PT89084B - Dispositivo de fixacao de um carril de caminho de ferro sobre uma travessa, constituido por um garrote e uma cunha - Google Patents

Dispositivo de fixacao de um carril de caminho de ferro sobre uma travessa, constituido por um garrote e uma cunha Download PDF

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PT89084B
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Description

Descrição do objecto do invento que
ALLDVARD INDUSTRIES, Sociéte
Anonyme, francesa, industrial, com sede em Chemin de Malacher, 3824o MEYLAN, França, pretende obter em Portugal, para: DISPOSITIVO DE FIXAÇÃO DE UM CARRIL DE CAMINHO DE FERRO SOBRE UMA TRAVESSA CONSTITUÍDO POR UM GARROTE E UMA CUNHA presente invento refere-se a um dispositivo de fixação de um carril de caminho de ferro sobre uma travessa, um garrote e uma cunha.
Entre o carril e a travessa encontra-se disposta uma base mais ou menos elástica e amortecedora. Para que o carril se mantenha sempre apertado contra a base, apesar das deslocações dum em relação à outra, para conservar o afastamento entre as duas filas de carris dentro dos limites permitidos, apesar dos esforços obliquos que vêm do material rolante e para impedir o carril de caminhar,ou seja, de deslizar longitudinalmente relativamente à trave^ sa sob o efeito dos esforços de travagem, desaceleração, aceleração ou devido às variações de temperatura, é necessário um dispositivo de fixação elástica do carril relativanente à travessa: elástico porque esse dispositivo comporta uma peça que tem função de mola.
Geralmente, um tal dispositivo comporta um garrote-mola ancorado ou retido por meios diversos na travessa ou
NGV. 1385
6o .451
Ref: H. 1^204 Cas 4
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Mod. 71 - 10 000 βχ - 4-87 na sela metálica intermediária entre o carril e a travessa. Para além dessa parte de ancoragem, o garrote comporta, bem entendido, uma parte destinada a vir pressionar elásticamente o carril (em geral sobre a parte superior do patim). 0 dispositivo de ancoragem do garrote, relativamente à travessa, é tal que, aquando da colocação do garrote, e-se forçado a deformar o referido garrote embora sempre dentro dos dominios da elasticidade do material escolhido para esse garrote. Esta deformação é acompanhada de uma acumulação da energia elástica; é o princípio mesmo de uma função de mola.
Na patente francesa FR 2 365 00 3 (THE TEMPERED SPREC) ( A MOLA TEMPERADA) o garrote é constituído por uma pinça em arco, de que uma extremidade que forma a base está deslocada lateralmente em relação à outra extremidade que for ma uma árvore que é introduzida numa fenda do orgão de ancoragem, de forma que a sua extremidade que forma a base se encoste sobre o patim do carril e que o encaixe da parte que forma a árvore no órgão de ancoragem retenha o garrote em torsão, 0 deslocamento lateral das duas extremidades faz com que o orgão de ancoragem não esteja envolvido pelo garrote e torna este último muito deformável relativamente a uma elevação ou a um balançamento do carril, já que o garrote não tem senão dois pontos de contacto; um com o carril ao nivel da extremidade que forma a base e a outra com o orgão de ancoragem por inserção numa fenda do referido orgão.
Além disso, nessa patente, o plano da forma em aro e o plano de flexão são paralelos ao carril.
Na patente US 4 J12 478 (MATSUO) o orgão de fixação ou cunha apresenta a sua parte activa perpendicularmente ao carril e além disso, o garrote encontra-se solidarizado com a cunha por meio de uma abertura na qual se vem a-260.451
Ref: H 15204 Cas 4
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Mod. 71 - 10 000 βχ - 4-87 lojar uma parte da referida cunha, impedindo qualquer colocação do garrote por meio de translação lateral paralela ao carril.
Na patente DE 1 130 461 (VOSSLOH) é a cunha que se apoia sobre o garrote em arco, mas no exterior deste último.
Na patente US 2 570 871 (SCHULZE) toda a flexibilidade do garrote provem das dimensões da lamina que o constitui. Por outro lado, o garrote não apresenta qualquer rigidez particular relativamente a uma eventual inclinação do carril. Finalmente, este garrote não apresenta qualquer arco a rodear a cunha, de forma que não permite a acumulação de energia com minimização das tensões.
No artigo PLASTICS IN JAPAN” (PLÁSTICOS N0 JAPÃO) o garrote e constituído por uma lamina sensivelmente horizontal de que uma extremidade se apoia sobre o carril e a outra é curva para se apoiar sobre a travessa, passando a cunha através da referida lâmina.
objecto do presente invento é resolver um novo pro blema técnico que consiste em permitir simultaneamente um certo número de serviços a seguir anunciados, que até ao momento não puderam ser conciliados, a saber;
- utilizar um garrote de carril não aparafusado para responder a um desejo de certos clientes e com finalidades de mecanização.
- utilizar um garrote de carril plano para se obter uma mola ligeira que tenha uma frequência própria elevada e que se pode apoiar nomeadamente sobre o carril, graças a uma superfície importante, o que minimiza a pressão e o desgaste. Mas poder-se utilizar também o mesmo prin35
325 iSSS
60.451
Ref: Η 15204 Cas 4
03/JBB/FRP cípio eventualmente, até a mesma travessa com a mesma cunha, para se utilizar um garrote em fio de aço redondo ou quadrado, dipositivo que é preferido por certos clientes,
- poder instalar-se o referido garrote de carril por meio de uma simples translação paralela ao carril, para facilitar a operação de assentamento e utilizar um movimento paralelo ao do trem de assentamento,
Mod. 71 - 10 OOO βχ - 4-87
- utilizar como meio de ancoragem uma cunha rigida cuja parte destinada a reter o garrote em posição deformada será sensivelmente paralela ao carril; e isso tendo em conta os movimentos de inclinação, quer dizer de oscilação do carril sobre o seu assento, movimentos esses que são rotações em volta de um eixo paralelo ao eixo do carril. È com efeito desejável que o garrote, destinado a seguir elasticamente o carril para continuar em contacto com este último e pressioná-lo contra a respectiva base, tenha um movimento de rotação sobre si proprio que não arraste consigo binário antagónicos. Dado que a cunha tem a sua parte que retem o garrote paralela ao carril, os dois eixos de rotação, respectivamente do garrote e do carril sobre si proprio, serão paralelos,
- utilizar uma cunha que permite virem a montar-se diferentes tamanhos e tipos de garrotes, de acordo com o esforço e a flexibilidade desejados para o referido garrote e isto sobre a mesma travessa sem ter de se trocar a cunha,
- utilizar uma cunha que não impede qualquer limite de comprimento transversal do garrote, comprimento definido pela medida (tomada perpendicularmente ao carril) fora do espaço ocupado pelo garrote.
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Ref: Η. 15204 Cas 4
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Mod. 71 - 10 OOO βχ - 4-87
- utilizar uma cunha cuja parte que se apoia sobre o garrote se encontra no interior duma volta do referido garrote, devendo essa volta ou arco ser o arco principal do garrote, quer dizer, ser aquele que acumula o máximo de deflexão de colocação: esta disposição tem a vantagem de se poder conciliar o facto de se ter um garrote de carril de grande flexibilidade (com um grande arco) com o fac to de se poder manter dentro dos limites de esforço aceita veis (o ponto de aplicação do esforço exercido pela cunha sobre o garrote está mais perto das fibras tensas extremas do arco estando no seu interior do que no exterior)« Isto não só constitui uma vantagem importante como também uma caracteristica específica em si mesma do presente inven to. Com efeito, seria possivel imaginar que uma parte da cunha se apoiasse não no interior do arco mas antes no exterior, como é o caso na patente DE 1130461. Mas nesse caso afastar-se-ía o ponto de aplicação do esforço (exercido pela cunha sobre o garrote) relativamente às fibras mais contraídas em tracção do arco do garrote e ao fazer— -se isso aumentar-se-ia fortemente as tensõe no garrote. Foi o que se pretendeu evitar no presente invento, presente invento permite igualmente,
- obter um dispositivo de fixação que apresenta, simultanearaente:
um funcionamento elástico relativamente aos movimentos ascendentes e descendentes do rebordo do patim do carril, relativamente à travessa.
a possibilidade de bloquear um movimento ascendente do rebordo do patim do carril, se a amplitude desse movimento ultrapassar um determinado valor. Isso constitui uma segurança primordial relativamente aos movimentos de inclinação do carril, que se produzem, em particular, nas curvas e quando se quer poder utilizar sob o carril uma base muito flexivel para proteger a travessa e o nivela—
-560^51
Aef: H. 15204· Cas 4
03/JBB/FRP resolver este novo problema técni-
mento da via.
invento permite co, pela primeira vez e de uma forma satisfatória.
Assim, de acordo com o invento, proporciona-se um dispositivo de fixação de um carril sobre uma travessa, o qual é constituido por uma base elástica entre o carril e a travessa, um batente de cada lado do patim do carril, uma cunha de cada lado do carril e dois garrotes que apoiam sobre o patim do carril e destinados a cooperar com as cunhas, compreendendo cada uma das cunhas um ramo paralelo ao carril e criando um espaço livre sob o referido ramo, caracterizado pelo facto de os garrotes serem posicionados transversalmente relativamente ao carril e possuírem, caMod. 71- 10 000 ex -4-81 da um bre o tema pat im mo da deles, um arco, de que uma parte externa se patim em posição de fecho, enquanto que uma apoia parte lo do arco, para exercer uma pressão de aperto do carril, ' ’ 1 ’ ’ ’ sobre e introduzido a força sob o referido racunha de maneira que, uma »
arco (6a, 6b) do garrote (5a 5b) ramo (15) da cunha (7) vez terminada a montagem, envolve completamente
De acordo com uma outra característica particularmente interessante, o arco de garrote envolve inteiramente o ramo da cunha, quando a montagem estiver terminada. De acordo com uma outra característica, o arco anteriormente referido tem uma forma sensivelmente espiral quando visto de topo de acordo com a figura 1, a seguir definida.
De acordo com uma outra variante, utiliza-se um garrote de mola realizado em aço plano.
De acordo com ainda outra variante, o aço plano utilizado pode ser laminado e recortado no local para optimizar a distribuição das tensões.
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Ref; Η. 15204 Cas 4
03/JBB/FRP
De acordo com uma característica vantajosa do invento, o garrote de mola utilizado é realizado numa matéria isolante.
?únda de acordo com outra característica vantajosa, o garrote de mola utilizado assegura a função de manutenção lateral do carril graças a uma sua parte que forma o batente.
De acordo com uma variante interessante do invento, o garrote de mola utilizado é realizado em fio de aço.
Mod. 71 - 10 000 βχ - 4-07
Ainda de acordo com uma outra variante, a cunha acima referida apresenta um chanfre de entrada, utilizado para facilitar a colocação por translação da mola de garrote.
De acordo com uma característica do invento, o ramo da cunha está situado no exterior do espaço entre os patins dos carris, paralelamente a estes últimos.
De acordo com uma outra característica do invento, a extremidade interna do arco acima referido apoia-se sobre o referido arco, proximo da sua extremidade interior.
De acordo com uma variante do invento, o garrote é constituído por um único fio que comporta dois arcos liga dos entre si por uma parte de ligação incurvada na direcção do carril definindo a extremidade interna anteriormente referida, introduzida à força sob o ramo da cunha.
De acordo com uma característica particularmente in teressante do invento, o garrote anteriormente referido é constituído por uma placa ou lamela única, de que uma extremidade tem um formato sensivelmente em espiral.
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25. O12S3
6OJ45I
Ref: H. 15204 Cas 4
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De acordo com uma variante de realização, o garrote electricamente isolado do patim do carril e compreende pelo menos uma peça isoladora que forma um batente lateral e da qual uma parte se vem intercalar entre o arco e , no nivel da zona de o patim do carril
De acordo batente lateral a rectaguarda e de apoio para a
De acordo rote de fixação
De acordo pressão com uma outra variante de realização, o compreende uma parte que se estende para que forma na sua extremidade um ressalto extremidade trazeira do garrote.
com uma característica do invento, o garé conforme anteriormente definido.
Mod. 71 - 10 000 ex - +87 com uma outra característica do invento, a cunha de fixação é conforme anteriormente definido.
De acordo com o presente invento o garrote é concebido para que não apresente nenhum binário antagónico ao nivel da ligação com a sua cunha.
Assim, um movimento de rotação do carril relativamente ao seu eixo longitudinal, ramento ao nivel do contacto do não se traduz por um interior do arco com te da f orma cunha que o mantém garrote de acordo com o geral orientada perpendicularmente presente invento tem emper_ a pa_r uma ao carril, mais precisamente uma forma em espiral plana que se inscreve num plano perpendicular ao carril. 0 trabalho em flexão aquando da colocação, como posteriormente em funcionamento dinâmico, faz-se igualmente num plano perpendicular ao carril forma quear a em espiral foi concebida para se poder blopara além de um determinado inclinação do carril,
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Ref; Η. 15204 Cas 4
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valor de elevação. Isto não só não foi previsto, como se mostra mesmo impossível com os garrotes da técnica anterior.
Por outro lado, de acordo com o invento, a parte da cunha que serve para reter o garrote, é completamente envolvida pelo arco do garrote uma vez que esteja montado e a parte activa da cunha, paralela ao carril, desaparece no interior do arco aquando da montagem.
Além disso, o presente invento refere-se a um garrote 3 pontos, quer dizer, que comporta uma reacção de apoio sobre o carril, uma reacção de apoio sobre a travessa e uma força de manutenção aplicada no interior do arco.
Mod. 71 - 10 000 βχ - 4-87
Outros objectivos, caracteriísticas e vantagens ressaltarão claramente, à luz da descrição explicativa que se segue, feita em referência aos desenhos anexos, que representa uma forma de realização actualmente preferida do presente invento, dada simplesmente a titulo exemplificativo e que por isso não deverá de nenhuma forma limitar o âmbito do presente invento.
Nos desenhos:
a figura 1 é uma vista de topo de uma fixação de carril que beneficia do presente invento.
a figura 2 é uina vista em alçado superior da figura 1, a figura 3 θ uma vista em perspectiva da parte superior da cunha fixada normalmente de forma permanente na parte superior da travessa ou da sela (as palavras cunhasganchos ancoragcm são aqui três sinónimos),
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Ref: Η. 15204 Cas 4
03/JBB/FRP
- a figura 4 é ura esquema que representa a deflexão de co- locação do garrote de mola,
- a figura 5 ® uma vista em perspectiva de uma forma de realização do garrote plano,
- a figura 6 é uma vista em perspectiva de uma forma de realização do garrote em aço redondo.
Com referência às figuras 1 a 5, o dispositivo de fixação do carril sobre uma travessa comporta uma base elástica (2) entre o carril e a travessa, um batente (3) de cada um dos lados do patim (4) do carril, uma cunha (7) de cada um dos modos do carril e dois garrotes (5a, 5b) que se apoiam sobre o patim (4), do carril e destinados a cooperar com as cunhas (7) , compreendendo cada utna das cunhas um ramo (15) paralelo ao carril que cria um espaçò livre (16) sob o referido ramo (15), caracterizado pelo facto de os garrotes (5a, 5b) estarem posicionados transversalmente relativamente ao carril e possuem, cada um deles, um arco (6a, 6b), de que uma parte externa (30, 70) apoia-se sobre o patim (4) em posição de aperto, enquanto que uma parte interna (32, 72) do arco é introduzida à força sob o referido ramo (15) da cunha, para exercer uma pressão de aperto sobre o patim do carril.
De acordo com uma forma de realização vantajosa, o ramo (15), da cunha (7) encontra-se situada no exterior do espaço existente entre os patins dos carris, paralelamente a estes últimos.
Λ parte restante da cunha (7), eventualmente em for_ ma de cotovelo em (14) para o tornar mais rigida, encontra -se disposta fora do espaço interior do garrote (5a, 5b) de acordo com uma forma de realização claramente visivel na figura 3.
-96θΛ51
Hef: H. 1J2O^ Cas k
03/JBB/FKP
Observa-se que a parte activa da cunha (7) é constituída pelo ramo (lp) que está disposto paralelamente ao carril.
De acordo com uma característica particular, a extremidade interna (32) do arco (6a, 6b) encontra-se situacarril, o (6a, 6b)na da sensivelmente ao nível do bordo do patim do ramo (15) apoia—se vantajosamente sobre o arco proximidade da sua extremidade interna (32).
Mod. 71 * 10 000 «x - 4-87
Na figura 1, encontra-se do lado direito do carril, o garrote (5a) antes da montagem e do lado esquerdo, o gar rote (5b) montado, quer dizer, a apertar o patim do carril (U), ao nível da zona (10). Entre o patim do carril (^l·) e a mesa de apoio (9) da travessa (1) encontra-se uma base elástica (2). Entre os dois garrotes, não montado (5a) e montado (5b), a diferença situa-se essencialmente na cur vatura do arco que é diminuída para passar do perfil (6a) para o perfil (6b).
arco é mantido deformado e flectido graça à parte (11) do ramo (15) da cunha (7), ela mesma selada ou ancorada de uma forma que é, em principio, inamovível, à travessa (1). A cunha (7) pode igualmente ser parte integrari te do suporte de carril, nomeadamente quando esse suporte é uma sela metálica (podendo a sela metálica ser utilizada, se necessário, em assentamento indirecto com todo o tipo de travessas de madeira, de metal e mesmo de betão).
Quando o garrote (5=1) é apertado sobre a cunha (7) na sua posição final, o arco (6b) envolve completamente o ramo (15) da cunha, relativamente ao seu perfil.
batente (3) serve para a manutenção lateral do carril.
Tanto pode pré-existir na travessa antes da montagem do garrote, como vir com este último (colada ou a-10
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Ref: H. 15204 Cas 4
03/JBB/FRP
pertada sobre este último ou fazendo parte integrante da respectiva estrutural). De preferência, o batente (3) é constituído de uma matéria plástica.
Mod. 71 - 10 000 βχ - 4-87
Em (8), encontra-se uma pequena placa de apoio da parte trazeira garrote. Esta placa (8) permite não fazer a matéria do garrote apoiar-se directamente na travessa ( 1) e localizar com precisão o apoio trazeiro. Esta placa (8) pode ser colada ou apertada no garrote (5b) ou já existir na travessa 1. Pode igualmente ser substituida por um ressalto localizado da travessa (1), se se admitir o contacto directo entre a travessa (1) e o garrote (5b). Esta placa (8) pode também ser solidária com o batente (3) e isso para limitar o número de componentes; para isso, ou se utilizará um batente (3) muito grande (medido no sen tido perpendicular ao carril), ou se utilizará um batente (3) com uma lingueta que venha para cima da travessa constituir o apoio (8) na sua extremidade.
A placa (8), além da sua função de apoio à rectaguarda para o garrote (5a, 5b), pode igualmente servir imobilização em rotação do garrote (rotação plana segundo um eixo perpendicular à mesa de apoio (9) do carril); neste caso, a placa (8) deverá cooperar com uma saliência ou um esvaziamento da travessa (1).
Se se desejar um assentamento isolante para se evitarem as fugas de corrente de um carril para outro, ou entre o carril e o solo, é necessário;
sejam de qualidade isolante e que se introduza uma peça intercalar isolante entre o garrote (5a) θ θ patim do darril (4), ao nivel da parte externa (.30) do arco (6a, 6b) que se apoia sobre o patim do carril (4) ao nivel da zona de pressão (10) ou que a cunha (7) seja, ela propria/iso-11<0.451
Ref: Η. 15204 Cas 4
3/jBB/FRP
ante.
Se se escolher a introdução de uma peça intercalar entre o arco (6b) e o patim do carril (4) ao nível da parte externa de apoio ( 30) pode-se também providenciar para que essa peça intercalar isolante esteja ligada ao baten te (3) para constituir um só e único conjunto isolante monobloco.
- Uma solução te para o garrote lém disso, a base 1antes.
consiste em recorrer (5b) e, nesse caso, (2) e o batente (3) a uma matéria isolaié suficiente que, asejam igualmente iso
Mod. 71 - 10 OOO βχ - 4-87
Na figura 2 vê-se a montagem numa vista em alçado su perior. Do lado direito, o garrote (5a) encontra-se numa posição livre, quer dizer anterior à montagem. Nota-se nessa figura, do lado esquerdo, que o arco do garrote, uma vez montado, mascara em grande oarte o ramo 15 da cunha 7, passando por cima do referido ramo 15.
Nessa figura verifica-se igualmente que a colocação do garrote por meio de translação paralela ao carril pode igualmente estar prevista para ser efectuada atê ficar encostado a qualquer parte vertical da cunha 7,
A figura 3 θ uma vista em perspectiva da parte superior da cunha (7). A cunha é uma peça rigida e, em princípio, indesmontável, quer dizer que foi selada, colada ou soldada à travessa ou à sela. 0 ramo (15) θ sensivelmente paralelo ao carril. A parte inferior (11) do ramo (15) está destinada a apoiar-se sobre o garrote no interior do arco (6b). Um espaço livre (16) existe sob o bordo (11) para permitir a introdução do garrote.
A parte (12) é um espigão anti-retorno, que, evita,
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Ref: II. 15204 Cas 4
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Mod. 71 - 10 000 βχ - 4-87
(
após a montagem que o garrote possa sair por si, graças às deslocações longitudinais. 0 denivelamento entre (11) e (12) é reduzido ao estritamento necessário, por exemplo 2 a 3 mm, para não se aumentar inultimente a flexão de montagem do garrote. Uma vez que toda a extremidade do arco tenha passado esse obstáculo, a referida extremidade do a_r co voltará a subir elasticamente e colar-se-á ao bordo (11; da cunha.
A parte (13) á um chanfre de entrada; não é indispen sável mas facilita a colocação do garrote. Na ausência de um chanfre (13) correctamente dimensionado, torna-se necessário, aquando da montagem por translação do garrote relativamente à cunha, exerceram esforço vertical descendente sobre o arco (6a) e libertar este esforço, logo que o garrofe esteja pelo menos parcialmente encaixado sob a parte (12) .
A forma de cotovelo (14) da cunha é aqui dada a titulo indicativo, para reforçar a referida cunha. De preferência há duas cunhas por cada cabeça de travessa, ou seja quatro por cada travessa. As duas cunhas de uma mesma cabeça de travessa, quer dizer, pertencentes a um mesmo carril, podem ser dispostas simetricamente em relação ao eixo da mesa de apoio (9) do carril ou relativamente ao centro dessa mesma mesa de apoio.
Na figura 4 representou-se esquematicamente o garrote, antes (6a) e depois (6b) da montagem. Para simplificar, assimilou-se o garrote à sua fibra neutra como se não tivesse qualquer espessura. A deflexão é medida no arco ao nivel do ponto de aplicação da parte (11) da cunha. Quanto maior fôr a deflexão, mais o garrote exercerá uma força importante sobre o carril, por reacção, e o carril será também mais elástico.
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Ref; Η. 15204 Cas 4
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Mod. 71 - 10 000 βχ - 4-87
O jogo J entre a parte inferior do arco (6b) e a par te superior da parte (50b) do garrote, obter-se-á por meio do dimensionamento adequado do garrote. É escolhido em função do curso de levantamento que se admitir para o carril. Para lá de um levantamento de J mm do rebordo do patim do carril (4) a parte (50b) do garrote entra em contac to com o lado de baixo da parte (60b) do arco. Esta parte (60b), porque está ela própria retida pela parte (11) da cunha rígida (7), faz com que se dê uma blocagem do movimento do carril.
R e F são duas reacções consecutivas à acção Q,ela própria gerada pela reflexão. F é a reacção dianteira destinada a fornecer a força de aperto do carril (ao nível da zona de pressão (lO) da parte (30) do garrote sobre o carril (4), de acordo com a figura 1).
R é a reacção de apoio trazeiro (localizada sobre a placa (8) da figura 1).
A parte do garrote situada entre as zonas de aplica ções das reacções R e F pode ser recta ou ligeiramente bombeada. Aquando da colocação do garrote, a sua. forma muda portanto ligeiramente, de modo que a energia elástica seja acumulada essencialmente pelo arco (6b).
Λ extremidade interna (32) do arco (6a, 6b) pode apresentar vantajosamente uma ligeira concavidade (60a, 60b) para posicionai' com precisão o garrote, relativamente ao carril.
A figura 5 é uma forma de realização do garrote em aço plano laminado, para tender para uma ontimização das tensões no arco do garrote. Podem ainda prever—se recortes de extremidade, à imagem do que geralmente se faz para
-14ÓO.Upl
Ref: H. 1520^ Cas h
03/JBB/FRP
as extremidades das lâminas das molas de lâmina das suspen soes dos camiões, ou seja, prever-se um garrote (pa, 5b) cuja parte (6a, 6b) é de uma largura inferior à da parte de apoio sobre o carril pela zona 10.
Mod. 71 - 10 000 ex - 4-87
A figura 6 da, a titulo de exemplo, uma possibilidade de realização do presente invento com um garrote feito em fio em vez de aço plano.
O garrote (5a) θ então constituído por um único arame (5a, 5a) que comporta dois arcos (6a) ligados entre si por uma parte de ligação (72) incurvada na direcção do car ril que define a extremidade interna anteriormente referida, introduzida à força sob o ramo (lp) ha cunha (7).
Este garrote apoia-se então sobre o patim do carril por meio de duas zonas (7θ) situadas no início do arco (6a) de forma semelhante ao do garrote (5a, 6a) das figuras 1 a 5.
Neste caso o material do garrote será, de preferência, o aço. 0 principio e a forma da cunha, bem como o principio de montagem continua a ser os mesmos. Para este garrote em arame, podem também praticar-se achatamentos localizados.
presente invento cobre simultaneamente o conjunto da fixação como dispositivo de manutenção do carril sobre uma travessa, o garrote em si mesmo e a cunha, como produtos industriais novos.
depósito do primeiro pedido para o invento acima descrito foi efectuado em França em 27 de Novembro de 1987 sob o N«. 87.16525.

Claims (12)

  1. -REIVINDICAÇÕES Mod. 71 - 10 000 βχ - 4-Θ7
    1-. - Dispositivo de fixação de um carril sobre uma travessa, que comporta um apoio elástico (2) entre o carril e a travessa, um batente (3) de cada lado do patim (4) do carril uma cunha (7) de cada lado do carril e dois garrotes (5a, 5b) que se apoiam sobre o patim (4) do carril e destinados a cooperar com as cunhas (7) compreendendo ca da uma das cunhas um ramo (15) paralelo ao carril e que cria úm espaço livre (16) por debaixo do referido ramo (15) caracterizado pelo facto de os garrotes (5a, 5t>) se encontrarem posicionados transversalmente em relação ao carril e possuírem, cada um deles, um arco (6a, 6b), cuja parte externa (30, 70) se apoia sobre o patim (4) em posição de fechamento, enquanto que uma parte interna (32, 72) do arco, para exercer uma pressão de aperto sobre o patim do carril, é inserida à força por debaixo do referido ramo (15) da cunha, de maneira que, uma vez terminada a montagem o arco (6a, 6b) do garrote (5a·, 5b) envolve completamente o ramo (15) da cunha (7).
  2. 2?. — Dispositivo de fixação de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo facto de o arco (6a, 6b) do garrote ter uma forma sensivelmente em espiral, quando vis to de topo, de acordo com a figura 1
  3. 3-. - Dispositivo de fixação de acordo com as reivin dicações 1 a 2, caracterizado pelo facto de o garrote—mola (5a) utilizado ser realizado em aço plano.
  4. 4?. - Dispositivo de fixação de acordo com a reivindicação 3, caracterizado pelo facto de o aço plano utiliza do poder ser laminado e cortado localmente para melhorar a repartição dos esforços.
    -1660.451
    Ref: 'ί. 15204 Cas 4
    03/jBB/FRP
  5. 5®. - Dispositivo cie fixação de acordo com as reivindicações 1 a 2, caracterizado pelo facto de o garrote—mola (5a) utilizado ser realizado numa matéria isolante,
  6. 6a. - Dispositivo de fixação de acordo com a reivindicação 5, caracterizado pelo facto de o garrote-mola (5a) utilizado assegurar a função de manutenção lateral do carril, graças a uma parte de si mesma que forma o batente (3).
    - Dispositivo de fixação de acordo com as reivin dicações 1 a 2, caracterizado pelo facto de o garrote-mola (5a) utilizado ser realizado em fio de aço.
    Mod. 71 - 10 000 βχ - 4-87
  7. 8? - Dispositivo de fixação de acordo com qualquer um das reivindicações 3 a 7, caracterizado pelo facto de a cunha apresentar um chanfre de entrada (13) utilizado para facilitar a colocação por translação da mola do garrote .
    - Dispositivo de fixação de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 8, caracterizado pelo facto de o ramo (15) da cunha se encontrar situado no exterior da saliência do patim (4) do carril, paralelaniente a este úl t imo.
  8. 10?« - Dispositivo de fixação de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 9, caracterizado pelo facto de a extremidade interna do arco se encontrar situada sensivelmente ao nível do rebordo do patim do carril, apoiando— —se o ramo acima referido (15) sobre o referido arco, na proximidade da sua extremidade interna.
  9. 11?. - Dispositivo de fixação de acordo com qualquer uma das reivindicações 1 a 10, caracterizado pelo facto de
    -176c.451
    Ref: H. 1.5204 Cas 4
    03/JBP/FRP o garrote ser constituído por um único fio que comporta dois arcos ligados entre si por uma parte de ligação encurvada na direcção do carril, definindo a extremidade interna referida, introduzida à força sob o ramo (15) da cunha .
  10. 12?. - Dispositivo de fixação de acordo com as reivindicações 1 a 6, ou as reivindicações 8 a 10, caracterizado pelo facto de o garrote ser constituído por uma placa ou lamela única, tendo uma extremidade sensivelmente com formato em espiral.
    Mod. 71 - 10 000 βχ - 4-87
  11. 13?. - Dispositivo de fixação de acordo com qualquer uma das reivindicações 3 a 7, caracterizado pelo facto de o garrote estar isolado electricamente do patim do carril e compreender pelo menos uma peça isolante que forma um ba tente lateral (3) e da qual uma parte se vem intercalar en tre a parte de apoio (3θ) do garrote e o patim (4), ao nível da zona (10) de pressão.
  12. 14?. - Dispositivo de fixação de acordo com qualquer uma das reivindicações 3^7, caracterizado pelo facto do batente lateral (3) compreender uma parte que se estende para a rectaguarda e que forma na sua extremidade um ressalto de apoio 8 da extremidade traseira do garrote (5a).
PT89084A 1987-11-27 1988-11-25 Dispositivo de fixacao de um carril de caminho de ferro sobre uma travessa, constituido por um garrote e uma cunha PT89084B (pt)

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ES2011909A6 (es) 1990-02-16
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FR2623827A1 (fr) 1989-06-02
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