BRPI1002100A2 - arranjo para a conexão não rotativa entre uma roda de ferramenta e um fixador de retenção de ferramenta - Google Patents
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Abstract
ARRANJO PARA A CONEXãO NãO ROTATIVA ENTRE UMA RODA DE FERRAMENTA E UM FIXADOR DE RETENçãO DE FERRAMENTA. Um arranjo para a conexão não rotativa entre uma roda de ferramenta dentada para a usinagem de áreas periféricas de extremidade de flancos de dente, tendo um eixo de rotação, e o fixador de retenção de ferramenta que pode ser acionado rotativamente em tomo de um eixo de rotação. Dito arranjo tem um dispositivo elástico com uma força de restauração contra a qual a direção do eixo de rotação da roda de ferramenta pode ser deslocada em relação à direção do eixo de rotação do fixador de retenção de ferramenta.
Description
"ARRANJO PARA A CONEXÃO NÃO ROTATIVA ENTRE UMA RODADE FERRAMENTA E UM FIXADOR DE RETENÇÃO DE FERRAMENTA"
A invenção refere-se a um arranjo para a conexão não rotativaentre uma roda de ferramenta dentada para a usinagem de áreas periféricas deextremidade de flancos de dente de rodas de peça a trabalhar dentadas, quetêm um eixo de rotação, e uma fixação que suporta a ferramenta, que pode seracionado em rotação em torno de um eixo de rotação.
Antecedentes da invenção
Tais arranjos são conhecidos, por exemplo, da EP 1 270 127Al. Eles são usados, por exemplo, para remover rebarbas formadas sobre asáreas periféricas de extremidade dos flancos de dente na usinagem de rodas deengrenagem (tal como oscilação, por exemplo). As rebarbas devem serremovidas por várias razões. Uma das razões é que nas subsequentes etapasde trabalho, uma face de extremidade da roda de engrenagem éfreqüentemente usada como uma superfície de rebaixo interno planar e dedeterminação, e a rebarba interfere com dita planura. Além disso, depois datêmpera, a rebarba criaria o risco de se romper posteriormente quando a rodade engrenagem corre em uma transmissão, causando assim dano aos flancosde dente ou aos componentes da transmissão. Além do fato de que este tipo derebarba também representa um risco de ferimento durante o manuseio dasrodas de peça a trabalhar, e não é suficiente meramente remover a rebarbaporque a aresta de dente remanescente pode se tornar dura como vidro durantea têmpera devido à super-carburização, e então se estraçalhar sob pressão.
Para evitar essas desvantagens, as áreas periféricas deextremidade dos flancos de dente são usinadas com uma roda de ferramentamencionada acima para transformar a aresta de dente em um chanfro. Paraesta finalidade, a roda de ferramenta é apertada firmemente em um fixador deretenção de ferramenta, com os eixos de rotação da roda de ferramenta efixador de retenção de ferramenta coincidentes, e a roda de ferramentaengrena rotativamente com a roda de peça a trabalhar a ser usinada. A forçade atuação de rotação requerida é transmitida de um fuso de ferramenta para aroda de ferramenta via o fixador de retenção de ferramenta. Processos deusinagem, tais como remoção de rebarbas, formando o chanfro, ou alisamentodas áreas periféricas de extremidade dos flancos de dente da roda de peça atrabalhar podem ser realizados.
Por exemplo, uma roda de ferramenta apropriada para estafinalidade é formada por duas rodas de remoção de rebarbas por usinagem, asquais são montadas em uma roda de ferramenta compacta com um espaçadorinserido entre ditas rodas de remoção de rebarbas. Em lugar do espaçador, étambém possível usar uma roda de guia de corte de extremidade. Porque asrebarbas secundárias são elevadas nas áreas periféricas dos flancos de denteque delimitam os chanfros quando as arestas de dente são retrabalhadas paraformar os chanfros, é vantajoso desenvolver a roda de guia como uma roda dealisamento sobre parte de sua circunferência para alisar as rebarbassecundárias, como foi feito, por exemplo, em EP 1 270127 Al.
A forma da endentação da roda de ferramenta é adaptada àendentação da roda de peça a trabalhar. Em particular, com engrenagemhelicoidal, os ângulos de hélice são adaptados. Mais especificamente, paraobter um resultado de usinagem ótimo, a roda de ferramenta deve seradaptada precisamente aos valores de correção da peça a trabalhar. Casocontrário, material elevado sobre os flancos de dente da peça a trabalhar podeconduzir a desgaste prematuro da ferramenta durante o subsequente corte dematerial duro da peça a trabalhar.
Todavia, os valores de correção das rodas de peça a trabalharjá são sujeitos a alteração devido a tolerâncias de processo na oscilação dasrodas de peça a trabalhar, dependendo do lote, e assim o ajuste preciso de umaroda de ferramenta a vários lotes de rodas de peça a trabalhar de outramaneira iguais não mais é proporcionado. O mesmo se aplica se os valores decorreção tiverem que ser alterados em vista da subsequente têmpera das rodasde peça a trabalhar devido aos diferentes materiais ou diferentes fornos detêmpera.
Colocado de forma simples, quando os parâmetros de corte deengrenagem de rodas de peça a trabalhar se alteram, mesmo muitoligeiramente, a roda de ferramenta não mais se ajusta de forma precisamentesuficiente para a usinagem de rodas de peça a trabalhar. Quando uma roda deferramenta é desenvolvida em uma peça, isto somente deixa ficar o re-esmèrilhamento da endentação da roda de ferramenta quando da usinagem devários lotes diferentes das rodas-ferramentas.
Para evitar esse processo caro, a EP 1 270 127 Al propõedividir a roda de ferramenta no centro de modo que as metades de roda deferramenta, para a usinagem de faces de extremidade opostas de rodas de peçaa trabalhar, podem ser torcidas uma em relação à outra e arranjadas com umposicionamento circunferencial selecionável aleatoriamente uma em relação àoutra. Com um arranjo apropriado, a roda de ferramenta pode então serprecisamente ajustada para cada lote individual. Todavia, este ajuste requermuito tempo e esforço porque ele tem que ser muito preciso.
Por causa dos problemas acima mencionados com a arteanterior, o objetivo da invenção é o de melhorar um arranjo descrito acima,em particular com respeito a um ajuste otimamente simples de uma roda deferramenta em relação à roda de peça a trabalhar a ser usinada.
Um objetivo da invenção é atingido com uma modificação doarranjo acima mencionado, que é essencialmente caracterizado pelo fato deque o arranjo tem um dispositivo elástico com uma força de restauraçãocontra a qual a direção do eixo de rotação da roda de ferramenta pode serdeslocada em relação à direção do eixo de rotação do fixador de retenção deferramenta.Sumário da invenção
A invenção é baseada na idéia que não é até mesmo necessárioalterar a roda de ferramenta para usinar vários lotes das rodas de peça atrabalhar. Em contraste, porque o eixo de rotação da roda de ferramenta podeser deslocado contra a força de restauração do dispositivo elástico, umposicionamento relativo apropriado da roda de peça a trabalhar e roda deferramenta é obtido automaticamente porque a roda de peça a trabalhar a serusinada e a roda de ferramenta são engrenadas. Assumindo que a roda deferramenta é projetada para se ajustar a uma peça a trabalhar de um lote comvalores de correção específicos quando o eixo não é deslocado (os eixos derotação da roda de ferramenta e fixador de retenção de ferramenta coincidem).Forças são exercidas sobre a roda de ferramenta na usinagem de uma roda deengrenagem de um lote com valores de correção variáveis por causa dasdiferentes formas dos flancos de dente da roda de peça a trabalhar quando aroda de peça a trabalhar é usinada por uma roda de ferramenta, e ditas forcessão introduzidas no fixador de retenção de ferramenta. Em arranjosconvencionais, a dita força é oposta pelo aperto firme da roda de ferramentano fixador de retenção de ferramenta. Para comparação, com o arranjo deacordo com a invenção, o plano da roda de ferramenta pode ser ajustado paraa roda de peça a trabalhar sendo usinada porque o eixo de rotação da roda deferramenta é deslocável, e assim o deslocamento também ocorreautomaticamente no ajuste para a roda de peça a trabalhar. Ao mesmo tempo,a força de restauração do dispositivo elástico assegura que o deslocamentoocorre somente com tensão atual, e os eixos de rotação da roda de ferramentae fixador de retenção de ferramenta coincidem novamente quando eles nãomais são sujeitos a tensão (posição de repouso do arranjo). Em particular, aendentação da roda de ferramenta para a usinagem de rodas de peça atrabalhar cortada cilindricamente é também cilíndrica.
Breve Descrição do DesenhoOutras características, vantagens e detalhes da invençãoseguem a partir da seguinte descrição do desenho anexo.
A única figura mostra em seção longitudinal axial um arranjode uma roda de ferramenta que é conectada não rotativamente a um fixador deretenção de ferramenta.
Descrição Detalhada da Forma de Concretização Preferida
Em uma forma de concretização especialmente preferida, éprovido que a força de restauração que atua entre a roda de ferramenta e ofixador de retenção de ferramenta é dirigida axialmente. Assim, a roda deferramenta é retida axialmente pendente no escopo do movimento dedeslocamento permitido.
Para esta finalidade, é provido que a roda de ferramenta nãopode se mover radialmente no fixador de retenção de ferramenta. Destamaneira, não existe movimento relativo radial entre as rodas durante ausinagem da roda de peça a trabalhar.
Preferivelmente, a fixação de retenção tem um suporte comouma guia radial, que é cilíndrico em seção radial. O dito suporte podependentemente acolher forças de suporte radiais.
O suporte é formado de forma útil em uma área do arranjoonde uma interseção de um eixo do fixador de retenção de ferramenta penetraem uma perfuração axial da roda de ferramenta. Assim, a roda de ferramentaainda pode ser vantajosamente colocada sobre a intercepção de eixo dofixador de retenção de ferramenta, que assegura uma acomodação pendenteda roda de ferramenta.
Especialmente vantajosamente, é provido que a área centralaxial da intercepção de eixo é radialmente convexa para fora, e que aconvexidade é parte do suporte. A convexidade, por conseguinte, provê umaárea onde a superfície da roda de ferramenta posicionada oposta àconvexidade pode rolar para fora ou se inclinar quando a roda de ferramenta édeslocada.
A convexidade é de forma útil parte de uma superfícieesférica, e o ponto de centro de dita esfera coincide com a intersecção dosdois eixos de rotação quando a roda de ferramenta é deslocada. A partir daperspectiva de um caso estático em uma seção longitudinal axial através doarranjo, o plano da roda de ferramenta pode ser girado em torno de um eixoque é perpendicular ao plano de corte e através dos eixos de rotação dofixador de retenção de ferramenta e/ou da roda de ferramenta.
Especialmente preferivelmente, um bloco deslizante que efetuauma conexão não rotativa é desenvolvido em uma forma coroada em uma desuas faces laterais axiais, voltada para as paredes com ranhura axiais.
Dito coroamento, que é preferivelmente provido nas duas faceslaterais axiais, provê o jogo requerido para o deslocamento mútuo dos doiseixos de rotação X. Y dentro das fendas do fixador de retenção de ferramentae da roda de ferramenta, que acomodam o bloco deslizante.
Em uma forma de concretização alternativa, pode também serprovido que uma superfície de cubo da perfuração da roda de ferramenta é,em sua área central axial, convexa radialmente para dentro em direção ao eixode rotação. O deslocamento da roda de ferramenta resulta então novamenteem um movimento rolante ou de inclinação de duas superfícies uma sobre a outra.
De forma útil, a superfície de cubo da superfície da interseçãoaxial posicionada oposta à convexidade da intercepção axial/da superfície decubo é desenvolvida como uma superfície de um cilindro regular. Assim,superfícies que são fáceis de serem construídas podem ser providas para oscomponentes do arranjo.
Uma forma de concretização especialmente preferida provêque o dispositivo elástico é arranjado axialmente entre o fixador de retençãode ferramenta e a roda de ferramenta.Em uma forma de concretização preferida, o fixador deretenção de ferramenta tem uma primeira seção lateral que se conecta àintercepção axial e se eleva radialmente acima de dita intercepção axial, e odispositivo elástico é arranjado pelo menos parcialmente axialmente entre asuperfície da primeira seção lateral que está voltada para a roda deferramenta, e a superfície da roda de ferramenta oposta à dita superfície.Desta maneira, força de restauração apropriada pode ser provida, bem comoum suporte axial de fixação da roda de ferramenta, com nenhuma alteraçãosendo requerida pelo menos com respeito à forma básica do fixador deretenção de ferramenta em relação às fixações de retenção de fermentaconvencionais.
O mesmo se aplica ao outro lado axial da intercepção axial. Ofixador de retenção de ferramenta pode ter uma segunda seção lateral quepode ser fixada destacavelmente na intercepção axial e se eleva radialmenteacima de dita intercepção axial, e o dispositivo elástico pode ser arranjadopelo menos parcialmente axialmente entre a superfície da segunda seçãolateral voltada à ferramenta e à superfície da roda de ferramenta oposta à ditasuperfície. Assim, a roda de ferramenta pode ser alterada em uma formasimples, ela é pendentemente retida axialmente, e ela pode ser deslocada emdireções de deslocamento opostas em relação à posição de repouso.
Em particular, é provido de forma útil que o dispositivoelástico tem um anel em O elástico, em particular que ele é composto de doisanéis em O elásticos. Os anéis em O podem ser vantajosamente integrados naconexão entre o fixador de retenção de ferramenta e a roda de ferramenta deuma forma simples, e eles podem também prover suficiente força derestauração.
Pode ser provido que um rebaixo seja formado no fixador deretenção de ferramenta para pelo menos parcialmente acomodar o dispositivoelástico, em particular o um ou os dois anéis em O.Alternativamente ou em adição, pode ser provido que umrebaixo seja formado na roda de ferramenta para pelo menos parcialmenteacomodar o dispositivo elástico, em particular o um ou os dois anéis em O.
Especialmente, é preferivelmente provido que a resistência daforça de restauração do dispositivo elástico é ajustável. Para esta finalidade, éprovido que dispositivo de espaçamento pode ser fixado entre duas partes dofixador de retenção de ferramenta, tal como um espaçador, por exemplo. Aforça de restauração pode, por conseguinte, também ser ajustada pela seleçãoda dimensão axial do espaçador pelo pré-tensionamento do dispositivoelástico na posição de repouso.
A partir de uma visão dinâmica, o deslocamento da roda deferramenta conduz a uma oscilação da roda de ferramenta. Para estafinalidade, é preferivelmente provido que uma expansão do trajeto deoscilação, isto é, um desvio efeito a partir da posição da roda de ferramenta nafaixa de usinagem para a usinagem das áreas periféricas de extremidade dosflancos de dente da roda de peça a trabalhar cortada cilindricamente, é em afaixa de 5 a 50 μιη, preferivelmente 10 a 40 μπι, em particular 20 a 30 μιη,em comparação com a posição correspondente da roda de ferramenta naposição de repouso do arranjo.
O fixador de retenção de ferramenta 2, que é mostrada emrepresentação seccional longitudinal na figura, é fixada com seu elementoprincipal 3 em um fuso de ferramenta 9 em uma maneira convencional, demodo que ela pode ser deslocada do fuso de ferramenta 9 em torno do eixo derotação Y do fixador de retenção de ferramenta 2 em rotação. Um elementode fixação 4 do fixador de retenção de ferramenta 2, que é configurado emforma de U em seção longitudinal, pode ser fixado no elemento principal 3em uma perfuração 28 com rosca 28.1 no lado do fixador de retenção deferramenta 2 oposto ao fuso de ferramenta 9, com um espaçador em forma deanel 5 sendo arranjado entre o elemento de fixação 4 e o elemento principal 3.A expansão axial do espaçador 5 determina a distância axial entre superfíciesanulares opostas 23.1 e 24.1 do elemento principal 3 e elemento de fixação 4.
Nesta área axial, isto é, entre áreas laterais 23 e 24 do fixadorde retenção de ferramenta 2, sua intercepção axial 22 é formada em uma peçacom a seção lateral 23 sobre a qual uma roda de ferramenta 1 tendo umaperfuração axial 12 pode ser colocada quando o elemento de fixação 4 comseção lateral 24 é removida. Na posição da roda de ferramenta 1 mostrada nafigura em relação à fixador de retenção de ferramenta 2, o eixo de rotação Xda roda de ferramenta 1 coincide com o eixo de rotação Y do fixador deretenção de ferramenta 2.
Como descrito até agora, o arranjo mostrado na figura ésimilar a um arranjo convencional para a conexão não rotativo do fixador deretenção de ferramenta 2 e da roda de ferramenta 1, com a resistênciatorsional sendo obtida via um bloco deslizante 7 que fixa a posição do fixadorde retenção de ferramenta 2 e da roda de ferramenta 1 na direção de rotação.
Todavia, a superfície externa radial da intercepção axial 22 dofixador de retenção de ferramenta 2 é formada como um cilindro regularsomente em suas áreas de extremidade axiais 22.2, enquanto a área centralaxial da superfície externa radial é convexa para fora na forma de umasuperfície esférica 22.1 em relação à superfície regular de cilindro 22.2. Odiâmetro da perfuração axial 12 da roda de ferramenta 1 é coordenado com odiâmetro da esfera, que é definida pela superfície esférica 22.1, que tem seuponto de centro Z no eixo Y. Assim, quando a roda de ferramenta 1 éposicionada na intercepção de eixo 22 do fixador de retenção de ferramenta 2,a superfície esférica 22.1 do fixador de retenção de ferramenta 2 e a área dasuperfície de cubo 12.1 da roda de ferramenta 1, que é oposta à dita superfícieesférica, se apoiam uma contra a outra; na posição de repouso simétrica entreas superfícies esféricas 12.1 e 22.2 mostradas na figura 1, um interstícioanular é formado.Porque ao mesmo tempo, a fixação do elemento de fixação 4sobre o elemento principal 3 é selecionada de modo que a distância entre assuperfícies 23.1 e 24.1 é ligeiramente maior na área de fixação que adimensão axial da roda de ferramenta 1, isto é, que a distância entre assuperfícies 13 e 14 da roda de ferramenta 1 voltadas às superfícies 23.1 e24.1, existe também algum jogo na direção axial entre as superfícies 23.1 e 13bem como as superfícies 24.1 e 14. A montagem da roda de ferramenta 1 nofixador de retenção de ferramenta 2, ou, mais especificamente, a área 11 daroda de ferramenta 1 que é adjacente à superfície de cubo 12.1 no espaçodelimitado pelas superfícies 23.1, 22.1, 22.2 e 24.1, é, por conseguinte, nãofixa. Em contraste, na representação mostrada na figura, uma oscilação oudeslocamento da roda de ferramenta 1 em torno de qualquer eixo correndoortogonal ao eixo de rotação Y e através do ponto de centro Z da superfícieesférica 22.1 é possível. Em uma tal oscilação, a direção do eixo de rotação Xda roda de ferramenta 1 é deslocada em relação à direção do eixo de rotaçãoY do fixador de retenção de ferramenta 2 porque o eixo de rotação X éposicionado ortogonalmente ao plano de rotação da roda de ferramenta 1.
Todavia, dita oscilação ou deslocamento do eixo de rotação Xnão pode ocorrer com força zero. De preferência, um anel em O elástico 6.1,que se projeta axialmente na superfície 23.1 do fixador de retenção deferramenta 2 desde um rebaixo em forma de anel 26 coaxialmente ao eixo derotação Y, e um segundo anel em O elástico 6.2 que se projeta axialmente apartir de um correspondente rebaixo da superfície 24.1, assegura que a rodade ferramenta 1 seja retida elasticamente por esses dois anéis em O na posiçãomostrada na figura, a qual corresponde à posição de repouso do arranjo, eonde os eixos de rotação XeY coincidem. Todavia, se uma força atua sobre aroda de ferramenta 1 contra a força de restauração elástica de um dos anéisem O elásticos 6.1 ou 6.2, o movimento de deslocamento descrito acimaocorre e o eixo de rotação X é deslocado em relação ao eixo de rotação Y.Esta montagem flexível da roda de ferramenta 1 em relação à fixador deretenção de ferramenta 2 é vantajosa em relação a uma montagem fixa, se aroda de ferramenta tem que usinar rodas de peça a trabalhar que variamligeiramente, por exemplo por causa das diferenças nos valores de correçãodas peças de trabalho de diferentes lotes, como descrito anteriormente. Para oseguinte, é então assumido que a posição de repouso mostrada na figuracorresponde a uma situação de usinagem para um lote de rodas de peça atrabalhar onde a endentação 18 da roda de ferramenta 1 é completamenteajustada para a usinagem das áreas periféricas de extremidade dos flancos dedente de rodas de peça a trabalhar, e que a usinagem de ditas rodas de peça atrabalhar, que é assim executada sem tensão (assimétrica) sobre a roda deferramenta 1, ocorre na posição de repouso não deslocada.
Se uma montagem fixa da roda de ferramenta 1 no fixador deretenção de ferramenta 2 fosse mantida e as rodas de peça a trabalhar de umlote diferente então se alterassem, e, por exemplo devido a tolerâncias defabricação nas prévias oscilações das rodas de peça a trabalhar, e uma tal rodade peça a trabalhar fosse colocada sobre o fuso de peça a trabalhar 9 damáquina, a usinagem das áreas periféricas de extremidade dos flancos dedente da roda de peça a trabalhar seria insatisfatória devido ao perfil de flancode dente modificado. Por exemplo, demasiado material seria removido emuma extremidade durante a remoção de rebarbas e formação de um chanfro,enquanto nenhum material seria, sobretudo, removido na outra extremidadedo mesmo flanco de dente, e uma transformação suficiente em um chanfrofalharia. Além disso, se dita roda de ferramenta 1 fosse combinada com umaroda de alisamento, a função de alisamento de dita roda de alisamento nãoseria assegurada.
Isto é evitado porque a direção do eixo de rotação da roda deferramenta 1 pode ser deslocada. Por exemplo, quando do engrenamento coma endentação 18 da roda de ferramenta 1, a área periférica do flanco de dentepressiona contra a superfície de usinagem atualmente ativa da roda deferramenta 1 no primeiro lado, onde, de acordo com a explicação mencionadaacima, uma remoção excessiva de material teria que ser temida, e, assim,exerce força sobre a roda de ferramenta 1. Com uma montagem fixa, a ditaforça seria introduzida no fixador de retenção de ferramenta 2 e seriafacilmente compensada por causa da conexão rígida entre roda de ferramenta1 e fixador de retenção de ferramenta 2.
Com a montagem flexível da roda de ferramenta 1, todavia, adita força efetua um movimento de deslocamento da roda de ferramenta 1 emrelação à fixador de retenção de ferramenta 2 contra a força elástica derestauração dos anéis em O 6.1 ou 6.2, correspondentemente carregados, quecorresponde a um deslocamento do eixo de rotação X em relação ao eixo derotação Y.
Como um resultado de dito deslocamento, a posição da roda deferramenta 1 se ajusta ao perfil alterado do flanco de dente da roda de peça atrabalhar usinada do lote diferente mencionado acima. A superfície deusinagem da roda de ferramenta 1 é forçada para mais próximo à áreaperiférica do flanco de dente da roda de peça a trabalhar no outro lado da rodade peça a trabalhar e pode usinar suficientemente aquela área periférica, istoé, pode remover material, formar um chanfro, e alisar as rebarbas secundárias,se necessário. Assim; as áreas periféricas dos flancos de dente serãoautomaticamente usinadas em ambos os lados até mesmo se seu perfil sedesviar ligeiramente em relação a um valor de correção específico.
A roda de ferramenta 1 pode ser desenvolvida em uma peça ouem uma pluralidade de peças (16, 17, 18). Todavia, a divisão em duasmetades, como descrito na EP 1 270 127 Al, não é absolutamente necessáriae nem é o ajuste apropriado das duas metades uma em relação à outra.
O arranjo mostrado na figura é desenvolvido de modo que aoscilação da roda de ferramenta em torno de um eixo perpendicular ao eixo deferramenta na área de usinagem, que resulta em uma visão dinâmica de umprocesso de usinagem, é na faixa de 20 a 30 μπι. Para ajustar um ajuste quepode pender, como descrito acima, é provido que a velocidade da roda deferramenta 1 não é demasiadamente alta, isto é, aproximadamente 30 a 200RPM, em particular 100 a 150 RPM.
As características descritas com referência à única figura nãopretendem limitar a invenção. De preferência, as características expostas nadescrição e nas reivindicações podem ser essenciais ou individualmente ouem combinação para realizar a invenção em suas várias formas deconcretizaçãoLista de Números de Referência
1. Roda de ferramenta
2. Fixador de retenção de ferramenta
3. Elemento principal
4. Elemento de fixação
5. Espaçador
6.1, 6.2 Anéis em O elásticos
7. Bloco deslizante
8. Parafuso rosqueado
9. Fuso de ferramenta
r
11. Area de montagem
12. Perfuração axial
12.1 superfície de ranhura
r
13. Area de aresta axial
r
14. Area de aresta axial
16. Primeira roda
17. Segunda roda
18. Endentação
19. Roda de guia
22. Interseção de eixo
22.1 Superfície esférica
22.2 Superfície cilíndrica
24. Segunda superfície periférica
24.1 Superfície em forma de anel
26. Rebaixo
28. Furo com rosca
28.1 Rosca de parafuso
X Eixo de rotação (roda de ferramenta)
Y Eixo de rotação (fixador de retenção de peça a trabalhar)
Z Ponto de centro
Claims (20)
1. Arranjo para a conexão não rotativa entre uma roda deferramenta (1) e um fixador de retenção de ferramenta, a roda de ferramentasendo para a usinagem de áreas periféricas de extremidade de flancos dedentes de rodas de peças de trabalho dentadas, que tem um eixo de rotação(X), e o fixador de retenção de ferramenta podendo ser acionadorotativamente em torno de um eixo de rotação (Y), caracterizado pelo fato deque o arranjo tem um dispositivo elástico (6) e que a direção do eixo derotação (X) da roda de ferramenta (1) pode ser deslocada em relação à direçãodo eixo de rotação (Y) do fixador de retenção de ferramenta contra a força derestauração de dito dispositivo elástico.
2. Arranjo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que a força de restauração entre a roda de ferramenta (l)eo fixador deretenção de ferramenta (2) atua em direção axial.
3. Arranjo de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que a roda de ferramenta (1) é radialmente guiada imovelmente nofixador de retenção de ferramenta (2).
4. Arranjo de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelofato de que o arranjo tem um suporte radialmente cilíndrico para a guia radial.
5. Arranjo de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelofato de que o suporte é formado em uma área (12, 22) do arranjo onde umaperfuração axial (12) da roda de ferramenta (1) é penetrada por umainterceptação de um eixo (22) do fixador de retenção de ferramenta (2).
6. Arranjo de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelofato de que a intercepção do eixo (22) é radialmente convexa em sua áreacentral axial e a convexidade (22.1) é parte do suporte.
7. Arranjo de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelofato de que a convexidade (22.1) é parte de uma superfície esférica, e que oponto de centro de dita esfera (Z) corresponde à intersecção dos dois eixos derotação (Χ, Y) quando a roda de ferramenta (1) é deslocada.
8. Arranjo de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelofato de que um bloco deslizante (7) que efetua a conexão não rotativa édesenvolvido em uma forma coroada sobre suas paredes laterais axiaisvoltadas para as paredes com ranhura.
9. Arranjo de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelofato de que uma superfície de cubo da perfuração da roda de ferramenta é emsua área central axial radialmente convexa para dentro em direção ao eixo derotação e a convexidade é parte do suporte.
10. Arranjo de acordo com a reivindicação 6, caracterizadopelo fato de que a superfície de cubo (12.1) / superfície de interseção axialoposta à convexidade (22.1) da intercepção axial / a superfície de cubo édesenvolvida como uma superfície de um cilindro regular.
11. Arranjo de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que o dispositivo elástico (6) é arranjado axialmente entre ofixador de retenção de ferramenta (2) e a roda de ferramenta (1).
12. Arranjo de acordo com a reivindicação 5, caracterizadopelo fato de que o fixador de retenção de ferramenta (2) tem uma primeiraseção lateral (23) que se conecta à seção axial (22) e se eleva radialmenteacima de dita seção axial, e o dispositivo elástico (6.1.) é arranjado pelomenos em parte axialmente entre a superfície (23.1) da primeira seção lateral(23) que é voltada para a roda de ferramenta (1) e a superfície (13) da roda deferramenta (1) oposta à dita superfície (23.1).
13. Arranjo de acordo com a reivindicação 5, caracterizadopelo fato de que o fixador de retenção de ferramenta (2) tem uma segundaseção lateral (24) que pode ser apertada separavelmente na seção axial e seeleva radialmente acima de dita seção axial, e o dispositivo elástico (6.2) éarranjado pelo menos em parte axialmente entre a superfície (24.1) dasegunda seção lateral (24) que é voltada para a ferramenta (1) e a superfície(14) da roda de ferramenta (1) oposta à dita superfície (24.1).
14. Arranjo de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que o dispositivo elástico (6) tem um anel em O elástico (6.1), emparticular é composto de dois anéis em O elásticos (6.1, 6.2).
15. Arranjo de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que o fixador de retenção de ferramenta (2) tem um rebaixo paraacomodar pelo menos parte do dispositivo elástico (6), em particular o um ouos dois anéis em O (6.1, 6.2).
16. Arranjo de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que a roda de ferramenta tem um rebaixo para acomodar pelomenos parte do dispositivo elástico, em particular o um ou os dois anéis em O.
17. Arranjo de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que a resistência da força de restauração do dispositivo elástico éajustável.
18. Arranjo de acordo com a reivindicação 17, caracterizadopelo fato de que a resistência da força de restauração pode ser ajustada comum espaçador (5) que pode ser fixado entre dois elementos do fixador deretenção de ferramenta.
19.
Arranjo de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que o deslocamento do eixo de rotação da roda de ferramenta édesenvolvido de tal modo que uma oscilação da roda de ferramenta na área deusinagem, que ocorre quando o eixo de rotação é deslocado enquanto a rodade ferramenta está girando, tem uma expansão na faixa de 5 a 50 μm,preferivelmente 10 a 40 μm, em particular 20 a 30 μm.
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