalador 1 também é tomado de láe pode ser reconhecido imediatamente pelo usuário.
Nesse sentido, o inalador 1 possui uma tecla de acionamento 4que sobressai da caixa 2 e que aloja o eixo geral de caixa x, ficando alinha-da transversalmente a esse eixo x, tecla esta que se encontra oposta a umacontra-superfície 5 pelo lado da base da caixa. Por meio de um deslocamen-to da tecla de acionamento 4 na direção da contra-superfície 5 pelo lado debaixo ao longo do eixo x, obtém-se uma emissão da substância.
A caixa 2 é constituída sob a forma de um corpo cilíndrico ococom plano horizontal circular, no exemplo de execução apresentado. Tambémsão concebíveis outras formas diferentes dessa forma circular do plano hori-zontal, como por exemplo em forma de elipse ou também em forma poligonal.
A caixa externa de inalador 6 em forma cilíndrica circular encon-tra-se fechada, pela base, por meio de um fundo de inalador 7, o qual formaa contra-superfície 5 para o acionamento do inalador 1. A caixa 2 está proje-tada aberta para o lado oposto a esse fundo 7.
Na região de base da caixa 2, a partir desta, aproximadamenteem alinhamento radial - no exemplo de execução mostrado, concretamenteformando um ângulo agudo de cerca de 75 a 80° em relação ao eixo de ina-lador χ - forma-se o bocal 3 que se acha configurado, no essencial, comocorpo cilíndrico oco, com uma desembocadura apontando axialmente parafora em relação ao alinhamento do bocal 3. Um fundo de bocal 8, dispostona região de transição da caixa 2 para o bocal 3, possui uma abertura cen-tral 9.
A uma distância axial dessa abertura de fundo central 9, na pa-rede do bocal encontram-se moldadas aberturas de entrada de ar 10 distri-buídas uniformemente ao longo de uma linha periférica, para a conexão defluxo de ar do espaço interno de bocal, combinado à abertura de fundo 9,com o ambiente.
No caso de não se usar do inalador 1, o bocal 3 é agarrado porcima por meio de uma tampa de aparafusar 11. Para tanto, o bocal 3 é muni-do de uma rosca externa 12 na parede externa de cobertura, rosca esta quecoopera com uma rosca interna 13 da tampa 11. A seção de cobertura, apre-sentando a rosca interna 13, da tampa de aparafusar 11 agarra por cima, naposição de fechamento, as aberturas de entrada de ar 10 do bocal 3, sendoque a área anelar frontal dessa seção de cobertura da tampa de aparafusar11 esbarra em uma seção de caixa, em forma de limitação por batente.
A caixa 2 encontra-se dividida transversalmente ao eixo de caixaχ por meio de um suporte 14 fixado na parede interna de caixa na altura datransição da caixa para o bocal 3. Resulta assim uma seção superior de cai-xa em relação ao suporte 14 e uma seção inferior combinada à contra-superfície 5, seção esta que se acha atravessada por um tubo de apoio 15que se estende em direção axial, tubo este sobre o qual assenta o suporte14. No espaço anelar assim criado, na seção inferior de caixa acha-se aloja-do um material 16 que absorve umidade. Além disso, esse espaço anelar 17encontra-se em ligação com o espaço interno cilíndrico do bocal 3 atravésde uma abertura de fluxo ulterior 18 que se acha formada na região do fundode bocal 8, e também se encontra em ligação com o ambiente através dasaberturas de entrada de ar 10.
O suporte maciço 14 em forma de disco possui um encaixe cen-tral 19, no qual se acha inserido um elemento de vedação 20 constituído porum material termoplástico. Esse elemento de vedação 10 assenta, em formade tampão, no encaixe 19, sendo que o suporte 14 ainda se apóia sobre otubo 15 por meio desse elemento de vedação 20.O elemento de vedação 20 é munido de um canal de fluxo de ar21 alinhado essencialmente em linha reta transversalmente ao eixo x, canaleste que, de ambos os lados, é conduzido adiante atravessando respectiva-mente o suporte 14. Nesse sentido, o canal de fluxo de ar 21 estende-se porum lado do elemento de vedação 20 atravessando o suporte 14 até a abertu-ra central 9 do fundo de bocal 8, para a formação de uma saída de ar 22. Emdireção oposta em relação ao elemento de vedação 20, o canal de fluxo dear 21 continua, mediante o alargamento de sua seção transversal, até a se-ção superior de caixa separada pelo suporte 14. A desembocadura de canal23 correspondente acha-se formada sobre a superfície larga do suporte 14voltada para a seção superior de caixa, sendo que além disso essa desem-bocadura de canal 23 acha-se recoberta por um elemento de filtro 24.
Desse modo, o canal de fluxo de ar 21 fica dividido em uma se-ção de canal pelo lado do bocal e em uma seção pelo lado da caixa. Nestaúltima seção acha-se formada a desembocadura de canal 23 recoberta pelofiltro. Além disso, nessa seção acha-se disposta uma abertura de fluxo ulte-rior 25 oposta à desembocadura de canal 23, abertura esta que forma umaligação entre a seção do canal de fluxo de ar 21 pelo lado da caixa e o espa-ço anelar 17 formado pelo lado de baixo do suporte 14. Essa abertura defluxo ulterior 25 encontra-se agarrada por cima por uma válvula de entradade ar 26, a qual se acha conectada de um modo tal que a abertura de fluxoulterior 25 só seja aberta no caso de um fluxo de ar do espaço anelar 17através do canal de fluxo de ar 21 na direção da seção superior de caixa. Nadireção oposta do fluxo de ar, a válvula 26 fecha essa abertura de fluxo ulte-rior 25.
O canal de fluxo de ar 21, especialmente na região do elementode vedação 20 e da seção voltada para o bocal 3, é dimensionado essenci-almente menor do que a seção transversal livre do bocal 3. Nesse sentido, odiâmetro livre do espaço interno do bocal 3 corresponde aproximadamente adez a trinta vezes o diâmetro do canal de fluxo de ar 21, o qual, especial-mente desde o elemento de vedação 20, na direção da abertura 9 pelo ladodo bocal, na região de uma seção que corre obliquamente para baixo, en-contra-se estreitado para a formação de um canal em forma de pulverizador.
O elemento de vedação 20 continua para cima, formando umasó peça e com um único material, em uma câmara de depósito 27 em formade funil voltada para a seção superior de caixa, isto é, a seção transversalque se alarga na direção da abertura de caixa pelo lado frontal. De modocorrespondente, a parede de câmara de depósito 28 também é constituídapor um elastômero termoplástico ou por um outro material do tipo borracha.
A extremidade livre, alargada em seu diâmetro, da câmara dedepósito 27 encontra-se agarrada, por meio de apoios 30 opostos entre si eestendidos lateralmente à câmara de depósito 27, por um suporte 29 alinha-do transversalmente ao eixo de inalador x, suporte este que está fixado nosuporte 14 que está envolvendo a extremidade inferior da câmara de depósi-to 27. De modo correspondente acha-se fixada a distância axial entre as ex-tremidades de câmara de depósito.
A extremidade livre superior da câmara de depósito 27 encontra-se presa de modo vedante no suporte 29, ou seja, no exemplo de execuçãomostrado, encontra-se apertada entre um anel de retenção externo radial 31e uma seção de retenção interna radial 32 em forma de tampão.
Na câmara de depósito 27 encontra-se armazenada uma subs-tância em pó 33 em tamanho micro, a qual deve ser inalada em emissõesem porções por meio do aparelho proposto.
Para a emissão em porções da substância 33 são previstas câ-maras de dosagem 34, que são três no exemplo de execução mostrado. Adimensão de cada câmara de dosagem 34 define a respectiva quantidade desubstância a ser descarregada.
As câmaras de dosagem 34 estão projetadas como perfuraçõestransversais 35 de uma barra 36 projetada como barra achatada que se es-tende centralizadamente ao longo do eixo x. Nesse caso, as perfuraçõestransversais 35 atravessam as áreas de parede pelo lado largo da barra a-chatada 36, sendo que além disso esta apresenta, na seção transversal,uma relação largura/comprimento de 1:5 até 1:20. No exemplo de execuçãomostrado, é selecionada uma espessura da barra achatada de cerca de 0,5mm, juntamente com um comprimento de cerca de 3 a 3,5 mm medidotransversalmente a ela. As perfurações transversais 35 são selecionadascom um diâmetro tal que por cada câmara de dosagem 34 assim formadaseja admitida uma quantidade de 0,05 mg a 0,1 mg de quantidade de subs-tância.
A barra 36 com as câmaras de dosagem 34 atravessa a câmarade depósito 27 centralmente na direção de extensão do eixo x. Pelo lado dabase da câmara de depósito 27, a barra 36 atravessa ainda o elemento devedação 20, atravessando o canal de fluxo de ar 21 formado neste; devido aessa configuração obtém-se inicialmente um fechamento do canal de fluxode ar 21 por meio da barra 36.
Na direção oposta a isso, a barra 36 se estende para além dacâmara de depósito 27, atravessando o suporte 29 que fixa a câmara de de-pósito 27. Na região de atravessamento do suporte 29 acha-se disposto umoutro elemento de vedação 37, o qual também atua como o elemento devedação 20 na região de base da câmara de depósito 27, raspando a super-fície da barra 36, vedando ao mesmo tempo as zonas de atravessamento.
As câmaras de dosagem 34 dispostas sucessivamente e à dis-tância regular entre si na extensão longitudinal da barra 36 estão posiciona-das, em uma posição básica do inalador 1 segundo a exposição na figura 1,na terça parte inferior da câmara de depósito 27, envolvidas pela substância33 armazenada.
A distância entre as câmaras de dosagem 34 corresponde, noessencial, aproximadamente ao diâmetro de uma perfuração transversal 35que forma uma câmara de dosagem 34.
A extremidade livre da barra 36, sobressaída para cima por cimada câmara de depósito 27 acha-se munida de um arrasto 38 em forma decabeça de cogumelo. Este encontra-se agarrado por braços de arrasto 39moldados pelo lado de baixo da tecla de acionamento 4, braços estes queapresentam um comprimento que corresponde aproximadamente a duasvezes o comprimento do arrasto 38 na direção de extensão do eixo x. Nessesentido, é criado um curso em vazio entre a ponta do arrasto 38 voltada paraa tecla de acionamento 4 e a superfície de arrasto 40 da tecla de aciona-mento 4 pelo lado de baixo que corresponde a ele.
A tecla de acionamento 4, que se estende, no essencial, trans-versalmente ao eixo de inalador x, continua em uma seção cilíndrica molda-da concentricamente ao eixo χ com uma parede 41 em forma de panela, aqual, por meio de sua abertura apontando para baixo, penetra na caixa 2. Odiâmetro externo da parede 41 acha-se correspondentemente adaptado aodiâmetro interno da seção de cilindro de caixa 6. A tecla de acionamento 4,por meio de sua parede 41, pode ser empurrada, mediante condução, atra-vés da seção de cilindro 6 para dentro da caixa 2, sob limitação de batentenas respectivas posições finais.
Para a concretização dessa limitação de batente, a seção decilindro de caixa 6 apresenta, na região de sua seção de borda livre, doisbicos de guia 42 opostos diametralmente e apontando radialmente para den-tro, os quais engatam em ranhuras 43 axialmente paralelas na região da co-bertura externa da parede 41. Desse modo, também se obtém uma segu-rança contra torção entre a caixa 2 e a tecla de acionamento 4.
Na região da extremidade livre da parede de tecla de aciona-mento 41 que penetra na caixa 23 é prevista uma ranhura anelar 44 na pa-rede externa de cobertura, para a admissão de um anel de êmbolo 45 consti-tuído de um material elastômero, anel este que, para a vedação, esbarracontra a parede interna da seção de cilindro de caixa 6.
A posição básica da tecla de acionamento segundo a exposiçãona figura 1 encontra-se apoiada por uma mola espiral de reajuste 46 queatua pelo lado de baixo sobre a tecla de acionamento 4, mola esta que, en-volvendo a barra 36 e também os braços de arrasto 39 da tecla de aciona-mento 4, se apóia pela outra extremidade sobre o suporte 29 que forma ofechamento, pelo lado de topo, da câmara de depósito 27. Essa posição bá-sica encontra-se definida por batente dos bicos de guia 42 na extremidadeinferior das ranhuras 43 pelo lado da tecla de acionamento, sendo que aindanessa posição básica, o arrasto 38 pelo lado da barra assume uma distânciamáxima em relação à superfície de arrasto 40 da tecla de acionamento 4.No curso de deslocamento da parede de tecla de acionamento41 entram ressaltos de desengate 47 com chanfraduras de acesso 61, apon-tando para cima, de dois braços 49 diametralmente opostos um ao outro quecarregam unidades de pressão 48 projetadas radialmente para dentro naregião terminal livre pelo lado da base. Esses braços 49 munidos com asunidades de pressão 48 estão posicionados de modo deslocado em 90°,tomando-se como referência um plano horizontal, em relação aos apoios 30que sustentam o suporte 29; e também fixados nestes através de um supor-te em forma de anel circular no plano horizontal no suporte 2. Os braços 49,bem como as unidades de pressão 48 que formam superfícies de choque50, apontadas radialmente para dentro, dos mordentes 60 estendem-se emum plano horizontal, respectivamente em um corte transversal, através doinalador 1, paralelamente à distância de uma superfície de lado largo da bar-ra 36. De modo correspondente, as superfícies de choque 50 estão posicio-nadas voltadas para as superfícies de lado largo da barra 36, sendo que,além disso, as superfícies de choque 50 estão projetadas em forma plana.
Especialmente os braços 49, e ainda especialmente as regiõesde articulação 51 no suporte em forma de anel circular, são escolhidos quan-to à seleção do material e/ou quanto à espessura do material de um modotal que em torno das regiões de articulação 51 é admitida uma oscilação ra-dial para dentro na direção do eixo x. As propriedades de mola do materialsintético selecionado são aproveitadas para o reajuste automático dos bra-ços 49 para a posição original.
O comprimento dos braços 49 medido em direção axial é esco-Ihido de tal forma que as unidades de pressão 48, previstas pela lado da ex-tremidade, se estendam aproximadamente na altura da terça parte inferiorda câmara de depósito 27.
O funcionamento do inalador 1 é o que se segue.
Devido à pressão (representada pela seta P) sobre a tecla deacionamento 4, esta é abaixada ao longo do eixo x, deslocada por empurrão,para a caixa 2. A caixa 2 e a tecla de acionamento 4 em forma de panela,condicionada pela vedação através do anel de êmbolo 45, formam um cilin-dro de ar comprimido D, no qual, no decorrer do abaixamento da tecla deacionamento 4, é formada uma sobrepressão de ar. O lado inferior internoda tecla de acionamento 4 forma, neste caso, a superfície de êmbolo.
Além disso, no decorrer do movimento para baixo da tecla de acionamento 4, os ressaltos de desengate 47 são impelidos através da ares-ta de borda frontal da parede 41, aresta esta que é provida de uma facetacorrespondente, o que, na continuação do abaixamento da tecla 4, leva auma oscilação para dentro dos braços 49 em torno das regiões de articula-ção 51. Devido a isso, as unidades de pressão 48 giram em torno de um raio em relação às regiões de articulação 51, radialmente para dentro mediante oabaulamento para dentro da parede de câmara de depósito 28 até a posiçãode enchimento B segundo a exposição na figura 2, na qual as superfícies dechoque 50 chegam a um alinhamento paralelo entre si e em relação às su-perfícies de lado largo da barra 36, em cuja posição, mediante intercalaçãodas respectivas seções de parede da câmara de depósito, porções de subs-tância são comprimidas para dentro das câmaras de dosagem 34. A subs-tância presente em ambos os lados das aberturas de câmara de dosagemna posição básica do inalador 1 é impelida para dentro das perfuraçõestransversais 35 por meio da parede de câmara de depósito 28 e das unida-des de pressão 48 que atuam sobre esta, e depois disso obtém-se uma au-to-retenção nas câmaras de dosagem 34 especialmente no caso de umasubstância em pó em dimensão micro.
O abaulamento para dentro da parede de câmara de depósito 28para a compressão da substância para dentro das câmaras de dosagem 34é reforçado pela sobrepressão de ar no cilindro de ar comprimido D que seforma no decorrer desse processo.
Até o enchimento completo das câmaras de dosagem 34, a bar-ra 36 continua em sua posição básica, e isso é condicionado pelo curso emvazio previsto na região dos braços de arrasto 39. Somente depois desseenchimento da câmara de dosagem é que a superfície de arrasto 40, molda-da pelo lado de baixo da tecla, se choca contra o arrasto 38 pelo lado daextremidade da barra, para o arrasto da barra 36 na continuação do deslo-camento para baixo da tecla de acionamento 4.
No decorrer desse deslocamento da barra para baixo depois doenchimento da câmara de dosagem, as câmaras de dosagem 34 cheias en-tram sucessivamente em sobreposição em relação ao canal de fluxo de ar21,o qual até então se encontra fechado, de modo deslocável, pela seçãoterminal maciça fechada da barra 36, o que possibilita a formação de pres-são. Quando uma câmara de dosagem 34 alcança o canal de fluxo de ar 21(posição de esvaziamento E), então a válvula assim gerada é aberta por cur-to tempo. A perfuração transversal 35 que molda a câmara de dosagem 34torna-se parte do canal de fluxo de ar 21. A sobrepressão de ar formadaproduz um sopro brusco da substância em porções para fora da câmara dedosagem para a pulverização dessa porção através da saída de ar 22 paradentro do bocal 3, bocal este que fica envolvido pelos lábios ao ocorrer umacionamento do inalador 1, de um modo tal que as aberturas de fluxo de ar10 não sejam recobertas. Por meio de inspiração, o ar ambiente é aspiradoatravés dessas aberturas de entrada de ar, sendo que este ar ambiente éenriquecido com a nuvem de substância em porções que é pulverizada paradentro.
De modo correspondente à disposição, mostrada nesse exemplode execução, de três câmaras de dosagem 34 previstas sucessivamente,ocorre, em função da velocidade do deslocamento da tecla de acionamento4 para baixo, uma ejeção muito rápida das porções de substância, respecti-vamente reforçada por ar comprimido de curta duração.
A extremidade livre da barra 36, desviando para baixo em dire-ção axial entra no espaço interno do tubo de apoio 15 no decorrer do deslo-camento para baixo.
A posição terminal da tecla de acionamento 4, observando-se nadireção do deslocamento para baixo, também se encontra limitada por ba-tente. Isso ocorre por batente dos bicos de guia 42 na região de borda supe-rior das ranhuras 43 que cooperam com estes e/ou por choque da superfíciefrontal anelar livre da parede de tecla de acionamento 41 contra a superfíciedo suporte 14.Por meio de suspensão da impulsão por pressão da tecla de a-cionamento 4, esta, juntamente com a barra 36 também arrastada, condicio-nada pela força de mola formada, retorna automaticamente para a posiçãobásica. Isso ocorre mediante a liberação dos braços 49 que apresentam uni-dades de pressão 48, os quais também giram de volta para suas posiçõesde origem devido à característica de mola do material selecionado.
No decorrer do deslocamento de volta da tecla de acionamento4 e do aumento simultâneo do volume do cilindro de ar comprimido D, ocorreuma aspiração ulterior de ar. Isso ocorre através das aberturas de fluxo ulte-rior 18 e 25 mediante a passagem de fluxo do material 16 que absorve umi-dade ao ocorrer a abertura correspondente da válvula de entrada de ar 26.
Em função da configuração em forma de funil da câmara de de-pósito 7, o material da substância desliza automaticamente após a suspen-são do esforço de carga externo sobre a câmara de depósito 28 por meiodas unidades de pressão 48, sendo que também devido à influência sobre aparede de câmara de depósito 28 por parte do abaulamento para dentro o-corre um reforço desse movimento ulterior da substância por meio de efeitode calcar.
Com exceção dos elementos que apresentam propriedades devedação e da câmara de depósito 27, eventualmente também com exceçãodo componente que apresenta uma característica de mola com braços 49 eunidades de pressão 48, o inalador 1, especialmente a caixa e a tecla deacionamento 4 com a parede 41, bem como o suporte 29 com suporte 14,são produzidos de um material sintético, especialmente um material sintéticoduro. A barra 36 também pode ser constituída desse material sintético duro.
Quanto a isso, dá-se preferência, no entanto, a uma barra 36 de um materialmetálico.
Além disso, o inalador 1 moldado para o tratamento oral tambémpode ser pensado em uma forma de execução para a inalação nasal. Porexemplo, como no caso da figura 12.
Segundo a exposição na figura 12, no caso de uma forma deexecução para a inalação nasal, a região de saída, respectivamente de eje-ção, acha-se dirigida obliquamente para cima em relação ao eixo vertical x,mediante a formação de um ângulo de cerca de 45° em relação ao eixo lon-gitudinal x. Para tanto, a caixa 2 é provida de um bico para nariz 65, o qualfica recoberto por uma tampa aparafusável 11 ao não ser usado o inalador 1de modo correspondente à forma de execução descrita anteriormente.
O bico para nariz 65 encontra-se adaptado, em sua extensãolongitudinal e em seu diâmetro externo, para a introdução em uma aberturade nariz. Centralmente na extensão longitudinal do bico para nariz 65, esteencontra-se atravessado por um canal de saída 66. Neste desemboca umaseção de canal terminal 67 do canal de fluxo de ar 21, cuja extremidade livre68 encontra-se recuada; de modo correspondente com relação ao eixo decorpo do bico para nariz deslocada para trás axialmente, em relação à ex-tremidade livre 69 do bico para nariz 65.
De modo correspondente ao alinhamento do bico para nariz 65,respectivamente do seu eixo de corpo alinhado em ângulo agudo em relaçãoao eixo longitudinal x, também a seção de canal terminal 67 evolui obliqua-mente para cima a partir do canal de fluxo de ar 21 em linha reta e dirigidotransversalmente, sendo que isso ocorre mediante a redução da seçãotransversal livre em relação à seção transversal do canal de fluxo de ar 21em aproximadamente um terço, o que permite uma configuração em formade pulverizador da seção de canal terminal 67.
Por meio da disposição da seção de canal terminal 67 e do bicopara nariz 65 dirigida obliquamente para cima com relação ao eixo de caixax, pode-se obter um manejo do inalador 1 para a inalação nasal com um ali-nhamento aproximadamente vertical no seu conjunto da caixa 2 ao longo doeixo de caixa x.
Nas figuras 10 e 11 é mostrada uma segunda forma de execu-ção, referente a um inalador 1 com um ajuste de dosagem.
É previsto um dispositivo de ajuste 52 anelar que envolve a cai-xa 2 na região de borda superior voltada para a tecla de acionamento 4. Oseu anel de ajuste 62 é giratório de modo coaxial ao eixo χ gradualmente emtorno deste, tal como por exemplo através de quatro estágios de retençãogiratória para o ajuste de cinco diferentes dosagens.
Pelo lado interno da cobertura, o dispositivo de ajuste anelar 52é munido de corpos escalonados 53 dispostos diametralmente opostos, osquais são configurados atravessando janelas 54, projetadas radialmente pa-ra dentro, da caixa 2.
Cada corpo escalonado 53 é munido de superfícies de batente55 deslocadas gradativamente uma em relação à outra. A quantidade desuperfícies escalonadas corresponde à quantidade de possibilidades de do-sagem. Essas superfícies de batente 55 atuam juntamente com saliências56 dispostas de modo correspondente diametralmente opostas no revesti-mento externo da parede 41. Essas saliências 56 encontram-se guiadas emranhuras 57 posicionadas de modo correspondente pelo lado interno de pa-rede da seção de cilindro-caixa 6 e estão seguras contra torção em relação àcaixa 2.
Uma superfície de saliência 58, apontada para baixo na direçãode introdução da tecla de acionamento 4, durante o acionamento esbarracontra a superfície de batente 55 do corpo escalonado 53, girada para den-tro do curso de deslocamento da saliência 56, fazendo com que seja paradoo movimento de deslocamento da tecla de acionamento 4.
Juntamente com isso, também é limitado por batente o desloca-mento da barra 36 que nesse exemplo de execução está munida de cincocâmaras de dosagem 34 dispostas sucessivamente, e devido a isso, emfunção do ajuste através dos batentes escalonados, é possível pré-selecionar a quantidade das câmaras de dosagem 34 a serem levadas paraa posição de esvaziamento E.
De modo correspondente à predeterminação através do disposi-tivo de ajuste 52, no caso de um acionamento do inalador 1, apenas duas,por exemplo, câmaras de dosagem 34 ou apenas a primeira câmara de do-sagem 34 são conectáveis ao canal de fluxo de ar 21 e podem ser sopradaspara fora por meio de impulsão por ar comprimido. Em um outro ajuste, to-das as câmaras de dosagem 34, por exemplo, ou seja cinco câmaras de do-sagem 34 conforme mostrado, podem ser conduzidas sucessivamente aocanal de fluxo de ar 21 e as suas porções de substância podem ser ejetadasem forma de salvas.
As figuras de 13 a 19 mostram em uma outra forma de execuçãoum inalador 1, o qual é inicialmente configurado como inalador oral segundoa primeira forma de execução. É previsto um mecanismo compassado 70,para o registro e indicação dos processos de inalação executados. Esse me-canismo compassado 70 está disposto na tecla de acionamento 4 sobressa-ído em relação à caixa 2, diretamente abaixo da cobertura da tecla de acio-namento 4, envolvendo os braços de arrasto 39 que cooperam com o arrasto38 da barra 36.
O mecanismo compassado 70 consiste, no essencial, em umaroda de conexão compassada 71 e em um anel de escala 72, o qual fica en-grenado pelo ajuste de forma com a roda de conexão compassada 71.
O anel de escala 72 está disposto como luva diretamente no Ia-do de baixo da tampa de acionamento, concentricamente em relação ao eixode caixa χ. A parede circular do anel de escala está situada em um alarga-mento radial da parede 41 da tecla de acionamento 4, e fica retida de modocorrespondente nesse encaixe radial 73 da parede 41 admitindo uma rota-ção em torno do eixo de caixa x. Pelo lado do revestimento externo, o anelde escala 72 está munido de uma escala 74, não mostrada em detalhe, porexemplo com ela impressa. Essa escala 64 torna-se visível através de umajanela 75 prevista pelo lado da parede em uma região de transição da pare-de 41 para a tampa da tecla de acionamento 4.
Pelo lado interno do revestimento do anel de escala 72, este es-tá provido, no centro da extensão vertical, de ressaltos de arrasto 76 proje-tados radialmente para dentro. Observando-se pela periferia, mantendo dis-tância igual entre si, é prevista uma série desses ressaltos de arrasto 76,como por exemplo uma quantidade tal que corresponda à quantidade máxi-ma de emissões de inalação. Ao contrário, no exemplo de execução mostra-do, escolheu-se uma quantidade bem menor. Nesse caso, o arrasto do anelde escala 72 ocorre por meio dos ressaltos 76 de modo reduzido.
A roda de conexão compassada 71 coopera, pelo ajuste de for-mas, como esses ressaltos de arrasto 76, sendo que a roda de conexãocompassada 71 é móvel giratoriamente em torno de um eixo de rotação yalinhado transversalmente ao eixo de caixa x, eixo y este que se estende noplano aberto pelos ressaltos de arrasto 76. Construtivamente, o eixo y en-contra-se solto através de um corpo axial 77, o qual encontra-se seguro deambos os lados pelas extremidades em braços de retenção 78 pendentespara dentro a partir da tampa de tecla de acionamento.
A roda de conexão compassada 71 acha-se configurada, no es-sencial, como eixo helicoidal de uma volta 79 com uma inclinação da espiralque está adaptada ao distanciamento de dois ressaltos de arrasto adjacen-tes 76 em direção periférica. O eixo helicoidal 79, visto na direção axial domesmo, é provido de um comprimento tal que resultam, essencialmente nototal, duas a três seções de espirais. O respectivo ressalto de arrasto 76 alo-cado entra, na altura axial da roda de conexão compassada 71, entre osflancos da espiral. Ao ocorrer um deslocamento giratório do eixo helicoidal79 em torno do eixo y, ocorre correspondentemente um deslocamento doressalto de arrasto agarrado 76 na direção horizontal, isto é, transversalmen-te ao eixo de caixa x.
A aresta de borda frontal circular da espiral é perfilada em formade dente de serra, sendo que cada dente 80 apresenta um flanco inclinado,aproximadamente orientado em uma radial, e, para trás dele, apresenta umflanco achatado que cai na direção do dente seguinte 80. No exemplo deexecução mostrado, no corte transversal através da roda de conexão com-passada 71 acham-se formados nove dentes 80 pela periferia, os quais sãodimensionados de tal modo que, vistos transversalmente, isto é, na direçãodo alinhamento do eixo y, os dentes 80 de uma seção de espiral se locali-zam em uma projeção horizontal em sobreposição aos dentes 80 da seçãode espiral adjacente. Conseqüentemente, também os respectivos flancos dedente de seções de espiral adjacentes estão alinhados em um plano em co-mum.
Os dentes 80 cooperam com um dedo contador 81, o qual, ob-servado paralelamente ao eixo de rotação y da roda de conexão compassa-da 71, apresenta uma largura na região terminal livre, isto é, na seção termi-nal de acionamento que coopera com a roda de conexão compassada 71,largura esta que corresponde aproximadamente à largura da roda de cone-xão compassada 71 medida na mesma direção.
O dedo contador 81 se encaixa no suporte em forma de anelcircular, que carrega os braços 49 das unidades de pressão 48, e cresce emforma de barra mediante alinhamento paralelo ao eixo de caixa χ para cimana direção da roda de conexão compassada 71 ,distanciada verticalmente naposição básica segundo a exposição na figura 13, mediante a formação, pe-Ia extremidade, da seção de acionamento 82 descrita anteriormente, queforma uma ponta.
A distância vertical entre a seção de acionamento 82 do dedocontador 81 e o flanco inclinado a ser acionado de um dente 80, apontandoradialmente para dentro, da roda de conexão compassada 71 é escolhida demodo correspondente ao curso de levantamento da tecla de acionamento 4a partir da posição básica na figura 13 até a posição de transferência do me-dicamento da câmara de dosagem cheia 34 para o canal de fluxo de ar 21segundo a exposição na figura 5, respectivamente figura 6. Conseqüente-mente, o mecanismo compassado 70 só será então acionado, isto é, conec-tado para uma posição adiante, quando, no decorrer do deslocamento parabaixo da tecla de acionamento 4, tiver sido inicialmente executado o enchi-mento das câmaras de dosagem 34 através das unidades de pressão 48 e,depois disso, quando tiver sido alcançada a pressão de ar de sopro neces-sária para o sopro de impacto para fora, mediante um outro deslocamentopara baixo da tecla de acionamento 4. Por meio de outros deslocamentospara baixo da tecla de acionamento 4, as câmaras de dosagem 34, confor-me descrito, chegam à região do canal de fluxo de ar 21, através do qual asubstância é soprada tipo impacto devido à pressão do ar formada. Esseoutro deslocamento giratório, dirigido verticalmente para baixo, da tecla 4leva a um deslocamento giratório da roda de conexão compassada 71 emtorno de um segmento de dente. Os flancos de dente ascendentes em formaachatada, previstos pelo lado de trás, possibilitam o deslizamento para baixoda seção de acionamento 82 ao ocorrer o deslocamento para trás da teclade acionamento 4 para a posição básica. Um dedo retentor de trás 83, proje-tado para baixo pelo lado da tampa da tecla de acionamento 4 e oposto àseção de acionamento 82, atuando sobre um dente 80, impede uma rotaçãopara trás da roda conexão compassada 71 contra a direção predeterminadade deslocamento de contagem.
O inalador pode conter diferentes medicamentos e/ou substân-cias bioativas para a inalação.
Como substância bioativa pode-se escolher substância ativa te-rapêutica ou de diagnóstico, como por exemplo do grupo dos antialérgicos,bronco-dilatadores, bronco-constritores, tensoativos de pulmões, analgési-cos, antibióticos, inibidores ou antagonistas de leucotrieno, anticolinérgicos,inibidores de mastócitos, antiistamínicos, antiflogísticos, antineoplásicos,anestésicos, substâncias antituberculose, meios de contraste, substânciasativas cardiovasculares, enzimas, esteróides, material genético, vetores vi-rais, reagentes anti-sentido, proteínas ou peptídios, bem como combinaçõesdessas substâncias.
Exemplos para medicamentos específicos, como os quais sepode encher o inalador segundo a descrição de patente, são, entre outros,mometasona, brometo de ipratrópio, tiotrópio e seus sais, salmeterol, propi-onato de fluticasona, dipropionato de beclometasona, reproterol, clenbuterol,rofleponida e seus sais, nedocromil, cromoglicato de sódio, flunisolida, bude-sonida, dihidrato de fumarato de formoterol, Symbicort® (budesonida e for-moterol), terbutalina, sulfato de terbutalina, base de salbutamol e sulfato desalbutamol, fenoterol, 3-[2-(4-hidróxi-2-oxo-3H-1,3-benzotiazol-7-il)etilamin]-N-[2-[2-(4-metilfenil)etóxi]etil]propanossulfonamida, cloridrato. Todos oscompostos citados acima podem estar presentes em uma forma básica livreou como sais farmacêuticos segundo a prática farmacêutica.
Também podem ser empregadas combinações de medicamen-tos, como por exemplo formoterol/budesonida; formoterol/fluticasona; formo-terol/mometasona; salmeterol/fluticasona; formoterol/sais de tiotrópio; zafir-lukast/formoterol, zafirlukast/budesonida; montelukast/formoterol; montelu-kast/budesonida; loratadina/montelukast e loratadina/zafirlukast.
Outras possíveis combinações são, entre outras, tiotrópio e fluti-casona, tiotrópio e budesonida, tiotrópio e mometasona, mometasona e sal-meterol, formoterol e rofleponida, salmeterol e budesonida, salmeterol e ro-fleponida, bem como tiotrópio e rofleponida.
Todas as características evidenciadas são (para si) essenciais àinvenção. Na manifestação do pedido de patente é assim incluído também oconteúdo de evidenciação dos correspondentes/anexos documentos de prio-ridade (cópia do pedido prévio) em sua totalidade, inclusive com a finalidadede acolher as características desses documentos nas reivindicações do pre-sente pedido de patente.

Claims (21)

1. Inalador (1) para substâncias em pó (33), especialmente subs-tâncias medicinais, com uma câmara de depósito de substâncias (27) e umacâmara de dosagem (34) que recebe uma determinada quantidade da mes-ma, câmara de dosagem esta que está projetada como perfuração transver-sal (35) de uma barra (36) e que é deslocável de uma posição de enchimen-to (B) para uma posição de esvaziamento (E), em cuja posição de esvazia-mento (E) a câmara de dosagem (34) se situa em um canal de fluxo de ar(21), caracterizado pelo fato de que pelo menos uma parte da parede decâmara de depósito (28) se desloca na direção da barra (36) ao ser aciona-do o ina!?dor (1).
2. Inalador de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que a parede de câmara de depósito (28), constituída total ou parci-almente por um material elástico, se abaula para dentro na direção da barra(36) ao ocorrer o acionamento do inalador (1).
3. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações ante-riores ou especialmente segundo elas, caracterizado pelo fato de que a pa-rede de câmara de depósito (28) se abaula para dentro no mínimo na regiãodo furo de dosagem até o contato com a barra (36).
4. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações ante-riores ou especialmente segundo elas, caracterizado pelo fato de que o a-baulamento para dentro é conseguido, respectivamente reforçado, por meiode uma almofada de ar comprimido formada ao ser acionado o inalador.
5. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações ante-riores ou especialmente segundo elas, caracterizado por unidades de pressão(48) para o abaulamento da parede de câmara de depósito (28) para dentro.
6. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações ante-riores ou especialmente segundo elas, caracterizado por um curso de levan-tamento em vazio entre a tecla de acionamento de inalador (4) e a barra(36), de um modo tal que antes do arrasto da barra (36) ocorra o abaulamen-to da parede de câmara de depósito (28) para dentro por meio das unidadesde pressão externas (48).
7. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações ante-riores ou especialmente segundo elas, caracterizado pelo fato de que as u-nidades de pressão (48) são munidas de mordentes (60), que possuem su-perfícies de choque (50) que, na posição totalmente girada das unidades depressão (48) para dentro, se localizam paralelamente à superfície de paredede lado largo da barra (36).
8. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações ante-riores ou especialmente segundo elas, caracterizado por uma tecla de acio-namento (4) sobressaída pelo lado de topo da caixa de inalador (2) e deslo-cável contra uma mola de reajuste (46), tecla esta que, após um curto cursode levantamento em vazio, desloca a barra (36) para a frente e, por meio dechanfraduras de acesso (61), gira as unidades de pressão (48) na direção dabarra (36).
9. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações ante-riores ou especialmente segundo elas, caracterizado pelo fato de que aoocorrer o deslocamento da tecla de acionamento (4) forma-se na caixa deinalador (2) uma sobrepressão de ar que se propaga, por meio do desloca-mento da barra (36), para dentro do canal de fluxo de ar (21) para o sopro dasubstância (33) para fora.
10. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações an-teriores ou especialmente segundo elas, caracterizado por um anel de êm-bolo elástico (45) na região terminal, situada por dentro, da parede (41) emforma de cabeça da tecla de acionamento (4), sendo que a caixa externa doinalador (2), por meio de sua parede interna, forma o cilindro de ar compri-mido (D) para esse anel de êmbolo (45).
11. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações an-teriores ou especialmente segundo elas, caracterizado pelo fato de que aseção transversal da barra (36) fecha a saída de ar.
12. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações an-teriores ou especialmente segundo elas, caracterizado por uma válvula deentrada de ar (26) entre o ponto de fechamento da saída de ar e o espaçoda caixa que aloja a câmara de depósito (27).
13. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações an-teriores ou especialmente segundo elas, caracterizado por um dispositivo deajuste (52) para a determinação da quantidade das câmaras de dosagem(34) que podem ser levadas para a posição de esvaziamento (E).
14. Inalador (1) para substâncias em pó (33), especialmentesubstâncias medicinais, com uma câmara de depósito de substâncias (27) euma câmara de dosagem (34) que recebe uma determinada quantidade damesma, câmara de dosagem esta que está configurada como perfuraçãotransversal (35) de uma barra (36) e que é deslocável de uma posição deenchimento (B) para uma posição de esvaziamento (E), em cuja posição deesvaziamento (E) a câmara de dosagem (34) se situa em um canal de fluxode ar (21), caracterizado pelo fato de que a barra (36) possui várias câmarasde dosagem (34) localizadas sucessivamente na barra (36), as quais entrampara a posição de esvaziamento (E) sucessivamente durante uma confirma-ção de ejeção e podem ser sopradas uma por uma por uma sobrepressãode ar no canal de fluxo de ar (21).
15. Inalador de acordo com a reivindicação 14 ou especialmentesegundo ela, caracterizado pelo fato de que a barra (36) está configuradacomo barra achatada.
16. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações an-teriores ou especialmente segundo elas, caracterizado por um anel de ajuste(62) com vários estágios para parar o movimento de deslocamento da teclade acionamento (4) depois de uma determinada quantidade de câmaras dedosagem (34) ter percorrido a posição de esvaziamento (E).
17. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações an-teriores ou especialmente segundo elas, caracterizado por uma saliência deparada (56) na tecla de acionamento (4).
18. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações an-teriores ou especialmente segundo elas, caracterizado pelo fato de que ocanal de fluxo de ar (21) dirigido transversalmente em linha reta se prolongaem uma seção de canal terminal (67) com menor seção transversal e dirigidapara cima inclinadamente, a qual termina dentro de um bico para nariz (65)recuada para a sua extremidade livre (69).
19. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações an-teriores ou especialmente segundo elas, caracterizado por um mecanismocompassado (70) acionado ao ser alcançada a pressão de ar de sopro.
20. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações an-teriores ou especialmente segundo elas, caracterizado por um dedo conta-dor (81) que atua sobre o mecanismo compassado (70), dedo este cuja pon-ta (82) alcança a roda de conexão compassada (71) aproximadamente aoinício do deslocamento da barra (36) com as câmaras de dosagem cheias(34) na região do canal de fluxo de ar (21).
21. Inalador de acordo com uma ou mais das reivindicações an-teriores ou especialmente segundo elas, caracterizado pelo fato de que aroda de conexão compassada (71) gira, em forma de roda helicoidal, umanel de escala (72) do mecanismo compassado (70).
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