BRPI0809749A2 - ''armação de suporte de um painel eletricamente ativo e parede externa'' - Google Patents
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Description
“ARMAÇÃO DE SUPORTE DE UM PAINEL ELETRICAMENTE ATIVO E
PAREDE EXTERNA”
Campo da Invenção
A presente invenção refere-se a uma armação de suporte de um 5 painel, do tipo que compreende uma estrutura periférica destinada a receber um painel eletricamente ativo, tal como um painel de células fotovoltaicas. Essa armação de suporte de um painel destina-se, em particular, a suportar painéis eletricamente ativos dispostos sobre uma parede de uma edificação, tal como um telhado ou uma fachada.
Fundamentos da Invenção
Para equipar as construções, tais como casas com geradores de eletricidade que utilizam a energia solar são colocados, por exemplo, sobre o telhado dessas construções conjuntos de painéis constituídos de uma pluralidade de células fotovoltaicas.
Esses painéis são constituídos em geral por um empilhamento de
diversas camadas de vidro, de silício, de condutores e de polímeros. As células de silício, geralmente quadradas, possuem uma dimensão que pode atingir 200mm de lado. As células são montadas em série e depois coladas entre duas folhas de vidro ou entre uma folha de vidro e diversas camadas de 20 polímero. A título de exemplo, um módulo de tensão nominal de 12V é geralmente composto pela colocação em série de 36 células monocristalinas ou policristalinas. Esses conjuntos de 36 células são posteriormente montados em paralelo. No caso de um módulo de 24V, são utilizadas 72 células de silício.
Esses painéis ou módulos possuem uma face anterior constituída de vidro, direcionada para o sol, destinada a permitir a passagem da radiação de modo que ela possa interagir com as células de silício e gerar eletricidade. Essa placa de vidro serve, igualmente, para proteger as células fotovoltaicas contra diversos tipos de impactos. A face posterior dos módulos ou painéis pode ser opaca e constituída por um empilhamento complexo de polímeros destinados a proteger as células das agressões mecânicas e da corrosão, ou então transparentes, e nesse caso a face posterior é uma placa de vidro.
Esses módulos ou painéis fotovoltaicos são dispostos sobre molduras cujos montantes são constituídos de perfilados de alumínio montados, que lhes conferem rigidez mecânica e permitem fixá-los sobre o telhado. Além disso, os painéis são conectados entre si, bem como com um circuito de distribuição destinado a alimentar as instalações elétricas.
Em geral, as conexões são feitas na parte posterior dos painéis 10 fotovoltaicos, por meio de feixes de cabo que se estende sob os painéis fotovoltaicos. Quando os painéis fotovoltaicos forem transparentes, esses feixes de cabos são particularmente feios e não estéticos, o que apresenta um inconveniente especialmente quando os painéis fotovoltaicos são destinados a serem instalados na fachada de uma edificação. De fato, tais painéis 15 transparentes podem ser usados como meios de ornamentação, e a presença de feixes de cabos na parte posterior visíveis em transparência tornam esses painéis inapropriados para esse uso.
Esse problema pode ocorrer igualmente com outros painéis eletricamente ativos, por exemplo, painéis eletroluminescentes ou painéis que podem comportar elementos, tais como telas planas.
Por outro lado, essas molduras de alumínio são bastante volumosas devido às baixas propriedades mecânicas desse metal, e podem apresentar comportamentos à corrosão que não são sempre satisfatórios. Além disso, elas requerem uma grande quantidade de mão de 25 obra para a sua instalação e, em particular, para a realização das conexões elétricas.
Por fim, em caso de fortes quedas de neve, as molduras de alumínio podem ser arrancadas por deslizamento das placas de neve. Descrição Resumida da Invenção
O objetivo da presente invenção é superar esses inconvenientes, propondo meios para suportar painéis eletricamente ativos, tais como painéis ou módulos fotovoltaicos que permitem efetuar conexões fáceis e sem deteriorar a estética das superfícies constituídas por esses conjuntos de painéis.
Para essa finalidade, a presente invenção tem por objeto uma armação de suporte de um painel do tipo que compreende uma estrutura periférica destinada a receber um painel eletricamente ativo. A estrutura 10 periférica compreende um meio de conexão elétrica interna que permite a conexão com um painel eletricamente ativo sustentado pela armação, pelo menos um primeiro meio de conexão elétrica externa que permite uma conexão com um primeiro meio externo na armação, e meios de ligação elétrica para ligar eletricamente pelo menos o meio de conexão elétrica interna com pelo 15 menos o primeiro meio de conexão elétrica externa, e os meios de ligação elétrica se estendem ao longo da estrutura periférica, a fim de ser dissimulados pela estrutura periférica.
De preferência, a estrutura periférica compreende uma parte oca na qual são recebidos os meios de ligação elétrica.
A estrutura periférica é, por exemplo, uma moldura constituída de
montantes tubulares, e os meios de conexão elétrica se estendem através da parede dos montantes sobre os quais são dispostos, e os meios de ligação elétrica que se estendem no interior dos montantes tubulares.
Os montantes podem compreender um sulco que se estende ao longo de seu gerador, direcionado para o interior da moldura e destinado a receber a borda de um painel eletricamente ativo.
Pelo menos um montante pode compreender, em todo seu comprimento, uma aba que se estende para fora da moldura. De preferência, a parte central da armação, delimitada pela estrutura periférica, é aberta.
De preferência, a armação é constituída por uma tira metálica, por exemplo, de aço, recortada, dobrada e montada por soldagem.
De preferência, a tira metálica é constituída por uma liga
inoxidável e/ou por uma liga que possui um coeficiente de dilatação compatível com o vidro.
De preferência, a armação compreende dois meios de conexão elétrica externa que compreendem cada um pelo menos dois terminais, e de 10 preferência, pelo menos três terminais, e o meio de conexão elétrica interna compreende dois terminais, e cada terminal do meio da conexão elétrica interna é ligado a um terminal de cada um dos meios de conexão elétrica externa, e cada terminal de um meio de conexão elétrica externa, não ligada a um terminal do meio de conexão elétrica interna, é ligado eletricamente a um 15 terminal do outro meio de conexão elétrica externa não ligado a um terminal do meio de conexão elétrica interna.
O meio de conexão elétrica interna pode compreender semi anéis como fêmeas elásticas destinadas a receber os pinos machos previstos na borda lateral de um painel eletricamente ativo.
O painel eletricamente ativo é, por exemplo, um gerador
fotovoltaico.
A presente invenção refere-se igualmente a uma parede externa de uma edificação que compreende uma pluralidade de armações dispostas lado a lado. Pelo menos duas armações adjacentes são conectadas entre si 25 por meio de uma ligação elétrica externa que se interliga, de um lado, com um meio de conexão elétrica externa de uma armação, e de outro lado, com um meio de conexão externo da outra armação.
Pelo menos uma armação sustenta um painel eletricamente ativo que é, por exemplo, um gerador fotovoltaico.
A parede externa de uma edificação constitui, por exemplo, um elemento de telhado.
Breve Descrição das Figuras
A presente invenção será agora descrita de modo mais preciso,
mas não limitativo, em relação às figuras anexas, nas quais:
- A Figura 1 é uma vista em perspectiva de uma armação de suporte de um painel eletricamente ativo;
- A Figura 2 é uma vista em corte da armação da Figura 1 sobre a qual é montado um painel eletricamente ativo;
- A Figura 3 é uma vista esquemática de uma tira metálica recortada e pré-dobrada destinada à fabricação de uma armação de suporte de um painel, tal como representado na Figura 1;
- A Figura 4 é uma vista em perspectiva de uma fase intermediária de fabricação de uma armação de suporte de um painel, por meio da tira
metálica representada na Figura 3;
- A Figura 5 é uma vista explodida de uma armação de suporte de um painel sobre o qual é montado um painel eletricamente ativo;
- A Figura 6 é uma vista esquemática de um modo de conexão de um conjunto de painéis fotovoltaicos montado sobre o telhado de uma
edificação;
- A Figura 7 é uma vista esquemática de um segundo modo de ligação de um conjunto de painéis fotovoltaicos montado sobre um telhado de uma edificação;
-A Figura 8 é uma representação esquemática dos meios de
conexão de dois painéis fotovoltaicos adjacentes destinados a serem montados sobre a parede de uma edificação;
- A Figura 9 é uma vista esquemática de um meio de conexão de um painel fotovoltaico;
- As Figuras 10, 11 e 12 representam três modos de realização de um dispositivo de conexão entre dois painéis fotovoltaicos adjacentes;
- A Figura 13 é uma vista em corte de um modo de realização de uma conexão de um painel eletricamente ativo com um meio de conexão
interno de uma armação.
Descrição Detalhada das Figuras
A armação de suporte de um painel eletricamente ativo compreende uma estrutura periférica identificada geralmente por 1 na Figura 1, 10 em forma de moldura retangular constituída de quatro montantes 2, 3, 4 e 5. Esses montantes compreendem em sua parte superior abas horizontais 7, 8, 9, 10 rebatidas para dentro e que delimitam na periferia da moldura um sulco 11, destinado a receber um painel eletricamente ativo, tal como um painel de células fotovoltaicas. Duas abas 9 e 10 estendem-se igualmente para fora da 15 moldura, de modo a formar abas que se destinam a assegurar a vedação entre duas armações adjacentes.
Cada montante 2, 3, 4, 5 da moldura, que constitui a estrutura periférica da armação, é oca, como será explicado mais adiante, por dobramento de uma tira metálica, de modo a permitir o recebimento de meios de conexão elétrica.
A parede interna 12 do montante 3, compreende um conector 14 dotado de dois pinos 14A e 14B que permitem a ligação de um painel eletricamente ativo suportado pela armação. Em particular, quando esse painel eletricamente ativo for uma célula fotovoltaica 20, as ligações positivas e 25 negativas 21 e 22 do painel fotovoltaico podem ser ligadas nos pinos 14a e 14b do conector 14. Esse conector 14 é, por exemplo, um conector que compreende um corpo de matéria plástica sobremoldado em um orifício previsto na face 12 do montante 3. A face externa do montante 2, perpendicular ao montante 3, compreende um meio de conexão externo 16 também sobremoldado em um orifício previsto na parede 15 do montante 2. Este meio de conexão externo compreende quatro pinos de ligação 16A, 16B, 16C e 16D. Do mesmo modo, é 5 previsto na parede externa do montante 4, em frente ao montante 2 (não visível na figura), um segundo meio de conexão externo 17. também sobremoldado possuindo igualmente quatro pinos de ligação 17a, 17b, 17c e 17d.
Os diferentes pinos dos meios de conexão externos 16 e 17 e do meio de conexão interno 14 são interligados por um meio de ligação elétrica 18. Esse meio de ligação elétrica compreende um primeiro cabo de conexão 18a que liga o primeiro pino de conexão 16a de um meio de conexão externo
16, e o primeiro pino de conexão 17a do meio de conexão externo 17 e que é igualmente conectado em um primeiro pino de conexão 14a do meio de conexão interna 14.
Um segundo cabo de conexão 18b liga o segundo pino 16b do
meio de conexão externo 16, o segundo pino 17b do meio de conexão externo
17, bem como o segundo pino de conexão 14b do meio de conexão interno 14.
Um terceiro cabo 18c liga diretamente o terceiro pino de conexão do meio de conexão externo 16 com o terceiro pino 17c do segundo pino do meio de conexão externo 17.
Finalmente, um quarto cabo de conexão 18d liga diretamente o quarto pino de conexão 16d do meio de conexão externo 16 com o quarto pino 17d do meio de conexão externa 17.
Esses dois últimos circuitos de conexão não são conectados aos meios de conexão interno 14.
Além disso, os conectores internos positivos 14a e negativo 14b podem ser conectados por meio de um diodo 14c orientado de modo a bloquear a passagem da corrente do conector positivo para o conector negativo, e permitir a passagem da corrente em sentido inverso. Esse diodo permite, quando for necessário, desviar um painel fotovoltaico defeituoso.
Esses circuitos de conexão são situados no interior dos montantes e são, portanto, completamente dissimulados.
Os meios de conexão interno, externo e os circuitos de conexão
entre esses diferentes meios de conexão permitem conectar entre si conjuntos de painéis, como será explicado posteriormente, de modo, por exemplo quando se trata de painéis geradores de energia elétrica, realizando montagens em série ou montagens em paralelo.
Como foi dito anteriormente, os montantes 2, 3, 4 e 5 constituem
uma moldura que forma a estrutura periférica oca que envolve uma parte central 26 que é em geral aberta. Entretanto, nada impede que essa parte central 26 seja fechada por um painel.
Com essa disposição, o meio de ligação elétrica 18 é inteiramente recebido em uma parte oca 25 da armação constituída pela parte interna dos montantes tubulares, e assim dissimulado.
Além das ligações elétricas necessárias à utilização dos painéis fotovoltaicos, a armação pode incorporar um meio de aquecimento elétrico (não representado) destinado a manter a armação em uma temperatura superior a 0°C, e de preferência superior a 7 ou 8°C.
Esse meio de aquecimento, que pode ser constituído de modo conhecido, coloca uma resistência elétrica térmica comandada por um detector de temperatura, e é útil no inverno para descolar a neve que vai ocular os painéis.
O meio de conexão elétrica interno 14, tal como representado, é
apropriado para conexão de painéis fotovoltaicos que compreendem dois fios de ligação elétrica.
Além disso, pode-se prever um terminal fixado diretamente sobre a armação e permite o aterramento deste último.
Outros meios de conexão elétrica interno podem ser considerados. Será descrito agora um modo de realização particular desse modo de conexão, representado na Figura 13.
O montante 200 da armação compreende um conector interno
201 incorporado à face interna 202 do sulco 203 que recebe a borda 204 do painel fotovoltaico 205. Juntas elástica 216 são situadas entre o painel fotovoltaico e as faces internas e superiores do sulco 203. Essas juntas elásticas servem para assegurar a vedação e permitir os deslocamentos resultantes da dilatação diferencial.
O conector 201 é constituído por pelo menos dois terminais 206 (dos quais, apenas um é visível na figura) em material condutor e compreendem, cada um, um semi anel fêmea elástico 207 e um pino 208 de ligação com um condutor elétrico 209. Os dois ou três terminais são envolvidos 15 por um revestimento 210 de matéria plástica destinado a fixar os terminais na parede do montante da moldura.
O painel fotovoltaico 205 compreende uma borda ativa 211 contida entre duas placas de suporte e proteção 212. A borda ativa 211 é prolongada para fora por duas ou três tiras condutoras 213 de cobre (dos 20 quais, apenas uma é visível na figura) que se enrolam em torno de um corpo de matéria plástica 214 de modo a formar um pino de conexão macho 215 apropriado para poder se enganchar nos anéis fêmeas 207 dos terminais 206 do conector 201 da moldura.
O conector interno 201 e o pino de conexão macho 215 são apropriados para que, quando o pino de conexão macho 215 é inserido no conector interno 201, cada tira condutora 213 do painel fotovoltaico está em contato elétrico com um semi anel fêmea elástico do conector interno.
Deve ficar claro que o dispositivo de conexão compreende pelo menos um terminal para o pólo positivo e um terminal para o pólo negativo.
Para realizar uma armação de suporte de um painel, do tipo que compreende uma estrutura periférica oca, tal como acaba de ser descrita, é utilizada uma tira metálica 30 (representada na Figura 3) pré-recortada, e que 5 compreende quatro painéis 31, 32, 33, 34 separados por linhas de dobramento verticais 36a, 36b e 36c e destinados cada um, após o dobramento, a formar os montantes respectivamente 2, 3, 4 e 5. Essa tira 30 compreende linhas de dobramento horizontais 35a, 35b, 35c, 35d, 35e, 35f e 35g que se estendem sobre o conjunto do comprimento da tira e que permitem efetuar os 10 dobramentos de modo a formar conjuntos tubulares. A tira metálica possui pelo menos uma lingüeta de soldagem 40'.
O painel 31 compreende uma abertura 37 destinada a receber o meio de conexão externo 16.
O painel 32 compreende uma abertura 39 destinada a receber o meio de conexão interno 14.
O painel 33 compreende uma abertura 38 destinada a receber o meio de conexão externo 17.
Tal como representado na Figura 4, em uma fase intermediária de fabricação, a tira pré-recortada 30 pode ser dobrada ao longo de linhas de 20 dobramento longitudinais 35a, 35b 35c, 35d, 35e, em particular, para formar conjuntos t ubulares que correspondem a os painéis 31, 32, 33 e34. Esse conjunto pode então ser dobrado em torno das linhas de dobramento verticais 36a, 36b, 36c (não visíveis na figura) de modo a formar novamente uma estrutura fechada de formato geralmente retangular.
Os painéis comportam abas 41, 42, 43, 44 que, após dobramento,
podem formar as aletas 10, 7, 8 e 9 respectivamente.
Evidentemente, depois do dobramento, os painéis são fixados por soldagem de modo a formar uma estrutura rígida. Uma técnica de fabricação de tais molduras obtida por dobramento de uma tira metálica pré-recortada e pré-dobrada é conhecida em si e está descrita, por exemplo, no pedido de patente FR 00 09334.
Essa técnica tem a vantagem de permitir a fabricação de 5 molduras ou estruturas ocas, muito leves e ao mesmo tempo extremamente rígidas. Essa técnica permite, além disso, automatizar facilmente a fabricação de estruturas. Deve-se notar, em particular, que quando a moldura a ser fabricada for muito grande, podem ser usadas várias tiras em vez de uma só. Cada tira é usada para realizar uma parte de moldura e as diferentes partes 10 são montadas em seguida.
Para fabricar uma moldura, prepara-se primeiramente uma tira pré-recortada com linhas de pré-dobramento e as estampas necessárias. Em seguida, colocam-se no lugar os conectores sobremoldados em cima dos painéis 31, 32 e 33. O conjunto 18 de cabos de conexão é então colocado.
São efetuados os dobramentos longitudinais para constituir tubos
perfilados, e os cabos são dispostos no interior do tubo.
São efetuadas soldagens a laser longitudinais.
Os quatro segmentos de tubos são então dobrados ao longo das linhas de ligação de modo a fechar a moldura e o conjunto é solidarizado por soidas a laser, em particular sobre a lingüeta de soldagem 40'.
O técnico no assunto saberá realizar esse tipo de fabricação.
A estrutura, tal como acaba de ser descrita, depois de ter sido realizada de modo a formar um conjunto retangular com as abas 41 , 42, 43 e 44, pode receber um painel elétrico, tal como um painel fotovoltaico 20 que é 25 depositado no interior da moldura e é ligado conectando os condutores elétricos 21 e 22 de saída de célula fotovoltaica aos pinos 14a e 14b do meio de conexão interno 14. Depois que o painel fotovoltaico estiver instalado no interior da moldura e ligado, pode-se dobrar as abas 41, 42, 43 e 44 e soldá-las nos quatro cantos de modo a assegurar uma manutenção firme do painel 20 na moldura ou sobre a armação.
A fim de permitir a sustentação em boas condições dos painéis fotovoltaicos expostos às intempéries, a tira metálica deve ser constituída de 5 uma liga dotada de características mecânicas elevadas, de um coeficiente de dilatação de preferência compatível com o vidro e que, de preferência, tenha boa resistência à corrosão atmosférica. A escolha de um coeficiente de dilatação compatível com o do vidro tem por finalidade evitar o cisalhamento das juntas de estanqueidade situadas na junção entre as armações e os 10 painéis fotovoltaicos.
A liga pode ser, por exemplo, do tipo N485 definido na norma ISO 63 72, cujo coeficiente de dilatação é da ordem de 9,1 x 10'6/K entre 0 e 100°C, é semelhante ao do vidro e cujo limite de elasticidade é da ordem de 250MPa. Quando a moldura for fabricada com essa liga cuja composição química 15 compreende essencialmente cerca de 48% de níquel, 6% de cromo e 45% de ferro, ela precisa ser protegida contra a corrosão.
A liga pode igualmente ser um aço inoxidável do tipo 316, por exemplo, tal como definido na norma NF EM 10088-2, cujo coeficiente de dilatação é da ordem de 16 x 10'6/K entre 0°C e 100°C, é superior ao do vidro e 20 cujo limite de elasticidade é da ordem de 200MPa. Esse aço que contém aproximadamente 18% de cromo, 10% de níquel e 3% de molibdênio, possui uma resistência muito boa à corrosão. Mas, devido a seu coeficiente de dilatação elevado, é preciso que uma junta elastomérica seja colocada entre o painel fotovoltaico e a moldura para compensar as diferenças de dilatação.
Outra liga que pode ser usada é o aço F18 MT definido na norma
NF EM 10088-2 cujo coeficiente de dilatação, da ordem de 10,8 x 10'6/K entre 0°C e 100°C, é semelhante ao do vidro, cujo limite de elasticidade é da ordem de 220MPa no estado amaciado, e cuja resistência à corrosão é aceitável. Esse aço contém cerca de 18% de cromo, 2% de molibdênio e 0,5% de titânio e/ou de nióbio.
Essa lista de possíveis ligas não é Iimitativa e o técnico no assunto poderá escolher a liga que considerar mais apropriada para cada aplicação particular.
Em particular, um aço clássico do tipo aço com carbono, pode ser
usado.
Em compensação, o uso de ligas de alumínio não é preferido, pois essas ligas não permitem obter uma rigidez suficiente.
Como foi dito anteriormente, essas armações dotados de painéis
fotovoltaicos podem ser instalados nas paredes de uma edificação, em particular sobre uma vertente de telhado. Esses painéis são montados e fixados por meios de fixação apropriados, que asseguram a vedação, e que podem ser constituídos por longarinas, parafusos e juntas (não representados), 15 mas que podem, por exemplo, ser os mesmos que os meios de suporte utilizados para fixar molduras de suporte de painéis fotovoltaicos conhecidos do estado da técnica.
Os painéis que são montados sobre uma parede de uma edificação devem então ser conectados entre si de modo a permitirem a ligação ao uso da energia fornecida quando se trata de painéis fotográficos.
Um primeiro modo de realização de uma montagem é representado na Figura 6. Nessa figura, é previsto sobre o telhado 51 da edificação 50 um primeiro grupo 52 de dois painéis 53, 54 montados em série, e um segundo grupo 55 de dois painéis 56 e 57 igualmente montados em série. 25 Os dois grupos de painéis 52 e 55 são montados em paralelo sobre um circuito 63 de alimentação de uma instalação. Para assegurar essa montagem, o meio de conexão externo 53a do painel 53 situado na extremidade do grupo 52 compreende um meio de conexão 61 que permite conectar um circuito ligado ao pólo positivo do gerador fotovoltaico do painel 53 a um circuito de retorno.
Da mesma forma, o conector externo 53b da moldura 53 e o conector externo 54a do painel 54, que são dispostos frente a frente, são ligados por um meio de conexão intermediário 60 que permite conectar o pólo positivo do gerador do painel 54 com o pólo negativo do gerador do painel 53, e o circuito de retorno do painel 53 com o circuito de retorno do painel 54.
Finalmente, o meio de conexão externo 54b do painel 54 é ligado através de um meio de conexão intermediário 62 com o circuito de alimentação de uso 63, de tal modo que o pólo negativo do gerador do painel 54 é ligado a um pólo negativo do circuito de uso, e o circuito de retorno que é ligado ao pólo positivo do gerador do painel 53 é ligado ao pólo positivo do circuito de uso.
Do mesmo modo, o grupo 55 de dois painéis 56 e 57 compreendem meios de conexão de extremidade 67 e intermediário 66 e 68 que permitem montar os dois geradores em série e montá-los sobre o circuito de uso em paralelo com o gerador constituído pelos painéis 53 e 54.
O circuito de uso compreende uma linha 64 que corresponde ao pólo negativo e uma linha 65 correspondente ao pólo positivo.
Essas montagens são conhecidas do técnico no assunto.
Em um segundo modo de realização, representado na Figura 7 é 20 disposto sobre o telhado 71 de uma edificação 70, um primeiro grupo 72 de painéis 73 e 74 que são montados em paralelo, e um segundo grupo 75 de painéis 76 e 77 que também são montados em paralelo. Os conjuntos 73, 74 são montados em paralelo por meio de um conector intermediário 78. Da mesma forma, os conjuntos 76, 77 são montados em paralelo por meio de um 25 conector 81.
Os conjuntos de painéis 72 e 75 são montados em série com o circuito de uso por meio dos conectores 79 e 82 que os ligam, de um lado, a uma linha 82 de conexão dos pólos positivos do conjunto 75 com os pólos negativos do conjunto de painéis 72. Uma linha 83 que corresponde ao pólo positivo do circuito de uso é ligada ao pólo positivo dos painéis 73 e 74, pelo conector 79. Uma linha 84 que corresponde ao pólo negativo do circuito de uso é ligada por meio do conector 82 com o pólo negativo dos painéis 76 e 77.
Essas montagens, dadas a título de exemplos não limitativos, são
também conhecidas do técnico no assunto.
Em particular, devem ser previstas conexões para ligar as armações à massa.
Essas montagens são representadas de modo esquemático na 10 Figura 8 em que representam dois painéis 90 e 91 compreendendo cada um dos elementos geradores 92 e 93 e cabos de conexão internos 94 e 95 para ligar o gerador do painel 90 aos meios de conexão externos 96 e 97, e o do painel 91 a meios de conexão externos 98 e 99. O meio de conexão externo 96 do painel 90, recebe, um meio de conexão de extremidade 100 que se insere 15 no meio de conexão externo 96. Esse meio de conexão de extremidade é destinado, se for necessário, como no caso do primeiro modo de realização descrito anteriormente, a assegurar a junção entre um pólo do gerador 92 e o circuito de retorno.
Os dois meios de conexão externos 97 e 98 dos painéis 92 e 91 20 que são dispostos frente a frente são conectados através de um meio de ligação elétrica externo 101 que pode ser inserido, de um lado, no meio de conexão 97 e, de outro lado, no meio de conexão 98 assegurando a ligação entre os dois painéis de acordo com o modo representado no primeiro modo de realização ou no segundo modo de realização descritos anteriormente.
Finalmente, o meio de conexão externo 99 do painel 91
compreende um meio de conexão 102 ao circuito de alimentação do uso da energia elétrica fornecida.
Esses meios de ligação elétrica ou de conexão 100, 101 e 102 são concebidos de modo que possam ser inseridos diretamente nos meios de conexão externos 96 e 97 com disposições particulares que permitem evitar a confusão entre os diferentes meios de conexão. Esses meios de conexão que são constituídos de peças, por exemplo, de matéria plástica moldada, 5 compreendem no interior tomadas condutoras de eletricidade que possuem formas apropriadas para serem inseridas nos meios de conexão externos 96 e 97, podem apresentar diversas formas que são representadas nas Figuras 9,
10, 11 e 12.
Na Figura 9, foi representado de modo esquemático um meio de ligação elétrica externo 110 destinado a assegurar a junção de um pólo de um gerador de um painel fotovoltaico e do circuito de retorno na extremidade de uma série de painéis montados em série, como é representado na Figura 6.
Esse elemento de conexão compreende quatro pinos 111, 112, 113 e 114 que contêm um jumper condutor eletricamente 15 que permite fazer a junção entre o pino intermediário 112 e o pino intermediário 113.
Os meios de conexão intermediários entre dois painéis, tais como o meio de conexão intermediário 101 da Figura 8, podem assumir diferentes formatos de acordo com a natureza das ligações elétricas que se quer realizar.
Na Figura 10, é representado um conector 120 que constitui um meio de ligação elétrica externo que permite assegurar uma ligação do tipo da ligação 60, representada na Figura 6, e que compreende, de um lado, quatro pinos 121, 122, 123, 124 e, de outro lado, dois pinos separados 125 e 126 e dois pinos unidos um com o outro 127 e 128.
No interior desses pinos, de matéria plástica, o conector compreende, de um lado, uma junção 129 entre um pino 122 e um pino 126 próximos um do outro, a fim de assegurar as junções entre os circuitos de retorno dos painéis e, uma terceira junção 130 que permite assegurar a ligação entre um pino de extremidade 124, de um lado, e um pino intermediário 127 do outro, de modo a assegurar a junção entre um pólo positivo de um primeiro painel e um pólo negativo de outro painel.
Os pinos 127 e 128 são reunidos de modo a assegurar um meio de reconhecimento da natureza do conector.
Um segundo tipo de conector, representado na Figura 11, pode
ser usado para assegurar a junção 62 entre um painel 54 e o circuito de uso 63, tal como representado na Figura 6.
Esse conector 140 compreende, de um lado, pinos 141, 142, 143, 144, separados uns dos outros e, de outro lado, um pino 145 separado de dois 10 pinos 146 e 147 reunidos e um pino 148. No interior do conector, meios de junção condutores 149 e 150 permitem ligar, de um lado, os pinos 142 e 146, de outro lado, os pinos 144 e 148 de modo a assegurar as junções, tais como representadas na conexão 62 da Figura 6.
Os dois pinos 146 e 147 são reunidos em um mesmo conjunto, de modo a assegurar igualmente um meio de reconhecimento do conector.
Um terceiro modo de realização de um conector, representado na Figura 12, pode ser utilizado para realizar conexões do tipo das conexões 78, 79, 81 ou 82, representadas na Figura 7, que permitem assegurar junções entre dois painéis adjacentes ou de um painel com o circuito de uso quando dois painéis adjacentes estiverem montados em paralelo.
Esse conector 160 compreende, de um lado, pinos 161, 162, 163 e 164 e, de outro lado, pinos 165, 166 e 167 e 168.
Os pinos 163 e 167 dispostos frente a frente são ligados por um meio de junção condutor 169 e os pinos 164 e 168 situados frente a frente são conectados entre si por um meio de junção do condutor 170.
Os pinos 163 e 164, de um lado, e 167 e 168, de outro lado, são reunidos e m u m único conjunto de matéria plástica de modo a assegurar igualmente um meio de reconhecimento dos meios de conexão. Os conectores que acabam de ser descritos compreendem quatro pares de pinos, dos quais apenas três são utilizados.
Mais, o quarto par de pinos pode igualmente ser usado, por exemplo, para realizar uma ligação em um corpo solido. Nesse caso, os pinos associados são eletricamente conectados.
Deve-se entender que esses meios de conexão, que são dados unicamente a título de exemplo, são meios padrões que podem ser usados para montar facilmente, por exemplo, as molduras sobre um telhado ou sobre uma parede qualquer de uma edificação.
De fato, ao realizar a escolha do modo de conexão que se deseja
realizar, pode-se escolher os meios de conexão apropriados e pode-se, começando por baixo, implantar sobre os pinos de conexão do circuito 63 ou 80 de coleta da corrente elétrica, meios de conexão intermediários apropriados. Depois que esses meios de conexão intermediários tiverem sido implantados, 15 pode-se colocar um primeiro painel assegurando a inserção do meio de conexão no interior do meio de conexão externo correspondente do painel. Após a fixação do painel, pode-se inserir sobre o segundo meio de conexão externo do painel, um meio de conexão intermediário apropriado. Em seguida, pode-se colocar um segundo painel certificando-se de que o meio de conexão 20 intermediário fique bem inserido co m o meio de conexão intermedi ário do segundo painel, e pode-se continuar assim por diante e realizar uma coluna de painéis conectados entre e através dos meios de conexão intermediários padronizados que são fáceis de instalar.
Podem, então, serem realizadas várias colunas de painéis conectados entre si como foi dito acima, e pode ser realizado assim, com facilidade, um gerador elétrico constituído de uma pluralidade de painéis fotovoltaicos montados sobre a parede da edificação. Essa instalação requer um mínimo de mão de obra. O técnico no assunto saberá entender que o princípio de montagem pode também ser usado por painéis eletricamente ativos diferentes dos painéis fotovoltaicos e, em particular, podem ser previstos meios de conexão que permitem assegurar comandos independentes de cada um dos 5 painéis ligando-os a um circuito de comando geral que permite alimentar separadamente cada um dos painéis, comandá-los, e assim utilizando, por exemplo, painéis suscetíveis de se tornarem eletroluminescentes e assegurando os efeitos estéticos.
Claims (13)
1. ARMAÇÃO DE SUPORTE DE UM PAINEL ELETRICAMENTE ATIVO, que compreende uma estrutura periférica (1) destinada a receber um painel eletricamente ativo (20) cuja estrutura periférica (1) compreende um meio de conexão elétrica interno (14) que permite a conexão com um painel eletricamente ativo (20) sustentado pela armação, e pelo menos um primeiro meio de conexão elétrica externo (16) permite uma conexão com um primeiro meio externo à armação, e meios de ligação elétrica (18) para ligar eletricamente pelo menos um meio de conexão elétrica interno (14) com pelo menos o primeiro meio de conexão elétrica externo (16), sendo que os meios de ligação elétrica (18) se estendem ao longo da estrutura periférica a fim de serem dissimulados pela estrutura periférica, e a estrutura periférica compreende uma parte oca (25) na qual os meios de ligação elétrica (18) são recebidos, caracterizada pelo fato de que a estrutura periférica (1) é uma moldura constituída de montantes tubulares (2, 3, 4, 5), e os meios de conexão elétrica internos (14) e externos (16, 17) se estendem através de uma parede dos montantes sobre os quais são dispostos e os meios de ligação elétrica (18) que se estendem no interior dos montantes tubulares.
2. ARMAÇÃO DE SUPORTE DE UM PAINEL ELETRICAMENTE ATIVO, de acordo com a reivindicação 1, caracterizada pelo fato de que os montantes (2, 3, 4, 5) compreendem um sulco (11) que se estende ao longo de sua geratriz, orientada para dentro da moldura, e destinada a receber a borda de um painel eletricamente ativo (20).
3. ARMAÇÃO DE SUPORTE DE UM PAINEL ELETRICAMENTE ATIVO, de acordo com a reivindicação 2, caracterizada pelo fato de que pelo menos um montante (2, 5) compreende sobre todo seu comprimento por uma aba (9, 10) que se estende para fora da moldura.
4. ARMAÇÃO, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 3, caracterizada pelo fato de que a parte central (26), delimitada pela estrutura periférica, é aberta.
5. ARMAÇÃO, de acordo com a reivindicação 4, caracterizada pelo fato de que é constituída por uma tira metálica (30) recortada, dobrada, e montada por soldagem.
6. ARMAÇÃO, de acordo com a reivindicação 5, caracterizada pelo fato de que a tira metálica (30) é constituída de uma liga inoxidável e/ou de uma liga que possui um coeficiente de dilatação compatível com o vidro.
7. ARMAÇÃO, de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 6, caracterizada pelo fato de que compreende dois meios de conexão elétrica externos (16, 17) que compreendem cada um pelo menos três terminais (16a, 16b, 16c, 16d, 17a, 17b, 17c, 17d) e pelo fato de que o meio de conexão elétrica interno (14, 201) compreende pelo menos dois terminais (14a, 15 14b), sendo que cada terminal (14a, 14b) do meio de conexão elétrica interno (14), é ligado a um terminal (16a, 16b, 17a, 17b) de cada um dos meios de conexão elétrica externos (16, 17) e pelo fato de que cada terminal de um meio de conexão elétrica externo (16, 17), não ligado a um terminal pelo meio de conexão elétrica interno, é ligado eletricamente a um terminal do outro meio de 20 conexão elétrica externo, não ligado a um terminal do meio de conexão elétrica interno.
8. ARMAÇÃO, de acordo com a reivindicação 7, caracterizada pelo fato de que o conector elétrico (201) compreende pelo menos dois semi anéis fêmeas elásticos (206) nos quais os pinos de conexão machos (215) de um painel elétrico ativo podem ser inseridos.
9. ARMAÇÃO, de acordo com a reivindicação 7 ou 8, caracterizada pelo fato de que o painel eletricamente ativo (20) é um gerador fotovoltaico.
10. PAREDE EXTERNA, de uma edificação (50, 70), que compreende uma pluralidade de armações (53, 54, 56, 57; 73, 74, 76, 77) conforme definida em qualquer uma das reivindicações 1 a 8 dispostas lado a lado, e pelo fato de pelo menos duas armações adjacentes (53, 54, 56, 57; 73, 74, 76, 77) estarem conectadas entre si por um meio de ligação elétrica externo (60, 66; 78, 81) que é interligado, de um lado, com um meio de conexão elétrica externo (53b) de uma armação (53) e, de outro lado, com um meio de conexão externo (54b) da outra armação (54).
11. PAREDE EXTERNA, de uma edificação (50, 70), de acordo com a reivindicação 10, caracterizada pelo fato de pelo menos uma edificação, compreende um painel eletricamente ativo.
12. PAREDE EXTERNA, de uma edificação (50, 70), de acordo com a reivindicação 11, caracterizada pelo fato de que o painel eletricamente ativo é um gerador fotovoltaico.
13. PAREDE EXTERNA, de uma edificação (50, 70), de acordo com qualquer uma das reivindicações 10 a 12, caracterizada pelo fato de que constitui um elemento de telhado.
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