BRPI0813973B1 - Dispositivo e método para controle de praga - Google Patents

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Mike P. Tolley
Philip J. Howard
Joseph J. DeMark
Donald E. Williams
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Dow Agrosciences Llc
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Abstract

dispositivo e método para controle de praga a presente invenção refere-se a um recipiente de isca de controle de térmites que inclui uma parte de extremidade superior oposta a uma parte de extremidade inferior. o recipiente de isca inclui uma câmara que contém uma isca de térmites. a parte de extremidade inferior inclui uma bolsa de aprisionamento de ar abaixo de pelo menos uma parte da isca para reduzir a intrusão de água através da parte de extremidade inferior quando instalada em uma orientação selecionada pelo menos parcialmente abaixo do solo.

Description

DISPOSITIVO E MÉTODO PARA CONTROLE DE PRAGA.
REFERÊNCIA CRUZADA A PEDIDOS RELACIONADOS
De acordo com tratados aplicáveis, o presente pedido reivindica prioridade externa para o Pedido de Patente U.S. Número 60/962.024 depositado em 26 de julho de 2007, aqui incorporado, na íntegra, como referência.
ANTECEDENTES
O presente pedido refere-se a controle de praga e, mais particu10 larmente, porém não de forma exclusiva, refere-se a técnicas para manter a palatabilidade de um material de isca incluído em um dispositivo de controle de praga.
A remoção de pragas em áreas ocupadas por seres humanos, criações e colheitas é um desafio desde há muito. Pragas que preocu15 pam constantemente incluem vários tipos de insetos e roedores. As térmites subterrâneas constituem um tipo de praga particularmente incômoda em função do seu potencial de causar graves danos aos corpos de madeira. Têm sido propostos vários métodos para eliminar térmites e outras determinadas pragas prejudiciais tanto da variedade de inseto como de não-inseto. Em um método, o controle de pragas apóia-se na aplicação de camadas de pesticidas químicos na área a proteger. Contudo, esse método está se tornando menos desejável que o da distribuição dirigida de pesticida, que pode ser mais eficaz e ambientalmente favorável.
Recentemente, foram feitos avanços para satisfazer a necessidade de distribuição dirigida de substâncias químicas pesticidas. Um exemplo é a Patente U.S. Número 5.815.090, de Su. Outro exemplo direcionado ao controle de térmites é o SENTRICON TERMITE COLONY ELIMINATION SYSTEM® de Dow AgroSciences, com endereço comercial em 9330 Zions30 ville Road, Indianapolis, IN. Nesse sistema, coloca-se no solo uma série de unidades, cada uma com um material comestível por térmites, em torno da habitação a proteger. Inspecionam-se rotineiramente as unidades por interPetição 870190011722, de 04/02/2019, pág. 4/19 médio de um serviço de controle de praga que busca a presença de térmites, registrando-se os dados de inspeção dando como referência uma etiqueta de código de barras exclusivamente associada a cada unidade. Encontrando-se térmites em uma dada unidade, instala-se uma isca que contém um pesticida de ação retardada destinado a ser transportado ao ninho de térmites para erradicar a colônia. As Patentes U.S. Números 6.724.312, 7.212.112, e 7.212.129, além da Publicação do Pedido de Patente U.S. Números 2001/0033230 e 2001/0054962 proporcionam exemplos adicionais.
Em determinadas situações, a isca degrada-se com a exposição à umidade, o que pode enfraquecer a sua atração às pragas visadas, e em algumas vezes resultam em funcionamento impróprio de sensores associados (quando presentes). Frequentemente, deseja-se manter a palatabilidade da isca durante um longo espaço de tempo e/ou melhor controlar a intrusão de umidade. Assim, existe uma demanda de contribuições adicionais nessa área de tecnologia.
SUMÁRIO
Uma modalidade do presente pedido de depósito é uma técnica exclusiva para controle de praga. Outras modalidades incluem aparelhos, sistemas, métodos e dispositivos exclusivos à proteção da isca enterrada da intrusão de umidade ou similar. Adicionais modalidades, formas, objetos, características, vantagens, aspectos e benefícios tornar-se-ão evidentes a partir da descrição e dos desenhos que se seguem.
BREVE DESCRIÇÃO DAS FIGURAS
A figura 1 é uma vista esquemática de um sistema de controle de praga, de acordo com o presente pedido de depósito de patente, que inclui vários dispositivos de controle de praga.
A figura 2 é uma vista adicional de aspectos selecionados do sistema da figura 1 em operação.
A figura 3 é uma vista parcial de seção explodida de um conjunto de monitoração de praga de um dos dispositivos de controle de praga.
A figura 4 é uma vista parcial de corte transversal explodido do conjunto de monitoração de praga da figura 3 ao longo de um plano de vista perpendicular ao plano de vista da figura 3.
A figura 5 é uma vista de topo parcial de parte de um subconjunto do conjunto de circuitos de comunicação do conjunto de monitoração de praga mostrado nas figuras 3 e 4.
A figura 6 é uma vista explodida de um recipiente de isca de um dos dispositivos de controle de praga que inclui o conjunto de monitoração de praga da figura 3.
A figura 7 é uma vista explodida de uma disposição de acesso de praga do dispositivo de controle de praga da figura 6.
A figura 8 é uma vista de plano inferior do encaixe incluído na disposição de acesso de praga tomada ao longo da linha de visão 8-8 da figura 7.
A figura 9 é uma vista de plano de topo do encaixe incluído na disposição de acesso de praga tomada ao longo da linha de visão 9-9 da figura 7.
A figura 10 é uma vista explodida em perspectiva do conjunto do dispositivo de controle de praga da figura 6 com um corte diagramático do recipiente de isca, e que ainda mostra um alojamento de um dos dispositivos de controle de praga capaz de ser instalado no solo.
A figura 11 é uma vista de seção parcial diagramática de corte transversal parcial lateral do conjunto da figura 10.
A figura 12 é uma vista de corte transversal diagramática tomada ao longo da linha de seção 12-12 da figura 11.
A figura 13 é uma vista esquemática do conjunto de circuitos de comunicação incluído no dispositivo de controle de praga da figura 11 e o conjunto de circuitos de comunicação incluído no interrogador mostrado nas figuras 1 e 2.
A figura 14 é uma vista em perspectiva de outro dispositivo de controle de praga com um corte transversal parcial.
A figura 15 é uma vista em perspectiva de mais outro dispositivo de controle de praga com um corte transversal parcial.
A figura 16 é uma vista em perspectiva de ainda outro dispositivo de controle de praga com um corte transversal parcial.
As figuras 17 a 20 são gráficos de barra ilustrativos de dados experimentais de testes de umidade.
DESCRIÇÃO DETALHADA DAS MODALIDADES REPRESENTATIVAS
Com o propósito de promover o entendimento dos princípios da invenção, serão feitas agora referências às modalidades ilustradas nos desenhos, sendo empregado um estilo específico para descrevê-las. Deverá ser, todavia, entendido que não se objetiva limitar desse modo o escopo da invenção. Quaisquer alterações e modificações adicionais nas modalidades descritas, além de quaisquer aplicações adicionais dos princípios da invenção, conforme descritos neste documento, devem ser consideradas como as que normalmente ocorreríam àqueles versados na técnica aos quais a invenção se relaciona.
Uma modalidade do presente pedido é um dispositivo de controle de praga estruturado para reduzir danos à isca causados por indesejada intrusão de água quando instalada no solo. Em uma forma, o dispositivo de controle de praga é um recipiente que define um ponto de entrada inferior para o acesso das pragas direcionadas e uma bolsa para aprisionar ar entre este ponto de entrada e a isca posicionada acima dele. Esta bolsa de aprisionamento de ar impede a água alcançar a isca. O recipiente pode ser colocado na cavidade de um alojamento previamente instalado no solo enterrado ou pode ser usado sem tal alojamento. De forma alternativa ou adicional, o recipiente pode incluir um sensor para detectar a presença de praga. O sistema de controle de praga 20 das figuras 1 a 13 proporciona um exemplo adicional de tal desenvolvimento.
A figura 1 ilustra o sistema de controle de praga 20. Dispõe-se o sistema 20 para proteger a construção 22 de danos relativos a pragas tais como, por exemplo, térmites subterrâneas. O sistema 20 inclui uma série de dispositivos de controle de praga 110 posicionados em torno da construção 22. Na figura 1, para conservar a clareza, designam-se somente alguns dos dispositivos 110 especificamente através de números de referência. O sistema 20 também inclui um interrogador portátil 30 para reunir informações sobre os dispositivos 110. Coleciona-se os dados reunidos dos dispositivos 110 com o interrogador 30 na Unidade de Coleta de Dados (DCU) 40 através da interface de comunicação 41. Em outros desenvolvimentos, a DCU 40 pode não estar presente ou apenas opcionalmente empregada, usandose em seu lugar o interrogador 30 como o equipamento terminal de reunião de dados.
Com referência adicional à figura 2, ilustram-se determinados aspectos da operação do sistema 20. Na figura 2, mostra-se um provedor de serviço de controle de praga P que opera o interrogador 30 para interrogar os dispositivos de controle de praga 110 localizados pelo menos parcialmente abaixo do solo G usando uma técnica de comunicação sem-fio que não requer contato elétrico entre o interrogador 30 e o dispositivo 110, conforme mais explicado a partir de agora. Neste exemplo, mostra-se o interrogador 30 em uma forma portátil conveniente à varredura sobre o solo G para estabelecer comunicações sem-fio com os dispositivos instalados 110. Como alternativa ou em adição a essa técnica sem contato, o interrogador 30 pode fazer contato elétrico e/ou mecânico com cada dispositivo 110 para reunir dados. Em seu lugar ou junto com o interrogador 30, a informação a respeito de cada dispositivo de controle de praga 110 pode ser relatada de uma forma diferente, tal como, em ainda outras modalidades, um indicador visual e/ou auricular fixado ao dispositivo 110.
As figuras 3 a 12 ilustram várias configurações do dispositivo de controle de praga 110. Para detectar pragas e aplicar um pesticida, o dispositivo de controle de praga 110 configura-se internamente com o conjunto de monitoração de praga 112 estruturado para montagem em um recipiente de isca, como descrito mais adiante em conexão com as figuras 6 a 12. Com referência mais especificamente às figuras 3 e 4, ilustra-se o conjunto de monitoração de praga 112 em partes ao longo do eixo geométrico central de montagem A. O eixo geométrico A coincide com os planos de vista de ambas as figuras 3 e 4, onde o plano de vista da figura 4 é perpendicular ao plano de vista da figura 3.
O conjunto de monitoração de praga 112 inclui o subconjunto de sensor 114 abaixo do subconjunto de circuitos de comunicação 116 ao longo do eixo geométrico A. O subconjunto de sensor 114 inclui o sensor 150. Estrutura-se o sensor 150 para contato‘com a isca, conforme descrito de forma mais completa a seguir em conexão com as figuras 10 a 12; contudo, primeiro descrevem-se certos detalhes do sensor 150 como se segue. O sensor 150 geralmente é alongado e possui a parte de extremidade 152a oposta à parte de extremidade 152b, conforme mostrado nas figuras 3 e 4, por exemplo. Representa-se a parte média do sensor 150 por um par de linhas interrompidas adjacentes que separam as partes 152a e 152b nas figuras 3 e 4. O sensor 150 inclui o substrato de sensoriamento 151. O substrato 151 carrega o condutor 153 colocado para proporcionar um elemento de sensoriamento 153a na forma de uma alça eletricamente condutiva ou caminho 154 mostrado na vista quebrada da figura 4. Ao longo da parte média do sensor representada pelas linhas interrompidas da figura 4, os dois segmentos do caminho 154 continuam ao longo de um percurso paralelo, geralmente reto (não mostrado) e terminam de modo correspondente nas almofadas de contato 32 ao longo de uma borda da parte de extremidade 152a. Uma película isolada eletricamente 34 cobre uma parte de cada um dos segmentos ao longo da parte de extremidade 152a. Mostra-se em espectro as partes dos segmentos cobertos pela película. A abertura 36 forma-se através do substrato 151 entre os segmentos cobertos pela película 34 que pode ser usado para fabricação e/ou manuseio. Na parte de extremidade 152b, os segmentos unem-se um ao outro para formar o caminho 154, completando a alça eletricamente condutiva.
O substrato 151 e/ou o condutor 153 compõe(m)-se de um ou mais materiais suscetíveis de consumo ou carregamento pelas pragas sendo monitoradas com o conjunto de monitoração de praga 112. Esses materiais podem ser de substância comestível, de substância não-comestível, ou uma combinação de ambas para uma ou mais espécies de praga de interesse. Efetivamente, concluiu-se que os materiais compostos de substâncias nãocomestíveis serão imediatamente deslocados durante o consumo de materiais adjacentes comestíveis por térmites. Quando se consome ou se desloca o substrato 151 ou ο condutor 153, altera-se consequentemente o caminho 154. Esta alteração pode ser utilizada para indicar a presença de pragas através da monitoração de uma ou mais correspondentes propriedades elétricas do caminho 154, conforme será mais completamente descrito a seguir. De modo alternativo, o substrato 151 e/ou o condutor 153 podem ser orientados em relação aos componentes de isca 132 de modo que um determinado grau de consumo ou deslocamento de componentes de isca 132 exerça uma força mecânica suficiente para alterar a condutividade elétrica do caminho 154 de uma forma detectável. Para esta alternativa, o substrato 151 e/ou o condutor 153 não precisam ser diretamente consumidos ou deslocados pela praga de interesse.
Em uma modalidade direcionada às térmites subterrâneas, forma-se o substrato 151 de um material de celulose que possa ser consumido, deslocado ou também removido pelas térmites. Um exemplo específico inclui papel revestido com um material polimérico, tal como polietileno. Contudo, em outras modalidades, o substrato 151 pode ser composto por materiais diferentes voltados para térmites ou outras pragas de interesse.
Em uma forma, provê-se o condutor 153 de um material condutivo com base de carbono, tal como um composto de tinta que contenha carbono. Uma fonte de tal tinta é a Acheson Colloids Company, com endereço comercial em 1600 Washington Avenue, Port Huron, Michigan 48060. A tinta condutiva contendo carbono que compreende o condutor 153 pode ser depositada no substrato 151 usando uma técnica de distribuição por serigrafia, impressão de almofada, ou por jato de tinta, ou outras técnicas semelhantes como pode ocorrer àqueles versados na técnica. Em comparação com os condutores metálicos comumente selecionados, um condutor com base de carbono pode ter uma resistividade elétrica mais alta. De preferência, a resistividade de volume do composto de tinta contendo carbono é maior ou igual a cerca de 0,001 ohm-cm (ohm por centímetro). Em uma modalidade mais preferida, a resistividade de volume do condutor 153 composto por um material contendo carbono é maior ou igual a 0,1 ohm-cm. Em uma modalidade ainda mais preferida, a resistividade de volume do condutor 153 com8 posto por um material contendo carbono é maior ou igual a cerca de 10 ohms-cm. Em ainda outras modalidades, o condutor 153 pode ter uma com- posição ou resistividade de volume diferente, como pode ocorrer àqueles versados na técnica.
O conjunto de monitoração de praga 112 inclui ainda o subconjunto de circuitos 116, capaz de se conectar de forma removível ao subconjunto de sensor 114. Dispõe-se o subconjunto de sensor 116 para detectar e comunicar atividade da praga conforme indicada em uma ou mais propriedades elétricas do caminho 154 do subconjunto de sensor 114. O subconjunto de circuitos 116 inclui o compartimento de circuitos 118 destinado ao conjunto de circuitos de comunicação 160 e um par de membros de conexão 140 para acoplar de forma destacável o conjunto de circuitos de comunicação 160 ao sensor 150 do subconjunto de sensor 114. O compartimento 118 inclui uma peça de cobertura 120, um anel em O 124, e a base 130, cada um tendo um perímetro externo geralmente circular em torno do eixo geométrico A. Mostra-se o compartimento 118 montado mais completamente na figura 4 do que na figura 3. A peça de cobertura 120 define a cavidade 122. A base 130 define o canal 131 (mostrado em espectro) dimensionado para receber o anel em O 124 (ver figura 4). Pode ser usada uma vedação de calor como alternativa ou em adição ao anel em O 124.
Posiciona-se o conjunto de circuitos de comunicação 160 entre a peça de cobertura 120 e a base 130. O conjunto de circuitos de comunicação 160 inclui a antena espiral 162 e a placa de fiação impressa 164 que carrega os componentes de circuito 166. Com referência também à figura 5, mostra-se uma vista de topo da montagem da base 130, dos membros de conexão 140, e do conjunto de circuitos de comunicação sem-fio 160. Na figura 5, o eixo geométrico A é perpendicular ao plano de vista, sendo representado como fios reticulados identificados. A base 130 inclui os batentes 132 para encaixar orifícios de montagem através da placa de fiação impressa 164. A base 130 também inclui os suportes 134 para encaixar a antena espiral 162 e mantê-la fixada em relação à base 130 e à placa de fiação impressa 164 quando montadas juntas. A base 130 inclui ainda quatro supor9 tes 136, cada um definindo uma abertura 137 através deles, como melhor ilustrado na figura 4. Molda-se a base 130 com uma projeção localizada centralmente 138 entre pares adjacentes de suportes 136. A projeção 138 define o recesso 139 (mostrado em espectro na figura 3).
Com referência de modo geral às figuras 3 a 5, cada um dos membros de conexão 140 inclui um par de protuberâncias de conexão 146. Cada protuberância 146 tem a parte de pescoço 147 e a parte de cabeça 145 que se estendem de partes de extremidades opostas do respectivo membro de conexão 140. Para cada membro de conexão 140, a projeção 148 posiciona-se entre os correspondentes pares de protuberâncias 146. A projeção 148 define o recesso 149. Formam-se os membros de conexão 140 de um material elastomérico, eletricamente condutivo. Em uma modalidade, cada membro de conexão 140 é feito com uma borracha de silicone contendo carbono, tal como o composto 862 disponível da TECKNIT USA, que tem o endereço comercial em 135 Bryant Street, Cranford, N. J. 07016. Contudo, em outras modalidades, pode ser usada uma composição diferente.
Para montar cada membro de conexão 140 à base 130, inserese o par correspondente de protuberâncias 146 através de um par respectivo de aberturas 137 dos suportes 136, com a projeção 148 estendendo-se para dentro do recesso 139. Dimensiona-se a parte de cabeça 145 de cada uma das protuberâncias 146 para ser pouco mais larga que a respectiva abertura 137 através da qual deve passar. Como resultado, durante a inserção, as partes de cabeça 145 deformam-se elasticamente até a total passagem através da respectiva abertura 137. Uma vez estendida a parte de cabeça 145 através da abertura 137, ela retorna ao seu formato original, com o pescoço 147 encaixado firmemente à margem da abertura. Como mostrado na figura 5, a placa de fiação impressa 164 contata uma protuberância 146 de cada membro de conexão 140 depois da montagem.
Uma vez montados os membros de conexão 140 na base 130, monta-se o compartimento 118 conectando a base 130 à placa de cobertura 120, com o anel em O 124 dentro do canal 131. Pode ser usado um composto de recheadura dentro do corpo resultante para reduzir a intrusão de umi10 dade e/ou outros agentes externos. Além disso, conforme previamente observado, pode ser empregada uma técnica de vedação de calor em adição ou em lugar do corpo de anel em O 124/canal 131. Depois de montado o subconjunto de circuito de comunicação 116, monta-se o sensor 150 no subconjunto 116 através da inserção da parte de extremidade 152a dentro do recesso 149 de cada membro de conexão 140 conduzido pela base 130. Dimensiona-se os membros de conexão 140 para serem levemente deformados de forma elástica através da inserção da parte de extremidade 152a dentro do recesso 149, de modo que se aplique uma força de inclinação pelos membros de conexão 140 à parte de extremidade 152a para segurar firmemente o sensor 150 em contato com eles. Uma vez inserida a parte de extremidade 152a dentro dos membros de conexão 140, cada almofada 32 é eletricamente contatada por cada um dos diferentes membros de conexão 140. Por sua vez, cada protuberância 146 que contata a placa de fiação impressa 164 acopla eletricamente o caminho 154 à placa de fiação impressa 164.
A figura 6 ilustra a montagem resultante dos subconjuntos 114 e 116 como parte de uma vista explodida de um estágio de montagem mais avançado do dispositivo de controle de praga 110. Na figura 6, designa-se de forma alternativa o conjunto de monitoração de praga 112 de conjunto de sensoriamento 119, e representa conjuntamente a forma montada dos subconjuntos 114 e 116. Uma vez montado, estrutura-se o conjunto de sensoriamento 119 para facilitar a instalação e outro tipo de manuseio como uma unidade. A figura 6 também representa o recipiente de isca 200 de uma forma explodida, o qual inclui o conjunto de sensoriamento 119 quando totalmente montado. O recipiente de isca 200 também inclui um corpo tubular 202 com uma parte de extremidade superior 204 oposta a uma parte de extremidade inferior 206. O corpo 202 é oco para definir o espaço interno 210 a fim de receber a isca, como descrito de forma mais completa a seguir. A parte de extremidade superior 204 define a abertura superior 214 que intersecta o espaço interno 210 e a parte de extremidade inferior define a abertura inferior 216 que também intersecta o espaço interno 210. Consequentemente, as aberturas 214 e 216 estão em comunicação fluida uma com a outra. A parte de extremidade superior define o rosqueamento helicoidal externo 215 em torno da abertura 214 e a parte de extremidade inferior define o rosqueamento helicoidal interno 217 em torno da abertura 216.
O conjunto de sensoriamento 119 é dimensionado e moldado para ser recebido no espaço interno 210 do recipiente 200 através da abertura superior 214. A parte de extremidade superior define uma borda saliente para proporcionar o assento 218 para o qual se estrutura o compartimento
118 do conjunto 119 para descansar, suspendendo o substrato 151 abaixo no espaço interno 210 (ver também as vistas da figura 11 e da figura 12) quando o conjunto 119 é nele colocado. O recipiente de isca 200 (e o correspondente dispositivo de controle de praga 110) inclui ainda o fechamento 90 na forma de uma tampa 91. O fechamento 90 inclui o rosqueamento interno 92 estruturado para encaixar o rosqueamento externo 215 da parte de extremidade superior 204 do corpo 202. A tampa 91 inclui o punho 94 estruturado para ser segurado manualmente ou por algum tipo de ferramenta de extração para carregar ou também manipular o recipiente de isca 200 conforme ainda descrito mais adiante. O fechamento 90 pode ser girado seletivamente em relação à parte de extremidade superior 204 para ser a ela rosqueado e proporcionar uma vedação hermética. Esta situação é ilustrada nas figuras 10 e 11. Consequentemente, depois da inserção do conjunto 119 na câmara 202, o fechamento 90 pode ser encaixado à parte de extremidade superior 204, e pode ser removido da mesma forma para acessar o conjunto
119 quando desejado.
O recipiente de isca 200 também inclui a barreira de umidade 230 moldada e dimensionada para se encaixar com justeza na câmara 202 através da abertura inferior 216 para encaixar o assento inferior 220. Em uma forma, a barreira 230 é um disco composto por uma folha de cortiça ou madeira. Em outras modalidades, a barreira 230 pode ser composta por um material diferente e/ou pode estar ausente. A barreira 230 divide o espaço interno 210 do corpo 202 para definir um limite inferior 278 de uma câmara de recipiente de isca 240 no corpo 202, a qual é ilustrada nas figuras 10 a
12.
A barreira 230 é mantida em posição através da disposição de acesso de praga 250. A disposição de acesso de praga 250 inclui o encaixe 252 e o plugue palatável às térmites 254 carregado pelo encaixe 250. Com referência de forma especial às figuras 6 a 9, o encaixe 252 inclui a divisão 256 que define uma série de aberturas 258 através dela. O encaixe 252 inclui paredes laterais 260 que se estendem para baixo da divisão 256 para prender o plugue 254 no encaixe 252 por encaixe de fricção e/ou com a ajuda de um conector, adesivo ou similar. Cada uma das paredes laterais 260 define um entalhe ou canal 262 que termina a uma distância selecionada abaixo da divisão 256. Quando se monta o plugue 254 no encaixe 252, ele contata as paredes laterais tal que forma um limite dos canais 262 que proporcionam um caminho de guiamento para conduzir térmites como ainda descrito a seguir. Estrutura-se o encaixe 252 com uma borda saliente interna para manter o plugue 254 em um relacionamento separado da divisão 256 para formar um espaço de câmara de agregação de térmites g entre os dois conforme ilustrado nas figuras 7 e 10. Como mostrado nas figuras 7, 1 e 11, define-se de forma correspondente a câmara inferior 270 abaixo da divisão 256 e acima do plugue 254. Em uma modalidade preferencial, o espaço g é menor que 5 milímetros (mm). Em uma modalidade mais preferencial, o espaço g é menor que cerca de 3 mm e maior que cerca de 1 mm. Em uma forma ainda mais preferencial, o espaço g é cerca de 2 mm. Contudo, em outras modalidades, o espaço g pode estar ausente ou pode ser dimensionado de forma diferente.
O encaixe 252 inclui o rosqueamento externo 264 para encaixar o rosqueamento interno 217 da parte de extremidade inferior 206. Quando rosqueado através da abertura 216, a disposição de acesso de praga proporciona inicialmente uma barreira às térmites e à umidade, porque o plugue 254 bloqueia as aberturas 258 e a câmara 270 de acesso por baixo. Contudo, o plugue 254 compõe-se de um material que atrai e é removível pelas térmites. Delimitados pela superfície do plugue 254, os canais 262 proporcionam caminhos para conduzir as térmites a uma parte superior do plugue
254 que elas consomem ou deslocam para formar uma ou mais passagens 272 através dele, conforme ilustrado de forma esquemática na figura 11.
A câmara 240 contém a isca 318. De uma forma direcionada às térmites, a isca 318 compõe-se de múltiplas pelotas 320, cada uma incluindo uma celulose atrativa às térmites e um pesticida. Assim, as pelotas 320 da isca 318 se amoldam ao formato da câmara 310 ocupando o seu centro geométrico e se espalhando transversalmente à sua linha central longitudinal A. Contudo, em outras modalidades, a isca 318 pode ser composta de forma diferente a fim de se direcionar a um tipo de praga diferente, pode incluir mais ou menos pedaços, pode ser uma peça única tal como madeira ou um bloco de celulose moldado sinteticamente, pode incluir um atrativo com ou sem pesticida, e/ou pode ser também constituída de modo diferente.
Para montar o recipiente de isca 200, coloca-se o conjunto de sensoriamento 119 no espaço interno 210 do corpo 202 através da parte de extremidade proximal 204 para encaixar o assento superior 218. Depois de colocado o conjunto de sensoriamento 119 no corpo 202, rosqueia-se o fechamento 90 à parte de extremidade proximal 204 para fechar a abertura 214 com uma vedação hermética. Inverte-se o recipiente 200 para carregar a isca 318 através da abertura 216 para pelo menos encher parcialmente a parte do espaço interno 210 que pode alcançar até o assento inferior 220. De uma forma, distribuem-se as pelotas 320 da isca 318 ao longo dos lados opostos do substrato 151, conforme ilustrado na figura 12. O corpo 202 pode incluir um ou mais entalhes e/ou flanges de guiamento internos para ajudar a manter o substrato 151 em uma posição desejada quando a isca 318 se distribui em torno dele. Depois de carregar a isca 318, coloca-se a barreira 230 através da abertura 216 para se encaixar ao assento inferior 220. Rosqueiase a disposição de acesso de praga 250 dentro da abertura 206 para prender a barreira 230 entre a divisão 256 e o assento inferior 220. Assim montado, o recipiente de isca 200 inclui o corpo 202, o fechamento 90, a barreira 230, e a disposição 250; além de conjuntamente ter a parte de extremidade superior 200a oposta à parte de extremidade inferior 200b. A parte de extremidade superior 200a define o limite de topo 202a do recipiente 200 e a parte de extremidade inferior 200b define o limite de fundo 202b do recipiente 200. O corpo 202, o fechamento 90, e a disposição 250 são geralmente anulares/cilíndricos; no entanto, em outras modalidades o formato de um ou mais desses componentes pode variar com os correspondentes ajustamentos para acomodar o conjunto, o acoplamento de componentes um ao outro, ou similar, como pode ocorrer àqueles versados na técnica. Esses componentes são formados por um material adequado à colocação no solo que resiste à remoção/danos por pragas que se espera presentes e à degradação causada pelo ambiente. De uma forma não-limitativa, esses componentes são feitos de um composto de polímero orgânico.
As figuras 10 e 11 ilustram o alojamento 170 do dispositivo de controle de praga 110. O alojamento 170 inclui a tampa removível 180. Dispõe-se o alojamento 170 para a instalação no solo G, como mostrado, por exemplo, na figura 2. O alojamento 170 define uma câmara ou um espaço interno 172 que intersecta a abertura de acesso 178. Dimensiona-se o recipiente de isca para inserção no espaço interno 172 através da abertura 178 sem qualquer parte do recipiente 200 salientando-se acima da abertura 178. O alojamento 170 tem uma parte de extremidade de acesso 171a oposta à parte de extremidade abaixo do solo 171b. A parte de extremidade 171b inclui uma extremidade afunilada 175 para ajudar na colocação do controle de praga 110 no solo, como ilustrado na figura 2. A extremidade 175 termina em uma abertura (não mostrada). De preferência, comunica-se com o espaço interno 172 uma série de passagens 174 definidas pelo alojamento 170. As passagens 174 são particularmente bem adequadas à entrada e à saída de térmites do espaço interno 172. O alojamento 170 tem uma série de flanges salientes com uns poucos deles designados pelos números de referência 176a, 176b, 176c, 176d e 176e na figura 10 para ajudar no posicionamento do dispositivo de controle de praga no solo. O alojamento 170 inclui a tampa 180 para cobrir a abertura 178. A tampa 180 inclui linguetas que se dirigem para baixo 184 dispostas para se encaixar aos canais 179 do alojamento 170. Depois de a tampa 180 ser totalmente assentada no alojamento 170, ela pode ser girada para encaixar as linguetas 184 em uma posição de travamento com uma conexão tipo baioneta que resiste à desmontagem. O entalhe 182 pode ser usado para encaixar a tampa 180 com uma ferramenta
·. semelhante a uma chave de tampa superior, tal como uma chave de parafuso de lâmina chata, para ajudar na rotação da tampa 180. O alojamento 170 e a tampa 180 podem ser fabricados de um material resistente à deterioração em razão da esperada exposição ao ambiente e resistente às alterações pelas pragas a serem detectadas provavelmente pelo dispositivo de controle de praga 110. De uma forma, esses componentes são feitos de uma resina polimérica tal como polipropileno ou o material plástico polimérico CYCOLAC
AR, disponível em General Electric Plastics, com endereço comercial em One Plastics Avenue Pittsfield, MA 01201.
Em uma típica aplicação dirigida ao controle de térmites, instalase o alojamento 170 no solo com a parte de extremidade 171b penetrando abaixo do nível do solo, com a parte de extremidade 171a posicionada apro15 ximadamente no nível do solo. Com a tampa 180 removida, insere-se o recipiente de isca 200 no espaço 172 do alojamento 170 através da abertura 178 para se assentar nesse lugar, com a parte de extremidade inferior 200b entrando primeiro para estar mais abaixo do solo que a parte de extremidade superior 200a. Depois de colocado o recipiente de isca 200 no alojamento
170 enterrado, a tampa 180 encaixa-se na parte de extremidade 171a para cobrir a abertura 178. Em relação a tal operação assim como ao manuseio do alojamento 170 e do recipiente 200, as partes 171a e 200a são também designadas como partes de extremidades proximais e as partes 171b e 200b são também designadas com partes de extremidades distais. Da mesma forma, cada dispositivo de controle de praga tem a parte de extremidade proximal 100a oposta à parte de extremidade distai 100b (ver figura 11).
Em um procedimento implementado com o sistema 20, instalase uma série de dispositivos de controle de praga 110 em um interrelacionamento separado com relação à área a proteger. Por intermédio de um exemplo não-limitativo, a figura 1 proporciona o diagrama de uma possível distribuição de uma série de dispositivos 110 dispostos em torno da construção 22 a proteger. Tipicamente, cada um dos dispositivos 110 está ao menos parcialmente abaixo do solo, como ilustrado na figura 2. Concluiuse que uma colônia de térmites uma vez estabelecendo um caminho para uma fonte de alimentação, elas tendem a retornar a esta fonte de alimentação. Consequentemente, colocam-se os dispositivos 110 em locais selecionados para estabelecer tais caminhos com quaisquer térmites que possam estar na vizinhança da área ou dos corpos que se deseja proteger, tal como a construção 22.
Concluiu-se que iscas instaladas no solo são suscetíveis a várias formas de degradação - muitas das quais resultando de exposição à umidade. Tipicamente, a isca se arruina ou se degrada/mofa quando ela se satura de água como, por exemplo, quando o alojamento instalado inunda. Além disso, quando o sensor 150 inclui o substrato 151 composto por um material que se altera com a umidade como, por exemplo, vários tipos de papel ou similar, ele pode ser submetido a danos pela água que resulta em uma falsa indicação de presença de praga. Ao se evitar que a isca 318 e/ou o sensor 150 se degradem dessa forma, aumenta-se a longevidade e a palatabilidade da isca 318 em relação às pragas direcionadas e a operação do sensor 150 é tipicamente mais confiável. Com referência à figura 11, estrutura-se o recipiente 200 para reduzir os riscos de a água alcançar a isca 318. Quando instaladas inicialmente, tanto a barreira 230 como a disposição 250 proporcionam uma barreira à umidade alcançando o limite mais inferior 278 da isca 318. No entanto, a composição da barreira 230 e do plugue 254 facilita a remoção pelas térmites. Consequentemente, quando as térmites encontram o alojamento 170, elas passam através das passagens 174 para alcançar o recipiente de isca 200. Em razão de o plugue 254 compor-se de um material palatável às térmites, as térmites devem provavelmente formar passagens 272 através dele para alcançar a câmara 270 - possivelmente sendo guiadas pelos canais 262. Como resultado, rompe-se a barreira à umidade apresentada pela disposição 250. Da câmara 270, as térmites são atraídas à barreira 230, também feita de material preferido por térmites. Consequentemente, as térmites na câmara 270 passam através das aberturas 258 da divisão 256 e formam as passagens 274 para alcançar a isca 318 em contato com a barreira 230. Como resultado, rompe-se a barreira à umidade proporcionada pela barreira 230.
Quando a barreira 230 é removida e dispersa pelas térmites, deve ser observado que se estrutura a divisão 256 para definir o limite mais inferior 278b da isca 318 na câmara de isca 240. Com parte do encaixe 250, a divisão 256 compõe-se de um material não imediatamente removido ou alterado por térmites. Assim, embora algumas pequenas partes da isca 318 possam cair através da abertura 258, mantêm-se as partes maiores da isca 318 em uma posição de afastamento para cima dentro do corpo 202 do recipiente 200 em relação ao limite 202b. Ilustra-se na figura 11a correspondente distância de afastamento H. Com a isca 318 recuada ou rebaixada da extremidade de fundo do recipiente 200, a bolsa 280 pode ser formada. Como ilustrado na figura 11, a bolsa 280 inclui a câmara 270, as passagens 272, e as passagens 274 com todas intersectadas para proporcionar um caminho às térmites para alcançar a isca 318 na câmara 240. A bolsa 280 pode assumir uma série de diferentes formatos e configurações, que incluem qualquer tipo de caminho de comunicação fluida que tem o seu mais próximo ponto de entrada de recipiente de isca abaixo da isca 318. Consequentemente, quando se encaixa o fechamento 90 ao corpo 202 do recipiente para formar uma vedação hermética com ela, esse corpo conjunto do recipiente 200 proporciona um limite hermético que se estende da parte de extremidade superior 204 ao ponto mais alto de entrada externa de térmites através da disposição 250 da parte de extremidade inferior 206. A bolsa 280 é formada entre tal ponto de entrada e a isca 318 na câmara 240.
Se o nível de água do solo se estender mais alto que o ponto de entrada externo mais alto de térmites para a isca 318 através da disposição de acesso 250, a bolsa resultante 280 aprisiona o ar para impedir que a água suba dentro do corpo 202 até à isca 318 em razão do limite hermético proporcionado pelo corpo 202 abaixo deste ponto de entrada externo. Este ar aprisionado forma uma interface com a água debaixo dele. A posição desta interface é função do equilíbrio de pressão entre o ar e a água, podendo variar em função de fatores ambientais tais como temperatura e pressão ex18 terna do ar. Tipicamente, a interface ar/água interna ao corpo 202 pode ser recuada para cima dentro do corpo 202 em algum grau, como resultado da compressão do ar aprisionado pela pressão de água exercida em função de dadas condições ambientais. A disposição de acesso 250 orienta a formação de tal (is) ponto(s) de entrada abaixo da isca 318 pela distância H para proporcionar uma formação adequada de bolsa sob uma desejada variação de condições ambientais para reduzir os riscos de a água alcançar a isca 318 posicionada acima da divisão 256. Em uma forma preferencial, a distância H é cerca de 1 centímetro (cm). Em uma forma mais preferencial, a distância H é cerca de 2,5 cm (1 polegada).
Quando as térmites alcançam a isca 318 e invadem a câmara 240, torna-se provável a alteração do substrato 151 e, consequentemente, quebra-se o caminho 154, o que pode ser usado para sinalizar a presença de térmites com o conjunto de circuitos de comunicação 160 do conjunto de sensoriamento 119. Na forma representada, o conjunto de circuitos 160 é de um tipo passivo que informa a situação do caminho 154 em resposta a um sinal sem-fio externo do interrogador 30. A figura 13 apresenta de forma esquemática o conjunto de circuitos do interrogador 30 e o conjunto de monitoração de praga 112 para um dispositivo de controle de praga 110 representativo. O conjunto de circuitos de monitoração 169 da figura 8 representa de forma coletiva o conjunto de circuitos de comunicação 160 conectado ao condutor 153 do sensor 150 através dos membros de conexão 140. Na figura 13, representa-se o caminho 154 do conjunto de circuitos de monitoração 169 com um interruptor unipolar simples que corresponde aos meios do sensor 150 de proporcionar um caminho elétrico fechado ou aberto de acordo com a atividade da praga. Além disso, o conjunto de circuitos de comunicação 160 inclui um detector de estado de sensor 163 para proporcionar um sinal de situação de dois estados quando energizado; no qual um estado representa um caminho aberto ou de alta resistência 154 e o outro estado representa um caminho eletricamente fechado ou contínuo 154. O circuito de comunicação 160 também inclui o código de identificação 167 para gerar um correspondente sinal de identificação para o dispositivo 110. O código de identificação 167 pode ser na forma de um código binário multibit predeterminado ou qualquer outra forma que possa ocorrer àqueles versados na técnica.
Configura-se o conjunto de circuitos de comunicação 160 como um transponder passivo de RF energizado por um sinal externo de estimulação ou excitação do interrogador 30 recebido através da antena espiral 162. Da mesma forma, o detector 163 e o código 167 do conjunto de circuitos 160 são acionados por este sinal de estimulação. Em resposta ao fato de ser energizado por um sinal de estimulação, o conjunto de circuitos de comunicação 160 transmite a informação ao interrogador 30 com a antena espiral 162 em um formato de RF modulada. Esta transmissão sem-fio corresponde à presença de térmites determinada com o detector 163 e um identificador de dispositivo exclusivo proporcionado pelo código identificador 167.
A figura 13 também ilustra o conjunto de circuitos de comunicação 31 do interrogador 30. O interrogador 30 inclui o circuito de excitação de RF 32 para gerar sinais de estimulação de RF e o circuito receptor de RF (RXR) 34 para receber uma entrada de RF. Cada um dos circuitos 32 e 34 acopla-se operacionalmente ao controlador 36. Embora o interrogador 30 seja mostrado com bobinas separadas para os circuitos 32 e 34, em outras modalidades a mesma bobina pode ser usada para ambos os circuitos. O controlador 36 acopla-se operacionalmente à porta de Entrada/Saída (l/O) 37 e à memória 38 do interrogador 30. O interrogador 30 tem a sua própria fonte de energia elétrica (não mostrada) para energizar o conjunto de circuitos 31, tipicamente na forma de uma célula eletromecânica, ou uma batería de tais células (não mostrada). O controlador 36 pode ser formado por um ou mais componentes. Em um exemplo, o controlador 36 é um tipo baseado em microprocessador programável que executa instruções carregadas na memória 38.
Configura-se a porta de l/O 37 para enviar dados do interrogador 30 para a unidade de coleção de dados 40, conforme mostrado na figura 1. Com referência novamente à figura 1, descrevem-se aspectos adicionais da unidade de coleção de dados 40. Configura-se a interface 41 da unidade 40 para comunicação com o interrogador 30 através da porta de l/O 37. A unidade 40 também inclui o processador 42 e a memória 44 para armazenar e processar a informação obtida do interrogador 30 relacionada corrí os dispositivos 110. O processador 42 e a memória 44 podem ser configurados de forma variada de forma análoga à descrita para o controlador 36 e a memória 38, respectivamente. Além disso, a interface 41, o processador 42 e a memória 44 podem ser providos integralmente com o mesmo chip de circuito integrado.
Consequentemente, para a modalidade apresentada, o conjunto de circuitos de comunicação 160 transmite a situação da isca e informações do identificador ao interrogador 30 quando o interrogador 30 transmite um sinal de estimulação ao dispositivo 110 dentro do alcance. O circuito receptor de RF 34 do interrogador 30 recebe a informação do dispositivo 110 e proporciona um apropriado condicionamento e formatação de sinal para manipulação e armazenamento na memória 38 pelo controlador 36. Os dados recebidos do dispositivo 110 podem ser transmitidos à unidade de coleção de dados 40 através de acoplamento operativo da porta de l/O 37 à interface 41.
Depois do posicionamento, localizam-se periodicamente os dispositivos 110 instalados e carregam-se os dados de cada dispositivo 110 através da interrogação do respectivo circuito de comunicação sem-fio 160 com o interrogador 30. Esses dados correspondem à situação da isca e às informações de identificação. Dessa forma, a atividade de praga em um dado dispositivo 110 pode ser imediatamente detectada sem a necessidade de extrair ou abrir cada dispositivo 110 para inspeção visual. Além disso, tais técnicas de comunicação sem-fio permitem o estabelecimento e a formação de uma base de dados eletrônica que pode ser descarregada no dispositivo de coleção de dados 40 para armazenagem de longo período.
Se o sinal de situação para um dado dispositivo 110 indicar um caminho partido 154, o provedor do serviço de controle de praga P pode determinar se inspeciona visualmente tal dispositivo para adicionar isca ao recipiente 200 através da remoção da tampa 190 e do fechamento 90, ou dei21 xar o dispositivo de controle de praga no local enterrado no solo. De forma alternativa ou adicional, o serviço fornecido pode remover o conjunto 119 através da parte da extremidade proximal aberta 110a do dispositivo 110, proporcionar um substrato 151 inalterado para continuar monitorando a atividade de térmites, ou repor totalmente o recipiente 200. Tais procedimentos podem ser repetidos para quaisquer outros dispositivos 110 nos quais se detecta atividade de térmites. Depois de detectada a atividade de térmites, pode ser realizada uma reposição periódica de isca com ou sem monitoramento adicional com o conjunto de sensoriamento 119.
As figuras 14 a 16 apresentam alguns poucos exemplos nãolimitativos de recipientes de isca alternativos, nas quais números de referência semelhantes referem-se a configurações semelhantes previamente descritas. Com referência mais específica à figura 14, o recipiente 300 inclui o corpo 302 com uma parte de extremidade superior 330 oposta à parte de extremidade inferior 340, sendo configurado para entrar no alojamento 170 da mesma forma descrita em conexão com o recipiente 200. Configura-se a parte de extremidade superior 330 com um fechamento 90, semelhante ao previamente descrito, que pode ser novamente vedado - encaixando-se ao corpo 302 através de rosqueamento. O recipiente 300 pode ser estruturado internamente com um assento superior para receber o conjunto de sensoriamento 119 como previamente descrito (não mostrado), ou pode não incluir qualquer forma de sensor.
Estrutura-se o recipiente 300 para reduzir as possibilidades de a água alcançar a isca 318, com uma disposição de acesso de praga definida pela parte de extremidade inferior 340, que é diferente da disposição 250. Especificamente, a parte de extremidade inferior 340 inclui uma borda inferior 400 definida pelo limite de fundo 401 do recipiente 300 e o membro recuado 379 na forma da divisão 380 definindo o limite inferior 378 para a isca 318 dentro da câmara 310. A divisão 380 é rebaixada ou recuada de uma distância H da borda inferior 400 formando um espaço 403 entre elas. O espaço 403 proporciona uma bolsa de aprisionamento de ar 280 semelhante à previamente descrita quando se coloca o recipiente 300 em uma orientação vertical no solo. A borda inferior 400 define uma abertura de extremidade inferior 405 na extremidade inferior 304 do recipiente 300 para permitir a entrada de térmites subterrâneas dentro da câmara 240. A divisão 380 inclui uma pluralidade de aberturas 390 que intersectam a câmara 240 e que são estruturadas para facilitar o acesso das térmites subterrâneas à isca 318. A divisão 380 pode ser em forma de uma tela de rede presa ao recipiente 300. Em uma forma do presente pedido, monta-se a divisão 380 com uma lona plástica de malha 7 disponível em Uniek, Inc. de Waunakee, Wl e instalada com adesivo na câmara 310.
O recipiente 300 inclui uma parede lateral 410 que define o espaço interno 310, uma parte do qual proporciona a câmara de isca 240 previamente descrita, que tem o limite mais inferior 378. Uma parte 420 da parede lateral 410 que se estende da borda inferior 400 à divisão 380 inclui, de preferência, uma superfície áspera para ajudar a entrada de térmites dentro da câmara 310. A parte 420 pode ser tornada áspera por métodos conhecidos, tal como lixamento com lixa de papel ou outras técnicas de lixamento.
A figura 15 ilustra um recipiente 400 de uma modalidade adicional do presente pedido de depósito de patente. O recipiente 400 inclui um corpo 402 que se estende da extremidade superior (não mostrada) à extremidade inferior 304 em torno da linha central L. Assim como o recipiente 300, o recipiente 400 inclui o espaço interno 310, uma parte do qual define a câmara de isca 240. A câmara 240 contém a isca 318 (mostrada em vista lateral recortada). O recipiente 400 inclui a parte de extremidade superior (não mostrada) oposta à parte de extremidade inferior 340. A parte de extremidade inferior 340 inclui uma disposição de acesso de praga que compreende a borda inferior 501 definida pelo limite de fundo 401 do recipiente 400 e a divisão 380 abaixo da isca 318 dentro do espaço 310. A divisão 380 é rebaixada ou recuada de uma distância H da borda inferior 501 formando o espaço 403. O espaço 403 proporciona uma bolsa de aprisionamento de ar 280 semelhante à descrita previamente quando se coloca o recipiente 300 em uma orientação vertical no solo. A borda inferior 501 define a abertura 405 na extremidade inferior 304 do recipiente 400 para permitir a entrada de térmites subterrâneas dentro da câmara 310. Em adição à abertura 405, as térmites podem entrar no espaço 310 através de uma pluralidade de entalhes ou fendas 520 moldadas na borda inferior 501. A adição de fendas 520 proporciona uma passagem adicional à entrada de térmites dentro do recipiente 400. O limite mais superior das fendas 520 proporciona o ponto de entrada mais elevado abaixo da isca 318 na câmara 240 do recipiente 400; e, assim, define-se a partir daí a distância H, que corresponde à bolsa 280.
A figura 16 ilustra um recipiente 500 de uma modalidade adicional do presente pedido de depósito de patente. O recipiente 500 se estende da extremidade superior (não mostrada) à extremidade inferior 304 sendo, de preferência, simétrico em torno da linha central longitudinal L. Assim como o recipiente 300, o recipiente 500 inclui a câmara 310 que contém a isca 318 (não mostrada na figura 15). O recipiente 500 inclui a parte de extremidade superior (não mostrada) e a parte de extremidade inferior 340. A parte de extremidade inferior 340 inclui uma disposição de acesso de praga que compreende a borda inferior 601 definida pelo limite de fundo 401 do recipiente 500 e a divisão 380 abaixo da isca 318 dentro da câmara 310. A divisão 380 é rebaixada ou recuada de uma distância H da borda inferior 601, formando o espaço 403 entre elas. O espaço 403 proporciona uma bolsa de aprisionamento de ar 280 quando o recipiente 500 está em uso vertical no alojamento 170, como previamente descrito em conexão com o recipiente 200. A borda 601 define a abertura 405 na extremidade inferior 304 do recipiente 500 para permitir a entrada de térmites subterrâneas dentro da câmara 310. Em adição à abertura 405, as térmites podem entrar na câmara 310 através de uma pluralidade de aberturas laterais 620 formadas em uma parte 630 da parte de extremidade inferior 304. O limite mais alto das aberturas 620 proporciona o ponto de entrada externo mais alto abaixo da isca 318 na câmara 240 do recipiente 500; e, assim, define-se a partir daí a distância H, que corresponde à bolsa 280 do recipiente 500.
Assim como os recipientes 200 e 300, os recipientes 400 e/ou 500 podem incluir um fechamento 90 para vedar a extremidade superior e/ou um sensor. Em várias modalidades alternativas, carrega-se o recipiente de isca 200, 300, 400 e/ou 500 com uma isca que pode ou não incluir uma substância atraente, porém não um pesticida. Neste caso, o conjunto de sensoriamento 119 pode ser empregado para detectar a presença de térmites quando então, uma vez detectadas, pode-se adicionar o pesticida à isca ou mesmo substituir por uma isca impregnada de pesticida. Em ainda outras modalidades alternativas, estrutura-se um recipiente de isca de acordo com o presente pedido de depósito de patente para a instalação diretamente no solo, sem alojamento. Em uma modalidade adicional, a extremidade superior do recipiente de isca não inclui um fechamento ou abertura - constituindose, em vez disso, parte integrante do corpo do recipiente que se constrói para proporcionar um limite hermético abaixo de um nível selecionado de entrada de térmites. Em outra modalidade, o recipiente de isca não é utilizado com um conjunto de sensoriamento 119. De forma adicional ou alternativa, o recipiente pode não incluir uma disposição de acesso removível tal como os recipientes 300, 400 e 500, e/ou pode proporcionar uma configuração de bolsa diferente da dos recipientes 200, 300, 400, e 500, para aprisionar o ar de forma seletiva para proteção à intrusão de água. Em também modalidades adicionais, modifica-se a isca e/ou o recipiente para se direcionar as pragas diferentes de térmites. Também modalidades adicionais incluem recipientes de acordo com qualquer uma dessas variações que se instalam em ambientes diferentes da disposição enterrada no solo. Embora as modalidades ilustradas indiquem que se suporta a isca 318 por um componente inferior ou divisão, mantendo-a afastada em uma posição como um piso; deve ser observado que em outras modalidades, algumas ou todas as iscas podem ser suspensas ou protegidas de forma diferente em uma câmara de isca a fim de proporcionar um afastamento suficiente para se beneficiar de uma bolsa de aprisionamento de ar abaixo. Em uma implementação particular, uma ou mais partes da isca podem ser seguras acima da bolsa para evitar exposição à água, enquanto se colocam uma ou mais das outras partes em outro local tal que possa resultar em exposição à água. Considerando o plugue 154 do recipiente 200 como uma forma de isca palatável às térmites, o recipiente 200 é ilustrativo de tal disposição. Várias composições de iscas e pesticidas também podem ser usadas em adição às acima descritas. Podem ser encontrados exemplos adicionais e descrições de diferentes tipos de sensor, técnicas de comunicação de sensor, materiâi de isca, pesticidas e dispositivos de controle de praga que podem ser empregados com qualquer das modalidades de isca descritas neste documento nas Patentes U.S. Números 6.724.312, 7.212.112, e 7.212.129, além de nas Publicações de Pedidos de Patente Números 2001/0033230 e 2001/0054962, todas elas integralmente incorporadas neste documento a título de referência. Ainda outras formas de dispositivo de controle de praga incluem um recipiente de isca sem sensor em qualquer ponto.
Em uma modalidade adicional, um dispositivo de controle de praga engloba um recipiente de isca que inclui uma câmara contendo uma isca com substância atrativa às térmites, uma parte de extremidade superior que define uma abertura superior para dentro da câmara, um fechamento para seletivamente acessar e fechar a abertura superior com uma vedação hermética, e uma parte de extremidade inferior que define um limite de fundo do recipiente de isca e uma bolsa debaixo de ao menos uma parte da isca para aprisionar ar a fim de reduzir a intrusão de água através da parte de extremidade inferior quando se instala o recipiente de isca em uma direção selecionada.
Ainda uma modalidade adicional compreende um recipiente de isca que inclui uma parte de extremidade superior oposta a uma parte de extremidade inferior. O recipiente de isca define uma câmara que contém uma isca incluindo um pesticida tóxico a uma ou mais espécies de térmites. A parte de extremidade inferior inclui uma disposição de acesso de praga posicionada debaixo de ao menos uma parte da isca e estruturada para permitir o acesso de térmites à isca. A parte de extremidade inferior define uma bolsa para aprisionar ar a fim de reduzir a intrusão de água através da disposição de acesso de praga quando se instala o recipiente de isca em uma orientação selecionada.
Dirige-se outra modalidade a um sistema de controle de praga que compreende: um alojamento estruturado para ser instalado pelo menos parcialmente no solo que define um espaço interno com uma abertura de acesso e uma ou mais aberturas para permitir a passagem subterrânea de térmites para dentro do espaço interno; e um recipiente de isca dimensionado e moldado para ser recebido no espaço interno do alojamento através da abertura de acesso. O recipiente de isca inclui uma parte de extremidade superior oposta a uma parte de extremidade inferior e define uma câmara contendo uma isca de térmites. A parte de extremidade inferior inclui uma bolsa de aprisionamento de ar abaixo de pelo menos uma parte da isca para reduzir a intrusão de água através da parte de extremidade inferior quando instalada no alojamento com a parte de extremidade inferior abaixo da parte de extremidade superior.
Ainda outra modalidade compreende: proporcionar um recipiente de isca que inclui uma parte de extremidade superior oposta a uma parte de extremidade inferior e que define uma câmara que se estende entre elas, a câmara contendo uma isca de térmites, a parte de extremidade inferior definindo uma bolsa para aprisionamento de ar abaixo de pelo menos uma porção de isca; selecionar um local para instalar o recipiente de isca; e instalar o recipiente de isca pelo menos parcialmente abaixo do solo no local com a parte de extremidade inferior sendo posicionada mais abaixo do nível do solo que a parte de extremidade superior.
Uma modalidade adicional compreende um recipiente que inclui uma parte de extremidade superior oposta a uma parte de extremidade inferior e que define uma câmara que se estende entre elas. A câmara contém uma isca que atrai térmites, a parte de extremidade inferior inclui meios para dirigir para cima o acesso de térmites à isca na câmara através da parte de extremidade inferior, além de o recipiente de isca incluir meios para aprisionar ar para reduzir a intrusão de água através de meios de direcionamento quando se instala o recipiente de isca no solo com a parte de extremidade inferior abaixo da parte de extremidade superior e o nível de água no solo alcança os meios de direcionamento da parte de extremidade inferior.
Outra modalidade compreende um sensor de térmites e uma isca que inclui uma parte de extremidade superior oposta a uma parte de extremidade inferior. O recipiente de isca inclui uma câmara que contém uma isca de térmites e pelo menos uma parte do sensor de térmites. A parte de extremidade-inferior inclui uma bolsa de aprisionamento de ar abaixo de pelo menos uma parte da isca para reduzir a intrusão de água através da parte de extremidade inferior quando instalada em uma direção selecionada pelo menos parcialmente abaixo do solo.
Em outra modalidade, um dispositivo de controle de praga compreende uma disposição de acesso de praga que inclui um plugue composto por um material que atrai térmites removível por térmites e um encaixe que inclui um componente superior que define uma série de aberturas através dele e uma ou mais paredes laterais que se estendem para baixo do componente superior para receber dentro dele o plugue. Dispõe-se o plugue no encaixe abaixo do componente superior em um inter-relacionamento separado para definir uma câmara de reunião de térmites que intersecta as aberturas, além de uma ou mais paredes laterais definirem um ou mais canais limitados por uma superfície do plugue para orientar as térmites em direção à câmara.
RESULTADOS EXPERIMENTAIS
Os resultados experimentais que se seguem destinam-se a ser ilustrativos, porém não limitativos ou de qualquer forma restritivos à natureza e ao escopo da invenção apresentados neste documento.
As figuras 17 a 20 ilustram vários gráficos de barras que mostram comparações de desempenhos de exemplificação de um dispositivo recipiente de isca com um corpo de bolsa de aprisionamento de ar, tais como os recipientes 200, 300, 400, e 500 (de agora em diante denominado dispositivo objeto) em comparação com um dispositivo-padrão de tubo de isca sem a mencionada bolsa que serve como um controle experimental comparativo (de agora em diante especificamente denominado dispositivo de controle). Para essas experiências, os novos dispositivos e os dispositivos de controle contêm cada um a mesma isca tipo pelota que inclui celulose texturizada e pesticida. Cada dispositivo foi colocado em um alojamento semelhante ao designado pelo número de referência 170 posicionado em va28 sos de solo, designados de forma coletiva como uma estação. Foram usados oito (8) dispositivos de cada tipo para cada um dos dois testes diferen- tes. Foram determinadas as médias dos resultados, que se apresentam graficamente nas figuras 17 a 20.
O primeiro teste foi o de solo úmido sem água estagnada nas estações. Adicionou-se água corrente para umedecer completamente o solo de cada vaso, contudo, sem excesso de água no fundo dos vasos. A água foi adicionada aos vasos diariamente conforme o necessário para reter aproximadamente o nível inicial de umidade. O segundo teste foi o de solo en10 charcado, com 2,5 centímetros (1 polegada) contínuos de água estagnada no fundo dos vasos. O solo foi completamente molhado com água corrente até chegar ao fundo dos vasos. Adicionou-se água suficiente de modo que a água se infiltrou nos vasos até o ponto em que havia de 2,5 centímetros a 3,8 centímetros (de 1 a 1,5 polegada) de água no fundo das estações. Man15 teve-se o nível de água entre 2,5 e 3,5 centímetros (1 a 1,5 polegada) no fundo das estações mediante a adição diária de água.
Apresenta-se na figura 17 um gráfico de barras que mostra percentuais semanais de estações de isca secas para um solo úmido sem água estagnada para um experimento de 13 semanas de duração. A primeira ob20 servação foi realizada após três dias (3d) e depois semanalmente. Para as estações com os dispositivos objetos, 100% estavam secos durante 8 semanas, contudo, um dispositivo tinha umidade na isca após 9 semanas e 2 dispositivos tinham umidade após 11 semanas. Esses dispositivos objetos foram determinados para serem secados durante as verificações semanais subsequentes. Especula-se que colocando os dispositivos objetos de volta nas estações, especialmente naquelas com solo úmido/encharcado no fundo, poderia fazer a umidade/lama possivelmente respingar dentro dos dispositivos, molhando temporariamente a isca. Os dispositivos de controle estavam 100% molhados uma semana após e permaneceram molhados durante as 13 semanas.
A figura 18 ilustra um gráfico de barras que mostra a avaliação semanal de mofo para o teste de solo úmido de 13 semanas. Fez-se uma avaliação de mofo uma vez por semana, utilizando-se uma escala de 0 a 3. A escala de mofo era 0 = Como nova, 1 = observada leve descoloração de mofo, 2 = Médio, 3 = Intenso mofo. A avaliação de mofo foi determinada através de observação visual do operador. Nenhuma das iscas teve mofo durante as 13 semanas; todas as avaliações de mofo foram zero (como nova). Para os dispositivos de controle, o mofo da isca foi detectado em uma semana e pela semana 13 a média de avaliação de mofo era quase = 2, o que equaciona um crescimento de mofo moderado. Das semanas 4 a 13, o mofo era significativamente maior na isca dos dispositivos de controle do que na isca dos dispositivos objetos.
Com referência agora à figura 19, nela se ilustra um gráfico de barras que mostra percentagens semanais de isca seca nos dispositivos no teste de solo encharcado durante um período de 13 semanas. A verificação inicial foi realizada no dia três e depois semanalmente. Dos dispositivos objetos, dois tinham umidade na semana 3, porém estavam novamente 100% secos nas semanas quatro e cinco, 87,5% secos nas semanas 6 a 8, 62,5% secos através de nove semanas e abaixo de 37,5% secos na semana 13. Os dispositivos de controle estavam 100% molhados (0% seco) no dia 3, quando ocorreu a primeira verificação, e assim permaneceram no balanço do período. Especula-se que respingar novamente os dispositivos objetos quando colocados nas estações depois da verificação seja a causa da isca dos dispositivos objetos ficarem molhadas. Uma observação adicional foi que em quatro dos dispositivos objetos pareceu que a cola que prendia um protótipo de componente de divisão falhou durante o período (um na semana 9, um na semana 10 e 2 na semana 12), fazendo com que ele ficasse solto, o que, por sua vez, permitiu à isca estar na faixa de 2,5 centímetros a 3,5 centímetros (de 1 a 1,5 polegada) de água ou próxima dela no fundo das estações.
A figura 20 ilustra um gráfico de barras que mostra a avaliação de mofo semanal para o teste de solo encharcado durante o período de 13 semanas, empregando a mesma escala e técnica descritas em conexão com a figura 18. Houve significativamente maior crescimento de mofo para a isca do dispositivo de controle em comparação com a isca do dispositivo objeto para cada verificação semanal (semanas 1 a 13). O mofo não apareceu no dispositivo objeto durante a semana 6 e se calculou a média de aproximadamente 0,6 na semana 13 (1 = leve crescimento de mofo). A isca do dispositivo de controle estava próxima da avaliação de mofo com média de 3 na semana 13 (3 = intenso crescimento de mofo).
Qualquer teoria, mecanismo de operação, prova, ou descoberta declarada neste documento tenciona promover o aumento do entendimento do presente pedido de depósito de patente e de modo algum não objetiva fazer do presente pedido de depósito de patente dependente de tal teoria, mecanismo de operação, prova, ou descoberta. Deve ser entendido que qualquer uso da palavra preferível, preferivelmente, ou preferido na descrição acima indica que a configuração assim descrita pode ser mais desejável, ainda que possa não ser necessária, e modalidades com a sua ausência podem ser consideradas como dentro do escopo da invenção, escopo este definido pelas reivindicações que se seguem. Na leitura das reivindicações pretende-se que quando se usam palavras tais como um, uma, pelo menos uma, pelo menos uma parte não há a intenção de limitar a reivindicação a apenas um item, a menos que especificamente declarado ao contrário na reivindicação. Além disso, quando se emprega a expressão pelo menos uma parte e/ou uma parte o item pode incluir uma parte e/ou o item inteiro, a menos que especificamente declarado ao contrário. Embora a invenção tenha sido ilustrada e descrita em detalhe nos desenhos e na descrição antecedente, os mesmos devem ser considerados como ilustrativos e nãorestritivos no caráter, devendo ser entendido que apenas as modalidades selecionadas foram mostradas e descritas e que se desejam protegidas todas as mudanças, modificações e equivalências que ocorram dentro do espírito da invenção conforme definida neste documento ou por qualquer das reivindicações que se seguem.

Claims (5)

REIVINDICAÇÕES
1. Dispositivo de controle de pragas (110), que compreende: um recipiente de isca (200, 300, 400, 500) que inclui uma câmara (240) contendo uma isca de térmites (318) que inclui um pesticida tóxico para 5 térmite, uma parte de extremidade superior (200a, 204, 330) que define uma abertura superior (214) para dentro da câmara (240), um fechamento (90) para acessar seletivamente e fechar a abertura superior (214) com uma vedação hermética,
10 caracterizado por uma parte de extremidade inferior (206, 340) que define um limite de fundo (202b) do recipiente de isca (200, 300, 400, 500) e uma bolsa (280) abaixo de pelo menos uma parte da isca para aprisionar ar a fim de reduzir a intrusão de água através da parte de extremidade inferior (206, 340) quando se instala o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) em uma
15 orientação selecionada pelo menos parcialmente abaixo do solo, em que o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) inclui um corpo tubular definindo uma abertura inferior (216) oposta à abertura superior (214) e uma disposição de acesso a pragas (250) recebida na abertura inferior (216) do corpo para definir pelo menos parcialmente a bolsa (280),
20 em que o terminal inferior (202b) é definido pela disposição de acesso a pragas (250), a disposição de acesso a pragas (250) inclui um plugue (254) e uma divisão (256, 380) definindo um número de aberturas (258, 390) para a passagem de térmites através destas, a divisão (256, 380) sendo posicionada entre o plugue (254) e a isca (318), e
25 em que o plugue (254) fecha inicialmente uma ou mais aberturas (258, 390) das térmites abaixo para definir uma barreira inicial (230) à umidade e é estruturada para permitir que as térmites formem uma ou mais passagens (272) através do barreira (230) para alcançar uma ou mais aberturas da divisão, e o plugue (254) está afastado da divisão (256, 380) para definir outra
30 câmara que intersecta uma ou mais aberturas da divisão (256, 380) para reunir as térmites que passam através de uma ou mais passagens (272) abaixo da isca (318).
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2. Dispositivo, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a disposição de acesso de praga (250) que define o limite de fundo (202b), e inclui um ou mais de:
um material removível por uma ou mais espécies de térmites para 5 formar uma ou mais passagens (272) através da parte de extremidade inferior (206, 340) da isca (318), a uma ou mais passagens pelo menos parcialmente definindo a bolsa (280); e um ou mais corredores que se estendem entre o limite de fundo (202b) e a isca (318), este um ou mais corredores definindo pelo menos par10 cialmente a bolsa (280).
3. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende ainda um alojamento (170) estruturado para instalação pelo menos parcial no solo, o alojamento (170) terminando numa porção de extremidade de alojamento inferior (171b, 175) localizado abaixo
15 do nível do solo após a instalação no solo e definindo uma abertura de acesso superior (178) em uma passagem interior (172) para receber o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) com a porção de extremidade inferior (206, 340) passando através da abertura de acesso superior (178) antes da porção de extremidade superior (200a, 204, 330) para proporcionar a orientação seleci20 onada da mesma.
4. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que um limite de fundo da isca (318) está deslocada da extremidade inferior (202b) por pelo menos um centímetro.
5. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado 25 pelo fato de que a isca (318) está deslocada da extremidade inferior (202b) pelo menos uma polegada pela bolsa (280) .
6. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que:
a disposição de acesso a pragas (250) inclui ainda um acessório
30 (252);
o acessório (252) inclui a divisão (256, 380) e uma ou mais paredes laterais que se estendem para baixo (260);
Petição 870190011722, de 04/02/2019, pág. 6/19 o plugue (254) é engatado no encaixe (252) e entra em contato com uma ou mais paredes laterais (260);
o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) inclui um corpo (202, 302, 402) definindo a abertura inferior (216); o encaixe (252) é recebido através da
5 abertura inferior do corpo; e o fechamento (90) inclui uma protuberância de punho (94) estruturada para mover manualmente o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) e é uma forma de tampa (91) rosqueada ao corpo para fechar de novo a abertura superior (214) .
10
7. Dispositivo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende ainda um sensor de térmites (150) posicionado na câmara (240) .
8. Dispositivo de acordo com a reivindicação 7, caracterizado pelo fato de que o sensor de térmites (150) inclui um invólucro de circuito
15 acessível através da abertura superior (214) quando o fechamento (90) está aberto e um substrato de detecção que se prolonga para baixo a partir do invólucro do circuito na câmara (240) .
9. Dispositivo de controle de pragas (110), de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a porção de extremidade supe20 rior (200a, 204, 330) é oposta a uma porção de extremidade inferior (206, 340), o pesticida é tóxico a um ou mais espécies de térmites, a extremidade inferior (206, 340), a disposição de acesso de pragas (250) posicionada abaixo de pelo menos uma porção da isca (318) e estruturada para permitir o acesso de térmites à isca (318), a bolsa (280) disposta para reter ar para reduzir a
25 intrusão de água através da disposição de acesso a pragas (250) quando o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) está instalado em uma orientação selecionada, em que o plugue (254) é constituído por um material palatável a térmites.
10. Dispositivo de acordo com a reivindicação 9, caracterizado
30 pelo fato de que:
o plugue (254) fecha inicialmente as aberturas (258, 390) da divisão (256, 380) das térmites abaixo para definir uma barreira inicial (230) à
Petição 870190011722, de 04/02/2019, pág. 7/19 umidade e é estruturada adicionalmente para permitir que as térmites formem uma ou mais passagens (272) através da barreira para alcançar a uma ou mais aberturas; e o plugue (254) está afastado da divisão (256, 380) para definir uma câmara inferior (270) para reunir as térmites passando através de
5 uma ou mais passagens (272) para alcançar a divisão (256, 380).
11. Dispositivo de acordo com a reivindicação 10, caracterizado pelo fato de que:
a disposição de acesso a pragas (250) inclui ainda um acessório; o plugue (254) é engatado no encaixe (252);
10 o encaixe (252) inclui a divisão (256, 380) .;
o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) inclui um corpo (202, 302,
402) definindo uma abertura inferior (216);
o encaixe (252) é recebido pela abertura inferior (216); e as aberturas (258, 390), a câmara inferior (270), e uma ou mais
15 passagens (272) compreendem pelo menos parcialmente a bolsa (280) .
12. Dispositivo de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que compreende ainda um elemento de cortiça posicionado entre a divisão (256, 380) e a isca (318) e em que o encaixe (252) define uma ou mais ranhuras delimitadas por uma superfície do plugue (254) para forne20 cer caminhos-guia para a formação de térmites de uma ou mais passagens (272) através do plugue (254) para a divisão (256, 380), o plugue (254) inclui celulose, e o encaixe (252) é fixado na abertura inferior (216) por rosqueamento.
13. Dispositivo de acordo com a reivindicação 9, caracterizado
25 pelo fato de que compreende ainda um sensor de térmite (150) posicionado na câmara (240) .
14. Dispositivo de acordo com a reivindicação 9, caracterizado pelo fato de que compreende ainda um invólucro (170), estruturado para instalação no solo, o alojamento (170) que define uma passagem (174, 272, 274)
30 para receber o recipiente de isca (200, 300, 400, 500), e em que a porção de extremidade superior (200a, 204, 330) termina em um fechamento (90) para fechar seletivamente uma abertura superior (214) da porção de extremidade
Petição 870190011722, de 04/02/2019, pág. 8/19 superior (200a, 204, 330) com uma vedação estanque ao ar.
15. Dispositivo de acordo com a reivindicação 14, caracterizado pelo fato de que:
o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) inclui um corpo tubular 5 definindo a abertura inferior (216) oposta à abertura superior (214), e meios para proporcionar um limite estanque ao redor da isca (318) que se estende a pelo menos a abertura inferior (216); e a isca (318) é recuada da abertura inferior (216) em pelo menos um centímetro ao longo de um eixo longitudinal do recipiente de isca (200, 300, 400, 500).
10
16. Dispositivo de controle de pragas (20), de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que compreende: um alojamento (170) estruturado para ser instalado pelo menos parcialmente em terra, o alojamento (170) definindo um espaço interior (172) com uma abertura de acesso (178) e uma ou mais opções (258, 390) para permitir a passa15 gem subterrânea de térmites no espaço interior (172); e o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) é dimensionado e configurado para ser recebido no espaço interior do invólucro através da abertura de acesso, a porção de extremidade superior (200a, 204, 330) disposta em frente à parte final inferior (206, 340), a câmara (240) contendo uma isca de
20 térmite (318), a porção final inferior(220b, 206, 340) definindo a bolsa de aprisionamento de ar (280) abaixo de pelo menos uma porção da isca (318) para reduzir a intrusão de água através da porção de extremidade inferior (206, 340) quando instalada no alojamento (170) com a parte final inferior (206, 340) abaixo da parte final superior (200a, 204, 330),
25 em que o plugue (254) fecha inicialmente uma ou mais aberturas (258, 390) às térmites para fornecer uma barreira inicial (230) à umidade e é estruturada para permitir que as térmites formem uma ou mais passagens (272) através da barreira para cada uma das aberturas da divisão, e em que o plugue (254) está afastado da divisão (256, 380) para
30 definir outra câmara para reunir uma ou mais espécies de térmites que passam através de uma ou mais passagens para alcançar a divisão.
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17. Dispositivo de controle de pragas de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que a bolsa (280) separa a isca (318) de um terminal inferior (202b) do recipiente de isca (200, 300, 400, 500) em pelo menos uma polegada.
5
18. Dispositivo de controle de pragas de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) inclui a disposição de acesso a pragas (250) posicionada abaixo da isca (318) para definir pelo menos parcialmente a cavidade (280), a disposição de acesso a pragas (250), incluindo pelo menos um dos seguintes:
10 uma material removível pelas térmites para formar uma ou mais passagens através da disposição de acesso a pragas (250) para alcançar a isca (318); e pelo menos uma passagem que se estende entre uma extremidade inferior (202b) da parte de extremidade inferior (206, 340) e a isca (318) .
15
19. Dispositivo de controle de pragas de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que a isca (318) inclui um pesticida tóxico para o uma ou mais espécies de térmites.
20. Dispositivo de controle de pragas de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que:
20 a disposição de acesso a pragas (250) inclui ainda um encaixe (252);
o plugue (254) é engatado no encaixe (252);
o encaixe (252) inclui a divisão (256, 380);
o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) inclui um corpo (202, 302,
25 402) definindo uma abertura inferior (216); e o encaixe (252) é recebido através da abertura inferior (216) .
21. Dispositivo de controle de pragas de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que compreende ainda um sensor de térmites (150), posicionada na câmara (240) .
30
22. Dispositivo de controle de pragas de acordo com a reivindicação 21, caracterizado pelo fato de que o sensor de térmites (150) inclui um invólucro de circuito acessível através uma abertura superior (214) definida
Petição 870190011722, de 04/02/2019, pág. 10/19 pela porção de extremidade superior (200a, 204, 330) e um substrato de detecção para baixo estendendo-se do alojamento do circuito na câmara.
23. Dispositivo de controle de pragas de acordo com a reivindicação 16, caracterizado pelo fato de que:
5 a porção de extremidade superior (200a, 204, 330) define uma abertura superior (214) para acessar a câmara (240) e inclui uma tampa de recipiente de isca (90) para fechar seletivamente a abertura de uma vedação estanque ao ar; e o alojamento (170) inclui um fechamento de alojamento estruturado para fechar seletivamente a abertura de acesso ao espaço interior.
10
24. Método, compreendendo:
proporcionar um recipiente de isca (200, 300, 400, 500) incluindo uma porção de extremidade superior (200a, 204, 330) oposta a uma porção de extremidade inferior (206, 340) e definindo uma câmara (240) estendendose entre elas, a câmara (240) contendo uma isca de térmite (318), caracteri15 zado pela parte de extremidade inferior (206, 340) definir uma bolsa de aprisionamento de ar (280) abaixo de pelo menos uma parte da isca (318);
selecionar um local para instalar o recipiente de isca (200, 300,
400, 500); e instalar o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) pelo menos par20 cialmente abaixo do solo no local com a porção de extremidade inferior (206, 340) sendo posicionada mais abaixo do nível do solo do que a porção de extremidade superior (200a, 204, 330), em que a isca (318) inclui um pesticida tóxico a térmites, a porção de extremidade inferior (206, 340) inclui uma disposição de acesso a pragas 25 (250) com um plugue (254) e uma divisão (256, 380), a divisão (256, 380) define uma série de aberturas abertas (258, 390) dimensionadas para passagem de térmites através destas, a divisão (256, 380) posicionada entre o plugue (254) e a isca (318), a disposição de acesso de pragas (250) inicialmente define uma barreira (230) para passagem de umidade e de térmites a partir
30 de baixo da divisão (256, 380), e compreendendo ainda:
facilitar a formação por térmites de uma ou mais passagens (272) através da barreira (230) para alcançar a divisão (256, 380), estando o plugue
Petição 870190011722, de 04/02/2019, pág. 11/19 (254) afastado da divisão (256, 380) para definir uma câmara inferior (270) para reunir as térmites que passam através de uma ou mais passagens (272)
25. Método de acordo com a reivindicação 24, caracterizado pelo 5 fato de que inclui: se o nível da água no solo atingir a porção de extremidade inferior (206, 340) após a instalação do recipiente de isca. (200, 300, 400, 500), aprisionando ar na bolsa (280) para evitar que a água atinja a isca (318)
26. Método de acordo com a reivindicação 24, caracterizado pelo 10 fato de que após a seleção do local em terra, a instalação do recipiente de isca (20 0, 300, 400, 500) inclui:
inserir um alojamento (170) no local no solo, incluindo uma abertura de passagem de acesso (178) em um espaço interior (172) e uma pluralidade de passagens subterrâneas que interceptam o espaço interior (172) fa15 cilitar o ingresso subterrâneo de térmites; e colocar o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) no espaço interior com a poro de extremidade inferior (206, 340) orientada para baixo em relação à porção de extremidade superior (200a, 204, 330) quando em repouso no espaço interior.
20
27. Método de acordo com a reivindicação 26, caracterizado pelo fato de que inclui detectar a presença de térmites com um sensor (150) colocado na câmara (240).
28. Método de acordo com a reivindicação 24, caracterizado pelo fato de que inclui pelo menos parcialmente a bolsa (280) com as aberturas
25 (258, 390), a uma ou mais passagens (272) e a câmara inferior (270) .
29. Método de acordo com a reivindicação 24, caracterizado pelo fato de que inclui o acesso a câmara (240) através da remoção de um fechamento reutilizável (90) realizada com a porção de extremidade superior (200a, 204, 330) .
30 30. Dispositivo de controle de pragas (110) de acordo cm a reivindicação 1, caracterizado por compreender:
um sensor de térmites (150); e
Petição 870190011722, de 04/02/2019, pág. 12/19 em que o plugue (254) inicialmente fornece uma barreira (230) à umidade e térmites abaixo da divisão (256, 380) e é estruturado para permitir que as térmites formem uma ou mais passagens (272) através da barreira para alcançar a divisão (256, 380) e
5 em que o plugue (254) está afastado da divisão (256, 380) para definir uma câmara inferior (270) para reunir as térmites que passam através de uma ou mais passagens (272).
31. Dispositivo de controle de pragas de acordo com a reivindicação 30, caracterizado pelo fato de que a bolsa (280) separa a isca (318) de
10 um terminal inferior (202b) da porção de extremidade inferior (206, 340) em pelo menos uma polegada.
32. Dispositivo de controle de pragas de acordo com a reivindicação 30, caracterizado pelo fato de que a disposição de acesso a pragas (250) é posicionada abaixo da isca (318) na câmara (240), a disposição de
15 acesso a pragas (250), incluindo pelo menos um dos seguintes:
um material removível por térmites para formar uma ou mais passagens (272) entre o término inferior (202b) e a isca (318); e pelo menos uma passagem que se estende entre o terminal inferior (202b) e a isca (318) .
20
33. Dispositivo de controle de pragas de acordo com a reivindicação 30, caracterizado pelo fato de que a isca (318) inclui um pesticida tóxico para uma ou mais espécies de térmites.
34. Dispositivo de controle de pragas de acordo com a reivindicação 30, caracterizado pelo fato de que:
25 a disposição de acesso a pragas (250) inclui ainda um encaixe (252);
o plugue (254) é engatado no encaixe (252); o encaixe (252) inclui a divisão (256, 380);
o recipiente de isca (200, 300, 400, 500) inclui um corpo que de30 fine uma abertura inferior (216); e o encaixe (252) é recebido através da abertura inferior (216) .
Petição 870190011722, de 04/02/2019, pág. 13/19
35. Dispositivo de controle de pragas de acordo com a reivindicação 30, caracterizado pelo fato de que o sensor de térmites (150) inclui um invólucro de circuito e um substrato de detecção que se estende para baixo a partir do alojamento de circuito na câmara (240) .
5 36. Dispositivo de controle de pragas de acordo com a reivindicação 35, caracterizado pelo fato de que a porção de extremidade superior (200a, 204, 330) define uma abertura superior (214) para acessar o alojamento de circuito e inclui um fechamento (90) para abrir e fechar a abertura superior (214) com uma vedação hermética.
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