BRPI0207404B1 - procedimento para a retirada de um núcleo de cabo de um invólucro de cabo - Google Patents

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Abstract

"procedimento para a remoção de núcleo de cabo dos invólucros". a invenção se refere a um procedimento para a retirada de um núcleo de cabo de um invólucro de cabo, estando esse núcleo dentro de uma capa (8), no qual se utiliza em uma extremidade do cabo (1) a introdução de um meio fluido (22) sob pressão no interior do cabo (9) para a redução do atrito, e se exerce sobre o núcleo do cabo, em uma extremidade (5) do cabo (1) uma força de tração (f). para que se obtenha um procedimento pelo qual o cabo possa ser retirado do núcleo o mais rápida e economicamente possível previu-se que o meio fluido seja introduzido no espaço anular entre o lado de dentro do invólucro do cabo e a capa (8) do núcleo do cabo.

Description

PROCEDIMENTO PARA A RETIRADA DE UM NÚCLEO DE CABO DE UM
INVÓLUCRO DE CABO
[001] A invenção se refere a um procedimento para a retirada de um núcleo de cabo do invólucro externo de um cabo, estando esse núcleo dentro de uma capa, onde em uma extremidade do cabo (a assim chamada extremidade proximal do cabo) introduz-se um meio fluido sob pressão no interior do cabo para a redução do atrito, e exerce-se sobre o núcleo do cabo, em uma extremidade do cabo, uma força de tração.
[002] A presente invenção refere-se particularmente aos cabos terrestres para telecomunicações, que costumam apresentar núcleos de cabo com grande quantidade de fios, tendo pelo menos uma capa de por exemplo papel. Tais cabos apresentam em sua maioria um invólucro rigido, seja formado por uma camada de chumbo, sobre a qual pode haver uma camada de aço e adicionalmente um revestimento de tecido ou plástico. A invenção também se aplica a cabos de instalação aérea, como por exemplo, os cabos de telecomunicações em postes de alta tensão.
[003] O conceito de meio fluido abrange os meios gasosos, líquidos ou pastosos e as suas formas mistas.
[004] O vertiginoso desenvolvimento técnico no ramo das telecomunicações obriga a utilização de novas linhas de transmissão de dados, capazes de transmitir dados em maiores volumes e velocidades. Entram em cena, muito especialmente, as linhas ópticas de baixa atenuação, que permitem a transmissão de uma largura de banda muito alta com perdas reduzidas. É principalmente com a liberalização das telecomunicações que se estão substituindo as antigas redes de cabos por redes novas e mais potentes.
[005] A colocação de cabos novos na terra envolve trabalhos dispendiosos de movimentação de terra, além de ser cara e demorada. Isto também não pode ser aceito pela atual competição mundial entre as empresas de telecomunicações.
[006] Um método para renovar os velhos cabos consiste em colocar junto aos cabos dispostos na terra ou similarmente tubos que tomam o lugar dos velhos cabos quando retirados. Nesses tubos colocam-se depois, por exemplo, condutores ópticos. A desvantagem está em que a terra em torno do cabo ou do tubo a ser colocado apresenta uma resistência enorme, de tal forma que só se pode realizar o processo em trechos curtos sem que haja necessidade de movimentação de terra.
[007] Um procedimento para a retirada dos condutores internos dos cabos consta, por exemplo, da WO 82/00388 Al. Nesse processo conhecido coloca-se nos cabos coaxiais um fluido sob pressão para romper e retirar o material de isolamento entre o condutor interno e a manta. Isso feito, o condutor interno pode ser retirado do cabo com facilidade. Nos cabos de comunicação, com um grande número de condutores internos, o isolamento é atacado por meio de substâncias especiais, o que facilita a retirada dos condutores internos. Além disso, também se prevê a utilização de fresas ou cortadoras para recortar e retirar os condutores internos. Essa técnica conhecida tem altos custos e consome muito tempo, não sendo assim de aplicação generalizada para os cabos de telecomunicações.
[008] Um procedimento desse gênero está descrito na US 4 197 62 8 A, em que se tomam duas extremidades de um segmento de cabo, fixando a uma delas uma luva. A luva é vedada por uma tampa e através de um elemento de conexão na tampa introduz-se lubrificante sob pressão no núcleo do cabo. Prepara-se do lado oposto do cabo a saida do lubrificante e suspende-se a continuidade de entrada do lubrificante. Depois do lubrificante ter sido espalhado pela capa geralmente existente sobre o núcleo do cabo, esta é retirada. Na prática este procedimento não conseguiu se firmar, visto que com ele só se trabalham setores de cabo relativamente curtos.
[009] Portanto, a presente invenção tem o objetivo de fornecer um procedimento do tipo citado acima, através do qual o cabo existente possa ter seu núcleo do cabo retirado da forma mais rápida e econômica possivel, de modo que invólucro de cabo possa ser utilizado como tubo para a colocação de, por exemplo, novos cabos de transmissão de dados, tais como guias de onda ópticos ou similares, e por outro lado, a matéria prima do núcleo do cabo possa ser reutilizada, em particular o cobre. A retirada do núcleo do cabo deve ser possivel ao longo de extensões relativamente grandes de cabo.
[0010] O objetivo da presente invenção é atingido pela utilização de um meio fluido precisamente colocado em um espaço anular entre o lado de dentro do invólucro do cabo e a capa do núcleo do cabo.
[0011] De preferência pelo menos durante uma parte da etapa da introdução do meio fluido, o espaço anular ou todo o cabo não ficam vedados à pressão na outra extremidade do cabo (a assim chamada extremidade distai do cabo), de tal forma que o meio liquido sob a aplicação da pressão segue em principio pelo espaço anular até a extremidade distai do cabo. Esta etapa passa a ser chamada de "etapa de fluxo".
[0012] De preferência pelo menos durante uma parte da etapa da introdução do meio fluido, o espaço anular ou todo o cabo ficam vedados à pressão na extremidade distai do cabo, de tal forma que o meio fluido sob a aplicação da pressão comprime o núcleo do cabo e/ou expande o invólucro do cabo. Esta etapa passa a ser chamada de "etapa de compressão", observando-se que também na etapa de fluxo ocorre uma compressão (às vezes de igual valor).
[0013] É particularmente aconselhável executarem-se ambas as etapas no procedimento, em primeiro lugar a etapa de fluxo e depois a de compressão. Na realidade o mais vantajoso é concluir a etapa de fluxo e só iniciar a etapa de compressão quando o meio fluido sair da extremidade distai do cabo.
[0014] A etapa de fluxo serve, antes de mais nada, para transportar o meio fluido por todo o cabo. Um estudo mais preciso mostra que neste processo o meio fluido se movimenta para frente principalmente nos recessos longitudinais do núcleo do cabo, que são função da estrutura dos componentes do núcleo do cabo. Não ocorre necessariamente um umedecimento das intersecções entre a capa e o lado de dentro do invólucro em toda a extensão do cabo a ser considerada, senão somente em setores menores, chamados de recessos. Na etapa de compressão que se segue, entretanto, atua a pressão mais alta do lubrificante que se forma (e que se mantém) sobre o núcleo do cabo (e eventualmente, nos cabos com invólucro elástico, levando a uma expansão deste) em que o espaço anular se amplia ao longo de toda a extensão do cabo e fazendo com que toda a intersecção fique umedecida pelo lubrificante.
[0015] Nas versões do procedimento nas quais a capa do núcleo de cabo a ser retirada tem a configuração de uma espiral revelou-se vantajoso utilizar como extremidade proximal de cabo aquela para a qual se dirige a espiral. Em outras palavras, nesse caso o meio fluido deve se deslocar no espaço anular avançando contra a direção da espiral. A introdução desejada do meio fluido no espaço anular entre o lado de dentro do invólucro do cabo e a capa fica melhorada quando o meio fluido se introduz na direção contrária à do desenvolvimento da espiral da capa dos fios. A capa dos fios consiste de uma faixa, particularmente de papel, enrolada de forma sobreposta aos fios. A introdução do meio fluido contra a direção da espiral dessa capa impede a entrada de meio fluido para o interior do núcleo de cabo. O processo fica facilitado quando a introdução do meio fluido se dá na mesma extremidade por onde se fará a retirada do cabo (ou seja, a extremidade proximal). Assim, a maior parte das instalações necessárias para o procedimento se faz somente em uma extremidade do cabo. Na extremidade oposta do cabo (ou seja, na extremidade distai) executa-se somente a vedação do núcleo, bem como o fechamento da extremidade do cabo. Em contrapartida, havendo uma capa de papel enrolada, a retirada do núcleo na direção de enrolamento é favorecida pelo não descascamento das sobreposições da capa enrolada. Retirando o núcleo de cabo na direção do enrolamento da capa elimina-se a possibilidade de rasgar a capa e a dificuldade da operação de retirada. Alternativamente, pode-se também aplicar o meio fluido na outra extremidade do cabo, ou seja, na extremidade da qual se tirará o núcleo.
[0016] No mais, nesses núcleos de cabo de capa enrolada tem-se demonstrado particularmente vantajoso tirar o núcleo do cabo pela extremidade para a qual avança a espiral, ou seja, aplicar o movimento de tração na direção da espiral. Em outras palavras é particularmente vantajoso utilizar como extremidade proximal de cabo aquela para a qual se dirige a espiral, e utilizar essa extremidade não somente para a introdução do meio fluido, como também para a retirada do núcleo.
[0017] Em uma versão preferencial pelo menos durante uma parte da etapa da introdução do meio fluido introduz-se um gás sob pressão, de preferência ar comprimido, no interior do núcleo do cabo delimitado pela capa. Dessa forma atua uma força de dentro para fora sobre a capa, que apóia a introdução do meio fluido. Assim se consegue que atue sobre a capa uma contra-pressão de dentro para fora contra o meio fluido introduzido, o que melhora a vedação da capa para dentro. Em principio essa medida pode ser tomada durante a etapa de fluxo e/ou a etapa de compressão, ou mesmo em partes delas. De preferência, entretanto, aplica-se essa medida durante a etapa de compressão, por um lado para não impedir a disseminação do meio fluido ao longo do cabo durante a etapa de fluxo, e por outro para desfrutar de uma formação de pressão mais alta durante a etapa de compressão. A pressão do gás sob pressão é inclusive claramente inferior àquela da introdução do meio fluido, para não impedir a compressão do núcleo do cabo em todo o seu comprimento.
[0018] Nas configurações já citadas de capa em forma de espiral, por exemplo nas proteções de papel enroladas é vantajoso aplicar o ar comprimido na direção da espiral no interior do núcleo do cabo. Isso contribui favoravelmente para uma vedação das sobreposições da espiral e impede o rasgamento das sobreposições da capa pelo ar comprimido, o que dificultaria a retirada do núcleo do cabo.
[0019] É vantajoso acrescentar ao gás sob pressão, particularmente ao ar comprimido um meio liquido, particularmente um adesivo, para introduzi-lo no interior do núcleo do cabo. De acordo com a estrutura do cabo o acréscimo de um meio liquido ao gás sob pressão ou ar comprimido pode levar a uma espécie de junção das sobreposições da capa, de maneira a dificultar mais ainda a introdução do meio fluido para o núcleo do cabo. A umidificação do gás sob pressão pode ser feita com água, óleo, ou certos adesivos, que são acrescidos em quantidade reduzida ao gás sob pressão. Com esses aditivos não se vai formar pressão hidráulica que venha reduzir o espaço anular, mas apenas uma junção das sobreposições da espiral entre si. O volume definido pelo núcleo do cabo deve ser manter compressivel, de tal forma que com a introdução do meio fluido sob pressão se mantenha possível uma redução de volume e a seguir se consiga um aumento do espaço anular entre a capa e o lado de dentro do invólucro do cabo. Os adesivos utilizados podem ser componentes de endurecimento retardado, que devem ser de densidade particularmente baixa.
[0020] A introdução do meio fluido no espaço anular pode ser beneficiada pelo fato do núcleo do cabo na extremidade proximal do cabo ficar vedada contra pressão contra o meio sob pressão, de tal forma que não possa entrar meio fluido para o interior do núcleo do cabo na extremidade proximal do cabo. 0 meio em fluxo só pode, então, ser pressionado no sentido frontal do cabo, embora também seja possível, por exemplo, pressionamento por furos radiais existentes ao longo do invólucro do cabo.
[0021] Fechando-se a extremidade distai do cabo, sem impedir uma comunicação entre a extremidade aberta do espaço anular e a extremidade aberta do interior do núcleo do cabo o meio fluido saindo do espaço anular pode ir para o interior do núcleo do cabo e de lá refluir para a extremidade proximal. Para evitar isso, veda-se de preferência também o interior do núcleo do cabo contra pressão contra o espaço anular, de tal forma que não possa passar meio fluido que saia do espaço anular para o interior do núcleo do cabo.
[0022] Em ambos os casos é possível obter um fechamento estanque do interior do núcleo do cabo em relação ao espaço anular pela colocação de uma vedação do núcleo na extremidade do núcleo do cabo. Esta vedação deverá ser de preferência uma luva elástica colocada sobre os condutores livres. Pode ser utilizada, por exemplo, uma fita de vulcanização, que além de aderir por si mesma forma uma capa estanque para os condutores.
[0023] Se houver a possibilidade de aplicar ar comprimido ou de retirar o ar do interior do núcleo do cabo, a vedação do núcleo deverá ter de preferência um tubo de alívio.
[0024] Com o núcleo do cabo, pelo menos na extremidade proximal, encapada, não haverá entrada de meio fluido para o interior do núcleo do cabo no seu lado frontal. Ao contrário, o meio fluido ficará entre o lado de dentro do invólucro do cabo e a capa, com o que atua uma força de fora sobre o núcleo do cabo, que leva à sua compressão, com o que o espaço anular aumenta, favorecendo uma umidificação completa do espaço anular e reduzindo o atrito na retirada do cabo. Com isso podem retirar-se comprimentos maiores de cabos velhos de uma só vez. Os comprimentos atingíveis dependem, entre outras coisas, do diâmetro do cabo, da quantidade de condutores no núcleo, da pressão com que o meio fluido é aplicado, do meio fluido utilizado e da quantidade de curvas do traçado do cabo. Com a retirada do núcleo do cabo o seu material, principalmente o cobre, pode ser reaproveitado, ou o tubo de cabo vazio pode ser também reutilizado, por exemplo, para a colocação de novos condutores. Além disso, se reduzem os riscos ambientais determinados pelos cabos velhos.
[0025] No processo o meio fluido é introduzido de preferência antes da retirada do núcleo do cabo.
[0026] Adicionalmente o meio fluido também pode ser aplicado durante a retirada do núcleo do cabo.
[0027] Quando o núcleo do cabo conta com uma vedação nas duas extremidades do cabo antes da introdução do meio fluido pode-se evitar a entrada do meio fluido também na extremidade distai do cabo.
[0028] Para verificar a tensão e a permeabilidade do cabo antes de aplicar o meio fluido pode ser aplicado ar comprimido no interior do núcleo do cabo. Para a verificação da tensão na aplicação do ar comprimido mede-se a pressão do ar do lado da entrada do ar. Os valores de medição podem apresentar uma perda de pressão, que indicará um ponto sem tensão. Nesse caso o cabo pode ser cortado antes do local sem tensão, repetindo-se o processo de retirada do núcleo cabo com os novos segmentos.
[0029] Para verificar a permeabilidade do cabo, durante a aplicação do ar comprimido mede-se a pressão do lado oposto ao da aplicação do ar comprimido. Assim é possivel que se determine os pontos comprimidos do cabo. Se, devido a uma compressão muito forte, excepcionalmente, não for possivel retirar o núcleo do cabo, essa compressão deverá ser cortado, repetindo-se o processo de retirada do núcleo do cabo com os novos segmentos.
[0030] Durante a aplicação do meio fluido a extremidade distai fica de preferência aberta, de tal forma que o ar deslocado possa sair.
[0031] Durante a aplicação do meio fluido o núcleo do cabo deverá ficar de preferência tensionado para evitar um deslocamento axial durante a aplicação. Esse pré-tensionamento pode se dar por exemplo por meio de um tubo, que sirva para a introdução do ar comprimido no núcleo do cabo, de forma que o tubo fique colado aos fios do núcleo do cabo e se exerça uma força de tração de determinada dimensão sobre o tubo.
[0032] A introdução do meio fluido será preferencialmente interrompida quando da sua saida pela outra extremidade do cabo. Com isso se limita a quantidade do meio fluido ao volume necessário.
[0033] De acordo com uma outra versão se prevê que após a colocação do meio fluido as duas extremidades do cabo fiquem fechadas com vedação ao ar e à pressão, com o núcleo do cabo com um tubo de alivio, e ainda que se exerça uma pressão sobre o meio fluido. Com essa etapa do procedimento ocorrerá, devido à compressão já existente no interior do núcleo do cabo e aliviada pelo tubo de alivio, uma redução do diâmetro do núcleo do cabo e com ela uma umidificação do espaço anular, facilitando significativamente a retirada do núcleo do cabo. Na etapa de compressão é mais vantajoso ainda não permitir alivio do núcleo do cabo e ainda aplicar pressão de ar, visto que aqui o volume de ar a ser deslocado é relativamente pequeno.
[0034] Para evitar que o núcleo do cabo gire durante o processo de retirada e que assim o seu diâmetro cresça, é vantajoso travá-lo contra o deslocamento circular durante o processo de retirada. Isso pode ser feito, por exemplo, por meio de um esticador sobre uma gaxeta comum, passando do tubo do cabo para o núcleo do cabo, e impedindo a sua rotação.
[0035] Uma alternativa é torcer durante o processo de retirada os fio em uma direção, de tal forma que se reduza do diâmetro do núcleo e não ocorra efeito de bloqueio do processo de retirada.
[0036] Para poder usar o meio fluido após o processo de retirada, previu-se que, do lado da saida do núcleo, o fluido seja recolhido e acumulado. Ele é recolhido de forma simples, por exemplo por meio de um anel elástico montado na capa e que recolha o fluido, de onde vai por exemplo para um funil coletor e de lá para um tanque.
[0037] Para poder reaproveitar uma boa parte do meio fluido, prevê-se que na extremidade distai do cabo, durante o processo de retirada do núcleo, o meio fluido seja transportado conjuntamente com o cabo. Isso pode se dar, por exemplo, por meio de um elemento em forma de êmbolo colocado na extremidade do núcleo, que envie o meio fluido pelo invólucro do cabo para a extremidade proximal do cabo, onde, como já mencionado, passaria a um funil coletor e deste a um tanque.
[0038] Para evitar dano ao invólucro do cabo durante o processo de retirada é importante fixá-lo em cada uma das extremidades em que o núcleo será retirado contra o movimento giratório. Esta fixação pode se dar por exemplo com uma gaxeta e esticadores.
[0039] O processo para a retirada do núcleo do invólucro pode ser auxiliado pela aplicação, durante a retirada do núcleo, de uma força de pressão do lado da extremidade distai do núcleo. Com isso é possível reduzir a força de tração para um valor reduzido, com o que se pode reduzir o risco de rasgamento do núcleo. Além disso, pode aumentar bastante a extensão de cabo da qual se retire o núcleo do cabo de uma vez.
[0040] A força de pressão de apoio pode ser ajustada para um valor acima da contra-pressão do lado do cabo oposto ao da entrada do meio fluido. Nesse caso é necessária uma quantidade relativamente grande de meio fluido.
[0041] Conforme uma nova versão a força de tração é transmitida por uma braçadeira fixada ao núcleo. Este é um método simples para a execução do procedimento da invenção. A força de tração sobre o núcleo pode se dar por meio de um eixo acionado a motor, em torno do qual o núcleo se enrole. Nesse caso libera-se uma extensão suficiente do núcleo que se vai enrolando em torno do eixo movido a motor, tambor, ou similar, resultando um atrito suficiente e transmitindo o movimento circular do eixo, tambor ou similar como uma força de tração sobre o núcleo.
[0042] Para facilitar ainda mais a retirada do núcleo ou para se conseguirem retirar extensões maiores de núcleo pode-se, segundo uma outra característica de procedimento fazer com que o gás e/ou o fluido introduzidos contenham um lubrificante, ou que o próprio meio fluido seja um lubrificante. O lubrificante pode ser líquido ou sólido. Na utilização de gás sob pressão no cabo demonstrou-se favorável o uso de lubrificante em pó.
[0043] Quando se utiliza um líquido tixótropo como lubrificante, pode-se adicionalmente evitar ou reduzir a entrada indesejada do meio fluido no núcleo. Os líquidos tixótropos apresentam uma viscosidade dependente da tensão de empuxo, com o que se pode evitar o depósito do meio fluido. Os sabões graxos ou óleos com aditivos especiais apresentam propriedades tixótropicas. Além da propriedade tixótropica os lubrificantes ou meios fluidos deverão ser, na medida do possível, de baixo custo e idealmente biodegradáveis.
[0044] A troca de um núcleo velho, por exemplo, por cabos ópticos de transmissão de dados pode ficar ainda mais fácil se juntamente com a retirada do núcleo pelo menos um cabo novo ou similar for introduzido.
[0045] As versões e as ilustrações explicam em maior detalhe a presente invenção. Nestas aparecem: A Figura 1 mostra a utilização de uma versão do procedimento da invenção em um cabo aterrado, em vista lateral; A Figura 2a mostra a extremidade do cabo conforme o Detalhe II da Figura 1 em uma primeira etapa do procedimento; A Figura 2b mostra a extremidade do cabo durante a introdução do meio fluido; A Figura 2c mostra a extremidade do cabo que corresponde ao Detalhe II conforme a Figura 1 antes do inicio da retirada do núcleo; A Figura 2d mostra uma vista lateral da extremidade do cabo conforme a Figura 2c; A Figura 3a mostra a outra extremidade do cabo, que corresponde ao Detalhe III da Figura 1 no momento do procedimento que corresponde à Figura 2a; A Figura 3b mostra a extremidade do cabo que corresponde ao Detalhe III da Figura 1 durante a introdução do meio fluido; A Figura 3c mostra a extremidade do cabo que corresponde ao Detalhe III conforme Figura 1 antes da retirada do núcleo; A Figura 4 é uma vista em perspectiva de uma estrutura para a retirada do núcleo com um dispositivo para proteção contra o movimento giratório do núcleo. A Figura 5 é um corte longitudinal de um cabo com capa em espiral.
[0046] A Figura 1 mostra um cabo 1, como por exemplo utilizado em telecomunicações, que geralmente fica enterrado (2). Para a utilização do procedimento da invenção em um local determinado, a assim chamada escavação inicial 3, ali se libera e corta o cabo 1. A uma determinada distância da escavação inicial 3, por exemplo 100 ou 200 metros, faz-se a assim chamada escavação alvo 4, onde o cabo 1 também é liberado e cortado. Assim resulta um segmento de cabo 1 com uma extremidade 5 definida pela escavação inicial 3 e uma extremidade 6 definida pela escavação alvo 4.
[0047] As Figuras 2a a 2d e 3a a 3c, que mostram os detalhes II e III respectivamente da Figura 1 em visão aumentada ao longo de diversas etapas de processo permitem uma explicação melhor detalhada da seqüência. O cabo geralmente apresenta um grande número de condutores 7, que se compõe de cobre maciço ou de fio de cobre e de uma isolação, por exemplo de papel ou de plástico. Além do mais pode haver grupos de condutores 7 com diversas isolações de papel ou plástico. Finalmente, o conjunto dos condutores 7 fica coberto por uma capa 8, de preferência de papel ou plástico. Os condutores 7, a capa 8 e eventualmente outras capas, elementos longitudinais, etc.. existentes no interior formam em seu conjunto o núcleo do cabo. Para proteger o núcleo do cabo de influências externas, mecânicas e químicas, existe um invólucro interno 9, que pode ser de chumbo. Sobre o invólucro externo 9 costuma existir uma outra camada envolvente 10, em geral de aço, particularmente de chapa de aço dobrada, que oferece maior proteção contra influências mecânicas ao cabo 1. Do lado de fora da camada de aço 10 pode existir ainda uma outra isolação 11, por exemplo de tecido embebido em óleo ou plástico, dando proteção ambiental à camada de aço. As camadas 9 a 11 formam o invólucro do cabo. 0 núcleo do cabo fica, com a capa 8, ao longo de todo o interior do invólucro do cabo; este envolve o núcleo do cabo com uma certa tensão. Entende-se por "espaço anular" o espaço entre o núcleo e o invólucro do cabo (o exterior do núcleo do cabo e o interior do invólucro do cabo), em que a extensão radial do espaço anular pode ser o menor possivel em função do contato direto entre as superficies limitrofes. A extremidade do cabo 1 na escavação inicial 3 forma a assim chamada extremidade proximal do cabo 5, e a extremidade do cabo 1 na escavação alvo 4, em contrapartida, forma a chamada extremidade distai do cabo 6. Na extremidade de cabo proximal 5 da escavação inicial 3 no final do procedimento descrito a seguir se exercerá uma força de tração para a retirada do núcleo do cabo.
[0048] Para dar inicio ao procedimento a extremidade proximal do cabo 5, a partir da qual será retirada o núcleo do cabo, é liberada de seu invólucro, em que se retiram um certo comprimento do invólucro do cabo, ou seja, a isolação 11, a capa de aço 10 e a capa de chumbo 9, de tal forma que apareça o núcleo do cabo, 1, ou seja, os condutores 7 e a capa 8 ao longo de um comprimento do cabo aparecem ao longo de um determinado comprimento do cabo 1. No próximo passo do procedimento, ilustrado claramente na Figura 2a, coloca-se um tubo de entrada e alivio de ar 12 no núcleo do cabo, onde é de preferência colado. Isso feito a extremidade do núcleo do cabo juntamente com a sua capa 8 é recoberta por uma vedação de núcleo 13, por exemplo uma fita de borracha auto-vulcanizante, de tal forma que resulte dai um fechamento ao ar e à pressão do núcleo do cabo na extremidade proximal do cabo 5. A fita vulcanizável tem a vantagem de que se cola automaticamente com a capa 8 e com o tubo de entrada e alivio de ar 12, com o que se consegue um fechamento mais estanque. A seguir aplica-se à extremidade proximal do cabo uma luva 14, por exemplo de metal. A luva 14 pode ter um furo 15, pelo qual se pode introduzir adesivo sob pressão, de tal maneira que o espaço anular entre o lado de dentro da luva 14 e o lado de fora do invólucro do cabo fique preenchido com adesivo e se consiga uma conexão confiável da luva 14 com o invólucro. Pode ser utilizado como adesivo, por exemplo, um produto de dois componentes, que apresente colagem rápida e confiável. A luva 14 serve para estabilizar e fixar o invólucro do cabo para evitar dano devido a forças axiais muito elevadas com a introdução do meio fluido sob pressão ou mais tarde na retirada do núcleo do cabo.
[0049] De acordo com a Figura 3a a extremidade distai de cabo 6, na escavação alvo 4 sofre corte igual ao da extremidade proximal de cabo 5, com a retirada do invólucro, a colocação do tubo de entrada e saida de ar 12 e finalmente com uma vedação de núcleo 13. Finalmente coloca-se também uma luva 14 no invólucro do cabo e cola-se .
[0050] Em outra versão (que não aparece nas figuras) a extremidade proximal de cabo 5 não tem tubo de entrada e alivio de ar. A vedação de núcleo 13 fecha também de forma estanque o interior do núcleo do cabo contra a entrada de meios fluidos.
[0051] De acordo com a Figura 2b na extremidade proximal 5 do cabo 1 a luva 14 fica fechada com uma tampa 17, fixada àquela. Essa fixação se dá de preferência por meio de uma rosca 18 do lado de fora da luva 14, sobre a qual se parafusa a tampa 17. Caso necessário poderá utilizar-se material adicional de vedação. A tampa 17 apresenta eventualmente no meio do seu lado frontal uma abertura 19, através da qual é possível colocar o tubo de entrada e alívio de ar 12. No invólucro da parte cilíndrica da tampa 17 existe uma outra abertura 20, através da qual se liga a tubulação 21 do meio fluido ou lubrificante 22. Como se vê esquematicamente na Figura 1, a tubulação 21 fica liga a uma bomba 23, que por sua vez fica ligada a um tanque 24 do lubrificante 22. No caso de uma capa 8 enrolada sobre os condutores 7 o meio fluido ou lubrificante 22 aplica-se de preferência na direção contrária do enrolamento (para a definição desta direção veja a Figura 5) de maneira que haja a tendência de fechar as sobreposições do enrolamento pela direção do fluxo do lubrificante 22, com o que se evita a entrada do meio fluido ou lubrificante 22 do espaço anular para o núcleo do cabo. No caso de uma capa enrolada 8 o núcleo do cabo é retirada de preferência na direção do enrolamento, de forma a não desmanchar as sobreposições da capa 8 durante o processo de retirada nem remontá-las no movimento da retirada.
[0052] O meio fluido ou lubrificante 22 apresenta preferencialmente uma densidade menor do que a do volume encerrado pela capa 8. Os meios fluidos podem ser, como já mencionado, gasosos, líquidos ou pastosos, ou ainda mistos. O tubo de entrada e saída de ar 12 é fixado à tampa 17 por meio das porcas 27, de tal forma que antes da fixação possa ser aplicada uma força de tração sobre o tubo de entrada e alivio de ar de forma a pré-tensionar o núcleo. Teoricamente a abertura 20 pode ficar na luva 14 no lugar da tampa 17 ou colocar-se um prolongamento da luva 14, de onde se pudesse introduzir o lubrificante 22. De qualquer forma a luva 14 é concebida como uma peça de desgaste, e por essa razão as precauções de projeto se aplicam à tampa 17. A luva 14 pode ser usada após a retirada bem sucedida do núcleo do cabo do cabo 1 com peça de conexão para renovar a conexão dos elementos de cabo, na medida em que o cabo 1 seja reutilizado por exemplo para cabeamento óptico ou similar.
[0053] Como pode ser visto na Figura 3b para a extremidade distai do cabo 6, também nesse caso se coloca uma tampa 17 sobre a extremidade de cabo 6 e fixa-se o tubo de entrada e alivio de ar com porcas de acabamento 2 4 na tampa 17. A abertura 2 0 na tampa 17 e o tubo de entrada e alivio de ar 12 ficam livres inicialmente. Devendo se aplicar ar comprimido ao interior do núcleo do cabo, o tubo de entrada e alivio de ar 12 pode ser ligado pela linha 25 a um compressor 26 para a produção de ar comprimido (Figura D · [0054] Antes da execução do procedimento propriamente dito pode-se usar o tubo de entrada e alivio de ar 12 para aplicar ar comprimido ao interior do núcleo do cabo e verificar a pressão na outra extremidade do cabo por meio do manômetro 28. Por meio dessa medição se faz um teste de permeabilidade do cabo 1. Com o auxilio do manômetro em geral colocado por uma conexão de ar comprimido 25 no compressor de ar é possível verificar também se o cabo 1 é estanque, visto que um local de ruptura se evidenciaria por meio de um aumento contínuo de pressão. Verificado o cabo quanto a tensão e permeabilidade a extremidade do tubo de entrada e alívio de ar 12 na extremidade proximal do cabo 5 passa a ser fechada, por exemplo com um bujão roscado (o que a figura não apresenta).
[0055] Só então tem início o procedimento em si, com a assim chamada etapa de fluxo. Para tal o lubrificante 22 é introduzido sob pressão pela linha 21 na abertura 20, com o espaço anular na extremidade distai 6 do cabo aberto. O lubrificante 22 força seu avanço pelo espaço anular entre o revestimento de chumbo 9 e a capa 8 e flui na direção longitudinal do cabo para a extremidade distai do cabo 6, sem que haja o perigo de que o lubrificante 22 entre no núcleo do cabo. O interior do núcleo do cabo pode ser exposto ao ar comprimido durante a etapa de fluxo. De preferência no caso de capas enroladas 7 o ar comprimido pode ser introduzido a partir da extremidade distai 6, para que o fluxo de ar comprimido tenha a tendência de fechar e não abrir as sobreposições da espiral. A pressão no interior do núcleo do cabo pressiona as sobreposições uma contra a outra e dificulta assim a entrada do lubrificante 22 no interior do núcleo do cabo. O acréscimo de um meio fluido ao ar comprimido introduzido possibilita uma colagem das sobresposições da capa 8. No caso dos meios líquidos pode tratar-se de água, óleo ou determinados adesivo, acrescidos em quantidades muito pequenas ao ar comprimido. Finalmente o lubrificante 22 faz o seu caminho pelo espaço anular entre o invólucro de chumbo 9 e a capa 8 até a extremidade distai do cabo 6. Assim que o lubrificante 22 sai na extremidade distai do cabo 6 pela abertura 20 na tampa 17, pelo fechamento da abertura 20. Começa a assim chamada etapa de compressão. A aplicação de pressão continua ao lubrificante 22 não serve mais antes de mais nada para o transporte do lubrificante 22 pelo espaço anular ao longo do cabo 1 (com o que ocorre, é claro, uma compressão do núcleo do cabo), mas sim e antes de tudo para a formação de pressão no espaço circular, visto que a extremidade distai do espaço anular agora está fechada. Enquanto na etapa de fluxo passada o lubrificante 22 se movimentava de preferência somente nos recessos longitudinais da capa 8 (que são função da estrutura de condutores do núcleo do cabo)e portanto não se umedecia toda a intersecção entre a capa 8 e o lado de dentro do invólucro do cabo, passa-se à etapa de compressão do núcleo do cabo (e eventualmente a uma expansão do invólucro do cabo, quando este não for absolutamente rigido) na qual o lubrificante 22 umedece toda a intersecção em toda a sua extensão. Quando tiver se formado uma pressão suficiente para o processo de aplicação de pressão do lubrificante. A aplicação de pressão sobre o lubrificante 22 termina quando a pressão fica praticamente estável e não for mais possível comprimir o núcleo do cabo. O lubrificante 22 pode ser acrescido ao meio fluido, ou o meio fluido pode ser substituído pelo lubrificante 22. A pressão aplicada ao lubrificante 22 depende da estrutura do cabo 1, do comprimento do cabo 1 e de diversos outros fatores. Finalmente, também são apropriados os meios com boas propriedades de fluxo, nos quais o meio deslizante se associa a um solvente. 0 efeito disso é que a introdução do meio fluido fica facilitada pela diluição com o solvente, e depois com a evaporação do solvente o material restante fica com melhores propriedades de deslizamento.
[0056] Finalmente, de acordo com a Figura 2c a tampa 17 é desparafusada na extremidade proximal do cabo 5 e retira-se o tubo de entrada e alivio de ar 12. A seguir fixa-se na extremidade proximal do cabo 5 um coletor 29 para o lubrificante 22, por exemplo utilizando a rosca 18 na luva 14. O coletor 29 é basicamente anular e apresenta um canto na capa 8 de tal forma que na saida do núcleo do cabo o lubrificante 22 durante a saida do núcleo do cabo passa pela coleta 8 e flui para baixo por gravidade, indo para um funil e um tanque correspondentes (não representados), de onde pode haver reaproveitamento em grande parte. Finalmente fica-se na vedação do núcleo 13 uma braçadeira 30, exercendo-se sobre esta uma força de tração na direção da seta F.
[0057] A tampa 17 também é retirada na extremidade distai 6 do cabo 1. Com a vedação do núcleo 13 na extremidade distai do cabo 6 podem colocar-se um ou mais elementos do gênero de êmbolos, por exemplo mediante distanciadores 31 em discos 32 que na saida do núcleo do cabo do cabo 1 retirem o lubrificante 22, de tal forma que este saia pela extremidade 5 do cabo 1 e seja recolhido pelo coletor 29, onde possa ser coletado e reaproveitado. Durante a retirada do núcleo do cabo é interessante proteger o núcleo do cabo contra a rotação. Isso pode ser feito de diversas maneiras, por exemplo por meio de braços 33 ou extensores fixados à braçadeira 30 e tornando impossível o giro. Além disso, podem se fixar nos braços 33 elementos deslizantes 34 que deslizem na terra durante o processo de retirada (ver a Figura 4). Além disso, também é interessante proteger contra o giro o cabo 1, o que se faz por meio de braços ou extensores colocados na luva 14, de maneira semelhante à que mostra a Figura 4. Simultaneamente à retirada do núcleo do cabo pode-se introduzir um cabo óptico moderno ou similar, por exemplo, ligado à extremidade do núcleo do cabo na extremidade distai do cabo 6 e com ele um tubo de invólucro.
[0058] Para evitar dano à capa 8 na extremidade proximal do cabo 5, o núcleo do cabo deverá ser retirada de preferência ao longo de uma extensão determinada antes de fazer uma mudança de direção, por exemplo para colocar o núcleo do cabo saindo da escavação inicial 3 em uma unidade de enrolamento (que não aparece no desenho).
[0059] Na Figura 5 se esclarece a definição de "direção da espiral" da capa 8 em relação a um corte longitudinal. Com o enrolamento de uma fica em torno do grupo de condutores 7 formam-se no sentido longitudinal sobreposições em forma de escama que recobrem parcialmente o enrolamento. A direção da espiral se desloca longitudinalmente ao cabo 1 e tem a direção do avanço da espiral na fabricação. Na Figura 5 essa direção está indicada pela seta W. A direção preferencial para a introdução do lubrificante é, por sua vez, contrária a direção da seta W, de tal forma que o fluxo do lubrificante feche as sobreposições da capa 8. A direção preferencial para a aplicação do ar comprimido no interior do núcleo do cabo é na direção do enrolamento na direção da seta W, visto que assim as sobreposições da capa 8 vão tender a fechar e não a abrir. Finalmente a direção preferencial para a retirada do núcleo do cabo é de novo a direção da seta W, já que assim com o movimento de retirada as sobreposições da capa 8 ficam fechadas.
[0060] As figuras mostram apenas um exemplo de execução da invenção. As alterações de construção e diferenças de procedimento contidas nas reivindicações são possíveis.
REIVINDICAÇÕES

Claims (30)

1. Procedimento para a retirada de um núcleo de cabo de um invólucro de cabo, compreendendo as etapas de: identificar um cabo (1) de transmissão pré-existente, previamente operacional, localizado em uma localização original do cabo, o cabo (1) de transmissão que compreende um núcleo do cabo montado de forma tensionada dentro de um invólucro (9) do cabo, o núcleo do cabo que compreende pelo menos um condutor (7) ao longo de todo o comprimento do núcleo do cabo, o núcleo do cabo que também compreende uma capa (8) formada em torno do comprimento, exceto nas extremidades do pelo menos um condutor (7), sendo que o invólucro (9) do cabo que possui uma superficie interna voltada para a superficie externa da capa (8) , com a superficie externa da capa (8) e a superficie interna do invólucro (9) definindo a fronteira de uma região de intersecção entre o invólucro (9) do cabo e a capa (8); seccionar uma extremidade proximal (5) e uma extremidade distai (6) do cabo, removendo o invólucro (9) de forma a deixar exposto o núcleo do cabo nas referidas extremidades proximal (5) e distai (6); vedar a extremidade proximal (5) e a extremidade distai (6) do núcleo do cabo; direcionar seletivamente um meio fluido (22) para dentro da extremidade proximal (5) da região de intersecção; fazer com que o meio fluido (22) aumente o volume da região de intersecção pelo aumento da distância na direção radial entre o invólucro (9) do cabo e a capa (8), e reduza o atrito entre a capa (8) e o invólucro (9); exercer uma força na direção longitudinal do núcleo do cabo; e mover o núcleo do cabo, que inclui a capa (8) e pelo menos um condutor (7), na direção longitudinal com respeito ao invólucro (9), para remover o núcleo a partir do invólucro (9), enquanto deixa para trás o invólucro (9) na localização original do cabo; procedimento caracterizado pelo fato de que a etapa de vedação da extremidade proximal (5) e da extremidade distai (6) do núcleo de cabo inclui fechar e vedar contra pressão do meio fluido (22) a extremidade proximal (5) e a extremidade distai (6) do núcleo do cabo em relação à região de intersecção com uma vedação de núcleo (13) antes do meio fluido (22) ser introduzido, de tal maneira que o meio fluido (22) fique impedido de penetrar no interior do núcleo do cabo.
2. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que pelo menos durante uma parte das etapas da introdução do meio fluido (22) , uma etapa de fluxo é realizada, em que a intersecção é vedada contra pressão na extremidade distai (6) e o meio fluido (22) flui a partir da extremidade proximal (5) da intersecção para a extremidade distai (6) da intersecção.
3. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que pelo menos durante uma parte da etapa da introdução do meio fluido (22) , a etapa de compressão é realizada, em que o meio fluido (22) age sob pressão para comprimir a capa (8) e aumentar o volume da intersecção.
4. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a etapa de fluxo é realizada, então o núcleo do cabo é vedado contra pressão na extremidade distai (6) e subsequentemente a etapa de compressão é realizada no qual o meio fluido (22) age sobre pressão para aumentar o volume da intersecção.
5. Procedimento, de acordo com a reivindicação 4, caracterizado pelo fato de que após o fluxo do meio fluido (22) na extremidade distai (6) da intersecção, a etapa de fluxo se encerra e a etapa de compressão começa.
6. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a capa (8) compreende material de embrulho, embrulhado em uma configuração de espiral em sobreposição a partir da extremidade distai (6) em direção a extremidade proximal (5) e o meio fluido (22) é introduzido a partir da extremidade proximal (5) em direção a extremidade distai (6).
7. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a capa (8) compreende material de embrulho, embrulhado em uma configuração de espiral em sobreposição a partir da extremidade distai (6) para a extremidade proximal (5) e o núcleo do cabo seja retirado em uma direção a partir da extremidade distai (6) em direção a extremidade proximal (5).
8. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que gás comprimido é introduzido dentro da intersecção e aumenta o volume da intersecção.
9. Procedimento, de acordo com a reivindicação 8, caracterizado pelo fato de que o gás comprimido é ar.
10. Procedimento, de acordo com a reivindicação 6, caracterizado pelo fato de que o meio fluido (22) é direcionado para dentro da intersecção, de modo a não penetrar através do material de embrulho em sobreposição para dentro do núcleo do cabo.
11. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a vedação de núcleo (13) compreende uma fita de borracha.
12. Procedimento, de acordo com a reivindicação 11, caracterizado pelo fato de que a vedação de núcleo (13) é equipada com um tubo de ventilação (12) para ventilar o interior do núcleo do cabo.
13. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o meio fluido (22) é colocado no interior da intersecção e é utilizado para expandir o tamanho da intersecção antes do núcleo ser retirado.
14. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o meio fluido (22) é colocado no interior da intersecção enquanto o núcleo do cabo está sendo retirado.
15. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato que a tensão do cabo (1) é verificada com ar comprimido antes do meio fluido (22) ser introduzido.
16. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a permeabilidade do cabo (1) é verificada com ar comprimido antes do meio fluido (22) ser introduzido.
17. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o núcleo do cabo é tensionado enquanto o meio fluido (22) é introduzido.
18. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o núcleo do cabo é protegido contra torção durante o processo de retirada.
19. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o condutor (7) compreende fios dentro do núcleo de cabo em uma configuração helicoidal possuindo uma direção helicoidal e durante o processo de retirada, o núcleo do cabo é torcido na direção helicoidal dos fios presentes no núcleo de cabo.
20. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que na extremidade do cabo (1) no qual o núcleo do cabo é retirado, o meio fluido (22) é retirado durante o processo de retirada e recolhido.
21. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que na outra extremidade do cabo (1) do que a extremidade na qual o núcleo do cabo está sendo retirado, o meio fluido (22) é arrastado pelo núcleo do cabo durante o processo de retirada, por exemplo por meio de um elemento semelhante a um embolo disposto na extremidade do núcleo do cabo.
22. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que durante o processo da retirada, o invólucro (9) do cabo fica protegido contra torção na extremidade na qual o núcleo do cabo é retirado.
23. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que durante o processo de retirada do núcleo, para auxiliar a retirada do núcleo do cabo, uma força de pressão é exercida na extremidade do núcleo do cabo distante da extremidade distai (6).
24. Procedimento, de acordo com a reivindicação 23, caracterizado pelo fato de que a força de pressão é aplicada por meio de um meio fluido (22) de pressão introduzido sobre pressão na extremidade do núcleo do cabo distante da extremidade distai (6).
25. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a força de tração é transmitida ao núcleo do cabo por meio de uma braçadeira (30) que é fixada ao núcleo do cabo.
26. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que a força de tração é aplicada ao núcleo do cabo por meio de um eixo movido a motor, no qual o núcleo do cabo é enrolado várias vezes.
27. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que pelo menos um novo cabo de transmissão ótica é introduzido no invólucro (9) do cabo após a retirada do núcleo.
28. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o meio fluido (22) é direcionado para dentro da intersecção sobre pressão para comprimir o núcleo do cabo.
29. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o meio fluido (22) é direcionado para dentro da intersecção sobre pressão para expandir o invólucro (9) do cabo.
30. Procedimento, de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelo fato de que o meio fluido (22) é pressurizado para expandir o invólucro (9) do cabo e comprimir o núcleo de cabo.
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