BRPI0710657A2 - recipiente de fluidos e sistema dispensador de fluidos sem ventilação - Google Patents
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Abstract
<B>RECIPIENTE DE FLUIDOS E SISTEMA DISPENSADOR DE FLUIDOS SEM VENTILAçãO.<D> A presente invenção refere-se a um recipiente de fluidos (2) que inclui um corpo do recipiente (10) dotado de aberturas superiores e inferiores (11, 12), e dotado, ainda, de um membro de ressalto (13, 13') e uma parede lateral (14) que se estende entre as aberturas superiores e inferiores (11, 12). O recipiente de fluidos (2) inclui, também, um espaçador (30) em contato com o membro de ressalto (13,13') do corpo do recipiente (2), e uma válvula deslizante (40) que se move, de maneira deslizante, ao longo de uma superfície interna (15) da parede lateral (14) do corpo do recipiente (2) de maneira hermeticamente vedada. A válvula deslizante (40) define um espaço do recipiente (2) que serve para manter o fluido, junto à parede lateral (14) do corpo do recipiente (10). Portanto, proporciona-se um revestimento inferior (20) para revestir ao longo da abertura inferior (12) do corpo do recipiente (10). O espaçador (30) e a válvula deslizante (40) incluem uma superfície espaçadora (32) e uma superfície da válvula (42), respectivamente, que se opõem uma à outra e encontram-se inclinadas em ângulos de inclinação entre 5 e 30 graus em relação a uma superfície horizontal. Portanto, um sistema dispensador de fluidos sem ventilação (1) que utiliza o recipiente de fluidos (2) evita, de forma segura, que uma pequena bolha de ar fique aprisionada no corpo do recipiente (10) quando completo com o fluido, para, desse modo, dispensar uma dosagem constante sem a necessidade de ações de bombeamento indesejadas antes do uso real.
Description
Relatório Descritivo da Patente de Invenção para "RECIPIENTEDE FLUIDOS E SISTEMA DISPENSADOR DE FLUIDOS SEM VENTILA-ÇÃO QUE UTILIZA O MESMO".
Campo da Técnica
A presente invenção refere-se a um recipiente de fluidos e a umsistema dispensador de fluidos sem ventilação que utiliza o mesmo.Fundamentos da Técnica
Um sistema dispensador de fluidos sem ventilação tem sido u-sado em várias aplicações para dispensar ou aplicar fluidos a um local deaplicação, que contenha agentes incluindo produtos médicos, como formula-ção nasal, produtos quase-médicos, como um tônico para crescimento decabelos e produtos cosméticos, como um perfume.
Até agora, diversos sistemas dispensadores de fluidos sem ven-tilação têm sido propostos, por exemplo, o Documento de Patente 1 revelaum recipiente com bomba sem ventilação que inclui um corpo do recipientepara manter o fluido e uma bomba sem ventilação. A bomba sem ventilaçãoé adaptada para pressurizar o fluido no interior de uma câmara de sucçãomediante a depressão descendente de um bocal, e o libera na atmosfera demodo a aspergir o fluido a partir do bocal, e também é adaptada para sugaro fluido a partir do corpo do recipiente no interior da câmara de sucção me-diante o retorno ascendente do bocal (consulte a figura 2). O corpo do reci-piente é dotada de uma aba inferior que é projetada para se mover, de ma-neira deslizante, ao longo da parede lateral do mesmo mediante o recebi-mento de pressão atmosférica, e, em particular, se move para cima compressão negativa no corpo do recipiente à medida que o fluido e sugado apartir do corpo do recipiente no interior da câmara de sucção. Portanto, deacordo com o recipiente da bomba sem ventilação do Documento de Patente1, mesmo após o fluido no interior da câmara do recipiente ser dispensadoou aspergido, evita-se que ar seja introduzido no corpo do recipiente. Damesma forma, a invenção do Documento de Patente 1 é voltada para apri-morar a vedação a ar (característica hermética) entre a aba inferior e a pare-de interna do corpo do recipiente sem aumentar um atrito deslizante, propor-cionando-se braços inclinados inferiores e superiores de material resilientecom a aba inferior na periferia dos mesmos em contado com a parede inter-na do corpo do recipiente (consulte a figura 3(A)).
Outro Documento de Patente 2 descreve um recipiente tipobomba com um mecanismo de descarga de conteúdo que tem uma estruturasimilar ao mecanismo do Documento de Patente 1. O recipiente tipo bombaapresenta desvantagens, isto é, que certa quantidade de fluido não-utilizadoé deixada em um espaço anular entre o corpo do recipiente e a aba inferiormesmo após o término do uso por parte do usuário, e que uma bolha de arfica aprisionada no espaço anular entre o corpo do recipiente e a aba inferiorquando completo com o fluido por um fabricante. Se a bolha de ar estiveraprisionada no corpo do recipiente ou no espaço anular, o usuário deve rea-lizar certas ações de bombeamento que não são necessárias para a libera-ção real do fluido de modo a evacuar a bolha de ar do corpo do recipiente eda câmara de sucção. De outro modo, uma dosagem de fluido pode conterdiferentes volumes, o que consiste em uma desvantagem especialmentequando necessário dispensar um volume constante de fluido, como produtosmédicos. No entanto, diversas repetições das ações de bombeamento tipi-camente desperdiçam o fluido para dosagens reais. Portanto, a invenção doDocumento de Patente 2 sugere um membro de teto de substituição dotadode uma superfície interior plana proporcionada no espaço anular do corpo dorecipiente, com a finalidade de eliminar o fluido não-utilizado restante em umespaço anular entre o corpo do recipiente e a aba inferior após o término douso, e a bolha de ar aprisionada quando completo pelo fluido (consulte afigurai).
Documento de Patente 1: JPA 2003-212262
Documento de Patente 2: JPA 2006-044710
Descrição da Invenção
Problemas a serem solucionados pela Invenção
Muito embora o fornecimento de um membro de teto de substitu-ição de acordo com o Documento de Patente 2 possa, de certa forma, redu-zir a ocorrência de bolhas de ar aprisionadas no corpo do recipiente, ainda, abolha de ar fica inevitavelmente presa sobre a superfície inferior plana domembro de teto de substituição, o que requer ações de bombeamento inde-sejadas para evacuar a bolha de ar aprisionada. Portanto, o membro de tetode substituição de acordo com o Documento de Patente 2 consiste em ummeio insuficiente para evitar que a bolha de ar aprisionada no corpo do reci-piente quando completo com fluido. Portanto, deseja-se outro corpo do reci-piente que possa evacuar a bolha de ar de maneira fácil e segura mesmo sea bolha de ar estiver aprisionada no interior do corpo do recipiente. Da mes-ma forma, deve-se notar que o Documento de Patente 1 descreve meramen-te o aprimoramento da aba inferior deslizável, porém, nada sobre a evacua-ção da bolha de ar aprisionada.
Meios pra Solucionar os Problemas
Portanto, um dos aspectos da presente invenção consiste emproporcionar um recipiente de fluidos e um sistema dispensador de fluidossem ventilação que utiliza o mesmo, podendo evitar que a pequena bolha dear fique aprisionada no corpo do recipiente quando completo com o fluido.
O recipiente de fluidos de acordo com um dos aspectos da pre-sente invenção inclui um corpo do recipiente dotado de aberturas superiorese inferiores, e tem, ainda, um membro de ressalto e uma parede lateral quese estende entre as aberturas superiores e inferiores. O recipiente de fluidosinclui, também, um espaçador adjacente ao membro de ressalto do corpo dorecipiente, e uma válvula deslizante que se move de maneira deslizável aolongo de uma superfície interna da parede lateral do corpo do recipiente deforma hermeticamente vedada. A válvula deslizante define um espaço dorecipiente para manter o fluido, em conjunção com a parede lateral do corpodo recipiente. Além disso, proporciona-se um revestimento inferior para re-vestir ao longo da abertura inferior do corpo do recipiente. O espaçador aválvula deslizante incluem uma superfície espaçadora e uma superfície daválvula, respectivamente, que se opõem uma à outra e são inclinadas emângulos de inclinação de 5 e 30 graus em relação a uma superfície horizon-tal.
De preferência, a superfície espaçadora e a superfície da válvulatêm configurações complementares entre si. Da mesma forma, o espaçadorpode ser integralmente formado pela parede lateral do corpo do recipiente.Portanto, a superfície espaçadora é formada de modo a ser substancialmen-te contínua com a superfície interna da parede lateral através de uma super-fície curvada.
O espaçador pode ser feito a partir de polietileno de baixa densi-dade, e ao menos um entre o espaçador e a válvula deslizante pode ser feitode material elástico. Da mesma forma, o ângulo de inclinação da superfícieespaçadora em relação à superfície horizontal pode ser ajustado como sen-do maior que o ângulo de inclinação da superfície da válvula em relação àsuperfície horizontal.
O revestimento inferior pode incluir uma ranhura estendendo-seao longo de uma superfície inferior da mesma, sendo que o revestimentoinferior tem um furo atravessante através do qual um espaço de pressuriza-ção hermeticamente vedado pela parede lateral do corpo do recipiente, pelaválvula deslizante, e pelo revestimento inferior pode estar em comunicaçãocom o ar ambiente.
Uma bomba sem ventilação pode ser hermeticamente conectadaà abertura superior do recipiente de fluidos.
Vantagens da Invenção
De acordo com um dos aspectos do sistema dispensador defluidos sem ventilação da presente invenção, evita-se, de forma segura, queuma pequena bolha de ar fique aprisionada no corpo do recipiente quandocompleto com o fluido, desse modo, libera uma dosagem contínua sem ne-cessitar de ações de bombeamento indesejadas antes do uso real.Breve Descrição dos Desenhos
A figura 1A é um vista em elevação do sistema dispensador defluidos sem ventilação de acordo com a primeira modalidade da presenteinvenção, e a figura 1B é uma vista em elevação similar à figura 1A com umatampa removida.
A figura 2 é uma vista em corte transversal explodida do sistemadispensador de fluidos sem ventilação da figura 1, com o recipiente de flui-dos desmontado da bomba sem ventilação.
A figura 3 é uma vista em corte transversal ampliada do recipien-te de fluidos da figura 2.
A figura 4 é uma vista inferior de um revestimento inferior do re-cipiente de fluidos.
As figuras 5A e 5B são vistas em corte transversal do sistemadispensador de fluidos sem ventilação da figura 1, mostrando as condiçõesantes e após a liberação do fluido, respectivamente.
A figura 6 é uma vista em corte transversal ampliada da bombasem ventilação da figura 2.
A figura 7 é uma vista em corte transversal explodida da bombasem ventilação similar à figura 6, com um compartimento da bomba separa-do de um bico.
A figura 8 é uma vista em corte transversal ampliada do recipien-te de fluidos de acordo com a segunda modalidade da presente invenção.
A figura 9 é uma vista em corte transversal ampliada do recipien-te de fluidos da Modificação 1.
As figuras 10A a 10E são, respectivamente, uma vista em cortetransversal, uma vista em elevação frontal, uma vista lateral, uma vista emelevação traseira e uma vista em planta superior do sistema dispensador defluidos sem ventilação da Modificação 2.
As figuras 11A a 11E são, respectivamente, uma vista em cortetransversal, uma vista em elevação frontal, uma vista lateral, uma vista emelevação traseira e uma vista em planta superior de outro sistema dispensa-dor de fluidos sem ventilação da Modificação 2.
A figura 12 é um gráfico que mostra a relação entre o peso dofluido (viscosidade: IOOOmPaDs) aspergido por cada ação de bombeamentoe o número de ações de bombeamento.
A figura 13 é um gráfico que mostra a relação entre o peso dofluido (viscosidade: 2000mPa s) aspergido por cada ação de bombeamentoe o número de ações de bombeamento.
A figura 14 é um gráfico que mostra a relação entre o peso dofluido (viscosidade: 3600mPaDs) aspergido por cada ação de bombeamentoe o número de ações de bombeamento.
As figuras 15A a 15G ilustram o sistema dispensador de fluidossem ventilação usado para aspergir o fluido no nariz em vários ângulos deaspersão.
A figura 16 é um gráfico que mostra a relação entre o peso dofluido aspergido por cada ação de bombeamento no ângulo de aspersão de45 graus e o número de ações de bombeamento.
A figura 17 é um gráfico que mostra a relação entre o peso dofluido aspergido por cada ação de bombeamento no ângulo de aspersão de65 graus e o número de ações de bombeamento.
A figura 18 é um gráfico que mostra a relação entre o peso dofluido aspergido por cada ação de bombeamento no ângulo de aspersão de90 graus e o número de ações de bombeamento.
Breve Descrição das Referências Numéricas
1: sistema dispensador de fluidos sem ventilação, 2: recipientede fluidos, 3: bomba sem ventilação, 4: tampa, 5: rosca externa, 6: roscainterna, 10: corpo do recipiente, 11: abertura superior, 12: abertura inferior,13, 13': membro de ressalto, 14: parede lateral, 15: superfície interna, 16:superfície externa, 18: espaço do recipiente, 19: superfície curvada, 20: re-vestimento inferior, 22: ranhura, 24: furo atravessante, 26: espaço de pressu-rização, 30: espaçador anular, 32: superfície espaçadora, 32': superfície deressalto, 40: válvula deslizante, 42: superfície da válvula, 50: compartimentoda bomba, 70: bico, 51: cilindro, 52: flange cilíndrico, 53: gaxeta, 54: pistão,55: furo vertical, 56: furo horizontal, 57: batente anular, 58: válvula de veda-ção anular, 59: porção inferior com diâmetro reduzido, 60: entrada de suc-ção, 61: válvula esférica, 62: mola espiral, 63: câmara de sucção, 64: fendaanular, 65: extremidade superior, 70: bico, 71: parede interna, 72: haste sóli-da, 73: canal atravessante, 74: saída de aspersão, 75: bocal, 76: flange anu-lar, 77: parede guia tubular, 78: extremidade inferior.
Melhor Modo para Realizar a Invenção
Com referência aos desenhos em anexo, as modalidades de umrecipiente de fluidos e de um sistema dispensador de fluidos sem ventilaçãoque utiliza o mesmo de acordo com a presente invenção serão descritasmais adiante neste documento. A descrição a seguir, termos direcionais,como "superior", "inferior", "horizontal" e "vertical" são convenientementeusados para melhores entendimentos, ainda, esses termos não se destinama limitar o escopo da presente invenção. Da mesma forma, componentessemelhantes são denotados por sinais de referência semelhantes ao longodos desenhos em anexo.
[Primeira Modalidade]
Reportando-se às figuras 1 a 7, uma primeira modalidade dosistema dispensador de fluidos sem ventilação de acordo com a presenteinvenção será aqui descrita. A figura 1A é uma vista em elevação do sistemadispensador de fluidos sem ventilação 1 da primeira modalidade, e a figura1B é uma vista em elevação similar à figura 1A, com uma tampa removida.O sistema dispensador de fluidos sem ventilação 1 da primeira modalidadeinclui, em geral, um recipiente de fluidos 2, uma bomba sem ventilação 3, e atampa 4 encapsulando o recipiente de fluidos 2. Conforme descrito anterior-mente, a figura 1A mostra o sistema 1 com a tampa 4 embora não estejasendo usado, e a figura 1B mostra o sistema 1 sem a tampa 4, que encon-tra-se pronto para uso. A tampa 4 tem uma superfície interna com um enta-lhe (não mostrado), e o recipiente de fluidos 2 tem uma superfície externacom uma saliência que é encaixada no interior do entalhe de tal modo que atampa 4 seja fixada de modo passível de separação ao recipiente de fluidos2.
A figura 2 é uma vista em corte transversal explodida do sistemadispensador de fluidos sem ventilação 1, com o recipiente de fluidos 2 des-montado da bomba sem ventilação 3. A conexão de vedação entre o recipi-ente de fluidos 2 e a bomba sem ventilação 3 pode ser alcançada através doengate de uma rosca externa 5 do recipiente de fluidos 2 com uma roscainterna 6 da bomba sem ventilação 3.
O recipiente de fluidos 2 é, ainda, aqui descrito em relação à fi-gura 3 que mostra uma vista em corte transversal ampliada do mesmo. Orecipiente de fluidos 2 inclui, em geral, um corpo do recipiente vazado 10dotado de aberturas superiores e inferiores 11 e 12, um revestimento inferior20 que reveste ao longo da abertura inferior 12 do corpo do recipiente 10. Ocorpo do recipiente 10 tem um membro de ressalto 13 e uma parede lateral14, e o revestimento inferior 20 é adaptado para se engatar a uma superfícieexterna da parede lateral 14. O corpo do recipiente 10 e o revestimento infe-rior 20 da presente modalidade são conformados em um formato substanci-almente circular quando observado de cima, quaisquer outros formatos, co-mo um formato poligonal podem ser adaptados.
O recipiente de fluidos 2 inclui, ainda, um espaçador anular 30I que é inserido a partir da abertura inferior 12 de modo a entrar em contatocom o membro de ressalto 13 no interior do corpo do recipiente 10, e umaválvula deslizante 40 que é inserida a partir da abertura inferior 12 e se mo-ve, de maneira deslizante, ao longo de uma superfície interna 15 da paredelateral 14 de forma hermeticamente vedada. Portanto, conforme ilustrado nafigura 3, define-se um espaço do recipiente 18 para manter o fluido entreuma superfície espaçadora 32 do espaçador anular 30, uma superfície daválvula 42 da válvula deslizante 40 que se opõe a ele, e a superfície interna15 da parede lateral 14.
Entretanto, conforme mostrado na vista inferior da figura 4, orevestimento inferior 20 inclui ao menos uma ranhura ou porção rebaixada22 que tem ao menos um, de preferência, uma pluralidade de furos atraves-santes 24 estendendo-se verticalmente através do revestimento inferior. Por-tanto, o corpo do recipiente 10 inclui um espaço de pressurização 26 defini-do pela parede lateral 14, pelo revestimento inferior 20, e pela válvula desli-zante 40, que se encontra em comunicação com o ar ambiente.
Conforme será descrito em maiores detalhes mais adiante nestedocumento, quando a bomba sem ventilação 3 for hermeticamente conecta-da à abertura superior 11 do recipiente de fluidos 2 de modo a sugar o fluidomantido no interior do espaço do recipiente 18 do corpo do recipiente 10,pelo fato de não ter ar introduzido no corpo do recipiente 10, o espaço dorecipiente 18 recebe uma pressão negativa. Por outro lado, visto que o es-paço de pressurização 26 é mantido em pressão atmosférica através do furoatravessante 24, a válvula deslizante 40 no espaço do recipiente 18 é em-purrada para cima pela pressão atmosférica no espaço de pressurização 26.Portanto, a válvula deslizante 40 do recipiente de fluidos 2 se move para ci-ma a partir de uma posição não-utilizada mostrada na figura 5A, gradual-mente em resposta à quantidade de fluido sugada pela bomba sem ventila-ção 3, e quando o fluido for completamente dispensado a partir do espaçodo recipiente 18, a superfície da válvula 42 fica em contato íntimo com a su-perfície espaçadora 32 conforme mostrado na figura 5B.
De acordo com o recipiente de fluidos 2 da presente invenção,conforme ilustrado na vista em corte transversal da figura 3, a superfície es-paçadora 32 do espaçador anular 30 e a superfície da válvula 42 da válvuladeslizante 40 são inclinadas em ângulos de inclinação de θι e G2, respecti-vamente, em relação à superfície horizontal. Mesmo se a bolha de ar estiveraprisionada e presa na superfície espaçadora 32 do espaçador anular 30quando o recipiente de fluidos 2 estiver completo com o fluido na manufaturado sistema dispensador de fluidos sem ventilação, as superfícies inclinadasfacilitam a bolha de ar aprisionada na superfície espaçadora 32 a facilmenteser evacuada a partir da abertura superior 11 do recipiente de fluidos 2 aolongo da superfície espaçadora inclinada 32. Os ângulos de inclinação θι dasuperfície espaçadora 32 são ajustados em uma faixa entre 5 e 30 graus, e,de preferência, entre 15 e 25 graus para evacuar seguramente a bolha de arpossivelmente aprisionada ao se preencher o recipiente de fluidos 2 com ofluido. Portanto, de acordo com a presente invenção, o ângulo de inclinaçãoθ1 da superfície espaçadora 32 é projetado na faixa dada acima com a finali-dade de certamente evitar que a pequena bolha de ar entre e fique aprisio-nada no corpo do recipiente 10, eliminando, assim, as ações de bombea-mento indesejadas antes do uso do sistema dispensador de fluidos sem ven-tilação.
Com mais preferência, os ângulos de inclinação de θι e G2 dasuperfície espaçadora 32 e da superfície da válvula 42 são projetados comosendo substancialmente iguais (θι = G2) de modo a apresentarem configura-ções complementares, com a finalidade de ficarem em contato íntimo entresi, conforme mostrado na figura 5B, após o término do uso do sistema dis-pensador de fluidos sem ventilação. Isso minimiza a quantidade de fluidonão-aproveitado que permanece no espaço do recipiente 18, porém, quenão pode ser dispensado mesmo após o término do uso.
Deve-se notar que os componentes do recipiente de fluidos 2podem ser formados a partir de quaisquer materiais, conforme fica claro aosversados na técnica. Embora não limitado a este, de preferência, o corpo dorecipiente 10, o revestimento inferior 20 e a válvula deslizante 40 podem serformados de material resinoso, como polipropileno e o espaçador anular 30pode ser feito a partir de polietileno de baixa densidade. Quando formado apartir desses materiais, o espaçador anular 30 pode ser fixado ao membrode ressalto 13 do corpo do recipiente 10 de maneira fechada (bem-vedada).
Da mesma forma, os ângulos de inclinação de θι e 02 da superfí-cie espaçadora 32 e da superfície da válvula 42 nem sempre são iguais, aoinvés disso, designados como sendo diferentes entre si. Por exemplo, nocaso em que a válvula deslizante 40 é feita de material elástico, como elas-tômero, o ângulo de inclinação de θι da superfície espaçadora 32 pode serajustado como sendo maior que o ângulo de inclinação de O2 da superfícieda válvula 42, de tal modo que a região de contato entre a superfície espa-çadora 32 e a superfície da válvula 42 se expanda a partir da área periféricaaté a área central à medida que a válvula deslizante se move para cima. Issopermite que o fluido no espaço do recipiente 18 seja comprimido na direçãoda área central logo antes do término do uso, desse modo, dispensandocompletamente o fluido no espaço do recipiente 18 sem fluido não-aproveitado restante no interior do mesmo.
Depois, reportando-se às figuras 6 e 7, serão descritas a estrutu-ra e operação da bomba sem ventilação 3. A figura 6 é uma vista em cortetransversal ampliada da bomba sem ventilação 3, e a figura 7 é uma vistaem corte transversal explodida da mesma similar à figura 6, com um compar-timento da bomba 50 separado de um bico 70.
No interior do compartimento da bomba 50, proporciona-se umcilindro que se estende verticalmente 51 dotado de um flange cilíndrico quese estende horizontalmente 52 com uma gaxeta 53 sobre ele. O comparti-mento da bomba 50 tem uma rosca interna 6, e, conforme supramenciona-do, o engate de uma rosca externa 5 do recipiente de fluidos 2 com roscainterna 6 induz uma conexão de vedação hermética entre o compartimentoda bomba 50 e o recipiente de fluidos 2.
Proporciona-se, também, no interior do compartimento da bom-ba 50 um pistão verticalmente móvel 54. O pistão 54 inclui um furo vertical55 estendendo-se ao longo de um eixo geométrico central e um furo horizon-tal 56 estendendo-se através e em comunicação com o furo vertical 55. Umbatente anular 57 feito de material elástico, como borracha, é proporcionadoao redor de uma porção com pequeno diâmetro do pistão 54 que tem umdiâmetro reduzido em uma direção horizontal. Também no interior do cilindro51, proporciona-se uma válvula de vedação anular 58 que pode ser deslizá-vel ao longo da superfície interna do cilindro 51 de modo a se engatar aobatente anular 57. I cilindro 51 inclui, ainda, uma entrada de sucção 60 queserve para sugar o fluido do corpo do recipiente 10 através de uma porçãoinferior com diâmetro reduzido 59. Uma válvula esférica 61 é disposta adja-cente à porção com diâmetro reduzido 59, e uma mola espiral 62 mostradapela linha pontilhada dupla na figura 7 é proporcionada entre a válvula esfé-rica 61 e o pistão 54. Portanto, define-se uma câmara de sucção 63, queserve para receber o fluido, entre a válvula esférica 61, o cilindro 51 (a su-perfície interna do mesmo), e o pistão 54, e a válvula de vedação anular 58.
Entretanto, o bico 70 inclui uma parede interna 71 estendendo-se verticalmente, e uma haste sólida 72 espaçada e estendendo-se atravésda parede interna 71. Portanto, define-se um canal atravessante 73 entre aparede interna 71 do bico 70 e a haste sólida 72, estendendo-se vertical-mente através do mesmo. Da mesma forma, o bico 70 tem um bocal 75 queatua como uma saída de aspersão 74 presa à ponta do mesmo. Além disso,o bico 70 inclui um flange anular 76 estendendo-se horizontalmente e umaparede guia tubular 77 estendendo-se verticalmente a partir do mesmo.
Durante a operação da bomba sem ventilação 3, quando um u-suário comprimir o flange anular 76 do bico 70, a parede guia tubular 77 éguiada para dentro de uma fenda anular 64 do compartimento da bomba 50e a extremidade inferior 78 do bico 70 entra em contato com uma extremida-de superior 65 do pistão 54, empurrando, assim, o pistão 54 para baixo(consulte a figura 7). Com o pistão 54 comprimido, comprime-se o batenteanular 57, através do qual a válvula de vedação anular 58 também deslizapara baixo. Isso define uma pequena lacuna entre a superfície interna daválvula de vedação anular 58 e a superfície externa do pistão 54. Além dis-so, a compressão do pistão 54 pressuriza o fluido recebido na câmara desucção 63, e uma quantidade determinada do fluido em resposta à compres-são do pistão 54 é forçada a percorrer a partir da câmara de sucção 63 atra-vés da lacuna entre a válvula de vedação anular 58 e o pistão 54 atravésdos furos horizontais e verticais 56 e 55 e o cana! atravessante 73 até o bo-cal 75, sendo, assim, aspergido a partir da saída de aspersão 74.
Quando o usuário libera o flange anular 76, a mola espiral 62 nocilindro 51 se desloca de modo a mover o pistão 54 para cima por sua elasti-cidade. Isso fecha a lacuna entre a superfície interna da válvula de vedaçãoanular 58 e a superfície externa do pistão 54, e também libera a válvula esfé-rica 61 de modo a formar uma lacuna entre a válvula esférica 61 e o cilindro51 (sua superfície interna), permitindo que o fluido seja sugado através destalacuna na câmara de sucção 63. Conforme supramencionado, à medida queo pistão 54 é erguido, a lacuna entre a válvula de vedação anular 58 e o pis-tão 54 é fechada, de tal modo que não seja introduzido ar no interior da câ-mara de sucção 63 de fora. Portanto, de acordo com a presente bomba semventilação 3, não se introduz nenhuma bolha de ar na câmara de sucção 63e no espaço do recipiente 18, minimizando, assim, a variação da dosagemdo fluido.
Quando comprime a bomba sem ventilação 3, tipicamente, ousuário empurra para baixo o flange anular 76 do bico 70 com seu dedo in-dicador e com o dedo médio enquanto sustenta o revestimento inferior 20com seu dedo polegar. Visto que proporcionam-se furos atravessantes 24 dorevestimento inferior 20, que servem para comunicar o espaço de pressuri-zação 26 com o ar ambiente, no interior da ranhura ou porção rebaixada 22,isso é vantajosamente possível para evitar o bloqueio dos furos atravessan-tes 24 pelo dedo polegar do usuário. Portanto, de acordo com o recipientede fluidos 2 da presente invenção, o espaço de pressurização 26 pode sem-pre ser mantido na pressão atmosférica de tal modo que a válvula deslizante40 deslize em resposta à quantidade de fluido no espaço do recipiente 18,desse modo, evitando, de forma segura, a introdução da bolha de ar no inte-rior da câmara de sucção 63 da bomba sem ventilação 3.íSequnda Modalidadel
Reportando-se às figuras 8 a 11, será descrita uma segundamodalidade do sistema dispensador de fluidos sem ventilação de acordocom a presente invenção. Visto que o sistema dispensador de fluidos semventilação da segunda modalidade é similar ao sistema da primeira modali-dade exceto pela estrutura do recipiente de fluidos 2, uma descrição dupli-cada será eliminada.
No recipiente de fluidos 2 da primeira modalidade, o membro deressalto 13 do corpo do recipiente 10 e o espaçador anular 30 são projeta-dos como componentes separados. Por outro lado, no recipiente de fluidos 2da segunda modalidade, conforme ilustrado na figura 8, o espaçador anularé integralmente formado junto ao membro de ressalto do corpo do recipiente10 e uma superfície de ressalto 32' do ressalto 13' oposta à superfície daválvula da válvula deslizante 40 é inclinada no ângulo de inclinação de θι emrelação à superfície horizontal. Portanto, dê acordo com o recipiente de flui-dos 2 da segunda modalidade, os custos de fabricação podem ser reduzidosdiminuindo-se o número dos componentes, enquanto se obtêm as mesmasvantagens da primeira modalidade.[Modificação 11
O recipiente de fluidos 2 da segunda modalidade pode ser modi-ficado de tal modo que a superfície de ressalto 32' seja formada para queseja substancialmente contínua com a superfície interna 15 da parede lateral14 através de uma superfície curvada 19. Certamente, esta disposição evitaque a pequena bolha de ar fique aprisionada em uma região descontínuaentre a superfície de ressalto 32' e a parede lateral 14 enquanto completacom o fluido. De forma semelhante, o recipiente de fluidos 2 da primeira mo-dalidade pode ser modificado de tal modo que a superfície curvada contínuaseja proporcionada entre a superfície interna 15 da parede lateral 14 e a su-perfície espaçadora 32 do espaçador 30, eliminando qualquer superfície es-calonada ou descontínua entre elas, para evacuação da bolha de ar aprisio-nada.
ÍModificacão 21
Os sistemas dispensadores de fluidos sem ventilação das pri-meira e segunda modalidades são descritos acima aspergindo o fluido paracima a partir do bocal 75 proporcionado na ponta do bico 70, que não se li-mita a ele. A saída de aspersão 74 do bocal 75 pode ser direcionada hori-zontalmente conforme mostrado nas figuras 10 e 11, e operável para asper-gir o fluido na direção horizontal também comprimindo-se o bico 70. Isso ex-pande adicionalmente o escopo das aplicações do sistema dispensador defluidos sem ventilação de acordo com a presente invenção.[Experimento 1]
Com os experimentos a seguir, serão descritas, em detalhes, asvantagens das presentes invenções. Embora qualquer fluido possa ser apli-cado à presente invenção, por exemplo, prepararam-se três tipos de agentesmucoadesivos tipo gel, eles apresentam diferentes viscosidades entre si,como os usados para uma aplicação nasal, conforme listado abaixo. As vis-cosidades foram medidas por meios de um viscosímetro tipo C a 20 grauscentígrados. Deve-se notar que esse fluido não contém substâncias farma-ceuticamente ativas.
Tabela 1: Ingredientes dos Fluidos 1. 2 e 3
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Da mesma forma, prepararam-se três dos sistemas dispensado-res de fluidos sem ventilação que podem aspergir 100mg do fluido por umaúnica ação da bomba, isto é, de acordo com a presente invenção (simples-mente denominada como "Invenção"), e de acordo com a técnica conven- cional (simplesmente denominada como "Comparação 1" e "Comparação2"). Esses sistemas dispensadores de fluidos sem ventilação foram carrega-dos com cinco (5) gramas de cada um dos Fluidos Ii 2, 3, individualmente,para os seguintes experimentos.
A Invenção, a Comparação 1 e a Comparação 2 foram carrega-das com o Fluido 1 (viscosidade: IOOOmPaDs), e o peso do fluido (mg) as-pergido por cada ação de bombeamento foi graficamente representado deacordo com o número de ações de bombeamento, para obter, desse modo,o gráfico da figura 12. Conforme claramente ilustrado neste gráfico, o siste-ma dispensador da Invenção foi capaz de fornecer a dosagem predetermi- nada ou esperada (denominada como "dosagem pré-ajustada D", que foiajustada em 100mg nos experimentos) logo antes que todo o fluido fossedispensado. Por outro lado, os sistemas dispensadores da Comparação 1 eda Comparação 2 dispensaram o fluido da dosagem pré-ajustada, dessamaneira, não foram capazes de aspergir a dosagem pré-ajustada do fluido após trinta (30) a quarenta (40) ações de bombeamento.
De modo semelhante, os sistemas dispensadores da Invenção,da Comparação 1 e da Comparação 2 também foram carregados com oFluido 2 (viscosidade: 2000mPaDs) e com o Fluido 3 (viscosidade:3600mPa s), e o peso do fluido (mg) aspergido por cada ação de bombea- mento foi graficamente representado de acordo com o número de ações debombeamento, para, desse modo, obter os gráficos das figuras 13 e 14, res-pectivamente. Conforme claramente mostrado nesses gráficos, apesar davariação de viscosidade do fluido, o sistema dispensador da Invenção foicapaz de aspergir continuamente a dosagem pré-ajustada logo antes quetodo o fluido fosse dispensado, no entanto, os sistemas dispensadores dasComparações 1 e 2 não foram capazes de aspergir a dosagem pré-ajustadado fluido apesar da quantidade suficiente do fluido permanecer no recipientede fluidos. Portanto, o sistema dispensador da Invenção é muito mais vanta-joso do que o sistema da Comparação 1 e da Comparação 2 em dispensar ofluido aspergido em uma maneira esperada e estável. Depois, realizaram-se outros experimentos de comparação paraos sistemas dispensadores da Invenção, da Comparação 1 e da Compara-ção 2, independentemente da quantidade de fluido que pode ser completa-mente usada e quão estavelmente o fluido pode ser dispensado. Primeira-mente, alguns valores particulares são definidos da seguinte forma:W0: Peso do fluido inicialmente carregado em cada sistema dispensador(que é igual a 5 gramas neste experimento);WE: Peso do fluido restante em cada sistema dispensador ao término douso (unidade: gramas);D|N: Dosagem única quando se encontra em uma faixa de dosagem pré- ajustada mais/menos 10% (que está entre 90 e 110mg neste expe-rimento);
Dout: Dosagem única quando se encontra em uma faixa de dosagem pré-ajustada mais/menos 10% (menor que 90mg ou maior que 11 Omgneste experimento);ΣD|N: Dosagens totais de D|N dispensadas por todas as ações de bombe-amento; e
ΣDout: Dosagens totais de Dout dispensadas por todas as ações de bom-beamento.
Quando definidos conforme anteriormente, a Razão Restante deFluido, a Razão de Aplicação na Dosagem Pré-Ajustada e a Razão de Apli-cação além da Dosagem Pré-Ajustada podem ser definidas da seguinte for-ma:Razão Restante de Fluido (%) = We / W0 χ 100;Razão de Aplicação na Dosagem Pré-Ajustada (%) = ΣDin / W0 χ 100; eRazão de Aplicação além da Dosagem Pré-Ajustada (%) = ZD0ut / W0 χ100.
Portanto, o número de dosagens que se encontra na faixa dedosagem pré-ajustada mais/menos 10% (que está entre 90 e 110mg nesteexperimento) por uma única ação de bombeamento é denominado como um"Número de Aplicação na Dosagem Pré-Ajustada".
De acordo com a definição anterior, já que a Razão Restante deFluido é menor, uma quantidade maior de fluido pode eficazmente ser dis-pensada sem desperdício. Da mesma forma, prefere-se que as dosagenspré-ajustadas possam ser dispensadas de forma estável com uma maiorRazão de Aplicação na Dosagem Pré-Ajustada, menor Razão de Aplicaçãoalém da Dosagem Pré-Ajustada, e maior Número de Aplicação na DosagemPré-Ajustada. Com os dados para representar os gráficos das figuras 12 a14, a Razão Restante de Fluido, a Razão de Aplicação na Dosagem Pré-Ajustada, a Razão de Aplicação além da Dosagem Pré-Ajustada, e o Núme-ro de Aplicação na Dosagem Pré-Ajustada foram calculados conforme lista-do abaixo.
Tabela 2: Comparação da Razão Restante de Fluido e outras viscosidadesvariáveis de fluido
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Conforme claramente indicado na Tabela 2, a Razão Restantede Fluido da Invenção é substancialmente menor que a razão da Compara-ção 1 e da Comparação 2, portanto, o sistema dispensador da Invenção po-de, de maneira eficaz, dispensar quase todo o fluido. Da mesma forma, aRazão Restante de Fluido da Invenção independe da viscosidade do fluidoem relação à viscosidade da Comparação 1 e da Comparação 2. Portanto, osistema dispensador da Invenção pode ser aplicável para dispensar quais-quer fluidos com uma ampla variedade de viscosidades. Da mesma forma,de acordo com o sistema dispensador da Invenção, a Razão de Aplicaçãona Dosagem Pré-Ajustada é excelente (maior que 87%, irrelevante à visco-sidade do fluido), a Razão de Aplicação além da Dosagem Pré-Ajustada ébaixa, e o Número de Aplicação na Dosagem Pré-Ajustada é extraordinário,em relação aos valores da Comparação 1 e da Comparação 2. Portanto, osistema dispensador da Invenção pode dispensar a dosagem pré-ajustadaesperada do fluido de maneira bastante estável.
Depois, realizaram-se outros experimentos de comparação paraos sistemas dispensadores da Invenção, da Comparação 1 e da Compara-ção 2, independentemente da quantidade de fluido que pode ser completa-mente usada e quão estavelmente o fluido pode ser dispensado, quando ofluido for aspergido no interior do nariz em vários ângulos de aspersão con-forme ilustrado na figura 15. Em particular, após o Fluido 2 (viscosidade:2000mPaDs) ser carregado nos sistemas dispensadores da Invenção, daComparação 1 e da Comparação 2, o peso do fluido (mg) aspergido por ca-da ação de bombeamento no ângulo de aspersão de 45 graus mostrado nafigura 15 foi gráficamente representado de acordo com o número de açõesde bombeamento, para, desse modo, obter o gráfico da figura 16. Conformeclaramente ilustrado neste gráfico, o sistema dispensador da Invenção foicapaz de dispensar continuamente a dosagem pré-ajustada logo antes quetodo o fluido fosse dispensado. Por outro lado, os sistemas dispensadoresdas Comparações 1 e 2 dispensaram o fluido menos que a dosagem pré-ajustada após vinte (20) a trinta (30) ações de bombeamento, portanto, nãoforam capazes de aspergir a dosagem pré-ajustada do fluido ao longo dasações de bombeamento totais. De forma semelhante, o peso do fluido (mg)aspergido no ângulo de aspersão de 65 graus e 90 graus foi graficamenterepresentado de acordo com o número de ações de bombeamento, para,desse modo, obter os gráficos das figuras 17 e 18, respectivamente. Con-forme claramente ilustrado nesses gráficos, apesar da variação dos ângulosde aspersão do fluido, o sistema dispensador da Invenção foi capaz de for-necer continuamente a dosagem pré-ajustada logo antes que todo o fluidofosse dispensado, no entanto, os sistemas dispensadores das Comparações1 e 2 não foram capazes de aspergir a dosagem pré-ajustada do fluido, em-bora a quantidade suficiente de fluido permanecer no recipiente de fluidos.Com os resultados anteriores, o sistema dispensador da Invenção apresentacaracterísticas muito mais extraordinárias em relação às características daComparação 1 e da Comparação 2 para dispensar o fluido aspergido demaneira esperada e estável.
Da mesma forma, quando os sistemas dispensadores da Inven-ção, da Comparação 1 e da Comparação 2 forem usados para aspergir oFluido 2 no nariz em 0, 45, 65, 90 graus, realizam-se algumas medições porcada ação de bombeamento para a Razão Restante de Fluido, Razão deAplicação na Dosagem Pré-Ajustada, Razão de Aplicação além da DosagemPré-Ajustada e Número de Aplicação na Dosagem Pré-Ajustada, conformelistado abaixo.Tabela 3: Comparação da Razão Restante de Fluido e outros ângulos deaspersão variáveis
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Conforme evidente na Tabela 3, de acordo com o sistema dis-pensador da Invenção, irrelevante aos ângulos de aspersão, a Razão Res-tante de Fluido é bastante baixa, a Razão de Aplicação na Dosagem Pré-Ajustada é maior (maior que 87%, independentemente dos ângulos de as-persão), a Razão de Aplicação além da Dosagem Pré-Ajustada é baixa, e oNúmero de Aplicação na Dosagem Pré-Ajustada é extraordinário. Portanto, osistema dispensador da Invenção pode dispensar a dosagem pré-ajustadaesperada do fluido sem desperdiçar o fluido de maneira bastante estável,mesmo se os ângulos de aspersão variarem.
Na descrição anterior, descrevem-se diversas modalidades eexemplos do recipiente de fluidos e do sistema dispensador de fluidos semventilação que utiliza o mesmo de acordo com a presente invenção, sendoque o sistema dispensador de fluidos sem ventilação pode ser usado paravárias aplicações para dispensar ou aplicar em um local de aplicação, fluidoscontendo produtos médicos, como uma formulação nasal, colírios e desinfe-tantes, e fluidos viscosos contendo produtos quase-médicos, como um per-fume, tônico para crescimento de cabelos e perfumadores de ar. Deve-senotar que a presente invenção não deve ser interpretada como sendo limita-dora das modalidades e exemplos particulares, ao invés disso, é definidapelas reivindicações em anexo, portanto, as modificações e/ou alterações,claras aos versados na técnica sem divergir do espírito e escopo da presen-te invenção, devem estar incluídas em um âmbito da presente invenção.
Claims (15)
1. Recipiente de fluidos, que compreende:um corpo do recipiente dotado de aberturas superiores e inferio-res, e tem, ainda, um membro de ressalto e uma parede lateral que se es-tende entre as aberturas superiores e inferiores;um espaçador em contato com o membro de ressalto do ditocorpo do recipiente;uma válvula deslizante que se move, de maneira deslizante, aolongo de uma superfície interna da parede lateral do dito corpo do recipientede maneira hermeticamente vedada,sendo que a dita válvula deslizante de-fine um espaço do recipiente para manter o fluido, em conjunto com a pare-de lateral do dito corpo do recipiente; eum revestimento inferior que reveste a abertura inferior do ditocorpo do recipiente;sendo que o dito espaçador e a dita válvula deslizante incluemuma superfície espaçadora e uma superfície da válvula, respectivamente,que se opõem uma à outra são inclinadas em ângulos de inclinação entre 5e 30 graus em relação a uma superfície horizontal.
2. Recipiente de fluidos, de acordo com a reivindicação 1, ondea superfície espaçadora e a superfície da válvula têm configurações com-plementares entre si.
3. Recipiente de fluidos, de acordo com a reivindicação 1, ondeo dito espaçador é integralmente formado pela parede lateral do dito corpodo recipiente.
4. Recipiente de fluidos, de acordo com a reivindicação 1, ondea superfície espaçadora é formada de modo a ser substancialmente contí-nua em relação à superfície interna da parede lateral através de uma super-fície curvada.
5. Recipiente de fluidos, de acordo com a reivindicação 1, ondeo dito espaçador é feito de polietileno de baixa densidade.
6. Recipiente de fluidos, de acordo com a reivindicação 1, ondeo dito espaçador é feito de material elástico.
7. Recipiente de fluidos, de acordo com a reivindicação 1, ondeo ângulo de inclinação da superfície espaçadora em relação à superfície ho-rizontal é ajustado como sendo maior que o ângulo de inclinação da superfí-cie da válvula em relação à superfície horizontal.
8. Recipiente de fluidos, de acordo com a reivindicação 1, ondeO dito revestimento inferior inclui uma ranhura estendendo-se ao longo deuma superfície inferior do mesmo, sendo que o dito revestimento inferior temum furo atravessante através do qual um espaço de pressurização hermeti-camente vedado pela parede lateral do dito corpo do recipiente, pela válvuladeslizante, e pelo revestimento inferior encontra-se em comunicação com oar ambiente.
9. Sistema dispensador de fluidos sem ventilação, que compre-ende o recipiente de fluidos de acordo com qualquer uma das reivindicações-1 a 8, e uma bomba sem ventilação hermeticamente conectada à aberturasuperior do recipiente de fluidos.
10. Recipiente de fluidos, que compreende:um corpo do recipiente dotado de aberturas superiores e inferio-res, e tem, ainda, um membro de ressalto e uma parede lateral que se es-tende entre as aberturas superiores e inferiores;uma válvula deslizante que se move, de maneira deslizante, aolongo de uma superfície interna da parede lateral do dito corpo do recipientede maneira hermeticamente vedada,sendo que a dita válvula deslizante de-fine um espaço do recipiente para manter o fluido, em conjunto com a pare-de lateral do dito corpo do recipiente; eum revestimento inferior que reveste a abertura inferior do ditocorpo do recipiente;sendo que o dito membro de ressalto e a dita válvula deslizanteincluem uma superfície de ressalto e uma superfície da válvula, respectiva-mente, que se opõem uma à outra são inclinadas em ângulos de inclinaçãoentre 5 e 30 graus em relação a uma superfície horizontal.
11. Recipiente de fluidos, de acordo com a reivindicação 10, on-de a superfície de ressalto e a superfície da válvula têm configurações com-plementares entre si.
12. Recipiente de fluidos, de acordo com a reivindicação 10, on-de a superfície de ressalto é formada de modo a ser substancialmente contí-nua em relação à superfície interna da parede lateral através de uma super-fície curvada.
13. Recipiente de fluidos, de acordo com a reivindicação 10, on-de o ângulo de inclinação da superfície de ressalto em relação à superfíciehorizontal é ajustado como sendo maior que o ângulo de inclinação da su-perfície da válvula em relação à superfície horizontal.
14. Recipiente de fluidos, de acordo com a reivindicação 10, on-de o dito revestimento inferior inclui uma ranhura estendendo-sè ao longo deuma superfície inferior do mesmo, sendo que o dito revestimento inferior temum furo atravessants através do qual um espaço de pressurização herrneti-camente vedado pela parede lateral do dito corpo do recipiente, pela válvuladeslizante, e pelo revestimento inferior encontra-se em comunicação com oar ambiente.
15. Sistema dispensador de fluidos sem ventilação, que compre-ende o recipiente de fluidos de acordo com a reivindicação 10, e uma bombasem ventilação hermeticamente conectada à abertura superior do recipientede fluidos.
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