BRPI0719973A2 - Direção de fluxo de fluido de dispositivo de acesso vascular - Google Patents

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BRPI0719973A2
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fluid flow
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medical device
path
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BRPI0719973-2A
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Wayne K Rasmussen
Weston F Harding
Kelly D Christensen
Austin Jason Mckinnon
Bryan G Davis
Lantao Guo
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Becton Dickinson Co
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Description

"DIREÇÃO DE FLUXO DE FLUIDO DE DISPOSITIVO DE ACESSO VASCULAR" ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
A presente revelação diz respeito a direção de fluxo de fluido em sistemas extra- vasculares usados para fornecer infusão ou outra terapia para pacientes. Terapia de infusão é um dos procedimentos de cuidados de saúde mais comuns. Pacientes hospitalizados e com atendimento domiciliar recebem produtos fluidos, farmacêuticos e de sangue por meio de um dispositivo de acesso vascular inserido no sistema vascular. Terapia de infusão pode ser usada para tratar uma infecção, fornecer anestesia ou analgesia, fornecer suporte nutri- cional, tratar crescimentos cancerosos, manter pressão arterial e ritmo de coração, ou mui- tos outros usos clinicamente significativos.
Terapia de infusão é facilitada por dispositivos de acesso vascular localizados fora do sistema vascular de um paciente. Um sistema extravascular inclui pelo menos um dispo- sitivo de acesso vascular e/ou outro dispositivo médico que pode acessar uma vasculatura periférica ou central do paciente, diretamente ou indiretamente. Dispositivos de acesso vas- cular incluem dispositivos de acesso fechados, tais como o dispositivo de acesso de Luer fechado BD Q-SYTE™ da Becton, Dickinson and Company, seringas, dispositivos de acesso divididos, cateteres e câmaras de fluido intravenoso (IV). Um sistema extravascular pode acessar um sistema vascular do paciente por um curto prazo (dias), um prazo moderado (semanas), ou um longo prazo (meses a anos), e pode ser usado para terapia de infusão contínua ou para terapia intermitente.
Complicações associadas com terapia de infusão incluem morbidez significativa e até mortalidade. Tais complicações podem ser causadas por regiões de fluxo de fluido es- tagnado dentro do dispositivo de acesso vascular ou em áreas próximas ao sistema extra- vascular. Estas são regiões nas quais o fluxo de fluido é limitado ou não existente por causa da conformação do sistema extravascular ou da dinâmica de fluido dentro destas áreas do sistema extravascular. Bolhas de ar ou medicações infundidas podem se tornar capturadas dentro destas regiões de fluxo estagnado como resultado do fluxo de fluido limitado ou não existente. Quando uma medicação diferente é infundida no sistema extravascular, ou o sis- tema extravascular fica exposto em trauma físico, o fluxo de fluido do sistema extravascular pode se tornar alterado, liberando bolhas de ar aprisionadas ou medicações residuais de volta para o caminho de fluido ativo do sistema extravascular. Esta liberação de bolhas de ar e medicação residual para dentro do sistema extravascular de caminho de fluido ativo pode resultar em complicações significativas.
Bolhas de ar liberadas podem bloquear fluxo de fluido através do sistema extravas- cular e impedir seu funcionamento apropriado. Mais seriamente, bolhas de ar liberadas po- dem entrar no sistema vascular do paciente e bloquear fluxo de sangue, causando danos ao tecido e até derrame cerebral. Além do mais, medicações residuais podem interagir com medicações atualmente infundidas para ocasionar precipitados dentro do sistema extravas- cular e impedir o seu funcionamento apropriado. Além disso, medicações residuais podem entrar no sistema vascular do paciente e causar efeitos não pretendidos e/ou não deseja- dos.
Portanto, existe uma necessidade de sistemas e métodos que eliminem, impeçam
ou limitem regiões de fluxo estagnado dentro de dispositivos de acesso vascular e sistemas extravasculares.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A presente invenção foi desenvolvida em resposta a problemas e necessidades na técnica que também não têm sido inteiramente resolvidos pelos sistemas extravasculares, dispositivos e métodos disponíveis atualmente. Assim, estes sistemas, dispositivos e méto- dos desenvolvidos fornecem um sistema extravascular que pode ser conectado a um siste- ma vascular do paciente e que eliminará, impedirá ou limitará regiões de fluxo estagnado dentro do dispositivo de acesso vascular ou do sistema extravascular ao direcionar estrate- gicamente fluxo de fluido.
Um dispositivo médico pode incluir um sistema extravascular para comunicação de fluido com um sistema vascular, um caminho de fluido dentro do sistema extravascular e um direcionador de fluxo de fluido em comunicação com o caminho de fluido. O direcionador pode estimular o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido do sistema extravascular. O direcionador de fluxo de fluido pode incluir uma variedade de modalidades capazes de estimular o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido do sis- tema extravascular.
O direcionador de fluxo de fluido pode incluir um arco, um arco giratório com uma beira na ponta do arco, um arco e um canal de fluxo, um arco que define um caminho de fluido radial, um braço, uma entrada deslocada, uma válvula, um septo tendo um bico de pato orientado paralelo ao caminho de fluido, um venturi, um fundo pontiagudo tendo um furo de saída deslocado, uma rampa e um fundo helicoidal tendo um furo de saída desloca- do, um furo de saída deslocado e uma parede circundando uma parte do furo de saída des- locado, uma turbina, uma entrada torosa e um inserto em forma de taça, uma saída torosa, uma barreira em forma de copo tendo uma saída em uma borda do copo, uma membrana defletível e um receptor de ponta de Luer, um material hidrófilo, um material hidrofóbico e/ou um material solúvel.
Um método pode incluir fornecer um sistema extravascular tendo um caminho de fluido, e estimular o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido do sistema extravascular. Um dispositivo médico pode incluir um dispositivo para acessar o sistema vascular de um paciente e um dispositivo para estimular o movimento de fluido estagnado. O dispositivo para estimular o movimento de fluido estagnado pode se alojar pelo menos parcialmente dentro do dispositivo para acessar o sistema vascular do paciente.
Estes e outros recursos e vantagens da presente invenção podem ser incorporados em certas modalidades da invenção e se tornarão mais inteiramente aparentes a partir da descrição a seguir e reivindicações anexas, ou podem ser descobertos pela prática da in- venção tal como exposto em seguida. A presente invenção não exige que todos os recursos vantajosos e todas as vantagens descritas neste documento estejam incorporados em cada modalidade da invenção.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DAS VÁRIAS VISTAS DOS DESENHOS
A fim de que a maneira na qual os relatados anteriormente e outros recursos e van- tagens da invenção são obtidos seja prontamente entendida, uma descrição mais particular da invenção exposta anteriormente de forma resumida será apresentada pela referência às modalidades específicas da mesma que estão ilustradas nos desenhos anexos. Estes dese- nhos somente representam modalidades típicas da invenção e não são, portanto, para ser considerados para limitar o escopo da invenção. A figura 1 é uma vista de seção transversal de um direcionador de fluxo de fluido
incluindo um arco.
A figura 2 é uma vista de seção transversal em perspectiva de um direcionador de fluxo de fluido incluindo um arco giratório.
A figura 3 é uma outra vista de seção transversal em perspectiva do direcionador de fluxo de fluido incluindo o arco giratório da figura 2.
A figura 4 é uma vista de seção transversal do direcionador de fluxo de fluido inclu- indo o arco giratório das figuras 2 e 3.
A figura 5a é uma vista de seção transversal de um direcionador de fluxo de fluido incluindo um arco e um canal de fluxo. A figura 5b é uma vista de seção transversal de extremidade do dispositivo da figu-
ra 5.
A figura 6 é uma vista de seção transversal de um direcionador de fluxo de fluído incluindo um arco que define um caminho de fluido radial.
A figura 7 é uma vista de seção transversal em perspectiva de um direcionador de fluxo de fluido incluindo um braço.
A figura 8 é uma vista de seção transversal de um direcionador de fluxo de fluido incluindo uma entrada deslocada.
A figura 9 é uma vista de seção transversal do direcionador de fluxo de fluido inclu- indo a entrada deslocada da figura 8. A figura 10 é uma vista de seção transversal de um direcionador de fluxo de fluido
incluindo uma válvula.
A figura 11 é uma vista de seção transversal do direcionador de fluxo de fluido com a válvula da figura 11 na posição aberta.
A figura 12 é uma vista de seção transversal da válvula aberta da figura 11 feita ao longo da linha A-A.
As figuras 13a e 13b são vistas de seção transversal lateral e superior de um dire- cionador de fluxo de fluido incluindo um septo tendo um bico de pato orientado em 30 graus.
As figuras 14a-14c mostram uma vista lateral, superior e de extremidade de um di- recionador de fluxo de fluido incluindo um septo tendo um bico de pato orientado paralelo a um caminho de fluido.
A figura 15 é uma vista de seção transversal de um direcionador de fluxo de fluido incluindo um venturi.
A figura 16 é uma vista de seção transversal de um direcionador de fluxo de fluido incluindo um venturi.
A figura 17 é uma vista de seção transversal em perspectiva de um direcionador de fluxo de fluido incluindo um fundo pontiagudo tendo um furo de saída deslocado. A figura 18 é uma vista de seção transversal parcial em perspectiva de um direcio-
nador de fluxo de fluido incluindo uma rampa e um fundo helicoidal tendo um furo de saída deslocado.
A figura 19 é uma vista de seção transversal em perspectiva de um direcionador de fluxo de fluido incluindo um furo de saída deslocado e uma parede circundando uma parte do furo de saída deslocado.
A figura 20a é uma vista de seção transversal de um direcionador de fluxo de fluido incluindo uma turbina.
A figura 20b é uma vista superior da turbina da figura 20a.
A figura 20c é um gráfico mostrando variações na pressão ao longo do tempo. A figura 21 é uma vista de seção transversal de um direcionador de fluxo de fluido
incluindo uma entrada torosa e um inserto em forma de taça.
A figura 22 é uma vista de seção transversal de um direcionador de fluxo de fluido incluindo uma saída torosa.
A figura 23 é uma vista de seção transversal de um direcionador de fluxo de fluido incluindo uma barreira em forma de copo tendo uma saída em uma borda da barreira em forma de copo.
As figuras 24a-24c incluem múltiplas vistas de seção transversal lateral e superior de um dispositivo direcionador de fluxo de fluido alternativo.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO As modalidades preferidas atualmente da presente invenção serão mais bem en-
tendidas pela referência aos desenhos, em que números de referência iguais indicam ele- mentos idênticos ou funcionalmente similares. Ficará prontamente entendido que os compo- nentes da presente invenção, tal como descrito e ilustrado de uma maneira geral nas figuras neste documento, podem ser arranjados e projetados em uma grande variedade de configu- rações diferentes. Assim, a descrição mais detalhada a seguir, tal como representado nas figuras, não é pretendida para limitar o escopo da invenção tal como reivindicado, mas é simplesmente representativa de modalidades preferidas atualmente da invenção.
Referindo-se agora à figura 1, um sistema extravascular 10 inclui um dispositivo de acesso vascular 12 e é usado para comunicar uma substância ao longo de um caminho de fluido 14 do sistema 10 com o sistema vascular de um paciente. O sistema extravascular 10 inclui um direcionador de fluxo de fluido 16 em comunicação com o caminho de fluido 14. O direcionador 16 estimula o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido 14 do sistema 10. O direcionador de fluxo de fluido 16 é um arco localizado debaixo da porta de acesso 18 do dispositivo de acesso vascular 12.
À medida que o fluido fluir ao longo do caminho de fluido 14 em uma direção 20, o fluido entrará em contato com direcionador em forma de arco 16, fazendo com que o fluido se desloque para cima em uma direção 22 no sentido da superfície inferior 24 da porta de acesso 18. Na ausência do direcionador de fluxo de fluido em forma de arco 16, o fluido con- tinuaria a se deslocar na direção 20 para além da superfície inferior 24 da porta de acesso 18, contornando qualquer fluido estagnado que pudesse se alojar adjacente à superfície inferior 24. O direcionador em forma de arco 16, ao contrário, força o fluido na direção 22 no sentido do fluido estagnado adjacente à superfície inferior 24, estimulando o movimento de fluido estagnado.
Referindo-se agora à figura 2, um sistema extravascular 210 inclui um caminho de fluido 214 e um direcionador de fluxo de fluido 216 em comunicação com o caminho de flui- do 214. O direcionador 216 estimula o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido 214 do sistema 210. O direcionador 216 inclui um arco giratório 226 com uma beira 228 na ponta do arco. A beira 228 força fluido se deslocando ao longo da superfície externa do arco 226 em uma direção para longe do arco 226. A beira 228 pode assim ser usada pa- ra direcionar fluido na direção de uma área de fluido estagnado dentro do caminho de fluido 214 do sistema 210. Um operador pode girar um manipulador 230, o qual é fixado ao dire- cionador 216, para girar o direcionador 216, capacitando o operador para estimular o movi- mento de fluido estagnado se alojando longe do arco 226 ao direcionar a beira 228. Referin- do-se agora à figura 3, o sistema extravascular 210 da figura 2 está mostrado em vista de seção transversal em perspectiva.
Referindo-se agora à figura 4, o sistema extravascular 210 das figuras 2 e 3 está mostrado em vista de seção transversal.
Referindo-se agora às figuras 5a e 5b, um sistema extravascular 310 inclui um ca- minho de fluido 314 e um direcionador de fluxo de fluido 316 em comunicação com o cami- nho de fluido 314. O direcionador de fluxo de fluido 316 estimula o movimento de fluido es- tagnado dentro do caminho de fluido 314 do sistema 310. O direcionador de fluxo de fluido 316 inclui um arco 332 e um canal de fluxo 334 em um e outro lado do arco 332. O arco 332 interrompe o caminho reto do caminho de fluido 314 e é localizado oposto à porta de acesso 318 de um dispositivo de acesso vascular 312 que é preso ao sistema extravascular 310. Os canais de fluxo 334 são localizados opostos ao arco 332 e adjacentes à superfície inferior 324 da porta de acesso 318. Os canais de fluxo 334 direcionam fluido do caminho de fluido 314, através de um primeiro canal de fluxo 334, na direção de uma primeira superfície inferi- or 324, sobre o arco 332, para além de uma segunda superfície 324, através de um segundo canal de fluxo 334 e para o caminho de fluido reto 314 do sistema 310. A figura 5b é uma vista de extremidade de uma parte do sistema 310 que ilustra que o canal de fluxo 334 é um canal elevado dentro do caminho de fluido 314.
Referindo-se agora à figura 6, um sistema extravascular 410 inclui um caminho de fluido 414 e um direcionador de fluxo de fluido 416 em comunicação com o caminho de flui- do 414. O direcionador 416 estimula movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido 414 do sistema 410. O direcionador 416 inclui um arco 436 que define um caminho de fluido radial. A superfície elevada do arco 436 faz com que fluido se desloque de um outro modo que o caminho de fluido reto 414 para cima e sobre o arco 436 na direção da superfí- cie inferior 424 de uma porta de acesso 418 presa ao sistema 410. Fluido estagnado que de outro modo se alojaria adjacente à superfície inferior 424 é deslocado como resultado de deslocamento de fluido através do caminho de fluido 414 alterado.
O arco elevado 436 pode ser unido por solvente ou soldado de forma sônica ao sis- tema 410. Uma tampa inferior 438 pode ser presa ao arco 436 a fim de fornecer material que seja facilmente moldado a fim de formar o arco 436 durante a fabricação. Qualquer par- te da porta de acesso 418 em comunicação com o caminho de fluido 414 pode ser girada ou orientada em qualquer direção a fim de estimular o movimento de fluido estagnado adjacen- te à superfície inferior 424.
Referindo-se agora à figura 7, um sistema extravascular 510 inclui um caminho de fluido 514 e um direcionador de fluxo de fluido 516 em comunicação com o caminho de flui- do 514. O direcionador 516 estimula o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido 514 do sistema 510. O direcionador de fluxo de fluido 516 inclui um braço se esten- dendo entre duas partes do caminho de fluido 514 em uma direção voltada para a porta de acesso 518 de um dispositivo de acesso vascular 512 preso ao sistema 510. O braço do direcionador de fluxo de fluido 516 estimula fluido a fluir através do caminho de fluido 514 de uma extensão em Y 540 presa ao sistema 510 na direção de qualquer fluido estagnado que possa se alojar adjacente à superfície inferior 524 da porta de acesso 518.
Referindo-se agora à figura 8, um sistema extravascular 610 inclui um caminho de fluido 614 e um direcionador de fluxo de fluido 616 em comunicação com o caminho de flui- do 614. O direcionador 616 estimula o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido 614 do sistema 610 em uma área adjacente à superfície inferior 624 de uma porta de acesso 618 presa ao sistema 610. O direcionador de fluxo de fluido 616 inclui uma entrada deslocada.
Referindo-se agora à figura 9, está mostrada uma vista de seção transversal da fi- gura 8. A vista de seção transversal revela a entrada deslocada do direcionador de fluxo de fluido 616 em uma localização fora de uma linha de centro 642. A entrada deslocada se es- tendendo a partir de uma extensão em Y 640 canaliza fluido ao longo do caminho de fluido 614 para dentro de uma câmara 643 do sistema 610, fazendo com que o fluido se desloque em um movimento circular em volta da superfície interna do sistema 610 dentro da câmara 643. À medida que o fluido se desloca em um movimento circular dentro da câmara 643, qualquer fluido que ficaria estagnado se o direcionador de fluxo de fluido 616 estivesse au- sente é estimulado a se deslocar como resultado do movimento circular do caminho de flui- do 14.
Referindo-se agora à figura 10, um sistema extravascular 710 inclui um caminho de fluido 714 e um direcionador de fluxo de fluido 716 em comunicação com o caminho de fluxo de fluido 714. O direcionador 716 estimula movimento de fluido estagnado dentro do cami- nho de fluido 714 do sistema 710. O direcionador de fluxo de fluido 716 inclui uma válvula 744. A válvula 744 pode ser formada de um material elastomérico na forma de um disco capaz de articular em um ponto 746 no qual a válvula 744 é fixada ao corpo 778 do sistema 710.
A válvula 744 é capaz de se deslocar de uma primeira posição na qual o caminho de fluido 714 de uma extensão em Y 740 está fechado ou substancialmente fechado para os caminhos de fluido 714 remanescentes do sistema 710. A válvula 744 pode se deslocar da primeira posição para uma segunda posição. Em uma segunda posição, a válvula 744 se apóia em uma nervura 750 presa ao corpo 748 do sistema 710 em uma localização através do caminho de fluido 714 e oposta ao ponto 746.
Referindo-se agora à figura 11, o sistema extravascular 710 da figura 10 está mos- trado com a válvula 744 na sua segunda posição, se apoiando na nervura 750, e fornecendo comunicação fluídica entre todas as partes do caminho de fluido 714. Na sua segunda posi- ção, a válvula 744 do direcionador de fluxo de fluido 716 força fluido a se deslocar da exten- são em Y 740 na direção da superfície inferior 724 de uma porta de acesso 718 presa ao sistema 710. O fluido é então forçado entre a válvula 744 e o corpo 748, ao redor da nervura 750, em uma direção 752 no sentido do sistema vascular de um paciente.
Referindo-se agora à figura 12, está mostrada uma seção transversal feita ao longo da linha A-A do sistema extravascular 710 da figura 11. A válvula 744 é fechada, se apoian- do na nervura 750. Espaço adicional entre a válvula 744 e o corpo 748, ao redor da nervura 750, permite o caminho de fluido 714 para canalizar fluido através do sistema 710.
Referindo-se de novo à figura 10, a válvula 744 retorna para a sua primeira posição original tanto como resultado da contrapressão 754 do fluido dentro do caminho de fluido 714 do sistema 710 quanto como resultado da elasticidade do material elastomérico no pon- to 746. Na sua primeira posição, a válvula 744 impede que fluido se desloque de dentro de uma câmara 743 para o caminho de fluido 714 da extensão em Y 740.
Referindo-se agora às figuras 13a e 13b, um sistema extravascular 810 inclui um caminho de fluido 814 em comunicação com a superfície inferior 824 do bico de pato 856 de um septo 858 de uma porta de acesso de Luer 818. Uma vista de seção transversal superior do sistema 810 revela que o bico de pato 856 é orientado 30 graus fora do eixo geométrico do fluido 814. Nesta orientação particular, fluido estagnado, tal como bolhas de ar ou medi- cações residuais, pode se tornar capturado em uma área de fluido estagnado 860 adjacente à superfície inferior 824 do septo 858. À medida que fluido flui através do caminho de fluido 814, é improvável que a orientação particular do bico de pato 856 permita que fluido estag- nado seja liberado da área 860. Portanto, uma modalidade reorientando o bico de pato 856 do septo 58 a fim de liberar fluido estagnado da área 860 pode ser preferida e será descrita com referência à figura 14.
Referindo-se agora às figuras 14a-14c, um sistema extravascular 810 inclui um ca- minho de fluido 814 em comunicação com a superfície inferior 824 de um bico de pato 856 de um septo 858. O bico de pato 856 é orientado paralelo ao fluxo do fluido através do ca- minho de fluido 814 tal como ilustrado em uma vista lateral, vista superior e vista de extre- midade do sistema 810. Com o bico de pato 856 orientado paralelo ao fluxo de fluido através do caminho de fluido 814, nenhuma área de fluido estagnado, tal como a área 860 ilustrada na figura 14, é provável que se desenvolva, uma vez que a superfície 824 do bico de pato 856 que se estende para dentro do caminho de fluido 814 não é estabelecida em um ângulo capaz de estancar ou de outro modo bloquear o fluxo de fluido natural através do caminho de fluido 814.
A modalidade descrita com referência às figuras 14a-14c descreve assim um dire- cionador de fluxo de fluido 816 em comunicação com um caminho de fluido 814. O direcio- nador 816 estimula o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido 814 do sistema extravascular 810. O direcionador de fluxo de fluido 816 inclui um septo 858 tendo um bico de pato 856 que é orientado paralelo ao caminho de fluido 814.
Referindo-se agora à figura 15, um sistema extravascular 910 inclui um caminho de fluido 914 e um direcionador de fluxo de fluido 916 em comunicação com o caminho de flui- do 914. O direcionador 916 estimula o movimento de fluido estagnado 962 dentro do cami- nho de fluido 914 do sistema extravascular 10. O direcionador de fluxo de fluido 916 inclui um venturi.
O venturi inclui um caminho de fluxo de fluido principal 964, um caminho de fluxo de fluido secundário 966, um arco 968 dentro do caminho de fluxo de fluido principal 964, uma área de alta pressão 970 dentro do caminho de fluido 914, e uma área de baixa pressão 972 dentro do caminho de fluido 914. À medida que o fluido fluir em uma direção 974 através do caminho de fluido 914, a maior parte do fluido se deslocará através do caminho de fluxo de fluido principal 964 e a menor parte do fluido fluirá através do caminho de fluxo de fluido se- cundário 966. O caminho de fluxo principal 964 se juntará ao caminho de fluxo secundário 966 onde as áreas de alta pressão 970 e de baixa pressão 972 convergem. A área de alta pressão 970 arrastará fluido da área de baixa pressão 972 e consequentemente fluido do caminho de fluxo de fluido secundário 966, fazendo com que fluido flua na área de fluido estagnado 962 de volta para o caminho de fluido ativo 914. Desta maneira o direcionador de fluxo de fluido 916 é capaz de estimular o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido 914. Uma modalidade similar está descrita com referência à figura 16. Referindo-se agora à figura 16, um sistema extravascular 910 inclui um caminho de
fluido 914 e um direcionador de fluxo de fluido 916 em comunicação com o caminho de flui- do 914. O direcionador de fluxo de fluido 916 estimula o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido 914 do sistema extravascular 910. O direcionador de fluxo de fluido 916 inclui um venturi tendo um diâmetro afunilado 976 em um caminho de fluxo de fluido principal 978. O diâmetro afunilado 976 está presente no caminho de fluido 914 a ju- sante de uma entrada do caminho de fluido secundário 980. À medida que fluido se desloca em uma direção 982 dentro do caminho de fluido 914, ele se tornará lento à medida que ele afunila dentro do diâmetro afunilado 976, ocasionando aumento de pressão a montante do diâmetro 976 dentro do caminho de fluido 914. À medida que a pressão se eleva dentro do caminho de fluido 914, fluido será forçado para dentro da entrada do caminho de fluido se- cundário 980. Fluido se deslocará então em uma velocidade relativamente alta através do caminho de fluxo de fluido secundário 980 para dentro de uma área de baixa pressão 984.
A área de baixa pressão 984 é uma área dentro do caminho de fluido 914 onde flui- do estagnado tenderia a se alojar adjacente à superfície inferior 924 de uma porta de acesso 918. Por receber fluido através do caminho de fluxo de fluido secundário 980 em uma alta velocidade, a área de pressão mais baixa 984 ficará limpa de qualquer fluido estagnado se alojando ali. Adicionalmente, uma área de alta pressão 986 dentro do caminho de fluxo de fluido principal 978 receberá ou de outro modo arrastará fluido da área de baixa pressão 84 de volta para o caminho de fluido principal 914. Referindo-se agora à figura 17, um sistema extravascular 1010 inclui um caminho
de fluido 1014 e um direcionador de fluxo de fluido 1016 em comunicação com o caminho de fluido 1014. O direcionador de fluxo de fluido 1016 estimula o movimento de fluido estagna- do dentro do caminho de fluido 1014 do sistema extravascular 1010. O direcionador de fluxo de fluido 1016 inclui um fundo pontiagudo e se inclinando para baixo 1088 adjacente a um furo de saída de fluido deslocado 1090.
À medida que fluido se deslocar através do centro do sistema 1010 ao longo do caminho de fluido 1014 na direção do direcionador de fluxo de fluido 1016, uma maior parte do fluido entrará em contato com o fundo pontiagudo e se inclinando para baixo 1088. A medida que fluido entrar em contato com o fundo 1088, o fluido se separará e se espalhará por toda uma câmara dentro do sistema 1010. Várias correntes dentro da câmara do siste- ma 1010 circularão até que o fluido seja capaz de descobrir a sua fuga através do furo de saída de fluido deslocado 1090. Durante a circulação de corrente por todo o volume total de uma câmara dentro do sistema 1010, qualquer fluido que de outro modo estaria estagnado será estimulado para se deslocar e entrar no caminho de fluido ativo 1014, no final sendo levado através do furo de saída deslocado 1090. Várias modalidades alternativas à modali- dade descrita com referência à figura 18 são possíveis e serão descritas com referência às figuras seguintes.
Referindo-se agora à figura 18, um sistema extravascular 1010 inclui um caminho de fluido 1014 e um direcionador de fluxo de fluido 1016 em comunicação com o caminho de fluido 1014. O direcionador 1016 estimula movimento de fluido estagnado dentro do cami- nho de fluido 1014 do sistema extravascular 1010. O direcionador de fluxo de fluido 1016 inclui uma rampa 1092 e um fundo helicoidal 1094 tendo um furo de saída deslocado 1096.
À medida que fluido se deslocar através do centro do caminho de fluido 1014 do sistema 1010 na direção do direcionador de fluxo de fluido 1016, uma maior parte do fluido no caminho de fluido 1014 entrará em contato com a rampa 1092. A rampa 1092 direcionará então o fluido do caminho de fluido 1014 na direção de uma parte superior do fundo helicoi- dal afunilado 1094. O fundo helicoidal afunilado 1094 direcionará então o fluido em um mo- vimento helicoidal em volta do volume de uma câmara dentro do sistema 1010 no final na direção do furo de saída deslocado 1096 na extremidade da espiral do fundo helicoidal 1094. O furo de saída deslocado 1096 receberá então o fluido do caminho de fluido 1014 e o direcionará adicionalmente dentro do sistema 1010. Desta maneira, o direcionador de fluxo de fluido 1016 é capaz de circular fluido dentro de um volume total de uma câmara do sis- tema 1010 em um modo que estimula movimento de qualquer fluido estagnado contido ali.
Referindo-se agora à figura 19, um sistema extravascular 1010 inclui um caminho de fluido 1014 e um direcionador de fluxo de fluido 1016 em comunicação com o caminho de fluido 1014. O direcionador de fluxo de fluido 1016 estimula movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido 1014 do sistema 1010. O direcionador de fluxo de fluido inclui um furo deslocado 1098 e uma parede 1100 circundando uma parte do furo deslocado 1098.
À medida que fluido se deslocar através do centro do sistema 1010 ao longo do caminho de fluido 1014, fluido entrará na câmara contendo o direcionador de fluxo de fluido 1016. À medida que o fluido se deslocar através da câmara na direção do direcionador de fluxo de fluido 1016, uma maior parte do fluido entrará em contato com um fundo 102 da câmara. A parede 1100 separa a parte do fundo 1102 que recebe primeiro a maior parte do fluido do furo de saída deslocado 1098. Assim, fluido sendo forçado contra o fundo 1102 será forçado a se deslocar ao longo do fundo 1102, em volta da parede 1100, e para dentro do furo deslocado 1098 a fim de se deslocar através do caminho de fluido 1014 remanes- cente do sistema 1010. À medida que fluido se deslocar em seu caminho tortuoso ao longo do fundo 1102 na direção do furo de saída deslocado 1098, qualquer fluido estagnado que de outro modo se alojaria dentro da câmara contendo o direcionador de fluxo de fluido 1016 será estimulado para se deslocar e no final entrar no furo de saída deslocado 1098.
Referindo-se agora às figuras 20a-20c, um sistema extravascular 1210 inclui um caminho de fluido 1214 e um direcionador de fluxo de fluido 1216 em comunicação com o caminho de fluido 1214. O direcionador de fluxo de fluido 1216 estimula o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido 1214 do sistema 1210. O direcionador de fluxo de fluido 1216 inclui uma turbina 1204. A turbina 1204 é uma turbina semiflutuante se apoi- ando em um suporte cone em cone 1206 dentro de uma câmara do sistema 1210.
À medida que fluido se deslocar através do caminho de fluido 1214 em uma direção 1208, o fluido forçará a turbina 1204 a girar dentro da câmara contendo o direcionador de fluxo de fluido 1216. À medida que a turbina 1204 girar, as pás 1211 da turbina gerarão tur- bulência dentro da câmara. A turbulência fará com que fluido que de outro modo estaria es- tagnado se desloque e entre no fluxo ativo do caminho de fluido 1214. Adicionalmente, à medida que as pás 1211 da turbina 1204 circulam para além das áreas de fluido provavel- mente estagnado 1212, cada pá 1211 passando criará um aumento de pressão seguido por uma diminuição na pressão. As pás 1211 fornecerão assim um perfil de pressão pulsante recorrente por causa da passagem das pás 1211.
Referindo-se agora à figura 21, um sistema extravascular 1310 inclui um caminho de fluido 1314 e um direcionador de fluxo de fluido 1316 em comunicação com o caminho de fluido 1314. O direcionador 1316 estimula o movimento de fluido estagnado dentro do cami- nho de fluido 1314 do sistema extravascular 1310. O direcionador de fluxo de fluido 1316 inclui uma entrada torosa 1314 e um inserto em forma de taça 1316.
A entrada de fluido torosa 1314 recebe fluido através do caminho de fluido 1314, di- reciona fluido através dos furos de entrada de fluido 1318 em volta do corpo do sistema 1310 para um caminho de fluido em uma superfície externa 1320 do inserto em forma de taça 1316, acima e em volta de uma beira superior 1322 do inserto em forma de taça 1316, para além de uma superfície interna 1324 do inserto em forma de taça 1316, e no final atra- vés do caminho de fluido 1314 remanescente de uma saída de fluido 1326. Pelo fornecimen- to de um caminho tortuoso através do qual fluido deve fluir no caminho de fluido 1314, o direcionador de fluxo de fluido 1316 assegura que fluido estagnado é estimulado a se deslo- car da entrada torosa 1314 para a saída de fluido. Adicionalmente, uma vez que o inserto em forma de taça 1316 direciona fluido para a beira 1322, e uma vez que a beira 1322 fica adjacente à superfície inferior 1324 de uma porta de acesso 1318, qualquer fluido estagnado que tradicionalmente se alojaria debaixo da superfície inferior 1324 será forçado a deslocar para o caminho de fluido ativo 1314.
Referindo-se agora à figura 22, um sistema extravascular 1410 inclui um caminho de fluido 1414 e um direcionador de fluxo de fluido 1416 em comunicação com o caminho de fluido 1414. O direcionador de fluxo de fluido 1416 estimula o movimento de fluido estagna- do dentro do caminho de fluido 1414 do sistema 1410. O direcionador de fluxo de fluido 1416 inclui uma saída torosa 1428.
A saída torosa 1428 é localizada no sistema 1410 adjacente a uma superfície infe- rior 1424 de uma porta de acesso 1418. Fluido pode entrar na saída torosa 1428 através dos múltiplos furos 1430 conectando uma câmara do sistema 1410 com a saída torosa 1428. A saída torosa por sua vez é conectada a uma saída de fluido 1432 em um modo que permite fluido fluir através do caminho de fluido 1414 da saída torosa 1428 para a saída de fluido 1432. Os furos 1430 são espaçados por toda a câmara adjacentes à superfície inferior 1424 a fim de assegurar o fluxo de fluido através dos furos 1430 em uma área onde fluido estagnado de outro modo se alojaria se os furos 1430 não estivessem presentes. Assim, a modalidade descrita com referência à figura 22 fornece um direcionador de fluxo de fluido 1416 capaz de estimular o movimento de fluido estagnado ao longo de um caminho de fluido 1414, dos furos passantes 1430, para além de uma superfície inferior 1424, para uma saída torosa 1428 e para uma saída de fluido 1432. Referindo-se agora à figura 23, um sistema extravascular 1510 inclui um caminho
de fluido 1514 em comunicação com um direcionador de fluxo de fluido 1516. O direcionador de fluxo de fluido 1516 estimula o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de flui- do 1514 do sistema 1510. O direcionador de fluxo de fluido 1516 inclui uma barreira em for- ma de copo 1534 tendo uma saída 1536 na borda do copo 1534. A barreira em forma de copo 1534 também inclui um canal 1538 ao longo da borda interna da barreira em forma de copo 1534 que é oposto à saída 1536.
Em uso, fluido será infundido através da fenda 1540 de um septo 1542 para a câ- mara da barreira em forma de copo 1534. O fluido se deslocará na direção do fundo 1544 da barreira em forma de copo 1534 e girará para fazer o seu caminho para cima no canal 1538 na direção da extremidade superior da barreira em forma de copo 1534 que é oposta à saí- da 1536. O fluido então se deslocará da extremidade oposta da barreira em forma de copo 1534 na direção da saída 1536. Ao alcançar a saída 1536, fluido se deslocará para fora da barreira em forma de copo 1534 e para baixo na direção do caminho de fluido 1514 rema- nescente do sistema extravascular 1510. O direcionador de fluxo de fluido 1516 descrito com referência à figura 23 fornece assim um direcionador 1516 capaz de estimular movi- mento de fluido por toda uma câmara dentro de uma barreira em forma de copo 1534.
Referindo-se agora às figuras 24a-24c, um sistema extravascular 1610 inclui um
caminho de fluido 1614 e um direcionador de fluxo de fluido 1616 em comunicação com o caminho de fluido 1614. O direcionador de fluxo de fluido 1616 estimula o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido 1614 do sistema extravascular 1610. O dire- cionador de fluxo de fluido 16 inclui uma membrana defletível 1646 e um receptor de ponta de Luer 1648.
A membrana defletível 1646 se aloja em comunicação com o caminho de fluido 1614 oposta à superfície inferior 1624 de uma porta de acesso 1618. Mediante acesso de um dispositivo de acesso vascular através da porta de acesso 1618, a membrana defletível 1646 pode expandir ou esticar como resultado da ponta do dispositivo de acesso vascular exercendo pressão contra o receptor de ponta de Luer 1648. O receptor de ponta de Luer 1648 é capaz de receber a ponta de um Luer 1650.
A fim de impedir que a superfície da ponta 1650 forme uma vedação junto ao recep- tor de ponta de Luer 1648, o receptor de ponta de Luer 1648 é formado tendo folgas entre certas partes de sua estrutura. Essas folgas são uma ausência de material em que uma ponta de Luer 1650 normalmente vedaria contra na presença de tal material. Entretanto, uma vez que o receptor de ponta de Luer 1648 inclui pelo menos uma folga em seu material, fluido pode fluir da ponta de Luer 1650 para além do receptor de ponta de Luer 1648 para o caminho de fluido 1614. As folgas podem ser posicionadas estrategicamente a fim de mini- mizar qualquer fluido estagnado que possa se alojar perto da superfície inferior 1624 da por- ta de acesso 1618.
Qualquer uma das modalidades descritas com referência a qualquer uma das figu- ras indicadas anteriormente pode incorporar qualquer um dos elementos ou recursos de qualquer uma dessas modalidades em combinação e em qualquer número a fim de alcançar os propósitos da presente invenção. Adicionalmente, qualquer modalidade pode incluir qual- quer uma das superfícies e/ou materiais seguintes como uma parte de um direcionador de fluxo de fluido 16: uma superfície hidrofóbica para direcionar fluido para longe de uma super- fície específica em uma certa direção, uma superfície hidrófila para atrair fluido na direção de uma superfície e em uma direção específica, e/ou um material solúvel ou usado para fazer pavio a fim de atrair fluido para uma superfície particular e em uma certa direção. A superfície interna solúvel ou de material usado para fazer pavio pode incluir sal, açúcar, al- godão, ou qualquer outro material ou substância solúvel ou usada para fazer pavio. Com o propósito de ilustração, a figura 24 inclui pelo menos uma superfície hidrofóbica 1652, uma superfície hidrófila 1654, e um material usado para fazer pavio ou solúvel 1656 em várias superfícies internas em comunicação com o caminho de fluido 1614. As superfícies hidrofó- bica, hidrófila e solúvel 1652, 1654 e 1656, formam parte de um direcionador de fluxo de fluido 1616.
A presente invenção pode ser incorporada em outras formas específicas sem fugir
de suas estruturas, métodos ou outras características essenciais como amplamente descrito neste documento e reivindicado em seguida. As modalidades descritas são para ser consi- deradas sob todos os pontos de vista somente como ilustrativas e não como restritivas. O escopo da invenção é, portanto, indicado pelas reivindicações anexas em vez de pela des- crição anterior. Todas as mudanças que ocorram dentro do significado e faixa de equivalên- cia das reivindicações são para ser abrangidas pelo seu escopo.

Claims (22)

1. Dispositivo médico, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: um sistema extravascular para comunicação de fluido com um sistema vascular; um caminho de fluido dentro do sistema extravascular; e um direcionador de fluxo de fluido em comunicação com o caminho de fluido, em que o direcionador estimula o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido do sistema extravascular.
2. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fa- to de que o direcionador de fluxo de fluido inclui um arco.
3. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fa- to de que o direcionador de fluxo de fluido inclui um arco giratório com uma beira na ponta do arco.
4. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fa- to de que o direcionador de fluxo de fluido inclui um arco e um canal de fluxo.
5. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fa- to de que o direcionador de fluxo de fluido inclui um arco que define um caminho de fluido radial.
6. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fa- to de que o direcionador de fluxo de fluido inclui um braço.
7. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fa- to de que o direcionador de fluxo de fluido inclui uma entrada deslocada.
8. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fa- to de que o direcionador de fluxo de fluido inclui uma válvula.
9. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fa- to de que o direcionador de fluxo de fluido inclui um septo tendo um bico de pato orientado paralelo ao caminho de fluido.
10. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o direcionador de fluxo de fluido inclui um venturi.
11. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o direcionador de fluxo de fluido inclui um fundo pontiagudo tendo um furo de saída deslocado.
12. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o direcionador de fluxo de fluido inclui uma rampa e um fundo helicoidal tendo um furo de saída deslocado.
13. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o direcionador de fluxo de fluido inclui um furo de saída deslocado e uma parede circundando uma parte do furo de saída deslocado.
14. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o direcionador de fluxo de fluido inclui uma turbina.
15. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o direcionador de fluxo de fluido inclui um toro de entrada e um inserto em forma de taça.
16. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o direcionador de fluxo de fluido inclui um toro de saída.
17. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o direcionador de fluxo de fluido inclui uma barreira em forma de copo tendo uma saída em uma borda da barreira em forma de copo.
18. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o direcionador de fluxo de fluido inclui uma membrana defletível e um receptor de ponta de Luer.
19. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o direcionador de fluxo de fluido inclui um material hidrófilo.
20. Dispositivo médico, de acordo com a reivindicação 1, CARACTERIZADO pelo fato de que o direcionador de fluxo de fluido inclui material solúvel.
21. Método, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: fornecer um sistema extravascular tendo um caminho de fluido; e estimular o movimento de fluido estagnado dentro do caminho de fluido do sistema extravascular por meio de um direcionador de fluxo de fluido.
22. Dispositivo médico, CARACTERIZADO pelo fato de que compreende: um dispositivo para acessar o sistema vascular de um paciente; e um dispositivo direcionador para estimular o movimento de fluido estagnado, em que o dispositivo direcionador para estimular se aloja pelo menos parcialmente dentro do dispositivo para acessar o sistema vascular do paciente.
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